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O PENSAMENTO MALÉVOLO
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C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
Daí a diferença das
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C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
Amar os inimigos não pode,
pois, significar que não se
deva estabelecer diferença
alguma entre eles e os amigos.
Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
Se este preceito parece de difícil
prática, impossível mesmo, é
apenas por entender-se
falsamente que ele manda se dê
no coração, assim ao amigo, como
ao inimigo, o mesmo lugar.
C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
Ter-lhes uma afeição que não está
na natureza, visto que o contato de
um inimigo nos faz bater o coração
de modo muito diverso do seu
bater, ao contato de um amigo.
Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
AMAR OS INIMIGOS NÃO É:
C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
Não lhes guardar ódio, nem
rancor, nem desejos de vingança;
é perdoar-lhes, sem pensamento
oculto e sem condições, o mal
que nos causem.
C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
AMAR OS INIMIGOS É:
AMAR OS INIMIGOS É:
C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
Não opor nenhum
obstáculo a reconciliação
com eles; é desejar-lhes o
bem e não o mal; é
experimentar júbilo, em
vez de pesar, com o bem
que lhes advenha.
Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
AMAR OS INIMIGOS É:
C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c
w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
Socorrê-los, em se
apresentando ocasião; é
abster-se, quer por
palavras, quer por atos,
de tudo o que os possa
prejudicar.
Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
AMAR OS INIMIGOS É:
C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
Finalmente, retribuir-
lhes sempre o mal com o
bem, sem a intenção de
os humilhar.
Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
Quem assim procede
preenche as condições do
mandamento: Amai os
vossos inimigos.
Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
AMAR OS INIMIGOS É,
PARA O INCRÉDULO:
C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
Um contra-senso. Aquele para
quem a vida presente é tudo, vê
no seu inimigo um ser nocivo,
que lhe perturba o repouso e
do qual unicamente a morte.
Pensa ele, o pode livrar. Daí, o
desejo de vingar-se.
Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
AMAR OS INIMIGOS É,
PARA O INCRÉDULO:
C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
Nenhum interesse tem em
perdoar, senão para
satisfazer o seu orgulho
perante o mundo.
Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
AMAR OS INIMIGOS É,
PARA O INCRÉDULO:
C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
Em certos casos, perdoar-
lhe parece mesmo uma
fraqueza indigna de si.
Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
AMAR OS INIMIGOS É,
PARA O INCRÉDULO:
C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
Se não se vingar, nem por
isso deixará de conservar
rancor e secreto desejo
de mal para o outro.
Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
Tem sua visão no passado,
no presente e no futuro.
Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
PARA O ESPÍRITAAMAR OS INIMIGOS:
C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
Sabe que as maldades
fazem parte das provas
que lhe cumpre suportar.
As vicissitudes lhe
tornam menos amargas.
Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
PARA O ESPÍRITAAMAR OS INIMIGOS:
C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
Tem mais facilidade
de perdoar. Não se
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por experimentá-lo.
Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
PARA O ESPÍRITAAMAR OS INIMIGOS:
C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
Sente, além disso, que
quanto mais generoso for
tanto mais se engrandece
aos seus próprios olhos e se
põe fora do alcance dos
dardos do seu inimigo.
Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
PARA O ESPÍRITAAMAR OS INIMIGOS:
C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
Aquele que, no mundo moral, se
eleva acima da humanidade material
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aviltariam e rebaixariam.
Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
PENSAMENTO DE KARDEC:
C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
Ora, para ser superior ao seu
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  • 5. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  • 6. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  • 7. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  • 8. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  • 9. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  • 10. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  • 11. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  • 12. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  • 13. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  • 14. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  • 15. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  • 16. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  • 17. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  • 18. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  • 19. O PENSAMENTO MALÉVOLO Determina uma corrente fluídica que impressiona penosamente. O PENSAMENTO BENÉVOLO Nos envolve num agradável eflúvio. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
  • 20. Daí a diferença das sensações que se experimenta à aproximação de um amigo ou de um inimigo. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
  • 21. Amar os inimigos não pode, pois, significar que não se deva estabelecer diferença alguma entre eles e os amigos. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  • 22. Se este preceito parece de difícil prática, impossível mesmo, é apenas por entender-se falsamente que ele manda se dê no coração, assim ao amigo, como ao inimigo, o mesmo lugar. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
  • 23. Ter-lhes uma afeição que não está na natureza, visto que o contato de um inimigo nos faz bater o coração de modo muito diverso do seu bater, ao contato de um amigo. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3. AMAR OS INIMIGOS NÃO É: C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  • 24. Não lhes guardar ódio, nem rancor, nem desejos de vingança; é perdoar-lhes, sem pensamento oculto e sem condições, o mal que nos causem. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3. AMAR OS INIMIGOS É:
  • 25. AMAR OS INIMIGOS É: C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Não opor nenhum obstáculo a reconciliação com eles; é desejar-lhes o bem e não o mal; é experimentar júbilo, em vez de pesar, com o bem que lhes advenha. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
  • 26. AMAR OS INIMIGOS É: C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Socorrê-los, em se apresentando ocasião; é abster-se, quer por palavras, quer por atos, de tudo o que os possa prejudicar. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
  • 27. AMAR OS INIMIGOS É: C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Finalmente, retribuir- lhes sempre o mal com o bem, sem a intenção de os humilhar. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
  • 28. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Quem assim procede preenche as condições do mandamento: Amai os vossos inimigos. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
  • 29. AMAR OS INIMIGOS É, PARA O INCRÉDULO: C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Um contra-senso. Aquele para quem a vida presente é tudo, vê no seu inimigo um ser nocivo, que lhe perturba o repouso e do qual unicamente a morte. Pensa ele, o pode livrar. Daí, o desejo de vingar-se. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
  • 30. AMAR OS INIMIGOS É, PARA O INCRÉDULO: C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Nenhum interesse tem em perdoar, senão para satisfazer o seu orgulho perante o mundo. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
  • 31. AMAR OS INIMIGOS É, PARA O INCRÉDULO: C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Em certos casos, perdoar- lhe parece mesmo uma fraqueza indigna de si. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
  • 32. AMAR OS INIMIGOS É, PARA O INCRÉDULO: C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Se não se vingar, nem por isso deixará de conservar rancor e secreto desejo de mal para o outro. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
  • 33. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Tem sua visão no passado, no presente e no futuro. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3. PARA O ESPÍRITAAMAR OS INIMIGOS:
  • 34. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Sabe que as maldades fazem parte das provas que lhe cumpre suportar. As vicissitudes lhe tornam menos amargas. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3. PARA O ESPÍRITAAMAR OS INIMIGOS:
  • 35. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Tem mais facilidade de perdoar. Não se queixa e agradece a Deus por experimentá-lo. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3. PARA O ESPÍRITAAMAR OS INIMIGOS:
  • 36. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Sente, além disso, que quanto mais generoso for tanto mais se engrandece aos seus próprios olhos e se põe fora do alcance dos dardos do seu inimigo. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3. PARA O ESPÍRITAAMAR OS INIMIGOS:
  • 37. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Aquele que, no mundo moral, se eleva acima da humanidade material compreende que o ódio e o rancor o aviltariam e rebaixariam. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3. PENSAMENTO DE KARDEC:
  • 38. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Ora, para ser superior ao seu adversário, preciso é que tenha a alma maior, mais nobre, mais generosa do que a desse último. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3. PENSAMENTO DE KARDEC: