O papel do Técnico de Diagnóstico e Encaminhamento Centros Novas Oportunidades 2008
Definição das Funções São as funções definidas para o Técnico de Diagnóstico e Acompanhamento: Responsabiliza-se pelo acolhimento (coordenando o trabalho do técnico administrativo); Desenvolve e orienta as sessões de trabalho que permitam, em função do perfil de cada adulto, definir a resposta mais adequada à elevação do seu nível de qualificação; Organiza o encaminhamento para as respostas educativas e formativas externas aos Centros Novas Oportunidades, articulando com as respectivas entidades formadoras, organismos e estruturas regionais competentes.
Introdução Esta apresentação  não é  sobre o documento  que constitui o primeiro produto elaborado no âmbito de um protocolo estabelecido entre a Agência Nacional para a Qualificação I.P. e o Instituto de Orientação Profissional, da Universidade de Lisboa. Integra, para além da introdução e o enquadramento conceptual, os vários passos, actividades e respectivos instrumentos, tendo em vista uma implementação cuidada do Acolhimento, Diagnóstico e Encaminhamento dos Adultos que acorrem aos Centros Novas Oportunidades.  Esta é uma apresentação para orientação de acção tendo em conta o encaminhamento para o processo de RVCC num Centro Novas Oportunidades e qual o papel que o Técnico de Diagnóstico e Encaminhamento (TDE) pode ter para a qualidade do trabalho a realizar.
Reflexão inicial A introdução da figura do Técnico de Diagnóstico e Encaminhamento trouxe algumas alterações na orgânica das equipas dos Centros Novas Oportunidades, nomeadamente: Retirou o primeiro contacto directo com o Profissional RVC e criou um momento prévio de contacto do adulto com o “universo” de ofertas e informações sobre percursos de qualificação. Introduziu a possibilidade de criação de um instrumento de gestão do “fluxo” de acesso interno ao processo de RVC. Criou uma potencialidade de orientação pessoal, profissional e vocacional para o adulto.
O primeiro passo… Como referido estes slides estão orientados para a resposta à pergunta:  O que se deve passar quando o adulto é encaminhado para um processo de RVC no Centro Novas Oportunidades?  Assim, o primeiro passo passa pela tomada de decisão. Ao adulto deve ser explicado (como referido no guia) o funcionamento do processo de RVC. Mas deve também se referido o tipo de certificação final possível: total e parcial. Mas não basta esta informação. Optando o adulto e o/a TDE pelo processo de RVC deve nascer nesse momento um objectivo para o processo e para o “pós” processo. Isto é, um  objectivo de orientação estratégica .
O segundo passo… O “passar” do passo de diagnóstico e encaminhamento para as mãos do/a profissional RVC é um dos pontos críticos de organização da estrutura e comunicação nos Centros Novas Oportunidades. Por um lado, existe informação fundamental recolhida na entrevista e nas diferentes etapas/momentos do trabalho feito pelo/a TDE. Por outro, existe um conjunto de dados que são fundamentais para o profissional RVC “conhecer” o adulto e o objectivo de orientação estratégica definido. Assim, surge a necessidade de criar um instrumento de comunicação interno. Este pode passar pela criação de uma espécie de “processo interno” do adulto.
O terceiro passo… Este “processo interno” não passa de ser um instrumento de comunicação e registo de informações.  Ficam algumas ideias de campos de informação que podem ser importantes, para além da informação normal que diz respeito à identificação, habilitações, etc…: Perfil do Adulto: Diagnóstico face à Língua Estrangeira e TIC
O terceiro passo… (cont) Ao nível dos objectivos: Objectivos/Metas: Curto Prazo Médio/Longo Prazo Pessoais Escolares/Académicos Formativos/Certificação Profissional Profissionais
Quarto passo… Este documento de comunicação interno, em conjunto com as reuniões/encontros (formais ou informais) entre o/a TDE e o/a Profissional RVC são fundamentais para o desenho de um percurso em processo de RVC que nasce com um objectivo definido e que orientará todo o processo (incluindo a formação complementar, se houver lugar para tal) em função desse projecto conjunto entre o adulto e a equipa.  A comunicação entre os elementos referidos é fundamental para consolidação do trabalho com o adulto e para o adulto.
Quinto passo… Podemos dizer que, o trabalho de início do Plano de Desenvolvimento Pessoal parte e nasce desta mesma informação que irá atravessar todo o tempo e todas as estratégias e metodologias implementadas pela equipa com o adulto em processo de reconhecimento de competências. Assim, muitas vezes, poderá o/a TDE articular o diagnóstico inicial com a informação que o adulto vai dando ao longo do tempo à equipa. Aqui, o contacto do/a Profissional RVC pode e deve acontecer com a intenção de oscultar o/a TDE para o que possam ser mudanças na perspectiva e/ou objectivos iniciais e a informação que foi inicialmente transmitida do adulto ao/à TDE.
Sexto passo… Existe uma necessidade de motivação associada ao trabalho do/a TDE que não é de descurar. O guia e as etapas a seguir são de uma pesada componente técnica de orientação e decisão. Por isso, não pode, nem deve, o/a TDE esquecer que é o rosto e primeiro contacto do adulto com a escola no seu regresso a esta ou o primeiro contacto para a abertura a um processo de qualificação (e não de certificação). Deve o/a TDE procurar uma solução à medida do adulto e com o adulto.  Mas acima de tudo, e no caso que referimos aqui, de encaminhamento para processo de RVC no Centro Novas Oportunidades deve o/a TDE iniciar um processo de consciencialização do adulto que irá iniciar uma caminhada para a sua qualificação e ganhos de atitudes perante a importância da Aprendizagem ao Longo da Vida e não somente iniciar um processo que terá o seu fim na certificação de um nível de equivalência escolar.
Conclusão A introdução da função do/a Técnico de Diagnóstico e Encaminhamento altera a orgânica de comunicação e contacto do adulto com os Centros Novas Oportunidades. Mas mais importante do que os mecanismo de comunicação é a visão estratégica da oportunidades e potencialidade de criar uma linha de trabalho de orientação para a qualificação que resulta de uma estratégia a criar nos Centros de Novas Oportunidades com vista à qualificação efectiva dos adultos que acedem ao processo de RVC.
FIM

O Papel Do TéCnico De DiagnóStico E Encaminhamento

  • 1.
    O papel doTécnico de Diagnóstico e Encaminhamento Centros Novas Oportunidades 2008
  • 2.
    Definição das FunçõesSão as funções definidas para o Técnico de Diagnóstico e Acompanhamento: Responsabiliza-se pelo acolhimento (coordenando o trabalho do técnico administrativo); Desenvolve e orienta as sessões de trabalho que permitam, em função do perfil de cada adulto, definir a resposta mais adequada à elevação do seu nível de qualificação; Organiza o encaminhamento para as respostas educativas e formativas externas aos Centros Novas Oportunidades, articulando com as respectivas entidades formadoras, organismos e estruturas regionais competentes.
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    Introdução Esta apresentação não é sobre o documento que constitui o primeiro produto elaborado no âmbito de um protocolo estabelecido entre a Agência Nacional para a Qualificação I.P. e o Instituto de Orientação Profissional, da Universidade de Lisboa. Integra, para além da introdução e o enquadramento conceptual, os vários passos, actividades e respectivos instrumentos, tendo em vista uma implementação cuidada do Acolhimento, Diagnóstico e Encaminhamento dos Adultos que acorrem aos Centros Novas Oportunidades. Esta é uma apresentação para orientação de acção tendo em conta o encaminhamento para o processo de RVCC num Centro Novas Oportunidades e qual o papel que o Técnico de Diagnóstico e Encaminhamento (TDE) pode ter para a qualidade do trabalho a realizar.
  • 4.
    Reflexão inicial Aintrodução da figura do Técnico de Diagnóstico e Encaminhamento trouxe algumas alterações na orgânica das equipas dos Centros Novas Oportunidades, nomeadamente: Retirou o primeiro contacto directo com o Profissional RVC e criou um momento prévio de contacto do adulto com o “universo” de ofertas e informações sobre percursos de qualificação. Introduziu a possibilidade de criação de um instrumento de gestão do “fluxo” de acesso interno ao processo de RVC. Criou uma potencialidade de orientação pessoal, profissional e vocacional para o adulto.
  • 5.
    O primeiro passo…Como referido estes slides estão orientados para a resposta à pergunta: O que se deve passar quando o adulto é encaminhado para um processo de RVC no Centro Novas Oportunidades? Assim, o primeiro passo passa pela tomada de decisão. Ao adulto deve ser explicado (como referido no guia) o funcionamento do processo de RVC. Mas deve também se referido o tipo de certificação final possível: total e parcial. Mas não basta esta informação. Optando o adulto e o/a TDE pelo processo de RVC deve nascer nesse momento um objectivo para o processo e para o “pós” processo. Isto é, um objectivo de orientação estratégica .
  • 6.
    O segundo passo…O “passar” do passo de diagnóstico e encaminhamento para as mãos do/a profissional RVC é um dos pontos críticos de organização da estrutura e comunicação nos Centros Novas Oportunidades. Por um lado, existe informação fundamental recolhida na entrevista e nas diferentes etapas/momentos do trabalho feito pelo/a TDE. Por outro, existe um conjunto de dados que são fundamentais para o profissional RVC “conhecer” o adulto e o objectivo de orientação estratégica definido. Assim, surge a necessidade de criar um instrumento de comunicação interno. Este pode passar pela criação de uma espécie de “processo interno” do adulto.
  • 7.
    O terceiro passo…Este “processo interno” não passa de ser um instrumento de comunicação e registo de informações. Ficam algumas ideias de campos de informação que podem ser importantes, para além da informação normal que diz respeito à identificação, habilitações, etc…: Perfil do Adulto: Diagnóstico face à Língua Estrangeira e TIC
  • 8.
    O terceiro passo…(cont) Ao nível dos objectivos: Objectivos/Metas: Curto Prazo Médio/Longo Prazo Pessoais Escolares/Académicos Formativos/Certificação Profissional Profissionais
  • 9.
    Quarto passo… Estedocumento de comunicação interno, em conjunto com as reuniões/encontros (formais ou informais) entre o/a TDE e o/a Profissional RVC são fundamentais para o desenho de um percurso em processo de RVC que nasce com um objectivo definido e que orientará todo o processo (incluindo a formação complementar, se houver lugar para tal) em função desse projecto conjunto entre o adulto e a equipa. A comunicação entre os elementos referidos é fundamental para consolidação do trabalho com o adulto e para o adulto.
  • 10.
    Quinto passo… Podemosdizer que, o trabalho de início do Plano de Desenvolvimento Pessoal parte e nasce desta mesma informação que irá atravessar todo o tempo e todas as estratégias e metodologias implementadas pela equipa com o adulto em processo de reconhecimento de competências. Assim, muitas vezes, poderá o/a TDE articular o diagnóstico inicial com a informação que o adulto vai dando ao longo do tempo à equipa. Aqui, o contacto do/a Profissional RVC pode e deve acontecer com a intenção de oscultar o/a TDE para o que possam ser mudanças na perspectiva e/ou objectivos iniciais e a informação que foi inicialmente transmitida do adulto ao/à TDE.
  • 11.
    Sexto passo… Existeuma necessidade de motivação associada ao trabalho do/a TDE que não é de descurar. O guia e as etapas a seguir são de uma pesada componente técnica de orientação e decisão. Por isso, não pode, nem deve, o/a TDE esquecer que é o rosto e primeiro contacto do adulto com a escola no seu regresso a esta ou o primeiro contacto para a abertura a um processo de qualificação (e não de certificação). Deve o/a TDE procurar uma solução à medida do adulto e com o adulto. Mas acima de tudo, e no caso que referimos aqui, de encaminhamento para processo de RVC no Centro Novas Oportunidades deve o/a TDE iniciar um processo de consciencialização do adulto que irá iniciar uma caminhada para a sua qualificação e ganhos de atitudes perante a importância da Aprendizagem ao Longo da Vida e não somente iniciar um processo que terá o seu fim na certificação de um nível de equivalência escolar.
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    Conclusão A introduçãoda função do/a Técnico de Diagnóstico e Encaminhamento altera a orgânica de comunicação e contacto do adulto com os Centros Novas Oportunidades. Mas mais importante do que os mecanismo de comunicação é a visão estratégica da oportunidades e potencialidade de criar uma linha de trabalho de orientação para a qualificação que resulta de uma estratégia a criar nos Centros de Novas Oportunidades com vista à qualificação efectiva dos adultos que acedem ao processo de RVC.
  • 13.