Mafalda Branco Encontro de CNO-CENTRO NERGA, Guarda 15 de Outubro de 2009
O candidato obtém uma certificação parcial sempre que as unidades de competência certificadas não sejam suficientes para a obtenção do nível de escolaridade a que se propôs. A certificação parcial de competências dá origem à emissão de um certificado de qualificações com o registo das unidades de competência certificadas. Em caso de obtenção de uma certificação parcial, o candidato deve ser encaminhado para um percurso de educação/formação, de forma a contemplar a sua qualificação. O encaminhamento para formação é feito mediante a definição de um Plano Pessoal de Qualificação (PPQ), acordado e negociado com o candidato. In  “A Sessão de Júri de Certificação: Momentos, Actores, Instrumentos” Mafalda Branco     NERGA 15/10/2009
“ Nem todos os caminhos são para todos os caminhantes” (Goethe) Mafalda Branco     NERGA 15/10/2009
“ Eu não sou inteligente…” “ Os meus colegas conseguiram e eu não…” Sensibilização Informação Motivação Mafalda Branco     NERGA 15/10/2009 "A direcção é mais importante do que a velocidade.” (Roberto Scaringella)
É fundamental a negociação do Plano Pessoal de Qualificação entre Equipa e Adulto… Mafalda Branco     NERGA 15/10/2009
Todos os que permitam o posicionamento do adulto, por exemplo, num Curso EFA (Escolaridade, Formação Profissional, etc…) Núcleos Geradores e Unidades de Competência validados Domínio da Língua Estrangeira Perfil do adulto – com informação relevante sobre o seu desempenho ao longo do processo Factores fundamentais para o percurso formativo (Ex. Lacunas no domínio das TIC…). Mafalda Branco     NERGA 15/10/2009
Operacionalizar um processo parcial –  “o que e como fazer?…” Definir um limite – “até onde devemos ir?...” Encaminhar para ofertas externas – “e agora, para onde?…” Mafalda Branco     NERGA 15/10/2009
“ A operacionalização de vários percursos individuais no mesmo grupo de formação pode implicar uma gestão flexível das UFCD a ministrar, no sentido de poderem ocorrer, no mesmo tempo e espaço de formação, aprendizagens relativas a UFCD distintas.” In  Guia de Operacionalização de Cursos de Educação e Formação de Adultos E na prática?... Mafalda Branco     NERGA 15/10/2009
E o Avaliador Externo? Que papel tem neste processo?... Uma proposta: Informação sobre as ofertas formativas Conhecimento do meio em que o adulto está inserido Domínio do Referencial de Competências-Chave Formação e Reuniões de Trabalho com as Equipas Mafalda Branco     NERGA 15/10/2009
Motivar o adulto para a pesquisa pró-activa de ofertas de qualificação ( CNQ …) Estreita articulação com as Equipas EFA – seria importante que o Mediador pudesse estar presente nas sessões de Júri Parcial… Redes de trabalho/colaboração entre Centros Posicionamento do adulto Mafalda Branco     NERGA 15/10/2009
http://cnoansiao.blogspot.com http://rvccno.blogspot.com http://percursosdavida.blogspot.com/ Mafalda Branco     NERGA 15/10/2009

Apresentação Nerga

  • 1.
    Mafalda Branco Encontrode CNO-CENTRO NERGA, Guarda 15 de Outubro de 2009
  • 2.
    O candidato obtémuma certificação parcial sempre que as unidades de competência certificadas não sejam suficientes para a obtenção do nível de escolaridade a que se propôs. A certificação parcial de competências dá origem à emissão de um certificado de qualificações com o registo das unidades de competência certificadas. Em caso de obtenção de uma certificação parcial, o candidato deve ser encaminhado para um percurso de educação/formação, de forma a contemplar a sua qualificação. O encaminhamento para formação é feito mediante a definição de um Plano Pessoal de Qualificação (PPQ), acordado e negociado com o candidato. In “A Sessão de Júri de Certificação: Momentos, Actores, Instrumentos” Mafalda Branco NERGA 15/10/2009
  • 3.
    “ Nem todosos caminhos são para todos os caminhantes” (Goethe) Mafalda Branco NERGA 15/10/2009
  • 4.
    “ Eu nãosou inteligente…” “ Os meus colegas conseguiram e eu não…” Sensibilização Informação Motivação Mafalda Branco NERGA 15/10/2009 "A direcção é mais importante do que a velocidade.” (Roberto Scaringella)
  • 5.
    É fundamental anegociação do Plano Pessoal de Qualificação entre Equipa e Adulto… Mafalda Branco NERGA 15/10/2009
  • 6.
    Todos os quepermitam o posicionamento do adulto, por exemplo, num Curso EFA (Escolaridade, Formação Profissional, etc…) Núcleos Geradores e Unidades de Competência validados Domínio da Língua Estrangeira Perfil do adulto – com informação relevante sobre o seu desempenho ao longo do processo Factores fundamentais para o percurso formativo (Ex. Lacunas no domínio das TIC…). Mafalda Branco NERGA 15/10/2009
  • 7.
    Operacionalizar um processoparcial – “o que e como fazer?…” Definir um limite – “até onde devemos ir?...” Encaminhar para ofertas externas – “e agora, para onde?…” Mafalda Branco NERGA 15/10/2009
  • 8.
    “ A operacionalizaçãode vários percursos individuais no mesmo grupo de formação pode implicar uma gestão flexível das UFCD a ministrar, no sentido de poderem ocorrer, no mesmo tempo e espaço de formação, aprendizagens relativas a UFCD distintas.” In Guia de Operacionalização de Cursos de Educação e Formação de Adultos E na prática?... Mafalda Branco NERGA 15/10/2009
  • 9.
    E o AvaliadorExterno? Que papel tem neste processo?... Uma proposta: Informação sobre as ofertas formativas Conhecimento do meio em que o adulto está inserido Domínio do Referencial de Competências-Chave Formação e Reuniões de Trabalho com as Equipas Mafalda Branco NERGA 15/10/2009
  • 10.
    Motivar o adultopara a pesquisa pró-activa de ofertas de qualificação ( CNQ …) Estreita articulação com as Equipas EFA – seria importante que o Mediador pudesse estar presente nas sessões de Júri Parcial… Redes de trabalho/colaboração entre Centros Posicionamento do adulto Mafalda Branco NERGA 15/10/2009
  • 11.

Notas do Editor

  • #5 Ter atenção à forma como é apresentada a hipótese de certificação parcial…
  • #6 Falar da forma como se sensibiliza o adulto para uma cert. Parcial: facilita a negociação e o encaminhamento