INICIATIVA NOVAS OPORTUNIDADES eixo adultos Objectivo 2010 Luís Capucha Lisboa, 2 de Dezembro de 2008
Em curso uma reforma de fundo Mudança de escala Das pequenas respostas de tipo “artesanal” à indústria de terceira vaga Mudança de conceitos Dupla certificação  Mudança nas Metodologias Adequação àos processos de aprendizagem, formação e qualificação de adultos
Um movimento social 100% 645 981 Total 11% 69 498 Cursos EFA 89% 576 483 Centros Novas Oportunidades % N.º Vertente / Modalidade
Evolução anual do número de novos inscritos, de encaminhados para ofertas formativas e de certificados Fontes: Relatórios mensais enviados pelos Centros Novas Oportunidades à ANQ (2000 a 2006) e SIGO (2007 e 2008)
Evolução mensal do número de novos inscritos em 2007 e 2008 Fonte: SIGO. *Dados provisórios actualizados a 30 de Novembro de 2008
Inscritos à espera de iniciar o processo por ano de criação do Centro Novas Oportunidades Nota:  1)  Foram só considerados os adultos com datas de inscrição de 2007 e 2008. 140 604 456 Total 18 687 192 2008 1 075 3 2007 66 401 172 2006 14 692 24 2005 39 749 65 Antes de 2005 N.º de Adultos N.º de Centros NO Ano de criação
Evolução mensal do número de certificados em 2007 e 2008
Tempo decorrido entre a Inscrição e a  Certificação  em 2008, por tipologia da entidade promotora e por nível de qualificação Básico Secundário 100% 27% 32% 31% 10% Outra entidade 100% 23% 25% 31% 20% Escola Profissional 100% 15% 20% 32% 33% Escola Básica e/ou Secundária 100% 23% 23% 30% 23% Centro de Formação Profissional Total Mais de 12 meses Entre 10 a 12 meses Entre 6 a 9 meses Menos de 6 meses Tempo entre a Inscrição e a Certificação Tipologia da entidade promotora 100% 56% 25% 15% 4% Outra entidade 100% 70% 23% 6% 2% Escola Profissional 100% 41% 34% 16% 9% Escola Básica e/ou Secundária 100% 59% 26% 11% 4% Centro de Formação Profissional Total Mais de 12 meses Entre 10 a 12 meses Entre 6 a 9 meses Menos de 6 meses Tempo entre a Inscrição e a Certificação Tipologia da entidade promotora
Número de candidatos abrangidos1) pela rede de Centros Novas Oportunidades desde Janeiro de 2006, por nível de qualificação e por estado actual do candidato   26,5 152 732 25,3 70 761 27,6 81 971 Em Processo de RVCC 2,7 15 844 3,3 9 187 2,2 6 657 Encaminhado para Processo de RVCC 10,2 58 777 14,4 40 145 6,3 18 632 Encaminhado para Ofertas Formativas 19,8 114 238 27,7 77 477 12,4 36 761 Em diagnóstico 22,1 127 222 26,5 74 233 17,9 52 989 Inscrito % N.º % N.º % N.º Total Secundário Básico Estado actual do candidato
Evolução mensal do número de encaminhados para ofertas formativas em 2007 e 2008 Fonte: SIGO. *Dados provisórios actualizados a 30 de Novembro de 2008
Número de candidatos encaminhados para ofertas formativas pelos Centros Novas Oportunidades, segundo o tipo de oferta formativa 100% 50 562 100% 8 215 Total 2% 932 6% 503 Outra oferta formativa 0% 13 0% 17 Curso de Especialização Tecnológica 1% 325 1% 52 Sistema de Aprendizagem 16% 8 026 4% 361 Decreto-Lei n.º 357/2007 - Formação 4% 1 782 1% 48 Decreto-Lei n.º 357/2007 - Exame 76% 38 216 74% 6 100 Curso de Educação e Formação de Adultos 1% 314 4% 288 Curso de Educação e Formação 0% 143 1% 113 Educação Extra-Escolar 1% 539 6% 482 Ensino Recorrente 1% 272 3% 251 Curso Profissional % N.º % N.º 2008 2007 Tipo de oferta formativa
Podemos pedir mais?
Aspectos Críticos Um duplo desafio Atingir as metas quantitativas Assegurando elevados padrões de qualidade
Aspectos Críticos Dar uma resposta adequada ao problema dos inscritos sem início de processo   Estimular a auto-organização para a transferência de inscritos, de preferência passando os candidatos a certificações de nível básico para Centros menos experientes Transferência administrativa, no caso de não se alterar a situação por iniciativa dos Centros, por via de contacto personalizado entre os adultos e a ANQ
Aspectos Críticos Melhorar os processos de encaminhamento para formação complementar Melhor conhecimento de toda a oferta por parte dos CNO Pró-actividade na procura de financiamentos para ofertas complementares ou exteriores aos CNO (com atenção ao caso especial das empresas e outras organizações de trabalho Explorar melhor todas as ofertas (357/2007, recorrente, EFA, Formações Modulares Certificadas Promover a disponibilização de “Kits” para o RVCC profissional e valorizar devidamente as competências escolares e profissionais – maior aposta nas formações parcelares
Aspectos Críticos Difundir boas práticas, ao nível local/regional e nacional Prosseguir o esforço de formação do pessoal dos CNO Montagem de dispositivos eficientes de auto-avaliação dos CNO Reforço dos mecanismos de acompanhamento e monitorização Concluir o processo de revisão do SIGO como instrumento determinante de gestão aos diversos níveis do sistema Assegurar, por via do SIGO, a informação acerca de todas as vias de certificação
Aspectos Críticos Gestão das metas São referencias, para levar a sério Tendo em conta os condicionalismos de 2008 Distinguir os CNO sem condições dos que se esforçam para atingir os resultados pretendidos Gerir a relação metas/financiamento numa perspectiva de dois anos (acerto de contas em 2009)

Luis Capucha

  • 1.
    INICIATIVA NOVAS OPORTUNIDADESeixo adultos Objectivo 2010 Luís Capucha Lisboa, 2 de Dezembro de 2008
  • 2.
    Em curso umareforma de fundo Mudança de escala Das pequenas respostas de tipo “artesanal” à indústria de terceira vaga Mudança de conceitos Dupla certificação Mudança nas Metodologias Adequação àos processos de aprendizagem, formação e qualificação de adultos
  • 3.
    Um movimento social100% 645 981 Total 11% 69 498 Cursos EFA 89% 576 483 Centros Novas Oportunidades % N.º Vertente / Modalidade
  • 4.
    Evolução anual donúmero de novos inscritos, de encaminhados para ofertas formativas e de certificados Fontes: Relatórios mensais enviados pelos Centros Novas Oportunidades à ANQ (2000 a 2006) e SIGO (2007 e 2008)
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    Evolução mensal donúmero de novos inscritos em 2007 e 2008 Fonte: SIGO. *Dados provisórios actualizados a 30 de Novembro de 2008
  • 6.
    Inscritos à esperade iniciar o processo por ano de criação do Centro Novas Oportunidades Nota: 1) Foram só considerados os adultos com datas de inscrição de 2007 e 2008. 140 604 456 Total 18 687 192 2008 1 075 3 2007 66 401 172 2006 14 692 24 2005 39 749 65 Antes de 2005 N.º de Adultos N.º de Centros NO Ano de criação
  • 7.
    Evolução mensal donúmero de certificados em 2007 e 2008
  • 8.
    Tempo decorrido entrea Inscrição e a Certificação em 2008, por tipologia da entidade promotora e por nível de qualificação Básico Secundário 100% 27% 32% 31% 10% Outra entidade 100% 23% 25% 31% 20% Escola Profissional 100% 15% 20% 32% 33% Escola Básica e/ou Secundária 100% 23% 23% 30% 23% Centro de Formação Profissional Total Mais de 12 meses Entre 10 a 12 meses Entre 6 a 9 meses Menos de 6 meses Tempo entre a Inscrição e a Certificação Tipologia da entidade promotora 100% 56% 25% 15% 4% Outra entidade 100% 70% 23% 6% 2% Escola Profissional 100% 41% 34% 16% 9% Escola Básica e/ou Secundária 100% 59% 26% 11% 4% Centro de Formação Profissional Total Mais de 12 meses Entre 10 a 12 meses Entre 6 a 9 meses Menos de 6 meses Tempo entre a Inscrição e a Certificação Tipologia da entidade promotora
  • 9.
    Número de candidatosabrangidos1) pela rede de Centros Novas Oportunidades desde Janeiro de 2006, por nível de qualificação e por estado actual do candidato 26,5 152 732 25,3 70 761 27,6 81 971 Em Processo de RVCC 2,7 15 844 3,3 9 187 2,2 6 657 Encaminhado para Processo de RVCC 10,2 58 777 14,4 40 145 6,3 18 632 Encaminhado para Ofertas Formativas 19,8 114 238 27,7 77 477 12,4 36 761 Em diagnóstico 22,1 127 222 26,5 74 233 17,9 52 989 Inscrito % N.º % N.º % N.º Total Secundário Básico Estado actual do candidato
  • 10.
    Evolução mensal donúmero de encaminhados para ofertas formativas em 2007 e 2008 Fonte: SIGO. *Dados provisórios actualizados a 30 de Novembro de 2008
  • 11.
    Número de candidatosencaminhados para ofertas formativas pelos Centros Novas Oportunidades, segundo o tipo de oferta formativa 100% 50 562 100% 8 215 Total 2% 932 6% 503 Outra oferta formativa 0% 13 0% 17 Curso de Especialização Tecnológica 1% 325 1% 52 Sistema de Aprendizagem 16% 8 026 4% 361 Decreto-Lei n.º 357/2007 - Formação 4% 1 782 1% 48 Decreto-Lei n.º 357/2007 - Exame 76% 38 216 74% 6 100 Curso de Educação e Formação de Adultos 1% 314 4% 288 Curso de Educação e Formação 0% 143 1% 113 Educação Extra-Escolar 1% 539 6% 482 Ensino Recorrente 1% 272 3% 251 Curso Profissional % N.º % N.º 2008 2007 Tipo de oferta formativa
  • 12.
  • 13.
    Aspectos Críticos Umduplo desafio Atingir as metas quantitativas Assegurando elevados padrões de qualidade
  • 14.
    Aspectos Críticos Daruma resposta adequada ao problema dos inscritos sem início de processo Estimular a auto-organização para a transferência de inscritos, de preferência passando os candidatos a certificações de nível básico para Centros menos experientes Transferência administrativa, no caso de não se alterar a situação por iniciativa dos Centros, por via de contacto personalizado entre os adultos e a ANQ
  • 15.
    Aspectos Críticos Melhoraros processos de encaminhamento para formação complementar Melhor conhecimento de toda a oferta por parte dos CNO Pró-actividade na procura de financiamentos para ofertas complementares ou exteriores aos CNO (com atenção ao caso especial das empresas e outras organizações de trabalho Explorar melhor todas as ofertas (357/2007, recorrente, EFA, Formações Modulares Certificadas Promover a disponibilização de “Kits” para o RVCC profissional e valorizar devidamente as competências escolares e profissionais – maior aposta nas formações parcelares
  • 16.
    Aspectos Críticos Difundirboas práticas, ao nível local/regional e nacional Prosseguir o esforço de formação do pessoal dos CNO Montagem de dispositivos eficientes de auto-avaliação dos CNO Reforço dos mecanismos de acompanhamento e monitorização Concluir o processo de revisão do SIGO como instrumento determinante de gestão aos diversos níveis do sistema Assegurar, por via do SIGO, a informação acerca de todas as vias de certificação
  • 17.
    Aspectos Críticos Gestãodas metas São referencias, para levar a sério Tendo em conta os condicionalismos de 2008 Distinguir os CNO sem condições dos que se esforçam para atingir os resultados pretendidos Gerir a relação metas/financiamento numa perspectiva de dois anos (acerto de contas em 2009)

Notas do Editor

  • #2 Os Ministros já falaram Do diagnóstico que deu origem à INO Das finalidades e da coerência das prioridades políticas, amplamente demonstrada pelos Resultados Estamos aqui reunidos para ver onde chegámos e o que temos de fazer com vista a atingir os objectivos de 2010.