 Periodização
• Invasões “bárbaras”;
• Formação do feudalismo;
• Surgimento e expansão das culturas
Bizantina e Islâmica
Alta Idade
Média
(V-XI)
• Falência das instituições feudais;
• Mudanças
sociais, econômicas, políticas e
culturais
Baixa Idade
Média
(XI-XV)
 “Idade das Trevas”?
 Um novo olhar sobre o período
“Homem de ofício, intelectual tem consciência da profissão
que tem de assumir. Reconhece a ligação necessária entre
ciência e ensino. Já não pensa que a ciência deve ser
entousorada, antes está persuadido de que deve ser posta
em circulação. As escolas são oficinas donde se exportam
idéias como mercadorias. No trabalho urbano o professor
aproxima, num mesmo movimento produtor, o artesão e o
mercador. (...) A estes artesãos do espírito, empenhados no
desenvolvimento urbano do século XII, nada mais resta
senão organizarem-se no seio do grande movimento
corporativo, coroado pelo movimento comunal. Estas
corporações de mestres e estudantes serão, no sentido
estrito da palavra, as universidades. Será essa a obra do
século XIII”.
LE GOFF, Jacques. Os intelectuais da Idade Média. Lisboa: Editorial Estúdios Cor. P.69-70.
 O desmantelamento do Império Romano
 Principais etnias:
Lombardos, Francos, Saxões, Burgúndios, Visigodos, Suevo
s, Vândalos e Ostrogodos
 A invasões dos grupos étnicos germânicos
- Nômades e praticantes da agricultura/pastoreio
- Líder: nuances militar
 Equilíbrio Romano rompe-se a partir do século II:
Marco Aurélio(170 d.C)
 Rio Reno: Frisões, Saxões: barram o acesso dos comboios
de trigos
 Acolhimento dos “bárbaros” no exército romano:
FEDERADOS(francos, godos, sármatas);
 Visigodos: 410 (3 dias) - Alarico
 Queda de Roma: 476
Cheirando Alho (século V)
A aversão ao bárbaro
“Cada povo tem suas próprias características e
hábitos culturais. Não compreendendo isso, o cidadão
romano dizia ter vários motivos para não gostar dos
bárbaros. Um deles era o fato de os bárbaros terem o
costumç de untar o cabelo com manteiga rançosa, não
tomar banho e cheirar a alho e cebola. Outro costume
bárbaro reprovado pelos romanos eram suas roupas
feitas de pele de animal. A elite romana considerava que
essas roupas rústicas eram um sinal depura selvageria.”
Gilberto Cotrin, História e Reflexão. Pag 11
- A unidade comandada por Clóvis (481) e o início da
Dinastia Merovíngia
- A conversão ao cristianismo e aliança com a Igreja
Católica
- A morte de Clóvis e a divisão do reino
- A centralização realizada por Carlos Martel
 O governo de Pepino (o breve)
- Estabelecimento do pagamento do dízimo à Igreja;
- Criação do Estado Pontifício;
.O Governo de Carlos Magno
- Conversão de novos “bárbaros” ao cristinianismo
- A junção do poder temporal e espiritual
- A Fundação do Sacro Império Romano Germânico (800)
- Incentivo culturais e reforma educacional: trivium (retórica, dialética e
gramática) e o quadrivium (geometria, aritmética, música e astronomia)
- Escolas monacais (mosteiros), as catedrais (bispados) e palatinas (cortes)
- A sucessão e a divisão do Império
Carlos Magno –
Rei bárbaro do
Império Franco
 A novas ondas migratórias dos séculos IX e X
(vikings, mouros, magiares)
 A aceleração no processo de ruralização e
descentralização territorial
 O desencadeamento das relações de dependência e
fidelidade aristocrática
 Conceitos
• Villae (prop. rurais)
• O colonatoContribuições
Romanas
• Comitatus
• Beneficium
• Ordálias
Contribuições
germânicas
“Um sistema de organização econômica, social e política
baseado nos vínculos de homem a homem, no qual
uma classe de guerreiros especializados – os senhores -
, subordinados uns aos outros por uma hierarquia de
vínculos de dependência, domina uma massa
campesina que explora a terra e lhes fornece com que
viver.”
LE GOFF, Jacques. Para um novo conceito de Idade Média. Lisboa: Estampa, 1980.
 Sociedade estamental ou fortemente hierarquizada;
 Fragmentação política
 Economia agrária, pastoril, subsistência;
 Relações predominantes: senhores e servos; suseranos
e vassalos.
CONTRATO DE
VASSALAGEM*
1. Homenagem - Juramento
solene de fidelidade do vassalo
perante seu suserano.
2. Investidura - entrega do feudo
feita pelo suserano ao vassalo.
Clero
nobreza
Camponeses/servos
 Alódios – minifundiários
 Vilões – antigo donos de terras
 escravos
 Census/foro: pago em dinheiro ou em produtos pelo vilões
para alocação de terras;
 Corveia: prestação de serviços obrigatórios;
 Talha: parcela da produção;
 Champart: pagamento de uma parte das terras aráveis;
 Banalidades: taxa paga pelo uso das instalações
 Capitação: de acordo com o número de membros da
família
 Mão-morta: pagamento de uma tarifa efetuada pelos
herdeiros do servo morto;
 Dízimo: 10% da produção cedida à Igreja;
 Formariage: pagamento feito pelo servo para adquirir
licença para se casar.

O feudalismo

  • 2.
     Periodização • Invasões“bárbaras”; • Formação do feudalismo; • Surgimento e expansão das culturas Bizantina e Islâmica Alta Idade Média (V-XI) • Falência das instituições feudais; • Mudanças sociais, econômicas, políticas e culturais Baixa Idade Média (XI-XV)
  • 3.
     “Idade dasTrevas”?  Um novo olhar sobre o período
  • 4.
    “Homem de ofício,intelectual tem consciência da profissão que tem de assumir. Reconhece a ligação necessária entre ciência e ensino. Já não pensa que a ciência deve ser entousorada, antes está persuadido de que deve ser posta em circulação. As escolas são oficinas donde se exportam idéias como mercadorias. No trabalho urbano o professor aproxima, num mesmo movimento produtor, o artesão e o mercador. (...) A estes artesãos do espírito, empenhados no desenvolvimento urbano do século XII, nada mais resta senão organizarem-se no seio do grande movimento corporativo, coroado pelo movimento comunal. Estas corporações de mestres e estudantes serão, no sentido estrito da palavra, as universidades. Será essa a obra do século XIII”. LE GOFF, Jacques. Os intelectuais da Idade Média. Lisboa: Editorial Estúdios Cor. P.69-70.
  • 5.
     O desmantelamentodo Império Romano  Principais etnias: Lombardos, Francos, Saxões, Burgúndios, Visigodos, Suevo s, Vândalos e Ostrogodos  A invasões dos grupos étnicos germânicos - Nômades e praticantes da agricultura/pastoreio - Líder: nuances militar
  • 6.
     Equilíbrio Romanorompe-se a partir do século II: Marco Aurélio(170 d.C)  Rio Reno: Frisões, Saxões: barram o acesso dos comboios de trigos  Acolhimento dos “bárbaros” no exército romano: FEDERADOS(francos, godos, sármatas);  Visigodos: 410 (3 dias) - Alarico  Queda de Roma: 476
  • 9.
    Cheirando Alho (séculoV) A aversão ao bárbaro “Cada povo tem suas próprias características e hábitos culturais. Não compreendendo isso, o cidadão romano dizia ter vários motivos para não gostar dos bárbaros. Um deles era o fato de os bárbaros terem o costumç de untar o cabelo com manteiga rançosa, não tomar banho e cheirar a alho e cebola. Outro costume bárbaro reprovado pelos romanos eram suas roupas feitas de pele de animal. A elite romana considerava que essas roupas rústicas eram um sinal depura selvageria.” Gilberto Cotrin, História e Reflexão. Pag 11
  • 10.
    - A unidadecomandada por Clóvis (481) e o início da Dinastia Merovíngia - A conversão ao cristianismo e aliança com a Igreja Católica - A morte de Clóvis e a divisão do reino - A centralização realizada por Carlos Martel
  • 12.
     O governode Pepino (o breve) - Estabelecimento do pagamento do dízimo à Igreja; - Criação do Estado Pontifício; .O Governo de Carlos Magno - Conversão de novos “bárbaros” ao cristinianismo - A junção do poder temporal e espiritual - A Fundação do Sacro Império Romano Germânico (800) - Incentivo culturais e reforma educacional: trivium (retórica, dialética e gramática) e o quadrivium (geometria, aritmética, música e astronomia) - Escolas monacais (mosteiros), as catedrais (bispados) e palatinas (cortes) - A sucessão e a divisão do Império
  • 13.
    Carlos Magno – Reibárbaro do Império Franco
  • 15.
     A novasondas migratórias dos séculos IX e X (vikings, mouros, magiares)  A aceleração no processo de ruralização e descentralização territorial  O desencadeamento das relações de dependência e fidelidade aristocrática
  • 16.
     Conceitos • Villae(prop. rurais) • O colonatoContribuições Romanas • Comitatus • Beneficium • Ordálias Contribuições germânicas
  • 17.
    “Um sistema deorganização econômica, social e política baseado nos vínculos de homem a homem, no qual uma classe de guerreiros especializados – os senhores - , subordinados uns aos outros por uma hierarquia de vínculos de dependência, domina uma massa campesina que explora a terra e lhes fornece com que viver.” LE GOFF, Jacques. Para um novo conceito de Idade Média. Lisboa: Estampa, 1980.
  • 18.
     Sociedade estamentalou fortemente hierarquizada;  Fragmentação política  Economia agrária, pastoril, subsistência;  Relações predominantes: senhores e servos; suseranos e vassalos.
  • 19.
    CONTRATO DE VASSALAGEM* 1. Homenagem- Juramento solene de fidelidade do vassalo perante seu suserano. 2. Investidura - entrega do feudo feita pelo suserano ao vassalo.
  • 21.
  • 22.
     Alódios –minifundiários  Vilões – antigo donos de terras  escravos
  • 24.
     Census/foro: pagoem dinheiro ou em produtos pelo vilões para alocação de terras;  Corveia: prestação de serviços obrigatórios;  Talha: parcela da produção;  Champart: pagamento de uma parte das terras aráveis;  Banalidades: taxa paga pelo uso das instalações  Capitação: de acordo com o número de membros da família  Mão-morta: pagamento de uma tarifa efetuada pelos herdeiros do servo morto;  Dízimo: 10% da produção cedida à Igreja;  Formariage: pagamento feito pelo servo para adquirir licença para se casar.