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Brocas               y
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                              XX.




Centro de São Paulo.
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empreendedor que, mesmo
sem apoio efetivo do governo,
construiu indústrias, criou
companhias      de   gás    de
iluminação, ligou a capital do
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navegação a vapor no sul e na
Amazônia.

Seus empreendimentos nas
áreas da indústria e da
urbanização     ajudaram a
colocar o Brasil na era do
capitalismo industrial.
REFERÊNCIAS:

Sites:

www.cafehistoria.ning.br
www.nossahistoria.com.br

Obras:

SCHIMIDT, Nova História Crítica do Brasil. São Paulo: Nova
Geração, 2001.
SENISE, Elaine e Maria Helena. História Fundamental 9. São Paulo:
Atual, 2011.
PARA PENSAR E RESPONDER:

1. O processo de industrialização do Brasil, no início do
século XX, esteve relacionado aos seguintes fatores,
EXCETO com:

a) a substituição da mão de obra escrava pela livre e
   assalariada, composta por imigrantes europeus.
b) os investimentos feitos no setor industrial tanto por
   empresários brasileiros quanto por estrangeiros.
c) o capital vindo da economia cafeeira e do fim do tráfico de
   escravos.
d) o crescente estímulo do governo às importações de
   produtos europeus.
e) o estímulo à produção interna e ao consumo de produtos
   nacionais.
PARA PENSAR E RESPONDER:

2. Sobre a formação da nação brasileira no período imperial é
correto afirmar:

a) Foi um processo eminentemente popular, com destaque
   para a participação da comunidade negra.
b) Mesmo sendo liderado pela elite, não pode ser encarado
   como um processo preconceituoso.
c) Baseou-se na teoria etnocêntrica da superioridade da raça
   branca sobre indígenas e negros.
d) Surgiu da necessidade de unificar o território sob um
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  • 1. O Brasil na era do capitalismo industrial Prof. Eduardo Miranda
  • 2. No oeste paulista, uma nova economia. Fim do tráfico de escravos Primeiras campanhas abolicionistas Organizaç ão Solo fértil (terra roxa) empresaria l Extensas áreas de plantio do café Introdução de máquinas Valorização internacional
  • 3. Com o tempo e para melhorar a produção e os lucros dos exportadores, empresas estrangeiras começaram a investir no Brasil. • Construção das primeiras ferrovias; • Instalação de bancos; • Casas comerciais; • Grandes armazéns; • Portos. Estação da Luz, São Paulo, no início do século XX.
  • 4. Embarque do café no porto de Santos, SP, 1902.
  • 5. A força do trabalho livre e assalariado. A permanência de uma sociedade escravista foi perdendo força diante: • das pressões internacionais; • dos movimentos abolicionistas; • da repressão ao tráfico; • do aumento do preço dos escravos; • da ideia de branquear a nação brasileira.
  • 7. Em nome do progresso, o preconceito. O darwinismo social era uma teoria que defendia a ideia de seleção natural entre os seres humanos, isto é, de que somente os mais aptos poderiam sobreviver. A partir disso, índios e negros foram inferiorizados na formação do povo brasileiro e, o branco, imigrante, visto como símbolo da perfeição.
  • 8. O quadro “A Redenção de Cam”, de Modesto Brocas y Gómez, retrata a ideia de branqueamento da nação brasileira. É possível perceber a geração do negro, do miscigenado e, finalmente, do branco, que passaria a ser dominante.
  • 9. A onda de imigração. • 1870 – implementação do regime do colonato; Os imigrantes eram contratos mas a viagem e a hospedagem eram custeadas pelo governo paulista. • o trabalhador recebia um salário fixo; • havia divisão dos lucros obtidos com a venda do café.
  • 10. A maior parte dos imigrantes, inicialmente, iam trabalhar nas lavouras de café. Depois, iam para as cidades onde exerciam diversas funções. Dados da imigração de 1884- 1939
  • 11. Do tráfico de escravos à industrialização O desenvolvimento industrial do Brasil foi facilitado: • pelo fim dos privilégios aos produtos ingleses no Brasil; • pela criação da Tarifa Alves Branco, que encarecia os produtos importados; • pelo estímulo à produção interna e ao consumo de produtos nacionais.
  • 12. Setor industrial na cidade de Sã Paulo em princípios do século
  • 15. Urbanização • A industrialização no Brasil marcava um outro momento da sua história: a da predominância da vida urbana; • Com a instalação de indústrias e a imigração em massa, as cidades rapidamente se desenvolveram; • No entanto, o espaço agrícola ainda era muito forte e recebia total apoio do governo.
  • 16. Av. Paulista, início do século XX. Centro de São Paulo. Destaque para o automóvel e as roupas à moda europeia.
  • 17. Barão de Mauá foi um grande empreendedor que, mesmo sem apoio efetivo do governo, construiu indústrias, criou companhias de gás de iluminação, ligou a capital do país à Petrópolis por uma ferrovia e ainda desenvolveu a navegação a vapor no sul e na Amazônia. Seus empreendimentos nas áreas da indústria e da urbanização ajudaram a colocar o Brasil na era do capitalismo industrial.
  • 18. REFERÊNCIAS: Sites: www.cafehistoria.ning.br www.nossahistoria.com.br Obras: SCHIMIDT, Nova História Crítica do Brasil. São Paulo: Nova Geração, 2001. SENISE, Elaine e Maria Helena. História Fundamental 9. São Paulo: Atual, 2011.
  • 19. PARA PENSAR E RESPONDER: 1. O processo de industrialização do Brasil, no início do século XX, esteve relacionado aos seguintes fatores, EXCETO com: a) a substituição da mão de obra escrava pela livre e assalariada, composta por imigrantes europeus. b) os investimentos feitos no setor industrial tanto por empresários brasileiros quanto por estrangeiros. c) o capital vindo da economia cafeeira e do fim do tráfico de escravos. d) o crescente estímulo do governo às importações de produtos europeus. e) o estímulo à produção interna e ao consumo de produtos nacionais.
  • 20. PARA PENSAR E RESPONDER: 2. Sobre a formação da nação brasileira no período imperial é correto afirmar: a) Foi um processo eminentemente popular, com destaque para a participação da comunidade negra. b) Mesmo sendo liderado pela elite, não pode ser encarado como um processo preconceituoso. c) Baseou-se na teoria etnocêntrica da superioridade da raça branca sobre indígenas e negros. d) Surgiu da necessidade de unificar o território sob um único governo. e) Promoveu a convivência pacífica entre brancos, negros e índios defendendo a miscigenação no Brasil.