NUTRIÇÃO E O DESEQUILÍBRIO HORMONAL É UM DOS FATORES
  QUE PODE ESTAR ASSOCIADO À OBESIDADE, SOBREPESO,
    OBESIDADE VISCERAL, CENTRAL, INTRA-ABDOMINAL.
                                A obesidade é o acúmulo excessivo de
                                gordura corporal podendo ocorrer, mesmo
                                com um pequeno, mas, contínuo
                                desequilíbrio a favor do consumo em
                                relação ao gasto. Vários fatores genéticos e
                                ambientais estão associados à síndrome da
                                obesidade. O desequilíbrio hormonal é um
                                dos fatores que pode estar associado a
                                esse problema, sendo que os hormônios da
                                tireóide estão envolvidos na homeostasia
térmica. Os dois principais hormônios da tireóide, a tiroxina (T4) e
triiodotironina (T3), são controlados pelo hormônio tireoestimulante, ou
tireotropina (TSH), secretado pela adenoipófise.
O iodo, quando ingerido na forma de iodetos, é absorvido pelo intestino e
cerca de um quinto é seletivamente removido pela tireóide e utilizado
para síntese de seus hormônios.

                               O zinco (Zn) e o selênio podem aumentar a
                               atividade das enzimas desiodases, e o
                               aumento, ou a redução da secreção dos
                               hormônios da tireóide pode alterar
                               o metabolismo, sendo que esse aumento
                               pode chegar a 100% e a redução até 50% do
                               metabolismo basal, respectivamente. Os
                               hormônios da tireóide são potentes
                               moduladores da termogênese e podem,
potencialmente, contribuir para o desenvolvimento da obesidade
visceral e abdominal. A ingestão de alimentos e a atividade física modulam
o gasto energético basal, sendo que o jejum pode reduzir em até 40% o
gasto energético de repouso. É preciso sempre associar a alimentação
saudável e a prática de atividade física. No sedentarismo, para manter o
peso, o indivíduo deverá ingerir menos calorias, o que poderá levar
a deficiência de micronutrientes, já com a prática de atividade física,
necessita-se ingerir mais alimentos.
A escolha dos alimentos sem dúvida é o ponto
                             crucial, o consumo de alimentos mais ricos em
                             micronutrientes deve merecer ênfase
                             prevenindo tais deficiências. O zinco (Zn) é um
                             micronutriente atuante em vias metabólicas
                             da síntese de proteínas, metabolismo dos
                             carboidratos, de lipídios e de ácidos nucléicos.
É relacionado à melhora da sensibilidade à insulina e à redução da gordura
corporal, podendo favorecer tanto obesos quanto diabéticos do tipo 2.
Obesos têm demonstrado aportes reduzidos desse mineral e quando
repostos por suplementação demonstram melhora da sensibilidade à
insulina. A insulina pode-se ligar com o zinco, melhorando a solubilidade
desse hormônio nas células beta do pâncreas e, pode ainda aumentar a
capacidade de ligação da insulina ao seu receptor.
Uma dieta saudável e a prática da atividade física são fundamentais para
manter ou reduzir o peso corporal. O peso corporal (massa corporal) é
mantido e modificado em função do equilíbrio energético entre o
consumo e o gasto energético. Contudo, a atividade física é importante
porque utiliza as calorias extras que geralmente seriam armazenadas
como gorduras. Qualquer atividade física contribui para o gasto
energético. É fundamental incluir atividades agradáveis, utilitárias e fáceis
de executar.
                                    AUTORES PROSPECTIVOS

                                   Dr. João Santos Caio Jr.
                           Endocrinologia – Neuroendocrinologista
                                         CRM 20611

                                    Dra. Henriqueta V. Caio
                               Endocrinologista – Medicina Interna
                                          CRM 28930

Sites Clinicas Caio
http://drcaiojr.site.med.br/
http://dracaio.site.med.br/

Sites Van Der Haagen Brazil
www.vanderhaagenbrazil.com.br
www.clinicasvanderhaagenbrasil.com.br
www.crescimentoinfoco.com.br
www.obesidadeinfoco.com.br
www.tireoidismo.com.br

NUTRIÇÃO E O DESEQUILÍBRIO HORMONAL

  • 1.
    NUTRIÇÃO E ODESEQUILÍBRIO HORMONAL É UM DOS FATORES QUE PODE ESTAR ASSOCIADO À OBESIDADE, SOBREPESO, OBESIDADE VISCERAL, CENTRAL, INTRA-ABDOMINAL. A obesidade é o acúmulo excessivo de gordura corporal podendo ocorrer, mesmo com um pequeno, mas, contínuo desequilíbrio a favor do consumo em relação ao gasto. Vários fatores genéticos e ambientais estão associados à síndrome da obesidade. O desequilíbrio hormonal é um dos fatores que pode estar associado a esse problema, sendo que os hormônios da tireóide estão envolvidos na homeostasia térmica. Os dois principais hormônios da tireóide, a tiroxina (T4) e triiodotironina (T3), são controlados pelo hormônio tireoestimulante, ou tireotropina (TSH), secretado pela adenoipófise. O iodo, quando ingerido na forma de iodetos, é absorvido pelo intestino e cerca de um quinto é seletivamente removido pela tireóide e utilizado para síntese de seus hormônios. O zinco (Zn) e o selênio podem aumentar a atividade das enzimas desiodases, e o aumento, ou a redução da secreção dos hormônios da tireóide pode alterar o metabolismo, sendo que esse aumento pode chegar a 100% e a redução até 50% do metabolismo basal, respectivamente. Os hormônios da tireóide são potentes moduladores da termogênese e podem, potencialmente, contribuir para o desenvolvimento da obesidade visceral e abdominal. A ingestão de alimentos e a atividade física modulam o gasto energético basal, sendo que o jejum pode reduzir em até 40% o gasto energético de repouso. É preciso sempre associar a alimentação saudável e a prática de atividade física. No sedentarismo, para manter o peso, o indivíduo deverá ingerir menos calorias, o que poderá levar a deficiência de micronutrientes, já com a prática de atividade física, necessita-se ingerir mais alimentos.
  • 2.
    A escolha dosalimentos sem dúvida é o ponto crucial, o consumo de alimentos mais ricos em micronutrientes deve merecer ênfase prevenindo tais deficiências. O zinco (Zn) é um micronutriente atuante em vias metabólicas da síntese de proteínas, metabolismo dos carboidratos, de lipídios e de ácidos nucléicos. É relacionado à melhora da sensibilidade à insulina e à redução da gordura corporal, podendo favorecer tanto obesos quanto diabéticos do tipo 2. Obesos têm demonstrado aportes reduzidos desse mineral e quando repostos por suplementação demonstram melhora da sensibilidade à insulina. A insulina pode-se ligar com o zinco, melhorando a solubilidade desse hormônio nas células beta do pâncreas e, pode ainda aumentar a capacidade de ligação da insulina ao seu receptor. Uma dieta saudável e a prática da atividade física são fundamentais para manter ou reduzir o peso corporal. O peso corporal (massa corporal) é mantido e modificado em função do equilíbrio energético entre o consumo e o gasto energético. Contudo, a atividade física é importante porque utiliza as calorias extras que geralmente seriam armazenadas como gorduras. Qualquer atividade física contribui para o gasto energético. É fundamental incluir atividades agradáveis, utilitárias e fáceis de executar. AUTORES PROSPECTIVOS Dr. João Santos Caio Jr. Endocrinologia – Neuroendocrinologista CRM 20611 Dra. Henriqueta V. Caio Endocrinologista – Medicina Interna CRM 28930 Sites Clinicas Caio http://drcaiojr.site.med.br/ http://dracaio.site.med.br/ Sites Van Der Haagen Brazil www.vanderhaagenbrazil.com.br www.clinicasvanderhaagenbrasil.com.br www.crescimentoinfoco.com.br www.obesidadeinfoco.com.br www.tireoidismo.com.br