OBESIDADE
Obesidade Conceito :   Excesso de gordura corporal, resultando no aumento de peso corpóreo, acima do peso ideal.  A obesidade ocorrerá quando o indivíduo consumir uma quantidade de kcal nos alimentos acima da quantidade de kcal gasta pelo organismo. O gasto energético diário é dividido em  metabólico basal , gasto com efeito térmico dos alimentos e gasto energético com atividades físicas.
A  taxa metabólica basal  é o gasto de energia do indivíduo em repouso, deitado. A taxa metabólica basal (aproximadamente 80%) pode ser relacionada à quantidade de tecido magro do indivíduo. Pessoas com TMB baixa são consideradas como tendo maior risco futuro de ganho de peso.  O  efeito térmico dos alimentos   se deve ao gasto energético durante a ingestão, absorção dos nutrientes. O  gasto energético da atividade física  é o resultado da quantidade de trabalho executada com a eficiência do indivíduo em executá-lo.
Dados Epidemiológicos Mundo   1bilhão sobrepeso  300 milhões obesos EUA   1 / 3  da população adulta Obesidade ¼ das crianças e adolescentes causa: 300 mil mortes/ano Brasil   40% da pop sobrepeso causa : 80 mil mortes/ano
Determinação da Obesidade Determinação do Risco de Vida: porcentagem de sobrepeso que aumenta a morbidade e mortalidade . Comparação Visual : definição sem base científica – uma pessoa parece gorda por determinação estética .  Excesso de peso:  até 20% acima do normal Obesidade:  maior que 20% do normal  Peso normal:  peso corpóreo associado a menores taxas de morbidade e mortalidade (comparando altura/peso/idade/sexo)
Método mais Utilizado Índice de Massa Corpórea (IMC): peso  (kg) altura 2  (m 2 ) obesidade grau III  (mórbida) extremo 40 ou mais obesidade grau II muito alto 35-39,9 obesidade grau I alto 30-34,9 sobrepeso moderado 25-29,9 ausente peso saudável 18-24,9 TIPO DE OBESIDADE GRAU DE RISCO IMC(Kg/m 2 )
Energia absorvida   >  Energia  despendida   ROMPE HOMEOSTASIA Não funcionamento dos mecanismos de regulação Causas
A causa da obesidade é um  DESEQUILÍBRIO , entre as calorias adquiridas dos alimentos e as que são gastas pelo indivíduo no funcionamento do organismo.O excesso de calorias fica depositado no organismo. Uma boa parte desse depósito é feito sob a forma de gordura, que quanto mais se deposita mais obeso é o indivíduo; Síndromes hipotalâmicas, síndrome de Cushing, hipotireoidismo, hipogonadismo, déficit de hormônio do crescimento, aumento de insulina e tumores pancreáticos produtores de insulina; Ao uso de drogas (psicotrópicos, corticóides, antidepressivos tricíclicos); Distúrbio nutricional; Inatividade física; Causas
Forma de desenvolvimento da obesidade   É conhecido um hormônio denominado leptina, dependente do  gen ob  (obesidade), que é produzido pelos adipócitos.No obeso a leptina está elevada no sangue, caindo seus níveis na medida em que o indivíduo emagrece.  Os valores séricos leptina considerados normais giram ao redor de 5ng/ml; num obeso, os valores podem alcançar 50ng/ml, onde a leptina atua nos centros hipotalâmicos controlando a saciedade.  O  neuropeptídeo y  é mediador essencial da leptina. Na obesidade humana, tem-se descrito resistência à leptina.
Fatores Relacionados GENÉTICA X AMBIENTE HÁBITO ALIMENTAR
NEUROPEPTÍDEOS E HORMÔNIOS HIPOTALÂMICOS -SINAIS OREXÍGENOS:   promovem  ANABOLISMO  e aumento da ingesta alimentar pela sensação de fome. Ex:  NEUROPEPTÍDEO Y  ( NPY);  OREXINAS A E B ;  PEPTÍDEOS OPIÓIDES ENDÓGENOS;  GLUTAMATO; - SINAIS ANOREXÍGENOS:   promovem  CATABOLISMO  e redução da ingesta alimentar pela sensação de saciedade. Ex:  POMC  ( Pró-ópio-melanocortina);  Hormônio corticotrófico  (regula o eixo  HIPOTÁLAMO-PITUITÁRIO-ADRENAL);  SEROTONINA;
 GLP-1     Oxintomodulina      PYY 1-36   PYY 3-36      Colecistocinina      PAI-1   (inibidor do ativador de plasminogênio) – seu aumento está ligado a trombose, fibrose, obesidade e resistência a insulina. Em humanos, níveis elevados de  PAI-1  são encontrados na obesidade e na resistência a insulina. PAI-1  é produzido no tecido adiposo por ativação de angiotensina. Hormônios intestinais e controle do apetite
Hormônio Insulina A insulina é um hormônio produzido pelas células beta do pâncreas, e a sua concentração sérica, assim como a da leptina, é proporcional à adiposidade. Com seu efeito anabólico, a insulina aumenta a captação de glicose, e a queda da glicemia é um estímulo para o aumento do apetite. Estudos experimentais demonstraram que a insulina tem uma função essencial no sistema nervoso central para incitar a saciedade, aumentar o gasto energético e regular a ação da leptina. A insulina incita a saciedade por aumentar os efeitos anorexígenos da colecistoquinina, reduzindo dessa forma a ingestão de alimentos.   OBS: deficiência de insulina não induz obesidade    sem insulina o excesso calórico contribui para hiperglicemia e não para aumento de tecido adiposo.
↑   Ingestão Calórica ↑   INSULINA Inibição LIPASE HORMÔNIO SENSÍVEL ↓  Liberação de  AC. GRAXOS TRIACILGLICERÓIS ↑   LIPASE LIPOPROTÉICA  ↑   GLICEROL FOSFATO ↑   PESO CORPÓREO ↑   INSULINA Inibição por FEEDBACK da ingestão alimentar
Hormônio Leptina  (grego, leptos = magro) Peptídeo sinalizador do estoque energético do organismo –  ADIPOSTATO . 167 aminoácidos, se torna circulante - 146 aa  ligado a uma proteína carreadora. Síntese:  TECIDO ADIPOSO PLACENTA E EPITÉLIO INTESTINAL  A leptina atua nos centros hipotalâmicos controlando a saciedade.
Hormônio Leptina A Leptina tem como função manter a  HOMEOSTASIA ENERGÉTICA.  Sua síntese é proporcional à quantidade absoluta de gordura – informando ao SNC estoques energéticos. A leptina reduz a secreção de insulina no pâncreas e a sua habilidade de regular a utilização da glicose(resistência à insulina). Apesar dos diversos tecidos produtores de leptina, é a gordura corporal quem determina os níveis circulantes deste hormônio. Inúmeros fatores influenciam a produção de leptina incluindo a alimentação, insulina, glicocorticóides e testosterona. DEGRADAÇÃO: Rim: 80% da leptina plasmática. Meia vida de 25 min na  circulação.
INFLUÊNCIA DE FATORES ORGÂNICOS E AMBIENTAIS  Insulina e glico-corticóides:  + secreção  de leptina.  Agonistas   -adrenérgicos:  - secreção de leptina.  Diminuídos Fumo Diminuídos Melatonina Diminuídos Hormônios tireoidianos Diminuídos Hormônio do crescimento (GH) Diminuídos Estimulação adrenérgica Diminuídos Baixas temperaturas Aumentados Citoquinas inflamatórias Aumentados Infecções agudas Aumentados Glicocorticóides Aumentados Insulina Aumentados Superalimentação Aumentados Ganho de peso Diminuídos Jejum Diminuídos Perda de peso NÍVEIS DE LEPTINA SITUAÇÕES
 Resistência à leptina no SNC  ( dificuldade de acesso da leptina no SNC):  1) Deficiência nos receptores de transdução de sinal no SNC ou nas respostas hipotalâmicas à leptina;  2)  Transportadores na barreira hemato-encefálica: menor eficiência quando em níveis plasmáticos elevados de leptina  HIPERFAGIA (mesmo com    níveis de insulina) e   REDUÇÃO DO GASTO ENERGÉTICO     OBESIDADE SEVERA
EFEITOS DA LEPTINA NO METABOLISMO Ação na redução do peso aumentando a termogênese tanto no tecido adiposo marrom quanto no tecido adiposo branco No obeso a leptina está elevada no sangue, caindo seus níveis na medida em que o indivíduo emagrece. Fonte: Lehninger, Albert L., Princípios da Bioquímica
Tecido Adiposo   ARMAZENAMENTO  do excesso energético  ->  TRIGLICERÍDEOS  Produtos da lipólise, GLICEROL E ÁCIDOS GRAXOS LIVRES    combustível para outros tecidos Sinalização para sítios locais e distantes do estado energético ( LEPTINA ) Nº de adipócitos não declina com a perda de peso ->  predisposição a novo ganho de peso
Receptores expressos no tecido adiposo Insulina, Glucagon, GH, TSH, Gastrina/CCK; GLP-1, Angiotensina II tipos 1 e 2 Glicocorticóide, Vitamina D, HT, Andrógeno; Estrógeno, Progesterona; Leptina, IL-6, TNF  ; ß 1,  ß  2,  ß 3 /   1,   2
PAPEL DO HIPOTÁLAMO NÚCLEO VENTROMEDIAL  (VMN)=  - CENTRO DA SACIEDADE   (estimulação inibe ingesta de alimento; lesão bilateral causa hiperfagia e obesidade) NÚCLEO LATERAL  (LHA)=  -   CENTRO   DA FOME   (ativação estimula ingesta, lesão causa hipofagia e redução de peso)    INSULINA E LEPTINA + -
Problemas relacionados a obesidade Os obesos estão mais predispostos a doenças,como:  Doenças coronarianas; Hipertensão arterial e Diabetes; Cirrose hepática; Problemas reprodutivos; Calculose das vias biliares; aterosclerose; infarto do miocárdio;  Além das conseqüências causadas por elas: artrites e artroses, no mínimo agravadas pelo peso, à apnéia noturna, e a síndrome de Pick Wick;
MÉTODOS ATUAIS DE TRATAMENTO DIETA  As dietas  hipocalóricas  têm como objetivo principal a  mobilização dos lipídios endógenos  para a conversão em  corpos cetônicos . E o mais importante na dieta que além de ocorrer uma  redução no consumo de gorduras , haja também uma  redução do total de calorias da dieta . Sem isso não há perda de peso.  EXERCÍCIOS A prática de exercícios físicos moderados diariamente, tal como caminhar é quesito indispensável no controle do peso corporal.   DROGAS  Anorexígenos, Catecolaminérgicos, Serotoninérgicos, Termogênicos,Inibidores da absorção de gorduras, etc.  CIRURGIA
Orientação alimentar Alimentação saudável Consumo de  gordura saturada Consumo de gordura Trans Colesterol Açúcar
 

Obesidade

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    Obesidade Conceito : Excesso de gordura corporal, resultando no aumento de peso corpóreo, acima do peso ideal. A obesidade ocorrerá quando o indivíduo consumir uma quantidade de kcal nos alimentos acima da quantidade de kcal gasta pelo organismo. O gasto energético diário é dividido em metabólico basal , gasto com efeito térmico dos alimentos e gasto energético com atividades físicas.
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    A taxametabólica basal é o gasto de energia do indivíduo em repouso, deitado. A taxa metabólica basal (aproximadamente 80%) pode ser relacionada à quantidade de tecido magro do indivíduo. Pessoas com TMB baixa são consideradas como tendo maior risco futuro de ganho de peso. O efeito térmico dos alimentos se deve ao gasto energético durante a ingestão, absorção dos nutrientes. O gasto energético da atividade física é o resultado da quantidade de trabalho executada com a eficiência do indivíduo em executá-lo.
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    Dados Epidemiológicos Mundo 1bilhão sobrepeso 300 milhões obesos EUA 1 / 3 da população adulta Obesidade ¼ das crianças e adolescentes causa: 300 mil mortes/ano Brasil 40% da pop sobrepeso causa : 80 mil mortes/ano
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    Determinação da ObesidadeDeterminação do Risco de Vida: porcentagem de sobrepeso que aumenta a morbidade e mortalidade . Comparação Visual : definição sem base científica – uma pessoa parece gorda por determinação estética . Excesso de peso: até 20% acima do normal Obesidade: maior que 20% do normal Peso normal: peso corpóreo associado a menores taxas de morbidade e mortalidade (comparando altura/peso/idade/sexo)
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    Método mais UtilizadoÍndice de Massa Corpórea (IMC): peso (kg) altura 2 (m 2 ) obesidade grau III (mórbida) extremo 40 ou mais obesidade grau II muito alto 35-39,9 obesidade grau I alto 30-34,9 sobrepeso moderado 25-29,9 ausente peso saudável 18-24,9 TIPO DE OBESIDADE GRAU DE RISCO IMC(Kg/m 2 )
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    Energia absorvida > Energia despendida ROMPE HOMEOSTASIA Não funcionamento dos mecanismos de regulação Causas
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    A causa daobesidade é um DESEQUILÍBRIO , entre as calorias adquiridas dos alimentos e as que são gastas pelo indivíduo no funcionamento do organismo.O excesso de calorias fica depositado no organismo. Uma boa parte desse depósito é feito sob a forma de gordura, que quanto mais se deposita mais obeso é o indivíduo; Síndromes hipotalâmicas, síndrome de Cushing, hipotireoidismo, hipogonadismo, déficit de hormônio do crescimento, aumento de insulina e tumores pancreáticos produtores de insulina; Ao uso de drogas (psicotrópicos, corticóides, antidepressivos tricíclicos); Distúrbio nutricional; Inatividade física; Causas
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    Forma de desenvolvimentoda obesidade É conhecido um hormônio denominado leptina, dependente do gen ob (obesidade), que é produzido pelos adipócitos.No obeso a leptina está elevada no sangue, caindo seus níveis na medida em que o indivíduo emagrece. Os valores séricos leptina considerados normais giram ao redor de 5ng/ml; num obeso, os valores podem alcançar 50ng/ml, onde a leptina atua nos centros hipotalâmicos controlando a saciedade. O neuropeptídeo y é mediador essencial da leptina. Na obesidade humana, tem-se descrito resistência à leptina.
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    Fatores Relacionados GENÉTICAX AMBIENTE HÁBITO ALIMENTAR
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    NEUROPEPTÍDEOS E HORMÔNIOSHIPOTALÂMICOS -SINAIS OREXÍGENOS: promovem ANABOLISMO e aumento da ingesta alimentar pela sensação de fome. Ex: NEUROPEPTÍDEO Y ( NPY); OREXINAS A E B ; PEPTÍDEOS OPIÓIDES ENDÓGENOS; GLUTAMATO; - SINAIS ANOREXÍGENOS: promovem CATABOLISMO e redução da ingesta alimentar pela sensação de saciedade. Ex: POMC ( Pró-ópio-melanocortina); Hormônio corticotrófico (regula o eixo HIPOTÁLAMO-PITUITÁRIO-ADRENAL); SEROTONINA;
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     GLP-1  Oxintomodulina  PYY 1-36 PYY 3-36  Colecistocinina  PAI-1 (inibidor do ativador de plasminogênio) – seu aumento está ligado a trombose, fibrose, obesidade e resistência a insulina. Em humanos, níveis elevados de PAI-1 são encontrados na obesidade e na resistência a insulina. PAI-1 é produzido no tecido adiposo por ativação de angiotensina. Hormônios intestinais e controle do apetite
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    Hormônio Insulina Ainsulina é um hormônio produzido pelas células beta do pâncreas, e a sua concentração sérica, assim como a da leptina, é proporcional à adiposidade. Com seu efeito anabólico, a insulina aumenta a captação de glicose, e a queda da glicemia é um estímulo para o aumento do apetite. Estudos experimentais demonstraram que a insulina tem uma função essencial no sistema nervoso central para incitar a saciedade, aumentar o gasto energético e regular a ação da leptina. A insulina incita a saciedade por aumentar os efeitos anorexígenos da colecistoquinina, reduzindo dessa forma a ingestão de alimentos. OBS: deficiência de insulina não induz obesidade  sem insulina o excesso calórico contribui para hiperglicemia e não para aumento de tecido adiposo.
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    Ingestão Calórica ↑ INSULINA Inibição LIPASE HORMÔNIO SENSÍVEL ↓ Liberação de AC. GRAXOS TRIACILGLICERÓIS ↑ LIPASE LIPOPROTÉICA ↑ GLICEROL FOSFATO ↑ PESO CORPÓREO ↑ INSULINA Inibição por FEEDBACK da ingestão alimentar
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    Hormônio Leptina (grego, leptos = magro) Peptídeo sinalizador do estoque energético do organismo – ADIPOSTATO . 167 aminoácidos, se torna circulante - 146 aa ligado a uma proteína carreadora. Síntese: TECIDO ADIPOSO PLACENTA E EPITÉLIO INTESTINAL A leptina atua nos centros hipotalâmicos controlando a saciedade.
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    Hormônio Leptina ALeptina tem como função manter a HOMEOSTASIA ENERGÉTICA. Sua síntese é proporcional à quantidade absoluta de gordura – informando ao SNC estoques energéticos. A leptina reduz a secreção de insulina no pâncreas e a sua habilidade de regular a utilização da glicose(resistência à insulina). Apesar dos diversos tecidos produtores de leptina, é a gordura corporal quem determina os níveis circulantes deste hormônio. Inúmeros fatores influenciam a produção de leptina incluindo a alimentação, insulina, glicocorticóides e testosterona. DEGRADAÇÃO: Rim: 80% da leptina plasmática. Meia vida de 25 min na circulação.
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    INFLUÊNCIA DE FATORESORGÂNICOS E AMBIENTAIS  Insulina e glico-corticóides: + secreção de leptina.  Agonistas  -adrenérgicos: - secreção de leptina. Diminuídos Fumo Diminuídos Melatonina Diminuídos Hormônios tireoidianos Diminuídos Hormônio do crescimento (GH) Diminuídos Estimulação adrenérgica Diminuídos Baixas temperaturas Aumentados Citoquinas inflamatórias Aumentados Infecções agudas Aumentados Glicocorticóides Aumentados Insulina Aumentados Superalimentação Aumentados Ganho de peso Diminuídos Jejum Diminuídos Perda de peso NÍVEIS DE LEPTINA SITUAÇÕES
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     Resistência àleptina no SNC ( dificuldade de acesso da leptina no SNC): 1) Deficiência nos receptores de transdução de sinal no SNC ou nas respostas hipotalâmicas à leptina; 2) Transportadores na barreira hemato-encefálica: menor eficiência quando em níveis plasmáticos elevados de leptina HIPERFAGIA (mesmo com  níveis de insulina) e REDUÇÃO DO GASTO ENERGÉTICO OBESIDADE SEVERA
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    EFEITOS DA LEPTINANO METABOLISMO Ação na redução do peso aumentando a termogênese tanto no tecido adiposo marrom quanto no tecido adiposo branco No obeso a leptina está elevada no sangue, caindo seus níveis na medida em que o indivíduo emagrece. Fonte: Lehninger, Albert L., Princípios da Bioquímica
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    Tecido Adiposo ARMAZENAMENTO do excesso energético -> TRIGLICERÍDEOS Produtos da lipólise, GLICEROL E ÁCIDOS GRAXOS LIVRES  combustível para outros tecidos Sinalização para sítios locais e distantes do estado energético ( LEPTINA ) Nº de adipócitos não declina com a perda de peso -> predisposição a novo ganho de peso
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    Receptores expressos notecido adiposo Insulina, Glucagon, GH, TSH, Gastrina/CCK; GLP-1, Angiotensina II tipos 1 e 2 Glicocorticóide, Vitamina D, HT, Andrógeno; Estrógeno, Progesterona; Leptina, IL-6, TNF  ; ß 1, ß 2, ß 3 /  1,  2
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    PAPEL DO HIPOTÁLAMONÚCLEO VENTROMEDIAL (VMN)= - CENTRO DA SACIEDADE (estimulação inibe ingesta de alimento; lesão bilateral causa hiperfagia e obesidade) NÚCLEO LATERAL (LHA)= - CENTRO DA FOME (ativação estimula ingesta, lesão causa hipofagia e redução de peso)  INSULINA E LEPTINA + -
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    Problemas relacionados aobesidade Os obesos estão mais predispostos a doenças,como: Doenças coronarianas; Hipertensão arterial e Diabetes; Cirrose hepática; Problemas reprodutivos; Calculose das vias biliares; aterosclerose; infarto do miocárdio; Além das conseqüências causadas por elas: artrites e artroses, no mínimo agravadas pelo peso, à apnéia noturna, e a síndrome de Pick Wick;
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    MÉTODOS ATUAIS DETRATAMENTO DIETA As dietas hipocalóricas têm como objetivo principal a mobilização dos lipídios endógenos para a conversão em corpos cetônicos . E o mais importante na dieta que além de ocorrer uma redução no consumo de gorduras , haja também uma redução do total de calorias da dieta . Sem isso não há perda de peso. EXERCÍCIOS A prática de exercícios físicos moderados diariamente, tal como caminhar é quesito indispensável no controle do peso corporal. DROGAS Anorexígenos, Catecolaminérgicos, Serotoninérgicos, Termogênicos,Inibidores da absorção de gorduras, etc. CIRURGIA
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    Orientação alimentar Alimentaçãosaudável Consumo de gordura saturada Consumo de gordura Trans Colesterol Açúcar
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