Outubro / 2010
Por uma cidade mais justa e sustentável
Movimento Social
SURGIMENTO
Movimentos coletivos de ação social com capacidade de
incidência em estruturas de poder tradicionais
Conjunto
de opiniões
comuns
Grupos sociais –
organização
da sociedade –
identificação
Mudança de uma
realidade –
estrutura social ou
distribuição da riqueza
social
estrutura
política
ações sociais
paralelas
primórdios da
civilização
luta de
classes
Revolução
Industrial
Movimento Operário e
Movimento Camponês
DEFINIÇÃO
Movimento Social
Brasil > anos 60 > início da organização social para
defesa de interesses populares
Anos 90 > mudança de paradigmas
Sociedade organizada
Movimento Operário, Movimento Hippie, Movimento Feminista,
MST, Fórum Social Mundial, Bogotá Como Vamos?
Movimento sociais não são agentes de perturbação da ordem
(antigas análises conservadoras)
CO-RESPONSABILIDADE
O Movimento Social surge devido à geração de uma
responsabilidade coletiva sobre a vida social
A lógica do movimento social está embasada no pensamento de
que:
“produzir não significa mais transformar os recursos naturais e
humanos em mercadorias para a troca (...) Significa, ao
contrário, controlar sistemas complexos de informações, de
símbolos, de relações sociais” (Melucci, 2001; p.80).
Um movimento social passa por um processo de convocação de
vontades para uma mudança de realidade, por meio de
propósitos comuns, estabelecidos em consenso. Envolve o
compartilhamento de discursos, visões e informações e, por
isso, exige ações de comunicação em seu sentido mais amplo.
MNBH – incentivo ao controle social
na governança da cidade
QUEM ESTÁ DENTRO DE UM MOVIMENTO SOCIAL? POR QUÊ?
Sentimento de comunidade
Auto-preservação: a comunidade guarda sua memória
Homogeneidade: tendência à criação de determinados padrões de
convivência sócio-culturais rígidos
“Aconchego”: sensação de que “aqui é meu lugar”; proteção;
empodeiramento
Pertencimento: se dá pela identificação uns com os outros
Como lidar no cotidiano com tantas pessoas diferentes?
Fala técnica traduzida numa linguagem inteligível e
compartilhada
Dar acesso amplo a informações qualificadas
Desenvolver competências na comunidade para o trato com
as questões envolvidas
COMO É POSSÍVEL TRABALHAR A MOBILIZAÇÃO DAS PESSOAS E
DAS COMUNIDADES NUM CENÁRIO CONTEMPORÂNEO TÃO
COMPLEXO, MÚLTIPLO E DIVERSO?
Identificar:
Os pólos
comunitários
Os pólos de
informação
A mídia local
O POTENCIAL MOBILIZADOR
Avaliar
a presença de:
Grupos
organizados
Grupos de pressão
Setores público e
privado
Verificar a existência
de:
Projetos
mobilizadores já
ocorridos
Reconhecimento dos
LÍDERES e dos
ANIMADORES
Grupos com tradição
de mobilização
Funções da COMUNICAÇÃO para mobilização social:
COLETIVIZAÇÃO VINCULAÇÃO
MOBILIZAÇÃO
objetivos pré-definidos,
um propósito comum - daquilo que convém a todos,
orientada para a construção de um projeto de futuro,
percepções e ações se deslocam todo o tempo do
interesse individual para o coletivo
CO-RESPONSABILIDADECO-RESPONSABILIDADE
RAZÕES DO FRACASSO NA MOBILIZAÇÃO DAS COMUNIDADES
Falta de uma tradição mobilizadora
Divisão política polarização
Origens da comunidade (formação histórica)
Falta de animador(es)
Geração das identidades na comunidade (“enraizamento”)
Ausência ou presença do poder público
Perfil da comunidade (de idade, de gênero, cultural)
A vinculação ideal dos públicos aspirada por todo e qualquer
projeto de mobilização encontra-se no nível da
co-responsabilidade.
Sobre o Nossa BH
 O Nossa BH é um movimento social constituído por indivíduos e
organizações interessados no futuro de Belo Horizonte.
 Compromisso de atuação sem qualquer conotação partidária e
religiosa ou qualquer interessante específico, clientelista e/ou
pontual.
Plenária do Movimento Nossa BH,
na Escola de Arquitetura UFMG,
março 2010
Tema: PL 820/09 – Nova Lei de
Uso e Ocupação do Solo de BH
 O Nossa BH trabalha para
ampliar a participação de
lideranças comunitárias,
organizações sociais e
universitárias, empresas e
cidadãos na deliberação e
gestão dos temas de interesse
público.
Reuniões de GTs do Nossa BH
Voluntários que atuam em GTs
Mobilização para plenárias e audiências
Realiza
discussões,
estudos,
análises e
encontros
sobre
temas da
cidade.
O GT
Comunicação
mobiliza
cidadãos para
participarem
de
deliberações
sobre Belo
Horizonte.
Os GTs
buscam
organizar e
publicizar
indicadores
de gestão
urbana e
qualidade de
vida de BH.
Acompanhamento do
Legislativo
Comunicação
Cultura
Educação Copa
Orçamento Público
Sustentabilidade
Mobilidade
Urbana
Sobre o Nossa BH
A idéia é mobilizar as pessoas da sociedade civil para construírem
uma nova proposta de cidade que seja
 boa para todos que nela vivem,
 desenvolvida (de alto valor econômico, cultural, ambiental e social)
e
 segura
Como imaginamos “Nossa Belo Horizonte” daqui a 4, 10, 20
anos?
Interpretando Italo Calvino, toda cidade é imaginada, porque não podemos
ter uma visão total dela.
Inspirações
Café com Oded - ADCE
Plenária PELO 07
Financiamento da educação municipal
Café com Oded
Oded Grajew e Marisa Seoane, Fiemg
Câmara Municipal
Participação PPAG, Glaucia Barros, Avina
Memória
Boletim informativo
semanal
Envio por email
para mais
de 7 mil pessoas
Convites
site > www.nossabh.org.br
Blog > http://movimentonossabh.blogspot.com
Movimentos por cidades justas e
sustentáveis
 Na América Latina > Há doze anos, uma mobilização em Bogotá,
na Colômbia, inspira lideranças latino-americanas a conquistar e
efetivar a participação da sociedade civil na gestão pública.
 No Brasil > Desde 2007: São Paulo, Rio de Janeiro, Niterói,
Ilhabela, Teresópolis, Belém, Recife, São Luís e Belo Horizonte.
Outros começam a se articular em Brasília, Goiânia e Salvador.
08/07/08
Rede Brasileira
por Cidades
17/10/08
Constituída a Rede
Latinoamericana de
Cidades Sustentáveis
Início das
Atividades
do Nossa BH
2008
1º ENCONTRO
Museu Abílio Barreto
Bernardo Toro
e Oded Grajew
2º ENCONTRO
Palácio das Artes
3º ENCONTRO
UNA
4º ENCONTRO
SICEPOT
Constituição dos
Grupos de Trabalho
para estruturação
do Movimento
08/07/2008
04/08/2008
10/09/2008
02/10/2008
OUT
Aprovação da
Carta de princípios
(1ª versão) e do nome
Do Movimento
“Nossa BH”
Preparativos
para o
lançamento
Movimento
BH Mais Justa
e Sustentável
::: 60 participantes :::
::: 50 participantes :::
::: 100 participantes :::
Reuniões
dos GTs
Reuniões
dos GTs
BH representada
no Bogotá
Como Vamos
JAN A JUN
2008
DEZ
2007
::: 60 participantes :::
5º ENCONTRO
SICEPOT
04/11/2008
Apresentação da
Secretaria executiva e
da marca aprovada do
movimento. Definições
sobre evento de
lançamento. Grupos de
Trabalho.
JUL AGO SET NOV DEZEMBRO
Reuniões
dos GTs
Início
da mobilização
em BH
EVENTO DE
LANÇAMENTO
11/12/2008
Histórico
Principais Resultados
PELO 01 – Retira poder de conselhos municipais deliberativos. Em tramitação, aguarda articulações.
O MNBH mobilizou conselhos e cidadãos, que pressionaram vereadores para não votarem o projeto.
PELO 04 – Lei de metas e resultados. em tramitação, votação em 2º turno, aprovação prevista até
dezembro 2010. http://www.cmbh.mg.gov.br/index.php?option=com_wrapper&Itemid=582
PELO 07 – Diminui percentual de financiamento da educação municipal. MNBH mobilizou escolas,
professores, sindicatos. PBH retirou a proposta da tramitação na Câmara.
PL 820 – Nova lei de uso e ocupação, que ficou “engavetada” por 7 anos. MNBH realizou plenárias com
poder público, empresários da const.civil, lideranças e profissionais da área. O MNBH mobilizou a sociedade e
provocou a votação na Câmara.
PL 998 – Tramita na Câmara projeto para Coleta Participativa de Recicláveis em escolas municipais.
O MNBH fez substitutivo para esse PL, que deve ser acatado pela Câmara e logo entra na pauta.
PPAG – PLOA – EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA
O MNBH, por meio do GT Orçamento, acompanha os gastos e receitas do município. O grupo participa da
construção do PPAG, sugerindo metas de gastos e monitorando a execução das diretrizes orçamentárias.
Curso “Orçamento Público e Mecanismos de Participação” - já houveram duas
edições, na Câmara, público cidadãos, lideranças, interessados no tema. Objetivo de qualificar a participação
cidadã na governança da cidade.
Palestras Una / Puc / Newton Paiva – temas moblização social, comunicação para 3º
Setor, planejamento de comunicação para organizações do 3º setor
Clipping
www.nossabh.org.br
participe@nossabh.org.br

Nossa BH no Izabela Hendrix

  • 1.
    Outubro / 2010 Poruma cidade mais justa e sustentável
  • 2.
    Movimento Social SURGIMENTO Movimentos coletivosde ação social com capacidade de incidência em estruturas de poder tradicionais Conjunto de opiniões comuns Grupos sociais – organização da sociedade – identificação Mudança de uma realidade – estrutura social ou distribuição da riqueza social estrutura política ações sociais paralelas primórdios da civilização luta de classes Revolução Industrial Movimento Operário e Movimento Camponês DEFINIÇÃO
  • 3.
    Movimento Social Brasil >anos 60 > início da organização social para defesa de interesses populares Anos 90 > mudança de paradigmas Sociedade organizada Movimento Operário, Movimento Hippie, Movimento Feminista, MST, Fórum Social Mundial, Bogotá Como Vamos? Movimento sociais não são agentes de perturbação da ordem (antigas análises conservadoras) CO-RESPONSABILIDADE O Movimento Social surge devido à geração de uma responsabilidade coletiva sobre a vida social
  • 4.
    A lógica domovimento social está embasada no pensamento de que: “produzir não significa mais transformar os recursos naturais e humanos em mercadorias para a troca (...) Significa, ao contrário, controlar sistemas complexos de informações, de símbolos, de relações sociais” (Melucci, 2001; p.80). Um movimento social passa por um processo de convocação de vontades para uma mudança de realidade, por meio de propósitos comuns, estabelecidos em consenso. Envolve o compartilhamento de discursos, visões e informações e, por isso, exige ações de comunicação em seu sentido mais amplo. MNBH – incentivo ao controle social na governança da cidade
  • 5.
    QUEM ESTÁ DENTRODE UM MOVIMENTO SOCIAL? POR QUÊ? Sentimento de comunidade Auto-preservação: a comunidade guarda sua memória Homogeneidade: tendência à criação de determinados padrões de convivência sócio-culturais rígidos “Aconchego”: sensação de que “aqui é meu lugar”; proteção; empodeiramento Pertencimento: se dá pela identificação uns com os outros Como lidar no cotidiano com tantas pessoas diferentes? Fala técnica traduzida numa linguagem inteligível e compartilhada Dar acesso amplo a informações qualificadas Desenvolver competências na comunidade para o trato com as questões envolvidas
  • 6.
    COMO É POSSÍVELTRABALHAR A MOBILIZAÇÃO DAS PESSOAS E DAS COMUNIDADES NUM CENÁRIO CONTEMPORÂNEO TÃO COMPLEXO, MÚLTIPLO E DIVERSO? Identificar: Os pólos comunitários Os pólos de informação A mídia local O POTENCIAL MOBILIZADOR Avaliar a presença de: Grupos organizados Grupos de pressão Setores público e privado Verificar a existência de: Projetos mobilizadores já ocorridos Reconhecimento dos LÍDERES e dos ANIMADORES Grupos com tradição de mobilização
  • 7.
    Funções da COMUNICAÇÃOpara mobilização social: COLETIVIZAÇÃO VINCULAÇÃO MOBILIZAÇÃO objetivos pré-definidos, um propósito comum - daquilo que convém a todos, orientada para a construção de um projeto de futuro, percepções e ações se deslocam todo o tempo do interesse individual para o coletivo CO-RESPONSABILIDADECO-RESPONSABILIDADE
  • 8.
    RAZÕES DO FRACASSONA MOBILIZAÇÃO DAS COMUNIDADES Falta de uma tradição mobilizadora Divisão política polarização Origens da comunidade (formação histórica) Falta de animador(es) Geração das identidades na comunidade (“enraizamento”) Ausência ou presença do poder público Perfil da comunidade (de idade, de gênero, cultural)
  • 9.
    A vinculação idealdos públicos aspirada por todo e qualquer projeto de mobilização encontra-se no nível da co-responsabilidade.
  • 10.
    Sobre o NossaBH  O Nossa BH é um movimento social constituído por indivíduos e organizações interessados no futuro de Belo Horizonte.  Compromisso de atuação sem qualquer conotação partidária e religiosa ou qualquer interessante específico, clientelista e/ou pontual. Plenária do Movimento Nossa BH, na Escola de Arquitetura UFMG, março 2010 Tema: PL 820/09 – Nova Lei de Uso e Ocupação do Solo de BH  O Nossa BH trabalha para ampliar a participação de lideranças comunitárias, organizações sociais e universitárias, empresas e cidadãos na deliberação e gestão dos temas de interesse público.
  • 11.
    Reuniões de GTsdo Nossa BH Voluntários que atuam em GTs Mobilização para plenárias e audiências Realiza discussões, estudos, análises e encontros sobre temas da cidade. O GT Comunicação mobiliza cidadãos para participarem de deliberações sobre Belo Horizonte. Os GTs buscam organizar e publicizar indicadores de gestão urbana e qualidade de vida de BH. Acompanhamento do Legislativo Comunicação Cultura Educação Copa Orçamento Público Sustentabilidade Mobilidade Urbana Sobre o Nossa BH
  • 12.
    A idéia émobilizar as pessoas da sociedade civil para construírem uma nova proposta de cidade que seja  boa para todos que nela vivem,  desenvolvida (de alto valor econômico, cultural, ambiental e social) e  segura Como imaginamos “Nossa Belo Horizonte” daqui a 4, 10, 20 anos? Interpretando Italo Calvino, toda cidade é imaginada, porque não podemos ter uma visão total dela. Inspirações
  • 13.
    Café com Oded- ADCE Plenária PELO 07 Financiamento da educação municipal Café com Oded Oded Grajew e Marisa Seoane, Fiemg Câmara Municipal Participação PPAG, Glaucia Barros, Avina Memória
  • 14.
    Boletim informativo semanal Envio poremail para mais de 7 mil pessoas
  • 15.
  • 16.
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  • 18.
    Movimentos por cidadesjustas e sustentáveis  Na América Latina > Há doze anos, uma mobilização em Bogotá, na Colômbia, inspira lideranças latino-americanas a conquistar e efetivar a participação da sociedade civil na gestão pública.  No Brasil > Desde 2007: São Paulo, Rio de Janeiro, Niterói, Ilhabela, Teresópolis, Belém, Recife, São Luís e Belo Horizonte. Outros começam a se articular em Brasília, Goiânia e Salvador. 08/07/08 Rede Brasileira por Cidades 17/10/08 Constituída a Rede Latinoamericana de Cidades Sustentáveis Início das Atividades do Nossa BH 2008
  • 20.
    1º ENCONTRO Museu AbílioBarreto Bernardo Toro e Oded Grajew 2º ENCONTRO Palácio das Artes 3º ENCONTRO UNA 4º ENCONTRO SICEPOT Constituição dos Grupos de Trabalho para estruturação do Movimento 08/07/2008 04/08/2008 10/09/2008 02/10/2008 OUT Aprovação da Carta de princípios (1ª versão) e do nome Do Movimento “Nossa BH” Preparativos para o lançamento Movimento BH Mais Justa e Sustentável ::: 60 participantes ::: ::: 50 participantes ::: ::: 100 participantes ::: Reuniões dos GTs Reuniões dos GTs BH representada no Bogotá Como Vamos JAN A JUN 2008 DEZ 2007 ::: 60 participantes ::: 5º ENCONTRO SICEPOT 04/11/2008 Apresentação da Secretaria executiva e da marca aprovada do movimento. Definições sobre evento de lançamento. Grupos de Trabalho. JUL AGO SET NOV DEZEMBRO Reuniões dos GTs Início da mobilização em BH EVENTO DE LANÇAMENTO 11/12/2008 Histórico
  • 21.
    Principais Resultados PELO 01– Retira poder de conselhos municipais deliberativos. Em tramitação, aguarda articulações. O MNBH mobilizou conselhos e cidadãos, que pressionaram vereadores para não votarem o projeto. PELO 04 – Lei de metas e resultados. em tramitação, votação em 2º turno, aprovação prevista até dezembro 2010. http://www.cmbh.mg.gov.br/index.php?option=com_wrapper&Itemid=582 PELO 07 – Diminui percentual de financiamento da educação municipal. MNBH mobilizou escolas, professores, sindicatos. PBH retirou a proposta da tramitação na Câmara. PL 820 – Nova lei de uso e ocupação, que ficou “engavetada” por 7 anos. MNBH realizou plenárias com poder público, empresários da const.civil, lideranças e profissionais da área. O MNBH mobilizou a sociedade e provocou a votação na Câmara. PL 998 – Tramita na Câmara projeto para Coleta Participativa de Recicláveis em escolas municipais. O MNBH fez substitutivo para esse PL, que deve ser acatado pela Câmara e logo entra na pauta. PPAG – PLOA – EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA O MNBH, por meio do GT Orçamento, acompanha os gastos e receitas do município. O grupo participa da construção do PPAG, sugerindo metas de gastos e monitorando a execução das diretrizes orçamentárias. Curso “Orçamento Público e Mecanismos de Participação” - já houveram duas edições, na Câmara, público cidadãos, lideranças, interessados no tema. Objetivo de qualificar a participação cidadã na governança da cidade. Palestras Una / Puc / Newton Paiva – temas moblização social, comunicação para 3º Setor, planejamento de comunicação para organizações do 3º setor
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