CIDADES INTELIGENTES


 Hermano José Batista de Carvalho
CIDADES




     Um olhar de administrador!
CIDADES

As cidades são catalisadores da crise contemporânea,
        já que são muito sensíveis a tudo que afeta os
               seus componentes, como sua estrutura
     demográfica, sua composição racial, o equilíbrio
      de seus estratos sociais, o nível de emprego e as
          atitudes sócio-culturais de seus habitantes.
CIDADES

São geradoras de problemas, como as disparidades nos
     níveis de qualidade de vida dos diferentes grupos
   sociais e étnicos, o congestionamento do tráfego, os
   preços do solo, a escassez de moradia, a insuficiência
      de infra-estrutura e equipamentos coletivos, o
     desemprego, a pressão fiscal e a contaminação do
                  meio ambiente urbano.
CIDADES

As cidades atuam como catalisadores sociais para os
  imigrantes, geram condições para a oferta de
  melhores serviços de saúde, além de contribuírem
  para o aumento da riqueza e da qualidade de vida
  de seus habitantes, quando comparadas às
  localidades não-urbanas.
CIDADES


   O modelo de administração pública, de caráter
 meramente reativo, perde importância frente aos
desafios da atualidade, indicando a necessidade de
    uma nova forma de gestão urbana, capaz de se
                   antecipar aos problemas sociais.
CIDADES

Decidir sobre o futuro da cidade não pode ser uma
exclusividade de poucos “iluminados ou tecnocratas e
tecnólogos que, num desejo de converter-se em elite,
   pretendem dar um salto no vazio frente à difícil
resolução dos problemas sociais e econômicos atuais,
no curto prazo, a partir da apresentação de utopias de
                    longo prazo”

                                       (FORN e FOXÁ, 1990, p. 237).
CIDADES


Cresce a necessidade de participação dos cidadãos como
elemento essencial para as decisões de funcionamento da
cidade, a partir do desenvolvimento de projetos que
tenham identificação com eles, tornando-os partícipes da
construção de um futuro mais igualitário.
                                                           .
CIDADES


As cidades tiveram de recorrer a uma nova forma de
planejamento, estabelecendo-se a necessidade de se
   realizar o traslado dos conceitos de planejamento
  estratégico do âmbito empresarial para a realidade
                                              urbana.

                                                    .
CIDADES

                        .

   O planejamento estratégico procurava
   desenvolver um caráter complementar e
 interseccional com os outros planejamentos
    necessários aos territórios (o urbano, o
territorial, o de política regional e o setorial).
CIDADES



 A cidade de Barcelona iniciou, em 1988, um esforço para
sediar os Jogos Olímpicos, o que resultou na formulação e
implementação de um planejamento estratégico para a
cidade, o qual viria a se transformar em ícone dessa
metodologia, levando a sua disseminação pela Europa e
América Latina.
CIDADES


“Queremos fazer uns jogos para a cidade. E não uma
                            cidade para uns jogos”.

                              Maragall (alcaide de Barcelona)
CIDADES


A transformação da cidade em empresa tem
como principal resultado o esquecimento da
cidade enquanto espaço político. Suprimem-se as
discussões sobre valores, filosofia e utopias.
Como na empresa, valorizam-se o pragmatismo,
o realismo e o sentido prático

                                      (VAINER, 2001).
CIDADES

 O modelo busca o consenso, pois “sem consenso não
há qualquer possibilidade de estratégias vitoriosas. Ele
supõe, exige, depende de que a cidade esteja unificada,
               toda, sem brechas, em torno do projeto”



                                          (VAINER, 2001, p. 91).
CIDADES



POLÍTICA X CONSENSO
CIDADES


GESTÃO RELACIONAL

A cidade estaria necessitando de uma gestão relacional,
que incluiria a participação de redes sociais auxiliando a
administração pública local de forma permanente.


                                                      Esteve (2001)
CIDADES INTELIGENTES




                 O olhar do pesquisador!
CIDADES INTELIGENTES
                 BREVE HISTÓRICO

1.   SEMINÁRIO INOVAÇÃO E
     DESENVOLVIMENTO REGIONAL (INOVADR) –
     Outubro.2011 – Fortaleza (CE)

2.   PALESTRA “CIDADES INTELIGENTES” – José
     Luiz Moutinho (Universidade Lisboa – Instituto
     Técnico Superior)

3.   ESTUDOS INICIAIS
CIDADES INTELIGENTES


MISSÃO À EUROPA: SOLUÇÕES INTELIGENTES

 Portugal, Espanha, Holanda e Finlândia


 Visitas a 44 Organizações Públicas e Privadas (Prefeituras,
    Centros de Pesquisas, Universidades, Organizações Públicas e Empresas)
CIDADES INTELIGENTES


                           RESULTADOS DA MISSÃO

    Conhecimento de Soluções Inteligentes dos países
                                             visitados

 Aproximação com os Living Labs (Laboratórios Vivos)
CIDADES INTELIGENTES
                  CIDADES DIGITAIS



O conceito de cidade digital é difuso e polissêmico, ou
     seja, o seu âmbito e as suas fronteiras não estão
     bem definidos e, por isso, dá origem a diferentes
    interpretações. A sua difusão foi feita baseando-se
     fortemente na intercontectividade e no governo
                     eletrônico local.
                                            (MOUTINHO, 2010).
CIDADES INTELIGENTES




Abordagem de inovação aberta e co-criação com os
     cidadãos de oportunidades concretas para o
desenvolvimento de soluções adaptadas à realidade de
    cada comunidade, no sentido da governança
       partilhada, da economia sustentável, do
  desenvolvimento social inclusivo e na melhoria da
                  qualidade de vida.

                                          (MOUTINHO, 2010).
CIDADES INTELIGENTES



   Colocar a infra-estrutura tecnológica à disposição do cidadão, a fim
    de que ele a utilize em sua rotina diária, em casa, no trabalho ou no
    lazer;
   Cuidar de um maior diálogo com a sociedade civil, procurando
    atender de forma eficaz as suas necessidades e desejos;
   Identificar e mobilizar agentes de mudança locais, para estimular
    comunidades de prática;
   “Passar do governo eletrônico para a democracia eletrônica”,
    promovendo a “diversidade e inclusão social”.

                                                              (MOUTINHO, 2010).
CIDADES INTELIGENTES



                CIDADES DIGITAIS X CIDADES INTELIGENTES


   Substituir a perspectiva determinística da oferta de
tecnologia das cidades digitais, pela ótica da demanda
                                                 social.

                                       COMO FAZER?
CIDADES INTELIGENTES


                  PROCESSO



Desenvolver uma metodologia de implantação de
    Cidades Inteligentes, para pequenas e médias
         cidades do semi-árido nordestino.
CIDADES INTELIGENTES




PROJETO-PILOTO:



03 PEQUENAS/MÉDIAS CIDADES DO CEARÁ



APOIO: FUNDECI (BNB)
CIDADES INTELIGENTES
                    TEMAS ESTUDADOS

   1. A Economia (Aspectos de Competitividade)
    Agricultura, Industria e Serviços Tradicionais e Modernos,
    Economia Criativa, Arranjos Produtivos, Espírito Inovador,
    Empreendedorismo, Produtividade, Flexibilidade do
    mercado de trabalho, Ligações internacionais, Capacidade
    de transformar.

   2. População (Capital Social e Humano)
    Nível de qualificação, Aprendizagem, Pluralidade étnica e
    social, Flexibilidade, Criatividade, Cosmopolitismo,
    Abertura a novas idéias, Participação na vida pública.
CIDADES INTELIGENTES
                      TEMAS ESTUDADOS

   3. Governança (Participação)
    Participação nos processos de tomada de decisão, Serviços
    públicos e sociais, Governação transparente, Estratégias e
    perspectivas políticas.

   4. Mobilidade e Tecnologias da Informação e
    Comunicação (Transportes e TICs)
    Acessibilidade local, Acessibilidade Nacional e Internacional,
    Infraestrutura das TIC, Sistemas de transporte sustentáveis,
    inovadores e seguros.
CIDADES INTELIGENTES
                    TEMAS ESTUDADOS

    5. Meio-Ambiente (Recursos Naturais)
    Atratividade das condições naturais, Poluição, Proteção
     ambiental, Gestão sustentável dos recursos.

    6. Sociabilidade e Modo de Viver (Qualidade de Vida)
    Equipamentos culturais e de lazer, Condições dos
     serviços de saúde, Segurança pessoal, Qualidade da
     habitação, Equipamentos educacionais, Atratividade
     turística, Coesão social.
CIDADES INTELIGENTES
                                         RESULTADOS ESPERADOS

     Formulação de uma Metodologia adaptada às nossas condições
       Contribuição e Difusão do conceito de Laboratórios Vivos
                      Inserção da UECE nas comunidades locais
 Disseminação do Modelo em nível mundial (Inserção da UECE no
                                  contexto nacional e internacional)
                 Produção Científica dos pesquisadores e alunos
   Contribuição com as esferas governamentais com modelos de
  elaboração de projetos para a melhoria das cidades (Formulação de
                                              Editais adequados etc)
FELIZ - CIDADES




                  O olhar do cidadão!
FELIZ - CIDADES


     INDICADORES DO FIB




“trate teu vizinho como a ti mesmo”
FELIZ - CIDADES


INDICADORES DO FIB: LIBERDADE

Na Dinamarca eles se importam uns com os outros, e
eles estabeleceram seus programas públicos e suas
vidas privadas para mostrar essa relação entre si. De
modo que isso passa a ser um apoio extremamente
importante para o bem-estar.


                                            John Helliwell
FELIZ - CIDADES


                                       INDICADORES DO FIB

A felicidade é, de fato, mais relacional do que relativa, porque
   a qualidade e a profundidade do relacionamento com
    os outros influencia a nossa felicidade muito mais do
                        que a possessão de uma mercadoria.


                                                  Jigmi Thinley (2009)
FELIZ - CIDADES


            INDICADORES DO FIB

A busca do FIB significa empreender para criar uma
     sociedade ou nação na qual a facilitação da
    progressiva felicidade coletiva seja a meta da
                     governança.


                                      Jigmi Thinley (2009)
FELIZ - CIDADES



À medida que as nossas redes sociais se transformam de
  pequenos assentamentos rurais para um estilo de vida
  mais urbano, existe um óbvio deslocamento e uma
  fragmentação da vida social e comunitária – bem como
  dos valores que sustentam a vitalidade comunitária.


                                          Jigmi Thinley (2009)
FELIZ - CIDADES




As redes sociais formadas pela Tecnologias da Informação e
    Comunicação podem ser, nas cidades, o sustentáculo dos
                   valores que dão a vitalidade comunitária.
FELIZ - CIDADES


                     GESTÃO RELACIONAL

       Importância de uma nova forma de governo nas cidades;

       Importância do crescimento dos níveis de cidadania pela
               participação na governança das cidades;

         Importância do bem comum e da felicidade geral da
                            comunidade
FELICIDADES!




       hermanocarvalho@terra.com.br




        hermano.carvalho@uece.br

Hermano

  • 1.
    CIDADES INTELIGENTES HermanoJosé Batista de Carvalho
  • 2.
    CIDADES Um olhar de administrador!
  • 3.
    CIDADES As cidades sãocatalisadores da crise contemporânea, já que são muito sensíveis a tudo que afeta os seus componentes, como sua estrutura demográfica, sua composição racial, o equilíbrio de seus estratos sociais, o nível de emprego e as atitudes sócio-culturais de seus habitantes.
  • 4.
    CIDADES São geradoras deproblemas, como as disparidades nos níveis de qualidade de vida dos diferentes grupos sociais e étnicos, o congestionamento do tráfego, os preços do solo, a escassez de moradia, a insuficiência de infra-estrutura e equipamentos coletivos, o desemprego, a pressão fiscal e a contaminação do meio ambiente urbano.
  • 5.
    CIDADES As cidades atuamcomo catalisadores sociais para os imigrantes, geram condições para a oferta de melhores serviços de saúde, além de contribuírem para o aumento da riqueza e da qualidade de vida de seus habitantes, quando comparadas às localidades não-urbanas.
  • 6.
    CIDADES O modelo de administração pública, de caráter meramente reativo, perde importância frente aos desafios da atualidade, indicando a necessidade de uma nova forma de gestão urbana, capaz de se antecipar aos problemas sociais.
  • 7.
    CIDADES Decidir sobre ofuturo da cidade não pode ser uma exclusividade de poucos “iluminados ou tecnocratas e tecnólogos que, num desejo de converter-se em elite, pretendem dar um salto no vazio frente à difícil resolução dos problemas sociais e econômicos atuais, no curto prazo, a partir da apresentação de utopias de longo prazo” (FORN e FOXÁ, 1990, p. 237).
  • 8.
    CIDADES Cresce a necessidadede participação dos cidadãos como elemento essencial para as decisões de funcionamento da cidade, a partir do desenvolvimento de projetos que tenham identificação com eles, tornando-os partícipes da construção de um futuro mais igualitário. .
  • 9.
    CIDADES As cidades tiveramde recorrer a uma nova forma de planejamento, estabelecendo-se a necessidade de se realizar o traslado dos conceitos de planejamento estratégico do âmbito empresarial para a realidade urbana. .
  • 10.
    CIDADES . O planejamento estratégico procurava desenvolver um caráter complementar e interseccional com os outros planejamentos necessários aos territórios (o urbano, o territorial, o de política regional e o setorial).
  • 11.
    CIDADES A cidadede Barcelona iniciou, em 1988, um esforço para sediar os Jogos Olímpicos, o que resultou na formulação e implementação de um planejamento estratégico para a cidade, o qual viria a se transformar em ícone dessa metodologia, levando a sua disseminação pela Europa e América Latina.
  • 12.
    CIDADES “Queremos fazer unsjogos para a cidade. E não uma cidade para uns jogos”. Maragall (alcaide de Barcelona)
  • 13.
    CIDADES A transformação dacidade em empresa tem como principal resultado o esquecimento da cidade enquanto espaço político. Suprimem-se as discussões sobre valores, filosofia e utopias. Como na empresa, valorizam-se o pragmatismo, o realismo e o sentido prático (VAINER, 2001).
  • 14.
    CIDADES O modelobusca o consenso, pois “sem consenso não há qualquer possibilidade de estratégias vitoriosas. Ele supõe, exige, depende de que a cidade esteja unificada, toda, sem brechas, em torno do projeto” (VAINER, 2001, p. 91).
  • 15.
  • 16.
    CIDADES GESTÃO RELACIONAL A cidadeestaria necessitando de uma gestão relacional, que incluiria a participação de redes sociais auxiliando a administração pública local de forma permanente. Esteve (2001)
  • 17.
    CIDADES INTELIGENTES O olhar do pesquisador!
  • 18.
    CIDADES INTELIGENTES BREVE HISTÓRICO 1. SEMINÁRIO INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL (INOVADR) – Outubro.2011 – Fortaleza (CE) 2. PALESTRA “CIDADES INTELIGENTES” – José Luiz Moutinho (Universidade Lisboa – Instituto Técnico Superior) 3. ESTUDOS INICIAIS
  • 19.
    CIDADES INTELIGENTES MISSÃO ÀEUROPA: SOLUÇÕES INTELIGENTES  Portugal, Espanha, Holanda e Finlândia  Visitas a 44 Organizações Públicas e Privadas (Prefeituras, Centros de Pesquisas, Universidades, Organizações Públicas e Empresas)
  • 20.
    CIDADES INTELIGENTES RESULTADOS DA MISSÃO  Conhecimento de Soluções Inteligentes dos países visitados  Aproximação com os Living Labs (Laboratórios Vivos)
  • 21.
    CIDADES INTELIGENTES CIDADES DIGITAIS O conceito de cidade digital é difuso e polissêmico, ou seja, o seu âmbito e as suas fronteiras não estão bem definidos e, por isso, dá origem a diferentes interpretações. A sua difusão foi feita baseando-se fortemente na intercontectividade e no governo eletrônico local. (MOUTINHO, 2010).
  • 22.
    CIDADES INTELIGENTES Abordagem deinovação aberta e co-criação com os cidadãos de oportunidades concretas para o desenvolvimento de soluções adaptadas à realidade de cada comunidade, no sentido da governança partilhada, da economia sustentável, do desenvolvimento social inclusivo e na melhoria da qualidade de vida. (MOUTINHO, 2010).
  • 23.
    CIDADES INTELIGENTES  Colocar a infra-estrutura tecnológica à disposição do cidadão, a fim de que ele a utilize em sua rotina diária, em casa, no trabalho ou no lazer;  Cuidar de um maior diálogo com a sociedade civil, procurando atender de forma eficaz as suas necessidades e desejos;  Identificar e mobilizar agentes de mudança locais, para estimular comunidades de prática;  “Passar do governo eletrônico para a democracia eletrônica”, promovendo a “diversidade e inclusão social”. (MOUTINHO, 2010).
  • 24.
    CIDADES INTELIGENTES CIDADES DIGITAIS X CIDADES INTELIGENTES Substituir a perspectiva determinística da oferta de tecnologia das cidades digitais, pela ótica da demanda social. COMO FAZER?
  • 25.
    CIDADES INTELIGENTES PROCESSO Desenvolver uma metodologia de implantação de Cidades Inteligentes, para pequenas e médias cidades do semi-árido nordestino.
  • 26.
    CIDADES INTELIGENTES PROJETO-PILOTO: 03 PEQUENAS/MÉDIASCIDADES DO CEARÁ APOIO: FUNDECI (BNB)
  • 27.
    CIDADES INTELIGENTES TEMAS ESTUDADOS  1. A Economia (Aspectos de Competitividade) Agricultura, Industria e Serviços Tradicionais e Modernos, Economia Criativa, Arranjos Produtivos, Espírito Inovador, Empreendedorismo, Produtividade, Flexibilidade do mercado de trabalho, Ligações internacionais, Capacidade de transformar.  2. População (Capital Social e Humano) Nível de qualificação, Aprendizagem, Pluralidade étnica e social, Flexibilidade, Criatividade, Cosmopolitismo, Abertura a novas idéias, Participação na vida pública.
  • 28.
    CIDADES INTELIGENTES TEMAS ESTUDADOS  3. Governança (Participação) Participação nos processos de tomada de decisão, Serviços públicos e sociais, Governação transparente, Estratégias e perspectivas políticas.  4. Mobilidade e Tecnologias da Informação e Comunicação (Transportes e TICs) Acessibilidade local, Acessibilidade Nacional e Internacional, Infraestrutura das TIC, Sistemas de transporte sustentáveis, inovadores e seguros.
  • 29.
    CIDADES INTELIGENTES TEMAS ESTUDADOS  5. Meio-Ambiente (Recursos Naturais) Atratividade das condições naturais, Poluição, Proteção ambiental, Gestão sustentável dos recursos.  6. Sociabilidade e Modo de Viver (Qualidade de Vida) Equipamentos culturais e de lazer, Condições dos serviços de saúde, Segurança pessoal, Qualidade da habitação, Equipamentos educacionais, Atratividade turística, Coesão social.
  • 30.
    CIDADES INTELIGENTES RESULTADOS ESPERADOS  Formulação de uma Metodologia adaptada às nossas condições  Contribuição e Difusão do conceito de Laboratórios Vivos  Inserção da UECE nas comunidades locais  Disseminação do Modelo em nível mundial (Inserção da UECE no contexto nacional e internacional)  Produção Científica dos pesquisadores e alunos  Contribuição com as esferas governamentais com modelos de elaboração de projetos para a melhoria das cidades (Formulação de Editais adequados etc)
  • 31.
    FELIZ - CIDADES O olhar do cidadão!
  • 32.
    FELIZ - CIDADES INDICADORES DO FIB “trate teu vizinho como a ti mesmo”
  • 33.
    FELIZ - CIDADES INDICADORESDO FIB: LIBERDADE Na Dinamarca eles se importam uns com os outros, e eles estabeleceram seus programas públicos e suas vidas privadas para mostrar essa relação entre si. De modo que isso passa a ser um apoio extremamente importante para o bem-estar. John Helliwell
  • 34.
    FELIZ - CIDADES INDICADORES DO FIB A felicidade é, de fato, mais relacional do que relativa, porque a qualidade e a profundidade do relacionamento com os outros influencia a nossa felicidade muito mais do que a possessão de uma mercadoria. Jigmi Thinley (2009)
  • 35.
    FELIZ - CIDADES INDICADORES DO FIB A busca do FIB significa empreender para criar uma sociedade ou nação na qual a facilitação da progressiva felicidade coletiva seja a meta da governança. Jigmi Thinley (2009)
  • 36.
    FELIZ - CIDADES Àmedida que as nossas redes sociais se transformam de pequenos assentamentos rurais para um estilo de vida mais urbano, existe um óbvio deslocamento e uma fragmentação da vida social e comunitária – bem como dos valores que sustentam a vitalidade comunitária. Jigmi Thinley (2009)
  • 37.
    FELIZ - CIDADES Asredes sociais formadas pela Tecnologias da Informação e Comunicação podem ser, nas cidades, o sustentáculo dos valores que dão a vitalidade comunitária.
  • 38.
    FELIZ - CIDADES GESTÃO RELACIONAL  Importância de uma nova forma de governo nas cidades;  Importância do crescimento dos níveis de cidadania pela participação na governança das cidades;  Importância do bem comum e da felicidade geral da comunidade
  • 39.
    FELICIDADES!  hermanocarvalho@terra.com.br  hermano.carvalho@uece.br