Novo Paradigma dos Serviços Públicos Paulo Sérgio de Moura Bastos [email_address]
Competitividade Brasileira ?
Algumas reflexões sobre o momento atual da humanidade. Problemas Urbanos:
Algumas reflexões sobre o momento atual da humanidade. Flagelos Sociais:
Algumas reflexões sobre o momento atual da humanidade. Problemas Trabalhistas e Econômicos:
Algumas reflexões sobre o momento atual da humanidade. Problemas Comportamentais:
Algumas reflexões sobre o momento atual da humanidade. Problemas Ambientais:
Algumas reflexões sobre o momento atual da humanidade. Problemas Políticos e Culturais:
Necessidades Crescentes por Serviços Públicos. Saúde:
Necessidades Crescentes por Serviços Públicos. Transportes:
Necessidades Crescentes por Serviços Públicos. Saneamento Básico e infra-estrutura:
Necessidades Crescentes por Serviços Públicos. Educação e Cultura:
Forças Transformadoras: Alguns destaques:
Forças Transformadoras: Alguns destaques:
Forças Transformadoras: Alguns destaques:
Forças Transformadoras: Alguns destaques:
PARTICIPAÇÃO SOCIAL: Níveis de participação: Escala participativa dos indivíduos Sherry R. Arnstein (1969) Controle do cidadão 8 Delegação de poder 7 Níveis de poder do cidadão Parceria 6 Pacificação 5 Consulta 4 Níveis de concessão mínima de poder Informação 3 Terapia 2 Não-participação Manipulação 1 Dimensões Participativas Tipologia Gr
NOVO PARADIGMA DO SERVI Ç O PUBLICO
Momentos dos Serviços Públicos: O Velho Serviço Público. O Gerencialismo. O Novo Serviço Público  (Co-produção do bem público).
1. O Velho Serviço Público:
1. O Velho Serviço Público: O chefe executivo seria mais bem sucedido se  atuasse pela estrutura organizacional caracterizada pela unidade de comando, autoridade hierárquica e uma estrita divisão do trabalho.  O trabalho do executivo público era determinar a melhor divisão do trabalho e então desenvolver os apropriados métodos de coordenação e controle.  A eficiência era o ponto de valor aceito por todos, escritores e práticos.
2. O Gerencialismo:
2. O Gerencialismo: É um grupo de idéias e práticas contemporâneas que buscam usar a abordagem dos negócios do setor privado no setor público.  O “Novo Gerenciamento Público” se tornou um modelo normativo, sinalizando uma profunda mudança em como nós pensamos sobre os administradores públicos, a natureza de sua profissão e como e porquê nós fazemos o que fazemos. A aplicação destas idéias tem sido o uso de mecanismos e tecnologias de mercado, onde o relacionamento entre as agências públicas e seus clientes é entendido similarmente ao que ocorre em mercado.  As reformas substituem a tradicional regra baseada em autoridade e processos conduzidos pelas de mercado, competição e táticas.  Neste novo modelo, os gestores públicos são desafiados tanto para encontrar formas inovadoras de alcançar resultados quanto privatizar funções outrora oferecidas pelo governo.
3. O Novo Serviço Público:
3. O Novo Serviço Público:
3. O Novo Serviço Público:
3. O Novo Serviço Público: “Novo Serviço Público” é visto como um conjunto de idéias sobre a Administração Pública no governo, que toma lugar no serviço público, no governo democrático e tendo o engajamento cívico também em seu centro.
Alguns Conceitos Co-produção Concepção emergente no processo de prestação de serviços, o qual prevê o envolvimento direto dos cidadãos na formação e oferecimento dos serviços municipais através de agentes profissionais.   Manifestação daqueles que definem a cidade, os cidadãos locais (comunidade local).  Governo Auto-serviço Constitui uma redefinição dos padrões tradicionais de prestação de serviço .
Na década passada, testemunhamos o crescimento das pressões sobre os governos urbanos, no sentido de proporcionar mais e melhor qualidade dos serviços, enquanto simultaneamente precisava m  manter  ou reduzir custos.
Entretanto, autoridades governamentais locais precisam assumir um delicado equilíbrio entre as capacidades fiscais da cidade e as expectativas por serviços à comunidade.
Algumas Soluções Drásticas  Tomadas por Muitas Municipalidades Eliminação de certos tipos de serviços; Amplos cortes em programas de gerenciamento. Au mento das taxas existentes ;
Estudiosos, Acadêmicos e Autoridades Municipais Identificaram Outra Alternativa: MAIS SERVIÇOS MENOS CUSTO Co-produção dos Serviços Públicos
  Suplementação dos trabalhos, aumento da qualidade e eficiência dos serviços municipais. Co-produção dos Serviços Públicos   Serviços  direcionados aos moradores  urbanos + Trabalhos  dos servidores  públicos =
Produtores Regulares Consumidores Retroalimentação Modelo  Tradicional  de Prestação de Serviços
Modelo de Co-produção de Prestação de Serviços A mistura  crí tica, o est á gio no qual os produtores regulares e consumidores se interseccionam. Co-produção Consumidores Produtores Regulares
Co-produção pode ser entendida como  o envolvimento ativo do público em geral ( tanto dos cidadãos como de autoridades governamentais )  e, especialmente,   por aqueles que são os   beneficiários diretos dos serviços”.
Participação x Responsabilidade  Desta forma, os cidadãos podem tornar-se mais aptos ao conhecimento de conteúdos, custos e das limitações dos serviços municipais e de suas responsabilidades conjuntas com os agentes de serviço. Autores argumentam que o modelo de co-produção não implica numa resposta mecânica ao público por parte das autoridades às demandas dos cidadãos, mas a boa vontade das autoridades para trabalhar com os moradores para desenvolver suas capacidades enquanto potenciais prestadores de serviços.
Co-produção Negativa x Positiva   Co-produção “negativa” consiste nas atividades dos cidadãos que têm impactos em detrimento nas condições da comunidade, como: vandalismo, emporcalhamento, gangues de jovens e afins; afetando os custos e a qualidade dos serviços de modo negativo,. Co-produção “positiva” consiste nas ações cidadãs que aumentam a qualidade dos serviços.  Políticas podem adotar procedimentos para atenuar os efeitos dos comportamentos reprováveis, através de organização de programas de co-produção positiva, por exemplo, prevenir o vandalismo ou manter vigilância informal em certas áreas.
Cooperação x Aceitação Cooperação é voluntária, é um exercício de consciência.  Na aceitação não há questionamento sobre a obediência às leis. Esta escolha, muitas vezes é involuntária, pelo fato dos cidadãos estarem sujeitos a sofrer sanções por suas recusas.
A co-produção envolve voluntarismo, ação cooperativa na prestação de serviços.
Co-produção é uma concepção emergente no processo de prestação de serviços,  que  prevê o envolvimento direto dos cidadãos na formação e oferecimento dos serviços municipais através de agentes profissionais. Requer Participação e o Empoderamento dos cidadãos, liberdade e criatividade de construção normativa, bem como flexibilidade adaptativa, administrativa e tecnológica. Requer o resgate dos indivíduos para a sua condição mais reflexiva, crítica, racional e sócio-política. É o exercício pleno das liberdades  e garantias individuais, grupais e coletivas, preconizadas em nossa Lei Maior de 88, nas quais os grupos têm condições de exercerem sua condição humana, com a construção social tendo o homem como centro decisório e não necessariamente o paradigma de mercado, sobre o qual se assentam inúmeras políticas públicas.
À Reflexão de Todos !!! Muito Obrigado Paulo Sérgio de Moura Bastos [email_address]

Novo paradigma dos serviços públicos

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    Novo Paradigma dosServiços Públicos Paulo Sérgio de Moura Bastos [email_address]
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    Algumas reflexões sobreo momento atual da humanidade. Problemas Urbanos:
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    Algumas reflexões sobreo momento atual da humanidade. Flagelos Sociais:
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    Algumas reflexões sobreo momento atual da humanidade. Problemas Trabalhistas e Econômicos:
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    Algumas reflexões sobreo momento atual da humanidade. Problemas Comportamentais:
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    Algumas reflexões sobreo momento atual da humanidade. Problemas Políticos e Culturais:
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    Necessidades Crescentes porServiços Públicos. Saúde:
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    Necessidades Crescentes porServiços Públicos. Transportes:
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    Necessidades Crescentes porServiços Públicos. Saneamento Básico e infra-estrutura:
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    Necessidades Crescentes porServiços Públicos. Educação e Cultura:
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    PARTICIPAÇÃO SOCIAL: Níveisde participação: Escala participativa dos indivíduos Sherry R. Arnstein (1969) Controle do cidadão 8 Delegação de poder 7 Níveis de poder do cidadão Parceria 6 Pacificação 5 Consulta 4 Níveis de concessão mínima de poder Informação 3 Terapia 2 Não-participação Manipulação 1 Dimensões Participativas Tipologia Gr
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    NOVO PARADIGMA DOSERVI Ç O PUBLICO
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    Momentos dos ServiçosPúblicos: O Velho Serviço Público. O Gerencialismo. O Novo Serviço Público (Co-produção do bem público).
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    1. O VelhoServiço Público:
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    1. O VelhoServiço Público: O chefe executivo seria mais bem sucedido se atuasse pela estrutura organizacional caracterizada pela unidade de comando, autoridade hierárquica e uma estrita divisão do trabalho. O trabalho do executivo público era determinar a melhor divisão do trabalho e então desenvolver os apropriados métodos de coordenação e controle. A eficiência era o ponto de valor aceito por todos, escritores e práticos.
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    2. O Gerencialismo:É um grupo de idéias e práticas contemporâneas que buscam usar a abordagem dos negócios do setor privado no setor público. O “Novo Gerenciamento Público” se tornou um modelo normativo, sinalizando uma profunda mudança em como nós pensamos sobre os administradores públicos, a natureza de sua profissão e como e porquê nós fazemos o que fazemos. A aplicação destas idéias tem sido o uso de mecanismos e tecnologias de mercado, onde o relacionamento entre as agências públicas e seus clientes é entendido similarmente ao que ocorre em mercado. As reformas substituem a tradicional regra baseada em autoridade e processos conduzidos pelas de mercado, competição e táticas. Neste novo modelo, os gestores públicos são desafiados tanto para encontrar formas inovadoras de alcançar resultados quanto privatizar funções outrora oferecidas pelo governo.
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    Alguns Conceitos Co-produçãoConcepção emergente no processo de prestação de serviços, o qual prevê o envolvimento direto dos cidadãos na formação e oferecimento dos serviços municipais através de agentes profissionais. Manifestação daqueles que definem a cidade, os cidadãos locais (comunidade local). Governo Auto-serviço Constitui uma redefinição dos padrões tradicionais de prestação de serviço .
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    Na década passada,testemunhamos o crescimento das pressões sobre os governos urbanos, no sentido de proporcionar mais e melhor qualidade dos serviços, enquanto simultaneamente precisava m manter ou reduzir custos.
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    Entretanto, autoridades governamentaislocais precisam assumir um delicado equilíbrio entre as capacidades fiscais da cidade e as expectativas por serviços à comunidade.
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    Algumas Soluções Drásticas Tomadas por Muitas Municipalidades Eliminação de certos tipos de serviços; Amplos cortes em programas de gerenciamento. Au mento das taxas existentes ;
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    Estudiosos, Acadêmicos eAutoridades Municipais Identificaram Outra Alternativa: MAIS SERVIÇOS MENOS CUSTO Co-produção dos Serviços Públicos
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    Suplementaçãodos trabalhos, aumento da qualidade e eficiência dos serviços municipais. Co-produção dos Serviços Públicos Serviços direcionados aos moradores urbanos + Trabalhos dos servidores públicos =
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    Produtores Regulares ConsumidoresRetroalimentação Modelo Tradicional de Prestação de Serviços
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    Modelo de Co-produçãode Prestação de Serviços A mistura crí tica, o est á gio no qual os produtores regulares e consumidores se interseccionam. Co-produção Consumidores Produtores Regulares
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    Co-produção pode serentendida como o envolvimento ativo do público em geral ( tanto dos cidadãos como de autoridades governamentais ) e, especialmente, por aqueles que são os beneficiários diretos dos serviços”.
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    Participação x Responsabilidade Desta forma, os cidadãos podem tornar-se mais aptos ao conhecimento de conteúdos, custos e das limitações dos serviços municipais e de suas responsabilidades conjuntas com os agentes de serviço. Autores argumentam que o modelo de co-produção não implica numa resposta mecânica ao público por parte das autoridades às demandas dos cidadãos, mas a boa vontade das autoridades para trabalhar com os moradores para desenvolver suas capacidades enquanto potenciais prestadores de serviços.
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    Co-produção Negativa xPositiva Co-produção “negativa” consiste nas atividades dos cidadãos que têm impactos em detrimento nas condições da comunidade, como: vandalismo, emporcalhamento, gangues de jovens e afins; afetando os custos e a qualidade dos serviços de modo negativo,. Co-produção “positiva” consiste nas ações cidadãs que aumentam a qualidade dos serviços. Políticas podem adotar procedimentos para atenuar os efeitos dos comportamentos reprováveis, através de organização de programas de co-produção positiva, por exemplo, prevenir o vandalismo ou manter vigilância informal em certas áreas.
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    Cooperação x AceitaçãoCooperação é voluntária, é um exercício de consciência. Na aceitação não há questionamento sobre a obediência às leis. Esta escolha, muitas vezes é involuntária, pelo fato dos cidadãos estarem sujeitos a sofrer sanções por suas recusas.
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    A co-produção envolvevoluntarismo, ação cooperativa na prestação de serviços.
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    Co-produção é umaconcepção emergente no processo de prestação de serviços, que prevê o envolvimento direto dos cidadãos na formação e oferecimento dos serviços municipais através de agentes profissionais. Requer Participação e o Empoderamento dos cidadãos, liberdade e criatividade de construção normativa, bem como flexibilidade adaptativa, administrativa e tecnológica. Requer o resgate dos indivíduos para a sua condição mais reflexiva, crítica, racional e sócio-política. É o exercício pleno das liberdades e garantias individuais, grupais e coletivas, preconizadas em nossa Lei Maior de 88, nas quais os grupos têm condições de exercerem sua condição humana, com a construção social tendo o homem como centro decisório e não necessariamente o paradigma de mercado, sobre o qual se assentam inúmeras políticas públicas.
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    À Reflexão deTodos !!! Muito Obrigado Paulo Sérgio de Moura Bastos [email_address]