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                                     Cópia impressa pelo sistema CENWin em 18/03/2002



                                                                                        DEZ 2000   NBR 14626
                                       Equipamento de proteção individual -
                                       Trava-queda guiado em linha flexível -
ABNT - Associação
                                       Especificação e métodos de ensaio
Brasileira de
Normas Técnicas
Sede:
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Fax: (21) 220-1762/220-6436
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www.abnt.org.br                        Origem: Projeto 32:004.01-001:2000
                                       ABNT/CB-32 - Comitê Brasileiro de Equipamentos de Proteção Individual
                                       CE-32:004.01 - Comissão de Estudo de Trava-queda
                                       NBR 14626 - Personal protective equipment - Against falls from a height -
                                       Specification and test methods
                                       Descriptors: EPI. Fall arrester
Copyright © 2000,
                                       Esta Norma foi baseada na EN 353.2:1992
ABNT–Associação Brasileira de          Válida a partir de 29.01.2001
Normas Técnicas
Printed in Brazil/
Impresso no Brasil                     Palavras-chave: EPI. Trava-queda                                    1 página
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    Esta Errata nº 1 de MAR 2002 tem por objetivo corrigir a NBR 14626:2000 no seguinte:

        - Em 3.3:

             - onde se lê: "...mecânica superior a 5 kN, destinado..."
             - leia-se:         "...mecânica superior a 15 kN, destinado..."

                                                             _________________
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                                                                NBR 14626         DEZ 2000

                                      Equipamento de proteção individual -
                                      Trava-queda guiado em linha flexível -
                                      Especificação e métodos de ensaio
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                                     NBR 14626 - Personal protective equipment - Against falls from a height -
                                     Specification and test methods
                                     Descriptors: EPI. Fall arrester
Copyright © 2000,                    Esta Norma foi baseada na EN 353.2:1992
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     Sumário
     Prefácio
     1 Objetivo
     2 Referências normativas
     3 Definições
     4 Requisitos
     5 Métodos de ensaio
     6 Marcação
     7 Instrução de uso

     Prefácio
     A ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo
     conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB) e dos Organismos de Normalização Setorial
     (ABNT/ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas
     fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).
     Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito dos ABNT/CB e ABNT/ONS, circulam para Consulta Pública entre
     os associados da ABNT e demais interessados.
     Esta Norma foi baseada na EN 353-2:1992.
     1 Objetivo

     Esta Norma especifica os requisitos, ensaios, marcação e instruções de uso dos trava-quedas guiados em linha de anco-
     ragem flexível.

     2 Referências normativas

     As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta
     Norma. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão,
     recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usarem as edições
     mais recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento.

            NBR 5426:1985 - Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributo

            NBR 11370:1990 - Cinturão, talabarte e corda de segurança - Especificação

            NBR 11371:1990 - Cinturão, talabarte e corda de segurança - Ensaios

            NBR 14629:2000 - Equipamento de proteção individual - Absorvedor de energia - Especificação e métodos de ensaio
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2                                                                                                         NBR 14626:2000


    3 Definições
    Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as seguintes definições:
    3.1 trava-queda guiado em linha flexível: Equipamento automático de travamento que se desloca numa linha de anco-
    ragem flexível, destinado a travar a movimentação do cinturão de segurança quando ocorrer uma queda.
    3.2 linha de ancoragem flexível: Cabo de aço ou corda de poliamida, poliéster ou material equivalente preso num ponto
    de ancoragem superior. Destina-se a servir para movimentação dos trava-quedas em linha flexível.
    3.3 ponto de ancoragem: Ponto com resistência mecânica superior a 5 kN, destinado a fixar cabos de segurança, linha de
    ancoragem ou trava-queda.
    3.4 força de frenagem: Máxima força (força de pico) medida no ponto ou linha de ancoragem durante o período de fre-
    nagem do ensaio de desempenho dinâmico.
    3.5 deslocamento de queda: Distância vertical percorrida pela massa de ensaio entre a posição inicial (início de queda
    livre) e a posição final (equilíbrio depois da queda).
    3.6 cinturão de segurança: Dispositivo posicionado, por meio de fivela, ao corpo do trabalhador, usado para sustentá-lo
    ou evitar sua queda, através de cordas ou talabartes presos com mosquetões às argolas a ele fixadas (NBR 11370 e
    NBR 11371).
    3.7 talabarte ou corda: Dispositivo, regulável ou não, para sustentar o trabalhador e limitar a sua queda (NBR 11370 e
    NBR 11371).
    3.8 absorvedor de energia: Dispositivo destinado a limitar o valor da força de frenagem no caso de uma queda.

    3.9 massa de ensaio: Cilindro metálico com massa de (100 ± 1) kg, olhal central ou lateral, conforme a figura 1.

                                                                                                   Dimensões em milímetros




                                                   Figura 1 - Massas de ensaio

    4 Requisitos

    4.1 Projeto e ergonomia

    O trava-queda deve oferecer proteção adequada, a fim de impedir riscos e transtornos nas condições de uso. Ele deve
    oferecer facilidade de posicionamento e ser tão leve quanto possível, sem prejudicar a resistência e a eficiência do
    equipamento.

    4.2 Materiais e construção

    4.2.1 A linha de ancoragem flexível pode ser de cabo de aço galvanizado com carga de ruptura de pelo menos 15 kN ou
    corda de poliamida, poliéster ou material equivalente com a carga de ruptura de pelo menos 20 kN.

    4.2.2 As linhas de ancoragem flexível devem ser presas num ponto de ancoragem superior e dotadas de um limitador de
    fim de curso, para impedir que o trava-queda saia pela extremidade inferior.

     4.2.3 O talabarte do trava-queda, pode ser de corrente, corda ou fita sintética. Seu comprimento pode ser, no máximo,
    igual ao usado no ensaio de desempenho dinâmico e não pode exceder 1,0 m, incluindo eventual absorvedor de energia
    (NBR 14629).

    4.2.4 Para conectar ou desconectar o trava-queda da linha de ancoragem flexível, deve haver pelo menos duas ações
    manuais deliberadas e consecutivas.

    4.3 Carga de ruptura

    No ensaio descrito em 5.2, a máxima força aplicada deve ser de 20 kN, se a linha de ancoragem for têxtil, ou de 15 kN, se
    for de cabo de aço.
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                        Cópia impressa pelo sistema CENWin em 18/03/2002                                                 3
NBR 14626:2000


  4.4 Resistência à corrosão
  As partes metálicas sujeitas à corrosão devem ser zincadas com espessura mínima da camada de 25 µm. O método para
  verificação do esquema de revestimento deve ser por meio magnético, medido por micrômetro.
  5 Métodos de ensaio
  5.1 Amostragem
  Nos ensaios de resistência estática, desempenho dinâmico e verificação da camada de zincagem, são adotados o nível es-
  pecial de inspeção S1 e NQA de 0,65, conforme a NBR 5426.
  5.2 Carga de ruptura da linha flexível
  Para execucão deste ensaio, deve-se proceder da maneira descrita a seguir:
  5.2.1 Instalar a amostra na linha flexível a ser submetida ao ensaio, de acordo com o esquema da figura 2.




  1.   ponto de ancoragem
  2.   instrumento de medição de força (dinamômetro)
  3.   conexão entre o dinamômetro e a linha de ancoragem flexível
  4.   linha de ancoragem flexível

                                                                 Figura 2

  5.2.2 Aplicar a força P progressivamente, de forma que o valor máximo seja obtido em 2 min e mantido neste valor durante
  3 min.
  5.2.3 A máxima força deve ser de 20 kN, se a linha de ancoragem for têxtil, ou de 15 kN, se for de cabo de aço.
  5.2.4 Rejeitar o lote se a amostra retirada deste lote não satisfizer os requisitos deste ensaio.
  5.3 Desempenho dinâmico do trava-queda
  Para execução deste ensaio, deve-se proceder da maneira descrita a seguir.
  5.3.1 Instalar o equipamento a ser submetido ao ensaio, de acordo com o esquema da figura 3.




  1. ponto de ancoragem
  2. instrumento de medição de força (dinamômetro)
  3. conexão entre o dinamômetro e a linha de ancoragem flexível
  4. linha de ancoragem flexível
  5. trava-queda posicionado no máximo a 300 mm do conector
  6. massa de ensaio de 100 kg
                                                                 Figura 3
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4                                                                                                          NBR 14626:2000


    5.3.2 Posicionar o aparelho a 300 mm, no máximo, do conector.
    5.3.3 Prender a massa de ensaio de 100 kg ao trava-queda através de conectores.

    5.3.4 Levantar a massa de ensaio acima do trava-queda tanto quanto o talabarte e os conectores o permitirem e no
    máximo a 300 mm, horizontalmente, do topo da linha de ancoragem. Manter a massa de ensaio por meio de dispositivo de
    soltura rápida.
    5.3.5 Deixar a massa de ensaio cair e medir a força de frenagem. Depois da queda, estando a massa de ensaio em re-
    pouso, medir o deslocamento de queda H.
    5.3.6 A força de frenagem não deve exceder 6 kN e o deslocamento da queda (H) não deve exceder 3 m.

    5.3.7 Rejeitar o lote se a amostragem retirada deste lote não satisfizer os requisitos deste ensaio.

    5.3.8 Após a realização dos ensaios (carga de ruptura e dinâmico), os equipamentos utilizados devem ser destruídos.
    6 Marcação

    O trava-queda guiado em linha flexível deve ser marcado de forma indelével com o nome do fabricante nacional ou im-
    portador e número do Certificado de Aprovação (CA) do Ministério do Trabalho.
    7 Instrução de uso
    A instrução de uso do trava-queda guiado em linha flexível deve conter:

       a) nome do fabricante e o número do Certificado de Aprovação (CA) do Ministério do Trabalho;

       b) tipo e comprimento máximo do talabarte ou corda que pode ser usado;

       c) orientação sobre inspeção antes do uso, inspeção períodica, manutenção, limpeza, armazenagem e fatores de des-
       carte;
       d) advertência sobre os produtos químicos que possam danificar o equipamento.



                                                         ________________