DR CARLOS ANDRADE R2 DENIS CABRAL DUARTE DEZEMBRO 2009
“ Manter um membro, ou apenas um segmento de um membro, estável, em repouso, e em posição correta.”
Tratamento de Emergência Tratamento Definitivo Reabilitação
Tipóia:  usada para imobilização de descanso de membro superior. Colar:  usado para imobilização da coluna cervical.
Apoio:  imobilização de apoio e estabilização para o membro acometido. Tração:  diminui a dor do traumatizado.
 
 
Imobilizar uma fratura já reduzida. Imobilizar segmento corpóreo com traumatismo, mesmo sem fratura. Imobilizar segmento osteoarticular com processo infeccioso. Imobilizar mantendo correção de deformidades. Imobilizar uma região operada.
Goteiras (ou Calhas) Gessadas  – devem recobrir ¾ da circunferência do membro. Aparelhos Gessados  – devem recobrir a totalidade da circunferência do membro.
Goteira Antebraquiopalmar Destina-se à imobilização do terço distal do antebraço e do punho, indicada nas contusões e torções do punho. Goteira Axilopalmar Destina-se à imobilização de todo o cotovelo, antebraço e punho, em fraturas do antebraço, cotovelo e úmero distal.
 
Goteira Suropodálica Destina-se à imobilização do pé, do tornozelo e do terço distal da perna. Aplicada em fraturas dos ossos do pé e do tornozelo; nas distensões e contusões do tornozelo.
Tala Inguinopodálica Destina-se à imobilização provisória do membro inferior; indicada nas fraturas dos ossos da perna e patela.
 
 
 
 
FIXAÇÃO INTERNA  (PLACAS,PARAFUSOS,HASTES, CERCLAGEM , FIOS DE KIRSCHNER) FIXAÇÃO EXTERNA ( FIXADORES EXTERNOS,ILIZAROV)
Material desenvolvido nas decadas de 60/70 Uteis especialmente para fraturas articulares ou fraturas de diafise muito complicada  Estabelecer o retorno precoce da função, inclusive para idosos e atletas.
Restabelecer o comprimento e rotação osséa Obter alinhamento ósseo Restaurar a superficie articular
 
 
 
 
 
É mais adequada para fratura do terço central da tíbia e fêmur Suporta mais carga do que a placa Sustentação do peso corpóreo mais rápido do que qualquer outro meio de fixação
 
Fios finos e flexíveis Usados para estabilizar ossos fragmentados Podem ser introduzidos dentro da estrutura óssea, como via percutânea Podem ser usados também como tratamento definitivo das lesões
 
Objetivos: Estabilização da fratura; Preparação para o tratamento definitivo Tratamento definitivo Tratamento provisório Tratamento da infecção Alívio da dor e cuidado com o ferimento Reabilitação precoce
 
Objetivos; Remodelamento ósseo Alongamento ósseo Correção de fratura Correção de deformidades óssea

Métodos de Estabilização de Fraturas 2

  • 1.
    DR CARLOS ANDRADER2 DENIS CABRAL DUARTE DEZEMBRO 2009
  • 2.
    “ Manter ummembro, ou apenas um segmento de um membro, estável, em repouso, e em posição correta.”
  • 3.
    Tratamento de EmergênciaTratamento Definitivo Reabilitação
  • 4.
    Tipóia: usadapara imobilização de descanso de membro superior. Colar: usado para imobilização da coluna cervical.
  • 5.
    Apoio: imobilizaçãode apoio e estabilização para o membro acometido. Tração: diminui a dor do traumatizado.
  • 6.
  • 7.
  • 8.
    Imobilizar uma fraturajá reduzida. Imobilizar segmento corpóreo com traumatismo, mesmo sem fratura. Imobilizar segmento osteoarticular com processo infeccioso. Imobilizar mantendo correção de deformidades. Imobilizar uma região operada.
  • 9.
    Goteiras (ou Calhas)Gessadas – devem recobrir ¾ da circunferência do membro. Aparelhos Gessados – devem recobrir a totalidade da circunferência do membro.
  • 10.
    Goteira Antebraquiopalmar Destina-seà imobilização do terço distal do antebraço e do punho, indicada nas contusões e torções do punho. Goteira Axilopalmar Destina-se à imobilização de todo o cotovelo, antebraço e punho, em fraturas do antebraço, cotovelo e úmero distal.
  • 11.
  • 12.
    Goteira Suropodálica Destina-seà imobilização do pé, do tornozelo e do terço distal da perna. Aplicada em fraturas dos ossos do pé e do tornozelo; nas distensões e contusões do tornozelo.
  • 13.
    Tala Inguinopodálica Destina-seà imobilização provisória do membro inferior; indicada nas fraturas dos ossos da perna e patela.
  • 14.
  • 15.
  • 16.
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    FIXAÇÃO INTERNA (PLACAS,PARAFUSOS,HASTES, CERCLAGEM , FIOS DE KIRSCHNER) FIXAÇÃO EXTERNA ( FIXADORES EXTERNOS,ILIZAROV)
  • 19.
    Material desenvolvido nasdecadas de 60/70 Uteis especialmente para fraturas articulares ou fraturas de diafise muito complicada Estabelecer o retorno precoce da função, inclusive para idosos e atletas.
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    Restabelecer o comprimentoe rotação osséa Obter alinhamento ósseo Restaurar a superficie articular
  • 21.
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    É mais adequadapara fratura do terço central da tíbia e fêmur Suporta mais carga do que a placa Sustentação do peso corpóreo mais rápido do que qualquer outro meio de fixação
  • 27.
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    Fios finos eflexíveis Usados para estabilizar ossos fragmentados Podem ser introduzidos dentro da estrutura óssea, como via percutânea Podem ser usados também como tratamento definitivo das lesões
  • 29.
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    Objetivos: Estabilização dafratura; Preparação para o tratamento definitivo Tratamento definitivo Tratamento provisório Tratamento da infecção Alívio da dor e cuidado com o ferimento Reabilitação precoce
  • 31.
  • 32.
    Objetivos; Remodelamento ósseoAlongamento ósseo Correção de fratura Correção de deformidades óssea