Auto-avaliação   das Bibliotecas  do Agrupamento de Escolas de Mira Porquê? Para quê? Workshop  Formativo
Sumário: As Bibliotecas são o coração do nosso Agrupamento. É verdade?  Porquê a Auto-avaliação? Vem aí o papão?  É pertinente a aplicação de um  Modelo de Auto-avaliação  nas Bibliotecas Escolares do nosso Agrupamento? Que conceitos estão implicados? Como se organiza e estrutura este modelo? Como se vai aplicar à nossa realidade? De que forma o Agrupamento vai participar?
As Bibliotecas são o coração do nosso Agrupamento. É verdade? Sim, porque a sua acção, articulada com o trabalho docente, permite aos  alunos :  alcançar níveis mais altos de conhecimento, leitura e aprendizagem.  desenvolver estratégias de solução de problemas.  tornarem-se utilizadores efectivos da informação em todos os suportes e meios de comunicação.   ter impacto no seu sucesso educativo.  Lance(2001)cit. in Todd  “ School librarian as teachers: learning outcomes and evidence-based practice ”.
Porquê a Auto-avaliação? Vem aí o papão?   A Auto-avaliação, neste contexto, é benéfica!   Permite aferir não a eficiência, mas a eficácia dos serviços da Biblioteca, ou seja, os resultados que produziram.  Verifica o impacto que o seu funcionamento teve nas atitudes, valores e conhecimento dos utilizadores. Analisa a realidade, põe a tónica no que desejamos e na formulação de um plano para o atingir.  Eisenberg   e  Miller   (2002)
É pertinente a existência de um  Modelo de Auto-avaliação  nas Bibliotecas Escolares do nosso Agrupamento?   Sim, porque: Este modelo foi padronizado pela realidade portuguesa. Constitui um instrumento pedagógico, de melhoria contínua. Desenvolve uma abordagem essencialmente qualitativa, orientada para uma análise dos processos e dos resultados. Tem uma perspectiva formativa, permitindo identificar as áreas de sucesso e aquelas que, por apresentarem resultados menores, requerem maior investimento, determinando, nalguns casos, uma inflexão das práticas.
Que conceitos estão implicados? Valor Valorizam-se a experiência e benefícios que se retiram das acções. Pedagogia e regulação Procura-se,  continuamente,  a melhoria. Construtivismo Nós construímos o nosso conhecimento Flexibilidade O modelo adapta-se a cada Escola e Biblioteca.
Que conceitos estão implicados? Desenvolvimento  organizacional Buscamos a eficácia dos serviços.  Inquirição contínua Interrogamos o conhecimento que temos das coisas. Prática baseada em evidências Avaliamos o impacto que a B.E. tem na escola e na aprendizagem dos alunos. Aprendizagem  ao longo da vida Nós mudamos com as mudanças.
Como se organiza e estrutura este modelo? A - Apoio ao Desenvolvimento Curricular. A.1. Articulação Curricular da BE com as estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica e os docentes. A.2. Promoção das literacias da informação, tecnológica e digital. B – Leitura e literacias. C –Projectos, Parcerias e Actividades Livres e de Abertura à Comunidade : C.1. Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular. C.2. Projectos e parcerias. D – Gestão da Biblioteca Escolar. D.1. Articulação da BE com a Escola/Agrupamento. Acesso e serviços prestados pela BE. D.2. Condições humanas e materiais para a prestação dos serviços. D.3. Gestão da colecção/da informação.
Indicadores temáticos Apresentam exemplos de situações, ocorrências e acções que operacionalizam o respectivo indicador. Factores Críticos de sucesso Apontam as zonas nucleares de intervenção em cada domínio. Indicadores Dão sugestões de acções a implementar para melhoria do desempenho da BE num campo específico.  Dão exemplos para possíveis instrumentos de recolha de evidências   para o indicador apresentado. Acções para melhoria Evidências
A BE começou a desenvolver trabalho neste domínio, sendo necessário melhorar o desempenho para que o seu impacto seja mais efectivo. 2 A BE desenvolve um trabalho de qualidade neste domínio mas ainda é possível melhorar alguns aspectos. 3 A BE é bastante forte neste domínio. O trabalho desenvolvido é de grande qualidade e com um impacto bastante positivo. 4 Descrição Nível A BE desenvolve pouco ou nenhum trabalho neste domínio, o seu impacto é bastante reduzido, sendo necessário intervir com urgência. 1 Perfis de desempenho
Funcionalidade do modelo Anualmente, a B.E.: Selecciona o domínio em que vai incidir a sua Auto-avaliação.  Aplica instrumentos de avaliação.  Recolhe evidências.   Regista a auto-avaliação no relatório final.  Analisa os pontos fracos e fortes detectados. Divulga os resultados junto dos Órgãos de Gestão Escolar.  Elabora um plano de intervenção com as acções consideradas necessárias para a melhoria da BE.
Como se vai aplicar este modelo à nossa realidade? A “tenra” idade do nosso Agrupamento – 1 ano. Ausência de “alma” colectiva.  Tamanho do Agrupamento.  Organização centralizada. A não inclusão das B.E. nas prioridades de gestão. A falta de verba para actualização dos recursos multimédia.  O tempo gasto com o relatar em detrimento do fazer. Confundir a avaliação da B.E. com a avaliação da sua equipa. Constrangimentos
Implementar actividades nos domínios contemplados neste modelo. Articular, planificar e realizar acções, de parceria com Departamentos, Docentes, Alunos e restante Comunidade Educativa. Partilhar os recursos do Agrupamento. Articular, continuamente, o trabalho das duas Professoras Bibliotecárias. Aplicar o modelo de Auto-avaliação. Diagnosticar pontos fracos e definir uma estratégia de melhoramento. Visualizar prioridades. Recolher evidências e justificar, em Conselho Pedagógico e em Conselho Geral, a importância das B.E. na promoção da aprendizagem.   Oportunidades
De que forma o Agrupamento vai participar? Fazendo da B.E. um local de referência para acções e aprendizagens. Planificando com as Professoras Bibliotecárias actividades curriculares. Reunindo, sempre que necessário. Preenchendo inquéritos, questionários e grelhas de observação. Observando o impacto das actividades realizadas na B.E. nas aprendizagens dos alunos.  * Criticando o trabalho desenvolvido. Mencionando, em actas e relatórios, o papel da B.E. na consecução de actividades. * Todd (2008)  The Evidence-Based Manifesto for School Librarians O Agrupamento participa:
Recolhendo, sistematicamente, dados. Definindo acções, fundamentadas nos dados recolhidos. Integrando a B.E. nas práticas educativas. Gerindo a B.E. segundo os parâmetros explicitados no modelo.  Observando as evidências resultantes do trabalho quotidiano da B.E.  ( Evidence for practice)   * Observando as evidências implícitas no desenrolar das actividades ( identificando problemas de aprendizagem subjacentes e necessidades -  Evidence in practice)*  . Observando o que realmente mudou na aprendizagem dos alunos.  ( Evidence  of practice )* * Todd (2008)  The Evidence-Based Manifesto for School Librarians A B. E. participa
Workshop Seleccione um dos domínios deste  Modelo de Avaliação . Elabore uma proposta de colaboração com a B.E. no domínio escolhido. Elabore um questionário de avaliação da colaboração desenvolvida, aferindo: A articulação curricular; A colaboração da equipa da B.E. na realização da actividade; O impacto da acção na aprendizagem dos alunos. Bom trabalho!
BIBLIOGRAFIA:   Eisenberg, Michael; Miller, Danielle (2002)  This Man Wants to Change Your Job .   < http:// www.schoollibraryjournal.com / article /CA240047.html >[07/11/2009] Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares.  Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares  (2008).  http://www.rbe.min-edu.pt/np4/np4/31.html  [07/11/09]  Texto da Sessão. Disponível em http://forumbiblitecas.rbe.min-edu.pt  Todd, Ross (2008)  “ The Evidence-Based Manifesto for School Librarians” .  School Library Journal.  [07/11/09]  < http://www.schoollibraryjournal.com/article/CA6545434.html >  [07/11/2009]. Todd, Ross (2002)  “School librarian as teachers: learning outcomes and evidence-based practice”. 68th IFLA Council and General Conference August. < http://www.ifla.org/IV/ifla68/papers/084-119e.pdf >  [07/11/2009].

Modelo Auto Avaliação - Workshop Formativo

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    Auto-avaliação das Bibliotecas do Agrupamento de Escolas de Mira Porquê? Para quê? Workshop Formativo
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    Sumário: As Bibliotecassão o coração do nosso Agrupamento. É verdade? Porquê a Auto-avaliação? Vem aí o papão? É pertinente a aplicação de um Modelo de Auto-avaliação nas Bibliotecas Escolares do nosso Agrupamento? Que conceitos estão implicados? Como se organiza e estrutura este modelo? Como se vai aplicar à nossa realidade? De que forma o Agrupamento vai participar?
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    As Bibliotecas sãoo coração do nosso Agrupamento. É verdade? Sim, porque a sua acção, articulada com o trabalho docente, permite aos alunos : alcançar níveis mais altos de conhecimento, leitura e aprendizagem. desenvolver estratégias de solução de problemas. tornarem-se utilizadores efectivos da informação em todos os suportes e meios de comunicação. ter impacto no seu sucesso educativo. Lance(2001)cit. in Todd “ School librarian as teachers: learning outcomes and evidence-based practice ”.
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    Porquê a Auto-avaliação?Vem aí o papão? A Auto-avaliação, neste contexto, é benéfica! Permite aferir não a eficiência, mas a eficácia dos serviços da Biblioteca, ou seja, os resultados que produziram. Verifica o impacto que o seu funcionamento teve nas atitudes, valores e conhecimento dos utilizadores. Analisa a realidade, põe a tónica no que desejamos e na formulação de um plano para o atingir. Eisenberg e Miller (2002)
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    É pertinente aexistência de um Modelo de Auto-avaliação nas Bibliotecas Escolares do nosso Agrupamento? Sim, porque: Este modelo foi padronizado pela realidade portuguesa. Constitui um instrumento pedagógico, de melhoria contínua. Desenvolve uma abordagem essencialmente qualitativa, orientada para uma análise dos processos e dos resultados. Tem uma perspectiva formativa, permitindo identificar as áreas de sucesso e aquelas que, por apresentarem resultados menores, requerem maior investimento, determinando, nalguns casos, uma inflexão das práticas.
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    Que conceitos estãoimplicados? Valor Valorizam-se a experiência e benefícios que se retiram das acções. Pedagogia e regulação Procura-se, continuamente, a melhoria. Construtivismo Nós construímos o nosso conhecimento Flexibilidade O modelo adapta-se a cada Escola e Biblioteca.
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    Que conceitos estãoimplicados? Desenvolvimento organizacional Buscamos a eficácia dos serviços. Inquirição contínua Interrogamos o conhecimento que temos das coisas. Prática baseada em evidências Avaliamos o impacto que a B.E. tem na escola e na aprendizagem dos alunos. Aprendizagem ao longo da vida Nós mudamos com as mudanças.
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    Como se organizae estrutura este modelo? A - Apoio ao Desenvolvimento Curricular. A.1. Articulação Curricular da BE com as estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica e os docentes. A.2. Promoção das literacias da informação, tecnológica e digital. B – Leitura e literacias. C –Projectos, Parcerias e Actividades Livres e de Abertura à Comunidade : C.1. Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular. C.2. Projectos e parcerias. D – Gestão da Biblioteca Escolar. D.1. Articulação da BE com a Escola/Agrupamento. Acesso e serviços prestados pela BE. D.2. Condições humanas e materiais para a prestação dos serviços. D.3. Gestão da colecção/da informação.
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    Indicadores temáticos Apresentamexemplos de situações, ocorrências e acções que operacionalizam o respectivo indicador. Factores Críticos de sucesso Apontam as zonas nucleares de intervenção em cada domínio. Indicadores Dão sugestões de acções a implementar para melhoria do desempenho da BE num campo específico. Dão exemplos para possíveis instrumentos de recolha de evidências para o indicador apresentado. Acções para melhoria Evidências
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    A BE começoua desenvolver trabalho neste domínio, sendo necessário melhorar o desempenho para que o seu impacto seja mais efectivo. 2 A BE desenvolve um trabalho de qualidade neste domínio mas ainda é possível melhorar alguns aspectos. 3 A BE é bastante forte neste domínio. O trabalho desenvolvido é de grande qualidade e com um impacto bastante positivo. 4 Descrição Nível A BE desenvolve pouco ou nenhum trabalho neste domínio, o seu impacto é bastante reduzido, sendo necessário intervir com urgência. 1 Perfis de desempenho
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    Funcionalidade do modeloAnualmente, a B.E.: Selecciona o domínio em que vai incidir a sua Auto-avaliação. Aplica instrumentos de avaliação. Recolhe evidências. Regista a auto-avaliação no relatório final. Analisa os pontos fracos e fortes detectados. Divulga os resultados junto dos Órgãos de Gestão Escolar. Elabora um plano de intervenção com as acções consideradas necessárias para a melhoria da BE.
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    Como se vaiaplicar este modelo à nossa realidade? A “tenra” idade do nosso Agrupamento – 1 ano. Ausência de “alma” colectiva. Tamanho do Agrupamento. Organização centralizada. A não inclusão das B.E. nas prioridades de gestão. A falta de verba para actualização dos recursos multimédia. O tempo gasto com o relatar em detrimento do fazer. Confundir a avaliação da B.E. com a avaliação da sua equipa. Constrangimentos
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    Implementar actividades nosdomínios contemplados neste modelo. Articular, planificar e realizar acções, de parceria com Departamentos, Docentes, Alunos e restante Comunidade Educativa. Partilhar os recursos do Agrupamento. Articular, continuamente, o trabalho das duas Professoras Bibliotecárias. Aplicar o modelo de Auto-avaliação. Diagnosticar pontos fracos e definir uma estratégia de melhoramento. Visualizar prioridades. Recolher evidências e justificar, em Conselho Pedagógico e em Conselho Geral, a importância das B.E. na promoção da aprendizagem. Oportunidades
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    De que formao Agrupamento vai participar? Fazendo da B.E. um local de referência para acções e aprendizagens. Planificando com as Professoras Bibliotecárias actividades curriculares. Reunindo, sempre que necessário. Preenchendo inquéritos, questionários e grelhas de observação. Observando o impacto das actividades realizadas na B.E. nas aprendizagens dos alunos. * Criticando o trabalho desenvolvido. Mencionando, em actas e relatórios, o papel da B.E. na consecução de actividades. * Todd (2008) The Evidence-Based Manifesto for School Librarians O Agrupamento participa:
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    Recolhendo, sistematicamente, dados.Definindo acções, fundamentadas nos dados recolhidos. Integrando a B.E. nas práticas educativas. Gerindo a B.E. segundo os parâmetros explicitados no modelo. Observando as evidências resultantes do trabalho quotidiano da B.E. ( Evidence for practice) * Observando as evidências implícitas no desenrolar das actividades ( identificando problemas de aprendizagem subjacentes e necessidades - Evidence in practice)* . Observando o que realmente mudou na aprendizagem dos alunos. ( Evidence of practice )* * Todd (2008) The Evidence-Based Manifesto for School Librarians A B. E. participa
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    Workshop Seleccione umdos domínios deste Modelo de Avaliação . Elabore uma proposta de colaboração com a B.E. no domínio escolhido. Elabore um questionário de avaliação da colaboração desenvolvida, aferindo: A articulação curricular; A colaboração da equipa da B.E. na realização da actividade; O impacto da acção na aprendizagem dos alunos. Bom trabalho!
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    BIBLIOGRAFIA: Eisenberg, Michael; Miller, Danielle (2002) This Man Wants to Change Your Job . < http:// www.schoollibraryjournal.com / article /CA240047.html >[07/11/2009] Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares. Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares (2008). http://www.rbe.min-edu.pt/np4/np4/31.html [07/11/09] Texto da Sessão. Disponível em http://forumbiblitecas.rbe.min-edu.pt Todd, Ross (2008) “ The Evidence-Based Manifesto for School Librarians” . School Library Journal. [07/11/09] < http://www.schoollibraryjournal.com/article/CA6545434.html > [07/11/2009]. Todd, Ross (2002) “School librarian as teachers: learning outcomes and evidence-based practice”. 68th IFLA Council and General Conference August. < http://www.ifla.org/IV/ifla68/papers/084-119e.pdf > [07/11/2009].