Ministério da educação
Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica
Instituto Federal Farroupilha – Campus Santo Augusto/RS
Professor: Msc. Rafael Bonadiman
FITOSSANIDADE
VEGETAL
1.ENTOMOLOGIA
Entomologia é uma palavra de origem grega, Entomon
(inseto) e logos (estudo) e vem sendo empregada desde Aristóteles
(384-322 a.C.) para designar “Estudo dos insetos”.
2. FITOPATOLOGIA
Fitopatologia é uma palavra de origem grega (Phyton = planta,
Pathos = doença e Logos = estudo) abrangendo todos os seus
aspectos, desde a diagnose, sintomatologia, etiologia, epidemiologia,
até o seu controle.
3. HERBOLOGIA
É o estudo das plantas que colonizam e dominam o estágio
inicial de uma sucessão vegetal numa solo perturbado pelo homem.
Planta que se adapta com maior facilidade às condições
edafoclimáticas assim criadas.
I - CONCEITO DE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS
(MIP)
“Aplicação de um conjunto de técnicas para gerencia do
ecossistema objetivando promover modificações que atendam os
interesses econômicos e sociais da sociedade humana”
Existe desde a antiguidade
• Rotação de culturas;
• Época de plantio;
• Cultura Armadilha;
• Poda, manejo etc...
Atualmente (A partir de 1900) – Controle químico
• Resistência de plantas;
• Controle Biológico.
II - CONCEITOS BÁSICOS
“Qualquer organismo que retire energia do sistema causando
perdas econômicas”
Nem todo inseto é praga
• Inimigos naturais;
• Insetos não praga;
• Decompositores.
A GRANDE MAIORIA DOS INSETOS NÃO SÃO PRAGAS
III – CONCEITO DE DANO
INJÚRIA ≠ DANO
Ação de um inseto sobre uma planta;
1. Direto – Sobre a parte
comercializável
2. Indireto – Sobre outras estruturas
Ação de um inseto que gera perda
econômica;
1. Toxinas;
2. Transmissão de patógenos;
3. Exsudados.
IV – QUANDO CONTROLAR?
% DANOMAX= CUSTO DE CONTROLE
VALOR DA PRODUÇÃO
X 100
V – AMOSTRAGEM
1. COMUM – Número fixo de amostragem/unidade de área
Ex: Lagarta-do-cartucho em milho
- Amostrar 100 plantas/ha
- 5 pontos x 20 plantas = % de plantas atacadas
2. Sequencial - Número mínimo de amostragem/unidade de área
Ex: Cítrus, café, milho...
- Tipos de caminhamento
V – AMOSTRAGEM
Contagem de insetos
Armadilha
Lâmpada
Aleta
Recipiente coletor
VI – AÇÃO X NÃO AÇÃO
1. Nível de ação:
 A partir do qual é preciso fazer algo;
 Controlar a praga – NÍVEL DE CONTROLE
2. Nível de não ação
 A partir do qual não se faz nada, espera-se;
“ O nível de ação baseia-se na presença da praga e o de
não ação na presença do inimigo natural”
QUE FATORES AFETAM
AS POPULAÇÕES DE
INSETOS?
FATORES ECOLÓGICOS
1. Temperatura
2. Luz;
3. Umidade Relativa;
4. Chuva;
5. Vento
Fatores climáticos
Fatores não-climáticos
1. Fatores alimentares:
• Disponibilidade de alimento (plantas, néctar...)
2. Fatores bióticos (outros organismos):
•Competição – parasitismo - predação
Podem
os controlar
COMO ISTO INTERFERE
NO AUMENTO
POPULACIONAL DO
INSETOS?
O PRINCIPAL COMPONENTE DA Ra SÃO OS
INIMIGOS NATURAIS
AULA 3 – MÉTODOS DE
CONTROLE NO MIP
PROF. RAFAEL BONADIMAN
Eng.Agr.Msc
1. Variedades resistentes
2. Rotação de culturas – gramíneas/leguminosas
3. Incorporação de restos de culturas – Varias culturas
4. Sistemas de plantio – Direto x Convencional
5. Época de plantio/colheita – Escape da praga
6. Poda ou desbaste - Cítrus
7. Adubação - Silício
8. Manejo da água – milho, pomares..
9. Cultura armadilha – Crotalária atrai e mata nematóides
10.Limpeza da área – Estudar caso a caso
11.Hospedeiro de praga – Plantas daninhas
genótipos
PLANTIO NA ÉPOCA NORMAL
 Legislativos
 Físicos
 Mecânicos
 Resistência de plantas
 Culturais e Agroecológicos
 Comportamento
 Plantas inseticidas
 Biológico
 Químico
NE
NC
ND
 A presença dos insetos nos agroecossistemas
pode ser visto como uns dos problemas para a
produção, pela necessidade de manejo e
controle que determinam;
 Para um controle mais efetivo, deve-se sempre
que possível utilizar várias medidas, ao invés de
medidas isoladas.
Conceitos
 Rotação de culturas
 Época de cultivo
 Manejo da fertilidade
 Manejo da irrigação
 Poda e desinfestação
 Arranjo e densidade de plantas
Utiliza práticas culturais visando baixar a população de insetos
 Ausência do hospedeiro (planta cultivada) em
uma estação do ano, dificulta a sobrevivência de
espécies que apresentam um pequeno grupo de
hospedeiros e/ou pequena capacidade de
dispersão.
 Sua eficácia é menor quando a espécie é
polífaga ou tem a possibilidade de colonizar
outras áreas.
Programa de rotação 1/3 2/3 milho-soja para o sistema de plantio direto. Adaptado de
Fiorin & Campos, 1998.
Área
1
2
3
Ano 1
Inverno Verão
Inverno Verão
Ano 2 Ano 3
Inverno Verão
trigo
aveia
pastagem
trigo
aveia
pastagem
trigo
aveia
pastagem
soja
soja
milho
milho
milho
ervilhaca
nabo
erv.+ aveia
trigo
aveia
pastagem
ervilhaca
nabo
erv.+ aveia
ervilhaca
nabo
erv.+ aveia
soja
soja soja
soja
Larvas no solo, adultos nas plantas, larvas nas plantas e produtividade da
soja após sucessão soja-soja-soja ou e soja-milho-soja, sob ataque de Sternechus subsignatus
(Col: Curculionidae). Adaptado de Silva, 1996.
adulto
larva
planta
larva
solo
pupa
solo
planta
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
número/gaiola
(m²)
Larvas no solo Adultos nas
plantas
Larvas nas
plantas
Produtividade
(T/ha)
Soja-milho-soja
Soja-soja-soja
'
a
a
b
b b
a
b
a
 Tanto a antecipação como o atraso no cultivo,
podem permitir o escape da cultura do pico
populacional da praga.
 De modo geral, a manipulação da época de cultivo
restringe-se a insetos de ciclo mais menos longo ou
aos cultivos anuais mais precoces.
Ocorrência de adultos de Diabrotica speciosa e Cerotoma arcuata no consórcio milho-
feijão, durante a safra e safrinha. Adaptado de Guedes, 1995.
0
20
40
60
80
100
População
(%)
Set Out Nov Dez Jan Fev Mar
Diabrotica speciosa
Cerotoma arcuata
'
Danos (raspagens) nas plantas causados por adultos de Sternechus subsignatus (Col:
Curculionidae) em três épocas de semeadura da soja. Adaptado de Lorini et al., 1997.
adulto
larva
planta
larva
solo
pupa
solo
planta
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
nov dez jan fev mar
Época 1 - outubro
Época 2 - novembro
Época 3 - dezembro
Número
de
raspagens/2m
de
fileira
Esquema do ciclo anual de Phyllophaga cuyabana em função da profundidade e associado
à cultura predominante. Adaptado de Santos, 1992.
Soja Soja
Trigo
Profundida
de
(cm)
5
10
15
20
25
Meses O N D J A
F M A M J J S O N D
adulto
pupa
Larva 3o
- diapausa
ovo Larva 1o
2o
e 3o
larva
 Sabe-se que a cultura nutricionalmente equilibrada
é mais tolerante ao ataque de pragas, e que o
desbalanço nutricional pode induzir o ataque de
pulgões e tripes.
 Desse modo, o correto manejo da fertilidade pode
tanto diminuir o risco de ataque de pragas, como
também, compensar perdas radiculares ou foliares.
Duração das fases de Spodoptera frugiperda (Lep: Noctuidae) criada em milho
cultivado em solo corrigido para três níveis de Al, em laboratório. Adaptado de
Oliveira et al., 1990.
0
2
4
6
8
10
12
14
16
Duração
do
período
Pupa (dias) Lagarta (dias) Adulto (dias) Viabilidade (%.10)
Baixo (pH 5,2)
Médio (pH 4,9)
Alto (pH 4,6)
'
ab a
b
ab
a
b
a a
a
a a
a
adulto
lagarta
Correlação entre doses de N e dano causado por Diatraea
saccharalis em plantas de arroz. Adaptado de Martins, 1978.
Nitrogênio (kg/ha)
1
2
3
4
5
6
30
Nota
de
dano
(panícul
as
brancas
) Y = 2,35 - 0,00913N + 0,000144N2
r = 0,975 **
180
120 150
60 90
 A umidade do ar e do solo influenciam os processos
biológicos e comportamento do inseto,
contribuindo para determinar o seu nível
populacional.
 Na cultura do arroz irrigado sabe-se que a
profundidade da lâmina de água apresenta
correlação direta com a infestação de O. oryzae.
Efeito da lâmina de água (mm) sobre o dano causado por Elasmopalpus lignosellus
(Lep: Pyralidae) em milho. Adaptado de Viana, 1992.
0
20
40
60
80
100
120
plantas
atacadas
0 10 20 30 40 50
4 dias
10 dias
15 dias
'
Lâmina de água (mm)
Idade das lagartas
c
b
ab
b
ab
a
ab ab
a
b
b
a a a
a
a
a
a
Dano
e
lagarta
Profundidade da lâmina d’ água (mm)
0
0,5
1
1,5
2
2,5
0 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
Larvas/
perfilho
Y = - 0,47 + 0,15X
r = 0,85 **
Correlação de profundidade da água de irrigação e infestação de bicheira-da-raiz,
em arroz. Pelotas, RS. Adaptado de Martins, 1974.
 Consiste na retirada de partes da planta como: folhas,
ramos e frutos que apresentam problemas com pragas;
 São exemplos disso, algumas hortaliças, plantas
perenes florestais ou ornamentais e principalmente
plantas frutíferas;
 No caso da erva-mate, praticamente toda a folhagem é
retirada na colheita, removendo insetos praga
presentes nas folhas e ramos.
 Consórcios e policultivos
 Plantas invasoras
 Preparo do solo
 Plantio direto
 Sucessão de culturas
 Culturas de cobertura
 Culturas adjacentes
Utiliza diversificação vegetal selecionada
 Estes dois sistemas apresentam também, muitas das
características positivas da consorciação, agregando
ainda mais diversidade vegetal, logo maior diversidade
animal e em conseqüência, maior estabilidade.
 A ampliação da diversidade reflete-se em diversidade
funcional e contribui para o equilíbrio dos
agroecossistemas, portanto, menor ocorrência de
pragas.
Ocorrência de adultos de Diabrotica speciosa e Cerotoma arcuata no feijão, milho e
consórcio, durante a safra e safrinha. Adaptado de Guedes, 1995.
0
2
4
6
8
10
12
N
úm
ero
de
insetos/sem
ana
Diabrotica Cerotoma
Feijão safra
Feijão-Milho
Milho
Milho-Feijão
Feijão safrinha
'
adulto
 Mesmo competindo com a cultura principal, as plantas
invasoras desempenham papel importante como
hospedeiro secundário ou alternativo para as espécies
pragas, fornecendo alimento e abrigo.
 A diminuição do número de insetos praga em culturas com
plantas invasoras, bem como o maior número de
predadores e parasitóides têm sido frequentemente
relatada pela pesquisa (ALTIERI, 1989).
 O preparo do solo ou sua ausência apresentam três
tipos de ação sobre os artrópodos: distúrbio mecânico,
alteração da oferta de restos culturais e da comunidade
de plantas invasoras (STINNER & HOUSE, 1990).
 A aração, gradagem ou atividades convencionais de
revolvimento têm sido recomendadas para controle de
insetos de solo.
Gradiente esquemático do preparo, densidade e matéria orgânica do solo, em
diferentes sistemas de cultivo.
MO
palha
Intensividade do preparo do solo
Plantio convencional Cultivo mínimo Plantio direto
Densidade do solo
.
MO
semeadura semeadura semeadura
dessecação dessecação
escarificação
escarificação
gradagens
aração
Distúrbio mecânico
Alteração física do solo, umidade,
porosidade
Oferta de restos culturais
Exposição aos inimigos naturais
Comunidade de plantas associadas
Alterações proporcionadas pelo preparo do solo ou sua ausência.
Stinner & House, 1990.
Pragas e inimigos naturais na soja e no milho cultivados em sistemas diversificados. Francisco Jorge
Cividanes; Fábio Takeshi Yamamoto, Scientia Agricola, v.59, n.4, p.683-687, out/dez. 2002.
Número médio de insetos pragas e insetos predadores amostrados por procura visual em milho.
Jaboticabal, SP.
Pragas e inimigos naturais na soja e no milho cultivados em sistemas diversificados. Francisco Jorge
Cividanes; Fábio Takeshi Yamamoto, Scientia Agricola, v.59, n.4, p.683-687, out/dez. 2002.
Número médio de insetos pragas e insetos predadores amostrados pelo método do pano em soja.
Jaboticabal, SP.
Influência de três sistemas de manejo do solo, sobre o número de
fêmeas, de galerias e ovos de Diloboderus abderus (Col:
Melolonthidae). Cruz Alta, RS. Adaptado de Silva, 1994.
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
núm
ero/gaiola
(m
²)
Fêmeas galerias ovos
Plantio direto
Cultivo mínimo
Plantio convencional
'
a
a
b
a
a
b
a
a
b
adultos
pupa
larva
Efeito do preparo do solo sobre a população de larvas, pupas e adultos
de Sternechus subsignatus (Col: Curculionidae). Passo Fundo, RS.
Adaptado de Lorini et al., 1997.
0
0,5
1
1,5
2
2,5
número/m²
Larvas Pupas Adultos
Sem preparo
Aração + 2 gradagens
'
adulto
larva
planta
larva
solo
pupa
solo
planta
Ocorrência média do pulgão da espiga Sitobion avenae (Hemiptera:
Aphididae) em espiga de trigo, em dois sistemas de cultivo. Adaptado
de Carvalho & Silva, 1981.
0
5
10
15
20
número
pulgões/espiga
T-S-T-S-T T-M-T-M-T T-A-T-A-T T-S-T-M-T T-A-T-M-T T-S-T-A-T T-M-T-S-T
Plantio convencional
Plantio direto
'
Sucessão cultural
T - trigo; M- milho; S- soja; A- algodão
 Independente dos seus aspectos positivos, como abrigar e
conservar inimigos naturais, algumas espécies vegetais são
hospedeiras de pragas das culturas principais, devendo a sua
escolha ser baseada no conhecimento prévio dessa possibilidade
e/ou no monitoramento populacional e manejo das pragas.
 Portanto, a escolha das plantas de cobertura, além dos aspectos
de conservação do solo e compatibilidade com a cultura principal
deve considerar os riscos fitossanitários.
Número médio de ovos de Diabrotica speciosa (Col: Chrysomelidae)
no solo com diferentes culturas. Adaptado de Milanez, 1995.
ovos
adulto
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
n
ú
m
ero
d
e
o
vo
s
Cultura
Milho pipoca
Feijão
Soja
Arroz
Solo nu
'
a
ab
ab
b
b
Número de plantas atacadas, oviposição e desenvolvimento de Sternechus
subsignatus (Col: Curculionidae) alimentado em diferentes espécies vegetais. Cruz
Alta, RS.
Espécie Nome ovos/100 Larvas no Adultos
vegetal Científico plantas solo (m2
) (m2
)
Soja Glycine max 58 a 20 a 15 a
Guandu anão Cajanus cajan 53 b 18 b 13 b
Feijão Phaseolus vulgaris 53 b 10 c 7 c
Lab-lab Dolichus Lab-lab 50 c 3 d 2 d
Crotalária juncea Crotalaria juncea 0 e 0 e 0 e
Mucuna preta Stizolobium aterrimum 0 e 0 e 0 e
Girassol Helianthus annus 0 e 0 e 0 e
Milho Zea mays 0 e 0 e 0 e
Milheto Pennisetum americanum 0 e 0 e 0 e
Sorgo Sorghum bicolor 0 e 0 e 0 e
Adaptado de Silva, 1997.
 Serve como um instrumento de manejo dos insetos
que vivem tanto na parte aérea quanto na rizosfera
das plantas.
 Sabe-se que a cobertura do solo com restos vegetais
de tonalidades claras são repelentes para pulgões e
cigarrinha verde, pois são reflexivas e contribuem
para a redução das populações.
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
n
ú
m
e
ro
(m
²)
Restos culturais
(g.100/parc.)
ninhos ovos
Aveia preta
Ervilhaca
Azevém
Colza
Tremoço
Solo nu
'
b b
b
b
a
c
a
ab
ab
ab
b
c
b
b b
a
c
b
adultos
larva
ovos
Influência dos restos culturais na superfície do solo sobre o
número de ninhos e de ovos de Diloboderus abderus (Col:
Melolonthidae) no solo. Cruz Alta, RS. Adaptado de Silva, 1995.
 O mosaico vegetal que deve ser construído
pode contemplar vários fatores
multiplicadores de diversidade, tais como:
preservação de áreas marginais dos cultivos
e de estradas com vegetação, uso de cultura
barreira, quebra-ventos, cinturões de
proteção e cercas vivas.
Dentre os aspectos mais relevantes relacionados ao uso
do controle cultural e agroecológico, é possível
destacar que essas práticas podem substituir e
reduzir o uso do controle químico e os seus reflexos
negativos, aumentando a diversidade estrutural e
funcional dos agroecossistemas e melhorando sua
qualidade!
 Legislativos
 Físicos
 Mecânicos
 Resistência de plantas
 Culturais e Agroecológicos
 Comportamento
 Plantas inseticidas
 Biológico
 Químico
NE
NC
ND
b) Drenagem
Métodos Físicos
Controle em regiões pantanosas – arroz irrigado
c) Inundação
Controle de besouros da família Scarabaeidae
Processos gerais
a) Fogo
Uso restrito
Métodos Físicos
Processos gerais
d) Temperatura
Alta – mais de 50ºC
Matar ou paralisar o inseto
Baixa – menos de 5ºC
Processos de radiação eletromagnéticas
UV
Infravermelha
Faixa de espectro
Luminosa
Sonora
Métodos Físicos
Insetos diurnos (UV)
Processos de radiação eletromagnéticas
Cor do substrato
Pulgão
Palha de arroz/cal
UV
Repelentes Atraentes
Mosca-branca
Métodos Físicos Processos de radiação eletromagnéticas
Insetos noturnos
Localização do hospedeiro
no escuro
Emissão de IV com comprimento
de onda desfavorável
Infravermelho Som
Ultra-som: acima de 20 khz
Mortalidade
Sitophylus orizae - ressonância
Atraente
Simula o som das fêmeas
Repelente
Frequência de morcegos insetívoros
Insetos noturnos
Lâmpadas fluorescentes emitem
maior energia na faixa do UV
Armadilhas luminosas
Processos de radiação eletromagnéticas
Afeta o desenvolvimento do inseto pelo fotoperíodo
Afeta o comportamento pelo comprimento de onda
Luz visível
Métodos Físicos
Luiz de Queiroz
Armadilhas luminosas
Processos de radiação eletromagnéticas
 Legislativos
 Físicos
 Mecânicos
 Resistência de plantas
 Culturais e Agroecológicos
 Comportamento
 Plantas inseticidas
 Biológico
 Químico
NE
NC
ND
Liberações contínuas e inundativas de machos estéreis
Método por Comportamento
Técnica do inseto estéril Ceratitis capitata
Híbrido de H. virescens x H. subflexa
Manipulação genética de pragas
Heliothis virescens Machos estéreis
Procedimentos de esterilização
Físicos – radiação ionizante
Químicos – quimioesterilizantes
Impedir a formação de óvulos e espermatozóides
Ação
Matar as células reprodutoras
Danificar o material genético dessas células
Método por Comportamento
Liberação de machos e fêmeas competindo com a população natural
Técnica do inseto estéril
Cochliomyia hominivorax
A esterilização não pode afetar o comportamento do macho
Fácil criação massal
Insetos com boa capacidade de dispersão
Praga a ser eliminada em baixa densidade populacional
Condições
Método por Comportamento
Pradas eliminadas pela TIE
Havaí (1960) – liberações por
13 meses. Resultados depois
de 4 meses das liberações
Ceratitis capitata Bactrocera dorsalis
Ilha de Guam (1963) –
liberações de 17 milhões
de moscas
Bactrocera cucurbitae
Ilha de Rota (1963) – Malation
e posterior liberação das
moscas esterilizadas
Anastrepha ludens
México (1962) – região não foi
suficientemente isolada
Método por Comportamento
Vantagens
•Não há risco de intoxicação
•Não apresentam resíduos tóxicos
•Evitam desequilíbrios biológicos
Baseiam-se nos estudos fisiológicos do inseto
Controle com hormônios
Semioquímicos
Substâncias químicas envolvidas na comunicação de organismos vivos
Método por Comportamento
Semioquímicos
Aleloquímicos
Feromônios
Beneficia ambos
IN encontra a praga
Favorece o emissor
Defesa da planta
Cairomônios
Alomônios Sinomônios
Favorece o receptor
inseto encontra a praga
Atuação intra-específica
Sexual
Agregação
Dispersão
Alarme
Territorialidade
Trilha
Oviposição
Método por Comportamento
Bicudo do algodoeiro - macho
Produzidos por machos ou fêmeas
Feromônio sexual
Quantidades pequenas
Grandes distâncias
Depende da velocidade do vento
Bombyx mori
Bombicol (1959)
Método por Comportamento
Feromônio sexual
Percepção por sensilos olfativos antenais
Utilização
Monitoramento populacional
Controle massal – pelo menos 90% dos machos
Confundimento - altas doses de feromônio
Método por Comportamento
Feromônio sexual
No Brasil
Migdolus frayanus - Migdo Cosmopolites sordidus - Cosmolure
Anthonomus grandis - Grandlure
Grapholita molesta - Biographolita
Cydia pomonella – Codlure
Rhyncophorus palmarum - Rhyncophorol
Método por Comportamento
Atraentes
de alimentação
iscas
Melaço
Água
Farelo de trigo ou arroz
de oviposição
Plantas-iscas com inseticidas
Banana: pseudocaule tratado para
controle do moleque-da-bananeira
Coqueiro: pedaço de estipe tratado para
controle de Rhyncophorus palmarum
Método por Comportamento
Repelentes
citronelal
citral
eucaliptol
Moscas
Mosquitos
Gorgulhos (Sitophilus spp.)
Óleo de citronela, pinheiro e eucalipto
Carunchos em feijão armazenado
Gorgulhos
Casca de laranja e de folhas de erva-de-santa-maria (pó)
Método por Comportamento
 Legislativos
 Físicos
 Mecânicos
 Resistência de plantas
 Culturais e Agroecológicos
 Comportamento
 Plantas inseticidas
 Biológico
 Químico
NE
NC
ND
103
Quarentena vegetal
“tem como objetivo prevenir a introdução
de organismos nocivos em áreas isentas”
104
• Serviço quarentenário
• Praga quarentenária A1
• Praga quarentenária A2
MÉTODOS LEGISLATIVOS
IN 38 de 14/10/1999
105
Tratamentos quarentenários
• Fumigação  brometo de metila
• Tratamento a frio  câmaras climatizadas
• Tratamento a quente  vapor d’água ou
hidrotermia
• Irradiação  raios gama
106
• Anastrepha ludens  pêssego, nectarina e uva
• 0,55 ºC  18 dias
• 1,11 ºC  20 dias
• 1,66 ºC  22 dias
Temperatura
da
polpa
107
• AVALIAÇÃO DO EFEITO DE TRATAMENTOS TÉRMICOS
NA INVIABILIZAÇÃO DE OVOS DE Ceratitis capitata EM
FRUTOS DE GOIABA (Psidium guajava L.)
vapor e água quente  42, 44 e 46ºC  30, 60 e 90
minutos  46ºC apresentou taxas de inviabilidade de
ovos, 93,50 e 97,66% para o vapor e a água,
respectivamente; no tempo de 90 minutos
108
Imersão dos frutos de mamão nos tanques para tratamento
térmico  47,7 - 48,8°C por 20 minutos
109
Métodos Legislativos:
Medidas obrigatórias:
Acácia Negra:
Coleta e queima de galhos no RS para diminuir a
infestação de Oncideres impluviata
(Lei 2869 de 25.06.1956)
110
Portaria 125 de 03/08/1998
• Sirex noctilio  RS, SC e PR  CFO
“Certificado Fitossanitário de Origem”
 Legislativos
 Físicos
 Mecânicos
 Resistência de plantas
 Culturais e Agroecológicos
 Comportamento
 Plantas inseticidas
 Biológico
 Químico
NE
NC
ND
112
Rossetto (1973)
“Planta resistente é aquela que devido sua
constituição genotípica é menos danificada que outra
em igualdade de condições”.
Logo:
• A resistência é relativa e implica em comparações.
• A resistência é hereditária
• Uma planta resistente pode ou não manter esse caráter
em outras condições.
RESISTÊNCIA DE PLANTAS A INSETOS
113
GRAUS DE RESISTÊNCIA
1- IMUNIDADE: não sofre qualquer dano pela praga em qualquer condição (raro).
Ex: macieira Northern spy ao Eriosoma lanigerum;
2- ALTA RESISTÊNCIA: sofre pouco dano em relação aos demais.
3- RESISTÊNCIA MODERADA: sofre um dano um pouco menor que os demais.
4- SUSCETIBILIDADE: sofre um dano semelhante aos demais.
5- ALTA SUSCETIBILIDADE: sofre um dano maior que aos demais.
114
PSEUDORESISTÊNCIA
• Evasão hospedeira
• Escape
• Resistência induzida (Fitoalexinas): - irrigação
- adubação
- inseticidas
- etc..
115
• ADUBAÇÃO NITROGENADA INFLUENCIANDO
NA POPULAÇÃO DE MOSCA MINADORA,
Liriomyza sp, E SEU CONTROLE COM
Beauveria bassiana E Metarhizium anisopliae,
EM FEIJOEIRO (Phaseolus vulgaris L)
 em todas as avaliações, o tratamento sem
adubação apresentou o maior dano.
116
117
ANTIXENOSE
(não-preferência)
Para alimentação,
oviposição ou
abrigo
ANTIBIOSE
Efeito adverso
da planta sobre
o inseto
TOLERÂNCIA
Regeneração ou
capacidade de suportar
o ataque do inseto
TIPOS DE RESISTÊNCIA
120
121
122
- Uso de cultivar armadilha
Exemplo: Cultivar Caseta de abóbora preferido por
Diaphania nitidalis
Cultivar armadilha
 Legislativos
 Físicos
 Mecânicos
 Resistência de plantas
 Culturais e Agroecológicos
 Comportamento
 Plantas inseticidas
 Biológico
 Químico
NE
NC
ND
124
Nicotiana tabacum
Plantas inseticidas
125
Chrysanthemum cinerariaefolium
126
Melia
azedarach
127
• Trichilia sp.
128
Azadirachta indica (nim)
129
130
• EFICIÊNCIA DE FORMULAÇÕES COMERCIAIS À BASE DE NIM
EM RELAÇÃO A Bemisia tabaci (GENN.) BIÓTIPO B  todas as
formulações foram eficientes, embora com Nim-i-go
(mortalidade ninfal de 87%), a eficiência tenha sido menor
que com NeemAzal, Natuneem e Nimkol (acima de 96%).
• USO DE ESTRUTURAS VEGETAIS APLICADAS EM PÓ COMO
ALTERNATIVA PARA O CONTROLE DE Acanthoscelides obtectus
(COLEOPTERA: BRUCHIDAE) EM FEIJOEIRO  os pós de
carqueja, poejo e coentro reduziram a oviposição de A.
obtectus  grãos de feijoeiro impregnados com pós de
funcho, nim e erva-de-Santa-Maria sofreram menor dano por
alimentação do inseto.

Aula I_Apresentação de agronomia fitossanidade

  • 1.
    Ministério da educação Secretariade Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal Farroupilha – Campus Santo Augusto/RS Professor: Msc. Rafael Bonadiman FITOSSANIDADE VEGETAL
  • 2.
    1.ENTOMOLOGIA Entomologia é umapalavra de origem grega, Entomon (inseto) e logos (estudo) e vem sendo empregada desde Aristóteles (384-322 a.C.) para designar “Estudo dos insetos”. 2. FITOPATOLOGIA Fitopatologia é uma palavra de origem grega (Phyton = planta, Pathos = doença e Logos = estudo) abrangendo todos os seus aspectos, desde a diagnose, sintomatologia, etiologia, epidemiologia, até o seu controle. 3. HERBOLOGIA É o estudo das plantas que colonizam e dominam o estágio inicial de uma sucessão vegetal numa solo perturbado pelo homem. Planta que se adapta com maior facilidade às condições edafoclimáticas assim criadas.
  • 5.
    I - CONCEITODE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS (MIP) “Aplicação de um conjunto de técnicas para gerencia do ecossistema objetivando promover modificações que atendam os interesses econômicos e sociais da sociedade humana” Existe desde a antiguidade • Rotação de culturas; • Época de plantio; • Cultura Armadilha; • Poda, manejo etc... Atualmente (A partir de 1900) – Controle químico • Resistência de plantas; • Controle Biológico.
  • 7.
    II - CONCEITOSBÁSICOS “Qualquer organismo que retire energia do sistema causando perdas econômicas” Nem todo inseto é praga • Inimigos naturais; • Insetos não praga; • Decompositores. A GRANDE MAIORIA DOS INSETOS NÃO SÃO PRAGAS
  • 9.
    III – CONCEITODE DANO INJÚRIA ≠ DANO Ação de um inseto sobre uma planta; 1. Direto – Sobre a parte comercializável 2. Indireto – Sobre outras estruturas Ação de um inseto que gera perda econômica; 1. Toxinas; 2. Transmissão de patógenos; 3. Exsudados.
  • 10.
    IV – QUANDOCONTROLAR? % DANOMAX= CUSTO DE CONTROLE VALOR DA PRODUÇÃO X 100
  • 11.
    V – AMOSTRAGEM 1.COMUM – Número fixo de amostragem/unidade de área Ex: Lagarta-do-cartucho em milho - Amostrar 100 plantas/ha - 5 pontos x 20 plantas = % de plantas atacadas
  • 12.
    2. Sequencial -Número mínimo de amostragem/unidade de área Ex: Cítrus, café, milho... - Tipos de caminhamento V – AMOSTRAGEM Contagem de insetos Armadilha
  • 14.
  • 18.
    VI – AÇÃOX NÃO AÇÃO 1. Nível de ação:  A partir do qual é preciso fazer algo;  Controlar a praga – NÍVEL DE CONTROLE 2. Nível de não ação  A partir do qual não se faz nada, espera-se; “ O nível de ação baseia-se na presença da praga e o de não ação na presença do inimigo natural”
  • 20.
    QUE FATORES AFETAM ASPOPULAÇÕES DE INSETOS?
  • 21.
    FATORES ECOLÓGICOS 1. Temperatura 2.Luz; 3. Umidade Relativa; 4. Chuva; 5. Vento Fatores climáticos Fatores não-climáticos 1. Fatores alimentares: • Disponibilidade de alimento (plantas, néctar...) 2. Fatores bióticos (outros organismos): •Competição – parasitismo - predação Podem os controlar
  • 22.
    COMO ISTO INTERFERE NOAUMENTO POPULACIONAL DO INSETOS?
  • 25.
    O PRINCIPAL COMPONENTEDA Ra SÃO OS INIMIGOS NATURAIS
  • 27.
    AULA 3 –MÉTODOS DE CONTROLE NO MIP PROF. RAFAEL BONADIMAN Eng.Agr.Msc
  • 28.
    1. Variedades resistentes 2.Rotação de culturas – gramíneas/leguminosas 3. Incorporação de restos de culturas – Varias culturas 4. Sistemas de plantio – Direto x Convencional 5. Época de plantio/colheita – Escape da praga 6. Poda ou desbaste - Cítrus 7. Adubação - Silício 8. Manejo da água – milho, pomares.. 9. Cultura armadilha – Crotalária atrai e mata nematóides 10.Limpeza da área – Estudar caso a caso 11.Hospedeiro de praga – Plantas daninhas
  • 29.
  • 32.
  • 43.
     Legislativos  Físicos Mecânicos  Resistência de plantas  Culturais e Agroecológicos  Comportamento  Plantas inseticidas  Biológico  Químico NE NC ND
  • 44.
     A presençados insetos nos agroecossistemas pode ser visto como uns dos problemas para a produção, pela necessidade de manejo e controle que determinam;  Para um controle mais efetivo, deve-se sempre que possível utilizar várias medidas, ao invés de medidas isoladas.
  • 45.
  • 46.
     Rotação deculturas  Época de cultivo  Manejo da fertilidade  Manejo da irrigação  Poda e desinfestação  Arranjo e densidade de plantas Utiliza práticas culturais visando baixar a população de insetos
  • 47.
     Ausência dohospedeiro (planta cultivada) em uma estação do ano, dificulta a sobrevivência de espécies que apresentam um pequeno grupo de hospedeiros e/ou pequena capacidade de dispersão.  Sua eficácia é menor quando a espécie é polífaga ou tem a possibilidade de colonizar outras áreas.
  • 48.
    Programa de rotação1/3 2/3 milho-soja para o sistema de plantio direto. Adaptado de Fiorin & Campos, 1998. Área 1 2 3 Ano 1 Inverno Verão Inverno Verão Ano 2 Ano 3 Inverno Verão trigo aveia pastagem trigo aveia pastagem trigo aveia pastagem soja soja milho milho milho ervilhaca nabo erv.+ aveia trigo aveia pastagem ervilhaca nabo erv.+ aveia ervilhaca nabo erv.+ aveia soja soja soja soja
  • 49.
    Larvas no solo,adultos nas plantas, larvas nas plantas e produtividade da soja após sucessão soja-soja-soja ou e soja-milho-soja, sob ataque de Sternechus subsignatus (Col: Curculionidae). Adaptado de Silva, 1996. adulto larva planta larva solo pupa solo planta 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 número/gaiola (m²) Larvas no solo Adultos nas plantas Larvas nas plantas Produtividade (T/ha) Soja-milho-soja Soja-soja-soja ' a a b b b a b a
  • 50.
     Tanto aantecipação como o atraso no cultivo, podem permitir o escape da cultura do pico populacional da praga.  De modo geral, a manipulação da época de cultivo restringe-se a insetos de ciclo mais menos longo ou aos cultivos anuais mais precoces.
  • 51.
    Ocorrência de adultosde Diabrotica speciosa e Cerotoma arcuata no consórcio milho- feijão, durante a safra e safrinha. Adaptado de Guedes, 1995. 0 20 40 60 80 100 População (%) Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Diabrotica speciosa Cerotoma arcuata '
  • 52.
    Danos (raspagens) nasplantas causados por adultos de Sternechus subsignatus (Col: Curculionidae) em três épocas de semeadura da soja. Adaptado de Lorini et al., 1997. adulto larva planta larva solo pupa solo planta 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 nov dez jan fev mar Época 1 - outubro Época 2 - novembro Época 3 - dezembro Número de raspagens/2m de fileira
  • 53.
    Esquema do cicloanual de Phyllophaga cuyabana em função da profundidade e associado à cultura predominante. Adaptado de Santos, 1992. Soja Soja Trigo Profundida de (cm) 5 10 15 20 25 Meses O N D J A F M A M J J S O N D adulto pupa Larva 3o - diapausa ovo Larva 1o 2o e 3o larva
  • 54.
     Sabe-se quea cultura nutricionalmente equilibrada é mais tolerante ao ataque de pragas, e que o desbalanço nutricional pode induzir o ataque de pulgões e tripes.  Desse modo, o correto manejo da fertilidade pode tanto diminuir o risco de ataque de pragas, como também, compensar perdas radiculares ou foliares.
  • 55.
    Duração das fasesde Spodoptera frugiperda (Lep: Noctuidae) criada em milho cultivado em solo corrigido para três níveis de Al, em laboratório. Adaptado de Oliveira et al., 1990. 0 2 4 6 8 10 12 14 16 Duração do período Pupa (dias) Lagarta (dias) Adulto (dias) Viabilidade (%.10) Baixo (pH 5,2) Médio (pH 4,9) Alto (pH 4,6) ' ab a b ab a b a a a a a a adulto lagarta
  • 56.
    Correlação entre dosesde N e dano causado por Diatraea saccharalis em plantas de arroz. Adaptado de Martins, 1978. Nitrogênio (kg/ha) 1 2 3 4 5 6 30 Nota de dano (panícul as brancas ) Y = 2,35 - 0,00913N + 0,000144N2 r = 0,975 ** 180 120 150 60 90
  • 57.
     A umidadedo ar e do solo influenciam os processos biológicos e comportamento do inseto, contribuindo para determinar o seu nível populacional.  Na cultura do arroz irrigado sabe-se que a profundidade da lâmina de água apresenta correlação direta com a infestação de O. oryzae.
  • 58.
    Efeito da lâminade água (mm) sobre o dano causado por Elasmopalpus lignosellus (Lep: Pyralidae) em milho. Adaptado de Viana, 1992. 0 20 40 60 80 100 120 plantas atacadas 0 10 20 30 40 50 4 dias 10 dias 15 dias ' Lâmina de água (mm) Idade das lagartas c b ab b ab a ab ab a b b a a a a a a a Dano e lagarta
  • 59.
    Profundidade da lâminad’ água (mm) 0 0,5 1 1,5 2 2,5 0 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 Larvas/ perfilho Y = - 0,47 + 0,15X r = 0,85 ** Correlação de profundidade da água de irrigação e infestação de bicheira-da-raiz, em arroz. Pelotas, RS. Adaptado de Martins, 1974.
  • 60.
     Consiste naretirada de partes da planta como: folhas, ramos e frutos que apresentam problemas com pragas;  São exemplos disso, algumas hortaliças, plantas perenes florestais ou ornamentais e principalmente plantas frutíferas;  No caso da erva-mate, praticamente toda a folhagem é retirada na colheita, removendo insetos praga presentes nas folhas e ramos.
  • 62.
     Consórcios epolicultivos  Plantas invasoras  Preparo do solo  Plantio direto  Sucessão de culturas  Culturas de cobertura  Culturas adjacentes Utiliza diversificação vegetal selecionada
  • 63.
     Estes doissistemas apresentam também, muitas das características positivas da consorciação, agregando ainda mais diversidade vegetal, logo maior diversidade animal e em conseqüência, maior estabilidade.  A ampliação da diversidade reflete-se em diversidade funcional e contribui para o equilíbrio dos agroecossistemas, portanto, menor ocorrência de pragas.
  • 64.
    Ocorrência de adultosde Diabrotica speciosa e Cerotoma arcuata no feijão, milho e consórcio, durante a safra e safrinha. Adaptado de Guedes, 1995. 0 2 4 6 8 10 12 N úm ero de insetos/sem ana Diabrotica Cerotoma Feijão safra Feijão-Milho Milho Milho-Feijão Feijão safrinha ' adulto
  • 65.
     Mesmo competindocom a cultura principal, as plantas invasoras desempenham papel importante como hospedeiro secundário ou alternativo para as espécies pragas, fornecendo alimento e abrigo.  A diminuição do número de insetos praga em culturas com plantas invasoras, bem como o maior número de predadores e parasitóides têm sido frequentemente relatada pela pesquisa (ALTIERI, 1989).
  • 67.
     O preparodo solo ou sua ausência apresentam três tipos de ação sobre os artrópodos: distúrbio mecânico, alteração da oferta de restos culturais e da comunidade de plantas invasoras (STINNER & HOUSE, 1990).  A aração, gradagem ou atividades convencionais de revolvimento têm sido recomendadas para controle de insetos de solo.
  • 68.
    Gradiente esquemático dopreparo, densidade e matéria orgânica do solo, em diferentes sistemas de cultivo. MO palha Intensividade do preparo do solo Plantio convencional Cultivo mínimo Plantio direto Densidade do solo . MO semeadura semeadura semeadura dessecação dessecação escarificação escarificação gradagens aração
  • 69.
    Distúrbio mecânico Alteração físicado solo, umidade, porosidade Oferta de restos culturais Exposição aos inimigos naturais Comunidade de plantas associadas Alterações proporcionadas pelo preparo do solo ou sua ausência. Stinner & House, 1990.
  • 70.
    Pragas e inimigosnaturais na soja e no milho cultivados em sistemas diversificados. Francisco Jorge Cividanes; Fábio Takeshi Yamamoto, Scientia Agricola, v.59, n.4, p.683-687, out/dez. 2002. Número médio de insetos pragas e insetos predadores amostrados por procura visual em milho. Jaboticabal, SP.
  • 71.
    Pragas e inimigosnaturais na soja e no milho cultivados em sistemas diversificados. Francisco Jorge Cividanes; Fábio Takeshi Yamamoto, Scientia Agricola, v.59, n.4, p.683-687, out/dez. 2002. Número médio de insetos pragas e insetos predadores amostrados pelo método do pano em soja. Jaboticabal, SP.
  • 72.
    Influência de trêssistemas de manejo do solo, sobre o número de fêmeas, de galerias e ovos de Diloboderus abderus (Col: Melolonthidae). Cruz Alta, RS. Adaptado de Silva, 1994. 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 núm ero/gaiola (m ²) Fêmeas galerias ovos Plantio direto Cultivo mínimo Plantio convencional ' a a b a a b a a b adultos pupa larva
  • 73.
    Efeito do preparodo solo sobre a população de larvas, pupas e adultos de Sternechus subsignatus (Col: Curculionidae). Passo Fundo, RS. Adaptado de Lorini et al., 1997. 0 0,5 1 1,5 2 2,5 número/m² Larvas Pupas Adultos Sem preparo Aração + 2 gradagens ' adulto larva planta larva solo pupa solo planta
  • 74.
    Ocorrência média dopulgão da espiga Sitobion avenae (Hemiptera: Aphididae) em espiga de trigo, em dois sistemas de cultivo. Adaptado de Carvalho & Silva, 1981. 0 5 10 15 20 número pulgões/espiga T-S-T-S-T T-M-T-M-T T-A-T-A-T T-S-T-M-T T-A-T-M-T T-S-T-A-T T-M-T-S-T Plantio convencional Plantio direto ' Sucessão cultural T - trigo; M- milho; S- soja; A- algodão
  • 75.
     Independente dosseus aspectos positivos, como abrigar e conservar inimigos naturais, algumas espécies vegetais são hospedeiras de pragas das culturas principais, devendo a sua escolha ser baseada no conhecimento prévio dessa possibilidade e/ou no monitoramento populacional e manejo das pragas.  Portanto, a escolha das plantas de cobertura, além dos aspectos de conservação do solo e compatibilidade com a cultura principal deve considerar os riscos fitossanitários.
  • 76.
    Número médio deovos de Diabrotica speciosa (Col: Chrysomelidae) no solo com diferentes culturas. Adaptado de Milanez, 1995. ovos adulto 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 n ú m ero d e o vo s Cultura Milho pipoca Feijão Soja Arroz Solo nu ' a ab ab b b
  • 77.
    Número de plantasatacadas, oviposição e desenvolvimento de Sternechus subsignatus (Col: Curculionidae) alimentado em diferentes espécies vegetais. Cruz Alta, RS. Espécie Nome ovos/100 Larvas no Adultos vegetal Científico plantas solo (m2 ) (m2 ) Soja Glycine max 58 a 20 a 15 a Guandu anão Cajanus cajan 53 b 18 b 13 b Feijão Phaseolus vulgaris 53 b 10 c 7 c Lab-lab Dolichus Lab-lab 50 c 3 d 2 d Crotalária juncea Crotalaria juncea 0 e 0 e 0 e Mucuna preta Stizolobium aterrimum 0 e 0 e 0 e Girassol Helianthus annus 0 e 0 e 0 e Milho Zea mays 0 e 0 e 0 e Milheto Pennisetum americanum 0 e 0 e 0 e Sorgo Sorghum bicolor 0 e 0 e 0 e Adaptado de Silva, 1997.
  • 78.
     Serve comoum instrumento de manejo dos insetos que vivem tanto na parte aérea quanto na rizosfera das plantas.  Sabe-se que a cobertura do solo com restos vegetais de tonalidades claras são repelentes para pulgões e cigarrinha verde, pois são reflexivas e contribuem para a redução das populações.
  • 79.
    0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 n ú m e ro (m ²) Restos culturais (g.100/parc.) ninhos ovos Aveiapreta Ervilhaca Azevém Colza Tremoço Solo nu ' b b b b a c a ab ab ab b c b b b a c b adultos larva ovos Influência dos restos culturais na superfície do solo sobre o número de ninhos e de ovos de Diloboderus abderus (Col: Melolonthidae) no solo. Cruz Alta, RS. Adaptado de Silva, 1995.
  • 80.
     O mosaicovegetal que deve ser construído pode contemplar vários fatores multiplicadores de diversidade, tais como: preservação de áreas marginais dos cultivos e de estradas com vegetação, uso de cultura barreira, quebra-ventos, cinturões de proteção e cercas vivas.
  • 82.
    Dentre os aspectosmais relevantes relacionados ao uso do controle cultural e agroecológico, é possível destacar que essas práticas podem substituir e reduzir o uso do controle químico e os seus reflexos negativos, aumentando a diversidade estrutural e funcional dos agroecossistemas e melhorando sua qualidade!
  • 83.
     Legislativos  Físicos Mecânicos  Resistência de plantas  Culturais e Agroecológicos  Comportamento  Plantas inseticidas  Biológico  Químico NE NC ND
  • 84.
    b) Drenagem Métodos Físicos Controleem regiões pantanosas – arroz irrigado c) Inundação Controle de besouros da família Scarabaeidae Processos gerais a) Fogo Uso restrito
  • 85.
    Métodos Físicos Processos gerais d)Temperatura Alta – mais de 50ºC Matar ou paralisar o inseto Baixa – menos de 5ºC Processos de radiação eletromagnéticas UV Infravermelha Faixa de espectro Luminosa Sonora
  • 86.
    Métodos Físicos Insetos diurnos(UV) Processos de radiação eletromagnéticas Cor do substrato Pulgão Palha de arroz/cal UV Repelentes Atraentes Mosca-branca
  • 87.
    Métodos Físicos Processosde radiação eletromagnéticas Insetos noturnos Localização do hospedeiro no escuro Emissão de IV com comprimento de onda desfavorável Infravermelho Som Ultra-som: acima de 20 khz Mortalidade Sitophylus orizae - ressonância Atraente Simula o som das fêmeas Repelente Frequência de morcegos insetívoros
  • 88.
    Insetos noturnos Lâmpadas fluorescentesemitem maior energia na faixa do UV Armadilhas luminosas Processos de radiação eletromagnéticas Afeta o desenvolvimento do inseto pelo fotoperíodo Afeta o comportamento pelo comprimento de onda Luz visível
  • 89.
    Métodos Físicos Luiz deQueiroz Armadilhas luminosas Processos de radiação eletromagnéticas
  • 90.
     Legislativos  Físicos Mecânicos  Resistência de plantas  Culturais e Agroecológicos  Comportamento  Plantas inseticidas  Biológico  Químico NE NC ND
  • 91.
    Liberações contínuas einundativas de machos estéreis Método por Comportamento Técnica do inseto estéril Ceratitis capitata Híbrido de H. virescens x H. subflexa Manipulação genética de pragas Heliothis virescens Machos estéreis
  • 92.
    Procedimentos de esterilização Físicos– radiação ionizante Químicos – quimioesterilizantes Impedir a formação de óvulos e espermatozóides Ação Matar as células reprodutoras Danificar o material genético dessas células Método por Comportamento
  • 93.
    Liberação de machose fêmeas competindo com a população natural Técnica do inseto estéril Cochliomyia hominivorax A esterilização não pode afetar o comportamento do macho Fácil criação massal Insetos com boa capacidade de dispersão Praga a ser eliminada em baixa densidade populacional Condições Método por Comportamento
  • 94.
    Pradas eliminadas pelaTIE Havaí (1960) – liberações por 13 meses. Resultados depois de 4 meses das liberações Ceratitis capitata Bactrocera dorsalis Ilha de Guam (1963) – liberações de 17 milhões de moscas Bactrocera cucurbitae Ilha de Rota (1963) – Malation e posterior liberação das moscas esterilizadas Anastrepha ludens México (1962) – região não foi suficientemente isolada Método por Comportamento
  • 95.
    Vantagens •Não há riscode intoxicação •Não apresentam resíduos tóxicos •Evitam desequilíbrios biológicos Baseiam-se nos estudos fisiológicos do inseto Controle com hormônios Semioquímicos Substâncias químicas envolvidas na comunicação de organismos vivos Método por Comportamento
  • 96.
    Semioquímicos Aleloquímicos Feromônios Beneficia ambos IN encontraa praga Favorece o emissor Defesa da planta Cairomônios Alomônios Sinomônios Favorece o receptor inseto encontra a praga Atuação intra-específica Sexual Agregação Dispersão Alarme Territorialidade Trilha Oviposição Método por Comportamento
  • 97.
    Bicudo do algodoeiro- macho Produzidos por machos ou fêmeas Feromônio sexual Quantidades pequenas Grandes distâncias Depende da velocidade do vento Bombyx mori Bombicol (1959) Método por Comportamento
  • 98.
    Feromônio sexual Percepção porsensilos olfativos antenais Utilização Monitoramento populacional Controle massal – pelo menos 90% dos machos Confundimento - altas doses de feromônio Método por Comportamento
  • 99.
    Feromônio sexual No Brasil Migdolusfrayanus - Migdo Cosmopolites sordidus - Cosmolure Anthonomus grandis - Grandlure Grapholita molesta - Biographolita Cydia pomonella – Codlure Rhyncophorus palmarum - Rhyncophorol Método por Comportamento
  • 100.
    Atraentes de alimentação iscas Melaço Água Farelo detrigo ou arroz de oviposição Plantas-iscas com inseticidas Banana: pseudocaule tratado para controle do moleque-da-bananeira Coqueiro: pedaço de estipe tratado para controle de Rhyncophorus palmarum Método por Comportamento
  • 101.
    Repelentes citronelal citral eucaliptol Moscas Mosquitos Gorgulhos (Sitophilus spp.) Óleode citronela, pinheiro e eucalipto Carunchos em feijão armazenado Gorgulhos Casca de laranja e de folhas de erva-de-santa-maria (pó) Método por Comportamento
  • 102.
     Legislativos  Físicos Mecânicos  Resistência de plantas  Culturais e Agroecológicos  Comportamento  Plantas inseticidas  Biológico  Químico NE NC ND
  • 103.
    103 Quarentena vegetal “tem comoobjetivo prevenir a introdução de organismos nocivos em áreas isentas”
  • 104.
    104 • Serviço quarentenário •Praga quarentenária A1 • Praga quarentenária A2 MÉTODOS LEGISLATIVOS IN 38 de 14/10/1999
  • 105.
    105 Tratamentos quarentenários • Fumigação brometo de metila • Tratamento a frio  câmaras climatizadas • Tratamento a quente  vapor d’água ou hidrotermia • Irradiação  raios gama
  • 106.
    106 • Anastrepha ludens pêssego, nectarina e uva • 0,55 ºC  18 dias • 1,11 ºC  20 dias • 1,66 ºC  22 dias Temperatura da polpa
  • 107.
    107 • AVALIAÇÃO DOEFEITO DE TRATAMENTOS TÉRMICOS NA INVIABILIZAÇÃO DE OVOS DE Ceratitis capitata EM FRUTOS DE GOIABA (Psidium guajava L.) vapor e água quente  42, 44 e 46ºC  30, 60 e 90 minutos  46ºC apresentou taxas de inviabilidade de ovos, 93,50 e 97,66% para o vapor e a água, respectivamente; no tempo de 90 minutos
  • 108.
    108 Imersão dos frutosde mamão nos tanques para tratamento térmico  47,7 - 48,8°C por 20 minutos
  • 109.
    109 Métodos Legislativos: Medidas obrigatórias: AcáciaNegra: Coleta e queima de galhos no RS para diminuir a infestação de Oncideres impluviata (Lei 2869 de 25.06.1956)
  • 110.
    110 Portaria 125 de03/08/1998 • Sirex noctilio  RS, SC e PR  CFO “Certificado Fitossanitário de Origem”
  • 111.
     Legislativos  Físicos Mecânicos  Resistência de plantas  Culturais e Agroecológicos  Comportamento  Plantas inseticidas  Biológico  Químico NE NC ND
  • 112.
    112 Rossetto (1973) “Planta resistenteé aquela que devido sua constituição genotípica é menos danificada que outra em igualdade de condições”. Logo: • A resistência é relativa e implica em comparações. • A resistência é hereditária • Uma planta resistente pode ou não manter esse caráter em outras condições. RESISTÊNCIA DE PLANTAS A INSETOS
  • 113.
    113 GRAUS DE RESISTÊNCIA 1-IMUNIDADE: não sofre qualquer dano pela praga em qualquer condição (raro). Ex: macieira Northern spy ao Eriosoma lanigerum; 2- ALTA RESISTÊNCIA: sofre pouco dano em relação aos demais. 3- RESISTÊNCIA MODERADA: sofre um dano um pouco menor que os demais. 4- SUSCETIBILIDADE: sofre um dano semelhante aos demais. 5- ALTA SUSCETIBILIDADE: sofre um dano maior que aos demais.
  • 114.
    114 PSEUDORESISTÊNCIA • Evasão hospedeira •Escape • Resistência induzida (Fitoalexinas): - irrigação - adubação - inseticidas - etc..
  • 115.
    115 • ADUBAÇÃO NITROGENADAINFLUENCIANDO NA POPULAÇÃO DE MOSCA MINADORA, Liriomyza sp, E SEU CONTROLE COM Beauveria bassiana E Metarhizium anisopliae, EM FEIJOEIRO (Phaseolus vulgaris L)  em todas as avaliações, o tratamento sem adubação apresentou o maior dano.
  • 116.
  • 117.
    117 ANTIXENOSE (não-preferência) Para alimentação, oviposição ou abrigo ANTIBIOSE Efeitoadverso da planta sobre o inseto TOLERÂNCIA Regeneração ou capacidade de suportar o ataque do inseto TIPOS DE RESISTÊNCIA
  • 120.
  • 121.
  • 122.
    122 - Uso decultivar armadilha Exemplo: Cultivar Caseta de abóbora preferido por Diaphania nitidalis Cultivar armadilha
  • 123.
     Legislativos  Físicos Mecânicos  Resistência de plantas  Culturais e Agroecológicos  Comportamento  Plantas inseticidas  Biológico  Químico NE NC ND
  • 124.
  • 125.
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  • 128.
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  • 130.
    130 • EFICIÊNCIA DEFORMULAÇÕES COMERCIAIS À BASE DE NIM EM RELAÇÃO A Bemisia tabaci (GENN.) BIÓTIPO B  todas as formulações foram eficientes, embora com Nim-i-go (mortalidade ninfal de 87%), a eficiência tenha sido menor que com NeemAzal, Natuneem e Nimkol (acima de 96%). • USO DE ESTRUTURAS VEGETAIS APLICADAS EM PÓ COMO ALTERNATIVA PARA O CONTROLE DE Acanthoscelides obtectus (COLEOPTERA: BRUCHIDAE) EM FEIJOEIRO  os pós de carqueja, poejo e coentro reduziram a oviposição de A. obtectus  grãos de feijoeiro impregnados com pós de funcho, nim e erva-de-Santa-Maria sofreram menor dano por alimentação do inseto.