Métodos e Metodologias de Investigação Métodos  são para Cohen e Manion, 1994, “um conjunto de abordagens utilizadas na investigação educacional para reunir dados que serão usados como base para inferência e interpretação, explanação e previsão”. Para Quivy e Campenhoudt, 1992, “Os métodos não são mais do que formalizações particulares do procedimento, percursos diferentes concebidos para estarem adaptados aos fenómenos ou domínios estudados”. 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
Métodos e Metodologias de Investigação Em contrapartida a finalidade da  metodologia  é ajudar-nos a compreender, em termos mais abrangentes, não os produtos da investigação científica, mas o processo em si mesmo. 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
O início de uma investigação Quando se começa uma investigação, um dos passos iniciais é procurar encontrar literatura actualizada sobre o conhecimento existente acerca do tópico educacional em estudo.  07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
A questão de Investigação Sua importância… Qualquer investigação é por definição algo  que se procura. A pergunta de partida deve exprimir o mais exactamente possível, de forma simples e clara, o que o investigador procura saber, elucidar ou compreender.  07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
Critérios de uma boa pergunta de partida: Deve ser clara, ou seja, concisa e precisa, deve originar interpretações convergentes quanto ao seu objectivo, não deve ser vaga, não deve ser demasiado longa e desordenada; Deve ser exequível, realista. Deve ser adequada aos recursos pessoais, técnicos e materiais que dispomos para a investigação; Deve ser pertinente;  Deve ter como objecto a explicação ou a compreensão de um fenómeno social; As perguntas de investigação de ordem moral ou filosófica não constituem o foco de estudo das ciências sociais. 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
Objectivos: Sugerir novos caminhos para a investigação Alargar a compreensão do problema/questão de  investigação Ajudar a definir com rigor e limitar o problema/questão de investigação Seleccionar métodos e medidas eficazes Relacionar os resultados do estudo com os conhecimentos existentes 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
Passos a seguir: Analisar o problema/questão de investigação e identificar as palavras-chave Procurar referências através de diferentes fontes: livros, artigos científicos, teses, artigos publicados na Internet, etc. Ler e tomar notas sobre as referências seleccionadas Organizar a revisão de literatura 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
A exploração Esta etapa, compreende além da leitura, outras actividades, algumas com carácter mais exploratório. Na leitura, tenta-se situar desde o início o trabalho de investigação que se pretende realizar em relação a quadros conceptuais reconhecidos.  07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
A exploração Alguns passos importantes numa revisão de literatura: Analisar o problema/questão de investigação e identificar as “palavras-chave” Procurar referências através das fontes preliminares Ler e tomar notas sobre as referências seleccionadas Classificar/agrupar as referências Organizar a revisão de literatura 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
A Investigação Quantitativa Os Métodos quantitativos requerem um conjunto de procedimentos matemáticos necessários ao estudo dos fenómenos sociais. 1ª fase: quantificação de dados 2ª fase: interpretação desses dados  07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
A Investigação Quantitativa População e amostra População ou Universo  –  todos os membros de um grupo de pessoas, acontecimentos ou objectos aos quais queremos generalizar os resultados do estudo. Amostra  –  número de sujeitos extraídos de uma população e representativos da mesma . 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
A Investigação Quantitativa Variáveis Variável  –  é uma característica que pode adoptar distintos valores, ou seja, é uma qualidade ou aspecto sobre o qual diferem os indivíduos. Atribuem-se valores aos sujeitos em função dessa variável. O conceito de variável opõe-se ao de constante, que se refere às características que só podem ter um mesmo valor para todos os sujeitos (Bisquerra, R., 1989). 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
A Investigação Quantitativa: Principais tipos de Desenhos 1 . Experimentais  – há manipulação de condições Experimentais propriamente ditos  – distribuição aleatória Quasi-experimentais  – não há distribuição aleatória 2.Não experimentais  – não há manipulação de condições Descritivos  – descrever ou medir, para caracterizar um grupo,  mas podem procurar relações causais Correlacionais  – medir relações Sondagem  (Survey) – descrever atitudes, crenças, opiniões,  etc. 3.“Ex-post facto ”  - Estuda relações causais em acontecimentos passados, pelo que não pode haver manipulação. 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
Tipos de perguntas a fazer de acordo com o tipo de investigações a realizar. Exemplos: Estudos Descritivos : “O que é…”, “Como é…” Sondagens:   Tipos de perguntas: Descritivas: Qual é ?... O que é?... Relacionais: Haverá alguma relação entre…? Explicativas: Porque é que…? Estudos correlacionais: Correlacionais simples ou Preditivos … … … 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
Estudos Experimentais O principal objectivo deste tipo de estudo, é estudar as relações causais, recorrendo à investigação. Experiência  é um procedimento que investiga relações de causa-efeito, por distribuição aleatória de sujeitos aos grupos e envolve a manipulação de uma ou mais variáveis. Variáveis: - independentes-manipuladas - dependentes - características ou moderadoras – não podem ser manipuladas, mas podem ser consideradas na investigação experimental por poderem interferir no modo como a variável independente influencia a variável dependente (sexo, estatuto sócio-económico, idade, etc,…) 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
Estudos Experimentais Passos a seguir: 1 – Definir o problema e formular hipóteses ( a apoiar ou regeitar) 2 – Formar os grupos: Experimental (ou de tratamento) e de controlo (ou de comparação) 3 – analisar o estado inicial (pré-teste) 4 – implementar a experiência 5 – analisar o estado final (pós-teste) 6 – tratar os dados 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
Estudos Experimentais   Estudo Piloto   Validade da experiência: Interna  – avaliação da confiança com que as diferentes hipóteses rivais e as condições em que decorreu a experiência podem ser excluídas da explicação dos resultados. Externa  – em que medida os resultados de uma experiência podem ser generalizados a pessoas e ou a condições fora do contexto da experiência ( o controlo pode conduzir a condições artificiais e a resultados diferentes dos que seriam obtidos em condições naturais) Cohen e Manion (1994) 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
Este tipo de estudos utiliza-se quando não é possível a distribuição aleatória .  Contudo as diferenças entre os grupos pode ser uma ameaça à validade interna. Por outro lado, permite trabalhar com grupos naturais (validade externa). Cuidados a ter: - Procurar grupos o mais semelhantes possível - Usar um grande número de grupos aleatoriamente distribuídos pelas diferentes condições Cohen e Manion (1994) 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho Estudos Quasi-Experimentais
07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho Estudos Quasi-Experimentais Cohen e Manion (1994) Estudos “Single subject” (sujeito único) Neste caso a amostra reduz-se a um sujeito como pode acontecer nos Estudos de Caso.
07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho Instrumentos de recolha de dados Cohen e Manion (1994) A selecção e escolha de instrumentos de recolha de dados constitui constitui uma etapa primordial importância na definição do trabalho de investigação. Instrumentos mais comuns: Questionários Entrevistas Observações Análise de fontes diversas: Mensagens de correio electrónico Textos existentes em  Fora  de Discussão privada Conteúdos de reuniões…
Questionário –  conjunto de questões apresentadas por escrito a cada sujeito; cada resposta permite atingir um objectivo. Vantagens: Relativamente económicos Contêm questões padronizadas Mantêm o anonimato Podem ser construídos com fins específicos O investigador não influencia no momento da recolha de dados 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
Os Questionários devem ser utilizados quando: Não houver outra técnica válida e fiável A informação procurada poder ser solicitada através de perguntas impressas A população tiver educação suficiente para poder responder às questões A amostra for grande e/ou geograficamente dispersa A amostra for suficientemente homogénea 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
Passos na elaboração de um Questionário: Justificar a utilização Definir os objectivos Escrever as questões/ítens Escrever por objectivos Ter em conta a análise de dados pretendida Cumprir as regras de formulação de perguntas Escolher o formato mais adequado  Formatar o questionário Validar o questionário Determinar a fiabilidade Rever se for necessário 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
Formato do Questionário: Questão ou afirmação seguida de uma escala de respostas.  Deve-se escolher o grau que melhor reflecte a crença, opinião ou atitude. Escala: série de gradações, níveis ou valores que descrevem graus de uma variável. 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
Escalas de LIKERT: Permitem classificar (qualitativa e/ou quantitativa) a longo de um continuum, um  elemento/característica/afirmação etc., em função de um critério determinado. Geralmente tem 5 (ou 7) graus, podendo ser neutro ou direccional. Exemplo de uma Escala de Likert propriamente dita: 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho Exemplo de uma Escala de Likert direccional: Sempre   A maior parte das vezes    Algumas vezes   Raramente  Nunca Concordo totalmente Concordo Nem concordo Nem discordo Discordo Discordo totalmente
Entrevistas: Uma entrevista é também um questionário oral, tendo uma preparação semelhante à dos questionários, mas neste caso existe uma interacção entre o investigador  e o sujeito. Tipos de entrevistas: Estruturadas –  todas as perguntas, respectiva formulação e sequência estão previamente estabelecidas Semi-estruturadas Não estruturadas  07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho

Metodos Metodolde Inv Exp2

  • 1.
    Métodos e Metodologiasde Investigação Métodos são para Cohen e Manion, 1994, “um conjunto de abordagens utilizadas na investigação educacional para reunir dados que serão usados como base para inferência e interpretação, explanação e previsão”. Para Quivy e Campenhoudt, 1992, “Os métodos não são mais do que formalizações particulares do procedimento, percursos diferentes concebidos para estarem adaptados aos fenómenos ou domínios estudados”. 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
  • 2.
    Métodos e Metodologiasde Investigação Em contrapartida a finalidade da metodologia é ajudar-nos a compreender, em termos mais abrangentes, não os produtos da investigação científica, mas o processo em si mesmo. 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
  • 3.
    O início deuma investigação Quando se começa uma investigação, um dos passos iniciais é procurar encontrar literatura actualizada sobre o conhecimento existente acerca do tópico educacional em estudo. 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
  • 4.
    A questão deInvestigação Sua importância… Qualquer investigação é por definição algo que se procura. A pergunta de partida deve exprimir o mais exactamente possível, de forma simples e clara, o que o investigador procura saber, elucidar ou compreender. 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
  • 5.
    Critérios de umaboa pergunta de partida: Deve ser clara, ou seja, concisa e precisa, deve originar interpretações convergentes quanto ao seu objectivo, não deve ser vaga, não deve ser demasiado longa e desordenada; Deve ser exequível, realista. Deve ser adequada aos recursos pessoais, técnicos e materiais que dispomos para a investigação; Deve ser pertinente; Deve ter como objecto a explicação ou a compreensão de um fenómeno social; As perguntas de investigação de ordem moral ou filosófica não constituem o foco de estudo das ciências sociais. 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
  • 6.
    Objectivos: Sugerir novoscaminhos para a investigação Alargar a compreensão do problema/questão de investigação Ajudar a definir com rigor e limitar o problema/questão de investigação Seleccionar métodos e medidas eficazes Relacionar os resultados do estudo com os conhecimentos existentes 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
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    Passos a seguir:Analisar o problema/questão de investigação e identificar as palavras-chave Procurar referências através de diferentes fontes: livros, artigos científicos, teses, artigos publicados na Internet, etc. Ler e tomar notas sobre as referências seleccionadas Organizar a revisão de literatura 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
  • 8.
    A exploração Estaetapa, compreende além da leitura, outras actividades, algumas com carácter mais exploratório. Na leitura, tenta-se situar desde o início o trabalho de investigação que se pretende realizar em relação a quadros conceptuais reconhecidos. 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
  • 9.
    A exploração Algunspassos importantes numa revisão de literatura: Analisar o problema/questão de investigação e identificar as “palavras-chave” Procurar referências através das fontes preliminares Ler e tomar notas sobre as referências seleccionadas Classificar/agrupar as referências Organizar a revisão de literatura 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
  • 10.
    A Investigação QuantitativaOs Métodos quantitativos requerem um conjunto de procedimentos matemáticos necessários ao estudo dos fenómenos sociais. 1ª fase: quantificação de dados 2ª fase: interpretação desses dados 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
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    A Investigação QuantitativaPopulação e amostra População ou Universo – todos os membros de um grupo de pessoas, acontecimentos ou objectos aos quais queremos generalizar os resultados do estudo. Amostra – número de sujeitos extraídos de uma população e representativos da mesma . 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
  • 12.
    A Investigação QuantitativaVariáveis Variável – é uma característica que pode adoptar distintos valores, ou seja, é uma qualidade ou aspecto sobre o qual diferem os indivíduos. Atribuem-se valores aos sujeitos em função dessa variável. O conceito de variável opõe-se ao de constante, que se refere às características que só podem ter um mesmo valor para todos os sujeitos (Bisquerra, R., 1989). 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
  • 13.
    A Investigação Quantitativa:Principais tipos de Desenhos 1 . Experimentais – há manipulação de condições Experimentais propriamente ditos – distribuição aleatória Quasi-experimentais – não há distribuição aleatória 2.Não experimentais – não há manipulação de condições Descritivos – descrever ou medir, para caracterizar um grupo, mas podem procurar relações causais Correlacionais – medir relações Sondagem (Survey) – descrever atitudes, crenças, opiniões, etc. 3.“Ex-post facto ” - Estuda relações causais em acontecimentos passados, pelo que não pode haver manipulação. 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
  • 14.
    Tipos de perguntasa fazer de acordo com o tipo de investigações a realizar. Exemplos: Estudos Descritivos : “O que é…”, “Como é…” Sondagens: Tipos de perguntas: Descritivas: Qual é ?... O que é?... Relacionais: Haverá alguma relação entre…? Explicativas: Porque é que…? Estudos correlacionais: Correlacionais simples ou Preditivos … … … 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
  • 15.
    Estudos Experimentais Oprincipal objectivo deste tipo de estudo, é estudar as relações causais, recorrendo à investigação. Experiência é um procedimento que investiga relações de causa-efeito, por distribuição aleatória de sujeitos aos grupos e envolve a manipulação de uma ou mais variáveis. Variáveis: - independentes-manipuladas - dependentes - características ou moderadoras – não podem ser manipuladas, mas podem ser consideradas na investigação experimental por poderem interferir no modo como a variável independente influencia a variável dependente (sexo, estatuto sócio-económico, idade, etc,…) 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
  • 16.
    Estudos Experimentais Passosa seguir: 1 – Definir o problema e formular hipóteses ( a apoiar ou regeitar) 2 – Formar os grupos: Experimental (ou de tratamento) e de controlo (ou de comparação) 3 – analisar o estado inicial (pré-teste) 4 – implementar a experiência 5 – analisar o estado final (pós-teste) 6 – tratar os dados 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
  • 17.
    Estudos Experimentais Estudo Piloto Validade da experiência: Interna – avaliação da confiança com que as diferentes hipóteses rivais e as condições em que decorreu a experiência podem ser excluídas da explicação dos resultados. Externa – em que medida os resultados de uma experiência podem ser generalizados a pessoas e ou a condições fora do contexto da experiência ( o controlo pode conduzir a condições artificiais e a resultados diferentes dos que seriam obtidos em condições naturais) Cohen e Manion (1994) 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
  • 18.
    Este tipo deestudos utiliza-se quando não é possível a distribuição aleatória . Contudo as diferenças entre os grupos pode ser uma ameaça à validade interna. Por outro lado, permite trabalhar com grupos naturais (validade externa). Cuidados a ter: - Procurar grupos o mais semelhantes possível - Usar um grande número de grupos aleatoriamente distribuídos pelas diferentes condições Cohen e Manion (1994) 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho Estudos Quasi-Experimentais
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    07-06-09 Maria JoséMachado - DCEC-IEC-UMinho Estudos Quasi-Experimentais Cohen e Manion (1994) Estudos “Single subject” (sujeito único) Neste caso a amostra reduz-se a um sujeito como pode acontecer nos Estudos de Caso.
  • 20.
    07-06-09 Maria JoséMachado - DCEC-IEC-UMinho Instrumentos de recolha de dados Cohen e Manion (1994) A selecção e escolha de instrumentos de recolha de dados constitui constitui uma etapa primordial importância na definição do trabalho de investigação. Instrumentos mais comuns: Questionários Entrevistas Observações Análise de fontes diversas: Mensagens de correio electrónico Textos existentes em Fora de Discussão privada Conteúdos de reuniões…
  • 21.
    Questionário – conjunto de questões apresentadas por escrito a cada sujeito; cada resposta permite atingir um objectivo. Vantagens: Relativamente económicos Contêm questões padronizadas Mantêm o anonimato Podem ser construídos com fins específicos O investigador não influencia no momento da recolha de dados 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
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    Os Questionários devemser utilizados quando: Não houver outra técnica válida e fiável A informação procurada poder ser solicitada através de perguntas impressas A população tiver educação suficiente para poder responder às questões A amostra for grande e/ou geograficamente dispersa A amostra for suficientemente homogénea 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
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    Passos na elaboraçãode um Questionário: Justificar a utilização Definir os objectivos Escrever as questões/ítens Escrever por objectivos Ter em conta a análise de dados pretendida Cumprir as regras de formulação de perguntas Escolher o formato mais adequado Formatar o questionário Validar o questionário Determinar a fiabilidade Rever se for necessário 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
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    Formato do Questionário:Questão ou afirmação seguida de uma escala de respostas. Deve-se escolher o grau que melhor reflecte a crença, opinião ou atitude. Escala: série de gradações, níveis ou valores que descrevem graus de uma variável. 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho
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    Escalas de LIKERT:Permitem classificar (qualitativa e/ou quantitativa) a longo de um continuum, um elemento/característica/afirmação etc., em função de um critério determinado. Geralmente tem 5 (ou 7) graus, podendo ser neutro ou direccional. Exemplo de uma Escala de Likert propriamente dita: 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho Exemplo de uma Escala de Likert direccional: Sempre A maior parte das vezes Algumas vezes Raramente Nunca Concordo totalmente Concordo Nem concordo Nem discordo Discordo Discordo totalmente
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    Entrevistas: Uma entrevistaé também um questionário oral, tendo uma preparação semelhante à dos questionários, mas neste caso existe uma interacção entre o investigador e o sujeito. Tipos de entrevistas: Estruturadas – todas as perguntas, respectiva formulação e sequência estão previamente estabelecidas Semi-estruturadas Não estruturadas 07-06-09 Maria José Machado - DCEC-IEC-UMinho