O poema descreve a cena horrível de um navio negreiro transportando escravos africanos em condições desumanas. Os escravos são mostrados dançando ao som de chicotes em meio a gritos, sangue e lágrimas. O poeta pergunta a Deus se tal cena de horror pode existir perante os céus e pede ao mar e aos ventos que apaguem tal atrocidade.