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MEDIDAS DE
CONTROLE DOS RISCOS
ELÉTRICOS.
(MCRE).
Conteúdo programático
 Nesta aula iremos compreender:
 MCRE - Desenergização
 MCRE – Aterramento funcional de proteção e temporário (TN, TT, IT)
 MCRE – Equipotencialização
 MCRE – Seccionamento automático da alimentação
 MCRE – Dispositivo de proteção a corrente residual e diferencial DR.
 MCRE – Proteção por extra baixa tensão SELV e PELV.
 MCRE – Barreiras e invólucros
 MCRE – Bloqueios e impedimentos
 MCRE – isolamento
 MCRE – Proteção por separação elétrica.
Desenergização
 A desenergização é um conjunto de ações coordenadas, seqüenciadas e
controladas. Somente serão consideradas desenergizadas as instalações
elétricas liberadas para trabalho, mediante os procedimentos apropriados
e obedecida a seqüência a seguir:
Seccionamento
 É o ato de promover a descontinuidade
elétrica total, obtida mediante o
acionamento de dispositivo apropriado.
Desenergização
 Impedimento de reenergização
 É o estabelecimento de condições que impedem,a
reenergização do circuito ou equipamento desenergizado,
assegurando ao trabalhador o controle do seccionamento.
 Constatação da ausência de tensão
 É a verificação da efetiva ausência de tensão nos condutores
do circuito elétrico.
 Instalação de aterramento temporário com
equipotencialização dos condutores dos circuitos
 Constatada a inexistência de tensão, os condutores deverão
ser ligados à haste terra do conjunto de aterramento
temporário e realizado a equipotencialização das fases.
Desenergização
 Proteção dos elementos energizados existentes na
zona controlada
 Define-se zona controlada como, área em torno da parte condutora
energizada, segregada, acessível, de dimensões estabelecidas de
acordo com nível de tensão, cuja aproximação só é permitida a
profissionais autorizados, como disposto no anexo II da Norma
Regulamentadora Nº10. Podendo ser feito com anteparos, dupla
isolação invólucros, etc.
 Instalação da sinalização de impedimento de reenergização
 Destinada à advertência e à identificação da razão de desenergização
e informações do responsável.
Instalação e serviços em eletricidade
220 V
1
2
3
3
4
Bloqueios e etiquetagem em sistemas elétricos
1 – Bloqueio e etiquetagem
2 – Equipamento em
manutenção
3 – Aterramentos provisórios
4 – Detector de tensão
Aterramento funcional (TN / TT / IT),
de proteção e temporário
 Aterramento
 Definição
 Ligação intencional à terra através da qual correntes elétricas podem
fluir.
 O aterramento pode ser:
 Funcional: É o aterramento de um ponto destinado a outros fins que
não a proteção contra choques elétricos.
 Proteção: ligação à terra das massas e dos elementos condutores
estranhos à instalação.
 Temporário: ligação elétrica efetiva com baixa impedância intencional
à terra, destinada a garantir a equipotencialidade e mantida
continuamente durante a intervenção na instalação elétrica.
Aterramento funcional (TN / TT / IT),
de proteção temporário
 Esquema TN
 O esquema TN possui um ponto da alimentação diretamente aterrado,
sendo as massas ligadas a esse ponto através de condutores de proteção.
São considera-das três variantes de esquema TN, de acordo com a
disposição do condutor neutro e do condutor de proteção.
Esquena TN-S
Aterramento funcional (TN / TT / IT),
de proteção temporário
 Esquema TN
Esquena TN-C
Esquena TN-C-S
Aterramento funcional (TN / TT / IT),
de proteção temporário
 Esquema TT
 O esquema TT possui um ponto da alimentação diretamente aterrado,
estando as massas da instalação ligadas a eletrodo(s) de aterramento
eletricamente dis-tinto(s) do eletrodo de aterramento da alimentação,
figura abaixo.
Esquema TT
Aterramento funcional (TN / TT / IT),
de proteção temporário
 Esquema IT
 No esquema IT todas as partes vivas são isoladas da terra ou um ponto da
alimentação é aterrado através de impedância, figura abaixo. As massas da
instalação são aterradas.
Aterramento funcional (TN / TT / IT),
de proteção temporário
 Esquema IT
Aterramento funcional (TN / TT / IT),
de proteção temporário
 Aterramento temporário
 O aterramento elétrico de uma instalação tem por função evitar acidentes
gerados pela energização acidental da rede, propiciando rápida atuação do
sistema automático de seccionamento ou proteção. Também tem o objetivo de
promover proteção aos trabalhadores contra descargas atmosféricas que
possam interagir ao longo do circuito em intervenção.
 Esse procedimento deverá ser adotado a montante (antes) e a jusante (depois)
do ponto de intervenção do circuito e derivações se houver, salvo quando a
intervenção ocorrer no final do trecho. Deve ser retirado ao final dos serviços.
 Equipotencialização
 É o procedimento que consiste na interligação de elementos especificados,
visando obter a equipotencialidade necessária para os fins desejados.
Seccionamento automático da
alimentação
 O seccionamento automático
possui um dispositivo de proteção
que deverá seccionar
automaticamente a alimentação
do circuito ou equipamento por
ele protegido sempre que uma
falta der origem a uma corrente
superior ao valor determinado e
ajustado.
Dispositivos a corrente de fuga
 Dispositivo de proteção
operado por corrente
 Tem por finalidade desligar da rede de
fornecimento de energia elétrica, o
equipamento ou instalação que ele
protege, na ocorrência de uma corrente
de fuga que exceda determinado valor,
sua atuação deve ser rápida, menor do
que 0,2 segundos (Ex.: DDR).
Extra baixa tensão: SELV e PELV
 Defini-se como:
 A. SELV (do inglês “separated extra-low voltage”): Sistema de extra baixa
tensão que é eletricamente separada da terra de outros sistemas e de tal
modo que a ocorrência de uma única falta não resulta em risco de choque
elétrico.
 B. PELV (do inglês “protected extra-low voltage”): Sistema de extra baixa
tensão que não é eletricamente separado da terra mas que preenche, de
modo equivalente, todos os requisitos de um SELV.
Barreiras e invólucros
 São dispositivos que impedem
qualquer contato com partes
energizadas das instalações
elétricas. São componentes que
possam impedir que pessoas ou
animais toquem
acidentalmente as partes
energizadas, garantindo assim
que as pessoas sejam advertidas
de que as partes acessíveis
através das aberturas estão
energizadas e não devem ser
tocadas.
Bloqueios e impedimentos
 Dispositivos de bloqueio são aqueles que
impedem o acionamento ou religamento de
dispositivos de manobra (chaves,
interruptores).
 Bloqueio é a ação destinada a manter, por
meios mecânicos um dispositivo de manobra
fixo numa determinada posição, de forma a
impedir uma ação não autorizada, em geral
utilizam cadeados.
 É importante que tais dispositivos possibilitem
mais de um bloqueio, ou seja, a inserção de
mais de um cadeado, por exemplo, para
trabalhos simultâneos de mais de uma
equipe de manutenção.
Tipos de bloqueios
Outros tipos de bloqueios
Bloqueio do disjuntor “lock
out & tag out”
Bloqueio do plugue
Obstáculos e anteparos
 Os obstáculos são destinados a impedir o contato involuntário com
partes vivas, mas não o contato que pode resultar de uma ação
deliberada e voluntária de ignorar ou contornar o obstáculo.
 Os obstáculos devem impedir:
A. Uma aproximação física não intencional das partes energizadas;
B. Contatos não intencionais com partes energizadas durante atuações sobre
o equipamento, estando o equipamento em serviço normal.
Isolamento das partes vivas
 São elementos construídos com materiais dielétricos (não condutores de
eletricidade) que têm por objetivo isolar condutores ou outras partes da
estrutura que estão energizadas, para que os serviços possam ser
executados com efetivo controle dos riscos pelo trabalhador.
Isolação dupla ou reforçada
 Este tipo de proteção é normalmente aplicado a equipamentos portáteis,
tais como furadeiras elétricas manuais, os quais por serem empregados
nos mais variados locais e condições de trabalho, e mesmo por suas
próprias características, requerem outro sistema de proteção, que
permita uma confiabilidade maior do que aquela oferecida
exclusivamente pelo aterramento elétrico.
Colocação fora de alcance
 Destina-se somente a impedir os contatos involuntários com as partes
vivas.
 Quando há o espaçamento, este deve ser suficiente para que se evite que
pessoas circulando nas extremidades das partes vivas possam entrar em
contato com essas partes, seja diretamente ou por intermédio de objetos
que elas manipulem ou transportem.
Separação elétrica
 Uma das medidas de proteção contra choques elétricos previstas na
NBR 5410/2004, consiste em abaixar a tensão para níveis seguros
(extrabaixa tensão: menor que 50 V para ambientes secos e menor que 25
V para ambientes úmidos e molhados) através de transformador de
separação.

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MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS ELÉTRICOS

  • 1. MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS ELÉTRICOS. (MCRE).
  • 2. Conteúdo programático  Nesta aula iremos compreender:  MCRE - Desenergização  MCRE – Aterramento funcional de proteção e temporário (TN, TT, IT)  MCRE – Equipotencialização  MCRE – Seccionamento automático da alimentação  MCRE – Dispositivo de proteção a corrente residual e diferencial DR.  MCRE – Proteção por extra baixa tensão SELV e PELV.  MCRE – Barreiras e invólucros  MCRE – Bloqueios e impedimentos  MCRE – isolamento  MCRE – Proteção por separação elétrica.
  • 3. Desenergização  A desenergização é um conjunto de ações coordenadas, seqüenciadas e controladas. Somente serão consideradas desenergizadas as instalações elétricas liberadas para trabalho, mediante os procedimentos apropriados e obedecida a seqüência a seguir: Seccionamento  É o ato de promover a descontinuidade elétrica total, obtida mediante o acionamento de dispositivo apropriado.
  • 4. Desenergização  Impedimento de reenergização  É o estabelecimento de condições que impedem,a reenergização do circuito ou equipamento desenergizado, assegurando ao trabalhador o controle do seccionamento.  Constatação da ausência de tensão  É a verificação da efetiva ausência de tensão nos condutores do circuito elétrico.  Instalação de aterramento temporário com equipotencialização dos condutores dos circuitos  Constatada a inexistência de tensão, os condutores deverão ser ligados à haste terra do conjunto de aterramento temporário e realizado a equipotencialização das fases.
  • 5. Desenergização  Proteção dos elementos energizados existentes na zona controlada  Define-se zona controlada como, área em torno da parte condutora energizada, segregada, acessível, de dimensões estabelecidas de acordo com nível de tensão, cuja aproximação só é permitida a profissionais autorizados, como disposto no anexo II da Norma Regulamentadora Nº10. Podendo ser feito com anteparos, dupla isolação invólucros, etc.  Instalação da sinalização de impedimento de reenergização  Destinada à advertência e à identificação da razão de desenergização e informações do responsável.
  • 6. Instalação e serviços em eletricidade 220 V 1 2 3 3 4 Bloqueios e etiquetagem em sistemas elétricos 1 – Bloqueio e etiquetagem 2 – Equipamento em manutenção 3 – Aterramentos provisórios 4 – Detector de tensão
  • 7. Aterramento funcional (TN / TT / IT), de proteção e temporário  Aterramento  Definição  Ligação intencional à terra através da qual correntes elétricas podem fluir.  O aterramento pode ser:  Funcional: É o aterramento de um ponto destinado a outros fins que não a proteção contra choques elétricos.  Proteção: ligação à terra das massas e dos elementos condutores estranhos à instalação.  Temporário: ligação elétrica efetiva com baixa impedância intencional à terra, destinada a garantir a equipotencialidade e mantida continuamente durante a intervenção na instalação elétrica.
  • 8. Aterramento funcional (TN / TT / IT), de proteção temporário  Esquema TN  O esquema TN possui um ponto da alimentação diretamente aterrado, sendo as massas ligadas a esse ponto através de condutores de proteção. São considera-das três variantes de esquema TN, de acordo com a disposição do condutor neutro e do condutor de proteção. Esquena TN-S
  • 9. Aterramento funcional (TN / TT / IT), de proteção temporário  Esquema TN Esquena TN-C Esquena TN-C-S
  • 10. Aterramento funcional (TN / TT / IT), de proteção temporário  Esquema TT  O esquema TT possui um ponto da alimentação diretamente aterrado, estando as massas da instalação ligadas a eletrodo(s) de aterramento eletricamente dis-tinto(s) do eletrodo de aterramento da alimentação, figura abaixo. Esquema TT
  • 11. Aterramento funcional (TN / TT / IT), de proteção temporário  Esquema IT  No esquema IT todas as partes vivas são isoladas da terra ou um ponto da alimentação é aterrado através de impedância, figura abaixo. As massas da instalação são aterradas.
  • 12. Aterramento funcional (TN / TT / IT), de proteção temporário  Esquema IT
  • 13. Aterramento funcional (TN / TT / IT), de proteção temporário  Aterramento temporário  O aterramento elétrico de uma instalação tem por função evitar acidentes gerados pela energização acidental da rede, propiciando rápida atuação do sistema automático de seccionamento ou proteção. Também tem o objetivo de promover proteção aos trabalhadores contra descargas atmosféricas que possam interagir ao longo do circuito em intervenção.  Esse procedimento deverá ser adotado a montante (antes) e a jusante (depois) do ponto de intervenção do circuito e derivações se houver, salvo quando a intervenção ocorrer no final do trecho. Deve ser retirado ao final dos serviços.  Equipotencialização  É o procedimento que consiste na interligação de elementos especificados, visando obter a equipotencialidade necessária para os fins desejados.
  • 14. Seccionamento automático da alimentação  O seccionamento automático possui um dispositivo de proteção que deverá seccionar automaticamente a alimentação do circuito ou equipamento por ele protegido sempre que uma falta der origem a uma corrente superior ao valor determinado e ajustado.
  • 15. Dispositivos a corrente de fuga  Dispositivo de proteção operado por corrente  Tem por finalidade desligar da rede de fornecimento de energia elétrica, o equipamento ou instalação que ele protege, na ocorrência de uma corrente de fuga que exceda determinado valor, sua atuação deve ser rápida, menor do que 0,2 segundos (Ex.: DDR).
  • 16. Extra baixa tensão: SELV e PELV  Defini-se como:  A. SELV (do inglês “separated extra-low voltage”): Sistema de extra baixa tensão que é eletricamente separada da terra de outros sistemas e de tal modo que a ocorrência de uma única falta não resulta em risco de choque elétrico.  B. PELV (do inglês “protected extra-low voltage”): Sistema de extra baixa tensão que não é eletricamente separado da terra mas que preenche, de modo equivalente, todos os requisitos de um SELV.
  • 17. Barreiras e invólucros  São dispositivos que impedem qualquer contato com partes energizadas das instalações elétricas. São componentes que possam impedir que pessoas ou animais toquem acidentalmente as partes energizadas, garantindo assim que as pessoas sejam advertidas de que as partes acessíveis através das aberturas estão energizadas e não devem ser tocadas.
  • 18. Bloqueios e impedimentos  Dispositivos de bloqueio são aqueles que impedem o acionamento ou religamento de dispositivos de manobra (chaves, interruptores).  Bloqueio é a ação destinada a manter, por meios mecânicos um dispositivo de manobra fixo numa determinada posição, de forma a impedir uma ação não autorizada, em geral utilizam cadeados.  É importante que tais dispositivos possibilitem mais de um bloqueio, ou seja, a inserção de mais de um cadeado, por exemplo, para trabalhos simultâneos de mais de uma equipe de manutenção.
  • 20. Outros tipos de bloqueios Bloqueio do disjuntor “lock out & tag out” Bloqueio do plugue
  • 21. Obstáculos e anteparos  Os obstáculos são destinados a impedir o contato involuntário com partes vivas, mas não o contato que pode resultar de uma ação deliberada e voluntária de ignorar ou contornar o obstáculo.  Os obstáculos devem impedir: A. Uma aproximação física não intencional das partes energizadas; B. Contatos não intencionais com partes energizadas durante atuações sobre o equipamento, estando o equipamento em serviço normal.
  • 22. Isolamento das partes vivas  São elementos construídos com materiais dielétricos (não condutores de eletricidade) que têm por objetivo isolar condutores ou outras partes da estrutura que estão energizadas, para que os serviços possam ser executados com efetivo controle dos riscos pelo trabalhador.
  • 23. Isolação dupla ou reforçada  Este tipo de proteção é normalmente aplicado a equipamentos portáteis, tais como furadeiras elétricas manuais, os quais por serem empregados nos mais variados locais e condições de trabalho, e mesmo por suas próprias características, requerem outro sistema de proteção, que permita uma confiabilidade maior do que aquela oferecida exclusivamente pelo aterramento elétrico.
  • 24. Colocação fora de alcance  Destina-se somente a impedir os contatos involuntários com as partes vivas.  Quando há o espaçamento, este deve ser suficiente para que se evite que pessoas circulando nas extremidades das partes vivas possam entrar em contato com essas partes, seja diretamente ou por intermédio de objetos que elas manipulem ou transportem. Separação elétrica  Uma das medidas de proteção contra choques elétricos previstas na NBR 5410/2004, consiste em abaixar a tensão para níveis seguros (extrabaixa tensão: menor que 50 V para ambientes secos e menor que 25 V para ambientes úmidos e molhados) através de transformador de separação.