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                    PROFESSOR: SÉRGIO CARVALHO
                              AULA 08 – RESOLUÇÃO DE QUESTÕES
        Olá, amigos!
         Queridos, a notícia não é boa, mas estou realmente adoentado. Ao que parece, aquela
gripe de alguns dias atrás voltou. Só deu tempo ministrar umas aulas no Uni-Equipe, em São
Paulo, e já cheguei no Ceará quase afônico e com muita tosse. Precisei até cancelar a viagem
que faria a Belo Horizonte no próximo fim-de-semana. Em dez anos ensinando para concurso, é
a primeira vez que cancelo um compromisso de aulas.
         Mesmo sem condições físicas, e para não atrasar mais nosso curso, vou ao menos
resolver as questões que ficaram pendentes da aula passada. Ok? Desculpem novamente. E
lembrem-se: ninguém adoece por querer.
        Vamos em frente.
                                       Dever de Casa
62.   (TCDF-95) Um cidadão contraiu, hoje, duas dívidas junto ao Banco Azul. A
   primeira terá o valor de $ 2.000,00 , no vencimento, daqui a seis meses; a
   segunda terá o valor, no vencimento, daqui a dois anos, de $4.400,00.
   Considerando a taxa de juros de 20% ao ano, capitalizados trimestralmente, se
   o cidadão optar por substituir as duas dívidas por apenas uma, a vencer daqui
   a um ano e meio, ele deverá efetuar o pagamento de:
a) $ 6.420,00                      d) $ 6.620,00
b) $ 6.547,00                      e) $ 6.680,00
c) $ 6.600,00

Sol.: O primeiro passo é sempre identificar o assunto! Esse enunciado não oferece muita
resistência... Você percebe que a primeira parte do enunciado nos apresenta a forma original de
pagamento de uma dívida. Na realidade, essa dívida consiste em duas obrigações: um
pagamento em 6 meses (de R$2.000,00) e outro em 2 anos (de R$4.400,00).
       Após isso, a questão revela que o devedor pretende substituir (repare bem neste
verbo!) aquela forma original de pagamento por uma nova!
       Pronto! É o suficiente para termos certeza de que estamos diante da Equivalência de
Capitais. Resta sabermos se é simples ou se é composta. Mas isto vem também revelado pelo
enunciado, por meio da presença de uma taxa nominal (20%a.a., c/ capitalização trimestral).
Inclusive, já sabemos o que fazer com a taxa nominal: nós a transformaremos em taxa efetiva,
por meio do conceito de taxas proporcionais. Fazendo isso, teremos:
         20%a.a., com capitalização trimestral = (20/4)= 5% ao trimestre.
      Resta-nos, pois, seguir o passo a passo de resolução, o qual já conhecemos bem.
      Teremos:


                                   X
                                       4400
                       2000




                        2t         6t   8t
                        (I)        (II) (I)
                                        DF



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       O que fizemos acima? Desenhamos a questao; definimos quais são as parcelas de
primeira e de segunda obrigação; colocamos os tempos na mesma unidade da taxa
(trimestral); e adotamos como data focal aquela mais à direita do desenho.
       Feito isso, passamos imediatamente à aplicação da equação de equivalência de capitais.
É a seguinte:

         Σ(I)df = Σ(II)df
      Aplicando-a, teremos:
         2000.(1+0,05)6 + 4400 = X.(1+0,05)2
      Uma equação e uma variável. Continuando, teremos:
         2000x1,340096 + 4400 = 1,102500.X
         2.680,19 + 4400 = 1,1025.X
         1,1025X = 7.080,19
         X ≅ 6.420,00,     Resposta!


63.   (ESAF) João tem um compromisso representado por duas promissórias: uma de $
   200.000,00 e outra de $ 150.000,00 , vencíveis em quatro e seis meses,
   respectivamente.   Prevendo  que   não   disporá  desses  valores   nas  datas
   estipuladas, solicita ao banco credor a substituição dos dois títulos por um
   único a vencer em dez meses. Sabendo-se que o banco adota juros compostos de
   5% a.m., o valor da nova nota promissória é de:
a) $ 420.829,                       c) $ 445.723,
b) $ 430.750,                       d) $ 450.345,


Sol.: A palavra-chave deste enunciado é substituição. Vocês viram? Havia uma forma original
de pagamento, e que será substituída por outra, alternativa à primeira!
      Esta situação é inequívoca: estamos diante de uma Equivalência de Capitais.
      O enunciado usou expressamente as palavras juros compostos! Assim, essa questão é
de Equivalência Composta! Nosso passo a passo será o seguinte:
                                         X
                               150.000
                      200.000




                         4m     6m       10m
                         (I)    (I)      (II)
                                          DF


       Repassando os passos acima realizados: Desenhamos a questao; definimos quais são as
parcelas de primeira e de segunda obrigação; colocamos os tempos na mesma unidade da taxa
(trimestral); e adotamos como data focal aquela mais à direita do desenho.
      Aplicaremos a Equação de Equivalência. Teremos:

         Σ(I)df = Σ(II)df
         200000.(1+0,05)6 + 150000.(1+0,05)4 = X
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      Uma equação e uma variável. Continuando, teremos:
         200000x1,340096 + 150000x1,215506 = X
         268.019,20 + 182.325,90 = X
         X = 450.345,     Resposta!


64.    (Fiscal de Trib.-CE) Uma dívida no valor de R$ 20.000,00 vence hoje, em
    quanto outra no valor de R$ 30.000,00 vence em seis meses. A taxa de juros
    compostos de 4% ao mês e considerando um desconto racional, obtenha o valor da
    dívida equivalente às duas anteriores, com vencimento ao fim de três meses.
    desprezando os centavos.
a) R$ 48.800,00               d) R$ 40.039,00
b) R$ 49.167,00               e) R$ 50.000,00
c) R$ 49.185.00

Sol.: A substituição da dívida original por uma nova forma de pagamento é evidente neste
enunciado! Como foi falado em juros compostos, estamos diante de uma questão de
Equivalência Composta!
      Faremos:
                              X
                                      30.000
                 20.000




                    0         3m       6m
                   (I)        (II)     (I)
                                       DF


       Vou repetir os passos da Equivalência Composta. Eu sei que vocês às vezes se cansam
por eu repetir muito a mesma coisa, mas se trata de uma técnica, que eu uso
propositadamente para garantir que vocês vão se lembrar disso tudo na hora da prova! Assim:
desenhamos a questao; definimos quais são as parcelas de primeira e de segunda obrigação;
colocamos os tempos na mesma unidade da taxa (mensal); e adotamos como data focal aquela
mais à direita do desenho.
       Feito isso, passamos imediatamente à aplicação da equação de equivalência de capitais.
É a seguinte:

         Σ(I)df = Σ(II)df
      Aplicando-a, teremos:
         20000.(1+0,04)6 + 30.000 = X.(1+0,04)3
      Continuando, teremos:
         20000x1,265319 + 30.000 = 1,124864.X
         1,124864.X = 30.000 + 25.306,38
         1,124864.X = 55.306,38
         X ≅ 49.167,     Resposta!


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65.   (AFRF 2005 ESAF) Ana quer vender um apartamento por R$ 400.000,00 a vista
   ou financiado pelo sistema de juros compostos a taxa de 5% ao semestre. Paulo
   está interessado em comprar esse apartamento e propõe à Ana pagar os R$
   400.000,00 em duas parcelas iguais, com vencimentos a contar a partir da
   compra. A primeira parcela com vencimento em 6 meses e a segunda com
   vencimento em 18 meses. Se Ana aceitar a proposta de Paulo, então, sem
   considerar os centavos, o valor de cada uma das parcelas será igual a:
a) R$ 220.237,00              d) R$ 275.412,00
b) R$ 230.237,00              e) R$ 298.654,00
c) R$ 242.720,00

Sol.: Vou começar essa resolução com uma pergunta: qual foi a característica, presente nas
questões anteriores, que nos levou a concluir que eram questões de Equivalência de Capitais?
Ora, tal característica era a presença de duas formas de cumprir uma mesma obrigação.
Concordam? E é exatamente esta situação que aqui se vê novamente!
       No caso deste enunciado, as duas formas de pagamento são as seguintes: forma à vista
e forma a prazo! Só isso! Ademais, o regime da questão foi revelado expressamente pelas
palavras juros compostos! Conclusão: estamos diante de uma questão de Equivalência
Composta! Nosso passo a passo é o seguinte:


                  400.000,
                             X            X




                       0     1s            3s
                      (I)   (II)          (II)
                                          DF

       O que fizemos acima você já sabe: desenhamos a questao; definimos quais são as
parcelas de primeira e de segunda obrigação; colocamos os tempos na mesma unidade da taxa
(semestre); e adotamos como data focal aquela mais à direita do desenho.
         Na seqüência, aplicamos a equação de equivalência de capitais. É a seguinte:

           Σ(I)df = Σ(II)df
         Aplicando-a, teremos:
           400000.(1+0,05)3 = X.(1+0,05)2 + X
         Continuando, teremos:
           400000x1,157625 = 1,1025.X + X
           463.050 = 2,1025.X
           X = 220.237,      Resposta!

         Essa questão é a prova viva que nem todas as questões de Matemática Financeira do
      AFRF-2005 foram assim terríveis! Próxima.




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66. (AFC/STN 2005 ESAF) Uma pessoa contraiu uma dívida no regime de juros
   compostos que deverá ser quitada em três parcelas. Uma parcela de R$ 500,00
   vencível no final do terceiro mês; outra de R$ 1.000,00 vencível no final do
   oitavo mês e a última, de R$ 600,00 vencível no final do décimo segundo mês. A
   taxa de juros cobrada pelo credor é de 5% ao mês. No final do sexto mês o
   cliente decidiu pagar a dívida em uma única parcela. Assim, desconsiderando os
   centavos, o valor equivalente a ser pago será igual a:
a) R$ 2.535,00                d) R$ 1.957,00
b) R$ 2.100,00                e) R$ 1.933,00
c) R$ 2.153,00


Sol.: Vamos lá! Novamente um devedor vai substituir a forma original de pagamento de sua
dívida. E vai pagá-la de outro jeito! Façamos o desenho da questão. Teremos:
                     X
                            1000,    600,
            500,




            3m      6m        8m     12m
            (I)    (II)       (I)     (I)
                                      DF

      Espero que todos já tenham memorizado – definitivamente – os passos de
resolução da Equivalência Composta! Assim, aplicando a Equação de Equivalência,
teremos:

        Σ(I)df = Σ(II)df
        500.(1+0,05)9 + 1000.(1+0,05)4 + 600= X.(1+0,05)6
      Continuando, teremos:
        500x1,551328 + 1000x1,215506 + 600 = 1,340096.X
        1,340096.X = 2.591,17
        X = 1.933,       Resposta!


      É isso, meus amigos.
      Ficaremos por aqui, hoje.
      Na próxima aula, aprenderemos os dois últimos assuntos da prova da Receita, e
nas duas aulas seguintes veremos o complemento da matéria para a prova do ISS-SP.
      Um forte abraço a todos! E fiquem com Deus.




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Matematica financeira regular 8

  • 1.
    CURSOS ON-LINE– MATEMÁTICAFINANCEIRA– CURSO REGULAR PROFESSOR: SÉRGIO CARVALHO AULA 08 – RESOLUÇÃO DE QUESTÕES Olá, amigos! Queridos, a notícia não é boa, mas estou realmente adoentado. Ao que parece, aquela gripe de alguns dias atrás voltou. Só deu tempo ministrar umas aulas no Uni-Equipe, em São Paulo, e já cheguei no Ceará quase afônico e com muita tosse. Precisei até cancelar a viagem que faria a Belo Horizonte no próximo fim-de-semana. Em dez anos ensinando para concurso, é a primeira vez que cancelo um compromisso de aulas. Mesmo sem condições físicas, e para não atrasar mais nosso curso, vou ao menos resolver as questões que ficaram pendentes da aula passada. Ok? Desculpem novamente. E lembrem-se: ninguém adoece por querer. Vamos em frente. Dever de Casa 62. (TCDF-95) Um cidadão contraiu, hoje, duas dívidas junto ao Banco Azul. A primeira terá o valor de $ 2.000,00 , no vencimento, daqui a seis meses; a segunda terá o valor, no vencimento, daqui a dois anos, de $4.400,00. Considerando a taxa de juros de 20% ao ano, capitalizados trimestralmente, se o cidadão optar por substituir as duas dívidas por apenas uma, a vencer daqui a um ano e meio, ele deverá efetuar o pagamento de: a) $ 6.420,00 d) $ 6.620,00 b) $ 6.547,00 e) $ 6.680,00 c) $ 6.600,00 Sol.: O primeiro passo é sempre identificar o assunto! Esse enunciado não oferece muita resistência... Você percebe que a primeira parte do enunciado nos apresenta a forma original de pagamento de uma dívida. Na realidade, essa dívida consiste em duas obrigações: um pagamento em 6 meses (de R$2.000,00) e outro em 2 anos (de R$4.400,00). Após isso, a questão revela que o devedor pretende substituir (repare bem neste verbo!) aquela forma original de pagamento por uma nova! Pronto! É o suficiente para termos certeza de que estamos diante da Equivalência de Capitais. Resta sabermos se é simples ou se é composta. Mas isto vem também revelado pelo enunciado, por meio da presença de uma taxa nominal (20%a.a., c/ capitalização trimestral). Inclusive, já sabemos o que fazer com a taxa nominal: nós a transformaremos em taxa efetiva, por meio do conceito de taxas proporcionais. Fazendo isso, teremos: 20%a.a., com capitalização trimestral = (20/4)= 5% ao trimestre. Resta-nos, pois, seguir o passo a passo de resolução, o qual já conhecemos bem. Teremos: X 4400 2000 2t 6t 8t (I) (II) (I) DF www.pontodosconcursos.com.br 1
  • 2.
    CURSOS ON-LINE– MATEMÁTICAFINANCEIRA– CURSO REGULAR PROFESSOR: SÉRGIO CARVALHO O que fizemos acima? Desenhamos a questao; definimos quais são as parcelas de primeira e de segunda obrigação; colocamos os tempos na mesma unidade da taxa (trimestral); e adotamos como data focal aquela mais à direita do desenho. Feito isso, passamos imediatamente à aplicação da equação de equivalência de capitais. É a seguinte: Σ(I)df = Σ(II)df Aplicando-a, teremos: 2000.(1+0,05)6 + 4400 = X.(1+0,05)2 Uma equação e uma variável. Continuando, teremos: 2000x1,340096 + 4400 = 1,102500.X 2.680,19 + 4400 = 1,1025.X 1,1025X = 7.080,19 X ≅ 6.420,00, Resposta! 63. (ESAF) João tem um compromisso representado por duas promissórias: uma de $ 200.000,00 e outra de $ 150.000,00 , vencíveis em quatro e seis meses, respectivamente. Prevendo que não disporá desses valores nas datas estipuladas, solicita ao banco credor a substituição dos dois títulos por um único a vencer em dez meses. Sabendo-se que o banco adota juros compostos de 5% a.m., o valor da nova nota promissória é de: a) $ 420.829, c) $ 445.723, b) $ 430.750, d) $ 450.345, Sol.: A palavra-chave deste enunciado é substituição. Vocês viram? Havia uma forma original de pagamento, e que será substituída por outra, alternativa à primeira! Esta situação é inequívoca: estamos diante de uma Equivalência de Capitais. O enunciado usou expressamente as palavras juros compostos! Assim, essa questão é de Equivalência Composta! Nosso passo a passo será o seguinte: X 150.000 200.000 4m 6m 10m (I) (I) (II) DF Repassando os passos acima realizados: Desenhamos a questao; definimos quais são as parcelas de primeira e de segunda obrigação; colocamos os tempos na mesma unidade da taxa (trimestral); e adotamos como data focal aquela mais à direita do desenho. Aplicaremos a Equação de Equivalência. Teremos: Σ(I)df = Σ(II)df 200000.(1+0,05)6 + 150000.(1+0,05)4 = X www.pontodosconcursos.com.br 2
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    CURSOS ON-LINE– MATEMÁTICAFINANCEIRA– CURSO REGULAR PROFESSOR: SÉRGIO CARVALHO Uma equação e uma variável. Continuando, teremos: 200000x1,340096 + 150000x1,215506 = X 268.019,20 + 182.325,90 = X X = 450.345, Resposta! 64. (Fiscal de Trib.-CE) Uma dívida no valor de R$ 20.000,00 vence hoje, em quanto outra no valor de R$ 30.000,00 vence em seis meses. A taxa de juros compostos de 4% ao mês e considerando um desconto racional, obtenha o valor da dívida equivalente às duas anteriores, com vencimento ao fim de três meses. desprezando os centavos. a) R$ 48.800,00 d) R$ 40.039,00 b) R$ 49.167,00 e) R$ 50.000,00 c) R$ 49.185.00 Sol.: A substituição da dívida original por uma nova forma de pagamento é evidente neste enunciado! Como foi falado em juros compostos, estamos diante de uma questão de Equivalência Composta! Faremos: X 30.000 20.000 0 3m 6m (I) (II) (I) DF Vou repetir os passos da Equivalência Composta. Eu sei que vocês às vezes se cansam por eu repetir muito a mesma coisa, mas se trata de uma técnica, que eu uso propositadamente para garantir que vocês vão se lembrar disso tudo na hora da prova! Assim: desenhamos a questao; definimos quais são as parcelas de primeira e de segunda obrigação; colocamos os tempos na mesma unidade da taxa (mensal); e adotamos como data focal aquela mais à direita do desenho. Feito isso, passamos imediatamente à aplicação da equação de equivalência de capitais. É a seguinte: Σ(I)df = Σ(II)df Aplicando-a, teremos: 20000.(1+0,04)6 + 30.000 = X.(1+0,04)3 Continuando, teremos: 20000x1,265319 + 30.000 = 1,124864.X 1,124864.X = 30.000 + 25.306,38 1,124864.X = 55.306,38 X ≅ 49.167, Resposta! www.pontodosconcursos.com.br 3
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    CURSOS ON-LINE– MATEMÁTICAFINANCEIRA– CURSO REGULAR PROFESSOR: SÉRGIO CARVALHO 65. (AFRF 2005 ESAF) Ana quer vender um apartamento por R$ 400.000,00 a vista ou financiado pelo sistema de juros compostos a taxa de 5% ao semestre. Paulo está interessado em comprar esse apartamento e propõe à Ana pagar os R$ 400.000,00 em duas parcelas iguais, com vencimentos a contar a partir da compra. A primeira parcela com vencimento em 6 meses e a segunda com vencimento em 18 meses. Se Ana aceitar a proposta de Paulo, então, sem considerar os centavos, o valor de cada uma das parcelas será igual a: a) R$ 220.237,00 d) R$ 275.412,00 b) R$ 230.237,00 e) R$ 298.654,00 c) R$ 242.720,00 Sol.: Vou começar essa resolução com uma pergunta: qual foi a característica, presente nas questões anteriores, que nos levou a concluir que eram questões de Equivalência de Capitais? Ora, tal característica era a presença de duas formas de cumprir uma mesma obrigação. Concordam? E é exatamente esta situação que aqui se vê novamente! No caso deste enunciado, as duas formas de pagamento são as seguintes: forma à vista e forma a prazo! Só isso! Ademais, o regime da questão foi revelado expressamente pelas palavras juros compostos! Conclusão: estamos diante de uma questão de Equivalência Composta! Nosso passo a passo é o seguinte: 400.000, X X 0 1s 3s (I) (II) (II) DF O que fizemos acima você já sabe: desenhamos a questao; definimos quais são as parcelas de primeira e de segunda obrigação; colocamos os tempos na mesma unidade da taxa (semestre); e adotamos como data focal aquela mais à direita do desenho. Na seqüência, aplicamos a equação de equivalência de capitais. É a seguinte: Σ(I)df = Σ(II)df Aplicando-a, teremos: 400000.(1+0,05)3 = X.(1+0,05)2 + X Continuando, teremos: 400000x1,157625 = 1,1025.X + X 463.050 = 2,1025.X X = 220.237, Resposta! Essa questão é a prova viva que nem todas as questões de Matemática Financeira do AFRF-2005 foram assim terríveis! Próxima. www.pontodosconcursos.com.br 4
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    CURSOS ON-LINE– MATEMÁTICAFINANCEIRA– CURSO REGULAR PROFESSOR: SÉRGIO CARVALHO 66. (AFC/STN 2005 ESAF) Uma pessoa contraiu uma dívida no regime de juros compostos que deverá ser quitada em três parcelas. Uma parcela de R$ 500,00 vencível no final do terceiro mês; outra de R$ 1.000,00 vencível no final do oitavo mês e a última, de R$ 600,00 vencível no final do décimo segundo mês. A taxa de juros cobrada pelo credor é de 5% ao mês. No final do sexto mês o cliente decidiu pagar a dívida em uma única parcela. Assim, desconsiderando os centavos, o valor equivalente a ser pago será igual a: a) R$ 2.535,00 d) R$ 1.957,00 b) R$ 2.100,00 e) R$ 1.933,00 c) R$ 2.153,00 Sol.: Vamos lá! Novamente um devedor vai substituir a forma original de pagamento de sua dívida. E vai pagá-la de outro jeito! Façamos o desenho da questão. Teremos: X 1000, 600, 500, 3m 6m 8m 12m (I) (II) (I) (I) DF Espero que todos já tenham memorizado – definitivamente – os passos de resolução da Equivalência Composta! Assim, aplicando a Equação de Equivalência, teremos: Σ(I)df = Σ(II)df 500.(1+0,05)9 + 1000.(1+0,05)4 + 600= X.(1+0,05)6 Continuando, teremos: 500x1,551328 + 1000x1,215506 + 600 = 1,340096.X 1,340096.X = 2.591,17 X = 1.933, Resposta! É isso, meus amigos. Ficaremos por aqui, hoje. Na próxima aula, aprenderemos os dois últimos assuntos da prova da Receita, e nas duas aulas seguintes veremos o complemento da matéria para a prova do ISS-SP. Um forte abraço a todos! E fiquem com Deus. www.pontodosconcursos.com.br 5