Plano Nacional de Saneamento Básico Marcelo de Paula N. Lelis www.editoraforum.com.br
CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO E SUSTENTABILIDADE III FORUM BRASILEIRO DE ALTOS ESTUDOS DE DIREITO PÚBLICO Plano Nacional de Saneamento Básico PLANSAB Marcelo de Paula N. Lelis Analista de Infraestrutura Ministério das Cidades / SNSA Curitiba, 11 de novembro de 2011
Constituição Federal - artigo 21 – Compete à União elaborar e executar planos nacionais e regionais de ordenação do território e de desenvolvimento econômico e social e instituir diretrizes para o desenvolvimento urbano, inclusive habitação,  saneamento básico  e transportes urbanos. Lei 10.257/2001 - Estatuto da Cidade – arts. 2º e 3º - traz como diretriz da Política Urbana a garantia, dentre outros, do  direito ao saneamento  e estabelece, também, a competência da União nas questões da Política Urbana - o  saneamento básico  está incluído no rol de atribuições de interesse da política urbana. Lei 11.445/2007 – art. 52 – estabelece que a União deverá elaborar, sob a coordenação do Ministério das Cidades, o  Plano Nacional de Saneamento Básico , instrumento de implementação da Política Federal de Saneamento Básico. Conceito de Saneamento Básico como o  conjunto de serviços, infraestruturas e instalações operacionais de ... Horizonte de 20 anos. Plano Nacional de Saneamento Básico – Bases Legais
Decreto 7217/2010 – Regulamenta a Lei 11445/2007 Lei 12.305/2010 – Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos Art. 54.  A disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos, observado o disposto no § 1 o  do art. 9 o , deverá ser implantada em até 4 (quatro) anos após a data de publicação desta Lei.  Resoluções do Conselho das Cidades Plano Nacional de Saneamento Básico – Bases Legais (cont.)
PANORAMA DO SANEAMENTO BÁSICO NO BRASIL Volume 1 Elementos conceituais Léo Heller/UFMG (coord.)   Volume 2 Análise situacional do déficit em saneamento básico Luiz Roberto Santos Moraes/UFBA (coord.)   Volume 3 Análise situacional dos programas e ações federais  Patrícia Cam­pos Borja/UFBA (coord.)   Volume 4 Avaliação político-institucional do setor de saneamento básico  Ana Lúcia Britto/UFRJ (coord.)   Volume 5 Análise dos investimentos Sonaly Cristina Rezende/UFMG (coord.)   Volume 6 Visão estratégica para o saneamento básico no Brasil  Léo Heller/UFMG (coord.)   Volume 7 Cadernos temáticos Sonaly Cristina Rezende/UFMG (org.) www.cidades.gov.br/plansab
CADERNOS TEMÁTICOS Universalidade, integralidade e equidade   -  Prof. Jairnilson Paim (UFBA) Territorialização  - Prof. Antônio Carlos Robert Moraes (USP) Intersetorialidade e transversalidade  - Profa. Rose Marie Inojosa (UMAPAZ) Aspectos econômicos  - João Batista Peixoto Saneamento rural, indígena e de comunidades tradicionais  - José B. Teixeira (Cáritas Brasileira) Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico  (SINISA) - Marcos Montenegro Desenvolvimento tecnológico  - Prof. Cícero Onofre de Andrade Neto (UFRN) Questão metropolitana  - Rosa Moura (Ipardes-Paraná) Gestão democrática  - Prof. José Esteban Castro (University of Newcastle, Inglaterra) Desenvolvimento institucional  - Berenice Cordeiro (IPPUR-UFRJ) Capacitação profissional  – Ena Galvão Experiências internacionais e parceria público-público  – Prof. Dieter Wartchow (UFRGS) A política de saneamento e o papel do Estado brasileiro  – Profa. Celina Sousa (UFBA)
Proposta de Plano Nacional de Saneamento Básico PLANSAB
Soluções improvisadas
PLANSAB: capítulos Introdução Bases legais  Princípios Fundamentais Análise situacional Cenários para a Política de Saneamento Básico em 2030 Metas de curto, médio e longo prazos Necessidades de investimentos Macrodiretrizes e estratégias Programas Monitoramento, avaliação sistemática e revisão
Universalização do acesso Equidade Integralidade Intersetorialidade Sustentabilidade dos serviços Participação e controle social Matriz tecnológica PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS
ÍNDICES DE ATENDIMENTO - VALORES DE 2008
ATENDIMENTO E DÉFICIT SEGUNDO CONCEITOS PROPOSTOS PELO PLANSAB - VALORES DE 2008 Fonte: Proposta preliminar do PLANSAB / Abril de 2011 Obs: Atendimento adequado: Água:  Fornecimento de água potável por rede de distribuição (Portaria 518/2004-MS), com ou sem canalização interna, ou por poço ou nascente com canalização interna, sem intermitência prolongada ou racionamentos.  Esgoto: C oleta de esgotos, seguida de tratamento; uso de fossa séptica. MRSD:  Coleta direta, com frequência, para a área urbana, diária ou alternada e com ausência de vazadouro a céu aberto como destinação final; coleta indireta, na área rural, com ausência de vazadouro a céu aberto como destinação final. COMPONENTE ATENDIMENTO ADEQUADO DÉFICIT Atendimento precário Sem atendimento (x 1.000 hab) % (x 1.000 hab) % (x 1.000 hab) % Abastecimento de água 118.616 (1) 62,4% 62.699 33,0% 8.638 (2) 4,5% Esgotamento sanitário 88.930 (3) 46,8% 83.797 44,1% 17.226 9,1% Manejo de resíduos sólidos domiciliares 113.166 59,6% 51.903 27,3% 24.883 13,1
ANÁLISE SITUACIONAL - PROGRAMAS E AÇÕES
METAS – ABASTECIMENTO DE ÁGUA
 
METAS – ESGOTAMENTO SANITÁRIO
METAS - RESÍDUOS SÓLIDOS
METAS - ÁGUAS PLUVIAIS E GESTÃO
METAS POR ESTADO
SANEAMENTO NO BRASIL: METAS – Área Urbana A 2 - % de domicílios urbanos abastecidos por rede de distribuição e por poço ou nascente com canalização interna E 2 - % de domicílios urbanos servidos por rede coletora ou fossa séptica  R 1 - % de domicílios urbanos atendidos por coleta direta de RS
SANEAMENTO NO BRASIL: METAS – Área rural A 3 - % de domicílios rurais abastecidos por rede de distribuição e por poço ou nascente com canalização interna E 3 - % de domicílios rurais servidos por rede coletora ou fossa séptica  R 2 - % de domicílios rurais atendidos por coleta direta e indireta de RS
NECESSIDADE DE INVESTIMENTOS - BRASIL
MACRODIRETRIZES E ESTRATÉGIAS 39 macrodiretrizes e 133 estratégias distribuídas em 5 blocos: Ações de coordenação e planejamento no setor e articulações intersetoriais e interinstitucionais para efetiva implementação da Política de Saneamento Prestação, regulação e fiscalização dos serviços, de forma participativa e integrada Desenvolvimento tecnológico e ações de saneamento básico em áreas especiais Investimento público e cobrança dos serviços de saneamento básico Monitoramento e avaliação sistemática do Plano
PROGRAMA 1 – SANEAMENTO BÁSICO INTEGRADO PROGRAMA 2 – SANEAMENTO RURAL PROGRAMA 3 – SANEAMENTO ESTRUTURANTE PLANSAB: Programas
MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DO PLANSAB Cinco dimensões: 1ª. Cenários  ( 1  –  o escolhido ; e 2 e 3 para comparação) 2ª. Metas  (evolução baseada nos indicadores do Plano)  3ª. Indicadores auxiliares  (recursos hídricos, saúde, meio ambiente, desenvolvimento urbano) 4ª. Macrodiretrizes e estratégias  (observância para a efetiva implementação) 5ª. Programas  (resultados, público avo, beneficiários, controle e participação social)
RETOMADA DOS INVESTIMENTOS GOVERNO FEDERAL
PAC SANEAMENTO  - Investimentos por UF*
 
Ministério das Cidades Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Diretoria de Articulação Institucional www.cidades.gov.br

Plano Nacional de Saneamento Básico

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    Plano Nacional deSaneamento Básico Marcelo de Paula N. Lelis www.editoraforum.com.br
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    CONGRESSO BRASILEIRO DEDIREITO E SUSTENTABILIDADE III FORUM BRASILEIRO DE ALTOS ESTUDOS DE DIREITO PÚBLICO Plano Nacional de Saneamento Básico PLANSAB Marcelo de Paula N. Lelis Analista de Infraestrutura Ministério das Cidades / SNSA Curitiba, 11 de novembro de 2011
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    Constituição Federal -artigo 21 – Compete à União elaborar e executar planos nacionais e regionais de ordenação do território e de desenvolvimento econômico e social e instituir diretrizes para o desenvolvimento urbano, inclusive habitação, saneamento básico e transportes urbanos. Lei 10.257/2001 - Estatuto da Cidade – arts. 2º e 3º - traz como diretriz da Política Urbana a garantia, dentre outros, do direito ao saneamento e estabelece, também, a competência da União nas questões da Política Urbana - o saneamento básico está incluído no rol de atribuições de interesse da política urbana. Lei 11.445/2007 – art. 52 – estabelece que a União deverá elaborar, sob a coordenação do Ministério das Cidades, o Plano Nacional de Saneamento Básico , instrumento de implementação da Política Federal de Saneamento Básico. Conceito de Saneamento Básico como o conjunto de serviços, infraestruturas e instalações operacionais de ... Horizonte de 20 anos. Plano Nacional de Saneamento Básico – Bases Legais
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    Decreto 7217/2010 –Regulamenta a Lei 11445/2007 Lei 12.305/2010 – Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos Art. 54.  A disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos, observado o disposto no § 1 o do art. 9 o , deverá ser implantada em até 4 (quatro) anos após a data de publicação desta Lei. Resoluções do Conselho das Cidades Plano Nacional de Saneamento Básico – Bases Legais (cont.)
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    PANORAMA DO SANEAMENTOBÁSICO NO BRASIL Volume 1 Elementos conceituais Léo Heller/UFMG (coord.)   Volume 2 Análise situacional do déficit em saneamento básico Luiz Roberto Santos Moraes/UFBA (coord.)   Volume 3 Análise situacional dos programas e ações federais Patrícia Cam­pos Borja/UFBA (coord.)   Volume 4 Avaliação político-institucional do setor de saneamento básico Ana Lúcia Britto/UFRJ (coord.)   Volume 5 Análise dos investimentos Sonaly Cristina Rezende/UFMG (coord.)   Volume 6 Visão estratégica para o saneamento básico no Brasil Léo Heller/UFMG (coord.)   Volume 7 Cadernos temáticos Sonaly Cristina Rezende/UFMG (org.) www.cidades.gov.br/plansab
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    CADERNOS TEMÁTICOS Universalidade,integralidade e equidade - Prof. Jairnilson Paim (UFBA) Territorialização - Prof. Antônio Carlos Robert Moraes (USP) Intersetorialidade e transversalidade - Profa. Rose Marie Inojosa (UMAPAZ) Aspectos econômicos - João Batista Peixoto Saneamento rural, indígena e de comunidades tradicionais - José B. Teixeira (Cáritas Brasileira) Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (SINISA) - Marcos Montenegro Desenvolvimento tecnológico - Prof. Cícero Onofre de Andrade Neto (UFRN) Questão metropolitana - Rosa Moura (Ipardes-Paraná) Gestão democrática - Prof. José Esteban Castro (University of Newcastle, Inglaterra) Desenvolvimento institucional - Berenice Cordeiro (IPPUR-UFRJ) Capacitação profissional – Ena Galvão Experiências internacionais e parceria público-público – Prof. Dieter Wartchow (UFRGS) A política de saneamento e o papel do Estado brasileiro – Profa. Celina Sousa (UFBA)
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    PLANSAB: capítulos IntroduçãoBases legais Princípios Fundamentais Análise situacional Cenários para a Política de Saneamento Básico em 2030 Metas de curto, médio e longo prazos Necessidades de investimentos Macrodiretrizes e estratégias Programas Monitoramento, avaliação sistemática e revisão
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    Universalização do acessoEquidade Integralidade Intersetorialidade Sustentabilidade dos serviços Participação e controle social Matriz tecnológica PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS
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    ATENDIMENTO E DÉFICITSEGUNDO CONCEITOS PROPOSTOS PELO PLANSAB - VALORES DE 2008 Fonte: Proposta preliminar do PLANSAB / Abril de 2011 Obs: Atendimento adequado: Água: Fornecimento de água potável por rede de distribuição (Portaria 518/2004-MS), com ou sem canalização interna, ou por poço ou nascente com canalização interna, sem intermitência prolongada ou racionamentos. Esgoto: C oleta de esgotos, seguida de tratamento; uso de fossa séptica. MRSD: Coleta direta, com frequência, para a área urbana, diária ou alternada e com ausência de vazadouro a céu aberto como destinação final; coleta indireta, na área rural, com ausência de vazadouro a céu aberto como destinação final. COMPONENTE ATENDIMENTO ADEQUADO DÉFICIT Atendimento precário Sem atendimento (x 1.000 hab) % (x 1.000 hab) % (x 1.000 hab) % Abastecimento de água 118.616 (1) 62,4% 62.699 33,0% 8.638 (2) 4,5% Esgotamento sanitário 88.930 (3) 46,8% 83.797 44,1% 17.226 9,1% Manejo de resíduos sólidos domiciliares 113.166 59,6% 51.903 27,3% 24.883 13,1
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    SANEAMENTO NO BRASIL:METAS – Área rural A 3 - % de domicílios rurais abastecidos por rede de distribuição e por poço ou nascente com canalização interna E 3 - % de domicílios rurais servidos por rede coletora ou fossa séptica R 2 - % de domicílios rurais atendidos por coleta direta e indireta de RS
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    MACRODIRETRIZES E ESTRATÉGIAS39 macrodiretrizes e 133 estratégias distribuídas em 5 blocos: Ações de coordenação e planejamento no setor e articulações intersetoriais e interinstitucionais para efetiva implementação da Política de Saneamento Prestação, regulação e fiscalização dos serviços, de forma participativa e integrada Desenvolvimento tecnológico e ações de saneamento básico em áreas especiais Investimento público e cobrança dos serviços de saneamento básico Monitoramento e avaliação sistemática do Plano
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    PROGRAMA 1 –SANEAMENTO BÁSICO INTEGRADO PROGRAMA 2 – SANEAMENTO RURAL PROGRAMA 3 – SANEAMENTO ESTRUTURANTE PLANSAB: Programas
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    MONITORAMENTO E AVALIAÇÃODO PLANSAB Cinco dimensões: 1ª. Cenários ( 1 – o escolhido ; e 2 e 3 para comparação) 2ª. Metas (evolução baseada nos indicadores do Plano) 3ª. Indicadores auxiliares (recursos hídricos, saúde, meio ambiente, desenvolvimento urbano) 4ª. Macrodiretrizes e estratégias (observância para a efetiva implementação) 5ª. Programas (resultados, público avo, beneficiários, controle e participação social)
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    Ministério das CidadesSecretaria Nacional de Saneamento Ambiental Diretoria de Articulação Institucional www.cidades.gov.br