SlideShare uma empresa Scribd logo
Manejo de Áreas Silvestres
Prof: Brenno Ramy
Curso Técnico em Meio Ambiente
Técnico em Meio Ambiente:
Quais Funções
Áreas:
 Gestão Ambiental;
 Recuperação de Áreas Degradadas;
 ETA e ETE;
 Resíduos Sólidos;
 Educação Ambiental.
Dicionário Ambiental:
- Meio Ambiente
- Degradação Ambiental
- Poluição
- Contaminação
- Chuva Ácida
- Combustíveis Fósseis
- Efeito Estufa
- Assoreamento
- Camada de Ozônio
- Eutrofização
- Desmatamento
- Reciclagem
- Reutilização
- Aterro
- Lixão
- Resíduos Sólidos
- Lixo
- Rejeito
- Clube de Roma
- Conferência de Estocolmo
- ECO – 92
- Agenda 21
- Protocolo de Kyoto
- Gestão Ambiental
- Certificação ISO 14.001
- EIA/RIMA
- EVA
- LP, LI, LO
- Mitigação
- Compensação
SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE
CONSERVAÇÃO (SNUC)
• Lei 9.985, de 18 de julho de 2000
O SNUC é composto pelas Unidades de Conservações
Federais, Estaduais e Municipais.
Unidade de Conservação: Espaço Territorial e seus recursos
ambientais, incluindo águas jurisdicionais, com características
naturais relevantes, legalmente instituído pelo Poder Público,
com objetivos de conservação e limites definidos, sob regime
especial de administração, ao qual se aplicam adequadas de
proteção.
(Art. 2º - I)
As UC’s Se dividem em: Unidades de Proteção Integral (UPI)
e Unidades de Uso Sustentável (UUS)
Zona de Amortecimento: o entorno de uma unidade de
conservação (UC), onde as atividades humanas estão
sujeitas a normas e restrições específicas, com o propósito
de minimizar os impactos negativos sobre a unidade. Forma
de amenizar os impactos ambientais.
(Art. 2º - XVIII)
Corredores Ecológicos: Porções de ecossistemas naturais
ou seminaturais, ligando as UC’s, possibilitando o fluxo da
biota.
(Art. 2º - XIX)
Plano de Manejo: Documento técnico mediante o qual, com
fundamento nos objetivos gerais de uma unidade de
conservação, se estabelece o seu zoneamento e as normas
que devem presidir o uso da área e o manejo dos recursos
naturais, inclusive a implantação das estruturas físicas
necessárias à gestão da unidade.
(Art. 2 – XVII)
Preservar x Conservar
Preservar: Visa a integridade e à perenidade do meio
ambiente, ou seja, o termo faz referência à proteção integral
do meio ambiente, dizendo que ele não pode ser, de forma
alguma, tocado pelo homem.
Conservar: Significa fazer a proteção dos recursos naturais,
com seu uso de forma racional para que assim fique garantida
as futuras gerações
Unidades de Proteção
Integral (UPI)
1. Estação Ecológica (ESEC):
É uma unidade de conservação de proteção integral e tem como
objetivo a preservação da natureza e a realização de pesquisas
científicas.
Proibido:
- Visitação Pública, exceto com objetivo educacional e a pesquisa
científica depende de autorização prévia do órgão responsável.
- Motivo?
• A área da estação é representativa de ecossistemas brasileiros,
apresenta no mínimo 90% da área destinada à preservação
integral de toda biota
• É de posse de domínios públicos
Na estação ecológica só pode ser permitida alterações nos ecossistemas
no caso de:
I – Medidas de Restauração;
II – Manejo de espécies com finalidade de preservar; Manter a diversidade
biológica;
III – Coleta de informações com finalidade de pesquisa;
IV – Pesquisa cientifica cujo impacto sobre o meio ambiente seja maior do
que aquele causado pelo pela simples observação ou pela coleta
controlada de componentes dos ecossistemas.
Ecossistema: Sistema onde se vive e designa o conjunto formado por
todas as comunidades bióticas que vivem e interagem em determinada
região e pelos fatores abióticos que atuam sobre essas comunidades.
As Estações Ecológicas Federais serão criadas por Decreto do Poder
Executivo, mediante proposta do Ministro do Meio Ambiente, e terão
sua administração coordenada pelo Instituto Chico Mendes de
Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
O ato de criação da Estação Ecológica definirá:
- Os seus limites geográficos;
- Sua denominação;
- A entidade responsável por sua administração;
- O zoneamento que aprove a realização de pesquisas
ecológicas que venham a acarretar modificações no
ambiente natural.
Para a execução de obras de engenharia que possam afetar
as Estações, será obrigatória audiência prévia do Conselho
Nacional do Meio Ambiente - CONAMA.
Manejo de Áreas Silvestres
1.1 Maior Estação Ecológica do Brasil e do Mundo:
Grão-Pará
Estado: Pará
Ano de criação: 2006
Instância: estadual
Grupo: Proteção Ambiental
Área (há): 4.245.819 (Decreto 2. 609 – 04/12/2006)
Órgão Gestor: Secretaria de Estado do Meio Ambiente
Tipo de Conselho: Consultivo
Ano de Criação: 2013
Municípios ao qual abrange: Oriximiná, Óbidos, Monte
Alegre, Alenquer.
Manejo de Áreas Silvestres
Estações Ecológicas do Ceará:
Aiuaba
Ano de Criação: 2001
Instância: Federal
Grupo: Proteção Integral
Área (ha): 11.525 (Decreto – s/n 06/02/2001)
Órgão Gestor: Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade
Castanhão
Ano de Criação: 2001
Instância: Federal
Grupo: Proteção Integral
Área (ha): 12.579 (Decreto - - 27/09/2001)
Órgão Gestor: Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade
Fonte: http://uc.socioambiental.org/uc/584758
Manejo de Áreas Silvestres
Manejo de Áreas Silvestres
2. Reserva Biológica (REBIO):
2.1 Definição:
Reserva Biológica é uma unidade de conservação ambiental
estabelecida pela legislação do Brasil. São áreas protegidas, onde não
pode ocorrer nenhum tipo de agressão ou exploração do meio ambiente.
Geralmente são áreas extensas de grande importância ecológica, com
ecossistemas ricos e complexos.
2.2 Objetivo da criação:
Elas foram criadas para favorecer as pesquisas científicas relacionadas
à flora e fauna de determinadas regiões. São também importantes para
garantir a preservação ambiental destas áreas.
2.3 Uso e acesso:
As reservas biológicas brasileiras só podem ser usadas para fins de pesquisas
científicas e educação ambiental. Escolas, por exemplo, podem levar seus
alunos nestas áreas, com autorização dos órgãos competentes, para ensinar
sobre importantes aspectos do meio ambiente, além de despertar a consciência
ecológica. O acesso público não é permitido.
As pesquisas científicas geralmente são feitas por universidades, centros de
pesquisas ou órgãos públicos.
Ações que modifiquem aspectos ambientais das reservas biológicas são
permitidas somente com o objetivo de recuperação de ecossistemas
(reflorestamento, por exemplo). Estas ações só podem ser executadas por
órgãos competentes com as devidas autorizações e seguindo a legislação.
Quaisquer danos provocados ao ecossistema de áreas de reserva biológica são
considerados crimes e são passíveis de multa e prisão, de acordo com a
legislação.
2. 4 Domínio e posse:
As reservas biológicas são de domínio e posse públicos.
2. 5 Exemplos de reservas biológicas:
Região Nordeste
- Reserva Biológica Pedra Talhada (Alagoas)
- Reserva Biológica Uma (Bahia)
- Reserva Biológica da Serra Negra (Pernambuco)
Fonte: http://www.suapesquisa.com/ecologiasaude/reserva_biologica.htm
 Maior Reserva Biológica do Brasil:
Maicuru
Estado: Pará
Ano de Criação: 2006
Instância: Estadual
Grupo: Proteção Integral
Área (ha): 1.151.761 (Decreto – 2.610 – 04/12/2006)
Órgão Gestor: Secretaria de Estado do Meio Ambiente
Tipo de Conselho: Consultivo
Ano de Criação: 2013
 Reserva Biológica mais antiga do Brasil:
Poço das Antas
Estado: Rio de Janeiro
Ano de criação: 1974
Grupo: Proteção Ambiental
Área (ha): 5.000 (Decreto – 73.791 – 11/03/1974)
Órgão Gestor: Instituto Chico Mendes
Tipo de Conselho: Consultivo
Ano de Criação: 2002
Fonte: uc.socioambiental.org/proteção-integral/reserva-biológica
Manejo de Áreas Silvestres
Manejo de Áreas Silvestres
3. Refúgio de Vida Silvestre (REVIS):
Tem como objetivo proteger ambientes naturais onde se
asseguram condições para a existência ou reprodução de espécies
ou comunidades da flora local e da fauna residente ou migratória.
Pode ser constituído por áreas particulares, desde que seja possível
compatibilizar os objetivos da unidade com a utilização da terra e dos
recursos naturais do local pelos proprietários.
Havendo incompatibilidade entre os objetivos da área e as atividades
privadas ou não havendo aquiescência do proprietário às condições
propostas pelo órgão responsável pela administração da unidade para a
coexistência do Refúgio de Vida Silvestre com o uso da propriedade, a
área deve ser desapropriada, de acordo com o que dispõe a lei.
A visitação pública está sujeita às normas e restrições estabelecidas no
Plano de Manejo da unidade, às normas estabelecidas pelo órgão
responsável por sua administração, e àquelas previstas em regulamento.
A pesquisa científica depende de autorização prévia do órgão
responsável pela administração da unidade e está sujeita às condições e
restrições por este estabelecidas, bem como àquelas previstas em
regulamento.
http://uc.socioambiental.org/prote%C3%A7%C3%A3o-integral/ref%C3%BAgio-
de-vida-silvestre
De acordo com o Cadastro Nacional de Unidades de Conservação existem
atualmente dezessete (17) REVIS no Brasil:
1. Banhado dos Pachecos
2. Boa Nova
3. Campos de Palmas
4. Corixão da Mata Azul
5. Ilha dos Lobos
6. Libélulas da Serra de São José
7. Mata do Junco
8. Mata dos Muriquis
9. Metrópole da Amazônia
10.Quelônios do Araguaia
11.Rio dos Frades
12.Rio Pandeiros
13.Santa Cruz
14.Serra dos Montes Altos
15.Una
16.Ventania
17.Veredas do Oeste Baiano
Maior Refúgio de Vida Silvestre no Brasil:
Veredas do Oeste Baiano
Ano de Criação: 2002
Instância: Federal
Grupo: Proteção Integral
Área (ha): 128. 521 (Decreto – s/n – 13/12/2020)

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Aula 2 introdução a qualidade ambiental qualidade
Aula 2   introdução a qualidade ambiental qualidadeAula 2   introdução a qualidade ambiental qualidade
Aula 2 introdução a qualidade ambiental qualidade
Giovanna Ortiz
 
Educação Ambiental e Mudanças de Hábitos
Educação Ambiental e Mudanças de HábitosEducação Ambiental e Mudanças de Hábitos
Educação Ambiental e Mudanças de Hábitos
carlosbidu
 
SNUC - Sistema Nacional de Unidades de Conservação
SNUC - Sistema Nacional de Unidades de Conservação SNUC - Sistema Nacional de Unidades de Conservação
SNUC - Sistema Nacional de Unidades de Conservação
Leandro A. Machado de Moura
 
Biologia da Conservação
Biologia da ConservaçãoBiologia da Conservação
Biologia da Conservação
Gabriel Lopes (Guma)
 
Educação ambiental
Educação ambientalEducação ambiental
Educação ambiental
lucasvinicius98
 
Aula Unidades de Conservação
Aula Unidades de ConservaçãoAula Unidades de Conservação
Aula Unidades de Conservação
Diego Igawa
 
Educação ambiental versao-resumida
Educação ambiental  versao-resumidaEducação ambiental  versao-resumida
Educação ambiental versao-resumida
João Paulo M. Marinho
 
Gestão ambiental apresentação
Gestão ambiental apresentaçãoGestão ambiental apresentação
Gestão ambiental apresentação
Igor Cosenza Dionisio
 
LegislaçãO Ambiental.
LegislaçãO Ambiental.LegislaçãO Ambiental.
LegislaçãO Ambiental.
tratrez
 
Ecologia - Restinga e Manguezal
Ecologia - Restinga e ManguezalEcologia - Restinga e Manguezal
Ecologia - Restinga e Manguezal
Giovanna Pezzini
 
AULA 1 - LEGISLAÇÃO AMBIENTAL.pptx
AULA 1 - LEGISLAÇÃO AMBIENTAL.pptxAULA 1 - LEGISLAÇÃO AMBIENTAL.pptx
AULA 1 - LEGISLAÇÃO AMBIENTAL.pptx
Zoraide6
 
Gestão Ambiental 01 - Introdução a Gestão Ambiental e Sustentabilidade
Gestão Ambiental 01 - Introdução a Gestão Ambiental e SustentabilidadeGestão Ambiental 01 - Introdução a Gestão Ambiental e Sustentabilidade
Gestão Ambiental 01 - Introdução a Gestão Ambiental e Sustentabilidade
Milton Henrique do Couto Neto
 
Resíduos sólidos urbanos
Resíduos sólidos urbanos Resíduos sólidos urbanos
Resíduos sólidos urbanos
Diego Righi
 
Aula código florestal atual
Aula código florestal atualAula código florestal atual
Aula código florestal atual
João Alfredo Telles Melo
 
Rl educação ambiental
Rl educação ambientalRl educação ambiental
Rl educação ambiental
GLEYDSON ROCHA
 
Fundamentos de educação ambiental
Fundamentos de educação ambientalFundamentos de educação ambiental
Fundamentos de educação ambiental
Marília Gomes
 
Perda e fragmentação de habitats
Perda e fragmentação de habitatsPerda e fragmentação de habitats
Perda e fragmentação de habitats
Grupo2apcm
 
Impactos causados pelas mineradoras
Impactos causados pelas mineradorasImpactos causados pelas mineradoras
Impactos causados pelas mineradoras
Lucas Jordann Alvarenga Drumond
 
Estudo de impactos ambientais
Estudo de impactos ambientaisEstudo de impactos ambientais
Estudo de impactos ambientais
Thayne Moura
 
Aula 10 ia
Aula 10   iaAula 10   ia
Aula 10 ia
Giovanna Ortiz
 

Mais procurados (20)

Aula 2 introdução a qualidade ambiental qualidade
Aula 2   introdução a qualidade ambiental qualidadeAula 2   introdução a qualidade ambiental qualidade
Aula 2 introdução a qualidade ambiental qualidade
 
Educação Ambiental e Mudanças de Hábitos
Educação Ambiental e Mudanças de HábitosEducação Ambiental e Mudanças de Hábitos
Educação Ambiental e Mudanças de Hábitos
 
SNUC - Sistema Nacional de Unidades de Conservação
SNUC - Sistema Nacional de Unidades de Conservação SNUC - Sistema Nacional de Unidades de Conservação
SNUC - Sistema Nacional de Unidades de Conservação
 
Biologia da Conservação
Biologia da ConservaçãoBiologia da Conservação
Biologia da Conservação
 
Educação ambiental
Educação ambientalEducação ambiental
Educação ambiental
 
Aula Unidades de Conservação
Aula Unidades de ConservaçãoAula Unidades de Conservação
Aula Unidades de Conservação
 
Educação ambiental versao-resumida
Educação ambiental  versao-resumidaEducação ambiental  versao-resumida
Educação ambiental versao-resumida
 
Gestão ambiental apresentação
Gestão ambiental apresentaçãoGestão ambiental apresentação
Gestão ambiental apresentação
 
LegislaçãO Ambiental.
LegislaçãO Ambiental.LegislaçãO Ambiental.
LegislaçãO Ambiental.
 
Ecologia - Restinga e Manguezal
Ecologia - Restinga e ManguezalEcologia - Restinga e Manguezal
Ecologia - Restinga e Manguezal
 
AULA 1 - LEGISLAÇÃO AMBIENTAL.pptx
AULA 1 - LEGISLAÇÃO AMBIENTAL.pptxAULA 1 - LEGISLAÇÃO AMBIENTAL.pptx
AULA 1 - LEGISLAÇÃO AMBIENTAL.pptx
 
Gestão Ambiental 01 - Introdução a Gestão Ambiental e Sustentabilidade
Gestão Ambiental 01 - Introdução a Gestão Ambiental e SustentabilidadeGestão Ambiental 01 - Introdução a Gestão Ambiental e Sustentabilidade
Gestão Ambiental 01 - Introdução a Gestão Ambiental e Sustentabilidade
 
Resíduos sólidos urbanos
Resíduos sólidos urbanos Resíduos sólidos urbanos
Resíduos sólidos urbanos
 
Aula código florestal atual
Aula código florestal atualAula código florestal atual
Aula código florestal atual
 
Rl educação ambiental
Rl educação ambientalRl educação ambiental
Rl educação ambiental
 
Fundamentos de educação ambiental
Fundamentos de educação ambientalFundamentos de educação ambiental
Fundamentos de educação ambiental
 
Perda e fragmentação de habitats
Perda e fragmentação de habitatsPerda e fragmentação de habitats
Perda e fragmentação de habitats
 
Impactos causados pelas mineradoras
Impactos causados pelas mineradorasImpactos causados pelas mineradoras
Impactos causados pelas mineradoras
 
Estudo de impactos ambientais
Estudo de impactos ambientaisEstudo de impactos ambientais
Estudo de impactos ambientais
 
Aula 10 ia
Aula 10   iaAula 10   ia
Aula 10 ia
 

Semelhante a Manejo de Áreas Silvestres

Unidades de conservação
Unidades de conservaçãoUnidades de conservação
Unidades de conservação
Fatima de Luzie Cavalcante
 
Corredores ecológicos Serra do Cabral
Corredores ecológicos Serra do CabralCorredores ecológicos Serra do Cabral
Corredores ecológicos Serra do Cabral
CBH Rio das Velhas
 
Unidades de Conservação - Conceituação e Classificação
Unidades de Conservação - Conceituação e Classificação Unidades de Conservação - Conceituação e Classificação
Unidades de Conservação - Conceituação e Classificação
Leandro A. Machado de Moura
 
curso de legislacao ambiental
curso de legislacao ambientalcurso de legislacao ambiental
curso de legislacao ambiental
Robson alex santos
 
Apostila do curso de legislacao ambiental
Apostila do curso de legislacao ambientalApostila do curso de legislacao ambiental
Apostila do curso de legislacao ambiental
Elaine Santos
 
Arie dunas do cocó
Arie dunas do cocóArie dunas do cocó
Arie dunas do cocó
João Alfredo Telles Melo
 
aula2_SNUC.pdf
aula2_SNUC.pdfaula2_SNUC.pdf
aula2_SNUC.pdf
AndreiaSousa731620
 
Unidades de Conservação Ambiental.pptx
Unidades de Conservação Ambiental.pptxUnidades de Conservação Ambiental.pptx
Unidades de Conservação Ambiental.pptx
rickriordan
 
Lei 9985 de 18 de julho de2000 – uc's
Lei 9985 de 18 de julho de2000 – uc'sLei 9985 de 18 de julho de2000 – uc's
Lei 9985 de 18 de julho de2000 – uc's
James Pinho Ladislau Pinho
 
Unidade de conservação
Unidade de conservaçãoUnidade de conservação
Unidade de conservação
Yann Salles
 
Apostila ibama-2012
Apostila ibama-2012Apostila ibama-2012
Apostila ibama-2012
Dijaci Santos
 
Unidades de conservação
Unidades de conservaçãoUnidades de conservação
Unidades de conservação
Maira Egito Barros
 
Direito ambiental dr. fabrício - esquema
Direito ambiental   dr. fabrício - esquemaDireito ambiental   dr. fabrício - esquema
Direito ambiental dr. fabrício - esquema
João Paulo Costa Melo
 
I Seminário de Patrimônio de Guaíba - Tema Morro José Lutzenberger
I Seminário de Patrimônio de Guaíba - Tema Morro José LutzenbergerI Seminário de Patrimônio de Guaíba - Tema Morro José Lutzenberger
I Seminário de Patrimônio de Guaíba - Tema Morro José Lutzenberger
Associação Amigos do Meio Ambiente
 
Aula_2.pdf
Aula_2.pdfAula_2.pdf
Aula_2.pdf
drestranho888
 
84 apostila curso_operadores_de_ete[1]
84 apostila curso_operadores_de_ete[1]84 apostila curso_operadores_de_ete[1]
84 apostila curso_operadores_de_ete[1]
FlviaLetciaGuasti
 
Arie dunas do cocó
Arie dunas do cocóArie dunas do cocó
Arie dunas do cocó
João Alfredo Telles Melo
 
Sistema nacional de unidades de conservação
Sistema nacional de unidades de conservaçãoSistema nacional de unidades de conservação
Sistema nacional de unidades de conservação
guest0a95ab
 
Sistema nacional de unidades de conservação
Sistema nacional de unidades de conservaçãoSistema nacional de unidades de conservação
Sistema nacional de unidades de conservação
guest0a95ab
 
PDF-AMBIENTAL-OAB-2017.pptx
PDF-AMBIENTAL-OAB-2017.pptxPDF-AMBIENTAL-OAB-2017.pptx
PDF-AMBIENTAL-OAB-2017.pptx
EDMARNEYSERRADESOUZA
 

Semelhante a Manejo de Áreas Silvestres (20)

Unidades de conservação
Unidades de conservaçãoUnidades de conservação
Unidades de conservação
 
Corredores ecológicos Serra do Cabral
Corredores ecológicos Serra do CabralCorredores ecológicos Serra do Cabral
Corredores ecológicos Serra do Cabral
 
Unidades de Conservação - Conceituação e Classificação
Unidades de Conservação - Conceituação e Classificação Unidades de Conservação - Conceituação e Classificação
Unidades de Conservação - Conceituação e Classificação
 
curso de legislacao ambiental
curso de legislacao ambientalcurso de legislacao ambiental
curso de legislacao ambiental
 
Apostila do curso de legislacao ambiental
Apostila do curso de legislacao ambientalApostila do curso de legislacao ambiental
Apostila do curso de legislacao ambiental
 
Arie dunas do cocó
Arie dunas do cocóArie dunas do cocó
Arie dunas do cocó
 
aula2_SNUC.pdf
aula2_SNUC.pdfaula2_SNUC.pdf
aula2_SNUC.pdf
 
Unidades de Conservação Ambiental.pptx
Unidades de Conservação Ambiental.pptxUnidades de Conservação Ambiental.pptx
Unidades de Conservação Ambiental.pptx
 
Lei 9985 de 18 de julho de2000 – uc's
Lei 9985 de 18 de julho de2000 – uc'sLei 9985 de 18 de julho de2000 – uc's
Lei 9985 de 18 de julho de2000 – uc's
 
Unidade de conservação
Unidade de conservaçãoUnidade de conservação
Unidade de conservação
 
Apostila ibama-2012
Apostila ibama-2012Apostila ibama-2012
Apostila ibama-2012
 
Unidades de conservação
Unidades de conservaçãoUnidades de conservação
Unidades de conservação
 
Direito ambiental dr. fabrício - esquema
Direito ambiental   dr. fabrício - esquemaDireito ambiental   dr. fabrício - esquema
Direito ambiental dr. fabrício - esquema
 
I Seminário de Patrimônio de Guaíba - Tema Morro José Lutzenberger
I Seminário de Patrimônio de Guaíba - Tema Morro José LutzenbergerI Seminário de Patrimônio de Guaíba - Tema Morro José Lutzenberger
I Seminário de Patrimônio de Guaíba - Tema Morro José Lutzenberger
 
Aula_2.pdf
Aula_2.pdfAula_2.pdf
Aula_2.pdf
 
84 apostila curso_operadores_de_ete[1]
84 apostila curso_operadores_de_ete[1]84 apostila curso_operadores_de_ete[1]
84 apostila curso_operadores_de_ete[1]
 
Arie dunas do cocó
Arie dunas do cocóArie dunas do cocó
Arie dunas do cocó
 
Sistema nacional de unidades de conservação
Sistema nacional de unidades de conservaçãoSistema nacional de unidades de conservação
Sistema nacional de unidades de conservação
 
Sistema nacional de unidades de conservação
Sistema nacional de unidades de conservaçãoSistema nacional de unidades de conservação
Sistema nacional de unidades de conservação
 
PDF-AMBIENTAL-OAB-2017.pptx
PDF-AMBIENTAL-OAB-2017.pptxPDF-AMBIENTAL-OAB-2017.pptx
PDF-AMBIENTAL-OAB-2017.pptx
 

Último

Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Falcão Brasil
 
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdfHistória das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
LeideLauraCenturionL
 
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdfO Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
Falcão Brasil
 
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Falcão Brasil
 
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Centro Jacques Delors
 
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIALA GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
ArapiracaNoticiasFat
 
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Falcão Brasil
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Falcão Brasil
 
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Falcão Brasil
 
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Miguel Delamontagne
 
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdfAviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Falcão Brasil
 
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
MariaJooSilva58
 
28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf
28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf
28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf
SheylaAlves6
 
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Desafio matemático -  multiplicação e divisão.Desafio matemático -  multiplicação e divisão.
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Mary Alvarenga
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
Mary Alvarenga
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
Falcão Brasil
 
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdfEscola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Falcão Brasil
 

Último (20)

Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
 
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdfHistória das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
 
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdfO Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
 
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
 
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
 
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIALA GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
 
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
 
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
 
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
 
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
 
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdfAviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
 
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
 
28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf
28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf
28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf
 
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Desafio matemático -  multiplicação e divisão.Desafio matemático -  multiplicação e divisão.
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
 
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
 
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdfEscola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
 

Manejo de Áreas Silvestres

  • 1. Manejo de Áreas Silvestres Prof: Brenno Ramy Curso Técnico em Meio Ambiente
  • 2. Técnico em Meio Ambiente: Quais Funções
  • 3. Áreas:  Gestão Ambiental;  Recuperação de Áreas Degradadas;  ETA e ETE;  Resíduos Sólidos;  Educação Ambiental.
  • 4. Dicionário Ambiental: - Meio Ambiente - Degradação Ambiental - Poluição - Contaminação - Chuva Ácida - Combustíveis Fósseis - Efeito Estufa - Assoreamento - Camada de Ozônio - Eutrofização - Desmatamento - Reciclagem - Reutilização - Aterro - Lixão - Resíduos Sólidos - Lixo - Rejeito - Clube de Roma - Conferência de Estocolmo - ECO – 92 - Agenda 21 - Protocolo de Kyoto - Gestão Ambiental - Certificação ISO 14.001 - EIA/RIMA - EVA - LP, LI, LO - Mitigação - Compensação
  • 5. SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO (SNUC) • Lei 9.985, de 18 de julho de 2000 O SNUC é composto pelas Unidades de Conservações Federais, Estaduais e Municipais.
  • 6. Unidade de Conservação: Espaço Territorial e seus recursos ambientais, incluindo águas jurisdicionais, com características naturais relevantes, legalmente instituído pelo Poder Público, com objetivos de conservação e limites definidos, sob regime especial de administração, ao qual se aplicam adequadas de proteção. (Art. 2º - I) As UC’s Se dividem em: Unidades de Proteção Integral (UPI) e Unidades de Uso Sustentável (UUS)
  • 7. Zona de Amortecimento: o entorno de uma unidade de conservação (UC), onde as atividades humanas estão sujeitas a normas e restrições específicas, com o propósito de minimizar os impactos negativos sobre a unidade. Forma de amenizar os impactos ambientais. (Art. 2º - XVIII)
  • 8. Corredores Ecológicos: Porções de ecossistemas naturais ou seminaturais, ligando as UC’s, possibilitando o fluxo da biota. (Art. 2º - XIX)
  • 9. Plano de Manejo: Documento técnico mediante o qual, com fundamento nos objetivos gerais de uma unidade de conservação, se estabelece o seu zoneamento e as normas que devem presidir o uso da área e o manejo dos recursos naturais, inclusive a implantação das estruturas físicas necessárias à gestão da unidade. (Art. 2 – XVII)
  • 10. Preservar x Conservar Preservar: Visa a integridade e à perenidade do meio ambiente, ou seja, o termo faz referência à proteção integral do meio ambiente, dizendo que ele não pode ser, de forma alguma, tocado pelo homem. Conservar: Significa fazer a proteção dos recursos naturais, com seu uso de forma racional para que assim fique garantida as futuras gerações
  • 12. 1. Estação Ecológica (ESEC): É uma unidade de conservação de proteção integral e tem como objetivo a preservação da natureza e a realização de pesquisas científicas. Proibido: - Visitação Pública, exceto com objetivo educacional e a pesquisa científica depende de autorização prévia do órgão responsável. - Motivo? • A área da estação é representativa de ecossistemas brasileiros, apresenta no mínimo 90% da área destinada à preservação integral de toda biota • É de posse de domínios públicos
  • 13. Na estação ecológica só pode ser permitida alterações nos ecossistemas no caso de: I – Medidas de Restauração; II – Manejo de espécies com finalidade de preservar; Manter a diversidade biológica; III – Coleta de informações com finalidade de pesquisa; IV – Pesquisa cientifica cujo impacto sobre o meio ambiente seja maior do que aquele causado pelo pela simples observação ou pela coleta controlada de componentes dos ecossistemas. Ecossistema: Sistema onde se vive e designa o conjunto formado por todas as comunidades bióticas que vivem e interagem em determinada região e pelos fatores abióticos que atuam sobre essas comunidades.
  • 14. As Estações Ecológicas Federais serão criadas por Decreto do Poder Executivo, mediante proposta do Ministro do Meio Ambiente, e terão sua administração coordenada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O ato de criação da Estação Ecológica definirá: - Os seus limites geográficos; - Sua denominação; - A entidade responsável por sua administração; - O zoneamento que aprove a realização de pesquisas ecológicas que venham a acarretar modificações no ambiente natural. Para a execução de obras de engenharia que possam afetar as Estações, será obrigatória audiência prévia do Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA.
  • 16. 1.1 Maior Estação Ecológica do Brasil e do Mundo: Grão-Pará Estado: Pará Ano de criação: 2006 Instância: estadual Grupo: Proteção Ambiental Área (há): 4.245.819 (Decreto 2. 609 – 04/12/2006) Órgão Gestor: Secretaria de Estado do Meio Ambiente Tipo de Conselho: Consultivo Ano de Criação: 2013 Municípios ao qual abrange: Oriximiná, Óbidos, Monte Alegre, Alenquer.
  • 18. Estações Ecológicas do Ceará: Aiuaba Ano de Criação: 2001 Instância: Federal Grupo: Proteção Integral Área (ha): 11.525 (Decreto – s/n 06/02/2001) Órgão Gestor: Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade Castanhão Ano de Criação: 2001 Instância: Federal Grupo: Proteção Integral Área (ha): 12.579 (Decreto - - 27/09/2001) Órgão Gestor: Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade Fonte: http://uc.socioambiental.org/uc/584758
  • 21. 2. Reserva Biológica (REBIO): 2.1 Definição: Reserva Biológica é uma unidade de conservação ambiental estabelecida pela legislação do Brasil. São áreas protegidas, onde não pode ocorrer nenhum tipo de agressão ou exploração do meio ambiente. Geralmente são áreas extensas de grande importância ecológica, com ecossistemas ricos e complexos. 2.2 Objetivo da criação: Elas foram criadas para favorecer as pesquisas científicas relacionadas à flora e fauna de determinadas regiões. São também importantes para garantir a preservação ambiental destas áreas.
  • 22. 2.3 Uso e acesso: As reservas biológicas brasileiras só podem ser usadas para fins de pesquisas científicas e educação ambiental. Escolas, por exemplo, podem levar seus alunos nestas áreas, com autorização dos órgãos competentes, para ensinar sobre importantes aspectos do meio ambiente, além de despertar a consciência ecológica. O acesso público não é permitido. As pesquisas científicas geralmente são feitas por universidades, centros de pesquisas ou órgãos públicos. Ações que modifiquem aspectos ambientais das reservas biológicas são permitidas somente com o objetivo de recuperação de ecossistemas (reflorestamento, por exemplo). Estas ações só podem ser executadas por órgãos competentes com as devidas autorizações e seguindo a legislação. Quaisquer danos provocados ao ecossistema de áreas de reserva biológica são considerados crimes e são passíveis de multa e prisão, de acordo com a legislação.
  • 23. 2. 4 Domínio e posse: As reservas biológicas são de domínio e posse públicos. 2. 5 Exemplos de reservas biológicas: Região Nordeste - Reserva Biológica Pedra Talhada (Alagoas) - Reserva Biológica Uma (Bahia) - Reserva Biológica da Serra Negra (Pernambuco) Fonte: http://www.suapesquisa.com/ecologiasaude/reserva_biologica.htm
  • 24.  Maior Reserva Biológica do Brasil: Maicuru Estado: Pará Ano de Criação: 2006 Instância: Estadual Grupo: Proteção Integral Área (ha): 1.151.761 (Decreto – 2.610 – 04/12/2006) Órgão Gestor: Secretaria de Estado do Meio Ambiente Tipo de Conselho: Consultivo Ano de Criação: 2013  Reserva Biológica mais antiga do Brasil: Poço das Antas Estado: Rio de Janeiro Ano de criação: 1974 Grupo: Proteção Ambiental Área (ha): 5.000 (Decreto – 73.791 – 11/03/1974) Órgão Gestor: Instituto Chico Mendes Tipo de Conselho: Consultivo Ano de Criação: 2002 Fonte: uc.socioambiental.org/proteção-integral/reserva-biológica
  • 27. 3. Refúgio de Vida Silvestre (REVIS): Tem como objetivo proteger ambientes naturais onde se asseguram condições para a existência ou reprodução de espécies ou comunidades da flora local e da fauna residente ou migratória.
  • 28. Pode ser constituído por áreas particulares, desde que seja possível compatibilizar os objetivos da unidade com a utilização da terra e dos recursos naturais do local pelos proprietários. Havendo incompatibilidade entre os objetivos da área e as atividades privadas ou não havendo aquiescência do proprietário às condições propostas pelo órgão responsável pela administração da unidade para a coexistência do Refúgio de Vida Silvestre com o uso da propriedade, a área deve ser desapropriada, de acordo com o que dispõe a lei. A visitação pública está sujeita às normas e restrições estabelecidas no Plano de Manejo da unidade, às normas estabelecidas pelo órgão responsável por sua administração, e àquelas previstas em regulamento. A pesquisa científica depende de autorização prévia do órgão responsável pela administração da unidade e está sujeita às condições e restrições por este estabelecidas, bem como àquelas previstas em regulamento. http://uc.socioambiental.org/prote%C3%A7%C3%A3o-integral/ref%C3%BAgio- de-vida-silvestre
  • 29. De acordo com o Cadastro Nacional de Unidades de Conservação existem atualmente dezessete (17) REVIS no Brasil: 1. Banhado dos Pachecos 2. Boa Nova 3. Campos de Palmas 4. Corixão da Mata Azul 5. Ilha dos Lobos 6. Libélulas da Serra de São José 7. Mata do Junco 8. Mata dos Muriquis 9. Metrópole da Amazônia 10.Quelônios do Araguaia 11.Rio dos Frades 12.Rio Pandeiros 13.Santa Cruz 14.Serra dos Montes Altos 15.Una 16.Ventania 17.Veredas do Oeste Baiano
  • 30. Maior Refúgio de Vida Silvestre no Brasil: Veredas do Oeste Baiano Ano de Criação: 2002 Instância: Federal Grupo: Proteção Integral Área (ha): 128. 521 (Decreto – s/n – 13/12/2020)