LEILANE DE SOUZA CÂNDIDA 
JULIENE CRISTINA LEMOS
A violência contra a mulher envolve os atos de violência, que se 
manifestam por meio das relações assimétricas entre homens e 
mulheres, envolvendo por vezes discriminação e preconceito. 
A violência contra mulher pode assumir diversas formas que não uma 
agressão sociopática de natureza sexual e perversa no sentido 
psicanalítico do termo, até formas mais sutis como assédio sexual, 
discriminação, desvalorização do trabalho doméstico de cuidados com 
a prole e maternidade.
EMBORA MUITOS AVANÇOS TENHAM SIDO ALCANÇADOS COM A LEI MARIA DA PENHA (LEI Nº 
11.340/2006), AINDA ASSIM, HOJE, CONTABILIZAMOS 4,4 ASSASSINATOS A CADA 100 MIL 
MULHERES, NÚMERO QUE COLOCA O BRASIL NO 7º LUGAR NO RANKING DE PAÍSES NESSE 
TIPO DE CRIME.
 Para 70% da população, a mulher sofre mais violência dentro de 
casa do que em espaços públicos no Brasil. É o que mostra 
pesquisa inédita, realizada com apoio da SPM-PR e Campanha 
Compromisso e Atitude pela Lei Maria da Penha, que revelou 
significativa preocupação da sociedade com a violência 
doméstica e os assassinatos de mulheres pelos parceiros ou ex-parceiros 
no Brasil. 
 Além de 7 em cada 10 entrevistados considerar que as 
brasileiras sofrem mais violência dentro de casa do que em 
espaços públicos, metade avalia ainda que as mulheres se 
sentem de fato mais inseguras dentro da própria casa. Os dados 
revelam que o problema está presente no cotidiano da maior 
parte dos brasileiros: entre os entrevistados, de ambos os sexos e 
todas as classes sociais, 54% conhecem uma mulher que já foi 
agredida por um parceiro e 56% conhecem um homem que já 
agrediu uma parceira. E 69% afirmaram acreditar que a 
violência contra a mulher não ocorre apenas em famílias pobres
VAMOS LUTA! DENUNCIE.
NÃO TENHA MEDO ! DENUNCIE
 51% dos entrevistados declaram conhecer ao menos uma mulher que é ou foi agredida por 
seu companheiro. 
 33% apontam a violência contra a mulher dentro e fora de casa como o problema que mais 
preocupa a brasileira na atualidade. 
 75% consideram as penas aplicadas em casos de violência contra a mulher são irrelevantes. 
 Nove em cada 10 mulheres lembram de ter assistido ou ouvido campanhas contra a violência à 
mulher na TV ou rádio. 
 Cresce preocupação com a violência contra a mulher: De 2004 a 2006 aumentou o nave de 
preocupação com a violência domestica em todas as regiões do pás, menos no Norte / Centro- 
Oeste, que já tem o patamar mais alto (62%). Nas regiões Sudeste e Sul o nave de preocupação 
cresceu, respectivamente, 7 e 6 pontos percentuais. Na periferia das grandes cidades esta 
preocupaçao passou de 43%, em 2004, para 56%, em 2006. 
 54% dos entrevistados acham que os servias de atendimento a casos de violência contra as 
mulheres não funcionam. 
 65% dos entrevistados acreditam que atualmente as mulheres denunciam mais quando são 
agredidas. Destes, 46% atribuem o maior número de denúncias ao fato de que as mulheres estão 
mais informadas e 35% acham que é porque hoje elas são mais independentes.
violência conta mulher

violência conta mulher

  • 1.
    LEILANE DE SOUZACÂNDIDA JULIENE CRISTINA LEMOS
  • 2.
    A violência contraa mulher envolve os atos de violência, que se manifestam por meio das relações assimétricas entre homens e mulheres, envolvendo por vezes discriminação e preconceito. A violência contra mulher pode assumir diversas formas que não uma agressão sociopática de natureza sexual e perversa no sentido psicanalítico do termo, até formas mais sutis como assédio sexual, discriminação, desvalorização do trabalho doméstico de cuidados com a prole e maternidade.
  • 3.
    EMBORA MUITOS AVANÇOSTENHAM SIDO ALCANÇADOS COM A LEI MARIA DA PENHA (LEI Nº 11.340/2006), AINDA ASSIM, HOJE, CONTABILIZAMOS 4,4 ASSASSINATOS A CADA 100 MIL MULHERES, NÚMERO QUE COLOCA O BRASIL NO 7º LUGAR NO RANKING DE PAÍSES NESSE TIPO DE CRIME.
  • 4.
     Para 70%da população, a mulher sofre mais violência dentro de casa do que em espaços públicos no Brasil. É o que mostra pesquisa inédita, realizada com apoio da SPM-PR e Campanha Compromisso e Atitude pela Lei Maria da Penha, que revelou significativa preocupação da sociedade com a violência doméstica e os assassinatos de mulheres pelos parceiros ou ex-parceiros no Brasil.  Além de 7 em cada 10 entrevistados considerar que as brasileiras sofrem mais violência dentro de casa do que em espaços públicos, metade avalia ainda que as mulheres se sentem de fato mais inseguras dentro da própria casa. Os dados revelam que o problema está presente no cotidiano da maior parte dos brasileiros: entre os entrevistados, de ambos os sexos e todas as classes sociais, 54% conhecem uma mulher que já foi agredida por um parceiro e 56% conhecem um homem que já agrediu uma parceira. E 69% afirmaram acreditar que a violência contra a mulher não ocorre apenas em famílias pobres
  • 5.
  • 6.
    NÃO TENHA MEDO! DENUNCIE
  • 9.
     51% dosentrevistados declaram conhecer ao menos uma mulher que é ou foi agredida por seu companheiro.  33% apontam a violência contra a mulher dentro e fora de casa como o problema que mais preocupa a brasileira na atualidade.  75% consideram as penas aplicadas em casos de violência contra a mulher são irrelevantes.  Nove em cada 10 mulheres lembram de ter assistido ou ouvido campanhas contra a violência à mulher na TV ou rádio.  Cresce preocupação com a violência contra a mulher: De 2004 a 2006 aumentou o nave de preocupação com a violência domestica em todas as regiões do pás, menos no Norte / Centro- Oeste, que já tem o patamar mais alto (62%). Nas regiões Sudeste e Sul o nave de preocupação cresceu, respectivamente, 7 e 6 pontos percentuais. Na periferia das grandes cidades esta preocupaçao passou de 43%, em 2004, para 56%, em 2006.  54% dos entrevistados acham que os servias de atendimento a casos de violência contra as mulheres não funcionam.  65% dos entrevistados acreditam que atualmente as mulheres denunciam mais quando são agredidas. Destes, 46% atribuem o maior número de denúncias ao fato de que as mulheres estão mais informadas e 35% acham que é porque hoje elas são mais independentes.