SlideShare uma empresa Scribd logo
www.bourbon-online.com
B u i l d i n g t o g e t h e r a s e a o f t r u s t
B
B u i l d i n g t o g e t h e r a s e a o f t r u s t
B
Seja bem vindo à
Bourbon Offshore Marítima
Indução ao QSMS -
Offshore
Versão 10
quarta-feira, 9 de setembro de 2020
Bourbon Offshore
Marítima
O DQ&SMS atua em conjunto com o SESMT, em cumprimento
com as políticas e procedimentos de segurança da BOM, afim de
proporcionar uma melhor qualidade de vida no trabalho e segurança a
todos os seus colaboradores e ao meio ambiente.
DQ&SMS
Atuação
2
QMS
Sistema de Gestão da
Qualidade
3
Nosso QMS está baseado na norma NBR ISO 9001
é uma norma internacional que tem como objetivo
padronizar e melhorar a qualidade dentro das
empresas.
O QMS é projetado para melhorar continuamente o
desempenho, onde todos colaboram de forma
sistemática afim de satisfazer aos requisitos
aplicáveis na BOM
Qualidade - ISO 9001
4
Estratégia Bourbon
Comitê Executivo
5
O sistema de Gerenciamento da Qualidade
Fundamental
Os fundamentos do QMS estão descritas na Política de
Qualidade:
1. Focono Cliente.
2. Liderança.
3. Envolvimentodas pessoas.
4. Abordagem dos Processos.
5. AbordagemSistêmicapara gestão.
6. MelhoriaContinua.
7. Abordagem Factualpara tomadade decisão.
8. Relacionamentomutuamentebenéficocom fornecedores.
6
O SGQ é o Sistema de
Gerenciamento da
BOURBON que integra
diversos sistemas de gestão
existentes ou futuros.
Qualquer exigência no
sistema de gestão é
implantado por meio de
processos.
Os processos contribuem
para a manutenção do
sistema de gestão.
O Sistema de Gestão do QMS
7
 Política da Qualidade;
 Política de Controle de Gestão;
 Política Ética de Negócios;
 Política de Proteção;
 Política de Tecnologia da Informação;
 Política de Anti-discriminação e Assédio;
 Política de Convés Livre
Políticas
As Políticas Bourbon são elaboradas pelo
Coorporativo e quando necessário
revisadas pelas afiliadas. E depois devem
ser aprovadas, publicadas e divulgadas
para que as mesmas sem distribuídas em
todas as afiliadas.
Na BOM as políticas são implementadas
pelo diretor geral, Eduard Claassen.
 Política de Saúde e Segurança;
 Política de Parar o Trabalho;
 Política de Gestão de Risco;
 Política de Droga e Álcool;
 Política de Anti-tabagismo;
 Política de Meio Ambiente;
 Política de Oportunidades Iguais.
Intranet – BOM – QSMS - Processo M1
https://intranet.bourbon-online.com/
8
As políticas da BOM podem ser encontradas nas embarcações No Manual
de SMS que localiza-se no passadiço e também na intranet, através do
endereço:
https://hub.bourbon-online.com/Organization/bom/MyOrganization/qsms/Pages/default.aspx
Políticas
Você sabe onde encontrar???
9
QMS - Sistema integrado de Gestão de
Excelência
10
Processos do Sistema de Gestão
BOM-SPC-M1.0001
11
 Os processos que compõem a estrutura do QMS não são isolados ou
independente;
 Os relacionamentos e interações representam um mecanismo de
agregação de valor na organização BOURBON;
O sistema de Gerenciamento da Qualidade
Um sistema de abordagem transparente
12
Processo de Gerenciamento da Qualidade
Processos e Melhorias
A Qualidade dá suporte todos os empregados e
donos de processos em compreender os seus
papéis, seus processos no âmbito do Sistema de
Gestão da Qualidade - QMS.
Cada empregado deve entender:
o seu Papel e a sua Responsabilidade dentro da
BOM ;
Participação em um ou várias atividades.
Um processo é composto de várias atividades inter-relacionadas que
refletem o nosso dia-a-dia de trabalho, mas de forma sistemática.
Cada Dono do Processo deve coordenar todas as atividades com todos os
outros departamentos relacionados.
Cada atividade é apoiada pelo Dono do Processo exigindo documentação,
permitindo uma partilha imediata de conhecimento e aplicação das
melhores práticas, requisitos, recomendações, etc.
13
Processo de Gerenciamento da Qualidade
Gestão da Documentação
O procedimento de Controle de Documentos (BOM-PRD
11.0001) estabelece a estrutura da documentação, como este
deverá ser desenvolvido layout, aprovação, revisão, normas,
código, etc.
O procedimento de Controle de
Registros (BOM-PRD 11.0007)
estabelece os padrões para
arquivamento, nomeação,
recibos, retenção, documentos
controlados, registros críticos,
etc.
14
Sugestões e Reclamações
BOM-FRM-1201.0012
Todos que desejarem contribuir para ações
preventivas eficazes, serão ouvidos
Também estamos dispostos a ouvir
sugestões e reclamações dos
clientes afim de atender suas expectativas
e assegurar a continuidade do contrato.
bom-relatoriodesituacao@bourbon-online.com
15
OSM - Sistema de Gestão de
Segurança Operacional
16
OSM - Sistema de Gestão de Segurança Operacional
As orientações do Sistema de Gestão de Segurança
Operacional (OSM) da BOURBON está alinhada com os
regulamentos internacionais, códigos e normas de apoio ao
funcionamento seguro na gestão de navios, estabelecidas
para promover a melhoria no setor de Segurança, Meio
Ambiente e Saúde Ocupacional (SMS)
 Nota:
As Orientações BOURBON OSM devem ser seguidas e aplicadas em todas
as organizações Corporativos e Afiliados) da Bourbon, é obrigatória para todos os
cargos, onshore ou offshore.
Sistema de Gestão OSM
17
O Brasil como parte da Convenção SOLAS, assumiu o
compromisso de implementar o Código ISPS, que entrou em vigor
em julho de 2004.
O Código ISPS estabelece determinadas regras que tornam os
navios e instalações portuárias mais seguras.
ISM Code e ISPS Code
ISPS Code (International Ship and Port Facility Security Code)
ISM Code (International Safety Management Code)
Faz parte da Convenção Internacional para a Segurança da Vida
no Mar (SOLAS). Em 1987 a Assembléia da Organização
Marítima Internacional convocou o Comitê de Segurança Marítima
para desenvolver diretrizes concernente ao gerenciamento a
bordo do navio e ao baseado em terra para assegurar a
operação segura das embarcações. Com sua evolução, hoje o
ISM Code foi adotado na sua forma atual em 1993 pela IMO.
Obs.: A BOM possui as certificações acima e ambas devem ser seguidas. 18
DQ&SMS
Segurança do Trabalho
Sistema de Gestão de SST
É parte do sistema de gestão integrada, este desenvolve e implementa sua política
de SSO afim de controlar os riscos de acidentes e doenças ocupacionais.
OHSAS 18001
É uma norma específica de requisitos para um bom sistema de gestão da SST.
A finalidade geral desta norma é apoiar e promover boas práticas de Saúde e
Segurança no Trabalho.
Saúde e Segurançado trabalho
DQ&SMS
Entendendo...
Ato Inseguro x Condição Insegura
Ato Inseguro Condição Insegura
Perigo Risco
x
x
Desvio
DESVIO
É qualquer ação ou condição, que tem potencial
para conduzir, direta ou indiretamente, danos a
pessoas, ao patrimônio (próprio ou de terceiros), ou
impacto ao meio ambiente, que se encontra
desconforme com as normas de trabalho,
procedimentos, requisitos legais ou normativos,
requisitos do sistema de gestão ou boas práticas.
Exemplos :
• Trabalhar em máquinas com proteções
retiradas ou abertas;
• Fumar em local proibido;
• Levantar peso de modo incorreto;
• Improvisar ferramentas;
• Etc...
22
Quase Acidente
Quase Acidentes
São os acontecimentos que
não causam ferimentos
pessoais ou danos materiais
e devem ser considerados
acidentes de trabalho do
ponto de vista pró-ativo,
visando evitar os danos
físicos ou materiais que
possam vir a acontecer se
nenhuma providência for
tomada.
23
B Safe
Base do DQ&SMS
24
Cartão de Segurança
25
4C
O Reflexo da Segurança
26
histórico dos principais acidentes
ocorridos na BOM
27
A Análise para um Trabalho Seguro tem como objetivo identificar perigos relativos
ao trabalho e determinar medidas preventivas.
JSA
Job Safety Analysis
RISCO= PROBABILIDADE X SEVERIDADE
Quem faz a JSA?
A JSA é feita pela equipe que irá executar a tarefa, todos devem tomar ciência da
mesma e dos riscos envolvidos na tarefa.
Onde se aplica?
A todas as tarefas que ofereçam riscos, realizadas onshore
e offshore.
Como preencher a JSA?
28
JSA
29
JSA
Tendo identificado o nível de risco residual, tome a ação mostrada abaixo:
RISCO BAIXO
Os perigos com classificações de risco nas áreas verdes podem ser
considerados como risco adequadamente controlado. Não há controles
adicionais são necessários.
O monitoramento é necessário para garantir que os controles sejam
mantidos.
RISCO MÉDIO
Para os perigos com classificações de risco médio, deve –se minimizar
os riscos para que seja possível iniciar a tarefa. Caso não seja possível
minimizar os risco, é necessário contatar o Comandante / Gerente de
Operações da base (a bordo / em terra conforme aplicável) deve ser
informado.
RISCO ALTO
Para riscos com classificações de risco em áreas vermelhas, a tarefa
não deve prosseguir e o Comandante / Gerente de Operações (a bordo /
em terra conforme aplicável) deve ser informado. Se não for possível
reduzir o risco mesmo com recursos ilimitados, trabalho permanece
proibido e até encontrar um método mais seguro para concluir a tarefa.
30
DQ&SMS
JSA
Como Preencher?
Geonísio Barroso
Manutenção no sistema de
ar condicionado
23/05/2018Praça de
Máquinas
Preparação da área.
- Ajuste do Compressor
- Transporte da garrafa de
freon
Execução do Trabalho
- Conexão e Desconexão
de Garrafa de Freon-22
- Carga de Gás
Conclusão do Trabalho
- Teste final de
funcionamento no
sistema
Danos a Pessoa
- Quedas e Escorregões devido a piso
molhado pela condensação.
- Contusões caso a garrafa venha de
encontro aos executantes.
Danos a pessoa
- Queimadura caso haja vazamento de
freon.
Danos ao material
- Quebra de valvulas ou redes do sitema.
Danos a Pessoa
- Quedas e Escorregões devido a piso
molhado pela condensação.
- Contusões caso a garrafa venha de
encontro aos executantes.
Uso do EPI.
- Comunicação entre os executantes.
- Secagem do Piso.
- Cuidado no manuseio da garrafa avaliando o balanço
da embarcação
- Uso do EPI.
- Verificar o fechamento(isolamento) de válvulas, se
necessário, do sistema de refrigeração.
- Uso adequado das ferramentas.
- Purgar o gás da mangueira antes da desconexão
- Uso do EPI
- Recolhimento das ferramentas
- Limpeza da Área
3 C 3C 2 B
2
2B
B
c
B
3
3 3B 2B
D4 4D 3C
DQ&SMS
Utilidades da Segurança e
Saúde Ocupacional
EPI
Equipamento de Segurança do Trabalho
• Cinto de Segurança.
• Proteção para Cabeça;
• Proteção para Face e Olhos;
• Proteção Respiratória;
• Proteção das Mãos;
• Proteção do Tronco e Membros;
• Proteção dos Pés;
• Proteção Auditiva;
33
EPC
Equipamento de Segurança do Trabalho
34
•A sigla EPC significa Equipamento de Proteção Coletiva.
•O Equipamento de Proteção Coletiva – EPC trata-se de todo dispositivo ou sistema de
âmbito coletivo, destinado à preservação da integridade física e da saúde dos
trabalhadores, assim como a de terceiros.
•Os Equipamentos de Proteção Coletiva – EPC tem como objetivo
proporcionar a preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, em
geral. O EPI (Equipamento de Proteção individual) também tem como objetivo
a proteção do trabalhador, porem é de menor eficiência, confira o por quê mais
a frente
Máquinas e Equipamentos
Proteções e Dispositivos de Segurança
 As proteções e os dispositivos de segurança são instalados nas máquinas
para evitar acidentes. Antes de iniciar o trabalho, verifique se estão no lugar e
em boas condições de funcionamento.
 Nunca opere uma máquina sem estar capacitado e verifique sempre a
necessidade e condições do EPI obrigatório e sua aplicação;
 Mantenha limpo, organizado e desimpedido o espaço ao entorno do
equipamento;
 Antes de usar ferramentas pneumáticas (ar comprimido), inspecione os
engates e as mangueiras para verificar se não há vazamento ou defeitos;
 Nunca utilize o ar comprimido para limpeza do cabelo ou do próprio corpo;
 Nunca dirija o ar comprimido contra outras pessoas.
35
Máquinas e Equipamentos
Proteções e Dispositivos de Segurança
 Apenas pessoas autorizadas podem ajustar, reparar ou fazer manutenção em
máquinas e equipamentos;
 Nunca faça limpeza da máquina quando esta estiver movimento;
 Quando for realizar montagem ou manutenção de máquinas e equipamentos,
a fonte alimentadora deverá estar desligada e sinalizada;
 Jamais ligue uma chave elétrica ou acione um comando sem antes verificar
se há alguém operando ou executando serviço de montagem ou manutenção.
36
Objetos e Adornos Pessoais
Anéis, relógios, braceletes e
outros objetos dessa natureza, não
devem ser usados durante o trabalho.
Alguns objetos de metal além de
causarem acidentes ao entrarem em
atrito com outros materiais, podem
gerar faíscas.
e Uso de Ferramentas
Ferramentas Manuais
Nunca improvise ferramentas. Use a
ferramenta correta para o trabalho a ser
realizado;
Inspecione frequentemente as condições
das ferramentas, solicitando sua reparação
ou condenação caso seja necessário;
Guarde-as em local adequado: não deixe
ferramentas em posição perigosa ou em
áreas de circulação.
37
DQ&SMS
Higienização do Capacete
1°- Limpeza do casco do capacete
Primeiramente, remova a suspensão do capacete.
Faça a limpeza do casco com água e sabão neutro e
depois enxague bastante. Lembre-se de recolocar a
suspensão e então o use normalmente.
2° Limpeza da suspensão do capacete
Primeiro retire a suspensão do casco. Lave-a com
água e sabão neutro e então enxague bastante,
depois deixe secar. Reinstale a suspensão e pronto, o
capacete está pronto para o uso.
Importante: O processo de higienização também deve ser aproveitado para verificar
possíveis defeitos no capacete em suas várias partes. Fique atento aos detalhes, e
suspenda o uso do capacete caso algum defeito for encontrado.
Sempre inspecione cuidadosamente seu capacete antes do uso,
garantindo sua própria segurança
DQ&SMS
Higienização do Capacete
Não pinte, não utilize lixas
ou abrasivos, não limpe
com solventes, gasolina,
produtos químicos ou
substâncias similares, pois
tais produtos podem
enfraquecer o casco e/ou
causar danos
imperceptíveis à
superfície.
DQ&SMS
Calçados de Segurança
Principais Cuidados
• Armazenar em lugar arejado, sem incidência de calor e livre
de umidade;
• Remover periodicamente a sujeira com pano levemente
úmido, aguardar a secagem e aplicar em seguida qualquer
produto de engraxe ou conservação indicado para calçados
de couro;
• Jamais secar o calçado junto a fontes de calor intenso como a
caldeiras, secadoras de roupa, aquecedores, estufa, fogões;
• Secar à temperatura ambiente e a sombra;
• Mesmo a exposição ao sol, que é excelente bactericida, não
deve passar de poucos minutos.
Higienização:
DQ&SMS
Higienização do óculos de
segurança
Antes de limpar, inspecione
completamente, verificando se há algum
defeito com o equipamento.
Lavar com água e sabão neutro.
Usar um pano macio para remoção da
sujeira.
Não esfregar a superfície da lente/visor.
Desinfetar se necessário:
Desinfecção: 1 ml água sanitária em 1 litro
água; Enxaguar completamente. Secar.
Descartar quando danificados.
DQ&SMS
Higienização de protetor
auditivo plug Reutilizável
1. Não manuseie o protetor com as mãos sujas;
2. Utilize os protetores durante todo o período de trabalho;
3. Após o uso, guarde o protetor na embalagem;
4. Lave regularmente seu protetor auditivo, com água e
sabão neutro;
5. Para retirar o protetor do ouvido, puxe o protetor pela
haste.
6. Evite puxar os protetores pelo cordão.
DQ&SMS
Limpeza do
protetor concha
DQ&SMS
Higienização das
Luvas- Retire as luvas sem tocar em sua superfície externa; puxe-as pelas pontas
dos dedos ou vire os punhos tirando-as pelo avesso;
- Após retirar as luvas no final do dia de trabalho, lave as mãos e aplique creme
hidratante;
- Enxágue as luvas em água corrente sempre que possível. Vire-as pelo avesso
para facilitar e acelerar a secagem. Confira se o interior das luvas está seco
antes de reutilizá-las;
- Não utilize luvas que estejam rasgadas ou danificadas de alguma forma;
- Alterne o uso com outro par de luvas quando trabalhar por longos períodos;
- Não use o mesmo par de luvas por um período muito prolongado;
- Quando utilizá-las com ácidos ou produtos alcalinos enxague-as com água
primeiro e seque-as com pano.
DQ&SMS
Como descartar o seu
EPI???
Descarte é feito na embarcação, da seguinte forma:
A destinação final será realizada em terra
de acordo com as regras aplicáveis na
legislação.
A) Caso o EPI esteja contaminado com óleo
descartar em resíduo perigoso ;
B) Para aqueles que não estiverem sujos
com óleo descartar em recipiente para não
reciclável.
Princípios de Combate à Incêndio
Combate à Incêndio
Tetraedro de Fogo
O FOGO é o resultado de uma reação
química que desprende luz e calor devido
à combustão de materiais diversos.
Os elementos que compõem o fogo são:
Combustível, Comburente (oxigênio),
Calor e a Reação em cadeia.
Esses quarto elementos formam o
tetraedro do fogo, substituindo o antigo
conceito de triângulo do fogo.
Os métodos de extinção do fogo
consistem em “atacar” cada um desses
elementos.
Depois
Antes
Depois
Combate à Incendio
Métodos de Extinção
Isolamento
Consiste na retirada,
diminuição ou interrupção,
com suficiente margem de
segurança, dos materiais
combustíveis que alimentam
o fogo e daqueles ainda não
atingidos por este.
Abafamento
É o método de extinção
que consiste em reduzir a
concentração do oxigênio
(comburente) presente no
ar, situado acima da
superfície do combustível.
Resfriamento
É o método de extinção
mais conhecido e
consiste em diminuir a
temperatura do material
até que esta se situe
abaixo do ponto de
combustão.
Interferência na reação em cadeia
É o método também conhecido como extinção química, em que o
agente extintor evita a reação das substâncias geradas durante a
combustão. Essas substâncias, conhecidas como produtos
intermediários, são responsáveis pela continuidade da combustão.
Combate à Incendio
Extinção
Classe de Incêndio Agente Extintor
A
MATERIAS SÓLIDOS
Madeira, Papel, tecido e etc...
LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS
Gasolina, Álcool, Querosene e etc...
B
C
EQUIPAMENTOS ENERGIZADOS
Quadro Elétrico Energizados e etc...
ÁGUA PRESSURIZADA
P.Q.S / CO2
CO2 / P.Q.S
DQ&SMS
MIC
DQ&SMS
Movimentação Individualde Cargas
MIC
Cuidados antes de levantar ou transportar uma Carga
1. Verifique o peso;
2. Observe se possui pontas ou
rebarbas;
3. Verifique se há necessidade do uso
de luvas, aventais, ou algum outro
EPI;
4. Verifique se o caminho a ser
percorrido está desimpedido;
5. Certifique-se de que as escadas e
os degraus estão gastos, livres de
obstáculos e resíduos de óleo e
6. Utilize sempre o corrimão ao subir
ou descer escadas.
Movimentação Individualde Cargas
MIC
Ao Levantara carga : 1.Posicione-se próximo a carga com
os pés afastados para manter o
equilíbrio.
2.Abaixe-se e mantenha a cabeça e
as costas em linha reta.
3.Segure firmemente a carga usando
a palma das mãos.
4.Levante-se usando somente a
força das pernas, mantendo os
braços esticados para a sustentação
da carga.
5.Aproxime bem a carga de seu
corpo mantendo-a centralizada entre
as pernas.
6.Verifique se o modo que você está
transportando a carga não atrapalha
sua visão.
DQ&SMS
Sistema de Gestão
Ambiental
DQ&SMS
Gestão Ambiental
NBRISO 14001
Segundo a norma ABNT NBR ISO 14001, meio ambiente é a
circunvizinhança em que uma organização opera, incluindo-se ar,
água, solo, recursos naturais, flora, fauna, seres humanos e suas
inter-relações.
É uma norma de âmbito internacional que especifica os requisitos relativos a um
Sistema de Gestão Ambiental, possibilitando o estabelecimento de uma política
e objetivos que levem em conta todos os requisitos legais aplicáveis, assim
como as informações referentes aos aspectos e impactos significativos.
A BOM utiliza esta norma, a mesma deve ser seguida por todos os
colaboradores.
ISO 14001
O que é Aspecto Ambiental?
É o elemento das atividades, produtos ou
serviços de uma organização que pode
interagir com o meio ambiente (causa).
O que é Impacto Ambiental?
É qualquer modificação do meio ambiente,
adversa ou benéfica, que resulte, no todo
ou em parte, dos aspectos ambientais da
organização (efeito).
Gestão Ambiental
O que é Sistema de Gestão Ambiental?
O Sistema de Gestão Ambiental de uma organização
desenvolve e implementa a política ambiental para
gerenciar seus aspectos e possíveis impactos
ambientais.
Gerenciamentode Risco das
AtividadesGRA BOM - FRM-03.0051
Tem o objetivo de segregar os resíduos recicláveis, reduzindo o impacto ambiental
e agregando valor aos mesmos.
Coleta Seletiva
CONAMA 275
Programa de Coleta Seletiva
Saúde
DQ&SMS
Higiene Pessoal
 Corte os cabelos e barbas habitualmente;
 Ande sempre calçado;
 Lave cuidadosamente, com água e sabão neutro
os Equipamentos de Proteção Individual;
 Antes de comer e fumar lave as mãos e o rosto
com bastante água fria e sabão neutro;
 Lave os cabelos com xampu ou sabão
diariamente, ou no mínimo duas vezes por
semana;
 Mantenha as unhas cortadas e limpas;
 Escove os dentes após cada refeição.
As mudanças dos hábitos de higiene durante todo o processo evolutivo da
humanidade são um dos fatores mais significativos para que o homem de hoje
tenha uma maior longevidade.
Várias doenças causadas pela ingestão de alimentos contaminados e a falta de
higiene pessoal diminuíram sensivelmente. Os hábitos de higiene adequados
resultam na melhoria da qualidade de vida.
Portanto, recomenda-se que:
“Droga” é qualquer substância que não é produzida pelo organismo e possui a
capacidade de modificar seu funcionamento.
As drogas por si só não são boas nem más. Bom ou mau é o uso que se faz delas.
Assim, uma droga utilizada com a finalidade de tratar um problema de saúde é um
“medicamento” ou “remédio”. Por outro lado, uma droga que se faz mal é um
“veneno” ou um “tóxico”.
A Empresa adota uma política que proíbe a disponibilidade e o uso de álcool e
drogas, não receitadas, em todos os locais de trabalho.
Álcool e Drogas
Infrações relacionadas a política
de álcool e drogas será tomada
como uma falta disciplinar grave e
pode resultar em demissão
imediata dos funcionários
envolvidos.
Importante!!!!
O QSMS é um departamento que não atua
sozinho, este age em sinergia com todos os
processos da Bourbon;
Juntos somos responsáveis por nossa
segurança e a segurança e bem estar dos
nossos colegas.
Você é o futuro da Empresa...
Nós damos as boas-vindas ao seu
entusiasmo e suas habilidades as quais
nos ajudarão a alcançar os nossos
objetivos.
Diretoria
Mensagem Final
DQ&SMS
DQ&SMS
Sede – Rio de Janeiro
Praça Pio X, Nº 55 – 7º Andar
Centro – Rio de Janeiro – RJ
Tel: +51 (21) 3235-9300
E-mail: bom@bourbon-online.com
Teresa Cruz
Coordenador da Qualidade- DQ&SMS
Tel: +55 (21) 3235-9383
E-mail: teresa.cruz@bourbon-online.com

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Padrões de qsms para as empresas contratadas
Padrões de qsms para as empresas contratadasPadrões de qsms para as empresas contratadas
Padrões de qsms para as empresas contratadas
Universidade Federal Fluminense
 
Ssoma faz completo 16 3-2010
Ssoma faz completo 16 3-2010Ssoma faz completo 16 3-2010
Ssoma faz completo 16 3-2010
Roberto Lopes
 
SGS - Certificação em Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde do Trabalho OHS...
SGS - Certificação em Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde do Trabalho OHS...SGS - Certificação em Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde do Trabalho OHS...
SGS - Certificação em Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde do Trabalho OHS...
SGS Portugal
 
Desconstruindo o PPRA e o PCMAT
Desconstruindo o PPRA e o PCMATDesconstruindo o PPRA e o PCMAT
Desconstruindo o PPRA e o PCMAT
Gustavo Alcântara
 
WCM 2009-TT16 Pfizer Rumo a Manufatura Classe Mundial Industria Farmaceutica
WCM 2009-TT16 Pfizer Rumo a Manufatura Classe Mundial Industria FarmaceuticaWCM 2009-TT16 Pfizer Rumo a Manufatura Classe Mundial Industria Farmaceutica
WCM 2009-TT16 Pfizer Rumo a Manufatura Classe Mundial Industria Farmaceutica
EXCELLENCE CONSULTING
 
[Case Study] Como o Vidago Palace e o Pedras Salgadas controlam 5 mil equipam...
[Case Study] Como o Vidago Palace e o Pedras Salgadas controlam 5 mil equipam...[Case Study] Como o Vidago Palace e o Pedras Salgadas controlam 5 mil equipam...
[Case Study] Como o Vidago Palace e o Pedras Salgadas controlam 5 mil equipam...
Infraspeak
 
Programa sso
Programa ssoPrograma sso
Programa sso
JanainaGomestst
 
Workshop TPM
Workshop TPMWorkshop TPM
Engenharia de Manutenção
Engenharia de Manutenção Engenharia de Manutenção
Engenharia de Manutenção
Marcos Abreu
 
Minicurso de Controles Internos
Minicurso de Controles InternosMinicurso de Controles Internos
Minicurso de Controles Internos
Dominus Auditoria
 
Slides da disciplina de manutenção e tpm total productive maintenance
Slides da disciplina de manutenção e  tpm total productive maintenanceSlides da disciplina de manutenção e  tpm total productive maintenance
Slides da disciplina de manutenção e tpm total productive maintenance
ScienceTec & CorrTec-Engineering
 
Gestao estrategica de ativos
Gestao estrategica de ativosGestao estrategica de ativos
Gestao estrategica de ativos
Herbert De Carvalho
 
Apresentação Programa T.P.M : Manutenção Produtiva Total
Apresentação Programa T.P.M : Manutenção Produtiva TotalApresentação Programa T.P.M : Manutenção Produtiva Total
Apresentação Programa T.P.M : Manutenção Produtiva Total
Engenharia Produção
 
Como aplicar o COSO para SOX e Controles Internos
Como aplicar o COSO para SOX e Controles InternosComo aplicar o COSO para SOX e Controles Internos
Como aplicar o COSO para SOX e Controles Internos
CompanyWeb
 
Palestra ppra
Palestra ppraPalestra ppra
Palestra ppra
Gefherson
 
Trabalho de manutenção produtiva total
Trabalho de manutenção produtiva totalTrabalho de manutenção produtiva total
Trabalho de manutenção produtiva total
Paulo Henrique
 
Gestão da Manutenção - Introdução a Manutenção
Gestão da Manutenção - Introdução a ManutençãoGestão da Manutenção - Introdução a Manutenção
Gestão da Manutenção - Introdução a Manutenção
Anderson Pontes
 
Modelo de pca 2004
Modelo de pca   2004Modelo de pca   2004
Modelo de pca 2004
Sandro Schultz
 
Manual de controles internos
Manual de controles internosManual de controles internos
Manual de controles internos
Paul Peter Boilesen
 

Mais procurados (20)

Padrões de qsms para as empresas contratadas
Padrões de qsms para as empresas contratadasPadrões de qsms para as empresas contratadas
Padrões de qsms para as empresas contratadas
 
Ssoma faz completo 16 3-2010
Ssoma faz completo 16 3-2010Ssoma faz completo 16 3-2010
Ssoma faz completo 16 3-2010
 
SGS - Certificação em Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde do Trabalho OHS...
SGS - Certificação em Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde do Trabalho OHS...SGS - Certificação em Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde do Trabalho OHS...
SGS - Certificação em Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde do Trabalho OHS...
 
Desconstruindo o PPRA e o PCMAT
Desconstruindo o PPRA e o PCMATDesconstruindo o PPRA e o PCMAT
Desconstruindo o PPRA e o PCMAT
 
WCM 2009-TT16 Pfizer Rumo a Manufatura Classe Mundial Industria Farmaceutica
WCM 2009-TT16 Pfizer Rumo a Manufatura Classe Mundial Industria FarmaceuticaWCM 2009-TT16 Pfizer Rumo a Manufatura Classe Mundial Industria Farmaceutica
WCM 2009-TT16 Pfizer Rumo a Manufatura Classe Mundial Industria Farmaceutica
 
[Case Study] Como o Vidago Palace e o Pedras Salgadas controlam 5 mil equipam...
[Case Study] Como o Vidago Palace e o Pedras Salgadas controlam 5 mil equipam...[Case Study] Como o Vidago Palace e o Pedras Salgadas controlam 5 mil equipam...
[Case Study] Como o Vidago Palace e o Pedras Salgadas controlam 5 mil equipam...
 
Programa sso
Programa ssoPrograma sso
Programa sso
 
Workshop TPM
Workshop TPMWorkshop TPM
Workshop TPM
 
Engenharia de Manutenção
Engenharia de Manutenção Engenharia de Manutenção
Engenharia de Manutenção
 
Minicurso de Controles Internos
Minicurso de Controles InternosMinicurso de Controles Internos
Minicurso de Controles Internos
 
Institucinal + FOMM TTI_R7.pdf
Institucinal + FOMM TTI_R7.pdfInstitucinal + FOMM TTI_R7.pdf
Institucinal + FOMM TTI_R7.pdf
 
Slides da disciplina de manutenção e tpm total productive maintenance
Slides da disciplina de manutenção e  tpm total productive maintenanceSlides da disciplina de manutenção e  tpm total productive maintenance
Slides da disciplina de manutenção e tpm total productive maintenance
 
Gestao estrategica de ativos
Gestao estrategica de ativosGestao estrategica de ativos
Gestao estrategica de ativos
 
Apresentação Programa T.P.M : Manutenção Produtiva Total
Apresentação Programa T.P.M : Manutenção Produtiva TotalApresentação Programa T.P.M : Manutenção Produtiva Total
Apresentação Programa T.P.M : Manutenção Produtiva Total
 
Como aplicar o COSO para SOX e Controles Internos
Como aplicar o COSO para SOX e Controles InternosComo aplicar o COSO para SOX e Controles Internos
Como aplicar o COSO para SOX e Controles Internos
 
Palestra ppra
Palestra ppraPalestra ppra
Palestra ppra
 
Trabalho de manutenção produtiva total
Trabalho de manutenção produtiva totalTrabalho de manutenção produtiva total
Trabalho de manutenção produtiva total
 
Gestão da Manutenção - Introdução a Manutenção
Gestão da Manutenção - Introdução a ManutençãoGestão da Manutenção - Introdução a Manutenção
Gestão da Manutenção - Introdução a Manutenção
 
Modelo de pca 2004
Modelo de pca   2004Modelo de pca   2004
Modelo de pca 2004
 
Manual de controles internos
Manual de controles internosManual de controles internos
Manual de controles internos
 

Semelhante a Inducao qsms offshore ver 10

Ergoin soluções em segurança do trabalho
Ergoin soluções em segurança do trabalhoErgoin soluções em segurança do trabalho
Ergoin soluções em segurança do trabalho
Ergoin .
 
O QUE É SMS.ppt
O QUE É SMS.pptO QUE É SMS.ppt
O QUE É SMS.ppt
flavio909236
 
Apostila Norma Regulamentadora NR 37.pdf
Apostila Norma Regulamentadora NR 37.pdfApostila Norma Regulamentadora NR 37.pdf
Apostila Norma Regulamentadora NR 37.pdf
ssuser22319e
 
Ppra tudo.. ford
Ppra tudo.. fordPpra tudo.. ford
Ppra tudo.. ford
SURICATASoluesemSegu
 
Sgi
SgiSgi
Apresentação PSM Gestão Sustentável
Apresentação PSM Gestão SustentávelApresentação PSM Gestão Sustentável
Apresentação PSM Gestão Sustentável
✪ Paulo Montenegro Eng Seg do Trabalho
 
Aula 7e 8 documentos
Aula 7e 8  documentosAula 7e 8  documentos
Aula 7e 8 documentos
Alexandre Cezar
 
PT_Ebook_Gestao_de_seguranca_do_trabalho_eficaz.pdf
PT_Ebook_Gestao_de_seguranca_do_trabalho_eficaz.pdfPT_Ebook_Gestao_de_seguranca_do_trabalho_eficaz.pdf
PT_Ebook_Gestao_de_seguranca_do_trabalho_eficaz.pdf
MartorelliMariano1
 
SMS apresentação 2011
SMS apresentação 2011SMS apresentação 2011
SMS apresentação 2011
gendesigns
 
Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional - SGSO
Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional - SGSOSistema de Gerenciamento da Segurança Operacional - SGSO
Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional - SGSO
Lucas Carramenha
 
PGR - Programa de gerenciamento de risco - 00318 [ E 2 ].doc
PGR - Programa de gerenciamento de risco - 00318 [ E 2 ].docPGR - Programa de gerenciamento de risco - 00318 [ E 2 ].doc
PGR - Programa de gerenciamento de risco - 00318 [ E 2 ].doc
Edson Tomás de Lima
 
Recomendações de SMS nos contratos de prestação de serviços
Recomendações de SMS nos contratos de prestação de serviçosRecomendações de SMS nos contratos de prestação de serviços
Recomendações de SMS nos contratos de prestação de serviços
Universidade Federal Fluminense
 
Modelo pgsms
Modelo pgsmsModelo pgsms
Fórum de RH – Case Julio Simões Logística
Fórum de RH – Case Julio Simões LogísticaFórum de RH – Case Julio Simões Logística
Sustentabilidade SHVNS
Sustentabilidade SHVNSSustentabilidade SHVNS
Sustentabilidade SHVNS
Stolthaven Santos
 
Modelo de ppra_comentado
Modelo de ppra_comentadoModelo de ppra_comentado
Modelo de ppra_comentado
Silvia Nascimento
 
Obras seguras-integracao-padronizada-obras
Obras seguras-integracao-padronizada-obrasObras seguras-integracao-padronizada-obras
Obras seguras-integracao-padronizada-obras
Elder Frascolli Oliveira
 
Treinamento TBSSMA_Gestão de Terceiros Ferrosos - rev 2.pptx
Treinamento TBSSMA_Gestão de Terceiros Ferrosos - rev 2.pptxTreinamento TBSSMA_Gestão de Terceiros Ferrosos - rev 2.pptx
Treinamento TBSSMA_Gestão de Terceiros Ferrosos - rev 2.pptx
CarlosEduardo10337
 
INTEGRAÇÃO DE TERCEIROS.pptx
INTEGRAÇÃO DE TERCEIROS.pptxINTEGRAÇÃO DE TERCEIROS.pptx
INTEGRAÇÃO DE TERCEIROS.pptx
Brasilio da Silva
 
Modelo de ppra 3
Modelo de ppra   3Modelo de ppra   3
Modelo de ppra 3
Paulo Roberto
 

Semelhante a Inducao qsms offshore ver 10 (20)

Ergoin soluções em segurança do trabalho
Ergoin soluções em segurança do trabalhoErgoin soluções em segurança do trabalho
Ergoin soluções em segurança do trabalho
 
O QUE É SMS.ppt
O QUE É SMS.pptO QUE É SMS.ppt
O QUE É SMS.ppt
 
Apostila Norma Regulamentadora NR 37.pdf
Apostila Norma Regulamentadora NR 37.pdfApostila Norma Regulamentadora NR 37.pdf
Apostila Norma Regulamentadora NR 37.pdf
 
Ppra tudo.. ford
Ppra tudo.. fordPpra tudo.. ford
Ppra tudo.. ford
 
Sgi
SgiSgi
Sgi
 
Apresentação PSM Gestão Sustentável
Apresentação PSM Gestão SustentávelApresentação PSM Gestão Sustentável
Apresentação PSM Gestão Sustentável
 
Aula 7e 8 documentos
Aula 7e 8  documentosAula 7e 8  documentos
Aula 7e 8 documentos
 
PT_Ebook_Gestao_de_seguranca_do_trabalho_eficaz.pdf
PT_Ebook_Gestao_de_seguranca_do_trabalho_eficaz.pdfPT_Ebook_Gestao_de_seguranca_do_trabalho_eficaz.pdf
PT_Ebook_Gestao_de_seguranca_do_trabalho_eficaz.pdf
 
SMS apresentação 2011
SMS apresentação 2011SMS apresentação 2011
SMS apresentação 2011
 
Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional - SGSO
Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional - SGSOSistema de Gerenciamento da Segurança Operacional - SGSO
Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional - SGSO
 
PGR - Programa de gerenciamento de risco - 00318 [ E 2 ].doc
PGR - Programa de gerenciamento de risco - 00318 [ E 2 ].docPGR - Programa de gerenciamento de risco - 00318 [ E 2 ].doc
PGR - Programa de gerenciamento de risco - 00318 [ E 2 ].doc
 
Recomendações de SMS nos contratos de prestação de serviços
Recomendações de SMS nos contratos de prestação de serviçosRecomendações de SMS nos contratos de prestação de serviços
Recomendações de SMS nos contratos de prestação de serviços
 
Modelo pgsms
Modelo pgsmsModelo pgsms
Modelo pgsms
 
Fórum de RH – Case Julio Simões Logística
Fórum de RH – Case Julio Simões LogísticaFórum de RH – Case Julio Simões Logística
Fórum de RH – Case Julio Simões Logística
 
Sustentabilidade SHVNS
Sustentabilidade SHVNSSustentabilidade SHVNS
Sustentabilidade SHVNS
 
Modelo de ppra_comentado
Modelo de ppra_comentadoModelo de ppra_comentado
Modelo de ppra_comentado
 
Obras seguras-integracao-padronizada-obras
Obras seguras-integracao-padronizada-obrasObras seguras-integracao-padronizada-obras
Obras seguras-integracao-padronizada-obras
 
Treinamento TBSSMA_Gestão de Terceiros Ferrosos - rev 2.pptx
Treinamento TBSSMA_Gestão de Terceiros Ferrosos - rev 2.pptxTreinamento TBSSMA_Gestão de Terceiros Ferrosos - rev 2.pptx
Treinamento TBSSMA_Gestão de Terceiros Ferrosos - rev 2.pptx
 
INTEGRAÇÃO DE TERCEIROS.pptx
INTEGRAÇÃO DE TERCEIROS.pptxINTEGRAÇÃO DE TERCEIROS.pptx
INTEGRAÇÃO DE TERCEIROS.pptx
 
Modelo de ppra 3
Modelo de ppra   3Modelo de ppra   3
Modelo de ppra 3
 

Mais de Estefani Francini Ribeiro

Pse cbsp
Pse cbspPse cbsp
70 83
70 8370 83
69
6969
46 68
46 6846 68
18 45 f
18 45 f18 45 f
7 17
7 177 17
4 6
4 64 6
Apresentecao pag nr01
Apresentecao pag nr01Apresentecao pag nr01
Apresentecao pag nr01
Estefani Francini Ribeiro
 
Partitura
PartituraPartitura
M
MM

Mais de Estefani Francini Ribeiro (10)

Pse cbsp
Pse cbspPse cbsp
Pse cbsp
 
70 83
70 8370 83
70 83
 
69
6969
69
 
46 68
46 6846 68
46 68
 
18 45 f
18 45 f18 45 f
18 45 f
 
7 17
7 177 17
7 17
 
4 6
4 64 6
4 6
 
Apresentecao pag nr01
Apresentecao pag nr01Apresentecao pag nr01
Apresentecao pag nr01
 
Partitura
PartituraPartitura
Partitura
 
M
MM
M
 

Último

Conferência Goiás I Estratégias de aquisição e fidelização de clientes e opor...
Conferência Goiás I Estratégias de aquisição e fidelização de clientes e opor...Conferência Goiás I Estratégias de aquisição e fidelização de clientes e opor...
Conferência Goiás I Estratégias de aquisição e fidelização de clientes e opor...
E-Commerce Brasil
 
MANUAL DO REVENDEDOR TEGG TELECOM - O 5G QUE PAGA VOCÊ
MANUAL DO REVENDEDOR TEGG TELECOM - O 5G QUE PAGA VOCÊMANUAL DO REVENDEDOR TEGG TELECOM - O 5G QUE PAGA VOCÊ
MANUAL DO REVENDEDOR TEGG TELECOM - O 5G QUE PAGA VOCÊ
EMERSON BRITO
 
Conferência Goiás I Perspectivas do Pix 2024: novidades e impactos no varejo ...
Conferência Goiás I Perspectivas do Pix 2024: novidades e impactos no varejo ...Conferência Goiás I Perspectivas do Pix 2024: novidades e impactos no varejo ...
Conferência Goiás I Perspectivas do Pix 2024: novidades e impactos no varejo ...
E-Commerce Brasil
 
Conferência Goiás I Prevenção à fraude em negócios B2B e B2C: boas práticas e...
Conferência Goiás I Prevenção à fraude em negócios B2B e B2C: boas práticas e...Conferência Goiás I Prevenção à fraude em negócios B2B e B2C: boas práticas e...
Conferência Goiás I Prevenção à fraude em negócios B2B e B2C: boas práticas e...
E-Commerce Brasil
 
Conferência Goiás I Os impactos da digitalização do Atacarejo no Brasil.
Conferência Goiás I Os impactos da digitalização do Atacarejo no Brasil.Conferência Goiás I Os impactos da digitalização do Atacarejo no Brasil.
Conferência Goiás I Os impactos da digitalização do Atacarejo no Brasil.
E-Commerce Brasil
 
Conferência Goiás I Fraudes no centro-oeste em 2023
Conferência Goiás I Fraudes no centro-oeste em 2023Conferência Goiás I Fraudes no centro-oeste em 2023
Conferência Goiás I Fraudes no centro-oeste em 2023
E-Commerce Brasil
 
Conferência Goiás I Uma experiência excelente começa quando ela ainda nem seq...
Conferência Goiás I Uma experiência excelente começa quando ela ainda nem seq...Conferência Goiás I Uma experiência excelente começa quando ela ainda nem seq...
Conferência Goiás I Uma experiência excelente começa quando ela ainda nem seq...
E-Commerce Brasil
 
Guia Definitivo do Feedback 2.0 como vc ter maturidade de relacionamento
Guia Definitivo do Feedback 2.0 como vc ter maturidade de relacionamentoGuia Definitivo do Feedback 2.0 como vc ter maturidade de relacionamento
Guia Definitivo do Feedback 2.0 como vc ter maturidade de relacionamento
Leonardo Espírito Santo
 
Conferência Goiás I E-commerce Inteligente: o papel crucial da maturidade dig...
Conferência Goiás I E-commerce Inteligente: o papel crucial da maturidade dig...Conferência Goiás I E-commerce Inteligente: o papel crucial da maturidade dig...
Conferência Goiás I E-commerce Inteligente: o papel crucial da maturidade dig...
E-Commerce Brasil
 
Conferência Goiás I Moda e E-commerce: transformando a experiência do consumi...
Conferência Goiás I Moda e E-commerce: transformando a experiência do consumi...Conferência Goiás I Moda e E-commerce: transformando a experiência do consumi...
Conferência Goiás I Moda e E-commerce: transformando a experiência do consumi...
E-Commerce Brasil
 
Conferência Goiás I Como uma boa experiência na logística reversa pode impact...
Conferência Goiás I Como uma boa experiência na logística reversa pode impact...Conferência Goiás I Como uma boa experiência na logística reversa pode impact...
Conferência Goiás I Como uma boa experiência na logística reversa pode impact...
E-Commerce Brasil
 
Conferência Goiás I Conteúdo que vende: Estratégias para o aumento de convers...
Conferência Goiás I Conteúdo que vende: Estratégias para o aumento de convers...Conferência Goiás I Conteúdo que vende: Estratégias para o aumento de convers...
Conferência Goiás I Conteúdo que vende: Estratégias para o aumento de convers...
E-Commerce Brasil
 
Conferência Goiás I As tendências para logística em 2024 e o impacto positivo...
Conferência Goiás I As tendências para logística em 2024 e o impacto positivo...Conferência Goiás I As tendências para logística em 2024 e o impacto positivo...
Conferência Goiás I As tendências para logística em 2024 e o impacto positivo...
E-Commerce Brasil
 

Último (13)

Conferência Goiás I Estratégias de aquisição e fidelização de clientes e opor...
Conferência Goiás I Estratégias de aquisição e fidelização de clientes e opor...Conferência Goiás I Estratégias de aquisição e fidelização de clientes e opor...
Conferência Goiás I Estratégias de aquisição e fidelização de clientes e opor...
 
MANUAL DO REVENDEDOR TEGG TELECOM - O 5G QUE PAGA VOCÊ
MANUAL DO REVENDEDOR TEGG TELECOM - O 5G QUE PAGA VOCÊMANUAL DO REVENDEDOR TEGG TELECOM - O 5G QUE PAGA VOCÊ
MANUAL DO REVENDEDOR TEGG TELECOM - O 5G QUE PAGA VOCÊ
 
Conferência Goiás I Perspectivas do Pix 2024: novidades e impactos no varejo ...
Conferência Goiás I Perspectivas do Pix 2024: novidades e impactos no varejo ...Conferência Goiás I Perspectivas do Pix 2024: novidades e impactos no varejo ...
Conferência Goiás I Perspectivas do Pix 2024: novidades e impactos no varejo ...
 
Conferência Goiás I Prevenção à fraude em negócios B2B e B2C: boas práticas e...
Conferência Goiás I Prevenção à fraude em negócios B2B e B2C: boas práticas e...Conferência Goiás I Prevenção à fraude em negócios B2B e B2C: boas práticas e...
Conferência Goiás I Prevenção à fraude em negócios B2B e B2C: boas práticas e...
 
Conferência Goiás I Os impactos da digitalização do Atacarejo no Brasil.
Conferência Goiás I Os impactos da digitalização do Atacarejo no Brasil.Conferência Goiás I Os impactos da digitalização do Atacarejo no Brasil.
Conferência Goiás I Os impactos da digitalização do Atacarejo no Brasil.
 
Conferência Goiás I Fraudes no centro-oeste em 2023
Conferência Goiás I Fraudes no centro-oeste em 2023Conferência Goiás I Fraudes no centro-oeste em 2023
Conferência Goiás I Fraudes no centro-oeste em 2023
 
Conferência Goiás I Uma experiência excelente começa quando ela ainda nem seq...
Conferência Goiás I Uma experiência excelente começa quando ela ainda nem seq...Conferência Goiás I Uma experiência excelente começa quando ela ainda nem seq...
Conferência Goiás I Uma experiência excelente começa quando ela ainda nem seq...
 
Guia Definitivo do Feedback 2.0 como vc ter maturidade de relacionamento
Guia Definitivo do Feedback 2.0 como vc ter maturidade de relacionamentoGuia Definitivo do Feedback 2.0 como vc ter maturidade de relacionamento
Guia Definitivo do Feedback 2.0 como vc ter maturidade de relacionamento
 
Conferência Goiás I E-commerce Inteligente: o papel crucial da maturidade dig...
Conferência Goiás I E-commerce Inteligente: o papel crucial da maturidade dig...Conferência Goiás I E-commerce Inteligente: o papel crucial da maturidade dig...
Conferência Goiás I E-commerce Inteligente: o papel crucial da maturidade dig...
 
Conferência Goiás I Moda e E-commerce: transformando a experiência do consumi...
Conferência Goiás I Moda e E-commerce: transformando a experiência do consumi...Conferência Goiás I Moda e E-commerce: transformando a experiência do consumi...
Conferência Goiás I Moda e E-commerce: transformando a experiência do consumi...
 
Conferência Goiás I Como uma boa experiência na logística reversa pode impact...
Conferência Goiás I Como uma boa experiência na logística reversa pode impact...Conferência Goiás I Como uma boa experiência na logística reversa pode impact...
Conferência Goiás I Como uma boa experiência na logística reversa pode impact...
 
Conferência Goiás I Conteúdo que vende: Estratégias para o aumento de convers...
Conferência Goiás I Conteúdo que vende: Estratégias para o aumento de convers...Conferência Goiás I Conteúdo que vende: Estratégias para o aumento de convers...
Conferência Goiás I Conteúdo que vende: Estratégias para o aumento de convers...
 
Conferência Goiás I As tendências para logística em 2024 e o impacto positivo...
Conferência Goiás I As tendências para logística em 2024 e o impacto positivo...Conferência Goiás I As tendências para logística em 2024 e o impacto positivo...
Conferência Goiás I As tendências para logística em 2024 e o impacto positivo...
 

Inducao qsms offshore ver 10

  • 1. www.bourbon-online.com B u i l d i n g t o g e t h e r a s e a o f t r u s t B B u i l d i n g t o g e t h e r a s e a o f t r u s t B Seja bem vindo à Bourbon Offshore Marítima Indução ao QSMS - Offshore Versão 10 quarta-feira, 9 de setembro de 2020 Bourbon Offshore Marítima
  • 2. O DQ&SMS atua em conjunto com o SESMT, em cumprimento com as políticas e procedimentos de segurança da BOM, afim de proporcionar uma melhor qualidade de vida no trabalho e segurança a todos os seus colaboradores e ao meio ambiente. DQ&SMS Atuação 2
  • 3. QMS Sistema de Gestão da Qualidade 3
  • 4. Nosso QMS está baseado na norma NBR ISO 9001 é uma norma internacional que tem como objetivo padronizar e melhorar a qualidade dentro das empresas. O QMS é projetado para melhorar continuamente o desempenho, onde todos colaboram de forma sistemática afim de satisfazer aos requisitos aplicáveis na BOM Qualidade - ISO 9001 4
  • 6. O sistema de Gerenciamento da Qualidade Fundamental Os fundamentos do QMS estão descritas na Política de Qualidade: 1. Focono Cliente. 2. Liderança. 3. Envolvimentodas pessoas. 4. Abordagem dos Processos. 5. AbordagemSistêmicapara gestão. 6. MelhoriaContinua. 7. Abordagem Factualpara tomadade decisão. 8. Relacionamentomutuamentebenéficocom fornecedores. 6
  • 7. O SGQ é o Sistema de Gerenciamento da BOURBON que integra diversos sistemas de gestão existentes ou futuros. Qualquer exigência no sistema de gestão é implantado por meio de processos. Os processos contribuem para a manutenção do sistema de gestão. O Sistema de Gestão do QMS 7
  • 8.  Política da Qualidade;  Política de Controle de Gestão;  Política Ética de Negócios;  Política de Proteção;  Política de Tecnologia da Informação;  Política de Anti-discriminação e Assédio;  Política de Convés Livre Políticas As Políticas Bourbon são elaboradas pelo Coorporativo e quando necessário revisadas pelas afiliadas. E depois devem ser aprovadas, publicadas e divulgadas para que as mesmas sem distribuídas em todas as afiliadas. Na BOM as políticas são implementadas pelo diretor geral, Eduard Claassen.  Política de Saúde e Segurança;  Política de Parar o Trabalho;  Política de Gestão de Risco;  Política de Droga e Álcool;  Política de Anti-tabagismo;  Política de Meio Ambiente;  Política de Oportunidades Iguais. Intranet – BOM – QSMS - Processo M1 https://intranet.bourbon-online.com/ 8
  • 9. As políticas da BOM podem ser encontradas nas embarcações No Manual de SMS que localiza-se no passadiço e também na intranet, através do endereço: https://hub.bourbon-online.com/Organization/bom/MyOrganization/qsms/Pages/default.aspx Políticas Você sabe onde encontrar??? 9
  • 10. QMS - Sistema integrado de Gestão de Excelência 10
  • 11. Processos do Sistema de Gestão BOM-SPC-M1.0001 11
  • 12.  Os processos que compõem a estrutura do QMS não são isolados ou independente;  Os relacionamentos e interações representam um mecanismo de agregação de valor na organização BOURBON; O sistema de Gerenciamento da Qualidade Um sistema de abordagem transparente 12
  • 13. Processo de Gerenciamento da Qualidade Processos e Melhorias A Qualidade dá suporte todos os empregados e donos de processos em compreender os seus papéis, seus processos no âmbito do Sistema de Gestão da Qualidade - QMS. Cada empregado deve entender: o seu Papel e a sua Responsabilidade dentro da BOM ; Participação em um ou várias atividades. Um processo é composto de várias atividades inter-relacionadas que refletem o nosso dia-a-dia de trabalho, mas de forma sistemática. Cada Dono do Processo deve coordenar todas as atividades com todos os outros departamentos relacionados. Cada atividade é apoiada pelo Dono do Processo exigindo documentação, permitindo uma partilha imediata de conhecimento e aplicação das melhores práticas, requisitos, recomendações, etc. 13
  • 14. Processo de Gerenciamento da Qualidade Gestão da Documentação O procedimento de Controle de Documentos (BOM-PRD 11.0001) estabelece a estrutura da documentação, como este deverá ser desenvolvido layout, aprovação, revisão, normas, código, etc. O procedimento de Controle de Registros (BOM-PRD 11.0007) estabelece os padrões para arquivamento, nomeação, recibos, retenção, documentos controlados, registros críticos, etc. 14
  • 15. Sugestões e Reclamações BOM-FRM-1201.0012 Todos que desejarem contribuir para ações preventivas eficazes, serão ouvidos Também estamos dispostos a ouvir sugestões e reclamações dos clientes afim de atender suas expectativas e assegurar a continuidade do contrato. bom-relatoriodesituacao@bourbon-online.com 15
  • 16. OSM - Sistema de Gestão de Segurança Operacional 16
  • 17. OSM - Sistema de Gestão de Segurança Operacional As orientações do Sistema de Gestão de Segurança Operacional (OSM) da BOURBON está alinhada com os regulamentos internacionais, códigos e normas de apoio ao funcionamento seguro na gestão de navios, estabelecidas para promover a melhoria no setor de Segurança, Meio Ambiente e Saúde Ocupacional (SMS)  Nota: As Orientações BOURBON OSM devem ser seguidas e aplicadas em todas as organizações Corporativos e Afiliados) da Bourbon, é obrigatória para todos os cargos, onshore ou offshore. Sistema de Gestão OSM 17
  • 18. O Brasil como parte da Convenção SOLAS, assumiu o compromisso de implementar o Código ISPS, que entrou em vigor em julho de 2004. O Código ISPS estabelece determinadas regras que tornam os navios e instalações portuárias mais seguras. ISM Code e ISPS Code ISPS Code (International Ship and Port Facility Security Code) ISM Code (International Safety Management Code) Faz parte da Convenção Internacional para a Segurança da Vida no Mar (SOLAS). Em 1987 a Assembléia da Organização Marítima Internacional convocou o Comitê de Segurança Marítima para desenvolver diretrizes concernente ao gerenciamento a bordo do navio e ao baseado em terra para assegurar a operação segura das embarcações. Com sua evolução, hoje o ISM Code foi adotado na sua forma atual em 1993 pela IMO. Obs.: A BOM possui as certificações acima e ambas devem ser seguidas. 18
  • 20. Sistema de Gestão de SST É parte do sistema de gestão integrada, este desenvolve e implementa sua política de SSO afim de controlar os riscos de acidentes e doenças ocupacionais. OHSAS 18001 É uma norma específica de requisitos para um bom sistema de gestão da SST. A finalidade geral desta norma é apoiar e promover boas práticas de Saúde e Segurança no Trabalho. Saúde e Segurançado trabalho
  • 21. DQ&SMS Entendendo... Ato Inseguro x Condição Insegura Ato Inseguro Condição Insegura Perigo Risco x x
  • 22. Desvio DESVIO É qualquer ação ou condição, que tem potencial para conduzir, direta ou indiretamente, danos a pessoas, ao patrimônio (próprio ou de terceiros), ou impacto ao meio ambiente, que se encontra desconforme com as normas de trabalho, procedimentos, requisitos legais ou normativos, requisitos do sistema de gestão ou boas práticas. Exemplos : • Trabalhar em máquinas com proteções retiradas ou abertas; • Fumar em local proibido; • Levantar peso de modo incorreto; • Improvisar ferramentas; • Etc... 22
  • 23. Quase Acidente Quase Acidentes São os acontecimentos que não causam ferimentos pessoais ou danos materiais e devem ser considerados acidentes de trabalho do ponto de vista pró-ativo, visando evitar os danos físicos ou materiais que possam vir a acontecer se nenhuma providência for tomada. 23
  • 24. B Safe Base do DQ&SMS 24
  • 26. 4C O Reflexo da Segurança 26
  • 27. histórico dos principais acidentes ocorridos na BOM 27
  • 28. A Análise para um Trabalho Seguro tem como objetivo identificar perigos relativos ao trabalho e determinar medidas preventivas. JSA Job Safety Analysis RISCO= PROBABILIDADE X SEVERIDADE Quem faz a JSA? A JSA é feita pela equipe que irá executar a tarefa, todos devem tomar ciência da mesma e dos riscos envolvidos na tarefa. Onde se aplica? A todas as tarefas que ofereçam riscos, realizadas onshore e offshore. Como preencher a JSA? 28
  • 30. JSA Tendo identificado o nível de risco residual, tome a ação mostrada abaixo: RISCO BAIXO Os perigos com classificações de risco nas áreas verdes podem ser considerados como risco adequadamente controlado. Não há controles adicionais são necessários. O monitoramento é necessário para garantir que os controles sejam mantidos. RISCO MÉDIO Para os perigos com classificações de risco médio, deve –se minimizar os riscos para que seja possível iniciar a tarefa. Caso não seja possível minimizar os risco, é necessário contatar o Comandante / Gerente de Operações da base (a bordo / em terra conforme aplicável) deve ser informado. RISCO ALTO Para riscos com classificações de risco em áreas vermelhas, a tarefa não deve prosseguir e o Comandante / Gerente de Operações (a bordo / em terra conforme aplicável) deve ser informado. Se não for possível reduzir o risco mesmo com recursos ilimitados, trabalho permanece proibido e até encontrar um método mais seguro para concluir a tarefa. 30
  • 31. DQ&SMS JSA Como Preencher? Geonísio Barroso Manutenção no sistema de ar condicionado 23/05/2018Praça de Máquinas Preparação da área. - Ajuste do Compressor - Transporte da garrafa de freon Execução do Trabalho - Conexão e Desconexão de Garrafa de Freon-22 - Carga de Gás Conclusão do Trabalho - Teste final de funcionamento no sistema Danos a Pessoa - Quedas e Escorregões devido a piso molhado pela condensação. - Contusões caso a garrafa venha de encontro aos executantes. Danos a pessoa - Queimadura caso haja vazamento de freon. Danos ao material - Quebra de valvulas ou redes do sitema. Danos a Pessoa - Quedas e Escorregões devido a piso molhado pela condensação. - Contusões caso a garrafa venha de encontro aos executantes. Uso do EPI. - Comunicação entre os executantes. - Secagem do Piso. - Cuidado no manuseio da garrafa avaliando o balanço da embarcação - Uso do EPI. - Verificar o fechamento(isolamento) de válvulas, se necessário, do sistema de refrigeração. - Uso adequado das ferramentas. - Purgar o gás da mangueira antes da desconexão - Uso do EPI - Recolhimento das ferramentas - Limpeza da Área 3 C 3C 2 B 2 2B B c B 3 3 3B 2B D4 4D 3C
  • 32. DQ&SMS Utilidades da Segurança e Saúde Ocupacional
  • 33. EPI Equipamento de Segurança do Trabalho • Cinto de Segurança. • Proteção para Cabeça; • Proteção para Face e Olhos; • Proteção Respiratória; • Proteção das Mãos; • Proteção do Tronco e Membros; • Proteção dos Pés; • Proteção Auditiva; 33
  • 34. EPC Equipamento de Segurança do Trabalho 34 •A sigla EPC significa Equipamento de Proteção Coletiva. •O Equipamento de Proteção Coletiva – EPC trata-se de todo dispositivo ou sistema de âmbito coletivo, destinado à preservação da integridade física e da saúde dos trabalhadores, assim como a de terceiros. •Os Equipamentos de Proteção Coletiva – EPC tem como objetivo proporcionar a preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, em geral. O EPI (Equipamento de Proteção individual) também tem como objetivo a proteção do trabalhador, porem é de menor eficiência, confira o por quê mais a frente
  • 35. Máquinas e Equipamentos Proteções e Dispositivos de Segurança  As proteções e os dispositivos de segurança são instalados nas máquinas para evitar acidentes. Antes de iniciar o trabalho, verifique se estão no lugar e em boas condições de funcionamento.  Nunca opere uma máquina sem estar capacitado e verifique sempre a necessidade e condições do EPI obrigatório e sua aplicação;  Mantenha limpo, organizado e desimpedido o espaço ao entorno do equipamento;  Antes de usar ferramentas pneumáticas (ar comprimido), inspecione os engates e as mangueiras para verificar se não há vazamento ou defeitos;  Nunca utilize o ar comprimido para limpeza do cabelo ou do próprio corpo;  Nunca dirija o ar comprimido contra outras pessoas. 35
  • 36. Máquinas e Equipamentos Proteções e Dispositivos de Segurança  Apenas pessoas autorizadas podem ajustar, reparar ou fazer manutenção em máquinas e equipamentos;  Nunca faça limpeza da máquina quando esta estiver movimento;  Quando for realizar montagem ou manutenção de máquinas e equipamentos, a fonte alimentadora deverá estar desligada e sinalizada;  Jamais ligue uma chave elétrica ou acione um comando sem antes verificar se há alguém operando ou executando serviço de montagem ou manutenção. 36
  • 37. Objetos e Adornos Pessoais Anéis, relógios, braceletes e outros objetos dessa natureza, não devem ser usados durante o trabalho. Alguns objetos de metal além de causarem acidentes ao entrarem em atrito com outros materiais, podem gerar faíscas. e Uso de Ferramentas Ferramentas Manuais Nunca improvise ferramentas. Use a ferramenta correta para o trabalho a ser realizado; Inspecione frequentemente as condições das ferramentas, solicitando sua reparação ou condenação caso seja necessário; Guarde-as em local adequado: não deixe ferramentas em posição perigosa ou em áreas de circulação. 37
  • 38. DQ&SMS Higienização do Capacete 1°- Limpeza do casco do capacete Primeiramente, remova a suspensão do capacete. Faça a limpeza do casco com água e sabão neutro e depois enxague bastante. Lembre-se de recolocar a suspensão e então o use normalmente. 2° Limpeza da suspensão do capacete Primeiro retire a suspensão do casco. Lave-a com água e sabão neutro e então enxague bastante, depois deixe secar. Reinstale a suspensão e pronto, o capacete está pronto para o uso. Importante: O processo de higienização também deve ser aproveitado para verificar possíveis defeitos no capacete em suas várias partes. Fique atento aos detalhes, e suspenda o uso do capacete caso algum defeito for encontrado. Sempre inspecione cuidadosamente seu capacete antes do uso, garantindo sua própria segurança
  • 39. DQ&SMS Higienização do Capacete Não pinte, não utilize lixas ou abrasivos, não limpe com solventes, gasolina, produtos químicos ou substâncias similares, pois tais produtos podem enfraquecer o casco e/ou causar danos imperceptíveis à superfície.
  • 40. DQ&SMS Calçados de Segurança Principais Cuidados • Armazenar em lugar arejado, sem incidência de calor e livre de umidade; • Remover periodicamente a sujeira com pano levemente úmido, aguardar a secagem e aplicar em seguida qualquer produto de engraxe ou conservação indicado para calçados de couro; • Jamais secar o calçado junto a fontes de calor intenso como a caldeiras, secadoras de roupa, aquecedores, estufa, fogões; • Secar à temperatura ambiente e a sombra; • Mesmo a exposição ao sol, que é excelente bactericida, não deve passar de poucos minutos. Higienização:
  • 41. DQ&SMS Higienização do óculos de segurança Antes de limpar, inspecione completamente, verificando se há algum defeito com o equipamento. Lavar com água e sabão neutro. Usar um pano macio para remoção da sujeira. Não esfregar a superfície da lente/visor. Desinfetar se necessário: Desinfecção: 1 ml água sanitária em 1 litro água; Enxaguar completamente. Secar. Descartar quando danificados.
  • 42. DQ&SMS Higienização de protetor auditivo plug Reutilizável 1. Não manuseie o protetor com as mãos sujas; 2. Utilize os protetores durante todo o período de trabalho; 3. Após o uso, guarde o protetor na embalagem; 4. Lave regularmente seu protetor auditivo, com água e sabão neutro; 5. Para retirar o protetor do ouvido, puxe o protetor pela haste. 6. Evite puxar os protetores pelo cordão.
  • 44. DQ&SMS Higienização das Luvas- Retire as luvas sem tocar em sua superfície externa; puxe-as pelas pontas dos dedos ou vire os punhos tirando-as pelo avesso; - Após retirar as luvas no final do dia de trabalho, lave as mãos e aplique creme hidratante; - Enxágue as luvas em água corrente sempre que possível. Vire-as pelo avesso para facilitar e acelerar a secagem. Confira se o interior das luvas está seco antes de reutilizá-las; - Não utilize luvas que estejam rasgadas ou danificadas de alguma forma; - Alterne o uso com outro par de luvas quando trabalhar por longos períodos; - Não use o mesmo par de luvas por um período muito prolongado; - Quando utilizá-las com ácidos ou produtos alcalinos enxague-as com água primeiro e seque-as com pano.
  • 45. DQ&SMS Como descartar o seu EPI??? Descarte é feito na embarcação, da seguinte forma: A destinação final será realizada em terra de acordo com as regras aplicáveis na legislação. A) Caso o EPI esteja contaminado com óleo descartar em resíduo perigoso ; B) Para aqueles que não estiverem sujos com óleo descartar em recipiente para não reciclável.
  • 46. Princípios de Combate à Incêndio
  • 47. Combate à Incêndio Tetraedro de Fogo O FOGO é o resultado de uma reação química que desprende luz e calor devido à combustão de materiais diversos. Os elementos que compõem o fogo são: Combustível, Comburente (oxigênio), Calor e a Reação em cadeia. Esses quarto elementos formam o tetraedro do fogo, substituindo o antigo conceito de triângulo do fogo. Os métodos de extinção do fogo consistem em “atacar” cada um desses elementos. Depois Antes Depois
  • 48. Combate à Incendio Métodos de Extinção Isolamento Consiste na retirada, diminuição ou interrupção, com suficiente margem de segurança, dos materiais combustíveis que alimentam o fogo e daqueles ainda não atingidos por este. Abafamento É o método de extinção que consiste em reduzir a concentração do oxigênio (comburente) presente no ar, situado acima da superfície do combustível. Resfriamento É o método de extinção mais conhecido e consiste em diminuir a temperatura do material até que esta se situe abaixo do ponto de combustão. Interferência na reação em cadeia É o método também conhecido como extinção química, em que o agente extintor evita a reação das substâncias geradas durante a combustão. Essas substâncias, conhecidas como produtos intermediários, são responsáveis pela continuidade da combustão.
  • 49. Combate à Incendio Extinção Classe de Incêndio Agente Extintor A MATERIAS SÓLIDOS Madeira, Papel, tecido e etc... LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS Gasolina, Álcool, Querosene e etc... B C EQUIPAMENTOS ENERGIZADOS Quadro Elétrico Energizados e etc... ÁGUA PRESSURIZADA P.Q.S / CO2 CO2 / P.Q.S
  • 51. DQ&SMS Movimentação Individualde Cargas MIC Cuidados antes de levantar ou transportar uma Carga 1. Verifique o peso; 2. Observe se possui pontas ou rebarbas; 3. Verifique se há necessidade do uso de luvas, aventais, ou algum outro EPI; 4. Verifique se o caminho a ser percorrido está desimpedido; 5. Certifique-se de que as escadas e os degraus estão gastos, livres de obstáculos e resíduos de óleo e 6. Utilize sempre o corrimão ao subir ou descer escadas.
  • 52. Movimentação Individualde Cargas MIC Ao Levantara carga : 1.Posicione-se próximo a carga com os pés afastados para manter o equilíbrio. 2.Abaixe-se e mantenha a cabeça e as costas em linha reta. 3.Segure firmemente a carga usando a palma das mãos. 4.Levante-se usando somente a força das pernas, mantendo os braços esticados para a sustentação da carga. 5.Aproxime bem a carga de seu corpo mantendo-a centralizada entre as pernas. 6.Verifique se o modo que você está transportando a carga não atrapalha sua visão.
  • 54. DQ&SMS Gestão Ambiental NBRISO 14001 Segundo a norma ABNT NBR ISO 14001, meio ambiente é a circunvizinhança em que uma organização opera, incluindo-se ar, água, solo, recursos naturais, flora, fauna, seres humanos e suas inter-relações. É uma norma de âmbito internacional que especifica os requisitos relativos a um Sistema de Gestão Ambiental, possibilitando o estabelecimento de uma política e objetivos que levem em conta todos os requisitos legais aplicáveis, assim como as informações referentes aos aspectos e impactos significativos. A BOM utiliza esta norma, a mesma deve ser seguida por todos os colaboradores. ISO 14001
  • 55. O que é Aspecto Ambiental? É o elemento das atividades, produtos ou serviços de uma organização que pode interagir com o meio ambiente (causa). O que é Impacto Ambiental? É qualquer modificação do meio ambiente, adversa ou benéfica, que resulte, no todo ou em parte, dos aspectos ambientais da organização (efeito). Gestão Ambiental O que é Sistema de Gestão Ambiental? O Sistema de Gestão Ambiental de uma organização desenvolve e implementa a política ambiental para gerenciar seus aspectos e possíveis impactos ambientais.
  • 57. Tem o objetivo de segregar os resíduos recicláveis, reduzindo o impacto ambiental e agregando valor aos mesmos. Coleta Seletiva CONAMA 275 Programa de Coleta Seletiva
  • 59. DQ&SMS Higiene Pessoal  Corte os cabelos e barbas habitualmente;  Ande sempre calçado;  Lave cuidadosamente, com água e sabão neutro os Equipamentos de Proteção Individual;  Antes de comer e fumar lave as mãos e o rosto com bastante água fria e sabão neutro;  Lave os cabelos com xampu ou sabão diariamente, ou no mínimo duas vezes por semana;  Mantenha as unhas cortadas e limpas;  Escove os dentes após cada refeição. As mudanças dos hábitos de higiene durante todo o processo evolutivo da humanidade são um dos fatores mais significativos para que o homem de hoje tenha uma maior longevidade. Várias doenças causadas pela ingestão de alimentos contaminados e a falta de higiene pessoal diminuíram sensivelmente. Os hábitos de higiene adequados resultam na melhoria da qualidade de vida. Portanto, recomenda-se que:
  • 60. “Droga” é qualquer substância que não é produzida pelo organismo e possui a capacidade de modificar seu funcionamento. As drogas por si só não são boas nem más. Bom ou mau é o uso que se faz delas. Assim, uma droga utilizada com a finalidade de tratar um problema de saúde é um “medicamento” ou “remédio”. Por outro lado, uma droga que se faz mal é um “veneno” ou um “tóxico”. A Empresa adota uma política que proíbe a disponibilidade e o uso de álcool e drogas, não receitadas, em todos os locais de trabalho. Álcool e Drogas Infrações relacionadas a política de álcool e drogas será tomada como uma falta disciplinar grave e pode resultar em demissão imediata dos funcionários envolvidos.
  • 61. Importante!!!! O QSMS é um departamento que não atua sozinho, este age em sinergia com todos os processos da Bourbon; Juntos somos responsáveis por nossa segurança e a segurança e bem estar dos nossos colegas.
  • 62. Você é o futuro da Empresa... Nós damos as boas-vindas ao seu entusiasmo e suas habilidades as quais nos ajudarão a alcançar os nossos objetivos. Diretoria Mensagem Final
  • 63. DQ&SMS DQ&SMS Sede – Rio de Janeiro Praça Pio X, Nº 55 – 7º Andar Centro – Rio de Janeiro – RJ Tel: +51 (21) 3235-9300 E-mail: bom@bourbon-online.com Teresa Cruz Coordenador da Qualidade- DQ&SMS Tel: +55 (21) 3235-9383 E-mail: teresa.cruz@bourbon-online.com