Seminário especial de pesquisa
Letícia Strehl
Bibliotecária
Biblioteca Central - UFRGS
 Dilemas de avaliação da produção científica
 Indicadores das publicações científicas
 O Fator de Impacto daThomson Reuters
▪ O Qualis da CAPES nas áreas médicas
 O Índice H calculado em diversas bases de dados
 O Scimago Journal Ranking com dados da Scopus
 Critérios para analisar
 O que é produzido?
 Quanto é produzido?
 Com que qualidade é produzido?
Pesquisa de problemas predominantemente nacionais e
regionais
X
Pesquisa de problemas internacionais
Pesquisa Básica
X
PesquisaAplicada
“Em termos de comunicação científica, as duas
principais características do pesquisador são a
quantidade de informações que comunica e a
sua qualidade.“
"Como se pode estudar isto?"
Fonte: MEADOWS, A.J. A comunicação científica. Brasília: Briquet de Lemos, 1999. p. 85
Quanto? Como?
Esta é fácil:
Determina-se quantas publicações foram
escritas por um cientista em um dado
momento!
Fácil... será?
A questão deixa de ser trivial quando as
diferenças entre as áreas do conhecimento são
examinadas.
Fonte: Dados compilados do Censo 2010 do Diretório dos Grupos de Pesquisa.
http://dgp.cnpq.br/censos/sumula_estatistica/2010/producao/producao.htm
0 20,000 40,000 60,000 80,000 100,000120,000140,000
Ciências Agrárias
Ciências Biológicas
Ciências da Saúde
Ciências Exatas e daTerra
Ciências Humanas
Ciências Sociais Aplicadas
Engenharias e Ciência da
Computação
Lingüística, Letras e Artes
Produção de pesquisadores doutores segundo o tipo de produção e a
grande área no quadriênio 2007-2010
Capítulos de livros
Livros
Trabalhos completos
publicados em anais
Artigos em periódicos
internacionais
Artigos em periódicos
nacionais
 Avaliação por pares
 Ex.: consultoria ad hoc
 Indicadores de impacto
(considerando, neste caso, citação=visibilidade =
qualidade?!)
 Ex.: Fator de Impacto e Scimago Journal Ranking
Trabalhos importantes são freqüentemente
citados na literatura científica
 Existência de bases de dados que indexem:
 uma quantidade representativa de documentos;
 as referências citadas nas publicações.
Atualmente, as principais bases de dados para o
cumprimento desta finalidade são aWeb of
Science, a Scopus e o Google Acadêmico
 Tradicionalmente, as bases de dados capazes
de fornecer informações sobre o impacto dos
trabalhos centram-se basicamente no
conhecimento veiculado em periódicos
internacionais!
200
129
62
30
310
266
208
147
0
50
100
150
200
250
300
350
2010 2009 2008 2007
Web of Science
Scopus
0 20,000 40,000 60,000 80,000 100,000120,000140,000
Ciências Agrárias
Ciências Biológicas
Ciências da Saúde
Ciências Exatas e daTerra
Ciências Humanas
Ciências Sociais Aplicadas
Engenharias e Ciência da
Computação
Lingüística, Letras e Artes
Produção de pesquisadores doutores segundo o tipo de produção e a
grande área no quadriênio 2007-2010
Capítulos de livros
Livros
Trabalhos completos
publicados em anais
Artigos em periódicos
internacionais
Artigos em periódicos
nacionais
Partindo dos indicadores desenvolvidos para os
trabalhos publicados em periódicos
internacionais
 Há décadas o principal indicador de visibilidade das publicações
 Indicador criado em 1963 por Eugene Garfield e Irving Sher
 Publicado anualmente no Journal Citation Reports (JCR) pela
consolidação dos dados de citação concedidas aos periódicos
indexados no:
 ScienceCitation Index
 Social Science Citation Index
Interface de acesso:
Cobertura:
mais 10.100 títulos
SCI E SSCI NA WEB OF SCIENCE JOURNAL CITATION REPORTS
Acesso via:
 Trabalhos publicados em periódicos com alto
FI são considerados melhores do que os
publicados em periódicos com FI menores.
a comparação de fatores de impacto de periódicos de áreas de
diferentes ou, até mesmo, de subáreas diversas de uma mesma
área é impraticável
 Oncologia
 Densidade dos artigos
 Idade das citações
 Matemática
 Densidade dos artigos
 Idade das citações
2 anos
AMIN, M.; MABE, M. Impact factors: use and abuse. Perspectives in Publising, n. 1, p. 3, Oct.
Estratos
Faixas de FI por área de avaliação
Medicina I Medicina II Medicina III
A1 >3,8 >3,8 >2,96
A2 Entre 3,799 e 2,5 Entre 3,8 e 2,36 Entre 2,29 e 2, 96
B1 Entre 2,499 e 1,3 Entre 2,36 e 1,1 Entre 1,35 e 2,28
B2 Entre 1,299 e 0,001 Entre 1,1 e 0,11 Entre 0, 1 e 1,34
B3 <0,11
Fonte: Documentos de Área disponível na página da CAPES em: http://www.capes.gov.br/avaliacao/areas-paginas
Subárea da
medicina
Áreas do JCR Mediana do FI FI Agregado
Meia-Vida
Agregada
CANCEROLOGIA ONCOLOGY 2,455 4,604 5,7
CARDIOLOGIA
CARDIAC &
CARDIOVASCULAR
SYSTEMS 1,993 3,769 6,3
DERMATOLOGIA DERMATOLOGY 1,667 2,253 7,5
ENDOCRINOLOGIA
ENDOCRINOLOGY &
METABOLISM 2,796 4,072 6,6
GASTROENTEROLO
GIA
GASTROENTEROLOGY
& HEPATOLOGY 2,210 3,606 6
MEDICINA LEGAL E
DEONTOLOGIA MEDICINE, LEGAL 1,159 1,605 6,6
PNEUMOLOGIA RESPIRATORY SYSTEM 2,272 3,403 6,9
Medicina I
Medicina II
Subárea da medicina Áreas do JCR
Mediana
do FI
FI
Agregado
Meia-Vida
Agregada
ALERGOLOGIA E
IMUNOLOGIA CLÍNICA ALLERGY 1,985 3,623 6
ANATOMIA PATOLÓGICA
E PATOLOGIA CLÍNICA ANATOMY & MORPHOLOGY 1,471 1,689 8,5
DOENÇAS INFECCIOSAS E
PARASITÁRIAS INFECTIOUS DISEASES 2,594 3,79 6
HEMATOLOGIA HEMATOLOGY 2,747 5,173 6,4
NEUROLOGIA CLINICAL NEUROLOGY 1,994 3,006 7
PEDIATRIA PEDIATRICS 1,314 1,858 7,1
PSIQUIATRIA PSYCHIATRY 2,011 3,248 7,3
RADIOLOGIA MÉDICA
RADIOLOGY, NUCLEAR MEDICINE
& MEDICAL IMAGING 1,861 2,832 6,7
REUMATOLOGIA RHEUMATOLOGY 2,594 3,851 5,9
Subárea da
medicina
Áreas do JCR Mediana do FI FI Agregado
Meia-Vida
Agregada
ANESTESIOLOGIA ANESTHESIOLOGY 2,176 2,764 7,5
CIRURGIA SURGERY 1,263 2,105 7,6
GINECOLOGIA E
OBSTETRÍCIA
OBSTETRICS &
GYNECOLOGY 1,616 2,182 6,8
OFTALMOLOGIA OPHTHALMOLOGY 1,362 2,204 7,5
ORTOPEDIA ORTHOPEDICS 1,164 1,875 8,4
CIRURGIA SURGERY 1,263 2,105 7,6
Medicina III
 Dificuldades relacionadas com o levantamento de
dados de citações a trabalhos individuais

 Facilidade de compreensão
 “Robustez” (pequena variação de um ano para
outro)
 Rápida disponibilidade
Fonte: GLÄNZEL, W.; MOED, H. F. Journal impact measures in bibliometric research. Scientometrics,
v. 53, n.2, p.171-193, 2002.
 Dificuldades relacionadas com o levantamento de
dados de citações a trabalhos individuais

 Facilidade de compreensão
 “Robustez” (pequena variação de um ano para
outro)
 Rápida disponibilidade
Tópico polêmico: O Fator de Impacto realmente revela
algo sobre o impacto dos artigos?
SILVA, Mauricio Rocha e. E. As certezas e incertezas do Fator de Impacto. Como o periódico Clinics se move nos
meandros das citações. In: Seminário de Avaliação do Desempenho dos Periódicos Brasileiros no JCR. São Paulo,
2011.
A Plataforma
Lattes é um
exemplo
 Divide-se o número de citações recebidas por
um dado autor pelo número de artigos que
ele publicou
 Sabidamente é um índice que não funciona, o
tamanho da amostragem dos dados não é
suficiente para eliminar possíveis distorções
Indicador de produtividade e impacto de um cientista
 Definição: h é o número de artigos publicados
por um pesquisador que obtenham um total
de citações igual ou superior a h
Fonte: HIRSCH, J.E. An index to quantify an individual's scientific research output. Proceedings of the National
Academy of Sciences of the United States of America, v. 102, n.46, p. 16569-16572, Nov. 2005.
Stephen Hawking, autor de "Uma
Breve História doTempo": seu h é
62, ou seja, ele já publicou 62
trabalhos que receberam pelo
menos 62 citações.
I H I H
+
+
Produtivos
Citados
+
-
Produtivos
Citados
-
+
Produtivos
Citados
-
-
Produtivos
Citados
Legenda:
I= Impacto
H = Índice H
Alto
Baixo
 Padrões de citação distintos verificados nas diversas
áreas
 Artigos escritos em co-autoria
 Influência do tempo de atividade do pesquisador
Usando aWeb of Science, a Scopus
e o Google Acadêmico para calcular
o Índice H
 Os artigos de um autor são ordenados de
modo decrescente por número de citações,
quando o número de artigos coincidir com o
número de citações obtem-se o índice H
 O que é:
 Versão especializada do Google para documentos
científicos
 Lançado em nov. 2004
 Como funciona:
 Robôs recompilam as informações disponíveis nos
domínios institucionais, com permissão dos
produtores, na filosofia dos Arquivos Abertos
 Não utiliza os metadados dos editores das
publicações
 Não possui ferramenta própria para sistematização de
informações das citações para cálculo dos indicadores
Torres-Salinas, D., R. Ruiz-Perez, et al. Google Scholar as a tool for research assessment. Profesional De La Informacion, v.18, n.5,
Sep-Oct, p.501-510. 2009.
FORMAS DE BUSCA
 Autores
 Periódicos
 Palavras-chave
ÍNDICES PRINCIPAIS
 Número total:
 trabalhos
 Citações
 Número médio de:
 citações por artigo
 citações por autor
 citações por ano
 trabalhos por autor
 Índice H e indicadores
relacionados
https://addons.mozilla.org/en-
US/firefox/addon/scholar-h-index-calculator/
 Cobertura extensa, mas indefinida
 Forma de coleta dos metadados acarreta
muitas inconsistências nos dados
Jacsó, P. Google Scholar's Ghost Authors. Library Journal. 2009.
Jacsó, P. Google Scholar's Ghost Authors. Library Journal. 2009.
1 em
4
7 em 3
 Autor fantasma: P Login ou seja Please Login (2.340 artigos)
 Autores perdidos
Jacsó, P. Google Scholar's Ghost Authors. Library Journal. 2009.
 Todavia, para Peter Jácso as inconsistências
do GA são tantas que inviabilizam por
completo o uso dos dados para cálculo de
índices bibliométricos
Mas, para a recuperação, o GA é uma
excelente ferramenta
SCOPUS SCIMAGO
Acesso via: Acesso livre!
http://www.scimagojr.com/
LEYDESDORFF, L. How are New Citation-Based Journal Indicators Adding to the Bibliometric Toolbox? Journal of
the American Society for Information Science and Technology, v. 60, n. 7, p. 1327-1336, July 2009.
Impacto
Produção
LEYDESDORFF, L. How are New Citation-Based Journal Indicators Adding to the Bibliometric Toolbox? Journal of
the American Society for Information Science and Technology, v. 60, n. 7, p. 1327-1336, July 2009.
Sim!
 A avaliação capaz de considerar as diferenças
existentes entre as várias (sub-)áreas
 Desenvolvimento de indicadores que valorizem os
periódicos de qualidade que tratam de problemas
regionais
leticia.strehl@ufrgs.com

Indicadores de produção e impacto da produção científica

  • 1.
    Seminário especial depesquisa Letícia Strehl Bibliotecária Biblioteca Central - UFRGS
  • 2.
     Dilemas deavaliação da produção científica  Indicadores das publicações científicas  O Fator de Impacto daThomson Reuters ▪ O Qualis da CAPES nas áreas médicas  O Índice H calculado em diversas bases de dados  O Scimago Journal Ranking com dados da Scopus
  • 3.
     Critérios paraanalisar  O que é produzido?  Quanto é produzido?  Com que qualidade é produzido?
  • 4.
    Pesquisa de problemaspredominantemente nacionais e regionais X Pesquisa de problemas internacionais Pesquisa Básica X PesquisaAplicada
  • 5.
    “Em termos decomunicação científica, as duas principais características do pesquisador são a quantidade de informações que comunica e a sua qualidade.“ "Como se pode estudar isto?" Fonte: MEADOWS, A.J. A comunicação científica. Brasília: Briquet de Lemos, 1999. p. 85 Quanto? Como?
  • 6.
    Esta é fácil: Determina-sequantas publicações foram escritas por um cientista em um dado momento! Fácil... será? A questão deixa de ser trivial quando as diferenças entre as áreas do conhecimento são examinadas.
  • 7.
    Fonte: Dados compiladosdo Censo 2010 do Diretório dos Grupos de Pesquisa. http://dgp.cnpq.br/censos/sumula_estatistica/2010/producao/producao.htm 0 20,000 40,000 60,000 80,000 100,000120,000140,000 Ciências Agrárias Ciências Biológicas Ciências da Saúde Ciências Exatas e daTerra Ciências Humanas Ciências Sociais Aplicadas Engenharias e Ciência da Computação Lingüística, Letras e Artes Produção de pesquisadores doutores segundo o tipo de produção e a grande área no quadriênio 2007-2010 Capítulos de livros Livros Trabalhos completos publicados em anais Artigos em periódicos internacionais Artigos em periódicos nacionais
  • 8.
     Avaliação porpares  Ex.: consultoria ad hoc  Indicadores de impacto (considerando, neste caso, citação=visibilidade = qualidade?!)  Ex.: Fator de Impacto e Scimago Journal Ranking
  • 9.
    Trabalhos importantes sãofreqüentemente citados na literatura científica
  • 10.
     Existência debases de dados que indexem:  uma quantidade representativa de documentos;  as referências citadas nas publicações. Atualmente, as principais bases de dados para o cumprimento desta finalidade são aWeb of Science, a Scopus e o Google Acadêmico
  • 13.
     Tradicionalmente, asbases de dados capazes de fornecer informações sobre o impacto dos trabalhos centram-se basicamente no conhecimento veiculado em periódicos internacionais!
  • 14.
  • 15.
    0 20,000 40,00060,000 80,000 100,000120,000140,000 Ciências Agrárias Ciências Biológicas Ciências da Saúde Ciências Exatas e daTerra Ciências Humanas Ciências Sociais Aplicadas Engenharias e Ciência da Computação Lingüística, Letras e Artes Produção de pesquisadores doutores segundo o tipo de produção e a grande área no quadriênio 2007-2010 Capítulos de livros Livros Trabalhos completos publicados em anais Artigos em periódicos internacionais Artigos em periódicos nacionais
  • 16.
    Partindo dos indicadoresdesenvolvidos para os trabalhos publicados em periódicos internacionais
  • 18.
     Há décadaso principal indicador de visibilidade das publicações  Indicador criado em 1963 por Eugene Garfield e Irving Sher  Publicado anualmente no Journal Citation Reports (JCR) pela consolidação dos dados de citação concedidas aos periódicos indexados no:  ScienceCitation Index  Social Science Citation Index Interface de acesso: Cobertura: mais 10.100 títulos
  • 19.
    SCI E SSCINA WEB OF SCIENCE JOURNAL CITATION REPORTS Acesso via:
  • 20.
     Trabalhos publicadosem periódicos com alto FI são considerados melhores do que os publicados em periódicos com FI menores.
  • 22.
    a comparação defatores de impacto de periódicos de áreas de diferentes ou, até mesmo, de subáreas diversas de uma mesma área é impraticável
  • 24.
     Oncologia  Densidadedos artigos  Idade das citações  Matemática  Densidade dos artigos  Idade das citações
  • 26.
  • 27.
    AMIN, M.; MABE,M. Impact factors: use and abuse. Perspectives in Publising, n. 1, p. 3, Oct.
  • 29.
    Estratos Faixas de FIpor área de avaliação Medicina I Medicina II Medicina III A1 >3,8 >3,8 >2,96 A2 Entre 3,799 e 2,5 Entre 3,8 e 2,36 Entre 2,29 e 2, 96 B1 Entre 2,499 e 1,3 Entre 2,36 e 1,1 Entre 1,35 e 2,28 B2 Entre 1,299 e 0,001 Entre 1,1 e 0,11 Entre 0, 1 e 1,34 B3 <0,11 Fonte: Documentos de Área disponível na página da CAPES em: http://www.capes.gov.br/avaliacao/areas-paginas
  • 30.
    Subárea da medicina Áreas doJCR Mediana do FI FI Agregado Meia-Vida Agregada CANCEROLOGIA ONCOLOGY 2,455 4,604 5,7 CARDIOLOGIA CARDIAC & CARDIOVASCULAR SYSTEMS 1,993 3,769 6,3 DERMATOLOGIA DERMATOLOGY 1,667 2,253 7,5 ENDOCRINOLOGIA ENDOCRINOLOGY & METABOLISM 2,796 4,072 6,6 GASTROENTEROLO GIA GASTROENTEROLOGY & HEPATOLOGY 2,210 3,606 6 MEDICINA LEGAL E DEONTOLOGIA MEDICINE, LEGAL 1,159 1,605 6,6 PNEUMOLOGIA RESPIRATORY SYSTEM 2,272 3,403 6,9 Medicina I
  • 31.
    Medicina II Subárea damedicina Áreas do JCR Mediana do FI FI Agregado Meia-Vida Agregada ALERGOLOGIA E IMUNOLOGIA CLÍNICA ALLERGY 1,985 3,623 6 ANATOMIA PATOLÓGICA E PATOLOGIA CLÍNICA ANATOMY & MORPHOLOGY 1,471 1,689 8,5 DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS INFECTIOUS DISEASES 2,594 3,79 6 HEMATOLOGIA HEMATOLOGY 2,747 5,173 6,4 NEUROLOGIA CLINICAL NEUROLOGY 1,994 3,006 7 PEDIATRIA PEDIATRICS 1,314 1,858 7,1 PSIQUIATRIA PSYCHIATRY 2,011 3,248 7,3 RADIOLOGIA MÉDICA RADIOLOGY, NUCLEAR MEDICINE & MEDICAL IMAGING 1,861 2,832 6,7 REUMATOLOGIA RHEUMATOLOGY 2,594 3,851 5,9
  • 32.
    Subárea da medicina Áreas doJCR Mediana do FI FI Agregado Meia-Vida Agregada ANESTESIOLOGIA ANESTHESIOLOGY 2,176 2,764 7,5 CIRURGIA SURGERY 1,263 2,105 7,6 GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA OBSTETRICS & GYNECOLOGY 1,616 2,182 6,8 OFTALMOLOGIA OPHTHALMOLOGY 1,362 2,204 7,5 ORTOPEDIA ORTHOPEDICS 1,164 1,875 8,4 CIRURGIA SURGERY 1,263 2,105 7,6 Medicina III
  • 33.
     Dificuldades relacionadascom o levantamento de dados de citações a trabalhos individuais   Facilidade de compreensão  “Robustez” (pequena variação de um ano para outro)  Rápida disponibilidade Fonte: GLÄNZEL, W.; MOED, H. F. Journal impact measures in bibliometric research. Scientometrics, v. 53, n.2, p.171-193, 2002.
  • 34.
     Dificuldades relacionadascom o levantamento de dados de citações a trabalhos individuais   Facilidade de compreensão  “Robustez” (pequena variação de um ano para outro)  Rápida disponibilidade Tópico polêmico: O Fator de Impacto realmente revela algo sobre o impacto dos artigos? SILVA, Mauricio Rocha e. E. As certezas e incertezas do Fator de Impacto. Como o periódico Clinics se move nos meandros das citações. In: Seminário de Avaliação do Desempenho dos Periódicos Brasileiros no JCR. São Paulo, 2011.
  • 35.
  • 36.
     Divide-se onúmero de citações recebidas por um dado autor pelo número de artigos que ele publicou  Sabidamente é um índice que não funciona, o tamanho da amostragem dos dados não é suficiente para eliminar possíveis distorções
  • 37.
    Indicador de produtividadee impacto de um cientista
  • 38.
     Definição: hé o número de artigos publicados por um pesquisador que obtenham um total de citações igual ou superior a h Fonte: HIRSCH, J.E. An index to quantify an individual's scientific research output. Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America, v. 102, n.46, p. 16569-16572, Nov. 2005.
  • 39.
    Stephen Hawking, autorde "Uma Breve História doTempo": seu h é 62, ou seja, ele já publicou 62 trabalhos que receberam pelo menos 62 citações.
  • 40.
    I H IH + + Produtivos Citados + - Produtivos Citados - + Produtivos Citados - - Produtivos Citados Legenda: I= Impacto H = Índice H Alto Baixo
  • 41.
     Padrões decitação distintos verificados nas diversas áreas  Artigos escritos em co-autoria  Influência do tempo de atividade do pesquisador
  • 42.
    Usando aWeb ofScience, a Scopus e o Google Acadêmico para calcular o Índice H
  • 44.
     Os artigosde um autor são ordenados de modo decrescente por número de citações, quando o número de artigos coincidir com o número de citações obtem-se o índice H
  • 49.
     O queé:  Versão especializada do Google para documentos científicos  Lançado em nov. 2004  Como funciona:  Robôs recompilam as informações disponíveis nos domínios institucionais, com permissão dos produtores, na filosofia dos Arquivos Abertos  Não utiliza os metadados dos editores das publicações  Não possui ferramenta própria para sistematização de informações das citações para cálculo dos indicadores Torres-Salinas, D., R. Ruiz-Perez, et al. Google Scholar as a tool for research assessment. Profesional De La Informacion, v.18, n.5, Sep-Oct, p.501-510. 2009.
  • 51.
    FORMAS DE BUSCA Autores  Periódicos  Palavras-chave ÍNDICES PRINCIPAIS  Número total:  trabalhos  Citações  Número médio de:  citações por artigo  citações por autor  citações por ano  trabalhos por autor  Índice H e indicadores relacionados
  • 52.
  • 53.
     Cobertura extensa,mas indefinida  Forma de coleta dos metadados acarreta muitas inconsistências nos dados Jacsó, P. Google Scholar's Ghost Authors. Library Journal. 2009.
  • 54.
    Jacsó, P. GoogleScholar's Ghost Authors. Library Journal. 2009.
  • 55.
  • 56.
  • 57.
     Autor fantasma:P Login ou seja Please Login (2.340 artigos)  Autores perdidos
  • 59.
    Jacsó, P. GoogleScholar's Ghost Authors. Library Journal. 2009.  Todavia, para Peter Jácso as inconsistências do GA são tantas que inviabilizam por completo o uso dos dados para cálculo de índices bibliométricos Mas, para a recuperação, o GA é uma excelente ferramenta
  • 61.
  • 62.
  • 64.
    LEYDESDORFF, L. Howare New Citation-Based Journal Indicators Adding to the Bibliometric Toolbox? Journal of the American Society for Information Science and Technology, v. 60, n. 7, p. 1327-1336, July 2009. Impacto Produção
  • 65.
    LEYDESDORFF, L. Howare New Citation-Based Journal Indicators Adding to the Bibliometric Toolbox? Journal of the American Society for Information Science and Technology, v. 60, n. 7, p. 1327-1336, July 2009. Sim!
  • 66.
     A avaliaçãocapaz de considerar as diferenças existentes entre as várias (sub-)áreas  Desenvolvimento de indicadores que valorizem os periódicos de qualidade que tratam de problemas regionais
  • 67.