Slides baseados no livro: DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece Yvonne Rogers Helen Sharp DESIGN DE INTERAÇÃO  Além da Interação  Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
O que é Design de interação? Design de produtos interativos que fornecem suporte às atividades cotidianas das pessoas, seja no lar ou no trabalho. DESIGN DE INTERAÇÃO  Além da Interação  Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
O que é Design de interação? Especificamente, significa criar experiências que melhorem e estendam a maneira como as pessoas trabalham, se comunicam e interagem. DESIGN DE INTERAÇÃO  Além da Interação  Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
O que é Design de interação? Winograd (1997) descreve o design de interação como: “ o projeto de espaços para comunicação e interação humana”. DESIGN DE INTERAÇÃO  Além da Interação  Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
Breve História do Design de interação A importância de entender como os usuários agem e reagem as situações e como se comunicam e interagem acarretou o desenvolvimento de pessoas de disciplinas diferentes, como psicólogos e sociólogos, em questões referentes ao design de interação.  DESIGN DE INTERAÇÃO  Além da Interação  Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
Breve História do Design de interação A importância de se entender como projetar diferentes tipos de mídias interativas de maneira eficaz e prazeirosa envolveu também uma diversidade de profissionais, incluindo designers gráficos, artístas, animadores, fotógrafos, especialistas de cinema e designers de produtos. DESIGN DE INTERAÇÃO  Além da Interação  Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
Breve História do Design de interação A princípio os engenheiros projetavam sistemas de  hardware  para eles próprios. A interface do computador era relativamente direta, reunindo vários painéis com chaves e mostradores que controlavam um conjunto de registros internos. DESIGN DE INTERAÇÃO  Além da Interação  Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
Breve História do Design de interação Com o advento dos monitores (hoje conhecidos como VDUs – Visual display units) e de estações de trabalho pessoais, no final dos anos 70 e início dos 80, o design da interface passou a existir (Grudin, 1990) DESIGN DE INTERAÇÃO  Além da Interação  Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
Breve História do Design de interação Um dos primeiros desafios naquele tempo era desenvolver computadores que pudessem ser acessíveis e utilizáveis por outras pessoas, além dos engenheiros, para a realização de tarefas que envolvessem a congnição humana (p. ex: fazer resumos, escrever documentos, gerenciar contas bancárias, esboçar planos). DESIGN DE INTERAÇÃO  Além da Interação  Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
Breve História do Design de interação Os cientistas e engenheiros de Software desenvolveram linguagens de programação de alto nível (p. ex.: Basic, Prolog), arquiteturas de sistemas, métodos de desenvolvimento de software e linguagens baseadas em comando (command-based languages) para auxiliar tais tarefas… DESIGN DE INTERAÇÃO  Além da Interação  Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
Breve História do Design de interação … enquanto os psicólogos forneciam informações a respeito das capacidades humanas (p. ex.: memória, decisão). DESIGN DE INTERAÇÃO  Além da Interação  Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
Breve História do Design de interação A pesquisa de desenvolvimento de interfaces gráficas (abreviadas GUI, do inglês Graphical User Interface, pronunciado “guu-ii”) para sistemas de automação de escritórios cresceram enormemente.  DESIGN DE INTERAÇÃO  Além da Interação  Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
Breve História do Design de interação Havia muitas pesquisas sobre o  design de produtos  (p. ex.: menus, janelas, ícones), no que diz respeito à melhor forma de estruturá-los e apresentá-los em uma  GUI . DESIGN DE INTERAÇÃO  Além da Interação  Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
Breve História do Design de interação Em meados dos anos 80, a nova onda de tecnologias da computação – incluíndo reconhecimento de voz, multimídia, visualização da informação e realidade virtual – apresentou ainda mais oportunidades de design de aplicações para fornecer ainda mais suporte as pessoas. DESIGN DE INTERAÇÃO  Além da Interação  Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
Breve História do Design de interação Como surgiram novas ondas de desenvolvimento tecnológico nos anos 90 – redes, computação móvel e sensores infravermelhos -, a criação de uma diversidade de aplicativos para todas as pessoas tornou-se uma possibilidade real. DESIGN DE INTERAÇÃO  Além da Interação  Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
Breve História do Design de interação Ainda na década de 90, muitas empresas perceberam que era necessário expandir novamente suas equipes multidiciplinares de  design , para que as mesmas incluíssem profissionais treinados em mídia e  design , com  design  gráfico, industrial, produção de filmes e desenvolvimento de narrativas. DESIGN DE INTERAÇÃO  Além da Interação  Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
Breve História do Design de interação Sociólogos, antropólogos e dramaturgos foram incorporados ao quadro das equipes, todos com uma atitude diferente da dos psicólogos quanto à interação humana. DESIGN DE INTERAÇÃO  Além da Interação  Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
Breve História do Design de interação Hoje, nos anos 2000, as possibilidades proporcionadas pelas capacidades emergentes de  hardware  (p. ex.: etiquetas de radiofreqüência, grandes telas interativas e  information appliences ) nos levam à conclusão de que os engenheiros, que conhecem  hardware, software  e eletrônica, devem estar preparados para configurar, montar e programar eletrodomésticos e outros dispositivos de maneira que se comuniquem entre si. DESIGN DE INTERAÇÃO  Além da Interação  Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
A relação entre  Design de interação, interação homem-computador e outras abordagens DESIGN DE INTERAÇÃO  Além da Interação  Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
DESIGN DE INTERAÇÃO  Além da Interação  Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
Trabalhando juntos como uma equipe multidisciplinar DESIGN DE INTERAÇÃO  Além da Interação  Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp Quatro membros diferente de uma mesma equipe olhando para o mesmo quadrado, mas cada um enxergando-o de maneira diferente.
Design de interação e negócios O  design  de itneração é agora um grande negócio. Consultores para  websites , empresas iniciantes e indústrias de computação móvel perceberam seu papel central em produtos interativos de sucesso. Para ser notado no campo de produtos para  web , que é altamente competitivo, é preciso destacar-se. DESIGN DE INTERAÇÃO  Além da Interação  Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
O que está envolvido no processo de design de interação? Essencialmente, o processo de  design  de interação envolve quatro atividades básicas: Identificar necessidades e estabelecer requisitos. Desenvolver  designs  alternativos que preencham esses  requisitos. Construir versões altenativas dos  designs , de maneira que possam ser cominicados e analisados. Avaliar o que está sendo contruído durante o proceso. DESIGN DE INTERAÇÃO  Além da Interação  Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
As metas do  design  de interação Metas de Usabilidade ser eficaz no uso (eficácia) ser eficiente no uso (eficiente) ser segura no uso (segurança) ser de boa utilidade (utilidade) ser fácil de aprender ( learnability) ser fácil de lembrar como se usa ( memorability) DESIGN DE INTERAÇÃO  Além da Interação  Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
O que é Design de interação? DESIGN DE INTERAÇÃO  Além da Interação  Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
As metas decorrentes da experiência do usuário O  design  de interação está cada vez mais preocupado com a criação de sistemas que sejam: satisfatórios agradáveis divertidos interessantes úteis motivadores DESIGN DE INTERAÇÃO  Além da Interação  Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
As metas decorrentes da experiência do usuário esteticamente apreciáveis incentivadores de criatividade compensadores emocionalmente adequados DESIGN DE INTERAÇÃO  Além da Interação  Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
O que é Design de interação? DESIGN DE INTERAÇÃO  Além da Interação  Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp

Ihc Aula4 B

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    Slides baseados nolivro: DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece Yvonne Rogers Helen Sharp DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
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    O que éDesign de interação? Design de produtos interativos que fornecem suporte às atividades cotidianas das pessoas, seja no lar ou no trabalho. DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
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    O que éDesign de interação? Especificamente, significa criar experiências que melhorem e estendam a maneira como as pessoas trabalham, se comunicam e interagem. DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
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    O que éDesign de interação? Winograd (1997) descreve o design de interação como: “ o projeto de espaços para comunicação e interação humana”. DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
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    Breve História doDesign de interação A importância de entender como os usuários agem e reagem as situações e como se comunicam e interagem acarretou o desenvolvimento de pessoas de disciplinas diferentes, como psicólogos e sociólogos, em questões referentes ao design de interação. DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
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    Breve História doDesign de interação A importância de se entender como projetar diferentes tipos de mídias interativas de maneira eficaz e prazeirosa envolveu também uma diversidade de profissionais, incluindo designers gráficos, artístas, animadores, fotógrafos, especialistas de cinema e designers de produtos. DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
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    Breve História doDesign de interação A princípio os engenheiros projetavam sistemas de hardware para eles próprios. A interface do computador era relativamente direta, reunindo vários painéis com chaves e mostradores que controlavam um conjunto de registros internos. DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
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    Breve História doDesign de interação Com o advento dos monitores (hoje conhecidos como VDUs – Visual display units) e de estações de trabalho pessoais, no final dos anos 70 e início dos 80, o design da interface passou a existir (Grudin, 1990) DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
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    Breve História doDesign de interação Um dos primeiros desafios naquele tempo era desenvolver computadores que pudessem ser acessíveis e utilizáveis por outras pessoas, além dos engenheiros, para a realização de tarefas que envolvessem a congnição humana (p. ex: fazer resumos, escrever documentos, gerenciar contas bancárias, esboçar planos). DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
  • 10.
    Breve História doDesign de interação Os cientistas e engenheiros de Software desenvolveram linguagens de programação de alto nível (p. ex.: Basic, Prolog), arquiteturas de sistemas, métodos de desenvolvimento de software e linguagens baseadas em comando (command-based languages) para auxiliar tais tarefas… DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
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    Breve História doDesign de interação … enquanto os psicólogos forneciam informações a respeito das capacidades humanas (p. ex.: memória, decisão). DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
  • 12.
    Breve História doDesign de interação A pesquisa de desenvolvimento de interfaces gráficas (abreviadas GUI, do inglês Graphical User Interface, pronunciado “guu-ii”) para sistemas de automação de escritórios cresceram enormemente. DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
  • 13.
    Breve História doDesign de interação Havia muitas pesquisas sobre o design de produtos (p. ex.: menus, janelas, ícones), no que diz respeito à melhor forma de estruturá-los e apresentá-los em uma GUI . DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
  • 14.
    Breve História doDesign de interação Em meados dos anos 80, a nova onda de tecnologias da computação – incluíndo reconhecimento de voz, multimídia, visualização da informação e realidade virtual – apresentou ainda mais oportunidades de design de aplicações para fornecer ainda mais suporte as pessoas. DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
  • 15.
    Breve História doDesign de interação Como surgiram novas ondas de desenvolvimento tecnológico nos anos 90 – redes, computação móvel e sensores infravermelhos -, a criação de uma diversidade de aplicativos para todas as pessoas tornou-se uma possibilidade real. DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
  • 16.
    Breve História doDesign de interação Ainda na década de 90, muitas empresas perceberam que era necessário expandir novamente suas equipes multidiciplinares de design , para que as mesmas incluíssem profissionais treinados em mídia e design , com design gráfico, industrial, produção de filmes e desenvolvimento de narrativas. DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
  • 17.
    Breve História doDesign de interação Sociólogos, antropólogos e dramaturgos foram incorporados ao quadro das equipes, todos com uma atitude diferente da dos psicólogos quanto à interação humana. DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
  • 18.
    Breve História doDesign de interação Hoje, nos anos 2000, as possibilidades proporcionadas pelas capacidades emergentes de hardware (p. ex.: etiquetas de radiofreqüência, grandes telas interativas e information appliences ) nos levam à conclusão de que os engenheiros, que conhecem hardware, software e eletrônica, devem estar preparados para configurar, montar e programar eletrodomésticos e outros dispositivos de maneira que se comuniquem entre si. DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
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    A relação entre Design de interação, interação homem-computador e outras abordagens DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
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    DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
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    Trabalhando juntos comouma equipe multidisciplinar DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp Quatro membros diferente de uma mesma equipe olhando para o mesmo quadrado, mas cada um enxergando-o de maneira diferente.
  • 22.
    Design de interaçãoe negócios O design de itneração é agora um grande negócio. Consultores para websites , empresas iniciantes e indústrias de computação móvel perceberam seu papel central em produtos interativos de sucesso. Para ser notado no campo de produtos para web , que é altamente competitivo, é preciso destacar-se. DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
  • 23.
    O que estáenvolvido no processo de design de interação? Essencialmente, o processo de design de interação envolve quatro atividades básicas: Identificar necessidades e estabelecer requisitos. Desenvolver designs alternativos que preencham esses requisitos. Construir versões altenativas dos designs , de maneira que possam ser cominicados e analisados. Avaliar o que está sendo contruído durante o proceso. DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
  • 24.
    As metas do design de interação Metas de Usabilidade ser eficaz no uso (eficácia) ser eficiente no uso (eficiente) ser segura no uso (segurança) ser de boa utilidade (utilidade) ser fácil de aprender ( learnability) ser fácil de lembrar como se usa ( memorability) DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
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    O que éDesign de interação? DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
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    As metas decorrentesda experiência do usuário O design de interação está cada vez mais preocupado com a criação de sistemas que sejam: satisfatórios agradáveis divertidos interessantes úteis motivadores DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
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    As metas decorrentesda experiência do usuário esteticamente apreciáveis incentivadores de criatividade compensadores emocionalmente adequados DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp
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    O que éDesign de interação? DESIGN DE INTERAÇÃO Além da Interação Homem-Computador Jennifer Preece / Yvonne Rogers / Helen Sharp

Notas do Editor

  • #3 The first principle of interface design, whether for a doorknob or a computer, is to keep in mind the human being who wants to use it. The technology is subservient to that goal In the future , I want less emphasis on “interfaces” and more on appropriate tools for the task . More on user-centered-design. Less emphasis on technology ; more on people, and groups, and social interactions. And tasks .
  • #4 The first principle of interface design, whether for a doorknob or a computer, is to keep in mind the human being who wants to use it. The technology is subservient to that goal In the future , I want less emphasis on “interfaces” and more on appropriate tools for the task . More on user-centered-design. Less emphasis on technology ; more on people, and groups, and social interactions. And tasks .
  • #5 The first principle of interface design, whether for a doorknob or a computer, is to keep in mind the human being who wants to use it. The technology is subservient to that goal In the future , I want less emphasis on “interfaces” and more on appropriate tools for the task . More on user-centered-design. Less emphasis on technology ; more on people, and groups, and social interactions. And tasks .
  • #6 The first principle of interface design, whether for a doorknob or a computer, is to keep in mind the human being who wants to use it. The technology is subservient to that goal In the future , I want less emphasis on “interfaces” and more on appropriate tools for the task . More on user-centered-design. Less emphasis on technology ; more on people, and groups, and social interactions. And tasks .
  • #7 The first principle of interface design, whether for a doorknob or a computer, is to keep in mind the human being who wants to use it. The technology is subservient to that goal In the future , I want less emphasis on “interfaces” and more on appropriate tools for the task . More on user-centered-design. Less emphasis on technology ; more on people, and groups, and social interactions. And tasks .
  • #8 The first principle of interface design, whether for a doorknob or a computer, is to keep in mind the human being who wants to use it. The technology is subservient to that goal In the future , I want less emphasis on “interfaces” and more on appropriate tools for the task . More on user-centered-design. Less emphasis on technology ; more on people, and groups, and social interactions. And tasks .
  • #9 The first principle of interface design, whether for a doorknob or a computer, is to keep in mind the human being who wants to use it. The technology is subservient to that goal In the future , I want less emphasis on “interfaces” and more on appropriate tools for the task . More on user-centered-design. Less emphasis on technology ; more on people, and groups, and social interactions. And tasks .
  • #10 The first principle of interface design, whether for a doorknob or a computer, is to keep in mind the human being who wants to use it. The technology is subservient to that goal In the future , I want less emphasis on “interfaces” and more on appropriate tools for the task . More on user-centered-design. Less emphasis on technology ; more on people, and groups, and social interactions. And tasks .
  • #11 The first principle of interface design, whether for a doorknob or a computer, is to keep in mind the human being who wants to use it. The technology is subservient to that goal In the future , I want less emphasis on “interfaces” and more on appropriate tools for the task . More on user-centered-design. Less emphasis on technology ; more on people, and groups, and social interactions. And tasks .
  • #12 The first principle of interface design, whether for a doorknob or a computer, is to keep in mind the human being who wants to use it. The technology is subservient to that goal In the future , I want less emphasis on “interfaces” and more on appropriate tools for the task . More on user-centered-design. Less emphasis on technology ; more on people, and groups, and social interactions. And tasks .
  • #13 The first principle of interface design, whether for a doorknob or a computer, is to keep in mind the human being who wants to use it. The technology is subservient to that goal In the future , I want less emphasis on “interfaces” and more on appropriate tools for the task . More on user-centered-design. Less emphasis on technology ; more on people, and groups, and social interactions. And tasks .
  • #14 The first principle of interface design, whether for a doorknob or a computer, is to keep in mind the human being who wants to use it. The technology is subservient to that goal In the future , I want less emphasis on “interfaces” and more on appropriate tools for the task . More on user-centered-design. Less emphasis on technology ; more on people, and groups, and social interactions. And tasks .
  • #15 The first principle of interface design, whether for a doorknob or a computer, is to keep in mind the human being who wants to use it. The technology is subservient to that goal In the future , I want less emphasis on “interfaces” and more on appropriate tools for the task . More on user-centered-design. Less emphasis on technology ; more on people, and groups, and social interactions. And tasks .
  • #16 The first principle of interface design, whether for a doorknob or a computer, is to keep in mind the human being who wants to use it. The technology is subservient to that goal In the future , I want less emphasis on “interfaces” and more on appropriate tools for the task . More on user-centered-design. Less emphasis on technology ; more on people, and groups, and social interactions. And tasks .
  • #17 The first principle of interface design, whether for a doorknob or a computer, is to keep in mind the human being who wants to use it. The technology is subservient to that goal In the future , I want less emphasis on “interfaces” and more on appropriate tools for the task . More on user-centered-design. Less emphasis on technology ; more on people, and groups, and social interactions. And tasks .
  • #18 The first principle of interface design, whether for a doorknob or a computer, is to keep in mind the human being who wants to use it. The technology is subservient to that goal In the future , I want less emphasis on “interfaces” and more on appropriate tools for the task . More on user-centered-design. Less emphasis on technology ; more on people, and groups, and social interactions. And tasks .
  • #19 The first principle of interface design, whether for a doorknob or a computer, is to keep in mind the human being who wants to use it. The technology is subservient to that goal In the future , I want less emphasis on “interfaces” and more on appropriate tools for the task . More on user-centered-design. Less emphasis on technology ; more on people, and groups, and social interactions. And tasks .
  • #20 The first principle of interface design, whether for a doorknob or a computer, is to keep in mind the human being who wants to use it. The technology is subservient to that goal In the future , I want less emphasis on “interfaces” and more on appropriate tools for the task . More on user-centered-design. Less emphasis on technology ; more on people, and groups, and social interactions. And tasks .
  • #21 The first principle of interface design, whether for a doorknob or a computer, is to keep in mind the human being who wants to use it. The technology is subservient to that goal In the future , I want less emphasis on “interfaces” and more on appropriate tools for the task . More on user-centered-design. Less emphasis on technology ; more on people, and groups, and social interactions. And tasks .
  • #22 The first principle of interface design, whether for a doorknob or a computer, is to keep in mind the human being who wants to use it. The technology is subservient to that goal In the future , I want less emphasis on “interfaces” and more on appropriate tools for the task . More on user-centered-design. Less emphasis on technology ; more on people, and groups, and social interactions. And tasks .
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  • #25 The first principle of interface design, whether for a doorknob or a computer, is to keep in mind the human being who wants to use it. The technology is subservient to that goal In the future , I want less emphasis on “interfaces” and more on appropriate tools for the task . More on user-centered-design. Less emphasis on technology ; more on people, and groups, and social interactions. And tasks .
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  • #28 The first principle of interface design, whether for a doorknob or a computer, is to keep in mind the human being who wants to use it. The technology is subservient to that goal In the future , I want less emphasis on “interfaces” and more on appropriate tools for the task . More on user-centered-design. Less emphasis on technology ; more on people, and groups, and social interactions. And tasks .
  • #29 The first principle of interface design, whether for a doorknob or a computer, is to keep in mind the human being who wants to use it. The technology is subservient to that goal In the future , I want less emphasis on “interfaces” and more on appropriate tools for the task . More on user-centered-design. Less emphasis on technology ; more on people, and groups, and social interactions. And tasks .