I JORNADA INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS
HUMANAS: INTERDISCIPLINARIDADE E
EDUCAÇÃO INCLUSIVA
Msc: Magno Fernando
Carutapera-MA: Motivação e aprendizagem dos
beneficiários do Programa Bolsa Família (PBF) uma
análise em foco
INTRODUÇÃO
A motivação é fator fundamental da aprendizagem. Sem
motivação não há aprendizagem. Pode acorrer
aprendizagem sem professor, sem livros, sem escola e
sem uma porção de outros recursos. Mas mesmo que
existam todos esses recursos favoráveis, se não houver
motivação não haverá aprendizagem.
JUSTIFICATIVA DA PESQUISA
A escolha da temática e dessa escola deu-se em função
de ser uma escola em bairro carente onde a maioria dos
alunos é beneficiária do PBF e repetentes, são filhos e
filhas de pais que vivem da agricultura e pesca artesanal,
onde as crianças exercem em consequência disso
algumas tarefas em casa relacionada à atividade de
ajudar nas despesas do dia a dia.
PROBLEMA DA PESQUISA
Problemática: Tendo sido desenvolvido a ação
“construindo sonhos”, de que maneira as crianças se
sentiram motivadas para a aprendizagem?
PROBLEMA DA PESQUISA
Problemática: Tendo sido desenvolvido a ação
“construindo sonhos”, de que maneira as crianças se
sentiram motivadas para a aprendizagem?
PROBLEMA DA PESQUISA
Problemática: Tendo sido desenvolvido a ação
“construindo sonhos”, de que maneira as crianças se
sentiram motivadas para a aprendizagem?
 Analisar experiência durante a oficina “Construindo Sonhos”,
visando perceber a receptividade pela crianças, identificando as
contribuições para a sua motivação no processo ensino
aprendizagem e ainda se possibilitou nas mesmas a construção de
novos saberes e sonhos. Apresenta a experiência na atividade de
extensão durante aulas na disciplina de matemática para então
empreender análise sobre a mesma a partir de alguns estudiosos
como: ALMEIDA (2001); KISHIMOTO (2008); PILETTI (1997),
OZANIRA (2006); VIGOTSKY (1999) no sentido de entender a
relação, motivação, aprendizagem e pobreza.
OBJETIVO E METODOLOGIA
RESULTADO E DISCUSSÕES
Figura 2: aula normalFigura 1: momento de execução da oficina
Figura 1: os alunos estão atento e cheios de entusiasmos a participarem das
dinâmica e atividades realizadas durante a ação da “oficina realizando sonhos”,
bem como todos apresentam características de animo e autoestima para
participarem com a qual se demonstrou a importância das mesmas como
documentos e fontes de informações para entender como se processa a
motivação da aprendizagem em crianças em condicionalidade de extrema
pobreza.
RESULTADO E DISCUSSÕES
Figura 2: aula normalFigura 1: momento de execução da oficina
Figura 2 as crianças em uma aula normal, onde apresentam fisionomia
de algo repetitivo e cansativo, fazendo assim com que perca a
autoestima e a vontade de sonhar e continuar na escola. Para Macedo
(2005, p. 16) o brincar é o mais importante e deve ser ressaltado no lugar
da violência, repetição e da repressão.
RESULTADO E DISCUSSÕES
Figura 4: aula diária
Figura 3 os alunos o aspecto observado que para as crianças, o trabalho
serve para ganhar dinheiro e daí construir o que almejamos. Nessa visão
fica evidente que as crianças observam que só estudando isso vai se
concretizar, assim como vivenciando o comportamento dos adultos que
os cercam e sobre eles tem como recompensa o dinheiro do seu
trabalho.
Figura 3: oficina construindo sonhos( valores)
CONCLUSÃO
As oficinas para a criança é como uma linguagem universal, dessa
maneira, a atividade lúdica dentro de uma oficina deve ser explorada
no ambiente escolar, a fim de tornar a aprendizagem em um ato
prazeroso.
É fascinante ver como as crianças se evolvem em um mundo
imaginário e faz deste mundo encantador, para isso buscam-se
novas maneiras de ensinar por meio do lúdico uma educação de
excelência que consiga ir ao encontro dos benefícios e
necessidades da criança sem se importar com a classe social
pertencente à mesma.
REFERÊNCIAS
ALMEIDA, A. M. O. O lúdico e a construção do conhecimento: Uma
proposta pedagógica construtivista. Prefeitura Municipal de Monte
Mor: Departamento de Educação. 2001
KISHIMOTO, T. M. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 11ª. Ed. São
Paulo: Cortez. 2008.
PILETTI, Nelson. Psicologia educacional. Série Educação. 15. Ed. São Paulo:
Ática, 1997.
VIGOTSKY, L.S. A. Formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes. .
1999

I jornada internacional de ciências humanas-UFMA

  • 1.
    I JORNADA INTERNACIONALDE CIÊNCIAS HUMANAS: INTERDISCIPLINARIDADE E EDUCAÇÃO INCLUSIVA Msc: Magno Fernando
  • 2.
    Carutapera-MA: Motivação eaprendizagem dos beneficiários do Programa Bolsa Família (PBF) uma análise em foco
  • 3.
    INTRODUÇÃO A motivação éfator fundamental da aprendizagem. Sem motivação não há aprendizagem. Pode acorrer aprendizagem sem professor, sem livros, sem escola e sem uma porção de outros recursos. Mas mesmo que existam todos esses recursos favoráveis, se não houver motivação não haverá aprendizagem.
  • 4.
    JUSTIFICATIVA DA PESQUISA Aescolha da temática e dessa escola deu-se em função de ser uma escola em bairro carente onde a maioria dos alunos é beneficiária do PBF e repetentes, são filhos e filhas de pais que vivem da agricultura e pesca artesanal, onde as crianças exercem em consequência disso algumas tarefas em casa relacionada à atividade de ajudar nas despesas do dia a dia.
  • 5.
    PROBLEMA DA PESQUISA Problemática:Tendo sido desenvolvido a ação “construindo sonhos”, de que maneira as crianças se sentiram motivadas para a aprendizagem?
  • 6.
    PROBLEMA DA PESQUISA Problemática:Tendo sido desenvolvido a ação “construindo sonhos”, de que maneira as crianças se sentiram motivadas para a aprendizagem?
  • 7.
    PROBLEMA DA PESQUISA Problemática:Tendo sido desenvolvido a ação “construindo sonhos”, de que maneira as crianças se sentiram motivadas para a aprendizagem?
  • 8.
     Analisar experiênciadurante a oficina “Construindo Sonhos”, visando perceber a receptividade pela crianças, identificando as contribuições para a sua motivação no processo ensino aprendizagem e ainda se possibilitou nas mesmas a construção de novos saberes e sonhos. Apresenta a experiência na atividade de extensão durante aulas na disciplina de matemática para então empreender análise sobre a mesma a partir de alguns estudiosos como: ALMEIDA (2001); KISHIMOTO (2008); PILETTI (1997), OZANIRA (2006); VIGOTSKY (1999) no sentido de entender a relação, motivação, aprendizagem e pobreza. OBJETIVO E METODOLOGIA
  • 9.
    RESULTADO E DISCUSSÕES Figura2: aula normalFigura 1: momento de execução da oficina Figura 1: os alunos estão atento e cheios de entusiasmos a participarem das dinâmica e atividades realizadas durante a ação da “oficina realizando sonhos”, bem como todos apresentam características de animo e autoestima para participarem com a qual se demonstrou a importância das mesmas como documentos e fontes de informações para entender como se processa a motivação da aprendizagem em crianças em condicionalidade de extrema pobreza.
  • 10.
    RESULTADO E DISCUSSÕES Figura2: aula normalFigura 1: momento de execução da oficina Figura 2 as crianças em uma aula normal, onde apresentam fisionomia de algo repetitivo e cansativo, fazendo assim com que perca a autoestima e a vontade de sonhar e continuar na escola. Para Macedo (2005, p. 16) o brincar é o mais importante e deve ser ressaltado no lugar da violência, repetição e da repressão.
  • 11.
    RESULTADO E DISCUSSÕES Figura4: aula diária Figura 3 os alunos o aspecto observado que para as crianças, o trabalho serve para ganhar dinheiro e daí construir o que almejamos. Nessa visão fica evidente que as crianças observam que só estudando isso vai se concretizar, assim como vivenciando o comportamento dos adultos que os cercam e sobre eles tem como recompensa o dinheiro do seu trabalho. Figura 3: oficina construindo sonhos( valores)
  • 12.
    CONCLUSÃO As oficinas paraa criança é como uma linguagem universal, dessa maneira, a atividade lúdica dentro de uma oficina deve ser explorada no ambiente escolar, a fim de tornar a aprendizagem em um ato prazeroso. É fascinante ver como as crianças se evolvem em um mundo imaginário e faz deste mundo encantador, para isso buscam-se novas maneiras de ensinar por meio do lúdico uma educação de excelência que consiga ir ao encontro dos benefícios e necessidades da criança sem se importar com a classe social pertencente à mesma.
  • 13.
    REFERÊNCIAS ALMEIDA, A. M.O. O lúdico e a construção do conhecimento: Uma proposta pedagógica construtivista. Prefeitura Municipal de Monte Mor: Departamento de Educação. 2001 KISHIMOTO, T. M. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 11ª. Ed. São Paulo: Cortez. 2008. PILETTI, Nelson. Psicologia educacional. Série Educação. 15. Ed. São Paulo: Ática, 1997. VIGOTSKY, L.S. A. Formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes. . 1999