SlideShare uma empresa Scribd logo
Escola Técnica Cristo Redentor
Técnicas Biblioteconômicas
Profa. Ana Godoy
2014/1
"Dentre os instrumentos inventados pelo
homem, o mais impressionante é, sem dúvida, o
livro. Os demais são extensões de seu corpo. O
microscópio e o telescópio são extensões da
visão; o telefone uma extensão da voz e
finalmente temos o arado e a espada, ambos
extensões do braço. O livro, porém, é outra
coisa. O livro é uma extensão da memória e da
imaginação.“
Jorge Luis Borges
(Aula proferida na Universidade de Belgrano 1978)

 A história do livro possui cerca de 6 mil anos.
 Diversos suportes foram utilizados para a
humanidade realizar seus registros:
 Ossos
 Cascos de tartaruga
 Barro
 Madeira
 Couro
 Folhas
O livro

 Os homens sempre deixaram suas marcas, o registro
de sua história
 As paredes das cavernas poderiam ser consideradas
o primeiro e original suporte destes registros?
O que é um livro, afinal?
As pinturas rupestres
Bilbao, Espanha - pinturas paleolíticas de 25 mil anos

 Reunião de folhas ou cadernos, cosidos ou por qualquer outra forma
presos por um dos lados, e enfeixados ou montados em capa flexível ou
dura. (Aurélio)
 Uma coleção de folhas de papel, impressas ou não, cortadas, dobradas e
reunidas em cadernos cujos dorsos são unidos por meio de colas, costura,
etc., formando um volume que se recobre com capa resitente. (Houaiss)
 Uma mensagem escrita (ou impressa) de tamanho considerável, destinada
à circulação pública e registrada em materiais leves, porém duráveis o
bastante para oferecerem relativa portabilidade (Britannica)
 Publicação literária não periódica contendo mais de 48 páginas, sem contar
as capas (Unesco, ABNT)
Livro
Livro de 1660, medindo 1,80 de altura.
Mandado fazer por Charles II da Inglaterra ;
obra de Johan Maurits de Nassau.
Restaurador trabalhando na mais antiga edição do Al
Corão

 Os sumérios usavam placas de argila onde
cunhavam (marcavam com cunhas) pictogramas,
que evoluíram para um sistema primitivo de
alfabeto.
Os sumérios e a argila
Epopeia ou Poema de Gilgamesh. Supõe-se que tenha sido escrita
há mais de 2.500 anos a.C., embora a forma que nos chegou esteja
registrada no Séc. VII a.C.

 A Biblioteca de Nínive, também conhecida como
Biblioteca de Assurbanipal, é uma coleção de milhares
de placas em argila contendo textos em escrita
cuneiforme sobre vários assuntos, a partir do 7º século
a. C. Dentro desse acervo está a famosa Epopeia de
Gilgamesh. Tal biblioteca é considerada a primeira da
história , foi encontrada no século XIX por
arqueólogos ingleses e se acredita ter sido fundada
pelo rei assírio Assurbanipal II (séc.VII a. C.).
Biblioteca de Nínive
História do livro e da biblioteca

 Os babilônicos adotaram a escrita cuneiforme dos
sumérios.
 O Código de Hammurabi: monumento monolítico
talhado em rocha de diorito, com 282 leis em 3600
linhas.
 Os documentos escritos da Antiguidade destinavam-
se à publicação de leis e feitos dos governantes.
Os babilônicos
Código de Hammurabi: primeiro
código de leis da humanidade

 ™Os gregos, a partir da escrita fenícia, são os inventores do
alfabeto
 ™Não foi obra do acaso que a filosofia tenha surgido na Grécia,
mas decorrência direta da introdução do alfabeto
 ™O registro escrito libera a energia, antes gasta com a
memorização, para novas descobertas, favorecendo o acúmulo
do saber e a criação do pensamento conceitual. Nesse cenário se
dá o nascimento da prosa, que aparece como o veículo
adequado a expressar as ciências emergentes: medicina,
historiografia, geografia, além das reflexões de Platão e
Aristételes
Os gregos

 Alexandre, o Grande, unificou o mundo antigo sob a
cultura grega, criando o maior império conhecido até
então.
 Fundou a cidade de Alexandria, no delta do rio Nilo,
no Egito
 Seu sucessor, Ptolomeu II, criou a famosa biblioteca,
que chegou a ter 700 mil volumes (séc. III a.C.).
 Vários incêndios sucessivos deram fim à biblioteca
A Biblioteca de Alexandria

 Era dedicado especial cuidado ao conteúdo das
obras, sendo anotados o número de linhas e
informações sobre os autores
 As obras eram compostas de rolos de papiro,
chamados kilindros. Uma obra composta de vários
kilindros chamava-se biblion.
 Daí resulta o atual termo biblioteca.
A biblioteca
Reconstrução artística de Von Corven,
baseado em evidências arqueológicas

 A guerra – por três vezes; o fanatismo religioso- cristão e
muçulmano -, por duas vezes.
 391 d.C – O arcebispo cristão Teófilo incendiou propositalmente a segunda biblioteca
de Alexandria, com 40 mil rolos, porque ela estava instalada num templo pagão de
Serápis.
 645 d.C – O conquistador muçulmano, califa Omar, respondeu a um de seus generais
que lhe perguntou o que fazer com os famosos livros de Alexandria. Disse ele:
 “Se o conteúdo estiver de acordo com o livro de Alá, podemos passar sem eles, porque o
livro de Alá é mais do que suficiente. Se, por outro lado, eles contêm ideias que não estão de
acordo com o livro de Alá, não há necessidade de preservá-los. Então, vá em frente e
destrua-os.”
 O cronista Ibn al-Kifti relata que os livros foram usados para aquecer os banhos públicos de
Alexandria. Seis meses foram necessários para consumir todos os volumes.
Quem queimou a biblioteca?

 Para registrar seus documentos, largas folhas de
palmeiras egípcias eram utilizadas, transformando-se
depois no papiro que conhecemos hoje, que nada mais é
do que o talo dessas mesmas folhas triturados,
entrelaçados e secos.
 Os escribas egípcios, de certa forma, já se preocupavam
com o arranjo do texto na “página”, uma vez que
escreviam em colunas e inseriam ilustrações em seus
textos.
 Após terminados, os papiros eram colados uns aos
outros, e eram guardados enrolados – alguns chegavam a
medir 20 metros de comprimento. Um mesmo rolo
contava com diversos textos.
Os egípcios e o papiro
Papiro de Rhind ou papiro de Ahmes é um documento egípcio de cerca de 1650 a.C.,
onde um escriba de nome Ahmes detalha a solução de 85 problemas matemáticos

 A utilização do papiro não ficou restrita ao Egito. Devido a sua praticidade
de transporte, passou a ser utilizado por hebreus, babilônicos e pelos
romanos.
 O umbilicus era um cilindro de madeira ou marfim, onde se enrolava o
papiro. As extremidades trabalhadas eram denominados cornua. O titulus
era a etiqueta com o nome do documento.
 Óleo de cedro era usado como conservante dos rolos de papiro e estes
eram guardados em caixas de cipreste (madeira dura, resistente e
aromática).
 O pargaminho podia ser apagado com uma esponja e utilizdo novamente
para escrever, o que se chavama palimpsesto.
 Ao kilindros dos gregos, os romanos chamavam de volumen.
O papiro e o Mundo Antigo

 Os romanos usavam, além do papiro, um tipo de
“facebook”... Escravos mensageiros eram
responsáveis por fazer “circular” os recados escritos
em tábuas de cera; após lidos os recados, a escrita era
raspada e a tábua reutilizada
Curiosidade...
O "Facebook" da Roma Antiga

 As casas dos romanos ricos possuíam bibliotecas.
Na Villa dos Papiros em Herculano foram encontrados cerca de
2.000 rolos de papiro carbonizadas, escritos principalmente em
grego. Muitos dos papiros encontrados estavam organizados
em prateleiras. Pequenos retratos de meio corpo de escritores e
filósofos antigos indicavam nas prateleiras subdivisões por
autores.
 "Adjacente a esta área há uma sala que adota uma forma curva, como
um semicírculo, e seguindo o caminho diário do sol de cada janela. Em
uma das paredes há um armário construído para servir como uma
biblioteca que contém uma seleção não só digna de ser lida, mas de ser
lida continuamente ". (Plínio, Ep. II, 17)
Bibliotecas domésticas

 Vitruvio, famoso arquiteto romano (séc. I a.C.),
escreveu:
“As bibliotecas devem ser orientados para o leste, uma vez que o uso
desses quartos requer a luz do amanhecer; o que também irá evitar
apodrecer os livros nas prateleiras. Se estiverem voltadas ao sul ou oeste,
acabam por danificar-se em consequência das traças e da umidade”
Arquitetura romana
Mosaico do Mausoleu Gala Placidia, Ravenna

 A substituição do papiro chegou, provavelmente,
com Eumênio II, rei de Pérgamo (197-158 a.C.), na
Ásia. Ele foi obrigado a pesquisar um novo tipo de
base para seus documentos depois que Ptolomeu
Epifânio, de Alexandria, proibiu a exportação do
papiro. Surgiu então o pergaminho, ou pergamenum,
a membrana pergamena. Uma pele de animal
(geralmente de um carneiro) era esticada em um
caixilho, seca, branqueada com giz, polida e alisada
com pedra-pome.
O pergaminho
Pergaminho da Torá mais antigo, século
XII (36 m de comprimento)

 É na Biblioteca de Pergamo (hoje na atual Turquia)
que estão arquivados os primeiros rolos de
pergaminho.
 Construída pelo rei Átalo I (-241/197) ou por seu
sucessor, Eumenes II (reinou entre -197 e -159),
chegou a ter quase 200.000 volumes (Plu. Ant. 58). O
declínio da Biblioteca começou em -133, quando
Pérgamo passou para o domínio romano.
Biblioteca de Pergamo
História do livro e da biblioteca

 Foi o pergaminho que possibilitou o desenvolvimento
do codex (ancestral do livro contemporâneo), por
meio da costura pelo vinco, sem que as folhas se
rasgassem ou se desgastassem pelo manuseio.
 O códice não necessita total imobilidade do leitor e
inicia uma nova forma de catalogação, pois as obras
agora podem ser feitas e arquivadas de forma
independente.
Os códices

 Com o declínio do Império Romano e as guerras, o
que escapa à destruição é reunido nos castelos e
conventos.
 Durante a Idade Média (séc. V a XII), os monges
eram os únicos que sabiam ler e, principalmente
escrever.
 Nos conventos, os manuscritos eram conservados,
copiados, traduzidos e ilustrados.
 Uma coleção de 200 volumes já era considerada uma
grande biblioteca.
Códices
História do livro e da biblioteca
Códice medieval
Missal (livro litúrgico, que contém todas as celebrações da missa) , de 1470
Arqueólogos britânicos estão a tentar autenticar o que poderá ser uma descoberta marcante na
documentação do início do cristianismo: um tesouro de 70 códices de chumbo que parece datar do
primeiro século DC, que podem incluir pistas chave para os últimos dias da vida de Jesus

 O papel foi criado na China em data ainda não
confirmada, variando entre 200 a.C. e 104 d.C., e era
confeccionado com a casca da amoreira ou com o bambu
cuja polpa esmagada era transformada em fibras,
espalhada sobre um tecido e deixada assim para secar.
 É chinês o livro mais antigo de que se tem notícia. O
Diamond Sutra (Triptaka) é do ano de 868 d.C., e ficou
escondido por muito tempo em uma caverna fechada no
noroeste da China. Cânone do budismo Thervada fez uso
de 130 mil tipos móveis de madeira para imprimir o livro
em xilogravura.
O papel chinês

 O papel foi criado na China em data ainda não
confirmada, variando entre 200 a.C. e 104 d.C., e era
confeccionado com a casca da amoreira ou com o bambu
cuja polpa esmagada era transformada em fibras,
espalhada sobre um tecido e deixada assim para secar.
 É chinês o livro mais antigo de que se tem notícia. O
Diamond Sutra (Triptaka) é do ano de 868 d.C., e ficou
escondido por muito tempo em uma caverna fechada no
noroeste da China. Cânone do budismo Thervada fez uso
de 130 mil tipos móveis de madeira para imprimir o livro
em xilogravura.
O papel chinês
Diamond Sutra, 868 d.C.
Livro em bambu: The Art of War, by Sun Tzu, 1772

 Os segredos da técnica do papel somente foram
descobertos no ocidente quando revelados aos
árabes por prisioneiros chineses por volta do século
VIII, espalhando-se assim pelos estados islâmicos.
 Posteriormente mouros espanhóis levaram a técnica
para a Europa, nos séculos XII e XIII.
O papel no Ocidente

 Livros são considerados objeto sagrado, que deveria
ser tocado apenas por iniciados
 Monges copistas
 Imposição do silêncio: Ruminatio
 Inquisição: livros proibidos
 Index Librorum Prohibitorum
 x
Os monges copistas
História do livro e da biblioteca
Index Librorum Prohibitorum - 1559 , Concílio de Trento (1545-1563)

 No século XII surgem as Universidades e as
bibliotecas monásticas deixam de ser únicos centros
da vida intelectual.
 Nas prateleiras destas bibliotecas, só tinha lugar para
o livro selecionado, o bom, o exemplar.
 A partir do século XVI os livros deixam de ser
guardados na armaria e passam a ser acorrentados
(catenatus) para permitir a consulta, evitando o
roubo.
As univesidades
Fonte: VIANA, Michelângelo. A informação e a Biblioteca Universitária.
Disponível em: <http://pt.slideshare.net/miquemv/ss-a-informao-e-a-biblioteca-universitria>. Acesso em 27 out. 2015
Livros raros do final do século XVI e início do XVII
Bodleian Library, University of Oxford

 “Oficialmente” o primeiro livro impresso com tipos
móveis, a Bíblia, foi produzido por Johannes
Gutenberg, alemão nascido na cidade de Mogúncia,
no ano de 1455. Essa tecnologia desenvolvida
por Gutenberg derivou de seus conhecimentos em
metais e de prensas utilizadas para esmagar uvas no
processo de fabricação do vinho.
A “invenção” da imprensa

 Estima-se que até 1500 tenham sido impressos na
Europa cerca de 8 milhões de exemplares de livros,
superando-se em 50 anos o número de livros
manuscritos nos mil anos anteriores.
 Na primeira metade do século XVI, a Inquisição
tenta controlar a situação
 A biblioteca moderna, onde os livros estão
principalmente para o uso do público, só chegou
com a difusão da imprensa , no século XVI
Idade Moderna

 É neste contexto que se começam a constituir
algumas grandes bibliotecas universitárias, como a
Bodleiana em Oxford (uma das mais antigas da Grã-
Bretanha, fundada em 1334, restaurada e
reorganizada em 1598, por Thomas Bodley)
 ™1444 – Biblioteca de Cambridge ™
 1548 – Biblioteca de Coimbra ™
 1551 – Biblioteca de Sevilha
Bibliotecas Universitárias

 “Oficialmente” o primeiro livro impresso com tipos móveis, a
Bíblia, foi produzido por Johannes Gutenberg, alemão nascido
na cidade de Mogúncia, no ano de 1455. Essa tecnologia
desenvolvida por Gutenberg derivou de seus conhecimentos
em metais e de prensas utilizadas para esmagar uvas no
processo de fabricação do vinho.
 A prensa de Gutenberg permitiu que o renascer do interesse
pela aprendizagem e pelos clássicos na época do Renascimento,
fosse transmitido de cultura em cultura. Esta fantástica
invenção mudou drasticamente o mundo inteiro: para além de
aperfeiçoar a escrita e facilitar a leitura, os textos poderiam
facilmente ser feitos de uma forma rápida e eficaz. O mundo
começava, assim, a partilhar o seu conhecimento.
A “invenção” da imprensa
Bíblia de Gutenberg

 Facilitando a disseminação de tesouros intelectuais,
tornou-se, obviamente, numa condição necessária para o
rápido desenvolvimento das ciências na era moderna.
Assim, não só a prensa de Gutenberg é inseparável do
progresso da ciência moderna, como é ainda um factor
indispensável quando se fala da educação das pessoas em
geral: A Cultura e o Conhecimento, até então
considerados privilégios aristocráticos apenas acessíveis a
determinadas classes, passam a popularizar-se pela
tipografia, dando, desta forma, oportunidades iguais para
quem quisesse alargar os seus conhecimentos e instruir-
se.
A “revolução” da escrita
História do livro e da biblioteca

 No século XVIII surgem as grandes Bibliotecas
Nacionais
 ™1661 – Biblioteca Real Sueca
 ™1712 – Biblioteca Nacional da Espanha ™
 1796 – Biblioteca Nacional de Portugal
 ™1800 – Biblioteca do Congresso (EUA) ™
 1807 – Biblioteca Nacional (Brasil)
Bibliotecas Nacionais

Grandes bibliotecas

 1650 surgem os primeiros periódicos
 1800 é fundada a Biblioteca do Congresso (EUA): a
maior biblioteca do mundo atual.
 1841 é criado o primeiro código de catalogação: Rules
for the Compilation of the Catalog – Catalogue of printed
books in British Museum
 1969 surge a internet
 1980 é desenvolvido o primeiro computador pessoal
 1989 surge a world wide web
Grandes marcos

 1650 surgem os primeiros periódicos
 1800 é fundada a Biblioteca do Congresso (EUA): a
maior biblioteca do mundo atual.
 1841 é criado o primeiro código de catalogação: Rules
for the Compilation of the Catalog – Catalogue of printed
books in British Museum
 1969 surge a internet
 1980 é desenvolvido o primeiro computador pessoal
 1989 surge a world wide web
Idade Contemporânea
Biblioteca de Cincinati, 1889 (200 mil livros)
História do livro e da biblioteca

 ™Livros como material de consumo
 ™Multiculturalismo: variedade de documentação e
suportes ™Explosão informacional
 –+ de 1.000 títulos novos publicados a cada ano –+ de 3 bilhões de
páginas na internet
 –+ de 100 mil revistas científicas
 ™Hoje uma única edição do Jornal The New York Times contém
mais informação do que qualquer pessoa teria recebido durante
toda a sua vida na Inglaterra do século XVII, segundo Richard
Wurman em seu livro “Ansiedade de informação” (2011)
Século XXI

 Armazenamento da informação digital
 ™Perenidade (curto e longo prazo) ™Autenticidade e
confiabilidade ™Preservação da identidade e
socialização ™Direitos Autorais e Acesso livre
(Copyright)
 ™Simultaneidade de funções (autor/ editor /
leitor/difusor)
Desafios

Quem lê tanta notícia?*
 A informação, assim como a energia, tende a degenerar
em entropia – em ruído, redundância e banalidade – à
medida que a quantidade de informação ultrapassa a
capacidade de dar significado.
“Se quiser controlar a mente dos homens, negue toda
informação a eles ou então os inunde de informação – o resultado é
o mesmo. Inundem as pessoas de informação; elas pensarão que são
livres [...] Informação não digerida não é informação, mas a ilusão
de que que você teve acesso a ela, mesmo que não lhe tenha trazido
benefício algum” (WURMAN, 2011)
Caetano Veloso, Alegria, alegria (1968)

Big data
 ™Dados estimados sobre a produção mundial de conteúdo
digital apontam para a cifra de 281 bilhões de gigabytes
gerados apenas no ano de 2007, ou seja, quase 50
gigabytes para cada ser humano vivo. Isto equivale a mais
de cinco milhões de vezes o conteúdo de todos os livros já
escritos.
 ™Comparados com os cerca de 50 milhões de minutos da
vida de uma pessoa longeva, já temos hoje seguramente
muito mais conteúdo disponível do que um ser humano
poderia assistir, se decidisse dedicar toda a sua vida para
tal

 Em 2008 a biblioteca da PUCRS inaugurou os
serviços automatizados de empréstimo e devolução
 Em 2013 foi inaugurada em San Antonio (Texas,
EUA), a primeira biblioteca pública sem livros físicos
Biblioteca do futuro?
Biblioteca PUCRS
BiblioTech - San Antonio, EUA
História do livro e da biblioteca
História do livro e da biblioteca

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Introdução à Biblioteconomia para Bibliotecas Escolares
Introdução à Biblioteconomia para Bibliotecas EscolaresIntrodução à Biblioteconomia para Bibliotecas Escolares
Introdução à Biblioteconomia para Bibliotecas Escolares
Carlos Pinheiro
 
A catalogação em +/- 60 minutos
A catalogação em +/- 60 minutosA catalogação em +/- 60 minutos
A catalogação em +/- 60 minutos
Ana Carolina Simionato
 
História do livro
História do livroHistória do livro
História do livro
Carlos Pinheiro
 
Sistemas de classificação bibliográfica [perspectivas da biblioteconomia cont...
Sistemas de classificação bibliográfica [perspectivas da biblioteconomia cont...Sistemas de classificação bibliográfica [perspectivas da biblioteconomia cont...
Sistemas de classificação bibliográfica [perspectivas da biblioteconomia cont...
Daniel Ribeiro dos Santos
 
Novos produtos e serviços em bibliotecas
Novos produtos e serviços em bibliotecasNovos produtos e serviços em bibliotecas
Novos produtos e serviços em bibliotecas
UFSC
 
Classificação Decimal Universal (aula completa)
Classificação Decimal Universal (aula completa)Classificação Decimal Universal (aula completa)
Classificação Decimal Universal (aula completa)
Raquel Prado Leite de Sousa
 
Classificação Decimal de Dewey - CDD
Classificação Decimal de Dewey - CDDClassificação Decimal de Dewey - CDD
Classificação Decimal de Dewey - CDD
Dayanne Araújo
 
Catalogao fonte
Catalogao fonteCatalogao fonte
Catalogao fonte
Andrielle Marques
 
Catalogação na Fonte
Catalogação na FonteCatalogação na Fonte
Catalogação na Fonte
Carla Ferreira
 
Desenvolvimento de Coleções
Desenvolvimento de ColeçõesDesenvolvimento de Coleções
Desenvolvimento de Coleções
Gesner Xavier
 
Os Rumos da Catalogação Contemporâneas: RDA: Resource Description Access
Os Rumos da Catalogação Contemporâneas: RDA: Resource Description AccessOs Rumos da Catalogação Contemporâneas: RDA: Resource Description Access
Os Rumos da Catalogação Contemporâneas: RDA: Resource Description Access
Universidade de São Paulo
 
Glossário de Biblioteconomia
Glossário de BiblioteconomiaGlossário de Biblioteconomia
Glossário de Biblioteconomia
Rodrigo Rocha
 
2 Desenvolvimento de coleções: política
2 Desenvolvimento de coleções: política2 Desenvolvimento de coleções: política
2 Desenvolvimento de coleções: política
Leticia Strehl
 
1ª aula indexacao 2013
1ª aula indexacao 20131ª aula indexacao 2013
1ª aula indexacao 2013
Gisele Dziekaniak
 
CDD
CDDCDD
Curiosidades da biblioteconomia
Curiosidades da biblioteconomiaCuriosidades da biblioteconomia
Curiosidades da biblioteconomia
Sheila Silveira
 
Fichamento do livro de VERGUEIRO, Waldomiro. Seleção de materiais de informaç...
Fichamento do livro de VERGUEIRO, Waldomiro. Seleção de materiais de informaç...Fichamento do livro de VERGUEIRO, Waldomiro. Seleção de materiais de informaç...
Fichamento do livro de VERGUEIRO, Waldomiro. Seleção de materiais de informaç...
Alessandra Aguiar
 
A Classificação Decimal de Dewey - CDD
A Classificação Decimal de Dewey - CDDA Classificação Decimal de Dewey - CDD
A Classificação Decimal de Dewey - CDD
Carla Façanha de Brito
 
Histórico da catalogação e da elaboração de bibliografias
Histórico da catalogação e da elaboração de bibliografiasHistórico da catalogação e da elaboração de bibliografias
Histórico da catalogação e da elaboração de bibliografias
Natallie Alcantara
 
Catalogacao aulas1
Catalogacao aulas1Catalogacao aulas1
Catalogacao aulas1
Fátima Costa
 

Mais procurados (20)

Introdução à Biblioteconomia para Bibliotecas Escolares
Introdução à Biblioteconomia para Bibliotecas EscolaresIntrodução à Biblioteconomia para Bibliotecas Escolares
Introdução à Biblioteconomia para Bibliotecas Escolares
 
A catalogação em +/- 60 minutos
A catalogação em +/- 60 minutosA catalogação em +/- 60 minutos
A catalogação em +/- 60 minutos
 
História do livro
História do livroHistória do livro
História do livro
 
Sistemas de classificação bibliográfica [perspectivas da biblioteconomia cont...
Sistemas de classificação bibliográfica [perspectivas da biblioteconomia cont...Sistemas de classificação bibliográfica [perspectivas da biblioteconomia cont...
Sistemas de classificação bibliográfica [perspectivas da biblioteconomia cont...
 
Novos produtos e serviços em bibliotecas
Novos produtos e serviços em bibliotecasNovos produtos e serviços em bibliotecas
Novos produtos e serviços em bibliotecas
 
Classificação Decimal Universal (aula completa)
Classificação Decimal Universal (aula completa)Classificação Decimal Universal (aula completa)
Classificação Decimal Universal (aula completa)
 
Classificação Decimal de Dewey - CDD
Classificação Decimal de Dewey - CDDClassificação Decimal de Dewey - CDD
Classificação Decimal de Dewey - CDD
 
Catalogao fonte
Catalogao fonteCatalogao fonte
Catalogao fonte
 
Catalogação na Fonte
Catalogação na FonteCatalogação na Fonte
Catalogação na Fonte
 
Desenvolvimento de Coleções
Desenvolvimento de ColeçõesDesenvolvimento de Coleções
Desenvolvimento de Coleções
 
Os Rumos da Catalogação Contemporâneas: RDA: Resource Description Access
Os Rumos da Catalogação Contemporâneas: RDA: Resource Description AccessOs Rumos da Catalogação Contemporâneas: RDA: Resource Description Access
Os Rumos da Catalogação Contemporâneas: RDA: Resource Description Access
 
Glossário de Biblioteconomia
Glossário de BiblioteconomiaGlossário de Biblioteconomia
Glossário de Biblioteconomia
 
2 Desenvolvimento de coleções: política
2 Desenvolvimento de coleções: política2 Desenvolvimento de coleções: política
2 Desenvolvimento de coleções: política
 
1ª aula indexacao 2013
1ª aula indexacao 20131ª aula indexacao 2013
1ª aula indexacao 2013
 
CDD
CDDCDD
CDD
 
Curiosidades da biblioteconomia
Curiosidades da biblioteconomiaCuriosidades da biblioteconomia
Curiosidades da biblioteconomia
 
Fichamento do livro de VERGUEIRO, Waldomiro. Seleção de materiais de informaç...
Fichamento do livro de VERGUEIRO, Waldomiro. Seleção de materiais de informaç...Fichamento do livro de VERGUEIRO, Waldomiro. Seleção de materiais de informaç...
Fichamento do livro de VERGUEIRO, Waldomiro. Seleção de materiais de informaç...
 
A Classificação Decimal de Dewey - CDD
A Classificação Decimal de Dewey - CDDA Classificação Decimal de Dewey - CDD
A Classificação Decimal de Dewey - CDD
 
Histórico da catalogação e da elaboração de bibliografias
Histórico da catalogação e da elaboração de bibliografiasHistórico da catalogação e da elaboração de bibliografias
Histórico da catalogação e da elaboração de bibliografias
 
Catalogacao aulas1
Catalogacao aulas1Catalogacao aulas1
Catalogacao aulas1
 

Destaque

História do livro
História do livroHistória do livro
História do livro
bebemposta
 
A EVOLUÇÃO DO LIVRO
A EVOLUÇÃO DO LIVROA EVOLUÇÃO DO LIVRO
A EVOLUÇÃO DO LIVRO
tecnologiasemsala
 
A evolução do livro -do papiro à internet
A evolução do livro -do papiro à internetA evolução do livro -do papiro à internet
A evolução do livro -do papiro à internet
Aparecida Moreira
 
Da antiguidade à atualidade
Da antiguidade à atualidadeDa antiguidade à atualidade
Da antiguidade à atualidade
Tiago94
 
As formas do livro
As formas do livroAs formas do livro
As formas do livro
Laura Klemz Guerrero
 
Historia Do Livro
Historia Do LivroHistoria Do Livro
Historia Do Livro
rositalima
 
Manual de processamento técnico
Manual de processamento técnico Manual de processamento técnico
Manual de processamento técnico
Monitor Científico FaBCI
 
Regras básicas para biblioteca
Regras básicas para bibliotecaRegras básicas para biblioteca
Regras básicas para biblioteca
Seduc MT
 
Atividades desenvolvidas na biblioteca
Atividades desenvolvidas na bibliotecaAtividades desenvolvidas na biblioteca
Atividades desenvolvidas na biblioteca
Escola Municipal Irmã Irma Zorzi
 
Livro, Leitura e Edição Digital: Contornos e Questões
Livro, Leitura e Edição Digital: Contornos e QuestõesLivro, Leitura e Edição Digital: Contornos e Questões
Livro, Leitura e Edição Digital: Contornos e Questões
Helder Mendes
 
História - Oriente Médio.
História - Oriente Médio.História - Oriente Médio.
História - Oriente Médio.
Carson Souza
 
Obras Raras
Obras RarasObras Raras
Obras Raras
Gessyca Lago
 
Exposição a história do livro
Exposição a história do livroExposição a história do livro
Exposição a história do livro
Biblioteca FOA
 
Egito Greco-Romano
Egito Greco-RomanoEgito Greco-Romano
Egito Greco-Romano
Doug Caesar
 
Apostila de material didático
Apostila de material  didático Apostila de material  didático
Apostila de material didático
LUIZ CLAUDIO BASSAM
 
Area de integração
Area de integraçãoArea de integração
Area de integração
Rafaela Henriques
 
Aula 3 biblioteca publica
Aula 3 biblioteca publicaAula 3 biblioteca publica
Aula 3 biblioteca publica
Biblio 2010
 
Arrumar livros
Arrumar livrosArrumar livros
Arrumar livros
carlaspimentas
 
C:\documents and settings\francisco\ambiente de trabalho\iluminuras
C:\documents and settings\francisco\ambiente de trabalho\iluminurasC:\documents and settings\francisco\ambiente de trabalho\iluminuras
C:\documents and settings\francisco\ambiente de trabalho\iluminuras
Frantito
 

Destaque (20)

História do livro
História do livroHistória do livro
História do livro
 
A EVOLUÇÃO DO LIVRO
A EVOLUÇÃO DO LIVROA EVOLUÇÃO DO LIVRO
A EVOLUÇÃO DO LIVRO
 
A evolução do livro -do papiro à internet
A evolução do livro -do papiro à internetA evolução do livro -do papiro à internet
A evolução do livro -do papiro à internet
 
Da antiguidade à atualidade
Da antiguidade à atualidadeDa antiguidade à atualidade
Da antiguidade à atualidade
 
As formas do livro
As formas do livroAs formas do livro
As formas do livro
 
Historia Do Livro
Historia Do LivroHistoria Do Livro
Historia Do Livro
 
Manual de processamento técnico
Manual de processamento técnico Manual de processamento técnico
Manual de processamento técnico
 
Regras básicas para biblioteca
Regras básicas para bibliotecaRegras básicas para biblioteca
Regras básicas para biblioteca
 
Atividades desenvolvidas na biblioteca
Atividades desenvolvidas na bibliotecaAtividades desenvolvidas na biblioteca
Atividades desenvolvidas na biblioteca
 
Livro, Leitura e Edição Digital: Contornos e Questões
Livro, Leitura e Edição Digital: Contornos e QuestõesLivro, Leitura e Edição Digital: Contornos e Questões
Livro, Leitura e Edição Digital: Contornos e Questões
 
História - Oriente Médio.
História - Oriente Médio.História - Oriente Médio.
História - Oriente Médio.
 
Obras Raras
Obras RarasObras Raras
Obras Raras
 
Exposição a história do livro
Exposição a história do livroExposição a história do livro
Exposição a história do livro
 
Egito Greco-Romano
Egito Greco-RomanoEgito Greco-Romano
Egito Greco-Romano
 
Apostila de material didático
Apostila de material  didático Apostila de material  didático
Apostila de material didático
 
Area de integração
Area de integraçãoArea de integração
Area de integração
 
A abertura dos sete selos
A abertura dos sete selosA abertura dos sete selos
A abertura dos sete selos
 
Aula 3 biblioteca publica
Aula 3 biblioteca publicaAula 3 biblioteca publica
Aula 3 biblioteca publica
 
Arrumar livros
Arrumar livrosArrumar livros
Arrumar livros
 
C:\documents and settings\francisco\ambiente de trabalho\iluminuras
C:\documents and settings\francisco\ambiente de trabalho\iluminurasC:\documents and settings\francisco\ambiente de trabalho\iluminuras
C:\documents and settings\francisco\ambiente de trabalho\iluminuras
 

Semelhante a História do livro e da biblioteca

História do livro final
História do livro   finalHistória do livro   final
História do livro final
jjsf1968
 
Seminário: Alexandria
Seminário: AlexandriaSeminário: Alexandria
Seminário: Alexandria
drielycristinefernandes
 
Bibliotecas pelo Mundo - Histórico
Bibliotecas pelo Mundo - HistóricoBibliotecas pelo Mundo - Histórico
Bibliotecas pelo Mundo - Histórico
Antonio Pinto Pereira
 
Bibliotecas antiguidadeidademédia.final
Bibliotecas antiguidadeidademédia.finalBibliotecas antiguidadeidademédia.final
Bibliotecas antiguidadeidademédia.final
Catia Scoto
 
5º a biblioteca de alexandria
5º a biblioteca de alexandria5º a biblioteca de alexandria
5º a biblioteca de alexandria
Ana Carlão
 
Apresentação - Apropriação do Livro
Apresentação -  Apropriação do LivroApresentação -  Apropriação do Livro
Apresentação - Apropriação do Livro
Mayara Borges
 
Workshop arcos de valdevez e as escritas do passado
Workshop   arcos de valdevez e as escritas do passadoWorkshop   arcos de valdevez e as escritas do passado
Workshop arcos de valdevez e as escritas do passado
Alexandra Vidal
 
Biblioteca
BibliotecaBiblioteca
A epopeia de gilgamesh
A epopeia de gilgameshA epopeia de gilgamesh
A epopeia de gilgamesh
Kariny Davis
 
A epopeiade gilgamesh-anonimo-martinsfontes
A epopeiade gilgamesh-anonimo-martinsfontesA epopeiade gilgamesh-anonimo-martinsfontes
A epopeiade gilgamesh-anonimo-martinsfontes
juliana alves
 
Bibliotecas do mundo
Bibliotecas do mundoBibliotecas do mundo
Bibliotecas do mundo
joaocarlosoliveiracamurca
 
Biblioteca de alexandria
Biblioteca de alexandriaBiblioteca de alexandria
Biblioteca de alexandria
Ana Carlão
 
Recursos digitais parte 1 [modo de compatibilidade]
Recursos digitais   parte 1 [modo de compatibilidade]Recursos digitais   parte 1 [modo de compatibilidade]
Recursos digitais parte 1 [modo de compatibilidade]
mariafilomenalr
 
Historia Do Livro
Historia Do LivroHistoria Do Livro
Historia Do Livro
Raymundo Aires Filho
 
A epopéia de gilgamesh (rev) anonimo
A epopéia de gilgamesh (rev)   anonimoA epopéia de gilgamesh (rev)   anonimo
A epopéia de gilgamesh (rev) anonimo
Profadriano01
 
A epopéia de gilgamesh (rev) anonimo
A epopéia de gilgamesh (rev)   anonimoA epopéia de gilgamesh (rev)   anonimo
A epopéia de gilgamesh (rev) anonimo
Profadriano01
 
A epopéia de gilgamesh (rev) anonimo
A epopéia de gilgamesh (rev)   anonimoA epopéia de gilgamesh (rev)   anonimo
A epopéia de gilgamesh (rev) anonimo
Profadriano01
 
A EpopéIa De Gilgamesh (Rev) Anonimo
A EpopéIa De Gilgamesh (Rev)   AnonimoA EpopéIa De Gilgamesh (Rev)   Anonimo
A EpopéIa De Gilgamesh (Rev) Anonimo
Willian Papp
 
A epopéia de gilgamesh (rev) anonimo
A epopéia de gilgamesh (rev)   anonimoA epopéia de gilgamesh (rev)   anonimo
A epopéia de gilgamesh (rev) anonimo
Profadriano01
 
A epopéia de gilgamesh (rev) anonimo
A epopéia de gilgamesh (rev)   anonimoA epopéia de gilgamesh (rev)   anonimo
A epopéia de gilgamesh (rev) anonimo
Margareth Rodrigues
 

Semelhante a História do livro e da biblioteca (20)

História do livro final
História do livro   finalHistória do livro   final
História do livro final
 
Seminário: Alexandria
Seminário: AlexandriaSeminário: Alexandria
Seminário: Alexandria
 
Bibliotecas pelo Mundo - Histórico
Bibliotecas pelo Mundo - HistóricoBibliotecas pelo Mundo - Histórico
Bibliotecas pelo Mundo - Histórico
 
Bibliotecas antiguidadeidademédia.final
Bibliotecas antiguidadeidademédia.finalBibliotecas antiguidadeidademédia.final
Bibliotecas antiguidadeidademédia.final
 
5º a biblioteca de alexandria
5º a biblioteca de alexandria5º a biblioteca de alexandria
5º a biblioteca de alexandria
 
Apresentação - Apropriação do Livro
Apresentação -  Apropriação do LivroApresentação -  Apropriação do Livro
Apresentação - Apropriação do Livro
 
Workshop arcos de valdevez e as escritas do passado
Workshop   arcos de valdevez e as escritas do passadoWorkshop   arcos de valdevez e as escritas do passado
Workshop arcos de valdevez e as escritas do passado
 
Biblioteca
BibliotecaBiblioteca
Biblioteca
 
A epopeia de gilgamesh
A epopeia de gilgameshA epopeia de gilgamesh
A epopeia de gilgamesh
 
A epopeiade gilgamesh-anonimo-martinsfontes
A epopeiade gilgamesh-anonimo-martinsfontesA epopeiade gilgamesh-anonimo-martinsfontes
A epopeiade gilgamesh-anonimo-martinsfontes
 
Bibliotecas do mundo
Bibliotecas do mundoBibliotecas do mundo
Bibliotecas do mundo
 
Biblioteca de alexandria
Biblioteca de alexandriaBiblioteca de alexandria
Biblioteca de alexandria
 
Recursos digitais parte 1 [modo de compatibilidade]
Recursos digitais   parte 1 [modo de compatibilidade]Recursos digitais   parte 1 [modo de compatibilidade]
Recursos digitais parte 1 [modo de compatibilidade]
 
Historia Do Livro
Historia Do LivroHistoria Do Livro
Historia Do Livro
 
A epopéia de gilgamesh (rev) anonimo
A epopéia de gilgamesh (rev)   anonimoA epopéia de gilgamesh (rev)   anonimo
A epopéia de gilgamesh (rev) anonimo
 
A epopéia de gilgamesh (rev) anonimo
A epopéia de gilgamesh (rev)   anonimoA epopéia de gilgamesh (rev)   anonimo
A epopéia de gilgamesh (rev) anonimo
 
A epopéia de gilgamesh (rev) anonimo
A epopéia de gilgamesh (rev)   anonimoA epopéia de gilgamesh (rev)   anonimo
A epopéia de gilgamesh (rev) anonimo
 
A EpopéIa De Gilgamesh (Rev) Anonimo
A EpopéIa De Gilgamesh (Rev)   AnonimoA EpopéIa De Gilgamesh (Rev)   Anonimo
A EpopéIa De Gilgamesh (Rev) Anonimo
 
A epopéia de gilgamesh (rev) anonimo
A epopéia de gilgamesh (rev)   anonimoA epopéia de gilgamesh (rev)   anonimo
A epopéia de gilgamesh (rev) anonimo
 
A epopéia de gilgamesh (rev) anonimo
A epopéia de gilgamesh (rev)   anonimoA epopéia de gilgamesh (rev)   anonimo
A epopéia de gilgamesh (rev) anonimo
 

Mais de Ana Glenyr

Dados, informação e conhecimento no contexto dos catálogos das bibliotecas un...
Dados, informação e conhecimento no contexto dos catálogos das bibliotecas un...Dados, informação e conhecimento no contexto dos catálogos das bibliotecas un...
Dados, informação e conhecimento no contexto dos catálogos das bibliotecas un...
Ana Glenyr
 
gestão participativa “Nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos”
gestão participativa “Nenhum  de  nós  é  tão  bom  quanto  todos  nós  juntos”gestão participativa “Nenhum  de  nós  é  tão  bom  quanto  todos  nós  juntos”
gestão participativa “Nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos”
Ana Glenyr
 
Biblioteca: convite ou intimidação?
Biblioteca: convite ou intimidação?Biblioteca: convite ou intimidação?
Biblioteca: convite ou intimidação?
Ana Glenyr
 
Apresentação de Livros - NBR 6029
Apresentação de Livros - NBR 6029Apresentação de Livros - NBR 6029
Apresentação de Livros - NBR 6029
Ana Glenyr
 
Biblioteca universitária: o paradigma da convergência
Biblioteca universitária: o paradigma da convergênciaBiblioteca universitária: o paradigma da convergência
Biblioteca universitária: o paradigma da convergência
Ana Glenyr
 
Estratégias de busca no Serviço de Referência
Estratégias de busca no Serviço de ReferênciaEstratégias de busca no Serviço de Referência
Estratégias de busca no Serviço de Referência
Ana Glenyr
 
Questão de referência
Questão de referênciaQuestão de referência
Questão de referência
Ana Glenyr
 
Dados informaçao conhecimento
Dados informaçao conhecimentoDados informaçao conhecimento
Dados informaçao conhecimento
Ana Glenyr
 
ISBN e direitos autorais
ISBN e direitos autoraisISBN e direitos autorais
ISBN e direitos autorais
Ana Glenyr
 
Pesquisa na internet: para iniciantes
Pesquisa na internet: para iniciantesPesquisa na internet: para iniciantes
Pesquisa na internet: para iniciantes
Ana Glenyr
 
Bibliotecas do sec. xxi rompendo paradigmas
Bibliotecas do sec. xxi rompendo paradigmasBibliotecas do sec. xxi rompendo paradigmas
Bibliotecas do sec. xxi rompendo paradigmas
Ana Glenyr
 

Mais de Ana Glenyr (11)

Dados, informação e conhecimento no contexto dos catálogos das bibliotecas un...
Dados, informação e conhecimento no contexto dos catálogos das bibliotecas un...Dados, informação e conhecimento no contexto dos catálogos das bibliotecas un...
Dados, informação e conhecimento no contexto dos catálogos das bibliotecas un...
 
gestão participativa “Nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos”
gestão participativa “Nenhum  de  nós  é  tão  bom  quanto  todos  nós  juntos”gestão participativa “Nenhum  de  nós  é  tão  bom  quanto  todos  nós  juntos”
gestão participativa “Nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos”
 
Biblioteca: convite ou intimidação?
Biblioteca: convite ou intimidação?Biblioteca: convite ou intimidação?
Biblioteca: convite ou intimidação?
 
Apresentação de Livros - NBR 6029
Apresentação de Livros - NBR 6029Apresentação de Livros - NBR 6029
Apresentação de Livros - NBR 6029
 
Biblioteca universitária: o paradigma da convergência
Biblioteca universitária: o paradigma da convergênciaBiblioteca universitária: o paradigma da convergência
Biblioteca universitária: o paradigma da convergência
 
Estratégias de busca no Serviço de Referência
Estratégias de busca no Serviço de ReferênciaEstratégias de busca no Serviço de Referência
Estratégias de busca no Serviço de Referência
 
Questão de referência
Questão de referênciaQuestão de referência
Questão de referência
 
Dados informaçao conhecimento
Dados informaçao conhecimentoDados informaçao conhecimento
Dados informaçao conhecimento
 
ISBN e direitos autorais
ISBN e direitos autoraisISBN e direitos autorais
ISBN e direitos autorais
 
Pesquisa na internet: para iniciantes
Pesquisa na internet: para iniciantesPesquisa na internet: para iniciantes
Pesquisa na internet: para iniciantes
 
Bibliotecas do sec. xxi rompendo paradigmas
Bibliotecas do sec. xxi rompendo paradigmasBibliotecas do sec. xxi rompendo paradigmas
Bibliotecas do sec. xxi rompendo paradigmas
 

Último

EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
Sandra Pratas
 
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
Sandra Pratas
 
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Caça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafosCaça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafos
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Mary Alvarenga
 
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptxSlide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
LeilaVilasboas
 
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Mary Alvarenga
 
apresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacionalapresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacional
shirleisousa9166
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
Mary Alvarenga
 
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
marcos oliveira
 
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Centro Jacques Delors
 
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptxLicao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
jetroescola
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Luzia Gabriele
 
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdfHistória das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
LeideLauraCenturionL
 
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptxA perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
marcos oliveira
 
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
Sandra Pratas
 
Guerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibéricaGuerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibérica
felipescherner
 
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdfCALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CristviaFerreira
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Colaborar Educacional
 
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 

Último (20)

FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
 
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
 
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
 
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Caça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafosCaça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafos
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
 
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptxSlide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
 
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
 
apresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacionalapresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacional
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
 
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
 
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
 
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptxLicao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
 
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdfHistória das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
 
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptxA perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
 
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
 
Guerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibéricaGuerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibérica
 
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdfCALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
 
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
 

História do livro e da biblioteca

  • 1. Escola Técnica Cristo Redentor Técnicas Biblioteconômicas Profa. Ana Godoy 2014/1
  • 2. "Dentre os instrumentos inventados pelo homem, o mais impressionante é, sem dúvida, o livro. Os demais são extensões de seu corpo. O microscópio e o telescópio são extensões da visão; o telefone uma extensão da voz e finalmente temos o arado e a espada, ambos extensões do braço. O livro, porém, é outra coisa. O livro é uma extensão da memória e da imaginação.“ Jorge Luis Borges (Aula proferida na Universidade de Belgrano 1978)
  • 3.   A história do livro possui cerca de 6 mil anos.  Diversos suportes foram utilizados para a humanidade realizar seus registros:  Ossos  Cascos de tartaruga  Barro  Madeira  Couro  Folhas O livro
  • 4.   Os homens sempre deixaram suas marcas, o registro de sua história  As paredes das cavernas poderiam ser consideradas o primeiro e original suporte destes registros? O que é um livro, afinal? As pinturas rupestres
  • 5. Bilbao, Espanha - pinturas paleolíticas de 25 mil anos
  • 6.   Reunião de folhas ou cadernos, cosidos ou por qualquer outra forma presos por um dos lados, e enfeixados ou montados em capa flexível ou dura. (Aurélio)  Uma coleção de folhas de papel, impressas ou não, cortadas, dobradas e reunidas em cadernos cujos dorsos são unidos por meio de colas, costura, etc., formando um volume que se recobre com capa resitente. (Houaiss)  Uma mensagem escrita (ou impressa) de tamanho considerável, destinada à circulação pública e registrada em materiais leves, porém duráveis o bastante para oferecerem relativa portabilidade (Britannica)  Publicação literária não periódica contendo mais de 48 páginas, sem contar as capas (Unesco, ABNT) Livro
  • 7. Livro de 1660, medindo 1,80 de altura. Mandado fazer por Charles II da Inglaterra ; obra de Johan Maurits de Nassau. Restaurador trabalhando na mais antiga edição do Al Corão
  • 8.   Os sumérios usavam placas de argila onde cunhavam (marcavam com cunhas) pictogramas, que evoluíram para um sistema primitivo de alfabeto. Os sumérios e a argila
  • 9. Epopeia ou Poema de Gilgamesh. Supõe-se que tenha sido escrita há mais de 2.500 anos a.C., embora a forma que nos chegou esteja registrada no Séc. VII a.C.
  • 10.   A Biblioteca de Nínive, também conhecida como Biblioteca de Assurbanipal, é uma coleção de milhares de placas em argila contendo textos em escrita cuneiforme sobre vários assuntos, a partir do 7º século a. C. Dentro desse acervo está a famosa Epopeia de Gilgamesh. Tal biblioteca é considerada a primeira da história , foi encontrada no século XIX por arqueólogos ingleses e se acredita ter sido fundada pelo rei assírio Assurbanipal II (séc.VII a. C.). Biblioteca de Nínive
  • 12.   Os babilônicos adotaram a escrita cuneiforme dos sumérios.  O Código de Hammurabi: monumento monolítico talhado em rocha de diorito, com 282 leis em 3600 linhas.  Os documentos escritos da Antiguidade destinavam- se à publicação de leis e feitos dos governantes. Os babilônicos
  • 13. Código de Hammurabi: primeiro código de leis da humanidade
  • 14.   ™Os gregos, a partir da escrita fenícia, são os inventores do alfabeto  ™Não foi obra do acaso que a filosofia tenha surgido na Grécia, mas decorrência direta da introdução do alfabeto  ™O registro escrito libera a energia, antes gasta com a memorização, para novas descobertas, favorecendo o acúmulo do saber e a criação do pensamento conceitual. Nesse cenário se dá o nascimento da prosa, que aparece como o veículo adequado a expressar as ciências emergentes: medicina, historiografia, geografia, além das reflexões de Platão e Aristételes Os gregos
  • 15.   Alexandre, o Grande, unificou o mundo antigo sob a cultura grega, criando o maior império conhecido até então.  Fundou a cidade de Alexandria, no delta do rio Nilo, no Egito  Seu sucessor, Ptolomeu II, criou a famosa biblioteca, que chegou a ter 700 mil volumes (séc. III a.C.).  Vários incêndios sucessivos deram fim à biblioteca A Biblioteca de Alexandria
  • 16.   Era dedicado especial cuidado ao conteúdo das obras, sendo anotados o número de linhas e informações sobre os autores  As obras eram compostas de rolos de papiro, chamados kilindros. Uma obra composta de vários kilindros chamava-se biblion.  Daí resulta o atual termo biblioteca. A biblioteca
  • 17. Reconstrução artística de Von Corven, baseado em evidências arqueológicas
  • 18.   A guerra – por três vezes; o fanatismo religioso- cristão e muçulmano -, por duas vezes.  391 d.C – O arcebispo cristão Teófilo incendiou propositalmente a segunda biblioteca de Alexandria, com 40 mil rolos, porque ela estava instalada num templo pagão de Serápis.  645 d.C – O conquistador muçulmano, califa Omar, respondeu a um de seus generais que lhe perguntou o que fazer com os famosos livros de Alexandria. Disse ele:  “Se o conteúdo estiver de acordo com o livro de Alá, podemos passar sem eles, porque o livro de Alá é mais do que suficiente. Se, por outro lado, eles contêm ideias que não estão de acordo com o livro de Alá, não há necessidade de preservá-los. Então, vá em frente e destrua-os.”  O cronista Ibn al-Kifti relata que os livros foram usados para aquecer os banhos públicos de Alexandria. Seis meses foram necessários para consumir todos os volumes. Quem queimou a biblioteca?
  • 19.   Para registrar seus documentos, largas folhas de palmeiras egípcias eram utilizadas, transformando-se depois no papiro que conhecemos hoje, que nada mais é do que o talo dessas mesmas folhas triturados, entrelaçados e secos.  Os escribas egípcios, de certa forma, já se preocupavam com o arranjo do texto na “página”, uma vez que escreviam em colunas e inseriam ilustrações em seus textos.  Após terminados, os papiros eram colados uns aos outros, e eram guardados enrolados – alguns chegavam a medir 20 metros de comprimento. Um mesmo rolo contava com diversos textos. Os egípcios e o papiro
  • 20. Papiro de Rhind ou papiro de Ahmes é um documento egípcio de cerca de 1650 a.C., onde um escriba de nome Ahmes detalha a solução de 85 problemas matemáticos
  • 21.   A utilização do papiro não ficou restrita ao Egito. Devido a sua praticidade de transporte, passou a ser utilizado por hebreus, babilônicos e pelos romanos.  O umbilicus era um cilindro de madeira ou marfim, onde se enrolava o papiro. As extremidades trabalhadas eram denominados cornua. O titulus era a etiqueta com o nome do documento.  Óleo de cedro era usado como conservante dos rolos de papiro e estes eram guardados em caixas de cipreste (madeira dura, resistente e aromática).  O pargaminho podia ser apagado com uma esponja e utilizdo novamente para escrever, o que se chavama palimpsesto.  Ao kilindros dos gregos, os romanos chamavam de volumen. O papiro e o Mundo Antigo
  • 22.   Os romanos usavam, além do papiro, um tipo de “facebook”... Escravos mensageiros eram responsáveis por fazer “circular” os recados escritos em tábuas de cera; após lidos os recados, a escrita era raspada e a tábua reutilizada Curiosidade...
  • 23. O "Facebook" da Roma Antiga
  • 24.   As casas dos romanos ricos possuíam bibliotecas. Na Villa dos Papiros em Herculano foram encontrados cerca de 2.000 rolos de papiro carbonizadas, escritos principalmente em grego. Muitos dos papiros encontrados estavam organizados em prateleiras. Pequenos retratos de meio corpo de escritores e filósofos antigos indicavam nas prateleiras subdivisões por autores.  "Adjacente a esta área há uma sala que adota uma forma curva, como um semicírculo, e seguindo o caminho diário do sol de cada janela. Em uma das paredes há um armário construído para servir como uma biblioteca que contém uma seleção não só digna de ser lida, mas de ser lida continuamente ". (Plínio, Ep. II, 17) Bibliotecas domésticas
  • 25.   Vitruvio, famoso arquiteto romano (séc. I a.C.), escreveu: “As bibliotecas devem ser orientados para o leste, uma vez que o uso desses quartos requer a luz do amanhecer; o que também irá evitar apodrecer os livros nas prateleiras. Se estiverem voltadas ao sul ou oeste, acabam por danificar-se em consequência das traças e da umidade” Arquitetura romana
  • 26. Mosaico do Mausoleu Gala Placidia, Ravenna
  • 27.   A substituição do papiro chegou, provavelmente, com Eumênio II, rei de Pérgamo (197-158 a.C.), na Ásia. Ele foi obrigado a pesquisar um novo tipo de base para seus documentos depois que Ptolomeu Epifânio, de Alexandria, proibiu a exportação do papiro. Surgiu então o pergaminho, ou pergamenum, a membrana pergamena. Uma pele de animal (geralmente de um carneiro) era esticada em um caixilho, seca, branqueada com giz, polida e alisada com pedra-pome. O pergaminho
  • 28. Pergaminho da Torá mais antigo, século XII (36 m de comprimento)
  • 29.   É na Biblioteca de Pergamo (hoje na atual Turquia) que estão arquivados os primeiros rolos de pergaminho.  Construída pelo rei Átalo I (-241/197) ou por seu sucessor, Eumenes II (reinou entre -197 e -159), chegou a ter quase 200.000 volumes (Plu. Ant. 58). O declínio da Biblioteca começou em -133, quando Pérgamo passou para o domínio romano. Biblioteca de Pergamo
  • 31.   Foi o pergaminho que possibilitou o desenvolvimento do codex (ancestral do livro contemporâneo), por meio da costura pelo vinco, sem que as folhas se rasgassem ou se desgastassem pelo manuseio.  O códice não necessita total imobilidade do leitor e inicia uma nova forma de catalogação, pois as obras agora podem ser feitas e arquivadas de forma independente. Os códices
  • 32.   Com o declínio do Império Romano e as guerras, o que escapa à destruição é reunido nos castelos e conventos.  Durante a Idade Média (séc. V a XII), os monges eram os únicos que sabiam ler e, principalmente escrever.  Nos conventos, os manuscritos eram conservados, copiados, traduzidos e ilustrados.  Uma coleção de 200 volumes já era considerada uma grande biblioteca. Códices
  • 35. Missal (livro litúrgico, que contém todas as celebrações da missa) , de 1470
  • 36. Arqueólogos britânicos estão a tentar autenticar o que poderá ser uma descoberta marcante na documentação do início do cristianismo: um tesouro de 70 códices de chumbo que parece datar do primeiro século DC, que podem incluir pistas chave para os últimos dias da vida de Jesus
  • 37.   O papel foi criado na China em data ainda não confirmada, variando entre 200 a.C. e 104 d.C., e era confeccionado com a casca da amoreira ou com o bambu cuja polpa esmagada era transformada em fibras, espalhada sobre um tecido e deixada assim para secar.  É chinês o livro mais antigo de que se tem notícia. O Diamond Sutra (Triptaka) é do ano de 868 d.C., e ficou escondido por muito tempo em uma caverna fechada no noroeste da China. Cânone do budismo Thervada fez uso de 130 mil tipos móveis de madeira para imprimir o livro em xilogravura. O papel chinês
  • 38.   O papel foi criado na China em data ainda não confirmada, variando entre 200 a.C. e 104 d.C., e era confeccionado com a casca da amoreira ou com o bambu cuja polpa esmagada era transformada em fibras, espalhada sobre um tecido e deixada assim para secar.  É chinês o livro mais antigo de que se tem notícia. O Diamond Sutra (Triptaka) é do ano de 868 d.C., e ficou escondido por muito tempo em uma caverna fechada no noroeste da China. Cânone do budismo Thervada fez uso de 130 mil tipos móveis de madeira para imprimir o livro em xilogravura. O papel chinês
  • 40. Livro em bambu: The Art of War, by Sun Tzu, 1772
  • 41.   Os segredos da técnica do papel somente foram descobertos no ocidente quando revelados aos árabes por prisioneiros chineses por volta do século VIII, espalhando-se assim pelos estados islâmicos.  Posteriormente mouros espanhóis levaram a técnica para a Europa, nos séculos XII e XIII. O papel no Ocidente
  • 42.   Livros são considerados objeto sagrado, que deveria ser tocado apenas por iniciados  Monges copistas  Imposição do silêncio: Ruminatio  Inquisição: livros proibidos  Index Librorum Prohibitorum  x Os monges copistas
  • 44. Index Librorum Prohibitorum - 1559 , Concílio de Trento (1545-1563)
  • 45.   No século XII surgem as Universidades e as bibliotecas monásticas deixam de ser únicos centros da vida intelectual.  Nas prateleiras destas bibliotecas, só tinha lugar para o livro selecionado, o bom, o exemplar.  A partir do século XVI os livros deixam de ser guardados na armaria e passam a ser acorrentados (catenatus) para permitir a consulta, evitando o roubo. As univesidades
  • 46. Fonte: VIANA, Michelângelo. A informação e a Biblioteca Universitária. Disponível em: <http://pt.slideshare.net/miquemv/ss-a-informao-e-a-biblioteca-universitria>. Acesso em 27 out. 2015
  • 47. Livros raros do final do século XVI e início do XVII Bodleian Library, University of Oxford
  • 48.   “Oficialmente” o primeiro livro impresso com tipos móveis, a Bíblia, foi produzido por Johannes Gutenberg, alemão nascido na cidade de Mogúncia, no ano de 1455. Essa tecnologia desenvolvida por Gutenberg derivou de seus conhecimentos em metais e de prensas utilizadas para esmagar uvas no processo de fabricação do vinho. A “invenção” da imprensa
  • 49.   Estima-se que até 1500 tenham sido impressos na Europa cerca de 8 milhões de exemplares de livros, superando-se em 50 anos o número de livros manuscritos nos mil anos anteriores.  Na primeira metade do século XVI, a Inquisição tenta controlar a situação  A biblioteca moderna, onde os livros estão principalmente para o uso do público, só chegou com a difusão da imprensa , no século XVI Idade Moderna
  • 50.   É neste contexto que se começam a constituir algumas grandes bibliotecas universitárias, como a Bodleiana em Oxford (uma das mais antigas da Grã- Bretanha, fundada em 1334, restaurada e reorganizada em 1598, por Thomas Bodley)  ™1444 – Biblioteca de Cambridge ™  1548 – Biblioteca de Coimbra ™  1551 – Biblioteca de Sevilha Bibliotecas Universitárias
  • 51.   “Oficialmente” o primeiro livro impresso com tipos móveis, a Bíblia, foi produzido por Johannes Gutenberg, alemão nascido na cidade de Mogúncia, no ano de 1455. Essa tecnologia desenvolvida por Gutenberg derivou de seus conhecimentos em metais e de prensas utilizadas para esmagar uvas no processo de fabricação do vinho.  A prensa de Gutenberg permitiu que o renascer do interesse pela aprendizagem e pelos clássicos na época do Renascimento, fosse transmitido de cultura em cultura. Esta fantástica invenção mudou drasticamente o mundo inteiro: para além de aperfeiçoar a escrita e facilitar a leitura, os textos poderiam facilmente ser feitos de uma forma rápida e eficaz. O mundo começava, assim, a partilhar o seu conhecimento. A “invenção” da imprensa
  • 53.   Facilitando a disseminação de tesouros intelectuais, tornou-se, obviamente, numa condição necessária para o rápido desenvolvimento das ciências na era moderna. Assim, não só a prensa de Gutenberg é inseparável do progresso da ciência moderna, como é ainda um factor indispensável quando se fala da educação das pessoas em geral: A Cultura e o Conhecimento, até então considerados privilégios aristocráticos apenas acessíveis a determinadas classes, passam a popularizar-se pela tipografia, dando, desta forma, oportunidades iguais para quem quisesse alargar os seus conhecimentos e instruir- se. A “revolução” da escrita
  • 55.   No século XVIII surgem as grandes Bibliotecas Nacionais  ™1661 – Biblioteca Real Sueca  ™1712 – Biblioteca Nacional da Espanha ™  1796 – Biblioteca Nacional de Portugal  ™1800 – Biblioteca do Congresso (EUA) ™  1807 – Biblioteca Nacional (Brasil) Bibliotecas Nacionais
  • 57.   1650 surgem os primeiros periódicos  1800 é fundada a Biblioteca do Congresso (EUA): a maior biblioteca do mundo atual.  1841 é criado o primeiro código de catalogação: Rules for the Compilation of the Catalog – Catalogue of printed books in British Museum  1969 surge a internet  1980 é desenvolvido o primeiro computador pessoal  1989 surge a world wide web Grandes marcos
  • 58.   1650 surgem os primeiros periódicos  1800 é fundada a Biblioteca do Congresso (EUA): a maior biblioteca do mundo atual.  1841 é criado o primeiro código de catalogação: Rules for the Compilation of the Catalog – Catalogue of printed books in British Museum  1969 surge a internet  1980 é desenvolvido o primeiro computador pessoal  1989 surge a world wide web Idade Contemporânea
  • 59. Biblioteca de Cincinati, 1889 (200 mil livros)
  • 61.   ™Livros como material de consumo  ™Multiculturalismo: variedade de documentação e suportes ™Explosão informacional  –+ de 1.000 títulos novos publicados a cada ano –+ de 3 bilhões de páginas na internet  –+ de 100 mil revistas científicas  ™Hoje uma única edição do Jornal The New York Times contém mais informação do que qualquer pessoa teria recebido durante toda a sua vida na Inglaterra do século XVII, segundo Richard Wurman em seu livro “Ansiedade de informação” (2011) Século XXI
  • 62.   Armazenamento da informação digital  ™Perenidade (curto e longo prazo) ™Autenticidade e confiabilidade ™Preservação da identidade e socialização ™Direitos Autorais e Acesso livre (Copyright)  ™Simultaneidade de funções (autor/ editor / leitor/difusor) Desafios
  • 63.  Quem lê tanta notícia?*  A informação, assim como a energia, tende a degenerar em entropia – em ruído, redundância e banalidade – à medida que a quantidade de informação ultrapassa a capacidade de dar significado. “Se quiser controlar a mente dos homens, negue toda informação a eles ou então os inunde de informação – o resultado é o mesmo. Inundem as pessoas de informação; elas pensarão que são livres [...] Informação não digerida não é informação, mas a ilusão de que que você teve acesso a ela, mesmo que não lhe tenha trazido benefício algum” (WURMAN, 2011) Caetano Veloso, Alegria, alegria (1968)
  • 64.  Big data  ™Dados estimados sobre a produção mundial de conteúdo digital apontam para a cifra de 281 bilhões de gigabytes gerados apenas no ano de 2007, ou seja, quase 50 gigabytes para cada ser humano vivo. Isto equivale a mais de cinco milhões de vezes o conteúdo de todos os livros já escritos.  ™Comparados com os cerca de 50 milhões de minutos da vida de uma pessoa longeva, já temos hoje seguramente muito mais conteúdo disponível do que um ser humano poderia assistir, se decidisse dedicar toda a sua vida para tal
  • 65.   Em 2008 a biblioteca da PUCRS inaugurou os serviços automatizados de empréstimo e devolução  Em 2013 foi inaugurada em San Antonio (Texas, EUA), a primeira biblioteca pública sem livros físicos Biblioteca do futuro?
  • 67. BiblioTech - San Antonio, EUA