História da Comunicação Grupo 1 Kênia Guedes Valdênio Leite Camila Aires Samuel Lima
Da informação oral
Pinturas rupestres
Pinturas rupestres
Escrita asteca
Quipus (inca – Peru)
Quipus (inca – Peru)
Comunicação manuscrita em Roma
Actas diurnas (Roma antiga)
Actas diurnas (Roma antiga)
Imperador Júlio César
Não existiam correios públicos. Papiro e pergaminhos eram caros! Planta do papiro
Comunicação verbal das notícias A maioria das pessoas lia as  actas  em pé, e assim as notícias iam se espalhando no boca-a-boca normal de uma cidade do porte de Roma, centro do império.
O Livro em Roma
Carta em Roma Como as actas tinham feição oficial e tendenciosa, as informações passaram a ocorrer através das cartas, que ocuparam então o lugar dos jornais e prestavam os mesmos serviços
Idade Média
Regresso ao verbalismo Na Idade média regrediu a informação à era heróica dos rapsodos, transitando as novidades de boca em boca, na poesia e no canto dos troveiros e jograis
Jograis
Trovadores
Trovadores
Canções O canto era a forma de propagação mais usada . Os trovadores se encarregavam de fazer a ‘reportagem’ dos acontecimentosmais ou menos escandalosos da época
Cantigas mordazes dos portugueses Garcia de Resende
Ação política dos jograis na Inglaterra Robin Hood
Ação política dos jograis na Inglaterra John Wycliffe
Realidade, lendas e gestas Na linguagem da cavalaria, gesta significa  família ; a   família heróica. Originalmente queria dizer  crônicas ou anais . TÁVOLA REDONDA
Espírito cavaleiroso em Portugal Nos saraus palacianos, liam-se alto as aventuras novelescas. Dom Duarte chegou a regrar que se deviam ler “de começo, pouco, passo, e bem apontado. Um número incontável de histórias das canções populares foram publicadas em romanceiros.
Literatura de cordel Sofre influência das histórias heróicas do resto do continente
Da informação escrita
Renascimento Com a saída das trevas medievais, cedia a informação oral o passo à informação escrita. Gerou uma sede crescente por conhecimento e informação, mas estas não tinham meios adequados para projetar fatos presentes, limitando-se aos mais novos.
O repórter Jean Froissart Gostava de utilizar-se do testemunho pessoal das pessoas para escrever. “ Onde quer que eu fosse, inqueria os antigos cavaleiros e escudeiros, partes em feitos de armas e capazes de os narrar, e bem assim os arautos, para verificar a contrastar todas as matérias”.
Fernão Mendes Pinto Produziu ‘reportagens’ entre 1537 e 1558, nas quais relata sua passagem por partes da Índia, Etiópia, Arábia, China, Tartária, Macássar, Sumatra e outras províncias. Poucos acreditam em seus relatos, e passa por mentiroso!
Produção de papiro, pergaminho e papel papiro Charta damascena
Texto em pano
Pergaminhos em couro palimpsesto
O papel em Portugal PERGAMINHO
Início da produção de papel Em 1411, João I permitiu, por Carta Régia, a Gonçalo Lourenço de Gomide, homem da Corte, que “… em dois assentamentos velhos que em outro tempo foram moinhos que estão no termo e na ribeira da nossa vila de Leiria … junto à ponte dos caniços…” instalasse“…engenhos de fazer ferro, serrar madeira, pisar burel e  fazer papel  ou outras coisas que se façam com o artifício da água… contando que não sejam moinhos de pão…”.
O papel no Brasil Papel artesanal Século XIX
No Brasil a primeira utilização do papel de que se tem notícia é a carta de Pero Vaz de Caminha a Portugal, sobre a descoberta da "Terra das Índias".  O papel no Brasil
Era destinado a embrulhos, raras cartas e escasso expediente oficial – vindo de Lisboa. Entretanto, em 16 de novembro de 1809, o franciscano José Mariano da Conceição Veloso, conseguiu produzir papel a partir de embira (casca de plantas). A empreita, contudo, não vingou. O papel no Brasil
O papel no Brasil A primeira fábrica de  papel  no  Brasil  entre 1809 e 1810 no Andaraí Pequeno (Rio de Janeiro), foi construída por Henrique Nunes Cardoso e Joaquim José da Silva, industriais portugueses transferidos para o  Brasil . Deve ter começado a funcionar entre 181O e 1811, e pretendia trabalhar com fibra vegetal.  Outra fábrica aparece no Rio de Janeiro, montada por André Gaillard em 1837 e logo em seguida em 1841, tem início a de Zeferino Ferraz, instalada na freguesia do Engenho Velho. O português Moreira de Sá proclama a precedência da descoberta do  papel  de pasta de madeira como estudo de seu laboratório, e produto de sua fábrica num soneto de sua autoria, dedicado aos príncipes D. João e Dona Carlota Joaquina impresso na primeira amostra assim fabricado.
Palimpsesto A palavra deriva do  grego antigo  παλίμψηστος / palímpsêstos ou seja, "riscar de novo" (πάλιν, "de novo" e ψάω, "riscar") designa um  pergaminho  (ou  papiro ) cujo texto foi eliminado para permitir a reutilização.
Palimpsesto Era comum o reaproveitamento das folhas de couro; com isto, muita coisa da história da humanidade se perdeu!
Depredação de manuscritos Textos únicos e raros foram perdidos por causa da intolerância religiosa; O marquês de Montferrand lançou ao fogo, em 1225, uma livraria inteira, que montara por quase 40 anos! Até universidades aplicaram o expediente da censura e destruição de livros! Alguns furtos de obras, embora inicialmente se pensem negativos, serviram para livrar vários manuscritos do fogo!
Constantin von Tischendorf, em 1844, salvou do fogo folhas  de pergaminho que estavam destinadas a alimentar a lareira em um Mosteiro. 11 anos depois voltou ao mosteiro e encontrou todo um evangelho, que hoje está no Museu Britânico.
Francesco Petrarca, um pouco mais para atrás na história, pagava homens para procurarem obras literárias em conventos e mosteiros.
Apógrafos, decorações e encadernações Na idade Média, por conta do preço do pergaminho, do papel e do papiro, as cópias (apógrafos) eram muito caras. Para valorizá-las ainda mais, eram feitos adornos nos livros (decorações), bem como havia encadernações especialmente talhadas e que tornavam a obra mais valiosa. O esmero na cópia também era valorizado. Dizia-se que cada letra desenhada tinha o poder de remir o pecado do copista no outro mundo.
Exemplos
Exemplo
Exemplos
Canetas medievais

História da comunicacao info oral e escrita

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    História da ComunicaçãoGrupo 1 Kênia Guedes Valdênio Leite Camila Aires Samuel Lima
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    Não existiam correiospúblicos. Papiro e pergaminhos eram caros! Planta do papiro
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    Comunicação verbal dasnotícias A maioria das pessoas lia as actas em pé, e assim as notícias iam se espalhando no boca-a-boca normal de uma cidade do porte de Roma, centro do império.
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    Carta em RomaComo as actas tinham feição oficial e tendenciosa, as informações passaram a ocorrer através das cartas, que ocuparam então o lugar dos jornais e prestavam os mesmos serviços
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    Regresso ao verbalismoNa Idade média regrediu a informação à era heróica dos rapsodos, transitando as novidades de boca em boca, na poesia e no canto dos troveiros e jograis
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    Canções O cantoera a forma de propagação mais usada . Os trovadores se encarregavam de fazer a ‘reportagem’ dos acontecimentosmais ou menos escandalosos da época
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    Cantigas mordazes dosportugueses Garcia de Resende
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    Ação política dosjograis na Inglaterra Robin Hood
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    Ação política dosjograis na Inglaterra John Wycliffe
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    Realidade, lendas egestas Na linguagem da cavalaria, gesta significa família ; a família heróica. Originalmente queria dizer crônicas ou anais . TÁVOLA REDONDA
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    Espírito cavaleiroso emPortugal Nos saraus palacianos, liam-se alto as aventuras novelescas. Dom Duarte chegou a regrar que se deviam ler “de começo, pouco, passo, e bem apontado. Um número incontável de histórias das canções populares foram publicadas em romanceiros.
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    Literatura de cordelSofre influência das histórias heróicas do resto do continente
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    Renascimento Com asaída das trevas medievais, cedia a informação oral o passo à informação escrita. Gerou uma sede crescente por conhecimento e informação, mas estas não tinham meios adequados para projetar fatos presentes, limitando-se aos mais novos.
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    O repórter JeanFroissart Gostava de utilizar-se do testemunho pessoal das pessoas para escrever. “ Onde quer que eu fosse, inqueria os antigos cavaleiros e escudeiros, partes em feitos de armas e capazes de os narrar, e bem assim os arautos, para verificar a contrastar todas as matérias”.
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    Fernão Mendes PintoProduziu ‘reportagens’ entre 1537 e 1558, nas quais relata sua passagem por partes da Índia, Etiópia, Arábia, China, Tartária, Macássar, Sumatra e outras províncias. Poucos acreditam em seus relatos, e passa por mentiroso!
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    Produção de papiro,pergaminho e papel papiro Charta damascena
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    O papel emPortugal PERGAMINHO
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    Início da produçãode papel Em 1411, João I permitiu, por Carta Régia, a Gonçalo Lourenço de Gomide, homem da Corte, que “… em dois assentamentos velhos que em outro tempo foram moinhos que estão no termo e na ribeira da nossa vila de Leiria … junto à ponte dos caniços…” instalasse“…engenhos de fazer ferro, serrar madeira, pisar burel e fazer papel ou outras coisas que se façam com o artifício da água… contando que não sejam moinhos de pão…”.
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    O papel noBrasil Papel artesanal Século XIX
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    No Brasil aprimeira utilização do papel de que se tem notícia é a carta de Pero Vaz de Caminha a Portugal, sobre a descoberta da "Terra das Índias". O papel no Brasil
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    Era destinado aembrulhos, raras cartas e escasso expediente oficial – vindo de Lisboa. Entretanto, em 16 de novembro de 1809, o franciscano José Mariano da Conceição Veloso, conseguiu produzir papel a partir de embira (casca de plantas). A empreita, contudo, não vingou. O papel no Brasil
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    O papel noBrasil A primeira fábrica de papel no Brasil entre 1809 e 1810 no Andaraí Pequeno (Rio de Janeiro), foi construída por Henrique Nunes Cardoso e Joaquim José da Silva, industriais portugueses transferidos para o Brasil . Deve ter começado a funcionar entre 181O e 1811, e pretendia trabalhar com fibra vegetal. Outra fábrica aparece no Rio de Janeiro, montada por André Gaillard em 1837 e logo em seguida em 1841, tem início a de Zeferino Ferraz, instalada na freguesia do Engenho Velho. O português Moreira de Sá proclama a precedência da descoberta do papel de pasta de madeira como estudo de seu laboratório, e produto de sua fábrica num soneto de sua autoria, dedicado aos príncipes D. João e Dona Carlota Joaquina impresso na primeira amostra assim fabricado.
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    Palimpsesto A palavraderiva do grego antigo παλίμψηστος / palímpsêstos ou seja, "riscar de novo" (πάλιν, "de novo" e ψάω, "riscar") designa um pergaminho (ou papiro ) cujo texto foi eliminado para permitir a reutilização.
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    Palimpsesto Era comumo reaproveitamento das folhas de couro; com isto, muita coisa da história da humanidade se perdeu!
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    Depredação de manuscritosTextos únicos e raros foram perdidos por causa da intolerância religiosa; O marquês de Montferrand lançou ao fogo, em 1225, uma livraria inteira, que montara por quase 40 anos! Até universidades aplicaram o expediente da censura e destruição de livros! Alguns furtos de obras, embora inicialmente se pensem negativos, serviram para livrar vários manuscritos do fogo!
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    Constantin von Tischendorf,em 1844, salvou do fogo folhas de pergaminho que estavam destinadas a alimentar a lareira em um Mosteiro. 11 anos depois voltou ao mosteiro e encontrou todo um evangelho, que hoje está no Museu Britânico.
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    Francesco Petrarca, umpouco mais para atrás na história, pagava homens para procurarem obras literárias em conventos e mosteiros.
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    Apógrafos, decorações eencadernações Na idade Média, por conta do preço do pergaminho, do papel e do papiro, as cópias (apógrafos) eram muito caras. Para valorizá-las ainda mais, eram feitos adornos nos livros (decorações), bem como havia encadernações especialmente talhadas e que tornavam a obra mais valiosa. O esmero na cópia também era valorizado. Dizia-se que cada letra desenhada tinha o poder de remir o pecado do copista no outro mundo.
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