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COMPONENTE:
 Gildete Oliveira Leal
CRIANÇA E CRIMINALIDADE NO INÍCIO
DO SÉCULO XX.
MARCO ANTÔNIO CABRAL DOS SANTOS
O capítulo trás abordagens de revistas, álbuns, e
outros livros que condizem com a criminalidade
ocorrente no século XX, onde o grande número
de menores criminosos ameaçavam
constantemente a ordem pública e a
tranquilidade das famílias paulistanas.
Recorre-se no livro, a preocupação das
autoridades governamentais pelo alto
índice de delitos que estavam sendo
sucedidos pelos menores em todo país,
principalmente em São Paulo.
O medo era os perigos e ameaças que as
ruas das cidades escondiam, com seus
enormes contingentes de menores que,
pela prática da vagabundagem,
aterrorizavam os cidadãos paulistanos.
Pois travava-se de inserir as crianças naquele
cotidiano que se transformava devido aos
novos padrões de convívio impostos pela
modernidade, padrões estes estabelecidos e
permeados pela industrialização, urbanização
e crescente pauperização das camadas
populares.
Paralelamente, a recém-instaurada República
tecia e estruturava os símbolos de um novo
país sob a pecha da “ordem” e do “progresso”
impulsionada pelo nacionalismo que desde a
década de 1880 ecoava em prol da
industrialização.
Por isso, a busca pelo trabalhador ideal não
cessava, hostilizando-se assim, não o negro –
representante de um passado a esquecer –,
como também os imigrantes portadores de
ideias “nocivas” á ordem social, nesse
contexto, verifica-se o surgimento ou
agravamento de crises sociais que outrora
eram pouco relevantes no cotidiano da cidade
Paulistana.
A criminalidade avolumara-se e tornara-se
uma faceta importante daquele cotidiano, quer
pela vivência dos fatos materiais, quer pela
interiorização da insegurança que em maior ou
menor grau atingia as pessoas.
O aumento da ocorrência de crimes é
acompanhado pelo aumento e especialização
dos mecanismos de repressão, gerando uma
maior incidência de conflitos urbanos, numa
clara manifestação do agravamento das
tenções sociais.
BRINCANDO NA HISTÓRIA:
RAQUEL ZUMBANO ALTMAN
O capítulo trás varias abordagens sobre os ciclo
da vida da criança, onde no começo, a criança é
seu próprio brinquedo, a mãe é seu brinquedo, o
espaço é seu brinquedo, o espaço que a cerca,
tudo é brinquedo, tudo é brinquedo.
A folha verde que balança ao vento, a borboleta
que bate as asas, o barulho da chuva, o farfalhar
dos passos sobre as folhas secas espalhadas
pelo chão, as vozes dos animais, o brilho do sol,
a claridade da lua fazem parte, com certeza, das
descobertas do indiozinho que há muito mais de
quentinhos anos nascia no Brasil.
Esse capítulo trás ideologias do autor, e diferentes
concepções do que é ser criança e de como
viviam as crianças, acompanhando os pais à caça
e à pesca, de tão hábeis que eram e mostram-se
caçadoras consumadas.
Com seu arco e flecha, um menino de dois, três
anos ensaiavam suas habilidades usando
pássaros e andorinhas, como alvo logo se incluía
os cães, cedo as crianças aprendiam a fazer
canoas de uma só casca, e juntamente com seus
pais remavam com suas próprias mãos.
O capítulo tanto expressa como trás conteúdos
sobre os brinquedos que foram fabricados na
história do Brasil, como por exemplo: O
bodoque, a peteca, alçapão, o jogo do jaguar,
jogo do peixe pacu, jogo do casamento, entre
outros...
Percebe-se que hoje a nossa realidade trás
costumes e hábitos bastantes diferentes.
Apesar das culturas distintas que existem no
Brasil, atualmente temos apenas lembranças
desses momentos em que a criança vivia a
inocência de criança, e brincava como deveria
se brincar uma criança, pois hoje em dia a
modernidade tomou conta do nosso espaço e
as tecnologias vem ganhando auge pelos
menores cada vez mais.
CRIANÇAS OPERÁRIAS NA RECÉM-
INDUSTRIALIZADA SÃO PAULO
ESMERALDA BLANCO BOLSONARO DE MOURA
O capítulo retrata a implantação da indústria e
sua consequente expansão que norteou o
destino de parcela significativa de crianças e
também de adolescentes nas camadas
economicamente oprimidas em São Paulo,
como havia norteado em outras partes do
mundo. E, como em outras partes do mundo, o
trabalho infantojuvenil em São Paulo imprimiria,
talvez mais do que qualquer outra questão,
legitimidade ao movimento operário.
Período em que a humanidade se movimenta em
busca de novos caminhos, em demanda de outras
cidades, de outros países, de outros continentes, de
novas oportunidades.
A classe operaria paulistana formou-se portanto, sob o
signo da imigração, sobretudo a italiana, que
emprestaria a bairros como o Brás, onde o operariado
tenderia a concentrar-se, os tons da italianidade.
Muitos dentre esses operários eram CRIANÇAS E
ADOLECENETES.
A presença de crianças e adolescentes no trabalho
industrial tornou-se, talvez, o referencial mais
importante de que a pobreza não deixara de rondar as
famílias de muitos e muitos imigrantes, cuja precária
sobrevivência dependia em parte do trabalho dos
próprios filhos.
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HISTÓRIA DAS CRIANÇAS NO BRASIL

  • 1.
  • 2.
  • 4. CRIANÇA E CRIMINALIDADE NO INÍCIO DO SÉCULO XX. MARCO ANTÔNIO CABRAL DOS SANTOS O capítulo trás abordagens de revistas, álbuns, e outros livros que condizem com a criminalidade ocorrente no século XX, onde o grande número de menores criminosos ameaçavam constantemente a ordem pública e a tranquilidade das famílias paulistanas.
  • 5. Recorre-se no livro, a preocupação das autoridades governamentais pelo alto índice de delitos que estavam sendo sucedidos pelos menores em todo país, principalmente em São Paulo. O medo era os perigos e ameaças que as ruas das cidades escondiam, com seus enormes contingentes de menores que, pela prática da vagabundagem, aterrorizavam os cidadãos paulistanos.
  • 6. Pois travava-se de inserir as crianças naquele cotidiano que se transformava devido aos novos padrões de convívio impostos pela modernidade, padrões estes estabelecidos e permeados pela industrialização, urbanização e crescente pauperização das camadas populares. Paralelamente, a recém-instaurada República tecia e estruturava os símbolos de um novo país sob a pecha da “ordem” e do “progresso” impulsionada pelo nacionalismo que desde a década de 1880 ecoava em prol da industrialização.
  • 7. Por isso, a busca pelo trabalhador ideal não cessava, hostilizando-se assim, não o negro – representante de um passado a esquecer –, como também os imigrantes portadores de ideias “nocivas” á ordem social, nesse contexto, verifica-se o surgimento ou agravamento de crises sociais que outrora eram pouco relevantes no cotidiano da cidade Paulistana.
  • 8. A criminalidade avolumara-se e tornara-se uma faceta importante daquele cotidiano, quer pela vivência dos fatos materiais, quer pela interiorização da insegurança que em maior ou menor grau atingia as pessoas. O aumento da ocorrência de crimes é acompanhado pelo aumento e especialização dos mecanismos de repressão, gerando uma maior incidência de conflitos urbanos, numa clara manifestação do agravamento das tenções sociais.
  • 9. BRINCANDO NA HISTÓRIA: RAQUEL ZUMBANO ALTMAN O capítulo trás varias abordagens sobre os ciclo da vida da criança, onde no começo, a criança é seu próprio brinquedo, a mãe é seu brinquedo, o espaço é seu brinquedo, o espaço que a cerca, tudo é brinquedo, tudo é brinquedo. A folha verde que balança ao vento, a borboleta que bate as asas, o barulho da chuva, o farfalhar dos passos sobre as folhas secas espalhadas pelo chão, as vozes dos animais, o brilho do sol, a claridade da lua fazem parte, com certeza, das descobertas do indiozinho que há muito mais de quentinhos anos nascia no Brasil.
  • 10. Esse capítulo trás ideologias do autor, e diferentes concepções do que é ser criança e de como viviam as crianças, acompanhando os pais à caça e à pesca, de tão hábeis que eram e mostram-se caçadoras consumadas. Com seu arco e flecha, um menino de dois, três anos ensaiavam suas habilidades usando pássaros e andorinhas, como alvo logo se incluía os cães, cedo as crianças aprendiam a fazer canoas de uma só casca, e juntamente com seus pais remavam com suas próprias mãos.
  • 11. O capítulo tanto expressa como trás conteúdos sobre os brinquedos que foram fabricados na história do Brasil, como por exemplo: O bodoque, a peteca, alçapão, o jogo do jaguar, jogo do peixe pacu, jogo do casamento, entre outros... Percebe-se que hoje a nossa realidade trás costumes e hábitos bastantes diferentes. Apesar das culturas distintas que existem no Brasil, atualmente temos apenas lembranças desses momentos em que a criança vivia a inocência de criança, e brincava como deveria se brincar uma criança, pois hoje em dia a modernidade tomou conta do nosso espaço e as tecnologias vem ganhando auge pelos menores cada vez mais.
  • 12.
  • 13. CRIANÇAS OPERÁRIAS NA RECÉM- INDUSTRIALIZADA SÃO PAULO ESMERALDA BLANCO BOLSONARO DE MOURA O capítulo retrata a implantação da indústria e sua consequente expansão que norteou o destino de parcela significativa de crianças e também de adolescentes nas camadas economicamente oprimidas em São Paulo, como havia norteado em outras partes do mundo. E, como em outras partes do mundo, o trabalho infantojuvenil em São Paulo imprimiria, talvez mais do que qualquer outra questão, legitimidade ao movimento operário.
  • 14. Período em que a humanidade se movimenta em busca de novos caminhos, em demanda de outras cidades, de outros países, de outros continentes, de novas oportunidades. A classe operaria paulistana formou-se portanto, sob o signo da imigração, sobretudo a italiana, que emprestaria a bairros como o Brás, onde o operariado tenderia a concentrar-se, os tons da italianidade. Muitos dentre esses operários eram CRIANÇAS E ADOLECENETES. A presença de crianças e adolescentes no trabalho industrial tornou-se, talvez, o referencial mais importante de que a pobreza não deixara de rondar as famílias de muitos e muitos imigrantes, cuja precária sobrevivência dependia em parte do trabalho dos próprios filhos.