O documento descreve a evolução histórica dos estudos linguísticos da Antiguidade até o século XIX. Na Antiguidade, os estudos se concentraram nos aspectos filosóficos e gramaticais da língua, divididos entre correntes naturalista e convencionalista. Na Idade Média, prevaleceu a manutenção das concepções antigas. No Renascimento, houve avanços na classificação de línguas e na gramática geral. Na Modernidade, o método histórico-comparativo levou à reconstrução