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GRÉCIA ANTIGA DAS ORIGENS AO PERÍODO ARCAICO
A CIVILIZAÇÃO GREGA Localização: Península Balcânica Condições geográficas: relevo acidentado, montanhoso e solo pouco fértil, isolava os vários grupos humanos locais, dificultando a comunicação e favorecendo a formação política predominante:  a Pólis. Costa litorânea muito recortada com bons portos favoreceram a navegação e o comércio.
PERÍODOS Período Pré-Homérico (2800 – 1100 a. C.)  – povoamento da Grécia. Período Homérico (1100 – 800 a. C.)  – poemas Ilíada e Odisséia. Período Arcaico (800 – 500 a.C)  – formação da pólis (cidade-Estado). Período Clássico (500 – 336 a.C)  – auge da pólis. Período Helenístico (336 – 146 a.C) –  decadência da pólis/ domínio Macedônico.
PERÍODO PRÉ-HOMÉRICO Caracterizado pelas invasões arianas: aqueus, eólios, jônios e dórios
PERÍODO PRÉ-HOMÉRICO séc. XX a.C – XV a. C Os mais antigos vestígios arqueológicos encontrados na Grécia atual dão indícios da existência de povos vivendo nessa região por volta de 2500 a.C.. Tais povos se mesclaram a outros que invadiram a região por volta de 2500 a.C.  Os aqueus foram os primeiros seguidos dos eólios e jônios. A convivência entre os povos do local e os invasores não era nada pacífica. Por volta de 1200 a.C. chegam os dórios.
Civilização Creto-Micênica (cretenses + aqueus): Cretenses: comércio marítimo, talassocracia (poder nas mãos de elite comerciante), escrita silábica (Linear A e Linear B), destaque para as mulheres; Micênicos: Grécia Continental – aqueus. Conquistaram os cretenses, porém assimilaram alguns de seus valores culturais;
OS DÓRIOS Exímios guerreiros, saqueadores e conhecedores do ferro, enquanto os povos locais utilizavam apenas o bronze.Destruíram inúmeros centros urbanos.  A invasão dórica levou os gregos a fugirem, constituindo a  Primeira Diáspora Grega . Alguns dirigiram-se para as diversas ilhas vizinhas enquanto outros rumaram para o interior.
PERÍODO HOMÉRICO Caracterizado pela formação dos genos
PERÍODO HOMÉRICO séc. XV a.C – VIII a.C . Os tempos homéricos têm início com a invasão dos  dórios .  A denominação é devido às principais fontes que retratam o período, atribuídas a Homero: Ilíada (guerra de Tróia)  e Odisséia (narra as aventuras de Ulisses, herói grego).
PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS Pela organização em  GENOS , famílias coletivas que reuniam descendentes de um antepassado comum. Cada geno era chefiado pelo membro mais velho, o  pater , com autoridade militar, religiosa e política; Economia sustentada na agricultura e no pastoreio. A terra era propriedade coletiva. A produção destinava-se à subsistência da família. Comércio pouco desenvolvido e à base de trocas. Não havia desigualdade econômica e nem social.
DESINTEGRAÇÃO Por volta do séc. VIII a.C., iniciou-se o processo de desagregação das comunidades gentílicas. O crescimento populacional foi maior que o da produção, começou a faltar alimentos.  O  pater  passa a fazer a divisão de terras. Beneficiou seus parentes mais próximos, com os melhores lotes que foram transformados em propriedade privada.Surge uma nova classe: os  eupátridas  (os bem nascidos).  Aristoi  (os melhores)
PERÍODO ARCAICO Caracterizado pelo surgimento da PÓLIS
PERÍODO ARCAICO séc. VIII a.C – VI a.C. O período arcaico caracteriza-se por transformações políticas e sociais e consolidação das cidades-estados. (Atenas e Esparta) A Monarquia foi sendo substituída pela oligarquia (regime político fundado no exercício do poder por parte de um grupo reduzido de pessoas, pertencentes à mesma família ou grupo). Enriquecimento da aristocracia e acentuação da desigualdade social. Sociedade torna-se escravista (guerras e dívidas).
O SURGIMENTO DA PÓLIS As disputas entre proprietários e não-proprietários e daqueles que passam a se dedicar ao comércio, bem como os conflitos entre os vários genos resultaram na crescente instabilidade que motivou a união dos mais poderosos de vários genos, buscando um poder forte e controlador. Genos=fratria=tribo=demos(povo ou povoado),
AS PÓLIS Os novos grupos sociais, a propriedade privada e o surgimento do demos marcaram o advento da pólis (cidade-estado) grega. Ponto geográfico central a  acrópole  – local mais elevado da povoação, em torno da qual se desenvolveria um núcleo urbano. As cidades-estados logo seriam lideradas por um conselho de eupátridas.Cada cidade era governada por um rei, o  basileu.
EXPANSÃO COLONIAL Com a contínua expansão demográfica e escassez de terras, os gregos passaram a buscar novas áreas para sobreviver. Trata-se do início do processo de colonização grego no Mediterrâneo, o norte do mar negro, as costas asiáticas e o norte da África.  Esse processo ficou conhecido como  Segunda Diáspora Grega.
O COLONIALISMO As colônias eram autônomas e politicamente independentes, apesar de manterem vínculos com suas cidades de origem. O colonialismo provocou uma expansão da agricultura, da pecuária e do próprio artesanato. Houve desenvolvimento comercial.  A Grécia importava alimentos e matérias-primas e exportava produtos elaborados (vinho, azeite, cerâmica, etc.)
GRÉCIA –  ESPARTA E ATENAS A COLONIZAÇÃO COLABOROU PARA O DESENVOLVIMENTO DO URBANISMO: AS CIDADES-ESTADOS CUJA CARACTERÍSTICA PRINCIPAL É A AUTONOMIA ECONÔMICA E POLÍTICA
ESPARTA UMA CIDADE-ESTADO FECHADA, AGRÁRIA E OLIGÁRQUICA
ESPARTA Localização : Esparta situava-se na região da Lacônia, na Península do Peloponeso, numa planície fértil quer era uma exceção no conjunto geográfico grego. Essa planície apresentava-se isolada das regiões vizinhas por altas montanhas. Fundada  no século IX a.C. pelos Dórios, que logo submeteram os primeiros habitantes da região, a sociedade espartana teve um desenvolvimento semelhante aos das demais pólis gregas.
ECONOMIA A propriedade em Esparta era Estatal; a terra, dividida em lotes, era doada vitaliciamente aos espartanos e trabalhadas pelos hilotas. Era proibida a prática do comércio pelos espartanos, contribuindo para o monopólio comercial dos periecos (aqueus que habitavam a periferia).  Como comerciantes, os periecos completavam a economia da pólis, favorecendo a auto-suficiência espartana e a xenofobia (aversão ao estrangeiro).
SOCIEDADE A sociedade espartana era formada por:  Espartanos :  descendentes dos dórios e os únicos detentores de terras e de poder político; Periecos :aqueus livres que não tinham direitos políticos e que deveriam participar do exército quando necessário.(comerciantes e artesãos). Hilotas :  aqueus escravizados nas guerras messênicas. Não possuíam direitos políticos.
LEGISLAÇÃO A legislação espartana teria sido criada por  Licurgo , personagem legendária, e se baseava no monopólio político dos cidadãos-guerreiros, os espartanos, e na marginalização dos demais – muito embora os periecos tivessem obrigações militares em caso de guerra.
POLÍTICA Politicamente, Esparta era baseada na oligarquia. Diarquia:   formada por dois reis, com autoridade religiosa e militar; Gerúsia : também conhecida como conselho dos Anciãos, era composto por 28 esparciatas com mais de  60 anos. Fiscalizavam a administração e decidiam sobre a maior parte dos assuntos do governo; Ápela :  era a Assembléia popular, formada pelos cidadãos com mais de 30 anos. Sua principal função era eleger os éforos. Eforado :  composto por cinco éforos, com mandato de um ano. Eram os verdadeiros administradores da cidade. Fiscalizavam os reis, controlavam o sistema educacional e distribuíam a propriedade entre os esparciatas.
EDUCAÇÃO O Estado se encarregava da educação dos espartanos, baseada no aprimoramento físico. O espartano deveria estar sempre pronto para a revolta dos seus servos. O incentivo ao crescimento demográfico era inócuo, pois o rigor da educação eliminava a maioria dos jovens, sobrevivendo apenas os mais fortes e resistentes.
Educação espartana: A sociedade espartana era conservadora, a educação era voltada para o militarismo, obediência a regras e vigor físico, e isso impunha um código moral bastante severo. A criança ao nascer era examinada por um conselho de cidadãos, que avaliava sua condição física, caso houvesse alguma deficiência era atirada em um desfiladeiro. Crianças eram entregues ao estado a partir dos sete anos, para prepará-las para a educação militar, garantindo a proteção da cidade e a ordem interna. A obrigação da mulher era a de gerar filhos saudáveis para servir ao Estado,praticavam exercícios que lhes garantissem uma vida forte e saudável.
ATENAS ABERTA AO COMÉRCIO, RICA, DINÂMICA E DEMOCRÁTICA, APRESENTAVA-SE O OPOSTO DE ESPARTA
ATENAS O BERÇO DA DEMOCRACIA : Atenas destacou-se como o maior centro cultural, político e econômico da Grécia. Cidade de origem jônica, tornou-se m padrão de desenvolvimento para as cidades-estado  gregas Localização : na Ática, nas proximidades do mar Egeu.
SOCIEDADE Atenas era formada pelas seguintes camadas sociais. Eupátridas :  os bem nascidos, camada aristocrática que detinha os privilégios, constituída pelos grandes proprietários de terras; Georgóis , pequenos proprietários de terras em regiões pouco férteis; Thetas : não possuíam terras. Eram trabalhadores assalariados; Demiurgos :  artesãos e comerciantes concentrados no litoral; Metecos : estrangeiros que moravam em Atenas dedicando-se ao comércio e ao artesanato. Não possuíam direitos políticos e nem podiam comprar terras. Escravos : prisioneiros de guerra ou por dívidas;
ECONOMIA A base da economia ateniense era o  comércio . A produção agrícola ficava a cargo dos pelos escravos.  A manutenção da escravidão na cidade foi fundamental tanto para o desenvolvimento da economia, como para a consolidação da democracia, possibilitando uma situação política mais equilibrada, na medida em que as camadas populares tiveram algumas de suas reivindicações atendidas. Ao preservar o trabalho escravo, a elite econômica tinha grande disponibilidade de seu tempo para participar das Assembléias e das demais atividades políticas.
POLÍTICA Monarquia aristocrática : primeira forma de governo   de Atenas, o poder era exercido por um rei: o basileu. Aos poucos o poder do rei foi limitado pelos eupátridas; Oligarquia : governo passou a ser exercido por um conselho de eupátridas (o Arcontado). O descontentamento popular, apoiado pelos ricos comerciantes(demiurgos)  foi se fortalecendo e impondo mudanças na ordem política tradicional. Para resolver os conflitos eram necessárias reformas.
Os aristocratas encarregaram  DRÁCON   de elaborar um código de leis escritas para a cidade. Eram leis rígidas, porém não conseguiram resolver os conflitos. Outro legislador,  SÓLON , propõe medidas mais radicais a fim de resolver os conflitos:  Aboliu a escravidão por dívidas; dividiu os cidadãos em quatro classes (baseada na riqueza)e determinou a relativa participação política de cada classe.
Continuando... Entretanto, as reformas de Sólon não conseguiram apaziguar os ânimos. Essa crise facilitou a tomada de poder pela força. Tirania : o período da tirania iniciou-se com Pisístrato. Esse tirano deu terras dos aristocratas aos pequenos proprietários, concedeu empréstimos aos fazendeiros, incentivou a colonização e o comércio, construiu obras públicas. Democracia : Clístenes, um outro tirano fez nascer a democracia ao aperfeiçoar a leis de Sólon.
DEMOCRACIA O direito de cidadania foi ampliado. Passaram a ser considerados cidadãos os filhos de pai ateniense.   Clístenes   criou a lei do  ostracismo , que era a condenação ao exílio de Atenas, por dez anos, às pessoas consideradas perigosas pelo Estado. A  democracia ateniense  atingiu se  apogeu  no século V a.C., com  Péricles , que governou 14 anos e promoveu Atenas tanto politicamente como culturalmente.
O governo democrático de Atenas era constituído da seguinte forma : Bulé   – assembléia encarregada da elaboração das leis. Eclésia  – votava as leis e escolhia os estrategos, encarregados de fazer executar as leis; Hiléia   – tribunais de justiça.
É importante lembrar que os cidadãos de Atenas representavam a minoria da sociedade . Não podiam participar da vida política as mulheres, os estrangeiros (que eram em grande número), os jovens e os escravos. Ao mesmo tempo em que se aperfeiçoavam as instituições democráticas, consolidava-se o escravismo.
DEMOCRACIA GREGA x ATUAL A democracia grega era direta e limitada aos ricos proprietários. O próprio cidadão defendia os seus interesses políticos. Nossa democracia é representativa, escolhemos os candidatos que vão nos representar. Todos com maior de 18 anos estão obrigados a exercer seus direitos políticos.
RESUMINDO..... ATENAS COSMOPOLITA ECONOMIA  MERCANTIL EDUCAÇÃO  P/ O CIDADÃO REG. POLÍTICO: DEMOCRACIA
ESPARTA XENOFOBIA ECONOMIA AGRÁRIA AUTOSUFICIENTE EDUCAÇÃO  P/ FORMAR O SOLDADO REG. POLÍTICO: OLIGARQUIA
RELIGIÃO É mais fácil dizer o que não foi a religião grega. Malfadada será a tentativa do estudioso de classificá-la, porque difere marcadamente de quase todas as crenças mais conhecidas.           Logo ao começo teria a surpresa da descoberta de que os gregos não possuíram escritos sagrados. Procuraria em vão dogmas, doutrinas e credos. A religião é mencionada nos antigos escritos. Toda página de Homero contém referências aos deuses, mas sua obra não pode ser considerada a bíblia grega.          Não tiveram escrituras sagradas nem grandes revelações aos homens dos desejos dos deuses. Reinava extraordinária familiaridade. Eram freqüentes as conversações entre deuses e homens, e nada raro o mortal queixar-se da divindade por haver faltado a promessas ou mesmo agido incorretamente. A literatura grega está repleta de relatos dos amores entre homens e deuses, dos deuses com mulheres terrenas.
No começo, o teatro grego não era apenas uma narração dramática, era um rito religioso em honra a Dionísio. Os teatros eram auditórios ao ar livre. A hora do início do espetáculo era o amanhecer. Muitas vezes os cidadãos assistiam a três tragédias, uma tragicomédia e uma comédia. O teatro era considerado parte da educação de  um grego. Em Atenas, o comércio era suspenso durante os festivais dramáticos. Os tribunais fechavam e os presos eram soltos. O preço da entrada era dispensado para quem não pudesse pagar; e até as mulheres que não podiam participar da maioria dos  acontecimentos públicos, eram bem  recebidas no teatro.
Filosofia Pode dividir-se a história da filosofia grega em três períodos:  I. Período pré-socrático (séc. VII-V a.C.)  -  Problemas cosmológicos. Período Naturalista: pré-socrático, em que o interesse filosófico é voltado para o mundo da natureza;  II. Período socrático (séc. IV a.C.)  - Problemas metafísicos. Período Sistemático ou Antropológico: o período mais importante da história do pensamento grego (Sócrates, Platão, Aristóteles), em que o interesse pela natureza é integrado com o interesse pelo espírito e são construídos os maiores sistemas filosóficos, culminando com Aristóteles;
III. Período pós-socrático (séc. IV a.C. - VI a.C.)  -  Problemas morais. Período Ético: em que o interesse filosófico é voltado para os problemas morais, decaindo entretanto a metafísica;  IV. Período Religioso :  assim chamado pela importância dada à religião, para resolver o problema da vida, que a razão não resolve integralmente. O primeiro período é de formação, o segundo de apogeu, o terceiro de decadência.
Auge G.Médicas G.Peloponeso Macedônicos V aC  IV aC Clássico Guerras Médicas  (498 - 448aC) Gregos (Atenas + Esparta) X Persas Guerras do Peloponeso  (431 – 404 aC) Atenas X Esparta + Pérsia Atenas + Esparta X Tebas Batalha de Queronéia  (338 aC) Filipe II da Macedônia derrota os gregos
338 aC Helenismo IV aC  I aC Macedônicos dominam Grécia 336 aC Alexandre Morte de Filipe II 323 aC Morte de Alexandre Helenismo Gregos + Egípcios + Persas + Macedônicos 30 aC Dominação Romana Ver Mais Mapa
Helenismo IV aC  I aC Helenismo Gregos + Egípcios + Persas + Macedônicos Biblioteca de Alexandria : 500 mil vol Biblioteca de Pérgamo : 400 mil vol Geocentrismo Circunferência da Terra Geometria Princípios da Física História Estoicismo (Zenão) : dor e prazer Epicurismo : Busca do Prazer Ceticismo (Pirro): Nada Julgar

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  • 1. GRÉCIA ANTIGA DAS ORIGENS AO PERÍODO ARCAICO
  • 2. A CIVILIZAÇÃO GREGA Localização: Península Balcânica Condições geográficas: relevo acidentado, montanhoso e solo pouco fértil, isolava os vários grupos humanos locais, dificultando a comunicação e favorecendo a formação política predominante: a Pólis. Costa litorânea muito recortada com bons portos favoreceram a navegação e o comércio.
  • 3. PERÍODOS Período Pré-Homérico (2800 – 1100 a. C.) – povoamento da Grécia. Período Homérico (1100 – 800 a. C.) – poemas Ilíada e Odisséia. Período Arcaico (800 – 500 a.C) – formação da pólis (cidade-Estado). Período Clássico (500 – 336 a.C) – auge da pólis. Período Helenístico (336 – 146 a.C) – decadência da pólis/ domínio Macedônico.
  • 4. PERÍODO PRÉ-HOMÉRICO Caracterizado pelas invasões arianas: aqueus, eólios, jônios e dórios
  • 5. PERÍODO PRÉ-HOMÉRICO séc. XX a.C – XV a. C Os mais antigos vestígios arqueológicos encontrados na Grécia atual dão indícios da existência de povos vivendo nessa região por volta de 2500 a.C.. Tais povos se mesclaram a outros que invadiram a região por volta de 2500 a.C. Os aqueus foram os primeiros seguidos dos eólios e jônios. A convivência entre os povos do local e os invasores não era nada pacífica. Por volta de 1200 a.C. chegam os dórios.
  • 6. Civilização Creto-Micênica (cretenses + aqueus): Cretenses: comércio marítimo, talassocracia (poder nas mãos de elite comerciante), escrita silábica (Linear A e Linear B), destaque para as mulheres; Micênicos: Grécia Continental – aqueus. Conquistaram os cretenses, porém assimilaram alguns de seus valores culturais;
  • 7. OS DÓRIOS Exímios guerreiros, saqueadores e conhecedores do ferro, enquanto os povos locais utilizavam apenas o bronze.Destruíram inúmeros centros urbanos. A invasão dórica levou os gregos a fugirem, constituindo a Primeira Diáspora Grega . Alguns dirigiram-se para as diversas ilhas vizinhas enquanto outros rumaram para o interior.
  • 8. PERÍODO HOMÉRICO Caracterizado pela formação dos genos
  • 9. PERÍODO HOMÉRICO séc. XV a.C – VIII a.C . Os tempos homéricos têm início com a invasão dos dórios . A denominação é devido às principais fontes que retratam o período, atribuídas a Homero: Ilíada (guerra de Tróia) e Odisséia (narra as aventuras de Ulisses, herói grego).
  • 10. PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS Pela organização em GENOS , famílias coletivas que reuniam descendentes de um antepassado comum. Cada geno era chefiado pelo membro mais velho, o pater , com autoridade militar, religiosa e política; Economia sustentada na agricultura e no pastoreio. A terra era propriedade coletiva. A produção destinava-se à subsistência da família. Comércio pouco desenvolvido e à base de trocas. Não havia desigualdade econômica e nem social.
  • 11. DESINTEGRAÇÃO Por volta do séc. VIII a.C., iniciou-se o processo de desagregação das comunidades gentílicas. O crescimento populacional foi maior que o da produção, começou a faltar alimentos. O pater passa a fazer a divisão de terras. Beneficiou seus parentes mais próximos, com os melhores lotes que foram transformados em propriedade privada.Surge uma nova classe: os eupátridas (os bem nascidos). Aristoi (os melhores)
  • 12. PERÍODO ARCAICO Caracterizado pelo surgimento da PÓLIS
  • 13. PERÍODO ARCAICO séc. VIII a.C – VI a.C. O período arcaico caracteriza-se por transformações políticas e sociais e consolidação das cidades-estados. (Atenas e Esparta) A Monarquia foi sendo substituída pela oligarquia (regime político fundado no exercício do poder por parte de um grupo reduzido de pessoas, pertencentes à mesma família ou grupo). Enriquecimento da aristocracia e acentuação da desigualdade social. Sociedade torna-se escravista (guerras e dívidas).
  • 14. O SURGIMENTO DA PÓLIS As disputas entre proprietários e não-proprietários e daqueles que passam a se dedicar ao comércio, bem como os conflitos entre os vários genos resultaram na crescente instabilidade que motivou a união dos mais poderosos de vários genos, buscando um poder forte e controlador. Genos=fratria=tribo=demos(povo ou povoado),
  • 15. AS PÓLIS Os novos grupos sociais, a propriedade privada e o surgimento do demos marcaram o advento da pólis (cidade-estado) grega. Ponto geográfico central a acrópole – local mais elevado da povoação, em torno da qual se desenvolveria um núcleo urbano. As cidades-estados logo seriam lideradas por um conselho de eupátridas.Cada cidade era governada por um rei, o basileu.
  • 16. EXPANSÃO COLONIAL Com a contínua expansão demográfica e escassez de terras, os gregos passaram a buscar novas áreas para sobreviver. Trata-se do início do processo de colonização grego no Mediterrâneo, o norte do mar negro, as costas asiáticas e o norte da África. Esse processo ficou conhecido como Segunda Diáspora Grega.
  • 17. O COLONIALISMO As colônias eram autônomas e politicamente independentes, apesar de manterem vínculos com suas cidades de origem. O colonialismo provocou uma expansão da agricultura, da pecuária e do próprio artesanato. Houve desenvolvimento comercial. A Grécia importava alimentos e matérias-primas e exportava produtos elaborados (vinho, azeite, cerâmica, etc.)
  • 18. GRÉCIA – ESPARTA E ATENAS A COLONIZAÇÃO COLABOROU PARA O DESENVOLVIMENTO DO URBANISMO: AS CIDADES-ESTADOS CUJA CARACTERÍSTICA PRINCIPAL É A AUTONOMIA ECONÔMICA E POLÍTICA
  • 19. ESPARTA UMA CIDADE-ESTADO FECHADA, AGRÁRIA E OLIGÁRQUICA
  • 20. ESPARTA Localização : Esparta situava-se na região da Lacônia, na Península do Peloponeso, numa planície fértil quer era uma exceção no conjunto geográfico grego. Essa planície apresentava-se isolada das regiões vizinhas por altas montanhas. Fundada no século IX a.C. pelos Dórios, que logo submeteram os primeiros habitantes da região, a sociedade espartana teve um desenvolvimento semelhante aos das demais pólis gregas.
  • 21. ECONOMIA A propriedade em Esparta era Estatal; a terra, dividida em lotes, era doada vitaliciamente aos espartanos e trabalhadas pelos hilotas. Era proibida a prática do comércio pelos espartanos, contribuindo para o monopólio comercial dos periecos (aqueus que habitavam a periferia). Como comerciantes, os periecos completavam a economia da pólis, favorecendo a auto-suficiência espartana e a xenofobia (aversão ao estrangeiro).
  • 22. SOCIEDADE A sociedade espartana era formada por: Espartanos : descendentes dos dórios e os únicos detentores de terras e de poder político; Periecos :aqueus livres que não tinham direitos políticos e que deveriam participar do exército quando necessário.(comerciantes e artesãos). Hilotas : aqueus escravizados nas guerras messênicas. Não possuíam direitos políticos.
  • 23. LEGISLAÇÃO A legislação espartana teria sido criada por Licurgo , personagem legendária, e se baseava no monopólio político dos cidadãos-guerreiros, os espartanos, e na marginalização dos demais – muito embora os periecos tivessem obrigações militares em caso de guerra.
  • 24. POLÍTICA Politicamente, Esparta era baseada na oligarquia. Diarquia: formada por dois reis, com autoridade religiosa e militar; Gerúsia : também conhecida como conselho dos Anciãos, era composto por 28 esparciatas com mais de 60 anos. Fiscalizavam a administração e decidiam sobre a maior parte dos assuntos do governo; Ápela : era a Assembléia popular, formada pelos cidadãos com mais de 30 anos. Sua principal função era eleger os éforos. Eforado : composto por cinco éforos, com mandato de um ano. Eram os verdadeiros administradores da cidade. Fiscalizavam os reis, controlavam o sistema educacional e distribuíam a propriedade entre os esparciatas.
  • 25. EDUCAÇÃO O Estado se encarregava da educação dos espartanos, baseada no aprimoramento físico. O espartano deveria estar sempre pronto para a revolta dos seus servos. O incentivo ao crescimento demográfico era inócuo, pois o rigor da educação eliminava a maioria dos jovens, sobrevivendo apenas os mais fortes e resistentes.
  • 26. Educação espartana: A sociedade espartana era conservadora, a educação era voltada para o militarismo, obediência a regras e vigor físico, e isso impunha um código moral bastante severo. A criança ao nascer era examinada por um conselho de cidadãos, que avaliava sua condição física, caso houvesse alguma deficiência era atirada em um desfiladeiro. Crianças eram entregues ao estado a partir dos sete anos, para prepará-las para a educação militar, garantindo a proteção da cidade e a ordem interna. A obrigação da mulher era a de gerar filhos saudáveis para servir ao Estado,praticavam exercícios que lhes garantissem uma vida forte e saudável.
  • 27. ATENAS ABERTA AO COMÉRCIO, RICA, DINÂMICA E DEMOCRÁTICA, APRESENTAVA-SE O OPOSTO DE ESPARTA
  • 28. ATENAS O BERÇO DA DEMOCRACIA : Atenas destacou-se como o maior centro cultural, político e econômico da Grécia. Cidade de origem jônica, tornou-se m padrão de desenvolvimento para as cidades-estado gregas Localização : na Ática, nas proximidades do mar Egeu.
  • 29. SOCIEDADE Atenas era formada pelas seguintes camadas sociais. Eupátridas : os bem nascidos, camada aristocrática que detinha os privilégios, constituída pelos grandes proprietários de terras; Georgóis , pequenos proprietários de terras em regiões pouco férteis; Thetas : não possuíam terras. Eram trabalhadores assalariados; Demiurgos : artesãos e comerciantes concentrados no litoral; Metecos : estrangeiros que moravam em Atenas dedicando-se ao comércio e ao artesanato. Não possuíam direitos políticos e nem podiam comprar terras. Escravos : prisioneiros de guerra ou por dívidas;
  • 30. ECONOMIA A base da economia ateniense era o comércio . A produção agrícola ficava a cargo dos pelos escravos. A manutenção da escravidão na cidade foi fundamental tanto para o desenvolvimento da economia, como para a consolidação da democracia, possibilitando uma situação política mais equilibrada, na medida em que as camadas populares tiveram algumas de suas reivindicações atendidas. Ao preservar o trabalho escravo, a elite econômica tinha grande disponibilidade de seu tempo para participar das Assembléias e das demais atividades políticas.
  • 31. POLÍTICA Monarquia aristocrática : primeira forma de governo de Atenas, o poder era exercido por um rei: o basileu. Aos poucos o poder do rei foi limitado pelos eupátridas; Oligarquia : governo passou a ser exercido por um conselho de eupátridas (o Arcontado). O descontentamento popular, apoiado pelos ricos comerciantes(demiurgos) foi se fortalecendo e impondo mudanças na ordem política tradicional. Para resolver os conflitos eram necessárias reformas.
  • 32. Os aristocratas encarregaram DRÁCON de elaborar um código de leis escritas para a cidade. Eram leis rígidas, porém não conseguiram resolver os conflitos. Outro legislador, SÓLON , propõe medidas mais radicais a fim de resolver os conflitos: Aboliu a escravidão por dívidas; dividiu os cidadãos em quatro classes (baseada na riqueza)e determinou a relativa participação política de cada classe.
  • 33. Continuando... Entretanto, as reformas de Sólon não conseguiram apaziguar os ânimos. Essa crise facilitou a tomada de poder pela força. Tirania : o período da tirania iniciou-se com Pisístrato. Esse tirano deu terras dos aristocratas aos pequenos proprietários, concedeu empréstimos aos fazendeiros, incentivou a colonização e o comércio, construiu obras públicas. Democracia : Clístenes, um outro tirano fez nascer a democracia ao aperfeiçoar a leis de Sólon.
  • 34. DEMOCRACIA O direito de cidadania foi ampliado. Passaram a ser considerados cidadãos os filhos de pai ateniense. Clístenes criou a lei do ostracismo , que era a condenação ao exílio de Atenas, por dez anos, às pessoas consideradas perigosas pelo Estado. A democracia ateniense atingiu se apogeu no século V a.C., com Péricles , que governou 14 anos e promoveu Atenas tanto politicamente como culturalmente.
  • 35. O governo democrático de Atenas era constituído da seguinte forma : Bulé – assembléia encarregada da elaboração das leis. Eclésia – votava as leis e escolhia os estrategos, encarregados de fazer executar as leis; Hiléia – tribunais de justiça.
  • 36. É importante lembrar que os cidadãos de Atenas representavam a minoria da sociedade . Não podiam participar da vida política as mulheres, os estrangeiros (que eram em grande número), os jovens e os escravos. Ao mesmo tempo em que se aperfeiçoavam as instituições democráticas, consolidava-se o escravismo.
  • 37. DEMOCRACIA GREGA x ATUAL A democracia grega era direta e limitada aos ricos proprietários. O próprio cidadão defendia os seus interesses políticos. Nossa democracia é representativa, escolhemos os candidatos que vão nos representar. Todos com maior de 18 anos estão obrigados a exercer seus direitos políticos.
  • 38. RESUMINDO..... ATENAS COSMOPOLITA ECONOMIA MERCANTIL EDUCAÇÃO P/ O CIDADÃO REG. POLÍTICO: DEMOCRACIA
  • 39. ESPARTA XENOFOBIA ECONOMIA AGRÁRIA AUTOSUFICIENTE EDUCAÇÃO P/ FORMAR O SOLDADO REG. POLÍTICO: OLIGARQUIA
  • 40. RELIGIÃO É mais fácil dizer o que não foi a religião grega. Malfadada será a tentativa do estudioso de classificá-la, porque difere marcadamente de quase todas as crenças mais conhecidas.         Logo ao começo teria a surpresa da descoberta de que os gregos não possuíram escritos sagrados. Procuraria em vão dogmas, doutrinas e credos. A religião é mencionada nos antigos escritos. Toda página de Homero contém referências aos deuses, mas sua obra não pode ser considerada a bíblia grega.         Não tiveram escrituras sagradas nem grandes revelações aos homens dos desejos dos deuses. Reinava extraordinária familiaridade. Eram freqüentes as conversações entre deuses e homens, e nada raro o mortal queixar-se da divindade por haver faltado a promessas ou mesmo agido incorretamente. A literatura grega está repleta de relatos dos amores entre homens e deuses, dos deuses com mulheres terrenas.
  • 41. No começo, o teatro grego não era apenas uma narração dramática, era um rito religioso em honra a Dionísio. Os teatros eram auditórios ao ar livre. A hora do início do espetáculo era o amanhecer. Muitas vezes os cidadãos assistiam a três tragédias, uma tragicomédia e uma comédia. O teatro era considerado parte da educação de um grego. Em Atenas, o comércio era suspenso durante os festivais dramáticos. Os tribunais fechavam e os presos eram soltos. O preço da entrada era dispensado para quem não pudesse pagar; e até as mulheres que não podiam participar da maioria dos acontecimentos públicos, eram bem recebidas no teatro.
  • 42. Filosofia Pode dividir-se a história da filosofia grega em três períodos: I. Período pré-socrático (séc. VII-V a.C.) - Problemas cosmológicos. Período Naturalista: pré-socrático, em que o interesse filosófico é voltado para o mundo da natureza; II. Período socrático (séc. IV a.C.) - Problemas metafísicos. Período Sistemático ou Antropológico: o período mais importante da história do pensamento grego (Sócrates, Platão, Aristóteles), em que o interesse pela natureza é integrado com o interesse pelo espírito e são construídos os maiores sistemas filosóficos, culminando com Aristóteles;
  • 43. III. Período pós-socrático (séc. IV a.C. - VI a.C.) - Problemas morais. Período Ético: em que o interesse filosófico é voltado para os problemas morais, decaindo entretanto a metafísica; IV. Período Religioso : assim chamado pela importância dada à religião, para resolver o problema da vida, que a razão não resolve integralmente. O primeiro período é de formação, o segundo de apogeu, o terceiro de decadência.
  • 44. Auge G.Médicas G.Peloponeso Macedônicos V aC IV aC Clássico Guerras Médicas (498 - 448aC) Gregos (Atenas + Esparta) X Persas Guerras do Peloponeso (431 – 404 aC) Atenas X Esparta + Pérsia Atenas + Esparta X Tebas Batalha de Queronéia (338 aC) Filipe II da Macedônia derrota os gregos
  • 45. 338 aC Helenismo IV aC I aC Macedônicos dominam Grécia 336 aC Alexandre Morte de Filipe II 323 aC Morte de Alexandre Helenismo Gregos + Egípcios + Persas + Macedônicos 30 aC Dominação Romana Ver Mais Mapa
  • 46. Helenismo IV aC I aC Helenismo Gregos + Egípcios + Persas + Macedônicos Biblioteca de Alexandria : 500 mil vol Biblioteca de Pérgamo : 400 mil vol Geocentrismo Circunferência da Terra Geometria Princípios da Física História Estoicismo (Zenão) : dor e prazer Epicurismo : Busca do Prazer Ceticismo (Pirro): Nada Julgar