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Questões sobre as Grandes Navegações (respostas no final da página) 
1. Quais os dois países que mais se destacaram no período das Grandes 
Navegações e Descobrimentos Marítimos dos séculos XV e XVI? 
A - Inglaterra e França 
B - Holanda e Itália 
C - Portugal e Espanha 
D - Alemanha e Noruega 
__________________________________ 
2. Qual era o principal objetivo dos empreendimentos marítimos dos séculos XV e 
XVI? 
A - Fazer a navegação ao redor do mundo passando por todos os oceanos. 
B - Descobrir e controlar uma rota marítima para as Índias para comprar especiarias 
diretamente na fonte e vender com elevados lucros na Europa. 
C - Chegar até o extremo norte do continente americano para iniciar o povoamento da 
região. 
D - Estabelecer e controlar novas rotas marítimas para a Oceania com o objetivo de 
explorar os recursos minerais da região. 
__________________________________ 
3. Quem foram os principais financiadores dos empreendimentos marítimos da 
época das Grandes Navegações? 
A - Reis e burgueses 
B - Integrantes do clero católico e pequenos comerciantes 
C - Marinheiros e profissionais liberais 
D - Artistas e engenheiros de caravelas 
__________________________________ 
4. Qual das alternativas abaixo explica o pioneirismo de Portugal nas Grandes 
Navegações dos séculos XV e XVI? 
A - Portugal era o país mais rico e populoso da Europa, marinheiros de vários países 
moravam e trabalhavam em Portugal e dinheiro para investimento em navegação 
oriundo da industrialização do país.
B - Apoio total da população, ajuda de outros países, altos investimentos na construção 
de caravelas feitos por ricos comerciantes asiáticos e americanos. 
C - Posição geográfica favorável, bons conhecimentos e experiência em navegação, 
domínio da técnica de construção de caravelas, capital para investimentos oriundo da 
burguesia e nobreza. 
D - Experiência em navegação de longo alcance desde o início da Idade Média, grande 
quantidade de madeira e ferro no território português para a construção das caravelas, 
total conhecimento das técnicas de navegação. 
__________________________________ 
5. Qual das alternativas abaixo apresenta dois importantes momentos das 
navegações portuguesas dos séculos XV? 
A - Descobrimento da Oceania e chegada ao litoral argentino em 1501. 
B - Conquista da Ásia no final do século XV e descobrimento de ilhas no Caribe. 
C - Navegação da costa oeste do continente americano e chegada ao norte da Rússia 
em 1502. 
D - Chegada de Vasco da Gama às Índias em 1498 e chegada ao Brasil em 1500. 
Questões: 
01. (UFAL) Ao contrário dos portugueses, que buscavam atingir as Índias contornando a costa 
africana, Colombo: 
a) concentrou suas navegações na parte Norte da América, em busca de uma passagem ao Noroeste 
para o continente asiático; 
b) dirigiu-se para o Oeste em busca da passagem Sudeste para o continente asiático; 
c) planejou atingir o Leste, onde se encontravam as Índias, viajando no sentido Oeste; 
d) Navegou pelo Oceano Atlântico em direção ao Canal da Mancha e Mar do Norte, seguindo as 
instruções do Rei de Portugal; 
e) concentrou suas navegações na parte Leste, em busca de uma passagem Noroeste para as Índias. 
02. (UNIP) 
"... Diziam os mareantes, que depois desse cabo não há nem gente nem povoado algum; a terra não 
é menos arenosa que os desertos da Líbia, onde não há água, nem árvores, nem erva verde; e o mar 
é tão baixo, que a uma légua da terra não há fundo mais que uma braça." 
O texto faz referência à época: 
a) das Grandes Navegações no início da Idade Média; 
b) da Revolução Industrial na Idade Contemporânea; 
c) do expansionismo marítimo lusitano; 
d) das navegações fenícias; 
e) do neocolonialismo.
03. A esquadra enviada por D. Manuel, rei de Portugal, às Índias, sob o comando de Pedro Álvares 
Cabral, tinha como objetivo: 
a) estabelecer uma sólida relação comercial e política com os povos do Oriente; 
b) procurar outro caminho que conduzisse ao Oriente sem utilizar o Mediterrâneo; 
c) combater a pirataria nas Colônias portuguesas na costa oeste da África; 
d) confirmar a existência de minas de metais preciosos no sul da Ásia; 
e) verificar as possibilidades de exploração de mão-de-obra escrava. 
04. Associe corretamente: 
(A) Caboto I. Dinastia que iniciou as navegações francesas. 
(B) Valois II. A serviço da Inglaterra, atingiu a região do Labrador. 
(C) Francis Drake III. Fundador da Nova França. 
(D) Walter Raleig IV. Realizou a segunda viagem de circunavegação. 
(E) Jacques Cartier V. Criador da colônia da Virgínia. 
a) A - I; B - III; C - IV; D - V; E - II 
b) A - IV; B - II; C - III; D - V; E - I 
c) A - II; B - I; C - IV; D - V; E - III 
d) A - V; B - IV; C - II; D - III; E - I; 
e) A - IV; B - V; C - II; D - I; E - III 
05. (UNIFENAS) Destaca-se como resultado das descobertas e da expansão luso-espanhola nos 
tempos modernos a: 
a) diminuição do comércio entre Europa e Novo Mundo, com a hegemonia do mar Mediterrâneo; 
b) formação de novos impérios na África e na Ásia, com a ampliação do comércio entre os dois 
continentes; 
c) defesa das culturas nativas das Américas pelo Clero e pelo Estado; 
d) abertura de uma nova era de navegação e comércio, não mais concentrada no Mediterrâneo e sim 
no Oceano Atlântico; 
e) preservação da autonomia política das nações conquistadas, a exemplo do México e do Peru. 
06. "O apoio financeiro da classe mercantil foi decisivo para o sucesso do movimento revolucionário, 
que faz surgir um novo Estado Nacional, mais forte e mais centralizado, e eminentemente 
mercantilista." 
O movimento revolucionário mencionado no texto e referente à História de Portugal está ligado: 
a) à Reconquista cristã do território português aos árabes; 
b) à atuação de Afonso Henrique de Borgonha, fundador do Reino de Portugal; 
c) à ascensão do Mestre de Avis ao trono português; 
d) à dominação dos Felipes sobre Portugal; 
e) à Restauração Portuguesa, que marca o fim da dominação espanhola. 
07. Entre as principais conseqüências da Expansão Marítima, encontramos, exceto: 
a) o descobrimento de metais preciosos no Novo Mundo e a aceleração da acumulação capitalista;
b) a descoberta de novos mercados, fornecedores de matérias-primas e consumidores de produtos 
industrializados; 
c) a mudança do eixo econômico europeu, do mar Mediterrâneo para os oceanos Atlântico e Índico; 
d) a formação dos impérios coloniais, vinculados ao Sistema Colonial Tradicional e ao processo de 
europeização do mundo; 
e) o renascimento da escravidão em bases capitalistas e o desenvolvimento do mercantilismo. 
08. (FGV) Com relação aos indígenas brasileiros, pode-se afirmar que: 
a) os primitivos habitantes do Brasil viviam na etapa paleolítica do desenvolvimento humano; 
b) os índios brasileiros não aceitaram trabalhar para os colonizadores portugueses na agricultura não 
por preguiça, e sim porque não conheciam a agricultura; 
c) os índios brasileiros falavam todos a mesma "língua geral" tupi-guarani; 
d) os tupis do litoral não precisavam conhecer a agricultura porque tinham pesca abundante e muitos 
frutos do mar de conchas, que formavam os "sambaquis"; 
e) os índios brasileiros, como um todo, não tinham homogeneidade nas suas variadas culturas e 
nações. 
09. Os povos pré-colombianos, maias, astecas e incas, já apresentavam uma notável organização. O 
estágio de desenvolvimento em que se encontravam era: 
a) a selvageria 
b) a barbárie 
c) a transição de selvagem para barbárie 
d) a civilização 
e) o Paleolítico 
Resolução: 
01. C 02. C 03. A 04. C 
05. D 06. C 07. B 08. A 
09. D 
1. (Cesgranrio) Acerca da expansão marítima comercial implementada pelo Reino Português, podemos afirmar que: 
a) a conquista de Ceuta marcou o início da expansão, ao possibilitar a acumulação de riquezas para a manutenção do 
empreendimento. 
b) a conquista da Baía de Argüim permitiu a Portugal montar uma feitoria e manter o controle sobre importantíssima rota 
comercial intra-africana. 
c) a instalação da feitoria de São Paulo de Luanda possibilitou a montagem de grande rede de abastecimento de escravos 
para o mercado europeu. 
d) o domínio português de Piro e Sidon e o conseqüente monopólio de especiarias do Oriente Próximo tornaram 
desinteressante a conquista da Índia. 
e) a expansão da lavoura açucareira escravista na Ilha da Madeira, após 1510, aumentou o preço dos escravos, tanto nos 
portos africanos, quanto nas praças brasileiras.
2. (Cesgranrio) O descobrimento do Brasil foi parte do plano imperial da Coroa Portuguesa, no século XV. Embora não 
houvesse interesse específico de expansão para o Ocidente,... 
a) a posse de terras no Atlântico ocidental consolidava a hegemonia portuguesa neste Oceano. 
b) o Brasil era uma alternativa mercantil ao comércio português no Oriente. 
c) o desvio da esquadra de Cabral seguia a mesma inspiração de Colombo para chegar às Índias. 
d) a procura de terras no Ocidente foi uma reação de Portugal ao Tratado de Tordesilhas, que o afastava da América. 
e) essa descoberta foi mero acaso, provocado pelas intempéries que desviaram a esquadra da rota da Índia. 
3. (Ufpe) Portugal e Espanha foram, no século XV, as nações modernas da Europa, portanto pioneiras nos grandes 
descobrimentos marítimos. Identifique as realizações portuguesas e as espanholas, no que diz respeito a esses 
descobrimentos. 
1. Os espanhóis, navegando para o Ocidente, descobriram, em 1492, as terras do Canadá. 
2. Os portugueses chegaram ao Cabo das Tormentas, na África, em 1488. 
3. Os portugueses completaram o caminho para as Índias, navegando para o Oriente, em 1498. 
4. A coroa espanhola foi responsável pela primeira circunavegação da Terra iniciada em 1519, por Fernão de Magalhães. 
Sebastião El Cano chegou de volta à Espanha em 1522. 
5. Os portugueses chegaram às Antilhas em 1492, confundindo o Continente Americano com as Índias. 
Estão corretos apenas os itens: 
a) 2, 3 e 4; 
b) 1, 2 e 3; 
c) 3, 4 e 5; 
d) 1, 3 e 4; 
e) 2, 4 e 5. 
4. (Cesgranrio) Com a expansão marítima dos séculos XV/XVI, os países ibéricos desenvolveram a idéia de " império 
ultramarino" significando: 
a) a ocupação de pontos estratégicos e o domínio das rotas marítimas, a fim de assegurar a acumulação do capital 
mercantil; 
b) o estabelecimento das regras que definem o Sistema Colonial nas relações entre as metrópoles e as demais áreas do 
"império" para estabelecer as idéias de liberdade comercial; 
c) a integração econômica entre várias partes de cada "império" através do comércio intercolonial e da livre circulação 
dos indivíduos; 
d) a projeção da autoridade soberana e centralizadora das respectivas coroas e sobre tudo e todos situados no interior 
desse " império" ; 
e) a junção da autoridade temporal com a espiritual através da criação do Império da Cristandade. 
5. (Cesgranrio) Foram inúmeras as consequências da expansão ultramarina dos europeus, gerando uma radical 
transformação no panorama da história da humanidade. 
Sobressai como UMA importante conseqüência: 
a) a constituição de impérios coloniais embasados pelo espírito mercantil. 
b) a manutenção do eixo econômico do Mar Mediterrâneo com acesso fácil ao Oceano Atlântico. 
c) a dependência do comércio com o Oriente, fornecedor de produtos de luxo como sândalo, porcelanas e pedras preciosas. 
d) o pioneirismo de Portugal, explicado pela posição geográfica favorável. 
e) a manutenção dos níveis de afluxo de metais preciosos para a Europa. 
6. (Fei) O processo de expansão marítima da Península Ibérica iniciou-se ainda nos fins da Idade Média. A Espanha, 
ainda dividida e tendo parte de seu território ocupado pelos mouros "andou atrás" de Portugal. Podemos afirmar que 
foram fatores decisivos do pioneirismo português em termos expansionistas EXCETO: 
a) o processo de centralização política e administrativa precoce do país, a partir da Revolução de Aviz 
b) a presença de uma nobreza fortalecida que, a partir dos impostos feudais, propiciou o capital necessário à 
empreitada expansionista 
c) a formação de quadros preparados para as grandes aventuras marítimas na Escola de Sagres 
d) o contato e o aproveitamento da cultura moura por parte dos portugueses 
e) o incentivo governamental à expansão
7. (Fuvest) No processo de expansão mercantil europeu dos séculos XV e XVI, Portugal teve importante papel, 
chegando a exercer durante algum tempo a supremacia comercial na Europa. Todavia "em meio da aparente 
prosperidade, a nação empobrecia. Podiam os empreendimentos da coroa ser de vantagem para alguns particulares 
(...)" 
(Azevedo, J. L. de, ÉPOCAS DE PORTUGAL ECONÔMICO, Livraria Clássica Editora, pág.180) 
Ao analisarmos o processo de expansão mercantil de Portugal concluímos que: 
a) a falta de unidade política e territorial em Portugal determinava a fragilidade econômica interna. 
b) a expansão do império acarretava crescentes despesas para o Estado, queda da produtividade agrícola, diminuição 
da mão-de-obra, falta de investimentos industriais, afetando a economia nacional. 
c) a luta para expulsar os muçulmanos do reino português, que durou até o final do século XV, empobreceu a economia 
nacional que ficou carente de capitais. 
d) a liberdade comercial praticada pelo Estado português no século XV levou ao escoamento dos lucros para a Espanha, 
impedindo seu reinvestimento em Portugal. 
e) o empreendimento marítimo português revelou-se tímido, permanecendo Veneza como o principal centro redistribuidor 
dos produtos asiáticos, durante todo o século XVI. 
8. (Mackenzie) 
"Valeu a pena? Tudo vale a pena 
Se a alma não é pequena. 
Quem quer passar além do Bojador 
Tem que passar além da dor. 
Deus ao mar o perigo e o abismo deu, 
Mas nele é que espelhou o céu" . 
(Fernando Pessoa) 
O significado de "passar além do Bojador" , nas primeiras décadas do século XV, é: 
a) ultrapassar a "barreira" que, segundo a tradição grega, era o limite máximo para navegar sem o perigo de ser 
atacado por monstros marinhos, permitindo aos navegantes portugueses atingir a Costa da Guiné. 
b) Conquistar Ceuta e encontrar o "Eldorado", lendária terra repleta de prazeres e riquezas, superando os mitos vinculados 
ao longo da Idade Média. 
c) Conquistar a cidade africana de Calicute, importante feitoria espanhola responsável por abastecer o mercado oriental 
de produtos de luxo. 
d) Suportar o escaldante sol equatorial, as constantes tempestades marítimas e o "mar tenebroso" das ilhas da América 
Central. 
e) "Dobrar" o Cabo da Boa Esperança, por Vasco da Gama, aventura marítima coberta de mitos e lendas sobre a existência 
do "Paraíso" ou "Éden". 
9. (Pucmg) O expansionismo marítimo europeu, nos séculos XV-XVI, gerou uma autêntica "Revolução Comercial" , 
caracterizada por, EXCETO: 
a) incorporação de áreas do continente americano e africano às rotas tradicionais do comércio. 
b) ascensão das potências mercantis atlânticas, como Portugal e Espanha. 
c) afluxo de metais preciosos da América para o Oriente, resultante do escambo de mercadorias. 
d) deslocamento parcial do eixo econômico do Mediterrâneo para o Atlântico. 
e) perda do monopólio do comércio de especiarias por parte dos italianos. 
10. (Pucmg) Os descobrimentos dos Tempos Modernos constituíram-se num desdobramento da Expansão Ultramarina. 
Nesse contexto, a América era, EXCETO: 
a) o filho esperado que permitia aos ibéricos formalizar seus sonhos. 
b) propriedade dos reis ibéricos, por direito divino, antes mesmo de ser descoberta. 
c) uma oportunidade para os ibéricos transplantarem seus valores culturais. 
d) um desafio para os ibéricos transformarem as suas visões imagéticas em realidade. 
e) o Paraíso que se identificava com os valores de igualdade e liberdade dos ibéricos.
11. (Pucmg) Em fins da Idade Média, difícil seria imaginar que os mareantes portugueses e espanhóis, nas viagens de 
exploração pelo mundo, pudessem contribuir para a formação do capitalismo porque, EXCETO: 
a) os investimentos nas expedições marítimas eram elevados e de alto risco. 
b) a arte de navegação era precária e sofria a influência das interpretações proféticas sobre os oceanos. 
c) as informações sobre a existência de outras civilizações eram confusas e fantasiosas. 
d) os tripulantes eram supersticiosos transformando qualquer sinal que surgia em maus presságios. 
e) os ibéricos vinham sofrendo sucessivas derrotas na luta contra os muçulmanos pela posse da península. 
12. (Uece) A descoberta de novas terras por navegadores portugueses e espanhóis alimentou a imaginação dos 
europeus e fomentou uma visão paradisíaca do novo mundo. Com respeito a esta "visão do paraíso" nos trópicos, é 
correto afirmar: 
a) os europeus esperavam encontrar monstros e outras entidades mitológicas, o que se confirmou na presença de animais 
pré-históricos e seres humanos estranhos. 
b) os temores com relação ao inesperado levavam muitas vezes os europeus a demonstrar uma violência desumana contra 
os nativos do chamado Novo Mundo. 
c) as descrições dos novos territórios, com suas florestas exuberantes e seus pássaros exóticos, vinham confirmar as 
expectativas de descoberta do Paraíso na Terra. 
d) o encontro com seres de uma nova cultura, em um ambiente natural diferente, criou um clima propício ao entendimento 
mútuo e ao respeito pela vida humana, como era pregado pelos religiosos europeus. 
13. (Uerj) O mundo conhecido pelos europeus no século XV abrangia apenas os territórios ao redor do Mediterrâneo. 
Foram as navegações dos séculos XV e XVI que revelaram ao Velho Mundo a existência de outros continentes e povos. 
Um dos objetos dos europeus, ao entrarem em comunicação com esses povos, era a: 
a) busca de metais preciosos, para satisfazer uma Europa em crise 
b) procura de escravos, para atender à lavoura açucareira nos países ibéricos 
c) ampliação de mercados consumidores, para desafogar o mercado saturado 
d) expansão da fé cristã, para combater os infiéis convertidos ao protestantismo 
14. (Uff) No ano de 1998 comemoraram-se os quinhentos anos da chegada de Vasco da Gama às Índias, fato 
considerado como um dos marcos das grandes navegações e descobrimentos que antecederam a descoberta e a 
colonização do "Novo Mundo" . 
Assinale a opção que revela uma característica da colonização espanhola na América. 
a) Criação de Universidades por toda a área de colonização com o propósito de ilustrar as elites indígenas americanas para 
consolidar o domínio colonial. 
b) Redirecionamento da política colonial no Novo Mundo tendo como fato determinante o florescimento do comércio com 
as Índias. 
c) Exploração da mão-de-obra negra escrava por meio de instituições como o "repartimiento" com o objetivo de atender 
às demandas de produtos primários da Europa. 
d) Divisão do território ocupado em sesmariais com o intuito de extrair maior volume de prata e ouro do subsolo. 
e) Fundação de uma rede de cidades estendida por toda a área ocupada, formando a espinha dorsal do sistema 
administrativo e militar. 
15. (Ufpe) A chegada dos portugueses à Índia alarmava os venezianos que então dominavam o comércio das 
especiarias, pelo Mediterrâneo. 
Com relação ao período expansionista dos estados nacionais europeus, assinale a alternativa incorreta: 
a) Os esforços da Escola de Sagres foram, em parte, responsáveis pela utilização do astrolábio, entre outros instrumentos 
de navegação, e pelas viagens de expansão ultramarina portuguesa. 
b) A centralização do poder e a formação dos estados nacionais europeus têm uma estreita relação com o desenvolvimento 
econômico comercial. 
c) Os reis limitavam o poder da Igreja em seus territórios, pois atribuíam-se o direito de investidura dos bispos, sem 
consultar o papa. 
d) Os reis borgonheses conseguiram muito tarde a centralização política do reino devido às lutas constantes contra 
os árabes. 
e) A burguesia portuguesa desenvolveu suas atividades em cidades litorâneas em função da pesca e depois do comércio 
entre o Mediterrâneo e o Mar do Norte.
16. (Unesp) A transição gradativa do Mundo Medieval para o Mundo Moderno dependeu da conjugação de inúmeros 
fatores, europeus e extra-europeus, que ganharam dimensões e características novas. A inserção do Mundo não-europeu 
no contexto do colonialismo mercantilista, inaugurado pelos grandes descobrimentos, contribuiu para: 
a) a aceitação, sem resistência, da tutela cultural que o europeu pretendeu exercer sobre os povos da África e da Ásia. 
b) acarretar profunda contenção na expansão civilizatória do Mundo Pré-Colombiano. 
c) o indígena demonstrar sua inadaptabilidade racial para o trabalho. 
d) que o tráfico negreiro, operação comercial rentável, fosse determinado pela apatia e preguiça do ameríndio. 
e) a montagem de modelo político-administrativo caracterizado pela não intervenção do Estado Absoluto na vida das 
colônias. 
17. (Unesp) "A conquista de Ceuta foi o primeiro passo na execução de um vasto plano, a um tempo religioso, político 
e econômico. A posição de Ceuta facilitava a repressão da pirataria mourisca nos mares vizinhos; e sua posse, seguida 
de outras áreas marroquinas, permitiria aos portugueses desafiar os ataques muçulmanos à cristandade da Península 
Ibérica." 
(João Lúcio de Azevedo. "Época de Portugal econômico: esboços históricos".) 
De acordo com o texto, é correto interpretar que: 
a) a expansão marítima portuguesa teve como objetivo expulsar os muçulmanos da Península Ibérica. 
b) a influência do poder econômico marroquino foi decisiva para o desenvolvimento das navegações portuguesas. 
c) o domínio dos portugueses sobre Ceuta era parte de um vasto plano para expulsar os muçulmanos do comércio africano 
e indiano. 
d) a expansão marítima ibérica visava cristianizar o mundo muçulmano para dominar as rotas comerciais africanas. 
e) o domínio de territórios ao norte da África foi uma etapa fundamental para a expansão comercial e religiosa de 
Portugal. 
18. (Unirio) Ao longo dos séculos XV e XVI desenvolveram-se na Europa as Grandes Navegações, que lançaram algumas 
nações à descoberta de novas terras e continentes. A expansão ultramarina acarretou o(a): 
a) fortalecimento do comércio mediterrâneo e das rotas terrestres para o oriente. 
b) fim dos monopólios reais na exploração de diversas atividades econômicas, tais como o sal e o diamante. 
c) declínio das monarquias nacionais apoiadas por segmentos citadinos burgueses. 
d) superação dos entraves medievais com o desenvolvimento da economia mercantil. 
e) consolidação política e econômica da nobreza provincial ligada aos senhorios e à propriedade fundiária. 
19. (Unirio) Inúmeros escritores e poetas portugueses retrataram o imaginário que acompanhou o homem ibérico na 
sua aventura pelos mares nunca dantes navegados. Temores e fantasias não o impediram de se lançar às águas do 
mar Oceano, arriscando-se em busca, principalmente, de: 
a) novos caminhos para o Oriente, novos mercados, metais preciosos e propagar a fé cristã. 
b) escravos africanos, cana-de-açúcar, metais preciosos e catequizar os indígenas. 
c) escravos e ouro, desvendar os segredos dos mares e descobrir correntes marítimas desconhecidas. 
d) ouro e marfim, expandir o protestantismo e romper o monopólio árabe-veneziano no Mediterrâneo. 
e) pau-brasil, testar os novos conhecimentos náuticos e conhecer novas rotas. 
20. (Fuvest) O período 1450-1550, de transição da Medievalidade para a Modernidade, conheceu dentre outras 
características: 
a) decadência econômica e racionalização da vida religiosa. 
b) revalorização do aristotelismo e consolidação do Estado Absolutista. 
c) forte efervescência religiosa e intensa expansão comercial. 
d) avanço do liberalismo burguês e recuo do feudalismo. 
e) hegemonia européia francesa e despontar da arte gótica. 
1 - (Supletivo 2010) Leia o poema, abaixo, sobre a conquista dos mares no início da era moderna. 
Ó mar salgado, quanto do teu sal 
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzamos, quantas mães choraram, 
Quantos filhos em vão rezaram! 
Quantas noivas ficaram sem casar 
Para que fosses nosso ó mar! 
Valeu a pena? 
Tudo vale a pena 
Se a alma não é pequena. 
Quem, quer passar além do Bojador 
Tem que passar além da dor. 
Deus ao mar o perigo e o abismo deu. 
Mas nele é que espelhou o céu. 
PESSOA, Fernando. Mar português. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1960 
De acordo com esse poema, a expansão marít ima está relacionada à: 
a) aliança com as cidades italianas. 
b) busca de uma rota comercial para as Índias. 
c) conquista de Portugal pelos mouros. 
d) descentralização do governo de Portugal. 
2 - A expansão comercial e marítima, dos séculos XV e XVI, foi uma experiência de grande impacto no mundo 
europeu, pois: 
I - utilizou-se de novas técnicas, possibilitadoras da ampliação dos conhecimentos náuticos e astronômicos. 
II - estimulou a difusão de relatos de cunho etnocêntrico (os europeus como principal raça, povo, os dominadores) sobre 
os povos e terras extra-europeus. 
III - propiciou a paz religiosa entre reformadores e ortodoxos, na medida em que viabilizou a distribuição desses 
grupos pelos novos espaços habitáveis do mundo colonial. 
Indique a opção que apresenta as afirmativas corretas: 
a) I e II ,apenas 
b) II, apenas. 
c) I, II e III. 
d) III, apenas. 
3 - Como consequência das Grandes Navegações, assinale a afirmativa correta: 
a) Gênova e Veneza passaram a monopolizar o comércio das especiarias orientais. 
b) Os Estados Nacionais Europeus enfraqueceram-se devido às despesas com as navegações. 
c) O eixo das atividades econômicas deslocou-se do Mar Mediterrâneo para o Oceano Atlântico. 
d) O Estado Monárquico mostrou-se desinteressado das atividades mercantis e coloniais. 
4 - (UFMG) Leia o texto. 
E aproximava-se o tempo da chegada das notícias de Portugal sobre a vinda das suas caravelas, e esperava-se essa 
notícia com medo e apreensão; e por causa disso não havia transações, nem de um ducado [...] afeira alemã de 
Veneza não há muitos negócios. E isto porque os Alemães não querem comprar pelos altos preços correntes, e os 
mercadores venezianos não querem baixar os preços [...] E na verdade são as trocas tão poucas como se não poderia 
prever. 
Diário dum mercador veneziano, 1508. 
O quadro descrito nesse texto pode ser relacionado à 
a) comercialização das drogas do sertão e produtos tropicais da colônia do Brasil. 
b) distribuição, na Europa, da produção açucareira do Nordeste brasileiro. 
c) importação, pelos portugueses, das especiarias das Índias Orientais. 
d) participação dos portugueses no tráfico de escravos da Guiné e de Moçambique.
5 – (UNESP – SP – 2010) A propósito da Expansão Marítimo-comercial européia dos séculos XV e XVI, pode-se 
afirmar que: 
a) a Igreja Católica foi contrária à Expansão e não participou da colonização das novas terras. 
b) os altos custos das navegações empobreceram a burguesia mercantil dos países ibéricos. 
c) a centralização política fortaleceu-se com o descobrimento das novas terras. 
d) os europeus pretendiam absorver os princípios religiosos dos povos americanos. 
e) os descobrimentos intensificaram o comércio de especiarias no Mar Mediterrâneo. 
6 – (PUC Minas-2008) A história e a Literatura têm trazido contribuições importantes para compreensão do 
de se nvolvime nto das civilizações. Le ia o poema “Mar Português” de Fernando Pessoa, e assinale a afirmativ a 
correta de acordo com o texto. 
Ó mar salgado, quanto do teu sal 
São lágrimas de Portugal! 
Por te cruzamos, quantas mães choraram, 
Quantos filhos em vão rezaram! 
Quantas noivas ficaram sem casar 
Para que fosses nosso ó mar! 
Valeu a pena? 
Tudo vale a pena 
Se a alma não é pequena. 
Quem, quer passar além do Bojador 
Tem que passar além da dor. 
Deus ao mar o perigo e o abismo deu. 
Mas nele é que espelhou o céu. 
a) Refere-se à Expansão Marítima portuguesa durante os séculos XV e XVI, ampliando a esfera política e geográfica 
do mundo conhecido. 
b) Explica o mito fundador da colonização do Novo Mundo a partir da imposição da Coroa portuguesa e de seus 
aliados espanhóis. 
c) Trata-se de uma interpretação idealista da Expansão Marítima portuguesa, criada a partir das ideias mercantilistas 
inglesas e francesas do século XIX. 
d) Critica o modelo histórico que explica o processo de colonização portuguesa em função da mudança do eixo 
atlântico para o Mediterrâneo. 
Gabarito 
1 - B 
2 - A 
3 - C 
4 - C 
5 - C 
6 - A

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  • 1. Questões sobre as Grandes Navegações (respostas no final da página) 1. Quais os dois países que mais se destacaram no período das Grandes Navegações e Descobrimentos Marítimos dos séculos XV e XVI? A - Inglaterra e França B - Holanda e Itália C - Portugal e Espanha D - Alemanha e Noruega __________________________________ 2. Qual era o principal objetivo dos empreendimentos marítimos dos séculos XV e XVI? A - Fazer a navegação ao redor do mundo passando por todos os oceanos. B - Descobrir e controlar uma rota marítima para as Índias para comprar especiarias diretamente na fonte e vender com elevados lucros na Europa. C - Chegar até o extremo norte do continente americano para iniciar o povoamento da região. D - Estabelecer e controlar novas rotas marítimas para a Oceania com o objetivo de explorar os recursos minerais da região. __________________________________ 3. Quem foram os principais financiadores dos empreendimentos marítimos da época das Grandes Navegações? A - Reis e burgueses B - Integrantes do clero católico e pequenos comerciantes C - Marinheiros e profissionais liberais D - Artistas e engenheiros de caravelas __________________________________ 4. Qual das alternativas abaixo explica o pioneirismo de Portugal nas Grandes Navegações dos séculos XV e XVI? A - Portugal era o país mais rico e populoso da Europa, marinheiros de vários países moravam e trabalhavam em Portugal e dinheiro para investimento em navegação oriundo da industrialização do país.
  • 2. B - Apoio total da população, ajuda de outros países, altos investimentos na construção de caravelas feitos por ricos comerciantes asiáticos e americanos. C - Posição geográfica favorável, bons conhecimentos e experiência em navegação, domínio da técnica de construção de caravelas, capital para investimentos oriundo da burguesia e nobreza. D - Experiência em navegação de longo alcance desde o início da Idade Média, grande quantidade de madeira e ferro no território português para a construção das caravelas, total conhecimento das técnicas de navegação. __________________________________ 5. Qual das alternativas abaixo apresenta dois importantes momentos das navegações portuguesas dos séculos XV? A - Descobrimento da Oceania e chegada ao litoral argentino em 1501. B - Conquista da Ásia no final do século XV e descobrimento de ilhas no Caribe. C - Navegação da costa oeste do continente americano e chegada ao norte da Rússia em 1502. D - Chegada de Vasco da Gama às Índias em 1498 e chegada ao Brasil em 1500. Questões: 01. (UFAL) Ao contrário dos portugueses, que buscavam atingir as Índias contornando a costa africana, Colombo: a) concentrou suas navegações na parte Norte da América, em busca de uma passagem ao Noroeste para o continente asiático; b) dirigiu-se para o Oeste em busca da passagem Sudeste para o continente asiático; c) planejou atingir o Leste, onde se encontravam as Índias, viajando no sentido Oeste; d) Navegou pelo Oceano Atlântico em direção ao Canal da Mancha e Mar do Norte, seguindo as instruções do Rei de Portugal; e) concentrou suas navegações na parte Leste, em busca de uma passagem Noroeste para as Índias. 02. (UNIP) "... Diziam os mareantes, que depois desse cabo não há nem gente nem povoado algum; a terra não é menos arenosa que os desertos da Líbia, onde não há água, nem árvores, nem erva verde; e o mar é tão baixo, que a uma légua da terra não há fundo mais que uma braça." O texto faz referência à época: a) das Grandes Navegações no início da Idade Média; b) da Revolução Industrial na Idade Contemporânea; c) do expansionismo marítimo lusitano; d) das navegações fenícias; e) do neocolonialismo.
  • 3. 03. A esquadra enviada por D. Manuel, rei de Portugal, às Índias, sob o comando de Pedro Álvares Cabral, tinha como objetivo: a) estabelecer uma sólida relação comercial e política com os povos do Oriente; b) procurar outro caminho que conduzisse ao Oriente sem utilizar o Mediterrâneo; c) combater a pirataria nas Colônias portuguesas na costa oeste da África; d) confirmar a existência de minas de metais preciosos no sul da Ásia; e) verificar as possibilidades de exploração de mão-de-obra escrava. 04. Associe corretamente: (A) Caboto I. Dinastia que iniciou as navegações francesas. (B) Valois II. A serviço da Inglaterra, atingiu a região do Labrador. (C) Francis Drake III. Fundador da Nova França. (D) Walter Raleig IV. Realizou a segunda viagem de circunavegação. (E) Jacques Cartier V. Criador da colônia da Virgínia. a) A - I; B - III; C - IV; D - V; E - II b) A - IV; B - II; C - III; D - V; E - I c) A - II; B - I; C - IV; D - V; E - III d) A - V; B - IV; C - II; D - III; E - I; e) A - IV; B - V; C - II; D - I; E - III 05. (UNIFENAS) Destaca-se como resultado das descobertas e da expansão luso-espanhola nos tempos modernos a: a) diminuição do comércio entre Europa e Novo Mundo, com a hegemonia do mar Mediterrâneo; b) formação de novos impérios na África e na Ásia, com a ampliação do comércio entre os dois continentes; c) defesa das culturas nativas das Américas pelo Clero e pelo Estado; d) abertura de uma nova era de navegação e comércio, não mais concentrada no Mediterrâneo e sim no Oceano Atlântico; e) preservação da autonomia política das nações conquistadas, a exemplo do México e do Peru. 06. "O apoio financeiro da classe mercantil foi decisivo para o sucesso do movimento revolucionário, que faz surgir um novo Estado Nacional, mais forte e mais centralizado, e eminentemente mercantilista." O movimento revolucionário mencionado no texto e referente à História de Portugal está ligado: a) à Reconquista cristã do território português aos árabes; b) à atuação de Afonso Henrique de Borgonha, fundador do Reino de Portugal; c) à ascensão do Mestre de Avis ao trono português; d) à dominação dos Felipes sobre Portugal; e) à Restauração Portuguesa, que marca o fim da dominação espanhola. 07. Entre as principais conseqüências da Expansão Marítima, encontramos, exceto: a) o descobrimento de metais preciosos no Novo Mundo e a aceleração da acumulação capitalista;
  • 4. b) a descoberta de novos mercados, fornecedores de matérias-primas e consumidores de produtos industrializados; c) a mudança do eixo econômico europeu, do mar Mediterrâneo para os oceanos Atlântico e Índico; d) a formação dos impérios coloniais, vinculados ao Sistema Colonial Tradicional e ao processo de europeização do mundo; e) o renascimento da escravidão em bases capitalistas e o desenvolvimento do mercantilismo. 08. (FGV) Com relação aos indígenas brasileiros, pode-se afirmar que: a) os primitivos habitantes do Brasil viviam na etapa paleolítica do desenvolvimento humano; b) os índios brasileiros não aceitaram trabalhar para os colonizadores portugueses na agricultura não por preguiça, e sim porque não conheciam a agricultura; c) os índios brasileiros falavam todos a mesma "língua geral" tupi-guarani; d) os tupis do litoral não precisavam conhecer a agricultura porque tinham pesca abundante e muitos frutos do mar de conchas, que formavam os "sambaquis"; e) os índios brasileiros, como um todo, não tinham homogeneidade nas suas variadas culturas e nações. 09. Os povos pré-colombianos, maias, astecas e incas, já apresentavam uma notável organização. O estágio de desenvolvimento em que se encontravam era: a) a selvageria b) a barbárie c) a transição de selvagem para barbárie d) a civilização e) o Paleolítico Resolução: 01. C 02. C 03. A 04. C 05. D 06. C 07. B 08. A 09. D 1. (Cesgranrio) Acerca da expansão marítima comercial implementada pelo Reino Português, podemos afirmar que: a) a conquista de Ceuta marcou o início da expansão, ao possibilitar a acumulação de riquezas para a manutenção do empreendimento. b) a conquista da Baía de Argüim permitiu a Portugal montar uma feitoria e manter o controle sobre importantíssima rota comercial intra-africana. c) a instalação da feitoria de São Paulo de Luanda possibilitou a montagem de grande rede de abastecimento de escravos para o mercado europeu. d) o domínio português de Piro e Sidon e o conseqüente monopólio de especiarias do Oriente Próximo tornaram desinteressante a conquista da Índia. e) a expansão da lavoura açucareira escravista na Ilha da Madeira, após 1510, aumentou o preço dos escravos, tanto nos portos africanos, quanto nas praças brasileiras.
  • 5. 2. (Cesgranrio) O descobrimento do Brasil foi parte do plano imperial da Coroa Portuguesa, no século XV. Embora não houvesse interesse específico de expansão para o Ocidente,... a) a posse de terras no Atlântico ocidental consolidava a hegemonia portuguesa neste Oceano. b) o Brasil era uma alternativa mercantil ao comércio português no Oriente. c) o desvio da esquadra de Cabral seguia a mesma inspiração de Colombo para chegar às Índias. d) a procura de terras no Ocidente foi uma reação de Portugal ao Tratado de Tordesilhas, que o afastava da América. e) essa descoberta foi mero acaso, provocado pelas intempéries que desviaram a esquadra da rota da Índia. 3. (Ufpe) Portugal e Espanha foram, no século XV, as nações modernas da Europa, portanto pioneiras nos grandes descobrimentos marítimos. Identifique as realizações portuguesas e as espanholas, no que diz respeito a esses descobrimentos. 1. Os espanhóis, navegando para o Ocidente, descobriram, em 1492, as terras do Canadá. 2. Os portugueses chegaram ao Cabo das Tormentas, na África, em 1488. 3. Os portugueses completaram o caminho para as Índias, navegando para o Oriente, em 1498. 4. A coroa espanhola foi responsável pela primeira circunavegação da Terra iniciada em 1519, por Fernão de Magalhães. Sebastião El Cano chegou de volta à Espanha em 1522. 5. Os portugueses chegaram às Antilhas em 1492, confundindo o Continente Americano com as Índias. Estão corretos apenas os itens: a) 2, 3 e 4; b) 1, 2 e 3; c) 3, 4 e 5; d) 1, 3 e 4; e) 2, 4 e 5. 4. (Cesgranrio) Com a expansão marítima dos séculos XV/XVI, os países ibéricos desenvolveram a idéia de " império ultramarino" significando: a) a ocupação de pontos estratégicos e o domínio das rotas marítimas, a fim de assegurar a acumulação do capital mercantil; b) o estabelecimento das regras que definem o Sistema Colonial nas relações entre as metrópoles e as demais áreas do "império" para estabelecer as idéias de liberdade comercial; c) a integração econômica entre várias partes de cada "império" através do comércio intercolonial e da livre circulação dos indivíduos; d) a projeção da autoridade soberana e centralizadora das respectivas coroas e sobre tudo e todos situados no interior desse " império" ; e) a junção da autoridade temporal com a espiritual através da criação do Império da Cristandade. 5. (Cesgranrio) Foram inúmeras as consequências da expansão ultramarina dos europeus, gerando uma radical transformação no panorama da história da humanidade. Sobressai como UMA importante conseqüência: a) a constituição de impérios coloniais embasados pelo espírito mercantil. b) a manutenção do eixo econômico do Mar Mediterrâneo com acesso fácil ao Oceano Atlântico. c) a dependência do comércio com o Oriente, fornecedor de produtos de luxo como sândalo, porcelanas e pedras preciosas. d) o pioneirismo de Portugal, explicado pela posição geográfica favorável. e) a manutenção dos níveis de afluxo de metais preciosos para a Europa. 6. (Fei) O processo de expansão marítima da Península Ibérica iniciou-se ainda nos fins da Idade Média. A Espanha, ainda dividida e tendo parte de seu território ocupado pelos mouros "andou atrás" de Portugal. Podemos afirmar que foram fatores decisivos do pioneirismo português em termos expansionistas EXCETO: a) o processo de centralização política e administrativa precoce do país, a partir da Revolução de Aviz b) a presença de uma nobreza fortalecida que, a partir dos impostos feudais, propiciou o capital necessário à empreitada expansionista c) a formação de quadros preparados para as grandes aventuras marítimas na Escola de Sagres d) o contato e o aproveitamento da cultura moura por parte dos portugueses e) o incentivo governamental à expansão
  • 6. 7. (Fuvest) No processo de expansão mercantil europeu dos séculos XV e XVI, Portugal teve importante papel, chegando a exercer durante algum tempo a supremacia comercial na Europa. Todavia "em meio da aparente prosperidade, a nação empobrecia. Podiam os empreendimentos da coroa ser de vantagem para alguns particulares (...)" (Azevedo, J. L. de, ÉPOCAS DE PORTUGAL ECONÔMICO, Livraria Clássica Editora, pág.180) Ao analisarmos o processo de expansão mercantil de Portugal concluímos que: a) a falta de unidade política e territorial em Portugal determinava a fragilidade econômica interna. b) a expansão do império acarretava crescentes despesas para o Estado, queda da produtividade agrícola, diminuição da mão-de-obra, falta de investimentos industriais, afetando a economia nacional. c) a luta para expulsar os muçulmanos do reino português, que durou até o final do século XV, empobreceu a economia nacional que ficou carente de capitais. d) a liberdade comercial praticada pelo Estado português no século XV levou ao escoamento dos lucros para a Espanha, impedindo seu reinvestimento em Portugal. e) o empreendimento marítimo português revelou-se tímido, permanecendo Veneza como o principal centro redistribuidor dos produtos asiáticos, durante todo o século XVI. 8. (Mackenzie) "Valeu a pena? Tudo vale a pena Se a alma não é pequena. Quem quer passar além do Bojador Tem que passar além da dor. Deus ao mar o perigo e o abismo deu, Mas nele é que espelhou o céu" . (Fernando Pessoa) O significado de "passar além do Bojador" , nas primeiras décadas do século XV, é: a) ultrapassar a "barreira" que, segundo a tradição grega, era o limite máximo para navegar sem o perigo de ser atacado por monstros marinhos, permitindo aos navegantes portugueses atingir a Costa da Guiné. b) Conquistar Ceuta e encontrar o "Eldorado", lendária terra repleta de prazeres e riquezas, superando os mitos vinculados ao longo da Idade Média. c) Conquistar a cidade africana de Calicute, importante feitoria espanhola responsável por abastecer o mercado oriental de produtos de luxo. d) Suportar o escaldante sol equatorial, as constantes tempestades marítimas e o "mar tenebroso" das ilhas da América Central. e) "Dobrar" o Cabo da Boa Esperança, por Vasco da Gama, aventura marítima coberta de mitos e lendas sobre a existência do "Paraíso" ou "Éden". 9. (Pucmg) O expansionismo marítimo europeu, nos séculos XV-XVI, gerou uma autêntica "Revolução Comercial" , caracterizada por, EXCETO: a) incorporação de áreas do continente americano e africano às rotas tradicionais do comércio. b) ascensão das potências mercantis atlânticas, como Portugal e Espanha. c) afluxo de metais preciosos da América para o Oriente, resultante do escambo de mercadorias. d) deslocamento parcial do eixo econômico do Mediterrâneo para o Atlântico. e) perda do monopólio do comércio de especiarias por parte dos italianos. 10. (Pucmg) Os descobrimentos dos Tempos Modernos constituíram-se num desdobramento da Expansão Ultramarina. Nesse contexto, a América era, EXCETO: a) o filho esperado que permitia aos ibéricos formalizar seus sonhos. b) propriedade dos reis ibéricos, por direito divino, antes mesmo de ser descoberta. c) uma oportunidade para os ibéricos transplantarem seus valores culturais. d) um desafio para os ibéricos transformarem as suas visões imagéticas em realidade. e) o Paraíso que se identificava com os valores de igualdade e liberdade dos ibéricos.
  • 7. 11. (Pucmg) Em fins da Idade Média, difícil seria imaginar que os mareantes portugueses e espanhóis, nas viagens de exploração pelo mundo, pudessem contribuir para a formação do capitalismo porque, EXCETO: a) os investimentos nas expedições marítimas eram elevados e de alto risco. b) a arte de navegação era precária e sofria a influência das interpretações proféticas sobre os oceanos. c) as informações sobre a existência de outras civilizações eram confusas e fantasiosas. d) os tripulantes eram supersticiosos transformando qualquer sinal que surgia em maus presságios. e) os ibéricos vinham sofrendo sucessivas derrotas na luta contra os muçulmanos pela posse da península. 12. (Uece) A descoberta de novas terras por navegadores portugueses e espanhóis alimentou a imaginação dos europeus e fomentou uma visão paradisíaca do novo mundo. Com respeito a esta "visão do paraíso" nos trópicos, é correto afirmar: a) os europeus esperavam encontrar monstros e outras entidades mitológicas, o que se confirmou na presença de animais pré-históricos e seres humanos estranhos. b) os temores com relação ao inesperado levavam muitas vezes os europeus a demonstrar uma violência desumana contra os nativos do chamado Novo Mundo. c) as descrições dos novos territórios, com suas florestas exuberantes e seus pássaros exóticos, vinham confirmar as expectativas de descoberta do Paraíso na Terra. d) o encontro com seres de uma nova cultura, em um ambiente natural diferente, criou um clima propício ao entendimento mútuo e ao respeito pela vida humana, como era pregado pelos religiosos europeus. 13. (Uerj) O mundo conhecido pelos europeus no século XV abrangia apenas os territórios ao redor do Mediterrâneo. Foram as navegações dos séculos XV e XVI que revelaram ao Velho Mundo a existência de outros continentes e povos. Um dos objetos dos europeus, ao entrarem em comunicação com esses povos, era a: a) busca de metais preciosos, para satisfazer uma Europa em crise b) procura de escravos, para atender à lavoura açucareira nos países ibéricos c) ampliação de mercados consumidores, para desafogar o mercado saturado d) expansão da fé cristã, para combater os infiéis convertidos ao protestantismo 14. (Uff) No ano de 1998 comemoraram-se os quinhentos anos da chegada de Vasco da Gama às Índias, fato considerado como um dos marcos das grandes navegações e descobrimentos que antecederam a descoberta e a colonização do "Novo Mundo" . Assinale a opção que revela uma característica da colonização espanhola na América. a) Criação de Universidades por toda a área de colonização com o propósito de ilustrar as elites indígenas americanas para consolidar o domínio colonial. b) Redirecionamento da política colonial no Novo Mundo tendo como fato determinante o florescimento do comércio com as Índias. c) Exploração da mão-de-obra negra escrava por meio de instituições como o "repartimiento" com o objetivo de atender às demandas de produtos primários da Europa. d) Divisão do território ocupado em sesmariais com o intuito de extrair maior volume de prata e ouro do subsolo. e) Fundação de uma rede de cidades estendida por toda a área ocupada, formando a espinha dorsal do sistema administrativo e militar. 15. (Ufpe) A chegada dos portugueses à Índia alarmava os venezianos que então dominavam o comércio das especiarias, pelo Mediterrâneo. Com relação ao período expansionista dos estados nacionais europeus, assinale a alternativa incorreta: a) Os esforços da Escola de Sagres foram, em parte, responsáveis pela utilização do astrolábio, entre outros instrumentos de navegação, e pelas viagens de expansão ultramarina portuguesa. b) A centralização do poder e a formação dos estados nacionais europeus têm uma estreita relação com o desenvolvimento econômico comercial. c) Os reis limitavam o poder da Igreja em seus territórios, pois atribuíam-se o direito de investidura dos bispos, sem consultar o papa. d) Os reis borgonheses conseguiram muito tarde a centralização política do reino devido às lutas constantes contra os árabes. e) A burguesia portuguesa desenvolveu suas atividades em cidades litorâneas em função da pesca e depois do comércio entre o Mediterrâneo e o Mar do Norte.
  • 8. 16. (Unesp) A transição gradativa do Mundo Medieval para o Mundo Moderno dependeu da conjugação de inúmeros fatores, europeus e extra-europeus, que ganharam dimensões e características novas. A inserção do Mundo não-europeu no contexto do colonialismo mercantilista, inaugurado pelos grandes descobrimentos, contribuiu para: a) a aceitação, sem resistência, da tutela cultural que o europeu pretendeu exercer sobre os povos da África e da Ásia. b) acarretar profunda contenção na expansão civilizatória do Mundo Pré-Colombiano. c) o indígena demonstrar sua inadaptabilidade racial para o trabalho. d) que o tráfico negreiro, operação comercial rentável, fosse determinado pela apatia e preguiça do ameríndio. e) a montagem de modelo político-administrativo caracterizado pela não intervenção do Estado Absoluto na vida das colônias. 17. (Unesp) "A conquista de Ceuta foi o primeiro passo na execução de um vasto plano, a um tempo religioso, político e econômico. A posição de Ceuta facilitava a repressão da pirataria mourisca nos mares vizinhos; e sua posse, seguida de outras áreas marroquinas, permitiria aos portugueses desafiar os ataques muçulmanos à cristandade da Península Ibérica." (João Lúcio de Azevedo. "Época de Portugal econômico: esboços históricos".) De acordo com o texto, é correto interpretar que: a) a expansão marítima portuguesa teve como objetivo expulsar os muçulmanos da Península Ibérica. b) a influência do poder econômico marroquino foi decisiva para o desenvolvimento das navegações portuguesas. c) o domínio dos portugueses sobre Ceuta era parte de um vasto plano para expulsar os muçulmanos do comércio africano e indiano. d) a expansão marítima ibérica visava cristianizar o mundo muçulmano para dominar as rotas comerciais africanas. e) o domínio de territórios ao norte da África foi uma etapa fundamental para a expansão comercial e religiosa de Portugal. 18. (Unirio) Ao longo dos séculos XV e XVI desenvolveram-se na Europa as Grandes Navegações, que lançaram algumas nações à descoberta de novas terras e continentes. A expansão ultramarina acarretou o(a): a) fortalecimento do comércio mediterrâneo e das rotas terrestres para o oriente. b) fim dos monopólios reais na exploração de diversas atividades econômicas, tais como o sal e o diamante. c) declínio das monarquias nacionais apoiadas por segmentos citadinos burgueses. d) superação dos entraves medievais com o desenvolvimento da economia mercantil. e) consolidação política e econômica da nobreza provincial ligada aos senhorios e à propriedade fundiária. 19. (Unirio) Inúmeros escritores e poetas portugueses retrataram o imaginário que acompanhou o homem ibérico na sua aventura pelos mares nunca dantes navegados. Temores e fantasias não o impediram de se lançar às águas do mar Oceano, arriscando-se em busca, principalmente, de: a) novos caminhos para o Oriente, novos mercados, metais preciosos e propagar a fé cristã. b) escravos africanos, cana-de-açúcar, metais preciosos e catequizar os indígenas. c) escravos e ouro, desvendar os segredos dos mares e descobrir correntes marítimas desconhecidas. d) ouro e marfim, expandir o protestantismo e romper o monopólio árabe-veneziano no Mediterrâneo. e) pau-brasil, testar os novos conhecimentos náuticos e conhecer novas rotas. 20. (Fuvest) O período 1450-1550, de transição da Medievalidade para a Modernidade, conheceu dentre outras características: a) decadência econômica e racionalização da vida religiosa. b) revalorização do aristotelismo e consolidação do Estado Absolutista. c) forte efervescência religiosa e intensa expansão comercial. d) avanço do liberalismo burguês e recuo do feudalismo. e) hegemonia européia francesa e despontar da arte gótica. 1 - (Supletivo 2010) Leia o poema, abaixo, sobre a conquista dos mares no início da era moderna. Ó mar salgado, quanto do teu sal São lágrimas de Portugal!
  • 9. Por te cruzamos, quantas mães choraram, Quantos filhos em vão rezaram! Quantas noivas ficaram sem casar Para que fosses nosso ó mar! Valeu a pena? Tudo vale a pena Se a alma não é pequena. Quem, quer passar além do Bojador Tem que passar além da dor. Deus ao mar o perigo e o abismo deu. Mas nele é que espelhou o céu. PESSOA, Fernando. Mar português. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1960 De acordo com esse poema, a expansão marít ima está relacionada à: a) aliança com as cidades italianas. b) busca de uma rota comercial para as Índias. c) conquista de Portugal pelos mouros. d) descentralização do governo de Portugal. 2 - A expansão comercial e marítima, dos séculos XV e XVI, foi uma experiência de grande impacto no mundo europeu, pois: I - utilizou-se de novas técnicas, possibilitadoras da ampliação dos conhecimentos náuticos e astronômicos. II - estimulou a difusão de relatos de cunho etnocêntrico (os europeus como principal raça, povo, os dominadores) sobre os povos e terras extra-europeus. III - propiciou a paz religiosa entre reformadores e ortodoxos, na medida em que viabilizou a distribuição desses grupos pelos novos espaços habitáveis do mundo colonial. Indique a opção que apresenta as afirmativas corretas: a) I e II ,apenas b) II, apenas. c) I, II e III. d) III, apenas. 3 - Como consequência das Grandes Navegações, assinale a afirmativa correta: a) Gênova e Veneza passaram a monopolizar o comércio das especiarias orientais. b) Os Estados Nacionais Europeus enfraqueceram-se devido às despesas com as navegações. c) O eixo das atividades econômicas deslocou-se do Mar Mediterrâneo para o Oceano Atlântico. d) O Estado Monárquico mostrou-se desinteressado das atividades mercantis e coloniais. 4 - (UFMG) Leia o texto. E aproximava-se o tempo da chegada das notícias de Portugal sobre a vinda das suas caravelas, e esperava-se essa notícia com medo e apreensão; e por causa disso não havia transações, nem de um ducado [...] afeira alemã de Veneza não há muitos negócios. E isto porque os Alemães não querem comprar pelos altos preços correntes, e os mercadores venezianos não querem baixar os preços [...] E na verdade são as trocas tão poucas como se não poderia prever. Diário dum mercador veneziano, 1508. O quadro descrito nesse texto pode ser relacionado à a) comercialização das drogas do sertão e produtos tropicais da colônia do Brasil. b) distribuição, na Europa, da produção açucareira do Nordeste brasileiro. c) importação, pelos portugueses, das especiarias das Índias Orientais. d) participação dos portugueses no tráfico de escravos da Guiné e de Moçambique.
  • 10. 5 – (UNESP – SP – 2010) A propósito da Expansão Marítimo-comercial européia dos séculos XV e XVI, pode-se afirmar que: a) a Igreja Católica foi contrária à Expansão e não participou da colonização das novas terras. b) os altos custos das navegações empobreceram a burguesia mercantil dos países ibéricos. c) a centralização política fortaleceu-se com o descobrimento das novas terras. d) os europeus pretendiam absorver os princípios religiosos dos povos americanos. e) os descobrimentos intensificaram o comércio de especiarias no Mar Mediterrâneo. 6 – (PUC Minas-2008) A história e a Literatura têm trazido contribuições importantes para compreensão do de se nvolvime nto das civilizações. Le ia o poema “Mar Português” de Fernando Pessoa, e assinale a afirmativ a correta de acordo com o texto. Ó mar salgado, quanto do teu sal São lágrimas de Portugal! Por te cruzamos, quantas mães choraram, Quantos filhos em vão rezaram! Quantas noivas ficaram sem casar Para que fosses nosso ó mar! Valeu a pena? Tudo vale a pena Se a alma não é pequena. Quem, quer passar além do Bojador Tem que passar além da dor. Deus ao mar o perigo e o abismo deu. Mas nele é que espelhou o céu. a) Refere-se à Expansão Marítima portuguesa durante os séculos XV e XVI, ampliando a esfera política e geográfica do mundo conhecido. b) Explica o mito fundador da colonização do Novo Mundo a partir da imposição da Coroa portuguesa e de seus aliados espanhóis. c) Trata-se de uma interpretação idealista da Expansão Marítima portuguesa, criada a partir das ideias mercantilistas inglesas e francesas do século XIX. d) Critica o modelo histórico que explica o processo de colonização portuguesa em função da mudança do eixo atlântico para o Mediterrâneo. Gabarito 1 - B 2 - A 3 - C 4 - C 5 - C 6 - A