Gestão de Pessoas
Estratégias e integração
organizacional
Gestão de Pessoas
1 Gestão de pessoas: evolução e
estágio atual; uma introdução
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Gestão de pessoas:
evolução e estágio atual; uma introdução
“Qualquer gestor pode ser um gestor de pessoas, mas
somente um tem os meios necessários para se tornar um
bom gestor de pessoas.
É o titular (ou a titular) da área de pessoas.
Mas, para se tornar um excelente gestor
terá de agir estrategicamente.
Sempre!”
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Gestão de pessoas:
evolução e estágio atual; uma introdução
1.1 Preliminares
.Luiz Inácio Lula da Silva;
.A força do novo sindicalismo brasileiro;
.Negociação: Sindicato, Empresa e RH; e
.Novo profissional: o gerente de recursos humanos.
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1 Gestão de pessoas:
evolução e estágio atual; uma introdução
1.2 Histórico
.Administração de pessoal, funções básicas:
recrutamento e seleção de pessoas;
.1º de maio de 1943: assinatura do Decreto-lei nº 5452
Consolidação das Leis Trabalho (CLT);
.Departamentos (de pessoal): rotinas trabalhistas;
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1 Gestão de pessoas:
evolução e estágio atual; uma introdução
1.2 Histórico
.Tarefas administrativas: recrutamento, seleção,
treinamento, admissão, demissão e a folha de
pagamento;
.Atividades mais importantes: recrutamento e seleção,
prova específica e testes psicológicos e treinamento;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Gestão de pessoas:
evolução e estágio atual; uma introdução
1.2 Histórico
.Planos de saúde, benefícios, segurança no trabalho e
outras atividades;
.Por que surgiu uma nova roupagem para a melhor
gestão do quadro funcional?
.R: Explosão da informação (TI): R&S, T&D, P&C,
A&D, Benefícios, Saúde e Segurança entre outras; e
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1 Gestão de pessoas:
evolução e estágio atual; uma introdução
1.2 Histórico
.Curso de administração de recursos humanos: primeira
turma, 90% de profissionais da área do direito;
.Três anos depois: 70% ou 80% administradores e
psicólogos; e
. Estágio atual: solução para as demandas de excelência
organizacional.
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1 Gestão de pessoas:
evolução e estágio atual; uma introdução
1.3 O corpo funcional
Clima organizacional, três fatores, (SIROTA e
MELTZERI, 2005):
- Eqüidade: perceber que os superiores são justos na sua
relação com a estrutura social;
- Realização: crescer na carreira, na empresa e estar bem
na organização, ser considerado, respeitado; e
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1 Gestão de pessoas:
evolução e estágio atual; uma introdução
1.3 O corpo funcional
Clima organizacional, três fatores, (cont.):
- Companheirismo: as pessoas buscam uma relação
amistosa (maiores possibilidades de manutenção na
posição), “Uma mão lava a outra”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Gestão de pessoas:
evolução e estágio atual; uma introdução
1.3 O corpo funcional
Etapas para um processo de comunicação,
(BERLO,1999):
1ª) Fonte: a origem pode ser uma pessoa ou uma pessoa
em nome de um grupo com um dado objetivo;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Gestão de pessoas:
evolução e estágio atual; uma introdução
1.3 O corpo funcional
Etapas, (cont.):
2ª) Mensagem: o objetivo é materializado, via
mensagem, e nos processos a mensagem é traduzida
num código chamado de conjunto sistemático de
símbolos;
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1 Gestão de pessoas:
evolução e estágio atual; uma introdução
1.3 O corpo funcional
Etapas, (cont.):
3ª) Codificador: a função codificadora expressa o
objetivo da fonte em forma de mensagem executada
pelas habilidades da fonte (oral, escrita, gestos, braços e
postura);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Gestão de pessoas:
evolução e estágio atual; uma introdução
1.3 O corpo funcional
Etapas, (cont.):
4ª) Canal: condutor da mensagem, aproxima a fonte do
recebedor, o e-mail é canal que aproxima a fonte que
pode estar qualquer lugar;
5ª) Recebedor: é quem está na outra ponta do canal; e
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1 Gestão de pessoas:
evolução e estágio atual; uma introdução
1.3 O corpo funcional
Etapas, (cont.):
6ª) Decodificador: a fonte necessita de um codificador
para dar movimentação à mensagem e o recebedor
precisará de um decodificador para decifrar a
mensagem.
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1 Gestão de pessoas:
evolução e estágio atual; uma introdução
1.4 A organização
. Administração de RH gestão de pessoas;
. Abordagem de sistemas abertos; e
. Abordagem contingencial.
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1 Gestão de pessoas:
evolução e estágio atual; uma introdução
1.5 Enfim...
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Quick case
- A proposta era muito simples. Dar uma nova nomenclatura
à unidade que tratava dos recursos humanos da empresa. E,
então, o gerente de RH foi conversar com o diretor
administrativo que comanda RH e outras unidades, tais
como: logística e tecnologia da informação e sugeriu: gestão
de pessoas. O diretor foi receptivo a idéia, só não via qual a
vantagem na troca de rótulos. Pelo que o gerente falara o
diretor entendia que não havia nada que justificasse a troca
de nomenclatura, a não ser apenas a vontade de mudar.
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1 Quick case (cont.)
- O gerente pensa que foi claro na proposição acha que detalhou
a “nova” unidade, mas percebeu que o diretor não “comprara”
totalmente a idéia. Mas ouviu a promessa de voltar ao assunto
dali alguns dias.
E foi o que aconteceu. O diretor voltou ao assunto e disse não.
O gerente ficou negativamente impactado e começou a articular
uma nova argumentação que fizesse o seu diretor entender os
porquês da mudança de rótulos. E que não era apenas a sua
vontade pessoal. Como seria, então, essa argumentação que
convenceria o diretor e demais diretores?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Estudo de caso
A chegada de José Antonio, novo diretor, trouxe junto com
ele uma nova nomenclatura para a agora ex-diretoria de
Recursos Humanos e a nova nomenclatura é Diretoria de
Talentos. A expectativa era grande e por várias razões: a
empresa da área da tecnologia da informação vinha
crescendo e acabava de fechar dois contratos com duas
grandes empresas. A necessidade de contratação de
profissionais de TI era imediata e essa foi a razão principal
para a contratação do novo diretor.
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1 Estudo de caso (cont.)
E, de fato, poucos dias depois uma nova profissional é contratada
não para a ex-gerência de recursos humanos, mas para a nova
unidade denominada Gestão de Pessoas. Martha Tomar ainda no
primeiro dia pede uma reunião com as demais chefias. Fala de
sua experiência anterior, sempre em grandes empresas, fala de
seus planos e deixa claro que a empresa entra numa nova
trajetória à semelhança das grandes empresas norte-americanas:
valorização do corpo funcional, uma programação dinâmica em
treinamento e desenvolvimento e um processo de recrutamento e
seleção moderno.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Estudo de caso (cont.)
Pede auxílio de todos e termina dizendo que a porta de sua
sala estará sempre aberta para que todos possam chegar e
entrar. E que só sai da sala em situações especiais. Entendia
que a sua sala era o melhor local da empresa. Ali estaria ao
longo de cada dia.
André Monteiro é o titular de T&D (treinamento e
desenvolvimento) e, após a frustração de não ser o escolhido
para o cargo de gestor de pessoas, firmara o compromisso
público de dar todo o apoio necessário à gestora.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Estudo de caso (cont.)
Entretanto, chegou a manifestar a sua decepção com relação
às palavras da sua nova chefe. Falou o que todo mundo fala,
ou seja, não disse nada de novo. Apregoava a sua
insatisfação pelos cantos da empresa. Isso foi entendido pela
titular de R&S (recrutamento e seleção) como “dor de
cotovelo” por não ter sido escolhido como o novo gestor.
Menos de um mês depois a população funcional é abalada
com a demissão de André e junto com ele Toninho Montes,
seu substituto eventual e algumas outras pessoas de T&D.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Estudo de caso (cont.)
Nova reunião com a nova gestora e não há menção da demissão
de André até que alguém pergunta e “ouve” o silêncio como
resposta. Um outro mês passa e a gestão de pessoas entra em
ritmo normal.
E a nova gestora de pessoas cumpriu o prometido, mal saia da
sala e preferia que os demais gestores viessem conversar com ela
sobre programas de treinamento, planos de carreira, cargos e
salários e recrutamento e seleção. E combinou um encontro
mensal em sua sala de reuniões com os demais gestores.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Estudo de caso (cont.)
Numa das reuniões, Juliana, gestora financeira, perguntou porque
não recebia uma visita dela, gestora, já que assim conheceria ao
menos a área física de finanças. Ela sorriu, disse que faria uma
visita, mas tinha essa norma de raramente sair da sala. Assim,
poderia dar apoio permanente à turma dela. A conversa continua
e a gestora financeira começa a fazer comentários específicos da
sua área. Fala do acompanhamento orçamentário, da próxima
visita dos auditores independentes, de alguma dificuldade em
convencer algumas unidades no sentido da obediência ao
cronograma aprovado.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Estudo de caso (cont.)
Nesse ponto foi interrompida pela gestora que disse não ser
especialista em finanças e estava entendendo alguma coisa,
mas não muito. E a conversa termina aí.
Meses depois José Antonio, diretor de talentos, marca uma
reunião com todos os gestores. E informa que não há uma
agenda a ser tratada e estipula um horário pequeno. Todos
comparecem e o diretor faz uma preleção inicial e passa a
palavra à gestora de pessoas que faz um longo relato desde
seu ingresso até aquele momento.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Estudo de caso (cont.)
Em seguida, pela ordem alfabética pede a participação dos
gestores. Os comentários são semelhantes, elogiosos até, e
há apenas alguns reparos. Por exemplo, alguns manifestaram
estranheza com a súbita demissão de André Monteiro e
outros de T&D que vinham atuando de forma a não
comprometer a área. Depois, as demissões ocorreram de
forma abrupta, pois nem mesmo os gestores tiveram
informações, embora fosse um assunto só da área dela.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Estudo de caso (cont.)
A gestora se defendia tranqüilamente dizendo que cada área
era cada área e não via motivos para maiores comentários.
“Todos sabem que não me envolvo em área alguma, respeito
o trabalho de cada gestor. Sou assim há muitos anos e por
onde passei acredito que deixei boas recordações. Vocês
devem ter notado que na nossa reunião de planejamento eu
ouvi todos falarem e na minha vez dei o meu recado. Nada
comentei sobre as outras áreas porque me especializei em
recursos humanos, digo, gestão de pessoas”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Estudo de caso (cont.)
Na manhã seguinte a gestora foi conversar com seu diretor
José Antônio e disse que ela poderia muito, mas não poderia
tudo. E isso significa dizer que ela se sente confortável na
área de sua especialização e é assim que tem de ser. O que
ela não poderia ser é quase que uma gerenciadora de
informações o que a obrigaria a ter informações de todas as
áreas. O diretor concordou e falou que era natural que os
demais gestores agissem da maneira que estavam agindo.
“Não se esqueça que você é muito nova em idade e nova
aqui na empresa e isso causa uns ciuminhos”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Estudo de caso (cont.)
Contudo, dois meses depois o diretor de talentos resolveu
contratar uma consultora, Bete Nunes, que tinha muito boa
experiência profissional, boa formação acadêmica e dois
cursos em nível de pós-graduação em gestão estratégica de
pessoas. E seu compromisso seria prestar consultoria à
gestora de pessoas visando a uma atuação de forma
estratégica. Difícil imaginar o grau de relacionamento entre
a gestora de pessoas e a consultora.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Estudo de caso (cont.)
Você (e seu grupo, se for o caso) deve comentar o caso com
base não apenas na postura da gestora de pessoas, mas
também na posição dos demais gestores e em especial da
consultora recém contratada. Aponte como vocês acham que
a empresa poderia ter, se fosse o caso, uma diretoria de
talentos em nível de excelência.
Nota: este caso é hipotético, qualquer semelhança com
pessoas, empresas, etc. será mera coincidência.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Questões para debate
1) Entendemos que a retirada dos executivos da área de
pessoal das mesas de negociação fragilizou o eventual poder
que a área tinha sobre a organização como um todo. Aliás, é
fácil imaginar um chefe do então departamento de pessoal
retornando à organização e contando a tantos outros o que o
presidente negociara muito bem e não o próprio (ou a
própria) chefe. Diante desta realidade, explore a questão das
negociações e do poder da então área de RH nas
organizações enfatizando a presença do presidente e do
titular da área de pessoal.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Questões para debate
2) A década de 30 marca definitivamente o início
sistematizado e regulado por documentos legais da
administração de pessoal passando a existir uma
verdadeira legislação trabalhista, a CLT. Considerando
este período e o primeiro artigo da CLT, trace um
paralelo das atividades realizadas pelos chamados
departamentos de pessoal e tarefas administrativas com
as atividades da atual gestão de pessoas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Questões para debate
3) Você pôde verificar que o recrutamento de pessoas
era realizado via jornais de boa circulação e não muito
mais do que isso, eventualmente, as rádios anunciavam
que tal ou qual empresa buscava pessoas para ocupar
determinados cargos. Com base no texto e na atualidade
explore como este recrutamento se dá nos dias de hoje
abordando as atividades mencionadas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Questões para debate
4) O texto menciona que à exceção dos planos de saúde,
já existiam os benefícios, a segurança e outras
atividades, mas não havia uma preocupação em fazer
crescer tais atividades. Elas existiam porque existiam. E
nos dias de hoje? Você acredita ser muito diferente?
Exponha sua opinião e exemplifique com casos
organizacionais atuais.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Questões para debate
5) Um bom exemplo que mostra a profunda
transformação para a atual gestão de pessoas a partir dos
anos 70 vem de um dos primeiros cursos de
administração de recursos humanos realizados no Brasil.
Sua primeira turma era composta de 90% de advogados,
logo no ano seguinte, tinha no máximo 20% a 30% de
pessoal com bacharelado em direito;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Questões para debate (cont.)
5) Este quadro mudou, mas e a realidade atual? Será que
ainda temos advogados, engenheiros ou médicos
assumindo cargos de gestão, ou seja, de
administradores? O CRA – Conselho Regional de
Administração propaga a seguinte mensagem:
“Administração é para administrador”. Exponha sua
opinião a cerca desta realidade.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Questões para debate
6) O texto nos leva ao atual contexto onde a gestão de
pessoas surge como solução para as demandas de
excelência organizacional, mas cabe aqui uma questão:
e por que surge uma nova roupagem para a melhor
gestão do quadro funcional? Dentre os aspectos
apresentados explore três dos quais você acredita serem
cruciais no atual contexto da gestão de pessoas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Questões para debate
7) As pessoas da organização contribuem para a
instalação de um clima organizacional favorável que
conduz a resultados, incluindo resultados dos negócios
quando é o caso. Sirota e Meltzeri entendem que há três
fatores que as pessoas desejam na organização e que
entendemos contribuir para um clima altamente
positivo, são eles: equidade, realização e
companheirismo;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Questões para debate (cont.)
7) Portanto, construa uma pirâmide onde a base
representa o fator de maior peso, o meio representa o
fator de equilíbrio e a ponta o fator a ser considerado de
acordo com o tempo de carreira. Explore com base no
texto cada fator mencionado e defenda a estrutura da
sua pirâmide.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Questões para debate
8) “O gestor (estratégico) de pessoas deve ser hábil no
sentido de identificar eventuais ruídos no relacionamento
entre as pessoas visando ao melhor clima possível,
assegurando um desenvolvimento regular dos trabalhos na
organização. Sabemos que o melhor clima possível não
elimina a existência de conflitos, mas deve eliminar o
conflito predador, aquele que só traz a instabilidade e a
incerteza”. Com base no texto e no trecho destacado, o que
você entende por ruídos nas organizações?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Questões para debate
9) Seguindo a linha de raciocínio da questão anterior,
diante de um quadro com eventuais ruídos, existência de
conflitos, instabilidades e incertezas, qual deve ser a
posição do gestor de pessoas? Justifique a sua resposta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Questões para debate
10) Complementando as questões nº 8 e nº 9, um outro
fator que dá suporte a um clima organizacional pró-
ativo e minimiza os possíveis ruídos é a comunicação.
Curiosamente o processo de comunicação é
extremamente simples, o que não quer dizer que
funcione com alto grau de eficiência e eficácia;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Questões para debate (cont.)
10) As etapas para um processo de comunicação
compreendem, segundo Berlo: fonte, mensagem,
codificador, canal, recebedor e decodificador. O texto
apresenta um exemplo bastante interessante que
auxiliou você a compreender as etapas de uma
comunicação, agora cabe a você elaborar um exemplo
claro e sucinto abordando as seis etapas mencionadas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Questões para debate
11) O texto aborda a passagem da administração de
recursos humanos para gestão de pessoas. Temos
absoluta convicção que a mudança não está no rótulo,
mas sim numa nova abordagem. Sua tarefa consiste em
voltar ao texto e identificar três das diversas
transformações e aspectos necessários à rápida ação das
organizações.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Questões para debate
12) O conhecimento da abordagem contingencial é
fundamental à boa atuação do gestor (estratégico) de
pessoas, uma vez que aborda a importância do ambiente
nas transformações internas, principalmente, naquelas
ditadas por “exigências” do ambiente. Assim sendo,
podemos concluir que não existe estrutura
organizacional única, de um organograma e que seja
permanente, porque a organização não teria como
controlar o ambiente;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Questões para debate (cont.)
12) Sendo assim, contextualize as organizações
brasileiras diante de tantas incertezas, ou seja,
turbulências de toda ordem (econômica, social, política
e de negócios, em geral) e mais os fatores
contingênciais fora de nossas fronteiras, como por
exemplo, os pregões das bolsas de valores por todo o
mundo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Questões para debate
13) A abordagem contingencial permite ao gestor
(estratégico) de pessoas uma compreensão muito melhor da
organização e das problemáticas ambientais ao recorrer à
leitura de livros, revistas, artigos, ensaios e matérias da
internet como também a participação em encontros,
simpósios, congressos, grupos profissionais. Valem também,
a presença em cursos, palestras obtendo assim, a formação
ideal. Em se tratando de capacitação, como você vê o atual
gestor de pessoas? Não poupe palavras.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Questões para debate
14) Muitas foram as abordagens teóricas alinhavadas
nesse capítulo a fim de permitir a compreensão da
organização como um todo. Mas você saberia o porquê
deste interesse em dedicar páginas a movimentações
ditas teóricas, já que o livro tem a pretensão de ser um
instrumento eficaz na compreensão e aplicação de
meios e modos que conduzam à formação de
profissionais na área de gestão de pessoas? Seja
consistente em sua resposta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Questões para debate
15) As pessoas da organização não podem ser
consideradas como recursos humanos que representam
custos e nada mais. Vergara e Davel apontam que “o
caráter normativo de modelos e técnicas e a obsessão
pela eficácia, pelo desempenho, pela produtividade,
pelo rendimento a curto prazo ressaltam um tipo de
tratamento aos seres humanos desprovido de conteúdo
ético, filosófico e auto-reflexivo”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
1 Questões para debate (cont.)
15) Como pôde perceber ao longo do texto,
mencionamos “pessoas da organização”, sendo assim,
como você vê a importância destas pessoas para as
organizações? Recursos humanos, capital humano,
pessoas? Aborde as questões éticas, filosóficas e auto-
reflexivas.
Gestão de Pessoas
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.1 Preliminares
.Atividades que estão plenamente interligadas;
.Tratar ambas como uma atividade única; e
.Para encontrar e estabelecer uma relação de trabalho
com pessoas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.2 Definições e conceitos
. Recrutamento“processo de identificação e atração de
um grupo de candidatos, entre os quais serão escolhidos
alguns para posteriormente serem contratado para o
emprego” (MILKOVICH e BOUDREAU, 2000); e
.Seleção  “escolher e classificar os candidatos
adequados” (ZOUAIN, 2003).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.2 Definições e conceitos
. Perguntas básicasPor que recrutar?
Quem recrutar?
Como como recrutar?
Onde recrutar?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.3 No plano interno
“Quando a organização procura preencher uma vaga
para um posto de trabalho mediante o remanejamento de
seus funcionários, que podem ser promovidos,
transferidos (mov. horizontal) ou transferidos com
promoção (ascensão funcional)”
(TACHIZAWA, FERREIRA e FORTUNA, 2001).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.3 No plano interno
Vantagens:
- Necessidades de investimentos de menor ordem:
alternativas dentro da própria organização, remanejando
as pessoas ou transferindo;
- Rapidez no processo: basta mandar um e-mail, partindo
do princípio de que apresenta os pré-requisitos para a
vaga em questão;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.3 No plano interno
Vantagens, (cont.):
-Disponibilidade de investimentos para outras
atividades: redirecionamento dos recursos financeiros
dentro da própria área de gestão de pessoas;
- Segurança em relação aos seus recursos humanos:
pessoas conhecidas demonstrarão um vínculo maior com
a organização do que alguém que esteja chegando agora
na organização; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.3 No plano interno
Vantagens, (cont.):
- Motivação das pessoas: ninguém pode motivar
ninguém, são as pessoas que se motivam por intermédio
de incentivos tais como os processos de auto-
aperfeiçoamento e auto-avaliação.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.3 No plano interno
Limitações:
- Pessoas conectadas com a cultura: as “idéias viciadas”
podem comprometer o sucesso da empresa, pessoas
novas renovariam o ambiente;
-Relacionamentos em conflito: desentendimentos é uma
realidade, sabendo que “uma andorinha só não faz
verão” a falta de companheirismo dificulta o rendimento
global da organização;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.3 No plano interno
Limitações, (cont.):
-Excesso nas promoções (princípio de Peter): trata de
promoções sucessivas de uma pessoa competente da
organização, até que esta se torne incompetente em
relação ao cargo alcançado;
-Protecionismo: às vezes a pessoa não tem a
competência necessária para preencher o cargo, mas tem
o famoso “QI” que significa quem indica; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.3 No plano interno
Limitações, (cont.):
- Baixa racionalidade no processo: se há a possibilidade
de uma pessoa querida ocupar o cargo que está
disponível, é bem provável que nem haja processo de
recrutamento e seleção.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.3 No plano interno
Formas de remanejamento:
- Expatriação: é crescente o número de organizações que
vêm atuando em muitos países tornando necessário
“exilar” as pessoas da empresa e, até mesmo suas
famílias;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.3 No plano interno
Formas de remanejamento, (cont.):
- Repatriação: pessoas transitando entre sociedades e
permanecendo em diferentes países, (multinacionais se
transformam em transnacionais perdendo identidade e
origem);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.3 No plano interno
Formas de remanejamento, (cont.):
- Recolocação (outplacement): realizada pela própria
organização, ou por serviços terceirizados, assessorias de
recursos humanos ou as empresas especializadas em
recolocação; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.3 No plano interno
Formas de remanejamento, (cont.):
- Transferência: calcada em interesses da pessoa e os da
organização, em função de um desejo pessoal, problema
ou indisposição ou o desejo de crescer.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.4 No plano externo
Técnicas de recrutamento:
- Contratando assessorias de recursos humanos: a
empresa terceiriza a parte referente ao recrutamento e
seleção;
-Contratando head hunters: (caça-talentos) recruta os
melhores do mercado, mesmo que estes estejam
trabalhando em empresas concorrentes;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.4 No plano externo
Técnicas de recrutamento, (cont.):
- Indicação por pessoas da organização: as pessoas da
organização indicam outras pessoas conhecidas, e
competentes, é claro;
-Fazendo uso da internet: na internet existem diversos
sites de assessoria de recursos humanos que fazem o
recrutamento nos quais podemos disponibilizar nossos
résumés;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.4 No plano externo
Técnicas de recrutamento (cont.):
- Utilizando currículos pré-cadastrados: currículos de
processos anteriores mantidos em um banco de dados;
-Ativando os meios de comunicação (jornal, revistas,
rádios...); e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.4 No plano externo
Técnicas de recrutamento (cont.):
- Se vinculando a outras instituições, associações,
agremiações, cooperativas e/ou sindicatos: acesso direto
às fontes de captação de pessoas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.4 No plano externo
Etapas de um processo de seleção:
1o) Entrevista preliminar;
2o)Aplicação de testes psicológicos;
3o) Dinâmica de grupo (simulações/jogos/dramatizações);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.4 No plano externo
Etapas, (cont.):
4o) Finalização (entrevista para pré-contratação);
5o) Seleção; e
6o) Outplacement (Recolocação).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.4 No plano externo
 Os dez mandamentos:
1) Nem muito cedo, nem muito tarde;
2) Vestuário, perfumes e maquiagem;
3) A importância da internet;
4) Evite a “troca de olhares”;
5) Problemas pessoais só interessam a você;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.4 No plano externo
 Os dez mandamentos (cont.):
6) Dizer que é fluente em idiomas e não ser;
7) Desligue o celular;
8) Conheça o seu curriculum vitae, o seu résumé;
9) A experiência anterior é importante, mas...; e
10) Olhe firme, seja objetiva(o), mantenha um gestual
simples e de poucos movimentos.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.4 No plano externo
 Mais vinte mandamentos (Di FALCO e HERZ, 2005):
1) Não falar suavemente: a mulher falando suavemente
difere do homem falando suavemente podendo ser
entendido como abordagem de sedução;
2) Não falar muito alto: falar alto pode demonstrar
alguma desconsideração com o próximo;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.4 No plano externo
 Mais vinte mandamentos, (cont.):
3) Falar com erros de pronúncia: se você não souber
pronunciar tal palavra, não pronuncie, busque um
sinônimo;
4) Responder ao que é perguntado, sem digressões: na
entrevista você só tem de responder ao que foi
perguntado sem maiores comentários;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.4 No plano externo
 Mais vinte mandamentos, (cont.):
5) Falta de energia e entusiasmo: a falta de entusiasmo
gerava um visível desânimo no entrevistador(a);
6) Pedir desculpas (só quando for rigorosamente
necessário): talvez, no caso da mulher pode soar algo
diferente que se confunde com algum outro interesse;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.4 No plano externo
 Mais vinte mandamentos, (cont.):
7) Nunca mencione nomes. O entrevistador(a) pode
conhecer e daí... na entrevista evite citar nomes;
8) Evite gaguejar (só se for uma dificuldade natural em
você): o que não pode é o gaguejar que denota
nervosismo, tensão;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.4 No plano externo
 Mais vinte mandamentos, (cont.):
9) Baby talk: quer dizer, não conte histórias consideradas
infantis; se for contar, o faça com alguma brevidade e
peça para retornar ao que interessa;
10) Sem flertes, sem sedução: esse é um jogo natural no
nosso dia-a-dia, mas nunca numa entrevista de
emprego, pois o entrevistador(a) pode estar testando
você;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.4 No plano externo
 Mais vinte mandamentos, (cont.):
11) Sexo. Nada nunca. Nada de conversas sobre pessoas
hetero nem homossexual: a entrevista é um momento
revestido de muito formalidade;
12) Sem piadas: piadas não fazem sentido nem mesmo no
aquecimento, não interessam quando nos momentos
iniciais é feita a tentativa de aproximação com uma ou
duas gracinhas;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.4 No plano externo
 Mais vinte mandamentos, (cont.):
13) Entrar em discussão com o entrevistador(a): você
pode dizer, se não houver outra saída, que não
concorda totalmente, mas entende a posição de quem
entrevista;
14) Palavrão nunca: nem se o entrevistador usar um, hoje
em dia é menos comum, mas no passado o palavrão
soava como absoluta falta de educação;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.4 No plano externo
 Mais vinte mandamentos, (cont.):
15) Nunca responder sim ou não: respondendo, justifique
os porquês, ser monossilábico não ajuda nada, ao
contrário, afasta você de emprego;
16) Salários, benefícios, férias, nada disso na entrevista:
nada se pergunta sobre vantagens do cargo, é normal
que quem entrevista complete informações objetivas;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.4 No plano externo
 Mais vinte mandamentos, (cont.):
17) Não reclame de nada: nem se estiver chovendo
torrencialmente lá fora e você molhada que dá pena,
nem ao final da entrevista;
18) Não peça desculpas nunca sobre ausência de dados
em seu résumé, ou de outros dados: se esquecer de
colocar alguma informação importante, diga que vai
refazer e encaminhar;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.4 No plano externo
 Mais vinte mandamentos, (cont.):
19) Arrogância nunca: o arrogante é sempre arrogante,
não há dúvida e, portanto, é muito difícil esconder
esse comportamento; e
20) Presunções, suposições: não diga ao entrevistador,
por exemplo, que ele lembra um ex-amor, um tio, uma
tia por causa do jeito dele de ser, jeito de falar,
aparência pessoal etc.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.4 No plano externo
Vantagens:
- Renovação das pessoas da empresa;
- Ausência de conflitos em relacionamentos;
- Ausência de protecionismo, nepotismo; e
- Manutenção da racionalidade no processo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.4 No plano externo
Limitações:
- Maior necessidade de investimento a fim de atrair o
público-alvo;
- Insegurança em relação às pessoas a serem contratadas;
- Demora no processo; e
- Desmotivação das pessoas que já atuam na empresa.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.5 No plano misto
. Formas de proceder ao recrutamento e seleção misto:
- Começando pelo: recrutamento externo. Passando para o:
recrutamento interno. Chegando a: seleção;
-Começando pelo: recrutamento interno. Passando para o:
recrutamento externo. Chegando a: seleção; e
-Começando pelos: recrutamento externo e interno,
simultaneamente. Chegando a: seleção.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.5 No plano misto
Vantagens:
- Renovação dos recursos humanos da empresa;
- Motivação das pessoas da organização;
- Possível manutenção da racionalidade no processo;
- Dificuldade de se exercer o protecionismo, nepotismo; e
- Possível segurança em relação às pessoas a serem
contratadas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.5 No plano misto
Limitações:
- Volume de investimentos de maior magnitude;
- Demora no processo;
- Possível insegurança em relação às pessoas a serem
contratadas; e
- Possível manutenção da subjetividade no processo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.6 R&S: ontem e hoje e tendências
- Contratando assessorias de recursos humanos;
- Contratando head hunters;
- Indicação por pessoas da organização; e
- Fazendo uso da internet.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Recrutamento e Seleção (R&S)
2.7 Enfim...
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Quick case
- Pedro Casso, gestor de pessoa, reúne o seu pessoal em nível de
chefia para preparar o anuncio de recrutamento para o cargo de
recepcionista que deverá ser preenchido por um dos sexos dentro
de 30 dias. Logo no início da reunião, Pedro coloca as linhas
gerais para o recrutamento. São elas: para o sexo feminino as
restrições são referentes a piercings visíveis, roupas
extravagantes e maquiagem excessiva. Já para o sexo masculino
as restrições são quanto aos cabelos longos, piercings e tatuagens
visíveis e aparência de gay. O espanto dos demais presentes foi
inevitável.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Quick case (cont.)
- Por conta disso, José Nazareth reage fortemente dizendo que
tais restrições eram puro preconceito contra pessoas e contra
novas conquistas da sociedade. Ademais, parecer nada quer dizer
e, no caso especifico, ele não via razão para as restrições porque
em nada se relacionavam com os requisitos para o cargo. Pedro,
irritado, diz que ele deveria entender que o cargo tem como
objetivo maior o contato com o público e ele não queria afetar a
boa imagem da empresa.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Quick case (cont.)
- Nazareth retruca dizendo: “Pedro, na nossa clientela nós temos
gente com piercing, cabelos longos, meninas maquiadas e
pessoas tatuadas. Quanto à aparência gay eu nem me manifesto,
por entender que é se ir longe demais nos preconceitos”. Nesta
situação qual seria a sua atitude como gestor de pessoas?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Estudo de caso
Imagine você procurando uma posição. Qual é o seu primeiro
critério para a seleção das empresas da qual pretende fazer parte?
É o salário, o horário de trabalho, as atribuições do cargo, a
possibilidade de uma remuneração variável ou quem sabe, são os
benefícios sociais? Da mesma forma que você escolhe um
critério para a seleção da empresa que pretende fazer parte, as
empresas também possuem critérios e procedimentos para a
seleção das pessoas com quem pretendem trabalhar. Assim, vale
contar um caso hipotético, mas que é muito comum em algumas
empresas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Estudo de caso (cont.)
Com mais de quinhentos associados, um clube considerado
muito bom, localizado entre o centro e a zona sul da cidade do
Rio de Janeiro, sua diretoria passa por algumas mudanças e
muitas decisões são tomadas sem apontar uma possível
flexibilidade: “é assim que vai ser e ponto final”, diz um dos
diretores (e bate com a mão direita espalmada em cima da mesa).
Uma das principais decisões consiste em realizar o mais rápido
possível, um processo de recrutamento e seleção interno e
externo que possa trazer oxigênio para o clube e, mais à frente,
atualizar as habilidades e competências das pessoas recrutadas
internamente e selecionadas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Estudo de caso (cont.)
“Como presidente deste clube, sei que você gestor (estratégico)
de pessoas, está bem capacitado para realizar um excelente
processo de recrutamento e seleção interno e externo, mas em
vista de acontecimentos desagradáveis como relacionamentos
entre pessoas aqui dentro, só tenho uma restrição a fazer: não
aceitarei contratações de esposa ou esposo de gente que trabalha
conosco no clube. E desejo me referir a um outro acontecimento
desagradável, ou você já esqueceu daquele processo que só fez
gastar muito dinheiro, recrutando nos locais e meios de
comunicação equivocados”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Estudo de caso (cont.)
Uma das pessoas contratadas pelo recrutamento externo é Amélia
Leali, uma jovem solteira de vinte e poucos anos muito
competente e carismática, formada em administração de
empresas com uma excelente experiência em marketing, para
assumir a supervisão da unidade comercial. No seu primeiro dia,
é apresentada aos colegas e conhece todas as unidades e as
respectivas atividades. Muito simpática e atenciosa, logo se
identifica com seus colegas, e, como em todo grupo informal,
logo é chamada para dar “aquela esticada” depois do trabalho.
Assim, começam as nights, as cervejinhas, os passeios.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Estudo de caso (cont.)
Estranhamente, não houve a chamada ambientação e Amélia
foi assim “apresentada” ao clube: conhecendo pessoa por
pessoa.
Com o tempo, as saídas passam a ser com as mesmas
pessoas, e agora que já tem quase um ano no clube, percebe
que sente uma certa atração por Edgar Pereira, um jovem
bastante atraente, de trinta e cinco anos e quatro anos de
clube, formado em ciências econômicas e diretor da unidade
financeira.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Estudo de caso (cont.)
Regina Core, chefe do setor de treinamento, percebe que há algo
acontecendo entre os dois e sente que alguma decisão deve ser
tomada e conversa com Paulo Vazi, o gestor (estratégico) de
pessoas.
Paulo levantou uma questão e deixou Regina sem saber o que
falar. Ele queria saber qual era o problema, porque não tinha
visto nenhum comportamento não desejado. Não havia beijos e
abraços, não havia manifestações públicas de mais ou menos
afeto. E ambos faziam o trabalho acima do esperado.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Estudo de caso (cont.)
Ou seja, havia competência. Regina apenas lembrou que o
presidente não queria contratar esposa ou esposo de gente do
clube. E ficou claro que nem irmão seria aceito. Assim, com
os “pombinhos” namorando, Regina achava que mais cedo
ou mais tarde alguém teria de sair do clube.
Paulo insistiu e disse que não via problema algum até aquele
momento. E o surgimento de fatos novos iria exigir dele
uma posição definitiva, mas por enquanto... nada a fazer.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Estudo de caso (cont.)
Regina saiu da sala, tipo inconformada e passou um, dois dias
pensando no “nada a fazer” do Paulo. Até que numa quarta-feira
Regina senta à mesa de Amélia e conversa vai, conversa vem,
Regina não resiste e vem a pergunta: “você está tendo um caso
com o Edgar (Ed)?”. Amélia ficou de todas as cores e respondeu
rispidamente: “eu não estou tendo um caso com o Ed, eu estou
namorando o Ed, por que?” Regina faz um discurso sobre as
restrições do presidente, achando que iria ser ruim para os dois,
ficarem de namorinho pelos cantos do clube. Amélia se levantou
e saiu sem dizer nada, mas irritada.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Estudo de caso (cont.)
Amélia procurou o gestor (estratégico) de pessoas e teve uma
conversa muito difícil para ela. Paulo ouviu e ouviu e ouviu, mas
nada disse. Agradeceu a presença de Amélia. Na manhã seguinte,
Regina é chamada por Paulo. A conversa foi muito difícil. E uma
decisão foi tomada.
Pois bem, neste estudo de caso gostaríamos que você (e os outros
“vocês”, se assim decidir o docente da disciplina) se colocasse na
posição do gestor (estratégico) de pessoas e tentasse descobrir o
que aconteceu após a conversa que teve com Regina.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Estudo de caso (cont.)
Evidentemente, gostaríamos que a classe fosse envolvida em
sua apreciação. Qual seria a melhor decisão a tomar, como
proceder? Deveria o gestor conversar com Amélia e Edgar?
Mas afinal, o quê conversar, neste caso quais seriam seus
critérios para o questionamento? E mais, pense você em
todo o caso, desde o primeiro momento, quando o presidente
resolveu contratar mais pessoas para o clube.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Estudo de caso (cont.)
Seria muito interessante se as personagens: o presidente,
Amélia Leali, Edgar Pereira, Regina e Paulo Vazi fossem
representadas, para juntas chegar a um final, qualquer que
fosse esse final. Você poderá utilizar-se de toda a sua
experiência acadêmica e pessoal, porque com certeza já
ouviu ou já vivenciou muitas histórias parecidas.
Nota: este caso é hipotético, qualquer semelhança com
pessoas, empresas, etc. será mera coincidência.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Questões para debate
1) Ao longo deste segundo capítulo trabalhou-se a idéia
de que recrutar é sinônimo não de apenas atrair pessoas,
mas sim de suprir as necessidades organizacionais, você
concorda com esta visão? Sim, não e por que?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Questões para debate
2) Ao estudar os processos de recrutamento e seleção,
optamos por apresentá-los simultaneamente devido a
interligação que acreditamos existir entre eles. Contudo,
é inevitável que você tenha claro o conceito de cada um
sendo capaz de distinguí-los. Por assim dizer, exercite
esta sua capacidade e, se preciso for, construa um
quadro identificando semelhanças e diferenças.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Questões para debate
3) Segundo Oliveira (2003) o recrutamento é uma:
“ferramenta de mão dupla, na qual tanto a empresa
quanto o candidato podem se conhecer, trocando
informações e esclarecendo dúvidas”. Comente a
afirmação e explique qual a importância deste processo
para a seleção.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Questões para debate
4) É sabido que para adotar o processo de R&S três são
as alternativas cabíveis – no plano interno, no plano
externo e no plano misto. Ademais, é fato que cada
organização irá optar por aquela que melhor se adequa a
sua necessidade. Assim sendo, cabe a você ser capaz de
distinguí-las e facilitar a escolha por determinado plano.
Portanto, não perca tempo e comece já o seu trabalho.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Questões para debate
5) Partindo para a opção do plano interno, uma vantagem
proporcionada pelo processo de R&S foi exposta. Tal
benefício consiste em se ter pessoas motivadas, tarefa esta
árdua, mas capaz de render grandes frutos para o futuro de
qualquer organização que pretenda se manter bem no
mercado. No entanto, esta não é a única vantagem, por isso,
cite e explique outras. Mas, note, é importante que você
“vista a camisa” e convença aqueles que lerem a sua
resposta de que esta é a melhor saída.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Questões para debate
6) Durante o texto foi trabalhado um tema bastante
polêmico, o protecionismo. Diz-se isso, pois não é incomum
encontrarmos pessoas que adentraram o âmbito
organizacional, ou mesmo foram promovidas, simplesmente
pelo fato de terem um bom QI (quem indica). Contudo, esta
prática pode prejudicar o andamento da organização e fechar
portas a grandes talentos, assim como acontece com o
excesso nas promoções (princípio de Peter). Aliás, será você
capaz de explicar este princípio?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Questões para debate
7) Com o fenômeno da globalização alguns processos
como o da expatriação, onde a pessoa e, em muitos
casos, a sua família é mandada para outro país, tendo
que se adaptar a uma nova cultura, rompendo, muitas
vezes, diversos paradigmas, é natural de acontecer. Até
mesmo o retorno, ou repatriação, se apresenta muitas
vezes necessário. Mas essas são apenas duas das formas
de remanejamento existentes; logo, explicite outras e
explique cada uma delas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Questões para debate
8) Cite e explique as técnicas de recrutamento tão
essenciais, na medida em que a escolha de uma ou outra
técnica irá influenciar e direcionar todo o processo e
cada público é atingido de uma determinada maneira.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Questões para debate
9) Devidamente estudadas as etapas de um processo de
seleção, onde a empresa deve ser capaz de enxugar o
número de candidatos e aprovar aquele que melhor se
adequa a sua realidade, é importante entender que cada
empresa possui um processo seletivo diferente.
Portanto, tome os seis passos como base e busque um
exemplo real para compartilhar com seus colegas. Se
não conseguir, solte a criatividade e invente um.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Questões para debate
10) Quando o assunto é entrevista para uma
oportunidade de trabalho, é sugerido ouvir conselhos de
pessoas mais experientes. Por assim dizer, é comum que
você tenha de ir ao shopping comprar alguns acessórios,
pois, como diria o ditado popular, “a primeira impressão
é a que fica”. E você, o que pensa sobre isto? Não
precisa se alongar na resposta, mas seja convincente ao
defender o seu ponto de vista.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Questões para debate
11) Note você que ao pensarmos num processo de
recrutamento e seleção implementado por meio do plano
externo uma vantagem se torna visível. Este benefício
consiste no fato de que haverá a renovação das pessoas da
empresa. No popular, “teremos sangue novo na
organização”. De qualquer forma, este não é o único fator
responsável pela decisão da adoção do plano externo. Assim
sendo, cite e explicite ao menos mais dois deles, sendo
capaz de convencer o gestor de que este é o melhor caminho
a ser seguido.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Questões para debate
12) Uma das questões que não pode ser esquecida quando
o assunto é recrutar e selecionar consiste na contribuição do
advento da tecnologia da informação. Entretanto, vale
salientar que apesar deste fato ter contribuído para a
diminuição do dispêndio de recursos, ainda representa uma
limitação ao se adotar um R&S externo, pois requer maiores
investimentos a fim de atrair o público-alvo. De qualquer
forma, sabemos que esta não é a única limitação; portanto,
explique ao menos outras duas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Questões para debate
13) Ao responder a questão nº 4, certamente você
conseguiu distinguir as três alternativas para se adotar
um processo de R&S. Mais ainda, ficou claro que o
plano misto engloba tanto o interno quanto o externo. E
é neste ponto que uma questão se faz necessária, pois se
ele engloba os dois, como podemos proceder ao
recrutamento e seleção no plano misto? Explique tais
processos e adicione seus comentários.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Questões para debate
14) Visto que no plano misto temos uma união dos
planos interno e externo, se torna simples perceber que
as suas vantagens e limitações serão fruto desta junção.
Contudo, é fato que alguns atributos irão se sobressair,
enquanto que outros perderão o seu lugar de destaque.
Desta forma, cabe a você apresentá-los. Mas lembre-se,
não cite apenas, faça comentários a respeito.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
2 Questões para debate
15) Com base nesta e em outras obras é sugerido que você,
neste momento, reflita sobre as modificações ocorridas no
processo de R&S de grande empresas. Para facilitar
converse com seu pai, mãe, amigos (as), tios (as),
professores (as), navegue na internet, visite a biblioteca,
enfim... reúna a maior quantidade de informações que puder
e construa um quadro que represente a evolução destas
atividades tão importantes para a vida das organizações.
Entenda que este quadro será de grande utilidade para que
você consiga usufruir o progresso.
Gestão de Pessoas
3 Cargos e salários (C&S)
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.1 Preliminares
.Foco estratégico;
.Visão usual da remuneração (fator de
custo)aperfeiçoamento, impulsionador de processos e
aumento de competitividade; e
.Diferentes formas de recompensaalinhar atitudes e
comportamentos com os objetivos organizacionais.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.2 Contextualização
.Começo do século XX, teoria da administração
científica: conciliar empresa e produção com as pessoas e
o salário pago a elas;
.Estudos de Hawthorne: percepção da influência dos
grupos sociais no comportamento e atitudes das pessoas
da organização;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.2 Contextualização
.Abordagem das relações humanas: motivação e
satisfação;
.Teoria das necessidades de A. Maslow;
.“Fatores motivadores e higiênicos” de F. Herzberg
(1959); e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.2 Contextualização
Conclusão:
Apenas o salário não caracteriza o fator motivador na
busca e na realização das atividades.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.2 Contextualização
.Diferentes pessoas: com suas habilidades e talentos
buscam diferentes objetivos motivacionais no trabalho;
.“A organização deve perceber o salário como função
agregada de motivação” (PONTES, 1993); e
.A motivação dependerá do significado que cada qual
atribui a uma determinada atividade“ninguém pode
motivar ninguém” (BERGAMINI, 1997).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.3 Definições e conceitos
.Cargo: conjunto de atribuições de natureza e requisitos
semelhantes que têm responsabilidades específicas a
serem praticadas pelo seu ocupante (LACOMBE, 2004);
.Salário: contraprestação em dinheiro, recebida
periodicamente pelo corpo funcional, face a um trabalho
desenvolvido num espaço de tempo previamente
definido; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.3 Definições e conceitos
“Instrumento que permite a administração
das pessoas na contratação, movimentações horizontais e
verticais e retenção dos talentos, estabelecendo uma
política salarial eficaz que permite a ascensão profissional
de acordo com aptidões e desempenhos”
(QUALITAS, 2005).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.3 Definições e conceitos
.Tarefa: conjunto de elementos que requer o esforço
humano para determinado fim;
.Função: conjunto de deveres, tarefas e responsabilidades
que requerem serviços de uma pessoa;
.Cargo: conjunto de funções similares; e
.Tipos de salários: nominal (ou bruto); efetivo (ou
líquido); complessivo ou profissional.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.3 Definições e conceitos
.Analista de C&S Júnior;
Pleno; e
Sênior
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.3 Definições e conceitos
.Equilíbrio
Interno: eqüidade na organização entre os cargos; e
Externo: adequação salarial da organização frente ao
mercado de trabalho.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.3 Definições e conceitos
. Padrões internos de equidade, (DUTRA, 2002):
- Capazes de traduzir a contribuição de cada pessoa para a
organização;
- Aceitos por todos como justos e adequados;
- Mensuráveis pela organização e pela própria pessoa;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.3 Definições e conceitos
. Padrões internos de equidade, (cont.):
- Coerentes e conscientes no tempo, ou seja, tenham
perenidade mesmo em um ambiente turbulento e instável;
e
- Simples e transparentes para que todas as pessoas
possam compreendê-los e ter acesso a eles.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.3 Definições e conceitos
Remuneração Total
Remuneração Direta (básica e variável)
+ Remuneração Indireta (benefícios sociais)
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.4 Considerações essenciais
Motivação, desempenho, recompensas,
reforçadores de comportamentos, punições:
.Motivaçãomotivação intrínseca;
motivação extrínseca;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.4 Considerações essenciais
Motivação, desempenho, recompensas,
reforçadores de comportamentos, punições (cont.):
.Desempenho;
.Recompensas;
.Punições; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.4 Considerações essenciais
Motivação, desempenho, recompensas,
reforçadores de comportamentos, punições (cont.):
.Reforçadores de comportamentos:
- Social: agradecimento em público;
- Simbólico: passagens de avião;
- Relacionado ao trabalho: promoções; e
- Financeiro: ações da empresa.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.4 Considerações essenciais
A gestão de C&S e as demais funções da gestão
de pessoas:
- Recrutamento e Seleção (R&S): excesso nas promoções
e protecionismo;
- Treinamento & Desenvolvimento: identificar o potencial
em cada pessoa e promover o treinamento e o
desenvolvimento em conexão com o sistema de cargos e
salários;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.4 Considerações essenciais
A gestão de C&S e as demais funções, (cont.):
-Planos de Carreira: a remuneração associada ao plano de
carreiras vem a ser um fator base aos fatores motivadores
ligados ao cargo ocupado, à perspectiva de crescimento
profissional;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.4 Considerações essenciais
A gestão de C&S e as demais funções, (cont.):
- Avaliação de Desempenho: o desempenho não deve ser
totalmente associado à remuneração financeira e, por
muito menos, confundido com pontualidade ou
assiduidade; e
- Benefícios Sociais: os benefícios servem também como
premiação para o bom desempenho, suplementam o plano
de cargos e salários.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.5 Ações estratégicas
.“Evolução dos sete paradigmas para a gestão
estratégica” (SCHINESCK, 2005):
1º) Organizações sistêmicas: a organização é vista como
um sistema necessitando de ações integradas;
2º) Novas estruturas: unidades são vistas como células
que necessitam de mobilidade, interação, e flexibilidade;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.5 Ações estratégicas
.“Evolução dos sete paradigmas, (cont.):
3º) Transparência corporativa: ser transparente,
estabelecer uma relação pró-ativa e proporcionar
credibilidade;
4º) Qualidade: qualidade total, disseminação por toda a
organização das melhores opções de ação organizacional;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.5 Ações estratégicas
.“Evolução dos sete paradigmas, (cont.):
5º) Horizontalização: uma estrutura ágil, rápida nos
processos decisórios utilizando-se da gestão horizontal e
em rede;
6º) Pessoas integradas no processo: cooperação entre as
unidades e as pessoas e no trabalho de equipes; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.5 Ações estratégicas
.“Evolução dos sete paradigmas, (cont.):
7º) Gestor de pessoas: deverá atuar estrategicamente e ser
competente nesses novos paradigmas, em paradigmas que
“apostam” na ação sistêmica, integrada.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.5 Ações estratégicas
. 3Es que definem a empresa (WOOD Jr. e PICARELLI
FILHO 1996):
- Estratégia;
- Estrutura; e
- Estilo Gerencial.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.6 Implantação do plano de cargos e salários
(PONTES, 1993)
.É parte integrante da remuneração funcional (foco no
cargo);
.Recompensa as pessoas de forma tradicional; e
.Através de sete fases.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.6 Implantação do plano de cargos e salários
.Primeira fase: Planejamento e divulgação:
- Estabelecer os objetivos;
- Determinar o número de planos necessários de acordo
com os grupos ocupacionais existentes; e
- Explicar e divulgar o plano à estrutura social.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.6 Implantação do plano de cargos e salários
.Segunda fase – Análise dos cargos:
- Coleta de dadosmétodo da observação local;
método do questionário;
método da entrevista; e
combinação metodológica.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.6 Implantação do plano de cargos e salários
.Segunda fase: Análise dos cargos, (cont.):
- Descrição dos cargos: relato das tarefas;
- Especificação dos cargos: requisitos, responsabilidades
e esforços necessários;
- Titulação dos cargos: deve espelhar as atribuições do
cargo, deve ser escolhido um título universal;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.6 Implantação do plano de cargos e salários
.Segunda fase: Análise dos cargos, (cont.):
- Classificação de cargos conforme os grupos
ocupacionais: cargos que se assemelham quanto à
natureza do trabalho gerencial; e
- Catálogo de cargos.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.6 Implantação do plano de cargos e salários
.Terceira fase: Avaliação de cargos:
- Avaliação dos grupos ocupacionais; e
- Escolha do método de avaliação.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.6 Implantação do plano de cargos e salários
.Quarta fase: Pesquisa salarial:
- Estudo do comportamento salarial;
-Pesquisa: coleta de dados, estatísticas e análise dos
dados;
- Acompanhamento dos salários praticados por outras
empresas; e
- Preocupação em alcançar os equilíbrios interno e
externo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.6 Implantação do plano de cargos e salários
.Quinta fase: Estrutura salarial:
- Curva média de mercado: curva de referência; e
- Ajustamento entre as variáveis y=f(x): y (salário) x
(método de avaliação), ex: método de avaliação por
pontos, a variável x é igual a pontos.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.6 Implantação do plano de cargos e salários
.Sexta fase: Política salarial:
- Promoção horizontal;
- Promoção vertical; e
- Reclassificação.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.6 Implantação do plano de cargos e salários
.Sétima fase: Política de remuneração:
- Formação da remuneração total;
- Determinação do salário;
- Tipos de remuneração variável; e
- Benefícios sociais (remuneração indireta).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.7 Remunerações
“Não há mais uma estratégia de salário única e ideal para
todas as organizações, qualquer uma das novas
abordagens salariais pode ser muito eficaz se ajustada – e
alinhada – às necessidades e metas de evolução da
empresa, assim como as culturas de trabalho”
(FLANNERY, 1997).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.7 Remunerações
.Remuneração funcionalfoco no cargo, termo de
(WOOD Jr. e PICARELLI FILHO, 1996); e
.Remuneração variável foco na pessoa.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.7 Remunerações
Remuneração funcional: foco no cargo:
.Métodos tradicionais não quantitativos (PONTES, 1993):
Escalonamento (job ranking): organizar os cargos em uma
hierarquia crescente ou decrescente conforme critério
estabelecido; e
Graus pré-determinados (job classification): variação do
escalonamento, ex. determinar três graus (operacional, tático
e estratégico).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.7 Remunerações
Remuneração funcional: foco no cargo:
.Métodos tradicionais quantitativos:
Avaliação por pontos, (point rating) (LOTT, 1926):
técnica analítica onde os cargos são comparados por fatores
comuns à maioria dos cargos de um grupo ocupacional; e
Comparação de fatores (factor comparison) (BENGE,
1941): a partir da escolha dos cinco fatores é realizado o
escalonamento dos cargos e dos salários.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.7 Remunerações
Remuneração funcional: foco no cargo:
.Método não tradicional:
Sistemas de pontos Hay (Hay Guide Chart-Profile) (Hay
Group, 2004): compara o valor dos cargos com base em três
fatores: conhecimento, capacidade para resolução de
problemas e responsabilidade por resultados.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.7 Remunerações
Remuneração funcional: foco no cargo:
.Estilos gerencias do profissional brasileiro:
1°) Ponto: Coragem para mobilizar recursos;
Respeito às pessoas com quem trabalha; e
Habilidades interpessoais de natureza afetiva.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.7 Remunerações
Remuneração funcional: foco no cargo:
.Estilos gerencias, (cont.):
2°) Ponto: Papel de líder;
Papel de gestor; e
Papel de coach (treinador).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.7 Remunerações
Remuneração funcional: foco no cargo:
.Estilos gerencias, (cont.):
3°) Ponto: Gestor coercitivo;
Gestor dirigente;
Gestor afetivo;
Gestor democrático;
Gestor modelador; e
Gestor coach (treinador).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.7 Remunerações
Remuneração variável: foco na pessoa:
-Remuneração por habilidades: remunera as pessoas com
base naquilo que elas demonstram saber, baseada no
conhecimento e em multi-habilidades;
-Remuneração por competências: competência essencial
(habilidades, conhecimentos, capacidades, características
comportamentais e outros atributos que equilibrados
predizem o desempenho superior); e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.7 Remunerações
Remuneração variável: foco na pessoa:
- Remuneração por resultados: atendimento de metas
(participação nos lucros ou resultados e participação
acionária).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.7 Remunerações
Remuneração variável: foco na pessoa:
. Broadbanding (FLANNERY, 1997)
 estações de rádio, onde se há faixas (bandas), as posições
profissionais, gerenciais e técnicas ficam distribuídas uma em
cada faixa, qualquer estratégia de remuneração pode assumir a
estrutura de faixas;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.7 Remunerações
Remuneração variável: foco na pessoa:
. Broadbanding, (cont.):
- Impulsiona os valores de um grupo ou o desempenho de
equipe alinhado ao individual;
- Movimentação horizontal dentro da faixa; e
- Cuidado com a nomeação das faixas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.8 Custos de absorção
.Custo Direto: é aquele custo necessário à implantação de
qualquer sistemática; e
.Custo Indireto: se preocupa essencialmente com o
treinamento e o desenvolvimento do corpo funcional o
que demanda um custo a longo prazo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.9 Vantagens da utilização
- Adequação ao perfil da organização e das pessoas;
- Incentivo às habilidades e competências;
- Manutenção dos equilíbrios interno e externo;
- Interação com as demais funções da gestão de pessoas; e
- Flexibilidade nos lucros e nas perdas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.10 Limitações
- Ocorrência de injustiças e distorções salariais;
- Deterioração do plano de cargos e salários;
- Deficiência na manutenção do plano de cargos e salários;
- Geração de expectativas de aumentos salariais; e
- Salário como bode expiatório.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.11 Cargos e salários (C&S): ontem, hoje e
tendências
- Desenvolvimento e aplicação das exigências legais;
- Percepções sociais, psicológicas e comportamentais;
- Ações e remunerações estratégicas;
- Gestão do turnover; e
- Possibilidades de absorção desta prática.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Cargos e salários (C&S)
3.12 Enfim...
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Quick case
- Adriana, analista de investimentos, pede uma conversa com
Luis, o gestor de pessoas de sua empresa. Logo no primeiro
minuto ela diz: “porque João Felipe que entrou no mesmo dia
que eu, no mesmo cargo, com os mesmos bons resultados, tem
salário tão superior ao meu?”. Luis argumenta que ele também é
contrário a uma posição da diretoria, qual seja, a de que o sexo
masculino deve receber remunerações maiores que o feminino,
por ser esse um hábito das empresas por todo o mundo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Quick case (cont.)
- Ele, Luis, diz: “Adriana, um dia conversarei com a diretoria
sobre isso”. Adriana retruca: “Mas quando será esse dia?”. Luis
insiste: “Um dia, não sei qual”. Adriana aí mostra um recorte de
uma pesquisa realizada por Heim (2005). E no recorte vem o
seguinte texto: “Pares do mesmo sexo, o mais dominante vira
líder. Se o homem dominante é par com a mulher ele se torna
líder 90% do tempo. Mas, surpresa, quando a mulher é líder
apenas 20% do tempo, mesmo que subordinada, ela exercerá a
liderança.” Luis dá um sorriso irônico e se retira. Colocando-se
no lugar da Adriana, o que você faria?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Estudo de caso
Não se falava em outra coisa. A empresa iria mexer no seu
plano de cargos e salários e a motivação eram os excelentes
resultados nos negócios. O encontro dos diretores e gerentes
num hotel de 4 ou 5 estrelas de Belo Horizonte, Minas
Gerais resultou numa proposta da gerente de novos
negócios, imediatamente apoiada pela gerência corporativa,
uma gerência considerada de alto poder de influenciação
junto à administração superior.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Estudo de caso (cont.)
Tudo começou quando Felipe Casso, presidente, comunicou
a gerentes e diretores que aguardava a todos no hotel na
sexta-feira, pela manhã, e que não marcassem compromissos
para o almoço, porque todos almoçariam no mesmo hotel. O
presidente apenas prosseguia na comemoração de resultados
de excelência obtidos nos últimos dois anos, sendo que três
anos antes o resultado fora ligeiramente superior aos anos
anteriores, mas a diretoria de Mercado Consumidor
projetara três anos de contínua celebração.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Estudo de caso (cont.)
As informações da gerência de Planejamento e Ação Estratégica
permitiam esse raciocínio. Roberta V., gerente do núcleo de
Relações com Instituições mostrava animação semelhante, visto
que a empresa conseguira credibilidade plena no ambiente onde
atuava. Ela dizia que Relações Institucionais não vende nada,
mas projeta a empresa no campo social e político. Desse modo,
havia uma “conspiração a favor” a partir dos stakeholders que
como você sabe, são as pessoas e organizações que têm algum
interesse negocial com a empresa, “personagem” principal do
nosso caso.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Estudo de caso (cont.)
O encontro começa com conversas isoladas onde se falava
sobre tudo, menos sobre a empresa, enfim, é assim que
começam a maioria dos encontros. Todos presentes, mesa
posta e começa o café da manhã. Uma pequena abertura
com o presidente agradecendo a presença de todos e
informando que terminado o café todos deveriam se dirigir
para o salão azul no 2º andar e ainda faz uma brincadeirinha:
“Salão azul e vocês ainda queriam uma cor que melhor
representasse a nossa empresa nesse momento tão
especial?”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Estudo de caso (cont.)
Evidentemente, todos riram, menos Ian Tebas, gerente de
recursos humanos, que apenas abriu um leve sorriso que
ninguém notou. Aliás, a gerência de recursos humanos
estava mudando a nomenclatura. Iria ser rotulada de Gestão
de Pessoas, mas ainda dependia de aprovação pelo Conselho
Deliberativo. O mesmo iria acontecer com as demais
gerências.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Estudo de caso (cont.)
Terminado o café, todos passam ao salão azul e o presidente
dizendo que iria ser breve faz um pequeno discurso e passa a
palavra à Carla Matias, gerente de novos negócios, a
primeira a falar porque a empresa iria entrar num mercado
ainda não explorado e havia uma certa preocupação. Mas o
entusiasmo da gerente (futura gestora) contagiou a todos. E,
repentinamente, ela dispara uma proposta inesperada para
muitos: “temos de mexer no nosso plano de cargos e
salários. Não podemos deixar de lado a contribuição de todo
o corpo funcional.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Estudo de caso (cont.)
Não teríamos chegado aonde chegamos – e ainda vamos
muito mais à frente, não fosse esse plantel que nos ajuda a
impulsionar a empresa. Imagino que um aumento geral
considerando a inflação mais de 5% seria o ideal ou algo
próximo, mas sempre superior à inflação”.
O presidente ao passar a palavra à Roberta V., gerente de
relações institucionais, comenta alegremente a proposta de
revisão do plano de cargos e salários e avisa ao titular de RH
que ele seria o último a falar naquela manhã.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Estudo de caso (cont.)
A gerente de relações institucionais toma a palavra e fala com
entusiasmo sobre os contatos que fez ao longo do ano que
passou. E reconhece que a gerente de novos negócios estava
certa: “temos de repensar o nosso plano de cargos e salários, com
certeza. Lógico que temos informações da concorrência e
sabemos que eles não projetam nada nesse sentido, o que não
quer dizer que não devemos pensar nessa revisão. Sair na frente é
a nossa vocação. Tem sido assim e temos acertado. Agora mesmo
ouvimos a gerente de novos negócios e o que podemos entender
de tudo que falou? Temos de sair na frente.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Estudo de caso (cont.)
Novos negócios significam inovar e inovar exige imediata
realização, se não ficaremos no terreno das possibilidades
futuras, enquanto que o ‘vizinho’ pode nos surpreender”.
E falaram os demais, sempre com um toque de otimismo
realista, inclusive, Mariana Zide recém contratada para a
área jurídica. E chega a vez de Ian, gerente de recursos
humanos, a futura área de Gestão de Pessoas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Estudo de caso (cont.)
Ele levanta e começa a sua peroração: “confesso que não
esperava uma proposta da gerência de novos negócios que foi
assimilada pelas demais gerências, inclusive pela gerência de
Projeção e Operações Financeiras. E fico me perguntando, pois
creio que tenho mais informações sobre o quadro funcional do
que os demais gerentes aqui presentes. Repetindo, fico me
perguntando se faz algum sentido rever o plano de cargos e
salários quando ninguém, mas ninguém mesmo veio até mim
fazendo alguma alusão. E deixe-me explicar algo que é da minha
área. Sei o que é motivação, sei o que é motivação intrínseca e
extrínseca.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Estudo de caso (cont.)
E sei, sabemos todos, com certeza, dos conhecidos
reforçadores de comportamento e é sobre isso que desejo
falar. Temos como reforçadores de comportamento: o social,
o simbólico, o relacionado ao trabalho e, finalmente, o
financeiro. E aqui repousa a minha dúvida e a minha
incredulidade no que se refere à proposta, porque podemos,
perfeitamente, trabalhar o social ou o simbólico ou o
relacionado ao trabalho. Nenhum desses três mexe no nosso
orçamento e posso quase garantir que o corpo funcional vai
gostar de receber as mais variadas homenagens.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Estudo de caso (cont.)
Quero deixar claro que nada tenho contra ninguém e gosto
da proposta do nosso gerente de novos negócios, mas sinto
que é meu dever alertar para demais alternativas que temos
sem gastar um centavo e mantendo a nossa estrutura social
bastante motivada. E, para terminar, é bom acrescentar que
um aumento conforme o sugerido pela minha colega dos
novos negócios é uma impossibilidade financeira”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Estudo de caso (cont.)
É claro que o ambiente ficou nublado. Todos queriam
entender, mas o presidente tomou a palavra: “não podemos
deixar de considerar o que o nosso gerente de RH acaba de
falar. É claro que eu havia percebido um certo desconforto
quando surgiu a proposta da área de novos negócios. Por um
momento, pensei que o nosso gestor se sentira meio
enciumado. Afinal, ele não havia dado partida na proposta.
Mas vejo agora que existe uma lógica técnica que tem de ser
avaliada por todos nós. E esse é o momento, antes do nosso
almoço”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Estudo de caso (cont.)
Você (e seu grupo, se for o caso) deve projetar a
continuidade desse encontro. Ou seja, o que os demais
gerentes falaram? Teriam conseguido com que o gerente de
RH mudasse de posição? E por que razão ele, gerente de
RH, teria agido da forma como agiu?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Estudo de caso (cont.)
E as tantas alternativas de retribuição financeira não
poderiam ser consideradas, como por exemplo, a
remuneração por habilidades ou por competência ou por
resultados? Nenhuma delas fala em aumento para todos. E
você, de qualquer maneira, concorda com a posição dele?
Nota: este caso é hipotético, qualquer semelhança com
pessoas, empresas, etc. será mera coincidência.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Questões para debate
1) A atividade de cargos e salários (C&S) é apresentada
no corpo do texto pensando em foco estratégico; logo, é
necessário que você saiba o porquê dessa escolha. A
propósito, como assim foco estratégico? Explique com
as suas palavras.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Questões para debate
2) Segundo Pontes, um dos fatores que incidem na
remuneração total consiste na preocupação da atividade
de cargos e salários (C&S) em manter os equilíbrios
interno e externo. Nos atendo ao equilíbrio interno,
explique duas das grandes dificuldades em estabelecer
os padrões internos de equidade.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Questões para debate
3) Retomando a questão nº 2, mas agora com um
enfoque no equilíbrio externo explique como se dá a
relação deste tipo de equilíbrio com a pesquisa salarial e
de cargos. Mas não esqueça de trabalhar estes tipos de
pesquisa.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Questões para debate
4) Certamente, muitas vezes você já ouviu alguém falar
que não tinha mais motivação para o trabalho, que seu
desempenho já não era o mesmo, que acreditava
merecer melhores recompensas, que não concordava
com as punições existentes e merecia um maior
reconhecimento perante as pessoas. Mas será que você
sabe o que significa motivação? E desempenho? Qual a
relação deles com as recompensas e/ou punições? Seja
claro em sua resposta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Questões para debate
5) É fato que o responsável pela atividade de cargos e
salários deve estar sempre atento às demais atividades
diretamente envolvidas com a gestão de pessoas. Então,
que tal você se colocar no lugar deste grande gestor e
dizer qual a interação entre a atividade de C&S e as
outras atividades condizentes à área de pessoas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Questões para debate
6) Trabalhando a gestão de pessoas de forma global,
sete paradigmas foram desenvolvidos a fim de
demonstrar a evolução deles para que se obtivesse a
gestão estratégica. Agora, enfatizando o gestor de
pessoas neste processo, explique como este progresso
acontece. Não deixe de mencionar os sete paradigmas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Questões para debate
7) Remuneração funcional é uma forma de se
recompensar as pessoas que atuam na organização tendo
como foco o seu cargo, ou melhor a sua função.
Enquanto que a remuneração variável consiste em...
(você deve completar demonstrando que sabe distinguir
estes tipos de remuneração).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Questões para debate
8) Enquanto você realizava a leitura do capítulo, pôde
perceber que um assunto interessante foi trabalhado: o
sistema de pontos Hay. Sabemos que se trata de um
método não tradicional de avaliação dos cargos
referente à remuneração funcional, mas certamente não
é só isso. Você seria capaz de explicar como funciona
este sistema? Temos certeza que sim, então... mãos à
obra!
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Questões para debate
9) Nesta questão, iremos discorrer, ou melhor, você irá,
sobre os estilos gerenciais. Contudo, uma ressalva se faz
necessária, pois estes estilos guardam uma grande
semelhança com os dos líderes (estudados no capítulo
12), assim sendo, se você achar conveniente, busque o
capítulo referente à cultura organizacional, poder e
liderança e dê uma lida no assunto.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Questões para debate (cont.)
9) Feito isto, desenvolva os estilos gerenciais abordando
o papel e o perfil do gestor. Vale também fazer uma
breve comparação, enfatizando as semelhanças e
distinções entre os dois estilos. Na impossibilidade de
recorrer ao capítulo 12 detalhe os estilos gerenciais
apenas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Questões para debate
10) A remuneração variável está sendo absorvida
progressivamente pelas organizações por apresentar
uma maior flexibilidade no que tange a forma de
recompensar pessoas. Todavia, como “nem tudo são
flores”, esta recompensa apresenta, também, pontos
positivos e negativos na sua utilização. Por conta disso,
faça uma lista relacionando estes prós e contras. Aliás,
sinta-se à vontade para elaborar um quadro, se julgar
interessante.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Questões para debate
11) São três os critérios utilizados na remuneração
variável: por habilidades, por competências e por
resultados. Desse modo, com base na sua leitura prévia
do capítulo, explique como se dá a remuneração por
habilidade.
12) Faça o mesmo que na questão nº 11, mas com a
remuneração por competências.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Questões para debate
13) Repita o procedimento feito na questão nº 11, porém
aborde a remuneração por resultados. E aponte qual dos
três critérios você escolheria para a sua organização.
14) Quando o assunto é atividade de cargos e salários
(C&S), não podemos deixar de mencionar a manutenção
dos equilíbrios interno e externo como uma vantagem
desta atividade. Entretanto, esta não é a única, outras
também foram apresentadas, quais são elas? Cite e
explique duas delas com as suas palavras.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
3 Questões para debate
15) Seguindo na mesma linha de raciocínio da questão
anterior, faça o mesmo com as limitações, apontando e
desenvolvendo dois destes pontos negativos existentes.
Gestão de Pessoas
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.1 Preliminares
.Antes: existia apenas a idéia de treinar;
.Mudança de mentalidade dos gestores:
-Buscar pessoas ousadas, ágeis, empreendedoras e dispostas
a assumir riscos; e
-Assumir o papel de educadores organizacionais.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.1 Preliminares
“o investimento em treinamento visando desenvolver
profissionais especializados e valorizados ainda é a
melhor solução neste processo de transformações”
(SHINYASHIKI, 1998).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.2 Definições e conceitos
. Treinamento: “educação profissional que visa adaptar o
homem ao trabalho em determinada empresa, preparando-o
adequadamente para o exercício de um cargo podendo ser
aplicado a todos os níveis ou setores da empresa” Barreto
(1995);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.2 Definições e conceitos
. Desenvolvimento: “aperfeiçoar as capacidades e
motivações dos empregados a fim de torná-los futuros
membros valiosos da organização” (MILKOVICH e
BOUDREAU, 2000);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.2 Definições e conceitos
. Desenvolvimento:
Voltado ao crescimento da
pessoa em nível de
conhecimento, habilidade e
atitude.
. Treinamento:
Voltado para o
condicionamento da
pessoa; para a
execução de tarefas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.3 Aplicação de T&D
. Por que o treinamento e o desenvolvimento?
- Identificação de metas: sejam elas de expansão, admissão
ou desligamento de pessoas, ou mesmo, de alteração nos
meios e modos de efetuar determinadas tarefas;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.3 Aplicação de T&D:
. Por que o treinamento e o desenvolvimento?
(cont.)
- Identificação de gargalos: identificar as áreas onde as
competências ou CHC (Capacidade, Habilidades e
Conhecimento) das pessoas necessitem ser melhoradas
com o intuito de atenderem aos requisitos das funções que
ocupam;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.3 Aplicação de T&D:
. Por que o treinamento e o desenvolvimento?
(cont.)
- Falhas na comunicação: as pessoas optam por utilizar
“dialetos” que muitas vezes são interpretados de maneiras
diversas. Todavia, ao tratarmos de negócios, estas
decodificações acabam por trazer falhas de desempenho na
operacionalização;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.3 Aplicação de T&D:
. Por que o treinamento e o desenvolvimento?
(cont.)
- Remanejamento de pessoas: em casos de substituições
constantes motivadas por ausência de pessoas,
implantação de novas tecnologias, novos procedimentos,
novos softwares, férias ou para treinamento fora da
empresa;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.3 Aplicação de T&D:
. Por que o treinamento e o desenvolvimento?
(cont.)
- Modernização da organização: atualização do
maquinário e equipamentos da organização como um
todo;
-Recém-formados com conhecimentos aquém do
desejável: é um obstáculo real não só no Brasil;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.3 Aplicação de T&D:
. Por que o treinamento e o desenvolvimento?
(cont.)
-Natureza das atividades desenvolvidas pela organização:
desfazer a impressão de que a amplitude da organização
gera a necessidade pelo processo;
-Comprometimento da alta direção: fundamental para o
sucesso de qualquer tipo de programa e com o T&D não é
diferente; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.3 Aplicação de T&D:
. Por que o treinamento e o desenvolvimento?
(cont.)
- Diagnose da organização que aprende (Peter Senge):
indica as necessidades de treinamento e desenvolvimento
de forma que os responsáveis por tal processo obtenham
bons resultados.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.4 Finalidades
- Adequar a pessoa à cultura da empresa: os programas de
T&D chegam para auxiliar as organizações, porque é
comum que existam pessoas que não estão em sintonia
com a cultura organizacional;
-Mudar atitudes: há uma forte tendência a alterar as
atitudes antiquadas das pessoas para inovadoras,
modernas;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.4 Finalidades (cont.):
-Desenvolver pessoas: seja por intermédio da atualização
e/ou da reciclagem (via cursos) é fundamental que a
empresa goze das vantagens deste processo (T&D);
-Adaptação das pessoas para lidar com a modernização da
empresa: nos referimos a uma alteração na própria
pessoa, visamos à adequação desta para com a nova
realidade organizacional;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.4 Finalidades (cont.):
- Desfrutar da competência humana: em outras palavras,
gozar da capacidade que o ser humano tem de aprender, de
“adquirir novas habilidades e novos conhecimentos
modificando comportamentos e atitudes” (TACHIZAWA,
FERREIRA e FORTUNA, 2001);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.4 Finalidades (cont.):
- Preparar pessoas para serem remanejadas: fornecer
oportunidades de aprendizagem não só em relação a sua
atual posição, mas também visando a outras posições que
poderão vir a ser ocupadas num futuro próximo;
-Passar informações adiante: a idéia é que as tarefas,
normas, políticas, regulamentos, conhecimento em geral,
sejam passados de treinador para treinando e vice-versa; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.4 Finalidades (cont.):
- Reduzir custos na busca por objetivos empresariais: é
natural que a organização alcance seus objetivos de uma
maneira econômica, racionalizando suas despesas de
investimento, afinal T&D é investimento.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.4 Finalidades
. Níveis de T&D (TACHIZAWA, FERREIRA e FORTUNA,
2001):
-Gerencial (para ocupantes de posições executivas ou de
gerência);
-Técnico (para ocupantes de posições técnicas);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.4 Finalidades
. Níveis de T&D, (cont.):
-Médio (para certas posições, em face de algumas
limitações (por exemplo, escolaridade); e
-Amplo (para todos as posições (por exemplo, curso na
área das relações humanas).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.5 Evolução de T&D
- Workshop;
- Coaching (treinador);
- Mentoring (mentor);
- Teleconferências/videoconferências;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.5 Evolução de T&D (cont.):
- Intranet/Internet;
- Universidade corporativa (e/ou educação corporativa); e
- Educação à distância.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.6 Vantagens na aplicação (CARVALHO, 1995)
- Ganho em competitividade e em qualidade: ao
implementar T&D, a empresa estará mais competitiva e
conquistando esta capacidade de competir, a melhoria da
qualidade será uma conseqüência natural dos esforços
empregados;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.6 Vantagens na aplicação (cont.):
- Identifica os pontos fortes e fracos das pessoas e da
organização como um todo: é importante atentar para o
fato de que os programas de T&D consistem em uma
verdadeira relação de troca, na qual todos devem sair
ganhando;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.6 Vantagens na aplicação (cont.):
- Capacita as pessoas da organização: cabe aos executivos
maiores entenderem e darem seqüência a esta nova
realidade para o treinando e para a empresa, entendido por
todos envolvidos, caso contrário estará sendo criado um
gap (lacuna);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.6 Vantagens na aplicação (cont.):
- Aumenta a lucratividade da empresa: ao pensarmos
numa organização altamente competitiva com pessoas
adequadas a sua realidade, pontos fortes e fracos
visualizados, o retorno financeiro é uma conseqüência
natural esperada a médio e longo prazo;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.6 Vantagens na aplicação (cont.):
- Racionaliza procedimentos e desenvolve pessoas:
padronização de tarefas e crescimento das pessoas,
devemos visualizar o estabelecimento de regras, normas e
padrões como agente facilitador para o aperfeiçoamento e
facilitação do aperfeiçoamento;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.6 Vantagens na aplicação (cont.):
- Aumenta a produtividade: conseqüência positiva, à
medida que as pessoas tendem sentir-se mais seguras
quando dominam a atividade que exercem;
- Propicia um clima organizacional saudável: as pessoas,
por estarem mais dispostas a aprender e desenvolver,
tendem a estreitar os laços com o intuito de aperfeiçoar as
relações entre elas; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.6 Vantagens na aplicação (cont.):
- Reduz desperdícios e retrabalho: com a interação
pessoa/empresa, a possibilidade de ganhos qualitativos
aumenta, pois haverá redução de desperdícios e o
retrabalho será reduzido a expressão mínima.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.7 Limitações na aplicação
- Mobilização de recursos: recursos que serão
disponibilizados na implementação dos vários programas,
processos necessitam de investimentos de diversas origens
e aqui não é diferente;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.7 Limitações na aplicação (cont.):
- Dificuldade de gerir modismos: no caso da proposta vir
de um determinado grupo da empresa que acredita ser
“necessário, ou que é possível vender para a direção da
empresa algum programa que esteja na moda”
(MILKOVICH e BOUDREAU, 2000);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.7 Limitações na aplicação (cont.):
- Resistência originada por quem “sabe tudo, sabe muito”:
significa acreditar que possuem o nível de conhecimento
suficiente para que exerçam a atividade para a qual foram
chamados a treinar;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.7 Limitações na aplicação (cont.):
- Pessoas têm dificuldade em perceber seu próprio
crescimento: como o aperfeiçoamento é um processo a
longo prazo, é natural que as pessoas questionem o que
levou a área de gestão de pessoas a fazer a sua
convocação para participar de determinado programa;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.7 Limitações na aplicação (cont.):
- Incerteza quanto à continuidade do programa: uma
pessoa já em função superior passa por um período de
treinamento e desenvolvimento e retorna ao seu ambiente
trabalho e em pouco espaço de tempo pede demissão. “É aí
que mora o perigo”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.7 Limitações na aplicação (cont.):
- Dificuldade do remanejamento de pessoas: a partir do
momento que estas se encontram em estado de harmonia
com ambiente de trabalho, porque ir para uma outra área
vai significar um novo processo de aclimatação onde tudo
pode acontecer e o resultado final pode ser um sucesso ou
um desastre;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.7 Limitações na aplicação (cont.):
- Pessoas que adquirem competências essenciais além das
exigidas: conseqüência do mal planejamento do programa
de T&D; e
-Dificuldade de outplacement (recolocação): muitos
programas de T&D satisfazem apenas demandas da
organização, não representando, portanto, programas para
promover apenas o crescimento do indivíduo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.8 Etapas do processo de T&D
- 1a ETAPA – Diagnose:
. Por que treinar e desenvolver?
. Para que treinar e desenvolver?
. Quem deve ser treinado e desenvolvido?
. Quando deve ser treinado e desenvolvido?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.8 Etapas do processo de T&D (cont.):
- 2a ETAPA – Planejamento:
. Qual a melhor forma de treinar e desenvolver?
. Que comportamentos devem ser modificados?
. Ensinar:  O que deve ser ensinado?
Como deve ser ensinado?
Quanto deve ser ensinado?
 Quando deve ser ensinado?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.8 Etapas do processo de T&D (cont.):
- 2a ETAPA – Planejamento:
. Onde deve ser ministrado?
. Quem deve treinar e desenvolver?
. O que deve ser avaliado?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.8 Etapas do processo de T&D (cont.):
- 3a ETAPA – Implementação: fatores que afetam a
implementação de programas de T&D:
. Qualidade dos participantes e dos recursos;
. Facilidades de comunicação;
. Envolvimento da administração superior; e
. Flexibilidade do programa.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.8 Etapas do processo de T&D (cont.):
- 4a ETAPA – Avaliação:
-Acompanha todo o processo e não apenas o final dele, é
uma forma de balanceamento onde os resultados
alcançados e os esperados são comparados de forma que
os possíveis desvios possam ser contornados (feedbacks).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.9 T&D: ontem, hoje e tendências
. Tendências (VIANNA e JUNQUEIRA, 2004):
1) Missão: o processo de T&D passe a representar uma
forma de capacitar as pessoas no convívio com a realidade
do seu próprio negócio, ou mesmo, da organização na
qual atue;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.9 T&D: ontem, hoje e tendências
. Tendências, (cont.):
2) Cultura e desenvolvimento estratégico: as pessoas
passarão a ensinar e disseminar os princípios
organizacionais e as diretrizes estratégicas. Desenvolver
estratégias é matéria para profissionais realmente
capacitados e capacitar é função de T&D;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.9 T&D: ontem, hoje e tendências
. Tendências, (cont.):
3) Descentralização: necessidade de um programa voltado
para todos os níveis organizacionais;
4) Competitividade: tendência que vem mudar o objetivo
da implementação de programas à medida que busca
reduzir custos e obter resultados;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.9 T&D: ontem, hoje e tendências
. Tendências, (cont.):
5) Flexibilidade: fruto do advento da tecnologia da
informação (TI), contudo muitas vantagens ainda não
foram gozadas por nós, como o T&D individualizado
com grandes ganhos de tempo, custos, customização e
racionalidade de processo;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.9 T&D: ontem, hoje e tendências
. Tendências, (cont.):
6) Rede (Network): estabelecimento de uma rede de
negócios entre fornecedores, clientes, parceiros e/ou
terceirizados treinados mais intensamente nos temas
comuns que afetam sua cadeia produtiva; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.9 T&D: ontem, hoje e tendências
. Tendências, (cont.):
7) Ocupando-se de seres humanos: o T&D terá no seu
conteúdo matérias específicas para as pessoas enquanto
seres humanos, ou seja, habilidades duráveis, auto-
desenvolvimento, auto-estima, estratégia de vida.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
4.10 Enfim...
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Quick case
- A empresa inicia um longo programa de treinamento e
desenvolvimento com o propósito de desenvolver práticas de
estudo organizacional. O programa engloba cinco níveis, sendo o
primeiro o introdutório, o segundo de técnicas para análise
organizacional e os três últimos de práticas no local de trabalho.
Fernanda ficou realmente entusiasmada ao saber da existência do
programa, afinal cursava o sexto período de administração de
uma importante faculdade de Salvador, Bahia.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Quick case (cont.)
- Dias depois Fernanda recebe a informação de que participaria
do programa, porém começando no primeiro nível (introdutório).
Sem pestanejar, ela foi falar com o coordenador do programa.
Argumentou dizendo que estava no sexto período, já tinha
concluído com êxito as matérias referentes a análise
organizacional e se sentia apta a pular ao menos os dois
primeiros níveis.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Quick case (cont.)
- Mesmo assim o coordenador sorrindo de forma irônica disse:
“Fernanda, eu não fiz administração, mas sei como é isso. Muita
teoria, muito exercício com final feliz. Portanto, você vai fazer o
programa desde o primeiro nível”. Fernanda, já se levantando,
diz: “assim vocês conseguem me deixar desmotivada, pois vou
“aprender” o que já aprendi”. Com relação ao argumento
utilizado por Fernanda, você o considera convincente?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Estudo de Caso
E não poderia ser diferente, Pedro Casso, gestor da área de
pessoas, anuncia em e-mail para todas as chefias que a
empresa iria entrar o ano com um programa completo de
treinamento e desenvolvimento. Todos da empresa,
localizada no interior de São Paulo e do ramo de serviços,
vibraram com a notícia. No dia seguinte, logo pela manhã
vários chefes de unidades foram à sala do gestor para obter
mais informações. Enquanto esperavam ser atendidos
trocaram idéias no chamado “cantinho do café” e muitos já
tinham uma idéia fechada sobre o treinamento.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Estudo de Caso (cont.)
Um outro queria treinamento fora do ambiente interno da
empresa: “acho que o meu pessoal vai se sentir realmente em
treinamento”. Roberta M., a chefe mais antiga, fez um
comentário que impactou: “eu só quero ver o que vem por aí!!”
Roberta V., secretária, chega no cantinho do café e avisa que o
gestor está com Mariana Azzi, presidente, e pediu que todos
aguardassem nas salas que ela chamaria um por um. “Um por
um?” exclamou Roberta M. que é a chefe mais antiga. A
secretária confirmou. Todos voltaram as suas salas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Estudo de Caso (cont.)
Só no dia seguinte os chefes foram sendo chamados um a
um e a conversa era basicamente a mesma. Vamos passar
para você (ou seu grupo de estudo, se for o caso) em linhas
gerais o que estava acontecendo. Ele, gestor, se antecipara e
recebeu uma repreensão da presidente. Ela foi muito clara
ao dizer que uma programação daquelas nunca vista na
empresa e nem nas concorrentes e nem nas demais empresas
que ela conhecia, tinha de ter uma outra forma de
divulgação.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Estudo de Caso (cont.)
Agora dizia ela: “temos de encontrar uma solução para essa sua
ansiedade em divulgar nossas ações ou reduzir esse seu desejo de
grandeza”, e completara: “você não tem o direito de subverter a
ordem interna. O que você fez foi um ato de irresponsabilidade,
inadmissível para quem ocupa uma posição como a sua e note
que coisa interessante: eu nem posso adverti-lo, nem demiti-lo
porque o programa existe, embora exista apenas nas linhas
mestras. Ainda bem que não permiti que você detalhasse o
programa porque aí teríamos um outro problema: a sua
intromissão nas outras áreas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Estudo de Caso (cont.)
Infelizmente, você se acha o melhor dos melhores e por essa
razão não vê razão para circular entre os demais gestores, as
demais chefias. Uma vez me disse que entusiasmava a idéia de
ter um gestor estratégico de pessoas que rodasse a empresa, que
conversasse, até mesmo nos corredores, ainda que em baixa
freqüência. Mas, sei lá, você deve achar que gestor estratégico é
outra coisa. Enfim, vamos pensar em alternativas que não me
deixem com uma imagem ruim na empresa e que, também, não
coloque você numa situação delicada. Mas, por enquanto, o
programa vai aguardar um momento propício para divulgação e
aplicação”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Estudo de Caso (cont.)
E assim estava Pedro, gestor de pessoas, frente à frente com
gestores e demais chefes que iam a sua sala. E não falara no
“passa fora” da presidente, mas falou que havia problemas
na concepção do programa e que cada titular de unidades
deveria aguardar pelo menos um mês. Disse, também, que o
motivo da demora se dera em função da dificuldade em
encontrar docentes que pudessem atender à programação.
Mas, os contatos estavam adiantados e era mesmo apenas
uma questão de tempo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Estudo de Caso (cont.)
Um ou outro perguntava pela reunião com a presidente e ele
simplificava dizendo que era um outro assunto, mas que
estaria tendo algum link (ligação) com programação. Passou
dois ou três dias conversando sobre o programa e aí voltou à
presidência. Chegando lá explicou o que fizera e pediu a
opinião da presidente. E ouviu um pouco mais. Ouviu da
presidente que duvidava que ele pudesse piorar um pouco
mais e conseguiu. Queria que ele explicasse porque passou
três dias dando explicações, criando incertezas,
amplificando as conversas de corredor.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Estudo de Caso (cont.)
Disse que ouvira de dois gestores argumentos diferentes, o
que era natural, já que ninguém repete a outra pessoa o que
disse anteriormente a alguém de mesma posição funcional.
Para encerrar ela fez um pequeno discurso: “meu prezado
gestor, e agora? A empresa toda fala do adiamento para,
TALVEZ, daqui a um mês. As chefias todas se perguntando
que docente você estava procurando se a nenhum deles foi
consultado sobre as grades do programa.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Estudo de Caso (cont.)
E eu disse a você que ainda bem que estávamos apenas com
as linhas mestras do programa, mas você querendo salvar a
imagem fala da dificuldade em se conseguir os docentes.
Que docente, gestor? Nós nem sabemos o que vai acontecer.
Temos treinamento e desenvolvimento e logo vão perguntar
onde faltam docentes. Pense no que você fez e volte amanhã
e me diga como sair dessa turbulência toda. Eu confesso, só
tenho pensamentos muito ruins”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Estudo de Caso (cont.)
Você (e seu grupo, se for o caso) deve comentar em sala de
aula sobre o comportamento do titular da área de pessoas e
buscar uma saída honrosa que não coloque a presidente
numa situação delicada e faça retornar as boas expectativas
(menos a da chefe, lembra?) de gestores e chefes, em geral.
Nota: este caso é hipotético, qualquer semelhança com
pessoas, empresas, etc. será mera coincidência.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Questões para debate
1) Treinar é sinônimo de um processo que oferece
condições que facilitem a aprendizagem e a plena
integração das pessoas na organização. Verdadeiro ou
falso? Dê os porquês.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Questões para debate
2) No decorrer deste capítulo tivemos o cuidado de
explicar como funciona a atividade de treinamento,
delimitando os seus inputs, throughputs e outputs tão
presentes em qualquer processo. Sendo assim, agora é a
sua vez, não só de identificar cada etapa, mas como
também de localizar o programa de treinamento em uma
delas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Questões para debate
3) Tanto treinamento, quanto desenvolvimento
consistem processos de aprendizagem. Em outras
palavras, fazem referência a adaptação das pessoas
dentro de uma nova realidade. No entanto uma
divergência se faz presente entre tais atividades. Que
distinção é essa? Justifique a sua resposta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Questões para debate
4) Você já esteve numa lan house (casa de jogos em
rede)? Caso sua resposta seja positiva, provavelmente
deve ter observado uma forma peculiar dos jogadores se
comunicarem. Se, por outro lado, a sua resposta for
negativa, pense na diversidade de chats (sala de bate-
papo) existentes, onde as pessoas reduzem tanto as
palavras para agilizar a escrita, que fica complicado
para quem não está ambientado compreender a
conversa;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Questões para debate (cont.)
4) Observe, então, que em ambos os casos, aquela
pessoa não participante daquele meio terá dificuldades
de interagir com aquele grupo. Similarmente ocorre nas
organizações, onde esta disparidade resulta em falhas na
comunicação, e estas trazem como conseqüências falhas
de desempenho na operacionalização das atividades.
Agora é com você... desenvolva outra razão geradora da
necessidade da aplicação de T&D. Consulte o texto se
preciso for.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Questões para debate
5) Retomando a questão nº 4, escolha um dos exemplos
apresentados e disserte acerca de soluções, no caso de
ser você a pessoa não ambientada. Além disso, explique
qual a relação de T&D com a saída encontrada por você.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Questões para debate
6) Como já dizia um velho dito popular: “cada um é
cada um”, neste sentido tratar as pessoas de maneira
uniforme seria um erro. Conseqüentemente num
processo de treinamento e desenvolvimento, não
podemos imaginar que pessoas com habilidades
distintas ao serem submetidas ao mesmo processo
apresentarão resultados similares;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Questões para debate (cont.)
6) Desse modo, no texto foi sugerido por três autores
uma maneira de minimizar tal dificuldade. Você
consegue recordar tal alternativa apresentada? Em caso
afirmativo, comente a solução emitindo a sua opinião.
Caso não recorde, não sinta-se intimidado em voltar no
texto, se puder, e releia este trecho, para então,
responder a questão.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Questões para debate
7) Nos dias de hoje, é muito comum escutarmos
palavras como por exemplo, workshop,
teleconferências/videoconferências, Intranet/internet,
palavras estas que foram inseridas no nosso cotidiano e
que estão intimamente ligadas com o processo de T&D.
Mas será que você sabe o significado de cada uma delas
e entende esta relação? Teste seus conhecimentos
respondendo a questão e se preciso e puder retorne ao
texto.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Questões para debate
8) Alguns autores crêem na existência de uma
semelhança entre o processo de treinamento e a
universidade corporativa (e/ou educação corporativa).
No entanto, a diferença entre eles é inegável. Comente
esta frase defendendo o seu ponto de vista sustentando
seus argumentos.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Questões para debate
9) No decorrer deste capítulo, uma afirmativa se fez
quanto a grande contribuição da universidade
corporativa. Tendo sido agregada tal responsabilidade
ao campo estratégico, sendo este considerado chave
para a excelência empresarial. Tomando por base a sua
resposta a questão nº 7, você concorda com a
afirmativa? Sim ou não? Por que?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Questões para debate
10) O número de pessoas que condenam a existência
de cursos à distância é extremamente alto. A questão é:
será este tipo de educação eficaz e eficiente? A ausência
do contato visual não pode prejudicar? Bom... responda
a estes questionamentos dizendo se você acredita na
eficácia e eficiência deste tipo de procedimento. Pense
bem, pois em certas realidades ele pode até ser solução,
mas o que vale é a sua opinião e, principalmente, os
argumentos que irão embasá-la.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Questões para debate
11) Ao tratarmos dos aspectos positivos do processo de
T&D, é inevitável não mencionarmos a capacitação das
pessoas da organização. Todavia, outras vantagens
também se fazem presentes neste procedimento, quais
são elas? Cite e explique pelo menos três com as suas
palavras.
12) Proceda da mesma forma que na questão nº 9, mas
desta vez com relação às limitações.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Questões para debate
13) Segundo Barreto (1995) as etapas que compõem o
processo de T&D são: diagnose, planejamento,
implementação e avaliação. Com base na leitura prévia
do capítulo, em particular do tópico referente a estas
etapas, explique-as.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Questões para debate
14) Em se tratando de evolução do processo de T&D,
partindo do modelo convencional para o processo
moderno, questionamentos surgiram. Aliás, muitas
foram as transformações a partir do entendimento de
uma nova realidade, onde certos fatores se mostravam
obsoletos. Para reforçar o seu entendimento, explique
com suas palavras quais são as transformações as quais
nos referimos.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
4 Questões para debate
15) Para Vianna e Junqueira (2004) sete são as grandes
tendências que darão contorno ao desenvolvimento de
T&D, sendo uma delas a rede (network). Comente as
idéias propostas pelos autores, concordando ou
discordando, quando for o caso.
Gestão de Pessoas
5 Planos de carreira (PC)
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.1 Preliminares
.Antes: a organização era a responsável pelo plano de
carreira de seu pessoal; e
.Atualmente: as organizações passam tal responsabilidade
às pessoas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.1 Preliminares
“Criatividade, motivação e envolvimento
(a partir de uma grande identidade entre indivíduo e
empresa) são peças chaves para produzir de acordo com
as necessidades organizacionais”
(IRISVIDEO, 1995).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.2 Definições e conceitos
. Ter identidade com uma organização é gostar de sua
missão, de seus objetivos, de considerá-la importante para
a comunidade e para o país.
. “O plano de carreira está relacionado com os objetivos
profissionais do indivíduo e suas aspirações pessoais de
carreira” (LUCENA, 1999).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.2 Definições e conceitos
“Uma âncora da carreira é um auto-conceito
que orienta, estabiliza e integra
as experiências profissionais de uma pessoa”
(MILKOVICH e BOUDREAU, 2000).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.2 Definições e conceitos
-Âncoras de carreira:
.Competência técnica/funcional (SCHEIN, 1985): as
pessoas se consideram conservadoras, evitando mudanças
radicais, preferem prosseguir usufruindo e mantendo suas
habilidades técnicas atuais;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.2 Definições e conceitos
-Âncoras de carreira (cont.):
.Competência de gestão (RYNES, TOLBERT e
STRAUSSER, 1988): aqui as competências a serem
desenvolvidas são as de gestão, vinculadas as relações
inter-pessoais;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.2 Definições e conceitos
-Âncoras de carreira (cont.):
.Segurança: diz respeito ao receio que as pessoas têm de
serem remanejadas, expatriadas ou de mudar de empresa;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.2 Definições e conceitos
-Âncoras de carreira (cont.):
.Criatividade: encontramos os empreendedores, pessoas
que buscam sempre a inovação, desenvolvendo as mais
diversas ações de maneiras jamais realizadas; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.2 Definições e conceitos
-Âncoras de carreira (cont.):
.Autonomia/independência: trata da idéia de sair da
formalização imposta pelo ambiente organizacional,
evitando regras, normas e regulamentos na busca de uma
certa liberdade.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.2 Definições e conceitos
“Planejamento de carreira é um processo contínuo
de interação entre o empregado e a organização visando a
atender aos objetivos e
interesses de ambas as partes”
(TACHIZAWA, FERREIRA e FORTUNA, 2001).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.3 Cuidados (XAVIER, 1997)
- Conhecer as limitações: as externas (mundo) e as
internas (limitações pessoais);
-Definir uma meta: não se pode definir uma meta sem
conhecer com clareza as limitações a que estamos
sujeitos;
- Não desviar o foco: determinar o ponto que se deseja
alcançar; e
- Planejar as ações: organizar, coordenar e controlar as
ações que devem ser executadas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.4 Conselhos (XAVIER, 1997)
AVALIE CONSTANTEMENTE ENVOLVA OUTRAS PESSOAS
BUSQUE INFORMAÇÕES
INTUIÇÃO E OUSADIA COMPROMETA-SE
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.4 Conselhos (cont.):
- Avalie constantemente: é fundamental que as escolhas
sejam questionadas;
- Busque informações: informações substanciais;
- Envolva outras pessoas na hora de planejar a sua
carreira: procure alguém mais experiente (um tutor ou
mentor, entre outros);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.4 Conselhos (cont.):
- Intuição e ousadia: não negue seus sentimentos e saiba
assumir riscos calculados no que diz respeito ao
planejamento de sua carreira; e
- Comprometa-se: sem comprometimento com o que se
está planejando, tudo se torna extremamente complicado.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.5 Finalidades (TACHIZAWA, FERREIRA e FORTUNA,
2001)
-Facilita a tomada de decisões: dos gestores e das
pessoas, visualização das oportunidades de crescimento
existentes na organização;
-Auxilia o desenvolvimento: pessoal e profissional das
pessoas e da organização de forma global;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.5 Finalidades (cont.):
-Funciona como alicerce: para as demais atividades
pertinentes à gestão de pessoas, como R&S e T&D; e
-Assegura o dinamismo e a transparência: para quem está
seguindo as exigências de um dado plano de carreira,
saber os requisitos de forma transparente funciona como
um forte estimulante.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.6 Vantagens da utilização
- Retenção de talentos: as pessoas se sentem motivadas a
prosseguir na própria organização, gerando uma
diminuição da rotatividade (turnover) de pessoal;
-Movimentação de pessoal eficaz e eficiente: dificilmente
pessoas incapacitadas serão remanejadas, promovidas
para exercer tal função; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.6 Vantagens da utilização (cont.):
- Identificação do perfil necessário: não só voltado para as
necessidades atuais da organização, mas também para as
futuras necessidades.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.7 Limitações da utilização
- Pré-requisitos rigorosos: podem vetar pessoas
capacitadas que não se enquadrem em algumas das fortes
exigências requeridas;
- Limite de ocupação: as pessoas deverão procurar se
enquadrar a esta nova realidade ou procurar outra
organização que melhor se adapte à sua competência; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.7 Limitações da utilização (cont.):
- Necessidade de permanente atualização do processo:
para que os requisitos de cada posição estejam
condizentes com a realidade mutante da organização.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.8 Pré-requisitos para a implementação
- Ter políticas e normas direcionadas para o planejamento
de carreira: o plano de carreira pode ser re-elaborado, o
que sugere a revisão de políticas e normas;
- Ter um sistema de administração de carreiras: uma
estrutura de carreira responsável pela solidez do sistema;
e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.8 Pré-requisitos para a implementação (cont.):
- Ter meios e modos de gerir orientados para o
crescimento mútuo: “criar e utilizar instrumentos de
avaliação de potencial e desempenho das pessoas, para se
alcançar o objetivo de promover pessoas certas para os
lugares certos” (RESENDE, 1991).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.9 Estruturas de carreira (DUTRA, 1996)
- Estruturas em linha: crescimento vertical do indivíduo
na organização, estagiário - auxiliar de vendas -
vendedor...;
VENDEDOR
AUXILIAR
DE VENDAS
ESTAGIÁRIO
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.9 Estruturas de carreira
- Estruturas em rede: dispor alternativas às pessoas da
organização em relação às posições que deverão ser
ocupadas por elas; e
ESTAGIÁRIO
AUXILIAR DE
VENDAS
VENDEDOR
REGIONALN
AL
AUXILIAR DE
COMPRAS
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.9 Estruturas de carreira
- Estruturas paralelas: posicionamento de duas estruturas
em linha (uma técnica e outra de gestão ou gerencial) de
forma paralela.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.9 Estruturas de carreira
- Estruturas paralelas (cont.)
BRAÇO
TÉCNICO
Estagiário
Auxiliar de
vendas
Vendedor
Vendedor Regional
Chefe de
vendas
Gerente
de vendas
Diretor
de vendas
BASE
Analista
de mercado
Pesquisador de
novos produtos
Analista de
mercado nacional
BRAÇO
GERENCIAL
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.10 Etapas do desenvolvimento de uma carreira
1a etapa – Exploração: estabelecimento do cenário de
nossas aspirações, pensar no nosso futuro definindo com
clareza nossos objetivos;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.10 Etapas do desenvolvimento de uma carreira
2a etapa – Preparação: assegurar que tal objetivo será
alcançado, observar as pessoas:
indecisas sobre o desenvolvimento do processo:
detentores de pouca experiência e de posse de informações
escassas;
indecisos crônicos: por conta de suas angústias e temores
não conseguem tomar as decisões cabíveis a determinado
momento;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.10 Etapas do desenvolvimento de uma carreira
2a etapa – Preparação: assegurar que tal objetivo será
alcançado, observar as pessoas (cont.):
vigilantes: capazes de tomar decisões firmes após análise
por completo das diversas situações e dados anteriormente
coletados; e
hipervigilantes: combinação dos indecisos crônicos com
os vigilantes, a decisão é tomada com rapidez, porém sem
uma análise tão completa e profunda quanto à dos
vigilantes.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.10 Etapas do desenvolvimento de uma carreira
3a etapa – Entrada: no mercado de trabalho, testar
diversos caminhos (revistas técnicas e não técnicas,
programas de televisão, filmes que tratam de questões de
mercados...);
4a etapa – Estabelecimento: consiste nos confrontos com
os reais desafios da profissão, consciência das regras e
expectativas sociais e organizacionais;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.10 Etapas do desenvolvimento de uma carreira
5a etapa – Avanço: estar sempre atualizado e
considerando a experiência anterior uma boa experiência,
com seus aspectos positivos e os negativos; e
6a etapa – Estabilização: momento em que as
oportunidades de avanço se esgotam, de modo que a
pessoa, embora estável, deve definir qual será a próxima
etapa da sua vida profissional.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.10 Etapas do desenvolvimento de uma carreira
6a etapa – Estabilização (cont.):
.Três alternativas aposentar-se;
mudar de empresa ou de cargo; ou
renovar-se, retornando a 1a etapa.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.11 Estágios de um ciclo de vida profissional
.Formas das pessoas da organização se apresentar,
(RESENDE, 1991):
- Nas etapas iniciais: devemos nos voltar para as pessoas
que ainda se encontram na fase de exploração,
preparação, ou mesmo, entrada ou estabelecimento na
nova organização;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.11 Estágios de um ciclo de vida profissional
. Formas das pessoas da organização se apresentar
(cont.):
- Nas etapas finais: disposição apenas para uma
movimentação horizontal (job rotation), poderá haver um
remanejamento de pessoas, depois de esgotadas as
possibilidades de avanço;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.11 Estágios de um ciclo de vida profissional
. Formas das pessoas da organização se apresentar
(cont.):
- Como peças-chave: tornar as pessoas aptas a
participarem dos planos de sucessão. Não podemos
desperdiçar talentos, muito menos pôr em risco o
andamento da organização, pois existem headhunters
(caçadores de talentos)...; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.11 Estágios de um ciclo de vida profissional
. Formas das pessoas da organização se apresentar
(cont.):
- Estagnadas: pessoas que se encontram na etapa de
estabilização do ciclo de desenvolvimento de uma
carreira, mas devem optar pela aposentadoria como
próxima e última etapa do seu ciclo de vida profissional.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.12 Planejamento de carreira: ontem, hoje e
tendências
. Concepções sobre o planejamento de carreira
(RESENDE, 1991):
-Não objetivas: percebemos uma dispersão por parte da
organização em relação ao foco das idéias apresentadas;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.12 Planejamento de carreira: ontem, hoje e
tendências
. Concepções, (cont.):
-Pré estabelecidas: a carreira que é pré-estabelecida pela
organização pode não ser a que você deseja para si e aí
você terá que resolver qual caminho tomar; e
-Desvirtuadas: o plano de carreiras é compreendido e
utilizado (apenas) para fins de aumento salarial. É
interessante, mas ruim para o futuro da organização.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.12 Planejamento de carreira: ontem, hoje e
tendências
“É função do gestor de pessoas atuar energicamente,
demonstrando que o plano de carreiras deve ser entendido
pela organização como uma proposta também de
crescimento profissional, com a qual todos ganharão não
somente aumentos salariais” (RESENDE, 1991).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Planos de carreira (PC)
5.13 Enfim...
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Quick case
-A corporação DRICA do ramo da informática (hardwares,
principalmente) tem oito empresas satélites. Seis delas com um
sistema de planos de carreira considerado muito bom. As outras
duas estão preparando o plano para a aplicação em junho do
próximo ano. Arady era engenheira mecatrônico numa das duas
empresas e resolveu lutar pela implementação imediata do
sistema de planos de carreira, pois percebera que uma das
empresas satélites tinha um sistema que poderia ser facilmente
adaptado.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Quick case (cont.)
- Sendo assim, Arady enviou um e-mail para a direção superior
de sua empresa com cópia para o gestor da área de pessoas da
empresa que tinha um plano adaptável a sua. Após 15 dias
recebeu, coincidentemente, as duas respostas no mesmo dia.
Uma resposta, a da empresa que já possui o sistema
implementado, se colocando a inteira disposição para colaborar
com tal atividade. Já a outra, enviada por sua direção superior,
comentava acerca da falta de recursos e informava que a
implantação seria, conforme já informado, em junho do próximo
ano.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Quick case (cont.)
- Arady, inconformada, lembrou que ainda haveria uma outra
chance para a implementação do programa que seria encaminhar
ao conselho técnico-administrativo composto por: ocupantes do
cargo de direção, gestores, pessoal técnico e pessoal
administrativo. Entretanto, receava retaliação da direção superior
caso seu pedido fosse aprovado. Importante mencionar que os
conselhos técnicos-administrativos de todas as empresas satélites
eram considerados qualquer que fosse a decisão tomada. Era
quase uma questão de cultura organizacional. E a direção da
DRICA incorporava qualquer decisão originada por esse
conselho. Se você fosse a Arady, o que você faria?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Estudo de caso
Fábio Ferraz é recém-mestre graduado em administração
numa instituição de ensino conceituada no nordeste
brasileiro e preferiu ter uma grade com disciplinas voltadas
à gestão de pessoas e se encontra agora diante de um
importante desafio: onde aplicar todo o seu conhecimento?
Que organizações procurar? Ele decidiu que um dos critérios
para a seleção das organizações é que estas desenvolvam o
plano de carreiras, ou seja, que ele possa crescer
profissionalmente em uma dessas organizações.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Estudo de caso (cont.)
Após um certo tempo de seleção, Fábio seleciona quatro
empresas: a empresa A que atua fortemente no segmento
farmacêutico e acredita ser fundamental o treinamento e
desenvolvimento dos seus profissionais, capacitando e
promovendo seu crescimento na organização via
crescimento vertical do indivíduo e via remuneração básica,
variável e benefícios.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Estudo de caso (cont.)
A empresa B atua no segmento de bebidas e também
acredita no crescimento profissional dentro da organização
mas desenvolve o plano de carreiras via estrutura em rede,
ou seja, oferece mais alternativas para o crescimento
profissional ao contrário de seguir uma única estrutura, do
tipo hierárquica, convencional. E a remuneração oferecida
inclui a remuneração básica, remuneração por resultados e
benefícios. A remuneração total da empresa B é a mais alta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Estudo de caso (cont.)
Fábio se lembra que conhece Maria Elisabeth, diretora na
empresa D que poderá ajudá-lo e entra em contato por e-
mail. As empresas C e D são da mesma holding e a sede fica
em São Paulo (empresa C) e a sua extensão no Rio de
Janeiro (empresa D) e atuam na área acadêmica. A sede
defende fortemente o plano de carreiras, e não admite
intervenções externas como os famosos pedidos aqui e ali e
termina por desenvolver um “plano de carreiras” paralelo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Estudo de caso (cont.)
E, na verdade, é uma estrutura onde um profissional como Fábio
poderia iniciar como professor de graduação, posteriormente em
MBAs, e após concluir o doutorado poderia seguir como
professor e quem sabe atuar na coordenação destes cursos?
Assim, a remuneração iria variar de acordo com a posição na
carreira, mas é em média constituída pela remuneração básica e
benefícios excelentes. Ao contrário, a empresa D não faz a menor
objeção quanto a possíveis ajudas, uma vez que não tem o plano
de carreiras e a direção pode contratar e demitir quem desejar,
quando desejar.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Estudo de caso (cont.)
A remuneração então, é bastante variável, ou seja, depende
do seu relacionamento interno e externo. Maria Elisabeth
responde por e-mail enfatizando que basta apenas alguns
telefonemas e que aguarda a posição final de Fábio.
Na verdade, Fábio se encontra diante de um dilema: as
empresas A e B são super corretas no que se refere ao
crescimento profissional apenas diferem na estrutura de
carreira a ser trilhada pelos profissionais.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Estudo de caso (cont.)
A empresa C também é muito correta, embora um pouco
mais rigorosa levando em consideração que atua na área
acadêmica e defende suas políticas e normas direcionadas ao
plano de carreiras via estruturas paralelas. Fábio se
identifica mais com a empresa C, mas confessa que diante
da possibilidade de assumir um cargo superior na empresa D
está em dúvida e se questiona bastante, uma vez que não
seria nada interessante abrir mão da empresa C na qual se
identificou mais, apenas por uma posição superior na
empresa D, “por baixo dos panos”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Estudo de caso (cont.)
Maria Elisabeth telefona para Fábio e diz que um dos
diretores vai sair e que seria uma ótima oportunidade para
ingressar neste momento de tantas mudanças e que de
repente até a remuneração poderia ser maior.
O objetivo deste estudo de caso é que você (ou a opção
indicada pelo docente) se coloque no lugar de Fábio e
escolha qual a melhor empresa para se trabalhar discutindo
os seguintes aspectos: ética, segmento de atuação, estrutura
de plano de carreira, identificação, remuneração, condições
econômicas pessoais e do mundo atual.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Estudo de caso (cont.)
Você poderá utilizar-se de todo o texto do presente capítulo
como também de eventuais situações conhecidas e vividas
por você, pelos seus colegas, professores e familiares. Boa
sorte e pense bem na sua escolha, pois certamente no futuro
você terá que fazer uma única escolha! E não esqueça que o
mundo corporativo é cruel e nada chega com facilidade às
mãos de ninguém.
Nota: este caso é hipotético, qualquer semelhança com
pessoas, empresas, etc. será mera coincidência.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Questões para debate
1) Leia com atenção a seguinte assertiva sobre o plano
de carreira: “criatividade, motivação e envolvimento (a
partir de uma grande identidade entre indivíduo e
empresa) são peças chaves para produzir de acordo com
as necessidades organizacionais” (IRISVIDEO, 1995).
Agora explique a importância da palavrinha destacada
no texto.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Questões para debate
2) No decorrer deste capítulo foram apresentadas cinco
âncoras de carreira, definidas assim por comparar os
padrões de comportamento humano com a âncora de um
navio. Assim, você deve escolher duas delas e
apresentá-las com suas palavras. Talvez seja mais
interessante você trabalhar aquelas que aparentemente
se parecem com o seu perfil.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Questões para debate
3) Quando você chega numa organização, normalmente,
como estagiário ou trainee, a empresa tende a lhe apresentar
um plano de sucessão, onde você verá caminhos para sua
ascensão após um determinado período pré-estabelecido
pelas linhas de sucessão. Não obstante, muitos são os casos
de pessoas que chegam ao limite desta linha, de modo a
acreditar no esgotamento de seu potencial, o que não condiz
com a realidade. Em contrapartida, o que pode ser feito para
que essa situação desagradável não ocorra? Não poupe
palavras.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Questões para debate
4) Planejar a carreira requer muitos cuidados, pois além de
estar de acordo com as nossas expectativas, o nosso plano
também deve ser harmonioso quanto ao Sistema de
Administração de Carreiras definido pela empresa em que
trabalhamos. Entretanto, as vertentes que influenciam a
definição deste sistema não são facilmente manipuláveis;
logo, temos que nos preocupar com aquelas que se
encontram mais próximas, no popular, “ao alcance de nossas
mãos”. Quais são elas? Cite e explique com suas palavras.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Questões para debate
5) Xavier (1997) é quem nos auxilia com alguns
conselhos de como fazer um bom planejamento de
carreira. Com base nas sugestões do autor e seus
pensamentos, descreva o que você faria para elaborar
um plano de carreira consistente.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Questões para debate
6) Vivemos numa sociedade mutante, onde são
inúmeros os obstáculos que nos fazem capazes de uma
adaptação constante, não permitindo que as
circunstâncias adversas façam com que percamos
nossos objetivos. Neste sentido, como o planejamento
de carreira nos auxilia?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Questões para debate
7) É fato que o plano de carreira funciona como um alicerce
para as demais atividades pertinentes à gestão de pessoas.
Diz-se isto, pois a organização que possui um sistema de
administração de carreiras, oferece uma perspectiva de
desenvolvimento às pessoas que ali atuam, na medida em
que elas, as pessoas, conhecem as suas necessidades.
Ademais, não é só este motivo que demonstra a importância
do planejar carreiras. Você seria capaz de relatar outros? Se
esforce, pois certamente lembrará de algum.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Questões para debate
8) Como uma moeda, o plano de carreira também tem
dois lados. Um deles consiste nas vantagens e o outro
nas limitações. Partindo deste princípio, construa um
quadro auto-explicativo contendo ambos os lados da
moeda. Para ter certeza de que o quadro atende ao pré-
requisito peça para alguém dizer o que entendeu a partir
da leitura dele.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Questões para debate
9) Qualquer empresa pode ter um sistema de
administração de carreiras? Na verdade sim, porém
existem pré-requisitos indispensáveis para garantir a
excelência deste sistema. A exemplo disto temos a
necessidade de existir políticas e normas direcionadas
para o planejamento de carreira. Colabore com mais um
exemplo, mas não se esqueça de fazer comentários a
respeito dele.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Questões para debate
10) Segundo Dutra (1996) o planejamento de carreira
consiste no mapeamento das carreiras com cargos e
salários pré-definidos. No que tange este mapeamento,
três são as alternativas possíveis de se fazê-lo,
denominadas estas: estruturas de carreira. Escolha uma
delas e discorra a respeito.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Questões para debate
11) Seguindo na mesma linha de raciocínio da questão
nº 9, temos um tipo bastante peculiar de estrutura de
carreira denominada paralela em Y, onde a base do Y faz
referencia ao início da carreira e a sua bifurcação
representa dois caminhos distintos a serem seguidos.
Que caminhos são esses? De que início de carreira
estamos nos referimos? Explique detalhadamente esta
estrutura.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Questões para debate
12) Como todo processo, o desenvolvimento de uma
carreira também possui etapas que são concluídas ao
longo de nossas vidas e experiências profissionais. Por
conseguinte, vale não só trabalhar as etapas, mas como
também se localizar e dizer por que você se encontra em
determinada etapa e não em outra.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Questões para debate
13) Na segunda etapa, referente à preparação,
Milkovich e Boudreau (2000) apresentam uma
classificação interessante das pessoas que ali se
encontram. Se posicione nesta etapa e diga o que você
se considera: indeciso ou vigilante? Se indeciso, qual
deles? Se vigilante, qual deles? Não esqueça de dar os
porquês, detalhadamente.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Questões para debate
14) Ao estudar os estágios de um ciclo de vida
profissional nos deparamos com quatro formas da
organização perceber as pessoas: nas etapas iniciais, nas
etapas finais, como peças-chave e estagnadas. Em
função disso, a exemplo da última forma apresentada,
algumas dificuldades surgem. Quais são estas
dificuldades? Dê soluções para elas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
5 Questões para debate
15) Falar de plano de carreira parece um assunto um tanto
quanto antiquado, visto que muitas pessoas duvidam da sua
eficiência e eficácia, devido ao fato de que têm concepções
desvirtuadas deste esforço pessoal e organizacional. No
entanto, temos que ter claro que o plano de carreira é algo
muito mais importante do que uma mera retribuição salarial.
Por assim dizer, Resende (1991) contribui com mais dois
tipos de concepções sobre o planejamento de carreira, que
são... Complemente e diga se concorda ou discorda? Por
que?
Gestão de Pessoas
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.1 Preliminares
. As organizações necessitam de sistemáticas de avaliação
capazes de acompanhar o crescimento das pessoas que
nela exercem suas atribuições;
. A questão é: de que forma é possível obter um
acompanhamento eficiente ao mesmo tempo integrado
com os propósitos da organização como um todo?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.1 Preliminares
. O essencial é a maneira com que as pessoas dão
andamento as suas atribuições; e
. O desempenho será mensurado a partir dessas
exigências.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.2 Definições e conceitos
. Avaliar: medir, mensurar;
. Desempenho: “conjunto de entregas e resultados de
determinada pessoa para a empresa ou negócio”
(DUTRA, 2002); e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.2 Definições e conceitos
Avaliação de desempenho: implica na “identificação,
mensuração e administração do desempenho humano
nas organizações”
(GÓMEZ-MEJÍA, BALKIN e CARDY, 1995).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.2 Definições e conceitos
-Identificação: ao notar as conseqüências das atividades, a
empresa estará apta a remanejar pessoas de acordo com a
definição de desempenho exigida para satisfazer as suas
necessidades;
- Mensuração: elemento central, tem por objetivo
principal a busca pela determinação de como o
desempenho pode ser relacionado a certas formas de
medições; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.2 Definições e conceitos
- Administração: dirigida para o futuro. Busca o
desenvolvimento e fornece subsídios que geram a
possibilidade de alcance de todo o potencial das pessoas,
gerando resultados positivos.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.2 Definições e conceitos
Conclusão:
“AAD engloba todo o processo desde a identificação do
desempenho, passando pela mensuração, ou seja, medindo
tal desempenho, até alcançar projeções para o médio e
curto prazo, onde o potencial de cada estará a serviço da
organização”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.2 Definições e conceitos
. Perspectivas do desempenho de uma pessoa
(Dutra, 2002):
- Desenvolvimento: avaliação pela escala de
complexidade, não se pode pensar em impor um maior
nível de desenvolvimento a uma pessoa que ainda não tem
capacidade para tanto;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.2 Definições e conceitos
. Perspectivas, (cont.):
- Esforço: pessoas capazes de autodesenvolvimento não
apenas demonstrando algum esforço, esforço é uma
contingência relacionada à motivação das pessoas, logo,
uma variável totalmente instável; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.2 Definições e conceitos
. Perspectivas, (cont.):
- Comportamento: afeta o ambiente em que se encontram,
podendo, contudo, influenciar, ou não, as duas
perspectivas anteriores, análise por múltiplas fontes (360
graus).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.3 Motivos da utilização
. Por que fazer a AD?
- Alicerçar a ação do gestor: a empresa se torna mais
transparente, pois as ações de seus gestores estão
alicerçadas em elementos palpáveis (avaliação realizada
com rigor técnico);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.3 Motivos da utilização
. Por que fazer a AD (cont.)?
- Nortear e mensurar o processo de treinamento e
desenvolvimento (T&D): ponderação do nível de CHA
(conhecimentos, habilidades e atitudes), determinando a
direção que o processo de T&D deve tomar e a sua
medida em cada caso;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.3 Motivos da utilização
. Por que fazer a AD (cont.)?
- Facilitar o feedback das pessoas: na medida em que
mensura os desempenhos das pessoas em avaliação e
informa de modo a sugerir mudanças, quando necessário;
e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.3 Motivos da utilização
. Por que fazer a AD (cont.)?
- Facilitar o progresso das organizações: feedback
organizacional, acompanhamento do desempenho
identificando pontos críticos, negativos e positivos dando
caráter facilitador à elaboração de estratégias para
manutenção e crescimento.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.4 Cuidados
- Quanto à participação das pessoas: que as pessoas não
vejam a sua participação “como uma situação de
recompensa ou de punição pelo desempenho passado”
(RIDER,1973). Devem enxergar a sua participação como
algo positivo para o seu desenvolvimento;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.4 Cuidados
- Quanto às ênfases: não se devem enfatizar ações
burocráticas em detrimento de avaliações críticas do
processo. Desta forma, perde-se de vista, tanto a
identificação, quanto a administração do futuro;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.4 Cuidados
- Quanto ao processo: o processo não pode ser visto como
injusto, ou seja, as pessoas não podem enxergá-lo como
“mais uma iniqüidade contra a minha pessoa
(RIDER,1973) ”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.4 Cuidados
- Quanto ao grupo de avaliadores: uniformidade quanto à
mensuração atentando para a questão da “leniência, que
trata da tendência que têm algumas pessoas de abrandar o
seu julgamento sobre os avaliados, é o popular “panos
quentes” (TACHIZAWA, FERREIRA e FORTUNA,
2001);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.4 Cuidados
- Quanto à consistência da avaliação: o processo deve,
necessariamente, agregar valor àqueles envolvidos. De
nada adianta a empresa se propor a tal esforço se estiver
alicerçada a valores que não a conduzirão a lugar algum;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.4 Cuidados
- Quanto ao avaliador: a avaliação não deve conter o halo
effect (efeito de halo), ou seja, o avaliador não pode “se
deixar levar por alguma característica do avaliado que lhe
impede de interpretar as demais características com
neutralidade e clareza” (MARRAS, 2000); e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.4 Cuidados
- Quanto ao avaliador, em relação aos avaliados: a
proposta de alguns avaliadores de implementar o “efeito
tendência central” (MARRAS, 2000) tornando os seus
avaliados uniformes, não deve ser considerada. Os seres
humanos são diferentes sim.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.5 Finalidades
- Identificar o valor das pessoas para a organização:
mensurar qualitativamente o impacto de cada pessoa nos
resultados organizacionais;
- Desenvolver talentos: detectados os pontos fortes e
fracos das pessoas, via avaliação de desempenho, as
necessidades de desenvolvimento tornam-se
transparentes;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.5 Finalidades
- Fornecer informações essenciais: que auxiliem o
desenvolvimento das demais atividades referentes à
gestão de pessoas;
- Tornar transparente a relação entre avaliadores e
avaliados: ao se recolher informações essenciais sobre o
quadro funcional, identificar talentos potenciais e o que as
pessoas agregam para a organização; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.5 Finalidades
- Abastecer a organização com avaliações periódicas: as
organizações necessitam estar permanentemente
empenhadas na atualização da AD.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.6 Vantagens da utilização
- Possibilita a descoberta de talentos: por meio da
identificação dos atributos de cada pessoa;
- Facilita o feedback às pessoas da organização: desfrutar
do que foi coletado, analisado e concluído pelos
avaliadores, podendo a partir daí encontrar caminhos para
auto-desenvolvimento;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.6 Vantagens da utilização
- Auxilia o direcionamento dos esforços da organização: o
fato de se ter informações proporciona a organização a
possibilidade de “identificar aquelas pessoas que
necessitam de aperfeiçoamento” (MARRAS, 2000);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.6 Vantagens da utilização
- Auxilia o aprimoramento da qualidade de vida:
“constitui um poderoso meio de resolver problemas de
desempenho e melhorar a qualidade do trabalho e a
qualidade de vida dentro das organizações”
(CHIAVENATO, 1999);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.6 Vantagens da utilização
- Situa as pessoas na estrutura organizacional: a AD
subsidia as demais atividades desencadeando ações que
culminem com alterações significativas na estrutura da
organização; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.6 Vantagens da utilização
- Incentiva a utilização do coaching: a AD “ajuda ou
estimula os supervisores a observarem seus subordinados
mais de perto e a desempenhar melhor a função de
treinadores” (OBERG, 1997).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.7 Limitações da utilização
- Serve de justificativa para discussões salariais: ao situar
as pessoas na estrutura organizacional, pode gerar
argumentações direcionadas a salários e vantagens face à
uma possível nova posição funcional numa outra unidade;
- Trata-se de um processo vulnerável: “as avaliações
fornecem informações inadequadas sob as sutilezas do
desempenho, os gerentes freqüentemente fazem
julgamentos arbitrários” (LEVINSON, 1997);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.7 Limitações da utilização
-Há uma tendência à exclusão dos não envolvidos
diretamente: com o processo. A não influência direta nos
resultados da organização, dificulta o questionamento à
avaliação feita desmotivação e desinteresse;
-Dificuldade de manter as avaliações periódicas: a
elaboração e aplicação do processo de AD depende do
feedback oferecido às pessoas pelos avaliadores;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.7 Limitações da utilização
-Inibe o desenvolvimento criativo do potencial humano:
manter avaliações constantes, dependendo da maneira
como é realizada, pode representar um controle na visão
das pessoas em processo de avaliação; e
-Dificulta a avaliação do grupo: este tipo de procedimento
sempre tende a recair numa avaliação individualizada.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.8 Pré-requisitos para a implementação
-Clareza de objetivo em sintonia com o desempenho:
quando se tem um objetivo bem definido e bem
coordenado com o desempenho da pessoa, o
desenvolvimento dessa pessoa ocorrerá da forma mais
natural possível, facilitando todo o processo;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.8 Pré-requisitos para a implementação
-Determinar o responsável pelo processo: em caso de
sucesso certamente aparecerão diversos responsáveis, do
contrário, dificilmente, alguém se culpará pelo fracasso; e
-Haver concordância de ambas as partes: tanto de quem
avalia, quanto de quem é avaliado, o consentimento é
extremamente importante para que o processo flua
corretamente.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.9 Avaliação de desempenho: sob diferentes
enfoques
- As pessoas da organização: “o ideal é que cada uma
delas avalie o seu próprio desempenho” (CHIAVENATO,
1999); minimizar a subjetividade do processo; “somente a
avaliação individual pode mapear os pontos fortes e os
pontos fracos da pessoa” (TACHIZAWA, FERREIRA e
FORTUNA, 2001);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.9 Avaliação de desempenho: sob diferentes
enfoques
-Os superiores: oferecer às pessoas a possibilidade de
avaliar seus superiores sob o aspecto de proficiência de
recursos e, até mesmo, sugestões de incrementos;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.9 Avaliação de desempenho: sob diferentes
enfoques
-A equipe: “avalia o desempenho de cada um de seus
membros e programa com cada um deles as providências
necessárias para a sua melhoria” (CHIAVENATO, 1999); e
- As equipes: avaliações feitas acerca dos setores, das
unidades, da organização, ou mesmo, de um conjunto de
equipes que interagem.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.10 Formas de implementação
-Escalas gráficas: utilização de indicadores de
desempenho para a elaboração de gráficos, que facilitarão
a avaliação;
-Observação direta: cuidado, o avaliador pode dar a
interpretação que desejar a determinado comportamento,
atitude ou algum gesto mesmo ou até um olhar do
alunado em observação;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.10 Formas de implementação
-Listas de verificação (check-list): a lista de verificação
funciona como uma forma de aviso, a fim de que o gestor
responsável analise somente as características essenciais
das pessoas da organização;
-Pesquisa de campo: troca entre posições (unidades)
acerca da pessoa a ser avaliada, de modo que ambas as
atividades trabalhem em conjunto, avaliando no grupo o
desempenho das pessoas individualmente;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.10 Formas de implementação
- Incidentes críticos: são avaliadas as atitudes das pessoas
de uma forma extrema (pontos fortes ou fracos). É
necessário que “os avaliadores anotem os incidentes
diariamente ou no mínimo semanalmente” (OBERG,
1997);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.10 Formas de implementação
-Avaliação por escrito: além de avaliar os extremos, o
responsável pelo processo tem a possibilidade de
apresentar, por exemplo, os potenciais do avaliado;
-Método comparativo: “utilizar análises comparativas
entre uma e outra pessoa da organização ou entre esta
última e o grupo onde ela atua” (MARRAS, 2000);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.10 Formas de implementação
-Padrões de trabalho: “estabelecimento de metas de
trabalho e administração para as pessoas da organização,
destinadas a melhorar a produtividade” (OBERG, 1997);
-Escolha forçada (forced choice): possibilidade de
neutralizar o subjetivismo ao “estabelecer padrões de
comparação objetivos entre os indivíduos” (OBERG,
1997);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.10 Formas de implementação
- Avaliação por objetivos (APO): requer a participação
ativa tanto do avaliador, quanto do avaliado, pois ambos
sabem qual é o objetivo final da equipe, caso contrário
poderiam “nadar, nadar e morrer na praia” (figura do
atleta e treinador);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.10 Formas de implementação
-360 graus: “quem emite os feedbacks são pessoas
situadas em diferentes posições ao redor do receptor e que
fazem parte de sua rede de contatos: superior imediato,
subordinados, stakeholders, entre outros” (REIS, 2003); e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.10 Formas de implementação
-Balanced Scorecard (BSC): intuito de avaliar o
desempenho sob quatro perspectivas: financeira, do
cliente, dos processos internos e do aprendizado e
crescimento.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.11 Avaliação de desempenho: ontem, hoje e
tendências
“As organizações estão substituindo a estrutura funcional e
departamentalizada pela organização
por processos ou por equipes, alterando profundamente os
sistemas de indicadores
e de mediações dentro delas” (CHIAVENATO, 1999).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Avaliação convencional e
diferenciada de desempenho (AD)
6.12 Enfim...
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Quick case
-André, agente administrativo, foi chamado por Juliana,
ocupante do cargo de gestor de pessoas que resolvera
conversar com todas as pessoas avaliadas no ano anterior. O
Juliana cumprimentou André e falou da sua avaliação
dizendo que não podia entender como ele tinha sido tão mal
avaliado, citando como exemplos o fato de seu chefe
superior ter escrito que várias vezes o viu atendendo de
forma inadequada pessoas que procuravam a empresa para
realizar negócio.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Quick case (cont.)
- O chefe, por vezes, chamou a atenção de André que nem
assim melhorou o atendimento. Juliana disse que a avaliação
ainda ia mais distante, mais que ele preferia parar por ali e
disse: “quero ouvir você agora, André”. André apresentou
uma certa perplexidade com o que ouvira e disse que jamais
houve uma conversa entre ele e o superior sobre
atendimento. André nem mesmo lembrava de alguma
situação mais delicada que poderia permitir um
comportamento fora dos padrões da empresa.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Quick case (cont.)
- Para finalizar, Juliana disse: “André, eu tenho que falar
algo à você. Sua avaliação está na pauta da reunião do
comitê de avaliação e é certo que a sua demissão a mim será
encaminhada pela comissão. Afinal eu não tenho porque não
acreditar no seu chefe superior”. No lugar de André, o que
você faria?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Estudo de caso
Em um Congresso Municipal de Gestão de Pessoas
realizado recentemente na cidade do Rio de Janeiro, Flávio,
gestor de pessoas de uma empresa do ramo de varejo e
Roberta de uma empresa concorrente assistiram juntos a
diversas palestras, entre elas uma em especial lhes chamou a
atenção: “A auto-avaliação”, já conhecida por ambos, mas a
palestrante apresentara algumas novas tendências
considerando as alterações ditadas pelo mundo atual.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Estudo de caso (cont.)
Note que eles já sabem o que você sabe com relação à
avaliação de desempenho, ou seja, que engloba todo o
processo desde a identificação do desempenho de cada
pessoa, passando pela mensuração, ou seja, medindo tal
desempenho, até um resultado final para aquele momento da
pessoa em avaliação. E, também, chega a projeções no curto
e médio prazo, onde o potencial dos avaliados (as pessoas)
estará a serviço da organização.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Estudo de caso (cont.)
Flávio e Roberta trabalham em empresas de muito bom
porte e cada empresa tem um quadro funcional próximo de
1000 pessoas e ambos buscam diariamente absorver e
desenvolver novas práticas a fim de obterem resultados de
excelência. Agora conhecedores do processo de avaliação de
desempenho estão decididos a aplicar a auto-avaliação e
elaboram a única questão: “Como vai o seu desempenho?”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Estudo de caso (cont.)
O processo tem início na área de vendas. Flávio procura
esconder sua preocupação com o questionamento a ser
aplicado dentro de duas semanas, uma vez que Maria Cecília
é mãe de Joaquim, supervisor de vendas-internet.
É realizada uma palestra para dar início à avaliação que
conta com a participação de 100 pessoas entre gerentes,
chefes e supervisores.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Estudo de caso (cont.)
Flávio faz questão de enfatizar que todos devem ser
transparentes e sinceros em suas ações e que não precisam
se preocupar em conquistar os avaliadores, uma vez que
estes não podem se deixar levar por alguma característica do
avaliado tornando difícil uma adequada análise das demais
informações, agindo com neutralidade e clareza sem
prejudicá-lo ou beneficiá-lo, podendo até invalidar o
processo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Estudo de caso (cont.)
Ao mesmo tempo, Roberta faz a mesma aplicação. O que ambos
queriam era comparar as avaliações, não individualizando, afinal
eram concorrentes, mas buscando a validade de todo o processo,
e assim foi. Durante três longos meses ambas as empresas
passaram pela avaliação, um a um dos componentes do corpo
funcional.
Ao longo dos três meses algumas decepções: foi fácil perceber
que algumas pessoas valorizavam demais o seu trabalho. Outras
eram verdadeiras, mas com uma pequena tendência a valorizar
um pouco mais. Os eventos eram mais ou menos semelhantes em
ambas as empresas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Estudo de caso (cont.)
Contudo, foi possível perceber profundas divergências de
resultados junto aos ocupantes da posição de gerentes. Na
empresa de Roberta havia uma certeza na fidedignidade dos
dados. Essa certeza advinha do fato de Roberta estar sempre
em contato com o corpo funcional e, principalmente, com os
ocupantes das muitas gerências, apesar de ser apenas uma
gerente da unidade que, também, cuidava da avaliação de
desempenho. Mas, era uma moça bastante curiosa, lia muito
e se esforçava para entender a dinâmica do varejo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Estudo de caso (cont.)
Raramente perdia uma reunião sobre resultados dos
negócios, embora fosse de uma área conhecida como
atividade-meio. E participava muito e curiosamente jamais
“bateu de frente” com qualquer gerente por uma razão muito
simples: às vezes, elaborava a questão de tal forma que nem
parecia que cobrava uma ação mais competente ou que
discordava de um ou mais gerentes. Certa vez chegou a ser
convidada a se transferir para a unidade que cuidava do
relacionamento com o consumidor. Recusou.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Estudo de caso (cont.)
Flávio tinha uma outra formação. Raramente se deslocava
de sua sala para contatar as gerências, em geral. Preferia a
comunicação virtual. Era e-mail para todos os lados. Ele
entrava na página da empresa (intranet) todos os dias e
depois disparava e-mails fazendo comentários os mais
variados. Da mesma forma que Roberta, era cuidadoso nas
observações, jamais querendo mostrar conhecimento
profundo de todas as áreas. Mas, sempre fisicamente
distante, mas virtualmente presente graças à tecnologia da
informação.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Estudo de caso (cont.)
Flávio e Roberta marcaram um almoço num bom restaurante
no centro da cidade do Rio de Janeiro, numa rua próxima a
Av. Rio Branco. Chegaram e foram para o andar superior,
onde seria possível conversar mais tranqüilamente.
Sentaram-se e cinco segundos depois lá estava o couvert. E
entre fatias de pão, patês e manteiga começaram a conversar.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Estudo de caso (cont.)
Flávio foi objetivo: “Roberta, sabe o que acontece com você?
Você conversa muito com todos. Está sempre presente, vai até as
reuniões do pessoal de marketing que não tem ‘nada a ver’ com
a gente. E ‘mete o nariz aonde não deve’. Um dia você vai se dar
muito mal. Ouve só o que estou dizendo”. Roberta, mal engolira
um pedacinho de pão com uma pastinha, reagiu estranhando a
reação de seu amigo e concorrente. Ela um pouco agitada, mas
controlada, disse: “meu prezado amigo, saiba que essa ‘perda de
tempo’ com as gerências todas me deu um resultado final muito
bom na auto-avaliação deles”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Estudo de caso (cont.)
Flávio interrompeu: “e quem garante que foi realizada uma
boa auto-avaliação, real mesmo? Eu poderia imaginar que
sua proximidade com todas as gerências levou você a ser
boazinha com o que leu?”. O garçom se aproxima e Flávio
pede o cardápio e pergunta das sugestões do dia. Roberta
olha e olha e olha a tranqüilidade de Flávio, agora
preocupado com o que vai comer. “E você o que quer?”,
pergunta Flávio. E Roberta: “com o seu cardápio nas minhas
mãos vai ser bem mais fácil”. Isso queria dizer que uma
guerra estava por acontecer.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Estudo de caso (cont.)
Roberta reinicia sua defesa dizendo que ele, Flávio, a conhecia
muito bem e sabia da sua competência, como também, sabia que
amizade, simpatias, afeições, não a levariam a avaliar “por cima”
a auto-avaliação de cada um e que ele deveria entender que
mandar e-mail o dia inteiro também aproxima as pessoas, não da
mesma forma, talvez, mas cria um vínculo, um vínculo virtual,
mas cria vínculos. Se são iguais aos da aproximação física seria
difícil dizer, mas aproxima e os resultados na empresa dele foram
pífios, considerando apenas as gerências que deveriam dar o
exemplo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Estudo de caso (cont.)
E lembra a história desimportante da Maria Cecília e do
filho dela, o tal de Joaquim. O que ele esperaria da mãe
dela? Nem precisava ler a auto-avaliação de ambos. “O erro
foi deixar os dois na mesma empresa, mas isso é uma outra
discussão e não quero entrar nisso agora. Você conhece o
marido dela, o Allyson? Eu conheço, ele é gestor de pessoal
de uma empresa que comercializa ou engarrafa vinhos, sei lá
uma coisa assim. Com certeza, ele deu uma boa orientação à
mulher e ao filho. Esquece isso, cara!”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Estudo de caso (cont.)
O que importa nesse caso é saber quem está com a razão e
por que. Você (e seu grupo, se for o caso) deve considerar
tudo o que leu nesse capítulo e mais o que pensa sobre o
relacionamento dos dois que, afinal, são amigos e
concorrentes. Vale dizer que são tão bons amigos que
dividiram um salmão no almoço.
Nota: este caso é hipotético, qualquer semelhança com
pessoas, empresas, etc. será mera coincidência.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Questões para debate
1) O processo de AD consiste não só na identificação
dos desempenhos, mas como também em sua
mensuração, feita sob os CHAs (conhecimentos,
habilidades e atitudes), visando a resultados futuros, de
modo a usufruir do potencial das pessoas da
organização. Verdadeiro ou falso? Justifique a sua
resposta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Questões para debate
2) Dutra (2002) considera como sendo três as
perspectivas do desempenho de uma pessoa que
auxiliam a compreensão do processo de avaliação de
desempenho. Agora nos diga: quais são estas
perspectivas? Elas interagem entre si? Seja claro nas
suas respostas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Questões para debate
3) Tendo respondido corretamente à questão nº 2, partimos
do princípio de que você compreendeu como se dá o
processo de AD, uma outra indagação também necessita de
uma resposta convincente, pois se estamos trabalhando uma
atividade que requer o esforço de um grupo de pessoas, deve
haver um motivo que justifique tal implementação. Desta
forma, não se limite a citar, explique pelo menos duas razões
que levam à utilização de tal processo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Questões para debate
4) Um dos cuidados que se deve tomar ao proceder com
uma avaliação de desempenho se refere às pessoas
envolvidas no processo, tendo em vista que estas pessoas
devem enxergar a sua participação como algo positivo para
o seu desenvolvimento. Mas a cautela não deve ser somente
em relação às pessoas, pelo contrário, existem diversas
outras vertentes que requerem alguns cuidados. Você seria
capaz de explicar duas delas? Então, explique.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Questões para debate
5) Até o momento, estamos insistindo na idéia de que
colocar o processo em prática é algo complicado e que exige
uma série de cuidados. Desta forma, devem existir motivos
fortes para que se implemente o processo de AD, afinal este
esforço deve se fazer valer de alguma forma, certo? Ou será
que os problemas não poderiam ser solucionados por meio
de uma simples conversa informal? Responda às perguntas,
apresentando e desenvolvendo pelo menos um motivo que
justificaria a execução da atividade de AD.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Questões para debate
6) Como qualquer processo, o AD também apresenta
vantagens, caso contrário, não justificaria sua
realização. Pensando desta maneira e tendo lido o
capítulo, cite e explique pelo menos duas destas
vantagens, mas não esqueça de utilizar argumentos que
sustentem sua opinião.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Questões para debate
7) A fim de complementar a questão nº 6, apresente
duas limitações, ou seja, pontos fracos do processo que
podem de alguma forma atrapalhar sua execução.
Depois, sugira maneiras de resolver tais impasses, ou
melhor, descubra meios e modos de lidar com eles e
discorra sobre o assunto.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Questões para debate
8) Antes de tudo, devemos levar em consideração que uma
avaliação de desempenho eficiente e eficaz exige pré-
requisitos, inclusive, determinar o responsável pelo processo
é um deles, e caso não seja cumprido, dificilmente a idéia irá
adiante. Neste sentido, tente relembrar outro pré-requisito
exposto ao longo do texto ou mesmo desenvolva um novo,
mas lembre-se de explicar com suas palavras de uma forma
clara e, ao mesmo tempo, concisa.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Questões para debate
9) Complementando a questão nº 8, responda: você
concorda que a adequação à cultura de cada organização
é indispensável para a aplicação do processo de AD ser
considerada eficiente? Justifique sua resposta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Questões para debate
10) No decorrer do texto, alguns questionamentos
foram levantados. Provavelmente você será capaz de
respondê-los, porque realizou a leitura do capítulo. As
perguntas são as seguintes: quem deve avaliar quem? A
auto-avaliação funciona? Qual o papel dos supervisores
na AD? O grupo interfere na avaliação individual ou é
o oposto que ocorre? Não esqueça de justificar cada
resposta com suas palavras.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Questões para debate
11) É fato que a avaliação de desempenho deve ser, de
alguma forma, mensurada, para então apresentar resultados
consistentes. Mas é aí que surge uma questão: como a
organização poderia, de certa forma, controlar tal
mensuração? Pensando nisto, Marras (2000) elaborou uma
classificação onde apresenta três campos para que esta
ponderação possa ser realizada. Quais são estes campos?
Explique cada um e diga qual a relação entre eles.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Questões para debate
12) Não existe uma só maneira de implementar a
atividade de AD, pelo contrário, durante o texto foram
apresentadas diversas formas que se adaptam à cultura
de cada empresa e à necessidade do momento. Uma das
opções apresentadas diz respeito às escalas gráficas,
explique como esta alternativa funciona e se ela é, na
sua opinião, a melhor delas. Caso contrário, que forma
você considera a ideal? Por que?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Questões para debate
13) Seguindo o modelo da questão nº 11, faça o mesmo
com outra forma de implementação: a escolha forçada
(forced choice), e explique como ela funciona e quais
pessoas estão envolvidas em seu processo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Questões para debate
14) Oberg (1997) aponta o seguinte fato: deve-se notar
que quando se aplica a APO em níveis mais baixos da
organização as pessoas nem sempre querem se envolver
na fixação de seus próprios objetivos. Esta afirmativa é
verdadeira ou falsa? Justifique sua resposta e aproveite
para elaborar uma breve explicação acerca da Avaliação
por Objetivos (APO).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
6 Questões para debate
15) No método de 360 graus “quem emite os feedbacks
são pessoas situadas em diferentes posições ao redor do
receptor e que fazem parte de sua rede de contatos:
superior imediato, subordinados, stakeholders, entre
outros” (REIS, 2003). Disserte sobre tal método e
explique quem são considerados os stakeholders citados
na colocação do autor e como eles atuam na avaliação
de 360 graus.
Gestão de Pessoas
7 Benefícios Sociais
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.1 Preliminares
“Na década de 60 e mais fortemente na de 70,
os sindicatos começam a pressionar no sentido de
assegurar maiores benefícios às pessoas, exigindo
segurança e condições de trabalho especiais”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.2 Definições e conceitos
.Benefícios sociais (remuneração indireta) incentivos
internos oferecidos com o objetivo de satisfazer às
necessidades pessoais, proporcionando um ambiente mais
harmonioso e produtivo;
.“A princípio” comum a todas as pessoas da organização;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.2 Definições e conceitos
.Verdadeiros atrativos;
.Mantém as pessoas na organização; e
.Garante necessidades e urgências pessoais e profissionais.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.3 Modalidades
.“Os planos de serviços e benefícios sociais são
planejados para auxiliar o empregado em três áreas de sua
vida, sendo elas: no exercício da posição; fora dela, mas
dentro da empresa; e, finalmente, fora da empresa”
(CHIAVENATO, 2000).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.3 Modalidades
. Aspectos aprimorados:
-Aspectos legais: benefícios oferecidos em função das
determinações legais, assegurando condições mais
adequadas de trabalho a todo corpo funcional (férias e 13º
salário);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.3 Modalidades
. Aspectos aprimorados (cont.):
-Atividades exercidas: benefícios individuais, de acordo
com a posição exercida e/ou por salário a fim de
estimular a produtividade e satisfação profissional
(gratificações e participação nos lucros e resultado (PLR);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.3 Modalidades
. Aspectos aprimorados (cont.):
-Condições internas da organização: benefícios
supletivos, presentes na organização favorecendo todas as
pessoas independentemente da posição ocupada (cantina,
refeitório e transporte); e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.3 Modalidades
. Aspectos aprimorados (cont.):
-Aspectos sociais: benefícios recreativos, são
responsabilidades desenvolvidas para o bem-estar das
pessoas dentro de grupos específicos (recreação, esportes
e atividades sociais).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.3 Modalidades
- A prática de benefícios flexíveispalavra-chave:
composição, ou seja, construção do próprio pacote (ou
kit) de benefícios sociais e de acordo com a posição
exercida tem-se a pontuação referente a cada benefício
(MORAES, 2004); e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.3 Modalidades
- A flexibilização de benefíciospalavra-chave:
substituição, ou seja, a organização dispõe de
determinados benefícios e permite a substituição de
alguns, de acordo com as necessidades individuais ou
melhor adequação (BISPO, 2004).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.4 Benefícios mais aplicados
.Alimentação (refeitório);
.Assistenciais (médico-hospitalar, educacional jurídica);
.Cesta básica (alimentação adequada);
.Creche (convênios);
.Departamento médico (primeiro atendimento);
.Lazer (clubes ou atividades esportivas);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.4 Benefícios mais aplicados (cont.):
.Monetários (participação nos resultados);
.Planos de previdência (futura garantia financeira);
.Serviço social e Aconselhamento (atendimento e
orientação); e
.Transporte (próprio ou estacionamento).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.5 Planos estratégicos
“A aplicação dos benefícios sociais apresenta-se em cada
organização conforme seus objetivos e características
próprias, baseadas na sua complexidade, no seu capital
humano e na necessidade de crescimento e
desenvolvimento”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.5 Planos estratégicos
. Objetivos: clima de afetividade e de família;
desempenho;
outros...
. A escolha de um dado pacote ou kit de benefícios será
determinada pela estratégia escolhida.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.5 Planos estratégicos
. Aspectos formadores de um plano estratégico:
- Complexidade organizacional;
- Capital humano;
- Necessidades de desenvolvimento; e
- Objetivos e ações estratégicas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.5 Planos estratégicos
“O gestor de pessoas tem de ser possuidor de uma aguçada
percepção das condições internas da organização, ou seja,
ter a sensibilidade e o cuidado de saber identificar as
demandas internas”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.5 Planos estratégicos
.Gratificações (TEIXEIRA, 1997):
Conexão à questão financeira do tipo: Qual será o valor?
Devem ser periódicas e sinceras;
Gratificação emocional: tornar as pessoas da organização
mais envolvidas e comprometidas; e
Há um sentido de vida ao fazê-lo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.6 Custos de absorção
-Perfil das pessoas envolvidas: observar as limitações das
pessoas (idade, deficiências físicas, mentais ou visuais e
demais necessidades de adaptação aos diversos processos
da organização);
-Condição econômico/social das pessoas envolvidas:
influenciará de forma decisiva na seleção dos benefícios
sociais;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.6 Custos de absorção
-Complexidades e estruturas da organização: observância
de alguns aspectos internos como a complexidade e
estrutura da organização. Atentar às capacidades de
absorção desta prática;
-Necessidades de desenvolvimento de ambas as partes:
pessoas e organização ganham no dia a dia um melhor
ambiente de trabalho, maior interação e maior satisfação
pessoal e profissional;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.6 Custos de absorção
-Estratégias de ação a serem aplicadas: os kits de
benefícios serão aplicados de acordo com a capacidade de
absorção e objetivos internos a serem alcançados; e
-Comprometimento da estrutura social: é imprescindível
o comprometimento de todos os seus integrantes.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.6 Custos de absorção
“De um lado, os custos com pessoal precisam ser
compatíveis com o preço dos produtos e serviços da
empresa. De outro lado, a competição no mercado de
trabalho para atrair e manter empregados produtivos cria
uma pressão para oferecer pelo menos os mesmos
benefícios que a concorrência” (MILKOVICH e
BOUDREAU, 2000).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.7 Vantagens da utilização
.Ciclo vantagens assistenciais:
VANTAGENS
ASSISTENCIAIS
APLICAÇÃO DOS
PLANOS ESTRATÉGICOS
RECONHECIMENTO
DOS CONCORRENTES
OBJETIVOS A SEREM
ALCANÇADOS
SATISFAÇÃO DAS
NECESSIDADES
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.7 Vantagens da utilização
.Ciclo vantagens assistenciais:
-Reconhecimento dos concorrentes: as organizações estão
disputando de forma acirrada seus profissionais
oferecendo mais e melhores recursos assistenciais;
-Satisfação das necessidades: benefícios que
complementam as necessidades pessoais e profissionais;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.7 Vantagens da utilização
.Ciclo vantagens assistenciais:
-Aplicação dos planos estratégicos: permitem alcançar
metas a curto, médio e longo prazo, dependendo da
estratégia em ação; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.7 Vantagens da utilização
.Ciclo vantagens assistenciais:
-Objetivos a serem alcançados: os processos de
reconhecimento, promoção e aplicação dos benefícios
sociais irão proporcionar o alcance dos objetivos
planejados inicialmente, avaliando e aperfeiçoando esta
prática no término deste ciclo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.8 Limitações da utilização
.Ciclo limitações assistenciais:
LIMITAÇÕES
ASSISTENCIAIS
RECONHECIMENTO
DAS RECOMPENSAS
PERDAS A MÉDIO E
LONGO PRAZO
CONTRATEMPOS
INICIAIS
SUBMISSÃO
TEMPORÁRIA
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.8 Limitações da utilização
.Ciclo limitações assistenciais:
- Contratempos iniciais: os objetivos não são alcançados
imediatamente, só acontecerá se os ideais geradores
forem verdadeiros, caso contrário as pessoas irão fazer
apenas o que lhe foi solicitado em troca de uma
retribuição;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.8 Limitações da utilização
.Ciclo limitações assistenciais:
-Submissão temporária: conseqüência do “sucesso
inicial”. “Uma sistemática do tipo estímulo/resposta, na
qual os comportamentos exibidos pelas pessoas
representam respostas ao estímulo oferecido sob forma de
prêmios” (BERGAMINI, 1995);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.8 Limitações da utilização
.Ciclo limitações assistenciais:
-Reconhecimento das recompensas: muitos não percebem
o real valor dos benefícios que recebem e freqüentemente
mensuraram se o benefício recebido é condizente com o
esforço investido; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.8 Limitações da utilização
.Ciclo limitações assistenciais:
-Perdas a curto, médio e longo prazo: custo da prática
incorreta dos benefícios sociais. É necessário o
reconhecimento do perfil de cada profissional, aplicação
dos planos adequados e o desenvolvimento de ideais
geradores verdadeiros.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.9 Benefícios sociais: ontem, hoje e tendências
-Desenvolvimento e aplicação das exigências legais:
assegura e mantém as condições adequadas para que as
atividades possam ser realizadas com o propósito de
participar do crescimento pessoal e profissional das
pessoas envolvidas;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.9 Benefícios sociais: ontem, hoje e tendências
-Percepções éticas, sociais e organizacionais: atenção dos
novos gestores para aplicar esta prática de forma a
contribuir para o desenvolvimento de todos, incluindo o
da organização, é claro;
-Aplicabilidades transparentes: não às estampas de falsas
figuras de pessoas unidas e felizes, mas na real satisfação
pessoal e profissional, proporcionadas pela promoção dos
benefícios sociais; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.9 Benefícios sociais: ontem, hoje e tendências
-Possibilidades de absorção desta prática: empresas
terceirizadas, as quais realizam algumas rotinas na área de
gestão de pessoas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Benefícios Sociais
7.10 Enfim...
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Quick case
-A empresa multinacional do ramo metalúrgico NANDASCK,
localizada em São Paulo, resolveu estender os benefícios do uso
de cartão de crédito para os 19 gestores da empresa. Até aquele
momento somente a direção superior gozava deste benefício.
Para três gestores foi fixado um valor de R$ 5.000,00 por mês,
enquanto que os demais receberam o limite de R$ 2.000,00. Essa
informação não era para ser divulgada, no entanto “vazou” e a
reação esperada acabou acontecendo. Gustavo, gestor de
responsabilidade social, questionou tal distinção.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Quick case (cont.)
- A presidência, via a sua secretaria de comunicação interna,
informou que nada tinha a declarar e estranhava o
comportamento agressivo de Gustavo. Gustavo combinou um
encontro com os demais gestores “no bar da esquina”. Nesse
encontro foi combinada uma tática de ação, qual seria essa
tática?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Estudo de caso
O mundo encontra-se em grandes mudanças. Ora, isso é
lógico, todos nós sabemos, mas saber enxergá-las, e
perceber onde está o foco das transformações é que
impulsiona algumas organizações na diferenciação frente às
demais. Pense você: você precisa de ajuda, quem vai ajudar?
Uma outra pessoa. Você possui uma organização, quem
trabalha com você? Outras pessoas. Se fizer algumas
perguntas perceberá que a solução encontra-se na relação
com as demais pessoas no seu dia-a-dia.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Estudo de caso (cont.)
E é importante que as organizações, via seu corpo de gestores,
entenda que o mundo mudou mesmo e a questão dos benefícios
sofreu profundos acréscimos e, por último, caberá ao titular da
área de pessoas encontrar a família de benefícios ideal para o
corpo funcional. E falamos de todo o corpo funcional.
Diante desta reflexão, as organizações compreendem que para
manter as pessoas é preciso oferecer benefícios diferentes e
interessantes, e que ao fazerem isso, as organizações geram uma
certa disputa entre elas no sentido de atrair os melhores
profissionais.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Estudo de caso (cont.)
Ou de ter o melhor corpo funcional, incluindo os melhores
profissionais. Mas aqui entre nós, sabemos que não foi
sempre assim. A atividade dos benefícios sociais ganhou
força nas organizações, isso porque na década de 70, mais
fortemente na de 80, os sindicatos começaram a pressionar
no sentido de assegurar maiores benefícios às pessoas,
exigindo segurança e condições de trabalho especiais, caso
contrário, imagine você o que seria da classe trabalhadora,
em geral.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Estudo de caso (cont.)
Em virtude deste indiscutível progresso, é fácil observar que
as organizações encontram-se em verdadeiros campos de
batalha a fim de conquistar e principalmente, manter as
pessoas, para isso criam e desenvolvem os mais diversos
benefícios sociais, percebendo é claro, a capacidade,
limitações e necessidades da organização bem como das
pessoas. Assim, não é tão difícil lembrarmos de alguns
benefícios sociais.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Estudo de caso (cont.)
Você já deve ter ouvido falar que a organização deve estar
sempre atenta ao ambiente onde se encontra, atenta ao que
acontece dentro e fora dela. Vale aqui, contar a você um
pequeno caso hipotético, digno de se “tirar o chapéu.”
Num bairro localizado próximo ao centro de São Paulo, uma
organização que atua na área de tecnologia da informação,
encontra-se instalada nas proximidades de uma estação de
metrô e conta com a colaboração de mais de duzentas
pessoas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Estudo de caso (cont.)
Entre a estação e a organização, as pessoas percorrem um
trecho perigoso e isolado, onde não é muito comum as
pessoas circularem por ali. Claudia Guarda, gestora de
pessoas tem recebido constantes informações de assaltos,
alguns de forma violenta, logo após saírem da estação para o
trabalho e ao final do expediente, da organização para a
estação.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Estudo de caso (cont.)
Neste estudo de caso, para você (ou o grupo se esta for a
opção indicada pelo docente) propomos: solucionar o caso
acima, onde cabe aqui um questionamento: como a gestora
de pessoas poderia contornar esta grave situação? Pense um
pouco e diga como acha que a gestora resolveria, que
procedimentos poderia tomar e que recursos utilizar? Você
poderá utilizar-se de todo o texto do presente capítulo e até
explorar em sala de aula o questionamento proposto.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Estudo de caso (cont.)
Apresentamos alguns pontos que devem ser questionados por
você (ou o grupo) para a solução deste caso: primeiro, verificar
se as pessoas que mencionaram o assalto são dignas de confiança
por parte da empresa, segundo, verificar os horários comuns dos
assaltos; terceiro, verificar se é válida uma possível mudança do
horário de trabalho, quarto, investigar a contratação de um
transporte próprio para buscar as pessoas na estação para a
organização e ao final do expediente, levá-las da organização
para a estação; quinto, a segurança das pessoas é um problema de
segurança pública e diante disso a organização nada tem a fazer.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Estudo de caso (cont.)
Você concorda que os pontos apresentados devem ser
questionados? Há outros pontos não mencionados que
merecem questionamento? Em sua opinião, a solução está
entre os pontos questionados ou entre os apresentados por
você? Explore o caso, vá além do que foi apresentado, faça
um paralelo com suas experiências. Note que você não
encontrará a resposta neste capítulo, mas com um pouco de
criatividade e imaginação será capaz de chegar a uma boa
solução.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Estudo de caso (cont.)
E se a solução levar a organização a investir uma soma
considerável de recursos financeiros, aponte os caminhos
que ela deverá seguir para conseguir os recursos financeiros,
naturalmente, não previstos no orçamento da sua unidade
por ser algo que surgiu de repente e que exigirá alguma
resposta positiva da direção da organização.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Estudo de caso (cont.)
Certamente ao final deste caso, você perceberá que inúmeros são
os pontos a serem questionados para a solução de uma situação
como a apresentada aqui e que caberá ao gestor, a percepção e
competência profissional para lidar com o imprevisto, porque
estes acontecem a todo o momento. Boa sorte na sua
investigação e sucesso na sua proposição que, torcemos, dê um
final feliz para o corpo funcional que não tem como lutar contra
a violência das grandes cidades !!!
Nota: este caso é hipotético, qualquer semelhança com pessoas,
empresas, etc. será mera coincidência.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Questões para debate
1) É fato que pessoas capacitadas podem selecionar
aquelas organizações que atendam ao seu perfil
profissional e, ao mesmo tempo, satisfaçam as suas
necessidades pessoais. Desta forma, se portando como
um profissional de respeito, provavelmente a
remuneração direta (salário) oferecida não é suficiente
para lhe satisfazer.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Questões para debate (cont.)
1) Por conseguinte algumas empresas adicionam a
remuneração indireta representada pelos benefícios
(transporte, alimentação e planos assistenciais são
exemplos). A situação é a seguinte: a empresa Adrisada
oferece vale-transporte, ticket refeição e plano de saúde,
além da ajuda de custo. Já a empresa Ferthaiana não oferece
o vale-transporte, mas em compensação sua ajuda de custo
cobre esta ausência. A pergunta é: esta diferença
influenciaria a sua decisão na hora de optar por determina
organização? Por que?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Questões para debate
2) Na questão nº 1 foi constatada a existência de dois tipos
de remuneração, ou seja, a direta representada pelo salário e
a indireta pelos benefícios, demonstrando claramente que o
remunerar somente de forma direta não é suficiente para
satisfazer as necessidades do cidadão. Discorra sobre esta
assertiva. É importante que na sua resposta contenham
informações que, não só esclareça a sua posição, mas como
também justifique a presença da preocupação das empresas
quanto à remuneração indireta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Questões para debate
3) No corpo do texto foram apresentados dois novos
conceitos que têm sido bastante mencionados e
aplicados atualmente acerca dos benefícios sociais.
Gostaríamos que você trabalhasse apenas um dos
conceitos, elaborando, também, um quadro fácil de ser
analisado.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Questões para debate
4) Seguindo na mesma linha de raciocínio da questão
anterior e com o auxílio do quadro que você
confeccionou, note que nos conceitos existe uma
palavra-chave que nos ajudam a compreender ambos os
conceitos. Que termos são esses? E mais, de que modo
eles facilitam a compreensão destes conceitos?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Questões para debate
5) De acordo com a legislação, quando as pessoas têm
determinados benefícios por um certo período de tempo,
a organização não pode retirá-los quando bem entender.
Verdadeiro ou falso? Justifique a sua resposta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Questões para debate
6) No capítulo foi afirmado que os gestores devem
focar suas ações naquilo que mais interessa, ou melhor,
na demanda das pessoas. Você concorda com essa
posição? Não esqueça de utilizar argumentos
convincentes.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Questões para debate
7) O número de organizações que oferecem momentos
de lazer, descanso e recreação ao realizar convênios
com clubes ou atividades esportivas vêm crescendo de
forma expressiva. Você acredita que este esforço
organizacional relacionado ao lazer das pessoas é
justificável? E mais, como esta remuneração indireta
afeta o desempenho das pessoas? Seja claro em sua
resposta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Questões para debate
8) A empresa Scania (2004) é apenas uma dentre aquelas
que adotaram a atividade geradora de benefícios sociais.
Ainda assim, ao navegar pelo seu site (página da internet)
dois programas foram destacados por nós: Grupo de Ação
Social e o Previscania. Eis a sua vez de pesquisar. Portanto,
busque novos programas que se referem aos tipos de
benefícios intrínsecos e aos novos conceitos flexíveis. Na
impossibilidade dessa busca, aponte mais detalhadamente os
benefícios que a empresa oferece ao seu corpo funcional.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Questões para debate
9) Neste momento, que tal você se colocar no lugar do
gestor e especular quais são os benefícios que devem ser
oferecidos com o intuito de proporcionar um ambiente
acolhedor no qual as pessoas se sintam membros de uma
mesma família? Aliás, e se o objetivo for o alcance e
garantia de desempenho, quais seriam os benefícios
adequados neste caso? Não esqueça de embasar seus
argumentos.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Questões para debate
10) Apesar do espírito capitalista fazer com que
associemos gratificação a remunerações financeiras,
Teixeira (1997) sugere a existência de um tipo de
gratificação emocional que deve ser periódica e
sincera, tendo por objetivo tornar as pessoas da
organização mais envolvidas e comprometidas com suas
atividades e com a empresa. Qual a sua posição quanto
ao termo destacado? Não esqueça de esclarecer quanto a
utilidade deste benefício. Desenvolva sua resposta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Questões para debate
11) O desenvolvimento e aplicação dos pacotes de
benefícios sociais requerem dos gestores a observância
de aspectos básicos como, por exemplo, as necessidades
de desenvolvimento de ambas as partes: pessoas e
organização. Cite e explique com as suas palavras
outros dois aspectos.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Questões para debate
12) “De um lado, os custos com pessoal precisam ser
compatíveis com o preço dos produtos e serviços da
empresa. De outro lado, a competição no mercado de
trabalho para atrair e manter empregados produtivos
cria uma pressão para oferecer pelo menos os mesmos
benefícios que a concorrência” (MILKOVICH e
BOUDREAU, 2000). Comente a assertiva.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Questões para debate
13) Ao serem apresentadas as vantagens da aplicação
dos benefícios sociais nas organizações, foi utilizado a
terminologia “ciclo vantagens assistenciais”. Você
saberia explicar o porquê? Aproveite este momento e
faça um resumo de duas vantagens que compõem este
ciclo.
14) Faça o mesmo que na questão nº 13, sendo que
agora com relação ao “ciclo limitações assistenciais”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
7 Questões para debate
15) É sabido que a prática de benefícios sociais passa
por diversas etapas em seu processo de
desenvolvimento, aceitação e aplicabilidades corretas.
Além do mais, consiste numa atividade que trata o
capital humano, de modo que foram destacadas algumas
considerações atuais. Uma delas diz respeito às
percepções éticas, sociais e organizacionais. Assim, vale
discorrer sobre esta consideração, abrangendo a atuação
dos gestores neste caso.
Gestão de Pessoas
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.1 Preliminares
.As pessoas desejam exercer suas atividades em
organizações que ofereçam condições de trabalho
ideaissaúde e segurança;
.Estudos tiveram início no século XVI em função da
percepção das muitas perdas humanas e também da
revolução industrial;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.1 Preliminares
.No Brasilem 1943 a Consolidação das Leis do
Trabalho (CLT); e
em 1978 a Portaria nº 3214 com 28
normas (NRs).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.2 Definições e conceitos
.Acidente do trabalhoocorre pelo exercício do trabalho
a serviço da empresa provocando lesão corporal ou
perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou
redução, permanente ou temporária, da capacidade para o
trabalho (Lei n° 8213, artigo 19);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.2 Definições e conceitos
.Doença profissional produzida ou desencadeada pelo
exercício do trabalho peculiar a determinada atividade e
constante da respectiva relação elaborada pelo Ministério
do Trabalho e da Previdência Social (Lei n° 8213, artigo
19);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.2 Definições e conceitos
.Saúde do trabalhoprever acidentes, analisando suas
ocorrências no sentido da redução ou eliminação das
doenças ocupacionais e riscos acidentais, mantendo a
integridade física e mental das pessoas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.2 Definições e conceitos
.Saúde do trabalho, formação e complementação
de seus objetivos:
-Promoção adequada das condições ambientais: variáveis
exigidas e incluídas no ambiente de trabalho (iluminação,
ruídos e temperatura);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.2 Definições e conceitos
.Saúde do trabalho, objetivos (cont.):
-Controle dos fatores causadores das doenças: ao
manusearem ou estarem em contato direto com materiais
e elementos prejudiciais à saúde (fatores de risco à saúde:
físicos, químicos e biológicos); e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.2 Definições e conceitos
.Saúde do trabalho, objetivos (cont.):
-Prevenção, redução e eliminação das causas prejudiciais:
planejamentos, programas e aplicações a fim de orientar e
promover a educação correta na execução das atividades
cotidianas e utilização dos materiais necessários para
realização destas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.2 Definições e conceitos
.Segurança do trabalho manter e assegurar que a
estrutura da organização e os procedimentos executados
durante a jornada de trabalho estejam corretos, um
ambiente seguro.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.2 Definições e conceitos
.Segurança do trabalho, formação e
complementação de seus objetivos:
-Identificação das principais causas: estar atento às
ocorrências de acidentes de trabalho é uma característica
importante do gestor de pessoas;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.2 Definições e conceitos
.Segurança do trabalho, objetivos (cont.):
-Correção e manutenção das estruturas físicas: prosseguir
na correção das causas e providenciar para que sejam
realizadas as manutenções necessárias; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.2 Definições e conceitos
.Segurança do trabalho, objetivos (cont.):
-Prevenção, redução e eliminação de acidentes: a CIPA
(Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) tem a
atribuição de promover a prevenção dos acidentes e este
tende a reduzir ou eliminar acidentes em muitas situações.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.3 Implantação do sistema de saúde e segurança
do trabalho (PACHECO JUNIOR, 1995)
1a etapa: compromisso da alta direção e definição da
política: ética, transparência nos ideais geradores desta
ação e o comprometimento das pessoas envolvidas;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.3 Implantação do sistema de saúde e segurança
2a etapa: definição da coordenação responsável pela
implantação do sistema: seleção do(s) responsável(eis)
observando critérios (liderança, organização, capacidade
e sistemática de operações, comportamento e
relacionamento interpessoal e conhecimentos técnicos);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.3 Implantação do sistema de saúde e segurança
3a etapa: diagnóstico da situação presente da saúde e
segurança do trabalho na empresa: perfil das pessoas
envolvidas, estruturas da organização, necessidades de
desenvolvimento e comprometimento do quadro
funcional;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.3 Implantação do sistema de saúde e segurança
4a etapa: preparação de cronograma: visibilidade e lógica
temporal ao processo de implantação do sistema;
5a etapa: difusão da política e seus objetivos em todos os
níveis hierárquicos da empresa: o gestor deve ter cuidado
em relação às demandas de cada unidade da organização
e de cada componente;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.3 Implantação do sistema de saúde e segurança
6a etapa: formação de equipes de trabalho: real
comprometimento não apenas das pessoas envolvidas na
gestão, como também de toda a organização;
7a etapa: organização, higiene e limpeza em todas as áreas
da empresa: prevenir doenças em função de descuidos
gerados pela falta de organização, higiene ou limpeza;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.3 Implantação do sistema de saúde e segurança
8a etapa: elaboração do manual de saúde e segurança do
trabalho: pode(m) funcionar como uma cartilha com
detalhamento técnico ou burocrático apontando uma série
de procedimentos a serem cumpridos, com o intuito de
atender uma certa atividade;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.3 Implantação do sistema de saúde e segurança
9a etapa: elaboração e implementação de procedimentos e
instruções: ordenamento das etapas anteriores, acrescendo
informações e orientações sobre os meios e modos de se
conseguir a cooperação das demais áreas da organização;
e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.3 Implantação do sistema de saúde e segurança
10a etapa: realização de auditorias internas:
acompanhamento e controle contínuo, visando constatar
os níveis de eficiência e eficácia com o intuito de avaliar
positiva ou negativamente os resultados ou a técnica.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.Recomenda-seCertificado da ISO 9000: Sistema de
Higiene e Segurança do Trabalho, com profissionais
capacitados para atuar na administração do sistema;
.Quadro funcional acima de cinqüenta pessoasformar
uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes –
CIPA;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.CIPA
programar palestras, campanhas com o objetivo de
conscientizar todo o corpo funcional;
eleita por voto de todos os funcionários (cargos de vice-
presidente, suplente e membros) sendo a eleição do
presidente definida pelo empregador; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.CIPA (cont.)
CLT - NR 5: cabe à comissão verificar as condições
presentes que causam insegurança e que possam causar
acidentes, fiscalizando e informando a unidade responsável
pelo Sistema.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.Normas Regulamentadoras:
-NR1–Disposições gerais: “As NRs relativas à segurança
e medicina do trabalho são de observância obrigatória
pelas empresas privadas e públicas, órgãos públicos da
administração direta e indireta, órgãos dos Poderes
Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos
pela CLT”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.Normas Regulamentadoras:
-NR2–Inspeção prévia: “Todo estabelecimento novo, antes
de iniciar suas atividades, deverá solicitar aprovação de
suas instalações ao órgão regional do MTb (hoje MTE),
que emitirá o Certificado de Aprovação de Instalações –
CAI”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.Normas Regulamentadoras:
-NR3–Embargo e interdição: “O Delegado Regional do
Trabalho ou do Trabalho Marítimo, à vista de laudo
técnico que demonstre grave e iminente risco para o
trabalhador, poderá interditar estabelecimento, setor de
serviço, máquina ou equipamento, ou até mesmo
embargar obra”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.Normas Regulamentadoras:
-NR4–Serviço especializado em engenharia de segurança
e em medicina do trabalho – SSMT (ou SESMET): com a
finalidade de promover a saúde e proteger a integridade
do trabalhador no local de trabalho”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.Normas Regulamentadoras:
-NR5–CIPA: “manter em funcionamento uma comissão
constituída exclusivamente por empregados, com o
objetivo de prevenir infortúnios laborais, por meio da
apresentação de sugestões e recomendações ao
empregador”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.Normas Regulamentadoras:
-NR6–EPI: “considera-se Equipamento de Proteção
Individual (EPI) todo dispositivo ou produto, de uso
individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção
de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no
trabalho”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.Normas Regulamentadoras:
-NR7–Programas de controle médico de saúde
ocupacional: “obrigatoriedade de elaboração e
implementação do Programa de Controle Médico de
Saúde Ocupacional (PCMSO), com o objetivo de
promoção e preservação da saúde do conjunto dos seus
trabalhadores”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.Normas Regulamentadoras:
-NR8–Edificações: “estabelece requisitos técnicos
mínimos que devem ser observados nas edificações, para
garantir segurança e conforto aos que nelas trabalhem”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.Normas Regulamentadoras:
-NR9–Programas de prevenção de riscos ambientais:
“visando à preservação da saúde e da integridade dos
trabalhadores, por meio da antecipação, reconhecimento,
avaliação e conseqüente controle da ocorrência de riscos
ambientais existentes”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.Normas Regulamentadoras:
-NR10–Instalações e serviços em eletricidade: “fixa as
condições mínimas exigíveis para garantir a segurança
dos empregados que trabalham em instalações elétricas,
em suas diversas etapas, desde a elaboração do projeto até
a segurança de usuários e terceiros”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.Normas Regulamentadoras:
-NR11–Transporte, movimentação, armazenagem e
manuseio de materiais: tem como objetivo a “segurança
para operação de elevadores, guindastes, transportadores
industriais e máquinas transportadoras”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.Normas Regulamentadoras:
-NR12–Máquinas e equipamentos: manutenção das
“instalações e áreas de trabalho”, ou seja, cuidados com
pisos e com a área de circulação no que diz respeito ao
espaço entre uma máquina e outra;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.Normas Regulamentadoras:
-NR13–Caldeiras e vasos de pressão: esta norma
apresenta cuidados com válvulas, injetores e o “nível de
água ou outro sistema que evite o superaquecimento por
alimentação deficiente”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.Normas Regulamentadoras:
-NR14–Fornos: “Os fornos devem ser instalados de
forma a evitar acúmulo de gases nocivos e altas
temperaturas em áreas vizinhas”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.Normas Regulamentadoras:
-NR15–Atividades e operações insalubres: descreve as
atividades, operações e agentes insalubres, inclusive seus
limites de tolerância, definindo as situações que ensejam
um exercício insalubre indicando os meios de proteger os
trabalhadores;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.Normas Regulamentadoras:
-NR16–Atividades e operações perigosas: restrições
quanto à periculosidade e a salubridade, condições estas
às quais as pessoas da organização não devem estar
expostas, garantindo com isso a segurança das
instalações;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.Normas Regulamentadoras:
-NR17–Ergonomia: “estabelecimento de parâmetros que
permitam a adaptação das condições de trabalho às
características psicofisiológicas dos trabalhadores, de
modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e
desempenho eficiente”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.Normas Regulamentadoras:
-NR18–Condições e meio ambiente de trabalho na
indústria da construção: “diretrizes de ordem
administrativa, de planejamento e de organização, que
objetivam a implementação de medidas de controle e
sistemas preventivos de segurança”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.Normas Regulamentadoras:
-NR19–Explosivos: apresenta cuidados referentes ao
“depósito, manuseio e armazenagem de explosivos”, uma
vez que estes podem causar acidentes graves às pessoas;
-NR20–Líquidos combustíveis e inflamáveis: apresenta
regulamentações no que diz respeito à armazenagem e
manuseio dos tanques;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.Normas Regulamentadoras:
-NR21–Trabalhos a céu aberto: “é obrigatória a existência
de abrigos, ainda que rústicos, capazes de proteger os
trabalhadores contra intempéries (insolação excessiva, o
calor, o frio, a umidade e os ventos inconvenientes)”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.Normas Regulamentadoras:
-NR22–Segurança e saúde ocupacional na mineração:
estabelece métodos de segurança a serem observados
pelas empresas que desenvolvem trabalhos subterrâneos
de modo a proporcionar a seus empregados, satisfatórias
condições de Segurança e Medicina do Trabalho;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.Normas Regulamentadoras:
-NR23–Proteção contra incêndios: “todas as empresas
deverão possuir proteção contra incêndio; saídas e
equipamentos suficientes para combater o fogo em seu
início; pessoas capacitadas no uso correto desses
equipamentos;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.Normas Regulamentadoras:
-NR24–Condições sanitárias e de conforto nos locais de
trabalho: “os locais onde se encontrarem instalações
sanitárias deverão ser submetidos a um processo
permanente de higienização, de sorte que sejam mantidos
limpos e desprovidos de quaisquer odores, durante toda a
jornada de trabalho”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.Normas Regulamentadoras:
-NR25–Resíduos industriais: cuidados quanto “às
medidas, métodos, equipamentos ou dispositivos de
controle do lançamento ou liberação dos contaminantes
gasosos”, instruindo de forma correta as pessoas
envolvidas;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.Normas Regulamentadoras:
-NR26–Sinalização de segurança: “tem por objetivo fixar
as cores que devem ser usadas nos locais de trabalho para
prevenção de acidentes, identificando os equipamentos de
segurança, delimitando áreas e advertindo contra riscos”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.Normas Regulamentadoras:
-NR27–Registro profissional do técnico de segurança do
trabalho no Ministério do trabalho e do emprego:
regulamenta as condições necessárias para “o exercício da
profissão de Técnico de Segurança do Trabalho”; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.4 Considerações legais
.Normas Regulamentadoras:
-NR28–Fiscalização e penalidades: no que diz respeito a
concessão de prazos às empresas para a correção das
irregularidades técnicas, quanto ao procedimento de
autuação por infração às NRs.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.5 Saúde do Trabalho
.Ciclo de atividades da saúde do trabalho:
-Medicina preventiva: objetivosa prevenção e o controle
de doenças; providênciasprogramas de educação
sanitária, instrução quanto ao uso de materiais e de
condutas diárias, acompanhamento por intermédio de
exames regulares, medidas profiláticas e outros
procedimentos;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.5 Saúde do Trabalho
.Ciclo de atividades da saúde do trabalho:
-Algumas medidas da medicina preventiva:
 Analisar a fadiga dos empregados, indicando as medidas
preventivas; e
 Proceder ao levantamento das doenças profissionais e
lesões traumáticas e estudos epidemiológicos, analisando os
resultados com vista às atividades preventivas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.5 Saúde do Trabalho
.Ciclo de atividades da saúde do trabalho:
-Prevenção sanitária: objetivos vigilância sanitária
sobre o ambiente a fim de não representar riscos à vida,
assegurando condições ambientais adequadas,
possibilitando a tomada de medidas coercitivas em tempo
hábil, impedindo sua proliferação;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.5 Saúde do Trabalho
.Ciclo de atividades da saúde do trabalho:
-Algumas medidas para a prevenção sanitária:
Realizar inquéritos sanitários e a divulgação de assuntos de
higiene e medicina do trabalho; e
Colaborar com os órgãos competentes no estabelecimento
de normas de higiene e medicina do trabalho.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.5 Saúde do Trabalho
.Ciclo de atividades da saúde do trabalho:
-Medicina ocupacional: objetivosadaptar as pessoas a
sua função, prevenindo-as contra os riscos de agentes
prejudiciais à saúde; providênciasrealização de exames
médicos, desenvolvimento de programas e treinamentos
de reabilitação e readaptação e primeiros socorros;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.5 Saúde do Trabalho
.Ciclo de atividades da saúde do trabalho:
-Algumas medidas para a medicina ocupacional:
Realizar exames pré-admissionais, periódicos e especiais,
inclusive provas biológicas, radiológicas e outras exeqüíveis
para os fins previstos; e
estudar as causas do absenteísmo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.5 Saúde do Trabalho
.Ciclo de atividades da saúde do trabalho:
-Desenvolvimento, acompanhamento e manutenção da
saúde do trabalho nas organizações: não apenas se preocupar
em executar as atividades típicas, mas em ir além e
desenvolver, acompanhar e manter a qualidade de vida no
ambiente de trabalho;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.5 Saúde do Trabalho
Elementos pertencentes ao ambiente de trabalho:
-Iluminação: objetivos conciliar a redução de acidentes
e erros de produção, com o bem-estar das pessoas da
organização obedendo a critérios técnicos;
providênciasevitar diversos problemas individuais, por
exemplo: a cefaléia (dor de cabeça), fadigas e problemas
oculares;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.5 Saúde do Trabalho
Elementos, (cont.):
-Ruído: O som é constituído pela freqüência e intensidade,
há restrições quanto à influência do ruído (período de
exposição e variação de volume) podendo causar perda
parcial ou completa de audição. Ex: telefonistas; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.5 Saúde do Trabalho
Elementos, (cont.):
-Temperatura: pessoas trabalham sob temperaturas
elevadas ou baixas, causando fadigas e outros problemas
de saúde, além redução na qualidade do trabalho. As
organizações têm de fornecer EPIs e constatar se estão
sendo utilizados e se estão em condições de uso.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.5 Saúde do Trabalho
Riscos pertencentes ao ambiente de trabalho:
-NR-9: “Para efeito desta NR, consideram-se riscos
ambientais os agentes físicos, químicos e biológicos
existentes nos ambientes de trabalho que, em função de
sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de
exposição, são capazes de causar danos à saúde do
trabalhador”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.5 Saúde do Trabalho
Riscos, (cont.):
-Riscos físicos: “as diversas formas de energia a que possam
estar expostos os trabalhadores, tais como: ruído, vibrações,
pressões anormais, temperaturas extremas, radiações
ionizantes, radiações não ionizantes, bem como o infra-som
e o ultra-som”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.5 Saúde do Trabalho
Riscos, (cont.):
-Riscos químicos: “as substâncias, compostos ou produtos
que possam penetrar no organismo pela via respiratória,
nas formas de poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases ou
vapores, ou que, pela natureza da atividade de exposição,
possam ter contato ou ser absorvido pelo organismo (pele
ou por ingestão)”; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.5 Saúde do Trabalho
Riscos, (cont.):
-Riscos biológicos: “Consideram-se agentes biológicos as
bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus,
entre outros”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.6 Segurança do Trabalho
Prevenção de acidentes, processo:
1ª etapa: Conscientização: para melhor conscientização
de gestores e demais pessoas da organização, convém
relembrar os conceitos já apresentados anteriormente;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.6 Segurança do Trabalho
Prevenção de acidentes, processo (cont.):
2ª etapa: Classificação dos acidentes: os acidentes são
classificados de acordo com a sua complexidade e lesões
que resultam em alguma deficiência de maior ou menor
gravidade;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.6 Segurança do Trabalho
Prevenção de acidentes, processo (cont.):
2ª etapa (cont.), (Chiavenato, 2000):
·Acidente sem afastamento: a pessoa acidentada tem
condições plenas de continuar o seu trabalho no mesmo
dia ou um ou dois dias depois sem grandes restrições;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.6 Segurança do Trabalho
Prevenção de acidentes, processo (cont.):
2ª etapa (cont.), (Chiavenato, 2000):
. Acidente com afastamento: Este tipo de acidente pode
resultar em algumas incapacidades que ocasionam o
afastamento da pessoa acidentada, são elas:
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.6 Segurança do Trabalho
Prevenção de acidentes, processo (cont.):
2ª etapa (cont.), (Chiavenato, 2000):
a) incapacidade temporária: perda temporaria da
capacidade física ou mental para o trabalho por um
período sempre determinado por médicos da previdência
social;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.6 Segurança do Trabalho
Prevenção de acidentes, processo (cont.):
2ª etapa (cont.), (Chiavenato, 2000):
b) incapacidade parcial permanente: perda de um de seus
membros ou parte da visão, o que é fato gerador de uma
incapacidade parcial permanente;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.6 Segurança do Trabalho
Prevenção de acidentes, processo (cont.):
2ª etapa (cont.), (Chiavenato, 2000):
c) incapacidade total permanente: perda da visão. A
aposentadoria é um caminho a ser seguido na maioria dos
casos dessa natureza; e
d) morte: sem maiores explicações.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.6 Segurança do Trabalho
Prevenção de acidentes, processo (cont.):
3ª etapa: Principais causas: é importante conhecer as
principais causas dos acidentes de trabalho para que
estudos sejam realizados com o propósito de melhorar a
elaboração de programas e campanhas de prevenção de
acidentes;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.6 Segurança do Trabalho
Prevenção de acidentes, processo (cont.):
3ª etapa (cont.), (TACHIZAWA, FERREIRA E
FORTUNA, 2001), apontam três aspectos que subsidiam
na busca das causas de acidentes:
·Características pessoais inadequadas devido a
problemas relacionados a personalidade, inteligência,
motivação, aptidões sensoriais e motoras, experiência etc;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.6 Segurança do Trabalho
Prevenção de acidentes, processo (cont.):
3ª etapa, aspectos (cont.):
·Comportamentos disfuncionais, tais como: desatenção,
esquecimento, negligência e imprudência; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.6 Segurança do Trabalho
Prevenção de acidentes, processo (cont.):
3ª etapa, aspectos (cont.):
. Degradação do ambiente de trabalho devido a fatores
potencialmente causadores de acidentes, tais como:
equipamentos mal projetados ou em precário estado de
conservação.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.6 Segurança do Trabalho
Prevenção de acidentes, processo (cont.):
4ª etapa: Medidas de prevenção: Além programas
preventivos, a formação de profissionais especializados as
organizações necessitam de outros procedimentos que
visem a prevenção ainda mais eficiente;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.6 Segurança do Trabalho
Prevenção de acidentes, processo (cont.):
4ª etapa (cont.), (REIS, 1981) coeficientes:
· Coeficiente de freqüência:
CF = nº de acidentes com afastamento x 1.000.000
nº de pessoas/horas trabalhadas
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.6 Segurança do Trabalho
Prevenção de acidentes, processo (cont.):
4ª etapa (cont.), (REIS, 1981) coeficientes:
· Coeficiente de gravidade:
CG = Dias perdidos + dias debitados x 1.000.000
nº de pessoas/horas trabalhadas
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.6 Segurança do Trabalho
Prevenção de acidentes, processo (cont.):
5ª etapa: Avaliação periódica: ao detectar a ocorrência de
um acidente de trabalho a CIPA deve preencher uma ficha
sendo aberta quando da ocorrência de acidente com
afastamento. Deverá haver estimativas de acidentes
(mensal, semestral, anual);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.6 Segurança do Trabalho
Prevenção de incêndios:
-Extintores de incêndio: veículo para os agentes
extintores (gás carbônico, espuma, pó químico e a água).
A denominação de cada extintor relaciona-se com seu
conteúdo (ALONSO, 1981); e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.6 Segurança do Trabalho
Prevenção de incêndios (cont.):
-Suprimento de água: o sistema sob comando hidrantes
e o sistema automáticocomposto por sprinkler, protecto
spray e mulsifyre que agem como um pulverizador de
água e por resfriamento.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.7 Novos recursos na implantação dos sistemas
em saúde e segurança do trabalho
-Palestras: necessidade de programar treinamentos a fim
de conscientizar as pessoas quanto aos seus verdadeiros
papéis nas organizações e nas atividades específicas de
saúde e segurança do trabalho;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.7 Novos recursos na implantação dos sistemas
em saúde e segurança do trabalho
-Internet: este recurso permite que os gestores possam
facilmente encontrar empresas que ofereçam sistemas e
serviços de saúde e/ou segurança do trabalho;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.7 Novos recursos na implantação dos sistemas
em saúde e segurança do trabalho
-Implantação de sistemas: os gestores têm a facilidade de
terceirizar a implantação do sistema de saúde e segurança
do trabalho com um razoável grau de certeza no que diz
respeito à qualidade esperada; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.7 Novos recursos na implantação dos sistemas
em saúde e segurança do trabalho
-Gerenciamento de sistemas: o gerenciamento se faz
juntamente ao acompanhamento do sistema implantado,
sendo necessário que haja verificação e adaptações
constantes a fim de aprimorar a situação da organização.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.8 Custos de absorção
-Percepção das causas geradoras: uma certa freqüência
em acidentes semelhantes permite ao gestor uma
percepção das causas geradoras, percepção esta bastante
importante para ações que venham minimizar ou eliminar
tais acidentes;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.8 Custos de absorção
-Mudanças e adaptações necessárias: após a percepção
será possível quantificar as perdas ocasionadas por
acidentes de trabalho, pois, ao perceberem os danos
causados, buscam-se soluções via mudanças de
procedimentos acompanhada de adaptações necessárias; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.8 Custos de absorção
-Manutenção geral da organização: busca incessante por
uma segurança adequada com a redução de riscos e/ou
sua eliminação. Alcançada a segurança desejada, o
esforço será manter todas as sistemáticas transcendendo
os limites da área de gestão de pessoas, chegando até aos
clientes.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.8 Custos de absorção
.Análise quantitativa (custo total = custos diretos +
indiretos), (REIS, 1981):
-Custo direto: saída de caixa imediata para a organização e
“não tem relação com o acidente em si. É o custo do
seguro de acidentes de trabalho que deve ser pago ao
INSS”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.8 Custos de absorção
. Análise quantitativa, (cont.):
-Custo direto: a contribuição é calculada a partir do
enquadramento da empresa em três níveis de risco de
acidente do trabalho (0,4% leve, 1,2% médio e 2,5%
grave) estabelecidos de acordo com a folha de salário de
contribuição da empresa; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.8 Custos de absorção
.Análise quantitativa, (cont.):
-Custo indireto: conseqüências geradas por um acidente de
trabalho, valores desembolsados apenas em um momento
pela empresa, que não se repetirão, são gastos inesperados
como a substituição de funcionários, peças ou
equipamentos.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.9 Vantagens da utilização
-Aplicação e manutenção asseguradas pelas exigências
legais: as organizações precisam agir em conformidade
com determinações impostas por documentos legais e por
decretos administrativos, assegurando a aplicação e
manutenção dos muitos sistemas;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.9 Vantagens da utilização
-Comprometimento e trabalho em equipe: os Sistemas de
Saúde e Segurança do Trabalho devem ser vistos como
um extraordinário objetivo a ser alcançado, mantido,
aperfeiçoado e desenvolvido por todos da organização; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.9 Vantagens da utilização
-Reconhecimento e credibilidade: um bom trabalho tende
a gerar reconhecimento, com isso cresce a credibilidade e
reconhecimento e estes fazem crescer o prestígio da
unidade mais diretamente envolvida, a qual naturalmente,
atrairá a atenção da organização como um todo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.10 Limitações da utilização
-Mobilização de capital: implantação, manutenção ou
reestruturação dos sistemas exige mudanças, as quais
podem afetar a estrutura organizacional, a estrutura social
e a estrutura física, demandando muitas vezes
recrutamento, seleção, treinamento, desenvolvimento,
entre outras atividades que geram custos;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.10 Limitações da utilização
-Mobilização das pessoas envolvidas: há necessidade de
comprometimento das pessoas mais diretamente
envolvidas nas questões de saúde e segurança; e
-Estabilidade projetada: os membros da CIPA eleitos
pelas outras pessoas adquirem uma estabilidade
temporária, não podendo ser demitidos durante o período
do mandato de um ano e pelo período de um ano após o
término do mandato.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.11 Saúde e segurança do trabalho: ontem, hoje
e tendências
-Influências da cultura organizacional: existe uma
tendência de um maior cuidado por parte das pessoas, não
só por um sentido de autopreservação, mas pelas
contínuas campanhas e variados programas os quais estão
dando uma nova conotação a aspectos culturais internos;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.11 Saúde e segurança do trabalho: ontem, hoje
e tendências
-Desenvolvimento e conformidade das exigências legais:
sindicatos e organizações em geral assumiram como
irreversível esse processo de busca por direitos e vêm
contribuindo para uma melhor adequação das exigências
legais ou sindicais; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.11 Saúde e segurança do trabalho: ontem, hoje
e tendências
-Qualidade de vida: novos recursos para promover a
prática da saúde no ambiente de trabalho, terapias como
shiatsu ou acupuntura a fim de aliviar a pressão diária
ocasionadas pelas atividades profissionais exercidas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.11 Saúde e segurança do trabalho: ontem, hoje
e tendências
“Auxilia as pessoas incentivando a mudança de hábitos e
estilo de vida por intermédio de práticas saudáveis,
atuando nos sensos físico, mental, emocional, social e
espiritual, ou seja, na rota do desenvolvimento integral do
ser humano”
(TAO CENTER, 2004).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Saúde e segurança
no ambiente de trabalho
8.12 Enfim...
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Quick case
- Thaísa Tebas assumiu a presidência da CIPA e com o tempo
percebeu que as suas sugestões com relação à segurança das
pessoas não estavam sendo atendidas pela esmagadora maioria
dos gestores (ao todo eram 9). Indignada com esta situação foi ao
presidente da empresa e comunicou o fato, este, então, perguntou
exatamente no que ela não estava sendo atendida. Assim, Thaísa
mencionou alguns de seus pedidos, visto que não tem o poder de
decisão, a saber: exercício de evacuação do prédio, proibição de
uso de espetos nas mesas de trabalho e proibição de fumo nos
toaletes.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Quick case (cont.)
- O presidente esboçou um sorriso e disse: “mas, dona Thaísa, eu
mesmo não creio que isso seja importante. O prédio é muito
seguro, incêndio aqui seria uma fatalidade. Além do mais um
cigarrinho a mais ou a menos não vai causar maiores danos. E
quanto aos espetos de papel eu nunca soube de algum acidente,
portanto, acho que a senhora não deve dar maior importância a
negativa dos gestores em atender aos seus pedidos”. Agora, diga:
se você fosse Thaísa, o que você faria?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Estudo de caso
O Estado é Ceará e a cidade fica próxima à Fortaleza, bela
capital. Rodrigo Pampa, o presidente de uma pequena
indústria resolve contratar um gestor organizacional bem
longe do Ceará. E vindo a São Paulo entra em contato com
outros industriais e consegue algumas boas universidades
onde seria possível fazer contatos e recrutar ali mesmo e
selecionar imediatamente um ou uma profissional para a sua
indústria.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Estudo de caso (cont.)
Numa das faculdades ficou impressionado com um setor
interno que cuidava dessa relação com o mercado.
Conversou longamente com Rodrigo Nuntes, coordenador
do setor e foi enfático ao dizer que queria contratar alguém
ali mesmo e sem demora. Foi aconselhado a voltar no dia
seguinte por volta das 14 horas e, certamente, ele teria
algumas pessoas aguardando por ele. Saiu e no dia seguinte
lá estava ele.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Estudo de caso (cont.)
O coordenador selecionara seis pessoas: duas do sexo
feminino e, naturalmente, quatro rapazes. Nenhum deles
teria mais do que 24/ 25 anos. O industrial bem sucedido se
encanta por uma das moças, Patrícia Mem de Sá e resolve
contratá-la.
Uma das vantagens da contratação de Patrícia era seu
vínculo afetivo: era casada com um cearense que se formara
junto com ela e havia planos para iniciar uma nova vida no
Ceará.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Estudo de caso (cont.)
Patrícia estava disponível e em menos de 15 dias já estava
em ação na indústria do Sr. Pampa. Foi apresentada aos
chefes das várias unidades componentes da estrutura
organizacional e falou, brevemente, mas foi firme ao afirmar
que a empresa entrara numa nova ordem: a busca da
excelência e a luta por novos mercados, incluindo, as
exportações, inexistentes até aquele momento.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Estudo de caso (cont.)
Dias depois se reúne com Luciana Vianna, chefe de recursos
humanos e faz algumas perguntas, sendo uma delas, relativa à
CIPA, a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. E ouve da
chefe algo desanimador: “a gente tem a CIPA só para cumprir a
lei. Acidentes aqui quase nunca acontecem. Ano passado tivemos
só 20 e poucos casos e ninguém morreu e esboçou um breve
sorriso”. Patrícia olhou nos olhos da chefe e perguntou se ela
achava que era pouco. E se o fato de não ter morrido ninguém
justificava a existência de uma CIPA “fajuta”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Estudo de caso (cont.)
Essas foram as suas palavras. Luciana não se deu por vencida e
foi clara que não queria presidente de CIPA dizendo o que ela
deveria fazer em cada ponto da indústria. Patrícia foi
pacientemente perdendo a calma e após mais de meia hora
usando os argumentos, diríamos, técnicos, disse que era uma
decisão dela e que teria de obedecer.
No final do dia Patrícia se reúne com o presidente e menciona a
conversa desagradável que teve com Luciana. O sr. Pampa ouviu
com alguma atenção e disse que a Luciana até tinha razão.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Estudo de caso (cont.)
Ele mesmo conhecia algumas outras empresas e sabia que a
CIPA era quase uma brincadeira e achava que uma CIPA
bem organizada não traria nenhuma grande vantagem e
culminaria com choques de autoridade absolutamente
desnecessário. Pediu que Patrícia fosse para casa (ainda
estava num hotel) e pensasse bem e depois conversariam.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Estudo de caso (cont.)
E assim nossa gestora organizacional partiu para o hotel e
pensou um bom pedaço da noite. Dormiu, acordou e foi
trabalhar um pouco mais tarde, porque estava procurando
uma casa para morar. Fábio Leão, seu esposo, estava por
chegar e ela queria encontrar logo uma boa casa. Ela queria
mesmo era evitar uma moradia, ainda que por pouco tempo,
na casa da família dele.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Estudo de caso (cont.)
Chega na empresa por volta das 11 horas e passando pela sala da
presidência vê o Sr. Pampa numa conversa bastante animada com
Luciana, a chefe de RH e é chamada à sala. Entra e ouve do Sr.
Pampa que tinha conversado com a Lu (assim mesmo) que era
melhor deixar como estava. “Vamos ter a CIPA, presidida pela
Lu e fica tudo resolvido, concorda não é? Patrícia não estava
convencida e ainda utilizou um último argumento: “mas, Sr.
Pampa, embora não seja uma obrigação legal, é hábito nas
empresas de todo o país que o corpo funcional seja sempre
chamado a cada ano a votar nos novos membros da CIPA.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Estudo de caso (cont.)
Ademais, a Luciana terá obrigatoriamente que participar de
um curso sobre capacitação em prevenção de acidentes de,
no mínimo, 20 horas”. O Sr. Pampa quis mostrar que o
hábito de votar não se transformava numa obrigação e,
portanto, não via nenhum problema. “E o tal curso, a gente
dá um jeito depois”, disse ele.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Estudo de caso (cont.)
Patrícia saiu disposta a pedir demissão e recebe uma ligação
no celular do maridão, feliz por ter se desligado da empresa
em São Paulo e ter conseguido um contato numa agência de
publicidade muito bem cotada no Nordeste. Sua base seria
Fortaleza. Patrícia não sabia se sorria, chorava ou o quê.
Fábio era só alegria e ela era só angústia.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Estudo de caso (cont.)
Você (e seu grupo, se for o caso) deve apontar o caminho que
Patrícia deveria tomar. Vale salientar que a CIPA é uma comissão
importante e o seu correto funcionamento pode trazer resultados
expressivos, porque se trata de uma comissão que tem por
objetivo prevenir acidentes. De qualquer maneira, existe a
informação de poucos acidentes e acidentes leves. Talvez fosse
interessante esquecer essa sua proposta e aguardar um melhor
momento.
Nota: este caso é hipotético, qualquer semelhança com pessoas,
empresas, etc. será mera coincidência.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Questões para debate
1) Considerando as definições e conceitos sobre a saúde
e a segurança no ambiente de trabalho e seus objetivos,
faça um breve resumo com suas palavras sobre o que
vem a ser a saúde no ambiente de trabalho e a segurança
no ambiente de trabalho.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Questões para debate
2) A implantação do sistema de saúde e segurança do
trabalho depende para a sua eficácia da colaboração e
comprometimento da diretoria e das pessoas da
organização. Sendo assim, relacione as etapas deste
sistema diretamente com as ações da diretoria e das
pessoas da organização considerando: o trabalho em
equipe, a colaboração individual e o comprometimento
de todas as pessoas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Questões para debate
3) A CIPA, comissão interna de prevenção de acidentes,
constitui uma das 28 normas regulamentadoras (NR)
relativas a segurança e medicina do trabalho, mais
especificamente a NR 5. Logo, dentre as 27 NR
restantes fale sobre três que você julgue serem mais
interessantes.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Questões para debate
4) A saúde do trabalho atua em três áreas, a saber: a
medicina preventiva, a prevenção sanitária e a medicina
ocupacional. Explicite duas medidas referentes a cada
área de atuação.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Questões para debate
5) Considerando a sua experiência, dos seus familiares
e/ou amigos nas diversas organizações existentes,
provavelmente você já deve ter ouvido observações
acerca da iluminação, do ruído e da temperatura.
Trocando em miúdos, possivelmente você já notou
como estes elementos influenciam a realização das
tarefas. Assim, discorra sobre cada elemento
abrangendo suas características e impactos na vida das
pessoas da organização.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Questões para debate
6) A NR 9 destaca que “consideram-se riscos ambientais os
agentes físicos, químicos e biológicos existentes nos
ambientes de trabalho que, em função de sua natureza,
concentração ou intensidade e tempo de exposição, são
capazes de causar danos à saúde do trabalhador”. Siga o
mesmo raciocínio da questão anterior, mas, neste caso, com
relação aos riscos físicos, químicos e biológicos abrangendo
suas características e impactos na vida das pessoas da
organização.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Questões para debate
7) A segurança do trabalho apresenta três objetivos que
são: a identificação das principais causas, a correção e
manutenção das estruturas físicas e a prevenção,
redução e eliminação dos acidentes. Considerando a sua
possível atuação na prevenção de acidentes buscando
constantemente a redução e eliminação dos acidentes de
trabalho, fale sobre a primeira e a última etapa deste
processo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Questões para debate
8) A atividade saúde e segurança no ambiente de
trabalho apresenta novos recursos para a implantação de
seu sistema. Argumente sobre a importância das novas
tecnologias e como estas são utilizadas pelo gestor da
área de pessoas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Questões para debate
9) Assim como as demais atividades da gestão de
pessoas, a saúde e segurança do trabalho também
apresentam custos de absorção, a saber: percepção das
causas geradoras, mudanças e adaptações necessárias e
manutenção geral da organização. Dentre os três custos
mencionados qual você acredita ser o crucial para a
absorção desta prática. Justifique a sua resposta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Questões para debate
10) Muitas empresas se mostram indiferentes quando o
assunto é saúde e segurança das pessoas da organização. Um
dos principais motivos para esta postura é o custo de
absorção, ou seja, o dispêndio de capital necessário para que
novos recursos e novas atividades sejam absorvidos
eficazmente. Mas afinal o que representa estes custos? Se
achar conveniente, utilize a divisão feita por Reis (1981):
custos direto e indireto, fruto de uma análise quantitativa. O
fundamental é ser claro na sua resposta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Questões para debate
11) É bem verdade que os sindicatos estiveram
presentes nas lutas por melhores condições de trabalho.
Além disso, novas leis possibilitaram que a saúde e
segurança do trabalho fossem absorvidas
adequadamente pelas organizações. Assim,
considerando as vantagens desta atividade cite e
explique outro aspecto positivo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Questões para debate
12) Em relação às limitações na utilização da atividade
de saúde e segurança do trabalho, disserte sobre: (1) a
conscientização das pessoas quanto à mobilização de
capital; (2) a mobilização das pessoas envolvidas; e (3)
a estabilidade projetada.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Questões para debate
13) No corpo do texto, foi percebido que diferentes
culturas influenciam diretamente o desenvolvimento e
absorção de práticas de saúde e segurança do trabalho.
Por assim dizer, elucide este assunto e, se achar
conveniente, recorra ao capítulo 12, mais precisamente
ao tópico referente à cultura organizacional.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Questões para debate
14) Prosseguindo na mesma linha de raciocínio da
questão anterior, outra consideração que deixa clara as
tendências para um futuro próximo diz respeito ao
desenvolvimento e conformidade das exigências legais.
Assim, vale discorrer sobre esta consideração,
abrangendo a sua contribuição para com a atividade de
saúde e segurança do trabalho.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
8 Questões para debate
15) A qualidade de vida no ambiente do trabalho tem
sido tema de excelentes discussões a respeito de sua
ação na vida das pessoas. Portanto, exponha a sua
opinião a respeito deste novo recurso.
Gestão de Pessoas
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.1 Preliminares
.O gestor de pessoaspossuidor das inúmeras
tecnologias de gestão organizacional que surgem;
.A tradicional tecnologiaOrganização, Sistemas e
Métodos; e
.O surgimento revolucionárioGestão pela Qualidade
Total.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.2 Arquitetura Organizacional
.Uma abordagem que prima pelo aperfeiçoamento do
formato empresarial, otimizando fatores chaves como o
próprio negócio da organização, as pessoas que o
executam e as regras que o regem;
.Aproxima o profissional tipicamente da atividade-meio
das atividades mais relacionadas com as atividades que
contribuem para excelência organizacional e a desejada
rentabilidade;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.2 Arquitetura Organizacional
.Um dos fatores mais críticos quando se fala em desenho
organizacional a alta gerência;
.Gestor de pessoasbusca a complementação
profissional por intermédio dos cursos em nível de pós-
graduação (MBA e o mestrado profissional);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.2 Arquitetura Organizacional
.Arquiteturamodelo que pode ser usado para
representar seu completo ciclo de vida podendo auxiliar
no processo de planejamento e análise da organização
(PERA, 2000);
.Abordagem radicalmente diferenteenquanto a
sabedoria gerencial convencional diz “aperfeiçoemos o
passado!”, a arquitetura organizacional diz “construamos
o futuro!” (CTI, 2000 a);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.2 Arquitetura Organizacional
.Nadler et alii (1994), criadores da arquitetura
organizacional, “um conjunto amplo de características
organizacionais a ser considerado pelos executivos”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.2 Arquitetura Organizacional
.Observação de cuidados na relação de adequação entre
empresa e o ambiente externo que a circunda, como,
igualmente, entre os seus elementos constituintes; e
.Estimula a visão holística (integrada, sistêmica) do
projeto organizacional.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.2 Arquitetura Organizacional
.Premissas originárias da arquitetura física para a
construção de organizações mais eficientes
(NADLER et alii, 1994):
-Primado da finalidade: o projeto final deve ter utilidade.
Este é o princípio arquitetônico segundo o qual a forma
deve sempre seguir a função;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.2 Arquitetura Organizacional
.Premissas (cont.):
-Adequação arquitetônica: realizar a “visão do arquiteto”,
assim como satisfazer as exigências da situação e as
necessidades daqueles que vivem esse contexto (planos
dos gestores, padrões culturais, forças econômicas,
políticas e sociais);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.2 Arquitetura Organizacional
.Premissas (cont.):
-Materiais estruturais: novos materiais possibilitam outras
arquiteturas até então não imaginadas, é preciso haver
adequação entre o novo material e o projeto que se quer
construir; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.2 Arquitetura Organizacional
.Premissas (cont.):
-Tecnologias colaterais: os gestores arquitetos no decorrer
da elaboração do projeto, recorrem à tecnologias
colaterais, pois a eficiência das empresas depende,
diretamente, desses conhecimentos para que se realizem
funções básicas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.2 Arquitetura Organizacional
Modelo congruente:
.A configuração, a dinâmica e a estética por intermédio da
qual os muitos elementos organizacionais se combinam
para criar uma realidade produtiva constitui a arquitetura
organizacional;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.2 Arquitetura Organizacional
.Modelo congruente, as perguntas são:
-Como os gestores arquitetos conseguirão obter formas
arquitetônicas de alta performance? Que tipo de decisões
devem tomar para alcançá-la? O que precisam ter em
mente na hora de projetar suas organizações?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.2 Arquitetura Organizacional
.Modelo congruente, duas perspectivas (NADLER et
alii, 1994):
-O binômio arquitetura/estratégia: como a arquitetura
adotada permitirá à organização realizar sua estratégia; e
-O binômio arquitetura/cultura: como a arquitetura se
harmonizará com as pessoas que trabalham na
organização.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.2 Arquitetura Organizacional
.Modelo congruente:
-A maioria dos gestores, tende a enxergar suas empresas
com as lentes clássicas do organograma, isto é, por um
ângulo formal;
-A partir dos anos 70, outra visão ganha força no universo
empresarial: as organizações como sistemas (abertos);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.2 Arquitetura Organizacional
. Modelo congruente:
-Katz e Kahn, psicólogos, que em 1967 escreveram
Psicologia Social das Organizações;
-A abordagem de sistemas abertos;
-A organização que julgava estar num sistema fechado
estava com os dias contados; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.2 Arquitetura Organizacional
.Modelo congruente:
-Hoje: é aberta para todo o ambiente: mercado, clientes,
acionistas, investidores, organizações governamentais,
ONGs, comunidades e a sociedade.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.2 Arquitetura Organizacional
. Modelo congruente, características comuns a
sistemas (NADLER et alii, 1994):
-Interdependência interna: as mudanças num componente
organizacional possuem repercussões sobre os demais e
deles recebem insumos;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.2 Arquitetura Organizacional
.Modelo congruente, características:
-Eqüifinalidade: (KATZ E KAHN, 1987) criaram o termo
que aponta para o fato de diferentes configurações ou
mesmo processos organizacionais conduzirem ao mesmo
fim desejado; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.2 Arquitetura Organizacional
.Modelo congruente, características:
-Adaptação: para que um sistema organizacional
sobreviva, deve manter um equilíbrio favorável nas
transações de troca com o ambiente ou, caso contrário, a
tendência é o declínio, de forma inexorável.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.2 Arquitetura Organizacional
.Modelo congruente, elementos-chave interligados
(NADLER et alii, 1994):
-Trabalho: atividade básica a que a organização se dedica
e para a qual traça estratégias;
-Pessoas: são as pessoas que realizam as tarefas
(conhecimento, habilitações, percepções e expectativas);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.2 Arquitetura Organizacional
.Modelo congruente, elementos-chave:
-Organização formal: composta dos procedimentos e
regras formais que determinam a estrutura
organizacional; e
-Organização informal: a Escola de Relações Humanas
esclarece a totalidade das disposições paralelas à
organização formal que tendem a surgir com o tempo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.2 Arquitetura Organizacional
Os sete Cs, (CTI, 2000 b):
-Confiança: graças ao incremento das habilidades e
conhecimentos das pessoas todos acreditam e perseguem a
meta da excelência (mais à frente, open-book management
- gestão com livro aberto);
-Comprometimento: afirmação constante dos valores
adotados na empresa, o que cria união e sentido de direção
para seus membros;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.2 Arquitetura Organizacional
Os sete Cs:
-Criação conjunta: as organizações incluem todas as
pessoas no processo de criação do novo projeto
organizacional;
-Conexão: todos os esforços organizacionais, para
determinar a visão do futuro que se deseja alcançar,
convertem-se em ações;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.2 Arquitetura Organizacional
Os sete Cs:
- Comunicação: para que o projeto de uma nova realidade
organizacional seja possível, a comunicação é considerada
como fator fundamental a ser administrado, de sorte a
promover o comprometimento e confiança entre as pessoas;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.2 Arquitetura Organizacional
Os sete Cs:
-Celebração e correção do curso: é vital celebrar as
vitórias durante o caminho e corrigir falhas ou erros de
planejamento; e
-Clima bom: necessidade de se estabelecer um clima
positivo dentro da organização, onde o ser humano seja
ouvido e respeitado.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.2 Arquitetura Organizacional
Os sete Cs:
CLIMA
BOM
CRIAÇÃO
CONJUNTA
COMUNICAÇÃO
COMPROMETIMENTO CONFIANÇA
CELEBRAÇÃO E
CORREÇÃO DO
CURSO
CONEXÃO
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.3 Terceirização
“Garante às organizações bons frutos, pois promove o
enxugamento da estrutura da empresa, muitas vezes
afogada em unidades, rotinas e pessoas que facilmente
poderiam ser demitidas (ou destinadas
a outras empresas) pela transferência
a terceiros, ensejando a organização
a focar o que realmente é fundamental
para a sua existência”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.3 Terceirização
.Passar adiante (para terceiros e pagando) a
responsabilidade pela execução de determinada atividade
ou de conjunto de atividades;
.Outras empresas especializadas na prestação de
determinados serviços podem assumir o controle por
tarefas não essenciais ao próprio negócio; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.3 Terceirização
.Transferir atividades e serviços constitui uma opção
estratégica.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.3 Terceirização
Tipos:
1) A natureza do trabalho ou atividade que é terceirizada:
a) Funções da área tecnológica: o avanço da informática; e
b) Funções da área administrativa: tecnologia e inovações.
2) O modo pelo qual a terceirização se opera.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.3 Terceirização
O que não é Terceirização, (QUEIROZ, 1992):
a)Usá-la como desculpa para desobrigar a empresa dos
encargos sociais e legais ou reduzi-los;
b) Usá-la para reduzir os benefícios concedidos as pessoas
da organização;
c) Demissão; e
d) Redução salarial.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.3 Terceirização
O que não é Terceirização, (QUEIROZ, 1992):
.Terceirização imprópriabusca resultados estreitos como
a redução de encargos ou pessoal; e
.Terceirização ilegalbusca desvirtuar, a favor da
empresa, as relações trabalhistas por intermédio de ação
fraudulenta (fazê-la com pessoas da própria organização).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.3 Terceirização
Benefícios, (CADERNOS IDC, 1999):
a) Razões de ordem financeira: redução dos custos
passíveis de enxugamento e economia na utilização dos
recursos da empresa;
b) Razões de ordem tecnológica: a contratada
disponibiliza à contratante todas as inovações
tecnológicas que surgem no mercado;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.3 Terceirização
Benefícios:
c) Razões competitivas: a empresa que adere ao
outsourcing torna-se mais ágil concentrado-se nas
questões realmente significativas;
d) Excelência operacional: concentração no essencial à
evolução competitiva da empresa sem abrir mão da
qualidade nas atividades contratualmente delegadas; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.3 Terceirização
Benefícios:
e) Competência no negócio: a procura de maior
competência no negócio, mais do que justifica a entrega de
funções de apoio que pouco ou nenhuma intimidade têm
com os negócios da empresa caracterizando o mais forte
benefício.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT)
.Após a Segunda Grande Guerraos japoneses (e
americanos) reavaliaram e questionaram a tolerância para
com o erro;
.Magia? Nãoeles conheceram e implementaram os
princípios da gestão pela qualidade total, cuja sigla é
GQT;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT)
.Conseqüências
-Reestruturação da indústria japonesa que de precária,
imitadora e de fama bastante duvidosa passou a sinônimo
de garantia de produtos com alto padrão de performance;
e
-Transformou-se em potência econômica graças à força e
agressividade de suas exportações, conquistando
mercados inimagináveis.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT)
. Busca incessantemente o zero defeito;
-A idéia de se encantar os clientes como estratégia de
manutenção de liderança ou de competitividade; e
-Oferecer, sempre que possível, algo inusitado aos
consumidores, mesmo considerando-se os dias atuais.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT)
“Forma de gestão que começa com o comprometimento
da alta direção da organização, atinge e requer a
participação de todos os componentes da mesma, utiliza o
conhecimento e o aprimoramento contínuo dos processos
de trabalho, incentiva e aplica o trabalho em equipe”
(VASQUES, 2004).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT)
O que representa a Gestão pela Qualidade Total:
.Qualidadeperfeição, excelência e satisfação;
.Falconi (1990)objetivação pela satisfação do cliente;
.Paladini (1990)forma de sobrevivência empresarial;
.Carlzon (1994)uma empresa deve ser dirigida pelo
cliente; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT)
O que representa a GQT, (cont.):
.Barros (1996)Qualidade objetiva (cumprimento de
normas e procedimentos de fabricação pré-estabelecidos);
e Qualidade subjetiva (atendimento das necessidades e
expectativas do cliente em relação ao produto ou serviço
que adquire).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT)
Encantando os clientes:
.Lutar semprepara atender as expectativas e
necessidades dos clientes; oferecer plus (algo mais) da
qualidade (BARROS, 1996);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT)
Encantando os clientes:
.O oferecimento de algo encantador eleva a companhia a
um estado diferenciado de comprometimento com a
filosofia da qualidade: o estado que vai acima da
superação das expectativas; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT)
Encantando os clientes:
.Contudo, esta superação não significa excesso na
qualidade, o que seria sinônimo de desperdício, pois
incrementaria custos e poderia nem sequer ser percebido
pelo cliente.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT)
Não ao retrabalho, ao desperdício:
.Conway (1996)considera a qualidade como uma
estratégia gerencial apoiada nos conceitos de trabalho e
desperdício;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT)
.Não ao retrabalho, ao desperdício:
.Desperdício:
De material, capital, tempo e talento das pessoas; quando
eliminado, resta apenas trabalho que agrega valor para o cliente;
e
ocorre do desempenho errado das funções obrigando à revisão,
ou seja, ao retrabalho.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT)
Sensibilização das pessoas da organização:
.Como imaginar gestão pela qualidade total sem o esforço
das pessoas que compõe o quadro social de uma empresa?
.Barros (1992)considera as pessoas um dos pilares da
GQT e afirma que a a palavra-chave é motivação;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT)
Sensibilização:
.Conceitos, princípios e fundamentos devem ser
conhecidos, de modo que cada um perceba a essência e
importância de seu papel (BARROS, 1992);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT)
Sensibilização:
.Elementos de uma boa administração de pessoal em
programas de qualidade, (Hodgetts & Azevedo, 1994):
a) autoridade para as pessoas: deixar que eles resolvam os
problemas, desde os mais corriqueiros até os mais
complexos; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT)
Sensibilização:
.Elementos, (cont.)
b) reconhecimento e prêmios para as pessoas:
reconhecimento das ações positivas por intermédio de
premiações, menções honrosas e ações semelhantes
contribui para a motivação e esforço.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT)
Continuidade:
.Qualidade é um compromisso para sempre;
.A melhoria contínua deve ser um objetivo; e
.A GQT está alicerçada nas pessoas e no esforço dos
gestores.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.5 Benchmarking
.Premissaé imperativo explorar, analisar e compreender
as soluções que uma empresa elaborou para vencer
questões críticas relativas ao seu próprio desempenho
organizacional;
.Conduz a excelência utilizando-se de procedimentos de
investigação, reunindo e adaptando as respostas
encontradas;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.5 Benchmarking
.Xerox Corporation, cunhou o termo e criou algumas
idéias e objetivos com extrema propriedade;
.Existe, ao menos, desde a época de Frederick Winslow
Taylor, quando da aplicação do método científico às
práticas industriais;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.5 Benchmarking
.Esteve presente no período pós-segunda guerra, quando
os japoneses começaram a investir na análise e
reprodução de padrões norte-americanos;
.É importanteque as empresas saibam responder a um
ambiente externo cada vez mais intenso, mutável,
intranqüilo e turbulento;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.5 Benchmarking
.Uma tecnologia séria capaz de alertar contra problemas e
identificar claramente oportunidades (INDE, 2000);
.Aprender com os outros o que eles fazem de melhor e
porquê fazem tão bem e, depois, tentar fazer melhor;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.5 Benchmarking
“Prima pelo objetivo de inspirar gestores e o pessoal da
organização, expondo seus pontos de vista a alternativas
diferentes daquelas que normalmente visualizariam
influenciados pela própria lógica das práticas da organização
em que se encontram”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.5 Benchmarking
.Camp (1993), considerado o “pai do Benchmarking”, diz
que a essência da tecnologia reside nos ensinamentos de
Sun Tzu e na palavra de origem japonesa dantotsu;
.Dantotsu“ser o melhor dos melhores”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.5 Benchmarking
.Explorando as idéias de Sun Tzu:
“O conhecimento sobre si mesmo e sobre o inimigo é capaz
de garantir a vitória de cem batalhas”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.5 Benchmarking
Tipologia, (CAMP, 1993):
.Benchmarking interno: caracteriza-se pelo uso da
tecnologia de sorte a pesquisar, dentro da própria
organização, cujas práticas tenham se revelado as
melhores;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.5 Benchmarking
Tipologia:
.Benchmarking competitivo: prima pela investigação
voltada para os concorrentes diretos dos produtos de uma
empresa;
.Benchmarking funcional: identifica líderes em funções,
quaisquer que sejam os ramos de atuação em que se
encontram; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.5 Benchmarking
Tipologia:
.Benchmarking genérico: identifica o melhor no que quer
que seja, onde quer que esteja, nesta modalidade não há
limitações, simplesmente busca-se o melhor.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.6 Aprendizagem Organizacional
. Learning organizations;
.Voltada para a análise, participação, rompimento com
barreiras tradicionais de gestão e para o raciocínio
sistêmico; e
. Postura de alta flexibilidade.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.6 Aprendizagem Organizacional
“Leis que regem o aprendizado organizacional”
(SENGE, 1990):
- Lei 1 – Os problemas de hoje provêem das soluções de
ontem: as causas de nossos problemas no presente residem
em soluções dadas a outros problemas no passado;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.6 Aprendizagem Organizacional
“Leis que regem o aprendizado organizacional”
(SENGE, 1990):
- Lei 2 – Quanto mais se insiste, mais o sistema resiste:
quanto mais se insiste em determinada solução, mais as
coisas pioram, a cada solução dada a um problema, existe
uma contrapartida do sistema;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.6 Aprendizagem Organizacional
“Leis que regem o aprendizado organizacional”
(SENGE, 1990):
- Lei 3 – O comportamento piora antes de melhorar: o fato
das soluções adotadas não surtirem efeito imediatamente,
não significa que não surtirão efeito algum, mas sim em
médio e longo prazo;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.6 Aprendizagem Organizacional
“Leis que regem o aprendizado organizacional”
(SENGE, 1990):
- Lei 4 – A saída fácil geralmente conduz à porta de
entrada: somos tentados a aplicar soluções fáceis e
conhecidas para os problemas, gostamos de usar aquilo
que conhecemos melhor;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.6 Aprendizagem Organizacional
“Leis que regem o aprendizado organizacional”
(SENGE, 1990):
- Lei 5 – A cura pode ser pior que a doença: a solução fácil
mencionada nem sempre é eficaz e, também, pode criar
dependência a longo prazo;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.6 Aprendizagem Organizacional
“Leis que regem o aprendizado organizacional”
(SENGE, 1990):
- Lei 6 – Mais rápido significa mais devagar: tudo possui
um ritmo próprio que não responde a pressões excessivas
as quais forcem sua velocidade;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.6 Aprendizagem Organizacional
“Leis que regem o aprendizado organizacional”
(SENGE, 1990):
- Lei 7 – Causa e efeito não estão intimamente
relacionados no tempo e no espaço: pensar em termos
lineares, simplistas, é uma forma limitada na identificação
de problemas;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.6 Aprendizagem Organizacional
“Leis que regem o aprendizado organizacional”
(SENGE, 1990):
- Lei 8 – Pequenas mudanças podem produzir grandes
resultados, mas as áreas de maior alavancagem são
geralmente as menos evidentes: “princípio de
alavancagem”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.6 Aprendizagem Organizacional
“Leis que regem o aprendizado organizacional”
(SENGE, 1990):
- Lei 9 – Pode-se assobiar e chupar cana ao mesmo tempo:
as escolhas, por mais riscos que apresentem num
determinado momento, não implicam no abandono de
outras questões importantes;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.6 Aprendizagem Organizacional
“Leis que regem o aprendizado organizacional”
(SENGE, 1990):
- Lei 10 – Dividir um elefante ao meio não produz dois
elefantes pequenos: é preciso levar em consideração as
interações que ocorrem dentro do todo; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.6 Aprendizagem Organizacional
“Leis que regem o aprendizado organizacional”
(SENGE, 1990):
- Lei 11 – Não existem culpados: nossa tendência é culpar
alguém de fora (ambiente ou outra unidade), mas nossos
problemas e suas causas fazem parte de um único sistema
pelo qual somos responsáveis.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
.As pessoas representam a força motriz que impulsiona a
organização rumo a realização de seus objetivos e ao
desempenho de excelência;
.É o capital intelectual e criativo das pessoas que gera
lucros, aproveitamento de oportunidades, conquistas de
mercados e clientes, enfim, que garante a sobrevivência
das empresas;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
.A tecnologia revela-se como recente e revolucionária à
disposição dos gestores quando da procura por um
modelo mais adequado à gestão de pessoas;
.Baseando-se na certeza de que a motivação genuína é
capaz de conduzir pessoas a resultados excepcionais e,
também, na absoluta necessidade de se conceder
autoridade e responsabilidade;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
.Na aplicação desta tecnologia o sexo feminino deve se
destacar, a conhecida sensibilidade feminina terá
relevância, sem dúvida; e
.Coaching e Mentoring.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
“Criação ou o fortalecimento do poder decisório nas mãos
das pessoas da organização. Pretende-se conceder às
pessoas, oportunidades de participar ativamente do
processo de tomada de decisão”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
.Pilares sobre os quais deve se assentar o conceito,
(DORSEY, 2000):
1)Visão do futuro: desejar, imaginar o amanhã ideal e
lutar por isso;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
.Pilares sobre os quais deve se assentar o conceito,
(DORSEY, 2000):
2)Assumir o poder: acreditar que todos podem contribuir
para a melhoria, que todos podem ajudar na construção
desse futuro; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
.Pilares sobre os quais deve se assentar o conceito,
(DORSEY, 2000):
3) Apropriar-se: no sentido de sentir-se responsável por
tudo que diga respeito às metas traçadas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
Por quê as organizações devem promover o
Empowerment?
.As organizações necessitam de instrumentos que lhes
garantam a sobrevivência num mercado de extrema
competitividade;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
Por quê as organizações devem promover o
Empowerment?
.Permite que o time de gestores fique livre para o
desenvolvimento de novas ações que inclui, inclusive,
novas oportunidades de negócio;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
Por quê as organizações devem promover o
Empowerment?
.Opção alicerçada ou proveniente de duas posturas
possíveis e distintas na gestão de pessoas: postura do
cumprimento de ordens e postura do uso do próprio
discernimento, (MILLS, 1996).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
Por quê as organizações devem promover o
Empowerment?
.Postura do cumprimento de ordens (MILLS, 1996).
a) Certeza de que somente a empresa está certa: se
pudesse, sem margens de erro, saber que decisões tomar,
não passaria por crises;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
Por quê as organizações devem promover o
Empowerment?
. Postura do cumprimento de ordens (MILLS, 1996).
b) A empresa conhece melhor do que ninguém o que o
cliente/consumidor deseja: não se pode imaginar conhecer
os clientes com extrema precisão;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
Por quê as organizações devem promover o
Empowerment?
. Postura do cumprimento de ordens (MILLS, 1996).
c) As pessoas da organização fazem parte de um plano: é
necessário permitir às pessoas a chance para opiniões,
discussões ou contribuições;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
Por quê as organizações devem promover o
Empowerment?
. Postura do cumprimento de ordens (MILLS, 1996).
d) Cumprir ordens é o que a empresa espera do corpo
funcional: eliminar a visão estreita em relação ao
potencial dos colaboradores; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
Por quê as organizações devem promover o
Empowerment?
. Postura do cumprimento de ordens (MILLS, 1996).
e)Proteção da posição funcional: o comportamento da
administração superior das organizações, leva as pessoas
ao receio da exposição de suas ações.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
Por quê as organizações devem promover o
Empowerment?
.Postura do uso do próprio discernimento (MILLS, 1996).
a) Melhor forma de se realizar a missão: pessoas
energizadas avaliam vivências confrontando-as com seus
conhecimentos e experiências;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
Por quê as organizações devem promover o
Empowerment?
.Postura do uso do próprio discernimento (MILLS, 1996).
b) Melhor informação: o nível de qualidade das
informações circulantes aumenta sensivelmente; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
Por quê as organizações devem promover o
Empowerment?
.Postura do uso do próprio discernimento (MILLS, 1996).
c) Isso é realmente o que a empresa espera dos seu quadro
funcional: a empresa quer pessoas dedicadas e
comprometidas com suas metas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
Requisitos:
.Condições que caracterizam o comprometimento com a
tecnologia, (MILLS, 1996):
1) Competência e experiência: pessoas competentes,
habilidosas e experientes, podem oferecer contribuições
valiosas;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
Requisitos:
.Condições, (cont.):
2) Informações necessárias: não é concebível implementar
a tecnologia em ambientes onde a circulação da
informação seja restrita a alguns poucos níveis da empresa;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
Requisitos:
.Condições, (cont.):
3) Recompensa adequada: uma organização que não
reconhece o esforço de seu corpo social, despreza o tempo
e trabalho que foram dedicados à organização;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
Requisitos:
.Condições, (cont.):
4) Conhecimento da missão: pessoas energizadas
precisam saber qual é a missão da empresa (onde, como,
quando e porque suas decisões e ações podem impactar
positivamente a realidade organizacional); e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
Requisitos:
.Condições, (cont):
5) Tolerância a erros: se a empresa espera que as pessoas
contribuam, sugiram, deve estar predisposta a aceitar
algumas falhas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
Requisitos, (DORSEY, ROCHA ASSOCIADOS, 2000):
1) Questionamento das premissas subjacentes ao modelo
hierárquico tradicional, no qual a principal fonte de
autoridade é o cargo;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
Requisitos, (DORSEY, ROCHA ASSOCIADOS, 2000):
2) Redirecionamento das funções de diretores e gestores,
que devem abrir mão do controle excessivo sobre as
pessoas para se ocuparem realmente da produção,
otimização de resultados;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
Requisitos, (DORSEY, ROCHA ASSOCIADOS, 2000):
3) Incutir nas pessoas o desejo pela responsabilidade de
seus próprios atos e o desejo por riscos e desafios que
estimulem a capacidade criativa e habilidades decisórias;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
Requisitos, (DORSEY, ROCHA ASSOCIADOS, 2000):
4) Eliminação das decisões de cunho arbitrário e do
trabalho sem significado que gera somente frustração,
desânimo e sentimento de insegurança para as pessoas; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
Requisitos, (DORSEY, ROCHA ASSOCIADOS, 2000):
5) Resgate dos valores que emprestam um sentido maior
ao trabalho desenvolvido na empresa, ajustando, desta
forma, o alinhamento entre as metas individuais e as metas
da organização.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
Requisitos, (BLANCHARD, 1996):
a) Um sistema de crenças da alta administração alicerçado
na idéia do empoderamento das pessoas: isso porque se a
cúpula superior não acreditar na tecnologia, nada será
possível;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
Requisitos, (BLANCHARD, 1996):
b) Garantias de que as pessoas entendem o que é
empowerment: caso contrário, jamais poderão ter
responsabilidades e assumir decisões;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
Requisitos, (BLANCHARD, 1996):
c) Generalizar o compartilhamento de informações: uma
organização onde apenas os gestores têm acesso às
informações não combina com os seus propósitos mais
nobres;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
Requisitos, (BLANCHARD, 1996):
d) Autonomia com limites: as pessoas quando são
apresentadas à tecnologia desconhecem o seu significado
e, justamente por isso, precisam de procedimentos que as
direcione, fornecendo diretrizes claras sobre os novos
propósitos e valores; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.7 Empowerment
Requisitos, (BLANCHARD, 1996):
e) Equipes autogerenciadas: é necessário substituir a
hierarquia pelas chamadas equipes autogerenciadas, isto é,
equipes dotadas de forte dose de autonomia e raro poder
decisório.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.8 Open-book Management
.Gestão com livro aberto; e
.Há momentos em que é preciso total transparência do
cotidiano da organização e, principalmente, nos dados
contábeis-financeiros para que o quadro funcional se
sinta, também, responsável pelo sucesso do negócio.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.8 Open-book Management
Condicionantes para aplicação, (CASE, 2005):
a) Clima organizacional: a organização deve promover um
ambiente de plena confiança no que tange ao seu corpo
funcional (extrema cooperação, confiança e estímulo);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.8 Open-book Management
Condicionantes para aplicação, (CASE, 2005):
b) Tecnologia da informação: a tecnologia da informação
permitiu que as informações fossem disponibilizadas
amplamente dentro das organizações;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.8 Open-book Management
Condicionantes para aplicação, (CASE, 2005):
c) Sistemas diferenciados de recompensa: não há como se
falar em OBM se a organização não estiver predisposta a
repartir o sucesso com seu pessoal (prever a possibilidade
das pessoas possuírem ações da empresa); e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.8 Open-book Management
Condicionantes para aplicação, (CASE, 2005):
d) Disponibilizar os números importantes de fato: de nada
adianta a empresa disponibilizar números que não sejam
reflexo da situação real, é preciso que se vença o cinismo
corporativo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.8 Open-book Management
Os sete erros, (CASE, 2001):
1) Liquidar a tendência das empresas que levam seu
quadro funcional a se concentrar nos produtos antigos: e
que dão boas margens de lucro, desprezando os mais
recentes com margens mais baixas, que porém possuem
grande potencial;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.8 Open-book Management
Os sete erros, (CASE, 2001):
2) Saber identificar quais são os fatores críticos de fato
para a organização: ex- um hoteleiro que, querendo
aumentar os lucros, só se preocupava com os custos
operacionais, quando o seu problema era o da taxa de
ocupação. Ali estavam os fatores críticos;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.8 Open-book Management
Os sete erros, (CASE, 2001):
3) Apoiar-se em informação errada: não é raro que
dirigentes tenham determinada informação e por falha de
origem ou má interpretação dão um tratamento
equivocado, trazendo dificuldades de toda sorte para o seu
negócio;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.8 Open-book Management
Os sete erros, (CASE, 2001):
4) Lançar objetivos que ninguém na organização
compreende: isso leva a um grau zero de colaboração da
estrutura social, o ideal é utilizar sempre uma linguagem
de fácil assimilação;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.8 Open-book Management
Os sete erros, (CASE, 2001):
5) Esquecer os objetivos do negócio da empresa: lembrar
que os números críticos só fazem sentido se apoiados nos
objetivos do negócio lembrando qual a razão maior de a
empresa estar produzindo aquele bem ou prestando
determinado serviço;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.8 Open-book Management
Os sete erros, (CASE, 2001):
6) Pesquise pontos fortes, mas também os fracos: essa é a
melhor forma deles serem combatidos por todos na
empresa. O que importa é trabalhar no sentido da
minimização dessas falhas e eliminação; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.8 Open-book Management
Os sete erros, (CASE, 2001):
7) Saiba por onde não começar sua abordagem: não crie a
abordagem de OBM simplesmente por criar ou porque a
direção superior achou que era bom, é preciso entender as
premissas desta abordagem.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.9 Gestão e Organização Horizontal
.A estruturação das organizações baseada na hierarquia é
uma conquista dos primeiros tempos dos estudos que
geraram a chamada administração científica; e
.Tanto Frederick Winslow Taylor, como Henri Fayol
pensavam numa escala hierárquica do maior para o menor
poder decisório. E assim foi ao longo do século XX.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.9 Gestão e Organização Horizontal
.Características da organização convencional:
- na base: um número proporcionalmente maior de
unidades que os níveis superiores, à medida que subimos
rumo ao topo, nota-se a diminuição do número de
unidades e de pessoas; e
- concentração de informações.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.9 Gestão e Organização Horizontal
.Essa configuração favorece a concentração de poder nas
mãos de poucos e com justificada razão, pois nesse
número menor de unidades estariam concentradas as
pessoas com maior saber e maior competência.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.9 Gestão e Organização Horizontal
.Organograma
Reflete a cadeia de responsabilidades;
Há quem afirme que tenha origem militar; e
Dessa forma, ficava rigorosamente claro quem era
superior a quem na organização.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.9 Gestão e Organização Horizontal
.Reduzir os níveis hierárquicos existentes na empresa, de
modo que todos os empregados possam ficar mais
próximo da clientela;
.Assim, eleva o nível de comprometimento e
responsabilização das pessoas da organização, tornando-
as parte ativa de todo o processo; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.9 Gestão e Organização Horizontal
.Além de viabilizar movimentação decisória restrita a
poucos níveis hierárquicos (BARNEVIK & MOSS
KANTER, 1994).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.9 Gestão e Organização Horizontal
“A idéia é, incluir muitas pessoas
nos processos de tomada de decisões,
fazendo com que todos se interessem pelos mais
variados processos que terminam por levar ao
atingimento dos objetivos da empresa”
(DINAMICASIST, 2001).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.9 Gestão e Organização Horizontal
.Estabelece laços fortes de unidade e confiança entre as
pessoas que trabalham na empresa, direcionando-as com
alguma harmonia, às metas organizacionais (site:
ALTIOR, 2001).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.9 Gestão e Organização Horizontal
Ruídos na estrutura hierárquica:
.É comum existir as seguintes situações, (WHITAKER
(2001):
a) A base não consegue passar adiante, até os altos cargos diretivos,
informações por vezes vitais para a saúde empresarial; e
b) O topo não consegue tornar suas ordens e instruções inteligíveis
para a base.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.9 Gestão e Organização Horizontal
Ruídos na estrutura hierárquica:
.Organização horizontal
Livre circulação da informação; e
Aproximação da força de trabalho.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.9 Gestão e Organização Horizontal
A organização e a gestão horizontal no Brasil:
.O comportamento do brasileiro é muito flexível com
relação ao próximo e menos preocupado em seguir
procedimentos pré-estabelecidos;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.9 Gestão e Organização Horizontal
A organização e a gestão horizontal no Brasil:
.O termo “jeitinho brasileiro” demonstra a qualidade do
brasileiro que busca, sempre, uma nova maneira de fazer
o que se deve fazer nas organizações, ou mesmo em seu
meio social; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.9 Gestão e Organização Horizontal
A organização e a gestão horizontal no Brasil:
.Esse “jeitinho brasileiro” vai acelerar a fixação de novos
caminhos para a gestão das empresas no Brasil (a
tecnologia da informação, intranet, e-mail).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.10 Reengenharia
.A reengenharia talvez seja a tecnologia mais dramática e,
por isso mesmo, a mais discutida;
.No Brasil, sua imagem de tecnologia moderna mal
chegou ao primeiro ano, pois fora tratada pela literatura
como tecnologia direcionada a redução de quadros;
.Propunha a inovação e o desapego às tradicionais formas
de gestão que ainda hoje dominam os meios empresariais;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.10 Reengenharia
.James Champy e Michael Hammer são seus dois líderes
e responsáveis diretos pela formulação de suas bases
conceituais;
.É válida na medida que seus pressupostos alertam a
administração superior quanto à essencialidade de uma
abordagem racional e analítica sobre a verdadeira unidade
capaz de agregar valor real para o cliente: o processo de
trabalho;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.10 Reengenharia
.É nosso dever profissional defender a tecnologia por ser
rigorosamente possível a sua aplicação no Brasil e
qualquer que seja o tamanho da empresa;
.Reengenharia seria como ter a sua frente uma folha de
papel em branco para ser preenchida com ... um novo
organograma, ou seja, a representação gráfica de uma
nova organização;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.10 Reengenharia
.Ela rejeita a sabedoria convencional e as tradições
herdadas do passado, para engendrar algo completamente
diferente; e
.O repensar fundamental e a reestruturação radical dos
processos empresariais que visam alcançar drásticas
melhorias em indicadores críticos e contemporâneos de
desempenho (custos, qualidade, atendimento e
velocidade), (CHAMPY E HAMMER, 1994).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.10 Reengenharia
.Palavras-chave:
-Fundamental: a reengenharia é o repensar fundamental
porque agora, muito mais do que nunca, as organizações
precisam de visão evolucionária;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.10 Reengenharia
.Palavras-chave, (cont.):
-Radical: se trata de uma tecnologia que procura ir à raiz
dos problemas, evitando, desta forma, a introdução de
mudanças superficiais ou a convivência com o que já
existia;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.10 Reengenharia
.Palavras-chave, (cont.):
-Drástica: a reengenharia não pretende melhorias
marginais ou em pequenos volumes, quantidades e
efeitos. A reengenharia foi idealizada para empresas que
queiram dar saltos de 1.000%; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.10 Reengenharia
.Palavras-chave, (cont.):
-Processos: preocupar-se com os processos
organizacionais (agrupamento seqüencial de passos ou
atividades e inputs) porque sobre eles repousa sua
finalidade.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.10 Reengenharia
O que não é reengenharia:
-Downsizing e reestruturação: reengenharia não é
sinônimo de downsizing ou reestruturação, estes termos
propõem a redução de níveis hierárquicos (e,
conseqüente, redução de pessoas);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.10 Reengenharia
O que não é reengenharia, (cont.):
-Reorganização, des-hierarquização, nivelamento: estas
ações estão preocupadas com os problemas
organizacionais relativos à estrutura, já a reengenharia,
preocupa-se, essencialmente, com processos;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.10 Reengenharia
O que não é reengenharia, (cont.):
-Automação: embora a reengenharia se sirva da
tecnologia da informação como instrumental crítico na
busca de suas metas, jamais pode ser confundida com a
simples implantação de novos meios tecnológicos; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.10 Reengenharia
O que não é reengenharia, (cont.):
-Gestão pela qualidade total: enquanto a GQT procura
introduzir mudanças graduais por intermédio da melhoria
contínua, a reengenharia visa a mudanças radicais,
revolucionárias por substituição dos antigos processos por
novos.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.11 Gestão e Organização Reversa
Engenharia reversa:
.O Japão, em décadas passadas, usou a engenharia reversa
para desvelar e aprimorar tecnologias importadas,
transformando-as então numa referência paradigmática
para o resto do mundo (UNICAMP, 1999);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.11 Gestão e Organização Reversa
Engenharia reversa:
.Quem não lembra dos produtos japoneses dos anos 50 e
60? E dos produtos japoneses das últimas décadas?
.A engenharia reversa permitiu em pouco tempo a
transformação da imagem nada boa dos produtos made in
Japan. Hoje, ninguém discute a qualidade dos produtos
japoneses.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.11 Gestão e Organização Reversa
Engenharia reversa:
“Um processo onde um produto é desmontado até
a completa separação das peças e, assim, compreenda-se
todo o processo de fabricação”
(BEHRENS E LEVARY, 1998).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.11 Gestão e Organização Reversa
Engenharia reversa:
.Exemplos: DVD, NAPSTER; e
.Hoje, a engenharia reversa é largamente praticada na
informática e proibida em muitos países (proliferação dos
hackers).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.11 Gestão e Organização Reversa
Características:
-Comunicação da administração superior: é fundamental
que as chefias de todos os níveis tenham conhecimento e
a dimensão exata da nova abordagem;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.11 Gestão e Organização Reversa
Características, (cont.):
-Minimização da cadeia hierárquica: as tecnologias
contemporâneas têm seguidamente dado uma importância
relativa ao comando, via chefias, gestores (pessoas
diretamente envolvidas na área problema) etc;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.11 Gestão e Organização Reversa
Características, (cont.):
-Estudos e análises personalizadas: ou seja, cada caso é
um caso;
-Relação interpessoal: o corpo funcional terá condições
de mediar, avaliar, conhecer fatos e participar nos
procedimentos de mudança;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.11 Gestão e Organização Reversa
Características, (cont.):
-Utilização intensa dos meios eletrônicos: as facilidades do
mundo moderno, viabilizam análises e estudos na medida
que a relação entre pessoas é estimulada pelo crescente uso
da tecnologia da informação;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.11 Gestão e Organização Reversa
Características, (cont.):
-Reunião semanal com as pessoas diretamente
envolvidas: num dado dia da semana o gestor realizará
reunião com as pessoas envolvidas e será, então, feita
avaliação dos vários processos; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.11 Gestão e Organização Reversa
Características, (cont.):
-A reversibilidade é irreversível: em momento algum é
permitido ao estudioso de uma dada situação desistir do
objetivo maior da nova abordagem, tem de ir até o fim.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.12 Balanced Scorecard (BSC)
.Criado por Robert Kaplan e David Norton em 1992;
.Alguns pontos da organização possuem grande
dificuldade para a sua avaliação, por serem estes,
subjetivos, é neste ponto onde o Balanced Scorecard irá
atuar;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.12 Balanced Scorecard (BSC)
.O Balanced Scorecard é uma tecnologia considerada
recente pelo fato de ter menos de 10 anos de mercado e
em torno de 5 anos de utilização no Brasil;
.No Brasil, “atualmente, apenas 50 a 60 das 100 maiores
empresas utilizam a abordagem, no mesmo período
estima-se que nos Estados Unidos a tecnologia já esteja
sendo utilizado pelas 100 maiores empresas do país”
(site: IADI, 2004); e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.12 Balanced Scorecard (BSC)
.É um sistema de gerenciamento de performance
empresarial e pessoal: a sigla BSC traduzida significa
“Indicadores Balanceados de Desempenho” (site: SOFT
EXPERT, 2004).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.12 Balanced Scorecard (BSC)
“Nova filosofia de gestão empresarial que a partir de uma
visão objetiva descreve, implementa e gerencia estratégias
em forma de planejamento integrado e balanceado”
(site: INTERACT 2000, 2004).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.12 Balanced Scorecard (BSC)
Características:
-Aprendizagem e Crescimento: neste item trabalha-se
toda a parte referente as pessoas necessárias para a
procura da excelência na organização, peças chave para o
sucesso;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.12 Balanced Scorecard (BSC)
Características:
-Processos (críticos) Internos: esta perspectiva se refere
às atividades fins da organização, ou seja, aos
procedimentos essenciais ou processos críticos internos
para a sua sobrevivência;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.12 Balanced Scorecard (BSC)
Características:
-Pessoas (clientes, consumidores): a preocupação deve
girar em torno de satisfazer as necessidades de seus
clientes, sejam eles internos ou externos; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.12 Balanced Scorecard (BSC)
Características:
-Financeira: perspectiva tradicional e bastante objetiva e
visa medir e avaliar resultados sob o ângulo,
essencialmente, financeiro.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.13 Coaching
.“Processo utilizado pela liderança quando se quer
melhorar o comportamento no trabalho ou perfil do
colaborador” (BROCATO, 2003);
.Forma de obter os resultados esperados desenvolvendo as
habilidades dos componentes de uma equipe e desta como
um todo;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.13 Coaching
“Atividade de aconselhamento ao executivo profissional
visando orientar e otimizar o desenvolvimento de sua
carreira, à luz dos anseios pessoais, aptidões e
mapeamento das suas características e necessidades de
aprimoramento” (EDUCAR MAIS, 2003);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.13 Coaching
-Aconselhamento: não se trata de ordens, determinações.
São conselhos, ou seja, propostas para seguir a melhor
trajetória, o melhor caminho; ao invés de mandar o coach
sugere, sempre;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.13 Coaching
-Orientar: não é supervisionar, e muito menos fazer a
tarefa pela pessoa. Ao contrário, a idéia é de ensiná-la
como fazer, guiá-la, mostram-se caminhos e deixa-se a
pessoa seguir o que ela julga ser a melhor das opções;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.13 Coaching
-Otimizar: buscar a excelência do desenvolvimento da
carreira, em função executiva ou até mesmo, no caso de
ação empreendedora, no menor espaço de tempo e da
forma mais simples possível;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.13 Coaching
-Anseios pessoais: preocupação em saber o que a pessoa
da organização busca, o que ela deseja, quais as suas
vontades, onde ela quer chegar;
-Aptidões: busca pelas potenciais competências essenciais
de cada pessoa da organização, pois como desenvolver
em alguém algo que a pessoa não possui, nem mesmo
algum potencial?;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.13 Coaching
-Mapeamento das suas características: vista a importância
de se saber as aptidões cabe listar, mapear as
características da estrutura social da organização; e
-Necessidades de aprimoramento: depois de listadas e
mapeadas as características, deve-se descobrir quais as
mais ou menos desenvolvidas de forma a poder executar
o Coaching de uma maneira eficaz e eficiente.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.13 Coaching
“O professor, (ou coach, ou treinador)
informa, motiva, guia, inspira e apóia o treinando, no
sentido de fazer mudanças entendidas como necessárias,
fazer planejamento estratégico, aperfeiçoar sua função
cognitiva, alcançar objetivos ou simplesmente, viver
melhor!” (site: VCM, 2003).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.13 Coaching
O que é e o que não é Coaching:
-Treinamento, onde é comum habilidades e competências
pessoais, não específicas do treinamento que está sendo
ministrado, não serem levadas em consideração;
-Gerenciamento, ou seja, não acontece visando ao simples
direcionamento e otimização de recursos para atingir um
dado objetivo; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.13 Coaching
O que é e o que não é Coaching:
-Liderança, o coach ajuda as pessoas como um líder, mas
a diferença está no fato de que ele fica num segundo
plano, nos bastidores, enquanto a pessoa por ele ajudada
recebe os méritos pelo trabalho.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.13 Coaching
O que é e o que não é Coaching:
.O coach não pode ser umtutor que detém direitos e
responsabilidades sobre a pessoa; e instrutor que realiza
treinamentos específicos e aumenta determinada capacidade
funcional.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.13 Coaching
Vantagens:
-Facilita o gerenciamento do desempenho pessoal, tanto
para a pessoa como para a organização;
-Promove a formação e aperfeiçoamento de
competências;
-Promove a busca por melhores resultados;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.13 Coaching
Vantagens, (cont.):
-Promove o desenvolvimento integrado (pessoal e
profissional) das pessoas da organização e na
organização;
-Promove o fortalecimento da confiança, via parceria; e
- Auxilia nos aspectos que geram motivações nos
treinandos.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.13 Coaching
Aplicação:
-Quando há conflitos de valores e papéis: ajuda as
equipes a estabelecerem relacionamentos pessoais que
funcionem como aglutinadores e não separadores de
pessoas e seus papéis;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.13 Coaching
Aplicação, (cont.):
-Quando há conflitos de natureza pessoal: pode “ajudar as
pessoas a alcançar uma vida mais feliz, serena, criativa,
plena e equilibrada” (site: VCM, 2003), dentro e
subsidiariamente fora da empresa;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.13 Coaching
Aplicação, (cont.):
-Quando há situações críticas de toda ordem nos processos
decisórios da empresa; e
-Quando há questionamentos variados sobre o
desenvolvimento das pessoas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.13 Coaching
Etapas de um processo de coaching:
1a ETAPA – Estabelecendo uma relação sólida entre o
coach e o seu orientado:
Sensibilização;
Mapear as características da(s) pessoa(s) a ser(em) treinada(s)
(pontos fortes e fracos);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.13 Coaching
Etapas de um processo de coaching:
1a ETAPA (cont.):
Incentivar o treinando a avaliar as suas próprias
características;
Esclarecer que ele, coach, é um parceiro; e
Incentivar a troca (processo de feedback).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.13 Coaching
Etapas de um processo de coaching:
2a ETAPA – Montando o futuro do treinando:
Como um orientador, o coach, treinador, vai ajudar a pessoa
a montar o seu futuro com desafios possíveis de serem
alcançados.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.13 Coaching
Etapas de um processo de coaching:
3a ETAPA – Revisando a bagagem de mão:
Os valores, atitudes, padrões de comportamento, experiência
serão revistos a fim de se alcançar o futuro planejado.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.13 Coaching
Etapas de um processo de coaching:
4ª ETAPA – Traçando o plano de ação
Planejar como o futuro projetado será alcançado através do
Plano de Ação (visualizar o ponto onde queremos chegar).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.13 Coaching
Mentoring:
.Além das ações do coach, o mentor tem a competência
em descobrir talentos e com eles cuidar com extrema
profundidade dos crescimentos pessoal e profissional;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.13 Coaching
Diferenças entre coaching e mentoring:
.Comportamentos sugeridos às pessoas envolvidas com
coaches (treinadores(as) e mentors (mentores), (KLEIN E
NAPIER, 2003):
Sinceridade: peça sempre opinião ao coach e você terá
sempre a verdade de forma direta. Se você não pedir a terá de
qualquer maneira;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.13 Coaching
Diferenças entre coaching e mentoring:
.Comportamentos, (cont.):
Propósito: ter um propósito é um permanente jogo de
reflexões sobre você, onde ganhar ou perder uma partida
qualquer fará parte das reflexões sobre você;
Vontade: nunca desistir, nunca. Compromisso é mais do que
doutrinação, não é apenas uma vontade a mais;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.13 Coaching
Diferenças entre coaching e mentoring:
.Comportamentos, (cont.):
Rigor: regras existem e devem ser obedecidas, nos dias de
hoje é comum regras serem ignoradas, faz parte da quebra de
paradigmas, mas há limites; e
Riscos: correr riscos tem relação direta com a sua vontade de
ver a sua equipe vencer, mas riscos têm limites, o difícil é saber
exatamente o limite.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.14 Governança Corporativa
.Conselho de Administração, Conselho Consultivo,
Colégio de diretores, comitê de alto nível são unidades
encontradas na maioria das organizações brasileiras;
.Na governança corporativa existe uma relação direta
entre a administração superior, os vários conselhos,
principalmente, os de natureza deliberativa e as auditorias
independentes;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.14 Governança Corporativa
.Para o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa o
conceito seria: “é o sistema que assegura aos sócios-
proprietários o governo estratégico da empresa e a efetiva
monitoração da diretoria executiva”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.14 Governança Corporativa
.A relação entre propriedade e gestão se dá por intermédio
do conselho de administração, a auditoria independente e
o conselho fiscal, instrumentos fundamentais para o
exercício do controle;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.14 Governança Corporativa
.A boa governança assegura aos sócios eqüidade,
transparência, responsabilidade pelos resultados e
obediência às leis do país; e
.Têm a finalidade de aumentar o valor da sociedade,
facilitar seu acesso ao capital e contribuir para a sua
perenidade.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.14 Governança Corporativa
Governança Corporativa no Brasil:
.No Brasil uma das razões mais fortes para o seu
crescimento foi a participação cada vez mais crescente
dos fundos de pensão nas empresas brasileiras;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.14 Governança Corporativa
Governança Corporativa no Brasil:
.“A dispersão do capital está exigindo direcionamento
estratégico das empresas a ser exercido por um board
(conselho) transparente e independente, em nome dos
acionistas” (RODRIGUES; MENDES, 2004);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.14 Governança Corporativa
Governança Corporativa no Brasil:
.Ainda não se pode afirmar que a governança é parte
integrante da gestão e monitoramento dos negócios das
nossas empresas maiores;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.14 Governança Corporativa
Governança Corporativa no Brasil:
.A formação de alguns conselhos no Brasil carece de
competência técnica e, por via de conseqüência, sem
condições para conversar de igual para igual com os
envolvidos na governança corporativa;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.14 Governança Corporativa
Governança Corporativa no Brasil:
.Razões que poderiam dificultar a permanência da
governança corporativa no Brasil, (ANDRADE E
ROSSETTI, 2004):
Por ser ainda recente: o termo é recente, tendo sido utilizado
em 1991;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.14 Governança Corporativa
Governança Corporativa no Brasil:
.Razões, (cont.):
Pela sua abrangência: questões financeiras, questões de
oportunidades e questões de cunho estratégico tornando
complexa a sua ação (conflitos de jurisdição e
constrangimentos); e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.14 Governança Corporativa
Governança Corporativa no Brasil:
.Razões, (cont.):
Pela diversidade de modelos: a abrangência mencionada ano
item anterior conduz a variedade de modelos conducentes à
operações as mais variadas dentro da governança.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.14 Governança Corporativa
Atividades da Governança Corporativa:
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 A expressiva contribuição
da teoria das organizações
9.15 Enfim...
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 Quick case
- A administração do shopping center localizado num município
importante do interior paulista resolveu desenvolver um amplo
estudo organizacional que incluía uma análise detalhada dos
muitos processos críticos. Para tanto, reuniu os cinco gestores no
sentido de definir qual seria a melhor tecnologia de gestão
organizacional a ser aplicada. Terminada a reunião Luis
Gonçalves, o superintendente do shopping, tinha em suas mãos
duas posições: aplicar a Gestão pela Qualidade Total (GQT) ou a
Reengenharia.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 Quick case (cont.)
- Chegando em casa comentou com a sua esposa, Jerusa, que é
formada em administração e já possui o título de mestre. Jerusa
foi enfática: “GQT é o caminho!”. Luis, não convencido de sua
posição, contra argumentou dizendo que havia evidencias de
comportamentos inadequados e de competências duvidosas.
Ademais, a estrutura organizacional dá sinais de franco declínio.
A estrutura hierárquica engessa a administração do shopping não
sendo possível em pouco tempo atender as demandas dos
lojistas. Jerusa, ainda assim, considerava que GQT era o
caminho. E você, o que pensa? Qual o melhor caminho a seguir?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 Estudo de caso
Cordélia, Elci, Gisele, Janete, Joel, Jorge e Karla fazem
parte do grupo de estudo da faculdade e receberam uma
tarefa do professor de gestão de pessoas: apontar qual a
melhor tecnologia de gestão organizacional, considerando a
própria faculdade como um campo específico de estudo. O
professor apontou algumas falhas com o propósito de
facilitar a análise e escolha da melhor tecnologia. E assim
apontou:
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 Estudo de caso (cont.)
-filas constantes na secretaria escolar, principalmente nos
horários de entrada e intervalos de aula:
-demora na entrega de histórico escolar;
-demora na confirmação de abonos de faltas;
-uma certa dificuldade para falar com os professores;
-atendimento de balcão deficiente com informações imprecisas;
-a coordenação não tem horário determinado para atendimento;
-a reprodução de material didático é lenta e as máquinas estão
sempre com problemas;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 Estudo de caso (cont.)
-não há ninguém na direção da faculdade, após as 19 horas;
-salas de aula com iluminação deficiente;
-computadores e projetores em funcionamento precário;
-só há um videocassete funcionando para 26 salas de aula;
-as TVs são muito pequenas para o tamanho das salas de aula;
-refrigeração é boa, mas poderia ser melhor;
-segurança patrimonial e individual insuficiente;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 Estudo de caso (cont.)
-telefonar para a faculdade chega a ser um verdadeiro
suplício (a qualquer hora);
-não há críticas ao comportamento do corpo funcional, só
elogios; e
-a direção está sempre prometendo a solução para tudo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 Estudo de caso (cont.)
Imediatamente Cordélia propõe ao grupo definir logo a
melhor tecnologia, porque, diz ela, “é tudo a mesma coisa.
Todas prometem que em pouco tempo tudo estará resolvido,
portanto, é só sortear uma”. Gisele achou graça e disse que
pensava de forma muito semelhante, havia lido mais
cuidadosamente um capítulo sobre gestão pela qualidade
total e um outro sobre empowerment. E concluiu que era
tudo muito parecido e que daria para somar as coisas boas
de ambas as tecnologias.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 Estudo de caso (cont.)
Jorge mudou o tom da conversa dizendo que achava que aquilo
tudo era desejo do professor em dar consultoria para a faculdade
e estava querendo que a gente encontrasse o caminho para ele.
“Muito engraçadinho”, disse Karla. O fala-fala aumentou e Elci
pediu “ordem na casa”. Na verdade, muitos riram da gracinha de
Karla, chamando o professor de engraçadinho. Janete fala mais
alto, apesar da pouca altura, e diz que quem queria consultoria de
graça era a própria faculdade. E discutiam de forma desordenada.
O tempo passa e José Elias, pai de Elci, oferece pão de queijo,
empadinha e refrigerante à vontade.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 Estudo de caso (cont.)
Todos se servem e Cordélia retoma a proposta. “Gente, diz
ela, vamos resolver logo isso, porque já vou embora e moro
longe, esqueceram?” Gisele quase interrompe e fala que era
preciso encontrar uma saída, pois outros grupos, parece,
receberam a mesma tarefa e todos tinham de sugerir alguma
coisa. Ela mesma sugeriu a reengenharia porque era
diferente de tudo que conhecia, mas dizia que havia o risco
de demissão em massa.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 Estudo de caso (cont.)
Voltou a pensar em GQT e Empowerment. Cordélia, muito
esperta, concordou no ato a espera de mais um ou dois votos
e encerra a “sessão”. Jorge achava que a reengenharia era
muito pesada para o ambiente da faculdade. E sugeriu
benchmarking porque assim eles teriam de ir atrás do
melhor e fazer melhor ainda. “Com certeza era um desafio e
tanto”, afirmou o próprio Jorge.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 Estudo de caso (cont.)
O tempo passa e mais uma rodada, agora de docinhos e um
pedaço de torta para comemorar os aniversários de Gessy e
Joel que estavam ausentes. Muito doce, muito bolo, muita
conversa, mas decidir estava difícil. E Jorge toma a palavra;
“é temos de achar a saída, deixe-me equacionar (foi
aplaudido quando disse equacionar), “o professor nos
ofereceu as seguintes tecnologias: gestão pela qualidade
total, reengenharia, empowerment, benchmarking e
terceirização. Até agora ninguém falou da terceirização”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 Estudo de caso (cont.)
E foi cortado por Karla, outra vez: “terceirização não
resolve nada e acho até que vai custar mais caro. Não quero
perder contato com essa gente boa da secretaria. Esse
pessoal faz o possível e o impossível para atender a gente. E,
de repente, a gente acaba tendo uma porção de problemas
até o novo pessoal entender a burocracia da faculdade que é
bem diferente dessas empresas por aí”. Jorge concordara
com Karla e pediu uma posição do grupo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 Estudo de caso (cont.)
E volta Cordélia, “gente, eu sugiro o seguinte: deixem tudo
comigo e depois de amanhã eu entrego ao professor a nossa
proposta que será uma somatória das coisas boas de cada
tecnologia, combinado? O grupo se entreolhou e Gisele disse:
“olha GQT e empowerment pra mim é a mesma coisa. Dá pra
juntar as duas, já’ disse!! Vamos esquecer o Benchmarking
porque não tem nada com GQT.A reengenharia tem umas
coisinhas que não resultarão negativas. A gente só tem que
esquecer a terceirização”. Foi aplaudida e assim acabou mais
uma reunião de grupo da parte do pessoal da aula do professor
César Luís”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 Estudo de caso (cont.)
Você (e seu grupo, se assim for o caso) deve analisar a
proposta de Cordélia e concluir pela aceitação ou não da
proposta. E deve ler com cuidado porque houve alguns
pequenos enganos de utilização desta ou daquela tecnologia.
Nota: este caso é hipotético, qualquer semelhança com
pessoas, empresas, etc. será mera coincidência.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 Questões para debate
1) A arquitetura organizacional consiste na
configuração, na dinâmica e na estética por intermédio
da qual os muitos elementos organizacionais se
combinam para criar uma realidade produtiva. Mas
quais são os elementos-chave nessas organizações que
precisam ser congruentes entre si? Cite e explique com
suas palavras cada um deles.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 Questões para debate
2) Cite, em qualquer ordem e explique quais são os Sete
Cs que acarretam a otimização organizacional, pois que
cada “C” descrito é totalmente integrado aos demais, ou
não é? Justifique sua resposta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 Questões para debate
3) Terceirização (outsourcing) é uma tecnologia que
apresentou algumas dificuldades de aplicação nas
empresas, porque o termo conquistou o seu espaço no
mercado, antes mesmo de ter sido difundido
corretamente pela universidade. Por conta disso, vale
dar a sua contribuição discorrendo acerca desta
tecnologia tão utilizada.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 Questões para debate
4) Retrabalho, refugo e desperdício são palavrinhas-
chave para a compreensão da Gestão pela Qualidade
Total (GQT), tecnologia esta que além de ir de encontro
a esses termos, busca o encantamento dos clientes,
pessoas que fazem cada vez mais a diferença no
mercado definindo em muitos casos a sobrevivência de
certas empresas. Mas afinal o que significa encantar
clientes? Explique bem a sua resposta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 Questões para debate
5) Partindo da idéia de aprender com o melhor, sem
copiar, o benchmarking vem se mostrando uma
tecnologia bastante atual e útil. Para tanto existem
diversos tipos que as empresas podem adotar. Opte por
um e explique como ele pode ser implementado e qual é
a sua utilidade.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 Questões para debate
6) Para que haja o desenvolvimento de organizações de
aprendizagem são necessárias: a integração do domínio
pessoal, modelos mentais, objetivo comum, aprendizado
em grupo e raciocínio sistêmico. Na sua opinião esta
inter-relação é estritamente necessária? Desenvolva a
sua posição.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 Questões para debate
7) De forma bastante simplória podemos definir
empowerment (empoderamento) como a tentativa de ampliar
o poder das pessoas da organização, o que parece um tanto
quanto perigoso, pois, como diz o ditado popular, “quanto
mais poder se tem, mais poder se quer ter”. Tomando por
base este ponto de vista, por que razão você acha que as
organizações devem se empenhar na implementação de tal
tecnologia? Seja consistente em seus argumentos.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 Questões para debate
8) O Open-book management propõe total transparência
na administração da empresa, principalmente na área
que diz respeito aos dados contábeis-financeiros. Para
tanto, é inevitável que haja alguns pré-requisitos para a
sua implementação. Portanto, cabe a você descrevê-las
com as suas palavras.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 Questões para debate
9) Com a proposta de se reduzir os ruídos existentes na
estrutura hierárquica e estreitando a relação entre as
pessoas da organização que atuam em diferentes níveis,
a gestão e organização horizontal apareceu com grande
força. Verdadeiro ou falso? Comente a sua resposta e
explique o que seriam ruídos.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 Questões para debate
10) Com o rótulo de tecnologia radical, a reengenharia,
assim como a terceirização e muitas outras, teve o seu
entendimento equivocado e chegou a ser confundida
com demissão em massa, o que não é o seu propósito.
Aliás, qual o propósito desta tecnologia? Seja claro na
sua explicação.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 Questões para debate
11) A Gestão e Organização Reversa é uma tecnologia
ainda em formação, fato este que a difere das demais.
Contudo algumas características suas como, por
exemplo, não haver interferência de quem não está
diretamente envolvido com o estudo são bastante claras.
Desse modo, eis a sua vez de explicar, pelo menos duas
outras características da tecnologia em questão.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 Questões para debate
12) Tecnologia recente, o Balanced Scorecard (BSC) tem a
sua importância, na medida em que possibilitou a
mensuração de elementos até então não mensuráveis. Ainda
assim, seus criadores colocam que ele não pode ser
confundido com um simples sistema de medição. Por que?
Que característica o distingue dos demais sistemas? E que
características guardam semelhança com os sistemas de
medição? Na sua resposta deve conter o atributo que o
distingue dos demais e uma característica que o assemelha,
com as devidas explicações.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 Questões para debate
13) Coaching é um procedimento bastante peculiar e
interessante de ser implementado no Brasil devido a
nossa cultura, porém, devido ao seu rótulo (treinador ou
coach), esta tecnologia é freqüentemente confundida
com os processos de treinamento. Em vista disso,
desfaça você esta confusão explicando o processo de
coaching e aproveite para identificar as diferenças e
semelhanças com o processo de treinamento.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 Questões para debate
14) Desfeita a confusão existente entre a ação do coach
e do treinamento e partindo da premissa que você tem
clara esta distinção e sabe no que consiste o processo de
coaching, vale praticar um pouco mais a sua capacidade
de diferenciar as tecnologias introduzindo o mentoring
em tal relação. Em suma, faça a distinção entre
mentoring de coaching e não economize palavras.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
9 Questões para debate
15) Tecnologia adotada por algumas empresas no Brasil,
mas com divulgação relativamente recente, a
governança corporativa vem se mostrando uma boa
tecnologia para as organizações, tendo em vista a sua
modelagem muito bem elaborada. Mas afinal o que é
governança corporativa? Quem está envolvido nesta
relação?
Gestão de Pessoas
10 Gestão de pessoas e a
terceirização; uma pesquisa
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Gestão de pessoas e a
terceirização; uma pesquisa
10.1 Preliminares
10.2 Objetivo
.Constatar o estado atual da tecnologia que cresceu no
país como um forte argumento no sentido de prover a
organização de condições mais adequadas de competir e
sobreviver por focar suas dinâmicas direcionadas quase
que exclusivamente aos seus produtos e/ou serviços.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Gestão de pessoas e a
terceirização; uma pesquisa
10.3 Contextualização
10.4 Delimitação do estudo
.Número não inferior a 30 (trinta) e nem superior a 50
(cinqüenta) empresas respondentes;
.Somente puderam participar da pesquisa as pessoas da
área de pessoas que realmente conhecem a organização,
como um todo; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Gestão de pessoas e a
terceirização; uma pesquisa
10.4 Delimitação do estudo
.Os questionários foram aplicados, também, via e-mail,
em profissionais sabidamente ocupantes de posições
relevantes na área de recursos humanos.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Gestão de pessoas e a
terceirização; uma pesquisa
10.5 Tipo de pesquisa
Quanto aos fins:
-Exploratória: por sua natureza investigatória e de
sondagem;
-Descritiva: pois visa descrever as influências da
terceirização nas organizações e, mais especificamente,
na área de recursos humanos; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Gestão de pessoas e a
terceirização; uma pesquisa
10.5 Tipo de pesquisa
Quanto aos fins:
-Explicativa: pois tinha o propósito de esclarecer de que
forma a terceirização pode ser uma boa tecnologia.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Gestão de pessoas e a
terceirização; uma pesquisa
10.5 Tipo de pesquisa
Quanto aos meios:
-Bibliográfica: foram consultadas obras de autores
brasileiros e autores não nacionais;
-Telematizada: auxílio da internet na busca de material
disponível e confiável; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Gestão de pessoas e a
terceirização; uma pesquisa
10.5 Tipo de pesquisa
Quanto aos meios:
-Pesquisa de campo: em função da investigação que foi
feita em empresas, via e-mail ou com a presença da
equipe da pesquisa.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Gestão de pessoas e a
terceirização; uma pesquisa
10.6 Universo e amostra
 Universo: empresas sediadas no Brasil.
 Amostra: 50 (cinqüenta) empresas.
10.7 Seleção dos sujeitos
.Os sujeitos da pesquisa foram os gestores de pessoas
localizados no terço superior das empresas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Gestão de pessoas e a
terceirização; uma pesquisa
10.8 Análise e tratamento dos dados
Questão nº 1
NOTA: apenas o registro dos nomes das pessoas
pesquisadas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Gestão de pessoas e a
terceirização; uma pesquisa
10.8 Análise e tratamento dos dados
Questão nº 2: Que cargo você ocupa dentro da
organização?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Gestão de pessoas e a
terceirização; uma pesquisa
Questão nº 2 (resultado):
2%
2% 2%
2%
4%
10%
16%
44%
4%
2%
2%
4%
6%
Analista de recursos humanos
Assessor administrativo
Assessora de superintendência
Chefe de departamento pessoal
Coordenador de recursos humanos
Diretor de recursos humanos
Gerente
Gerente de recursos humanos
Não responderam
Psicóloga
Secretário administrativo
Superintendente de recursos humanos
Supervisor de recursos humanos
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Gestão de pessoas e a
terceirização; uma pesquisa
Questão nº 3: UNIDADE
2%2%
6%
16%
4%
4%
2%
10%
8%
2%
2%
2%
36%
2%
2%
Administrativa
Assessoria de superintendência
Coordenação de telemarketing
Departamento administrativo
Departamento de recursos humanos
Departamento pessoal
Diretoria administrativa
Diretoria de gestão de pessoas
Diretoria de recursos humanos
Divisão de recursos humanos
Gerência corporativa de recursos humanos
Gerência de desenvolvimento de pessoas
Gerência de desenvolvimento organizacional
Gerência de recursos humanos
Superintendência de recursos humanos
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Gestão de pessoas e a
terceirização; uma pesquisa
Questão nº 4: Quem é o seu superior
hierárquico?
64%
20%
10%
4%2% Diretor
Gerente
Não responderam
Superintendente
Vice-presidente
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Gestão de pessoas e a
terceirização; uma pesquisa
Questão nº 5: Subunidades subordinadas?
Única questão que não foi possível tabular em face da
falta de um entendimento mais adequado. Seria possível
fazer uma listagem do que encontramos, principalmente
nas entrevistas presenciais, mas não haveria número que
trouxesse algum ganho para a própria pesquisa.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Gestão de pessoas e a
terceirização; uma pesquisa
Questão nº 6: Terceirizar é função apenas da sua
área?
14%
84%
2% Sim.
Não. É tambémfunção de outras áreas.
Quais?
Não responderam:
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Gestão de pessoas e a
terceirização; uma pesquisa
Questão nº 7: Que atividades estão
terceirizadas?
15%
8%
6%
11%
3%
3%
6%
3%
5%
2%
2%
6%
1%
10%
5%
14%
Limpeza
Gráfica
Recepção
Restaurante
Segurança
Telefonia
Telemarketing
Recrutamento
Seleção
Treinamento
Vendas
Serviço Social
Informática
Contabilidade
Jurídico
Outras? Quais?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Gestão de pessoas e a
terceirização; uma pesquisa
Questão nº 8: Você acredita que a terceirização na sua
empresa gerou benefícios? Se sim, qual o maior?
11%
11%
8%
10%
1%
7%
4%
18%
7%
18%
3%
1%
1%
Reduziu os custos passíveis de enxugamento e economia para a empresa.
Gerou uma maior competitividade porque temmais tempo para as atividades fins.
Gerou a excelência operacional emfunção da dedicação às atividades não terceirizadas.
Gerou uma maior competência pois a empresa passou a estar conectada só como negócio
propriamente dito.
Permitiu a demissão expressiva (muitos, quase ao mesmo tempo) semcausar constrangimentos para a
empresa.
Desobrigou a empresa de muitos encargos sociais.
Reduziu drasticamente a ocorrência de problemas de toda sorte, principalmente, como pessoal de
baixa remuneração.
Permitiu uma maior dedicação da sua área a questões vitais da empresa.
Reduziu a folha de pagamento, muitas vezes fonte de muitas discussões.
Gerou mais qualidade na atividade terceirizada emfunção da especialização.
Liberou espaço físico para melhor utilização.
Outro(s). Qual (ais)?
Não responderam:
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Gestão de pessoas e a
terceirização; uma pesquisa
Questão nº 9: A sua empresa utiliza a quarteirização?
Ou seja, há alguma empresa contratada controlando todas
as terceirizadas? Ou o controle é feito internamente? Se
sim, por qual unidade?
4%
46%
50%
Sim, a minha empresa utiliza a quarteirização.
Não, a minha empresa não utiliza a quarteirização e
nenhuma unidade faz este controle.
Não, a minha empresa não utiliza a quarteirização de forma
que o controle é passado para:
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Gestão de pessoas e a
terceirização; uma pesquisa
Questão nº 10: Qual seria a vantagem de ter uma
empresa quarteirizada ou mesmo uma unidade interna que
cuide das terceirizadas?
77%
11%
4%
0%
2%
6%
Não utilizamos a quarteirização.
Profissionalização da gestão de contratos e de
relacionamento entre as empresas terceirizadas.
Garantia jurídica e preservação econômica da relação
contratual.
Liberdade para ações internas mais relevantes.
Redução de custo de pessoal por eliminação de estrutura
interna responsável pelo controle das terceirizadas.
Não responderam:
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Gestão de pessoas e a
terceirização; uma pesquisa
Questão nº 11: Quais atividades trouxeram
dificuldades e resultaram em término da relação
comercial?
36%
64%
Tiveram dificuldade
Nenhuma dificuldade
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Gestão de pessoas e a
terceirização; uma pesquisa
Questão nº 12: Quem detém a tecnologia é a
terceirizada enquanto que a sua empresa nada incorpora
de conhecimento a respeito da atividade terceirizada. O
que você pensa dessa não transferência de tecnologia?
36%
30%
34%
Não é importante face aos negócios da empresa.
A tecnologia das atividades terceirizadas não é
significativa, a não ser na área de informática.
(alguma outra alternativa da sua empresa)
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Gestão de pessoas e a
terceirização; uma pesquisa
Questão nº 13: Muito se fala das barreiras culturais
existentes entre as pessoas regulares da organização e os
terceirizados. Em adição: muito, também, se fala do
desinteresse do terceirizado pela empresa onde está
trabalhando, por não pertencer a ela e isso poderia trazer
prejuízos, incluindo a perda da clientela. Qual a sua
opinião a respeito, considerando a empresa atual e sua
experiência anterior.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Gestão de pessoas e a
terceirização; uma pesquisa
Questão nº 13 (resultado):
28%
15%
28%
21%
4%
4%
Não consigo perceber diferenças culturais
significativas.
Realmente, o funcionário terceirizado por vezes cria
dificuldades por não pertencer à minha empresa,
havendo o risco de perda de clientela.
Problemas existem, mas é o preço da atividade
terceirizada e vale a pena.
Temos de repensar a terceirização. Há vantagens, mas
há prejuízos como a perda de clientela e dificuldades no
relacionamento como corpo social da minha empresa.
Não tenho opinião formada.
Não responderam.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Gestão de pessoas e a
terceirização; uma pesquisa
Questão nº 14: Qual a sua posição pessoal: a
favor ou contra a terceirização? Por que?
54%
2%
22%
2%
20%
A favor pelos benefícios já mencionados.
Contra pelas dificuldades de ajustamento da
empresa terceirizada à minha empresa.
Nemcontra, nema favor. Há benefícios e há
prejuízos, mas tudo isso é parte do negócio.
Não responderam
Outras afirmações
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Gestão de pessoas e a
terceirização; uma pesquisa
Questão nº 15: A terceirização aplicada ainda
resulta em melhor foco nos produtos e nos
serviços?
26%
50%
8%
16%
Sime não. Porquê?
Sim. Por que?
Não. Por que?
Não responderam
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Gestão de pessoas e a
terceirização; uma pesquisa
10.9 Enfim...
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Quick case
- Uma importante empresa do ramo alimentício, localizada no
sudeste, resolveu repensar uma decisão anterior do conselho
diretor que impedia a terceirização sob qualquer circunstância. E
assim, em pouco tempo, as atividades de higiene e limpeza foram
repassadas a terceiros. O serviço de restaurante também foi
terceirizado. É interessante mencionar que não houve reações
contrárias a presença de terceiros. Assim sendo, tais
terceirizações não problemáticas geraram um otimismo
incontrolável do gestor de pessoas que naturalmente assumira as
terceirizações, por serem as atividades mencionadas a ele
subordinadas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Quick case (cont.)
- Logo, não demorou a iniciar a terceirização da sua própria
unidade. Recrutamento e Seleção (R&S) foram as primeiras. Em
seguida, Treinamento e Desenvolvimento (T&D). Saúde e
segurança do trabalho e folha de pagamento já estavam mais ou
menos terceirizadas, não sendo difícil repassá-las a terceiros.
Esse entusiasmo acabou por gerar dificuldades na relação com os
terceiros. O gestor chegou a pensar que seria necessária a
quarteirização.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Quick case (cont.)
- Nesse ponto foi impedido pelo seu diretor de área que
argumentou no sentido da exigência da sua proximidade (dele,
gestor) e o gestor concordou, mas no dia seguinte sugeriu a
terceirização da equipe de vendas. Note que este processo
aparenta proporcionar uma redução de custos considerável.
Todavia, você considera oportuna uma terceirização na
velocidade empreendida pelo gestor? E mais, você considera que
até mesmo a área de vendas deve ser terceirizada?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Estudo de caso
Há pouco mais de quinze anos a terceirização chegou ao
Brasil como sendo uma tecnologia que iria livrar as
organizações das atividades não geradoras de resultados
financeiros e, por essa razão, deveriam ser passados a
terceiros que melhor fariam o trabalho, mas muitas vezes a
um custo indesejado. Traria as vantagens da despreocupação
com indenizações, férias, recolhimentos previdenciários e
tributários e as desvantagens da introdução (ou intromissão
para muitos) de uma organização dentro de uma outra
organização.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Estudo de caso (cont.)
E, hoje, em muitos casos, a introdução de muitas
organizações (terceirizadas) dentro de uma só e com uma
população funcional é capaz de descaracterizar a imagem,
qualquer que seja, da organização contratante.
Foi pensando nas vantagens que Carlos, gestor
administrativo de uma empresa comercial, resolveu que
faria terceirização do que fosse possível. Elaborou um plano
que mostrava excepcionais ganhos financeiros em função da
redução drástica de custos com pessoal.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Estudo de caso (cont.)
Deixou a proposta com Gustavo Mendez, vice-presidente
executivo, que em uma semana depois iria apresentá-la ao comitê
de gestão organizacional composto da direção superior, dos
gestores e uma representação do quadro funcional.
A semana vai passando e Carlos pouco falava do seu plano, isso
aumentava a curiosidade de muitos, inclusive, de outros gestores
que, estranhamente, nada sabiam. Rosa, representante do quadro
funcional, pediu a presença dele na sala de reuniões da
associação do corpo funcional e ele lá estava logo após o almoço.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Estudo de caso (cont.)
A conversa não chegou a ser longa e não produziu nenhum
resultado. Um bom número de pessoas estava presente e
insistia no questionamento. “Afinal, nossos empregos estão
em jogo e a gente quer saber que plano é esse que só você e
o vice-presidente executivo sabem”, disse Rosa. Carlos, o
gestor, apenas afirmava que o plano traria benefícios
incalculáveis para a empresa. “E para nós?”, gritou uma
pessoa que estava transtornada.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Estudo de caso (cont.)
A reunião estava marcada para a terça-feira e na segunda-
feira o VP-executivo chama o gestor e fica com ele mais de
uma hora. O gestor sai e dá um até logo para a secretária,
esboçando um leve sorriso. O gestor se encontra com outras
pessoas e mantém o silêncio. Silêncio é a alma do negócio
diz o ditado.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Estudo de caso (cont.)
E chega o dia. Todos reunidos e o vice-presidente executivo
passa a palavra para o gestor administrativo. Cópias do
plano são passadas para os membros do comitê e começa a
apresentação formal do plano. No plano vem proposta
concreta de terceirizar TODA a gerência de recursos
humanos. Isso mesmo, absolutamente toda a área estaria em
mãos de terceiros. A recepção, a portaria e a segurança já
eram terceirizadas, mas havia um item onde os terceiros
seriam outros, em função de um preço mais adequado.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Estudo de caso (cont.)
TODA gerência de vendas iria, também, para as mãos de
terceiros. As secretárias passariam a compor um pool
(núcleo) de secretárias passadas a terceiros. Havia um
componente legal-trabalhista que teria de ser trabalhado no
caso específico das secretárias porque elas não seriam
passadas a uma empresa terceirizada. Os seis motoristas
também passariam para terceiros. Para controlar as empresas
terceirizadas seria contratada uma outra empresa que faria a
chamada quarteirização, ou seja, uma empresa terceirizada
controlaria todas as outras terceirizadas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Estudo de caso (cont.)
É dado um ponto final, não sem antes o expositor mostrar
uma planilha demonstrativa da incrível redução de gastos,
muito próximo dos 20%, podendo chegar a 23 ou 25%,
dependendo da contratação das terceirizadas.
Rafael, gerente de RH pede a palavra e faz uma longa
exposição sobre os riscos da terceirização. Usou como
exemplo a recepção, a portaria, a segurança e os motoristas.
Até então a empresa tinha um quadro excelente de pessoas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Estudo de caso (cont.)
Todos muito educados com um salário adequado. E, continuava:
“qual a garantia que as terceirizadas trariam pessoal de qualidade
equivalente ao pessoal que hoje nos atende diariamente? E,
mesmo não sendo de vendas, mostrou uma razoável perplexidade
quando soube que vendas sairia do controle absoluto da empresa.
Terceiros iriam assumir este controle. O gestor administrativo
chegou a dizer que num certo sentido a terceirização já existia,
em função dos muitos escritórios de representação. Flávio,
gerente de vendas, pouco falou, mas pediu, ali mesmo, uma
reunião com a vice-presidência executiva.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Estudo de caso (cont.)
Por fim, falou Renata, outra representante do corpo
funcional, deixou clara a sua posição dizendo que o maior
derrotado seria a própria empresa e perguntava: “quem
garante que essas terceirizadas todas têm a mesma garra que
nós que estamos aqui faz muito tempo. Vamos reduzir gastos
e imagino que iremos reduzir ganhos”. Pediu a lixeira como
destino final daquela “coisa”: o plano das terceirizações.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Estudo de caso (cont.)
Você (ou o seu grupo, se for o caso) deve manifestar a
posição com relação ao plano do gestor administrativo,
podendo mandar totalmente ou não o plano para a lixeira.
Importante justificar a posição do grupo.
Nota: este caso é hipotético, qualquer semelhança com
pessoas, empresas, etc. será mera coincidência.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Questões para debate
NOTA: neste capítulo nos fixamos na apresentação de
dados e conclusões de uma pesquisa vinculada às atividades
condizentes a gestão de pessoas, trazendo desta forma a
oportunidade de você estar em sintonia com o mercado. Em
vista disso, as questões que serão colocadas a seguir, podem
não ter respostas no corpo do texto, ou mesmo não
apresentar uma única resposta correta. Contudo, essa é a
idéia, ou seja, fazer com que você veja a realidade e seja
capaz de trabalhá-la.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Questões para debate
1) Há autores que consideram que a terceirização é uma
“tecnologia que viabiliza a criação de um processo
articulado de transferência a terceiros, das atividades
chamadas acessórias e de apoio à finalidade maior da
empresa”. Você concorda ou discorda? Diga o porquê de
sua resposta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Questões para debate
2) A pesquisa em tela foi classificada quanto aos fins,
segundo Vergara (2000), como exploratória, descritiva e
explicativa. Que vertentes explicam esta classificação?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Questões para debate
3) Durante a análise e tratamento dos dados coletados na
pesquisa, constatou-se que 44% dos respondentes
ocupavam, no período da pesquisa, o cargo referente à
gerência de recursos humanos da empresa. Mesmo assim, o
texto admite que algumas organizações optaram por
terceirizar este setor. Tomando este dado por base, você
acredita que, no mercado atual, o número de empresas que
terceirizam esta atividade é alto? Por que? Será este um bom
sinal? Justifique a sua resposta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Questões para debate
4) Durante o questionamento, rótulos acerca da área
responsável pelas pessoas da organização apareceram
das formas mais diversas. Contudo, os quatro pontos
percentuais (4%) referentes ao departamento de pessoal
(DP) e os 52% das gerências e departamentos de
recursos humanos, demonstraram claramente uma
evolução da área não só com relação a seu rótulo, mas
como também à sua estrutura;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Questões para debate (cont.)
4) Por conta disso, que termo você acredita que melhor
define este tipo de atividades nas empresas? Nem
precisamos reforçar que a sua resposta deve vir
embasada de um bom argumento.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Questões para debate
5) Ao questionarmos quanto à terceirização da área referente
à gestão de pessoas, 84% dos respondentes afirmaram que
esta terceirização foi feita em outras áreas, como, por
exemplo, a jurídica, manutenção e administrativa. Na sua
opinião essas áreas podem ser terceirizadas? E a gestão de
pessoas, ou outra nomemclatura, pode ser terceirizada?
Entenda que o importante é você, não só expressar a sua
opinião, mas como também buscar argumentos que a
sustentem.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Questões para debate
6) Em relação às atividades que as organizações costumam
terceirizar, percebeu-se que 48% englobavam atividades
que, apesar de parecerem não agregar valor, teoricamente
estariam sob o comando do titular a área de pessoas caso
não fossem terceirizadas. Partindo desta visão simplista,
você concorda que as atividades referentes a restaurante e
limpeza só iriam sobrecarregar o gestor de pessoas que já
tem muitas tarefas a cumprir? E mais, que tipos de
atividades você acha que devem ou não ser terceirizadas e
por que.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Questões para debate
7) É sabido que terceirizar gera inúmeros benefícios,
como, por exemplo, redução de custos, competitividade,
excelência operacional; no entanto, existe um que é o
principal para compreender a importância deste
procedimento. Que benefício é este? Explique-o de
forma detalhada.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Questões para debate
8) Neste momento vale retomar uma questão que foi
levantada no decorrer do texto tendo em vista que 46% das
respostas referentes à utilização da quarteirização
demonstraram a sua ausência e total falta de preocupação
com relação à gestão das terceirizadas. Portanto, eis a sua
vez de responder: é ou não é aconselhável que as empresas
detenham controle centralizado sobre a operação de
terceiros? Justifique a sua reposta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Questões para debate
9) Prosseguindo com a preocupação que possibilitou a
questão nº 6, mas um dado nos surpreendeu, mas agora com
relação a uma vantagem específica de se ter uma empresa
quarteirizada, ou mesmo uma unidade interna cuidando das
terceirizadas. Este dado consiste os 4% referentes a
garantias jurídicas. A que você relaciona este percentual tão
aquém do esperado? Use a criatividade e o resultado de
outras questões da pesquisa para explicar a sua resposta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Questões para debate
10) Apesar de termos um percentual alto, 64%,
demonstrando uma boa relação entre empresas e
terceirizadas, em contrapartida, 36% não conseguiram
manter tal relação vantajosa e essa é uma porcentagem
significativa, não podendo, portanto, ser desprezada.
Mas afinal, que tipos de problemas podem ocorrer neste
processo de terceirização? Especule a respeito.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Questões para debate
11) Seguindo na linha de raciocínio da questão nº 10, uma
das atividades que apresentou problemas, segundo os
respondentes, foi a referente à limpeza. Todavia, por quatro
vezes houve uma nova contratação e apenas um respondente
admitiu não ter contratado ninguém no lugar. Para você, esta
diferença mostra que limpeza realmente nada agrega a
empresa? E mais, o fato de ter tido novas contratações
demonstra alguma preocupação com este setor? Bom...
exponha a sua opinião.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Questões para debate
12) Um ponto ressaltado foi a transferência de
tecnologia entre a contratada e a contratante que
estabelecem uma relação de terceirização. Neste
sentido, qual é a sua posição? Você acha que existe esta
transferência, ou não? Aliás, para você, ela faz sentido?
Seja breve, porém claro em suas colocações.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Questões para debate
13) Choque de culturas é um acontecimento muitas
vezes inevitável ao se adotar a terceirização. Os dados
da pesquisa nos mostram que enquanto 28% não
conseguem perceber diferenças culturais, 15% admitem
que as pessoas terceirizadas criam dificuldades e 21%
chegam a “colocar em xeque” a terceirização. Assim
sendo, temos os dois lados desse choque: o bom e o
ruim. Seria você capaz de descrevê-los?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Questões para debate
14) Agora chegou a hora de você se posicionar diante da
indagação que propiciou a pesquisa e o levantamento de
todos os dados dispostos neste capítulo: afinal de contas
a terceirização aplicada ainda resulta num melhor foco
nos produtos e nos serviços? Sim ou não? Por que?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
10 Questões para debate
15) No corpo do texto por vezes apareceu um termo tão
comum no âmbito empresarial chamado core business,
você sabe seu significado? Explique-o com suas
palavras.
Gestão de Pessoas
11 A importância das técnicas gerenciais
na gestão de pessoas; uma pesquisa
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 A importância das técnicas gerenciais
na gestão de pessoas; uma pesquisa
11.1 Preliminares
11.2 Objetivo
.Identificar quais tecnologias vêm sendo largamente
utilizadas com sucesso por nossos profissionais na área de
gestão de pessoas, as razões maiores desse sucesso e os
porquês deste resultado ser tão positivo no Brasil.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 A importância das técnicas gerenciais
na gestão de pessoas; uma pesquisa
11.3 Justificativa
11.4 Contextualização
11.5 Delimitação do estudo
.Número não superior a 40 (quarenta) empresas; e
.O tempo de entrevista, não foi superior a 1(uma) hora
quando entrevista presencial.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 A importância das técnicas gerenciais
na gestão de pessoas; uma pesquisa
11.6 Tipo de pesquisa
Quanto aos fins:
-Exploratória: por sua natureza investigatória e de
sondagem;
-Descritiva: pois visa descrever o uso e as influências das
tecnologias de gestão organizacional nas empresas; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 A importância das técnicas gerenciais
na gestão de pessoas; uma pesquisa
11.6 Tipo de pesquisa
Quanto aos fins:
-Explicativa: pois tinha o propósito de esclarecer de que
forma esta ou aquela abordagem representam uma boa
tecnologia para a empresa em pesquisa.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 A importância das técnicas gerenciais
na gestão de pessoas; uma pesquisa
11.6 Tipo de pesquisa
Quanto aos meios:
-Bibliográfica: foram consultadas obras de autores
brasileiros e autores estrangeiros;
-Telematizada: auxílio da internet na busca de material
disponível e confiável; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 A importância das técnicas gerenciais
na gestão de pessoas; uma pesquisa
11.6 Tipo de pesquisa
Quanto aos meios:
-Pesquisa de campo: em função da investigação que foi
feita em empresas com a presença do professor-
coordenador da pesquisa e outros membros que
compuseram a equipe.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 A importância das técnicas gerenciais
na gestão de pessoas; uma pesquisa
11.7 Universo e amostra
 Universo: empresas sediadas por todo o país; e
 Amostra: não superior a 40 (quarenta) empresas.
11.8 Seleção dos sujeitos
.Os sujeitos da pesquisa foram os gestores de pessoas
e/ou diretores que têm a função de RH sob sua direta
orientação.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 A importância das técnicas gerenciais
na gestão de pessoas; uma pesquisa
11.9 Análise e tratamento dos dados
Questão nº 1
NOTA: registro apenas do nome do pesquisado.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 A importância das técnicas gerenciais
na gestão de pessoas; uma pesquisa
11.9 Análise e tratamento dos dados
Questão nº 2: Que cargo você ocupa dentro da
organização?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 A importância das técnicas gerenciais
na gestão de pessoas; uma pesquisa
Questão nº 2 (resultado):
52%
4%
3%
3%
7%
3% 3%
3% 3%
4%
12%
3%
Analista de recursos humanos
Assessor administrativo
Assessora da superintêndência
Chefe de departamento de pessoal
Coordenador de recursos humanos
Diretor de recursos humanos
Gerente
Gerente de recursos humanos
Não responderam
Psicóloga
Superintendente de recursos humanos
Supervisor de recursos humanos
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 A importância das técnicas gerenciais
na gestão de pessoas; uma pesquisa
Questão nº 3: UNIDADE
3%
3%
3%
19%
5%
3%
3%
9%
9%
3%
3%
3%
34%
Administrativa
Assessoria de superintendência
Coordenação de telemarketing
Departamento de recursos humanos
Departamento pessoal
Diretoria administrativa
Diretoria de gestão de pessoas
Diretoria de recursos humanos
Divisão de recursos humanos
Gerência corporativa de recursos humanos
Gerência de desenvolvimento de pessoas
Gerência de desenvolvimento organizacional
Gerência de recursos humanos
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 A importância das técnicas gerenciais
na gestão de pessoas; uma pesquisa
Questão nº 4: Quem é o seu superior hierárquico?
3%
3%
3%
19%
5%
3%
3%
9%
9%
3%
3%
3%
34%
Administrativa
Assessoria de superintendência
Coordenação de telemarketing
Departamento de recursos humanos
Departamento pessoal
Diretoria administrativa
Diretoria de gestão de pessoas
Diretoria de recursos humanos
Divisão de recursos humanos
Gerência corporativa de recursos humanos
Gerência de desenvolvimento de pessoas
Gerência de desenvolvimento organizacional
Gerência de recursos humanos
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 A importância das técnicas gerenciais
na gestão de pessoas; uma pesquisa
Questão nº 5: Subunidades subordinadas
.A questão ficou prejudicada em função de entendimento
diferenciado entre os pesquisados. Mesmo assim, vimos a
presença maciça das atividades típicas e tradicionais de
RH.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 A importância das técnicas gerenciais
na gestão de pessoas; uma pesquisa
Questão nº 6: Que tecnologia(s) (técnicas) é
(são) aplicadas(s) no dia a dia da área sob a sua
orientação? (mais de uma se for o caso)
16%
17%
16%
11%
9%
16%
3%
4%
8%
Aprendizagem Organizacional
Balanced Scorecard
Benchmarking
Coaching/Mentoring
Empowerment
Estrutura e gestão horizontal e em rede
Gestão pela Qualidade Total
Reengenharia
Outra(s). Qual(is)?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 A importância das técnicas gerenciais
na gestão de pessoas; uma pesquisa
Questão nº 7: Por que a(s) tecnologia(s) acima é
(são) aplicada (s)? (mais de uma, se for o caso)
42%
42%
5%
11%
Porque auxiliamna solução de problemas.
Porque agregammais valor ao resultado final
da atividade.
Porque é uma exigência da administração
central (no Brasil ou outro país).
Porque a(s) tecnologia(s) é uma prática usual
emorganizações semelhantes.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 A importância das técnicas gerenciais
na gestão de pessoas; uma pesquisa
Questão nº 8: A(s) tecnologia(s) referente(s) a
questão nº seis é (são) aplicada(s) com adaptações
à realidade da empresa?
42%
42%
5%
11% Porque auxiliamna solução de problemas.
Porque agregammais valor ao resultado final
da atividade.
Porque é uma exigência da administração
central (no Brasil ou outro país).
Porque a(s) tecnologia(s) é uma prática usual
emorganizações semelhantes.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 A importância das técnicas gerenciais
na gestão de pessoas; uma pesquisa
Questão nº 9: Por que ainda não temos (nós,
Brasil) uma tecnologia nossa, bem brasileira?
27%
47%
3%
0%
0%
23%
Não temos pesquisas e os pesquisadores pouco podemfazer
porque faltamrecursos.
Temos pesquisas, porémos pesquisadores pouco podemfazer
devido a falta de recursos.
Não há necessidade, pois basta ajustar as tecnologias que vêmde
outros países.
Os acadêmicos (profissionais do magistério e de pesquisa), em
geral, não têminteresse emcriar nada.
Os acadêmicos (profissionais do magistério e de pesquisa) não têm
competência para criar tecnologias brasileiras.
Outra opinião. Qual?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 A importância das técnicas gerenciais
na gestão de pessoas; uma pesquisa
Questão nº 10: Você acha que é importante
conhecer e utilizar as tecnologias em tela? Por
que?
33%
67%
0%
0%
0%
Conhecer sim, utilizar talvez, pois depende da filtro do executivo.
Sim, é importante conhecer e utilizar porque ajuda no crescimento
pessoal e profissional.
Não, não é importante, porque temos soluções brasileiras que não
dependemde propostas estrangeiras.
É importante, mas não é fundamental no crescimento pessoal.
Não, não é importante, porque profissionais do Brasil têmsempre
umjeitinho para dar andamento a problemas, emgeral.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 A importância das técnicas gerenciais
na gestão de pessoas; uma pesquisa
Questão nº 11: Você acredita que todos os
gerentes, não importando, a área de atuação,
devem conhecer as tecnologias originadas de
outros países (retorne à questão seis, se
necessário) e por que?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 A importância das técnicas gerenciais
na gestão de pessoas; uma pesquisa
Questão nº 11 (resultado):
3%
97%
Não, não acho que devem conhecer as tecnologias
informadas acima. Temos as nossas alternativas e não
dependemos de tecnologias oriundas de outras
sociedades.
Sim e não. Porque qualquer um pode encontrar caminhos
profissionais ou via tecnologias estrangeiras ou
alternativas brasileiras mesmo. Mas é interessante saber,
com certeza.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 A importância das técnicas gerenciais
na gestão de pessoas; uma pesquisa
Questão nº 12: Você acredita que eventuais
tecnologias brasileiras serão capazes de promover
aperfeiçoamentos superiores às tecnologias
originadas de outras sociedades?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 A importância das técnicas gerenciais
na gestão de pessoas; uma pesquisa
Questão nº 12 (resultado):
74%
20%
3% 3%
Sim, tecnologias nacionais poderão representar melhor as nossas
demandas organizacionais.
Sim, desde que criadas, mas considerando as contribuições de
estudiosos estrangeiros.
Não, não vejo a criação de tecnologias brasileiras numfuturo
próximo, emface da dificuldade de se pesquisar no Brasil.
Não, mesmo comapoio a estudos e pesquisas não percebo esse
esforço, emface do aparente pouco interesse dos nossos
estudiosos.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 A importância das técnicas gerenciais
na gestão de pessoas; uma pesquisa
Questão nº 13: Você acredita que a estrutura
hierárquica cederá lugar a uma estrutura onde
prevaleça o trabalho de equipes
interdepartamentais? Por que?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 A importância das técnicas gerenciais
na gestão de pessoas; uma pesquisa
Questão nº 13 (resultado):
0%
30%
70%
Não. A estrutura hierárquica existe há mais de 100 anos e
não vejo razões para mudar.
Sime não. Por vezes, o trabalho emequipe ajuda bastante,
mas não há necessidade de se alterar a estrutura
hierárquica.
Sim. Os tempos mudarame, hoje, o trabalho emequipe é um
imperativo organizacional o que vemalterando a estrutura
vertical, hierárquica, no sentido da horizontalização,
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 A importância das técnicas gerenciais
na gestão de pessoas; uma pesquisa
Questão nº 14: Como você projeta o futuro da
área de recursos humanos?
.Questão aberta para respostas livres.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 A importância das técnicas gerenciais
na gestão de pessoas; uma pesquisa
Questão nº 15: Que pergunta você acha que
ficou faltando e qual teria sido a sua resposta
.Aqui convidamos para que seja respondida uma questão
que não foi formulada.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 A importância das técnicas gerenciais
na gestão de pessoas; uma pesquisa
11.10 Enfim...
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Quick case
- Todos reunidos num almoço de aniversário do vice-diretor
executivo de uma importante empresa do ramo têxtil. A conversa
seguia animada quando o diretor executivo perguntou em alto e
bom som ao seu gestor de pessoas o que ele achava da tecnologia
de gestão horizontal. José Paulo, o gestor, olhou espantado para o
seu vice-diretor e não entendeu porque uma pergunta daquelas
num ambiente tão festivo, com chopes e vinhos já “rolando”. O
gestor de pessoas imediatamente respondeu, perguntando: “o
senhor está querendo dizer estrutura e gestão horizontal e em
rede?”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Quick case (cont.)
- O vice-diretor retrucou: “sim. O rótulo não me interessa.
Quero saber o que é isso”. Zé Paulo apenas argumentou se eles
não poderiam conversar numa outra hora sobre isso e,
encerrando esse pequeno diálogo, o vice-diretor disse: “já que
você não sabe o que é, podemos conversar amanhã, depois de,
naturalmente, você ler uns livrinhos sobre o assunto” e sorriu
ironicamente. A noite, em casa, Zé Paulo ligou para um grande
amigo psicólogo e ouviu dele o seguinte: “Zé, o cara quis te
testar e, muito provavelmente, sabia que tu não conhecias a
tecnologia que imagino ser nova no campo da administração.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Quick case (cont.)
- Amanhã, quando você fores conversar com ele, terás duas
opções. Ou tu mostras que não conhecia e que efetivamente leu a
noite sobre o assunto, ou que sabia, mas preferiu não conversar
sobre naquele momento tão festivo”. Considerando que esta
tecnologia é recente, o que você faria no lugar de Zé Paulo?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Estudo de caso
Carolina, vice-presidente da área comercial, chama Bosco
para conversar seriamente sobre o resultado de uma
pesquisa que indicava um percentual expressivo de gestores
de pessoas ou profissionais de bom nível nesta área que
conhecia as tecnologias de gestão organizacional. Bosco,
também vice-presidente, só que de relacionamento com o
mercado, ficou satisfeito quando ouviu de Carolina mais
números da pesquisa. Mas aí quis saber o porquê dela tê-lo
chamado.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Estudo de caso (cont.)
Carolina foi logo dizendo que Bosco tinha memória curta e fez
lembrar de uma reunião com executivos de uma outra consultoria
internacional onde Rogério, titular da área de pessoas, estava
presente e num dado momento da conversa ficou surpreso ao
ouvir que o consultor visitante sugerira a uma empresa cliente
que abrissem a empresa para todo o corpo funcional, com o
propósito de encontrar a saída para os problemas de ordem
financeira. Rogério entrou na conversa e disse ser muito
arriscado contar tudo para quadro funcional, o risco seria o de se
veicular informações sobre a situação de caixa.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Estudo de caso (cont.)
Carolina continuou dizendo que nesse momento olhou para
Rogério querendo “trucidá-lo”. E disse que o consultor
prosseguiu mais um pouco e fechou a conversa dizendo que
a tal empresa ia bem, naquele momento. A reunião que era
sobre contratação de novos talentos se estendeu por mais um
tempo e foi encerrada.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Estudo de caso (cont.)
Bosco acalmou Carol (como era chamada pelos mais
próximos) dizendo que Rogério queria ser simpático
participando da conversa com executivos de alto nível de
uma empresa concorrente. Mas Carol disse que ele poderia
ter sido simpático com alguma competência. A conversa
acaba por aí e Bosco volta para se relacionar com o
mercado.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Estudo de caso (cont.)
À noite Carolina telefona par Juliana Maria, sócia-diretora de
uma empresa de assessoria em RH, conta sobre a tal pesquisa e
do fato do Rogério ter “pisado na bola” quando disse bobagem
ao tentar se envolver numa conversa com o pessoal da KRSS &
Associados. Tentou mostrar que sabia sobre tecnologias de
gestão organizacional e terminou por mostrar que não sabia nada.
Ju tranqüilizou Carol dizendo que às vezes acontece. Carol
desliga e não satisfeita liga para Elizabeth Tomin, amiga de longa
data e diretora de gestão de pessoas numa agência
governamental.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Estudo de caso (cont.)
Diferentemente de Juliana, Beth acha que ela tem de fazer
alguma coisa. Entende que ninguém é obrigado a saber tudo, mas
tem de saber alguma coisa. Um gestor de pessoas não pode ser
conhecedor só das ações de aproveitamento ou descarte dos
recursos humanos da empresa. Tem de ter alternativas para ações
estratégicas e ações estratégicas envolvem a empresa como um
todo, ou seja, envolve também o ambiente “lá fora”. Beth
entendeu porque Carol chamou Bosco, que é VP de
relacionamento com o mercado e antes de falar coisas do mundo
social, sugeriu uma conversinha com Rogério.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Estudo de caso (cont.)
No dia seguinte bem cedo, Carol chama Rogério e pergunta
a ele se conhecia a tal pesquisa feita só (enfatizou bem) com
gestores de pessoas e/ou profissionais de bom nível da área.
Rogério confirmou que sabia qualquer coisa, mas não se
interessou muito porque ali, na empresa, havia muito
consultor organizacional que poderia dar uma ajuda. “A
Karina está doida para participar dessas conversas”, disse
em tom irônico.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Estudo de caso (cont.)
De qualquer maneira disse que sabia alguma coisa. Carolina
estava realmente incomodada com a tranqüilidade do gestor e
resolveu retomar a conversa e disse: “para ser sincera Rogério eu
acho que você tem que se preparar melhor para a posição que
ocupa. Não posso entender como um gestor da minha empresa
mostra desconhecimento sobre coisas da organização para um
executivo de uma empresa concorrente”. Rogério interrompeu
bruscamente, dizendo: “você fala isso só porque eu não sabia o
que era Open-systems management?”
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Estudo de caso (cont.)
Nesse momento Carol percebeu que ele ficara tocado com a
bobagem que disse e foi saber mais sobre o assunto. Isso
comprovava que realmente não sabia muita coisa. E para
você (ou seu grupo) que vai analisar o caso convém dizer
que a tecnologia é recente e de uso, principalmente, em
situações cruciais, como a de quase falência.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Estudo de caso (cont.)
De repente, ela pergunta se ele conhecia uma outra
tecnologia bem diferente da Open-systems (Gestão com
livro aberto, em bom português) e cita o rótulo:
benchmarking. Ele respondeu sem nem pensar: é uma
tecnologia que permite a cópia de produtos. E completou:
“uma empresa produz, por exemplo, telefone sem fio e com
possibilidade de receber e enviar e-mails.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Estudo de caso (cont.)
Uma outra empresa decide copiar, só mudando uma coisinha
aqui, outra ali. E pronto: fez benchmarking”. Ela fez mais
algumas perguntas e amenizou a conversa, mas prometendo
retornar ao assunto mais à frente. Rogério saiu da sala com o
semblante fechado. À noite ela voltou a ligar para as amigas e
contou o que ele dissera de benchmarking e ambas deram, em
telefonemas separados a mesma sugestão, imediatamente aceita
por Carolina. Carol ainda ligou para Mariângela que chegara de
férias e contou tudo e Mari deu a mesma sugestão de Juliana e
Elizabeth.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Estudo de caso (cont.)
Você (e seu grupo, se for o caso) deve apresentar à classe qual
teria sido a sugestão dada pelas amigas e o resultado esperado e
comentar o que vocês acharam do desconhecimento de Open-
systems management (Gestão com livro aberto) e da afirmação
sobre benchmarking, fazendo um longo comentário, inclusive,
dando definições e conceitos sobre ambas as tecnologias.
Nota: este caso é hipotético, qualquer semelhança com pessoas,
empresas, etc. será mera coincidência.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Questões para debate
NOTA: neste capítulo nos fixamos na apresentação de
dados e conclusões de uma pesquisa diretamente vinculada
às atividades condizentes a gestão de pessoas, trazendo desta
forma a oportunidade de você estar em sintonia com o
mercado. Em vista disso, as questões que serão colocadas a
seguir, podem não ter respostas no corpo do texto, ou
mesmo não apresentar uma única resposta correta. Contudo,
essa é a idéia; ou seja, fazer com que você veja a realidade e
seja capaz de trabalhá-la.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Questões para debate
1) O objetivo da pesquisa foi o de identificar quais
tecnologias vêm sendo largamente utilizadas, com sucesso,
por nossos (as) profissionais na área de gestão de pessoas, as
razões maiores de tal sucesso e os porquês deste resultado
ser tão positivo no Brasil. Por conta disso, o fato de enfocar
os responsáveis pelas pessoas da organização, possibilitou
um resultado. Mas, se enfocássemos a área financeira, por
exemplo, o resultado seria diferente? Justifique a sua
resposta especulando o que poderia ter acontecido.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Questões para debate
2) A pesquisa em tela foi classificada quanto aos meios,
segundo Vergara (2000), como bibliográfica,
telematizada e pesquisa de campo. Que fatos explicam
esta classificação?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Questões para debate
3) Na pesquisa em tela 62% dos respondentes
apresentam a diretores, presidentes e superintendentes
como sendo o seu superior hierárquico, o que trouxe
maior confiabilidade para a pesquisa. Logo, você pode
imaginar que fazer uma pesquisa com os níveis mais
baixos da organização teria o seu valor reduzido.
Concorda ou discorda? Por que?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Questões para debate
4) Ainda com relação aos 62% referentes a
administração superior, é importante atentar para o fato
de que apenas dois respondentes do total (40) apontaram
este diretor como sendo de recursos humanos. Portanto,
se apenas 12% das unidades em que os respondentes
atuam não estão diretamente ligadas à gestão de
pessoas, como você explica a subordinação a outros
cargos que não o diretor específico de recursos
humanos?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Questões para debate
5) Quanto à aplicação das tecnologias no Brasil, foi
percebido que há uma nítida dispersão,
conseqüentemente, destacando os extremos temos o
benchmarking (17%) e a reengenharia (3%). Como
explicar estes extremos? Seja convincente na sua
reposta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Questões para debate
6) Prosseguindo a questão nº 5, coaching e mentoring,
apesar de recentes, receberam a mesma porcentagem
que Gestão pela Qualidade Total (GQT), ou seja, 16%.
No entanto, não podemos esquecer que esta última
consiste em uma das tecnologias mais antigas. Então,
cabe questionar: por que GQT ainda é tão utilizada?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Questões para debate (cont.)
6) E mais, como os profissionais podem acreditar numa
tecnologia tão recente como o coaching e o mentoring?
Talvez quando você se colocar no lugar de um
profissional fique mais fácil chegar a sua resposta, mas
isso é só uma sugestão.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Questões para debate
7) Ao questionarmos acerca da aplicabilidade das
tecnologias com o intuito de descobrir se tal esforço tinha
fundamento, ou se eles conseguiam enxergar as vantagens
de tal procedimento, obtivemos um resultado realmente
significativo, porque 84% (porque auxiliam na solução de
problemas – 42% – e porque agregam mais valor ao
resultado final da atividade – 42%) dos respondentes
demonstraram conhecer as vantagens de tal procedimento. E
você, sabe o por que se deve adotar tais tecnologias?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Questões para debate
8) Ao se estudar as tecnologias, é inegável conceber que
não foram elaboradas no nosso país. Mas ainda, a
importação sem as devidas adaptações parecia bastante clara
antes de terminar a pesquisa. Diz-se isto, pois os dados nos
mostram o contrário, ou seja, um número substancial de
respondentes, 62%, admitem que existe a adaptação a nossa
realidade. Eis a sua vez de se posicionar. Na sua opinião,
existe ou não esta adaptação? Em resposta positiva, que
benefícios ela gera? Em resposta negativa, quais são os
malefícios?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Questões para debate
9) Em relação às justificativas colocadas para a não
existência de uma tecnologia brasileira, uma delas
recebeu um grande destaque, com 47%. Os
respondentes admitiram que pesquisas existem, e este
capítulo e o capítulo anterior são provas disso, mas os
pesquisadores pouco podem fazer, pois lhe faltam
recursos. Aliás, você acredita que esta justificativa é
válida? Que outro argumento você utilizaria?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Questões para debate
10) É fato que as tecnologias oriundas de outras
sociedades são muito importantes para quem optou por
exercer atividades no âmbito empresarial. Aliás, 97%
dos respondentes entendem que tais tecnologias os
credenciaram na busca por seu espaço profissional.
Verdadeiro ou falso? Justifique a sua resposta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Questões para debate
11) Na pesquisa 74% dos respondentes afirmaram que
nossas tecnologias podem representar crescimento para
as empresas brasileiras estando, portanto, a excelência
mais próxima, visto que as tecnologias também estão
mais próximas das nossas verdadeiras demandas. Qual a
sua posição com relação aos benefícios gerados por uma
tecnologia nossa, bem brasileira? Vale o empenho em tal
esforço?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Questões para debate
12) A estrutura e gestão horizontal é apenas uma das
tecnologias que foi trabalhada na pesquisa, contudo recebeu
lugar de destaque, pois 70% dos respondentes mostraram
acreditar ser o trabalho em equipe um imperativo do mundo
moderno, de modo que, naturalmente, a horizontalização
prevalece em face de equipes a serem formadas de maneira
interdepartamental. Não obstante, discorra acerca do
propósito desta tecnologia e se posicione com relação a este
ponto.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Questões para debate
13) Ao ser questionado sobre o futuro da área de gestão de
pessoas, um dos respondentes disse o seguinte: “acredito
que a área de recursos humanos atuará apenas como se fosse
uma consultoria interna para as demais áreas da
organização, atuando fortemente como uma prestadora de
serviços. Em contra partida as demais áreas da organização
estariam mais preparadas para as questões relativas ao seu
corpo funcional, diminuindo consideravelmente a
dependência de um RH central”. O que você pensa a
respeito disso?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Questões para debate
14) No final da pesquisa foi aberta uma questão que
possibilitava o acréscimo de questões que os respondentes
julgavam necessárias. Por conseguinte, selecionamos uma,
dentre as sugeridas, para que você possa se posicionar. A
questão é a seguinte: qual a realidade das empresas
brasileiras frente à aplicação de modernos instrumentos de
Gestão de Pessoas? Se possível, uma passagem rápida por
outros capítulos desta obra possa ajudar.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
11 Questões para debate
15) Como conclusão da pesquisa, alguns questionamentos se
mantiveram em aberto a fim de instigar novas pesquisas,
desta forma, teste seus conhecimentos e responda às
seguintes questões: qual a importância que a empresa dá a
área de pessoas? A unidade de pessoas está preparada para o
exercício de um novo papel na empresa, de pensar e agir
estrategicamente? Em outras palavras, além do gestor, quem
mais na área de pessoas deverá estar preparado para esses
novos saltos qualitativos?
Gestão de Pessoas
12 Cultura organizacional,
poder e liderança
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Cultura organizacional,
poder e liderança
12.1 Preliminares
12.2 Cultura organizacional;
12.3 Poder; e
12.4 Liderança.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2 Cultura organizacional
“Por mais que inúmeros autores critiquem a utilização da
expressão “cultura organizacional”, não se pode ignorar
que ela tem o seu valor e sentido na vida das
organizações, as quais, nada mais são, que sociedades
formalmente constituídas por pessoas”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.1 Definições e conceitos
.Regularidades observadas no comportamento (Goffman,
Van Maanen);
.Normas envolvendo grupos de trabalho (Homans);
.Valores dominantes numa organização (Deal e Kennedy);
.A filosofia que guia as políticas da organização (Ouchi,
Pascale e Athos);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.1 Definições e conceitos
.As regras do jogo que o novato deve aprender para fazer
parte do grupo (Schein, Van Maanen, Ritti e Funkhouser);
.O clima e o sentimento de uma organização no trato com
os de fora (Tagiuri e Litwin); e
.“Conjunto de valores, crenças e padrões de
comportamento que formam o núcleo de identidade de
uma organização” (MEGGINSON, MOSLEY e PIETRI
JR., 1998).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.1 Definições e conceitos
Pilares do núcleo da identidade organizacional,
valores, crenças e padrões de comportamento.
“Mal comparando, trata-se da estrutura de um prédio que pode sofrer
reformas, mas os pilares centrais pouco serão modificados”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.1 Definições e conceitos
“Um padrão de pressupostos básicos inventados,
descobertos ou desenvolvidos por um determinado grupo,
à medida que ele aprende a lidar com seus problemas de
adaptação externa e integração interna, e que funcionou
bem o suficiente para ser considerado válido e ser
ensinado a novos membros” (SCHEIN, 1992).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.1 Definições e conceitos
Fusão de empresas: a fusão não é somente
física, também ocorre uma fusão de culturas;
.Como “misturar” culturas sem afetar a essência
individual de cada uma delas?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.1 Definições e conceitos
.As culturas das empresas envolvidas não devem e nem
podem sofrer alterações que invalidem o que elas
realmente acreditam e defendem; e
.Seus pilares devem ser sempre mantidos erguidos.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.2 Características
Por que estudar a cultura de uma organização?
Qual a importância “disso” para o mundo dos
negócios?
Schermerhorn Jr., Hunt e Osborn (1999), respondem:
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.2 Características
1) Porque ela define fronteiras claras para todos os
membros da empresa: demonstrando o lado formal da
cultura de uma organização, no qual normas e
regulamentos delimitam as atitudes das pessoas no âmbito
organizacional;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.2 Características
2) Porque ela apresenta um modo consistente de abordar
novas situações: exemplo, uma pessoa que trabalha com
telemarketing, certamente, ela não sabe o que o cliente irá
dizer, mas conhece os procedimentos da organização em
que atua e se sentirá segura o suficiente para argumentar;
e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.2 Características
3) Porque ela ajuda a unir as pessoas, garantindo um
padrão conhecido de sucesso: as pessoas tendem a buscar
organizações que apresentem uma identidade na qual
acreditam, de modo que garanta o sucesso.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.2 Características
. Os pilares do núcleo da identidade organizacional:
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.2 Características
.Os pilares, (cont.):
-Chiavenato (1999)“iceberg” onde: os padrões de
comportamento refletem a ponta (mais vulnerável às
transformações do ambiente), os valores e crenças
constituem a base submersa (mais protegida e com
maiores dificuldades a mudanças);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.2 Características
.Os pilares do núcleo da identidade organizacional:
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.2 Características
.Os pilares, (cont.):
-Schein (1992)análise sob três camadas:
a) Artefatos: primeira camada representada pelas atitudes
visíveis das pessoas da organização (padrões de
comportamento);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.2 Características
.Os pilares, (cont.):
-Schein (1992)análise sob três camadas:
b) Valores compartilhados: segunda camada, exercem
funções essenciais no quadro funcional da organização,
pode representar um intenso mecanismo de motivação
para as pessoas (crenças); e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.2 Características
.Os pilares, (cont.):
-Schein (1992)análise sob três camadas:
c) Pressuposições básicas: diz respeito à camada mais
profunda da análise cultural (valores), aspecto subjetivo
da cultura, formado pela informalidade, a qual é
construída com base nas experiências.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.2 Características
.Chiavenato (1999), a cultura pode ser
classificada em:
-Adaptativa: culturas organizacionais flexíveis que
buscam a inovação aceitando mudanças como um
processo natural; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.2 Características
.Chiavenato (1999)a cultura pode ser
classificada em (cont.):
-Não-adaptativas: cultura fechada, não disposta a
alterações, rígida e voltada para a manutenção do status
quo e do conservadorismo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.3 Elementos formadores
-Regras e regulamentos: determinam as ações das pessoas,
o que pode ou não ser feito, “especificando quando
diversos tipos de ações são adequados e qual a posição
dos membros individuais no sistema social”
(SCHERMERHORN JR.; HUNT e OSBORN, 1999);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.3 Elementos formadores
-Ambiente organizacional: engloba aspectos informais, tais
como “sentimentos das pessoas e a maneira como elas
interagem entre si, com os clientes ou elementos externos”
(CHIAVENATO, 1999);
-Microculturas: uma cultura é formada por diversas
microculturas que têm uma filosofia própria, mas, nem por
isso, é contra os princípios da empresa;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.3 Elementos formadores
-Contraculturas: são partes integrantes da cultura
organizacional da mesma forma que as microculturas, as
quais têm filosofias próprias em atrito com os princípios
da organização (festa de aniversário);
-Linguagem doméstica: vocabulário específico utilizado
por pessoas que compartilham da mesma cultura em uma
versão macro, ou microcultura ou contracultura em uma
versão micro (médicos e engenheiros);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.3 Elementos formadores
-Ritos: “atividades relativamente elaboradas e planejadas
que combinam várias formas de expressão cultural e
muitas vezes têm conseqüências tanto práticas quanto
expressivas” (TRICE e BEYER, 1987), (entrar pelos
fundos);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.3 Elementos formadores
-Rituais: “métodos e procedimentos detalhados seguidos
fiel e regularmente” (MEGGINSON, MOSLEY e PIETRI
JR., 1998), (festa de aniversariantes do mês que acontece
na última sexta-feira de cada mês, que começa com o
“parabéns pra você”, um dos aniversariantes fala qualquer
coisinha...);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.3 Elementos formadores
- Heróis: são aquelas pessoas que devido às repetidas
situações de sucesso representam os pilares da
organização de uma forma positiva tanto para o ambiente
interno, como para o externo;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.3 Elementos formadores
- Símbolos: estão presentes nos aspectos macros e nos
aspectos materiais, tais como “a arquitetura do edifício, as
salas e mesas, o tamanho e arranjo físico dos escritórios
que definem o grau de igualdade ou diferenciação entre as
pessoas e o tipo de comportamento” (CHIAVENATO,
1999); e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.3 Elementos formadores
-Mitos organizacionais: “são crenças não-confirmadas e
geralmente não-declaradas, que são aceitas sem qualquer
análise” (SCHERMERHORN JR.; HUNT e OSBORN,
1999), lendas transmitidas pelas pessoas, via conversas
informais, sem nenhuma comprovação de veracidade.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.4 Programa de ambientação
.Um esforço da organização para transmitir sua história e
sua cultura àquelas pessoas que ali exercerão suas
atividades; e
.Pode ser realizado em um dia, uma semana... Depende de
cada empresa.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.4 Programa de ambientação
.Recursos instrucionais que podem ser utilizados:
-São exibidos filmes sobre a história da organização, é
feito um tour pela empresa para se conhecer fisicamente
seus setores e unidades, são utilizados aparelhos de
projeção (datashow).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.4 Programa de ambientação
.Objetivos, (Ivancevich, 1995):
-Diminuir a inquietação dos recém-chegados: uma nova
roupagem à integração na organização, possibilitando uma
pequena intimidade com alguns aspectos da cultura
interna;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.4 Programa de ambientação
.Objetivos, (Ivancevich, 1995):
-Diminuir o turnover (rotatividade): das pessoas da
organização, por meio de um programa de ambientação,
as pessoas que chegam, rapidamente se sentirão parte
integrante do novo ambiente, de modo que o processo de
rotatividade nos primeiros meses de atuação será
minimizado;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.4 Programa de ambientação
.Objetivos, (Ivancevich, 1995):
-Diminuir o tempo: quando o recém-contratado não
recebe as orientações necessárias para abrir a porta de seu
novo ambiente, mais tempo esta pessoa irá despender para
conhecer seus futuros colegas e a própria organização; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.4 Programa de ambientação
.Objetivos, (Ivancevich, 1995):
-Desenvolver expectativas realísticas: capacitar os
novatos(as) para que eles(elas) possam buscar novos
caminhos no plano real, ou melhor, como diz o ditado
“manter os pés no chão”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.5 Redesenhando o Desenvolvimento
Organizacional (DO)
“É um esforço organizacional utilizado por intermédio de
intervenções planejadas nos
processos da organização, usando conhecimentos
da ciência comportamental”
(MEGGINSON, MOSLEY e PIETRI JR., 1998).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.5 Redesenhando o DO
-Esforço organizacional: “o DO tem tanto metas de
resultados relativas à melhora de realização das tarefas,
como metas de processo relativas à melhora da forma
pela qual os membros da organização trabalham juntos”
(SCHERMERHORN JR.; HUNT e OSBORN, 1999);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.5 Redesenhando o DO
-Intervenções planejadas: de uma maneira mais
simplificada as intervenções planejadas dizem respeito ao
momento em que são colocadas “sobre a mesa” a
problemática da organização para as pessoas da
organização; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.5 Redesenhando o DO
-Ciência comportamental: o DO utiliza apenas a ciência
comportamental, pois estamos falando de um
procedimento criado por profissionais da psicologia
industrial ou organizacional - estudo mais focado.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.5 Redesenhando o DO
Como DO pode ajudar as pessoas e a organização a alcançarem metas?
- Proporcionando um ambiente propício a soluções.
- Complementando a autoridade formal com a intensificação do coeficiente de
participação das pessoas da organização.
- Ampliando a participação das pessoas da organização que detêm
habilidades específicas.
- Intensificando os laços de confiança e interação entre as pessoas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.5 Redesenhando o DO
.As fases do processo de Desenvolvimento Organizacional
(DO).
1o FASE 2o FASE 3o FASE
Diagnose Intervenção
planejada
Avaliação
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.5 Redesenhando o DO
1a FASE – Diagnose
Reunião e apreciação de dados de modo a se obter um
diagnóstico capaz de estimar a situação real de problema,
a fim de auxiliar a demarcação do ponto em que se deseja
chegar e a maneira como este será atingido por meio de
abordagens das mais variadas (reuniões de confrontação,
por exemplo).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.5 Redesenhando o DO
2a FASE – Intervenção planejada
Executar o que foi planejado, a implementação pode ser
por meio da realização de encontros de grupos de pessoas
que tenham algum vínculo com a atividade-problema, a
fim de que soluções sejam propostas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.5 Redesenhando o DO
3a FASE – Avaliação
Momento de verificar os resultados, avaliar os últimos
dados coletados e analisar o que foi implantado a partir das
sugestões das pessoas que participaram do estudo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.5 Redesenhando o DO
.Cuidados ao iniciar um processo de DO,
(MEGGINSON, MOSLEY E PIETRI JR., 1998):
- Necessidade de suporte da alta administração;
- Quanto ao ambiente onde será implementado; e
- Quanto à complexidade do processo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.6 Mudanças organizacionais
.Condições que podem vir a facilitar a mudança
cultural, (CHIAVENATO, 1999):
-Um momento de forte tensão: ocorrida uma situação
crítica, é sinal de que a cultura organizacional está em
desequilíbrio, este fato facilita uma possível mudança;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.6 Mudanças organizacionais
.Condições, (CHIAVENATO, 1999), (cont.):
-Mudanças na alta administração: quando novas pessoas
entram para compor o quadro de gestores, esses novos
gestores tendem a trazer um novo estilo de gestão,
baseado em outros valores;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.6 Mudanças organizacionais
.Condições, (CHIAVENATO, 1999), (cont.):
-A organização ser de pequeno porte: o esforço necessário
para a efetivação das mudanças propostas e aprovadas, na
organização de pequeno porte, é bem menor face o grau
de complexidade ser pequeno ou mesmo quase
inexistente; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.6 Mudanças organizacionais
.Condições, (CHIAVENATO, 1999), (cont.):
-Uma organização ser recente: no sentido de ser nova
mesmo. Não que este fato irá determinar a força de sua
cultura, mas a tendência é que esta, ainda, esteja
construindo seus pilares de modo a propiciar mudanças.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.6 Mudanças organizacionais
(MEGGINSON, MOSLEY E PIETRI JR., 1998)
Forças externas (clientes, fornecedores, demais
stakeholders e a concorrência) e
Forças internas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.6 Mudanças organizacionais
.As forças externas possuem um maior impacto na cultura
da organização, na medida em que são pouco controláveis
e afetam de forma incisiva a sobrevivência dos negócios; e
.As forças internas, muitas vezes, fruto das externas,
referem-se ao comportamento das pessoas da organização
frente a novos desafios, “essa interligação entre as duas
forças quase sempre resulta de mudanças de valores e
atitudes que afetam as pessoas nos sistemas”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.6 Mudanças organizacionais
Mas afinal, quem assume a condução
dessas circunstâncias que conduzem
a mudanças na organização?
1) O agente de mudançapessoa da organização; ou
2) Um membro externo no papel de consultor.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.6 Mudanças organizacionais
-Em ambos os casos, o agente de mudança é quem ficará
responsável por definir o problema advindo das pressões
sentidas pela organização e participar às pessoas,
estimulando a busca de soluções, para, então, testar estas
saídas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.2 Cultura organizacional
12.2.6 Mudanças organizacionais
E ele, o gestor de pessoas,
como fica nos processos de mudanças
organizacionais?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3 Poder
-O “poder” pode causar grandes transformações na vida
das pessoas e, em especial, nas organizações.
Afinal, o que é poder?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.1 Definições e conceitos
.Niccolo Machiavelli, Maquiavel ou maquiavélico(a).
“Existem dois modos de combater: um com as leis,
o outro com a força. O primeiro é próprio do homem, o
segundo, dos animais; mas, como o primeiro modo muitas
vezes não é suficiente, convém recorrer ao segundo”
(MACHIAVELLI, 1996).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.1 Definições e conceitos
.Afinal, o que significa ser maquiavélico?
-O termo é usado com o intuito de descrever atitudes
dolosas, porque, para Maquiavel, ações enérgicas eram
justificáveis quando visavam à conquista e a manutenção
do poder.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.1 Definições e conceitos
.Maneiras de compreender o poder, (DRUMMOND,
1993):
“Poder sobre”: segue os preceitos de Maquiavel,
enfatizando os interesses próprios e as ações enérgicas,
baseando-se no fato que o poder consiste na capacidade de
influenciar alguém; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.1 Definições e conceitos
.Maneiras de compreender o poder, (DRUMMOND,
1993):
“Poder para fazer”: se refere ao status quo alimentado
pela sociedade, no fato de que nenhum ser humano gosta
de ser tolhido, pelo contrário, todos querem ter sempre o
direito de ir e vir.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.1 Definições e conceitos
-“O poder é o meio por meio do qual conflitos de
interesses são, afinal, resolvidos. O poder influencia quem
consegue o quê, quando e como” (MORGAN, 1996);
-“Poder é a possibilidade de alguém impor a sua vontade
sobre o comportamento de outras pessoas” (WEBER, 1954);
e
-“Liderança é poder” (VERGARA, 1999).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.1 Definições e conceitos
.“Poder não é liderança”
-Poder (no sentido de status quo) não é sinônimo de
liderança, já que não escolhemos ser líderes, somos
escolhidos, de modo que esse tipo específico de poder não
é imposto, surge informalmente.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.1 Definições e conceitos
.Por que as pessoas querem o poder? (GALBRAITH,
1999):
-Para autopromoção: a pessoa quer o poder para se auto-
promover, ideal contrário à democracia, na qual o poder é
oferecido a uma pessoa para que ela represente o interesse
dos demais;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.1 Definições e conceitos
.Por que as pessoas querem o poder? (cont.):
-Para disseminar seus valores: pessoais, religiosos e
sociais; e
-Para obter apoio à sua visão de mundo: preocupação
maior com a democracia, a pessoa busca o poder para
conseguir disseminar o seu modo de enxergar o mundo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.2 Fontes de poder
.O que define quem manda e quem obedece?
-As fontes de poder, (GALBRAITH, 1999):
Personalidade: engloba “qualquer característica pessoal que dá
acesso a um ou mais instrumentos de poder”, tais atributos se
encontram enraizados nas pessoas, não podendo ser adquiridos,
pois são natos;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.2 Fontes de poder
.O que define quem manda e quem obedece?
-As fontes de poder, (GALBRAITH, 1999):
Propriedade ou riqueza: podem provocar a submissão daquelas
pessoas desprovidas de tais atributos, ou seja, “confere um aspecto
de autoridade, uma firmeza de propósito, e isto pode induzir à
submissão condicionada”; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.2 Fontes de poder
.O que define quem manda e quem obedece?
-As fontes de poder, (GALBRAITH, 1999):
Organização: consiste em um grupo de pessoas que se
encontram unidas em prol de um objetivo comum, refere-se ao
“poder para fazer”, podendo ser modificado de acordo com os
interesses em jogo, como é o caso dos partidos políticos.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.3 Instrumentos de poder
.“Formas de influenciar relações, ou seja, as estratégias
utilizadas para conseguir tal feito”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.3 Instrumentos de poder
.Swaffin-Smith e Wilkinson (1984), são elas:
-Razão: estratégia é muito utilizada na medida em que a
sua prática é involuntária. Quando precisamos comprovar
algum fato é natural utilizarmos situações passadas “para
apoiar um argumento lógico” (SCHERMERHORN JR.,
HUNT e OSBORN, 1999);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.3 Instrumentos de poder
.Swaffin-Smith e Wilkinson (1984), são elas:
-“Amizade”: este instrumento de poder não se refere a
uma relação baseada no afeto, mas sim nos interesses em
jogo. Aliás, um termo que certamente definiria melhor
este item seria network;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.3 Instrumentos de poder
.Swaffin-Smith e Wilkinson (1984), são elas:
-Barganha: caracterizada por uma relação de interesse que
utiliza “a troca de favores como base de negociação”
(SCHERMERHORN JR., HUNT e OSBORN, 1999).
Como diz o ditado popular, “uma mão lava a outra”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.3 Instrumentos de poder
.Swaffin-Smith e Wilkinson (1984), são elas:
-Assertividade: ao utilizarmos uma forma mais enérgica
no tratamento com as pessoas, não é difícil perceber o
poder que exercemos sobre elas, pois quando alguém
impõe a sua opinião é nítida a impressão que esta pessoa é
mais “poderosa” que você;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.3 Instrumentos de poder
.Swaffin-Smith e Wilkinson (1984), são elas:
-Maior autoridade: por meio do apoio da alta cúpula
administrativa da empresa a suas propostas, aliás,
qualquer sugestão a ser feita para a organização deve
buscar primeiramente o apoio das pessoas integrantes do
seleto grupo responsável pela tomada de decisões;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.3 Instrumentos de poder
.Swaffin-Smith e Wilkinson (1984), são elas:
-Sanções: defende a utilização de recompensas e punições
por parte da organização, como forma de demonstração de
poder, ou seja, a empresa aproveita-se da posição que tem
para pressionar as pessoas e fazê-las executar tarefas que
condizem com o interesse organizacional; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.3 Instrumentos de poder
.Swaffin-Smith e Wilkinson (1984), são elas:
-Assimetria de informação: quem tem informação detém
um certo tipo de poder, se você é uma pessoa muito
comunicativa e influente, por exemplo, terá maior
facilidade para captar informações, muitas vezes,
reservadas ou, até mesmo, sigilosas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.4 Tipos de poder
“O poder desempenha há bastante tempo, a chamada regra
de tríade, englobando os poderes condignos,
compensatórios e condicionados” (GALBRAITH, 1999).
Mas, em que consistem estas três formas de poder?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.4 Tipos de poder
-Poder condigno (ou coercitivo): consiste na submissão
originada pela “capacidade de impor às preferências do
indivíduo ou do grupo uma alternativa suficientemente
desagradável ou dolorosa para levá-lo a abandonar essas
suas preferências”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.4 Tipos de poder
-Poder compensatório (ou de recompensa): tem ligação
direta com a fonte de poder trabalhada, propriedade ou
riqueza. Consiste na aquisição da submissão das pessoas
por meio de recompensas como as promoções, por
exemplo; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.4 Tipos de poder
-Poder condicionado (ou legítimo): “desenvolve os
valores interiorizados, que determinam que o gestor tem o
direito inerente de influenciar seus subordinados”
(MEGGINSON, MOSLEY e PIETRI JR., 1998).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.4 Tipos de poder
“Os três poderes que compõem a regra da tríade
encontram-se intimamente relacionados à posição que a
pessoa ocupa na organização, ou seja, referem-se ao
indivíduo ocupante de um cargo,
tendo poder em função disso”
(SCHERMERHORN JR., HUNT E OSBORN, 1999).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.4 Tipos de poder
“Também existem tipos de poder que independem da
posição ocupada pela pessoa, pois, neste caso,
é o indivíduo quem tem o poder”
(SCHERMERHORN JR., HUNT E OSBORN, 1999).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.4 Tipos de poder
.Independem da posição. São eles:
-Poder de especialização: consiste na capacidade que uma
pessoa tem de “controlar o comportamento de outras
pessoas por meio da posse do conhecimento, experiências,
ou julgamento que os outros não têm, mas precisam”; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.4 Tipos de poder
.Independem da posição. São eles:
-Poder de referência: tem suas bases na identificação de
uma pessoa com outrem, com o propósito de ser
semelhante ou igual a ela. A idéia é “controlar o
comportamento de outrem porque a pessoa quer se
identificar com a fonte de poder”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.4 Tipos de poder
.Outros tipos de poder, (VERGARA, 1999):
-Poder do autoconhecimento: “o autoconhecimento pode
levá-lo a valorizar o poder compartilhado, e este pode ser
fator motivacional” (VERGARA, 1999), a união faz a
força, como diz o ditado popular; e
-Poder do autodesenvolvimento.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.4 Tipos de poder
.Poder do autodesenvolvimento, cinco chaves
mestras, (GEORGE LEONARD, 1995), (cont.):
-Instrução: tendo em vista que somos capazes de educar-
nos de diversas formas, tais como: lendo livros como este,
vendo filmes, por meio de conversas ou, até mesmo,
fazendo uso da observação direta;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.4 Tipos de poder
.Poder do autodesenvolvimento, cinco chaves
mestras, (GEORGE LEONARD, 1995), (cont.):
-Prática: refere-se a todas as atividades que você executa
de forma constante, façam elas parte da sua rotina ou não;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.4 Tipos de poder
.Poder do autodesenvolvimento, cinco chaves
mestras, (GEORGE LEONARD, 1995), (cont.):
-Entrega: faz referência a idéia de dedicação total a este
novo contexto, analogia com artes marciais japonesas, nas
quais a coragem é medida por sua disposição de entregar-
se ao professor;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.4 Tipos de poder
.Poder do autodesenvolvimento, cinco chaves
mestras, (GEORGE LEONARD, 1995), (cont.):
-Intencionalidade: deve-se compreender que o
autodesenvolvimento não acontece por acaso, é preciso
que você saiba mensurar suas ações e usá-las para alcançar
seus objetivos, ou seja, determinada pessoa “não dá ponto
sem nó”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.4 Tipos de poder
.Poder do autodesenvolvimento, cinco chaves
mestras, (GEORGE LEONARD, 1995), (cont.):
-Limiar: Sendo sinônimo de fronteira, como o próprio
rótulo sugere, esta chave faz referência à exploração dos
limites do impossível;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.4 Tipos de poder
.Poder do autodesenvolvimento, cinco chaves
mestras, (GEORGE LEONARD, 1995), (cont.):
-Poder da comunicação interpessoal: a idéia é apresentar
um determinado problema para diferentes pessoas,
levantando indagações que auxiliarão na solução, ou que,
pelo menos, irão sugerir boas respostas; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.4 Tipos de poder
.Poder do autodesenvolvimento, cinco chaves
mestras, (GEORGE LEONARD, 1995), (cont.):
-Poder da burocracia: burocracia é uma boa forma de
organização do trabalho, logo, há relação de subordinação
entre as pessoas e o poder legítimo proporcionado pelo
lugar que ocupam dentro da estrutura hierárquica.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.5 Autoridade
.“Idéia que se limita a um tipo de autoridade: a formal, ou
seja, faz referência apenas àquele poder fundamentado na
posição ocupada pela pessoa na cadeia hierárquica”.
.O que você entende por autoridade?
-Não existe só a autoridade formal, mas também a
“capacidade ou poder de alguém para tomar decisões e
agir para implementá-las” (LACOMBE, 2004).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.5 Autoridade
.Tipos de autoridade, (MAX WEBER, 1954), são eles:
-Tradicional: baseia-se nas tradições, crenças e costumes, a
figura do pai de família como exemplo de autoridade
tradicional na época em que era o “todo poderoso” e a
mulher era submissa ao marido, fato que, felizmente, não é
mais realidade hoje;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.5 Autoridade
.Tipos de autoridade, (MAX WEBER, 1954), são eles:
-Carismática: relacionado com o poder pessoal,
concretizando-se por intermédio das competências
individuais, ex: herói ou heroína; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.5 Autoridade
.Tipos de autoridade, (MAX WEBER, 1954), são eles:
-Racional-legal: forma de poder embasada no
consentimento das pessoas em virtude de normas e
regulamentos definidos de maneira coerente, ex:
oganizações militares, naturalmente marcadas pela
obediência, pelas regras e punições.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.6 Jogos de poder
“Para jogar o jogo do poder é preciso, primeiramente,
descobrir o que é poder, saber defini-lo, conhecer as suas
fontes, seus instrumentos e seus tipos” (KORDA, 1975).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.6 Jogos de poder
-Jogo da fraqueza: negar a existência de qualquer tipo de
poder com você, tenha a humildade e a “cara de pau”
como aliadas, pois “a esperteza está em levar a outra
pessoa a sentir-se culpada e o golpe de mestre é conseguir
que ela peça desculpas”. Ex: observada em brigas de
namorados;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.6 Jogos de poder
-Os mais espertos chegam primeiro: aqueles que optam por
este estilo acabam conhecidos como verdadeiros ditadores,
pois, além de se aproveitarem dos deslizes dos outros,
temem tanto parecer vulneráveis que nunca se dão por
satisfeitos em mandar nos subordinados;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.6 Jogos de poder
-Subir, não. Expandir-se, sim: é sugerido que você amplie
a sua visão de poder e não se esgote na ligação deste com a
hierarquia, pare de agir “como se a vida fosse uma escada,
para ser galgada degrau por degrau” e pare de esperar
alguém desocupar o degrau de cima para que você possa
avançar;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.6 Jogos de poder
-O jogo da informação: assimetria de informações é um
dos instrumentos de poder, este jogo é oriundo do fato que
algumas pessoas detêm mais informações do que outras,
neste caso, detêm também, mais poder;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.6 Jogos de poder
-Ninguém é indispensável: na visão da organização, por
mais competente que seja a pessoa prestadora de serviço,
ela não é insubstituível. Logo a empresa terá um dispêndio
de recursos maior para substituir alguém, mas a troca
sempre é possível;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.6 Jogos de poder
-O poder do não: Já tentou falar não para o(a) seu(sua)
parceiro(a) que veio todo(a) animado(a) chamar você para
sair? Complicado. Mas uma forma de jogar é aprender a
dizer não. Aliás, a idéia é que nenhuma atitude faça você
mudar de idéia, pois a decisão já está tomada; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.6 Jogos de poder
-Jogos de maneiras: utilização de más maneiras para
evidenciar o poder, como exemplos, tem-se a ironia
utilizada para humilhar o outro, além da grosseria
praticada com o intuito de firmar a posição hierárquica de
cada pessoa, ou mesmo, para desviar o assunto em pauta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.6 Jogos de poder
E o assédio sexual?
A Lei n.º 10.224 de 15/5/2001 acresce ao Código
Penal o art. 216-A, e diz o seguinte:
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.6 Jogos de poder
“Art. 216-A. Constranger (obrigar alguém, com o uso da
força, a praticar algum ato) alguém com o intuito de obter
vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se o
agente (causador do dano) da sua condição de superior
hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício de
emprego, cargo ou função” (site: A PATROA E SUA
EMPREGADA, 2005).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.3 Poder
12.3.6 Jogos de poder
-Desse modo, até mesmo para saber como se defender
deste constrangimento, é importante que você não acredite
que “assediar sexualmente mulheres subordinadas é apenas
uma extensão do direito do superior de fazer exigências as
pessoas de posições mais baixas” (GOMES e LUZ, 2000).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4 Liderança
Quem pode ser considerado um gestor?
Porque nem todo gestor é um líder e vice-versa?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4 Liderança
“O líder opera sobre os recursos emocionais e espirituais
da organização, sobre seus valores,
comprometimento e aspirações”
(BENNIS e NANUS, 1998).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4 Liderança
“Em contraste, o gestor opera sobre os recursos físicos da
organização, sobre seu capital, habilidades humanas,
matérias-primas e tecnologia”
(BENNIS e NANUS, 1998).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4 Liderança
Líder Gestor
Liderar é conectar as pessoas da organização
ao seu negócio.
Gerenciar é colocar para trabalhar as pessoas
da organização no seu negócio.
Liderar é obter e manter as pessoas da
organização agindo e trabalhando como
proprietários.
Gerenciar é obter e manter as pessoas da
organização agindo e trabalhando como
pessoas da organização.
Liderança é a arte de fazer com que os
outros tenham vontade de fazer algo que
você está convencido que deva ser feito.
Gerência é a arte de fazer com que os outros
façam algo que você está convencido que
deva ser feito.
Liderança é a arte de mobilizar os outros a
batalhar por aspirações compartilhadas.
Gerência é a arte de mobilizar os outros a
batalhar.
Liderança é a arte de obter resultados
desejados, acordados e esperados através de
pessoas engajadas.
Gerência é a arte de obter resultados
desejados, acordados e esperados através de
pessoas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4.1 Definições e conceitos
.Líder
-“Curiosamente a pronúncia é led e não lid, de líder, que
significa chumbo, material este utilizado na fabricação de
balas para armas de fogo”;
-“O termo ganhou fama no mesmo período em que as
balas para armas de fogo foram inventadas, favorecendo a
comparação, apresentando o líder como a pessoa em que
todos queriam encher de chumbo”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4.1 Definições e conceitos
.Líder (cont.)
-“Para ser líder é necessário ter seguidores, pois sem eles a
liderança não existirá”;
-“Não escolhemos ser líderes, mas somos escolhidos”;
-“Só é líder quem inspira confiança”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4.1 Definições e conceitos
.Líder (cont.)
-“O líder eficaz não é alguém amado e admirado. É
alguém cujos seguidores fazem as coisas certas.
Popularidade não é liderança. Resultados sim!”
(DRUCKER, 1996); e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4.1 Definições e conceitos
.Líder (cont.)
-“Liderar é conduzir um grupo de pessoas, influenciando
seus comportamentos e suas ações, para atingir objetivos e
metas de interesse comum desse grupo, de acordo com
uma visão do futuro baseada em um conjunto coerente de
idéias e princípios” (LACOMBE, 2004).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4.2 Características dos líderes
.Características da pessoa-líder, (FARIA, 2004):
-Auto-liderança: o líder deve iniciar a sua trajetória
liderando a si mesmo, pois, como você pode querer que
alguém confie em você, se você mesmo não confia?;
-Compartilhamento: característica chave para entender a
relação entre poder e liderança, já que ao ser notado como
um líder, você terá um certo tipo de poder que deverá ser
compartilhado;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4.2 Características dos líderes
.Características da pessoa-líder, (cont.):
-Coragem: indispensável para o líder, ter coragem não só
representa uma pessoa corajosa, mais do que isso, é fazer
com que outras pessoas acreditem na sua disposição e
garra e desenvolvam uma relação de confiança, base para a
existência da liderança;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4.2 Características dos líderes
.Características da pessoa-líder, (cont.):
-Foco: consiste na concentração que o líder deve ter em
seu objetivo final, nenhum obstáculo pode desviar o foco
da sua visão, o líder deve estar preparado para contornar
todo e qualquer tipo de situação que venha a dificultar o
atendimento de suas metas;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4.2 Características dos líderes
.Características da pessoa-líder, (cont.):
-Mudança: é um pré-requisito para a liderança, não se pode
pensar na hipótese de existir líderes e seguidores se o
objetivo é permanecer no mesmo patamar, logo, o líder é
considerado um agente de mudança;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4.2 Características dos líderes
.Mudança, (cont.):
-1a política: Abandono do ontem;
-2a política: Aperfeiçoamento contínuo;
-3a política: Exploração do sucesso; e
-4a política: Inovação sistemática.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4.2 Características dos líderes
.Características da pessoa-líder, (cont.):
-Pesquisa e Mapeamento: do estágio atual da empresa e
como fazer para alcançar o ponto almejado por ela,
analisando os prós e contras;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4.2 Características dos líderes
.Características da pessoa-líder, (cont.):
-Significado: é o que faz o líder seguir o seu caminho
independentemente dos obstáculos e das outras pessoas.
Em outras palavras, é a “força” que o faz seguir na busca
por seus objetivos;
-Situacional: tendo em vista que a relação de liderança vai
depender da situação em que as pessoas se encontram;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4.2 Características dos líderes
.Características da pessoa-líder, (cont.):
-Visão: o líder deve ser capaz de enxergar os seus
objetivos, enquanto no foco a idéia é não perder esta visão,
aliás, para se ter esta visão o líder tem de ter visão
holística; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4.2 Características dos líderes
.Características da pessoa-líder, (cont.):
-Visibilidade: líder deve estar visível sendo um exemplo a
ser seguido, as pessoas precisam saber a veracidade de
tudo o que é dito e feito por ele, pois falsas impressões não
constroem relação de liderança.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4.2 Características dos líderes
.Mais características da pessoa-líder, (KARLOF, 1994):
-Aberto e extrovertido: extrovertido não é sinônimo de
exibido, pelo contrário, o líder deve ser comunicativo,
acessível no sentido de fazer seus seguidores sentirem-se
confortáveis ao recorrer a ele, por saberem que ele será
solicito;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4.2 Características dos líderes
.Mais características da pessoa-líder, (cont.):
-Inquisitivo: um líder deve buscar caminhos, por
intermédio de constantes questionamentos, deve ser capaz
de fazer críticas construtivas; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4.2 Características dos líderes
.Mais características da pessoa-líder, (cont.):
-Carismático: o líder deve ser capaz de acolher pessoas e
ser dotado de empatia, tendo também a capacidade de se
colocar no lugar do outro. O alto grau de confiança na
relação líderes/seguidores é inevitável.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4.2 Características dos líderes
.Mais características da pessoa-líder, (cont.):
-Bennis e Nanus (1998) entrevistaram 90 líderes e
identificaram cincos habilidades, consideradas por eles,
primordiais para um líder eficaz
1) A capacidade de aceitar as pessoas como elas são, não como
você gostaria que fossem;
2) A capacidade de abordar relacionamentos e problemas em
termos do presente e não do passado;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4.2 Características dos líderes
.Mais características da pessoa-líder, (cont.):
-Habilidades primordiais para um líder eficaz (cont.)
 3) A capacidade de tratar os que estão perto de você com a
mesma atenção cordial que você concede a estranhos e a pessoas
que conhece casualmente;
 4) A capacidade de confiar nos outros, mesmo quando o risco
parece grande; e
5) A capacidade de agir sem a aprovação e o reconhecimento
constante dos outros.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4.3 Compromissos do líder (REDDIN, 1981)
1) Defende valores que representam a vontade coletiva, do
contrário, não seria capaz de mobilizar os seguidores à
ação;
2) Cria o espírito de equipe;
3) Promove a lealdade à organização e aos seus valores; e
4) Gera confiança quanto aos resultados a serem obtidos.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4.3 Compromissos do líder (GARDNER, 1992)
1) Estabelece os objetivos;
2) Cria, mantém e administra uma equipe de bom nível;
3) Explica as razões do que deve ser feito;
4) Serve de símbolo para os seguidores; e
5) Renova os sistemas complexos que ele lidera.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4.4 Estilos de liderança
“Os estilos de liderança consistem nas atitudes
de um líder com seus seguidores”:
- Autocráticos (ou autoritários): o líder que se assume
desta maneira, tem o comportamento regido pela tradição,
não costumando ouvir seus seguidores, estando
“preocupado essencialmente com a tarefa” (BANDEIRA,
MARQUES e SANTOS, 2005);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4.4 Estilos de liderança
- Democráticos (ou participativos): o enfoque é as relações
humanas e não a produção, os seguidores participam do
processo de tomada de decisões, por conta disso, objetivos
e estratégias são definidos tanto pelo líder, quanto por
seguidores, de maneira democrática; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4.4 Estilos de liderança
- Laissez-faire: chamados de “líderes da rédea solta” – são
frouxos e permissivos e deixam os seguidores fazerem o
que querem” (MEGGINSON, MOSLEY e PIETRI JR.,
1998), esta liberdade pode passar a impressão de que a
liderança não existe, pois não há um foco como nos dois
estilos anteriormente vistos.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4.5 Abordagens
.As abordagens de liderança são distinguidas por
meio da intensidade de sua aparição:
-Dos traços de personalidade: reforça a concepção de que
liderança não se aprende, mas você é capaz de aperfeiçoar
suas competências. A crença é de que você nasce líder ou
não;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4.5 Abordagens
-Comportamental: são consideradas as atitudes dos
indivíduos e não suas características peculiares, Likert
(1979) identificou quatro sistemas:
1) autoritário-exploratório;
2) autoritário-benevolente;
3) consultivo; e
4) grupos participativos;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4.5 Abordagens
-Contingencial: o líder deve estar preparado para as
eventualidades, não só referente ao ambiente, mas também
às ações das pessoas; e
-Do Grid Gerencial: possibilita a interação entre os três
estilos de liderança apresentados anteriormente, para isso,
são utilizados dois eixos norteadores, vertical e horizontal,
ambos com escalas de 9 pontos.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4.5 Abordagens
-Do Grid Gerencial (cont.)
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.4 Liderança
12.4.5 Abordagens
Você será capaz de distinguir:
poder, autoridade e liderança?
Vale assistir um filme clássico:
“O segredo do meu sucesso”,
de Michael J. Fox.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.5 Cultura organizacional,
poder e liderança:
ontem, hoje e tendências
.Para comprovar o que foi dito, faça o seguinte
teste, respondendo a duas questões:
(1a) você conhece a Coca-cola? (Lógico! Quem não
conhece?); e
(2a) você por acaso sabe quem é o presidente da Coca-
cola? (Provavelmente, não. São vários presidentes).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.5 Cultura organizacional,
poder e liderança:
ontem, hoje e tendências
.Esta é a questão. Atualmente “a personalidade poderosa
foi substituída por uma equipe de gestores; o empresário
cedeu lugar ao anônimo homem da organização”
(GALBRAITH, 1999). Desta forma, fica nítido que a
personalidade cedeu lugar à organização como fonte de
poder mais influente;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.5 Cultura organizacional,
poder e liderança:
ontem, hoje e tendências
.Similarmente, a propriedade também vem perdendo o seu
lugar de prestígio no mundo de hoje. Contudo, neste caso,
não há uma boa aceitação, “acredita-se numa certa
legitimidade ainda ligada à propriedade”;
.Na medida que a riqueza cede o seu lugar, as pessoas
começam a valer mais pelo que elas são e não por suas
posses e este é o ponto positivo deste declínio do grau de
importância dado a propriedade;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.5 Cultura organizacional,
poder e liderança:
ontem, hoje e tendências
.Portanto, se a organização é a fonte de poder que está em
evidência no momento, nada mais lógico que se preocupar
com a cultura dela, no sentido do poder das organizações
ser exercido por elas mesmas, independentemente de
quem ocupe seus cargos; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.5 Cultura organizacional,
poder e liderança:
ontem, hoje e tendências
.É neste contexto que temos o líder do futuro, segundo
Bennis (1996), alguém capaz de criar disposição social
conducente à geração do capital intelectual: idéias e know-
how, além de inspirar confiança e manter acessa a
esperança. Em suma, o verdadeiro gestor da cultura
organizacional.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12.5 Cultura organizacional,
poder e liderança:
ontem, hoje e tendências
12.6 Enfim...
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Quick case
- Rachel, gestora de pessoas de uma empresa de engenharia e
projetos, localizada no Rio de Janeiro, estava no salão fazendo
balayagem enquanto que Roberta, amiga de trabalho, fazia
escova progressiva. Aliás, desnecessário dizer que a conversa
“rolava solta”, afinal, salão de beleza tem esta característica
cultural. De repente Rachel fala à Roberta: “Beta, você acha que
essa história de liderança carismática existe?”. Beta responde:
“acho que sim, apesar de nunca ter lido sobre o assunto. Por
que?”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Quick case (cont.)
- Rachel prossegue: “porque hoje o Daniel, nosso diretor, me
chamou e disse que eu tinha que mudar o meu estilo de
liderança. Disse mais de uma vez que eu deveria parar de
conversar com as pessoas da minha unidade, ou, pelo menos,
reduzir essas conversas diárias. Fechou dizendo que eu tinha de
ser uma líder carismática. Beta, posso ser sincera com você? Ele,
realmente, não sabe o que é uma líder carismática, pois, até onde
eu sei, carisma não se aprende na escola”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Quick case (cont.)
- Kim, o cabeleireiro, não resistiu e se meteu na conversa, como
sempre acontece com ele mesmo. “Rachel, você me perdoe, mas
eu sei o que é carisma. Carisma é uma energia sua, pessoal e que
leva as pessoas a acreditar em você, esteja você certa ou não.
Aliás, acho que o seu superior não tem uma informação segura
sobre isso, caso contrário, falaria o que eu estou falando. Eu acho
que você amanhã deve conversar com ele e mostrar que liderança
carismática não pode ser comprada na farmácia aqui ao lado.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Quick case (cont.)
- Fale sério com ele e ele entenderá. Mas saiba como falar”.
Neste momento, tome por base as posições apresentadas e diga,
justificando a sua resposta, se você pensa como o Kim ou como
o superior de Rachel?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Estudo de caso
Daniel R. Garcia têm aspirações pessoais muito fortes. Trabalha
num banco com inúmeras agências pelo Brasil e está lotado na
região Norte/Nordeste onde a competição é tão acirrada quanto
na região Sul/Sudeste. Assumira a gerência geral em uma das
agências em Manaus, mas, repetindo, têm fortes aspirações
pessoais e, certo dia, conversando com um amigo bem mais
velho falou das suas expectativas para o futuro próximo.
Lembrou que conhece pessoas na área bancária que conseguiram
subir rapidamente na escala hierárquica não só movidas por
competências pessoais, mas com um pouco de sorte, acreditava.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Estudo de caso (cont.)
O velho amigo disse que sorte existe, mas não é a sorte que
vai definir o futuro, nem um futuro de muito sucesso. É
saber lidar com a cultura, o poder e a liderança, além de ser
competente naquilo que é essencial para o seu trabalho.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Estudo de caso (cont.)
Daniel foi sincero e disse que essa habilidade para trabalhar
o comportamento do próximo não era com ele. E ele
afirmou: “sou bom em números, sou rápido e sou irrequieto
e ansioso. Estou sempre buscando o melhor para o meu
cliente e para o banco. Pra mim toda transação tem de ser
boa para os dois lados. Agora não me fale em competência
no relacionamento com as pessoas. ‘tô fora’, disse ele, com
alguma exaltação”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Estudo de caso (cont.)
Roberto, o velho amigo, se arrisca a dar uma aula e fala sobre
jogos de poder que ele, Daniel, precisa aprender, caso contrário
vai ser sempre um bom gerente, o que não é nada ruim, mas se
ele quer um pouco mais tem de saber jogar. E fala Roberto com
uma postura tipicamente professoral: “rapaz anote aí ou ouça
com atenção. Você tem os seguintes pontos que têm de ser
considerados na sua busca por posição mais forte na empresa que
atua: Jogo da fraqueza, aqui o ponto forte está em negar a
existência de qualquer tipo de poder com você, não banque o
todo poderoso, vai ajudar muito pouco.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Estudo de caso (cont.)
Os mais espertos chegam primeiro, cuidado, pois aqueles
que optam por este estilo, costumeiramente acabam
conhecidos como verdadeiros ditadores. Subir, não.
Expandir-se, sim é importante que você visualize o poder
não de forma hierárquica, mas de forma horizontalizada, ou
seja, abrindo o leque de influência pessoal. O jogo da
informação, este jogo é originado do fato que algumas
pessoas detêm mais informações do que outras.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Estudo de caso (cont.)
Por conseguinte, se você se encontra com uma certa
informação que apresenta validade para alguém a idéia é
dificultar a compreensão daquele que a quer, pois enquanto
ele não a tiver, o poder estará em suas mãos. Ninguém é
indispensável, na visão da organização, por mais competente
que seja a pessoa, ela não é insubstituível. Logo, a empresa
terá um dispêndio de recursos maior para substituir alguém,
mas a troca sempre é possível, não se esqueça disso. O
poder do não, uma forma de jogar é aprender a dizer não.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Estudo de caso (cont.)
Aliás, a idéia é que nenhuma atitude faça você mudar de
idéia, pois a decisão já está tomada. Sendo assim, segue um
conselho para você, futuro profissional, aprenda a criticar,
não aceite tudo o que lhe é passado sem ao menos
questionar o que está sendo dito, pois agindo desta forma
muito provavelmente você se tornará um grande
profissional.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Estudo de caso (cont.)
E por fim, Jogos de maneiras, na verdade, quem joga na
busca pelo poder sabe criar crises e divulgá-las aos quatro
cantos da empresa, mas sem ter sido o causador da crise e,
sabiamente, aparecem ou são chamados a resolvê-las.” E
Roberto concorda que o jogo tem muito de maquiavelismo,
mas jogo é assim mesmo.
Daniel ainda perguntou se era só isso e Roberto disse: “no
seu caso é só. Leia bem essas variáveis todas e vá em frente.
Sucesso garantido.” Daniel se mostrou bastante inseguro e
foi pra casa pensar melhor sobre as sugestões recebidas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Estudo de caso (cont.)
Em casa, relembrou os itens todos e se achou pouco capaz
de trabalhar aquelas variações todas. Fraqueza, ser esperto,
subir não, expandir, guardar informações a “sete chaves” e
por aí vai. Ainda ligou para a noiva Raquel, formada em
psicologia, e contou toda a conversa. Raquel disse
simplesmente: seja você e ponto. Daniel não captou a
mensagem e insistiu. Raquel achava que essas alternativas
dependem de um conhecimento bem mais profundo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Estudo de caso (cont.)
De nada iria adiantar Daniel se fechar numa fórmula e virar
o todo poderoso. Concordava que ele precisava ler, e muito,
e não de confiar na sua intuição, na sua auto-análise que era
baseada em coisa alguma, somente no seu “achômetro”.
Daniel concordara em parte, mas disse textualmente: “amor,
está bem, concordo com você, mas tenho pouco o perder e
não pretendo gastar um tempo precioso lendo livro sobre
poder, liderança e outras coisas mais. Amanhã mesmo eu
vou fazer uns testes comigo mesmo e depois eu conto tudo
para você”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Estudo de caso (cont.)
E assim foi. Na manhã seguinte, Daniel acorda, se olha no
espelho e diz: “É hoje!!!”.
Você (e seu grupo, se for o caso) devem imaginar o que iria
acontecer com Daniel nos próximos dias, ou seja, se seria
bem sucedido ou não. E mais, você tem de analisar a
posição de Raquel que, afinal é psicóloga. E não esquecer
das sugestões de Roberto, o amigo mais velho de Daniel.
Nota: este caso é hipotético, qualquer semelhança com
pessoas, empresas, etc. será mera coincidência.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Questões para debate
1) Algumas definições sobre a cultura organizacional
afirmam que esta consiste numa “filosofia que guia as
políticas da organização” (Ouchi, Pascale e Athos), ou
mesmo, a apresentam como sendo “normas envolvendo
grupos de trabalho” (Homans). Mais do que concordar
ou discordar destas assertivas, como você define a
cultura organizacional? Seja claro e objetivo em sua
resposta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Questões para debate
2) É comum autores afirmarem que cultura
organizacional é apenas um rótulo “bonitinho” mas que
nada tem haver com a realidade das organizações, já que
a palavra cultura é muito forte para ser usada desta
forma. Em vista disso, cabe a você explicar de forma
convincente o porquê de se estudar tal aspecto de uma
organização e qual o provável motivo que levaram tais
autores a questionar esta terminologia.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Questões para debate
3) No corpo do texto foram apresentados os pilares do
núcleo organizacional (valores, crenças e padrões de
comportamento), ou seja, as características marcantes
presentes em qualquer organização e que são partes
integrantes do seu núcleo, a sua identidade. Via de
conseqüência, Chiavenato os comparou com um
“iceberg”, onde os padrões de comportamento refletiam
a sua ponta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Questões para debate (cont.)
3) Similarmente, Schein propôs uma análise sob três
camadas, de modo que estes mesmos padrões, agora
representados pelos artefatos, insistiram em se manter
na extremidade. Qual a sua opinião tomando por base
estas análises? Aliás, não esqueça de antes fornecer uma
breve explicação acerca de cada um dos pilares.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Questões para debate
4) O programa de ambientação consiste num esforço da
organização para transmitir sua história e sua cultura
àquelas pessoas que ali exercerão suas atividades,
porque o número de elementos que a compõem são os
mais diversos. Desta forma, seria você capaz de listar e
explicar ao menos quatro deles? Mas não escolha ao
acaso, aproveite para diferenciar um do outro. Por
exemplo, se resolver falar de ritos, também deve
explicar os rituais demonstrando saber quais são as suas
semelhanças e divergências.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Questões para debate
5) Ao trabalharmos o Desenvolvimento Organizacional
(DO) foi utilizada a palavra redesenhando. Por que você
acha que se escolheu este termo? Você concorda com a
sua utilização? Ainda assim, vale discorrer acerca deste
assunto.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Questões para debate
6) Leia a colocação a seguir: “algumas definições (de
poder) são extremamente rigorosas do ponto de vista
metodológico, a ponto de viabilizarem a mensuração
desse fenômeno, mas, ao mesmo tempo, são
extremamente superficiais e tímidas no seu alcance;
outras, ao contrário, sugerem uma definição mais
abrangente, mas nunca sabemos exatamente como
operacionalizá-las”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Questões para debate (cont.)
6) Agora, pesquise nesta obra, ou mesmo em outras e
dê um exemplo referente a cada uma das situações
colocadas na frase apresentada. Lembre-se de explicá-
las, sempre sustentando seus argumentos.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Questões para debate
7) Drummond propõe duas maneiras distintas no que
tange a compreensão do conceito de poder: uma delas
diz respeito ao “poder sobre” e a outra ao “poder para
fazer”. Explique, com suas palavras o que cada uma
delas significa. Feito isto, relacione o conceito de
autoridade com estas formas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Questões para debate
8) Quando escutamos falar de poder, temos a impressão de
que é um assunto simples, contudo é mais complexo do que
imaginamos. Não basta querermos o poder para obtê-lo e ele
também não está disponível em lojas esperando seus
consumidores, poder é mais do que isso. A pessoa deve ser
merecedora, e para isto, segundo Galbraith, deve apresentar
algumas características que são conhecidas como:
personalidade, propriedade ou riqueza e organização.
Disserte sobre estas fontes de poder, esclarecendo seus
pontos principais.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Questões para debate
9) Desde que a humanidade existe, a assimetria de
informações é uma realidade. Trocando em miúdos, é
grande o número de pessoas que detém um número reduzido
de informações substanciais, enquanto que poucas são
aquelas detentoras de um número expressivo das mesmas.
Por conta disso, nas organizações, este instrumento de poder
é adotado com o intuito de minimizar esta disparidade.
Assim sendo, dê mais dois exemplos de instrumentos de
poder, explicando-os.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Questões para debate
10) Existem diversos tipos de poder, como, por
exemplo, temos o poder compensatório (ou de
recompensa), definido como sendo “a medida pela qual
o gestor pode usar recompensas extrínsecas e intrínsecas
para controlar outras pessoas”. Na seqüência, não se
restrinja somente a citar, pelo contrário, explique outros
dois tipos de poder apresentando um exemplo para cada
um deles.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Questões para debate
11) Ao ser trabalhado o assunto liderança foi percebida a
existência de dois caminhos a serem seguidos, pois além do
número de definições ser vasto, alguns autores julgam ser o
líder e o gestor a mesma pessoa. Contudo, no decorrer do
texto defendemos o contrário. E você, que caminho prefere
seguir? Seja qual for o caminho, justifique a sua resposta por
intermédio de um quadro auto-explicativo com
similaridades e distinções entre estes profissionais.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Questões para debate
12) Seguindo o princípio de que “sem seguidores, não
há líderes”, temos a base para esta relação, ou seja, a
confiança. No entanto, outras características também
são marcantes nos líderes, você seria capaz de falar
sobre três delas? Então, mãos à obra.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Questões para debate
13) Quem pensa, ou pensava antes de ler este capítulo,
que o líder não possui responsabilidades, certamente
percebeu o quão enganado estava, pois, como admitido
no texto, não basta você ter os atributos de um líder,
você tem que ser um líder. Portanto, como prova de que
você entendeu os compromissos do líder, apresente três
deles.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Questões para debate
14) Ao estudar os estilos de liderança, em outras
palavras, as atitudes de um líder para com os seguidores,
chegamos a três formas costumeiramente utilizadas
pelos líderes nas situações mais variadas. São elas:...
(você deve completar sem ser preciso nem na ordem
apresentada, nem no texto. Seu compromisso é
demonstrar que sabe, ainda que com outras palavras,
outro ordenamento).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
12 Questões para debate
15) A abordagem do Grid Gerencial, desenvolvida por
Blake e Mouton, ainda hoje se mostra bastante
interessante e atual, pois possibilita a interação entre os
três estilos de liderança. Verdadeiro ou falso? Justifique
a sua resposta explicando como funciona esta
abordagem.
Gestão de Pessoas
13 Relações trabalhistas e
sindicatos
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.1 Preliminares
.“Nos dias de hoje as pessoas lutam pelos seus direitos e
desfrutam deles cada vez mais alcançando melhores
condições de trabalho, melhor qualidade de vida, saúde e
segurança satisfatórias, benefícios sociais condizentes com
suas realidades pessoais e profissionais e melhores
remunerações”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.1 Preliminares
.“Mas saiba você que esta luta já vem de muito tempo,
onde as relações de trabalho eram questionadas e as
pessoas só contavam com o apoio dos sindicatos”; e
.“Por causa de angústias e decepções destas pessoas,
greves foram desencadeadas e ações de cunho
administrativo e, principalmente, político foram tomadas,
originando assim, o sindicalismo brasileiro”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.1 Preliminares
Uma novidade está por vir:
É a relação da gestão
de pessoas com o sindicalismo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.2 Definições e conceitos
.Relação trabalhista ou relação de trabalho
-É possível verificar que “no Brasil, encontramos o
emprego dos termos relações industriais, relações de
trabalho, relações sindicais e relações trabalhistas com
significados muito próximos” (MELO e CARVALHO
NETO, 1998).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.2 Definições e conceitos
.Relações trabalhistas:
-Constituem um sistema onde o conjunto de regras para o
funcionamento deste sistema será mais influenciado pelos
interesses do grupo dominante.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.2 Definições e conceitos
.Relações trabalhistas formam-se em dois planos:
-O individual: refere-se aos interesses concretos de cada
empregado e empregador (pessoas físicas ou jurídicas); e
- O coletivo: refere-se aos interesses abstratos de grupos
homogêneos de empregados e empregadores mais
conhecido por categorias.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.2 Definições e conceitos
.As categorias:
-Se apresentam “com feição de unidade jurídica, mas sem
força para dotá-la de personalidade”;
-“Sempre que necessita atuar no mundo do Direito por
intermédio dos grupos homogêneos de empregados e
empregadores verifica-se a necessidade de criar um órgão
capaz de representar a categoria em questão”; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.2 Definições e conceitos
.As categorias (cont.):
-Será que você saberia dizer que organização é capaz de
representar a categoria?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.2 Definições e conceitos
.Os sindicatos:
-São “organizações permanentes de pessoas assalariadas
formalmente destinadas a tentar obter vantagens para seus
associados ou para o conjunto das pessoas filiadas
mediante negociações com as empresas e o Estado,
pressões políticas e outros meios de atuação”
(RODRIGUES, 1999).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.2 Definições e conceitos
.O sindicalismo:
-Movimento dos sindicatos em prol de condições justas de
trabalho; e
-onde as pessoas encontram um “meio eficiente de
afirmação da consciência de sua autodeterminação para
negociar melhores condições de trabalho, reagindo às
imposições patronais fundadas na valorização da pessoa
como simples fonte de energia economicamente
aproveitável para a produção”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.2 Definições e conceitos
.A liberdade sindical:
-Refere-se à liberdade de cada indivíduo ou de vários
indivíduos em buscar condições de trabalho melhores
podendo ser entendida por meio de dois aspectos já
mencionados anteriormente: o individual e o coletivo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
.Os abalos sindicais começaram em maio de 1978 com as
greves do ABC com o início da paralisação na fábrica da
Scania de São Bernardo do Campo;
.O sindicato nasce da vontade e necessidade do povo;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
“O sindicato ideal é aquele que surge espontaneamente,
que existe porque o trabalhador exige que ele exista”
(LULA) (SILVA, 1981).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
. A partir de 1978 várias greves são desencadeadas;
. Você sabe dizer o que é uma greve?
. E quantos tipos de greve você conhece?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
.Greve legal:
-“é o abandono coletivo e temporário do trabalho,
deliberado pela vontade da maioria de uma seção, de uma
empresa ou de várias empresas realizada nos termos
previstos na lei, com o objetivo de obter reconhecimento
de direitos ou o atendimento de reivindicações”
(FONSECA, 2004).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
.Greve lícita:
-conforme a lei (legal), o sujeito ativo, aquele que
representa a maioria, deve ser um sindicato, uma federação
ou confederação ou na sua ausência, uma comissão
responsável para a negociação deve comunicar com 72
horas de antecedência à Assembléia Geral Extraordinária
(AGE) a realização da greve; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
.Greve lícita:
-não deve haver degradação do patrimônio nem abuso, ou
“atos que transcendem ao campo das relações
trabalhistas”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
A greve só pode ser deflagrada depois de frustrada a
negociação coletiva e verificada a impossibilidade da
submissão do conflito coletivo à arbitragem
(desdobramento da negociação coletiva).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
. Estilos de greve, (FONSECA, 2004):
-Greve de ocupação: ocorre quando as pessoas invadem o
local de trabalho como se fossem trabalhar e se recusam a
sair mesmo após o final da jornada (greve de habitação);
-Greve de braços caídos: forma de greve branca, não
declarada legalmente caracterizada pela redução do
trabalho sem que as pessoas deixem o trabalho, ou seja,
as pessoas trabalham cada vez menos;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
. Estilos de greve, (cont.):
-Greves de rodízio: caracterizadas por paralisações de
pequena ou média duração onde as pessoas de uma
unidade param ou reduzem o ritmo de trabalho, mais
observada em empresas modernas onde o trabalho é
realizado em cadeia;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
. Estilos de greve, (cont.):
-Greves intermitentes: são caracterizadas por pequenas
paralisações, coordenadamente de toda uma unidade para
a volta ao trabalho, em seguida prejudicando o sistema de
atividades;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
. Estilos de greve, (cont.):
- Greves de solidariedade: em vista de demissões dos
demais colegas de trabalho, as pessoas tentam impor ao
empregador a não-dispensa das pessoas punidas ou
demitidas, fazendo greve em solidariedade;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
. Estilos de greve, (cont.):
- Boicotagem: a boicotagem não é um tipo de greve, mas
consiste em pessoas da organização recomendarem por
intermédio de todos os meios de comunicação possíveis
que os consumidores não adquiram os produtos da
empresa onde trabalham;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
.Estilos de greve, (cont.):
-Sabotagem: é caracterizada por ser um ilícito penal e deve
ser enquadrado nas leis penais. Trata-se da destruição de
bens materiais, ou seja, tudo aquilo que tende a
desacreditar, danificar ou prejudicar a empresa; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
.Estilos de greve, (cont.):
-Lockout (greve dos empregadores): o empresário
simplesmente fecha as portas do seu estabelecimento
impedindo que as pessoas prestem seus serviços coagindo
as pessoas a desistir das reivindicações ou reduzi-las.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
.A Constituição de 1988 distingue três grupos de
trabalhadores:
a) Empregados de empresas privadas, sociedade de
economia mista e as chamadas empresas públicas,
associações e instituições sem fins lucrativos;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
.Grupos de trabalhadores (cont.):
b) servidores civis da administração pública direta, das
autarquias e das fundações públicas de qualquer dos
poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios; e
c) servidores militares.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
.Serviços indispensáveis ao atendimento das
necessidades inadiáveis da comunidade:
-Assistência médica e hospitalar, funerários, controle de
tráfego aéreo e a distribuição e comercialização de
medicamentos e alimentos.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
.Centrais sindicais:
-“A maior expressão da necessidade de fortalecimento do
movimento sindical pela união dos organismos que
formam a sua base” (PINTO, 2002);
-Central Única dos Trabalhadores (CUT), Fundada em 28
de agosto de 1983, na cidade de São Bernardo do Campo,
no Estado de São Paulo;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
“A defesa dos interesses imediatos e históricos da classe
trabalhadora, melhores condições de vida e trabalho e o engajamento
no processo de transformação da sociedade brasileira em direção à
democracia e ao socialismo. Organizar, representar sindicalmente e
dirigir numa perspectiva classista a luta dos trabalhadores brasileiros
da cidade e do campo, do setor público e privado,
dos ativos e inativos” (CUT, 2005).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
.Centrais sindicais (cont.):
-Confederação Geral dos Trabalhadores (CGT), Fundada
em março de 1986; e
“É uma entidade de grau máximo de representação sindical com a
finalidade de coordenar, representar e defender os direitos e
os interesses dos trabalhadores”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
“A CGT é uma associação civil que adota
a pluralidade partidária, com jurisdição
em todo território brasileiro e
filial em todos os Estados”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
.Centrais sindicais (cont.):
-Força Sindical, Fundada em 8 de março de 1991, em um
grande Congresso no Memorial da América Latina, em
São Paulo.
“A CGT é uma associação civil que adota
a pluralidade partidária, com jurisdição
em todo território brasileiro e
filial em todos os Estados”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
“O ideal era o de lançar o movimento dos trabalhadores
brasileiros à modernidade, para construir uma central forte,
capaz de endurecer quando preciso mas também de saber
negociar, autônoma, livre, pluralista, aberta ao debate
interno e com a sociedade”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
“E, principalmente, com um projeto bem definido por um
Brasil melhor, mais justo,
solidário e que saiba promover
o bem estar social entre seus filhos”
(FORÇA SINDICAL, 2005).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
.Além das centrais sindicais outras medidas foram
tomadas, logo, ao final da década de 1980 é aprovada a
Constituição Federal de 1988 onde no Título II Capítulo II
art. 8° menciona a “livre associação profissional ou
sindical” observando o seguinte...
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
.Constituição Federal de 1988:
I - a lei não poderá exigir autorização do Estado para a
fundação de sindicato, ressalvado o registro no órgão
competente, vedadas ao Poder Público a interferência e a
intervenção na organização sindical;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
.Constituição Federal de 1988, (cont.):
II - é vedada a criação de mais de uma organização
sindical, em qualquer grau, representativa de categoria
profissional ou econômica, na mesma base territorial, que
será definida pelos trabalhadores ou empregadores
interessados, não podendo ser inferior à área de um
Município;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
.Constituição Federal de 1988, (cont.):
III - ao sindicato cabe a defesa dos direitos e interesses
coletivos ou individuais da categoria, inclusive em
questões judiciais ou administrativas;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
.Constituição Federal de 1988, (cont.):
IV - a assembléia geral fixará a contribuição que, em se
tratando de categoria profissional, será descontada em
folha, para custeio do sistema confederativo da
representação sindical respectiva, independentemente da
contribuição prevista em lei;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
.Constituição Federal de 1988, (cont.):
V - ninguém será obrigado a filiar-se ou a manter-se
filiado a sindicato;
VI - é obrigatória a participação dos sindicatos nas
negociações coletivas de trabalho;
VII - o aposentado filiado tem direito a votar e ser votado
nas organizações sindicais; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.3 O sindicalismo brasileiro
.Constituição Federal de 1988, (cont.):
VIII - é vedada a dispensa do empregado sindicalizado a
partir do registro da candidatura a cargo de direção ou
representação sindical e, se eleito, ainda que suplente, até
um ano após o final do mandato, salvo se cometer falta
grave nos termos da lei.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005)
.Existem dois sistemas de organização sindical:
-O sistema de pluralidade sindical; e
-O sistema sindical unitário.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005)
.Sistema de Pluralidade Sindical:
-A pluralidade possibilita a existência de mais de uma
entidade sindical numa mesma base territorial (mínima de
um Município podendo ter base em mais de um Município,
um Estado inteiro ou ter base nacional) e até mesmo numa
mesma categoria;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005)
.Sistema de Pluralidade Sindical (cont.):
-A pluralidade é fundamental para a implantação do
Contrato Coletivo de Trabalho, ou seja, o chamado
“Sindicato por Empresa” onde o representante do sindicato
juntamente com o da área de pessoas realizam o Contrato
Coletivo de Trabalho;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005)
.Sistema de Pluralidade Sindical (cont.):
-Baseia-se na idéia de que as pessoas devem assumir sua
entidade representativa, ou seja, sem a representação
compulsória existente no sistema unitário que “obriga” ao
trabalhador de determinada categoria a filiação ao
respectivo sindicato;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005)
.Sistema de Pluralidade Sindical (cont.):
-A adoção deste sistema no Brasil ocorreu na Constituição
Federal de 1934 (art.120), mas não foi muito feliz
acarretando mudanças em seu sistema três anos depois na
Constituição de 1937, uma vez que diversos “sindicatos
fantasmas” foram criados;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005)
.Sistema de Pluralidade Sindical (cont.):
-Contribuíram para a criação destes sindicatos fantasmas os
interessados em se eleger Deputado Federal, mas como
assim?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005)
.Sistema de Pluralidade Sindical (cont.):
-“A Câmara dos Deputados compõe-se de representantes
do povo, eleitos mediante sistema proporcional e sufrágio
universal, igual e direto, e de representantes eleitos pelas
organizações profissionais na forma que a lei indicar” (art.
23);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005)
.Sistema de Pluralidade Sindical (cont.):
-A discussão a respeito da adoção do sistema sindical
pluralista ganha força após a Convenção 87 da Organização
Internacional do Trabalho (OIT) uma vez que esta prevê a
liberdade de organização dos trabalhadores; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005)
.Sistema de Pluralidade Sindical (cont.):
-Mas a maioria interpreta que há duas restrições a esta
liberdade, a determinação de territorialidade (um
Município) e a proibição da coexistência de duas entidades
sindicais para uma mesma base.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005)
.Organização Internacional do Trabalho (OIT):
-Dispõe sobre a liberdade sindical e o direito de
sindicalização, “é a única agência do sistema das Nações
Unidas com uma estrutura tripartite onde participam em
situação de igualdade representantes de governos, de
empregadores e de trabalhadores”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005)
.OIT, (cont.) criação baseada em argumentos:
-Humanitários: questionando as condições injustas, difíceis
e degradantes a que muitas pessoas são submetidas
diariamente nas organizações onde exercem suas
atividades;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005)
.OIT, (cont.) criação baseada em argumentos:
-Políticos: quando risco de conflitos sociais ameaça a paz
das pessoas que trabalham e vêem no seu esforço uma
possibilidade de sustento e crescimento pessoal e
profissional; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005)
.OIT, (cont.) criação baseada em argumentos:
-Econômicos: quando países que não adotam condições
humanas de trabalho se tornam um obstáculo para a
obtenção de melhores condições em outros países.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005)
.Sistema Sindical Unitário:
-Também chamado de unicidade sindical está presente no
Brasil desde a Constituição Federal de 1937 representando
a forma prevista na legislação para a organização dos
Sindicatos;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005)
.Sistema Sindical Unitário (cont.):
-Somente é possível uma entidade sindical por categoria
para uma mesma base territorial mínima de um Município
podendo ter base em mais de um Município, um Estado
inteiro e até mesmo ter base nacional;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005)
.Sistema Sindical Unitário (cont.):
-Exige que a representação exercida pelas entidades
sindicais seja compulsória, mesmo que o empregado de
determinada categoria (ex. médico) não opte pelo sindicato
representante ele necessita de uma entidade sindical para
defender seus direitos;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005)
.Sistema Sindical Unitário (cont.):
-Não apresenta brechas para as Centrais Sindicais uma vez
que estas “são mais organismos de respaldo político do que
propriamente respaldo jurídico” (DALLÓ, 2005);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005)
.Sistema Sindical Unitário (cont.):
-Prevê uma “Pirâmide” Sindical, onde a representação dos
trabalhadores é organizada mediante entidades de graus
diferentes (Sindicatos, Federações e Confederações);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005)
.Pirâmide Sindical
CONFEDERAÇÕES
FEDERAÇÕES
SINDICATOS
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005)
.Estrutura Sindical Brasileira:
-Composta por três instituições com a característica geral
de representação dos trabalhadores e estrutura jurídica
definida em Lei (CLT) e no Estatuto Social.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005)
.Sistema Sindical Unitário:
-Primeiro Grau: Sindicatos
É a base da pirâmide enfrentando diariamente os problemas e
reivindicações de cada pessoa com base territorial mínima de um
Município;
Os principais organismos da estrutura diretiva de um sindicato
são: Assembléia Geral; Diretoria; Conselho Fiscal; e Delegação
junto à Federação.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005)
.Sistema Sindical Unitário:
-Segundo Grau: Federações
cada Federação é composta de sindicatos (no mínimo cinco) com
atividades idênticas, similares ou conexas, ou seja, de uma mesma
categoria ou categorias afins, sua base territorial mínima de um
Estado;
Os principais organismos da estrutura diretiva de uma Federação
são: Conselho de Representantes; Diretoria; Conselho Fiscal;
Comissões e/ou departamentos; Representação junto à
Confederação; e Congresso.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005)
.Sistema Sindical Unitário:
-Terceiro Grau: Confederações
Cada Confederação é composta de Federações (no mínimo três)
do mesmo ramo econômico apresentando basicamente a estrutura
de uma Federação;
o principal problema detectado: comunicação, pois a
Confederação não possui um sistema de comunicação eficiente e
rápido, logo, não informa às bases (Sindicatos e Federações) suas
atividades;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005)
.Sistema Sindical Unitário:
-Terceiro Grau: Confederações (cont.)
Outro problema: pouca competência de dirigentes por não
dominarem questões legais e administrativas; e
pontos positivos: nos últimos anos cresceu muito o
relacionamento intersetorial por intermédio de uma articulação
entre as diversas Confederações, a Coordenação Confederativa dos
Trabalhadores (CCT) que vem desenvolvendo um trabalho conjunto
entre as mais diversas Confederações.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.5 Negociação coletiva
.Você já sabe que a greve só pode ser deflagrada depois de
frustrada a negociação coletiva e verificada a
impossibilidade da submissão do conflito coletivo à
arbitragem; e
. Assim, agora vamos por partes.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.5 Negociação coletiva
.Negociação coletiva
-“Envolve a relação direta entre dois atores sociais, via
representantes dos trabalhadores e empregadores (...)
caracterizando-se por ser temporária, por ter um certo
dinamismo assegurado por formas concretas de
legitimidade e racionalidade” (MELO e CARVALHO
NETO, 1998);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.5 Negociação coletiva
.Negociação coletiva (cont.)
-Há quem diga que o sistema de regulação é fruto de
estratégias, políticas e ações organizacionais, mas não é
verdade;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.5 Negociação coletiva
.Negociação coletiva (cont.)
-Uma vez que a negociação coletiva “depende igualmente
do quadro jurídico, do sistema de relações de trabalho, da
formação cultural e das práticas sociais vigentes numa
determinada sociedade” (MELO e CARVALHO NETO,
1998); e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.5 Negociação coletiva
.Negociação coletiva (cont.)
-Considerando ainda “o comportamento dos empregados
que individualmente ou em grupos, buscam os melhores
resultados numa relação de poder existente na
organização” (MELO e CARVALHO NETO, 1998).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.5 Negociação coletiva
.Esclarecimentos:
1) Os atores sociais são o sindicato dos trabalhadores
(representando a maioria das pessoas) ou dos
empregadores (representando a empresa);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.5 Negociação coletiva
.Esclarecimentos, (cont.):
2) A negociação coletiva é temporária uma vez que busca o
acordo a que se chega com mais ou menos pressão de cada
parte, ou seja, seu objetivo básico; e
3) Terceiro é assegurada por formas concretas de
legitimidade como exemplo, está presente na Consolidação
das Leis do Trabalho, Título VI do art. 611 ao art. 625.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.5 Negociação coletiva
.A negociação coletiva atua em, (MELO E CARVALHO
NETO, 1998):
-Negociações entre uma empresa/ órgão público e um
sindicato;
-Entre várias empresas/ órgãos públicos de um setor e/ou
de uma região geográfica e um sindicato ou federação de
trabalhadores;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.5 Negociação coletiva
.A negociação coletiva atua em, (cont.) :
-Entre uma federação empresarial municipal, estadual ou
nacional e entidades sindicais de trabalhadores de diversos
níveis; e
-Entre uma empresa nacional e vários sindicatos ou
federação nacional de trabalhadores.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.5 Negociação coletiva
.Soluções que emergem da negociação coletiva:
-Acordo Coletivo de Trabalho – pacto celebrado entre a
administração de uma ou mais empresas e os representantes dos
empregados, geralmente os dirigentes sindicais e para estabelecer
procedimentos a serem observados nas relações de emprego:
salários, benefícios, condições de trabalho, garantia de emprego e
outros tópicos ligados ao trabalho e à relação empregatícia.
(LACOMBE, 2004);
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.5 Negociação coletiva
.Soluções, (cont.):
-A Convenção Coletiva de Trabalho – acordo de caráter
normativo pelo qual dois ou mais sindicatos representativos de
categorias econômicas e profissionais (sindicato patronal e o
sindicato dos trabalhadores) e estipulam condições de trabalho
aplicáveis no âmbito das respectivas representações às relações
individuais de trabalho (CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO
TRABALHO – CLT, Título VI art. 611 ver site Previdência Social);
e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.5 Negociação coletiva
.Soluções, (cont.):
-O Dissídio Coletivo de Trabalho – iniciadas as negociações
nas datas-base, no caso de um impasse ou ausência de acordo,
qualquer das partes pode recorrer à Justiça do Trabalho para a
solução do conflito trabalhista e com base em argumentos das partes
e com pretensão de isenção a Justiça do Trabalho arbitra uma
sentença normativa que tem que ser acatada por todos e essa
sentença é abrangente em relação a todas as reivindicações dos
trabalhadores. Arbitrada a sentença, a greve ou o lockout estariam
proibidos” (CARDOSO, 2002).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.5 Negociação coletiva
.Determinada uma das soluções, a greve só pode se
efetivar obedecidos dois passos:
-Primeiro, a convocação deve ser feita em assembléia da
categoria onde estão presentes dois terços dos
trabalhadores e deve ser aprovada por maioria absoluta; e
-Segundo, aprovada a greve o sindicato deve avisar o
sindicato patronal (ou a empresa) com uma semana de
antecedência da paralisação.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.5 Negociação coletiva
.Convenção Internacional do Trabalho
-O sindicato pode recorrer à CIT por ser um “tratado
multilateral aberto de caráter normativo onde seus sujeitos
serão sempre os países membros da OIT” (PINTO, 2002);
e
-É um grande contrato entre Estados resultante da
negociação coletiva desenvolvida por suas representações
compostas de elementos de governo e das categorias
trabalhistas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.5 Negociação coletiva
.A Convenção Internacional do Trabalho tem o
intuito de firmar:
-Disposições normativas: quando as normas carecem de
legislação complementar do país que a ratificar; ou
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.5 Negociação coletiva
.A Convenção Internacional do Trabalho tem o
intuito de firmar (cont.):
-Disposições programáticas: quando fixar objetivos
determinados para a sua aplicação devendo ser atendida
pelo país que a ratificar mediante providências
complementares de sua legislação, logo, destinadas à
aprovação pelos signatários para conversão em normas
jurídicas ou leis.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.5 Negociação coletiva
.Etapas para uma greve ser considerada lícita:
1) O comunicado;
2) A negociação coletiva;
3) A determinação da melhor solução;
4) A convocação em assembléia geral;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.5 Negociação coletiva
.Etapas para uma greve ser considerada lícita
(cont.):
5) O aviso ao sindicato patronal ou a empresa observando
o prazo de uma semana de antecedência à greve; e
6) Em último caso, recorrer à Convenção Internacional do
Trabalho.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.5 Negociação coletiva
.Por fim:
-Caso essas etapas não sejam cumpridas (com exceção da
última), a greve é declarada ilegal e os direitos sindicais
são suspensos, as pessoas podem ser demitidas por justa
causa sem indenizações compensatórias promovendo
novas eleições sindicais ou a nomeação de um interventor
federal.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.6 A gestão de pessoas e o sindicalismo
“De outra parte há uma grande carência de planejamento
estratégico e de definição de metas, objetivos, e princípios
que regem uma entidade. Neste último aspecto é que se
insere o capítulo da organização de uma entidade sindical.
Há uma necessidade de “profissionalizar” a ação e a
organização das entidades sindicais, dado o fato dos
desafios a serem enfrentados serem cada vez mais
complexos e de difícil entendimento e enfrentamento”
(DALLÓ, 2005).
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.6 A gestão de pessoas e o sindicalismo
INTERAÇÃO
GESTÃO DE PESSOAS
E SINDICATOS
ORGANIZAÇÃO
SINDICATOS
GESTOR DE
PESSOAS
PESSOAS
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.6 A gestão de pessoas e o sindicalismo
.Um sindicalismo forte, também, interessa ao mundo das
organizações, porque será mais simples discutir, negociar;
.A confrontação não interessa mais e a negociação é o
caminho natural, mas que exigirá muito dos envolvidos, o
titular da área pessoas por um lado e os dirigentes
sindicais do outro; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.6 A gestão de pessoas e o sindicalismo
.Havendo um claro e insofismável envolvimento dos
gestores de pessoas as organizações terão melhores
condições de levar à frente suas muitas propostas e contra-
propostas que possam produzir saltos de qualidade na
conhecida relação capital/trabalho que, antes primava pela
confrontação e hoje prima conciliação.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Relações trabalhistas e sindicatos
13.7 Enfim...
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Quick case
- Numa central sindical de penetração nacional com a
proximidade das eleições para prefeito e vereador faz aparecer
mais de dez candidatos à vereança e uma candidata a prefeita,
sendo todos ocupantes de algum cargo na central sindical Isso
fez com que, aproximadamente, 35 sindicalizados assinassem um
abaixo assinado pedindo que todos desistissem das candidaturas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Quick case (cont.)
- Consideravam uso indevido da central, pois o compromisso,
entre outros é o de desenvolver, organizar e apoiar todas as ações
que visem a conquista de melhores condições de vida e trabalho
para o conjunto da classe trabalhadora da cidade e do campo; e
lutar para a superação da estrutura sindical coorporativa vigente,
desenvolvendo todos os esforços para a implantação de sua
organização sindical baseada na liberdade e autonomia sindical.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Quick case (cont.)
- Esse compromisso, dizia o abaixo-assinado, não inclui a
candidatura a cargos eletivos, E, na eventualidade, de
candidaturas os que assinavam pediam que não fosse
mencionada a atividade sindical.
Não houve resposta e poucos dias antes da votação esse mesmo
grupo foi de porta em porta de várias empresas pedir que não
votassem em candidato que usava o sindicato para auto-
promoção. Qual seria a posição a ser tomada neste evento?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Estudo de caso
A época: segunda metade dos anos 90. O ambiente era o
pior possível. Na empresa a agitação era muito grande e não
havia caminhos definidos para a solução do impasse. A
empresa, industrial, tinha acima de 2000 pessoas no quadro
funcional, sendo um bom número no chamado “chão de
fábrica”. O fato de estar localizada em São Paulo, num certo
sentido ajudava o movimento por melhores salários e
condições de trabalho, porque o Estado de São Paulo tem
uma concentração expressiva de indústrias de todos os
portes.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Estudo de caso (cont.)
Ademais, as três grandes centrais sindicais brasileiras: CGT -
Confederação Geral dos Trabalhadores, CUT - Central Única dos
Trabalhadores e FORÇA SINDICAL têm São Paulo como sede.
Mas, retornando à empresa, temos um movimento grevista ainda
no início e a previsão é de um longo processo.
No refeitório a conversa vai longe e os argumentos são
múltiplos e podem ser reunidos em dois grandes blocos: greve
imediata ou greve com data marcada e não podendo passar de
um mês após o aviso à direção da empresa.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Estudo de caso (cont.)
Fernando Coelho é a principal presença sindical da
empresa. Ele é vinculado a uma das três centrais sindicais e
diz que tem o apoio integral da central. Coelho quer mesmo
é a greve imediata e vem falando em todos os cantos. Mas
tem um probleminha que se chama Rodrigo e,
coincidentemente, também Coelho. Rodrigo é figura de
expressão interna e tem claramente intenções de crescer e se
tornar uma personagem forte no sindicalismo. E Rodrigo
tem uma posição contrária à greve.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Estudo de caso (cont.)
Noutro dia, numa rodada de cerveja no botequim perto da
fábrica fez um discurso inflamado, animado por que estava com
o quarto copo “família” de chope. Um dos seus argumentos é o
de que Fernando está desconsiderando as “mil” alternativas de
greve. “Ele só pensa em greve imediata porque isso é bom pra
ele que fica sozinho na batalha e, por causa disso, pensa que vai
se eleger vereador aqui do município, mas no mínimo quer se
tornar herói da noite pro dia. Se esqueceu que o sindicalismo
vem mudando de alguns anos para cá.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Estudo de caso (cont.)
Vejam só, nós temos as seguintes possibilidades de iniciar um
movimento grevista competente: temos a greve de ocupação que
vocês sabem como é, simplesmente a gente ocupa a empresa e
não faz nada. O problema é que a lei proíbe e não nos ajuda em
nada. Tem a greve de braços caídos que eu gosto muito por ser
uma espécie de greve branca e a gente está acenando com o
desejo de uma negociação, mas ficando claro que temos força
para lutar pelos nossos direitos. E vem a greve de rodízio que no
nosso caso não sei é boa, porque não trabalhamos apenas em
linha de produção, ou seja, o efeito é quase nenhum. E a greve
intermitente que a gente pode ter como primeira opção. O que
vocês acham”?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Estudo de caso (cont.)
Imaginem uma conversa dessas numa mesa cheia de
garrafas de cerveja... vazias. Alguns a favor, outros nem
tanto, mas havia no grupo um amigo de Rodrigo que foi
dizendo: “Rodrigo, você não entendeu nada. O Coelho já
percebeu que a empresa não vai se mexer. Ele havia
conversado com o gestor de pessoas e soube que a direção
vai endurecer e ponto final”. Rodrigo fez uma pergunta
curtinha: “e Coelho não falou com a diretoria, falou?”. Uma
negativa com a cabeça foi a resposta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Estudo de caso (cont.)
No dia seguinte, Coelho procura por Rodrigo e inicia uma
conversa, em princípio, de pessoas do bem. Explicou que
tinha certeza que a administração superior ia segurar até o
dissídio coletivo e no dissídio teria como provar que um
aumento do jeito que a gente quer é impossível,
considerando as planilhas todas que seriam colocadas na
mesa. E a saída era sair pra greve de pura confrontação,
nada de greve que não é greve. Coelho disse que aceitava a
greve de ocupação, porque teria um efeito ainda maior do
que a simples greve que Rodrigo havia proposto dias atrás.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Estudo de caso (cont.)
“Todo mundo em casa é bom, mas hoje penso que o
melhor mesmo é entrar é ocupar. Já sei Rodrigo o que vai
dizer: é uma greve que lei nenhuma dá guarida. O negócio é
o seguinte: vamos para a nossa assembléia e a gente decide.
Mas vou avisando que estou com um belo apoio da nossa
central sindical e do nosso sindicato”.
Rodrigo ouviu e ainda contra-argumentou, mas concordou
que o melhor mesmo era abrir a discussão na assembléia, já
marcada para daí a uma semana.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Estudo de caso (cont.)
Chega o dia e chega a hora. O pátio com uma presença muito
boa. Inicialmente, fala a principal figura sindical da empresa e se
utiliza de uma posição mais ou menos neutra, porque sabia de
duas posições majoritárias. Apenas afirma que não está ausente
do movimento, mas preferiu que outros iniciassem o movimento.
Oferece a palavra a quem quisesse e Coelho sai na frente e diz o
que você já sabe. Rodrigo, em seguida, diz que a alternativa
melhor é a negociação. Concorda que os primeiros momentos
não foram bons, em face da negativa do gestor de pessoas, mas
havia um degrau acima que era a direção superior.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Estudo de caso (cont.)
E mais: afirmou que a luta teria de ser pela manutenção
do emprego e não luta por aumento salarial. E continuava
dizendo que o mundo mudara e agora o essencial era manter
emprego e, naturalmente, lugar por melhores condições de
trabalho. Terminou com um convite a todos e eram muitos,
acima do 70%: “Quero que vocês pensem nas mudanças por
todo o mundo. Na Europa e América do Norte a luta hoje
não é apenas por aumento salarial, porque todos sabem que
a concorrência é forte e os preços não podem subir, caso
contrário, ninguém compra ou compra do vizinho.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Estudo de caso (cont.)
A lucratividade está num percentual muito pequeno e isso
vale para qualquer produto, desde um automóvel até um
ferro elétrico. Os robots já estão tomando o nosso lugar e
não há saída. Eles chegaram para ficar. E a gente aqui,
lutando pura e simplesmente por um salário melhor e só.
Pensem bem: o mundo mudou e temos de mudar também.”
A assembléia estava pronta para se manifestar a favor de um
dos dois expositores.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Estudo de caso (cont.)
E você (ou seu grupo, se for o caso) deve comentar todo o
caso e dar a opinião sobre qual proposta seria vencedora e
por que. Lembre que o caso foi escrito se pensando na
segunda década dos anos 90.
Nota: este caso é hipotético, qualquer semelhança com
pessoas, empresas, etc. será mera coincidência.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Questões para debate
1) Tendo em vista que no corpo do texto foi muito
utilizado o termo “relações trabalhistas” e que “no
Brasil, encontramos o emprego dos termos relações
industriais, relações de trabalho, relações sindicais e
relações trabalhistas com significados muito próximos”
Faça uma breve pesquisa sobre os demais termos e
construa um quadro comparativo.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Questões para debate
2) Você concorda que as relações trabalhistas
constituem um sistema onde o conjunto de regras para o
funcionamento deste sistema será mais influenciado
pelos interesses do grupo dominante “mesmo se as
regras, algumas vezes impostas pelos interesses do
grupo dominado, pretendam, em parte, permitir a busca
de maior equalização entre os grupos”? Expresse sua
opinião com argumentos consistentes.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Questões para debate
3) No começo da leitura deste capítulo você se deparou
com uma determinada definição do que vem a ser os
sindicatos. Portanto, eis o momento de você elaborar
uma definição. Podendo, tome por base a figura 13.1
que retrata o sindicalismo, de modo a fazer uso das
palavras-chave apresentadas. Não podendo, dê a sua
definição, apenas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Questões para debate
4) Mattos menciona que os abalos sindicais começaram em
maio de 1978 com as greves do ABC onde as pessoas
reivindicavam um índice maior de reajuste salarial e uma
vez revoltados com a diminuição do número de horas
naquele mês, deram início a uma seqüência de greves. Você
acredita que o salário seria o único ponto de reivindicação
destas pessoas? Em caso negativo, nos dias de hoje, quais
seriam os demais pontos a serem questionados pelas pessoas
da organização? Justifique a sua resposta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Questões para debate
5) Ao solucionar a questão nº 3 você percebeu que foram as
pessoas quem deram início ao sindicalismo brasileiro; logo,
não é difícil acreditar que o sindicato nasce da vontade e
necessidade do povo. Aliás, segundo Luiz Inácio Lula da
Silva, ele “existe porque o trabalhador exige que ele exista”.
Todavia, qual a sua posição acerca da assertiva? O que você
pensa sobre o sindicalismo autêntico de Lula (anos 70 e 80)
e sobre o sindicalismo nos dias de hoje? Seja claro e
convincente na sua resposta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Questões para debate
6) Sabendo que a greve legal “é o abandono coletivo e
temporário do trabalho, deliberado pela vontade da
maioria de uma seção, de uma empresa ou de várias
empresas realizada nos termos previstos na lei, com o
objetivo de obter reconhecimento de direitos ou o
atendimento de reivindicações”, quais são as
procedências legais para que uma greve possa ser
considerada lícita? Não economize palavras.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Questões para debate
7) Ao longo do texto foram apresentados alguns tipos de
greve, dentre eles, escolha dois tipos que você tenha
achado mais interessante e discorra sobre eles
mencionando experiências reais. Aliás, se necessário for
e autorizado, pesquise sobre os tipos escolhidos e
organizações onde foram aplicadas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Questões para debate
8) Assim como as pessoas, os empregadores também
podem realizar uma greve, chamada de lockout. Você
saberia explicar este tipo de greve? Se sim, não perca
tempo e discorra sobre o assunto dizendo se você
acredita que tais características acontecem normalmente
no dia a dia das organizações. Em caso negativo, retome
o texto e retorne a essa questão depois, quando você
achar que tem a resposta certa.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Questões para debate
9) Muitas pessoas ainda confundem os significados de
boicotagem e sabotagem, assim sendo, você deve
desfazer essa confusão explicando e exemplificando
cada conceito.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Questões para debate
10) Ao longo do texto três centrais sindicais foram
apresentadas, por conta disso a sua primeira atividade
consiste em definir o que vem a ser uma central
sindical. Na seqüência, fale sobre as três maiores
centrais sindicais no Brasil.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Questões para debate
11) No Brasil já foram testadas duas formas diferentes
de organização sindical: o Sistema de Pluralidade
Sindical e o Sistema Sindical Unitário. Discorra sobre as
principais características de cada sistema.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Questões para debate
12) A Estrutura Sindical Brasileira é composta por três
instituições: sindicatos, federações e confederações com
a característica geral de representação dos trabalhadores
e estrutura jurídica definida em Lei (CLT) e no Estatuto
Social. Via de conseqüência, cabe a você discorrer
acerca da estrutura sindical brasileira abordando as três
instituições e apresentando as principais características.
Saiba que sua opinião e sugestões são muito
importantes.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Questões para debate
13) Por que a greve só pode ser deflagrada depois de
frustrada a negociação coletiva e verificada a
impossibilidade da submissão do conflito coletivo à
arbitragem? Não poupe espaço, muito menos palavras,
ao invés disso, seja claro em sua resposta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Questões para debate
14) Ao solucionar a questão anterior você percebe que
três tipos de soluções mais freqüentes emergem da
negociação coletiva. Assim sendo, sua primeira
atividade é detectar as principais características de cada
solução, para em seguida, identificar no texto uma
quarta solução apresentada e falar sobre ela.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
13 Questões para debate
15) Há uma necessidade de “profissionalizar” a ação e a
organização das entidades sindicais, dado o fato dos
desafios a serem enfrentados serem cada vez mais
complexos e de difícil entendimento e enfrentamento”.
Com base na citação discorra sobre interação da gestão
de pessoas e os sindicatos.
Gestão de Pessoas
14 Gestor de pessoas: seu envolvimento
pleno nas transformações estruturais e
nas estratégias da organização
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas: seu envolvimento
pleno nas transformações estruturais e
nas estratégias da organização
14.1 Preliminares
.Conexão com o primeiro capítulo;
.Foram apontados aspectos relacionados com o corpo
funcional e a organização;
.O gestor de pessoas nos dias de hoje;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.1 Preliminares
“Entendemos que o titular da área de pessoas
tem de ter uma ideologia que vá permear
o seu comportamento, gestos e atitudes
frente ao corpo funcional”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.2 Contextualização; administração de recursos
humanos e gestão de pessoas
.A incorporação de conhecimentos técnicos, afora
incursões teóricas, do campo da administração trouxe
profissionais de administração para a área de pessoas;
.No entanto a passagem da administração de recursos
humanos para a gestão de pessoas continua não estando
muito clara;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.2 Contextualização
.Ao longo do texto fortalecemos a gestão de pessoas,
embora não tenhamos abandonado a administração de
recursos humanos por uma razão muito simples: ainda não
houve a completa transição para a gestão de pessoas;
.Basta retornamos aos capítulos 10 e 11, onde temos na
pesquisa sobre terceirização no capítulo 10 que 44% têm o
cargo de gerente de recursos humanos e, em 90%,
independente da nomenclatura, surge a terminação em
recursos humanos;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.2 Contextualização
.Temos uma diretoria de gestão de pessoas em 2% das
respostas. Essa pesquisa foi respondida por 50 titulares em
RH; e
.Fica transparente o uso consagrado de recursos humanos
ao longo dos quase trinta anos de sua incorporação. E fica,
agora, a evidência que temos uma proposta que nos
conduz a uma nova nomenclatura.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.3 As atribuições do(a) titular da administração
de recursos humanos e do gestor de pessoas
.O(a) titular da administração de recursos humanos, quase
sempre um gerente, teve na origem (anos 70) atribuições
como R&S; C&S; T&D; PC; AD; benefícios sociais;
saúde e segurança; e relações trabalhistas e sindicais;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.3 As atribuições do(a) titular da administração
de recursos humanos e do gestor de pessoas
.No final dos anos 70 e daí até a segunda metade dos anos
90 o conhecido gerente de RH tinha nas responsabilidades
grande chance de fazer o seu trabalho aparecer e, com
isso, aumentar o seu prestígio pessoal;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.3 As atribuições do(a) titular da administração
de recursos humanos e do gestor de pessoas
.As atividades eram integralmente conduzidas pela sua
unidade (RH) e apenas em casos excepcionais eram
transferidas a consultores, profissionais liberais ou mesmo
empresas e em nenhum momento se fazia referência a
terceirizações porque o titular de RH estava sempre
presente;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.3 As atribuições do(a) titular da administração
de recursos humanos e do gestor de pessoas
.A integração com as demais unidades era sempre uma
sugestão e acontecia, é verdade. O caráter sistêmico das
organizações já era uma realidade palpável e realizada
sem grandes dificuldades. Mas o mundo vinha mudando.
E muito; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.3 As atribuições do(a) titular da administração
de recursos humanos e do gestor de pessoas
.A segunda metade dos anos 90 trazia a revolução da
informação, as muitas possibilidades de estruturação
organizacional, a queda de importância da hierarquização,
a quebra freqüente de paradigmas e uma luta constante
pela sobrevivência.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.3 As atribuições do(a) titular da administração
de recursos humanos e do gestor de pessoas
.Principais mudanças, (DUTRA, 2002):
a) Estruturas e formas de organização do trabalho flexível
e adaptável às contingências impostas pelo ambiente
gerando demanda por pessoas em processo de constante
adaptação;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.3 As atribuições do(a) titular da administração
de recursos humanos e do gestor de pessoas
.Principais mudanças, (cont.):
b) Processos decisórios ágeis e focados nas exigências de
mercado, necessitando de pessoas comprometidas e
envolvidas com a organização;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.3 As atribuições do(a) titular da administração
de recursos humanos e do gestor de pessoas
.Principais mudanças, (cont.):
c) Velocidade para entrar e sair de mercados locais e
globais, demandando pessoas atualizadas com as
tendências de mercado; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.3 As atribuições do(a) titular da administração
de recursos humanos e do gestor de pessoas
.Principais mudanças, (cont.):
d) Altíssimo grau de competitividade em padrão global
exigindo a articulação entre pessoas que tenham
excepcional formação acadêmica e profissional e em
contínuo processo de aprimoramento e aperfeiçoamento.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.3 As atribuições do(a) titular da administração
de recursos humanos e do gestor de pessoas
.É evidente que algo novo estaria surgindo no sentido de
dar uma contribuição não só a gestão de pessoas, mas que
essa gestão de pessoas fosse um forte indicativo de uma
nova estruturação e dinâmica de nossas organizações.
“É a partir do quase final do século passado que mais
expressivamente surge uma nova roupagem para RH.
Falamos da gestão de pessoas”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.3.1 Os primeiros 100 dias
.Sugestões para os primeiros 100 dias, (NEFF E
CITRIN, 2005):
-Prepare-se para os primeiros 100 dias: pois são
fundamentais para que se ganhe respeitabilidade e
conquista da confiança de muitos ou todos,
preferencialmente;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.3.1 Os primeiros 100 dias
.Sugestões para os primeiros 100 dias, (cont.):
-Alinhe as suas expectativas: significa, além de alinhar,
ordenar expectativas checando das possibilidades de serem
expectativas as que resultem positivas;
-Coloque seu time, sua equipe em ordem: ajuste
comportamentos e estilos individuais. Considerar
comportamentos, fazer ajustes e compreender os vários
estilos individuais;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.3.1 Os primeiros 100 dias
.Sugestões para os primeiros 100 dias, (cont.):
-Prepare sua estratégia cuidadosamente, artesanalmente: o
fato do gestor da área de pessoas ter seu trabalho
originado de informações e dados que recolheu de outras
unidades vai exigir esse cuidado no preparo de sua ação
em futuro próximo;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.3.1 Os primeiros 100 dias
.Sugestões para os primeiros 100 dias, (cont.):
-Comece a mudança cultural, se puder: não precisamos
registrar a máxima cautela que se deve ter com culturas
organizacionais;
-Ajuste-se com a chefia superior: considerando o papel do
gestor esse ajuste é essencial, porque o gestor de pessoas
trabalha com toda a organização e a possibilidade de
conflitos não poder ser excluída;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.3.1 Os primeiros 100 dias
.Sugestões para os primeiros 100 dias, (cont.):
-Comunicar sempre: seja um gestor presente, mas não
deixe as pessoas dependerem de você, caso contrário, as
coisas só se resolverão com a sua presença; e
-Evite falhas (e estendemos: cuidado com o sucesso):
contorne-as e as transforme em bons exemplos, falhas
acontecem, algumas podem ser contornadas, mas muitas
geram desconfiança e queda de prestígio.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.3.1 Os primeiros 100 dias
“Apesar disso tudo é sempre bom lembrar que sucesso só
vem antes de trabalho no dicionário,
qualquer dicionário, até mesmo em inglês e espanhol:
success and work e suceso y trabajo”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.4 O gestor (estratégico) de pessoas
“O gestor de pessoas tem de utilizar estratégias que
perpassem toda a organização, pois é um gestor
das pessoas, todas da organização”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.4.1 Condicionantes atitudinal e comportamental
a) Desenvolva o seu trabalho onde outros gestores não
querem (HANEBERG, 2005): há trabalhos que cansam as
pessoas, ou porque há algum risco em colocar o gestor
numa situação delicada frente à administração superior ou
porque é algo muito comum, que todo mundo faz e que
poderia afetar a sua imagem;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.4.1 Condicionantes atitudinal e comportamental
b) Se o trabalho não é necessário, então é necessário não
fazer o trabalho (THE RESULTS-DRIVEN MANAGER,
2005): deixe clara a sua atitude frente a trabalhos que não
necessitam ser feitos. É comum a perda de tempo com
burocracias desnecessárias que levam o nada a coisa
alguma;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.4.1 Condicionantes atitudinal e comportamental
c) Aprenda os segredos do KING (BOWLES; SILVANO e
SILVANO, 2005): Know yourself. Know others; Identify
the issues; Name your team; Get goals and get going. Em
bom português: Conheça você. Conheça os outros;
Identifique as questões; Forme a sua equipe; e Fixe
objetivos e vá em frente;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.4.1 Condicionantes atitudinal e comportamental
d) Penso sempre assim? (LESSER e ZBA, 2005): se
pergunte sempre quando estiver pronto para tomar
decisões cruciais, não se perguntando você poderá estar
tomando decisões sempre baseadas em reflexões muito
semelhantes, se não absolutamente iguais. E com certeza,
convém você refletir sobre você mesmo;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.4.1 Condicionantes atitudinal e comportamental
e) Saiba impactar (THE RESULTS-DRIVEN MANAGER,
2005): desenvolva uma imagem positiva, percebendo que
está em desvantagem pense, antes de uma reunião, por
exemplo, numa coisa boa. Vá aos encontros onde você
pensa estar em desvantagem sempre com um sorriso.
Sorriso abre portas, até mesmo nos encontros sociais;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.4.1 Condicionantes atitudinal e comportamental
f) Quando o relacionamento extrapola (RUNION, 2005):
pense na sua posição funcional e pense que você estará
sempre sendo observado. Diga num relacionamento mais
íntimo que no trabalho é só trabalho;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.4.1 Condicionantes atitudinal e comportamental
g) Lidando com pessoas difíceis (THE RESULTS-
DRIVEN MANAGER, 2005): nada melhor do que
enfrentar pessoas que se comportam fora dos padrões da
organização, e muitas vezes é interessante que você
estabeleça por escrito o que se espera daquela pessoa ou
daquele grupo de pessoas;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.4.1 Condicionantes atitudinal e comportamental
h) Não há substituto para a vitória (KINNI e KINNI, 2005):
essa deve ser a sua atitude. Essa é uma frase de um líder
militar dos Estados Unidos: General Douglas Mc Arthur.
Ele considerava que a vitória deve ser perseguida sempre.
Lógico que havendo a derrota o fundamental é entender os
porquês;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.4.1 Condicionantes atitudinal e comportamental
i) Prepare-se para os eventuais cortes de pessoas (ZEISS,
2005): tenha uma atitude firme quando a direção superior
determinar cortes. Exponha seus argumentos e vencido
tenha a atitude esperada de um profissional: siga em frente,
mas tornando o corte o menos doloroso possível; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.4.1 Condicionantes atitudinal e comportamental
j) Ser ético: o mundo moderno trouxe à tona
comportamentos inadequados, mas você, gestor ou futuro
gestor, deve ter em mente que seu maior patrimônio é você
e, por essa razão, o comportamento ético deve presidir suas
ações e intenções.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.4.2 Ação e reação estratégica; competências
“O gestor de pessoas tem acesso a todas as informações de
todo o corpo funcional; tem amplas
condições de saber, inclusive, a origem
de cada pessoa e, em seguida, dos procedimentos
de recrutamento e seleção que definiram a contratação”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.4.2 Ação e reação estratégica; competências
.Desnecessário dizer o quê mais pode saber, pois pode
saber muito mais; e
.E insistimos: somente ele ou ela tem acesso ético a vida
funcional de cada um, ao passo que os demais gestores têm
acesso apenas aos seus subordinados.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.4.2 Ação e reação estratégica; competências
.“É importante mencionar que cada gestor de qualquer área
deve ser um gestor de seu pessoal, aplicando as mesmas
recomendações que a literatura técnica vem apresentando
nos últimos cinco anos”; e
.“Não podemos imaginar um vitorioso gestor de pessoas
sentado em sua sala e de lá disparando e-mails,
telefonemas, mensagens na intranet, memos para os
gestores das demais áreas”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.4.2 Ação e reação estratégica; competências
.Mas o que entendemos por competências no
mundo de hoje?
-Estratégiauma somatória de planos e ações integradas
que, considerando as freqüentes variações ambientais, visa
assegurar vantagens competitivas contínuas, geradoras de
estímulos internos à sua estrutura social e de diferenciações
excelentes de seus produtos e/ou serviços, atingindo
plenamente o segmento de mercado desejado.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.4.2 Ação e reação estratégica; competências
.“É certo que agir estrategicamente não é o comportamento
funcional que vai determinar o sucesso de profissionais na
organização. Mas é certo que agir estrategicamente de
forma inteligente é um degrau a mais na escada de acesso
ao sucesso pessoal e profissional”; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.4.2 Ação e reação estratégica; competências
.“A ação estratégica exige uma relação perfeita com o
ambiente externo. É essencial saber sobre o produto ou
serviço, saber dos stakeholders (pessoas ou organizações
que tenham algum interesse negocial) e não apenas saber
qual é o mercado, ou seja, quem compra, quem recebe o
serviço”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.4.2 Ação e reação estratégica; competências
.O gestor da área de pessoas poderá obter informações de
como a organização conseguirá vantagens frente à
concorrência, quando for o caso;
.Esta seria uma típica estratégia de negócio que o gestor
poderá contribuir eficazmente, enquanto atua internamente,
há outras estratégias...; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.4.2 Ação e reação estratégica; competências
.Não se esqueça que o gestor de pessoas tem sempre
informações sobre todo o corpo funcional e tem condições
de apontar talentos ou apontar talentos potenciais ou avaliar
o possível desempenho de uma parcela do corpo funcional,
eventualmente, envolvida na formulação de políticas de
negócio ou operacionais.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.4.2 Ação e reação estratégica; competências
.“O profissional brasileiro sabe sair de situações difíceis
com alguma habilidade, melhor do que profissionais de
outras nacionalidades”;
.“O famoso jeitinho brasileiro”;
.“No campo das competências gerais das empresas, é vital
concentrar esforços nas competências essenciais (core
competences ou key competences), pois que são as que
oferecerão resultados mais relacionados aos resultados
finais”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.4.2 Ação e reação estratégica; competências
.“A organização terá de estabelecer estratégias que
conduzam a, por exemplo, contratação de talentos ou
remuneração mais adequada ou mesmo oferecer planos de
carreira que a concorrência não imaginou e que candidatos
gostariam de cumprir na certeza de um futuro de sucesso”;
e
.“A estratégia está em conhecer como as organizações
atuam frente ao seu quadro funcional e a partir daí
estabelecer as linhas internas de ação”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.4.2 Ação e reação estratégica; competências
.Para finalizar
Visão: é uma posição que inclui o futuro, assim: “Ser a
melhor empresa de serviços bancários, sempre prestando o
melhor atendimento e buscando ser a melhor sempre”;
Missão: tem a ver com o que a organização pretende
alcançar. Aqui não se trata de uma informação objetiva e
sim uma afirmação de boa amplitude; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.4.2 Ação e reação estratégica; competências
.Para finalizar (cont.)
Valores: se referem às muitas qualidades que a
organização acredita ter. São crenças fundamentais frente à
clientes e consumidores, principalmente. E são bons
exemplos: respeito às pessoas da organização, ética,
comprometimento, rapidez, credibilidade e integridade.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.5 Modelos de ação estratégica
“A elaboração e aplicação de um modelo de ação
estratégica são importantes para o gestor de pessoas dar
um norte à implementação de qualquer esforço que
envolva a sua área, a organização, parcial ou totalmente,
na tentativa de incorporar ganhos frente à concorrência”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.5 Modelos de ação estratégica
.Modelo:
1) Conhecer bem o ideário da empresa: não é incomum
encontrar profissionais mais preocupados em
estabelecer a estratégia propriamente dita e aí... projetar
a estratégia equivocada;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.5 Modelos de ação estratégica
.Modelo (cont.):
2) Saber bem as metas e objetivos de curto, médio e longo
prazo da organização: sabendo onde a organização está
e para onde quer ir e oferecendo caminhos e informando
sobre os talentos que podem ser acionados em
momentos cruciais;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.5 Modelos de ação estratégica
.Modelo (cont.):
3) Conhecer bem o ambiente e suas tendências no que
interessa à organização e à sua área: o gestor de pessoas,
responsável pela elaboração do seu plano estratégico
dará passos importantes se considerar esse item um dos
mais importantes;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.5 Modelos de ação estratégica
.Modelo (cont.):
4) Avaliar as incertezas (ameaças) e as certezas (boas
oportunidades) ambientais: dar importância ao ambiente
é vital, entender o ambiente é difícil. As incertezas e as
certezas, as ameaças e as oportunidades surgem de
contingências;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.5 Modelos de ação estratégica
.Modelo (cont.):
5) Identificar as vantagens e desvantagens da organização
e da sua área frente ao ambiente: de modo a preparar
sua ação estratégica calcada nos valores positivos e
mantendo-os;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.5 Modelos de ação estratégica
.Modelo (cont.):
6) Buscar meios e modos de adaptação da organização às
turbulências originadas do ambiente: incluem meios e
modos das competências das pessoas da organização
que poderão estar envolvidas no planejamento e na
ação estratégica;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.5 Modelos de ação estratégica
.Modelo (cont.):
7) Dar clareza à sua estratégia: não raras vezes nos
defrontamos com projeções estratégicas elaboradas em
textos quase que dirigidos a uns poucos, resultando daí
entendimentos errôneos e ausência de um melhor
entendimento;
8) Ter clareza de forma fundamentada de cada área
estratégica da organização e dar clareza à área de gestão
de pessoas: vale enfatizar este item já mencionado;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.5 Modelos de ação estratégica
.Modelo (cont.):
9) Compatibilizar a sua área estratégica com os negócios
da organização: ocorre muitas vezes que o formulador
acabe por produzir um documento não compatível com
esta ou aquela área estratégica;
10) Formular a estratégia da sua área: implica em discutir,
compreender, convencer, argumentar, perder e ganhar
batalhas rumo a melhor estratégia e não implica em
apenas sentar e digitar um texto bem escrito;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.5 Modelos de ação estratégica
.Modelo (cont.):
11) Sensibilizar e ganhar aceitação da estratégia da sua
área: é mostrar com clareza os objetivos a serem
alcançados, a natureza do esforço, o que será exigido de
cada um, é quebrar eventuais discordâncias após a
formulação de toda a ação estratégica; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.5 Modelos de ação estratégica
.Modelo (cont.):
12) Comunicar à estrutura social: há organizações onde
persiste a disposição de muitos dirigentes em transmitir
à estrutura social como um todo as decisões superiores,
mas, há organizações aonde essa consideração sequer é
mencionada.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.5 Modelos de ação estratégica
.“O gestor tem de ter intimidade com os negócios ou com
as atividades-fins da organização, isso por que o seu
território é toda a organização, já que lá está todo o corpo
funcional que ele conhece bem e tem condições de dentro
de suas atribuições orientar”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.5 Modelos de ação estratégica
.“Essa conscientização é indispensável, sob pena de se
tornar apenas um gestor de pessoas. Insistimos que a
diferença entre gestores de pessoas estará na vocação ou na
disposição de um se integrar ao todo organizacional e
participando das movimentações estratégicas levando
consigo demais profissionais de talento da sua área”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.5 Modelos de ação estratégica
.“O alto nível de envolvimento das pessoas como parte das
atribuições na gestão de pessoas é uma marca dessa obra”;
.“A obrigatoriedade da ação estratégica como
imprescindível traz, naturalmente, esse envolvimento e a
questão das competências está inextricavelmente
conectada com tal envolvimento”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.5 Modelos de ação estratégica
.“Competência modernamente entendida como um
conjunto de atribuições que agreguem valor à organização,
via internalização, integração, transferência de
conhecimentos, com também assimilação de novas
habilidades que sejam altamente relevantes para a
organização”;
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.5 Modelos de ação estratégica
.“O que não se deseja é a internalização de conhecimentos
ou incorporação de experiências que pouco influem nos
muitos processos, principalmente os processos críticos e
que nem mesmo justifiquem a sua disseminação no plano
interno”; e
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
14.5 Modelos de ação estratégica
.“Competências essenciais são aquelas que apontamos em
nos modelos de ação estratégica e o de integração
estratégica, como são exemplos: ser competente no
entendimento da sua cultura organizacional, da
distribuição de poder e na identificação das muitas
lideranças e suas variações”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Gestor de pessoas...
“Qualquer gestor pode ser um gestor de pessoas,
mas somente um tem os meios necessários
para se tornar um bom gestor de pessoas.
É o titular (ou a titular) da área de pessoas.
Mas, para se tornar um excelente gestor
terá de agir estrategicamente.
Sempre!”
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Quick case
- A proposta era muito simples. Dar uma nova nomenclatura à
unidade que tratava dos recursos humanos da empresa. E, então,
o gerente de RH foi conversar com o diretor administrativo que
comanda RH e outras unidades, tais como: logística e tecnologia
da informação e sugeriu: gestão estratégica de pessoas. O diretor
foi receptivo a idéia, só não via qual a vantagem na troca de
rótulos. Pelo que o gerente falara o diretor entendia que não
havia nada que justificasse a troca de nomenclatura, a não ser
apenas a vontade de mudar.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Quick case (cont.)
- O gerente pensa que foi claro na proposição acha que detalhou
a “nova” unidade, mas percebeu que o diretor não “comprara”
totalmente a idéia. Mas ouviu a promessa de voltar ao assunto
dali alguns dias.
E foi o que aconteceu. O diretor voltou ao assunto e disse não.
O gerente ficou negativamente impactado e começou a articular
uma nova argumentação que fizesse o seu diretor entender os
porquês da mudança de rótulos. E que não era apenas a sua
vontade pessoal. Como seria, então, essa argumentação que
convenceria o diretor e demais diretores.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Estudo de caso
A chegada de José Antonio, novo diretor, trouxe junto com
ele uma nova nomenclatura para a agora ex-diretoria de
Recursos Humanos e a nova nomenclatura é Diretoria de
Talentos. A expectativa era grande e por várias razões: a
empresa da área da tecnologia da informação vinha
crescendo e acabava de fechar dois contratos com duas
grandes empresas. A necessidade de contratação de
profissionais de TI era imediata e essa foi a razão principal
para a contratação do novo diretor.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Estudo de caso (cont.)
E, de fato, poucos dias depois uma nova profissional é contratada
não para a ex-gerência de recursos humanos, mas para a nova
unidade denominada Gestão de Pessoas. Martha Tomar ainda no
primeiro dia pede uma reunião com as demais chefias. Fala de
sua experiência anterior, sempre em grandes empresas, fala de
seus planos e deixa claro que a empresa entra numa nova
trajetória à semelhança das grandes empresas norte-americanas:
valorização do corpo funcional, uma programação dinâmica em
treinamento e desenvolvimento e um processo de recrutamento e
seleção moderno.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Estudo de caso (cont.)
Pede auxílio de todos e termina dizendo que a porta de sua
sala estará sempre aberta para que todos possam chegar e
entrar. E que só sai da sala em situações especiais. Entendia
que a sua sala era o melhor local da empresa. Ali estaria ao
longo de cada dia.
André Monteiro é o titular de T&D (treinamento e
desenvolvimento) e, após a frustração de não ser o escolhido
para o cargo de gestor de pessoas, firmara o compromisso
público de dar todo o apoio necessário à gestora.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Estudo de caso (cont.)
Entretanto, chegou a manifestar a sua decepção com relação
às palavras da sua nova chefe. Falou o que todo mundo fala,
ou seja, não disse nada de novo. Apregoava a sua
insatisfação pelos cantos da empresa. Isso foi entendido pela
titular de R&S (recrutamento e seleção) como “dor de
cotovelo” por não ter sido escolhido o novo titular da área
de pessoas.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Estudo de caso (cont.)
Menos de um mês depois a população funcional é abalada
com a demissão de André e junto com ele Toninho Montes,
seu substituto eventual e algumas outras pessoas de T&D.
Nova reunião com a nova gestora e não há menção da
demissão de André até que alguém pergunta e “ouve” o
silêncio como resposta. Um outro mês passa e a gestão de
pessoas entra em ritmo normal.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Estudo de caso (cont.)
E a nova gestora de pessoas cumpriu o prometido, mal saia da
sala e preferia que os demais gestores viessem conversar com ela
sobre programas de treinamento, planos de carreira, cargos e
salários e recrutamento e seleção. E combinou um encontro
mensal em sua sala de reuniões com os demais gestores. Numa
das reuniões, Juliana, gestora financeira, perguntou porque não
recebia uma visita dela, gestora, já que assim conheceria ao
menos a área física de finanças. Ela sorriu, disse que faria uma
visita, mas tinha essa norma de raramente sair da sala. Assim,
poderia dar apoio permanente à turma dela.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Estudo de caso (cont.)
A conversa continua e a gestora financeira começa a fazer
comentários específicos da sua área. Fala do
acompanhamento orçamentário, da próxima visita dos
auditores independentes, de alguma dificuldade em
convencer algumas unidades no sentido da obediência ao
cronograma aprovado. Nesse ponto foi interrompida pela
gestora que disse não ser especialista em finanças e estava
entendendo alguma coisa, mas não muito. E a conversa
termina aí.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Estudo de caso (cont.)
Meses depois José Antonio, diretor de talentos, marca uma
reunião com todos os gestores. E informa que não há uma
agenda a ser tratada e estipula um horário pequeno. Todos
comparecem e o diretor faz uma preleção inicial e passa a
palavra à gestora de pessoas que faz um longo relato desde
seu ingresso até aquele momento. Em seguida, pela ordem
alfabética pede a participação dos gestores. Os comentários
são semelhantes, elogiosos até, e há apenas alguns reparos.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Estudo de caso (cont.)
Por exemplo, alguns manifestaram estranheza com a súbita
demissão de André Monteiro e outros de T&D que vinham
atuando de forma a não comprometer a área. Depois, as
demissões ocorreram de forma abrupta, pois nem mesmo os
gestores tiveram informações, embora fosse um assunto só
da área dela.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Estudo de caso (cont.)
A gestora se defendia tranqüilamente dizendo que cada área
era cada área e não via motivos para maiores comentários.
“Todos sabem que não me envolvo em área alguma, respeito
o trabalho de cada gestor. Sou assim há muitos anos e por
onde passei acredito que deixei boas recordações. Vocês
devem ter notado que na nossa reunião de planejamento eu
ouvi todos falarem e na minha vez dei o meu recado. Nada
comentei sobre as outras áreas porque me especializei em
recursos humanos, digo, gestão de pessoas”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Estudo de caso (cont.)
Na manhã seguinte a gestora foi conversar com seu diretor José
Antônio e disse que ela poderia muito, mas não poderia tudo. E
isso significa dizer que ela se sente confortável na área de sua
especialização e é assim que tem de ser. O que ela não poderia
ser é quase que uma gerenciadora de informações o que a
obrigaria a ter informações de todas as áreas. O diretor
concordou e falou que era natural que os demais gestores
agissem da maneira que estavam agindo. “Não se esqueça que
você é muito nova em idade e nova aqui na empresa e isso causa
uns ciuminhos”.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Estudo de caso (cont.)
Contudo, dois meses depois o diretor de talentos resolveu
contratar uma consultora, Bete Nunes, que tinha muito boa
experiência profissional, boa formação acadêmica e dois
cursos em nível de pós-graduação em gestão estratégica de
pessoas. E seu compromisso seria prestar consultoria à
gestora de pessoas visando a uma atuação de forma
estratégica. Difícil imaginar o grau de relacionamento entre
a gestora de pessoas e a consultora.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Estudo de caso (cont.)
Você (e seu grupo, se for o caso) deve comentar o caso
considerando o último parágrafo e falando exaustivamente
sobre a nova gestora e a contratação da consultora de gestão
estratégica de pessoas. Lembre que todo o texto acima, à
exceção desse parágrafo é cópia integral do caso
apresentado no capítulo 1 que teve, certamente, uma outra
análise.
Nota: este caso é hipotético, qualquer semelhança com
pessoas, empresas, etc. será mera coincidência.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Questões para debate
1) Como você percebe a transformação da
administração de pessoal em gerência de recursos
humanos? Teria sido apenas uma troca de rótulos ou
haveria razões fortes para essa alteração? Fique sabendo
que há quem diga que mudanças de rótulos obedecem
simplesmente a modismos. E seria o caso de recursos
humanos, ou seja, mudou por modismo?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Questões para debate
2) Por que razão os chamados departamento de pessoal
tinham como titulares profissionais com formação em
direito? E os atuais departamentos de recursos humanos
têm poucos profissionais do direito como chefes ou
gerentes? E se tem qual (ou quais) ramo profissional se
“adonou” da área?
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Questões para debate
3) Dutra aponta as principais mudanças nos anos 90 que
geraram mudanças importantes nas organizações.
Gostaríamos que você desenvolvesse a sua resposta em
apenas dois dos quatro itens mencionados por ele. Apenas
para orientá-lo na resposta: há um item se refere a estruturas
e formas de organização; um outro item se refere a
processos decisórios; e os dois restantes falem em
velocidade na entrada e saída de mercados e, por
conseqüência, o último item aborda o altíssimo grau de
competitividade.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Questões para debate
4) Sugerimos que o gestor de pessoas que deseja ser
bem sucedido deve, ao assumir o cargo, pensar nos seus
100 primeiros dias. E apontamos oito alternativas que
irão ajudá-lo. Mencione e nos explique, pelo menos, três
desses itens e nos diga se concorda ou não.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Questões para debate
5) Qual é a diferença básica entre o gestor de pessoas e
o gestor de pessoas, mas que atue estrategicamente?
Note que na questão não há nenhuma “pegadinha”. É
sério!
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Questões para debate
6) As condicionantes atitudinal e comportamental
sugerem ao titular da área de pessoas algumas atitudes
que vão proporcionar aceitação do quadro funcional
como um todo. Indique e justifique, pelo menos, duas
dessas condicionantes. Evite responder ser ético por que
é a próxima questão.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Questões para debate
7) Ser ético. Com freqüência você ouve comentários
sobre a ética. Ouve comentários muito positivos, mas
ouve comentários negativos daqueles que afirmam que
ser ético não enriquece ninguém. E não ser ético traz
algumas vantagens, até mesmo monetárias. O que
desejamos saber é a sua posição sobre a ética na
empresa. Mas, por favor, lembre do texto para
desenvolver a sua resposta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Questões para debate
8) Defina estratégia. Não queremos que você diga
igualzinho ao que está no texto, mas que nos passe uma
idéia muito próxima do que é estratégia.
9) O famoso “jeitinho” brasileiro é bom ou ruim para os
nossos profissionais? Justifique, bem justificada, a sua
resposta.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Questões para debate
10) Visão, Missão e Valores. Com certeza você já ouviu
-ou já viu muito, e gostaríamos que você falasse um
pouco sobre cada uma dessas posições ideológicas. Há
quem diga que de nada adianta a empresa colocar na
porta de entrada textos muito bem escritos e, no entanto,
as pessoas acabarem por perceber que aquilo (o texto) é
só um quadro pregado na parede, sem uso algum. Mas
não se esqueça de explicar o que significam visão,
missão e valores.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Questões para debate
11) Retomando a questão anterior nos diga qual seria a
razão maior de você, gestor de pessoas, conhecer bem o
ideário da empresa onde atua. Se tiver de responder por
escrito escreva bastante. Se tiver de falar sobre a
questão, fale muito.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Questões para debate
12) Você já sabe que o ambiente é essencial num
processo de elaboração de estratégias empresariais.
Então nos diga se perceber o ambiente é uma tarefa
mais fácil no Brasil e, portanto, com grau de dificuldade
muito pequeno do que, por exemplo, na Suíça.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Questões para debate
13) O modelo de integração estratégica oferece
caminhos muito bons para o gestor (estratégico) de
pessoas desenvolver estratégias que têm forte tendência
de produzir resultados de excelência. Para nós, é
importante que você faça um relato (oral ou por escrito)
dos componentes e faça a sua avaliação pessoal.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Questões para debate
14) Qualquer gestor pode ser um gestor de pessoas, mas
somente um tem os meios necessários para se tornar um
bom gestor de pessoas. E essa pessoa é o titular (ou a
titular) da área de pessoas. E para se tornar um
excelente gestor terá de agir estrategicamente. Sempre!
A pergunta é simples: comente exaustivamente essa
afirmação, concordando ou discordando.
Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
14 Questões para debate
15) Você está no último capítulo e, certamente, tem
considerações a fazer sobre o gestor (estratégico) de
pessoas. Pense em algo que você leu nesse capítulo e
faça um comentário sobre o seu interesse na área e se
não há nenhum interesse justifique porque, mas se
mantenha dentro do capítulo, assim você utilizará bons
argumentos.
F I M
Gestão de Pessoas: estratégias e
integração organizacional

GESTÃO DE PESSOAS

  • 1.
    Gestão de Pessoas Estratégiase integração organizacional
  • 2.
    Gestão de Pessoas 1Gestão de pessoas: evolução e estágio atual; uma introdução Fonte: ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006.
  • 3.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Gestão de pessoas: evolução e estágio atual; uma introdução “Qualquer gestor pode ser um gestor de pessoas, mas somente um tem os meios necessários para se tornar um bom gestor de pessoas. É o titular (ou a titular) da área de pessoas. Mas, para se tornar um excelente gestor terá de agir estrategicamente. Sempre!”
  • 4.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Gestão de pessoas: evolução e estágio atual; uma introdução 1.1 Preliminares .Luiz Inácio Lula da Silva; .A força do novo sindicalismo brasileiro; .Negociação: Sindicato, Empresa e RH; e .Novo profissional: o gerente de recursos humanos.
  • 5.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Gestão de pessoas: evolução e estágio atual; uma introdução 1.2 Histórico .Administração de pessoal, funções básicas: recrutamento e seleção de pessoas; .1º de maio de 1943: assinatura do Decreto-lei nº 5452 Consolidação das Leis Trabalho (CLT); .Departamentos (de pessoal): rotinas trabalhistas;
  • 6.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Gestão de pessoas: evolução e estágio atual; uma introdução 1.2 Histórico .Tarefas administrativas: recrutamento, seleção, treinamento, admissão, demissão e a folha de pagamento; .Atividades mais importantes: recrutamento e seleção, prova específica e testes psicológicos e treinamento;
  • 7.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Gestão de pessoas: evolução e estágio atual; uma introdução 1.2 Histórico .Planos de saúde, benefícios, segurança no trabalho e outras atividades; .Por que surgiu uma nova roupagem para a melhor gestão do quadro funcional? .R: Explosão da informação (TI): R&S, T&D, P&C, A&D, Benefícios, Saúde e Segurança entre outras; e
  • 8.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Gestão de pessoas: evolução e estágio atual; uma introdução 1.2 Histórico .Curso de administração de recursos humanos: primeira turma, 90% de profissionais da área do direito; .Três anos depois: 70% ou 80% administradores e psicólogos; e . Estágio atual: solução para as demandas de excelência organizacional.
  • 9.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Gestão de pessoas: evolução e estágio atual; uma introdução 1.3 O corpo funcional Clima organizacional, três fatores, (SIROTA e MELTZERI, 2005): - Eqüidade: perceber que os superiores são justos na sua relação com a estrutura social; - Realização: crescer na carreira, na empresa e estar bem na organização, ser considerado, respeitado; e
  • 10.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Gestão de pessoas: evolução e estágio atual; uma introdução 1.3 O corpo funcional Clima organizacional, três fatores, (cont.): - Companheirismo: as pessoas buscam uma relação amistosa (maiores possibilidades de manutenção na posição), “Uma mão lava a outra”.
  • 11.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Gestão de pessoas: evolução e estágio atual; uma introdução 1.3 O corpo funcional Etapas para um processo de comunicação, (BERLO,1999): 1ª) Fonte: a origem pode ser uma pessoa ou uma pessoa em nome de um grupo com um dado objetivo;
  • 12.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Gestão de pessoas: evolução e estágio atual; uma introdução 1.3 O corpo funcional Etapas, (cont.): 2ª) Mensagem: o objetivo é materializado, via mensagem, e nos processos a mensagem é traduzida num código chamado de conjunto sistemático de símbolos;
  • 13.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Gestão de pessoas: evolução e estágio atual; uma introdução 1.3 O corpo funcional Etapas, (cont.): 3ª) Codificador: a função codificadora expressa o objetivo da fonte em forma de mensagem executada pelas habilidades da fonte (oral, escrita, gestos, braços e postura);
  • 14.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Gestão de pessoas: evolução e estágio atual; uma introdução 1.3 O corpo funcional Etapas, (cont.): 4ª) Canal: condutor da mensagem, aproxima a fonte do recebedor, o e-mail é canal que aproxima a fonte que pode estar qualquer lugar; 5ª) Recebedor: é quem está na outra ponta do canal; e
  • 15.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Gestão de pessoas: evolução e estágio atual; uma introdução 1.3 O corpo funcional Etapas, (cont.): 6ª) Decodificador: a fonte necessita de um codificador para dar movimentação à mensagem e o recebedor precisará de um decodificador para decifrar a mensagem.
  • 16.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Gestão de pessoas: evolução e estágio atual; uma introdução 1.4 A organização . Administração de RH gestão de pessoas; . Abordagem de sistemas abertos; e . Abordagem contingencial.
  • 17.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Gestão de pessoas: evolução e estágio atual; uma introdução 1.5 Enfim...
  • 18.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Quick case - A proposta era muito simples. Dar uma nova nomenclatura à unidade que tratava dos recursos humanos da empresa. E, então, o gerente de RH foi conversar com o diretor administrativo que comanda RH e outras unidades, tais como: logística e tecnologia da informação e sugeriu: gestão de pessoas. O diretor foi receptivo a idéia, só não via qual a vantagem na troca de rótulos. Pelo que o gerente falara o diretor entendia que não havia nada que justificasse a troca de nomenclatura, a não ser apenas a vontade de mudar.
  • 19.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Quick case (cont.) - O gerente pensa que foi claro na proposição acha que detalhou a “nova” unidade, mas percebeu que o diretor não “comprara” totalmente a idéia. Mas ouviu a promessa de voltar ao assunto dali alguns dias. E foi o que aconteceu. O diretor voltou ao assunto e disse não. O gerente ficou negativamente impactado e começou a articular uma nova argumentação que fizesse o seu diretor entender os porquês da mudança de rótulos. E que não era apenas a sua vontade pessoal. Como seria, então, essa argumentação que convenceria o diretor e demais diretores?
  • 20.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Estudo de caso A chegada de José Antonio, novo diretor, trouxe junto com ele uma nova nomenclatura para a agora ex-diretoria de Recursos Humanos e a nova nomenclatura é Diretoria de Talentos. A expectativa era grande e por várias razões: a empresa da área da tecnologia da informação vinha crescendo e acabava de fechar dois contratos com duas grandes empresas. A necessidade de contratação de profissionais de TI era imediata e essa foi a razão principal para a contratação do novo diretor.
  • 21.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Estudo de caso (cont.) E, de fato, poucos dias depois uma nova profissional é contratada não para a ex-gerência de recursos humanos, mas para a nova unidade denominada Gestão de Pessoas. Martha Tomar ainda no primeiro dia pede uma reunião com as demais chefias. Fala de sua experiência anterior, sempre em grandes empresas, fala de seus planos e deixa claro que a empresa entra numa nova trajetória à semelhança das grandes empresas norte-americanas: valorização do corpo funcional, uma programação dinâmica em treinamento e desenvolvimento e um processo de recrutamento e seleção moderno.
  • 22.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Estudo de caso (cont.) Pede auxílio de todos e termina dizendo que a porta de sua sala estará sempre aberta para que todos possam chegar e entrar. E que só sai da sala em situações especiais. Entendia que a sua sala era o melhor local da empresa. Ali estaria ao longo de cada dia. André Monteiro é o titular de T&D (treinamento e desenvolvimento) e, após a frustração de não ser o escolhido para o cargo de gestor de pessoas, firmara o compromisso público de dar todo o apoio necessário à gestora.
  • 23.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Estudo de caso (cont.) Entretanto, chegou a manifestar a sua decepção com relação às palavras da sua nova chefe. Falou o que todo mundo fala, ou seja, não disse nada de novo. Apregoava a sua insatisfação pelos cantos da empresa. Isso foi entendido pela titular de R&S (recrutamento e seleção) como “dor de cotovelo” por não ter sido escolhido como o novo gestor. Menos de um mês depois a população funcional é abalada com a demissão de André e junto com ele Toninho Montes, seu substituto eventual e algumas outras pessoas de T&D.
  • 24.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Estudo de caso (cont.) Nova reunião com a nova gestora e não há menção da demissão de André até que alguém pergunta e “ouve” o silêncio como resposta. Um outro mês passa e a gestão de pessoas entra em ritmo normal. E a nova gestora de pessoas cumpriu o prometido, mal saia da sala e preferia que os demais gestores viessem conversar com ela sobre programas de treinamento, planos de carreira, cargos e salários e recrutamento e seleção. E combinou um encontro mensal em sua sala de reuniões com os demais gestores.
  • 25.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Estudo de caso (cont.) Numa das reuniões, Juliana, gestora financeira, perguntou porque não recebia uma visita dela, gestora, já que assim conheceria ao menos a área física de finanças. Ela sorriu, disse que faria uma visita, mas tinha essa norma de raramente sair da sala. Assim, poderia dar apoio permanente à turma dela. A conversa continua e a gestora financeira começa a fazer comentários específicos da sua área. Fala do acompanhamento orçamentário, da próxima visita dos auditores independentes, de alguma dificuldade em convencer algumas unidades no sentido da obediência ao cronograma aprovado.
  • 26.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Estudo de caso (cont.) Nesse ponto foi interrompida pela gestora que disse não ser especialista em finanças e estava entendendo alguma coisa, mas não muito. E a conversa termina aí. Meses depois José Antonio, diretor de talentos, marca uma reunião com todos os gestores. E informa que não há uma agenda a ser tratada e estipula um horário pequeno. Todos comparecem e o diretor faz uma preleção inicial e passa a palavra à gestora de pessoas que faz um longo relato desde seu ingresso até aquele momento.
  • 27.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Estudo de caso (cont.) Em seguida, pela ordem alfabética pede a participação dos gestores. Os comentários são semelhantes, elogiosos até, e há apenas alguns reparos. Por exemplo, alguns manifestaram estranheza com a súbita demissão de André Monteiro e outros de T&D que vinham atuando de forma a não comprometer a área. Depois, as demissões ocorreram de forma abrupta, pois nem mesmo os gestores tiveram informações, embora fosse um assunto só da área dela.
  • 28.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Estudo de caso (cont.) A gestora se defendia tranqüilamente dizendo que cada área era cada área e não via motivos para maiores comentários. “Todos sabem que não me envolvo em área alguma, respeito o trabalho de cada gestor. Sou assim há muitos anos e por onde passei acredito que deixei boas recordações. Vocês devem ter notado que na nossa reunião de planejamento eu ouvi todos falarem e na minha vez dei o meu recado. Nada comentei sobre as outras áreas porque me especializei em recursos humanos, digo, gestão de pessoas”.
  • 29.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Estudo de caso (cont.) Na manhã seguinte a gestora foi conversar com seu diretor José Antônio e disse que ela poderia muito, mas não poderia tudo. E isso significa dizer que ela se sente confortável na área de sua especialização e é assim que tem de ser. O que ela não poderia ser é quase que uma gerenciadora de informações o que a obrigaria a ter informações de todas as áreas. O diretor concordou e falou que era natural que os demais gestores agissem da maneira que estavam agindo. “Não se esqueça que você é muito nova em idade e nova aqui na empresa e isso causa uns ciuminhos”.
  • 30.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Estudo de caso (cont.) Contudo, dois meses depois o diretor de talentos resolveu contratar uma consultora, Bete Nunes, que tinha muito boa experiência profissional, boa formação acadêmica e dois cursos em nível de pós-graduação em gestão estratégica de pessoas. E seu compromisso seria prestar consultoria à gestora de pessoas visando a uma atuação de forma estratégica. Difícil imaginar o grau de relacionamento entre a gestora de pessoas e a consultora.
  • 31.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Estudo de caso (cont.) Você (e seu grupo, se for o caso) deve comentar o caso com base não apenas na postura da gestora de pessoas, mas também na posição dos demais gestores e em especial da consultora recém contratada. Aponte como vocês acham que a empresa poderia ter, se fosse o caso, uma diretoria de talentos em nível de excelência. Nota: este caso é hipotético, qualquer semelhança com pessoas, empresas, etc. será mera coincidência.
  • 32.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Questões para debate 1) Entendemos que a retirada dos executivos da área de pessoal das mesas de negociação fragilizou o eventual poder que a área tinha sobre a organização como um todo. Aliás, é fácil imaginar um chefe do então departamento de pessoal retornando à organização e contando a tantos outros o que o presidente negociara muito bem e não o próprio (ou a própria) chefe. Diante desta realidade, explore a questão das negociações e do poder da então área de RH nas organizações enfatizando a presença do presidente e do titular da área de pessoal.
  • 33.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Questões para debate 2) A década de 30 marca definitivamente o início sistematizado e regulado por documentos legais da administração de pessoal passando a existir uma verdadeira legislação trabalhista, a CLT. Considerando este período e o primeiro artigo da CLT, trace um paralelo das atividades realizadas pelos chamados departamentos de pessoal e tarefas administrativas com as atividades da atual gestão de pessoas.
  • 34.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Questões para debate 3) Você pôde verificar que o recrutamento de pessoas era realizado via jornais de boa circulação e não muito mais do que isso, eventualmente, as rádios anunciavam que tal ou qual empresa buscava pessoas para ocupar determinados cargos. Com base no texto e na atualidade explore como este recrutamento se dá nos dias de hoje abordando as atividades mencionadas.
  • 35.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Questões para debate 4) O texto menciona que à exceção dos planos de saúde, já existiam os benefícios, a segurança e outras atividades, mas não havia uma preocupação em fazer crescer tais atividades. Elas existiam porque existiam. E nos dias de hoje? Você acredita ser muito diferente? Exponha sua opinião e exemplifique com casos organizacionais atuais.
  • 36.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Questões para debate 5) Um bom exemplo que mostra a profunda transformação para a atual gestão de pessoas a partir dos anos 70 vem de um dos primeiros cursos de administração de recursos humanos realizados no Brasil. Sua primeira turma era composta de 90% de advogados, logo no ano seguinte, tinha no máximo 20% a 30% de pessoal com bacharelado em direito;
  • 37.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Questões para debate (cont.) 5) Este quadro mudou, mas e a realidade atual? Será que ainda temos advogados, engenheiros ou médicos assumindo cargos de gestão, ou seja, de administradores? O CRA – Conselho Regional de Administração propaga a seguinte mensagem: “Administração é para administrador”. Exponha sua opinião a cerca desta realidade.
  • 38.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Questões para debate 6) O texto nos leva ao atual contexto onde a gestão de pessoas surge como solução para as demandas de excelência organizacional, mas cabe aqui uma questão: e por que surge uma nova roupagem para a melhor gestão do quadro funcional? Dentre os aspectos apresentados explore três dos quais você acredita serem cruciais no atual contexto da gestão de pessoas.
  • 39.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Questões para debate 7) As pessoas da organização contribuem para a instalação de um clima organizacional favorável que conduz a resultados, incluindo resultados dos negócios quando é o caso. Sirota e Meltzeri entendem que há três fatores que as pessoas desejam na organização e que entendemos contribuir para um clima altamente positivo, são eles: equidade, realização e companheirismo;
  • 40.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Questões para debate (cont.) 7) Portanto, construa uma pirâmide onde a base representa o fator de maior peso, o meio representa o fator de equilíbrio e a ponta o fator a ser considerado de acordo com o tempo de carreira. Explore com base no texto cada fator mencionado e defenda a estrutura da sua pirâmide.
  • 41.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Questões para debate 8) “O gestor (estratégico) de pessoas deve ser hábil no sentido de identificar eventuais ruídos no relacionamento entre as pessoas visando ao melhor clima possível, assegurando um desenvolvimento regular dos trabalhos na organização. Sabemos que o melhor clima possível não elimina a existência de conflitos, mas deve eliminar o conflito predador, aquele que só traz a instabilidade e a incerteza”. Com base no texto e no trecho destacado, o que você entende por ruídos nas organizações?
  • 42.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Questões para debate 9) Seguindo a linha de raciocínio da questão anterior, diante de um quadro com eventuais ruídos, existência de conflitos, instabilidades e incertezas, qual deve ser a posição do gestor de pessoas? Justifique a sua resposta.
  • 43.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Questões para debate 10) Complementando as questões nº 8 e nº 9, um outro fator que dá suporte a um clima organizacional pró- ativo e minimiza os possíveis ruídos é a comunicação. Curiosamente o processo de comunicação é extremamente simples, o que não quer dizer que funcione com alto grau de eficiência e eficácia;
  • 44.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Questões para debate (cont.) 10) As etapas para um processo de comunicação compreendem, segundo Berlo: fonte, mensagem, codificador, canal, recebedor e decodificador. O texto apresenta um exemplo bastante interessante que auxiliou você a compreender as etapas de uma comunicação, agora cabe a você elaborar um exemplo claro e sucinto abordando as seis etapas mencionadas.
  • 45.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Questões para debate 11) O texto aborda a passagem da administração de recursos humanos para gestão de pessoas. Temos absoluta convicção que a mudança não está no rótulo, mas sim numa nova abordagem. Sua tarefa consiste em voltar ao texto e identificar três das diversas transformações e aspectos necessários à rápida ação das organizações.
  • 46.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Questões para debate 12) O conhecimento da abordagem contingencial é fundamental à boa atuação do gestor (estratégico) de pessoas, uma vez que aborda a importância do ambiente nas transformações internas, principalmente, naquelas ditadas por “exigências” do ambiente. Assim sendo, podemos concluir que não existe estrutura organizacional única, de um organograma e que seja permanente, porque a organização não teria como controlar o ambiente;
  • 47.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Questões para debate (cont.) 12) Sendo assim, contextualize as organizações brasileiras diante de tantas incertezas, ou seja, turbulências de toda ordem (econômica, social, política e de negócios, em geral) e mais os fatores contingênciais fora de nossas fronteiras, como por exemplo, os pregões das bolsas de valores por todo o mundo.
  • 48.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Questões para debate 13) A abordagem contingencial permite ao gestor (estratégico) de pessoas uma compreensão muito melhor da organização e das problemáticas ambientais ao recorrer à leitura de livros, revistas, artigos, ensaios e matérias da internet como também a participação em encontros, simpósios, congressos, grupos profissionais. Valem também, a presença em cursos, palestras obtendo assim, a formação ideal. Em se tratando de capacitação, como você vê o atual gestor de pessoas? Não poupe palavras.
  • 49.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Questões para debate 14) Muitas foram as abordagens teóricas alinhavadas nesse capítulo a fim de permitir a compreensão da organização como um todo. Mas você saberia o porquê deste interesse em dedicar páginas a movimentações ditas teóricas, já que o livro tem a pretensão de ser um instrumento eficaz na compreensão e aplicação de meios e modos que conduzam à formação de profissionais na área de gestão de pessoas? Seja consistente em sua resposta.
  • 50.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Questões para debate 15) As pessoas da organização não podem ser consideradas como recursos humanos que representam custos e nada mais. Vergara e Davel apontam que “o caráter normativo de modelos e técnicas e a obsessão pela eficácia, pelo desempenho, pela produtividade, pelo rendimento a curto prazo ressaltam um tipo de tratamento aos seres humanos desprovido de conteúdo ético, filosófico e auto-reflexivo”;
  • 51.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 1 Questões para debate (cont.) 15) Como pôde perceber ao longo do texto, mencionamos “pessoas da organização”, sendo assim, como você vê a importância destas pessoas para as organizações? Recursos humanos, capital humano, pessoas? Aborde as questões éticas, filosóficas e auto- reflexivas.
  • 52.
    Gestão de Pessoas 2Recrutamento e Seleção (R&S)
  • 53.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.1 Preliminares .Atividades que estão plenamente interligadas; .Tratar ambas como uma atividade única; e .Para encontrar e estabelecer uma relação de trabalho com pessoas.
  • 54.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.2 Definições e conceitos . Recrutamento“processo de identificação e atração de um grupo de candidatos, entre os quais serão escolhidos alguns para posteriormente serem contratado para o emprego” (MILKOVICH e BOUDREAU, 2000); e .Seleção  “escolher e classificar os candidatos adequados” (ZOUAIN, 2003).
  • 55.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.2 Definições e conceitos . Perguntas básicasPor que recrutar? Quem recrutar? Como como recrutar? Onde recrutar?
  • 56.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.3 No plano interno “Quando a organização procura preencher uma vaga para um posto de trabalho mediante o remanejamento de seus funcionários, que podem ser promovidos, transferidos (mov. horizontal) ou transferidos com promoção (ascensão funcional)” (TACHIZAWA, FERREIRA e FORTUNA, 2001).
  • 57.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.3 No plano interno Vantagens: - Necessidades de investimentos de menor ordem: alternativas dentro da própria organização, remanejando as pessoas ou transferindo; - Rapidez no processo: basta mandar um e-mail, partindo do princípio de que apresenta os pré-requisitos para a vaga em questão;
  • 58.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.3 No plano interno Vantagens, (cont.): -Disponibilidade de investimentos para outras atividades: redirecionamento dos recursos financeiros dentro da própria área de gestão de pessoas; - Segurança em relação aos seus recursos humanos: pessoas conhecidas demonstrarão um vínculo maior com a organização do que alguém que esteja chegando agora na organização; e
  • 59.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.3 No plano interno Vantagens, (cont.): - Motivação das pessoas: ninguém pode motivar ninguém, são as pessoas que se motivam por intermédio de incentivos tais como os processos de auto- aperfeiçoamento e auto-avaliação.
  • 60.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.3 No plano interno Limitações: - Pessoas conectadas com a cultura: as “idéias viciadas” podem comprometer o sucesso da empresa, pessoas novas renovariam o ambiente; -Relacionamentos em conflito: desentendimentos é uma realidade, sabendo que “uma andorinha só não faz verão” a falta de companheirismo dificulta o rendimento global da organização;
  • 61.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.3 No plano interno Limitações, (cont.): -Excesso nas promoções (princípio de Peter): trata de promoções sucessivas de uma pessoa competente da organização, até que esta se torne incompetente em relação ao cargo alcançado; -Protecionismo: às vezes a pessoa não tem a competência necessária para preencher o cargo, mas tem o famoso “QI” que significa quem indica; e
  • 62.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.3 No plano interno Limitações, (cont.): - Baixa racionalidade no processo: se há a possibilidade de uma pessoa querida ocupar o cargo que está disponível, é bem provável que nem haja processo de recrutamento e seleção.
  • 63.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.3 No plano interno Formas de remanejamento: - Expatriação: é crescente o número de organizações que vêm atuando em muitos países tornando necessário “exilar” as pessoas da empresa e, até mesmo suas famílias;
  • 64.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.3 No plano interno Formas de remanejamento, (cont.): - Repatriação: pessoas transitando entre sociedades e permanecendo em diferentes países, (multinacionais se transformam em transnacionais perdendo identidade e origem);
  • 65.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.3 No plano interno Formas de remanejamento, (cont.): - Recolocação (outplacement): realizada pela própria organização, ou por serviços terceirizados, assessorias de recursos humanos ou as empresas especializadas em recolocação; e
  • 66.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.3 No plano interno Formas de remanejamento, (cont.): - Transferência: calcada em interesses da pessoa e os da organização, em função de um desejo pessoal, problema ou indisposição ou o desejo de crescer.
  • 67.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.4 No plano externo Técnicas de recrutamento: - Contratando assessorias de recursos humanos: a empresa terceiriza a parte referente ao recrutamento e seleção; -Contratando head hunters: (caça-talentos) recruta os melhores do mercado, mesmo que estes estejam trabalhando em empresas concorrentes;
  • 68.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.4 No plano externo Técnicas de recrutamento, (cont.): - Indicação por pessoas da organização: as pessoas da organização indicam outras pessoas conhecidas, e competentes, é claro; -Fazendo uso da internet: na internet existem diversos sites de assessoria de recursos humanos que fazem o recrutamento nos quais podemos disponibilizar nossos résumés;
  • 69.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.4 No plano externo Técnicas de recrutamento (cont.): - Utilizando currículos pré-cadastrados: currículos de processos anteriores mantidos em um banco de dados; -Ativando os meios de comunicação (jornal, revistas, rádios...); e
  • 70.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.4 No plano externo Técnicas de recrutamento (cont.): - Se vinculando a outras instituições, associações, agremiações, cooperativas e/ou sindicatos: acesso direto às fontes de captação de pessoas.
  • 71.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.4 No plano externo Etapas de um processo de seleção: 1o) Entrevista preliminar; 2o)Aplicação de testes psicológicos; 3o) Dinâmica de grupo (simulações/jogos/dramatizações);
  • 72.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.4 No plano externo Etapas, (cont.): 4o) Finalização (entrevista para pré-contratação); 5o) Seleção; e 6o) Outplacement (Recolocação).
  • 73.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.4 No plano externo  Os dez mandamentos: 1) Nem muito cedo, nem muito tarde; 2) Vestuário, perfumes e maquiagem; 3) A importância da internet; 4) Evite a “troca de olhares”; 5) Problemas pessoais só interessam a você;
  • 74.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.4 No plano externo  Os dez mandamentos (cont.): 6) Dizer que é fluente em idiomas e não ser; 7) Desligue o celular; 8) Conheça o seu curriculum vitae, o seu résumé; 9) A experiência anterior é importante, mas...; e 10) Olhe firme, seja objetiva(o), mantenha um gestual simples e de poucos movimentos.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.4 No plano externo  Mais vinte mandamentos (Di FALCO e HERZ, 2005): 1) Não falar suavemente: a mulher falando suavemente difere do homem falando suavemente podendo ser entendido como abordagem de sedução; 2) Não falar muito alto: falar alto pode demonstrar alguma desconsideração com o próximo;
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.4 No plano externo  Mais vinte mandamentos, (cont.): 3) Falar com erros de pronúncia: se você não souber pronunciar tal palavra, não pronuncie, busque um sinônimo; 4) Responder ao que é perguntado, sem digressões: na entrevista você só tem de responder ao que foi perguntado sem maiores comentários;
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.4 No plano externo  Mais vinte mandamentos, (cont.): 5) Falta de energia e entusiasmo: a falta de entusiasmo gerava um visível desânimo no entrevistador(a); 6) Pedir desculpas (só quando for rigorosamente necessário): talvez, no caso da mulher pode soar algo diferente que se confunde com algum outro interesse;
  • 78.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.4 No plano externo  Mais vinte mandamentos, (cont.): 7) Nunca mencione nomes. O entrevistador(a) pode conhecer e daí... na entrevista evite citar nomes; 8) Evite gaguejar (só se for uma dificuldade natural em você): o que não pode é o gaguejar que denota nervosismo, tensão;
  • 79.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.4 No plano externo  Mais vinte mandamentos, (cont.): 9) Baby talk: quer dizer, não conte histórias consideradas infantis; se for contar, o faça com alguma brevidade e peça para retornar ao que interessa; 10) Sem flertes, sem sedução: esse é um jogo natural no nosso dia-a-dia, mas nunca numa entrevista de emprego, pois o entrevistador(a) pode estar testando você;
  • 80.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.4 No plano externo  Mais vinte mandamentos, (cont.): 11) Sexo. Nada nunca. Nada de conversas sobre pessoas hetero nem homossexual: a entrevista é um momento revestido de muito formalidade; 12) Sem piadas: piadas não fazem sentido nem mesmo no aquecimento, não interessam quando nos momentos iniciais é feita a tentativa de aproximação com uma ou duas gracinhas;
  • 81.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.4 No plano externo  Mais vinte mandamentos, (cont.): 13) Entrar em discussão com o entrevistador(a): você pode dizer, se não houver outra saída, que não concorda totalmente, mas entende a posição de quem entrevista; 14) Palavrão nunca: nem se o entrevistador usar um, hoje em dia é menos comum, mas no passado o palavrão soava como absoluta falta de educação;
  • 82.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.4 No plano externo  Mais vinte mandamentos, (cont.): 15) Nunca responder sim ou não: respondendo, justifique os porquês, ser monossilábico não ajuda nada, ao contrário, afasta você de emprego; 16) Salários, benefícios, férias, nada disso na entrevista: nada se pergunta sobre vantagens do cargo, é normal que quem entrevista complete informações objetivas;
  • 83.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.4 No plano externo  Mais vinte mandamentos, (cont.): 17) Não reclame de nada: nem se estiver chovendo torrencialmente lá fora e você molhada que dá pena, nem ao final da entrevista; 18) Não peça desculpas nunca sobre ausência de dados em seu résumé, ou de outros dados: se esquecer de colocar alguma informação importante, diga que vai refazer e encaminhar;
  • 84.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.4 No plano externo  Mais vinte mandamentos, (cont.): 19) Arrogância nunca: o arrogante é sempre arrogante, não há dúvida e, portanto, é muito difícil esconder esse comportamento; e 20) Presunções, suposições: não diga ao entrevistador, por exemplo, que ele lembra um ex-amor, um tio, uma tia por causa do jeito dele de ser, jeito de falar, aparência pessoal etc.
  • 85.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.4 No plano externo Vantagens: - Renovação das pessoas da empresa; - Ausência de conflitos em relacionamentos; - Ausência de protecionismo, nepotismo; e - Manutenção da racionalidade no processo.
  • 86.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.4 No plano externo Limitações: - Maior necessidade de investimento a fim de atrair o público-alvo; - Insegurança em relação às pessoas a serem contratadas; - Demora no processo; e - Desmotivação das pessoas que já atuam na empresa.
  • 87.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.5 No plano misto . Formas de proceder ao recrutamento e seleção misto: - Começando pelo: recrutamento externo. Passando para o: recrutamento interno. Chegando a: seleção; -Começando pelo: recrutamento interno. Passando para o: recrutamento externo. Chegando a: seleção; e -Começando pelos: recrutamento externo e interno, simultaneamente. Chegando a: seleção.
  • 88.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.5 No plano misto Vantagens: - Renovação dos recursos humanos da empresa; - Motivação das pessoas da organização; - Possível manutenção da racionalidade no processo; - Dificuldade de se exercer o protecionismo, nepotismo; e - Possível segurança em relação às pessoas a serem contratadas.
  • 89.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.5 No plano misto Limitações: - Volume de investimentos de maior magnitude; - Demora no processo; - Possível insegurança em relação às pessoas a serem contratadas; e - Possível manutenção da subjetividade no processo.
  • 90.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.6 R&S: ontem e hoje e tendências - Contratando assessorias de recursos humanos; - Contratando head hunters; - Indicação por pessoas da organização; e - Fazendo uso da internet.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Recrutamento e Seleção (R&S) 2.7 Enfim...
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Quick case - Pedro Casso, gestor de pessoa, reúne o seu pessoal em nível de chefia para preparar o anuncio de recrutamento para o cargo de recepcionista que deverá ser preenchido por um dos sexos dentro de 30 dias. Logo no início da reunião, Pedro coloca as linhas gerais para o recrutamento. São elas: para o sexo feminino as restrições são referentes a piercings visíveis, roupas extravagantes e maquiagem excessiva. Já para o sexo masculino as restrições são quanto aos cabelos longos, piercings e tatuagens visíveis e aparência de gay. O espanto dos demais presentes foi inevitável.
  • 93.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Quick case (cont.) - Por conta disso, José Nazareth reage fortemente dizendo que tais restrições eram puro preconceito contra pessoas e contra novas conquistas da sociedade. Ademais, parecer nada quer dizer e, no caso especifico, ele não via razão para as restrições porque em nada se relacionavam com os requisitos para o cargo. Pedro, irritado, diz que ele deveria entender que o cargo tem como objetivo maior o contato com o público e ele não queria afetar a boa imagem da empresa.
  • 94.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Quick case (cont.) - Nazareth retruca dizendo: “Pedro, na nossa clientela nós temos gente com piercing, cabelos longos, meninas maquiadas e pessoas tatuadas. Quanto à aparência gay eu nem me manifesto, por entender que é se ir longe demais nos preconceitos”. Nesta situação qual seria a sua atitude como gestor de pessoas?
  • 95.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Estudo de caso Imagine você procurando uma posição. Qual é o seu primeiro critério para a seleção das empresas da qual pretende fazer parte? É o salário, o horário de trabalho, as atribuições do cargo, a possibilidade de uma remuneração variável ou quem sabe, são os benefícios sociais? Da mesma forma que você escolhe um critério para a seleção da empresa que pretende fazer parte, as empresas também possuem critérios e procedimentos para a seleção das pessoas com quem pretendem trabalhar. Assim, vale contar um caso hipotético, mas que é muito comum em algumas empresas.
  • 96.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Estudo de caso (cont.) Com mais de quinhentos associados, um clube considerado muito bom, localizado entre o centro e a zona sul da cidade do Rio de Janeiro, sua diretoria passa por algumas mudanças e muitas decisões são tomadas sem apontar uma possível flexibilidade: “é assim que vai ser e ponto final”, diz um dos diretores (e bate com a mão direita espalmada em cima da mesa). Uma das principais decisões consiste em realizar o mais rápido possível, um processo de recrutamento e seleção interno e externo que possa trazer oxigênio para o clube e, mais à frente, atualizar as habilidades e competências das pessoas recrutadas internamente e selecionadas.
  • 97.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Estudo de caso (cont.) “Como presidente deste clube, sei que você gestor (estratégico) de pessoas, está bem capacitado para realizar um excelente processo de recrutamento e seleção interno e externo, mas em vista de acontecimentos desagradáveis como relacionamentos entre pessoas aqui dentro, só tenho uma restrição a fazer: não aceitarei contratações de esposa ou esposo de gente que trabalha conosco no clube. E desejo me referir a um outro acontecimento desagradável, ou você já esqueceu daquele processo que só fez gastar muito dinheiro, recrutando nos locais e meios de comunicação equivocados”.
  • 98.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Estudo de caso (cont.) Uma das pessoas contratadas pelo recrutamento externo é Amélia Leali, uma jovem solteira de vinte e poucos anos muito competente e carismática, formada em administração de empresas com uma excelente experiência em marketing, para assumir a supervisão da unidade comercial. No seu primeiro dia, é apresentada aos colegas e conhece todas as unidades e as respectivas atividades. Muito simpática e atenciosa, logo se identifica com seus colegas, e, como em todo grupo informal, logo é chamada para dar “aquela esticada” depois do trabalho. Assim, começam as nights, as cervejinhas, os passeios.
  • 99.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Estudo de caso (cont.) Estranhamente, não houve a chamada ambientação e Amélia foi assim “apresentada” ao clube: conhecendo pessoa por pessoa. Com o tempo, as saídas passam a ser com as mesmas pessoas, e agora que já tem quase um ano no clube, percebe que sente uma certa atração por Edgar Pereira, um jovem bastante atraente, de trinta e cinco anos e quatro anos de clube, formado em ciências econômicas e diretor da unidade financeira.
  • 100.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Estudo de caso (cont.) Regina Core, chefe do setor de treinamento, percebe que há algo acontecendo entre os dois e sente que alguma decisão deve ser tomada e conversa com Paulo Vazi, o gestor (estratégico) de pessoas. Paulo levantou uma questão e deixou Regina sem saber o que falar. Ele queria saber qual era o problema, porque não tinha visto nenhum comportamento não desejado. Não havia beijos e abraços, não havia manifestações públicas de mais ou menos afeto. E ambos faziam o trabalho acima do esperado.
  • 101.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Estudo de caso (cont.) Ou seja, havia competência. Regina apenas lembrou que o presidente não queria contratar esposa ou esposo de gente do clube. E ficou claro que nem irmão seria aceito. Assim, com os “pombinhos” namorando, Regina achava que mais cedo ou mais tarde alguém teria de sair do clube. Paulo insistiu e disse que não via problema algum até aquele momento. E o surgimento de fatos novos iria exigir dele uma posição definitiva, mas por enquanto... nada a fazer.
  • 102.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Estudo de caso (cont.) Regina saiu da sala, tipo inconformada e passou um, dois dias pensando no “nada a fazer” do Paulo. Até que numa quarta-feira Regina senta à mesa de Amélia e conversa vai, conversa vem, Regina não resiste e vem a pergunta: “você está tendo um caso com o Edgar (Ed)?”. Amélia ficou de todas as cores e respondeu rispidamente: “eu não estou tendo um caso com o Ed, eu estou namorando o Ed, por que?” Regina faz um discurso sobre as restrições do presidente, achando que iria ser ruim para os dois, ficarem de namorinho pelos cantos do clube. Amélia se levantou e saiu sem dizer nada, mas irritada.
  • 103.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Estudo de caso (cont.) Amélia procurou o gestor (estratégico) de pessoas e teve uma conversa muito difícil para ela. Paulo ouviu e ouviu e ouviu, mas nada disse. Agradeceu a presença de Amélia. Na manhã seguinte, Regina é chamada por Paulo. A conversa foi muito difícil. E uma decisão foi tomada. Pois bem, neste estudo de caso gostaríamos que você (e os outros “vocês”, se assim decidir o docente da disciplina) se colocasse na posição do gestor (estratégico) de pessoas e tentasse descobrir o que aconteceu após a conversa que teve com Regina.
  • 104.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Estudo de caso (cont.) Evidentemente, gostaríamos que a classe fosse envolvida em sua apreciação. Qual seria a melhor decisão a tomar, como proceder? Deveria o gestor conversar com Amélia e Edgar? Mas afinal, o quê conversar, neste caso quais seriam seus critérios para o questionamento? E mais, pense você em todo o caso, desde o primeiro momento, quando o presidente resolveu contratar mais pessoas para o clube.
  • 105.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Estudo de caso (cont.) Seria muito interessante se as personagens: o presidente, Amélia Leali, Edgar Pereira, Regina e Paulo Vazi fossem representadas, para juntas chegar a um final, qualquer que fosse esse final. Você poderá utilizar-se de toda a sua experiência acadêmica e pessoal, porque com certeza já ouviu ou já vivenciou muitas histórias parecidas. Nota: este caso é hipotético, qualquer semelhança com pessoas, empresas, etc. será mera coincidência.
  • 106.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Questões para debate 1) Ao longo deste segundo capítulo trabalhou-se a idéia de que recrutar é sinônimo não de apenas atrair pessoas, mas sim de suprir as necessidades organizacionais, você concorda com esta visão? Sim, não e por que?
  • 107.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Questões para debate 2) Ao estudar os processos de recrutamento e seleção, optamos por apresentá-los simultaneamente devido a interligação que acreditamos existir entre eles. Contudo, é inevitável que você tenha claro o conceito de cada um sendo capaz de distinguí-los. Por assim dizer, exercite esta sua capacidade e, se preciso for, construa um quadro identificando semelhanças e diferenças.
  • 108.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Questões para debate 3) Segundo Oliveira (2003) o recrutamento é uma: “ferramenta de mão dupla, na qual tanto a empresa quanto o candidato podem se conhecer, trocando informações e esclarecendo dúvidas”. Comente a afirmação e explique qual a importância deste processo para a seleção.
  • 109.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Questões para debate 4) É sabido que para adotar o processo de R&S três são as alternativas cabíveis – no plano interno, no plano externo e no plano misto. Ademais, é fato que cada organização irá optar por aquela que melhor se adequa a sua necessidade. Assim sendo, cabe a você ser capaz de distinguí-las e facilitar a escolha por determinado plano. Portanto, não perca tempo e comece já o seu trabalho.
  • 110.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Questões para debate 5) Partindo para a opção do plano interno, uma vantagem proporcionada pelo processo de R&S foi exposta. Tal benefício consiste em se ter pessoas motivadas, tarefa esta árdua, mas capaz de render grandes frutos para o futuro de qualquer organização que pretenda se manter bem no mercado. No entanto, esta não é a única vantagem, por isso, cite e explique outras. Mas, note, é importante que você “vista a camisa” e convença aqueles que lerem a sua resposta de que esta é a melhor saída.
  • 111.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Questões para debate 6) Durante o texto foi trabalhado um tema bastante polêmico, o protecionismo. Diz-se isso, pois não é incomum encontrarmos pessoas que adentraram o âmbito organizacional, ou mesmo foram promovidas, simplesmente pelo fato de terem um bom QI (quem indica). Contudo, esta prática pode prejudicar o andamento da organização e fechar portas a grandes talentos, assim como acontece com o excesso nas promoções (princípio de Peter). Aliás, será você capaz de explicar este princípio?
  • 112.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Questões para debate 7) Com o fenômeno da globalização alguns processos como o da expatriação, onde a pessoa e, em muitos casos, a sua família é mandada para outro país, tendo que se adaptar a uma nova cultura, rompendo, muitas vezes, diversos paradigmas, é natural de acontecer. Até mesmo o retorno, ou repatriação, se apresenta muitas vezes necessário. Mas essas são apenas duas das formas de remanejamento existentes; logo, explicite outras e explique cada uma delas.
  • 113.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Questões para debate 8) Cite e explique as técnicas de recrutamento tão essenciais, na medida em que a escolha de uma ou outra técnica irá influenciar e direcionar todo o processo e cada público é atingido de uma determinada maneira.
  • 114.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Questões para debate 9) Devidamente estudadas as etapas de um processo de seleção, onde a empresa deve ser capaz de enxugar o número de candidatos e aprovar aquele que melhor se adequa a sua realidade, é importante entender que cada empresa possui um processo seletivo diferente. Portanto, tome os seis passos como base e busque um exemplo real para compartilhar com seus colegas. Se não conseguir, solte a criatividade e invente um.
  • 115.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Questões para debate 10) Quando o assunto é entrevista para uma oportunidade de trabalho, é sugerido ouvir conselhos de pessoas mais experientes. Por assim dizer, é comum que você tenha de ir ao shopping comprar alguns acessórios, pois, como diria o ditado popular, “a primeira impressão é a que fica”. E você, o que pensa sobre isto? Não precisa se alongar na resposta, mas seja convincente ao defender o seu ponto de vista.
  • 116.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Questões para debate 11) Note você que ao pensarmos num processo de recrutamento e seleção implementado por meio do plano externo uma vantagem se torna visível. Este benefício consiste no fato de que haverá a renovação das pessoas da empresa. No popular, “teremos sangue novo na organização”. De qualquer forma, este não é o único fator responsável pela decisão da adoção do plano externo. Assim sendo, cite e explicite ao menos mais dois deles, sendo capaz de convencer o gestor de que este é o melhor caminho a ser seguido.
  • 117.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Questões para debate 12) Uma das questões que não pode ser esquecida quando o assunto é recrutar e selecionar consiste na contribuição do advento da tecnologia da informação. Entretanto, vale salientar que apesar deste fato ter contribuído para a diminuição do dispêndio de recursos, ainda representa uma limitação ao se adotar um R&S externo, pois requer maiores investimentos a fim de atrair o público-alvo. De qualquer forma, sabemos que esta não é a única limitação; portanto, explique ao menos outras duas.
  • 118.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Questões para debate 13) Ao responder a questão nº 4, certamente você conseguiu distinguir as três alternativas para se adotar um processo de R&S. Mais ainda, ficou claro que o plano misto engloba tanto o interno quanto o externo. E é neste ponto que uma questão se faz necessária, pois se ele engloba os dois, como podemos proceder ao recrutamento e seleção no plano misto? Explique tais processos e adicione seus comentários.
  • 119.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Questões para debate 14) Visto que no plano misto temos uma união dos planos interno e externo, se torna simples perceber que as suas vantagens e limitações serão fruto desta junção. Contudo, é fato que alguns atributos irão se sobressair, enquanto que outros perderão o seu lugar de destaque. Desta forma, cabe a você apresentá-los. Mas lembre-se, não cite apenas, faça comentários a respeito.
  • 120.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 2 Questões para debate 15) Com base nesta e em outras obras é sugerido que você, neste momento, reflita sobre as modificações ocorridas no processo de R&S de grande empresas. Para facilitar converse com seu pai, mãe, amigos (as), tios (as), professores (as), navegue na internet, visite a biblioteca, enfim... reúna a maior quantidade de informações que puder e construa um quadro que represente a evolução destas atividades tão importantes para a vida das organizações. Entenda que este quadro será de grande utilidade para que você consiga usufruir o progresso.
  • 121.
    Gestão de Pessoas 3Cargos e salários (C&S)
  • 122.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.1 Preliminares .Foco estratégico; .Visão usual da remuneração (fator de custo)aperfeiçoamento, impulsionador de processos e aumento de competitividade; e .Diferentes formas de recompensaalinhar atitudes e comportamentos com os objetivos organizacionais.
  • 123.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.2 Contextualização .Começo do século XX, teoria da administração científica: conciliar empresa e produção com as pessoas e o salário pago a elas; .Estudos de Hawthorne: percepção da influência dos grupos sociais no comportamento e atitudes das pessoas da organização;
  • 124.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.2 Contextualização .Abordagem das relações humanas: motivação e satisfação; .Teoria das necessidades de A. Maslow; .“Fatores motivadores e higiênicos” de F. Herzberg (1959); e
  • 125.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.2 Contextualização Conclusão: Apenas o salário não caracteriza o fator motivador na busca e na realização das atividades.
  • 126.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.2 Contextualização .Diferentes pessoas: com suas habilidades e talentos buscam diferentes objetivos motivacionais no trabalho; .“A organização deve perceber o salário como função agregada de motivação” (PONTES, 1993); e .A motivação dependerá do significado que cada qual atribui a uma determinada atividade“ninguém pode motivar ninguém” (BERGAMINI, 1997).
  • 127.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.3 Definições e conceitos .Cargo: conjunto de atribuições de natureza e requisitos semelhantes que têm responsabilidades específicas a serem praticadas pelo seu ocupante (LACOMBE, 2004); .Salário: contraprestação em dinheiro, recebida periodicamente pelo corpo funcional, face a um trabalho desenvolvido num espaço de tempo previamente definido; e
  • 128.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.3 Definições e conceitos “Instrumento que permite a administração das pessoas na contratação, movimentações horizontais e verticais e retenção dos talentos, estabelecendo uma política salarial eficaz que permite a ascensão profissional de acordo com aptidões e desempenhos” (QUALITAS, 2005).
  • 129.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.3 Definições e conceitos .Tarefa: conjunto de elementos que requer o esforço humano para determinado fim; .Função: conjunto de deveres, tarefas e responsabilidades que requerem serviços de uma pessoa; .Cargo: conjunto de funções similares; e .Tipos de salários: nominal (ou bruto); efetivo (ou líquido); complessivo ou profissional.
  • 130.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.3 Definições e conceitos .Analista de C&S Júnior; Pleno; e Sênior
  • 131.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.3 Definições e conceitos .Equilíbrio Interno: eqüidade na organização entre os cargos; e Externo: adequação salarial da organização frente ao mercado de trabalho.
  • 132.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.3 Definições e conceitos . Padrões internos de equidade, (DUTRA, 2002): - Capazes de traduzir a contribuição de cada pessoa para a organização; - Aceitos por todos como justos e adequados; - Mensuráveis pela organização e pela própria pessoa;
  • 133.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.3 Definições e conceitos . Padrões internos de equidade, (cont.): - Coerentes e conscientes no tempo, ou seja, tenham perenidade mesmo em um ambiente turbulento e instável; e - Simples e transparentes para que todas as pessoas possam compreendê-los e ter acesso a eles.
  • 134.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.3 Definições e conceitos Remuneração Total Remuneração Direta (básica e variável) + Remuneração Indireta (benefícios sociais)
  • 135.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.4 Considerações essenciais Motivação, desempenho, recompensas, reforçadores de comportamentos, punições: .Motivaçãomotivação intrínseca; motivação extrínseca;
  • 136.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.4 Considerações essenciais Motivação, desempenho, recompensas, reforçadores de comportamentos, punições (cont.): .Desempenho; .Recompensas; .Punições; e
  • 137.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.4 Considerações essenciais Motivação, desempenho, recompensas, reforçadores de comportamentos, punições (cont.): .Reforçadores de comportamentos: - Social: agradecimento em público; - Simbólico: passagens de avião; - Relacionado ao trabalho: promoções; e - Financeiro: ações da empresa.
  • 138.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.4 Considerações essenciais A gestão de C&S e as demais funções da gestão de pessoas: - Recrutamento e Seleção (R&S): excesso nas promoções e protecionismo; - Treinamento & Desenvolvimento: identificar o potencial em cada pessoa e promover o treinamento e o desenvolvimento em conexão com o sistema de cargos e salários;
  • 139.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.4 Considerações essenciais A gestão de C&S e as demais funções, (cont.): -Planos de Carreira: a remuneração associada ao plano de carreiras vem a ser um fator base aos fatores motivadores ligados ao cargo ocupado, à perspectiva de crescimento profissional;
  • 140.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.4 Considerações essenciais A gestão de C&S e as demais funções, (cont.): - Avaliação de Desempenho: o desempenho não deve ser totalmente associado à remuneração financeira e, por muito menos, confundido com pontualidade ou assiduidade; e - Benefícios Sociais: os benefícios servem também como premiação para o bom desempenho, suplementam o plano de cargos e salários.
  • 141.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.5 Ações estratégicas .“Evolução dos sete paradigmas para a gestão estratégica” (SCHINESCK, 2005): 1º) Organizações sistêmicas: a organização é vista como um sistema necessitando de ações integradas; 2º) Novas estruturas: unidades são vistas como células que necessitam de mobilidade, interação, e flexibilidade;
  • 142.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.5 Ações estratégicas .“Evolução dos sete paradigmas, (cont.): 3º) Transparência corporativa: ser transparente, estabelecer uma relação pró-ativa e proporcionar credibilidade; 4º) Qualidade: qualidade total, disseminação por toda a organização das melhores opções de ação organizacional;
  • 143.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.5 Ações estratégicas .“Evolução dos sete paradigmas, (cont.): 5º) Horizontalização: uma estrutura ágil, rápida nos processos decisórios utilizando-se da gestão horizontal e em rede; 6º) Pessoas integradas no processo: cooperação entre as unidades e as pessoas e no trabalho de equipes; e
  • 144.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.5 Ações estratégicas .“Evolução dos sete paradigmas, (cont.): 7º) Gestor de pessoas: deverá atuar estrategicamente e ser competente nesses novos paradigmas, em paradigmas que “apostam” na ação sistêmica, integrada.
  • 145.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.5 Ações estratégicas . 3Es que definem a empresa (WOOD Jr. e PICARELLI FILHO 1996): - Estratégia; - Estrutura; e - Estilo Gerencial.
  • 146.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.6 Implantação do plano de cargos e salários (PONTES, 1993) .É parte integrante da remuneração funcional (foco no cargo); .Recompensa as pessoas de forma tradicional; e .Através de sete fases.
  • 147.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.6 Implantação do plano de cargos e salários .Primeira fase: Planejamento e divulgação: - Estabelecer os objetivos; - Determinar o número de planos necessários de acordo com os grupos ocupacionais existentes; e - Explicar e divulgar o plano à estrutura social.
  • 148.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.6 Implantação do plano de cargos e salários .Segunda fase – Análise dos cargos: - Coleta de dadosmétodo da observação local; método do questionário; método da entrevista; e combinação metodológica.
  • 149.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.6 Implantação do plano de cargos e salários .Segunda fase: Análise dos cargos, (cont.): - Descrição dos cargos: relato das tarefas; - Especificação dos cargos: requisitos, responsabilidades e esforços necessários; - Titulação dos cargos: deve espelhar as atribuições do cargo, deve ser escolhido um título universal;
  • 150.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.6 Implantação do plano de cargos e salários .Segunda fase: Análise dos cargos, (cont.): - Classificação de cargos conforme os grupos ocupacionais: cargos que se assemelham quanto à natureza do trabalho gerencial; e - Catálogo de cargos.
  • 151.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.6 Implantação do plano de cargos e salários .Terceira fase: Avaliação de cargos: - Avaliação dos grupos ocupacionais; e - Escolha do método de avaliação.
  • 152.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.6 Implantação do plano de cargos e salários .Quarta fase: Pesquisa salarial: - Estudo do comportamento salarial; -Pesquisa: coleta de dados, estatísticas e análise dos dados; - Acompanhamento dos salários praticados por outras empresas; e - Preocupação em alcançar os equilíbrios interno e externo.
  • 153.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.6 Implantação do plano de cargos e salários .Quinta fase: Estrutura salarial: - Curva média de mercado: curva de referência; e - Ajustamento entre as variáveis y=f(x): y (salário) x (método de avaliação), ex: método de avaliação por pontos, a variável x é igual a pontos.
  • 154.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.6 Implantação do plano de cargos e salários .Sexta fase: Política salarial: - Promoção horizontal; - Promoção vertical; e - Reclassificação.
  • 155.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.6 Implantação do plano de cargos e salários .Sétima fase: Política de remuneração: - Formação da remuneração total; - Determinação do salário; - Tipos de remuneração variável; e - Benefícios sociais (remuneração indireta).
  • 156.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.7 Remunerações “Não há mais uma estratégia de salário única e ideal para todas as organizações, qualquer uma das novas abordagens salariais pode ser muito eficaz se ajustada – e alinhada – às necessidades e metas de evolução da empresa, assim como as culturas de trabalho” (FLANNERY, 1997).
  • 157.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.7 Remunerações .Remuneração funcionalfoco no cargo, termo de (WOOD Jr. e PICARELLI FILHO, 1996); e .Remuneração variável foco na pessoa.
  • 158.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.7 Remunerações Remuneração funcional: foco no cargo: .Métodos tradicionais não quantitativos (PONTES, 1993): Escalonamento (job ranking): organizar os cargos em uma hierarquia crescente ou decrescente conforme critério estabelecido; e Graus pré-determinados (job classification): variação do escalonamento, ex. determinar três graus (operacional, tático e estratégico).
  • 159.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.7 Remunerações Remuneração funcional: foco no cargo: .Métodos tradicionais quantitativos: Avaliação por pontos, (point rating) (LOTT, 1926): técnica analítica onde os cargos são comparados por fatores comuns à maioria dos cargos de um grupo ocupacional; e Comparação de fatores (factor comparison) (BENGE, 1941): a partir da escolha dos cinco fatores é realizado o escalonamento dos cargos e dos salários.
  • 160.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.7 Remunerações Remuneração funcional: foco no cargo: .Método não tradicional: Sistemas de pontos Hay (Hay Guide Chart-Profile) (Hay Group, 2004): compara o valor dos cargos com base em três fatores: conhecimento, capacidade para resolução de problemas e responsabilidade por resultados.
  • 161.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.7 Remunerações Remuneração funcional: foco no cargo: .Estilos gerencias do profissional brasileiro: 1°) Ponto: Coragem para mobilizar recursos; Respeito às pessoas com quem trabalha; e Habilidades interpessoais de natureza afetiva.
  • 162.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.7 Remunerações Remuneração funcional: foco no cargo: .Estilos gerencias, (cont.): 2°) Ponto: Papel de líder; Papel de gestor; e Papel de coach (treinador).
  • 163.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.7 Remunerações Remuneração funcional: foco no cargo: .Estilos gerencias, (cont.): 3°) Ponto: Gestor coercitivo; Gestor dirigente; Gestor afetivo; Gestor democrático; Gestor modelador; e Gestor coach (treinador).
  • 164.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.7 Remunerações Remuneração variável: foco na pessoa: -Remuneração por habilidades: remunera as pessoas com base naquilo que elas demonstram saber, baseada no conhecimento e em multi-habilidades; -Remuneração por competências: competência essencial (habilidades, conhecimentos, capacidades, características comportamentais e outros atributos que equilibrados predizem o desempenho superior); e
  • 165.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.7 Remunerações Remuneração variável: foco na pessoa: - Remuneração por resultados: atendimento de metas (participação nos lucros ou resultados e participação acionária).
  • 166.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.7 Remunerações Remuneração variável: foco na pessoa: . Broadbanding (FLANNERY, 1997)  estações de rádio, onde se há faixas (bandas), as posições profissionais, gerenciais e técnicas ficam distribuídas uma em cada faixa, qualquer estratégia de remuneração pode assumir a estrutura de faixas;
  • 167.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.7 Remunerações Remuneração variável: foco na pessoa: . Broadbanding, (cont.): - Impulsiona os valores de um grupo ou o desempenho de equipe alinhado ao individual; - Movimentação horizontal dentro da faixa; e - Cuidado com a nomeação das faixas.
  • 168.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.8 Custos de absorção .Custo Direto: é aquele custo necessário à implantação de qualquer sistemática; e .Custo Indireto: se preocupa essencialmente com o treinamento e o desenvolvimento do corpo funcional o que demanda um custo a longo prazo.
  • 169.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.9 Vantagens da utilização - Adequação ao perfil da organização e das pessoas; - Incentivo às habilidades e competências; - Manutenção dos equilíbrios interno e externo; - Interação com as demais funções da gestão de pessoas; e - Flexibilidade nos lucros e nas perdas.
  • 170.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.10 Limitações - Ocorrência de injustiças e distorções salariais; - Deterioração do plano de cargos e salários; - Deficiência na manutenção do plano de cargos e salários; - Geração de expectativas de aumentos salariais; e - Salário como bode expiatório.
  • 171.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.11 Cargos e salários (C&S): ontem, hoje e tendências - Desenvolvimento e aplicação das exigências legais; - Percepções sociais, psicológicas e comportamentais; - Ações e remunerações estratégicas; - Gestão do turnover; e - Possibilidades de absorção desta prática.
  • 172.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Cargos e salários (C&S) 3.12 Enfim...
  • 173.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Quick case - Adriana, analista de investimentos, pede uma conversa com Luis, o gestor de pessoas de sua empresa. Logo no primeiro minuto ela diz: “porque João Felipe que entrou no mesmo dia que eu, no mesmo cargo, com os mesmos bons resultados, tem salário tão superior ao meu?”. Luis argumenta que ele também é contrário a uma posição da diretoria, qual seja, a de que o sexo masculino deve receber remunerações maiores que o feminino, por ser esse um hábito das empresas por todo o mundo.
  • 174.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Quick case (cont.) - Ele, Luis, diz: “Adriana, um dia conversarei com a diretoria sobre isso”. Adriana retruca: “Mas quando será esse dia?”. Luis insiste: “Um dia, não sei qual”. Adriana aí mostra um recorte de uma pesquisa realizada por Heim (2005). E no recorte vem o seguinte texto: “Pares do mesmo sexo, o mais dominante vira líder. Se o homem dominante é par com a mulher ele se torna líder 90% do tempo. Mas, surpresa, quando a mulher é líder apenas 20% do tempo, mesmo que subordinada, ela exercerá a liderança.” Luis dá um sorriso irônico e se retira. Colocando-se no lugar da Adriana, o que você faria?
  • 175.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Estudo de caso Não se falava em outra coisa. A empresa iria mexer no seu plano de cargos e salários e a motivação eram os excelentes resultados nos negócios. O encontro dos diretores e gerentes num hotel de 4 ou 5 estrelas de Belo Horizonte, Minas Gerais resultou numa proposta da gerente de novos negócios, imediatamente apoiada pela gerência corporativa, uma gerência considerada de alto poder de influenciação junto à administração superior.
  • 176.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Estudo de caso (cont.) Tudo começou quando Felipe Casso, presidente, comunicou a gerentes e diretores que aguardava a todos no hotel na sexta-feira, pela manhã, e que não marcassem compromissos para o almoço, porque todos almoçariam no mesmo hotel. O presidente apenas prosseguia na comemoração de resultados de excelência obtidos nos últimos dois anos, sendo que três anos antes o resultado fora ligeiramente superior aos anos anteriores, mas a diretoria de Mercado Consumidor projetara três anos de contínua celebração.
  • 177.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Estudo de caso (cont.) As informações da gerência de Planejamento e Ação Estratégica permitiam esse raciocínio. Roberta V., gerente do núcleo de Relações com Instituições mostrava animação semelhante, visto que a empresa conseguira credibilidade plena no ambiente onde atuava. Ela dizia que Relações Institucionais não vende nada, mas projeta a empresa no campo social e político. Desse modo, havia uma “conspiração a favor” a partir dos stakeholders que como você sabe, são as pessoas e organizações que têm algum interesse negocial com a empresa, “personagem” principal do nosso caso.
  • 178.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Estudo de caso (cont.) O encontro começa com conversas isoladas onde se falava sobre tudo, menos sobre a empresa, enfim, é assim que começam a maioria dos encontros. Todos presentes, mesa posta e começa o café da manhã. Uma pequena abertura com o presidente agradecendo a presença de todos e informando que terminado o café todos deveriam se dirigir para o salão azul no 2º andar e ainda faz uma brincadeirinha: “Salão azul e vocês ainda queriam uma cor que melhor representasse a nossa empresa nesse momento tão especial?”.
  • 179.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Estudo de caso (cont.) Evidentemente, todos riram, menos Ian Tebas, gerente de recursos humanos, que apenas abriu um leve sorriso que ninguém notou. Aliás, a gerência de recursos humanos estava mudando a nomenclatura. Iria ser rotulada de Gestão de Pessoas, mas ainda dependia de aprovação pelo Conselho Deliberativo. O mesmo iria acontecer com as demais gerências.
  • 180.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Estudo de caso (cont.) Terminado o café, todos passam ao salão azul e o presidente dizendo que iria ser breve faz um pequeno discurso e passa a palavra à Carla Matias, gerente de novos negócios, a primeira a falar porque a empresa iria entrar num mercado ainda não explorado e havia uma certa preocupação. Mas o entusiasmo da gerente (futura gestora) contagiou a todos. E, repentinamente, ela dispara uma proposta inesperada para muitos: “temos de mexer no nosso plano de cargos e salários. Não podemos deixar de lado a contribuição de todo o corpo funcional.
  • 181.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Estudo de caso (cont.) Não teríamos chegado aonde chegamos – e ainda vamos muito mais à frente, não fosse esse plantel que nos ajuda a impulsionar a empresa. Imagino que um aumento geral considerando a inflação mais de 5% seria o ideal ou algo próximo, mas sempre superior à inflação”. O presidente ao passar a palavra à Roberta V., gerente de relações institucionais, comenta alegremente a proposta de revisão do plano de cargos e salários e avisa ao titular de RH que ele seria o último a falar naquela manhã.
  • 182.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Estudo de caso (cont.) A gerente de relações institucionais toma a palavra e fala com entusiasmo sobre os contatos que fez ao longo do ano que passou. E reconhece que a gerente de novos negócios estava certa: “temos de repensar o nosso plano de cargos e salários, com certeza. Lógico que temos informações da concorrência e sabemos que eles não projetam nada nesse sentido, o que não quer dizer que não devemos pensar nessa revisão. Sair na frente é a nossa vocação. Tem sido assim e temos acertado. Agora mesmo ouvimos a gerente de novos negócios e o que podemos entender de tudo que falou? Temos de sair na frente.
  • 183.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Estudo de caso (cont.) Novos negócios significam inovar e inovar exige imediata realização, se não ficaremos no terreno das possibilidades futuras, enquanto que o ‘vizinho’ pode nos surpreender”. E falaram os demais, sempre com um toque de otimismo realista, inclusive, Mariana Zide recém contratada para a área jurídica. E chega a vez de Ian, gerente de recursos humanos, a futura área de Gestão de Pessoas.
  • 184.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Estudo de caso (cont.) Ele levanta e começa a sua peroração: “confesso que não esperava uma proposta da gerência de novos negócios que foi assimilada pelas demais gerências, inclusive pela gerência de Projeção e Operações Financeiras. E fico me perguntando, pois creio que tenho mais informações sobre o quadro funcional do que os demais gerentes aqui presentes. Repetindo, fico me perguntando se faz algum sentido rever o plano de cargos e salários quando ninguém, mas ninguém mesmo veio até mim fazendo alguma alusão. E deixe-me explicar algo que é da minha área. Sei o que é motivação, sei o que é motivação intrínseca e extrínseca.
  • 185.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Estudo de caso (cont.) E sei, sabemos todos, com certeza, dos conhecidos reforçadores de comportamento e é sobre isso que desejo falar. Temos como reforçadores de comportamento: o social, o simbólico, o relacionado ao trabalho e, finalmente, o financeiro. E aqui repousa a minha dúvida e a minha incredulidade no que se refere à proposta, porque podemos, perfeitamente, trabalhar o social ou o simbólico ou o relacionado ao trabalho. Nenhum desses três mexe no nosso orçamento e posso quase garantir que o corpo funcional vai gostar de receber as mais variadas homenagens.
  • 186.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Estudo de caso (cont.) Quero deixar claro que nada tenho contra ninguém e gosto da proposta do nosso gerente de novos negócios, mas sinto que é meu dever alertar para demais alternativas que temos sem gastar um centavo e mantendo a nossa estrutura social bastante motivada. E, para terminar, é bom acrescentar que um aumento conforme o sugerido pela minha colega dos novos negócios é uma impossibilidade financeira”.
  • 187.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Estudo de caso (cont.) É claro que o ambiente ficou nublado. Todos queriam entender, mas o presidente tomou a palavra: “não podemos deixar de considerar o que o nosso gerente de RH acaba de falar. É claro que eu havia percebido um certo desconforto quando surgiu a proposta da área de novos negócios. Por um momento, pensei que o nosso gestor se sentira meio enciumado. Afinal, ele não havia dado partida na proposta. Mas vejo agora que existe uma lógica técnica que tem de ser avaliada por todos nós. E esse é o momento, antes do nosso almoço”.
  • 188.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Estudo de caso (cont.) Você (e seu grupo, se for o caso) deve projetar a continuidade desse encontro. Ou seja, o que os demais gerentes falaram? Teriam conseguido com que o gerente de RH mudasse de posição? E por que razão ele, gerente de RH, teria agido da forma como agiu?
  • 189.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Estudo de caso (cont.) E as tantas alternativas de retribuição financeira não poderiam ser consideradas, como por exemplo, a remuneração por habilidades ou por competência ou por resultados? Nenhuma delas fala em aumento para todos. E você, de qualquer maneira, concorda com a posição dele? Nota: este caso é hipotético, qualquer semelhança com pessoas, empresas, etc. será mera coincidência.
  • 190.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Questões para debate 1) A atividade de cargos e salários (C&S) é apresentada no corpo do texto pensando em foco estratégico; logo, é necessário que você saiba o porquê dessa escolha. A propósito, como assim foco estratégico? Explique com as suas palavras.
  • 191.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Questões para debate 2) Segundo Pontes, um dos fatores que incidem na remuneração total consiste na preocupação da atividade de cargos e salários (C&S) em manter os equilíbrios interno e externo. Nos atendo ao equilíbrio interno, explique duas das grandes dificuldades em estabelecer os padrões internos de equidade.
  • 192.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Questões para debate 3) Retomando a questão nº 2, mas agora com um enfoque no equilíbrio externo explique como se dá a relação deste tipo de equilíbrio com a pesquisa salarial e de cargos. Mas não esqueça de trabalhar estes tipos de pesquisa.
  • 193.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Questões para debate 4) Certamente, muitas vezes você já ouviu alguém falar que não tinha mais motivação para o trabalho, que seu desempenho já não era o mesmo, que acreditava merecer melhores recompensas, que não concordava com as punições existentes e merecia um maior reconhecimento perante as pessoas. Mas será que você sabe o que significa motivação? E desempenho? Qual a relação deles com as recompensas e/ou punições? Seja claro em sua resposta.
  • 194.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Questões para debate 5) É fato que o responsável pela atividade de cargos e salários deve estar sempre atento às demais atividades diretamente envolvidas com a gestão de pessoas. Então, que tal você se colocar no lugar deste grande gestor e dizer qual a interação entre a atividade de C&S e as outras atividades condizentes à área de pessoas.
  • 195.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Questões para debate 6) Trabalhando a gestão de pessoas de forma global, sete paradigmas foram desenvolvidos a fim de demonstrar a evolução deles para que se obtivesse a gestão estratégica. Agora, enfatizando o gestor de pessoas neste processo, explique como este progresso acontece. Não deixe de mencionar os sete paradigmas.
  • 196.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Questões para debate 7) Remuneração funcional é uma forma de se recompensar as pessoas que atuam na organização tendo como foco o seu cargo, ou melhor a sua função. Enquanto que a remuneração variável consiste em... (você deve completar demonstrando que sabe distinguir estes tipos de remuneração).
  • 197.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Questões para debate 8) Enquanto você realizava a leitura do capítulo, pôde perceber que um assunto interessante foi trabalhado: o sistema de pontos Hay. Sabemos que se trata de um método não tradicional de avaliação dos cargos referente à remuneração funcional, mas certamente não é só isso. Você seria capaz de explicar como funciona este sistema? Temos certeza que sim, então... mãos à obra!
  • 198.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Questões para debate 9) Nesta questão, iremos discorrer, ou melhor, você irá, sobre os estilos gerenciais. Contudo, uma ressalva se faz necessária, pois estes estilos guardam uma grande semelhança com os dos líderes (estudados no capítulo 12), assim sendo, se você achar conveniente, busque o capítulo referente à cultura organizacional, poder e liderança e dê uma lida no assunto.
  • 199.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Questões para debate (cont.) 9) Feito isto, desenvolva os estilos gerenciais abordando o papel e o perfil do gestor. Vale também fazer uma breve comparação, enfatizando as semelhanças e distinções entre os dois estilos. Na impossibilidade de recorrer ao capítulo 12 detalhe os estilos gerenciais apenas.
  • 200.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Questões para debate 10) A remuneração variável está sendo absorvida progressivamente pelas organizações por apresentar uma maior flexibilidade no que tange a forma de recompensar pessoas. Todavia, como “nem tudo são flores”, esta recompensa apresenta, também, pontos positivos e negativos na sua utilização. Por conta disso, faça uma lista relacionando estes prós e contras. Aliás, sinta-se à vontade para elaborar um quadro, se julgar interessante.
  • 201.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Questões para debate 11) São três os critérios utilizados na remuneração variável: por habilidades, por competências e por resultados. Desse modo, com base na sua leitura prévia do capítulo, explique como se dá a remuneração por habilidade. 12) Faça o mesmo que na questão nº 11, mas com a remuneração por competências.
  • 202.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Questões para debate 13) Repita o procedimento feito na questão nº 11, porém aborde a remuneração por resultados. E aponte qual dos três critérios você escolheria para a sua organização. 14) Quando o assunto é atividade de cargos e salários (C&S), não podemos deixar de mencionar a manutenção dos equilíbrios interno e externo como uma vantagem desta atividade. Entretanto, esta não é a única, outras também foram apresentadas, quais são elas? Cite e explique duas delas com as suas palavras.
  • 203.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 3 Questões para debate 15) Seguindo na mesma linha de raciocínio da questão anterior, faça o mesmo com as limitações, apontando e desenvolvendo dois destes pontos negativos existentes.
  • 204.
    Gestão de Pessoas 4Treinamento e Desenvolvimento (T&D)
  • 205.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.1 Preliminares .Antes: existia apenas a idéia de treinar; .Mudança de mentalidade dos gestores: -Buscar pessoas ousadas, ágeis, empreendedoras e dispostas a assumir riscos; e -Assumir o papel de educadores organizacionais.
  • 206.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.1 Preliminares “o investimento em treinamento visando desenvolver profissionais especializados e valorizados ainda é a melhor solução neste processo de transformações” (SHINYASHIKI, 1998).
  • 207.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.2 Definições e conceitos . Treinamento: “educação profissional que visa adaptar o homem ao trabalho em determinada empresa, preparando-o adequadamente para o exercício de um cargo podendo ser aplicado a todos os níveis ou setores da empresa” Barreto (1995);
  • 208.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.2 Definições e conceitos . Desenvolvimento: “aperfeiçoar as capacidades e motivações dos empregados a fim de torná-los futuros membros valiosos da organização” (MILKOVICH e BOUDREAU, 2000);
  • 209.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.2 Definições e conceitos . Desenvolvimento: Voltado ao crescimento da pessoa em nível de conhecimento, habilidade e atitude. . Treinamento: Voltado para o condicionamento da pessoa; para a execução de tarefas.
  • 210.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.3 Aplicação de T&D . Por que o treinamento e o desenvolvimento? - Identificação de metas: sejam elas de expansão, admissão ou desligamento de pessoas, ou mesmo, de alteração nos meios e modos de efetuar determinadas tarefas;
  • 211.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.3 Aplicação de T&D: . Por que o treinamento e o desenvolvimento? (cont.) - Identificação de gargalos: identificar as áreas onde as competências ou CHC (Capacidade, Habilidades e Conhecimento) das pessoas necessitem ser melhoradas com o intuito de atenderem aos requisitos das funções que ocupam;
  • 212.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.3 Aplicação de T&D: . Por que o treinamento e o desenvolvimento? (cont.) - Falhas na comunicação: as pessoas optam por utilizar “dialetos” que muitas vezes são interpretados de maneiras diversas. Todavia, ao tratarmos de negócios, estas decodificações acabam por trazer falhas de desempenho na operacionalização;
  • 213.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.3 Aplicação de T&D: . Por que o treinamento e o desenvolvimento? (cont.) - Remanejamento de pessoas: em casos de substituições constantes motivadas por ausência de pessoas, implantação de novas tecnologias, novos procedimentos, novos softwares, férias ou para treinamento fora da empresa;
  • 214.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.3 Aplicação de T&D: . Por que o treinamento e o desenvolvimento? (cont.) - Modernização da organização: atualização do maquinário e equipamentos da organização como um todo; -Recém-formados com conhecimentos aquém do desejável: é um obstáculo real não só no Brasil;
  • 215.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.3 Aplicação de T&D: . Por que o treinamento e o desenvolvimento? (cont.) -Natureza das atividades desenvolvidas pela organização: desfazer a impressão de que a amplitude da organização gera a necessidade pelo processo; -Comprometimento da alta direção: fundamental para o sucesso de qualquer tipo de programa e com o T&D não é diferente; e
  • 216.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.3 Aplicação de T&D: . Por que o treinamento e o desenvolvimento? (cont.) - Diagnose da organização que aprende (Peter Senge): indica as necessidades de treinamento e desenvolvimento de forma que os responsáveis por tal processo obtenham bons resultados.
  • 217.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.4 Finalidades - Adequar a pessoa à cultura da empresa: os programas de T&D chegam para auxiliar as organizações, porque é comum que existam pessoas que não estão em sintonia com a cultura organizacional; -Mudar atitudes: há uma forte tendência a alterar as atitudes antiquadas das pessoas para inovadoras, modernas;
  • 218.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.4 Finalidades (cont.): -Desenvolver pessoas: seja por intermédio da atualização e/ou da reciclagem (via cursos) é fundamental que a empresa goze das vantagens deste processo (T&D); -Adaptação das pessoas para lidar com a modernização da empresa: nos referimos a uma alteração na própria pessoa, visamos à adequação desta para com a nova realidade organizacional;
  • 219.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.4 Finalidades (cont.): - Desfrutar da competência humana: em outras palavras, gozar da capacidade que o ser humano tem de aprender, de “adquirir novas habilidades e novos conhecimentos modificando comportamentos e atitudes” (TACHIZAWA, FERREIRA e FORTUNA, 2001);
  • 220.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.4 Finalidades (cont.): - Preparar pessoas para serem remanejadas: fornecer oportunidades de aprendizagem não só em relação a sua atual posição, mas também visando a outras posições que poderão vir a ser ocupadas num futuro próximo; -Passar informações adiante: a idéia é que as tarefas, normas, políticas, regulamentos, conhecimento em geral, sejam passados de treinador para treinando e vice-versa; e
  • 221.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.4 Finalidades (cont.): - Reduzir custos na busca por objetivos empresariais: é natural que a organização alcance seus objetivos de uma maneira econômica, racionalizando suas despesas de investimento, afinal T&D é investimento.
  • 222.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.4 Finalidades . Níveis de T&D (TACHIZAWA, FERREIRA e FORTUNA, 2001): -Gerencial (para ocupantes de posições executivas ou de gerência); -Técnico (para ocupantes de posições técnicas);
  • 223.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.4 Finalidades . Níveis de T&D, (cont.): -Médio (para certas posições, em face de algumas limitações (por exemplo, escolaridade); e -Amplo (para todos as posições (por exemplo, curso na área das relações humanas).
  • 224.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.5 Evolução de T&D - Workshop; - Coaching (treinador); - Mentoring (mentor); - Teleconferências/videoconferências;
  • 225.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.5 Evolução de T&D (cont.): - Intranet/Internet; - Universidade corporativa (e/ou educação corporativa); e - Educação à distância.
  • 226.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.6 Vantagens na aplicação (CARVALHO, 1995) - Ganho em competitividade e em qualidade: ao implementar T&D, a empresa estará mais competitiva e conquistando esta capacidade de competir, a melhoria da qualidade será uma conseqüência natural dos esforços empregados;
  • 227.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.6 Vantagens na aplicação (cont.): - Identifica os pontos fortes e fracos das pessoas e da organização como um todo: é importante atentar para o fato de que os programas de T&D consistem em uma verdadeira relação de troca, na qual todos devem sair ganhando;
  • 228.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.6 Vantagens na aplicação (cont.): - Capacita as pessoas da organização: cabe aos executivos maiores entenderem e darem seqüência a esta nova realidade para o treinando e para a empresa, entendido por todos envolvidos, caso contrário estará sendo criado um gap (lacuna);
  • 229.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.6 Vantagens na aplicação (cont.): - Aumenta a lucratividade da empresa: ao pensarmos numa organização altamente competitiva com pessoas adequadas a sua realidade, pontos fortes e fracos visualizados, o retorno financeiro é uma conseqüência natural esperada a médio e longo prazo;
  • 230.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.6 Vantagens na aplicação (cont.): - Racionaliza procedimentos e desenvolve pessoas: padronização de tarefas e crescimento das pessoas, devemos visualizar o estabelecimento de regras, normas e padrões como agente facilitador para o aperfeiçoamento e facilitação do aperfeiçoamento;
  • 231.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.6 Vantagens na aplicação (cont.): - Aumenta a produtividade: conseqüência positiva, à medida que as pessoas tendem sentir-se mais seguras quando dominam a atividade que exercem; - Propicia um clima organizacional saudável: as pessoas, por estarem mais dispostas a aprender e desenvolver, tendem a estreitar os laços com o intuito de aperfeiçoar as relações entre elas; e
  • 232.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.6 Vantagens na aplicação (cont.): - Reduz desperdícios e retrabalho: com a interação pessoa/empresa, a possibilidade de ganhos qualitativos aumenta, pois haverá redução de desperdícios e o retrabalho será reduzido a expressão mínima.
  • 233.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.7 Limitações na aplicação - Mobilização de recursos: recursos que serão disponibilizados na implementação dos vários programas, processos necessitam de investimentos de diversas origens e aqui não é diferente;
  • 234.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.7 Limitações na aplicação (cont.): - Dificuldade de gerir modismos: no caso da proposta vir de um determinado grupo da empresa que acredita ser “necessário, ou que é possível vender para a direção da empresa algum programa que esteja na moda” (MILKOVICH e BOUDREAU, 2000);
  • 235.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.7 Limitações na aplicação (cont.): - Resistência originada por quem “sabe tudo, sabe muito”: significa acreditar que possuem o nível de conhecimento suficiente para que exerçam a atividade para a qual foram chamados a treinar;
  • 236.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.7 Limitações na aplicação (cont.): - Pessoas têm dificuldade em perceber seu próprio crescimento: como o aperfeiçoamento é um processo a longo prazo, é natural que as pessoas questionem o que levou a área de gestão de pessoas a fazer a sua convocação para participar de determinado programa;
  • 237.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.7 Limitações na aplicação (cont.): - Incerteza quanto à continuidade do programa: uma pessoa já em função superior passa por um período de treinamento e desenvolvimento e retorna ao seu ambiente trabalho e em pouco espaço de tempo pede demissão. “É aí que mora o perigo”;
  • 238.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.7 Limitações na aplicação (cont.): - Dificuldade do remanejamento de pessoas: a partir do momento que estas se encontram em estado de harmonia com ambiente de trabalho, porque ir para uma outra área vai significar um novo processo de aclimatação onde tudo pode acontecer e o resultado final pode ser um sucesso ou um desastre;
  • 239.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.7 Limitações na aplicação (cont.): - Pessoas que adquirem competências essenciais além das exigidas: conseqüência do mal planejamento do programa de T&D; e -Dificuldade de outplacement (recolocação): muitos programas de T&D satisfazem apenas demandas da organização, não representando, portanto, programas para promover apenas o crescimento do indivíduo.
  • 240.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.8 Etapas do processo de T&D - 1a ETAPA – Diagnose: . Por que treinar e desenvolver? . Para que treinar e desenvolver? . Quem deve ser treinado e desenvolvido? . Quando deve ser treinado e desenvolvido?
  • 241.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.8 Etapas do processo de T&D (cont.): - 2a ETAPA – Planejamento: . Qual a melhor forma de treinar e desenvolver? . Que comportamentos devem ser modificados? . Ensinar:  O que deve ser ensinado? Como deve ser ensinado? Quanto deve ser ensinado?  Quando deve ser ensinado?
  • 242.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.8 Etapas do processo de T&D (cont.): - 2a ETAPA – Planejamento: . Onde deve ser ministrado? . Quem deve treinar e desenvolver? . O que deve ser avaliado?
  • 243.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.8 Etapas do processo de T&D (cont.): - 3a ETAPA – Implementação: fatores que afetam a implementação de programas de T&D: . Qualidade dos participantes e dos recursos; . Facilidades de comunicação; . Envolvimento da administração superior; e . Flexibilidade do programa.
  • 244.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.8 Etapas do processo de T&D (cont.): - 4a ETAPA – Avaliação: -Acompanha todo o processo e não apenas o final dele, é uma forma de balanceamento onde os resultados alcançados e os esperados são comparados de forma que os possíveis desvios possam ser contornados (feedbacks).
  • 245.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.9 T&D: ontem, hoje e tendências . Tendências (VIANNA e JUNQUEIRA, 2004): 1) Missão: o processo de T&D passe a representar uma forma de capacitar as pessoas no convívio com a realidade do seu próprio negócio, ou mesmo, da organização na qual atue;
  • 246.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.9 T&D: ontem, hoje e tendências . Tendências, (cont.): 2) Cultura e desenvolvimento estratégico: as pessoas passarão a ensinar e disseminar os princípios organizacionais e as diretrizes estratégicas. Desenvolver estratégias é matéria para profissionais realmente capacitados e capacitar é função de T&D;
  • 247.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.9 T&D: ontem, hoje e tendências . Tendências, (cont.): 3) Descentralização: necessidade de um programa voltado para todos os níveis organizacionais; 4) Competitividade: tendência que vem mudar o objetivo da implementação de programas à medida que busca reduzir custos e obter resultados;
  • 248.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.9 T&D: ontem, hoje e tendências . Tendências, (cont.): 5) Flexibilidade: fruto do advento da tecnologia da informação (TI), contudo muitas vantagens ainda não foram gozadas por nós, como o T&D individualizado com grandes ganhos de tempo, custos, customização e racionalidade de processo;
  • 249.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.9 T&D: ontem, hoje e tendências . Tendências, (cont.): 6) Rede (Network): estabelecimento de uma rede de negócios entre fornecedores, clientes, parceiros e/ou terceirizados treinados mais intensamente nos temas comuns que afetam sua cadeia produtiva; e
  • 250.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.9 T&D: ontem, hoje e tendências . Tendências, (cont.): 7) Ocupando-se de seres humanos: o T&D terá no seu conteúdo matérias específicas para as pessoas enquanto seres humanos, ou seja, habilidades duráveis, auto- desenvolvimento, auto-estima, estratégia de vida.
  • 251.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Treinamento e Desenvolvimento (T&D) 4.10 Enfim...
  • 252.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Quick case - A empresa inicia um longo programa de treinamento e desenvolvimento com o propósito de desenvolver práticas de estudo organizacional. O programa engloba cinco níveis, sendo o primeiro o introdutório, o segundo de técnicas para análise organizacional e os três últimos de práticas no local de trabalho. Fernanda ficou realmente entusiasmada ao saber da existência do programa, afinal cursava o sexto período de administração de uma importante faculdade de Salvador, Bahia.
  • 253.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Quick case (cont.) - Dias depois Fernanda recebe a informação de que participaria do programa, porém começando no primeiro nível (introdutório). Sem pestanejar, ela foi falar com o coordenador do programa. Argumentou dizendo que estava no sexto período, já tinha concluído com êxito as matérias referentes a análise organizacional e se sentia apta a pular ao menos os dois primeiros níveis.
  • 254.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Quick case (cont.) - Mesmo assim o coordenador sorrindo de forma irônica disse: “Fernanda, eu não fiz administração, mas sei como é isso. Muita teoria, muito exercício com final feliz. Portanto, você vai fazer o programa desde o primeiro nível”. Fernanda, já se levantando, diz: “assim vocês conseguem me deixar desmotivada, pois vou “aprender” o que já aprendi”. Com relação ao argumento utilizado por Fernanda, você o considera convincente?
  • 255.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Estudo de Caso E não poderia ser diferente, Pedro Casso, gestor da área de pessoas, anuncia em e-mail para todas as chefias que a empresa iria entrar o ano com um programa completo de treinamento e desenvolvimento. Todos da empresa, localizada no interior de São Paulo e do ramo de serviços, vibraram com a notícia. No dia seguinte, logo pela manhã vários chefes de unidades foram à sala do gestor para obter mais informações. Enquanto esperavam ser atendidos trocaram idéias no chamado “cantinho do café” e muitos já tinham uma idéia fechada sobre o treinamento.
  • 256.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Estudo de Caso (cont.) Um outro queria treinamento fora do ambiente interno da empresa: “acho que o meu pessoal vai se sentir realmente em treinamento”. Roberta M., a chefe mais antiga, fez um comentário que impactou: “eu só quero ver o que vem por aí!!” Roberta V., secretária, chega no cantinho do café e avisa que o gestor está com Mariana Azzi, presidente, e pediu que todos aguardassem nas salas que ela chamaria um por um. “Um por um?” exclamou Roberta M. que é a chefe mais antiga. A secretária confirmou. Todos voltaram as suas salas.
  • 257.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Estudo de Caso (cont.) Só no dia seguinte os chefes foram sendo chamados um a um e a conversa era basicamente a mesma. Vamos passar para você (ou seu grupo de estudo, se for o caso) em linhas gerais o que estava acontecendo. Ele, gestor, se antecipara e recebeu uma repreensão da presidente. Ela foi muito clara ao dizer que uma programação daquelas nunca vista na empresa e nem nas concorrentes e nem nas demais empresas que ela conhecia, tinha de ter uma outra forma de divulgação.
  • 258.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Estudo de Caso (cont.) Agora dizia ela: “temos de encontrar uma solução para essa sua ansiedade em divulgar nossas ações ou reduzir esse seu desejo de grandeza”, e completara: “você não tem o direito de subverter a ordem interna. O que você fez foi um ato de irresponsabilidade, inadmissível para quem ocupa uma posição como a sua e note que coisa interessante: eu nem posso adverti-lo, nem demiti-lo porque o programa existe, embora exista apenas nas linhas mestras. Ainda bem que não permiti que você detalhasse o programa porque aí teríamos um outro problema: a sua intromissão nas outras áreas.
  • 259.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Estudo de Caso (cont.) Infelizmente, você se acha o melhor dos melhores e por essa razão não vê razão para circular entre os demais gestores, as demais chefias. Uma vez me disse que entusiasmava a idéia de ter um gestor estratégico de pessoas que rodasse a empresa, que conversasse, até mesmo nos corredores, ainda que em baixa freqüência. Mas, sei lá, você deve achar que gestor estratégico é outra coisa. Enfim, vamos pensar em alternativas que não me deixem com uma imagem ruim na empresa e que, também, não coloque você numa situação delicada. Mas, por enquanto, o programa vai aguardar um momento propício para divulgação e aplicação”.
  • 260.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Estudo de Caso (cont.) E assim estava Pedro, gestor de pessoas, frente à frente com gestores e demais chefes que iam a sua sala. E não falara no “passa fora” da presidente, mas falou que havia problemas na concepção do programa e que cada titular de unidades deveria aguardar pelo menos um mês. Disse, também, que o motivo da demora se dera em função da dificuldade em encontrar docentes que pudessem atender à programação. Mas, os contatos estavam adiantados e era mesmo apenas uma questão de tempo.
  • 261.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Estudo de Caso (cont.) Um ou outro perguntava pela reunião com a presidente e ele simplificava dizendo que era um outro assunto, mas que estaria tendo algum link (ligação) com programação. Passou dois ou três dias conversando sobre o programa e aí voltou à presidência. Chegando lá explicou o que fizera e pediu a opinião da presidente. E ouviu um pouco mais. Ouviu da presidente que duvidava que ele pudesse piorar um pouco mais e conseguiu. Queria que ele explicasse porque passou três dias dando explicações, criando incertezas, amplificando as conversas de corredor.
  • 262.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Estudo de Caso (cont.) Disse que ouvira de dois gestores argumentos diferentes, o que era natural, já que ninguém repete a outra pessoa o que disse anteriormente a alguém de mesma posição funcional. Para encerrar ela fez um pequeno discurso: “meu prezado gestor, e agora? A empresa toda fala do adiamento para, TALVEZ, daqui a um mês. As chefias todas se perguntando que docente você estava procurando se a nenhum deles foi consultado sobre as grades do programa.
  • 263.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Estudo de Caso (cont.) E eu disse a você que ainda bem que estávamos apenas com as linhas mestras do programa, mas você querendo salvar a imagem fala da dificuldade em se conseguir os docentes. Que docente, gestor? Nós nem sabemos o que vai acontecer. Temos treinamento e desenvolvimento e logo vão perguntar onde faltam docentes. Pense no que você fez e volte amanhã e me diga como sair dessa turbulência toda. Eu confesso, só tenho pensamentos muito ruins”.
  • 264.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Estudo de Caso (cont.) Você (e seu grupo, se for o caso) deve comentar em sala de aula sobre o comportamento do titular da área de pessoas e buscar uma saída honrosa que não coloque a presidente numa situação delicada e faça retornar as boas expectativas (menos a da chefe, lembra?) de gestores e chefes, em geral. Nota: este caso é hipotético, qualquer semelhança com pessoas, empresas, etc. será mera coincidência.
  • 265.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Questões para debate 1) Treinar é sinônimo de um processo que oferece condições que facilitem a aprendizagem e a plena integração das pessoas na organização. Verdadeiro ou falso? Dê os porquês.
  • 266.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Questões para debate 2) No decorrer deste capítulo tivemos o cuidado de explicar como funciona a atividade de treinamento, delimitando os seus inputs, throughputs e outputs tão presentes em qualquer processo. Sendo assim, agora é a sua vez, não só de identificar cada etapa, mas como também de localizar o programa de treinamento em uma delas.
  • 267.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Questões para debate 3) Tanto treinamento, quanto desenvolvimento consistem processos de aprendizagem. Em outras palavras, fazem referência a adaptação das pessoas dentro de uma nova realidade. No entanto uma divergência se faz presente entre tais atividades. Que distinção é essa? Justifique a sua resposta.
  • 268.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Questões para debate 4) Você já esteve numa lan house (casa de jogos em rede)? Caso sua resposta seja positiva, provavelmente deve ter observado uma forma peculiar dos jogadores se comunicarem. Se, por outro lado, a sua resposta for negativa, pense na diversidade de chats (sala de bate- papo) existentes, onde as pessoas reduzem tanto as palavras para agilizar a escrita, que fica complicado para quem não está ambientado compreender a conversa;
  • 269.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Questões para debate (cont.) 4) Observe, então, que em ambos os casos, aquela pessoa não participante daquele meio terá dificuldades de interagir com aquele grupo. Similarmente ocorre nas organizações, onde esta disparidade resulta em falhas na comunicação, e estas trazem como conseqüências falhas de desempenho na operacionalização das atividades. Agora é com você... desenvolva outra razão geradora da necessidade da aplicação de T&D. Consulte o texto se preciso for.
  • 270.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Questões para debate 5) Retomando a questão nº 4, escolha um dos exemplos apresentados e disserte acerca de soluções, no caso de ser você a pessoa não ambientada. Além disso, explique qual a relação de T&D com a saída encontrada por você.
  • 271.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Questões para debate 6) Como já dizia um velho dito popular: “cada um é cada um”, neste sentido tratar as pessoas de maneira uniforme seria um erro. Conseqüentemente num processo de treinamento e desenvolvimento, não podemos imaginar que pessoas com habilidades distintas ao serem submetidas ao mesmo processo apresentarão resultados similares;
  • 272.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Questões para debate (cont.) 6) Desse modo, no texto foi sugerido por três autores uma maneira de minimizar tal dificuldade. Você consegue recordar tal alternativa apresentada? Em caso afirmativo, comente a solução emitindo a sua opinião. Caso não recorde, não sinta-se intimidado em voltar no texto, se puder, e releia este trecho, para então, responder a questão.
  • 273.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Questões para debate 7) Nos dias de hoje, é muito comum escutarmos palavras como por exemplo, workshop, teleconferências/videoconferências, Intranet/internet, palavras estas que foram inseridas no nosso cotidiano e que estão intimamente ligadas com o processo de T&D. Mas será que você sabe o significado de cada uma delas e entende esta relação? Teste seus conhecimentos respondendo a questão e se preciso e puder retorne ao texto.
  • 274.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Questões para debate 8) Alguns autores crêem na existência de uma semelhança entre o processo de treinamento e a universidade corporativa (e/ou educação corporativa). No entanto, a diferença entre eles é inegável. Comente esta frase defendendo o seu ponto de vista sustentando seus argumentos.
  • 275.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Questões para debate 9) No decorrer deste capítulo, uma afirmativa se fez quanto a grande contribuição da universidade corporativa. Tendo sido agregada tal responsabilidade ao campo estratégico, sendo este considerado chave para a excelência empresarial. Tomando por base a sua resposta a questão nº 7, você concorda com a afirmativa? Sim ou não? Por que?
  • 276.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Questões para debate 10) O número de pessoas que condenam a existência de cursos à distância é extremamente alto. A questão é: será este tipo de educação eficaz e eficiente? A ausência do contato visual não pode prejudicar? Bom... responda a estes questionamentos dizendo se você acredita na eficácia e eficiência deste tipo de procedimento. Pense bem, pois em certas realidades ele pode até ser solução, mas o que vale é a sua opinião e, principalmente, os argumentos que irão embasá-la.
  • 277.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Questões para debate 11) Ao tratarmos dos aspectos positivos do processo de T&D, é inevitável não mencionarmos a capacitação das pessoas da organização. Todavia, outras vantagens também se fazem presentes neste procedimento, quais são elas? Cite e explique pelo menos três com as suas palavras. 12) Proceda da mesma forma que na questão nº 9, mas desta vez com relação às limitações.
  • 278.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Questões para debate 13) Segundo Barreto (1995) as etapas que compõem o processo de T&D são: diagnose, planejamento, implementação e avaliação. Com base na leitura prévia do capítulo, em particular do tópico referente a estas etapas, explique-as.
  • 279.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Questões para debate 14) Em se tratando de evolução do processo de T&D, partindo do modelo convencional para o processo moderno, questionamentos surgiram. Aliás, muitas foram as transformações a partir do entendimento de uma nova realidade, onde certos fatores se mostravam obsoletos. Para reforçar o seu entendimento, explique com suas palavras quais são as transformações as quais nos referimos.
  • 280.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 4 Questões para debate 15) Para Vianna e Junqueira (2004) sete são as grandes tendências que darão contorno ao desenvolvimento de T&D, sendo uma delas a rede (network). Comente as idéias propostas pelos autores, concordando ou discordando, quando for o caso.
  • 281.
    Gestão de Pessoas 5Planos de carreira (PC)
  • 282.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.1 Preliminares .Antes: a organização era a responsável pelo plano de carreira de seu pessoal; e .Atualmente: as organizações passam tal responsabilidade às pessoas.
  • 283.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.1 Preliminares “Criatividade, motivação e envolvimento (a partir de uma grande identidade entre indivíduo e empresa) são peças chaves para produzir de acordo com as necessidades organizacionais” (IRISVIDEO, 1995).
  • 284.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.2 Definições e conceitos . Ter identidade com uma organização é gostar de sua missão, de seus objetivos, de considerá-la importante para a comunidade e para o país. . “O plano de carreira está relacionado com os objetivos profissionais do indivíduo e suas aspirações pessoais de carreira” (LUCENA, 1999).
  • 285.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.2 Definições e conceitos “Uma âncora da carreira é um auto-conceito que orienta, estabiliza e integra as experiências profissionais de uma pessoa” (MILKOVICH e BOUDREAU, 2000).
  • 286.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.2 Definições e conceitos -Âncoras de carreira: .Competência técnica/funcional (SCHEIN, 1985): as pessoas se consideram conservadoras, evitando mudanças radicais, preferem prosseguir usufruindo e mantendo suas habilidades técnicas atuais;
  • 287.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.2 Definições e conceitos -Âncoras de carreira (cont.): .Competência de gestão (RYNES, TOLBERT e STRAUSSER, 1988): aqui as competências a serem desenvolvidas são as de gestão, vinculadas as relações inter-pessoais;
  • 288.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.2 Definições e conceitos -Âncoras de carreira (cont.): .Segurança: diz respeito ao receio que as pessoas têm de serem remanejadas, expatriadas ou de mudar de empresa;
  • 289.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.2 Definições e conceitos -Âncoras de carreira (cont.): .Criatividade: encontramos os empreendedores, pessoas que buscam sempre a inovação, desenvolvendo as mais diversas ações de maneiras jamais realizadas; e
  • 290.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.2 Definições e conceitos -Âncoras de carreira (cont.): .Autonomia/independência: trata da idéia de sair da formalização imposta pelo ambiente organizacional, evitando regras, normas e regulamentos na busca de uma certa liberdade.
  • 291.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.2 Definições e conceitos “Planejamento de carreira é um processo contínuo de interação entre o empregado e a organização visando a atender aos objetivos e interesses de ambas as partes” (TACHIZAWA, FERREIRA e FORTUNA, 2001).
  • 292.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.3 Cuidados (XAVIER, 1997) - Conhecer as limitações: as externas (mundo) e as internas (limitações pessoais); -Definir uma meta: não se pode definir uma meta sem conhecer com clareza as limitações a que estamos sujeitos; - Não desviar o foco: determinar o ponto que se deseja alcançar; e - Planejar as ações: organizar, coordenar e controlar as ações que devem ser executadas.
  • 293.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.4 Conselhos (XAVIER, 1997) AVALIE CONSTANTEMENTE ENVOLVA OUTRAS PESSOAS BUSQUE INFORMAÇÕES INTUIÇÃO E OUSADIA COMPROMETA-SE
  • 294.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.4 Conselhos (cont.): - Avalie constantemente: é fundamental que as escolhas sejam questionadas; - Busque informações: informações substanciais; - Envolva outras pessoas na hora de planejar a sua carreira: procure alguém mais experiente (um tutor ou mentor, entre outros);
  • 295.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.4 Conselhos (cont.): - Intuição e ousadia: não negue seus sentimentos e saiba assumir riscos calculados no que diz respeito ao planejamento de sua carreira; e - Comprometa-se: sem comprometimento com o que se está planejando, tudo se torna extremamente complicado.
  • 296.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.5 Finalidades (TACHIZAWA, FERREIRA e FORTUNA, 2001) -Facilita a tomada de decisões: dos gestores e das pessoas, visualização das oportunidades de crescimento existentes na organização; -Auxilia o desenvolvimento: pessoal e profissional das pessoas e da organização de forma global;
  • 297.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.5 Finalidades (cont.): -Funciona como alicerce: para as demais atividades pertinentes à gestão de pessoas, como R&S e T&D; e -Assegura o dinamismo e a transparência: para quem está seguindo as exigências de um dado plano de carreira, saber os requisitos de forma transparente funciona como um forte estimulante.
  • 298.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.6 Vantagens da utilização - Retenção de talentos: as pessoas se sentem motivadas a prosseguir na própria organização, gerando uma diminuição da rotatividade (turnover) de pessoal; -Movimentação de pessoal eficaz e eficiente: dificilmente pessoas incapacitadas serão remanejadas, promovidas para exercer tal função; e
  • 299.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.6 Vantagens da utilização (cont.): - Identificação do perfil necessário: não só voltado para as necessidades atuais da organização, mas também para as futuras necessidades.
  • 300.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.7 Limitações da utilização - Pré-requisitos rigorosos: podem vetar pessoas capacitadas que não se enquadrem em algumas das fortes exigências requeridas; - Limite de ocupação: as pessoas deverão procurar se enquadrar a esta nova realidade ou procurar outra organização que melhor se adapte à sua competência; e
  • 301.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.7 Limitações da utilização (cont.): - Necessidade de permanente atualização do processo: para que os requisitos de cada posição estejam condizentes com a realidade mutante da organização.
  • 302.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.8 Pré-requisitos para a implementação - Ter políticas e normas direcionadas para o planejamento de carreira: o plano de carreira pode ser re-elaborado, o que sugere a revisão de políticas e normas; - Ter um sistema de administração de carreiras: uma estrutura de carreira responsável pela solidez do sistema; e
  • 303.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.8 Pré-requisitos para a implementação (cont.): - Ter meios e modos de gerir orientados para o crescimento mútuo: “criar e utilizar instrumentos de avaliação de potencial e desempenho das pessoas, para se alcançar o objetivo de promover pessoas certas para os lugares certos” (RESENDE, 1991).
  • 304.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.9 Estruturas de carreira (DUTRA, 1996) - Estruturas em linha: crescimento vertical do indivíduo na organização, estagiário - auxiliar de vendas - vendedor...; VENDEDOR AUXILIAR DE VENDAS ESTAGIÁRIO
  • 305.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.9 Estruturas de carreira - Estruturas em rede: dispor alternativas às pessoas da organização em relação às posições que deverão ser ocupadas por elas; e ESTAGIÁRIO AUXILIAR DE VENDAS VENDEDOR REGIONALN AL AUXILIAR DE COMPRAS
  • 306.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.9 Estruturas de carreira - Estruturas paralelas: posicionamento de duas estruturas em linha (uma técnica e outra de gestão ou gerencial) de forma paralela.
  • 307.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.9 Estruturas de carreira - Estruturas paralelas (cont.) BRAÇO TÉCNICO Estagiário Auxiliar de vendas Vendedor Vendedor Regional Chefe de vendas Gerente de vendas Diretor de vendas BASE Analista de mercado Pesquisador de novos produtos Analista de mercado nacional BRAÇO GERENCIAL
  • 308.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.10 Etapas do desenvolvimento de uma carreira 1a etapa – Exploração: estabelecimento do cenário de nossas aspirações, pensar no nosso futuro definindo com clareza nossos objetivos;
  • 309.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.10 Etapas do desenvolvimento de uma carreira 2a etapa – Preparação: assegurar que tal objetivo será alcançado, observar as pessoas: indecisas sobre o desenvolvimento do processo: detentores de pouca experiência e de posse de informações escassas; indecisos crônicos: por conta de suas angústias e temores não conseguem tomar as decisões cabíveis a determinado momento;
  • 310.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.10 Etapas do desenvolvimento de uma carreira 2a etapa – Preparação: assegurar que tal objetivo será alcançado, observar as pessoas (cont.): vigilantes: capazes de tomar decisões firmes após análise por completo das diversas situações e dados anteriormente coletados; e hipervigilantes: combinação dos indecisos crônicos com os vigilantes, a decisão é tomada com rapidez, porém sem uma análise tão completa e profunda quanto à dos vigilantes.
  • 311.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.10 Etapas do desenvolvimento de uma carreira 3a etapa – Entrada: no mercado de trabalho, testar diversos caminhos (revistas técnicas e não técnicas, programas de televisão, filmes que tratam de questões de mercados...); 4a etapa – Estabelecimento: consiste nos confrontos com os reais desafios da profissão, consciência das regras e expectativas sociais e organizacionais;
  • 312.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.10 Etapas do desenvolvimento de uma carreira 5a etapa – Avanço: estar sempre atualizado e considerando a experiência anterior uma boa experiência, com seus aspectos positivos e os negativos; e 6a etapa – Estabilização: momento em que as oportunidades de avanço se esgotam, de modo que a pessoa, embora estável, deve definir qual será a próxima etapa da sua vida profissional.
  • 313.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.10 Etapas do desenvolvimento de uma carreira 6a etapa – Estabilização (cont.): .Três alternativas aposentar-se; mudar de empresa ou de cargo; ou renovar-se, retornando a 1a etapa.
  • 314.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.11 Estágios de um ciclo de vida profissional .Formas das pessoas da organização se apresentar, (RESENDE, 1991): - Nas etapas iniciais: devemos nos voltar para as pessoas que ainda se encontram na fase de exploração, preparação, ou mesmo, entrada ou estabelecimento na nova organização;
  • 315.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.11 Estágios de um ciclo de vida profissional . Formas das pessoas da organização se apresentar (cont.): - Nas etapas finais: disposição apenas para uma movimentação horizontal (job rotation), poderá haver um remanejamento de pessoas, depois de esgotadas as possibilidades de avanço;
  • 316.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.11 Estágios de um ciclo de vida profissional . Formas das pessoas da organização se apresentar (cont.): - Como peças-chave: tornar as pessoas aptas a participarem dos planos de sucessão. Não podemos desperdiçar talentos, muito menos pôr em risco o andamento da organização, pois existem headhunters (caçadores de talentos)...; e
  • 317.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.11 Estágios de um ciclo de vida profissional . Formas das pessoas da organização se apresentar (cont.): - Estagnadas: pessoas que se encontram na etapa de estabilização do ciclo de desenvolvimento de uma carreira, mas devem optar pela aposentadoria como próxima e última etapa do seu ciclo de vida profissional.
  • 318.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.12 Planejamento de carreira: ontem, hoje e tendências . Concepções sobre o planejamento de carreira (RESENDE, 1991): -Não objetivas: percebemos uma dispersão por parte da organização em relação ao foco das idéias apresentadas;
  • 319.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.12 Planejamento de carreira: ontem, hoje e tendências . Concepções, (cont.): -Pré estabelecidas: a carreira que é pré-estabelecida pela organização pode não ser a que você deseja para si e aí você terá que resolver qual caminho tomar; e -Desvirtuadas: o plano de carreiras é compreendido e utilizado (apenas) para fins de aumento salarial. É interessante, mas ruim para o futuro da organização.
  • 320.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.12 Planejamento de carreira: ontem, hoje e tendências “É função do gestor de pessoas atuar energicamente, demonstrando que o plano de carreiras deve ser entendido pela organização como uma proposta também de crescimento profissional, com a qual todos ganharão não somente aumentos salariais” (RESENDE, 1991).
  • 321.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Planos de carreira (PC) 5.13 Enfim...
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Quick case -A corporação DRICA do ramo da informática (hardwares, principalmente) tem oito empresas satélites. Seis delas com um sistema de planos de carreira considerado muito bom. As outras duas estão preparando o plano para a aplicação em junho do próximo ano. Arady era engenheira mecatrônico numa das duas empresas e resolveu lutar pela implementação imediata do sistema de planos de carreira, pois percebera que uma das empresas satélites tinha um sistema que poderia ser facilmente adaptado.
  • 323.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Quick case (cont.) - Sendo assim, Arady enviou um e-mail para a direção superior de sua empresa com cópia para o gestor da área de pessoas da empresa que tinha um plano adaptável a sua. Após 15 dias recebeu, coincidentemente, as duas respostas no mesmo dia. Uma resposta, a da empresa que já possui o sistema implementado, se colocando a inteira disposição para colaborar com tal atividade. Já a outra, enviada por sua direção superior, comentava acerca da falta de recursos e informava que a implantação seria, conforme já informado, em junho do próximo ano.
  • 324.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Quick case (cont.) - Arady, inconformada, lembrou que ainda haveria uma outra chance para a implementação do programa que seria encaminhar ao conselho técnico-administrativo composto por: ocupantes do cargo de direção, gestores, pessoal técnico e pessoal administrativo. Entretanto, receava retaliação da direção superior caso seu pedido fosse aprovado. Importante mencionar que os conselhos técnicos-administrativos de todas as empresas satélites eram considerados qualquer que fosse a decisão tomada. Era quase uma questão de cultura organizacional. E a direção da DRICA incorporava qualquer decisão originada por esse conselho. Se você fosse a Arady, o que você faria?
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Estudo de caso Fábio Ferraz é recém-mestre graduado em administração numa instituição de ensino conceituada no nordeste brasileiro e preferiu ter uma grade com disciplinas voltadas à gestão de pessoas e se encontra agora diante de um importante desafio: onde aplicar todo o seu conhecimento? Que organizações procurar? Ele decidiu que um dos critérios para a seleção das organizações é que estas desenvolvam o plano de carreiras, ou seja, que ele possa crescer profissionalmente em uma dessas organizações.
  • 326.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Estudo de caso (cont.) Após um certo tempo de seleção, Fábio seleciona quatro empresas: a empresa A que atua fortemente no segmento farmacêutico e acredita ser fundamental o treinamento e desenvolvimento dos seus profissionais, capacitando e promovendo seu crescimento na organização via crescimento vertical do indivíduo e via remuneração básica, variável e benefícios.
  • 327.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Estudo de caso (cont.) A empresa B atua no segmento de bebidas e também acredita no crescimento profissional dentro da organização mas desenvolve o plano de carreiras via estrutura em rede, ou seja, oferece mais alternativas para o crescimento profissional ao contrário de seguir uma única estrutura, do tipo hierárquica, convencional. E a remuneração oferecida inclui a remuneração básica, remuneração por resultados e benefícios. A remuneração total da empresa B é a mais alta.
  • 328.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Estudo de caso (cont.) Fábio se lembra que conhece Maria Elisabeth, diretora na empresa D que poderá ajudá-lo e entra em contato por e- mail. As empresas C e D são da mesma holding e a sede fica em São Paulo (empresa C) e a sua extensão no Rio de Janeiro (empresa D) e atuam na área acadêmica. A sede defende fortemente o plano de carreiras, e não admite intervenções externas como os famosos pedidos aqui e ali e termina por desenvolver um “plano de carreiras” paralelo.
  • 329.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Estudo de caso (cont.) E, na verdade, é uma estrutura onde um profissional como Fábio poderia iniciar como professor de graduação, posteriormente em MBAs, e após concluir o doutorado poderia seguir como professor e quem sabe atuar na coordenação destes cursos? Assim, a remuneração iria variar de acordo com a posição na carreira, mas é em média constituída pela remuneração básica e benefícios excelentes. Ao contrário, a empresa D não faz a menor objeção quanto a possíveis ajudas, uma vez que não tem o plano de carreiras e a direção pode contratar e demitir quem desejar, quando desejar.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Estudo de caso (cont.) A remuneração então, é bastante variável, ou seja, depende do seu relacionamento interno e externo. Maria Elisabeth responde por e-mail enfatizando que basta apenas alguns telefonemas e que aguarda a posição final de Fábio. Na verdade, Fábio se encontra diante de um dilema: as empresas A e B são super corretas no que se refere ao crescimento profissional apenas diferem na estrutura de carreira a ser trilhada pelos profissionais.
  • 331.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Estudo de caso (cont.) A empresa C também é muito correta, embora um pouco mais rigorosa levando em consideração que atua na área acadêmica e defende suas políticas e normas direcionadas ao plano de carreiras via estruturas paralelas. Fábio se identifica mais com a empresa C, mas confessa que diante da possibilidade de assumir um cargo superior na empresa D está em dúvida e se questiona bastante, uma vez que não seria nada interessante abrir mão da empresa C na qual se identificou mais, apenas por uma posição superior na empresa D, “por baixo dos panos”.
  • 332.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Estudo de caso (cont.) Maria Elisabeth telefona para Fábio e diz que um dos diretores vai sair e que seria uma ótima oportunidade para ingressar neste momento de tantas mudanças e que de repente até a remuneração poderia ser maior. O objetivo deste estudo de caso é que você (ou a opção indicada pelo docente) se coloque no lugar de Fábio e escolha qual a melhor empresa para se trabalhar discutindo os seguintes aspectos: ética, segmento de atuação, estrutura de plano de carreira, identificação, remuneração, condições econômicas pessoais e do mundo atual.
  • 333.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Estudo de caso (cont.) Você poderá utilizar-se de todo o texto do presente capítulo como também de eventuais situações conhecidas e vividas por você, pelos seus colegas, professores e familiares. Boa sorte e pense bem na sua escolha, pois certamente no futuro você terá que fazer uma única escolha! E não esqueça que o mundo corporativo é cruel e nada chega com facilidade às mãos de ninguém. Nota: este caso é hipotético, qualquer semelhança com pessoas, empresas, etc. será mera coincidência.
  • 334.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Questões para debate 1) Leia com atenção a seguinte assertiva sobre o plano de carreira: “criatividade, motivação e envolvimento (a partir de uma grande identidade entre indivíduo e empresa) são peças chaves para produzir de acordo com as necessidades organizacionais” (IRISVIDEO, 1995). Agora explique a importância da palavrinha destacada no texto.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Questões para debate 2) No decorrer deste capítulo foram apresentadas cinco âncoras de carreira, definidas assim por comparar os padrões de comportamento humano com a âncora de um navio. Assim, você deve escolher duas delas e apresentá-las com suas palavras. Talvez seja mais interessante você trabalhar aquelas que aparentemente se parecem com o seu perfil.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Questões para debate 3) Quando você chega numa organização, normalmente, como estagiário ou trainee, a empresa tende a lhe apresentar um plano de sucessão, onde você verá caminhos para sua ascensão após um determinado período pré-estabelecido pelas linhas de sucessão. Não obstante, muitos são os casos de pessoas que chegam ao limite desta linha, de modo a acreditar no esgotamento de seu potencial, o que não condiz com a realidade. Em contrapartida, o que pode ser feito para que essa situação desagradável não ocorra? Não poupe palavras.
  • 337.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Questões para debate 4) Planejar a carreira requer muitos cuidados, pois além de estar de acordo com as nossas expectativas, o nosso plano também deve ser harmonioso quanto ao Sistema de Administração de Carreiras definido pela empresa em que trabalhamos. Entretanto, as vertentes que influenciam a definição deste sistema não são facilmente manipuláveis; logo, temos que nos preocupar com aquelas que se encontram mais próximas, no popular, “ao alcance de nossas mãos”. Quais são elas? Cite e explique com suas palavras.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Questões para debate 5) Xavier (1997) é quem nos auxilia com alguns conselhos de como fazer um bom planejamento de carreira. Com base nas sugestões do autor e seus pensamentos, descreva o que você faria para elaborar um plano de carreira consistente.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Questões para debate 6) Vivemos numa sociedade mutante, onde são inúmeros os obstáculos que nos fazem capazes de uma adaptação constante, não permitindo que as circunstâncias adversas façam com que percamos nossos objetivos. Neste sentido, como o planejamento de carreira nos auxilia?
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Questões para debate 7) É fato que o plano de carreira funciona como um alicerce para as demais atividades pertinentes à gestão de pessoas. Diz-se isto, pois a organização que possui um sistema de administração de carreiras, oferece uma perspectiva de desenvolvimento às pessoas que ali atuam, na medida em que elas, as pessoas, conhecem as suas necessidades. Ademais, não é só este motivo que demonstra a importância do planejar carreiras. Você seria capaz de relatar outros? Se esforce, pois certamente lembrará de algum.
  • 341.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Questões para debate 8) Como uma moeda, o plano de carreira também tem dois lados. Um deles consiste nas vantagens e o outro nas limitações. Partindo deste princípio, construa um quadro auto-explicativo contendo ambos os lados da moeda. Para ter certeza de que o quadro atende ao pré- requisito peça para alguém dizer o que entendeu a partir da leitura dele.
  • 342.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Questões para debate 9) Qualquer empresa pode ter um sistema de administração de carreiras? Na verdade sim, porém existem pré-requisitos indispensáveis para garantir a excelência deste sistema. A exemplo disto temos a necessidade de existir políticas e normas direcionadas para o planejamento de carreira. Colabore com mais um exemplo, mas não se esqueça de fazer comentários a respeito dele.
  • 343.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Questões para debate 10) Segundo Dutra (1996) o planejamento de carreira consiste no mapeamento das carreiras com cargos e salários pré-definidos. No que tange este mapeamento, três são as alternativas possíveis de se fazê-lo, denominadas estas: estruturas de carreira. Escolha uma delas e discorra a respeito.
  • 344.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Questões para debate 11) Seguindo na mesma linha de raciocínio da questão nº 9, temos um tipo bastante peculiar de estrutura de carreira denominada paralela em Y, onde a base do Y faz referencia ao início da carreira e a sua bifurcação representa dois caminhos distintos a serem seguidos. Que caminhos são esses? De que início de carreira estamos nos referimos? Explique detalhadamente esta estrutura.
  • 345.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Questões para debate 12) Como todo processo, o desenvolvimento de uma carreira também possui etapas que são concluídas ao longo de nossas vidas e experiências profissionais. Por conseguinte, vale não só trabalhar as etapas, mas como também se localizar e dizer por que você se encontra em determinada etapa e não em outra.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Questões para debate 13) Na segunda etapa, referente à preparação, Milkovich e Boudreau (2000) apresentam uma classificação interessante das pessoas que ali se encontram. Se posicione nesta etapa e diga o que você se considera: indeciso ou vigilante? Se indeciso, qual deles? Se vigilante, qual deles? Não esqueça de dar os porquês, detalhadamente.
  • 347.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Questões para debate 14) Ao estudar os estágios de um ciclo de vida profissional nos deparamos com quatro formas da organização perceber as pessoas: nas etapas iniciais, nas etapas finais, como peças-chave e estagnadas. Em função disso, a exemplo da última forma apresentada, algumas dificuldades surgem. Quais são estas dificuldades? Dê soluções para elas.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 5 Questões para debate 15) Falar de plano de carreira parece um assunto um tanto quanto antiquado, visto que muitas pessoas duvidam da sua eficiência e eficácia, devido ao fato de que têm concepções desvirtuadas deste esforço pessoal e organizacional. No entanto, temos que ter claro que o plano de carreira é algo muito mais importante do que uma mera retribuição salarial. Por assim dizer, Resende (1991) contribui com mais dois tipos de concepções sobre o planejamento de carreira, que são... Complemente e diga se concorda ou discorda? Por que?
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    Gestão de Pessoas 6Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD)
  • 350.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.1 Preliminares . As organizações necessitam de sistemáticas de avaliação capazes de acompanhar o crescimento das pessoas que nela exercem suas atribuições; . A questão é: de que forma é possível obter um acompanhamento eficiente ao mesmo tempo integrado com os propósitos da organização como um todo?
  • 351.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.1 Preliminares . O essencial é a maneira com que as pessoas dão andamento as suas atribuições; e . O desempenho será mensurado a partir dessas exigências.
  • 352.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.2 Definições e conceitos . Avaliar: medir, mensurar; . Desempenho: “conjunto de entregas e resultados de determinada pessoa para a empresa ou negócio” (DUTRA, 2002); e
  • 353.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.2 Definições e conceitos Avaliação de desempenho: implica na “identificação, mensuração e administração do desempenho humano nas organizações” (GÓMEZ-MEJÍA, BALKIN e CARDY, 1995).
  • 354.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.2 Definições e conceitos -Identificação: ao notar as conseqüências das atividades, a empresa estará apta a remanejar pessoas de acordo com a definição de desempenho exigida para satisfazer as suas necessidades; - Mensuração: elemento central, tem por objetivo principal a busca pela determinação de como o desempenho pode ser relacionado a certas formas de medições; e
  • 355.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.2 Definições e conceitos - Administração: dirigida para o futuro. Busca o desenvolvimento e fornece subsídios que geram a possibilidade de alcance de todo o potencial das pessoas, gerando resultados positivos.
  • 356.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.2 Definições e conceitos Conclusão: “AAD engloba todo o processo desde a identificação do desempenho, passando pela mensuração, ou seja, medindo tal desempenho, até alcançar projeções para o médio e curto prazo, onde o potencial de cada estará a serviço da organização”.
  • 357.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.2 Definições e conceitos . Perspectivas do desempenho de uma pessoa (Dutra, 2002): - Desenvolvimento: avaliação pela escala de complexidade, não se pode pensar em impor um maior nível de desenvolvimento a uma pessoa que ainda não tem capacidade para tanto;
  • 358.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.2 Definições e conceitos . Perspectivas, (cont.): - Esforço: pessoas capazes de autodesenvolvimento não apenas demonstrando algum esforço, esforço é uma contingência relacionada à motivação das pessoas, logo, uma variável totalmente instável; e
  • 359.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.2 Definições e conceitos . Perspectivas, (cont.): - Comportamento: afeta o ambiente em que se encontram, podendo, contudo, influenciar, ou não, as duas perspectivas anteriores, análise por múltiplas fontes (360 graus).
  • 360.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.3 Motivos da utilização . Por que fazer a AD? - Alicerçar a ação do gestor: a empresa se torna mais transparente, pois as ações de seus gestores estão alicerçadas em elementos palpáveis (avaliação realizada com rigor técnico);
  • 361.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.3 Motivos da utilização . Por que fazer a AD (cont.)? - Nortear e mensurar o processo de treinamento e desenvolvimento (T&D): ponderação do nível de CHA (conhecimentos, habilidades e atitudes), determinando a direção que o processo de T&D deve tomar e a sua medida em cada caso;
  • 362.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.3 Motivos da utilização . Por que fazer a AD (cont.)? - Facilitar o feedback das pessoas: na medida em que mensura os desempenhos das pessoas em avaliação e informa de modo a sugerir mudanças, quando necessário; e
  • 363.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.3 Motivos da utilização . Por que fazer a AD (cont.)? - Facilitar o progresso das organizações: feedback organizacional, acompanhamento do desempenho identificando pontos críticos, negativos e positivos dando caráter facilitador à elaboração de estratégias para manutenção e crescimento.
  • 364.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.4 Cuidados - Quanto à participação das pessoas: que as pessoas não vejam a sua participação “como uma situação de recompensa ou de punição pelo desempenho passado” (RIDER,1973). Devem enxergar a sua participação como algo positivo para o seu desenvolvimento;
  • 365.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.4 Cuidados - Quanto às ênfases: não se devem enfatizar ações burocráticas em detrimento de avaliações críticas do processo. Desta forma, perde-se de vista, tanto a identificação, quanto a administração do futuro;
  • 366.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.4 Cuidados - Quanto ao processo: o processo não pode ser visto como injusto, ou seja, as pessoas não podem enxergá-lo como “mais uma iniqüidade contra a minha pessoa (RIDER,1973) ”;
  • 367.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.4 Cuidados - Quanto ao grupo de avaliadores: uniformidade quanto à mensuração atentando para a questão da “leniência, que trata da tendência que têm algumas pessoas de abrandar o seu julgamento sobre os avaliados, é o popular “panos quentes” (TACHIZAWA, FERREIRA e FORTUNA, 2001);
  • 368.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.4 Cuidados - Quanto à consistência da avaliação: o processo deve, necessariamente, agregar valor àqueles envolvidos. De nada adianta a empresa se propor a tal esforço se estiver alicerçada a valores que não a conduzirão a lugar algum;
  • 369.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.4 Cuidados - Quanto ao avaliador: a avaliação não deve conter o halo effect (efeito de halo), ou seja, o avaliador não pode “se deixar levar por alguma característica do avaliado que lhe impede de interpretar as demais características com neutralidade e clareza” (MARRAS, 2000); e
  • 370.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.4 Cuidados - Quanto ao avaliador, em relação aos avaliados: a proposta de alguns avaliadores de implementar o “efeito tendência central” (MARRAS, 2000) tornando os seus avaliados uniformes, não deve ser considerada. Os seres humanos são diferentes sim.
  • 371.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.5 Finalidades - Identificar o valor das pessoas para a organização: mensurar qualitativamente o impacto de cada pessoa nos resultados organizacionais; - Desenvolver talentos: detectados os pontos fortes e fracos das pessoas, via avaliação de desempenho, as necessidades de desenvolvimento tornam-se transparentes;
  • 372.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.5 Finalidades - Fornecer informações essenciais: que auxiliem o desenvolvimento das demais atividades referentes à gestão de pessoas; - Tornar transparente a relação entre avaliadores e avaliados: ao se recolher informações essenciais sobre o quadro funcional, identificar talentos potenciais e o que as pessoas agregam para a organização; e
  • 373.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.5 Finalidades - Abastecer a organização com avaliações periódicas: as organizações necessitam estar permanentemente empenhadas na atualização da AD.
  • 374.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.6 Vantagens da utilização - Possibilita a descoberta de talentos: por meio da identificação dos atributos de cada pessoa; - Facilita o feedback às pessoas da organização: desfrutar do que foi coletado, analisado e concluído pelos avaliadores, podendo a partir daí encontrar caminhos para auto-desenvolvimento;
  • 375.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.6 Vantagens da utilização - Auxilia o direcionamento dos esforços da organização: o fato de se ter informações proporciona a organização a possibilidade de “identificar aquelas pessoas que necessitam de aperfeiçoamento” (MARRAS, 2000);
  • 376.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.6 Vantagens da utilização - Auxilia o aprimoramento da qualidade de vida: “constitui um poderoso meio de resolver problemas de desempenho e melhorar a qualidade do trabalho e a qualidade de vida dentro das organizações” (CHIAVENATO, 1999);
  • 377.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.6 Vantagens da utilização - Situa as pessoas na estrutura organizacional: a AD subsidia as demais atividades desencadeando ações que culminem com alterações significativas na estrutura da organização; e
  • 378.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.6 Vantagens da utilização - Incentiva a utilização do coaching: a AD “ajuda ou estimula os supervisores a observarem seus subordinados mais de perto e a desempenhar melhor a função de treinadores” (OBERG, 1997).
  • 379.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.7 Limitações da utilização - Serve de justificativa para discussões salariais: ao situar as pessoas na estrutura organizacional, pode gerar argumentações direcionadas a salários e vantagens face à uma possível nova posição funcional numa outra unidade; - Trata-se de um processo vulnerável: “as avaliações fornecem informações inadequadas sob as sutilezas do desempenho, os gerentes freqüentemente fazem julgamentos arbitrários” (LEVINSON, 1997);
  • 380.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.7 Limitações da utilização -Há uma tendência à exclusão dos não envolvidos diretamente: com o processo. A não influência direta nos resultados da organização, dificulta o questionamento à avaliação feita desmotivação e desinteresse; -Dificuldade de manter as avaliações periódicas: a elaboração e aplicação do processo de AD depende do feedback oferecido às pessoas pelos avaliadores;
  • 381.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.7 Limitações da utilização -Inibe o desenvolvimento criativo do potencial humano: manter avaliações constantes, dependendo da maneira como é realizada, pode representar um controle na visão das pessoas em processo de avaliação; e -Dificulta a avaliação do grupo: este tipo de procedimento sempre tende a recair numa avaliação individualizada.
  • 382.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.8 Pré-requisitos para a implementação -Clareza de objetivo em sintonia com o desempenho: quando se tem um objetivo bem definido e bem coordenado com o desempenho da pessoa, o desenvolvimento dessa pessoa ocorrerá da forma mais natural possível, facilitando todo o processo;
  • 383.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.8 Pré-requisitos para a implementação -Determinar o responsável pelo processo: em caso de sucesso certamente aparecerão diversos responsáveis, do contrário, dificilmente, alguém se culpará pelo fracasso; e -Haver concordância de ambas as partes: tanto de quem avalia, quanto de quem é avaliado, o consentimento é extremamente importante para que o processo flua corretamente.
  • 384.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.9 Avaliação de desempenho: sob diferentes enfoques - As pessoas da organização: “o ideal é que cada uma delas avalie o seu próprio desempenho” (CHIAVENATO, 1999); minimizar a subjetividade do processo; “somente a avaliação individual pode mapear os pontos fortes e os pontos fracos da pessoa” (TACHIZAWA, FERREIRA e FORTUNA, 2001);
  • 385.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.9 Avaliação de desempenho: sob diferentes enfoques -Os superiores: oferecer às pessoas a possibilidade de avaliar seus superiores sob o aspecto de proficiência de recursos e, até mesmo, sugestões de incrementos;
  • 386.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.9 Avaliação de desempenho: sob diferentes enfoques -A equipe: “avalia o desempenho de cada um de seus membros e programa com cada um deles as providências necessárias para a sua melhoria” (CHIAVENATO, 1999); e - As equipes: avaliações feitas acerca dos setores, das unidades, da organização, ou mesmo, de um conjunto de equipes que interagem.
  • 387.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.10 Formas de implementação -Escalas gráficas: utilização de indicadores de desempenho para a elaboração de gráficos, que facilitarão a avaliação; -Observação direta: cuidado, o avaliador pode dar a interpretação que desejar a determinado comportamento, atitude ou algum gesto mesmo ou até um olhar do alunado em observação;
  • 388.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.10 Formas de implementação -Listas de verificação (check-list): a lista de verificação funciona como uma forma de aviso, a fim de que o gestor responsável analise somente as características essenciais das pessoas da organização; -Pesquisa de campo: troca entre posições (unidades) acerca da pessoa a ser avaliada, de modo que ambas as atividades trabalhem em conjunto, avaliando no grupo o desempenho das pessoas individualmente;
  • 389.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.10 Formas de implementação - Incidentes críticos: são avaliadas as atitudes das pessoas de uma forma extrema (pontos fortes ou fracos). É necessário que “os avaliadores anotem os incidentes diariamente ou no mínimo semanalmente” (OBERG, 1997);
  • 390.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.10 Formas de implementação -Avaliação por escrito: além de avaliar os extremos, o responsável pelo processo tem a possibilidade de apresentar, por exemplo, os potenciais do avaliado; -Método comparativo: “utilizar análises comparativas entre uma e outra pessoa da organização ou entre esta última e o grupo onde ela atua” (MARRAS, 2000);
  • 391.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.10 Formas de implementação -Padrões de trabalho: “estabelecimento de metas de trabalho e administração para as pessoas da organização, destinadas a melhorar a produtividade” (OBERG, 1997); -Escolha forçada (forced choice): possibilidade de neutralizar o subjetivismo ao “estabelecer padrões de comparação objetivos entre os indivíduos” (OBERG, 1997);
  • 392.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.10 Formas de implementação - Avaliação por objetivos (APO): requer a participação ativa tanto do avaliador, quanto do avaliado, pois ambos sabem qual é o objetivo final da equipe, caso contrário poderiam “nadar, nadar e morrer na praia” (figura do atleta e treinador);
  • 393.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.10 Formas de implementação -360 graus: “quem emite os feedbacks são pessoas situadas em diferentes posições ao redor do receptor e que fazem parte de sua rede de contatos: superior imediato, subordinados, stakeholders, entre outros” (REIS, 2003); e
  • 394.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.10 Formas de implementação -Balanced Scorecard (BSC): intuito de avaliar o desempenho sob quatro perspectivas: financeira, do cliente, dos processos internos e do aprendizado e crescimento.
  • 395.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.11 Avaliação de desempenho: ontem, hoje e tendências “As organizações estão substituindo a estrutura funcional e departamentalizada pela organização por processos ou por equipes, alterando profundamente os sistemas de indicadores e de mediações dentro delas” (CHIAVENATO, 1999).
  • 396.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Avaliação convencional e diferenciada de desempenho (AD) 6.12 Enfim...
  • 397.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Quick case -André, agente administrativo, foi chamado por Juliana, ocupante do cargo de gestor de pessoas que resolvera conversar com todas as pessoas avaliadas no ano anterior. O Juliana cumprimentou André e falou da sua avaliação dizendo que não podia entender como ele tinha sido tão mal avaliado, citando como exemplos o fato de seu chefe superior ter escrito que várias vezes o viu atendendo de forma inadequada pessoas que procuravam a empresa para realizar negócio.
  • 398.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Quick case (cont.) - O chefe, por vezes, chamou a atenção de André que nem assim melhorou o atendimento. Juliana disse que a avaliação ainda ia mais distante, mais que ele preferia parar por ali e disse: “quero ouvir você agora, André”. André apresentou uma certa perplexidade com o que ouvira e disse que jamais houve uma conversa entre ele e o superior sobre atendimento. André nem mesmo lembrava de alguma situação mais delicada que poderia permitir um comportamento fora dos padrões da empresa.
  • 399.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Quick case (cont.) - Para finalizar, Juliana disse: “André, eu tenho que falar algo à você. Sua avaliação está na pauta da reunião do comitê de avaliação e é certo que a sua demissão a mim será encaminhada pela comissão. Afinal eu não tenho porque não acreditar no seu chefe superior”. No lugar de André, o que você faria?
  • 400.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Estudo de caso Em um Congresso Municipal de Gestão de Pessoas realizado recentemente na cidade do Rio de Janeiro, Flávio, gestor de pessoas de uma empresa do ramo de varejo e Roberta de uma empresa concorrente assistiram juntos a diversas palestras, entre elas uma em especial lhes chamou a atenção: “A auto-avaliação”, já conhecida por ambos, mas a palestrante apresentara algumas novas tendências considerando as alterações ditadas pelo mundo atual.
  • 401.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Estudo de caso (cont.) Note que eles já sabem o que você sabe com relação à avaliação de desempenho, ou seja, que engloba todo o processo desde a identificação do desempenho de cada pessoa, passando pela mensuração, ou seja, medindo tal desempenho, até um resultado final para aquele momento da pessoa em avaliação. E, também, chega a projeções no curto e médio prazo, onde o potencial dos avaliados (as pessoas) estará a serviço da organização.
  • 402.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Estudo de caso (cont.) Flávio e Roberta trabalham em empresas de muito bom porte e cada empresa tem um quadro funcional próximo de 1000 pessoas e ambos buscam diariamente absorver e desenvolver novas práticas a fim de obterem resultados de excelência. Agora conhecedores do processo de avaliação de desempenho estão decididos a aplicar a auto-avaliação e elaboram a única questão: “Como vai o seu desempenho?”.
  • 403.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Estudo de caso (cont.) O processo tem início na área de vendas. Flávio procura esconder sua preocupação com o questionamento a ser aplicado dentro de duas semanas, uma vez que Maria Cecília é mãe de Joaquim, supervisor de vendas-internet. É realizada uma palestra para dar início à avaliação que conta com a participação de 100 pessoas entre gerentes, chefes e supervisores.
  • 404.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Estudo de caso (cont.) Flávio faz questão de enfatizar que todos devem ser transparentes e sinceros em suas ações e que não precisam se preocupar em conquistar os avaliadores, uma vez que estes não podem se deixar levar por alguma característica do avaliado tornando difícil uma adequada análise das demais informações, agindo com neutralidade e clareza sem prejudicá-lo ou beneficiá-lo, podendo até invalidar o processo.
  • 405.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Estudo de caso (cont.) Ao mesmo tempo, Roberta faz a mesma aplicação. O que ambos queriam era comparar as avaliações, não individualizando, afinal eram concorrentes, mas buscando a validade de todo o processo, e assim foi. Durante três longos meses ambas as empresas passaram pela avaliação, um a um dos componentes do corpo funcional. Ao longo dos três meses algumas decepções: foi fácil perceber que algumas pessoas valorizavam demais o seu trabalho. Outras eram verdadeiras, mas com uma pequena tendência a valorizar um pouco mais. Os eventos eram mais ou menos semelhantes em ambas as empresas.
  • 406.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Estudo de caso (cont.) Contudo, foi possível perceber profundas divergências de resultados junto aos ocupantes da posição de gerentes. Na empresa de Roberta havia uma certeza na fidedignidade dos dados. Essa certeza advinha do fato de Roberta estar sempre em contato com o corpo funcional e, principalmente, com os ocupantes das muitas gerências, apesar de ser apenas uma gerente da unidade que, também, cuidava da avaliação de desempenho. Mas, era uma moça bastante curiosa, lia muito e se esforçava para entender a dinâmica do varejo.
  • 407.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Estudo de caso (cont.) Raramente perdia uma reunião sobre resultados dos negócios, embora fosse de uma área conhecida como atividade-meio. E participava muito e curiosamente jamais “bateu de frente” com qualquer gerente por uma razão muito simples: às vezes, elaborava a questão de tal forma que nem parecia que cobrava uma ação mais competente ou que discordava de um ou mais gerentes. Certa vez chegou a ser convidada a se transferir para a unidade que cuidava do relacionamento com o consumidor. Recusou.
  • 408.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Estudo de caso (cont.) Flávio tinha uma outra formação. Raramente se deslocava de sua sala para contatar as gerências, em geral. Preferia a comunicação virtual. Era e-mail para todos os lados. Ele entrava na página da empresa (intranet) todos os dias e depois disparava e-mails fazendo comentários os mais variados. Da mesma forma que Roberta, era cuidadoso nas observações, jamais querendo mostrar conhecimento profundo de todas as áreas. Mas, sempre fisicamente distante, mas virtualmente presente graças à tecnologia da informação.
  • 409.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Estudo de caso (cont.) Flávio e Roberta marcaram um almoço num bom restaurante no centro da cidade do Rio de Janeiro, numa rua próxima a Av. Rio Branco. Chegaram e foram para o andar superior, onde seria possível conversar mais tranqüilamente. Sentaram-se e cinco segundos depois lá estava o couvert. E entre fatias de pão, patês e manteiga começaram a conversar.
  • 410.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Estudo de caso (cont.) Flávio foi objetivo: “Roberta, sabe o que acontece com você? Você conversa muito com todos. Está sempre presente, vai até as reuniões do pessoal de marketing que não tem ‘nada a ver’ com a gente. E ‘mete o nariz aonde não deve’. Um dia você vai se dar muito mal. Ouve só o que estou dizendo”. Roberta, mal engolira um pedacinho de pão com uma pastinha, reagiu estranhando a reação de seu amigo e concorrente. Ela um pouco agitada, mas controlada, disse: “meu prezado amigo, saiba que essa ‘perda de tempo’ com as gerências todas me deu um resultado final muito bom na auto-avaliação deles”.
  • 411.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Estudo de caso (cont.) Flávio interrompeu: “e quem garante que foi realizada uma boa auto-avaliação, real mesmo? Eu poderia imaginar que sua proximidade com todas as gerências levou você a ser boazinha com o que leu?”. O garçom se aproxima e Flávio pede o cardápio e pergunta das sugestões do dia. Roberta olha e olha e olha a tranqüilidade de Flávio, agora preocupado com o que vai comer. “E você o que quer?”, pergunta Flávio. E Roberta: “com o seu cardápio nas minhas mãos vai ser bem mais fácil”. Isso queria dizer que uma guerra estava por acontecer.
  • 412.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Estudo de caso (cont.) Roberta reinicia sua defesa dizendo que ele, Flávio, a conhecia muito bem e sabia da sua competência, como também, sabia que amizade, simpatias, afeições, não a levariam a avaliar “por cima” a auto-avaliação de cada um e que ele deveria entender que mandar e-mail o dia inteiro também aproxima as pessoas, não da mesma forma, talvez, mas cria um vínculo, um vínculo virtual, mas cria vínculos. Se são iguais aos da aproximação física seria difícil dizer, mas aproxima e os resultados na empresa dele foram pífios, considerando apenas as gerências que deveriam dar o exemplo.
  • 413.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Estudo de caso (cont.) E lembra a história desimportante da Maria Cecília e do filho dela, o tal de Joaquim. O que ele esperaria da mãe dela? Nem precisava ler a auto-avaliação de ambos. “O erro foi deixar os dois na mesma empresa, mas isso é uma outra discussão e não quero entrar nisso agora. Você conhece o marido dela, o Allyson? Eu conheço, ele é gestor de pessoal de uma empresa que comercializa ou engarrafa vinhos, sei lá uma coisa assim. Com certeza, ele deu uma boa orientação à mulher e ao filho. Esquece isso, cara!”.
  • 414.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Estudo de caso (cont.) O que importa nesse caso é saber quem está com a razão e por que. Você (e seu grupo, se for o caso) deve considerar tudo o que leu nesse capítulo e mais o que pensa sobre o relacionamento dos dois que, afinal, são amigos e concorrentes. Vale dizer que são tão bons amigos que dividiram um salmão no almoço. Nota: este caso é hipotético, qualquer semelhança com pessoas, empresas, etc. será mera coincidência.
  • 415.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Questões para debate 1) O processo de AD consiste não só na identificação dos desempenhos, mas como também em sua mensuração, feita sob os CHAs (conhecimentos, habilidades e atitudes), visando a resultados futuros, de modo a usufruir do potencial das pessoas da organização. Verdadeiro ou falso? Justifique a sua resposta.
  • 416.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Questões para debate 2) Dutra (2002) considera como sendo três as perspectivas do desempenho de uma pessoa que auxiliam a compreensão do processo de avaliação de desempenho. Agora nos diga: quais são estas perspectivas? Elas interagem entre si? Seja claro nas suas respostas.
  • 417.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Questões para debate 3) Tendo respondido corretamente à questão nº 2, partimos do princípio de que você compreendeu como se dá o processo de AD, uma outra indagação também necessita de uma resposta convincente, pois se estamos trabalhando uma atividade que requer o esforço de um grupo de pessoas, deve haver um motivo que justifique tal implementação. Desta forma, não se limite a citar, explique pelo menos duas razões que levam à utilização de tal processo.
  • 418.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Questões para debate 4) Um dos cuidados que se deve tomar ao proceder com uma avaliação de desempenho se refere às pessoas envolvidas no processo, tendo em vista que estas pessoas devem enxergar a sua participação como algo positivo para o seu desenvolvimento. Mas a cautela não deve ser somente em relação às pessoas, pelo contrário, existem diversas outras vertentes que requerem alguns cuidados. Você seria capaz de explicar duas delas? Então, explique.
  • 419.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Questões para debate 5) Até o momento, estamos insistindo na idéia de que colocar o processo em prática é algo complicado e que exige uma série de cuidados. Desta forma, devem existir motivos fortes para que se implemente o processo de AD, afinal este esforço deve se fazer valer de alguma forma, certo? Ou será que os problemas não poderiam ser solucionados por meio de uma simples conversa informal? Responda às perguntas, apresentando e desenvolvendo pelo menos um motivo que justificaria a execução da atividade de AD.
  • 420.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Questões para debate 6) Como qualquer processo, o AD também apresenta vantagens, caso contrário, não justificaria sua realização. Pensando desta maneira e tendo lido o capítulo, cite e explique pelo menos duas destas vantagens, mas não esqueça de utilizar argumentos que sustentem sua opinião.
  • 421.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Questões para debate 7) A fim de complementar a questão nº 6, apresente duas limitações, ou seja, pontos fracos do processo que podem de alguma forma atrapalhar sua execução. Depois, sugira maneiras de resolver tais impasses, ou melhor, descubra meios e modos de lidar com eles e discorra sobre o assunto.
  • 422.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Questões para debate 8) Antes de tudo, devemos levar em consideração que uma avaliação de desempenho eficiente e eficaz exige pré- requisitos, inclusive, determinar o responsável pelo processo é um deles, e caso não seja cumprido, dificilmente a idéia irá adiante. Neste sentido, tente relembrar outro pré-requisito exposto ao longo do texto ou mesmo desenvolva um novo, mas lembre-se de explicar com suas palavras de uma forma clara e, ao mesmo tempo, concisa.
  • 423.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Questões para debate 9) Complementando a questão nº 8, responda: você concorda que a adequação à cultura de cada organização é indispensável para a aplicação do processo de AD ser considerada eficiente? Justifique sua resposta.
  • 424.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Questões para debate 10) No decorrer do texto, alguns questionamentos foram levantados. Provavelmente você será capaz de respondê-los, porque realizou a leitura do capítulo. As perguntas são as seguintes: quem deve avaliar quem? A auto-avaliação funciona? Qual o papel dos supervisores na AD? O grupo interfere na avaliação individual ou é o oposto que ocorre? Não esqueça de justificar cada resposta com suas palavras.
  • 425.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Questões para debate 11) É fato que a avaliação de desempenho deve ser, de alguma forma, mensurada, para então apresentar resultados consistentes. Mas é aí que surge uma questão: como a organização poderia, de certa forma, controlar tal mensuração? Pensando nisto, Marras (2000) elaborou uma classificação onde apresenta três campos para que esta ponderação possa ser realizada. Quais são estes campos? Explique cada um e diga qual a relação entre eles.
  • 426.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Questões para debate 12) Não existe uma só maneira de implementar a atividade de AD, pelo contrário, durante o texto foram apresentadas diversas formas que se adaptam à cultura de cada empresa e à necessidade do momento. Uma das opções apresentadas diz respeito às escalas gráficas, explique como esta alternativa funciona e se ela é, na sua opinião, a melhor delas. Caso contrário, que forma você considera a ideal? Por que?
  • 427.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Questões para debate 13) Seguindo o modelo da questão nº 11, faça o mesmo com outra forma de implementação: a escolha forçada (forced choice), e explique como ela funciona e quais pessoas estão envolvidas em seu processo.
  • 428.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Questões para debate 14) Oberg (1997) aponta o seguinte fato: deve-se notar que quando se aplica a APO em níveis mais baixos da organização as pessoas nem sempre querem se envolver na fixação de seus próprios objetivos. Esta afirmativa é verdadeira ou falsa? Justifique sua resposta e aproveite para elaborar uma breve explicação acerca da Avaliação por Objetivos (APO).
  • 429.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 6 Questões para debate 15) No método de 360 graus “quem emite os feedbacks são pessoas situadas em diferentes posições ao redor do receptor e que fazem parte de sua rede de contatos: superior imediato, subordinados, stakeholders, entre outros” (REIS, 2003). Disserte sobre tal método e explique quem são considerados os stakeholders citados na colocação do autor e como eles atuam na avaliação de 360 graus.
  • 430.
    Gestão de Pessoas 7Benefícios Sociais
  • 431.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.1 Preliminares “Na década de 60 e mais fortemente na de 70, os sindicatos começam a pressionar no sentido de assegurar maiores benefícios às pessoas, exigindo segurança e condições de trabalho especiais”.
  • 432.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.2 Definições e conceitos .Benefícios sociais (remuneração indireta) incentivos internos oferecidos com o objetivo de satisfazer às necessidades pessoais, proporcionando um ambiente mais harmonioso e produtivo; .“A princípio” comum a todas as pessoas da organização;
  • 433.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.2 Definições e conceitos .Verdadeiros atrativos; .Mantém as pessoas na organização; e .Garante necessidades e urgências pessoais e profissionais.
  • 434.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.3 Modalidades .“Os planos de serviços e benefícios sociais são planejados para auxiliar o empregado em três áreas de sua vida, sendo elas: no exercício da posição; fora dela, mas dentro da empresa; e, finalmente, fora da empresa” (CHIAVENATO, 2000).
  • 435.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.3 Modalidades . Aspectos aprimorados: -Aspectos legais: benefícios oferecidos em função das determinações legais, assegurando condições mais adequadas de trabalho a todo corpo funcional (férias e 13º salário);
  • 436.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.3 Modalidades . Aspectos aprimorados (cont.): -Atividades exercidas: benefícios individuais, de acordo com a posição exercida e/ou por salário a fim de estimular a produtividade e satisfação profissional (gratificações e participação nos lucros e resultado (PLR);
  • 437.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.3 Modalidades . Aspectos aprimorados (cont.): -Condições internas da organização: benefícios supletivos, presentes na organização favorecendo todas as pessoas independentemente da posição ocupada (cantina, refeitório e transporte); e
  • 438.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.3 Modalidades . Aspectos aprimorados (cont.): -Aspectos sociais: benefícios recreativos, são responsabilidades desenvolvidas para o bem-estar das pessoas dentro de grupos específicos (recreação, esportes e atividades sociais).
  • 439.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.3 Modalidades - A prática de benefícios flexíveispalavra-chave: composição, ou seja, construção do próprio pacote (ou kit) de benefícios sociais e de acordo com a posição exercida tem-se a pontuação referente a cada benefício (MORAES, 2004); e
  • 440.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.3 Modalidades - A flexibilização de benefíciospalavra-chave: substituição, ou seja, a organização dispõe de determinados benefícios e permite a substituição de alguns, de acordo com as necessidades individuais ou melhor adequação (BISPO, 2004).
  • 441.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.4 Benefícios mais aplicados .Alimentação (refeitório); .Assistenciais (médico-hospitalar, educacional jurídica); .Cesta básica (alimentação adequada); .Creche (convênios); .Departamento médico (primeiro atendimento); .Lazer (clubes ou atividades esportivas);
  • 442.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.4 Benefícios mais aplicados (cont.): .Monetários (participação nos resultados); .Planos de previdência (futura garantia financeira); .Serviço social e Aconselhamento (atendimento e orientação); e .Transporte (próprio ou estacionamento).
  • 443.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.5 Planos estratégicos “A aplicação dos benefícios sociais apresenta-se em cada organização conforme seus objetivos e características próprias, baseadas na sua complexidade, no seu capital humano e na necessidade de crescimento e desenvolvimento”.
  • 444.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.5 Planos estratégicos . Objetivos: clima de afetividade e de família; desempenho; outros... . A escolha de um dado pacote ou kit de benefícios será determinada pela estratégia escolhida.
  • 445.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.5 Planos estratégicos . Aspectos formadores de um plano estratégico: - Complexidade organizacional; - Capital humano; - Necessidades de desenvolvimento; e - Objetivos e ações estratégicas.
  • 446.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.5 Planos estratégicos “O gestor de pessoas tem de ser possuidor de uma aguçada percepção das condições internas da organização, ou seja, ter a sensibilidade e o cuidado de saber identificar as demandas internas”.
  • 447.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.5 Planos estratégicos .Gratificações (TEIXEIRA, 1997): Conexão à questão financeira do tipo: Qual será o valor? Devem ser periódicas e sinceras; Gratificação emocional: tornar as pessoas da organização mais envolvidas e comprometidas; e Há um sentido de vida ao fazê-lo.
  • 448.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.6 Custos de absorção -Perfil das pessoas envolvidas: observar as limitações das pessoas (idade, deficiências físicas, mentais ou visuais e demais necessidades de adaptação aos diversos processos da organização); -Condição econômico/social das pessoas envolvidas: influenciará de forma decisiva na seleção dos benefícios sociais;
  • 449.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.6 Custos de absorção -Complexidades e estruturas da organização: observância de alguns aspectos internos como a complexidade e estrutura da organização. Atentar às capacidades de absorção desta prática; -Necessidades de desenvolvimento de ambas as partes: pessoas e organização ganham no dia a dia um melhor ambiente de trabalho, maior interação e maior satisfação pessoal e profissional;
  • 450.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.6 Custos de absorção -Estratégias de ação a serem aplicadas: os kits de benefícios serão aplicados de acordo com a capacidade de absorção e objetivos internos a serem alcançados; e -Comprometimento da estrutura social: é imprescindível o comprometimento de todos os seus integrantes.
  • 451.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.6 Custos de absorção “De um lado, os custos com pessoal precisam ser compatíveis com o preço dos produtos e serviços da empresa. De outro lado, a competição no mercado de trabalho para atrair e manter empregados produtivos cria uma pressão para oferecer pelo menos os mesmos benefícios que a concorrência” (MILKOVICH e BOUDREAU, 2000).
  • 452.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.7 Vantagens da utilização .Ciclo vantagens assistenciais: VANTAGENS ASSISTENCIAIS APLICAÇÃO DOS PLANOS ESTRATÉGICOS RECONHECIMENTO DOS CONCORRENTES OBJETIVOS A SEREM ALCANÇADOS SATISFAÇÃO DAS NECESSIDADES
  • 453.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.7 Vantagens da utilização .Ciclo vantagens assistenciais: -Reconhecimento dos concorrentes: as organizações estão disputando de forma acirrada seus profissionais oferecendo mais e melhores recursos assistenciais; -Satisfação das necessidades: benefícios que complementam as necessidades pessoais e profissionais;
  • 454.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.7 Vantagens da utilização .Ciclo vantagens assistenciais: -Aplicação dos planos estratégicos: permitem alcançar metas a curto, médio e longo prazo, dependendo da estratégia em ação; e
  • 455.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.7 Vantagens da utilização .Ciclo vantagens assistenciais: -Objetivos a serem alcançados: os processos de reconhecimento, promoção e aplicação dos benefícios sociais irão proporcionar o alcance dos objetivos planejados inicialmente, avaliando e aperfeiçoando esta prática no término deste ciclo.
  • 456.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.8 Limitações da utilização .Ciclo limitações assistenciais: LIMITAÇÕES ASSISTENCIAIS RECONHECIMENTO DAS RECOMPENSAS PERDAS A MÉDIO E LONGO PRAZO CONTRATEMPOS INICIAIS SUBMISSÃO TEMPORÁRIA
  • 457.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.8 Limitações da utilização .Ciclo limitações assistenciais: - Contratempos iniciais: os objetivos não são alcançados imediatamente, só acontecerá se os ideais geradores forem verdadeiros, caso contrário as pessoas irão fazer apenas o que lhe foi solicitado em troca de uma retribuição;
  • 458.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.8 Limitações da utilização .Ciclo limitações assistenciais: -Submissão temporária: conseqüência do “sucesso inicial”. “Uma sistemática do tipo estímulo/resposta, na qual os comportamentos exibidos pelas pessoas representam respostas ao estímulo oferecido sob forma de prêmios” (BERGAMINI, 1995);
  • 459.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.8 Limitações da utilização .Ciclo limitações assistenciais: -Reconhecimento das recompensas: muitos não percebem o real valor dos benefícios que recebem e freqüentemente mensuraram se o benefício recebido é condizente com o esforço investido; e
  • 460.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.8 Limitações da utilização .Ciclo limitações assistenciais: -Perdas a curto, médio e longo prazo: custo da prática incorreta dos benefícios sociais. É necessário o reconhecimento do perfil de cada profissional, aplicação dos planos adequados e o desenvolvimento de ideais geradores verdadeiros.
  • 461.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.9 Benefícios sociais: ontem, hoje e tendências -Desenvolvimento e aplicação das exigências legais: assegura e mantém as condições adequadas para que as atividades possam ser realizadas com o propósito de participar do crescimento pessoal e profissional das pessoas envolvidas;
  • 462.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.9 Benefícios sociais: ontem, hoje e tendências -Percepções éticas, sociais e organizacionais: atenção dos novos gestores para aplicar esta prática de forma a contribuir para o desenvolvimento de todos, incluindo o da organização, é claro; -Aplicabilidades transparentes: não às estampas de falsas figuras de pessoas unidas e felizes, mas na real satisfação pessoal e profissional, proporcionadas pela promoção dos benefícios sociais; e
  • 463.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.9 Benefícios sociais: ontem, hoje e tendências -Possibilidades de absorção desta prática: empresas terceirizadas, as quais realizam algumas rotinas na área de gestão de pessoas.
  • 464.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Benefícios Sociais 7.10 Enfim...
  • 465.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Quick case -A empresa multinacional do ramo metalúrgico NANDASCK, localizada em São Paulo, resolveu estender os benefícios do uso de cartão de crédito para os 19 gestores da empresa. Até aquele momento somente a direção superior gozava deste benefício. Para três gestores foi fixado um valor de R$ 5.000,00 por mês, enquanto que os demais receberam o limite de R$ 2.000,00. Essa informação não era para ser divulgada, no entanto “vazou” e a reação esperada acabou acontecendo. Gustavo, gestor de responsabilidade social, questionou tal distinção.
  • 466.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Quick case (cont.) - A presidência, via a sua secretaria de comunicação interna, informou que nada tinha a declarar e estranhava o comportamento agressivo de Gustavo. Gustavo combinou um encontro com os demais gestores “no bar da esquina”. Nesse encontro foi combinada uma tática de ação, qual seria essa tática?
  • 467.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Estudo de caso O mundo encontra-se em grandes mudanças. Ora, isso é lógico, todos nós sabemos, mas saber enxergá-las, e perceber onde está o foco das transformações é que impulsiona algumas organizações na diferenciação frente às demais. Pense você: você precisa de ajuda, quem vai ajudar? Uma outra pessoa. Você possui uma organização, quem trabalha com você? Outras pessoas. Se fizer algumas perguntas perceberá que a solução encontra-se na relação com as demais pessoas no seu dia-a-dia.
  • 468.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Estudo de caso (cont.) E é importante que as organizações, via seu corpo de gestores, entenda que o mundo mudou mesmo e a questão dos benefícios sofreu profundos acréscimos e, por último, caberá ao titular da área de pessoas encontrar a família de benefícios ideal para o corpo funcional. E falamos de todo o corpo funcional. Diante desta reflexão, as organizações compreendem que para manter as pessoas é preciso oferecer benefícios diferentes e interessantes, e que ao fazerem isso, as organizações geram uma certa disputa entre elas no sentido de atrair os melhores profissionais.
  • 469.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Estudo de caso (cont.) Ou de ter o melhor corpo funcional, incluindo os melhores profissionais. Mas aqui entre nós, sabemos que não foi sempre assim. A atividade dos benefícios sociais ganhou força nas organizações, isso porque na década de 70, mais fortemente na de 80, os sindicatos começaram a pressionar no sentido de assegurar maiores benefícios às pessoas, exigindo segurança e condições de trabalho especiais, caso contrário, imagine você o que seria da classe trabalhadora, em geral.
  • 470.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Estudo de caso (cont.) Em virtude deste indiscutível progresso, é fácil observar que as organizações encontram-se em verdadeiros campos de batalha a fim de conquistar e principalmente, manter as pessoas, para isso criam e desenvolvem os mais diversos benefícios sociais, percebendo é claro, a capacidade, limitações e necessidades da organização bem como das pessoas. Assim, não é tão difícil lembrarmos de alguns benefícios sociais.
  • 471.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Estudo de caso (cont.) Você já deve ter ouvido falar que a organização deve estar sempre atenta ao ambiente onde se encontra, atenta ao que acontece dentro e fora dela. Vale aqui, contar a você um pequeno caso hipotético, digno de se “tirar o chapéu.” Num bairro localizado próximo ao centro de São Paulo, uma organização que atua na área de tecnologia da informação, encontra-se instalada nas proximidades de uma estação de metrô e conta com a colaboração de mais de duzentas pessoas.
  • 472.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Estudo de caso (cont.) Entre a estação e a organização, as pessoas percorrem um trecho perigoso e isolado, onde não é muito comum as pessoas circularem por ali. Claudia Guarda, gestora de pessoas tem recebido constantes informações de assaltos, alguns de forma violenta, logo após saírem da estação para o trabalho e ao final do expediente, da organização para a estação.
  • 473.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Estudo de caso (cont.) Neste estudo de caso, para você (ou o grupo se esta for a opção indicada pelo docente) propomos: solucionar o caso acima, onde cabe aqui um questionamento: como a gestora de pessoas poderia contornar esta grave situação? Pense um pouco e diga como acha que a gestora resolveria, que procedimentos poderia tomar e que recursos utilizar? Você poderá utilizar-se de todo o texto do presente capítulo e até explorar em sala de aula o questionamento proposto.
  • 474.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Estudo de caso (cont.) Apresentamos alguns pontos que devem ser questionados por você (ou o grupo) para a solução deste caso: primeiro, verificar se as pessoas que mencionaram o assalto são dignas de confiança por parte da empresa, segundo, verificar os horários comuns dos assaltos; terceiro, verificar se é válida uma possível mudança do horário de trabalho, quarto, investigar a contratação de um transporte próprio para buscar as pessoas na estação para a organização e ao final do expediente, levá-las da organização para a estação; quinto, a segurança das pessoas é um problema de segurança pública e diante disso a organização nada tem a fazer.
  • 475.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Estudo de caso (cont.) Você concorda que os pontos apresentados devem ser questionados? Há outros pontos não mencionados que merecem questionamento? Em sua opinião, a solução está entre os pontos questionados ou entre os apresentados por você? Explore o caso, vá além do que foi apresentado, faça um paralelo com suas experiências. Note que você não encontrará a resposta neste capítulo, mas com um pouco de criatividade e imaginação será capaz de chegar a uma boa solução.
  • 476.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Estudo de caso (cont.) E se a solução levar a organização a investir uma soma considerável de recursos financeiros, aponte os caminhos que ela deverá seguir para conseguir os recursos financeiros, naturalmente, não previstos no orçamento da sua unidade por ser algo que surgiu de repente e que exigirá alguma resposta positiva da direção da organização.
  • 477.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Estudo de caso (cont.) Certamente ao final deste caso, você perceberá que inúmeros são os pontos a serem questionados para a solução de uma situação como a apresentada aqui e que caberá ao gestor, a percepção e competência profissional para lidar com o imprevisto, porque estes acontecem a todo o momento. Boa sorte na sua investigação e sucesso na sua proposição que, torcemos, dê um final feliz para o corpo funcional que não tem como lutar contra a violência das grandes cidades !!! Nota: este caso é hipotético, qualquer semelhança com pessoas, empresas, etc. será mera coincidência.
  • 478.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Questões para debate 1) É fato que pessoas capacitadas podem selecionar aquelas organizações que atendam ao seu perfil profissional e, ao mesmo tempo, satisfaçam as suas necessidades pessoais. Desta forma, se portando como um profissional de respeito, provavelmente a remuneração direta (salário) oferecida não é suficiente para lhe satisfazer.
  • 479.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Questões para debate (cont.) 1) Por conseguinte algumas empresas adicionam a remuneração indireta representada pelos benefícios (transporte, alimentação e planos assistenciais são exemplos). A situação é a seguinte: a empresa Adrisada oferece vale-transporte, ticket refeição e plano de saúde, além da ajuda de custo. Já a empresa Ferthaiana não oferece o vale-transporte, mas em compensação sua ajuda de custo cobre esta ausência. A pergunta é: esta diferença influenciaria a sua decisão na hora de optar por determina organização? Por que?
  • 480.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Questões para debate 2) Na questão nº 1 foi constatada a existência de dois tipos de remuneração, ou seja, a direta representada pelo salário e a indireta pelos benefícios, demonstrando claramente que o remunerar somente de forma direta não é suficiente para satisfazer as necessidades do cidadão. Discorra sobre esta assertiva. É importante que na sua resposta contenham informações que, não só esclareça a sua posição, mas como também justifique a presença da preocupação das empresas quanto à remuneração indireta.
  • 481.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Questões para debate 3) No corpo do texto foram apresentados dois novos conceitos que têm sido bastante mencionados e aplicados atualmente acerca dos benefícios sociais. Gostaríamos que você trabalhasse apenas um dos conceitos, elaborando, também, um quadro fácil de ser analisado.
  • 482.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Questões para debate 4) Seguindo na mesma linha de raciocínio da questão anterior e com o auxílio do quadro que você confeccionou, note que nos conceitos existe uma palavra-chave que nos ajudam a compreender ambos os conceitos. Que termos são esses? E mais, de que modo eles facilitam a compreensão destes conceitos?
  • 483.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Questões para debate 5) De acordo com a legislação, quando as pessoas têm determinados benefícios por um certo período de tempo, a organização não pode retirá-los quando bem entender. Verdadeiro ou falso? Justifique a sua resposta.
  • 484.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Questões para debate 6) No capítulo foi afirmado que os gestores devem focar suas ações naquilo que mais interessa, ou melhor, na demanda das pessoas. Você concorda com essa posição? Não esqueça de utilizar argumentos convincentes.
  • 485.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Questões para debate 7) O número de organizações que oferecem momentos de lazer, descanso e recreação ao realizar convênios com clubes ou atividades esportivas vêm crescendo de forma expressiva. Você acredita que este esforço organizacional relacionado ao lazer das pessoas é justificável? E mais, como esta remuneração indireta afeta o desempenho das pessoas? Seja claro em sua resposta.
  • 486.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Questões para debate 8) A empresa Scania (2004) é apenas uma dentre aquelas que adotaram a atividade geradora de benefícios sociais. Ainda assim, ao navegar pelo seu site (página da internet) dois programas foram destacados por nós: Grupo de Ação Social e o Previscania. Eis a sua vez de pesquisar. Portanto, busque novos programas que se referem aos tipos de benefícios intrínsecos e aos novos conceitos flexíveis. Na impossibilidade dessa busca, aponte mais detalhadamente os benefícios que a empresa oferece ao seu corpo funcional.
  • 487.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Questões para debate 9) Neste momento, que tal você se colocar no lugar do gestor e especular quais são os benefícios que devem ser oferecidos com o intuito de proporcionar um ambiente acolhedor no qual as pessoas se sintam membros de uma mesma família? Aliás, e se o objetivo for o alcance e garantia de desempenho, quais seriam os benefícios adequados neste caso? Não esqueça de embasar seus argumentos.
  • 488.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Questões para debate 10) Apesar do espírito capitalista fazer com que associemos gratificação a remunerações financeiras, Teixeira (1997) sugere a existência de um tipo de gratificação emocional que deve ser periódica e sincera, tendo por objetivo tornar as pessoas da organização mais envolvidas e comprometidas com suas atividades e com a empresa. Qual a sua posição quanto ao termo destacado? Não esqueça de esclarecer quanto a utilidade deste benefício. Desenvolva sua resposta.
  • 489.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Questões para debate 11) O desenvolvimento e aplicação dos pacotes de benefícios sociais requerem dos gestores a observância de aspectos básicos como, por exemplo, as necessidades de desenvolvimento de ambas as partes: pessoas e organização. Cite e explique com as suas palavras outros dois aspectos.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Questões para debate 12) “De um lado, os custos com pessoal precisam ser compatíveis com o preço dos produtos e serviços da empresa. De outro lado, a competição no mercado de trabalho para atrair e manter empregados produtivos cria uma pressão para oferecer pelo menos os mesmos benefícios que a concorrência” (MILKOVICH e BOUDREAU, 2000). Comente a assertiva.
  • 491.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Questões para debate 13) Ao serem apresentadas as vantagens da aplicação dos benefícios sociais nas organizações, foi utilizado a terminologia “ciclo vantagens assistenciais”. Você saberia explicar o porquê? Aproveite este momento e faça um resumo de duas vantagens que compõem este ciclo. 14) Faça o mesmo que na questão nº 13, sendo que agora com relação ao “ciclo limitações assistenciais”.
  • 492.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 7 Questões para debate 15) É sabido que a prática de benefícios sociais passa por diversas etapas em seu processo de desenvolvimento, aceitação e aplicabilidades corretas. Além do mais, consiste numa atividade que trata o capital humano, de modo que foram destacadas algumas considerações atuais. Uma delas diz respeito às percepções éticas, sociais e organizacionais. Assim, vale discorrer sobre esta consideração, abrangendo a atuação dos gestores neste caso.
  • 493.
    Gestão de Pessoas 8Saúde e segurança no ambiente de trabalho
  • 494.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.1 Preliminares .As pessoas desejam exercer suas atividades em organizações que ofereçam condições de trabalho ideaissaúde e segurança; .Estudos tiveram início no século XVI em função da percepção das muitas perdas humanas e também da revolução industrial;
  • 495.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.1 Preliminares .No Brasilem 1943 a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT); e em 1978 a Portaria nº 3214 com 28 normas (NRs).
  • 496.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.2 Definições e conceitos .Acidente do trabalhoocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho (Lei n° 8213, artigo 19);
  • 497.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.2 Definições e conceitos .Doença profissional produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade e constante da respectiva relação elaborada pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social (Lei n° 8213, artigo 19);
  • 498.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.2 Definições e conceitos .Saúde do trabalhoprever acidentes, analisando suas ocorrências no sentido da redução ou eliminação das doenças ocupacionais e riscos acidentais, mantendo a integridade física e mental das pessoas.
  • 499.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.2 Definições e conceitos .Saúde do trabalho, formação e complementação de seus objetivos: -Promoção adequada das condições ambientais: variáveis exigidas e incluídas no ambiente de trabalho (iluminação, ruídos e temperatura);
  • 500.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.2 Definições e conceitos .Saúde do trabalho, objetivos (cont.): -Controle dos fatores causadores das doenças: ao manusearem ou estarem em contato direto com materiais e elementos prejudiciais à saúde (fatores de risco à saúde: físicos, químicos e biológicos); e
  • 501.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.2 Definições e conceitos .Saúde do trabalho, objetivos (cont.): -Prevenção, redução e eliminação das causas prejudiciais: planejamentos, programas e aplicações a fim de orientar e promover a educação correta na execução das atividades cotidianas e utilização dos materiais necessários para realização destas.
  • 502.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.2 Definições e conceitos .Segurança do trabalho manter e assegurar que a estrutura da organização e os procedimentos executados durante a jornada de trabalho estejam corretos, um ambiente seguro.
  • 503.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.2 Definições e conceitos .Segurança do trabalho, formação e complementação de seus objetivos: -Identificação das principais causas: estar atento às ocorrências de acidentes de trabalho é uma característica importante do gestor de pessoas;
  • 504.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.2 Definições e conceitos .Segurança do trabalho, objetivos (cont.): -Correção e manutenção das estruturas físicas: prosseguir na correção das causas e providenciar para que sejam realizadas as manutenções necessárias; e
  • 505.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.2 Definições e conceitos .Segurança do trabalho, objetivos (cont.): -Prevenção, redução e eliminação de acidentes: a CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) tem a atribuição de promover a prevenção dos acidentes e este tende a reduzir ou eliminar acidentes em muitas situações.
  • 506.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.3 Implantação do sistema de saúde e segurança do trabalho (PACHECO JUNIOR, 1995) 1a etapa: compromisso da alta direção e definição da política: ética, transparência nos ideais geradores desta ação e o comprometimento das pessoas envolvidas;
  • 507.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.3 Implantação do sistema de saúde e segurança 2a etapa: definição da coordenação responsável pela implantação do sistema: seleção do(s) responsável(eis) observando critérios (liderança, organização, capacidade e sistemática de operações, comportamento e relacionamento interpessoal e conhecimentos técnicos);
  • 508.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.3 Implantação do sistema de saúde e segurança 3a etapa: diagnóstico da situação presente da saúde e segurança do trabalho na empresa: perfil das pessoas envolvidas, estruturas da organização, necessidades de desenvolvimento e comprometimento do quadro funcional;
  • 509.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.3 Implantação do sistema de saúde e segurança 4a etapa: preparação de cronograma: visibilidade e lógica temporal ao processo de implantação do sistema; 5a etapa: difusão da política e seus objetivos em todos os níveis hierárquicos da empresa: o gestor deve ter cuidado em relação às demandas de cada unidade da organização e de cada componente;
  • 510.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.3 Implantação do sistema de saúde e segurança 6a etapa: formação de equipes de trabalho: real comprometimento não apenas das pessoas envolvidas na gestão, como também de toda a organização; 7a etapa: organização, higiene e limpeza em todas as áreas da empresa: prevenir doenças em função de descuidos gerados pela falta de organização, higiene ou limpeza;
  • 511.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.3 Implantação do sistema de saúde e segurança 8a etapa: elaboração do manual de saúde e segurança do trabalho: pode(m) funcionar como uma cartilha com detalhamento técnico ou burocrático apontando uma série de procedimentos a serem cumpridos, com o intuito de atender uma certa atividade;
  • 512.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.3 Implantação do sistema de saúde e segurança 9a etapa: elaboração e implementação de procedimentos e instruções: ordenamento das etapas anteriores, acrescendo informações e orientações sobre os meios e modos de se conseguir a cooperação das demais áreas da organização; e
  • 513.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.3 Implantação do sistema de saúde e segurança 10a etapa: realização de auditorias internas: acompanhamento e controle contínuo, visando constatar os níveis de eficiência e eficácia com o intuito de avaliar positiva ou negativamente os resultados ou a técnica.
  • 514.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .Recomenda-seCertificado da ISO 9000: Sistema de Higiene e Segurança do Trabalho, com profissionais capacitados para atuar na administração do sistema; .Quadro funcional acima de cinqüenta pessoasformar uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA;
  • 515.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .CIPA programar palestras, campanhas com o objetivo de conscientizar todo o corpo funcional; eleita por voto de todos os funcionários (cargos de vice- presidente, suplente e membros) sendo a eleição do presidente definida pelo empregador; e
  • 516.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .CIPA (cont.) CLT - NR 5: cabe à comissão verificar as condições presentes que causam insegurança e que possam causar acidentes, fiscalizando e informando a unidade responsável pelo Sistema.
  • 517.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .Normas Regulamentadoras: -NR1–Disposições gerais: “As NRs relativas à segurança e medicina do trabalho são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas, órgãos públicos da administração direta e indireta, órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela CLT”;
  • 518.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .Normas Regulamentadoras: -NR2–Inspeção prévia: “Todo estabelecimento novo, antes de iniciar suas atividades, deverá solicitar aprovação de suas instalações ao órgão regional do MTb (hoje MTE), que emitirá o Certificado de Aprovação de Instalações – CAI”;
  • 519.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .Normas Regulamentadoras: -NR3–Embargo e interdição: “O Delegado Regional do Trabalho ou do Trabalho Marítimo, à vista de laudo técnico que demonstre grave e iminente risco para o trabalhador, poderá interditar estabelecimento, setor de serviço, máquina ou equipamento, ou até mesmo embargar obra”;
  • 520.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .Normas Regulamentadoras: -NR4–Serviço especializado em engenharia de segurança e em medicina do trabalho – SSMT (ou SESMET): com a finalidade de promover a saúde e proteger a integridade do trabalhador no local de trabalho”;
  • 521.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .Normas Regulamentadoras: -NR5–CIPA: “manter em funcionamento uma comissão constituída exclusivamente por empregados, com o objetivo de prevenir infortúnios laborais, por meio da apresentação de sugestões e recomendações ao empregador”;
  • 522.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .Normas Regulamentadoras: -NR6–EPI: “considera-se Equipamento de Proteção Individual (EPI) todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho”;
  • 523.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .Normas Regulamentadoras: -NR7–Programas de controle médico de saúde ocupacional: “obrigatoriedade de elaboração e implementação do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), com o objetivo de promoção e preservação da saúde do conjunto dos seus trabalhadores”;
  • 524.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .Normas Regulamentadoras: -NR8–Edificações: “estabelece requisitos técnicos mínimos que devem ser observados nas edificações, para garantir segurança e conforto aos que nelas trabalhem”;
  • 525.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .Normas Regulamentadoras: -NR9–Programas de prevenção de riscos ambientais: “visando à preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, por meio da antecipação, reconhecimento, avaliação e conseqüente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes”;
  • 526.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .Normas Regulamentadoras: -NR10–Instalações e serviços em eletricidade: “fixa as condições mínimas exigíveis para garantir a segurança dos empregados que trabalham em instalações elétricas, em suas diversas etapas, desde a elaboração do projeto até a segurança de usuários e terceiros”;
  • 527.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .Normas Regulamentadoras: -NR11–Transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais: tem como objetivo a “segurança para operação de elevadores, guindastes, transportadores industriais e máquinas transportadoras”;
  • 528.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .Normas Regulamentadoras: -NR12–Máquinas e equipamentos: manutenção das “instalações e áreas de trabalho”, ou seja, cuidados com pisos e com a área de circulação no que diz respeito ao espaço entre uma máquina e outra;
  • 529.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .Normas Regulamentadoras: -NR13–Caldeiras e vasos de pressão: esta norma apresenta cuidados com válvulas, injetores e o “nível de água ou outro sistema que evite o superaquecimento por alimentação deficiente”;
  • 530.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .Normas Regulamentadoras: -NR14–Fornos: “Os fornos devem ser instalados de forma a evitar acúmulo de gases nocivos e altas temperaturas em áreas vizinhas”;
  • 531.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .Normas Regulamentadoras: -NR15–Atividades e operações insalubres: descreve as atividades, operações e agentes insalubres, inclusive seus limites de tolerância, definindo as situações que ensejam um exercício insalubre indicando os meios de proteger os trabalhadores;
  • 532.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .Normas Regulamentadoras: -NR16–Atividades e operações perigosas: restrições quanto à periculosidade e a salubridade, condições estas às quais as pessoas da organização não devem estar expostas, garantindo com isso a segurança das instalações;
  • 533.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .Normas Regulamentadoras: -NR17–Ergonomia: “estabelecimento de parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente”;
  • 534.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .Normas Regulamentadoras: -NR18–Condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção: “diretrizes de ordem administrativa, de planejamento e de organização, que objetivam a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança”;
  • 535.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .Normas Regulamentadoras: -NR19–Explosivos: apresenta cuidados referentes ao “depósito, manuseio e armazenagem de explosivos”, uma vez que estes podem causar acidentes graves às pessoas; -NR20–Líquidos combustíveis e inflamáveis: apresenta regulamentações no que diz respeito à armazenagem e manuseio dos tanques;
  • 536.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .Normas Regulamentadoras: -NR21–Trabalhos a céu aberto: “é obrigatória a existência de abrigos, ainda que rústicos, capazes de proteger os trabalhadores contra intempéries (insolação excessiva, o calor, o frio, a umidade e os ventos inconvenientes)”;
  • 537.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .Normas Regulamentadoras: -NR22–Segurança e saúde ocupacional na mineração: estabelece métodos de segurança a serem observados pelas empresas que desenvolvem trabalhos subterrâneos de modo a proporcionar a seus empregados, satisfatórias condições de Segurança e Medicina do Trabalho;
  • 538.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .Normas Regulamentadoras: -NR23–Proteção contra incêndios: “todas as empresas deverão possuir proteção contra incêndio; saídas e equipamentos suficientes para combater o fogo em seu início; pessoas capacitadas no uso correto desses equipamentos;
  • 539.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .Normas Regulamentadoras: -NR24–Condições sanitárias e de conforto nos locais de trabalho: “os locais onde se encontrarem instalações sanitárias deverão ser submetidos a um processo permanente de higienização, de sorte que sejam mantidos limpos e desprovidos de quaisquer odores, durante toda a jornada de trabalho”;
  • 540.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .Normas Regulamentadoras: -NR25–Resíduos industriais: cuidados quanto “às medidas, métodos, equipamentos ou dispositivos de controle do lançamento ou liberação dos contaminantes gasosos”, instruindo de forma correta as pessoas envolvidas;
  • 541.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .Normas Regulamentadoras: -NR26–Sinalização de segurança: “tem por objetivo fixar as cores que devem ser usadas nos locais de trabalho para prevenção de acidentes, identificando os equipamentos de segurança, delimitando áreas e advertindo contra riscos”;
  • 542.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .Normas Regulamentadoras: -NR27–Registro profissional do técnico de segurança do trabalho no Ministério do trabalho e do emprego: regulamenta as condições necessárias para “o exercício da profissão de Técnico de Segurança do Trabalho”; e
  • 543.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.4 Considerações legais .Normas Regulamentadoras: -NR28–Fiscalização e penalidades: no que diz respeito a concessão de prazos às empresas para a correção das irregularidades técnicas, quanto ao procedimento de autuação por infração às NRs.
  • 544.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.5 Saúde do Trabalho .Ciclo de atividades da saúde do trabalho: -Medicina preventiva: objetivosa prevenção e o controle de doenças; providênciasprogramas de educação sanitária, instrução quanto ao uso de materiais e de condutas diárias, acompanhamento por intermédio de exames regulares, medidas profiláticas e outros procedimentos;
  • 545.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.5 Saúde do Trabalho .Ciclo de atividades da saúde do trabalho: -Algumas medidas da medicina preventiva:  Analisar a fadiga dos empregados, indicando as medidas preventivas; e  Proceder ao levantamento das doenças profissionais e lesões traumáticas e estudos epidemiológicos, analisando os resultados com vista às atividades preventivas.
  • 546.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.5 Saúde do Trabalho .Ciclo de atividades da saúde do trabalho: -Prevenção sanitária: objetivos vigilância sanitária sobre o ambiente a fim de não representar riscos à vida, assegurando condições ambientais adequadas, possibilitando a tomada de medidas coercitivas em tempo hábil, impedindo sua proliferação;
  • 547.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.5 Saúde do Trabalho .Ciclo de atividades da saúde do trabalho: -Algumas medidas para a prevenção sanitária: Realizar inquéritos sanitários e a divulgação de assuntos de higiene e medicina do trabalho; e Colaborar com os órgãos competentes no estabelecimento de normas de higiene e medicina do trabalho.
  • 548.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.5 Saúde do Trabalho .Ciclo de atividades da saúde do trabalho: -Medicina ocupacional: objetivosadaptar as pessoas a sua função, prevenindo-as contra os riscos de agentes prejudiciais à saúde; providênciasrealização de exames médicos, desenvolvimento de programas e treinamentos de reabilitação e readaptação e primeiros socorros;
  • 549.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.5 Saúde do Trabalho .Ciclo de atividades da saúde do trabalho: -Algumas medidas para a medicina ocupacional: Realizar exames pré-admissionais, periódicos e especiais, inclusive provas biológicas, radiológicas e outras exeqüíveis para os fins previstos; e estudar as causas do absenteísmo.
  • 550.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.5 Saúde do Trabalho .Ciclo de atividades da saúde do trabalho: -Desenvolvimento, acompanhamento e manutenção da saúde do trabalho nas organizações: não apenas se preocupar em executar as atividades típicas, mas em ir além e desenvolver, acompanhar e manter a qualidade de vida no ambiente de trabalho;
  • 551.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.5 Saúde do Trabalho Elementos pertencentes ao ambiente de trabalho: -Iluminação: objetivos conciliar a redução de acidentes e erros de produção, com o bem-estar das pessoas da organização obedendo a critérios técnicos; providênciasevitar diversos problemas individuais, por exemplo: a cefaléia (dor de cabeça), fadigas e problemas oculares;
  • 552.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.5 Saúde do Trabalho Elementos, (cont.): -Ruído: O som é constituído pela freqüência e intensidade, há restrições quanto à influência do ruído (período de exposição e variação de volume) podendo causar perda parcial ou completa de audição. Ex: telefonistas; e
  • 553.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.5 Saúde do Trabalho Elementos, (cont.): -Temperatura: pessoas trabalham sob temperaturas elevadas ou baixas, causando fadigas e outros problemas de saúde, além redução na qualidade do trabalho. As organizações têm de fornecer EPIs e constatar se estão sendo utilizados e se estão em condições de uso.
  • 554.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.5 Saúde do Trabalho Riscos pertencentes ao ambiente de trabalho: -NR-9: “Para efeito desta NR, consideram-se riscos ambientais os agentes físicos, químicos e biológicos existentes nos ambientes de trabalho que, em função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos à saúde do trabalhador”.
  • 555.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.5 Saúde do Trabalho Riscos, (cont.): -Riscos físicos: “as diversas formas de energia a que possam estar expostos os trabalhadores, tais como: ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações ionizantes, radiações não ionizantes, bem como o infra-som e o ultra-som”;
  • 556.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.5 Saúde do Trabalho Riscos, (cont.): -Riscos químicos: “as substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar no organismo pela via respiratória, nas formas de poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases ou vapores, ou que, pela natureza da atividade de exposição, possam ter contato ou ser absorvido pelo organismo (pele ou por ingestão)”; e
  • 557.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.5 Saúde do Trabalho Riscos, (cont.): -Riscos biológicos: “Consideram-se agentes biológicos as bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus, entre outros”.
  • 558.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.6 Segurança do Trabalho Prevenção de acidentes, processo: 1ª etapa: Conscientização: para melhor conscientização de gestores e demais pessoas da organização, convém relembrar os conceitos já apresentados anteriormente;
  • 559.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.6 Segurança do Trabalho Prevenção de acidentes, processo (cont.): 2ª etapa: Classificação dos acidentes: os acidentes são classificados de acordo com a sua complexidade e lesões que resultam em alguma deficiência de maior ou menor gravidade;
  • 560.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.6 Segurança do Trabalho Prevenção de acidentes, processo (cont.): 2ª etapa (cont.), (Chiavenato, 2000): ·Acidente sem afastamento: a pessoa acidentada tem condições plenas de continuar o seu trabalho no mesmo dia ou um ou dois dias depois sem grandes restrições;
  • 561.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.6 Segurança do Trabalho Prevenção de acidentes, processo (cont.): 2ª etapa (cont.), (Chiavenato, 2000): . Acidente com afastamento: Este tipo de acidente pode resultar em algumas incapacidades que ocasionam o afastamento da pessoa acidentada, são elas:
  • 562.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.6 Segurança do Trabalho Prevenção de acidentes, processo (cont.): 2ª etapa (cont.), (Chiavenato, 2000): a) incapacidade temporária: perda temporaria da capacidade física ou mental para o trabalho por um período sempre determinado por médicos da previdência social;
  • 563.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.6 Segurança do Trabalho Prevenção de acidentes, processo (cont.): 2ª etapa (cont.), (Chiavenato, 2000): b) incapacidade parcial permanente: perda de um de seus membros ou parte da visão, o que é fato gerador de uma incapacidade parcial permanente;
  • 564.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.6 Segurança do Trabalho Prevenção de acidentes, processo (cont.): 2ª etapa (cont.), (Chiavenato, 2000): c) incapacidade total permanente: perda da visão. A aposentadoria é um caminho a ser seguido na maioria dos casos dessa natureza; e d) morte: sem maiores explicações.
  • 565.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.6 Segurança do Trabalho Prevenção de acidentes, processo (cont.): 3ª etapa: Principais causas: é importante conhecer as principais causas dos acidentes de trabalho para que estudos sejam realizados com o propósito de melhorar a elaboração de programas e campanhas de prevenção de acidentes;
  • 566.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.6 Segurança do Trabalho Prevenção de acidentes, processo (cont.): 3ª etapa (cont.), (TACHIZAWA, FERREIRA E FORTUNA, 2001), apontam três aspectos que subsidiam na busca das causas de acidentes: ·Características pessoais inadequadas devido a problemas relacionados a personalidade, inteligência, motivação, aptidões sensoriais e motoras, experiência etc;
  • 567.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.6 Segurança do Trabalho Prevenção de acidentes, processo (cont.): 3ª etapa, aspectos (cont.): ·Comportamentos disfuncionais, tais como: desatenção, esquecimento, negligência e imprudência; e
  • 568.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.6 Segurança do Trabalho Prevenção de acidentes, processo (cont.): 3ª etapa, aspectos (cont.): . Degradação do ambiente de trabalho devido a fatores potencialmente causadores de acidentes, tais como: equipamentos mal projetados ou em precário estado de conservação.
  • 569.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.6 Segurança do Trabalho Prevenção de acidentes, processo (cont.): 4ª etapa: Medidas de prevenção: Além programas preventivos, a formação de profissionais especializados as organizações necessitam de outros procedimentos que visem a prevenção ainda mais eficiente;
  • 570.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.6 Segurança do Trabalho Prevenção de acidentes, processo (cont.): 4ª etapa (cont.), (REIS, 1981) coeficientes: · Coeficiente de freqüência: CF = nº de acidentes com afastamento x 1.000.000 nº de pessoas/horas trabalhadas
  • 571.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.6 Segurança do Trabalho Prevenção de acidentes, processo (cont.): 4ª etapa (cont.), (REIS, 1981) coeficientes: · Coeficiente de gravidade: CG = Dias perdidos + dias debitados x 1.000.000 nº de pessoas/horas trabalhadas
  • 572.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.6 Segurança do Trabalho Prevenção de acidentes, processo (cont.): 5ª etapa: Avaliação periódica: ao detectar a ocorrência de um acidente de trabalho a CIPA deve preencher uma ficha sendo aberta quando da ocorrência de acidente com afastamento. Deverá haver estimativas de acidentes (mensal, semestral, anual);
  • 573.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.6 Segurança do Trabalho Prevenção de incêndios: -Extintores de incêndio: veículo para os agentes extintores (gás carbônico, espuma, pó químico e a água). A denominação de cada extintor relaciona-se com seu conteúdo (ALONSO, 1981); e
  • 574.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.6 Segurança do Trabalho Prevenção de incêndios (cont.): -Suprimento de água: o sistema sob comando hidrantes e o sistema automáticocomposto por sprinkler, protecto spray e mulsifyre que agem como um pulverizador de água e por resfriamento.
  • 575.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.7 Novos recursos na implantação dos sistemas em saúde e segurança do trabalho -Palestras: necessidade de programar treinamentos a fim de conscientizar as pessoas quanto aos seus verdadeiros papéis nas organizações e nas atividades específicas de saúde e segurança do trabalho;
  • 576.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.7 Novos recursos na implantação dos sistemas em saúde e segurança do trabalho -Internet: este recurso permite que os gestores possam facilmente encontrar empresas que ofereçam sistemas e serviços de saúde e/ou segurança do trabalho;
  • 577.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.7 Novos recursos na implantação dos sistemas em saúde e segurança do trabalho -Implantação de sistemas: os gestores têm a facilidade de terceirizar a implantação do sistema de saúde e segurança do trabalho com um razoável grau de certeza no que diz respeito à qualidade esperada; e
  • 578.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.7 Novos recursos na implantação dos sistemas em saúde e segurança do trabalho -Gerenciamento de sistemas: o gerenciamento se faz juntamente ao acompanhamento do sistema implantado, sendo necessário que haja verificação e adaptações constantes a fim de aprimorar a situação da organização.
  • 579.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.8 Custos de absorção -Percepção das causas geradoras: uma certa freqüência em acidentes semelhantes permite ao gestor uma percepção das causas geradoras, percepção esta bastante importante para ações que venham minimizar ou eliminar tais acidentes;
  • 580.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.8 Custos de absorção -Mudanças e adaptações necessárias: após a percepção será possível quantificar as perdas ocasionadas por acidentes de trabalho, pois, ao perceberem os danos causados, buscam-se soluções via mudanças de procedimentos acompanhada de adaptações necessárias; e
  • 581.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.8 Custos de absorção -Manutenção geral da organização: busca incessante por uma segurança adequada com a redução de riscos e/ou sua eliminação. Alcançada a segurança desejada, o esforço será manter todas as sistemáticas transcendendo os limites da área de gestão de pessoas, chegando até aos clientes.
  • 582.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.8 Custos de absorção .Análise quantitativa (custo total = custos diretos + indiretos), (REIS, 1981): -Custo direto: saída de caixa imediata para a organização e “não tem relação com o acidente em si. É o custo do seguro de acidentes de trabalho que deve ser pago ao INSS”;
  • 583.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.8 Custos de absorção . Análise quantitativa, (cont.): -Custo direto: a contribuição é calculada a partir do enquadramento da empresa em três níveis de risco de acidente do trabalho (0,4% leve, 1,2% médio e 2,5% grave) estabelecidos de acordo com a folha de salário de contribuição da empresa; e
  • 584.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.8 Custos de absorção .Análise quantitativa, (cont.): -Custo indireto: conseqüências geradas por um acidente de trabalho, valores desembolsados apenas em um momento pela empresa, que não se repetirão, são gastos inesperados como a substituição de funcionários, peças ou equipamentos.
  • 585.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.9 Vantagens da utilização -Aplicação e manutenção asseguradas pelas exigências legais: as organizações precisam agir em conformidade com determinações impostas por documentos legais e por decretos administrativos, assegurando a aplicação e manutenção dos muitos sistemas;
  • 586.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.9 Vantagens da utilização -Comprometimento e trabalho em equipe: os Sistemas de Saúde e Segurança do Trabalho devem ser vistos como um extraordinário objetivo a ser alcançado, mantido, aperfeiçoado e desenvolvido por todos da organização; e
  • 587.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.9 Vantagens da utilização -Reconhecimento e credibilidade: um bom trabalho tende a gerar reconhecimento, com isso cresce a credibilidade e reconhecimento e estes fazem crescer o prestígio da unidade mais diretamente envolvida, a qual naturalmente, atrairá a atenção da organização como um todo.
  • 588.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.10 Limitações da utilização -Mobilização de capital: implantação, manutenção ou reestruturação dos sistemas exige mudanças, as quais podem afetar a estrutura organizacional, a estrutura social e a estrutura física, demandando muitas vezes recrutamento, seleção, treinamento, desenvolvimento, entre outras atividades que geram custos;
  • 589.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.10 Limitações da utilização -Mobilização das pessoas envolvidas: há necessidade de comprometimento das pessoas mais diretamente envolvidas nas questões de saúde e segurança; e -Estabilidade projetada: os membros da CIPA eleitos pelas outras pessoas adquirem uma estabilidade temporária, não podendo ser demitidos durante o período do mandato de um ano e pelo período de um ano após o término do mandato.
  • 590.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.11 Saúde e segurança do trabalho: ontem, hoje e tendências -Influências da cultura organizacional: existe uma tendência de um maior cuidado por parte das pessoas, não só por um sentido de autopreservação, mas pelas contínuas campanhas e variados programas os quais estão dando uma nova conotação a aspectos culturais internos;
  • 591.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.11 Saúde e segurança do trabalho: ontem, hoje e tendências -Desenvolvimento e conformidade das exigências legais: sindicatos e organizações em geral assumiram como irreversível esse processo de busca por direitos e vêm contribuindo para uma melhor adequação das exigências legais ou sindicais; e
  • 592.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.11 Saúde e segurança do trabalho: ontem, hoje e tendências -Qualidade de vida: novos recursos para promover a prática da saúde no ambiente de trabalho, terapias como shiatsu ou acupuntura a fim de aliviar a pressão diária ocasionadas pelas atividades profissionais exercidas.
  • 593.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.11 Saúde e segurança do trabalho: ontem, hoje e tendências “Auxilia as pessoas incentivando a mudança de hábitos e estilo de vida por intermédio de práticas saudáveis, atuando nos sensos físico, mental, emocional, social e espiritual, ou seja, na rota do desenvolvimento integral do ser humano” (TAO CENTER, 2004).
  • 594.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Saúde e segurança no ambiente de trabalho 8.12 Enfim...
  • 595.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Quick case - Thaísa Tebas assumiu a presidência da CIPA e com o tempo percebeu que as suas sugestões com relação à segurança das pessoas não estavam sendo atendidas pela esmagadora maioria dos gestores (ao todo eram 9). Indignada com esta situação foi ao presidente da empresa e comunicou o fato, este, então, perguntou exatamente no que ela não estava sendo atendida. Assim, Thaísa mencionou alguns de seus pedidos, visto que não tem o poder de decisão, a saber: exercício de evacuação do prédio, proibição de uso de espetos nas mesas de trabalho e proibição de fumo nos toaletes.
  • 596.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Quick case (cont.) - O presidente esboçou um sorriso e disse: “mas, dona Thaísa, eu mesmo não creio que isso seja importante. O prédio é muito seguro, incêndio aqui seria uma fatalidade. Além do mais um cigarrinho a mais ou a menos não vai causar maiores danos. E quanto aos espetos de papel eu nunca soube de algum acidente, portanto, acho que a senhora não deve dar maior importância a negativa dos gestores em atender aos seus pedidos”. Agora, diga: se você fosse Thaísa, o que você faria?
  • 597.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Estudo de caso O Estado é Ceará e a cidade fica próxima à Fortaleza, bela capital. Rodrigo Pampa, o presidente de uma pequena indústria resolve contratar um gestor organizacional bem longe do Ceará. E vindo a São Paulo entra em contato com outros industriais e consegue algumas boas universidades onde seria possível fazer contatos e recrutar ali mesmo e selecionar imediatamente um ou uma profissional para a sua indústria.
  • 598.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Estudo de caso (cont.) Numa das faculdades ficou impressionado com um setor interno que cuidava dessa relação com o mercado. Conversou longamente com Rodrigo Nuntes, coordenador do setor e foi enfático ao dizer que queria contratar alguém ali mesmo e sem demora. Foi aconselhado a voltar no dia seguinte por volta das 14 horas e, certamente, ele teria algumas pessoas aguardando por ele. Saiu e no dia seguinte lá estava ele.
  • 599.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Estudo de caso (cont.) O coordenador selecionara seis pessoas: duas do sexo feminino e, naturalmente, quatro rapazes. Nenhum deles teria mais do que 24/ 25 anos. O industrial bem sucedido se encanta por uma das moças, Patrícia Mem de Sá e resolve contratá-la. Uma das vantagens da contratação de Patrícia era seu vínculo afetivo: era casada com um cearense que se formara junto com ela e havia planos para iniciar uma nova vida no Ceará.
  • 600.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Estudo de caso (cont.) Patrícia estava disponível e em menos de 15 dias já estava em ação na indústria do Sr. Pampa. Foi apresentada aos chefes das várias unidades componentes da estrutura organizacional e falou, brevemente, mas foi firme ao afirmar que a empresa entrara numa nova ordem: a busca da excelência e a luta por novos mercados, incluindo, as exportações, inexistentes até aquele momento.
  • 601.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Estudo de caso (cont.) Dias depois se reúne com Luciana Vianna, chefe de recursos humanos e faz algumas perguntas, sendo uma delas, relativa à CIPA, a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. E ouve da chefe algo desanimador: “a gente tem a CIPA só para cumprir a lei. Acidentes aqui quase nunca acontecem. Ano passado tivemos só 20 e poucos casos e ninguém morreu e esboçou um breve sorriso”. Patrícia olhou nos olhos da chefe e perguntou se ela achava que era pouco. E se o fato de não ter morrido ninguém justificava a existência de uma CIPA “fajuta”.
  • 602.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Estudo de caso (cont.) Essas foram as suas palavras. Luciana não se deu por vencida e foi clara que não queria presidente de CIPA dizendo o que ela deveria fazer em cada ponto da indústria. Patrícia foi pacientemente perdendo a calma e após mais de meia hora usando os argumentos, diríamos, técnicos, disse que era uma decisão dela e que teria de obedecer. No final do dia Patrícia se reúne com o presidente e menciona a conversa desagradável que teve com Luciana. O sr. Pampa ouviu com alguma atenção e disse que a Luciana até tinha razão.
  • 603.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Estudo de caso (cont.) Ele mesmo conhecia algumas outras empresas e sabia que a CIPA era quase uma brincadeira e achava que uma CIPA bem organizada não traria nenhuma grande vantagem e culminaria com choques de autoridade absolutamente desnecessário. Pediu que Patrícia fosse para casa (ainda estava num hotel) e pensasse bem e depois conversariam.
  • 604.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Estudo de caso (cont.) E assim nossa gestora organizacional partiu para o hotel e pensou um bom pedaço da noite. Dormiu, acordou e foi trabalhar um pouco mais tarde, porque estava procurando uma casa para morar. Fábio Leão, seu esposo, estava por chegar e ela queria encontrar logo uma boa casa. Ela queria mesmo era evitar uma moradia, ainda que por pouco tempo, na casa da família dele.
  • 605.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Estudo de caso (cont.) Chega na empresa por volta das 11 horas e passando pela sala da presidência vê o Sr. Pampa numa conversa bastante animada com Luciana, a chefe de RH e é chamada à sala. Entra e ouve do Sr. Pampa que tinha conversado com a Lu (assim mesmo) que era melhor deixar como estava. “Vamos ter a CIPA, presidida pela Lu e fica tudo resolvido, concorda não é? Patrícia não estava convencida e ainda utilizou um último argumento: “mas, Sr. Pampa, embora não seja uma obrigação legal, é hábito nas empresas de todo o país que o corpo funcional seja sempre chamado a cada ano a votar nos novos membros da CIPA.
  • 606.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Estudo de caso (cont.) Ademais, a Luciana terá obrigatoriamente que participar de um curso sobre capacitação em prevenção de acidentes de, no mínimo, 20 horas”. O Sr. Pampa quis mostrar que o hábito de votar não se transformava numa obrigação e, portanto, não via nenhum problema. “E o tal curso, a gente dá um jeito depois”, disse ele.
  • 607.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Estudo de caso (cont.) Patrícia saiu disposta a pedir demissão e recebe uma ligação no celular do maridão, feliz por ter se desligado da empresa em São Paulo e ter conseguido um contato numa agência de publicidade muito bem cotada no Nordeste. Sua base seria Fortaleza. Patrícia não sabia se sorria, chorava ou o quê. Fábio era só alegria e ela era só angústia.
  • 608.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Estudo de caso (cont.) Você (e seu grupo, se for o caso) deve apontar o caminho que Patrícia deveria tomar. Vale salientar que a CIPA é uma comissão importante e o seu correto funcionamento pode trazer resultados expressivos, porque se trata de uma comissão que tem por objetivo prevenir acidentes. De qualquer maneira, existe a informação de poucos acidentes e acidentes leves. Talvez fosse interessante esquecer essa sua proposta e aguardar um melhor momento. Nota: este caso é hipotético, qualquer semelhança com pessoas, empresas, etc. será mera coincidência.
  • 609.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Questões para debate 1) Considerando as definições e conceitos sobre a saúde e a segurança no ambiente de trabalho e seus objetivos, faça um breve resumo com suas palavras sobre o que vem a ser a saúde no ambiente de trabalho e a segurança no ambiente de trabalho.
  • 610.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Questões para debate 2) A implantação do sistema de saúde e segurança do trabalho depende para a sua eficácia da colaboração e comprometimento da diretoria e das pessoas da organização. Sendo assim, relacione as etapas deste sistema diretamente com as ações da diretoria e das pessoas da organização considerando: o trabalho em equipe, a colaboração individual e o comprometimento de todas as pessoas.
  • 611.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Questões para debate 3) A CIPA, comissão interna de prevenção de acidentes, constitui uma das 28 normas regulamentadoras (NR) relativas a segurança e medicina do trabalho, mais especificamente a NR 5. Logo, dentre as 27 NR restantes fale sobre três que você julgue serem mais interessantes.
  • 612.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Questões para debate 4) A saúde do trabalho atua em três áreas, a saber: a medicina preventiva, a prevenção sanitária e a medicina ocupacional. Explicite duas medidas referentes a cada área de atuação.
  • 613.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Questões para debate 5) Considerando a sua experiência, dos seus familiares e/ou amigos nas diversas organizações existentes, provavelmente você já deve ter ouvido observações acerca da iluminação, do ruído e da temperatura. Trocando em miúdos, possivelmente você já notou como estes elementos influenciam a realização das tarefas. Assim, discorra sobre cada elemento abrangendo suas características e impactos na vida das pessoas da organização.
  • 614.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Questões para debate 6) A NR 9 destaca que “consideram-se riscos ambientais os agentes físicos, químicos e biológicos existentes nos ambientes de trabalho que, em função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos à saúde do trabalhador”. Siga o mesmo raciocínio da questão anterior, mas, neste caso, com relação aos riscos físicos, químicos e biológicos abrangendo suas características e impactos na vida das pessoas da organização.
  • 615.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Questões para debate 7) A segurança do trabalho apresenta três objetivos que são: a identificação das principais causas, a correção e manutenção das estruturas físicas e a prevenção, redução e eliminação dos acidentes. Considerando a sua possível atuação na prevenção de acidentes buscando constantemente a redução e eliminação dos acidentes de trabalho, fale sobre a primeira e a última etapa deste processo.
  • 616.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Questões para debate 8) A atividade saúde e segurança no ambiente de trabalho apresenta novos recursos para a implantação de seu sistema. Argumente sobre a importância das novas tecnologias e como estas são utilizadas pelo gestor da área de pessoas.
  • 617.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Questões para debate 9) Assim como as demais atividades da gestão de pessoas, a saúde e segurança do trabalho também apresentam custos de absorção, a saber: percepção das causas geradoras, mudanças e adaptações necessárias e manutenção geral da organização. Dentre os três custos mencionados qual você acredita ser o crucial para a absorção desta prática. Justifique a sua resposta.
  • 618.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Questões para debate 10) Muitas empresas se mostram indiferentes quando o assunto é saúde e segurança das pessoas da organização. Um dos principais motivos para esta postura é o custo de absorção, ou seja, o dispêndio de capital necessário para que novos recursos e novas atividades sejam absorvidos eficazmente. Mas afinal o que representa estes custos? Se achar conveniente, utilize a divisão feita por Reis (1981): custos direto e indireto, fruto de uma análise quantitativa. O fundamental é ser claro na sua resposta.
  • 619.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Questões para debate 11) É bem verdade que os sindicatos estiveram presentes nas lutas por melhores condições de trabalho. Além disso, novas leis possibilitaram que a saúde e segurança do trabalho fossem absorvidas adequadamente pelas organizações. Assim, considerando as vantagens desta atividade cite e explique outro aspecto positivo.
  • 620.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Questões para debate 12) Em relação às limitações na utilização da atividade de saúde e segurança do trabalho, disserte sobre: (1) a conscientização das pessoas quanto à mobilização de capital; (2) a mobilização das pessoas envolvidas; e (3) a estabilidade projetada.
  • 621.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Questões para debate 13) No corpo do texto, foi percebido que diferentes culturas influenciam diretamente o desenvolvimento e absorção de práticas de saúde e segurança do trabalho. Por assim dizer, elucide este assunto e, se achar conveniente, recorra ao capítulo 12, mais precisamente ao tópico referente à cultura organizacional.
  • 622.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Questões para debate 14) Prosseguindo na mesma linha de raciocínio da questão anterior, outra consideração que deixa clara as tendências para um futuro próximo diz respeito ao desenvolvimento e conformidade das exigências legais. Assim, vale discorrer sobre esta consideração, abrangendo a sua contribuição para com a atividade de saúde e segurança do trabalho.
  • 623.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 8 Questões para debate 15) A qualidade de vida no ambiente do trabalho tem sido tema de excelentes discussões a respeito de sua ação na vida das pessoas. Portanto, exponha a sua opinião a respeito deste novo recurso.
  • 624.
    Gestão de Pessoas 9A expressiva contribuição da teoria das organizações
  • 625.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.1 Preliminares .O gestor de pessoaspossuidor das inúmeras tecnologias de gestão organizacional que surgem; .A tradicional tecnologiaOrganização, Sistemas e Métodos; e .O surgimento revolucionárioGestão pela Qualidade Total.
  • 626.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.2 Arquitetura Organizacional .Uma abordagem que prima pelo aperfeiçoamento do formato empresarial, otimizando fatores chaves como o próprio negócio da organização, as pessoas que o executam e as regras que o regem; .Aproxima o profissional tipicamente da atividade-meio das atividades mais relacionadas com as atividades que contribuem para excelência organizacional e a desejada rentabilidade;
  • 627.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.2 Arquitetura Organizacional .Um dos fatores mais críticos quando se fala em desenho organizacional a alta gerência; .Gestor de pessoasbusca a complementação profissional por intermédio dos cursos em nível de pós- graduação (MBA e o mestrado profissional);
  • 628.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.2 Arquitetura Organizacional .Arquiteturamodelo que pode ser usado para representar seu completo ciclo de vida podendo auxiliar no processo de planejamento e análise da organização (PERA, 2000); .Abordagem radicalmente diferenteenquanto a sabedoria gerencial convencional diz “aperfeiçoemos o passado!”, a arquitetura organizacional diz “construamos o futuro!” (CTI, 2000 a);
  • 629.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.2 Arquitetura Organizacional .Nadler et alii (1994), criadores da arquitetura organizacional, “um conjunto amplo de características organizacionais a ser considerado pelos executivos”;
  • 630.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.2 Arquitetura Organizacional .Observação de cuidados na relação de adequação entre empresa e o ambiente externo que a circunda, como, igualmente, entre os seus elementos constituintes; e .Estimula a visão holística (integrada, sistêmica) do projeto organizacional.
  • 631.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.2 Arquitetura Organizacional .Premissas originárias da arquitetura física para a construção de organizações mais eficientes (NADLER et alii, 1994): -Primado da finalidade: o projeto final deve ter utilidade. Este é o princípio arquitetônico segundo o qual a forma deve sempre seguir a função;
  • 632.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.2 Arquitetura Organizacional .Premissas (cont.): -Adequação arquitetônica: realizar a “visão do arquiteto”, assim como satisfazer as exigências da situação e as necessidades daqueles que vivem esse contexto (planos dos gestores, padrões culturais, forças econômicas, políticas e sociais);
  • 633.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.2 Arquitetura Organizacional .Premissas (cont.): -Materiais estruturais: novos materiais possibilitam outras arquiteturas até então não imaginadas, é preciso haver adequação entre o novo material e o projeto que se quer construir; e
  • 634.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.2 Arquitetura Organizacional .Premissas (cont.): -Tecnologias colaterais: os gestores arquitetos no decorrer da elaboração do projeto, recorrem à tecnologias colaterais, pois a eficiência das empresas depende, diretamente, desses conhecimentos para que se realizem funções básicas.
  • 635.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.2 Arquitetura Organizacional Modelo congruente: .A configuração, a dinâmica e a estética por intermédio da qual os muitos elementos organizacionais se combinam para criar uma realidade produtiva constitui a arquitetura organizacional;
  • 636.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.2 Arquitetura Organizacional .Modelo congruente, as perguntas são: -Como os gestores arquitetos conseguirão obter formas arquitetônicas de alta performance? Que tipo de decisões devem tomar para alcançá-la? O que precisam ter em mente na hora de projetar suas organizações?
  • 637.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.2 Arquitetura Organizacional .Modelo congruente, duas perspectivas (NADLER et alii, 1994): -O binômio arquitetura/estratégia: como a arquitetura adotada permitirá à organização realizar sua estratégia; e -O binômio arquitetura/cultura: como a arquitetura se harmonizará com as pessoas que trabalham na organização.
  • 638.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.2 Arquitetura Organizacional .Modelo congruente: -A maioria dos gestores, tende a enxergar suas empresas com as lentes clássicas do organograma, isto é, por um ângulo formal; -A partir dos anos 70, outra visão ganha força no universo empresarial: as organizações como sistemas (abertos);
  • 639.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.2 Arquitetura Organizacional . Modelo congruente: -Katz e Kahn, psicólogos, que em 1967 escreveram Psicologia Social das Organizações; -A abordagem de sistemas abertos; -A organização que julgava estar num sistema fechado estava com os dias contados; e
  • 640.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.2 Arquitetura Organizacional .Modelo congruente: -Hoje: é aberta para todo o ambiente: mercado, clientes, acionistas, investidores, organizações governamentais, ONGs, comunidades e a sociedade.
  • 641.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.2 Arquitetura Organizacional . Modelo congruente, características comuns a sistemas (NADLER et alii, 1994): -Interdependência interna: as mudanças num componente organizacional possuem repercussões sobre os demais e deles recebem insumos;
  • 642.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.2 Arquitetura Organizacional .Modelo congruente, características: -Eqüifinalidade: (KATZ E KAHN, 1987) criaram o termo que aponta para o fato de diferentes configurações ou mesmo processos organizacionais conduzirem ao mesmo fim desejado; e
  • 643.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.2 Arquitetura Organizacional .Modelo congruente, características: -Adaptação: para que um sistema organizacional sobreviva, deve manter um equilíbrio favorável nas transações de troca com o ambiente ou, caso contrário, a tendência é o declínio, de forma inexorável.
  • 644.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.2 Arquitetura Organizacional .Modelo congruente, elementos-chave interligados (NADLER et alii, 1994): -Trabalho: atividade básica a que a organização se dedica e para a qual traça estratégias; -Pessoas: são as pessoas que realizam as tarefas (conhecimento, habilitações, percepções e expectativas);
  • 645.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.2 Arquitetura Organizacional .Modelo congruente, elementos-chave: -Organização formal: composta dos procedimentos e regras formais que determinam a estrutura organizacional; e -Organização informal: a Escola de Relações Humanas esclarece a totalidade das disposições paralelas à organização formal que tendem a surgir com o tempo.
  • 646.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.2 Arquitetura Organizacional Os sete Cs, (CTI, 2000 b): -Confiança: graças ao incremento das habilidades e conhecimentos das pessoas todos acreditam e perseguem a meta da excelência (mais à frente, open-book management - gestão com livro aberto); -Comprometimento: afirmação constante dos valores adotados na empresa, o que cria união e sentido de direção para seus membros;
  • 647.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.2 Arquitetura Organizacional Os sete Cs: -Criação conjunta: as organizações incluem todas as pessoas no processo de criação do novo projeto organizacional; -Conexão: todos os esforços organizacionais, para determinar a visão do futuro que se deseja alcançar, convertem-se em ações;
  • 648.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.2 Arquitetura Organizacional Os sete Cs: - Comunicação: para que o projeto de uma nova realidade organizacional seja possível, a comunicação é considerada como fator fundamental a ser administrado, de sorte a promover o comprometimento e confiança entre as pessoas;
  • 649.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.2 Arquitetura Organizacional Os sete Cs: -Celebração e correção do curso: é vital celebrar as vitórias durante o caminho e corrigir falhas ou erros de planejamento; e -Clima bom: necessidade de se estabelecer um clima positivo dentro da organização, onde o ser humano seja ouvido e respeitado.
  • 650.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.2 Arquitetura Organizacional Os sete Cs: CLIMA BOM CRIAÇÃO CONJUNTA COMUNICAÇÃO COMPROMETIMENTO CONFIANÇA CELEBRAÇÃO E CORREÇÃO DO CURSO CONEXÃO
  • 651.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.3 Terceirização “Garante às organizações bons frutos, pois promove o enxugamento da estrutura da empresa, muitas vezes afogada em unidades, rotinas e pessoas que facilmente poderiam ser demitidas (ou destinadas a outras empresas) pela transferência a terceiros, ensejando a organização a focar o que realmente é fundamental para a sua existência”.
  • 652.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.3 Terceirização .Passar adiante (para terceiros e pagando) a responsabilidade pela execução de determinada atividade ou de conjunto de atividades; .Outras empresas especializadas na prestação de determinados serviços podem assumir o controle por tarefas não essenciais ao próprio negócio; e
  • 653.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.3 Terceirização .Transferir atividades e serviços constitui uma opção estratégica.
  • 654.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.3 Terceirização Tipos: 1) A natureza do trabalho ou atividade que é terceirizada: a) Funções da área tecnológica: o avanço da informática; e b) Funções da área administrativa: tecnologia e inovações. 2) O modo pelo qual a terceirização se opera.
  • 655.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.3 Terceirização O que não é Terceirização, (QUEIROZ, 1992): a)Usá-la como desculpa para desobrigar a empresa dos encargos sociais e legais ou reduzi-los; b) Usá-la para reduzir os benefícios concedidos as pessoas da organização; c) Demissão; e d) Redução salarial.
  • 656.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.3 Terceirização O que não é Terceirização, (QUEIROZ, 1992): .Terceirização imprópriabusca resultados estreitos como a redução de encargos ou pessoal; e .Terceirização ilegalbusca desvirtuar, a favor da empresa, as relações trabalhistas por intermédio de ação fraudulenta (fazê-la com pessoas da própria organização).
  • 657.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.3 Terceirização Benefícios, (CADERNOS IDC, 1999): a) Razões de ordem financeira: redução dos custos passíveis de enxugamento e economia na utilização dos recursos da empresa; b) Razões de ordem tecnológica: a contratada disponibiliza à contratante todas as inovações tecnológicas que surgem no mercado;
  • 658.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.3 Terceirização Benefícios: c) Razões competitivas: a empresa que adere ao outsourcing torna-se mais ágil concentrado-se nas questões realmente significativas; d) Excelência operacional: concentração no essencial à evolução competitiva da empresa sem abrir mão da qualidade nas atividades contratualmente delegadas; e
  • 659.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.3 Terceirização Benefícios: e) Competência no negócio: a procura de maior competência no negócio, mais do que justifica a entrega de funções de apoio que pouco ou nenhuma intimidade têm com os negócios da empresa caracterizando o mais forte benefício.
  • 660.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT) .Após a Segunda Grande Guerraos japoneses (e americanos) reavaliaram e questionaram a tolerância para com o erro; .Magia? Nãoeles conheceram e implementaram os princípios da gestão pela qualidade total, cuja sigla é GQT;
  • 661.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT) .Conseqüências -Reestruturação da indústria japonesa que de precária, imitadora e de fama bastante duvidosa passou a sinônimo de garantia de produtos com alto padrão de performance; e -Transformou-se em potência econômica graças à força e agressividade de suas exportações, conquistando mercados inimagináveis.
  • 662.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT) . Busca incessantemente o zero defeito; -A idéia de se encantar os clientes como estratégia de manutenção de liderança ou de competitividade; e -Oferecer, sempre que possível, algo inusitado aos consumidores, mesmo considerando-se os dias atuais.
  • 663.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT) “Forma de gestão que começa com o comprometimento da alta direção da organização, atinge e requer a participação de todos os componentes da mesma, utiliza o conhecimento e o aprimoramento contínuo dos processos de trabalho, incentiva e aplica o trabalho em equipe” (VASQUES, 2004).
  • 664.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT) O que representa a Gestão pela Qualidade Total: .Qualidadeperfeição, excelência e satisfação; .Falconi (1990)objetivação pela satisfação do cliente; .Paladini (1990)forma de sobrevivência empresarial; .Carlzon (1994)uma empresa deve ser dirigida pelo cliente; e
  • 665.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT) O que representa a GQT, (cont.): .Barros (1996)Qualidade objetiva (cumprimento de normas e procedimentos de fabricação pré-estabelecidos); e Qualidade subjetiva (atendimento das necessidades e expectativas do cliente em relação ao produto ou serviço que adquire).
  • 666.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT) Encantando os clientes: .Lutar semprepara atender as expectativas e necessidades dos clientes; oferecer plus (algo mais) da qualidade (BARROS, 1996);
  • 667.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT) Encantando os clientes: .O oferecimento de algo encantador eleva a companhia a um estado diferenciado de comprometimento com a filosofia da qualidade: o estado que vai acima da superação das expectativas; e
  • 668.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT) Encantando os clientes: .Contudo, esta superação não significa excesso na qualidade, o que seria sinônimo de desperdício, pois incrementaria custos e poderia nem sequer ser percebido pelo cliente.
  • 669.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT) Não ao retrabalho, ao desperdício: .Conway (1996)considera a qualidade como uma estratégia gerencial apoiada nos conceitos de trabalho e desperdício;
  • 670.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT) .Não ao retrabalho, ao desperdício: .Desperdício: De material, capital, tempo e talento das pessoas; quando eliminado, resta apenas trabalho que agrega valor para o cliente; e ocorre do desempenho errado das funções obrigando à revisão, ou seja, ao retrabalho.
  • 671.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT) Sensibilização das pessoas da organização: .Como imaginar gestão pela qualidade total sem o esforço das pessoas que compõe o quadro social de uma empresa? .Barros (1992)considera as pessoas um dos pilares da GQT e afirma que a a palavra-chave é motivação;
  • 672.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT) Sensibilização: .Conceitos, princípios e fundamentos devem ser conhecidos, de modo que cada um perceba a essência e importância de seu papel (BARROS, 1992);
  • 673.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT) Sensibilização: .Elementos de uma boa administração de pessoal em programas de qualidade, (Hodgetts & Azevedo, 1994): a) autoridade para as pessoas: deixar que eles resolvam os problemas, desde os mais corriqueiros até os mais complexos; e
  • 674.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT) Sensibilização: .Elementos, (cont.) b) reconhecimento e prêmios para as pessoas: reconhecimento das ações positivas por intermédio de premiações, menções honrosas e ações semelhantes contribui para a motivação e esforço.
  • 675.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.4 Gestão pela Qualidade Total (GQT) Continuidade: .Qualidade é um compromisso para sempre; .A melhoria contínua deve ser um objetivo; e .A GQT está alicerçada nas pessoas e no esforço dos gestores.
  • 676.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.5 Benchmarking .Premissaé imperativo explorar, analisar e compreender as soluções que uma empresa elaborou para vencer questões críticas relativas ao seu próprio desempenho organizacional; .Conduz a excelência utilizando-se de procedimentos de investigação, reunindo e adaptando as respostas encontradas;
  • 677.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.5 Benchmarking .Xerox Corporation, cunhou o termo e criou algumas idéias e objetivos com extrema propriedade; .Existe, ao menos, desde a época de Frederick Winslow Taylor, quando da aplicação do método científico às práticas industriais;
  • 678.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.5 Benchmarking .Esteve presente no período pós-segunda guerra, quando os japoneses começaram a investir na análise e reprodução de padrões norte-americanos; .É importanteque as empresas saibam responder a um ambiente externo cada vez mais intenso, mutável, intranqüilo e turbulento;
  • 679.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.5 Benchmarking .Uma tecnologia séria capaz de alertar contra problemas e identificar claramente oportunidades (INDE, 2000); .Aprender com os outros o que eles fazem de melhor e porquê fazem tão bem e, depois, tentar fazer melhor;
  • 680.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.5 Benchmarking “Prima pelo objetivo de inspirar gestores e o pessoal da organização, expondo seus pontos de vista a alternativas diferentes daquelas que normalmente visualizariam influenciados pela própria lógica das práticas da organização em que se encontram”.
  • 681.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.5 Benchmarking .Camp (1993), considerado o “pai do Benchmarking”, diz que a essência da tecnologia reside nos ensinamentos de Sun Tzu e na palavra de origem japonesa dantotsu; .Dantotsu“ser o melhor dos melhores”;
  • 682.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.5 Benchmarking .Explorando as idéias de Sun Tzu: “O conhecimento sobre si mesmo e sobre o inimigo é capaz de garantir a vitória de cem batalhas”.
  • 683.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.5 Benchmarking Tipologia, (CAMP, 1993): .Benchmarking interno: caracteriza-se pelo uso da tecnologia de sorte a pesquisar, dentro da própria organização, cujas práticas tenham se revelado as melhores;
  • 684.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.5 Benchmarking Tipologia: .Benchmarking competitivo: prima pela investigação voltada para os concorrentes diretos dos produtos de uma empresa; .Benchmarking funcional: identifica líderes em funções, quaisquer que sejam os ramos de atuação em que se encontram; e
  • 685.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.5 Benchmarking Tipologia: .Benchmarking genérico: identifica o melhor no que quer que seja, onde quer que esteja, nesta modalidade não há limitações, simplesmente busca-se o melhor.
  • 686.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.6 Aprendizagem Organizacional . Learning organizations; .Voltada para a análise, participação, rompimento com barreiras tradicionais de gestão e para o raciocínio sistêmico; e . Postura de alta flexibilidade.
  • 687.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.6 Aprendizagem Organizacional “Leis que regem o aprendizado organizacional” (SENGE, 1990): - Lei 1 – Os problemas de hoje provêem das soluções de ontem: as causas de nossos problemas no presente residem em soluções dadas a outros problemas no passado;
  • 688.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.6 Aprendizagem Organizacional “Leis que regem o aprendizado organizacional” (SENGE, 1990): - Lei 2 – Quanto mais se insiste, mais o sistema resiste: quanto mais se insiste em determinada solução, mais as coisas pioram, a cada solução dada a um problema, existe uma contrapartida do sistema;
  • 689.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.6 Aprendizagem Organizacional “Leis que regem o aprendizado organizacional” (SENGE, 1990): - Lei 3 – O comportamento piora antes de melhorar: o fato das soluções adotadas não surtirem efeito imediatamente, não significa que não surtirão efeito algum, mas sim em médio e longo prazo;
  • 690.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.6 Aprendizagem Organizacional “Leis que regem o aprendizado organizacional” (SENGE, 1990): - Lei 4 – A saída fácil geralmente conduz à porta de entrada: somos tentados a aplicar soluções fáceis e conhecidas para os problemas, gostamos de usar aquilo que conhecemos melhor;
  • 691.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.6 Aprendizagem Organizacional “Leis que regem o aprendizado organizacional” (SENGE, 1990): - Lei 5 – A cura pode ser pior que a doença: a solução fácil mencionada nem sempre é eficaz e, também, pode criar dependência a longo prazo;
  • 692.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.6 Aprendizagem Organizacional “Leis que regem o aprendizado organizacional” (SENGE, 1990): - Lei 6 – Mais rápido significa mais devagar: tudo possui um ritmo próprio que não responde a pressões excessivas as quais forcem sua velocidade;
  • 693.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.6 Aprendizagem Organizacional “Leis que regem o aprendizado organizacional” (SENGE, 1990): - Lei 7 – Causa e efeito não estão intimamente relacionados no tempo e no espaço: pensar em termos lineares, simplistas, é uma forma limitada na identificação de problemas;
  • 694.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.6 Aprendizagem Organizacional “Leis que regem o aprendizado organizacional” (SENGE, 1990): - Lei 8 – Pequenas mudanças podem produzir grandes resultados, mas as áreas de maior alavancagem são geralmente as menos evidentes: “princípio de alavancagem”;
  • 695.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.6 Aprendizagem Organizacional “Leis que regem o aprendizado organizacional” (SENGE, 1990): - Lei 9 – Pode-se assobiar e chupar cana ao mesmo tempo: as escolhas, por mais riscos que apresentem num determinado momento, não implicam no abandono de outras questões importantes;
  • 696.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.6 Aprendizagem Organizacional “Leis que regem o aprendizado organizacional” (SENGE, 1990): - Lei 10 – Dividir um elefante ao meio não produz dois elefantes pequenos: é preciso levar em consideração as interações que ocorrem dentro do todo; e
  • 697.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.6 Aprendizagem Organizacional “Leis que regem o aprendizado organizacional” (SENGE, 1990): - Lei 11 – Não existem culpados: nossa tendência é culpar alguém de fora (ambiente ou outra unidade), mas nossos problemas e suas causas fazem parte de um único sistema pelo qual somos responsáveis.
  • 698.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment .As pessoas representam a força motriz que impulsiona a organização rumo a realização de seus objetivos e ao desempenho de excelência; .É o capital intelectual e criativo das pessoas que gera lucros, aproveitamento de oportunidades, conquistas de mercados e clientes, enfim, que garante a sobrevivência das empresas;
  • 699.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment .A tecnologia revela-se como recente e revolucionária à disposição dos gestores quando da procura por um modelo mais adequado à gestão de pessoas; .Baseando-se na certeza de que a motivação genuína é capaz de conduzir pessoas a resultados excepcionais e, também, na absoluta necessidade de se conceder autoridade e responsabilidade;
  • 700.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment .Na aplicação desta tecnologia o sexo feminino deve se destacar, a conhecida sensibilidade feminina terá relevância, sem dúvida; e .Coaching e Mentoring.
  • 701.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment “Criação ou o fortalecimento do poder decisório nas mãos das pessoas da organização. Pretende-se conceder às pessoas, oportunidades de participar ativamente do processo de tomada de decisão”.
  • 702.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment .Pilares sobre os quais deve se assentar o conceito, (DORSEY, 2000): 1)Visão do futuro: desejar, imaginar o amanhã ideal e lutar por isso;
  • 703.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment .Pilares sobre os quais deve se assentar o conceito, (DORSEY, 2000): 2)Assumir o poder: acreditar que todos podem contribuir para a melhoria, que todos podem ajudar na construção desse futuro; e
  • 704.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment .Pilares sobre os quais deve se assentar o conceito, (DORSEY, 2000): 3) Apropriar-se: no sentido de sentir-se responsável por tudo que diga respeito às metas traçadas.
  • 705.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment Por quê as organizações devem promover o Empowerment? .As organizações necessitam de instrumentos que lhes garantam a sobrevivência num mercado de extrema competitividade;
  • 706.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment Por quê as organizações devem promover o Empowerment? .Permite que o time de gestores fique livre para o desenvolvimento de novas ações que inclui, inclusive, novas oportunidades de negócio;
  • 707.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment Por quê as organizações devem promover o Empowerment? .Opção alicerçada ou proveniente de duas posturas possíveis e distintas na gestão de pessoas: postura do cumprimento de ordens e postura do uso do próprio discernimento, (MILLS, 1996).
  • 708.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment Por quê as organizações devem promover o Empowerment? .Postura do cumprimento de ordens (MILLS, 1996). a) Certeza de que somente a empresa está certa: se pudesse, sem margens de erro, saber que decisões tomar, não passaria por crises;
  • 709.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment Por quê as organizações devem promover o Empowerment? . Postura do cumprimento de ordens (MILLS, 1996). b) A empresa conhece melhor do que ninguém o que o cliente/consumidor deseja: não se pode imaginar conhecer os clientes com extrema precisão;
  • 710.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment Por quê as organizações devem promover o Empowerment? . Postura do cumprimento de ordens (MILLS, 1996). c) As pessoas da organização fazem parte de um plano: é necessário permitir às pessoas a chance para opiniões, discussões ou contribuições;
  • 711.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment Por quê as organizações devem promover o Empowerment? . Postura do cumprimento de ordens (MILLS, 1996). d) Cumprir ordens é o que a empresa espera do corpo funcional: eliminar a visão estreita em relação ao potencial dos colaboradores; e
  • 712.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment Por quê as organizações devem promover o Empowerment? . Postura do cumprimento de ordens (MILLS, 1996). e)Proteção da posição funcional: o comportamento da administração superior das organizações, leva as pessoas ao receio da exposição de suas ações.
  • 713.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment Por quê as organizações devem promover o Empowerment? .Postura do uso do próprio discernimento (MILLS, 1996). a) Melhor forma de se realizar a missão: pessoas energizadas avaliam vivências confrontando-as com seus conhecimentos e experiências;
  • 714.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment Por quê as organizações devem promover o Empowerment? .Postura do uso do próprio discernimento (MILLS, 1996). b) Melhor informação: o nível de qualidade das informações circulantes aumenta sensivelmente; e
  • 715.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment Por quê as organizações devem promover o Empowerment? .Postura do uso do próprio discernimento (MILLS, 1996). c) Isso é realmente o que a empresa espera dos seu quadro funcional: a empresa quer pessoas dedicadas e comprometidas com suas metas.
  • 716.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment Requisitos: .Condições que caracterizam o comprometimento com a tecnologia, (MILLS, 1996): 1) Competência e experiência: pessoas competentes, habilidosas e experientes, podem oferecer contribuições valiosas;
  • 717.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment Requisitos: .Condições, (cont.): 2) Informações necessárias: não é concebível implementar a tecnologia em ambientes onde a circulação da informação seja restrita a alguns poucos níveis da empresa;
  • 718.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment Requisitos: .Condições, (cont.): 3) Recompensa adequada: uma organização que não reconhece o esforço de seu corpo social, despreza o tempo e trabalho que foram dedicados à organização;
  • 719.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment Requisitos: .Condições, (cont.): 4) Conhecimento da missão: pessoas energizadas precisam saber qual é a missão da empresa (onde, como, quando e porque suas decisões e ações podem impactar positivamente a realidade organizacional); e
  • 720.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment Requisitos: .Condições, (cont): 5) Tolerância a erros: se a empresa espera que as pessoas contribuam, sugiram, deve estar predisposta a aceitar algumas falhas.
  • 721.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment Requisitos, (DORSEY, ROCHA ASSOCIADOS, 2000): 1) Questionamento das premissas subjacentes ao modelo hierárquico tradicional, no qual a principal fonte de autoridade é o cargo;
  • 722.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment Requisitos, (DORSEY, ROCHA ASSOCIADOS, 2000): 2) Redirecionamento das funções de diretores e gestores, que devem abrir mão do controle excessivo sobre as pessoas para se ocuparem realmente da produção, otimização de resultados;
  • 723.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment Requisitos, (DORSEY, ROCHA ASSOCIADOS, 2000): 3) Incutir nas pessoas o desejo pela responsabilidade de seus próprios atos e o desejo por riscos e desafios que estimulem a capacidade criativa e habilidades decisórias;
  • 724.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment Requisitos, (DORSEY, ROCHA ASSOCIADOS, 2000): 4) Eliminação das decisões de cunho arbitrário e do trabalho sem significado que gera somente frustração, desânimo e sentimento de insegurança para as pessoas; e
  • 725.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment Requisitos, (DORSEY, ROCHA ASSOCIADOS, 2000): 5) Resgate dos valores que emprestam um sentido maior ao trabalho desenvolvido na empresa, ajustando, desta forma, o alinhamento entre as metas individuais e as metas da organização.
  • 726.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment Requisitos, (BLANCHARD, 1996): a) Um sistema de crenças da alta administração alicerçado na idéia do empoderamento das pessoas: isso porque se a cúpula superior não acreditar na tecnologia, nada será possível;
  • 727.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment Requisitos, (BLANCHARD, 1996): b) Garantias de que as pessoas entendem o que é empowerment: caso contrário, jamais poderão ter responsabilidades e assumir decisões;
  • 728.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment Requisitos, (BLANCHARD, 1996): c) Generalizar o compartilhamento de informações: uma organização onde apenas os gestores têm acesso às informações não combina com os seus propósitos mais nobres;
  • 729.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment Requisitos, (BLANCHARD, 1996): d) Autonomia com limites: as pessoas quando são apresentadas à tecnologia desconhecem o seu significado e, justamente por isso, precisam de procedimentos que as direcione, fornecendo diretrizes claras sobre os novos propósitos e valores; e
  • 730.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.7 Empowerment Requisitos, (BLANCHARD, 1996): e) Equipes autogerenciadas: é necessário substituir a hierarquia pelas chamadas equipes autogerenciadas, isto é, equipes dotadas de forte dose de autonomia e raro poder decisório.
  • 731.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.8 Open-book Management .Gestão com livro aberto; e .Há momentos em que é preciso total transparência do cotidiano da organização e, principalmente, nos dados contábeis-financeiros para que o quadro funcional se sinta, também, responsável pelo sucesso do negócio.
  • 732.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.8 Open-book Management Condicionantes para aplicação, (CASE, 2005): a) Clima organizacional: a organização deve promover um ambiente de plena confiança no que tange ao seu corpo funcional (extrema cooperação, confiança e estímulo);
  • 733.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.8 Open-book Management Condicionantes para aplicação, (CASE, 2005): b) Tecnologia da informação: a tecnologia da informação permitiu que as informações fossem disponibilizadas amplamente dentro das organizações;
  • 734.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.8 Open-book Management Condicionantes para aplicação, (CASE, 2005): c) Sistemas diferenciados de recompensa: não há como se falar em OBM se a organização não estiver predisposta a repartir o sucesso com seu pessoal (prever a possibilidade das pessoas possuírem ações da empresa); e
  • 735.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.8 Open-book Management Condicionantes para aplicação, (CASE, 2005): d) Disponibilizar os números importantes de fato: de nada adianta a empresa disponibilizar números que não sejam reflexo da situação real, é preciso que se vença o cinismo corporativo.
  • 736.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.8 Open-book Management Os sete erros, (CASE, 2001): 1) Liquidar a tendência das empresas que levam seu quadro funcional a se concentrar nos produtos antigos: e que dão boas margens de lucro, desprezando os mais recentes com margens mais baixas, que porém possuem grande potencial;
  • 737.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.8 Open-book Management Os sete erros, (CASE, 2001): 2) Saber identificar quais são os fatores críticos de fato para a organização: ex- um hoteleiro que, querendo aumentar os lucros, só se preocupava com os custos operacionais, quando o seu problema era o da taxa de ocupação. Ali estavam os fatores críticos;
  • 738.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.8 Open-book Management Os sete erros, (CASE, 2001): 3) Apoiar-se em informação errada: não é raro que dirigentes tenham determinada informação e por falha de origem ou má interpretação dão um tratamento equivocado, trazendo dificuldades de toda sorte para o seu negócio;
  • 739.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.8 Open-book Management Os sete erros, (CASE, 2001): 4) Lançar objetivos que ninguém na organização compreende: isso leva a um grau zero de colaboração da estrutura social, o ideal é utilizar sempre uma linguagem de fácil assimilação;
  • 740.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.8 Open-book Management Os sete erros, (CASE, 2001): 5) Esquecer os objetivos do negócio da empresa: lembrar que os números críticos só fazem sentido se apoiados nos objetivos do negócio lembrando qual a razão maior de a empresa estar produzindo aquele bem ou prestando determinado serviço;
  • 741.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.8 Open-book Management Os sete erros, (CASE, 2001): 6) Pesquise pontos fortes, mas também os fracos: essa é a melhor forma deles serem combatidos por todos na empresa. O que importa é trabalhar no sentido da minimização dessas falhas e eliminação; e
  • 742.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.8 Open-book Management Os sete erros, (CASE, 2001): 7) Saiba por onde não começar sua abordagem: não crie a abordagem de OBM simplesmente por criar ou porque a direção superior achou que era bom, é preciso entender as premissas desta abordagem.
  • 743.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.9 Gestão e Organização Horizontal .A estruturação das organizações baseada na hierarquia é uma conquista dos primeiros tempos dos estudos que geraram a chamada administração científica; e .Tanto Frederick Winslow Taylor, como Henri Fayol pensavam numa escala hierárquica do maior para o menor poder decisório. E assim foi ao longo do século XX.
  • 744.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.9 Gestão e Organização Horizontal .Características da organização convencional: - na base: um número proporcionalmente maior de unidades que os níveis superiores, à medida que subimos rumo ao topo, nota-se a diminuição do número de unidades e de pessoas; e - concentração de informações.
  • 745.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.9 Gestão e Organização Horizontal .Essa configuração favorece a concentração de poder nas mãos de poucos e com justificada razão, pois nesse número menor de unidades estariam concentradas as pessoas com maior saber e maior competência.
  • 746.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.9 Gestão e Organização Horizontal .Organograma Reflete a cadeia de responsabilidades; Há quem afirme que tenha origem militar; e Dessa forma, ficava rigorosamente claro quem era superior a quem na organização.
  • 747.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.9 Gestão e Organização Horizontal .Reduzir os níveis hierárquicos existentes na empresa, de modo que todos os empregados possam ficar mais próximo da clientela; .Assim, eleva o nível de comprometimento e responsabilização das pessoas da organização, tornando- as parte ativa de todo o processo; e
  • 748.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.9 Gestão e Organização Horizontal .Além de viabilizar movimentação decisória restrita a poucos níveis hierárquicos (BARNEVIK & MOSS KANTER, 1994).
  • 749.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.9 Gestão e Organização Horizontal “A idéia é, incluir muitas pessoas nos processos de tomada de decisões, fazendo com que todos se interessem pelos mais variados processos que terminam por levar ao atingimento dos objetivos da empresa” (DINAMICASIST, 2001).
  • 750.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.9 Gestão e Organização Horizontal .Estabelece laços fortes de unidade e confiança entre as pessoas que trabalham na empresa, direcionando-as com alguma harmonia, às metas organizacionais (site: ALTIOR, 2001).
  • 751.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.9 Gestão e Organização Horizontal Ruídos na estrutura hierárquica: .É comum existir as seguintes situações, (WHITAKER (2001): a) A base não consegue passar adiante, até os altos cargos diretivos, informações por vezes vitais para a saúde empresarial; e b) O topo não consegue tornar suas ordens e instruções inteligíveis para a base.
  • 752.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.9 Gestão e Organização Horizontal Ruídos na estrutura hierárquica: .Organização horizontal Livre circulação da informação; e Aproximação da força de trabalho.
  • 753.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.9 Gestão e Organização Horizontal A organização e a gestão horizontal no Brasil: .O comportamento do brasileiro é muito flexível com relação ao próximo e menos preocupado em seguir procedimentos pré-estabelecidos;
  • 754.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.9 Gestão e Organização Horizontal A organização e a gestão horizontal no Brasil: .O termo “jeitinho brasileiro” demonstra a qualidade do brasileiro que busca, sempre, uma nova maneira de fazer o que se deve fazer nas organizações, ou mesmo em seu meio social; e
  • 755.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.9 Gestão e Organização Horizontal A organização e a gestão horizontal no Brasil: .Esse “jeitinho brasileiro” vai acelerar a fixação de novos caminhos para a gestão das empresas no Brasil (a tecnologia da informação, intranet, e-mail).
  • 756.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.10 Reengenharia .A reengenharia talvez seja a tecnologia mais dramática e, por isso mesmo, a mais discutida; .No Brasil, sua imagem de tecnologia moderna mal chegou ao primeiro ano, pois fora tratada pela literatura como tecnologia direcionada a redução de quadros; .Propunha a inovação e o desapego às tradicionais formas de gestão que ainda hoje dominam os meios empresariais;
  • 757.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.10 Reengenharia .James Champy e Michael Hammer são seus dois líderes e responsáveis diretos pela formulação de suas bases conceituais; .É válida na medida que seus pressupostos alertam a administração superior quanto à essencialidade de uma abordagem racional e analítica sobre a verdadeira unidade capaz de agregar valor real para o cliente: o processo de trabalho;
  • 758.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.10 Reengenharia .É nosso dever profissional defender a tecnologia por ser rigorosamente possível a sua aplicação no Brasil e qualquer que seja o tamanho da empresa; .Reengenharia seria como ter a sua frente uma folha de papel em branco para ser preenchida com ... um novo organograma, ou seja, a representação gráfica de uma nova organização;
  • 759.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.10 Reengenharia .Ela rejeita a sabedoria convencional e as tradições herdadas do passado, para engendrar algo completamente diferente; e .O repensar fundamental e a reestruturação radical dos processos empresariais que visam alcançar drásticas melhorias em indicadores críticos e contemporâneos de desempenho (custos, qualidade, atendimento e velocidade), (CHAMPY E HAMMER, 1994).
  • 760.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.10 Reengenharia .Palavras-chave: -Fundamental: a reengenharia é o repensar fundamental porque agora, muito mais do que nunca, as organizações precisam de visão evolucionária;
  • 761.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.10 Reengenharia .Palavras-chave, (cont.): -Radical: se trata de uma tecnologia que procura ir à raiz dos problemas, evitando, desta forma, a introdução de mudanças superficiais ou a convivência com o que já existia;
  • 762.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.10 Reengenharia .Palavras-chave, (cont.): -Drástica: a reengenharia não pretende melhorias marginais ou em pequenos volumes, quantidades e efeitos. A reengenharia foi idealizada para empresas que queiram dar saltos de 1.000%; e
  • 763.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.10 Reengenharia .Palavras-chave, (cont.): -Processos: preocupar-se com os processos organizacionais (agrupamento seqüencial de passos ou atividades e inputs) porque sobre eles repousa sua finalidade.
  • 764.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.10 Reengenharia O que não é reengenharia: -Downsizing e reestruturação: reengenharia não é sinônimo de downsizing ou reestruturação, estes termos propõem a redução de níveis hierárquicos (e, conseqüente, redução de pessoas);
  • 765.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.10 Reengenharia O que não é reengenharia, (cont.): -Reorganização, des-hierarquização, nivelamento: estas ações estão preocupadas com os problemas organizacionais relativos à estrutura, já a reengenharia, preocupa-se, essencialmente, com processos;
  • 766.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.10 Reengenharia O que não é reengenharia, (cont.): -Automação: embora a reengenharia se sirva da tecnologia da informação como instrumental crítico na busca de suas metas, jamais pode ser confundida com a simples implantação de novos meios tecnológicos; e
  • 767.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.10 Reengenharia O que não é reengenharia, (cont.): -Gestão pela qualidade total: enquanto a GQT procura introduzir mudanças graduais por intermédio da melhoria contínua, a reengenharia visa a mudanças radicais, revolucionárias por substituição dos antigos processos por novos.
  • 768.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.11 Gestão e Organização Reversa Engenharia reversa: .O Japão, em décadas passadas, usou a engenharia reversa para desvelar e aprimorar tecnologias importadas, transformando-as então numa referência paradigmática para o resto do mundo (UNICAMP, 1999);
  • 769.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.11 Gestão e Organização Reversa Engenharia reversa: .Quem não lembra dos produtos japoneses dos anos 50 e 60? E dos produtos japoneses das últimas décadas? .A engenharia reversa permitiu em pouco tempo a transformação da imagem nada boa dos produtos made in Japan. Hoje, ninguém discute a qualidade dos produtos japoneses.
  • 770.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.11 Gestão e Organização Reversa Engenharia reversa: “Um processo onde um produto é desmontado até a completa separação das peças e, assim, compreenda-se todo o processo de fabricação” (BEHRENS E LEVARY, 1998).
  • 771.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.11 Gestão e Organização Reversa Engenharia reversa: .Exemplos: DVD, NAPSTER; e .Hoje, a engenharia reversa é largamente praticada na informática e proibida em muitos países (proliferação dos hackers).
  • 772.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.11 Gestão e Organização Reversa Características: -Comunicação da administração superior: é fundamental que as chefias de todos os níveis tenham conhecimento e a dimensão exata da nova abordagem;
  • 773.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.11 Gestão e Organização Reversa Características, (cont.): -Minimização da cadeia hierárquica: as tecnologias contemporâneas têm seguidamente dado uma importância relativa ao comando, via chefias, gestores (pessoas diretamente envolvidas na área problema) etc;
  • 774.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.11 Gestão e Organização Reversa Características, (cont.): -Estudos e análises personalizadas: ou seja, cada caso é um caso; -Relação interpessoal: o corpo funcional terá condições de mediar, avaliar, conhecer fatos e participar nos procedimentos de mudança;
  • 775.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.11 Gestão e Organização Reversa Características, (cont.): -Utilização intensa dos meios eletrônicos: as facilidades do mundo moderno, viabilizam análises e estudos na medida que a relação entre pessoas é estimulada pelo crescente uso da tecnologia da informação;
  • 776.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.11 Gestão e Organização Reversa Características, (cont.): -Reunião semanal com as pessoas diretamente envolvidas: num dado dia da semana o gestor realizará reunião com as pessoas envolvidas e será, então, feita avaliação dos vários processos; e
  • 777.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.11 Gestão e Organização Reversa Características, (cont.): -A reversibilidade é irreversível: em momento algum é permitido ao estudioso de uma dada situação desistir do objetivo maior da nova abordagem, tem de ir até o fim.
  • 778.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.12 Balanced Scorecard (BSC) .Criado por Robert Kaplan e David Norton em 1992; .Alguns pontos da organização possuem grande dificuldade para a sua avaliação, por serem estes, subjetivos, é neste ponto onde o Balanced Scorecard irá atuar;
  • 779.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.12 Balanced Scorecard (BSC) .O Balanced Scorecard é uma tecnologia considerada recente pelo fato de ter menos de 10 anos de mercado e em torno de 5 anos de utilização no Brasil; .No Brasil, “atualmente, apenas 50 a 60 das 100 maiores empresas utilizam a abordagem, no mesmo período estima-se que nos Estados Unidos a tecnologia já esteja sendo utilizado pelas 100 maiores empresas do país” (site: IADI, 2004); e
  • 780.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.12 Balanced Scorecard (BSC) .É um sistema de gerenciamento de performance empresarial e pessoal: a sigla BSC traduzida significa “Indicadores Balanceados de Desempenho” (site: SOFT EXPERT, 2004).
  • 781.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.12 Balanced Scorecard (BSC) “Nova filosofia de gestão empresarial que a partir de uma visão objetiva descreve, implementa e gerencia estratégias em forma de planejamento integrado e balanceado” (site: INTERACT 2000, 2004).
  • 782.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.12 Balanced Scorecard (BSC) Características: -Aprendizagem e Crescimento: neste item trabalha-se toda a parte referente as pessoas necessárias para a procura da excelência na organização, peças chave para o sucesso;
  • 783.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.12 Balanced Scorecard (BSC) Características: -Processos (críticos) Internos: esta perspectiva se refere às atividades fins da organização, ou seja, aos procedimentos essenciais ou processos críticos internos para a sua sobrevivência;
  • 784.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.12 Balanced Scorecard (BSC) Características: -Pessoas (clientes, consumidores): a preocupação deve girar em torno de satisfazer as necessidades de seus clientes, sejam eles internos ou externos; e
  • 785.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.12 Balanced Scorecard (BSC) Características: -Financeira: perspectiva tradicional e bastante objetiva e visa medir e avaliar resultados sob o ângulo, essencialmente, financeiro.
  • 786.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.13 Coaching .“Processo utilizado pela liderança quando se quer melhorar o comportamento no trabalho ou perfil do colaborador” (BROCATO, 2003); .Forma de obter os resultados esperados desenvolvendo as habilidades dos componentes de uma equipe e desta como um todo;
  • 787.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.13 Coaching “Atividade de aconselhamento ao executivo profissional visando orientar e otimizar o desenvolvimento de sua carreira, à luz dos anseios pessoais, aptidões e mapeamento das suas características e necessidades de aprimoramento” (EDUCAR MAIS, 2003);
  • 788.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.13 Coaching -Aconselhamento: não se trata de ordens, determinações. São conselhos, ou seja, propostas para seguir a melhor trajetória, o melhor caminho; ao invés de mandar o coach sugere, sempre;
  • 789.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.13 Coaching -Orientar: não é supervisionar, e muito menos fazer a tarefa pela pessoa. Ao contrário, a idéia é de ensiná-la como fazer, guiá-la, mostram-se caminhos e deixa-se a pessoa seguir o que ela julga ser a melhor das opções;
  • 790.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.13 Coaching -Otimizar: buscar a excelência do desenvolvimento da carreira, em função executiva ou até mesmo, no caso de ação empreendedora, no menor espaço de tempo e da forma mais simples possível;
  • 791.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.13 Coaching -Anseios pessoais: preocupação em saber o que a pessoa da organização busca, o que ela deseja, quais as suas vontades, onde ela quer chegar; -Aptidões: busca pelas potenciais competências essenciais de cada pessoa da organização, pois como desenvolver em alguém algo que a pessoa não possui, nem mesmo algum potencial?;
  • 792.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.13 Coaching -Mapeamento das suas características: vista a importância de se saber as aptidões cabe listar, mapear as características da estrutura social da organização; e -Necessidades de aprimoramento: depois de listadas e mapeadas as características, deve-se descobrir quais as mais ou menos desenvolvidas de forma a poder executar o Coaching de uma maneira eficaz e eficiente.
  • 793.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.13 Coaching “O professor, (ou coach, ou treinador) informa, motiva, guia, inspira e apóia o treinando, no sentido de fazer mudanças entendidas como necessárias, fazer planejamento estratégico, aperfeiçoar sua função cognitiva, alcançar objetivos ou simplesmente, viver melhor!” (site: VCM, 2003).
  • 794.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.13 Coaching O que é e o que não é Coaching: -Treinamento, onde é comum habilidades e competências pessoais, não específicas do treinamento que está sendo ministrado, não serem levadas em consideração; -Gerenciamento, ou seja, não acontece visando ao simples direcionamento e otimização de recursos para atingir um dado objetivo; e
  • 795.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.13 Coaching O que é e o que não é Coaching: -Liderança, o coach ajuda as pessoas como um líder, mas a diferença está no fato de que ele fica num segundo plano, nos bastidores, enquanto a pessoa por ele ajudada recebe os méritos pelo trabalho.
  • 796.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.13 Coaching O que é e o que não é Coaching: .O coach não pode ser umtutor que detém direitos e responsabilidades sobre a pessoa; e instrutor que realiza treinamentos específicos e aumenta determinada capacidade funcional.
  • 797.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.13 Coaching Vantagens: -Facilita o gerenciamento do desempenho pessoal, tanto para a pessoa como para a organização; -Promove a formação e aperfeiçoamento de competências; -Promove a busca por melhores resultados;
  • 798.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.13 Coaching Vantagens, (cont.): -Promove o desenvolvimento integrado (pessoal e profissional) das pessoas da organização e na organização; -Promove o fortalecimento da confiança, via parceria; e - Auxilia nos aspectos que geram motivações nos treinandos.
  • 799.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.13 Coaching Aplicação: -Quando há conflitos de valores e papéis: ajuda as equipes a estabelecerem relacionamentos pessoais que funcionem como aglutinadores e não separadores de pessoas e seus papéis;
  • 800.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.13 Coaching Aplicação, (cont.): -Quando há conflitos de natureza pessoal: pode “ajudar as pessoas a alcançar uma vida mais feliz, serena, criativa, plena e equilibrada” (site: VCM, 2003), dentro e subsidiariamente fora da empresa;
  • 801.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.13 Coaching Aplicação, (cont.): -Quando há situações críticas de toda ordem nos processos decisórios da empresa; e -Quando há questionamentos variados sobre o desenvolvimento das pessoas.
  • 802.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.13 Coaching Etapas de um processo de coaching: 1a ETAPA – Estabelecendo uma relação sólida entre o coach e o seu orientado: Sensibilização; Mapear as características da(s) pessoa(s) a ser(em) treinada(s) (pontos fortes e fracos);
  • 803.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.13 Coaching Etapas de um processo de coaching: 1a ETAPA (cont.): Incentivar o treinando a avaliar as suas próprias características; Esclarecer que ele, coach, é um parceiro; e Incentivar a troca (processo de feedback).
  • 804.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.13 Coaching Etapas de um processo de coaching: 2a ETAPA – Montando o futuro do treinando: Como um orientador, o coach, treinador, vai ajudar a pessoa a montar o seu futuro com desafios possíveis de serem alcançados.
  • 805.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.13 Coaching Etapas de um processo de coaching: 3a ETAPA – Revisando a bagagem de mão: Os valores, atitudes, padrões de comportamento, experiência serão revistos a fim de se alcançar o futuro planejado.
  • 806.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.13 Coaching Etapas de um processo de coaching: 4ª ETAPA – Traçando o plano de ação Planejar como o futuro projetado será alcançado através do Plano de Ação (visualizar o ponto onde queremos chegar).
  • 807.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.13 Coaching Mentoring: .Além das ações do coach, o mentor tem a competência em descobrir talentos e com eles cuidar com extrema profundidade dos crescimentos pessoal e profissional;
  • 808.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.13 Coaching Diferenças entre coaching e mentoring: .Comportamentos sugeridos às pessoas envolvidas com coaches (treinadores(as) e mentors (mentores), (KLEIN E NAPIER, 2003): Sinceridade: peça sempre opinião ao coach e você terá sempre a verdade de forma direta. Se você não pedir a terá de qualquer maneira;
  • 809.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.13 Coaching Diferenças entre coaching e mentoring: .Comportamentos, (cont.): Propósito: ter um propósito é um permanente jogo de reflexões sobre você, onde ganhar ou perder uma partida qualquer fará parte das reflexões sobre você; Vontade: nunca desistir, nunca. Compromisso é mais do que doutrinação, não é apenas uma vontade a mais;
  • 810.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.13 Coaching Diferenças entre coaching e mentoring: .Comportamentos, (cont.): Rigor: regras existem e devem ser obedecidas, nos dias de hoje é comum regras serem ignoradas, faz parte da quebra de paradigmas, mas há limites; e Riscos: correr riscos tem relação direta com a sua vontade de ver a sua equipe vencer, mas riscos têm limites, o difícil é saber exatamente o limite.
  • 811.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.14 Governança Corporativa .Conselho de Administração, Conselho Consultivo, Colégio de diretores, comitê de alto nível são unidades encontradas na maioria das organizações brasileiras; .Na governança corporativa existe uma relação direta entre a administração superior, os vários conselhos, principalmente, os de natureza deliberativa e as auditorias independentes;
  • 812.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.14 Governança Corporativa .Para o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa o conceito seria: “é o sistema que assegura aos sócios- proprietários o governo estratégico da empresa e a efetiva monitoração da diretoria executiva”;
  • 813.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.14 Governança Corporativa .A relação entre propriedade e gestão se dá por intermédio do conselho de administração, a auditoria independente e o conselho fiscal, instrumentos fundamentais para o exercício do controle;
  • 814.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.14 Governança Corporativa .A boa governança assegura aos sócios eqüidade, transparência, responsabilidade pelos resultados e obediência às leis do país; e .Têm a finalidade de aumentar o valor da sociedade, facilitar seu acesso ao capital e contribuir para a sua perenidade.
  • 815.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.14 Governança Corporativa Governança Corporativa no Brasil: .No Brasil uma das razões mais fortes para o seu crescimento foi a participação cada vez mais crescente dos fundos de pensão nas empresas brasileiras;
  • 816.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.14 Governança Corporativa Governança Corporativa no Brasil: .“A dispersão do capital está exigindo direcionamento estratégico das empresas a ser exercido por um board (conselho) transparente e independente, em nome dos acionistas” (RODRIGUES; MENDES, 2004);
  • 817.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.14 Governança Corporativa Governança Corporativa no Brasil: .Ainda não se pode afirmar que a governança é parte integrante da gestão e monitoramento dos negócios das nossas empresas maiores;
  • 818.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.14 Governança Corporativa Governança Corporativa no Brasil: .A formação de alguns conselhos no Brasil carece de competência técnica e, por via de conseqüência, sem condições para conversar de igual para igual com os envolvidos na governança corporativa;
  • 819.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.14 Governança Corporativa Governança Corporativa no Brasil: .Razões que poderiam dificultar a permanência da governança corporativa no Brasil, (ANDRADE E ROSSETTI, 2004): Por ser ainda recente: o termo é recente, tendo sido utilizado em 1991;
  • 820.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.14 Governança Corporativa Governança Corporativa no Brasil: .Razões, (cont.): Pela sua abrangência: questões financeiras, questões de oportunidades e questões de cunho estratégico tornando complexa a sua ação (conflitos de jurisdição e constrangimentos); e
  • 821.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.14 Governança Corporativa Governança Corporativa no Brasil: .Razões, (cont.): Pela diversidade de modelos: a abrangência mencionada ano item anterior conduz a variedade de modelos conducentes à operações as mais variadas dentro da governança.
  • 822.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.14 Governança Corporativa Atividades da Governança Corporativa:
  • 823.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 A expressiva contribuição da teoria das organizações 9.15 Enfim...
  • 824.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 Quick case - A administração do shopping center localizado num município importante do interior paulista resolveu desenvolver um amplo estudo organizacional que incluía uma análise detalhada dos muitos processos críticos. Para tanto, reuniu os cinco gestores no sentido de definir qual seria a melhor tecnologia de gestão organizacional a ser aplicada. Terminada a reunião Luis Gonçalves, o superintendente do shopping, tinha em suas mãos duas posições: aplicar a Gestão pela Qualidade Total (GQT) ou a Reengenharia.
  • 825.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 Quick case (cont.) - Chegando em casa comentou com a sua esposa, Jerusa, que é formada em administração e já possui o título de mestre. Jerusa foi enfática: “GQT é o caminho!”. Luis, não convencido de sua posição, contra argumentou dizendo que havia evidencias de comportamentos inadequados e de competências duvidosas. Ademais, a estrutura organizacional dá sinais de franco declínio. A estrutura hierárquica engessa a administração do shopping não sendo possível em pouco tempo atender as demandas dos lojistas. Jerusa, ainda assim, considerava que GQT era o caminho. E você, o que pensa? Qual o melhor caminho a seguir?
  • 826.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 Estudo de caso Cordélia, Elci, Gisele, Janete, Joel, Jorge e Karla fazem parte do grupo de estudo da faculdade e receberam uma tarefa do professor de gestão de pessoas: apontar qual a melhor tecnologia de gestão organizacional, considerando a própria faculdade como um campo específico de estudo. O professor apontou algumas falhas com o propósito de facilitar a análise e escolha da melhor tecnologia. E assim apontou:
  • 827.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 Estudo de caso (cont.) -filas constantes na secretaria escolar, principalmente nos horários de entrada e intervalos de aula: -demora na entrega de histórico escolar; -demora na confirmação de abonos de faltas; -uma certa dificuldade para falar com os professores; -atendimento de balcão deficiente com informações imprecisas; -a coordenação não tem horário determinado para atendimento; -a reprodução de material didático é lenta e as máquinas estão sempre com problemas;
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 Estudo de caso (cont.) -não há ninguém na direção da faculdade, após as 19 horas; -salas de aula com iluminação deficiente; -computadores e projetores em funcionamento precário; -só há um videocassete funcionando para 26 salas de aula; -as TVs são muito pequenas para o tamanho das salas de aula; -refrigeração é boa, mas poderia ser melhor; -segurança patrimonial e individual insuficiente;
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 Estudo de caso (cont.) -telefonar para a faculdade chega a ser um verdadeiro suplício (a qualquer hora); -não há críticas ao comportamento do corpo funcional, só elogios; e -a direção está sempre prometendo a solução para tudo.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 Estudo de caso (cont.) Imediatamente Cordélia propõe ao grupo definir logo a melhor tecnologia, porque, diz ela, “é tudo a mesma coisa. Todas prometem que em pouco tempo tudo estará resolvido, portanto, é só sortear uma”. Gisele achou graça e disse que pensava de forma muito semelhante, havia lido mais cuidadosamente um capítulo sobre gestão pela qualidade total e um outro sobre empowerment. E concluiu que era tudo muito parecido e que daria para somar as coisas boas de ambas as tecnologias.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 Estudo de caso (cont.) Jorge mudou o tom da conversa dizendo que achava que aquilo tudo era desejo do professor em dar consultoria para a faculdade e estava querendo que a gente encontrasse o caminho para ele. “Muito engraçadinho”, disse Karla. O fala-fala aumentou e Elci pediu “ordem na casa”. Na verdade, muitos riram da gracinha de Karla, chamando o professor de engraçadinho. Janete fala mais alto, apesar da pouca altura, e diz que quem queria consultoria de graça era a própria faculdade. E discutiam de forma desordenada. O tempo passa e José Elias, pai de Elci, oferece pão de queijo, empadinha e refrigerante à vontade.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 Estudo de caso (cont.) Todos se servem e Cordélia retoma a proposta. “Gente, diz ela, vamos resolver logo isso, porque já vou embora e moro longe, esqueceram?” Gisele quase interrompe e fala que era preciso encontrar uma saída, pois outros grupos, parece, receberam a mesma tarefa e todos tinham de sugerir alguma coisa. Ela mesma sugeriu a reengenharia porque era diferente de tudo que conhecia, mas dizia que havia o risco de demissão em massa.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 Estudo de caso (cont.) Voltou a pensar em GQT e Empowerment. Cordélia, muito esperta, concordou no ato a espera de mais um ou dois votos e encerra a “sessão”. Jorge achava que a reengenharia era muito pesada para o ambiente da faculdade. E sugeriu benchmarking porque assim eles teriam de ir atrás do melhor e fazer melhor ainda. “Com certeza era um desafio e tanto”, afirmou o próprio Jorge.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 Estudo de caso (cont.) O tempo passa e mais uma rodada, agora de docinhos e um pedaço de torta para comemorar os aniversários de Gessy e Joel que estavam ausentes. Muito doce, muito bolo, muita conversa, mas decidir estava difícil. E Jorge toma a palavra; “é temos de achar a saída, deixe-me equacionar (foi aplaudido quando disse equacionar), “o professor nos ofereceu as seguintes tecnologias: gestão pela qualidade total, reengenharia, empowerment, benchmarking e terceirização. Até agora ninguém falou da terceirização”.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 Estudo de caso (cont.) E foi cortado por Karla, outra vez: “terceirização não resolve nada e acho até que vai custar mais caro. Não quero perder contato com essa gente boa da secretaria. Esse pessoal faz o possível e o impossível para atender a gente. E, de repente, a gente acaba tendo uma porção de problemas até o novo pessoal entender a burocracia da faculdade que é bem diferente dessas empresas por aí”. Jorge concordara com Karla e pediu uma posição do grupo.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 Estudo de caso (cont.) E volta Cordélia, “gente, eu sugiro o seguinte: deixem tudo comigo e depois de amanhã eu entrego ao professor a nossa proposta que será uma somatória das coisas boas de cada tecnologia, combinado? O grupo se entreolhou e Gisele disse: “olha GQT e empowerment pra mim é a mesma coisa. Dá pra juntar as duas, já’ disse!! Vamos esquecer o Benchmarking porque não tem nada com GQT.A reengenharia tem umas coisinhas que não resultarão negativas. A gente só tem que esquecer a terceirização”. Foi aplaudida e assim acabou mais uma reunião de grupo da parte do pessoal da aula do professor César Luís”.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 Estudo de caso (cont.) Você (e seu grupo, se assim for o caso) deve analisar a proposta de Cordélia e concluir pela aceitação ou não da proposta. E deve ler com cuidado porque houve alguns pequenos enganos de utilização desta ou daquela tecnologia. Nota: este caso é hipotético, qualquer semelhança com pessoas, empresas, etc. será mera coincidência.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 Questões para debate 1) A arquitetura organizacional consiste na configuração, na dinâmica e na estética por intermédio da qual os muitos elementos organizacionais se combinam para criar uma realidade produtiva. Mas quais são os elementos-chave nessas organizações que precisam ser congruentes entre si? Cite e explique com suas palavras cada um deles.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 Questões para debate 2) Cite, em qualquer ordem e explique quais são os Sete Cs que acarretam a otimização organizacional, pois que cada “C” descrito é totalmente integrado aos demais, ou não é? Justifique sua resposta.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 Questões para debate 3) Terceirização (outsourcing) é uma tecnologia que apresentou algumas dificuldades de aplicação nas empresas, porque o termo conquistou o seu espaço no mercado, antes mesmo de ter sido difundido corretamente pela universidade. Por conta disso, vale dar a sua contribuição discorrendo acerca desta tecnologia tão utilizada.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 Questões para debate 4) Retrabalho, refugo e desperdício são palavrinhas- chave para a compreensão da Gestão pela Qualidade Total (GQT), tecnologia esta que além de ir de encontro a esses termos, busca o encantamento dos clientes, pessoas que fazem cada vez mais a diferença no mercado definindo em muitos casos a sobrevivência de certas empresas. Mas afinal o que significa encantar clientes? Explique bem a sua resposta.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 Questões para debate 5) Partindo da idéia de aprender com o melhor, sem copiar, o benchmarking vem se mostrando uma tecnologia bastante atual e útil. Para tanto existem diversos tipos que as empresas podem adotar. Opte por um e explique como ele pode ser implementado e qual é a sua utilidade.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 Questões para debate 6) Para que haja o desenvolvimento de organizações de aprendizagem são necessárias: a integração do domínio pessoal, modelos mentais, objetivo comum, aprendizado em grupo e raciocínio sistêmico. Na sua opinião esta inter-relação é estritamente necessária? Desenvolva a sua posição.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 Questões para debate 7) De forma bastante simplória podemos definir empowerment (empoderamento) como a tentativa de ampliar o poder das pessoas da organização, o que parece um tanto quanto perigoso, pois, como diz o ditado popular, “quanto mais poder se tem, mais poder se quer ter”. Tomando por base este ponto de vista, por que razão você acha que as organizações devem se empenhar na implementação de tal tecnologia? Seja consistente em seus argumentos.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 Questões para debate 8) O Open-book management propõe total transparência na administração da empresa, principalmente na área que diz respeito aos dados contábeis-financeiros. Para tanto, é inevitável que haja alguns pré-requisitos para a sua implementação. Portanto, cabe a você descrevê-las com as suas palavras.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 Questões para debate 9) Com a proposta de se reduzir os ruídos existentes na estrutura hierárquica e estreitando a relação entre as pessoas da organização que atuam em diferentes níveis, a gestão e organização horizontal apareceu com grande força. Verdadeiro ou falso? Comente a sua resposta e explique o que seriam ruídos.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 Questões para debate 10) Com o rótulo de tecnologia radical, a reengenharia, assim como a terceirização e muitas outras, teve o seu entendimento equivocado e chegou a ser confundida com demissão em massa, o que não é o seu propósito. Aliás, qual o propósito desta tecnologia? Seja claro na sua explicação.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 Questões para debate 11) A Gestão e Organização Reversa é uma tecnologia ainda em formação, fato este que a difere das demais. Contudo algumas características suas como, por exemplo, não haver interferência de quem não está diretamente envolvido com o estudo são bastante claras. Desse modo, eis a sua vez de explicar, pelo menos duas outras características da tecnologia em questão.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 Questões para debate 12) Tecnologia recente, o Balanced Scorecard (BSC) tem a sua importância, na medida em que possibilitou a mensuração de elementos até então não mensuráveis. Ainda assim, seus criadores colocam que ele não pode ser confundido com um simples sistema de medição. Por que? Que característica o distingue dos demais sistemas? E que características guardam semelhança com os sistemas de medição? Na sua resposta deve conter o atributo que o distingue dos demais e uma característica que o assemelha, com as devidas explicações.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 Questões para debate 13) Coaching é um procedimento bastante peculiar e interessante de ser implementado no Brasil devido a nossa cultura, porém, devido ao seu rótulo (treinador ou coach), esta tecnologia é freqüentemente confundida com os processos de treinamento. Em vista disso, desfaça você esta confusão explicando o processo de coaching e aproveite para identificar as diferenças e semelhanças com o processo de treinamento.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 Questões para debate 14) Desfeita a confusão existente entre a ação do coach e do treinamento e partindo da premissa que você tem clara esta distinção e sabe no que consiste o processo de coaching, vale praticar um pouco mais a sua capacidade de diferenciar as tecnologias introduzindo o mentoring em tal relação. Em suma, faça a distinção entre mentoring de coaching e não economize palavras.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 9 Questões para debate 15) Tecnologia adotada por algumas empresas no Brasil, mas com divulgação relativamente recente, a governança corporativa vem se mostrando uma boa tecnologia para as organizações, tendo em vista a sua modelagem muito bem elaborada. Mas afinal o que é governança corporativa? Quem está envolvido nesta relação?
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    Gestão de Pessoas 10Gestão de pessoas e a terceirização; uma pesquisa
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Gestão de pessoas e a terceirização; uma pesquisa 10.1 Preliminares 10.2 Objetivo .Constatar o estado atual da tecnologia que cresceu no país como um forte argumento no sentido de prover a organização de condições mais adequadas de competir e sobreviver por focar suas dinâmicas direcionadas quase que exclusivamente aos seus produtos e/ou serviços.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Gestão de pessoas e a terceirização; uma pesquisa 10.3 Contextualização 10.4 Delimitação do estudo .Número não inferior a 30 (trinta) e nem superior a 50 (cinqüenta) empresas respondentes; .Somente puderam participar da pesquisa as pessoas da área de pessoas que realmente conhecem a organização, como um todo; e
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Gestão de pessoas e a terceirização; uma pesquisa 10.4 Delimitação do estudo .Os questionários foram aplicados, também, via e-mail, em profissionais sabidamente ocupantes de posições relevantes na área de recursos humanos.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Gestão de pessoas e a terceirização; uma pesquisa 10.5 Tipo de pesquisa Quanto aos fins: -Exploratória: por sua natureza investigatória e de sondagem; -Descritiva: pois visa descrever as influências da terceirização nas organizações e, mais especificamente, na área de recursos humanos; e
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Gestão de pessoas e a terceirização; uma pesquisa 10.5 Tipo de pesquisa Quanto aos fins: -Explicativa: pois tinha o propósito de esclarecer de que forma a terceirização pode ser uma boa tecnologia.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Gestão de pessoas e a terceirização; uma pesquisa 10.5 Tipo de pesquisa Quanto aos meios: -Bibliográfica: foram consultadas obras de autores brasileiros e autores não nacionais; -Telematizada: auxílio da internet na busca de material disponível e confiável; e
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Gestão de pessoas e a terceirização; uma pesquisa 10.5 Tipo de pesquisa Quanto aos meios: -Pesquisa de campo: em função da investigação que foi feita em empresas, via e-mail ou com a presença da equipe da pesquisa.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Gestão de pessoas e a terceirização; uma pesquisa 10.6 Universo e amostra  Universo: empresas sediadas no Brasil.  Amostra: 50 (cinqüenta) empresas. 10.7 Seleção dos sujeitos .Os sujeitos da pesquisa foram os gestores de pessoas localizados no terço superior das empresas.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Gestão de pessoas e a terceirização; uma pesquisa 10.8 Análise e tratamento dos dados Questão nº 1 NOTA: apenas o registro dos nomes das pessoas pesquisadas.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Gestão de pessoas e a terceirização; uma pesquisa 10.8 Análise e tratamento dos dados Questão nº 2: Que cargo você ocupa dentro da organização?
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Gestão de pessoas e a terceirização; uma pesquisa Questão nº 2 (resultado): 2% 2% 2% 2% 4% 10% 16% 44% 4% 2% 2% 4% 6% Analista de recursos humanos Assessor administrativo Assessora de superintendência Chefe de departamento pessoal Coordenador de recursos humanos Diretor de recursos humanos Gerente Gerente de recursos humanos Não responderam Psicóloga Secretário administrativo Superintendente de recursos humanos Supervisor de recursos humanos
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Gestão de pessoas e a terceirização; uma pesquisa Questão nº 3: UNIDADE 2%2% 6% 16% 4% 4% 2% 10% 8% 2% 2% 2% 36% 2% 2% Administrativa Assessoria de superintendência Coordenação de telemarketing Departamento administrativo Departamento de recursos humanos Departamento pessoal Diretoria administrativa Diretoria de gestão de pessoas Diretoria de recursos humanos Divisão de recursos humanos Gerência corporativa de recursos humanos Gerência de desenvolvimento de pessoas Gerência de desenvolvimento organizacional Gerência de recursos humanos Superintendência de recursos humanos
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Gestão de pessoas e a terceirização; uma pesquisa Questão nº 4: Quem é o seu superior hierárquico? 64% 20% 10% 4%2% Diretor Gerente Não responderam Superintendente Vice-presidente
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Gestão de pessoas e a terceirização; uma pesquisa Questão nº 5: Subunidades subordinadas? Única questão que não foi possível tabular em face da falta de um entendimento mais adequado. Seria possível fazer uma listagem do que encontramos, principalmente nas entrevistas presenciais, mas não haveria número que trouxesse algum ganho para a própria pesquisa.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Gestão de pessoas e a terceirização; uma pesquisa Questão nº 6: Terceirizar é função apenas da sua área? 14% 84% 2% Sim. Não. É tambémfunção de outras áreas. Quais? Não responderam:
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Gestão de pessoas e a terceirização; uma pesquisa Questão nº 7: Que atividades estão terceirizadas? 15% 8% 6% 11% 3% 3% 6% 3% 5% 2% 2% 6% 1% 10% 5% 14% Limpeza Gráfica Recepção Restaurante Segurança Telefonia Telemarketing Recrutamento Seleção Treinamento Vendas Serviço Social Informática Contabilidade Jurídico Outras? Quais?
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Gestão de pessoas e a terceirização; uma pesquisa Questão nº 8: Você acredita que a terceirização na sua empresa gerou benefícios? Se sim, qual o maior? 11% 11% 8% 10% 1% 7% 4% 18% 7% 18% 3% 1% 1% Reduziu os custos passíveis de enxugamento e economia para a empresa. Gerou uma maior competitividade porque temmais tempo para as atividades fins. Gerou a excelência operacional emfunção da dedicação às atividades não terceirizadas. Gerou uma maior competência pois a empresa passou a estar conectada só como negócio propriamente dito. Permitiu a demissão expressiva (muitos, quase ao mesmo tempo) semcausar constrangimentos para a empresa. Desobrigou a empresa de muitos encargos sociais. Reduziu drasticamente a ocorrência de problemas de toda sorte, principalmente, como pessoal de baixa remuneração. Permitiu uma maior dedicação da sua área a questões vitais da empresa. Reduziu a folha de pagamento, muitas vezes fonte de muitas discussões. Gerou mais qualidade na atividade terceirizada emfunção da especialização. Liberou espaço físico para melhor utilização. Outro(s). Qual (ais)? Não responderam:
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Gestão de pessoas e a terceirização; uma pesquisa Questão nº 9: A sua empresa utiliza a quarteirização? Ou seja, há alguma empresa contratada controlando todas as terceirizadas? Ou o controle é feito internamente? Se sim, por qual unidade? 4% 46% 50% Sim, a minha empresa utiliza a quarteirização. Não, a minha empresa não utiliza a quarteirização e nenhuma unidade faz este controle. Não, a minha empresa não utiliza a quarteirização de forma que o controle é passado para:
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Gestão de pessoas e a terceirização; uma pesquisa Questão nº 10: Qual seria a vantagem de ter uma empresa quarteirizada ou mesmo uma unidade interna que cuide das terceirizadas? 77% 11% 4% 0% 2% 6% Não utilizamos a quarteirização. Profissionalização da gestão de contratos e de relacionamento entre as empresas terceirizadas. Garantia jurídica e preservação econômica da relação contratual. Liberdade para ações internas mais relevantes. Redução de custo de pessoal por eliminação de estrutura interna responsável pelo controle das terceirizadas. Não responderam:
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Gestão de pessoas e a terceirização; uma pesquisa Questão nº 11: Quais atividades trouxeram dificuldades e resultaram em término da relação comercial? 36% 64% Tiveram dificuldade Nenhuma dificuldade
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Gestão de pessoas e a terceirização; uma pesquisa Questão nº 12: Quem detém a tecnologia é a terceirizada enquanto que a sua empresa nada incorpora de conhecimento a respeito da atividade terceirizada. O que você pensa dessa não transferência de tecnologia? 36% 30% 34% Não é importante face aos negócios da empresa. A tecnologia das atividades terceirizadas não é significativa, a não ser na área de informática. (alguma outra alternativa da sua empresa)
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Gestão de pessoas e a terceirização; uma pesquisa Questão nº 13: Muito se fala das barreiras culturais existentes entre as pessoas regulares da organização e os terceirizados. Em adição: muito, também, se fala do desinteresse do terceirizado pela empresa onde está trabalhando, por não pertencer a ela e isso poderia trazer prejuízos, incluindo a perda da clientela. Qual a sua opinião a respeito, considerando a empresa atual e sua experiência anterior.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Gestão de pessoas e a terceirização; uma pesquisa Questão nº 13 (resultado): 28% 15% 28% 21% 4% 4% Não consigo perceber diferenças culturais significativas. Realmente, o funcionário terceirizado por vezes cria dificuldades por não pertencer à minha empresa, havendo o risco de perda de clientela. Problemas existem, mas é o preço da atividade terceirizada e vale a pena. Temos de repensar a terceirização. Há vantagens, mas há prejuízos como a perda de clientela e dificuldades no relacionamento como corpo social da minha empresa. Não tenho opinião formada. Não responderam.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Gestão de pessoas e a terceirização; uma pesquisa Questão nº 14: Qual a sua posição pessoal: a favor ou contra a terceirização? Por que? 54% 2% 22% 2% 20% A favor pelos benefícios já mencionados. Contra pelas dificuldades de ajustamento da empresa terceirizada à minha empresa. Nemcontra, nema favor. Há benefícios e há prejuízos, mas tudo isso é parte do negócio. Não responderam Outras afirmações
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Gestão de pessoas e a terceirização; uma pesquisa Questão nº 15: A terceirização aplicada ainda resulta em melhor foco nos produtos e nos serviços? 26% 50% 8% 16% Sime não. Porquê? Sim. Por que? Não. Por que? Não responderam
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Gestão de pessoas e a terceirização; uma pesquisa 10.9 Enfim...
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Quick case - Uma importante empresa do ramo alimentício, localizada no sudeste, resolveu repensar uma decisão anterior do conselho diretor que impedia a terceirização sob qualquer circunstância. E assim, em pouco tempo, as atividades de higiene e limpeza foram repassadas a terceiros. O serviço de restaurante também foi terceirizado. É interessante mencionar que não houve reações contrárias a presença de terceiros. Assim sendo, tais terceirizações não problemáticas geraram um otimismo incontrolável do gestor de pessoas que naturalmente assumira as terceirizações, por serem as atividades mencionadas a ele subordinadas.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Quick case (cont.) - Logo, não demorou a iniciar a terceirização da sua própria unidade. Recrutamento e Seleção (R&S) foram as primeiras. Em seguida, Treinamento e Desenvolvimento (T&D). Saúde e segurança do trabalho e folha de pagamento já estavam mais ou menos terceirizadas, não sendo difícil repassá-las a terceiros. Esse entusiasmo acabou por gerar dificuldades na relação com os terceiros. O gestor chegou a pensar que seria necessária a quarteirização.
  • 882.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Quick case (cont.) - Nesse ponto foi impedido pelo seu diretor de área que argumentou no sentido da exigência da sua proximidade (dele, gestor) e o gestor concordou, mas no dia seguinte sugeriu a terceirização da equipe de vendas. Note que este processo aparenta proporcionar uma redução de custos considerável. Todavia, você considera oportuna uma terceirização na velocidade empreendida pelo gestor? E mais, você considera que até mesmo a área de vendas deve ser terceirizada?
  • 883.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Estudo de caso Há pouco mais de quinze anos a terceirização chegou ao Brasil como sendo uma tecnologia que iria livrar as organizações das atividades não geradoras de resultados financeiros e, por essa razão, deveriam ser passados a terceiros que melhor fariam o trabalho, mas muitas vezes a um custo indesejado. Traria as vantagens da despreocupação com indenizações, férias, recolhimentos previdenciários e tributários e as desvantagens da introdução (ou intromissão para muitos) de uma organização dentro de uma outra organização.
  • 884.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Estudo de caso (cont.) E, hoje, em muitos casos, a introdução de muitas organizações (terceirizadas) dentro de uma só e com uma população funcional é capaz de descaracterizar a imagem, qualquer que seja, da organização contratante. Foi pensando nas vantagens que Carlos, gestor administrativo de uma empresa comercial, resolveu que faria terceirização do que fosse possível. Elaborou um plano que mostrava excepcionais ganhos financeiros em função da redução drástica de custos com pessoal.
  • 885.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Estudo de caso (cont.) Deixou a proposta com Gustavo Mendez, vice-presidente executivo, que em uma semana depois iria apresentá-la ao comitê de gestão organizacional composto da direção superior, dos gestores e uma representação do quadro funcional. A semana vai passando e Carlos pouco falava do seu plano, isso aumentava a curiosidade de muitos, inclusive, de outros gestores que, estranhamente, nada sabiam. Rosa, representante do quadro funcional, pediu a presença dele na sala de reuniões da associação do corpo funcional e ele lá estava logo após o almoço.
  • 886.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Estudo de caso (cont.) A conversa não chegou a ser longa e não produziu nenhum resultado. Um bom número de pessoas estava presente e insistia no questionamento. “Afinal, nossos empregos estão em jogo e a gente quer saber que plano é esse que só você e o vice-presidente executivo sabem”, disse Rosa. Carlos, o gestor, apenas afirmava que o plano traria benefícios incalculáveis para a empresa. “E para nós?”, gritou uma pessoa que estava transtornada.
  • 887.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Estudo de caso (cont.) A reunião estava marcada para a terça-feira e na segunda- feira o VP-executivo chama o gestor e fica com ele mais de uma hora. O gestor sai e dá um até logo para a secretária, esboçando um leve sorriso. O gestor se encontra com outras pessoas e mantém o silêncio. Silêncio é a alma do negócio diz o ditado.
  • 888.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Estudo de caso (cont.) E chega o dia. Todos reunidos e o vice-presidente executivo passa a palavra para o gestor administrativo. Cópias do plano são passadas para os membros do comitê e começa a apresentação formal do plano. No plano vem proposta concreta de terceirizar TODA a gerência de recursos humanos. Isso mesmo, absolutamente toda a área estaria em mãos de terceiros. A recepção, a portaria e a segurança já eram terceirizadas, mas havia um item onde os terceiros seriam outros, em função de um preço mais adequado.
  • 889.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Estudo de caso (cont.) TODA gerência de vendas iria, também, para as mãos de terceiros. As secretárias passariam a compor um pool (núcleo) de secretárias passadas a terceiros. Havia um componente legal-trabalhista que teria de ser trabalhado no caso específico das secretárias porque elas não seriam passadas a uma empresa terceirizada. Os seis motoristas também passariam para terceiros. Para controlar as empresas terceirizadas seria contratada uma outra empresa que faria a chamada quarteirização, ou seja, uma empresa terceirizada controlaria todas as outras terceirizadas.
  • 890.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Estudo de caso (cont.) É dado um ponto final, não sem antes o expositor mostrar uma planilha demonstrativa da incrível redução de gastos, muito próximo dos 20%, podendo chegar a 23 ou 25%, dependendo da contratação das terceirizadas. Rafael, gerente de RH pede a palavra e faz uma longa exposição sobre os riscos da terceirização. Usou como exemplo a recepção, a portaria, a segurança e os motoristas. Até então a empresa tinha um quadro excelente de pessoas.
  • 891.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Estudo de caso (cont.) Todos muito educados com um salário adequado. E, continuava: “qual a garantia que as terceirizadas trariam pessoal de qualidade equivalente ao pessoal que hoje nos atende diariamente? E, mesmo não sendo de vendas, mostrou uma razoável perplexidade quando soube que vendas sairia do controle absoluto da empresa. Terceiros iriam assumir este controle. O gestor administrativo chegou a dizer que num certo sentido a terceirização já existia, em função dos muitos escritórios de representação. Flávio, gerente de vendas, pouco falou, mas pediu, ali mesmo, uma reunião com a vice-presidência executiva.
  • 892.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Estudo de caso (cont.) Por fim, falou Renata, outra representante do corpo funcional, deixou clara a sua posição dizendo que o maior derrotado seria a própria empresa e perguntava: “quem garante que essas terceirizadas todas têm a mesma garra que nós que estamos aqui faz muito tempo. Vamos reduzir gastos e imagino que iremos reduzir ganhos”. Pediu a lixeira como destino final daquela “coisa”: o plano das terceirizações.
  • 893.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Estudo de caso (cont.) Você (ou o seu grupo, se for o caso) deve manifestar a posição com relação ao plano do gestor administrativo, podendo mandar totalmente ou não o plano para a lixeira. Importante justificar a posição do grupo. Nota: este caso é hipotético, qualquer semelhança com pessoas, empresas, etc. será mera coincidência.
  • 894.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Questões para debate NOTA: neste capítulo nos fixamos na apresentação de dados e conclusões de uma pesquisa vinculada às atividades condizentes a gestão de pessoas, trazendo desta forma a oportunidade de você estar em sintonia com o mercado. Em vista disso, as questões que serão colocadas a seguir, podem não ter respostas no corpo do texto, ou mesmo não apresentar uma única resposta correta. Contudo, essa é a idéia, ou seja, fazer com que você veja a realidade e seja capaz de trabalhá-la.
  • 895.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Questões para debate 1) Há autores que consideram que a terceirização é uma “tecnologia que viabiliza a criação de um processo articulado de transferência a terceiros, das atividades chamadas acessórias e de apoio à finalidade maior da empresa”. Você concorda ou discorda? Diga o porquê de sua resposta.
  • 896.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Questões para debate 2) A pesquisa em tela foi classificada quanto aos fins, segundo Vergara (2000), como exploratória, descritiva e explicativa. Que vertentes explicam esta classificação?
  • 897.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Questões para debate 3) Durante a análise e tratamento dos dados coletados na pesquisa, constatou-se que 44% dos respondentes ocupavam, no período da pesquisa, o cargo referente à gerência de recursos humanos da empresa. Mesmo assim, o texto admite que algumas organizações optaram por terceirizar este setor. Tomando este dado por base, você acredita que, no mercado atual, o número de empresas que terceirizam esta atividade é alto? Por que? Será este um bom sinal? Justifique a sua resposta.
  • 898.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Questões para debate 4) Durante o questionamento, rótulos acerca da área responsável pelas pessoas da organização apareceram das formas mais diversas. Contudo, os quatro pontos percentuais (4%) referentes ao departamento de pessoal (DP) e os 52% das gerências e departamentos de recursos humanos, demonstraram claramente uma evolução da área não só com relação a seu rótulo, mas como também à sua estrutura;
  • 899.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Questões para debate (cont.) 4) Por conta disso, que termo você acredita que melhor define este tipo de atividades nas empresas? Nem precisamos reforçar que a sua resposta deve vir embasada de um bom argumento.
  • 900.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Questões para debate 5) Ao questionarmos quanto à terceirização da área referente à gestão de pessoas, 84% dos respondentes afirmaram que esta terceirização foi feita em outras áreas, como, por exemplo, a jurídica, manutenção e administrativa. Na sua opinião essas áreas podem ser terceirizadas? E a gestão de pessoas, ou outra nomemclatura, pode ser terceirizada? Entenda que o importante é você, não só expressar a sua opinião, mas como também buscar argumentos que a sustentem.
  • 901.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Questões para debate 6) Em relação às atividades que as organizações costumam terceirizar, percebeu-se que 48% englobavam atividades que, apesar de parecerem não agregar valor, teoricamente estariam sob o comando do titular a área de pessoas caso não fossem terceirizadas. Partindo desta visão simplista, você concorda que as atividades referentes a restaurante e limpeza só iriam sobrecarregar o gestor de pessoas que já tem muitas tarefas a cumprir? E mais, que tipos de atividades você acha que devem ou não ser terceirizadas e por que.
  • 902.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Questões para debate 7) É sabido que terceirizar gera inúmeros benefícios, como, por exemplo, redução de custos, competitividade, excelência operacional; no entanto, existe um que é o principal para compreender a importância deste procedimento. Que benefício é este? Explique-o de forma detalhada.
  • 903.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Questões para debate 8) Neste momento vale retomar uma questão que foi levantada no decorrer do texto tendo em vista que 46% das respostas referentes à utilização da quarteirização demonstraram a sua ausência e total falta de preocupação com relação à gestão das terceirizadas. Portanto, eis a sua vez de responder: é ou não é aconselhável que as empresas detenham controle centralizado sobre a operação de terceiros? Justifique a sua reposta.
  • 904.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Questões para debate 9) Prosseguindo com a preocupação que possibilitou a questão nº 6, mas um dado nos surpreendeu, mas agora com relação a uma vantagem específica de se ter uma empresa quarteirizada, ou mesmo uma unidade interna cuidando das terceirizadas. Este dado consiste os 4% referentes a garantias jurídicas. A que você relaciona este percentual tão aquém do esperado? Use a criatividade e o resultado de outras questões da pesquisa para explicar a sua resposta.
  • 905.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Questões para debate 10) Apesar de termos um percentual alto, 64%, demonstrando uma boa relação entre empresas e terceirizadas, em contrapartida, 36% não conseguiram manter tal relação vantajosa e essa é uma porcentagem significativa, não podendo, portanto, ser desprezada. Mas afinal, que tipos de problemas podem ocorrer neste processo de terceirização? Especule a respeito.
  • 906.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Questões para debate 11) Seguindo na linha de raciocínio da questão nº 10, uma das atividades que apresentou problemas, segundo os respondentes, foi a referente à limpeza. Todavia, por quatro vezes houve uma nova contratação e apenas um respondente admitiu não ter contratado ninguém no lugar. Para você, esta diferença mostra que limpeza realmente nada agrega a empresa? E mais, o fato de ter tido novas contratações demonstra alguma preocupação com este setor? Bom... exponha a sua opinião.
  • 907.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Questões para debate 12) Um ponto ressaltado foi a transferência de tecnologia entre a contratada e a contratante que estabelecem uma relação de terceirização. Neste sentido, qual é a sua posição? Você acha que existe esta transferência, ou não? Aliás, para você, ela faz sentido? Seja breve, porém claro em suas colocações.
  • 908.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Questões para debate 13) Choque de culturas é um acontecimento muitas vezes inevitável ao se adotar a terceirização. Os dados da pesquisa nos mostram que enquanto 28% não conseguem perceber diferenças culturais, 15% admitem que as pessoas terceirizadas criam dificuldades e 21% chegam a “colocar em xeque” a terceirização. Assim sendo, temos os dois lados desse choque: o bom e o ruim. Seria você capaz de descrevê-los?
  • 909.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Questões para debate 14) Agora chegou a hora de você se posicionar diante da indagação que propiciou a pesquisa e o levantamento de todos os dados dispostos neste capítulo: afinal de contas a terceirização aplicada ainda resulta num melhor foco nos produtos e nos serviços? Sim ou não? Por que?
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 10 Questões para debate 15) No corpo do texto por vezes apareceu um termo tão comum no âmbito empresarial chamado core business, você sabe seu significado? Explique-o com suas palavras.
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    Gestão de Pessoas 11A importância das técnicas gerenciais na gestão de pessoas; uma pesquisa
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 A importância das técnicas gerenciais na gestão de pessoas; uma pesquisa 11.1 Preliminares 11.2 Objetivo .Identificar quais tecnologias vêm sendo largamente utilizadas com sucesso por nossos profissionais na área de gestão de pessoas, as razões maiores desse sucesso e os porquês deste resultado ser tão positivo no Brasil.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 A importância das técnicas gerenciais na gestão de pessoas; uma pesquisa 11.3 Justificativa 11.4 Contextualização 11.5 Delimitação do estudo .Número não superior a 40 (quarenta) empresas; e .O tempo de entrevista, não foi superior a 1(uma) hora quando entrevista presencial.
  • 914.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 A importância das técnicas gerenciais na gestão de pessoas; uma pesquisa 11.6 Tipo de pesquisa Quanto aos fins: -Exploratória: por sua natureza investigatória e de sondagem; -Descritiva: pois visa descrever o uso e as influências das tecnologias de gestão organizacional nas empresas; e
  • 915.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 A importância das técnicas gerenciais na gestão de pessoas; uma pesquisa 11.6 Tipo de pesquisa Quanto aos fins: -Explicativa: pois tinha o propósito de esclarecer de que forma esta ou aquela abordagem representam uma boa tecnologia para a empresa em pesquisa.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 A importância das técnicas gerenciais na gestão de pessoas; uma pesquisa 11.6 Tipo de pesquisa Quanto aos meios: -Bibliográfica: foram consultadas obras de autores brasileiros e autores estrangeiros; -Telematizada: auxílio da internet na busca de material disponível e confiável; e
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 A importância das técnicas gerenciais na gestão de pessoas; uma pesquisa 11.6 Tipo de pesquisa Quanto aos meios: -Pesquisa de campo: em função da investigação que foi feita em empresas com a presença do professor- coordenador da pesquisa e outros membros que compuseram a equipe.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 A importância das técnicas gerenciais na gestão de pessoas; uma pesquisa 11.7 Universo e amostra  Universo: empresas sediadas por todo o país; e  Amostra: não superior a 40 (quarenta) empresas. 11.8 Seleção dos sujeitos .Os sujeitos da pesquisa foram os gestores de pessoas e/ou diretores que têm a função de RH sob sua direta orientação.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 A importância das técnicas gerenciais na gestão de pessoas; uma pesquisa 11.9 Análise e tratamento dos dados Questão nº 1 NOTA: registro apenas do nome do pesquisado.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 A importância das técnicas gerenciais na gestão de pessoas; uma pesquisa 11.9 Análise e tratamento dos dados Questão nº 2: Que cargo você ocupa dentro da organização?
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 A importância das técnicas gerenciais na gestão de pessoas; uma pesquisa Questão nº 2 (resultado): 52% 4% 3% 3% 7% 3% 3% 3% 3% 4% 12% 3% Analista de recursos humanos Assessor administrativo Assessora da superintêndência Chefe de departamento de pessoal Coordenador de recursos humanos Diretor de recursos humanos Gerente Gerente de recursos humanos Não responderam Psicóloga Superintendente de recursos humanos Supervisor de recursos humanos
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 A importância das técnicas gerenciais na gestão de pessoas; uma pesquisa Questão nº 3: UNIDADE 3% 3% 3% 19% 5% 3% 3% 9% 9% 3% 3% 3% 34% Administrativa Assessoria de superintendência Coordenação de telemarketing Departamento de recursos humanos Departamento pessoal Diretoria administrativa Diretoria de gestão de pessoas Diretoria de recursos humanos Divisão de recursos humanos Gerência corporativa de recursos humanos Gerência de desenvolvimento de pessoas Gerência de desenvolvimento organizacional Gerência de recursos humanos
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 A importância das técnicas gerenciais na gestão de pessoas; uma pesquisa Questão nº 4: Quem é o seu superior hierárquico? 3% 3% 3% 19% 5% 3% 3% 9% 9% 3% 3% 3% 34% Administrativa Assessoria de superintendência Coordenação de telemarketing Departamento de recursos humanos Departamento pessoal Diretoria administrativa Diretoria de gestão de pessoas Diretoria de recursos humanos Divisão de recursos humanos Gerência corporativa de recursos humanos Gerência de desenvolvimento de pessoas Gerência de desenvolvimento organizacional Gerência de recursos humanos
  • 924.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 A importância das técnicas gerenciais na gestão de pessoas; uma pesquisa Questão nº 5: Subunidades subordinadas .A questão ficou prejudicada em função de entendimento diferenciado entre os pesquisados. Mesmo assim, vimos a presença maciça das atividades típicas e tradicionais de RH.
  • 925.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 A importância das técnicas gerenciais na gestão de pessoas; uma pesquisa Questão nº 6: Que tecnologia(s) (técnicas) é (são) aplicadas(s) no dia a dia da área sob a sua orientação? (mais de uma se for o caso) 16% 17% 16% 11% 9% 16% 3% 4% 8% Aprendizagem Organizacional Balanced Scorecard Benchmarking Coaching/Mentoring Empowerment Estrutura e gestão horizontal e em rede Gestão pela Qualidade Total Reengenharia Outra(s). Qual(is)?
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 A importância das técnicas gerenciais na gestão de pessoas; uma pesquisa Questão nº 7: Por que a(s) tecnologia(s) acima é (são) aplicada (s)? (mais de uma, se for o caso) 42% 42% 5% 11% Porque auxiliamna solução de problemas. Porque agregammais valor ao resultado final da atividade. Porque é uma exigência da administração central (no Brasil ou outro país). Porque a(s) tecnologia(s) é uma prática usual emorganizações semelhantes.
  • 927.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 A importância das técnicas gerenciais na gestão de pessoas; uma pesquisa Questão nº 8: A(s) tecnologia(s) referente(s) a questão nº seis é (são) aplicada(s) com adaptações à realidade da empresa? 42% 42% 5% 11% Porque auxiliamna solução de problemas. Porque agregammais valor ao resultado final da atividade. Porque é uma exigência da administração central (no Brasil ou outro país). Porque a(s) tecnologia(s) é uma prática usual emorganizações semelhantes.
  • 928.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 A importância das técnicas gerenciais na gestão de pessoas; uma pesquisa Questão nº 9: Por que ainda não temos (nós, Brasil) uma tecnologia nossa, bem brasileira? 27% 47% 3% 0% 0% 23% Não temos pesquisas e os pesquisadores pouco podemfazer porque faltamrecursos. Temos pesquisas, porémos pesquisadores pouco podemfazer devido a falta de recursos. Não há necessidade, pois basta ajustar as tecnologias que vêmde outros países. Os acadêmicos (profissionais do magistério e de pesquisa), em geral, não têminteresse emcriar nada. Os acadêmicos (profissionais do magistério e de pesquisa) não têm competência para criar tecnologias brasileiras. Outra opinião. Qual?
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 A importância das técnicas gerenciais na gestão de pessoas; uma pesquisa Questão nº 10: Você acha que é importante conhecer e utilizar as tecnologias em tela? Por que? 33% 67% 0% 0% 0% Conhecer sim, utilizar talvez, pois depende da filtro do executivo. Sim, é importante conhecer e utilizar porque ajuda no crescimento pessoal e profissional. Não, não é importante, porque temos soluções brasileiras que não dependemde propostas estrangeiras. É importante, mas não é fundamental no crescimento pessoal. Não, não é importante, porque profissionais do Brasil têmsempre umjeitinho para dar andamento a problemas, emgeral.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 A importância das técnicas gerenciais na gestão de pessoas; uma pesquisa Questão nº 11: Você acredita que todos os gerentes, não importando, a área de atuação, devem conhecer as tecnologias originadas de outros países (retorne à questão seis, se necessário) e por que?
  • 931.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 A importância das técnicas gerenciais na gestão de pessoas; uma pesquisa Questão nº 11 (resultado): 3% 97% Não, não acho que devem conhecer as tecnologias informadas acima. Temos as nossas alternativas e não dependemos de tecnologias oriundas de outras sociedades. Sim e não. Porque qualquer um pode encontrar caminhos profissionais ou via tecnologias estrangeiras ou alternativas brasileiras mesmo. Mas é interessante saber, com certeza.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 A importância das técnicas gerenciais na gestão de pessoas; uma pesquisa Questão nº 12: Você acredita que eventuais tecnologias brasileiras serão capazes de promover aperfeiçoamentos superiores às tecnologias originadas de outras sociedades?
  • 933.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 A importância das técnicas gerenciais na gestão de pessoas; uma pesquisa Questão nº 12 (resultado): 74% 20% 3% 3% Sim, tecnologias nacionais poderão representar melhor as nossas demandas organizacionais. Sim, desde que criadas, mas considerando as contribuições de estudiosos estrangeiros. Não, não vejo a criação de tecnologias brasileiras numfuturo próximo, emface da dificuldade de se pesquisar no Brasil. Não, mesmo comapoio a estudos e pesquisas não percebo esse esforço, emface do aparente pouco interesse dos nossos estudiosos.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 A importância das técnicas gerenciais na gestão de pessoas; uma pesquisa Questão nº 13: Você acredita que a estrutura hierárquica cederá lugar a uma estrutura onde prevaleça o trabalho de equipes interdepartamentais? Por que?
  • 935.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 A importância das técnicas gerenciais na gestão de pessoas; uma pesquisa Questão nº 13 (resultado): 0% 30% 70% Não. A estrutura hierárquica existe há mais de 100 anos e não vejo razões para mudar. Sime não. Por vezes, o trabalho emequipe ajuda bastante, mas não há necessidade de se alterar a estrutura hierárquica. Sim. Os tempos mudarame, hoje, o trabalho emequipe é um imperativo organizacional o que vemalterando a estrutura vertical, hierárquica, no sentido da horizontalização,
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 A importância das técnicas gerenciais na gestão de pessoas; uma pesquisa Questão nº 14: Como você projeta o futuro da área de recursos humanos? .Questão aberta para respostas livres.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 A importância das técnicas gerenciais na gestão de pessoas; uma pesquisa Questão nº 15: Que pergunta você acha que ficou faltando e qual teria sido a sua resposta .Aqui convidamos para que seja respondida uma questão que não foi formulada.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 A importância das técnicas gerenciais na gestão de pessoas; uma pesquisa 11.10 Enfim...
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Quick case - Todos reunidos num almoço de aniversário do vice-diretor executivo de uma importante empresa do ramo têxtil. A conversa seguia animada quando o diretor executivo perguntou em alto e bom som ao seu gestor de pessoas o que ele achava da tecnologia de gestão horizontal. José Paulo, o gestor, olhou espantado para o seu vice-diretor e não entendeu porque uma pergunta daquelas num ambiente tão festivo, com chopes e vinhos já “rolando”. O gestor de pessoas imediatamente respondeu, perguntando: “o senhor está querendo dizer estrutura e gestão horizontal e em rede?”.
  • 940.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Quick case (cont.) - O vice-diretor retrucou: “sim. O rótulo não me interessa. Quero saber o que é isso”. Zé Paulo apenas argumentou se eles não poderiam conversar numa outra hora sobre isso e, encerrando esse pequeno diálogo, o vice-diretor disse: “já que você não sabe o que é, podemos conversar amanhã, depois de, naturalmente, você ler uns livrinhos sobre o assunto” e sorriu ironicamente. A noite, em casa, Zé Paulo ligou para um grande amigo psicólogo e ouviu dele o seguinte: “Zé, o cara quis te testar e, muito provavelmente, sabia que tu não conhecias a tecnologia que imagino ser nova no campo da administração.
  • 941.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Quick case (cont.) - Amanhã, quando você fores conversar com ele, terás duas opções. Ou tu mostras que não conhecia e que efetivamente leu a noite sobre o assunto, ou que sabia, mas preferiu não conversar sobre naquele momento tão festivo”. Considerando que esta tecnologia é recente, o que você faria no lugar de Zé Paulo?
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Estudo de caso Carolina, vice-presidente da área comercial, chama Bosco para conversar seriamente sobre o resultado de uma pesquisa que indicava um percentual expressivo de gestores de pessoas ou profissionais de bom nível nesta área que conhecia as tecnologias de gestão organizacional. Bosco, também vice-presidente, só que de relacionamento com o mercado, ficou satisfeito quando ouviu de Carolina mais números da pesquisa. Mas aí quis saber o porquê dela tê-lo chamado.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Estudo de caso (cont.) Carolina foi logo dizendo que Bosco tinha memória curta e fez lembrar de uma reunião com executivos de uma outra consultoria internacional onde Rogério, titular da área de pessoas, estava presente e num dado momento da conversa ficou surpreso ao ouvir que o consultor visitante sugerira a uma empresa cliente que abrissem a empresa para todo o corpo funcional, com o propósito de encontrar a saída para os problemas de ordem financeira. Rogério entrou na conversa e disse ser muito arriscado contar tudo para quadro funcional, o risco seria o de se veicular informações sobre a situação de caixa.
  • 944.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Estudo de caso (cont.) Carolina continuou dizendo que nesse momento olhou para Rogério querendo “trucidá-lo”. E disse que o consultor prosseguiu mais um pouco e fechou a conversa dizendo que a tal empresa ia bem, naquele momento. A reunião que era sobre contratação de novos talentos se estendeu por mais um tempo e foi encerrada.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Estudo de caso (cont.) Bosco acalmou Carol (como era chamada pelos mais próximos) dizendo que Rogério queria ser simpático participando da conversa com executivos de alto nível de uma empresa concorrente. Mas Carol disse que ele poderia ter sido simpático com alguma competência. A conversa acaba por aí e Bosco volta para se relacionar com o mercado.
  • 946.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Estudo de caso (cont.) À noite Carolina telefona par Juliana Maria, sócia-diretora de uma empresa de assessoria em RH, conta sobre a tal pesquisa e do fato do Rogério ter “pisado na bola” quando disse bobagem ao tentar se envolver numa conversa com o pessoal da KRSS & Associados. Tentou mostrar que sabia sobre tecnologias de gestão organizacional e terminou por mostrar que não sabia nada. Ju tranqüilizou Carol dizendo que às vezes acontece. Carol desliga e não satisfeita liga para Elizabeth Tomin, amiga de longa data e diretora de gestão de pessoas numa agência governamental.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Estudo de caso (cont.) Diferentemente de Juliana, Beth acha que ela tem de fazer alguma coisa. Entende que ninguém é obrigado a saber tudo, mas tem de saber alguma coisa. Um gestor de pessoas não pode ser conhecedor só das ações de aproveitamento ou descarte dos recursos humanos da empresa. Tem de ter alternativas para ações estratégicas e ações estratégicas envolvem a empresa como um todo, ou seja, envolve também o ambiente “lá fora”. Beth entendeu porque Carol chamou Bosco, que é VP de relacionamento com o mercado e antes de falar coisas do mundo social, sugeriu uma conversinha com Rogério.
  • 948.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Estudo de caso (cont.) No dia seguinte bem cedo, Carol chama Rogério e pergunta a ele se conhecia a tal pesquisa feita só (enfatizou bem) com gestores de pessoas e/ou profissionais de bom nível da área. Rogério confirmou que sabia qualquer coisa, mas não se interessou muito porque ali, na empresa, havia muito consultor organizacional que poderia dar uma ajuda. “A Karina está doida para participar dessas conversas”, disse em tom irônico.
  • 949.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Estudo de caso (cont.) De qualquer maneira disse que sabia alguma coisa. Carolina estava realmente incomodada com a tranqüilidade do gestor e resolveu retomar a conversa e disse: “para ser sincera Rogério eu acho que você tem que se preparar melhor para a posição que ocupa. Não posso entender como um gestor da minha empresa mostra desconhecimento sobre coisas da organização para um executivo de uma empresa concorrente”. Rogério interrompeu bruscamente, dizendo: “você fala isso só porque eu não sabia o que era Open-systems management?”
  • 950.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Estudo de caso (cont.) Nesse momento Carol percebeu que ele ficara tocado com a bobagem que disse e foi saber mais sobre o assunto. Isso comprovava que realmente não sabia muita coisa. E para você (ou seu grupo) que vai analisar o caso convém dizer que a tecnologia é recente e de uso, principalmente, em situações cruciais, como a de quase falência.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Estudo de caso (cont.) De repente, ela pergunta se ele conhecia uma outra tecnologia bem diferente da Open-systems (Gestão com livro aberto, em bom português) e cita o rótulo: benchmarking. Ele respondeu sem nem pensar: é uma tecnologia que permite a cópia de produtos. E completou: “uma empresa produz, por exemplo, telefone sem fio e com possibilidade de receber e enviar e-mails.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Estudo de caso (cont.) Uma outra empresa decide copiar, só mudando uma coisinha aqui, outra ali. E pronto: fez benchmarking”. Ela fez mais algumas perguntas e amenizou a conversa, mas prometendo retornar ao assunto mais à frente. Rogério saiu da sala com o semblante fechado. À noite ela voltou a ligar para as amigas e contou o que ele dissera de benchmarking e ambas deram, em telefonemas separados a mesma sugestão, imediatamente aceita por Carolina. Carol ainda ligou para Mariângela que chegara de férias e contou tudo e Mari deu a mesma sugestão de Juliana e Elizabeth.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Estudo de caso (cont.) Você (e seu grupo, se for o caso) deve apresentar à classe qual teria sido a sugestão dada pelas amigas e o resultado esperado e comentar o que vocês acharam do desconhecimento de Open- systems management (Gestão com livro aberto) e da afirmação sobre benchmarking, fazendo um longo comentário, inclusive, dando definições e conceitos sobre ambas as tecnologias. Nota: este caso é hipotético, qualquer semelhança com pessoas, empresas, etc. será mera coincidência.
  • 954.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Questões para debate NOTA: neste capítulo nos fixamos na apresentação de dados e conclusões de uma pesquisa diretamente vinculada às atividades condizentes a gestão de pessoas, trazendo desta forma a oportunidade de você estar em sintonia com o mercado. Em vista disso, as questões que serão colocadas a seguir, podem não ter respostas no corpo do texto, ou mesmo não apresentar uma única resposta correta. Contudo, essa é a idéia; ou seja, fazer com que você veja a realidade e seja capaz de trabalhá-la.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Questões para debate 1) O objetivo da pesquisa foi o de identificar quais tecnologias vêm sendo largamente utilizadas, com sucesso, por nossos (as) profissionais na área de gestão de pessoas, as razões maiores de tal sucesso e os porquês deste resultado ser tão positivo no Brasil. Por conta disso, o fato de enfocar os responsáveis pelas pessoas da organização, possibilitou um resultado. Mas, se enfocássemos a área financeira, por exemplo, o resultado seria diferente? Justifique a sua resposta especulando o que poderia ter acontecido.
  • 956.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Questões para debate 2) A pesquisa em tela foi classificada quanto aos meios, segundo Vergara (2000), como bibliográfica, telematizada e pesquisa de campo. Que fatos explicam esta classificação?
  • 957.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Questões para debate 3) Na pesquisa em tela 62% dos respondentes apresentam a diretores, presidentes e superintendentes como sendo o seu superior hierárquico, o que trouxe maior confiabilidade para a pesquisa. Logo, você pode imaginar que fazer uma pesquisa com os níveis mais baixos da organização teria o seu valor reduzido. Concorda ou discorda? Por que?
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Questões para debate 4) Ainda com relação aos 62% referentes a administração superior, é importante atentar para o fato de que apenas dois respondentes do total (40) apontaram este diretor como sendo de recursos humanos. Portanto, se apenas 12% das unidades em que os respondentes atuam não estão diretamente ligadas à gestão de pessoas, como você explica a subordinação a outros cargos que não o diretor específico de recursos humanos?
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Questões para debate 5) Quanto à aplicação das tecnologias no Brasil, foi percebido que há uma nítida dispersão, conseqüentemente, destacando os extremos temos o benchmarking (17%) e a reengenharia (3%). Como explicar estes extremos? Seja convincente na sua reposta.
  • 960.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Questões para debate 6) Prosseguindo a questão nº 5, coaching e mentoring, apesar de recentes, receberam a mesma porcentagem que Gestão pela Qualidade Total (GQT), ou seja, 16%. No entanto, não podemos esquecer que esta última consiste em uma das tecnologias mais antigas. Então, cabe questionar: por que GQT ainda é tão utilizada?
  • 961.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Questões para debate (cont.) 6) E mais, como os profissionais podem acreditar numa tecnologia tão recente como o coaching e o mentoring? Talvez quando você se colocar no lugar de um profissional fique mais fácil chegar a sua resposta, mas isso é só uma sugestão.
  • 962.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Questões para debate 7) Ao questionarmos acerca da aplicabilidade das tecnologias com o intuito de descobrir se tal esforço tinha fundamento, ou se eles conseguiam enxergar as vantagens de tal procedimento, obtivemos um resultado realmente significativo, porque 84% (porque auxiliam na solução de problemas – 42% – e porque agregam mais valor ao resultado final da atividade – 42%) dos respondentes demonstraram conhecer as vantagens de tal procedimento. E você, sabe o por que se deve adotar tais tecnologias?
  • 963.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Questões para debate 8) Ao se estudar as tecnologias, é inegável conceber que não foram elaboradas no nosso país. Mas ainda, a importação sem as devidas adaptações parecia bastante clara antes de terminar a pesquisa. Diz-se isto, pois os dados nos mostram o contrário, ou seja, um número substancial de respondentes, 62%, admitem que existe a adaptação a nossa realidade. Eis a sua vez de se posicionar. Na sua opinião, existe ou não esta adaptação? Em resposta positiva, que benefícios ela gera? Em resposta negativa, quais são os malefícios?
  • 964.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Questões para debate 9) Em relação às justificativas colocadas para a não existência de uma tecnologia brasileira, uma delas recebeu um grande destaque, com 47%. Os respondentes admitiram que pesquisas existem, e este capítulo e o capítulo anterior são provas disso, mas os pesquisadores pouco podem fazer, pois lhe faltam recursos. Aliás, você acredita que esta justificativa é válida? Que outro argumento você utilizaria?
  • 965.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Questões para debate 10) É fato que as tecnologias oriundas de outras sociedades são muito importantes para quem optou por exercer atividades no âmbito empresarial. Aliás, 97% dos respondentes entendem que tais tecnologias os credenciaram na busca por seu espaço profissional. Verdadeiro ou falso? Justifique a sua resposta.
  • 966.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Questões para debate 11) Na pesquisa 74% dos respondentes afirmaram que nossas tecnologias podem representar crescimento para as empresas brasileiras estando, portanto, a excelência mais próxima, visto que as tecnologias também estão mais próximas das nossas verdadeiras demandas. Qual a sua posição com relação aos benefícios gerados por uma tecnologia nossa, bem brasileira? Vale o empenho em tal esforço?
  • 967.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Questões para debate 12) A estrutura e gestão horizontal é apenas uma das tecnologias que foi trabalhada na pesquisa, contudo recebeu lugar de destaque, pois 70% dos respondentes mostraram acreditar ser o trabalho em equipe um imperativo do mundo moderno, de modo que, naturalmente, a horizontalização prevalece em face de equipes a serem formadas de maneira interdepartamental. Não obstante, discorra acerca do propósito desta tecnologia e se posicione com relação a este ponto.
  • 968.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Questões para debate 13) Ao ser questionado sobre o futuro da área de gestão de pessoas, um dos respondentes disse o seguinte: “acredito que a área de recursos humanos atuará apenas como se fosse uma consultoria interna para as demais áreas da organização, atuando fortemente como uma prestadora de serviços. Em contra partida as demais áreas da organização estariam mais preparadas para as questões relativas ao seu corpo funcional, diminuindo consideravelmente a dependência de um RH central”. O que você pensa a respeito disso?
  • 969.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Questões para debate 14) No final da pesquisa foi aberta uma questão que possibilitava o acréscimo de questões que os respondentes julgavam necessárias. Por conseguinte, selecionamos uma, dentre as sugeridas, para que você possa se posicionar. A questão é a seguinte: qual a realidade das empresas brasileiras frente à aplicação de modernos instrumentos de Gestão de Pessoas? Se possível, uma passagem rápida por outros capítulos desta obra possa ajudar.
  • 970.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 11 Questões para debate 15) Como conclusão da pesquisa, alguns questionamentos se mantiveram em aberto a fim de instigar novas pesquisas, desta forma, teste seus conhecimentos e responda às seguintes questões: qual a importância que a empresa dá a área de pessoas? A unidade de pessoas está preparada para o exercício de um novo papel na empresa, de pensar e agir estrategicamente? Em outras palavras, além do gestor, quem mais na área de pessoas deverá estar preparado para esses novos saltos qualitativos?
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    Gestão de Pessoas 12Cultura organizacional, poder e liderança
  • 972.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Cultura organizacional, poder e liderança 12.1 Preliminares 12.2 Cultura organizacional; 12.3 Poder; e 12.4 Liderança.
  • 973.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2 Cultura organizacional “Por mais que inúmeros autores critiquem a utilização da expressão “cultura organizacional”, não se pode ignorar que ela tem o seu valor e sentido na vida das organizações, as quais, nada mais são, que sociedades formalmente constituídas por pessoas”.
  • 974.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.1 Definições e conceitos .Regularidades observadas no comportamento (Goffman, Van Maanen); .Normas envolvendo grupos de trabalho (Homans); .Valores dominantes numa organização (Deal e Kennedy); .A filosofia que guia as políticas da organização (Ouchi, Pascale e Athos);
  • 975.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.1 Definições e conceitos .As regras do jogo que o novato deve aprender para fazer parte do grupo (Schein, Van Maanen, Ritti e Funkhouser); .O clima e o sentimento de uma organização no trato com os de fora (Tagiuri e Litwin); e .“Conjunto de valores, crenças e padrões de comportamento que formam o núcleo de identidade de uma organização” (MEGGINSON, MOSLEY e PIETRI JR., 1998).
  • 976.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.1 Definições e conceitos Pilares do núcleo da identidade organizacional, valores, crenças e padrões de comportamento. “Mal comparando, trata-se da estrutura de um prédio que pode sofrer reformas, mas os pilares centrais pouco serão modificados”.
  • 977.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.1 Definições e conceitos “Um padrão de pressupostos básicos inventados, descobertos ou desenvolvidos por um determinado grupo, à medida que ele aprende a lidar com seus problemas de adaptação externa e integração interna, e que funcionou bem o suficiente para ser considerado válido e ser ensinado a novos membros” (SCHEIN, 1992).
  • 978.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.1 Definições e conceitos Fusão de empresas: a fusão não é somente física, também ocorre uma fusão de culturas; .Como “misturar” culturas sem afetar a essência individual de cada uma delas?
  • 979.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.1 Definições e conceitos .As culturas das empresas envolvidas não devem e nem podem sofrer alterações que invalidem o que elas realmente acreditam e defendem; e .Seus pilares devem ser sempre mantidos erguidos.
  • 980.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.2 Características Por que estudar a cultura de uma organização? Qual a importância “disso” para o mundo dos negócios? Schermerhorn Jr., Hunt e Osborn (1999), respondem:
  • 981.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.2 Características 1) Porque ela define fronteiras claras para todos os membros da empresa: demonstrando o lado formal da cultura de uma organização, no qual normas e regulamentos delimitam as atitudes das pessoas no âmbito organizacional;
  • 982.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.2 Características 2) Porque ela apresenta um modo consistente de abordar novas situações: exemplo, uma pessoa que trabalha com telemarketing, certamente, ela não sabe o que o cliente irá dizer, mas conhece os procedimentos da organização em que atua e se sentirá segura o suficiente para argumentar; e
  • 983.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.2 Características 3) Porque ela ajuda a unir as pessoas, garantindo um padrão conhecido de sucesso: as pessoas tendem a buscar organizações que apresentem uma identidade na qual acreditam, de modo que garanta o sucesso.
  • 984.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.2 Características . Os pilares do núcleo da identidade organizacional:
  • 985.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.2 Características .Os pilares, (cont.): -Chiavenato (1999)“iceberg” onde: os padrões de comportamento refletem a ponta (mais vulnerável às transformações do ambiente), os valores e crenças constituem a base submersa (mais protegida e com maiores dificuldades a mudanças);
  • 986.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.2 Características .Os pilares do núcleo da identidade organizacional:
  • 987.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.2 Características .Os pilares, (cont.): -Schein (1992)análise sob três camadas: a) Artefatos: primeira camada representada pelas atitudes visíveis das pessoas da organização (padrões de comportamento);
  • 988.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.2 Características .Os pilares, (cont.): -Schein (1992)análise sob três camadas: b) Valores compartilhados: segunda camada, exercem funções essenciais no quadro funcional da organização, pode representar um intenso mecanismo de motivação para as pessoas (crenças); e
  • 989.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.2 Características .Os pilares, (cont.): -Schein (1992)análise sob três camadas: c) Pressuposições básicas: diz respeito à camada mais profunda da análise cultural (valores), aspecto subjetivo da cultura, formado pela informalidade, a qual é construída com base nas experiências.
  • 990.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.2 Características .Chiavenato (1999), a cultura pode ser classificada em: -Adaptativa: culturas organizacionais flexíveis que buscam a inovação aceitando mudanças como um processo natural; e
  • 991.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.2 Características .Chiavenato (1999)a cultura pode ser classificada em (cont.): -Não-adaptativas: cultura fechada, não disposta a alterações, rígida e voltada para a manutenção do status quo e do conservadorismo.
  • 992.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.3 Elementos formadores -Regras e regulamentos: determinam as ações das pessoas, o que pode ou não ser feito, “especificando quando diversos tipos de ações são adequados e qual a posição dos membros individuais no sistema social” (SCHERMERHORN JR.; HUNT e OSBORN, 1999);
  • 993.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.3 Elementos formadores -Ambiente organizacional: engloba aspectos informais, tais como “sentimentos das pessoas e a maneira como elas interagem entre si, com os clientes ou elementos externos” (CHIAVENATO, 1999); -Microculturas: uma cultura é formada por diversas microculturas que têm uma filosofia própria, mas, nem por isso, é contra os princípios da empresa;
  • 994.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.3 Elementos formadores -Contraculturas: são partes integrantes da cultura organizacional da mesma forma que as microculturas, as quais têm filosofias próprias em atrito com os princípios da organização (festa de aniversário); -Linguagem doméstica: vocabulário específico utilizado por pessoas que compartilham da mesma cultura em uma versão macro, ou microcultura ou contracultura em uma versão micro (médicos e engenheiros);
  • 995.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.3 Elementos formadores -Ritos: “atividades relativamente elaboradas e planejadas que combinam várias formas de expressão cultural e muitas vezes têm conseqüências tanto práticas quanto expressivas” (TRICE e BEYER, 1987), (entrar pelos fundos);
  • 996.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.3 Elementos formadores -Rituais: “métodos e procedimentos detalhados seguidos fiel e regularmente” (MEGGINSON, MOSLEY e PIETRI JR., 1998), (festa de aniversariantes do mês que acontece na última sexta-feira de cada mês, que começa com o “parabéns pra você”, um dos aniversariantes fala qualquer coisinha...);
  • 997.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.3 Elementos formadores - Heróis: são aquelas pessoas que devido às repetidas situações de sucesso representam os pilares da organização de uma forma positiva tanto para o ambiente interno, como para o externo;
  • 998.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.3 Elementos formadores - Símbolos: estão presentes nos aspectos macros e nos aspectos materiais, tais como “a arquitetura do edifício, as salas e mesas, o tamanho e arranjo físico dos escritórios que definem o grau de igualdade ou diferenciação entre as pessoas e o tipo de comportamento” (CHIAVENATO, 1999); e
  • 999.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.3 Elementos formadores -Mitos organizacionais: “são crenças não-confirmadas e geralmente não-declaradas, que são aceitas sem qualquer análise” (SCHERMERHORN JR.; HUNT e OSBORN, 1999), lendas transmitidas pelas pessoas, via conversas informais, sem nenhuma comprovação de veracidade.
  • 1000.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.4 Programa de ambientação .Um esforço da organização para transmitir sua história e sua cultura àquelas pessoas que ali exercerão suas atividades; e .Pode ser realizado em um dia, uma semana... Depende de cada empresa.
  • 1001.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.4 Programa de ambientação .Recursos instrucionais que podem ser utilizados: -São exibidos filmes sobre a história da organização, é feito um tour pela empresa para se conhecer fisicamente seus setores e unidades, são utilizados aparelhos de projeção (datashow).
  • 1002.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.4 Programa de ambientação .Objetivos, (Ivancevich, 1995): -Diminuir a inquietação dos recém-chegados: uma nova roupagem à integração na organização, possibilitando uma pequena intimidade com alguns aspectos da cultura interna;
  • 1003.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.4 Programa de ambientação .Objetivos, (Ivancevich, 1995): -Diminuir o turnover (rotatividade): das pessoas da organização, por meio de um programa de ambientação, as pessoas que chegam, rapidamente se sentirão parte integrante do novo ambiente, de modo que o processo de rotatividade nos primeiros meses de atuação será minimizado;
  • 1004.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.4 Programa de ambientação .Objetivos, (Ivancevich, 1995): -Diminuir o tempo: quando o recém-contratado não recebe as orientações necessárias para abrir a porta de seu novo ambiente, mais tempo esta pessoa irá despender para conhecer seus futuros colegas e a própria organização; e
  • 1005.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.4 Programa de ambientação .Objetivos, (Ivancevich, 1995): -Desenvolver expectativas realísticas: capacitar os novatos(as) para que eles(elas) possam buscar novos caminhos no plano real, ou melhor, como diz o ditado “manter os pés no chão”.
  • 1006.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.5 Redesenhando o Desenvolvimento Organizacional (DO) “É um esforço organizacional utilizado por intermédio de intervenções planejadas nos processos da organização, usando conhecimentos da ciência comportamental” (MEGGINSON, MOSLEY e PIETRI JR., 1998).
  • 1007.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.5 Redesenhando o DO -Esforço organizacional: “o DO tem tanto metas de resultados relativas à melhora de realização das tarefas, como metas de processo relativas à melhora da forma pela qual os membros da organização trabalham juntos” (SCHERMERHORN JR.; HUNT e OSBORN, 1999);
  • 1008.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.5 Redesenhando o DO -Intervenções planejadas: de uma maneira mais simplificada as intervenções planejadas dizem respeito ao momento em que são colocadas “sobre a mesa” a problemática da organização para as pessoas da organização; e
  • 1009.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.5 Redesenhando o DO -Ciência comportamental: o DO utiliza apenas a ciência comportamental, pois estamos falando de um procedimento criado por profissionais da psicologia industrial ou organizacional - estudo mais focado.
  • 1010.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.5 Redesenhando o DO Como DO pode ajudar as pessoas e a organização a alcançarem metas? - Proporcionando um ambiente propício a soluções. - Complementando a autoridade formal com a intensificação do coeficiente de participação das pessoas da organização. - Ampliando a participação das pessoas da organização que detêm habilidades específicas. - Intensificando os laços de confiança e interação entre as pessoas.
  • 1011.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.5 Redesenhando o DO .As fases do processo de Desenvolvimento Organizacional (DO). 1o FASE 2o FASE 3o FASE Diagnose Intervenção planejada Avaliação
  • 1012.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.5 Redesenhando o DO 1a FASE – Diagnose Reunião e apreciação de dados de modo a se obter um diagnóstico capaz de estimar a situação real de problema, a fim de auxiliar a demarcação do ponto em que se deseja chegar e a maneira como este será atingido por meio de abordagens das mais variadas (reuniões de confrontação, por exemplo).
  • 1013.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.5 Redesenhando o DO 2a FASE – Intervenção planejada Executar o que foi planejado, a implementação pode ser por meio da realização de encontros de grupos de pessoas que tenham algum vínculo com a atividade-problema, a fim de que soluções sejam propostas.
  • 1014.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.5 Redesenhando o DO 3a FASE – Avaliação Momento de verificar os resultados, avaliar os últimos dados coletados e analisar o que foi implantado a partir das sugestões das pessoas que participaram do estudo.
  • 1015.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.5 Redesenhando o DO .Cuidados ao iniciar um processo de DO, (MEGGINSON, MOSLEY E PIETRI JR., 1998): - Necessidade de suporte da alta administração; - Quanto ao ambiente onde será implementado; e - Quanto à complexidade do processo.
  • 1016.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.6 Mudanças organizacionais .Condições que podem vir a facilitar a mudança cultural, (CHIAVENATO, 1999): -Um momento de forte tensão: ocorrida uma situação crítica, é sinal de que a cultura organizacional está em desequilíbrio, este fato facilita uma possível mudança;
  • 1017.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.6 Mudanças organizacionais .Condições, (CHIAVENATO, 1999), (cont.): -Mudanças na alta administração: quando novas pessoas entram para compor o quadro de gestores, esses novos gestores tendem a trazer um novo estilo de gestão, baseado em outros valores;
  • 1018.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.6 Mudanças organizacionais .Condições, (CHIAVENATO, 1999), (cont.): -A organização ser de pequeno porte: o esforço necessário para a efetivação das mudanças propostas e aprovadas, na organização de pequeno porte, é bem menor face o grau de complexidade ser pequeno ou mesmo quase inexistente; e
  • 1019.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.6 Mudanças organizacionais .Condições, (CHIAVENATO, 1999), (cont.): -Uma organização ser recente: no sentido de ser nova mesmo. Não que este fato irá determinar a força de sua cultura, mas a tendência é que esta, ainda, esteja construindo seus pilares de modo a propiciar mudanças.
  • 1020.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.6 Mudanças organizacionais (MEGGINSON, MOSLEY E PIETRI JR., 1998) Forças externas (clientes, fornecedores, demais stakeholders e a concorrência) e Forças internas.
  • 1021.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.6 Mudanças organizacionais .As forças externas possuem um maior impacto na cultura da organização, na medida em que são pouco controláveis e afetam de forma incisiva a sobrevivência dos negócios; e .As forças internas, muitas vezes, fruto das externas, referem-se ao comportamento das pessoas da organização frente a novos desafios, “essa interligação entre as duas forças quase sempre resulta de mudanças de valores e atitudes que afetam as pessoas nos sistemas”.
  • 1022.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.6 Mudanças organizacionais Mas afinal, quem assume a condução dessas circunstâncias que conduzem a mudanças na organização? 1) O agente de mudançapessoa da organização; ou 2) Um membro externo no papel de consultor.
  • 1023.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.6 Mudanças organizacionais -Em ambos os casos, o agente de mudança é quem ficará responsável por definir o problema advindo das pressões sentidas pela organização e participar às pessoas, estimulando a busca de soluções, para, então, testar estas saídas.
  • 1024.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.2 Cultura organizacional 12.2.6 Mudanças organizacionais E ele, o gestor de pessoas, como fica nos processos de mudanças organizacionais?
  • 1025.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3 Poder -O “poder” pode causar grandes transformações na vida das pessoas e, em especial, nas organizações. Afinal, o que é poder?
  • 1026.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.1 Definições e conceitos .Niccolo Machiavelli, Maquiavel ou maquiavélico(a). “Existem dois modos de combater: um com as leis, o outro com a força. O primeiro é próprio do homem, o segundo, dos animais; mas, como o primeiro modo muitas vezes não é suficiente, convém recorrer ao segundo” (MACHIAVELLI, 1996).
  • 1027.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.1 Definições e conceitos .Afinal, o que significa ser maquiavélico? -O termo é usado com o intuito de descrever atitudes dolosas, porque, para Maquiavel, ações enérgicas eram justificáveis quando visavam à conquista e a manutenção do poder.
  • 1028.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.1 Definições e conceitos .Maneiras de compreender o poder, (DRUMMOND, 1993): “Poder sobre”: segue os preceitos de Maquiavel, enfatizando os interesses próprios e as ações enérgicas, baseando-se no fato que o poder consiste na capacidade de influenciar alguém; e
  • 1029.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.1 Definições e conceitos .Maneiras de compreender o poder, (DRUMMOND, 1993): “Poder para fazer”: se refere ao status quo alimentado pela sociedade, no fato de que nenhum ser humano gosta de ser tolhido, pelo contrário, todos querem ter sempre o direito de ir e vir.
  • 1030.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.1 Definições e conceitos -“O poder é o meio por meio do qual conflitos de interesses são, afinal, resolvidos. O poder influencia quem consegue o quê, quando e como” (MORGAN, 1996); -“Poder é a possibilidade de alguém impor a sua vontade sobre o comportamento de outras pessoas” (WEBER, 1954); e -“Liderança é poder” (VERGARA, 1999).
  • 1031.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.1 Definições e conceitos .“Poder não é liderança” -Poder (no sentido de status quo) não é sinônimo de liderança, já que não escolhemos ser líderes, somos escolhidos, de modo que esse tipo específico de poder não é imposto, surge informalmente.
  • 1032.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.1 Definições e conceitos .Por que as pessoas querem o poder? (GALBRAITH, 1999): -Para autopromoção: a pessoa quer o poder para se auto- promover, ideal contrário à democracia, na qual o poder é oferecido a uma pessoa para que ela represente o interesse dos demais;
  • 1033.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.1 Definições e conceitos .Por que as pessoas querem o poder? (cont.): -Para disseminar seus valores: pessoais, religiosos e sociais; e -Para obter apoio à sua visão de mundo: preocupação maior com a democracia, a pessoa busca o poder para conseguir disseminar o seu modo de enxergar o mundo.
  • 1034.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.2 Fontes de poder .O que define quem manda e quem obedece? -As fontes de poder, (GALBRAITH, 1999): Personalidade: engloba “qualquer característica pessoal que dá acesso a um ou mais instrumentos de poder”, tais atributos se encontram enraizados nas pessoas, não podendo ser adquiridos, pois são natos;
  • 1035.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.2 Fontes de poder .O que define quem manda e quem obedece? -As fontes de poder, (GALBRAITH, 1999): Propriedade ou riqueza: podem provocar a submissão daquelas pessoas desprovidas de tais atributos, ou seja, “confere um aspecto de autoridade, uma firmeza de propósito, e isto pode induzir à submissão condicionada”; e
  • 1036.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.2 Fontes de poder .O que define quem manda e quem obedece? -As fontes de poder, (GALBRAITH, 1999): Organização: consiste em um grupo de pessoas que se encontram unidas em prol de um objetivo comum, refere-se ao “poder para fazer”, podendo ser modificado de acordo com os interesses em jogo, como é o caso dos partidos políticos.
  • 1037.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.3 Instrumentos de poder .“Formas de influenciar relações, ou seja, as estratégias utilizadas para conseguir tal feito”.
  • 1038.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.3 Instrumentos de poder .Swaffin-Smith e Wilkinson (1984), são elas: -Razão: estratégia é muito utilizada na medida em que a sua prática é involuntária. Quando precisamos comprovar algum fato é natural utilizarmos situações passadas “para apoiar um argumento lógico” (SCHERMERHORN JR., HUNT e OSBORN, 1999);
  • 1039.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.3 Instrumentos de poder .Swaffin-Smith e Wilkinson (1984), são elas: -“Amizade”: este instrumento de poder não se refere a uma relação baseada no afeto, mas sim nos interesses em jogo. Aliás, um termo que certamente definiria melhor este item seria network;
  • 1040.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.3 Instrumentos de poder .Swaffin-Smith e Wilkinson (1984), são elas: -Barganha: caracterizada por uma relação de interesse que utiliza “a troca de favores como base de negociação” (SCHERMERHORN JR., HUNT e OSBORN, 1999). Como diz o ditado popular, “uma mão lava a outra”;
  • 1041.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.3 Instrumentos de poder .Swaffin-Smith e Wilkinson (1984), são elas: -Assertividade: ao utilizarmos uma forma mais enérgica no tratamento com as pessoas, não é difícil perceber o poder que exercemos sobre elas, pois quando alguém impõe a sua opinião é nítida a impressão que esta pessoa é mais “poderosa” que você;
  • 1042.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.3 Instrumentos de poder .Swaffin-Smith e Wilkinson (1984), são elas: -Maior autoridade: por meio do apoio da alta cúpula administrativa da empresa a suas propostas, aliás, qualquer sugestão a ser feita para a organização deve buscar primeiramente o apoio das pessoas integrantes do seleto grupo responsável pela tomada de decisões;
  • 1043.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.3 Instrumentos de poder .Swaffin-Smith e Wilkinson (1984), são elas: -Sanções: defende a utilização de recompensas e punições por parte da organização, como forma de demonstração de poder, ou seja, a empresa aproveita-se da posição que tem para pressionar as pessoas e fazê-las executar tarefas que condizem com o interesse organizacional; e
  • 1044.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.3 Instrumentos de poder .Swaffin-Smith e Wilkinson (1984), são elas: -Assimetria de informação: quem tem informação detém um certo tipo de poder, se você é uma pessoa muito comunicativa e influente, por exemplo, terá maior facilidade para captar informações, muitas vezes, reservadas ou, até mesmo, sigilosas.
  • 1045.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.4 Tipos de poder “O poder desempenha há bastante tempo, a chamada regra de tríade, englobando os poderes condignos, compensatórios e condicionados” (GALBRAITH, 1999). Mas, em que consistem estas três formas de poder?
  • 1046.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.4 Tipos de poder -Poder condigno (ou coercitivo): consiste na submissão originada pela “capacidade de impor às preferências do indivíduo ou do grupo uma alternativa suficientemente desagradável ou dolorosa para levá-lo a abandonar essas suas preferências”;
  • 1047.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.4 Tipos de poder -Poder compensatório (ou de recompensa): tem ligação direta com a fonte de poder trabalhada, propriedade ou riqueza. Consiste na aquisição da submissão das pessoas por meio de recompensas como as promoções, por exemplo; e
  • 1048.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.4 Tipos de poder -Poder condicionado (ou legítimo): “desenvolve os valores interiorizados, que determinam que o gestor tem o direito inerente de influenciar seus subordinados” (MEGGINSON, MOSLEY e PIETRI JR., 1998).
  • 1049.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.4 Tipos de poder “Os três poderes que compõem a regra da tríade encontram-se intimamente relacionados à posição que a pessoa ocupa na organização, ou seja, referem-se ao indivíduo ocupante de um cargo, tendo poder em função disso” (SCHERMERHORN JR., HUNT E OSBORN, 1999).
  • 1050.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.4 Tipos de poder “Também existem tipos de poder que independem da posição ocupada pela pessoa, pois, neste caso, é o indivíduo quem tem o poder” (SCHERMERHORN JR., HUNT E OSBORN, 1999).
  • 1051.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.4 Tipos de poder .Independem da posição. São eles: -Poder de especialização: consiste na capacidade que uma pessoa tem de “controlar o comportamento de outras pessoas por meio da posse do conhecimento, experiências, ou julgamento que os outros não têm, mas precisam”; e
  • 1052.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.4 Tipos de poder .Independem da posição. São eles: -Poder de referência: tem suas bases na identificação de uma pessoa com outrem, com o propósito de ser semelhante ou igual a ela. A idéia é “controlar o comportamento de outrem porque a pessoa quer se identificar com a fonte de poder”.
  • 1053.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.4 Tipos de poder .Outros tipos de poder, (VERGARA, 1999): -Poder do autoconhecimento: “o autoconhecimento pode levá-lo a valorizar o poder compartilhado, e este pode ser fator motivacional” (VERGARA, 1999), a união faz a força, como diz o ditado popular; e -Poder do autodesenvolvimento.
  • 1054.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.4 Tipos de poder .Poder do autodesenvolvimento, cinco chaves mestras, (GEORGE LEONARD, 1995), (cont.): -Instrução: tendo em vista que somos capazes de educar- nos de diversas formas, tais como: lendo livros como este, vendo filmes, por meio de conversas ou, até mesmo, fazendo uso da observação direta;
  • 1055.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.4 Tipos de poder .Poder do autodesenvolvimento, cinco chaves mestras, (GEORGE LEONARD, 1995), (cont.): -Prática: refere-se a todas as atividades que você executa de forma constante, façam elas parte da sua rotina ou não;
  • 1056.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.4 Tipos de poder .Poder do autodesenvolvimento, cinco chaves mestras, (GEORGE LEONARD, 1995), (cont.): -Entrega: faz referência a idéia de dedicação total a este novo contexto, analogia com artes marciais japonesas, nas quais a coragem é medida por sua disposição de entregar- se ao professor;
  • 1057.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.4 Tipos de poder .Poder do autodesenvolvimento, cinco chaves mestras, (GEORGE LEONARD, 1995), (cont.): -Intencionalidade: deve-se compreender que o autodesenvolvimento não acontece por acaso, é preciso que você saiba mensurar suas ações e usá-las para alcançar seus objetivos, ou seja, determinada pessoa “não dá ponto sem nó”;
  • 1058.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.4 Tipos de poder .Poder do autodesenvolvimento, cinco chaves mestras, (GEORGE LEONARD, 1995), (cont.): -Limiar: Sendo sinônimo de fronteira, como o próprio rótulo sugere, esta chave faz referência à exploração dos limites do impossível;
  • 1059.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.4 Tipos de poder .Poder do autodesenvolvimento, cinco chaves mestras, (GEORGE LEONARD, 1995), (cont.): -Poder da comunicação interpessoal: a idéia é apresentar um determinado problema para diferentes pessoas, levantando indagações que auxiliarão na solução, ou que, pelo menos, irão sugerir boas respostas; e
  • 1060.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.4 Tipos de poder .Poder do autodesenvolvimento, cinco chaves mestras, (GEORGE LEONARD, 1995), (cont.): -Poder da burocracia: burocracia é uma boa forma de organização do trabalho, logo, há relação de subordinação entre as pessoas e o poder legítimo proporcionado pelo lugar que ocupam dentro da estrutura hierárquica.
  • 1061.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.5 Autoridade .“Idéia que se limita a um tipo de autoridade: a formal, ou seja, faz referência apenas àquele poder fundamentado na posição ocupada pela pessoa na cadeia hierárquica”. .O que você entende por autoridade? -Não existe só a autoridade formal, mas também a “capacidade ou poder de alguém para tomar decisões e agir para implementá-las” (LACOMBE, 2004).
  • 1062.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.5 Autoridade .Tipos de autoridade, (MAX WEBER, 1954), são eles: -Tradicional: baseia-se nas tradições, crenças e costumes, a figura do pai de família como exemplo de autoridade tradicional na época em que era o “todo poderoso” e a mulher era submissa ao marido, fato que, felizmente, não é mais realidade hoje;
  • 1063.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.5 Autoridade .Tipos de autoridade, (MAX WEBER, 1954), são eles: -Carismática: relacionado com o poder pessoal, concretizando-se por intermédio das competências individuais, ex: herói ou heroína; e
  • 1064.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.5 Autoridade .Tipos de autoridade, (MAX WEBER, 1954), são eles: -Racional-legal: forma de poder embasada no consentimento das pessoas em virtude de normas e regulamentos definidos de maneira coerente, ex: oganizações militares, naturalmente marcadas pela obediência, pelas regras e punições.
  • 1065.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.6 Jogos de poder “Para jogar o jogo do poder é preciso, primeiramente, descobrir o que é poder, saber defini-lo, conhecer as suas fontes, seus instrumentos e seus tipos” (KORDA, 1975).
  • 1066.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.6 Jogos de poder -Jogo da fraqueza: negar a existência de qualquer tipo de poder com você, tenha a humildade e a “cara de pau” como aliadas, pois “a esperteza está em levar a outra pessoa a sentir-se culpada e o golpe de mestre é conseguir que ela peça desculpas”. Ex: observada em brigas de namorados;
  • 1067.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.6 Jogos de poder -Os mais espertos chegam primeiro: aqueles que optam por este estilo acabam conhecidos como verdadeiros ditadores, pois, além de se aproveitarem dos deslizes dos outros, temem tanto parecer vulneráveis que nunca se dão por satisfeitos em mandar nos subordinados;
  • 1068.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.6 Jogos de poder -Subir, não. Expandir-se, sim: é sugerido que você amplie a sua visão de poder e não se esgote na ligação deste com a hierarquia, pare de agir “como se a vida fosse uma escada, para ser galgada degrau por degrau” e pare de esperar alguém desocupar o degrau de cima para que você possa avançar;
  • 1069.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.6 Jogos de poder -O jogo da informação: assimetria de informações é um dos instrumentos de poder, este jogo é oriundo do fato que algumas pessoas detêm mais informações do que outras, neste caso, detêm também, mais poder;
  • 1070.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.6 Jogos de poder -Ninguém é indispensável: na visão da organização, por mais competente que seja a pessoa prestadora de serviço, ela não é insubstituível. Logo a empresa terá um dispêndio de recursos maior para substituir alguém, mas a troca sempre é possível;
  • 1071.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.6 Jogos de poder -O poder do não: Já tentou falar não para o(a) seu(sua) parceiro(a) que veio todo(a) animado(a) chamar você para sair? Complicado. Mas uma forma de jogar é aprender a dizer não. Aliás, a idéia é que nenhuma atitude faça você mudar de idéia, pois a decisão já está tomada; e
  • 1072.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.6 Jogos de poder -Jogos de maneiras: utilização de más maneiras para evidenciar o poder, como exemplos, tem-se a ironia utilizada para humilhar o outro, além da grosseria praticada com o intuito de firmar a posição hierárquica de cada pessoa, ou mesmo, para desviar o assunto em pauta.
  • 1073.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.6 Jogos de poder E o assédio sexual? A Lei n.º 10.224 de 15/5/2001 acresce ao Código Penal o art. 216-A, e diz o seguinte:
  • 1074.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.6 Jogos de poder “Art. 216-A. Constranger (obrigar alguém, com o uso da força, a praticar algum ato) alguém com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se o agente (causador do dano) da sua condição de superior hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício de emprego, cargo ou função” (site: A PATROA E SUA EMPREGADA, 2005).
  • 1075.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.3 Poder 12.3.6 Jogos de poder -Desse modo, até mesmo para saber como se defender deste constrangimento, é importante que você não acredite que “assediar sexualmente mulheres subordinadas é apenas uma extensão do direito do superior de fazer exigências as pessoas de posições mais baixas” (GOMES e LUZ, 2000).
  • 1076.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4 Liderança Quem pode ser considerado um gestor? Porque nem todo gestor é um líder e vice-versa?
  • 1077.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4 Liderança “O líder opera sobre os recursos emocionais e espirituais da organização, sobre seus valores, comprometimento e aspirações” (BENNIS e NANUS, 1998).
  • 1078.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4 Liderança “Em contraste, o gestor opera sobre os recursos físicos da organização, sobre seu capital, habilidades humanas, matérias-primas e tecnologia” (BENNIS e NANUS, 1998).
  • 1079.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4 Liderança Líder Gestor Liderar é conectar as pessoas da organização ao seu negócio. Gerenciar é colocar para trabalhar as pessoas da organização no seu negócio. Liderar é obter e manter as pessoas da organização agindo e trabalhando como proprietários. Gerenciar é obter e manter as pessoas da organização agindo e trabalhando como pessoas da organização. Liderança é a arte de fazer com que os outros tenham vontade de fazer algo que você está convencido que deva ser feito. Gerência é a arte de fazer com que os outros façam algo que você está convencido que deva ser feito. Liderança é a arte de mobilizar os outros a batalhar por aspirações compartilhadas. Gerência é a arte de mobilizar os outros a batalhar. Liderança é a arte de obter resultados desejados, acordados e esperados através de pessoas engajadas. Gerência é a arte de obter resultados desejados, acordados e esperados através de pessoas.
  • 1080.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4.1 Definições e conceitos .Líder -“Curiosamente a pronúncia é led e não lid, de líder, que significa chumbo, material este utilizado na fabricação de balas para armas de fogo”; -“O termo ganhou fama no mesmo período em que as balas para armas de fogo foram inventadas, favorecendo a comparação, apresentando o líder como a pessoa em que todos queriam encher de chumbo”;
  • 1081.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4.1 Definições e conceitos .Líder (cont.) -“Para ser líder é necessário ter seguidores, pois sem eles a liderança não existirá”; -“Não escolhemos ser líderes, mas somos escolhidos”; -“Só é líder quem inspira confiança”;
  • 1082.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4.1 Definições e conceitos .Líder (cont.) -“O líder eficaz não é alguém amado e admirado. É alguém cujos seguidores fazem as coisas certas. Popularidade não é liderança. Resultados sim!” (DRUCKER, 1996); e
  • 1083.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4.1 Definições e conceitos .Líder (cont.) -“Liderar é conduzir um grupo de pessoas, influenciando seus comportamentos e suas ações, para atingir objetivos e metas de interesse comum desse grupo, de acordo com uma visão do futuro baseada em um conjunto coerente de idéias e princípios” (LACOMBE, 2004).
  • 1084.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4.2 Características dos líderes .Características da pessoa-líder, (FARIA, 2004): -Auto-liderança: o líder deve iniciar a sua trajetória liderando a si mesmo, pois, como você pode querer que alguém confie em você, se você mesmo não confia?; -Compartilhamento: característica chave para entender a relação entre poder e liderança, já que ao ser notado como um líder, você terá um certo tipo de poder que deverá ser compartilhado;
  • 1085.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4.2 Características dos líderes .Características da pessoa-líder, (cont.): -Coragem: indispensável para o líder, ter coragem não só representa uma pessoa corajosa, mais do que isso, é fazer com que outras pessoas acreditem na sua disposição e garra e desenvolvam uma relação de confiança, base para a existência da liderança;
  • 1086.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4.2 Características dos líderes .Características da pessoa-líder, (cont.): -Foco: consiste na concentração que o líder deve ter em seu objetivo final, nenhum obstáculo pode desviar o foco da sua visão, o líder deve estar preparado para contornar todo e qualquer tipo de situação que venha a dificultar o atendimento de suas metas;
  • 1087.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4.2 Características dos líderes .Características da pessoa-líder, (cont.): -Mudança: é um pré-requisito para a liderança, não se pode pensar na hipótese de existir líderes e seguidores se o objetivo é permanecer no mesmo patamar, logo, o líder é considerado um agente de mudança;
  • 1088.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4.2 Características dos líderes .Mudança, (cont.): -1a política: Abandono do ontem; -2a política: Aperfeiçoamento contínuo; -3a política: Exploração do sucesso; e -4a política: Inovação sistemática.
  • 1089.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4.2 Características dos líderes .Características da pessoa-líder, (cont.): -Pesquisa e Mapeamento: do estágio atual da empresa e como fazer para alcançar o ponto almejado por ela, analisando os prós e contras;
  • 1090.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4.2 Características dos líderes .Características da pessoa-líder, (cont.): -Significado: é o que faz o líder seguir o seu caminho independentemente dos obstáculos e das outras pessoas. Em outras palavras, é a “força” que o faz seguir na busca por seus objetivos; -Situacional: tendo em vista que a relação de liderança vai depender da situação em que as pessoas se encontram;
  • 1091.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4.2 Características dos líderes .Características da pessoa-líder, (cont.): -Visão: o líder deve ser capaz de enxergar os seus objetivos, enquanto no foco a idéia é não perder esta visão, aliás, para se ter esta visão o líder tem de ter visão holística; e
  • 1092.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4.2 Características dos líderes .Características da pessoa-líder, (cont.): -Visibilidade: líder deve estar visível sendo um exemplo a ser seguido, as pessoas precisam saber a veracidade de tudo o que é dito e feito por ele, pois falsas impressões não constroem relação de liderança.
  • 1093.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4.2 Características dos líderes .Mais características da pessoa-líder, (KARLOF, 1994): -Aberto e extrovertido: extrovertido não é sinônimo de exibido, pelo contrário, o líder deve ser comunicativo, acessível no sentido de fazer seus seguidores sentirem-se confortáveis ao recorrer a ele, por saberem que ele será solicito;
  • 1094.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4.2 Características dos líderes .Mais características da pessoa-líder, (cont.): -Inquisitivo: um líder deve buscar caminhos, por intermédio de constantes questionamentos, deve ser capaz de fazer críticas construtivas; e
  • 1095.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4.2 Características dos líderes .Mais características da pessoa-líder, (cont.): -Carismático: o líder deve ser capaz de acolher pessoas e ser dotado de empatia, tendo também a capacidade de se colocar no lugar do outro. O alto grau de confiança na relação líderes/seguidores é inevitável.
  • 1096.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4.2 Características dos líderes .Mais características da pessoa-líder, (cont.): -Bennis e Nanus (1998) entrevistaram 90 líderes e identificaram cincos habilidades, consideradas por eles, primordiais para um líder eficaz 1) A capacidade de aceitar as pessoas como elas são, não como você gostaria que fossem; 2) A capacidade de abordar relacionamentos e problemas em termos do presente e não do passado;
  • 1097.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4.2 Características dos líderes .Mais características da pessoa-líder, (cont.): -Habilidades primordiais para um líder eficaz (cont.)  3) A capacidade de tratar os que estão perto de você com a mesma atenção cordial que você concede a estranhos e a pessoas que conhece casualmente;  4) A capacidade de confiar nos outros, mesmo quando o risco parece grande; e 5) A capacidade de agir sem a aprovação e o reconhecimento constante dos outros.
  • 1098.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4.3 Compromissos do líder (REDDIN, 1981) 1) Defende valores que representam a vontade coletiva, do contrário, não seria capaz de mobilizar os seguidores à ação; 2) Cria o espírito de equipe; 3) Promove a lealdade à organização e aos seus valores; e 4) Gera confiança quanto aos resultados a serem obtidos.
  • 1099.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4.3 Compromissos do líder (GARDNER, 1992) 1) Estabelece os objetivos; 2) Cria, mantém e administra uma equipe de bom nível; 3) Explica as razões do que deve ser feito; 4) Serve de símbolo para os seguidores; e 5) Renova os sistemas complexos que ele lidera.
  • 1100.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4.4 Estilos de liderança “Os estilos de liderança consistem nas atitudes de um líder com seus seguidores”: - Autocráticos (ou autoritários): o líder que se assume desta maneira, tem o comportamento regido pela tradição, não costumando ouvir seus seguidores, estando “preocupado essencialmente com a tarefa” (BANDEIRA, MARQUES e SANTOS, 2005);
  • 1101.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4.4 Estilos de liderança - Democráticos (ou participativos): o enfoque é as relações humanas e não a produção, os seguidores participam do processo de tomada de decisões, por conta disso, objetivos e estratégias são definidos tanto pelo líder, quanto por seguidores, de maneira democrática; e
  • 1102.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4.4 Estilos de liderança - Laissez-faire: chamados de “líderes da rédea solta” – são frouxos e permissivos e deixam os seguidores fazerem o que querem” (MEGGINSON, MOSLEY e PIETRI JR., 1998), esta liberdade pode passar a impressão de que a liderança não existe, pois não há um foco como nos dois estilos anteriormente vistos.
  • 1103.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4.5 Abordagens .As abordagens de liderança são distinguidas por meio da intensidade de sua aparição: -Dos traços de personalidade: reforça a concepção de que liderança não se aprende, mas você é capaz de aperfeiçoar suas competências. A crença é de que você nasce líder ou não;
  • 1104.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4.5 Abordagens -Comportamental: são consideradas as atitudes dos indivíduos e não suas características peculiares, Likert (1979) identificou quatro sistemas: 1) autoritário-exploratório; 2) autoritário-benevolente; 3) consultivo; e 4) grupos participativos;
  • 1105.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4.5 Abordagens -Contingencial: o líder deve estar preparado para as eventualidades, não só referente ao ambiente, mas também às ações das pessoas; e -Do Grid Gerencial: possibilita a interação entre os três estilos de liderança apresentados anteriormente, para isso, são utilizados dois eixos norteadores, vertical e horizontal, ambos com escalas de 9 pontos.
  • 1106.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4.5 Abordagens -Do Grid Gerencial (cont.)
  • 1107.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.4 Liderança 12.4.5 Abordagens Você será capaz de distinguir: poder, autoridade e liderança? Vale assistir um filme clássico: “O segredo do meu sucesso”, de Michael J. Fox.
  • 1108.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.5 Cultura organizacional, poder e liderança: ontem, hoje e tendências .Para comprovar o que foi dito, faça o seguinte teste, respondendo a duas questões: (1a) você conhece a Coca-cola? (Lógico! Quem não conhece?); e (2a) você por acaso sabe quem é o presidente da Coca- cola? (Provavelmente, não. São vários presidentes).
  • 1109.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.5 Cultura organizacional, poder e liderança: ontem, hoje e tendências .Esta é a questão. Atualmente “a personalidade poderosa foi substituída por uma equipe de gestores; o empresário cedeu lugar ao anônimo homem da organização” (GALBRAITH, 1999). Desta forma, fica nítido que a personalidade cedeu lugar à organização como fonte de poder mais influente;
  • 1110.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.5 Cultura organizacional, poder e liderança: ontem, hoje e tendências .Similarmente, a propriedade também vem perdendo o seu lugar de prestígio no mundo de hoje. Contudo, neste caso, não há uma boa aceitação, “acredita-se numa certa legitimidade ainda ligada à propriedade”; .Na medida que a riqueza cede o seu lugar, as pessoas começam a valer mais pelo que elas são e não por suas posses e este é o ponto positivo deste declínio do grau de importância dado a propriedade;
  • 1111.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.5 Cultura organizacional, poder e liderança: ontem, hoje e tendências .Portanto, se a organização é a fonte de poder que está em evidência no momento, nada mais lógico que se preocupar com a cultura dela, no sentido do poder das organizações ser exercido por elas mesmas, independentemente de quem ocupe seus cargos; e
  • 1112.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.5 Cultura organizacional, poder e liderança: ontem, hoje e tendências .É neste contexto que temos o líder do futuro, segundo Bennis (1996), alguém capaz de criar disposição social conducente à geração do capital intelectual: idéias e know- how, além de inspirar confiança e manter acessa a esperança. Em suma, o verdadeiro gestor da cultura organizacional.
  • 1113.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12.5 Cultura organizacional, poder e liderança: ontem, hoje e tendências 12.6 Enfim...
  • 1114.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Quick case - Rachel, gestora de pessoas de uma empresa de engenharia e projetos, localizada no Rio de Janeiro, estava no salão fazendo balayagem enquanto que Roberta, amiga de trabalho, fazia escova progressiva. Aliás, desnecessário dizer que a conversa “rolava solta”, afinal, salão de beleza tem esta característica cultural. De repente Rachel fala à Roberta: “Beta, você acha que essa história de liderança carismática existe?”. Beta responde: “acho que sim, apesar de nunca ter lido sobre o assunto. Por que?”.
  • 1115.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Quick case (cont.) - Rachel prossegue: “porque hoje o Daniel, nosso diretor, me chamou e disse que eu tinha que mudar o meu estilo de liderança. Disse mais de uma vez que eu deveria parar de conversar com as pessoas da minha unidade, ou, pelo menos, reduzir essas conversas diárias. Fechou dizendo que eu tinha de ser uma líder carismática. Beta, posso ser sincera com você? Ele, realmente, não sabe o que é uma líder carismática, pois, até onde eu sei, carisma não se aprende na escola”.
  • 1116.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Quick case (cont.) - Kim, o cabeleireiro, não resistiu e se meteu na conversa, como sempre acontece com ele mesmo. “Rachel, você me perdoe, mas eu sei o que é carisma. Carisma é uma energia sua, pessoal e que leva as pessoas a acreditar em você, esteja você certa ou não. Aliás, acho que o seu superior não tem uma informação segura sobre isso, caso contrário, falaria o que eu estou falando. Eu acho que você amanhã deve conversar com ele e mostrar que liderança carismática não pode ser comprada na farmácia aqui ao lado.
  • 1117.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Quick case (cont.) - Fale sério com ele e ele entenderá. Mas saiba como falar”. Neste momento, tome por base as posições apresentadas e diga, justificando a sua resposta, se você pensa como o Kim ou como o superior de Rachel?
  • 1118.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Estudo de caso Daniel R. Garcia têm aspirações pessoais muito fortes. Trabalha num banco com inúmeras agências pelo Brasil e está lotado na região Norte/Nordeste onde a competição é tão acirrada quanto na região Sul/Sudeste. Assumira a gerência geral em uma das agências em Manaus, mas, repetindo, têm fortes aspirações pessoais e, certo dia, conversando com um amigo bem mais velho falou das suas expectativas para o futuro próximo. Lembrou que conhece pessoas na área bancária que conseguiram subir rapidamente na escala hierárquica não só movidas por competências pessoais, mas com um pouco de sorte, acreditava.
  • 1119.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Estudo de caso (cont.) O velho amigo disse que sorte existe, mas não é a sorte que vai definir o futuro, nem um futuro de muito sucesso. É saber lidar com a cultura, o poder e a liderança, além de ser competente naquilo que é essencial para o seu trabalho.
  • 1120.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Estudo de caso (cont.) Daniel foi sincero e disse que essa habilidade para trabalhar o comportamento do próximo não era com ele. E ele afirmou: “sou bom em números, sou rápido e sou irrequieto e ansioso. Estou sempre buscando o melhor para o meu cliente e para o banco. Pra mim toda transação tem de ser boa para os dois lados. Agora não me fale em competência no relacionamento com as pessoas. ‘tô fora’, disse ele, com alguma exaltação”.
  • 1121.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Estudo de caso (cont.) Roberto, o velho amigo, se arrisca a dar uma aula e fala sobre jogos de poder que ele, Daniel, precisa aprender, caso contrário vai ser sempre um bom gerente, o que não é nada ruim, mas se ele quer um pouco mais tem de saber jogar. E fala Roberto com uma postura tipicamente professoral: “rapaz anote aí ou ouça com atenção. Você tem os seguintes pontos que têm de ser considerados na sua busca por posição mais forte na empresa que atua: Jogo da fraqueza, aqui o ponto forte está em negar a existência de qualquer tipo de poder com você, não banque o todo poderoso, vai ajudar muito pouco.
  • 1122.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Estudo de caso (cont.) Os mais espertos chegam primeiro, cuidado, pois aqueles que optam por este estilo, costumeiramente acabam conhecidos como verdadeiros ditadores. Subir, não. Expandir-se, sim é importante que você visualize o poder não de forma hierárquica, mas de forma horizontalizada, ou seja, abrindo o leque de influência pessoal. O jogo da informação, este jogo é originado do fato que algumas pessoas detêm mais informações do que outras.
  • 1123.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Estudo de caso (cont.) Por conseguinte, se você se encontra com uma certa informação que apresenta validade para alguém a idéia é dificultar a compreensão daquele que a quer, pois enquanto ele não a tiver, o poder estará em suas mãos. Ninguém é indispensável, na visão da organização, por mais competente que seja a pessoa, ela não é insubstituível. Logo, a empresa terá um dispêndio de recursos maior para substituir alguém, mas a troca sempre é possível, não se esqueça disso. O poder do não, uma forma de jogar é aprender a dizer não.
  • 1124.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Estudo de caso (cont.) Aliás, a idéia é que nenhuma atitude faça você mudar de idéia, pois a decisão já está tomada. Sendo assim, segue um conselho para você, futuro profissional, aprenda a criticar, não aceite tudo o que lhe é passado sem ao menos questionar o que está sendo dito, pois agindo desta forma muito provavelmente você se tornará um grande profissional.
  • 1125.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Estudo de caso (cont.) E por fim, Jogos de maneiras, na verdade, quem joga na busca pelo poder sabe criar crises e divulgá-las aos quatro cantos da empresa, mas sem ter sido o causador da crise e, sabiamente, aparecem ou são chamados a resolvê-las.” E Roberto concorda que o jogo tem muito de maquiavelismo, mas jogo é assim mesmo. Daniel ainda perguntou se era só isso e Roberto disse: “no seu caso é só. Leia bem essas variáveis todas e vá em frente. Sucesso garantido.” Daniel se mostrou bastante inseguro e foi pra casa pensar melhor sobre as sugestões recebidas.
  • 1126.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Estudo de caso (cont.) Em casa, relembrou os itens todos e se achou pouco capaz de trabalhar aquelas variações todas. Fraqueza, ser esperto, subir não, expandir, guardar informações a “sete chaves” e por aí vai. Ainda ligou para a noiva Raquel, formada em psicologia, e contou toda a conversa. Raquel disse simplesmente: seja você e ponto. Daniel não captou a mensagem e insistiu. Raquel achava que essas alternativas dependem de um conhecimento bem mais profundo.
  • 1127.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Estudo de caso (cont.) De nada iria adiantar Daniel se fechar numa fórmula e virar o todo poderoso. Concordava que ele precisava ler, e muito, e não de confiar na sua intuição, na sua auto-análise que era baseada em coisa alguma, somente no seu “achômetro”. Daniel concordara em parte, mas disse textualmente: “amor, está bem, concordo com você, mas tenho pouco o perder e não pretendo gastar um tempo precioso lendo livro sobre poder, liderança e outras coisas mais. Amanhã mesmo eu vou fazer uns testes comigo mesmo e depois eu conto tudo para você”.
  • 1128.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Estudo de caso (cont.) E assim foi. Na manhã seguinte, Daniel acorda, se olha no espelho e diz: “É hoje!!!”. Você (e seu grupo, se for o caso) devem imaginar o que iria acontecer com Daniel nos próximos dias, ou seja, se seria bem sucedido ou não. E mais, você tem de analisar a posição de Raquel que, afinal é psicóloga. E não esquecer das sugestões de Roberto, o amigo mais velho de Daniel. Nota: este caso é hipotético, qualquer semelhança com pessoas, empresas, etc. será mera coincidência.
  • 1129.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Questões para debate 1) Algumas definições sobre a cultura organizacional afirmam que esta consiste numa “filosofia que guia as políticas da organização” (Ouchi, Pascale e Athos), ou mesmo, a apresentam como sendo “normas envolvendo grupos de trabalho” (Homans). Mais do que concordar ou discordar destas assertivas, como você define a cultura organizacional? Seja claro e objetivo em sua resposta.
  • 1130.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Questões para debate 2) É comum autores afirmarem que cultura organizacional é apenas um rótulo “bonitinho” mas que nada tem haver com a realidade das organizações, já que a palavra cultura é muito forte para ser usada desta forma. Em vista disso, cabe a você explicar de forma convincente o porquê de se estudar tal aspecto de uma organização e qual o provável motivo que levaram tais autores a questionar esta terminologia.
  • 1131.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Questões para debate 3) No corpo do texto foram apresentados os pilares do núcleo organizacional (valores, crenças e padrões de comportamento), ou seja, as características marcantes presentes em qualquer organização e que são partes integrantes do seu núcleo, a sua identidade. Via de conseqüência, Chiavenato os comparou com um “iceberg”, onde os padrões de comportamento refletiam a sua ponta.
  • 1132.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Questões para debate (cont.) 3) Similarmente, Schein propôs uma análise sob três camadas, de modo que estes mesmos padrões, agora representados pelos artefatos, insistiram em se manter na extremidade. Qual a sua opinião tomando por base estas análises? Aliás, não esqueça de antes fornecer uma breve explicação acerca de cada um dos pilares.
  • 1133.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Questões para debate 4) O programa de ambientação consiste num esforço da organização para transmitir sua história e sua cultura àquelas pessoas que ali exercerão suas atividades, porque o número de elementos que a compõem são os mais diversos. Desta forma, seria você capaz de listar e explicar ao menos quatro deles? Mas não escolha ao acaso, aproveite para diferenciar um do outro. Por exemplo, se resolver falar de ritos, também deve explicar os rituais demonstrando saber quais são as suas semelhanças e divergências.
  • 1134.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Questões para debate 5) Ao trabalharmos o Desenvolvimento Organizacional (DO) foi utilizada a palavra redesenhando. Por que você acha que se escolheu este termo? Você concorda com a sua utilização? Ainda assim, vale discorrer acerca deste assunto.
  • 1135.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Questões para debate 6) Leia a colocação a seguir: “algumas definições (de poder) são extremamente rigorosas do ponto de vista metodológico, a ponto de viabilizarem a mensuração desse fenômeno, mas, ao mesmo tempo, são extremamente superficiais e tímidas no seu alcance; outras, ao contrário, sugerem uma definição mais abrangente, mas nunca sabemos exatamente como operacionalizá-las”.
  • 1136.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Questões para debate (cont.) 6) Agora, pesquise nesta obra, ou mesmo em outras e dê um exemplo referente a cada uma das situações colocadas na frase apresentada. Lembre-se de explicá- las, sempre sustentando seus argumentos.
  • 1137.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Questões para debate 7) Drummond propõe duas maneiras distintas no que tange a compreensão do conceito de poder: uma delas diz respeito ao “poder sobre” e a outra ao “poder para fazer”. Explique, com suas palavras o que cada uma delas significa. Feito isto, relacione o conceito de autoridade com estas formas.
  • 1138.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Questões para debate 8) Quando escutamos falar de poder, temos a impressão de que é um assunto simples, contudo é mais complexo do que imaginamos. Não basta querermos o poder para obtê-lo e ele também não está disponível em lojas esperando seus consumidores, poder é mais do que isso. A pessoa deve ser merecedora, e para isto, segundo Galbraith, deve apresentar algumas características que são conhecidas como: personalidade, propriedade ou riqueza e organização. Disserte sobre estas fontes de poder, esclarecendo seus pontos principais.
  • 1139.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Questões para debate 9) Desde que a humanidade existe, a assimetria de informações é uma realidade. Trocando em miúdos, é grande o número de pessoas que detém um número reduzido de informações substanciais, enquanto que poucas são aquelas detentoras de um número expressivo das mesmas. Por conta disso, nas organizações, este instrumento de poder é adotado com o intuito de minimizar esta disparidade. Assim sendo, dê mais dois exemplos de instrumentos de poder, explicando-os.
  • 1140.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Questões para debate 10) Existem diversos tipos de poder, como, por exemplo, temos o poder compensatório (ou de recompensa), definido como sendo “a medida pela qual o gestor pode usar recompensas extrínsecas e intrínsecas para controlar outras pessoas”. Na seqüência, não se restrinja somente a citar, pelo contrário, explique outros dois tipos de poder apresentando um exemplo para cada um deles.
  • 1141.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Questões para debate 11) Ao ser trabalhado o assunto liderança foi percebida a existência de dois caminhos a serem seguidos, pois além do número de definições ser vasto, alguns autores julgam ser o líder e o gestor a mesma pessoa. Contudo, no decorrer do texto defendemos o contrário. E você, que caminho prefere seguir? Seja qual for o caminho, justifique a sua resposta por intermédio de um quadro auto-explicativo com similaridades e distinções entre estes profissionais.
  • 1142.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Questões para debate 12) Seguindo o princípio de que “sem seguidores, não há líderes”, temos a base para esta relação, ou seja, a confiança. No entanto, outras características também são marcantes nos líderes, você seria capaz de falar sobre três delas? Então, mãos à obra.
  • 1143.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Questões para debate 13) Quem pensa, ou pensava antes de ler este capítulo, que o líder não possui responsabilidades, certamente percebeu o quão enganado estava, pois, como admitido no texto, não basta você ter os atributos de um líder, você tem que ser um líder. Portanto, como prova de que você entendeu os compromissos do líder, apresente três deles.
  • 1144.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Questões para debate 14) Ao estudar os estilos de liderança, em outras palavras, as atitudes de um líder para com os seguidores, chegamos a três formas costumeiramente utilizadas pelos líderes nas situações mais variadas. São elas:... (você deve completar sem ser preciso nem na ordem apresentada, nem no texto. Seu compromisso é demonstrar que sabe, ainda que com outras palavras, outro ordenamento).
  • 1145.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 12 Questões para debate 15) A abordagem do Grid Gerencial, desenvolvida por Blake e Mouton, ainda hoje se mostra bastante interessante e atual, pois possibilita a interação entre os três estilos de liderança. Verdadeiro ou falso? Justifique a sua resposta explicando como funciona esta abordagem.
  • 1146.
    Gestão de Pessoas 13Relações trabalhistas e sindicatos
  • 1147.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.1 Preliminares .“Nos dias de hoje as pessoas lutam pelos seus direitos e desfrutam deles cada vez mais alcançando melhores condições de trabalho, melhor qualidade de vida, saúde e segurança satisfatórias, benefícios sociais condizentes com suas realidades pessoais e profissionais e melhores remunerações”;
  • 1148.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.1 Preliminares .“Mas saiba você que esta luta já vem de muito tempo, onde as relações de trabalho eram questionadas e as pessoas só contavam com o apoio dos sindicatos”; e .“Por causa de angústias e decepções destas pessoas, greves foram desencadeadas e ações de cunho administrativo e, principalmente, político foram tomadas, originando assim, o sindicalismo brasileiro”.
  • 1149.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.1 Preliminares Uma novidade está por vir: É a relação da gestão de pessoas com o sindicalismo.
  • 1150.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.2 Definições e conceitos .Relação trabalhista ou relação de trabalho -É possível verificar que “no Brasil, encontramos o emprego dos termos relações industriais, relações de trabalho, relações sindicais e relações trabalhistas com significados muito próximos” (MELO e CARVALHO NETO, 1998).
  • 1151.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.2 Definições e conceitos .Relações trabalhistas: -Constituem um sistema onde o conjunto de regras para o funcionamento deste sistema será mais influenciado pelos interesses do grupo dominante.
  • 1152.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.2 Definições e conceitos .Relações trabalhistas formam-se em dois planos: -O individual: refere-se aos interesses concretos de cada empregado e empregador (pessoas físicas ou jurídicas); e - O coletivo: refere-se aos interesses abstratos de grupos homogêneos de empregados e empregadores mais conhecido por categorias.
  • 1153.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.2 Definições e conceitos .As categorias: -Se apresentam “com feição de unidade jurídica, mas sem força para dotá-la de personalidade”; -“Sempre que necessita atuar no mundo do Direito por intermédio dos grupos homogêneos de empregados e empregadores verifica-se a necessidade de criar um órgão capaz de representar a categoria em questão”; e
  • 1154.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.2 Definições e conceitos .As categorias (cont.): -Será que você saberia dizer que organização é capaz de representar a categoria?
  • 1155.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.2 Definições e conceitos .Os sindicatos: -São “organizações permanentes de pessoas assalariadas formalmente destinadas a tentar obter vantagens para seus associados ou para o conjunto das pessoas filiadas mediante negociações com as empresas e o Estado, pressões políticas e outros meios de atuação” (RODRIGUES, 1999).
  • 1156.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.2 Definições e conceitos .O sindicalismo: -Movimento dos sindicatos em prol de condições justas de trabalho; e -onde as pessoas encontram um “meio eficiente de afirmação da consciência de sua autodeterminação para negociar melhores condições de trabalho, reagindo às imposições patronais fundadas na valorização da pessoa como simples fonte de energia economicamente aproveitável para a produção”.
  • 1157.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.2 Definições e conceitos .A liberdade sindical: -Refere-se à liberdade de cada indivíduo ou de vários indivíduos em buscar condições de trabalho melhores podendo ser entendida por meio de dois aspectos já mencionados anteriormente: o individual e o coletivo.
  • 1158.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro .Os abalos sindicais começaram em maio de 1978 com as greves do ABC com o início da paralisação na fábrica da Scania de São Bernardo do Campo; .O sindicato nasce da vontade e necessidade do povo;
  • 1159.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro “O sindicato ideal é aquele que surge espontaneamente, que existe porque o trabalhador exige que ele exista” (LULA) (SILVA, 1981).
  • 1160.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro . A partir de 1978 várias greves são desencadeadas; . Você sabe dizer o que é uma greve? . E quantos tipos de greve você conhece?
  • 1161.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro .Greve legal: -“é o abandono coletivo e temporário do trabalho, deliberado pela vontade da maioria de uma seção, de uma empresa ou de várias empresas realizada nos termos previstos na lei, com o objetivo de obter reconhecimento de direitos ou o atendimento de reivindicações” (FONSECA, 2004).
  • 1162.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro .Greve lícita: -conforme a lei (legal), o sujeito ativo, aquele que representa a maioria, deve ser um sindicato, uma federação ou confederação ou na sua ausência, uma comissão responsável para a negociação deve comunicar com 72 horas de antecedência à Assembléia Geral Extraordinária (AGE) a realização da greve; e
  • 1163.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro .Greve lícita: -não deve haver degradação do patrimônio nem abuso, ou “atos que transcendem ao campo das relações trabalhistas”.
  • 1164.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro A greve só pode ser deflagrada depois de frustrada a negociação coletiva e verificada a impossibilidade da submissão do conflito coletivo à arbitragem (desdobramento da negociação coletiva).
  • 1165.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro . Estilos de greve, (FONSECA, 2004): -Greve de ocupação: ocorre quando as pessoas invadem o local de trabalho como se fossem trabalhar e se recusam a sair mesmo após o final da jornada (greve de habitação); -Greve de braços caídos: forma de greve branca, não declarada legalmente caracterizada pela redução do trabalho sem que as pessoas deixem o trabalho, ou seja, as pessoas trabalham cada vez menos;
  • 1166.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro . Estilos de greve, (cont.): -Greves de rodízio: caracterizadas por paralisações de pequena ou média duração onde as pessoas de uma unidade param ou reduzem o ritmo de trabalho, mais observada em empresas modernas onde o trabalho é realizado em cadeia;
  • 1167.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro . Estilos de greve, (cont.): -Greves intermitentes: são caracterizadas por pequenas paralisações, coordenadamente de toda uma unidade para a volta ao trabalho, em seguida prejudicando o sistema de atividades;
  • 1168.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro . Estilos de greve, (cont.): - Greves de solidariedade: em vista de demissões dos demais colegas de trabalho, as pessoas tentam impor ao empregador a não-dispensa das pessoas punidas ou demitidas, fazendo greve em solidariedade;
  • 1169.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro . Estilos de greve, (cont.): - Boicotagem: a boicotagem não é um tipo de greve, mas consiste em pessoas da organização recomendarem por intermédio de todos os meios de comunicação possíveis que os consumidores não adquiram os produtos da empresa onde trabalham;
  • 1170.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro .Estilos de greve, (cont.): -Sabotagem: é caracterizada por ser um ilícito penal e deve ser enquadrado nas leis penais. Trata-se da destruição de bens materiais, ou seja, tudo aquilo que tende a desacreditar, danificar ou prejudicar a empresa; e
  • 1171.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro .Estilos de greve, (cont.): -Lockout (greve dos empregadores): o empresário simplesmente fecha as portas do seu estabelecimento impedindo que as pessoas prestem seus serviços coagindo as pessoas a desistir das reivindicações ou reduzi-las.
  • 1172.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro .A Constituição de 1988 distingue três grupos de trabalhadores: a) Empregados de empresas privadas, sociedade de economia mista e as chamadas empresas públicas, associações e instituições sem fins lucrativos;
  • 1173.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro .Grupos de trabalhadores (cont.): b) servidores civis da administração pública direta, das autarquias e das fundações públicas de qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; e c) servidores militares.
  • 1174.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro .Serviços indispensáveis ao atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade: -Assistência médica e hospitalar, funerários, controle de tráfego aéreo e a distribuição e comercialização de medicamentos e alimentos.
  • 1175.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro .Centrais sindicais: -“A maior expressão da necessidade de fortalecimento do movimento sindical pela união dos organismos que formam a sua base” (PINTO, 2002); -Central Única dos Trabalhadores (CUT), Fundada em 28 de agosto de 1983, na cidade de São Bernardo do Campo, no Estado de São Paulo;
  • 1176.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro “A defesa dos interesses imediatos e históricos da classe trabalhadora, melhores condições de vida e trabalho e o engajamento no processo de transformação da sociedade brasileira em direção à democracia e ao socialismo. Organizar, representar sindicalmente e dirigir numa perspectiva classista a luta dos trabalhadores brasileiros da cidade e do campo, do setor público e privado, dos ativos e inativos” (CUT, 2005).
  • 1177.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro .Centrais sindicais (cont.): -Confederação Geral dos Trabalhadores (CGT), Fundada em março de 1986; e “É uma entidade de grau máximo de representação sindical com a finalidade de coordenar, representar e defender os direitos e os interesses dos trabalhadores”.
  • 1178.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro “A CGT é uma associação civil que adota a pluralidade partidária, com jurisdição em todo território brasileiro e filial em todos os Estados”.
  • 1179.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro .Centrais sindicais (cont.): -Força Sindical, Fundada em 8 de março de 1991, em um grande Congresso no Memorial da América Latina, em São Paulo. “A CGT é uma associação civil que adota a pluralidade partidária, com jurisdição em todo território brasileiro e filial em todos os Estados”.
  • 1180.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro “O ideal era o de lançar o movimento dos trabalhadores brasileiros à modernidade, para construir uma central forte, capaz de endurecer quando preciso mas também de saber negociar, autônoma, livre, pluralista, aberta ao debate interno e com a sociedade”.
  • 1181.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro “E, principalmente, com um projeto bem definido por um Brasil melhor, mais justo, solidário e que saiba promover o bem estar social entre seus filhos” (FORÇA SINDICAL, 2005).
  • 1182.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro .Além das centrais sindicais outras medidas foram tomadas, logo, ao final da década de 1980 é aprovada a Constituição Federal de 1988 onde no Título II Capítulo II art. 8° menciona a “livre associação profissional ou sindical” observando o seguinte...
  • 1183.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro .Constituição Federal de 1988: I - a lei não poderá exigir autorização do Estado para a fundação de sindicato, ressalvado o registro no órgão competente, vedadas ao Poder Público a interferência e a intervenção na organização sindical;
  • 1184.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro .Constituição Federal de 1988, (cont.): II - é vedada a criação de mais de uma organização sindical, em qualquer grau, representativa de categoria profissional ou econômica, na mesma base territorial, que será definida pelos trabalhadores ou empregadores interessados, não podendo ser inferior à área de um Município;
  • 1185.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro .Constituição Federal de 1988, (cont.): III - ao sindicato cabe a defesa dos direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria, inclusive em questões judiciais ou administrativas;
  • 1186.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro .Constituição Federal de 1988, (cont.): IV - a assembléia geral fixará a contribuição que, em se tratando de categoria profissional, será descontada em folha, para custeio do sistema confederativo da representação sindical respectiva, independentemente da contribuição prevista em lei;
  • 1187.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro .Constituição Federal de 1988, (cont.): V - ninguém será obrigado a filiar-se ou a manter-se filiado a sindicato; VI - é obrigatória a participação dos sindicatos nas negociações coletivas de trabalho; VII - o aposentado filiado tem direito a votar e ser votado nas organizações sindicais; e
  • 1188.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.3 O sindicalismo brasileiro .Constituição Federal de 1988, (cont.): VIII - é vedada a dispensa do empregado sindicalizado a partir do registro da candidatura a cargo de direção ou representação sindical e, se eleito, ainda que suplente, até um ano após o final do mandato, salvo se cometer falta grave nos termos da lei.
  • 1189.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005) .Existem dois sistemas de organização sindical: -O sistema de pluralidade sindical; e -O sistema sindical unitário.
  • 1190.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005) .Sistema de Pluralidade Sindical: -A pluralidade possibilita a existência de mais de uma entidade sindical numa mesma base territorial (mínima de um Município podendo ter base em mais de um Município, um Estado inteiro ou ter base nacional) e até mesmo numa mesma categoria;
  • 1191.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005) .Sistema de Pluralidade Sindical (cont.): -A pluralidade é fundamental para a implantação do Contrato Coletivo de Trabalho, ou seja, o chamado “Sindicato por Empresa” onde o representante do sindicato juntamente com o da área de pessoas realizam o Contrato Coletivo de Trabalho;
  • 1192.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005) .Sistema de Pluralidade Sindical (cont.): -Baseia-se na idéia de que as pessoas devem assumir sua entidade representativa, ou seja, sem a representação compulsória existente no sistema unitário que “obriga” ao trabalhador de determinada categoria a filiação ao respectivo sindicato;
  • 1193.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005) .Sistema de Pluralidade Sindical (cont.): -A adoção deste sistema no Brasil ocorreu na Constituição Federal de 1934 (art.120), mas não foi muito feliz acarretando mudanças em seu sistema três anos depois na Constituição de 1937, uma vez que diversos “sindicatos fantasmas” foram criados;
  • 1194.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005) .Sistema de Pluralidade Sindical (cont.): -Contribuíram para a criação destes sindicatos fantasmas os interessados em se eleger Deputado Federal, mas como assim?
  • 1195.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005) .Sistema de Pluralidade Sindical (cont.): -“A Câmara dos Deputados compõe-se de representantes do povo, eleitos mediante sistema proporcional e sufrágio universal, igual e direto, e de representantes eleitos pelas organizações profissionais na forma que a lei indicar” (art. 23);
  • 1196.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005) .Sistema de Pluralidade Sindical (cont.): -A discussão a respeito da adoção do sistema sindical pluralista ganha força após a Convenção 87 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) uma vez que esta prevê a liberdade de organização dos trabalhadores; e
  • 1197.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005) .Sistema de Pluralidade Sindical (cont.): -Mas a maioria interpreta que há duas restrições a esta liberdade, a determinação de territorialidade (um Município) e a proibição da coexistência de duas entidades sindicais para uma mesma base.
  • 1198.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005) .Organização Internacional do Trabalho (OIT): -Dispõe sobre a liberdade sindical e o direito de sindicalização, “é a única agência do sistema das Nações Unidas com uma estrutura tripartite onde participam em situação de igualdade representantes de governos, de empregadores e de trabalhadores”;
  • 1199.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005) .OIT, (cont.) criação baseada em argumentos: -Humanitários: questionando as condições injustas, difíceis e degradantes a que muitas pessoas são submetidas diariamente nas organizações onde exercem suas atividades;
  • 1200.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005) .OIT, (cont.) criação baseada em argumentos: -Políticos: quando risco de conflitos sociais ameaça a paz das pessoas que trabalham e vêem no seu esforço uma possibilidade de sustento e crescimento pessoal e profissional; e
  • 1201.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005) .OIT, (cont.) criação baseada em argumentos: -Econômicos: quando países que não adotam condições humanas de trabalho se tornam um obstáculo para a obtenção de melhores condições em outros países.
  • 1202.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005) .Sistema Sindical Unitário: -Também chamado de unicidade sindical está presente no Brasil desde a Constituição Federal de 1937 representando a forma prevista na legislação para a organização dos Sindicatos;
  • 1203.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005) .Sistema Sindical Unitário (cont.): -Somente é possível uma entidade sindical por categoria para uma mesma base territorial mínima de um Município podendo ter base em mais de um Município, um Estado inteiro e até mesmo ter base nacional;
  • 1204.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005) .Sistema Sindical Unitário (cont.): -Exige que a representação exercida pelas entidades sindicais seja compulsória, mesmo que o empregado de determinada categoria (ex. médico) não opte pelo sindicato representante ele necessita de uma entidade sindical para defender seus direitos;
  • 1205.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005) .Sistema Sindical Unitário (cont.): -Não apresenta brechas para as Centrais Sindicais uma vez que estas “são mais organismos de respaldo político do que propriamente respaldo jurídico” (DALLÓ, 2005);
  • 1206.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005) .Sistema Sindical Unitário (cont.): -Prevê uma “Pirâmide” Sindical, onde a representação dos trabalhadores é organizada mediante entidades de graus diferentes (Sindicatos, Federações e Confederações);
  • 1207.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005) .Pirâmide Sindical CONFEDERAÇÕES FEDERAÇÕES SINDICATOS
  • 1208.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005) .Estrutura Sindical Brasileira: -Composta por três instituições com a característica geral de representação dos trabalhadores e estrutura jurídica definida em Lei (CLT) e no Estatuto Social.
  • 1209.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005) .Sistema Sindical Unitário: -Primeiro Grau: Sindicatos É a base da pirâmide enfrentando diariamente os problemas e reivindicações de cada pessoa com base territorial mínima de um Município; Os principais organismos da estrutura diretiva de um sindicato são: Assembléia Geral; Diretoria; Conselho Fiscal; e Delegação junto à Federação.
  • 1210.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005) .Sistema Sindical Unitário: -Segundo Grau: Federações cada Federação é composta de sindicatos (no mínimo cinco) com atividades idênticas, similares ou conexas, ou seja, de uma mesma categoria ou categorias afins, sua base territorial mínima de um Estado; Os principais organismos da estrutura diretiva de uma Federação são: Conselho de Representantes; Diretoria; Conselho Fiscal; Comissões e/ou departamentos; Representação junto à Confederação; e Congresso.
  • 1211.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005) .Sistema Sindical Unitário: -Terceiro Grau: Confederações Cada Confederação é composta de Federações (no mínimo três) do mesmo ramo econômico apresentando basicamente a estrutura de uma Federação; o principal problema detectado: comunicação, pois a Confederação não possui um sistema de comunicação eficiente e rápido, logo, não informa às bases (Sindicatos e Federações) suas atividades;
  • 1212.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.4 Estrutura e organização sindical (DALLÓ, 2005) .Sistema Sindical Unitário: -Terceiro Grau: Confederações (cont.) Outro problema: pouca competência de dirigentes por não dominarem questões legais e administrativas; e pontos positivos: nos últimos anos cresceu muito o relacionamento intersetorial por intermédio de uma articulação entre as diversas Confederações, a Coordenação Confederativa dos Trabalhadores (CCT) que vem desenvolvendo um trabalho conjunto entre as mais diversas Confederações.
  • 1213.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.5 Negociação coletiva .Você já sabe que a greve só pode ser deflagrada depois de frustrada a negociação coletiva e verificada a impossibilidade da submissão do conflito coletivo à arbitragem; e . Assim, agora vamos por partes.
  • 1214.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.5 Negociação coletiva .Negociação coletiva -“Envolve a relação direta entre dois atores sociais, via representantes dos trabalhadores e empregadores (...) caracterizando-se por ser temporária, por ter um certo dinamismo assegurado por formas concretas de legitimidade e racionalidade” (MELO e CARVALHO NETO, 1998);
  • 1215.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.5 Negociação coletiva .Negociação coletiva (cont.) -Há quem diga que o sistema de regulação é fruto de estratégias, políticas e ações organizacionais, mas não é verdade;
  • 1216.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.5 Negociação coletiva .Negociação coletiva (cont.) -Uma vez que a negociação coletiva “depende igualmente do quadro jurídico, do sistema de relações de trabalho, da formação cultural e das práticas sociais vigentes numa determinada sociedade” (MELO e CARVALHO NETO, 1998); e
  • 1217.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.5 Negociação coletiva .Negociação coletiva (cont.) -Considerando ainda “o comportamento dos empregados que individualmente ou em grupos, buscam os melhores resultados numa relação de poder existente na organização” (MELO e CARVALHO NETO, 1998).
  • 1218.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.5 Negociação coletiva .Esclarecimentos: 1) Os atores sociais são o sindicato dos trabalhadores (representando a maioria das pessoas) ou dos empregadores (representando a empresa);
  • 1219.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.5 Negociação coletiva .Esclarecimentos, (cont.): 2) A negociação coletiva é temporária uma vez que busca o acordo a que se chega com mais ou menos pressão de cada parte, ou seja, seu objetivo básico; e 3) Terceiro é assegurada por formas concretas de legitimidade como exemplo, está presente na Consolidação das Leis do Trabalho, Título VI do art. 611 ao art. 625.
  • 1220.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.5 Negociação coletiva .A negociação coletiva atua em, (MELO E CARVALHO NETO, 1998): -Negociações entre uma empresa/ órgão público e um sindicato; -Entre várias empresas/ órgãos públicos de um setor e/ou de uma região geográfica e um sindicato ou federação de trabalhadores;
  • 1221.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.5 Negociação coletiva .A negociação coletiva atua em, (cont.) : -Entre uma federação empresarial municipal, estadual ou nacional e entidades sindicais de trabalhadores de diversos níveis; e -Entre uma empresa nacional e vários sindicatos ou federação nacional de trabalhadores.
  • 1222.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.5 Negociação coletiva .Soluções que emergem da negociação coletiva: -Acordo Coletivo de Trabalho – pacto celebrado entre a administração de uma ou mais empresas e os representantes dos empregados, geralmente os dirigentes sindicais e para estabelecer procedimentos a serem observados nas relações de emprego: salários, benefícios, condições de trabalho, garantia de emprego e outros tópicos ligados ao trabalho e à relação empregatícia. (LACOMBE, 2004);
  • 1223.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.5 Negociação coletiva .Soluções, (cont.): -A Convenção Coletiva de Trabalho – acordo de caráter normativo pelo qual dois ou mais sindicatos representativos de categorias econômicas e profissionais (sindicato patronal e o sindicato dos trabalhadores) e estipulam condições de trabalho aplicáveis no âmbito das respectivas representações às relações individuais de trabalho (CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO – CLT, Título VI art. 611 ver site Previdência Social); e
  • 1224.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.5 Negociação coletiva .Soluções, (cont.): -O Dissídio Coletivo de Trabalho – iniciadas as negociações nas datas-base, no caso de um impasse ou ausência de acordo, qualquer das partes pode recorrer à Justiça do Trabalho para a solução do conflito trabalhista e com base em argumentos das partes e com pretensão de isenção a Justiça do Trabalho arbitra uma sentença normativa que tem que ser acatada por todos e essa sentença é abrangente em relação a todas as reivindicações dos trabalhadores. Arbitrada a sentença, a greve ou o lockout estariam proibidos” (CARDOSO, 2002).
  • 1225.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.5 Negociação coletiva .Determinada uma das soluções, a greve só pode se efetivar obedecidos dois passos: -Primeiro, a convocação deve ser feita em assembléia da categoria onde estão presentes dois terços dos trabalhadores e deve ser aprovada por maioria absoluta; e -Segundo, aprovada a greve o sindicato deve avisar o sindicato patronal (ou a empresa) com uma semana de antecedência da paralisação.
  • 1226.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.5 Negociação coletiva .Convenção Internacional do Trabalho -O sindicato pode recorrer à CIT por ser um “tratado multilateral aberto de caráter normativo onde seus sujeitos serão sempre os países membros da OIT” (PINTO, 2002); e -É um grande contrato entre Estados resultante da negociação coletiva desenvolvida por suas representações compostas de elementos de governo e das categorias trabalhistas.
  • 1227.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.5 Negociação coletiva .A Convenção Internacional do Trabalho tem o intuito de firmar: -Disposições normativas: quando as normas carecem de legislação complementar do país que a ratificar; ou
  • 1228.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.5 Negociação coletiva .A Convenção Internacional do Trabalho tem o intuito de firmar (cont.): -Disposições programáticas: quando fixar objetivos determinados para a sua aplicação devendo ser atendida pelo país que a ratificar mediante providências complementares de sua legislação, logo, destinadas à aprovação pelos signatários para conversão em normas jurídicas ou leis.
  • 1229.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.5 Negociação coletiva .Etapas para uma greve ser considerada lícita: 1) O comunicado; 2) A negociação coletiva; 3) A determinação da melhor solução; 4) A convocação em assembléia geral;
  • 1230.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.5 Negociação coletiva .Etapas para uma greve ser considerada lícita (cont.): 5) O aviso ao sindicato patronal ou a empresa observando o prazo de uma semana de antecedência à greve; e 6) Em último caso, recorrer à Convenção Internacional do Trabalho.
  • 1231.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.5 Negociação coletiva .Por fim: -Caso essas etapas não sejam cumpridas (com exceção da última), a greve é declarada ilegal e os direitos sindicais são suspensos, as pessoas podem ser demitidas por justa causa sem indenizações compensatórias promovendo novas eleições sindicais ou a nomeação de um interventor federal.
  • 1232.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.6 A gestão de pessoas e o sindicalismo “De outra parte há uma grande carência de planejamento estratégico e de definição de metas, objetivos, e princípios que regem uma entidade. Neste último aspecto é que se insere o capítulo da organização de uma entidade sindical. Há uma necessidade de “profissionalizar” a ação e a organização das entidades sindicais, dado o fato dos desafios a serem enfrentados serem cada vez mais complexos e de difícil entendimento e enfrentamento” (DALLÓ, 2005).
  • 1233.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.6 A gestão de pessoas e o sindicalismo INTERAÇÃO GESTÃO DE PESSOAS E SINDICATOS ORGANIZAÇÃO SINDICATOS GESTOR DE PESSOAS PESSOAS
  • 1234.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.6 A gestão de pessoas e o sindicalismo .Um sindicalismo forte, também, interessa ao mundo das organizações, porque será mais simples discutir, negociar; .A confrontação não interessa mais e a negociação é o caminho natural, mas que exigirá muito dos envolvidos, o titular da área pessoas por um lado e os dirigentes sindicais do outro; e
  • 1235.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.6 A gestão de pessoas e o sindicalismo .Havendo um claro e insofismável envolvimento dos gestores de pessoas as organizações terão melhores condições de levar à frente suas muitas propostas e contra- propostas que possam produzir saltos de qualidade na conhecida relação capital/trabalho que, antes primava pela confrontação e hoje prima conciliação.
  • 1236.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Relações trabalhistas e sindicatos 13.7 Enfim...
  • 1237.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Quick case - Numa central sindical de penetração nacional com a proximidade das eleições para prefeito e vereador faz aparecer mais de dez candidatos à vereança e uma candidata a prefeita, sendo todos ocupantes de algum cargo na central sindical Isso fez com que, aproximadamente, 35 sindicalizados assinassem um abaixo assinado pedindo que todos desistissem das candidaturas.
  • 1238.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Quick case (cont.) - Consideravam uso indevido da central, pois o compromisso, entre outros é o de desenvolver, organizar e apoiar todas as ações que visem a conquista de melhores condições de vida e trabalho para o conjunto da classe trabalhadora da cidade e do campo; e lutar para a superação da estrutura sindical coorporativa vigente, desenvolvendo todos os esforços para a implantação de sua organização sindical baseada na liberdade e autonomia sindical.
  • 1239.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Quick case (cont.) - Esse compromisso, dizia o abaixo-assinado, não inclui a candidatura a cargos eletivos, E, na eventualidade, de candidaturas os que assinavam pediam que não fosse mencionada a atividade sindical. Não houve resposta e poucos dias antes da votação esse mesmo grupo foi de porta em porta de várias empresas pedir que não votassem em candidato que usava o sindicato para auto- promoção. Qual seria a posição a ser tomada neste evento?
  • 1240.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Estudo de caso A época: segunda metade dos anos 90. O ambiente era o pior possível. Na empresa a agitação era muito grande e não havia caminhos definidos para a solução do impasse. A empresa, industrial, tinha acima de 2000 pessoas no quadro funcional, sendo um bom número no chamado “chão de fábrica”. O fato de estar localizada em São Paulo, num certo sentido ajudava o movimento por melhores salários e condições de trabalho, porque o Estado de São Paulo tem uma concentração expressiva de indústrias de todos os portes.
  • 1241.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Estudo de caso (cont.) Ademais, as três grandes centrais sindicais brasileiras: CGT - Confederação Geral dos Trabalhadores, CUT - Central Única dos Trabalhadores e FORÇA SINDICAL têm São Paulo como sede. Mas, retornando à empresa, temos um movimento grevista ainda no início e a previsão é de um longo processo. No refeitório a conversa vai longe e os argumentos são múltiplos e podem ser reunidos em dois grandes blocos: greve imediata ou greve com data marcada e não podendo passar de um mês após o aviso à direção da empresa.
  • 1242.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Estudo de caso (cont.) Fernando Coelho é a principal presença sindical da empresa. Ele é vinculado a uma das três centrais sindicais e diz que tem o apoio integral da central. Coelho quer mesmo é a greve imediata e vem falando em todos os cantos. Mas tem um probleminha que se chama Rodrigo e, coincidentemente, também Coelho. Rodrigo é figura de expressão interna e tem claramente intenções de crescer e se tornar uma personagem forte no sindicalismo. E Rodrigo tem uma posição contrária à greve.
  • 1243.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Estudo de caso (cont.) Noutro dia, numa rodada de cerveja no botequim perto da fábrica fez um discurso inflamado, animado por que estava com o quarto copo “família” de chope. Um dos seus argumentos é o de que Fernando está desconsiderando as “mil” alternativas de greve. “Ele só pensa em greve imediata porque isso é bom pra ele que fica sozinho na batalha e, por causa disso, pensa que vai se eleger vereador aqui do município, mas no mínimo quer se tornar herói da noite pro dia. Se esqueceu que o sindicalismo vem mudando de alguns anos para cá.
  • 1244.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Estudo de caso (cont.) Vejam só, nós temos as seguintes possibilidades de iniciar um movimento grevista competente: temos a greve de ocupação que vocês sabem como é, simplesmente a gente ocupa a empresa e não faz nada. O problema é que a lei proíbe e não nos ajuda em nada. Tem a greve de braços caídos que eu gosto muito por ser uma espécie de greve branca e a gente está acenando com o desejo de uma negociação, mas ficando claro que temos força para lutar pelos nossos direitos. E vem a greve de rodízio que no nosso caso não sei é boa, porque não trabalhamos apenas em linha de produção, ou seja, o efeito é quase nenhum. E a greve intermitente que a gente pode ter como primeira opção. O que vocês acham”?
  • 1245.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Estudo de caso (cont.) Imaginem uma conversa dessas numa mesa cheia de garrafas de cerveja... vazias. Alguns a favor, outros nem tanto, mas havia no grupo um amigo de Rodrigo que foi dizendo: “Rodrigo, você não entendeu nada. O Coelho já percebeu que a empresa não vai se mexer. Ele havia conversado com o gestor de pessoas e soube que a direção vai endurecer e ponto final”. Rodrigo fez uma pergunta curtinha: “e Coelho não falou com a diretoria, falou?”. Uma negativa com a cabeça foi a resposta.
  • 1246.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Estudo de caso (cont.) No dia seguinte, Coelho procura por Rodrigo e inicia uma conversa, em princípio, de pessoas do bem. Explicou que tinha certeza que a administração superior ia segurar até o dissídio coletivo e no dissídio teria como provar que um aumento do jeito que a gente quer é impossível, considerando as planilhas todas que seriam colocadas na mesa. E a saída era sair pra greve de pura confrontação, nada de greve que não é greve. Coelho disse que aceitava a greve de ocupação, porque teria um efeito ainda maior do que a simples greve que Rodrigo havia proposto dias atrás.
  • 1247.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Estudo de caso (cont.) “Todo mundo em casa é bom, mas hoje penso que o melhor mesmo é entrar é ocupar. Já sei Rodrigo o que vai dizer: é uma greve que lei nenhuma dá guarida. O negócio é o seguinte: vamos para a nossa assembléia e a gente decide. Mas vou avisando que estou com um belo apoio da nossa central sindical e do nosso sindicato”. Rodrigo ouviu e ainda contra-argumentou, mas concordou que o melhor mesmo era abrir a discussão na assembléia, já marcada para daí a uma semana.
  • 1248.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Estudo de caso (cont.) Chega o dia e chega a hora. O pátio com uma presença muito boa. Inicialmente, fala a principal figura sindical da empresa e se utiliza de uma posição mais ou menos neutra, porque sabia de duas posições majoritárias. Apenas afirma que não está ausente do movimento, mas preferiu que outros iniciassem o movimento. Oferece a palavra a quem quisesse e Coelho sai na frente e diz o que você já sabe. Rodrigo, em seguida, diz que a alternativa melhor é a negociação. Concorda que os primeiros momentos não foram bons, em face da negativa do gestor de pessoas, mas havia um degrau acima que era a direção superior.
  • 1249.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Estudo de caso (cont.) E mais: afirmou que a luta teria de ser pela manutenção do emprego e não luta por aumento salarial. E continuava dizendo que o mundo mudara e agora o essencial era manter emprego e, naturalmente, lugar por melhores condições de trabalho. Terminou com um convite a todos e eram muitos, acima do 70%: “Quero que vocês pensem nas mudanças por todo o mundo. Na Europa e América do Norte a luta hoje não é apenas por aumento salarial, porque todos sabem que a concorrência é forte e os preços não podem subir, caso contrário, ninguém compra ou compra do vizinho.
  • 1250.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Estudo de caso (cont.) A lucratividade está num percentual muito pequeno e isso vale para qualquer produto, desde um automóvel até um ferro elétrico. Os robots já estão tomando o nosso lugar e não há saída. Eles chegaram para ficar. E a gente aqui, lutando pura e simplesmente por um salário melhor e só. Pensem bem: o mundo mudou e temos de mudar também.” A assembléia estava pronta para se manifestar a favor de um dos dois expositores.
  • 1251.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Estudo de caso (cont.) E você (ou seu grupo, se for o caso) deve comentar todo o caso e dar a opinião sobre qual proposta seria vencedora e por que. Lembre que o caso foi escrito se pensando na segunda década dos anos 90. Nota: este caso é hipotético, qualquer semelhança com pessoas, empresas, etc. será mera coincidência.
  • 1252.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Questões para debate 1) Tendo em vista que no corpo do texto foi muito utilizado o termo “relações trabalhistas” e que “no Brasil, encontramos o emprego dos termos relações industriais, relações de trabalho, relações sindicais e relações trabalhistas com significados muito próximos” Faça uma breve pesquisa sobre os demais termos e construa um quadro comparativo.
  • 1253.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Questões para debate 2) Você concorda que as relações trabalhistas constituem um sistema onde o conjunto de regras para o funcionamento deste sistema será mais influenciado pelos interesses do grupo dominante “mesmo se as regras, algumas vezes impostas pelos interesses do grupo dominado, pretendam, em parte, permitir a busca de maior equalização entre os grupos”? Expresse sua opinião com argumentos consistentes.
  • 1254.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Questões para debate 3) No começo da leitura deste capítulo você se deparou com uma determinada definição do que vem a ser os sindicatos. Portanto, eis o momento de você elaborar uma definição. Podendo, tome por base a figura 13.1 que retrata o sindicalismo, de modo a fazer uso das palavras-chave apresentadas. Não podendo, dê a sua definição, apenas.
  • 1255.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Questões para debate 4) Mattos menciona que os abalos sindicais começaram em maio de 1978 com as greves do ABC onde as pessoas reivindicavam um índice maior de reajuste salarial e uma vez revoltados com a diminuição do número de horas naquele mês, deram início a uma seqüência de greves. Você acredita que o salário seria o único ponto de reivindicação destas pessoas? Em caso negativo, nos dias de hoje, quais seriam os demais pontos a serem questionados pelas pessoas da organização? Justifique a sua resposta.
  • 1256.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Questões para debate 5) Ao solucionar a questão nº 3 você percebeu que foram as pessoas quem deram início ao sindicalismo brasileiro; logo, não é difícil acreditar que o sindicato nasce da vontade e necessidade do povo. Aliás, segundo Luiz Inácio Lula da Silva, ele “existe porque o trabalhador exige que ele exista”. Todavia, qual a sua posição acerca da assertiva? O que você pensa sobre o sindicalismo autêntico de Lula (anos 70 e 80) e sobre o sindicalismo nos dias de hoje? Seja claro e convincente na sua resposta.
  • 1257.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Questões para debate 6) Sabendo que a greve legal “é o abandono coletivo e temporário do trabalho, deliberado pela vontade da maioria de uma seção, de uma empresa ou de várias empresas realizada nos termos previstos na lei, com o objetivo de obter reconhecimento de direitos ou o atendimento de reivindicações”, quais são as procedências legais para que uma greve possa ser considerada lícita? Não economize palavras.
  • 1258.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Questões para debate 7) Ao longo do texto foram apresentados alguns tipos de greve, dentre eles, escolha dois tipos que você tenha achado mais interessante e discorra sobre eles mencionando experiências reais. Aliás, se necessário for e autorizado, pesquise sobre os tipos escolhidos e organizações onde foram aplicadas.
  • 1259.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Questões para debate 8) Assim como as pessoas, os empregadores também podem realizar uma greve, chamada de lockout. Você saberia explicar este tipo de greve? Se sim, não perca tempo e discorra sobre o assunto dizendo se você acredita que tais características acontecem normalmente no dia a dia das organizações. Em caso negativo, retome o texto e retorne a essa questão depois, quando você achar que tem a resposta certa.
  • 1260.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Questões para debate 9) Muitas pessoas ainda confundem os significados de boicotagem e sabotagem, assim sendo, você deve desfazer essa confusão explicando e exemplificando cada conceito.
  • 1261.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Questões para debate 10) Ao longo do texto três centrais sindicais foram apresentadas, por conta disso a sua primeira atividade consiste em definir o que vem a ser uma central sindical. Na seqüência, fale sobre as três maiores centrais sindicais no Brasil.
  • 1262.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Questões para debate 11) No Brasil já foram testadas duas formas diferentes de organização sindical: o Sistema de Pluralidade Sindical e o Sistema Sindical Unitário. Discorra sobre as principais características de cada sistema.
  • 1263.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Questões para debate 12) A Estrutura Sindical Brasileira é composta por três instituições: sindicatos, federações e confederações com a característica geral de representação dos trabalhadores e estrutura jurídica definida em Lei (CLT) e no Estatuto Social. Via de conseqüência, cabe a você discorrer acerca da estrutura sindical brasileira abordando as três instituições e apresentando as principais características. Saiba que sua opinião e sugestões são muito importantes.
  • 1264.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Questões para debate 13) Por que a greve só pode ser deflagrada depois de frustrada a negociação coletiva e verificada a impossibilidade da submissão do conflito coletivo à arbitragem? Não poupe espaço, muito menos palavras, ao invés disso, seja claro em sua resposta.
  • 1265.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Questões para debate 14) Ao solucionar a questão anterior você percebe que três tipos de soluções mais freqüentes emergem da negociação coletiva. Assim sendo, sua primeira atividade é detectar as principais características de cada solução, para em seguida, identificar no texto uma quarta solução apresentada e falar sobre ela.
  • 1266.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 13 Questões para debate 15) Há uma necessidade de “profissionalizar” a ação e a organização das entidades sindicais, dado o fato dos desafios a serem enfrentados serem cada vez mais complexos e de difícil entendimento e enfrentamento”. Com base na citação discorra sobre interação da gestão de pessoas e os sindicatos.
  • 1267.
    Gestão de Pessoas 14Gestor de pessoas: seu envolvimento pleno nas transformações estruturais e nas estratégias da organização
  • 1268.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas: seu envolvimento pleno nas transformações estruturais e nas estratégias da organização 14.1 Preliminares .Conexão com o primeiro capítulo; .Foram apontados aspectos relacionados com o corpo funcional e a organização; .O gestor de pessoas nos dias de hoje;
  • 1269.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.1 Preliminares “Entendemos que o titular da área de pessoas tem de ter uma ideologia que vá permear o seu comportamento, gestos e atitudes frente ao corpo funcional”.
  • 1270.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.2 Contextualização; administração de recursos humanos e gestão de pessoas .A incorporação de conhecimentos técnicos, afora incursões teóricas, do campo da administração trouxe profissionais de administração para a área de pessoas; .No entanto a passagem da administração de recursos humanos para a gestão de pessoas continua não estando muito clara;
  • 1271.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.2 Contextualização .Ao longo do texto fortalecemos a gestão de pessoas, embora não tenhamos abandonado a administração de recursos humanos por uma razão muito simples: ainda não houve a completa transição para a gestão de pessoas; .Basta retornamos aos capítulos 10 e 11, onde temos na pesquisa sobre terceirização no capítulo 10 que 44% têm o cargo de gerente de recursos humanos e, em 90%, independente da nomenclatura, surge a terminação em recursos humanos;
  • 1272.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.2 Contextualização .Temos uma diretoria de gestão de pessoas em 2% das respostas. Essa pesquisa foi respondida por 50 titulares em RH; e .Fica transparente o uso consagrado de recursos humanos ao longo dos quase trinta anos de sua incorporação. E fica, agora, a evidência que temos uma proposta que nos conduz a uma nova nomenclatura.
  • 1273.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.3 As atribuições do(a) titular da administração de recursos humanos e do gestor de pessoas .O(a) titular da administração de recursos humanos, quase sempre um gerente, teve na origem (anos 70) atribuições como R&S; C&S; T&D; PC; AD; benefícios sociais; saúde e segurança; e relações trabalhistas e sindicais;
  • 1274.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.3 As atribuições do(a) titular da administração de recursos humanos e do gestor de pessoas .No final dos anos 70 e daí até a segunda metade dos anos 90 o conhecido gerente de RH tinha nas responsabilidades grande chance de fazer o seu trabalho aparecer e, com isso, aumentar o seu prestígio pessoal;
  • 1275.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.3 As atribuições do(a) titular da administração de recursos humanos e do gestor de pessoas .As atividades eram integralmente conduzidas pela sua unidade (RH) e apenas em casos excepcionais eram transferidas a consultores, profissionais liberais ou mesmo empresas e em nenhum momento se fazia referência a terceirizações porque o titular de RH estava sempre presente;
  • 1276.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.3 As atribuições do(a) titular da administração de recursos humanos e do gestor de pessoas .A integração com as demais unidades era sempre uma sugestão e acontecia, é verdade. O caráter sistêmico das organizações já era uma realidade palpável e realizada sem grandes dificuldades. Mas o mundo vinha mudando. E muito; e
  • 1277.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.3 As atribuições do(a) titular da administração de recursos humanos e do gestor de pessoas .A segunda metade dos anos 90 trazia a revolução da informação, as muitas possibilidades de estruturação organizacional, a queda de importância da hierarquização, a quebra freqüente de paradigmas e uma luta constante pela sobrevivência.
  • 1278.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.3 As atribuições do(a) titular da administração de recursos humanos e do gestor de pessoas .Principais mudanças, (DUTRA, 2002): a) Estruturas e formas de organização do trabalho flexível e adaptável às contingências impostas pelo ambiente gerando demanda por pessoas em processo de constante adaptação;
  • 1279.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.3 As atribuições do(a) titular da administração de recursos humanos e do gestor de pessoas .Principais mudanças, (cont.): b) Processos decisórios ágeis e focados nas exigências de mercado, necessitando de pessoas comprometidas e envolvidas com a organização;
  • 1280.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.3 As atribuições do(a) titular da administração de recursos humanos e do gestor de pessoas .Principais mudanças, (cont.): c) Velocidade para entrar e sair de mercados locais e globais, demandando pessoas atualizadas com as tendências de mercado; e
  • 1281.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.3 As atribuições do(a) titular da administração de recursos humanos e do gestor de pessoas .Principais mudanças, (cont.): d) Altíssimo grau de competitividade em padrão global exigindo a articulação entre pessoas que tenham excepcional formação acadêmica e profissional e em contínuo processo de aprimoramento e aperfeiçoamento.
  • 1282.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.3 As atribuições do(a) titular da administração de recursos humanos e do gestor de pessoas .É evidente que algo novo estaria surgindo no sentido de dar uma contribuição não só a gestão de pessoas, mas que essa gestão de pessoas fosse um forte indicativo de uma nova estruturação e dinâmica de nossas organizações. “É a partir do quase final do século passado que mais expressivamente surge uma nova roupagem para RH. Falamos da gestão de pessoas”.
  • 1283.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.3.1 Os primeiros 100 dias .Sugestões para os primeiros 100 dias, (NEFF E CITRIN, 2005): -Prepare-se para os primeiros 100 dias: pois são fundamentais para que se ganhe respeitabilidade e conquista da confiança de muitos ou todos, preferencialmente;
  • 1284.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.3.1 Os primeiros 100 dias .Sugestões para os primeiros 100 dias, (cont.): -Alinhe as suas expectativas: significa, além de alinhar, ordenar expectativas checando das possibilidades de serem expectativas as que resultem positivas; -Coloque seu time, sua equipe em ordem: ajuste comportamentos e estilos individuais. Considerar comportamentos, fazer ajustes e compreender os vários estilos individuais;
  • 1285.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.3.1 Os primeiros 100 dias .Sugestões para os primeiros 100 dias, (cont.): -Prepare sua estratégia cuidadosamente, artesanalmente: o fato do gestor da área de pessoas ter seu trabalho originado de informações e dados que recolheu de outras unidades vai exigir esse cuidado no preparo de sua ação em futuro próximo;
  • 1286.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.3.1 Os primeiros 100 dias .Sugestões para os primeiros 100 dias, (cont.): -Comece a mudança cultural, se puder: não precisamos registrar a máxima cautela que se deve ter com culturas organizacionais; -Ajuste-se com a chefia superior: considerando o papel do gestor esse ajuste é essencial, porque o gestor de pessoas trabalha com toda a organização e a possibilidade de conflitos não poder ser excluída;
  • 1287.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.3.1 Os primeiros 100 dias .Sugestões para os primeiros 100 dias, (cont.): -Comunicar sempre: seja um gestor presente, mas não deixe as pessoas dependerem de você, caso contrário, as coisas só se resolverão com a sua presença; e -Evite falhas (e estendemos: cuidado com o sucesso): contorne-as e as transforme em bons exemplos, falhas acontecem, algumas podem ser contornadas, mas muitas geram desconfiança e queda de prestígio.
  • 1288.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.3.1 Os primeiros 100 dias “Apesar disso tudo é sempre bom lembrar que sucesso só vem antes de trabalho no dicionário, qualquer dicionário, até mesmo em inglês e espanhol: success and work e suceso y trabajo”.
  • 1289.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.4 O gestor (estratégico) de pessoas “O gestor de pessoas tem de utilizar estratégias que perpassem toda a organização, pois é um gestor das pessoas, todas da organização”.
  • 1290.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.4.1 Condicionantes atitudinal e comportamental a) Desenvolva o seu trabalho onde outros gestores não querem (HANEBERG, 2005): há trabalhos que cansam as pessoas, ou porque há algum risco em colocar o gestor numa situação delicada frente à administração superior ou porque é algo muito comum, que todo mundo faz e que poderia afetar a sua imagem;
  • 1291.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.4.1 Condicionantes atitudinal e comportamental b) Se o trabalho não é necessário, então é necessário não fazer o trabalho (THE RESULTS-DRIVEN MANAGER, 2005): deixe clara a sua atitude frente a trabalhos que não necessitam ser feitos. É comum a perda de tempo com burocracias desnecessárias que levam o nada a coisa alguma;
  • 1292.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.4.1 Condicionantes atitudinal e comportamental c) Aprenda os segredos do KING (BOWLES; SILVANO e SILVANO, 2005): Know yourself. Know others; Identify the issues; Name your team; Get goals and get going. Em bom português: Conheça você. Conheça os outros; Identifique as questões; Forme a sua equipe; e Fixe objetivos e vá em frente;
  • 1293.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.4.1 Condicionantes atitudinal e comportamental d) Penso sempre assim? (LESSER e ZBA, 2005): se pergunte sempre quando estiver pronto para tomar decisões cruciais, não se perguntando você poderá estar tomando decisões sempre baseadas em reflexões muito semelhantes, se não absolutamente iguais. E com certeza, convém você refletir sobre você mesmo;
  • 1294.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.4.1 Condicionantes atitudinal e comportamental e) Saiba impactar (THE RESULTS-DRIVEN MANAGER, 2005): desenvolva uma imagem positiva, percebendo que está em desvantagem pense, antes de uma reunião, por exemplo, numa coisa boa. Vá aos encontros onde você pensa estar em desvantagem sempre com um sorriso. Sorriso abre portas, até mesmo nos encontros sociais;
  • 1295.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.4.1 Condicionantes atitudinal e comportamental f) Quando o relacionamento extrapola (RUNION, 2005): pense na sua posição funcional e pense que você estará sempre sendo observado. Diga num relacionamento mais íntimo que no trabalho é só trabalho;
  • 1296.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.4.1 Condicionantes atitudinal e comportamental g) Lidando com pessoas difíceis (THE RESULTS- DRIVEN MANAGER, 2005): nada melhor do que enfrentar pessoas que se comportam fora dos padrões da organização, e muitas vezes é interessante que você estabeleça por escrito o que se espera daquela pessoa ou daquele grupo de pessoas;
  • 1297.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.4.1 Condicionantes atitudinal e comportamental h) Não há substituto para a vitória (KINNI e KINNI, 2005): essa deve ser a sua atitude. Essa é uma frase de um líder militar dos Estados Unidos: General Douglas Mc Arthur. Ele considerava que a vitória deve ser perseguida sempre. Lógico que havendo a derrota o fundamental é entender os porquês;
  • 1298.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.4.1 Condicionantes atitudinal e comportamental i) Prepare-se para os eventuais cortes de pessoas (ZEISS, 2005): tenha uma atitude firme quando a direção superior determinar cortes. Exponha seus argumentos e vencido tenha a atitude esperada de um profissional: siga em frente, mas tornando o corte o menos doloroso possível; e
  • 1299.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.4.1 Condicionantes atitudinal e comportamental j) Ser ético: o mundo moderno trouxe à tona comportamentos inadequados, mas você, gestor ou futuro gestor, deve ter em mente que seu maior patrimônio é você e, por essa razão, o comportamento ético deve presidir suas ações e intenções.
  • 1300.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.4.2 Ação e reação estratégica; competências “O gestor de pessoas tem acesso a todas as informações de todo o corpo funcional; tem amplas condições de saber, inclusive, a origem de cada pessoa e, em seguida, dos procedimentos de recrutamento e seleção que definiram a contratação”.
  • 1301.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.4.2 Ação e reação estratégica; competências .Desnecessário dizer o quê mais pode saber, pois pode saber muito mais; e .E insistimos: somente ele ou ela tem acesso ético a vida funcional de cada um, ao passo que os demais gestores têm acesso apenas aos seus subordinados.
  • 1302.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.4.2 Ação e reação estratégica; competências .“É importante mencionar que cada gestor de qualquer área deve ser um gestor de seu pessoal, aplicando as mesmas recomendações que a literatura técnica vem apresentando nos últimos cinco anos”; e .“Não podemos imaginar um vitorioso gestor de pessoas sentado em sua sala e de lá disparando e-mails, telefonemas, mensagens na intranet, memos para os gestores das demais áreas”.
  • 1303.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.4.2 Ação e reação estratégica; competências .Mas o que entendemos por competências no mundo de hoje? -Estratégiauma somatória de planos e ações integradas que, considerando as freqüentes variações ambientais, visa assegurar vantagens competitivas contínuas, geradoras de estímulos internos à sua estrutura social e de diferenciações excelentes de seus produtos e/ou serviços, atingindo plenamente o segmento de mercado desejado.
  • 1304.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.4.2 Ação e reação estratégica; competências .“É certo que agir estrategicamente não é o comportamento funcional que vai determinar o sucesso de profissionais na organização. Mas é certo que agir estrategicamente de forma inteligente é um degrau a mais na escada de acesso ao sucesso pessoal e profissional”; e
  • 1305.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.4.2 Ação e reação estratégica; competências .“A ação estratégica exige uma relação perfeita com o ambiente externo. É essencial saber sobre o produto ou serviço, saber dos stakeholders (pessoas ou organizações que tenham algum interesse negocial) e não apenas saber qual é o mercado, ou seja, quem compra, quem recebe o serviço”.
  • 1306.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.4.2 Ação e reação estratégica; competências .O gestor da área de pessoas poderá obter informações de como a organização conseguirá vantagens frente à concorrência, quando for o caso; .Esta seria uma típica estratégia de negócio que o gestor poderá contribuir eficazmente, enquanto atua internamente, há outras estratégias...; e
  • 1307.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.4.2 Ação e reação estratégica; competências .Não se esqueça que o gestor de pessoas tem sempre informações sobre todo o corpo funcional e tem condições de apontar talentos ou apontar talentos potenciais ou avaliar o possível desempenho de uma parcela do corpo funcional, eventualmente, envolvida na formulação de políticas de negócio ou operacionais.
  • 1308.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.4.2 Ação e reação estratégica; competências .“O profissional brasileiro sabe sair de situações difíceis com alguma habilidade, melhor do que profissionais de outras nacionalidades”; .“O famoso jeitinho brasileiro”; .“No campo das competências gerais das empresas, é vital concentrar esforços nas competências essenciais (core competences ou key competences), pois que são as que oferecerão resultados mais relacionados aos resultados finais”;
  • 1309.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.4.2 Ação e reação estratégica; competências .“A organização terá de estabelecer estratégias que conduzam a, por exemplo, contratação de talentos ou remuneração mais adequada ou mesmo oferecer planos de carreira que a concorrência não imaginou e que candidatos gostariam de cumprir na certeza de um futuro de sucesso”; e .“A estratégia está em conhecer como as organizações atuam frente ao seu quadro funcional e a partir daí estabelecer as linhas internas de ação”.
  • 1310.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.4.2 Ação e reação estratégica; competências .Para finalizar Visão: é uma posição que inclui o futuro, assim: “Ser a melhor empresa de serviços bancários, sempre prestando o melhor atendimento e buscando ser a melhor sempre”; Missão: tem a ver com o que a organização pretende alcançar. Aqui não se trata de uma informação objetiva e sim uma afirmação de boa amplitude; e
  • 1311.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.4.2 Ação e reação estratégica; competências .Para finalizar (cont.) Valores: se referem às muitas qualidades que a organização acredita ter. São crenças fundamentais frente à clientes e consumidores, principalmente. E são bons exemplos: respeito às pessoas da organização, ética, comprometimento, rapidez, credibilidade e integridade.
  • 1312.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.5 Modelos de ação estratégica “A elaboração e aplicação de um modelo de ação estratégica são importantes para o gestor de pessoas dar um norte à implementação de qualquer esforço que envolva a sua área, a organização, parcial ou totalmente, na tentativa de incorporar ganhos frente à concorrência”.
  • 1313.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.5 Modelos de ação estratégica .Modelo: 1) Conhecer bem o ideário da empresa: não é incomum encontrar profissionais mais preocupados em estabelecer a estratégia propriamente dita e aí... projetar a estratégia equivocada;
  • 1314.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.5 Modelos de ação estratégica .Modelo (cont.): 2) Saber bem as metas e objetivos de curto, médio e longo prazo da organização: sabendo onde a organização está e para onde quer ir e oferecendo caminhos e informando sobre os talentos que podem ser acionados em momentos cruciais;
  • 1315.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.5 Modelos de ação estratégica .Modelo (cont.): 3) Conhecer bem o ambiente e suas tendências no que interessa à organização e à sua área: o gestor de pessoas, responsável pela elaboração do seu plano estratégico dará passos importantes se considerar esse item um dos mais importantes;
  • 1316.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.5 Modelos de ação estratégica .Modelo (cont.): 4) Avaliar as incertezas (ameaças) e as certezas (boas oportunidades) ambientais: dar importância ao ambiente é vital, entender o ambiente é difícil. As incertezas e as certezas, as ameaças e as oportunidades surgem de contingências;
  • 1317.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.5 Modelos de ação estratégica .Modelo (cont.): 5) Identificar as vantagens e desvantagens da organização e da sua área frente ao ambiente: de modo a preparar sua ação estratégica calcada nos valores positivos e mantendo-os;
  • 1318.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.5 Modelos de ação estratégica .Modelo (cont.): 6) Buscar meios e modos de adaptação da organização às turbulências originadas do ambiente: incluem meios e modos das competências das pessoas da organização que poderão estar envolvidas no planejamento e na ação estratégica;
  • 1319.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.5 Modelos de ação estratégica .Modelo (cont.): 7) Dar clareza à sua estratégia: não raras vezes nos defrontamos com projeções estratégicas elaboradas em textos quase que dirigidos a uns poucos, resultando daí entendimentos errôneos e ausência de um melhor entendimento; 8) Ter clareza de forma fundamentada de cada área estratégica da organização e dar clareza à área de gestão de pessoas: vale enfatizar este item já mencionado;
  • 1320.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.5 Modelos de ação estratégica .Modelo (cont.): 9) Compatibilizar a sua área estratégica com os negócios da organização: ocorre muitas vezes que o formulador acabe por produzir um documento não compatível com esta ou aquela área estratégica; 10) Formular a estratégia da sua área: implica em discutir, compreender, convencer, argumentar, perder e ganhar batalhas rumo a melhor estratégia e não implica em apenas sentar e digitar um texto bem escrito;
  • 1321.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.5 Modelos de ação estratégica .Modelo (cont.): 11) Sensibilizar e ganhar aceitação da estratégia da sua área: é mostrar com clareza os objetivos a serem alcançados, a natureza do esforço, o que será exigido de cada um, é quebrar eventuais discordâncias após a formulação de toda a ação estratégica; e
  • 1322.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.5 Modelos de ação estratégica .Modelo (cont.): 12) Comunicar à estrutura social: há organizações onde persiste a disposição de muitos dirigentes em transmitir à estrutura social como um todo as decisões superiores, mas, há organizações aonde essa consideração sequer é mencionada.
  • 1323.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.5 Modelos de ação estratégica .“O gestor tem de ter intimidade com os negócios ou com as atividades-fins da organização, isso por que o seu território é toda a organização, já que lá está todo o corpo funcional que ele conhece bem e tem condições de dentro de suas atribuições orientar”;
  • 1324.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.5 Modelos de ação estratégica .“Essa conscientização é indispensável, sob pena de se tornar apenas um gestor de pessoas. Insistimos que a diferença entre gestores de pessoas estará na vocação ou na disposição de um se integrar ao todo organizacional e participando das movimentações estratégicas levando consigo demais profissionais de talento da sua área”;
  • 1325.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.5 Modelos de ação estratégica .“O alto nível de envolvimento das pessoas como parte das atribuições na gestão de pessoas é uma marca dessa obra”; .“A obrigatoriedade da ação estratégica como imprescindível traz, naturalmente, esse envolvimento e a questão das competências está inextricavelmente conectada com tal envolvimento”;
  • 1326.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.5 Modelos de ação estratégica .“Competência modernamente entendida como um conjunto de atribuições que agreguem valor à organização, via internalização, integração, transferência de conhecimentos, com também assimilação de novas habilidades que sejam altamente relevantes para a organização”;
  • 1327.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.5 Modelos de ação estratégica .“O que não se deseja é a internalização de conhecimentos ou incorporação de experiências que pouco influem nos muitos processos, principalmente os processos críticos e que nem mesmo justifiquem a sua disseminação no plano interno”; e
  • 1328.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... 14.5 Modelos de ação estratégica .“Competências essenciais são aquelas que apontamos em nos modelos de ação estratégica e o de integração estratégica, como são exemplos: ser competente no entendimento da sua cultura organizacional, da distribuição de poder e na identificação das muitas lideranças e suas variações”.
  • 1329.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Gestor de pessoas... “Qualquer gestor pode ser um gestor de pessoas, mas somente um tem os meios necessários para se tornar um bom gestor de pessoas. É o titular (ou a titular) da área de pessoas. Mas, para se tornar um excelente gestor terá de agir estrategicamente. Sempre!”
  • 1330.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Quick case - A proposta era muito simples. Dar uma nova nomenclatura à unidade que tratava dos recursos humanos da empresa. E, então, o gerente de RH foi conversar com o diretor administrativo que comanda RH e outras unidades, tais como: logística e tecnologia da informação e sugeriu: gestão estratégica de pessoas. O diretor foi receptivo a idéia, só não via qual a vantagem na troca de rótulos. Pelo que o gerente falara o diretor entendia que não havia nada que justificasse a troca de nomenclatura, a não ser apenas a vontade de mudar.
  • 1331.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Quick case (cont.) - O gerente pensa que foi claro na proposição acha que detalhou a “nova” unidade, mas percebeu que o diretor não “comprara” totalmente a idéia. Mas ouviu a promessa de voltar ao assunto dali alguns dias. E foi o que aconteceu. O diretor voltou ao assunto e disse não. O gerente ficou negativamente impactado e começou a articular uma nova argumentação que fizesse o seu diretor entender os porquês da mudança de rótulos. E que não era apenas a sua vontade pessoal. Como seria, então, essa argumentação que convenceria o diretor e demais diretores.
  • 1332.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Estudo de caso A chegada de José Antonio, novo diretor, trouxe junto com ele uma nova nomenclatura para a agora ex-diretoria de Recursos Humanos e a nova nomenclatura é Diretoria de Talentos. A expectativa era grande e por várias razões: a empresa da área da tecnologia da informação vinha crescendo e acabava de fechar dois contratos com duas grandes empresas. A necessidade de contratação de profissionais de TI era imediata e essa foi a razão principal para a contratação do novo diretor.
  • 1333.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Estudo de caso (cont.) E, de fato, poucos dias depois uma nova profissional é contratada não para a ex-gerência de recursos humanos, mas para a nova unidade denominada Gestão de Pessoas. Martha Tomar ainda no primeiro dia pede uma reunião com as demais chefias. Fala de sua experiência anterior, sempre em grandes empresas, fala de seus planos e deixa claro que a empresa entra numa nova trajetória à semelhança das grandes empresas norte-americanas: valorização do corpo funcional, uma programação dinâmica em treinamento e desenvolvimento e um processo de recrutamento e seleção moderno.
  • 1334.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Estudo de caso (cont.) Pede auxílio de todos e termina dizendo que a porta de sua sala estará sempre aberta para que todos possam chegar e entrar. E que só sai da sala em situações especiais. Entendia que a sua sala era o melhor local da empresa. Ali estaria ao longo de cada dia. André Monteiro é o titular de T&D (treinamento e desenvolvimento) e, após a frustração de não ser o escolhido para o cargo de gestor de pessoas, firmara o compromisso público de dar todo o apoio necessário à gestora.
  • 1335.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Estudo de caso (cont.) Entretanto, chegou a manifestar a sua decepção com relação às palavras da sua nova chefe. Falou o que todo mundo fala, ou seja, não disse nada de novo. Apregoava a sua insatisfação pelos cantos da empresa. Isso foi entendido pela titular de R&S (recrutamento e seleção) como “dor de cotovelo” por não ter sido escolhido o novo titular da área de pessoas.
  • 1336.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Estudo de caso (cont.) Menos de um mês depois a população funcional é abalada com a demissão de André e junto com ele Toninho Montes, seu substituto eventual e algumas outras pessoas de T&D. Nova reunião com a nova gestora e não há menção da demissão de André até que alguém pergunta e “ouve” o silêncio como resposta. Um outro mês passa e a gestão de pessoas entra em ritmo normal.
  • 1337.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Estudo de caso (cont.) E a nova gestora de pessoas cumpriu o prometido, mal saia da sala e preferia que os demais gestores viessem conversar com ela sobre programas de treinamento, planos de carreira, cargos e salários e recrutamento e seleção. E combinou um encontro mensal em sua sala de reuniões com os demais gestores. Numa das reuniões, Juliana, gestora financeira, perguntou porque não recebia uma visita dela, gestora, já que assim conheceria ao menos a área física de finanças. Ela sorriu, disse que faria uma visita, mas tinha essa norma de raramente sair da sala. Assim, poderia dar apoio permanente à turma dela.
  • 1338.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Estudo de caso (cont.) A conversa continua e a gestora financeira começa a fazer comentários específicos da sua área. Fala do acompanhamento orçamentário, da próxima visita dos auditores independentes, de alguma dificuldade em convencer algumas unidades no sentido da obediência ao cronograma aprovado. Nesse ponto foi interrompida pela gestora que disse não ser especialista em finanças e estava entendendo alguma coisa, mas não muito. E a conversa termina aí.
  • 1339.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Estudo de caso (cont.) Meses depois José Antonio, diretor de talentos, marca uma reunião com todos os gestores. E informa que não há uma agenda a ser tratada e estipula um horário pequeno. Todos comparecem e o diretor faz uma preleção inicial e passa a palavra à gestora de pessoas que faz um longo relato desde seu ingresso até aquele momento. Em seguida, pela ordem alfabética pede a participação dos gestores. Os comentários são semelhantes, elogiosos até, e há apenas alguns reparos.
  • 1340.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Estudo de caso (cont.) Por exemplo, alguns manifestaram estranheza com a súbita demissão de André Monteiro e outros de T&D que vinham atuando de forma a não comprometer a área. Depois, as demissões ocorreram de forma abrupta, pois nem mesmo os gestores tiveram informações, embora fosse um assunto só da área dela.
  • 1341.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Estudo de caso (cont.) A gestora se defendia tranqüilamente dizendo que cada área era cada área e não via motivos para maiores comentários. “Todos sabem que não me envolvo em área alguma, respeito o trabalho de cada gestor. Sou assim há muitos anos e por onde passei acredito que deixei boas recordações. Vocês devem ter notado que na nossa reunião de planejamento eu ouvi todos falarem e na minha vez dei o meu recado. Nada comentei sobre as outras áreas porque me especializei em recursos humanos, digo, gestão de pessoas”.
  • 1342.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Estudo de caso (cont.) Na manhã seguinte a gestora foi conversar com seu diretor José Antônio e disse que ela poderia muito, mas não poderia tudo. E isso significa dizer que ela se sente confortável na área de sua especialização e é assim que tem de ser. O que ela não poderia ser é quase que uma gerenciadora de informações o que a obrigaria a ter informações de todas as áreas. O diretor concordou e falou que era natural que os demais gestores agissem da maneira que estavam agindo. “Não se esqueça que você é muito nova em idade e nova aqui na empresa e isso causa uns ciuminhos”.
  • 1343.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Estudo de caso (cont.) Contudo, dois meses depois o diretor de talentos resolveu contratar uma consultora, Bete Nunes, que tinha muito boa experiência profissional, boa formação acadêmica e dois cursos em nível de pós-graduação em gestão estratégica de pessoas. E seu compromisso seria prestar consultoria à gestora de pessoas visando a uma atuação de forma estratégica. Difícil imaginar o grau de relacionamento entre a gestora de pessoas e a consultora.
  • 1344.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Estudo de caso (cont.) Você (e seu grupo, se for o caso) deve comentar o caso considerando o último parágrafo e falando exaustivamente sobre a nova gestora e a contratação da consultora de gestão estratégica de pessoas. Lembre que todo o texto acima, à exceção desse parágrafo é cópia integral do caso apresentado no capítulo 1 que teve, certamente, uma outra análise. Nota: este caso é hipotético, qualquer semelhança com pessoas, empresas, etc. será mera coincidência.
  • 1345.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Questões para debate 1) Como você percebe a transformação da administração de pessoal em gerência de recursos humanos? Teria sido apenas uma troca de rótulos ou haveria razões fortes para essa alteração? Fique sabendo que há quem diga que mudanças de rótulos obedecem simplesmente a modismos. E seria o caso de recursos humanos, ou seja, mudou por modismo?
  • 1346.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Questões para debate 2) Por que razão os chamados departamento de pessoal tinham como titulares profissionais com formação em direito? E os atuais departamentos de recursos humanos têm poucos profissionais do direito como chefes ou gerentes? E se tem qual (ou quais) ramo profissional se “adonou” da área?
  • 1347.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Questões para debate 3) Dutra aponta as principais mudanças nos anos 90 que geraram mudanças importantes nas organizações. Gostaríamos que você desenvolvesse a sua resposta em apenas dois dos quatro itens mencionados por ele. Apenas para orientá-lo na resposta: há um item se refere a estruturas e formas de organização; um outro item se refere a processos decisórios; e os dois restantes falem em velocidade na entrada e saída de mercados e, por conseqüência, o último item aborda o altíssimo grau de competitividade.
  • 1348.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Questões para debate 4) Sugerimos que o gestor de pessoas que deseja ser bem sucedido deve, ao assumir o cargo, pensar nos seus 100 primeiros dias. E apontamos oito alternativas que irão ajudá-lo. Mencione e nos explique, pelo menos, três desses itens e nos diga se concorda ou não.
  • 1349.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Questões para debate 5) Qual é a diferença básica entre o gestor de pessoas e o gestor de pessoas, mas que atue estrategicamente? Note que na questão não há nenhuma “pegadinha”. É sério!
  • 1350.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Questões para debate 6) As condicionantes atitudinal e comportamental sugerem ao titular da área de pessoas algumas atitudes que vão proporcionar aceitação do quadro funcional como um todo. Indique e justifique, pelo menos, duas dessas condicionantes. Evite responder ser ético por que é a próxima questão.
  • 1351.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Questões para debate 7) Ser ético. Com freqüência você ouve comentários sobre a ética. Ouve comentários muito positivos, mas ouve comentários negativos daqueles que afirmam que ser ético não enriquece ninguém. E não ser ético traz algumas vantagens, até mesmo monetárias. O que desejamos saber é a sua posição sobre a ética na empresa. Mas, por favor, lembre do texto para desenvolver a sua resposta.
  • 1352.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Questões para debate 8) Defina estratégia. Não queremos que você diga igualzinho ao que está no texto, mas que nos passe uma idéia muito próxima do que é estratégia. 9) O famoso “jeitinho” brasileiro é bom ou ruim para os nossos profissionais? Justifique, bem justificada, a sua resposta.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Questões para debate 10) Visão, Missão e Valores. Com certeza você já ouviu -ou já viu muito, e gostaríamos que você falasse um pouco sobre cada uma dessas posições ideológicas. Há quem diga que de nada adianta a empresa colocar na porta de entrada textos muito bem escritos e, no entanto, as pessoas acabarem por perceber que aquilo (o texto) é só um quadro pregado na parede, sem uso algum. Mas não se esqueça de explicar o que significam visão, missão e valores.
  • 1354.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Questões para debate 11) Retomando a questão anterior nos diga qual seria a razão maior de você, gestor de pessoas, conhecer bem o ideário da empresa onde atua. Se tiver de responder por escrito escreva bastante. Se tiver de falar sobre a questão, fale muito.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Questões para debate 12) Você já sabe que o ambiente é essencial num processo de elaboração de estratégias empresariais. Então nos diga se perceber o ambiente é uma tarefa mais fácil no Brasil e, portanto, com grau de dificuldade muito pequeno do que, por exemplo, na Suíça.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Questões para debate 13) O modelo de integração estratégica oferece caminhos muito bons para o gestor (estratégico) de pessoas desenvolver estratégias que têm forte tendência de produzir resultados de excelência. Para nós, é importante que você faça um relato (oral ou por escrito) dos componentes e faça a sua avaliação pessoal.
  • 1357.
    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Questões para debate 14) Qualquer gestor pode ser um gestor de pessoas, mas somente um tem os meios necessários para se tornar um bom gestor de pessoas. E essa pessoa é o titular (ou a titular) da área de pessoas. E para se tornar um excelente gestor terá de agir estrategicamente. Sempre! A pergunta é simples: comente exaustivamente essa afirmação, concordando ou discordando.
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    Fonte: ARAUJO, LuisCésar G. de. Gestão de Pessoas; estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. 14 Questões para debate 15) Você está no último capítulo e, certamente, tem considerações a fazer sobre o gestor (estratégico) de pessoas. Pense em algo que você leu nesse capítulo e faça um comentário sobre o seu interesse na área e se não há nenhum interesse justifique porque, mas se mantenha dentro do capítulo, assim você utilizará bons argumentos.
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    F I M Gestãode Pessoas: estratégias e integração organizacional