Elaborado por: Enfª Ivone Stimer 2011FLUXO DE ATENDIMENTOCONDUTAS FRENTE A:Violência SexualAcidentes com Material Pérfuro-Cortantes Material BiológicoFonte:  Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de  Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III - Tratamento e prevenção.
Atendimento inicial ou de urgênciaVIOLÊNCIA SEXUALO primeiro atendimento após a violência sexual é considerado de urgência em função da necessidade de inicio precoce da quimioprofilaxia para DSTs / HIV e HEPATITES VIRAIS, sendo recomendação do Ministério da Saúde.Fonte:  Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de  Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III - Tratamento e prevenção.Elaborado por: Enfª Ivone Stimer 2011
CONDUTAA profilaxia anti-retroviral está recomendada em todos os casos de penetração vaginal e/ou anal desprotegida com parceiro infectado pelo HIV, preferencialmente nas primeiras 2 horas após a exposiçãoe, no máximo, nas 36 a 72 horas subseqüentes. Caso a pessoa exposta chegue ao atendimento após esse período, não há benefício com a indicação de profilaxia Anti-retroviral. Nesse caso, recomenda-se realizar a testagem para:    HIV, VHB, VHC e sífilis (VDRL), visando definir a condição sorológica da pessoa exposta.Fonte:  Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de  Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III - Tratamento e prevenção.Elaborado por: Enfª Ivone Stimer 2011
PROFISSIONAIS DE SAÚDEComo recomendação geral, os serviços ambulatoriais de atenção especializada em HIV e aids (COAS) são os serviços preferenciais para o atendimento inicial. Caso o usuário procure o atendimento em horários em que não há funcionamento do SAE/COAS, sugere-se que os serviços que já realizam o atendimento de urgência da violência sexual e a profilaxia pós-exposição ocupacional façam também o atendimento inicial da profilaxia pós-exposição sexual. Nesse caso, o COAS/SAE deve ser a referência para o seguimento da pessoa exposta: a definição da rede de atendimento da urgência deve ser realizada localmente.Fonte:  Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de  Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III - Tratamento e prevenção.Elaborado por: Enfª Ivone Stimer 2011
.FLUXO DE ATENDIMENTO EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA SEXUAL PROTOCOLO Adaptação à rotina do municípioOrientação para a Vítima fazer registro do BOLETIM DE OCORRÊNCIA - junto a Delegacia de policia – IML para exame de lesões corporais e corpo delito.
Acolhimento da vítima;
 Avaliação e tratamento das lesões se o fizer necessário;
ANTICONCEPÇÃO DE EMERGÊNCIA LEVONORGESTREL/POSTINOR 750mg 1 cp 12/12hs dentro das primeiras 72 horas do ocorrido ( De preferência nas 1ª duas horas).
Prescrição de Profilaxia de DSTs;
 Prescrição/orientação para iniciar QUIMIOPROFILAXIA ANTI RETROVIRAL DENTRO DAS PRIMEIRAS  36 - 72 HORAS ( PREFERENCIALMENTE NAS PRIMEIRAS 2 HORAS).
Orientação ao paciente quanto à importância do uso das medicações ARV por 28 dias (04 semanas);Elaborado por: Enfª Ivone Stimer 2011
FLUXO DE ATENDIMENTO EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA SEXUAL PROTOCOLO – Adaptação a rotina do município.FAZER contato com o serviço de dispensação de medicações ANTI RETROVIRAIS do município –( CRE/ASSIMS) para solicitar as medicações Anti RETROVIRAIS - Fone: Plantão CRE – (046)3313-3550 / (Plantão inclusive finais de semana e feriados);
Clara Farmacêutica CRE – 3225-8224 ou 8804-7479.
Encaminhar o paciente ao serviço de referência em CONTROLE DE DST/AIDS – COAS para seguimento, acompanhamento e realização de EXAMES:
TESTE RÁPIDO PARA HIV;
HEPATITES B (HBsAg);
HEPATITES C  (Anti –HCV);
Sífilis (VDRL);
βHCG E DEMAIS EXAMES DE PROTOCOLO E ORIENTAÇÕES PERTINENTES A SITUAÇÃO;Elaborado por: Enfª Ivone Stimer 2011
Profilaxia das DST não Virais em Adultos e Adolescentes com mais de 45 Kg não Gestantes* Esse esquema pode ser utilizado durante a gestação. **Gestantes devem usar ceftriaxona.Fonte: Brasil, Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST e Aids. Manual de Controle de Doenças Sexualmente Transmissíveis – DST. 4º ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 140 pag. (Série Manuais, nº68)Elaborado por: Enfª Ivone Stimer 2011
FLUXO DE ATENDIMENTO EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA SEXUAL PROTOCOLO – adaptação a rotina do município.NOTIFICAÇÃO DA SITUAÇÃO DE VIOLENCIA SEXUAL;  ENCAMINHAMENTO DA FICHA DE NOTIFICAÇÃO AO SERVIÇO DE VIGILANCIA EPIDEMIOLOGICA + CÓPIA PARA COAS; ESQUEMA ANTIRETROVIRAL PARA SITUAÇÕES DE VIOLENCIA SEXUAL RECOMENDADO PELO MINISTERIO DA SAÚDE. 1.Pacientes expostos a agressor com sorologia HIV desconhecida:ADULTO / ADOLESCENTEAZT – ZIDUVIDINA + 3TC – LAMIVUDINA = BIOVIR -> 2cp (01 cp manhã / 01 cp noite)LOPINAVIR + RITONAVIR = KALETRA  -> 4cp (02 cp manhã / 02 cp noite)Fonte:  Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de  Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III - Tratamento e prevenção.Elaborado por: Enfª Ivone Stimer 2011
ESQUEMA EXPANDIDO    Os esquemas expandidos recomendados são aqueles que combinam três  ITRN ou dois ITRN + inibidor da protease (IP/r). Os três  ITRN indicados s AZT + 3TC + TDF e três como vantagem a comodidade posológica (três comprimidos ao dia), a maior adesão e a menor toxicidade em curto prazo.Fonte:  Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de  Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III - Tratamento e prevenção.
ACIDENTES COM MATERIAIS PÉRFURO-CORTANTESe exposição de mucosa à Material Biológico Elaborado por: Enfª Ivone Stimer 2011
CONDUTA IMEDIATA PÓS EXPOSIÇÃOAPÓS EXPOSIÇÃO PERCUTÂNEA:LAVAR A REGIÃO AFETADA ABUNDATEMENTE COM AGUA E SABÃO E OU SOLUÇÃO SALINA ESTERIL( em mucosa ocular);AVALIAR A GRAVIDADE DO ACIDENTE, CLASSIFICAR O ACIDENTE: GRAVE, MODERADO OU LEVE DE ACORDO COM: Uso de EPIS do acidentado no momento do acidente;Profundidade da perfuração e ou corte;Avaliar calibre da agulha, considerar com ou sem lúmen;Avaliar quantidade de material envolvido;Avaliar condição sorológica do paciente - fonte;Fonte:  Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de  Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III Tratamento e prevenção.Elaborado por: Enfª Ivone Stimer 2011
PROFISSIONAIS DE SAÚDEOs acidentes de trabalho com sangue e outros fluidos potencialmente contaminados devem ser tratados como casos de “emergência médica”, uma vez que, para se obter maior eficácia, as intervenções para profilaxia da infecção pelo HIV e hepatite B, denominadas profilaxias pós-exposição (PEP), necessitam ser iniciadas logo após a ocorrência do acidente, preferencialmente nas (1ª duas horas pós exposição) e no máximo até 36 a 72 horas.Fonte:  Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de  Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III - Tratamento e prevenção.
PROFISSIONAIS DE SAÚDE Ressalta-se que a ausência de um médico especialista no momento do atendimento pós-exposição não é razão para retardar o início da quimioprofilaxia. Nesses casos, recomenda-se o uso dos esquemas de profilaxia AZT + 3TC + TDF ou AZT + 3TC + LPV/r até que o profissional acidentado seja reavaliado quanto à adequação da PEP.Fonte:  Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de  Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III - Tratamento e prevenção.
Materiais biológicos que implicam risco de transmissão do HIVElaborado por: Enfª Ivone Stimer 2011
Tipos de exposiçõesAs exposições que podem trazer riscos de transmissão ocupacional do HIV e dos vírus das hepatites B e C estão definidas como:Percutâneas: lesões provocadas por instrumentos perfurantes e cortantes, como, por exemplo, agulhas, bisturi, vidrarias;Mucosas: por exemplo, quando ha respingos envolvendo olho, nariz, boca ou genitália;Cutâneas: por exemplo, contato com pele não integra, como no caso de dermatites ou feridas abertas;Por mordeduras humanas: consideradas como exposição de risco quando envolvem a presença de sangue. Devem ser avaliadas tanto para o individuo que provocou a lesão quanto para aquele que tenha sido exposto.Fonte:  Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de  Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III - Tratamento e prevenção.Elaborado por: Enfª Ivone Stimer 2011
Indicação de acompanhamento clinico - laboratorial do trabalhador da saúde, segundo condições e sorologias do paciente-fonteFonte:  Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de  Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III Tratamento e prevenção.
Indicação de acompanhamento clinico - laboratorial do trabalhador da saúde, segundo condições e sorologias do paciente-fonteFonte:  Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde – Suplemento III - Tratamento e prevenção.
CRITÉRIOS A SEREM AVALIADOS(*) Todo trabalhador da saúde que sofra um acidente de trabalho com material biológico deve ter garantida a realização da investigação laboratorial.(**) O acompanhamento para hepatite B só deve ser feito nos trabalhadores da saúde suscetíveis a infecção (ex: não vacinados ou com esquema vacinal incompleto) ou naqueles vacinados com status sorológico desconhecido.(***) E importante descartar a possibilidade de “janela imunológica” para o paciente-fonte, ou seja, a existência de infecção, mas com sorologias não reagentes e sem a evidencia de sintomas de infecção aguda. A possibilidade de soroconversao recente (“janela imunologica”), diante de sorologia negativa sem a presença de sintomas de infecção aguda, e extremamente rara. A historia clinica e epidemiológica recente (nos últimos três meses) e essencial para a avaliação de exposição vulnerável relacionada aos mecanismos de transmissão do HIV e das hepatites B e C, tais como o compartilhamento de equipamentos para uso de drogas injetáveis e inaladas e a pratica de relação sexual desprotegida.Fonte:  Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de  Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III - Tratamento e prevenção.Elaborado por: Enfª Ivone Stimer 2011
Recomendações para profilaxia de hepatite B  após exposição ocupacional a material biológicoFonte:  Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de  Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III - Tratamento e prevenção.
Interpretação da sorologia para hepatite B e indicação de vacinaFonte:  Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de  Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III - Tratamento e prevenção.Elaborado por: Enfª Ivone Stimer 2011
Esquema vacinal para trabalhadores de saúdeFonte:  Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de  Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III - Tratamento e prevenção.

Fluxo de atendimento

  • 1.
    Elaborado por: EnfªIvone Stimer 2011FLUXO DE ATENDIMENTOCONDUTAS FRENTE A:Violência SexualAcidentes com Material Pérfuro-Cortantes Material BiológicoFonte: Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III - Tratamento e prevenção.
  • 2.
    Atendimento inicial oude urgênciaVIOLÊNCIA SEXUALO primeiro atendimento após a violência sexual é considerado de urgência em função da necessidade de inicio precoce da quimioprofilaxia para DSTs / HIV e HEPATITES VIRAIS, sendo recomendação do Ministério da Saúde.Fonte: Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III - Tratamento e prevenção.Elaborado por: Enfª Ivone Stimer 2011
  • 3.
    CONDUTAA profilaxia anti-retroviralestá recomendada em todos os casos de penetração vaginal e/ou anal desprotegida com parceiro infectado pelo HIV, preferencialmente nas primeiras 2 horas após a exposiçãoe, no máximo, nas 36 a 72 horas subseqüentes. Caso a pessoa exposta chegue ao atendimento após esse período, não há benefício com a indicação de profilaxia Anti-retroviral. Nesse caso, recomenda-se realizar a testagem para: HIV, VHB, VHC e sífilis (VDRL), visando definir a condição sorológica da pessoa exposta.Fonte: Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III - Tratamento e prevenção.Elaborado por: Enfª Ivone Stimer 2011
  • 4.
    PROFISSIONAIS DE SAÚDEComorecomendação geral, os serviços ambulatoriais de atenção especializada em HIV e aids (COAS) são os serviços preferenciais para o atendimento inicial. Caso o usuário procure o atendimento em horários em que não há funcionamento do SAE/COAS, sugere-se que os serviços que já realizam o atendimento de urgência da violência sexual e a profilaxia pós-exposição ocupacional façam também o atendimento inicial da profilaxia pós-exposição sexual. Nesse caso, o COAS/SAE deve ser a referência para o seguimento da pessoa exposta: a definição da rede de atendimento da urgência deve ser realizada localmente.Fonte: Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III - Tratamento e prevenção.Elaborado por: Enfª Ivone Stimer 2011
  • 5.
    .FLUXO DE ATENDIMENTOEM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA SEXUAL PROTOCOLO Adaptação à rotina do municípioOrientação para a Vítima fazer registro do BOLETIM DE OCORRÊNCIA - junto a Delegacia de policia – IML para exame de lesões corporais e corpo delito.
  • 6.
  • 7.
    Avaliação etratamento das lesões se o fizer necessário;
  • 8.
    ANTICONCEPÇÃO DE EMERGÊNCIALEVONORGESTREL/POSTINOR 750mg 1 cp 12/12hs dentro das primeiras 72 horas do ocorrido ( De preferência nas 1ª duas horas).
  • 9.
  • 10.
    Prescrição/orientação parainiciar QUIMIOPROFILAXIA ANTI RETROVIRAL DENTRO DAS PRIMEIRAS 36 - 72 HORAS ( PREFERENCIALMENTE NAS PRIMEIRAS 2 HORAS).
  • 11.
    Orientação ao pacientequanto à importância do uso das medicações ARV por 28 dias (04 semanas);Elaborado por: Enfª Ivone Stimer 2011
  • 12.
    FLUXO DE ATENDIMENTOEM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA SEXUAL PROTOCOLO – Adaptação a rotina do município.FAZER contato com o serviço de dispensação de medicações ANTI RETROVIRAIS do município –( CRE/ASSIMS) para solicitar as medicações Anti RETROVIRAIS - Fone: Plantão CRE – (046)3313-3550 / (Plantão inclusive finais de semana e feriados);
  • 13.
    Clara Farmacêutica CRE– 3225-8224 ou 8804-7479.
  • 14.
    Encaminhar o pacienteao serviço de referência em CONTROLE DE DST/AIDS – COAS para seguimento, acompanhamento e realização de EXAMES:
  • 15.
  • 16.
  • 17.
    HEPATITES C (Anti –HCV);
  • 18.
  • 19.
    βHCG E DEMAISEXAMES DE PROTOCOLO E ORIENTAÇÕES PERTINENTES A SITUAÇÃO;Elaborado por: Enfª Ivone Stimer 2011
  • 20.
    Profilaxia das DSTnão Virais em Adultos e Adolescentes com mais de 45 Kg não Gestantes* Esse esquema pode ser utilizado durante a gestação. **Gestantes devem usar ceftriaxona.Fonte: Brasil, Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST e Aids. Manual de Controle de Doenças Sexualmente Transmissíveis – DST. 4º ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 140 pag. (Série Manuais, nº68)Elaborado por: Enfª Ivone Stimer 2011
  • 21.
    FLUXO DE ATENDIMENTOEM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA SEXUAL PROTOCOLO – adaptação a rotina do município.NOTIFICAÇÃO DA SITUAÇÃO DE VIOLENCIA SEXUAL; ENCAMINHAMENTO DA FICHA DE NOTIFICAÇÃO AO SERVIÇO DE VIGILANCIA EPIDEMIOLOGICA + CÓPIA PARA COAS; ESQUEMA ANTIRETROVIRAL PARA SITUAÇÕES DE VIOLENCIA SEXUAL RECOMENDADO PELO MINISTERIO DA SAÚDE. 1.Pacientes expostos a agressor com sorologia HIV desconhecida:ADULTO / ADOLESCENTEAZT – ZIDUVIDINA + 3TC – LAMIVUDINA = BIOVIR -> 2cp (01 cp manhã / 01 cp noite)LOPINAVIR + RITONAVIR = KALETRA -> 4cp (02 cp manhã / 02 cp noite)Fonte: Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III - Tratamento e prevenção.Elaborado por: Enfª Ivone Stimer 2011
  • 22.
    ESQUEMA EXPANDIDO Os esquemas expandidos recomendados são aqueles que combinam três ITRN ou dois ITRN + inibidor da protease (IP/r). Os três ITRN indicados s AZT + 3TC + TDF e três como vantagem a comodidade posológica (três comprimidos ao dia), a maior adesão e a menor toxicidade em curto prazo.Fonte: Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III - Tratamento e prevenção.
  • 23.
    ACIDENTES COM MATERIAISPÉRFURO-CORTANTESe exposição de mucosa à Material Biológico Elaborado por: Enfª Ivone Stimer 2011
  • 24.
    CONDUTA IMEDIATA PÓSEXPOSIÇÃOAPÓS EXPOSIÇÃO PERCUTÂNEA:LAVAR A REGIÃO AFETADA ABUNDATEMENTE COM AGUA E SABÃO E OU SOLUÇÃO SALINA ESTERIL( em mucosa ocular);AVALIAR A GRAVIDADE DO ACIDENTE, CLASSIFICAR O ACIDENTE: GRAVE, MODERADO OU LEVE DE ACORDO COM: Uso de EPIS do acidentado no momento do acidente;Profundidade da perfuração e ou corte;Avaliar calibre da agulha, considerar com ou sem lúmen;Avaliar quantidade de material envolvido;Avaliar condição sorológica do paciente - fonte;Fonte: Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III Tratamento e prevenção.Elaborado por: Enfª Ivone Stimer 2011
  • 25.
    PROFISSIONAIS DE SAÚDEOsacidentes de trabalho com sangue e outros fluidos potencialmente contaminados devem ser tratados como casos de “emergência médica”, uma vez que, para se obter maior eficácia, as intervenções para profilaxia da infecção pelo HIV e hepatite B, denominadas profilaxias pós-exposição (PEP), necessitam ser iniciadas logo após a ocorrência do acidente, preferencialmente nas (1ª duas horas pós exposição) e no máximo até 36 a 72 horas.Fonte: Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III - Tratamento e prevenção.
  • 26.
    PROFISSIONAIS DE SAÚDERessalta-se que a ausência de um médico especialista no momento do atendimento pós-exposição não é razão para retardar o início da quimioprofilaxia. Nesses casos, recomenda-se o uso dos esquemas de profilaxia AZT + 3TC + TDF ou AZT + 3TC + LPV/r até que o profissional acidentado seja reavaliado quanto à adequação da PEP.Fonte: Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III - Tratamento e prevenção.
  • 27.
    Materiais biológicos queimplicam risco de transmissão do HIVElaborado por: Enfª Ivone Stimer 2011
  • 28.
    Tipos de exposiçõesAsexposições que podem trazer riscos de transmissão ocupacional do HIV e dos vírus das hepatites B e C estão definidas como:Percutâneas: lesões provocadas por instrumentos perfurantes e cortantes, como, por exemplo, agulhas, bisturi, vidrarias;Mucosas: por exemplo, quando ha respingos envolvendo olho, nariz, boca ou genitália;Cutâneas: por exemplo, contato com pele não integra, como no caso de dermatites ou feridas abertas;Por mordeduras humanas: consideradas como exposição de risco quando envolvem a presença de sangue. Devem ser avaliadas tanto para o individuo que provocou a lesão quanto para aquele que tenha sido exposto.Fonte: Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III - Tratamento e prevenção.Elaborado por: Enfª Ivone Stimer 2011
  • 29.
    Indicação de acompanhamentoclinico - laboratorial do trabalhador da saúde, segundo condições e sorologias do paciente-fonteFonte: Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III Tratamento e prevenção.
  • 30.
    Indicação de acompanhamentoclinico - laboratorial do trabalhador da saúde, segundo condições e sorologias do paciente-fonteFonte: Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde – Suplemento III - Tratamento e prevenção.
  • 31.
    CRITÉRIOS A SEREMAVALIADOS(*) Todo trabalhador da saúde que sofra um acidente de trabalho com material biológico deve ter garantida a realização da investigação laboratorial.(**) O acompanhamento para hepatite B só deve ser feito nos trabalhadores da saúde suscetíveis a infecção (ex: não vacinados ou com esquema vacinal incompleto) ou naqueles vacinados com status sorológico desconhecido.(***) E importante descartar a possibilidade de “janela imunológica” para o paciente-fonte, ou seja, a existência de infecção, mas com sorologias não reagentes e sem a evidencia de sintomas de infecção aguda. A possibilidade de soroconversao recente (“janela imunologica”), diante de sorologia negativa sem a presença de sintomas de infecção aguda, e extremamente rara. A historia clinica e epidemiológica recente (nos últimos três meses) e essencial para a avaliação de exposição vulnerável relacionada aos mecanismos de transmissão do HIV e das hepatites B e C, tais como o compartilhamento de equipamentos para uso de drogas injetáveis e inaladas e a pratica de relação sexual desprotegida.Fonte: Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III - Tratamento e prevenção.Elaborado por: Enfª Ivone Stimer 2011
  • 32.
    Recomendações para profilaxiade hepatite B após exposição ocupacional a material biológicoFonte: Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III - Tratamento e prevenção.
  • 33.
    Interpretação da sorologiapara hepatite B e indicação de vacinaFonte: Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III - Tratamento e prevenção.Elaborado por: Enfª Ivone Stimer 2011
  • 34.
    Esquema vacinal paratrabalhadores de saúdeFonte: Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais · Secretaria de Vigilância em Saúde · Ministério da Saúde - Suplemento III - Tratamento e prevenção.