SlideShare uma empresa Scribd logo
Feudalismo e Idade média
Resumo e Exercícios
Feudalismo – Alta Idade Média
Sistema econômico, social e político
que prevaleceu na idade média.
Contexto – Declínio do Império Romano
do Ocidente e Invasões bárbaras.
 Ruralização – Recuo da vida urbana, as atividades comerciais foram
retraídas, a moeda perdeu o valor e a agricultura ganhou caráter de
subsistência, ou seja, apenas para o consumo.
 Descentralização – O poder saiu da mão dos reis (poder centralizado)
e foi para a mão dos senhores feudais.
Senhor feudal era um dono de terras e que dentro delas, moravam
camponeses submissos às suas ordens; Dentro dos muros de cada feudo, o
senhor poderia estabelecer suas regras e os reis não tinham autoridade
sobre terras de outras pessoas.
Ou seja, ao invés de apenas uma pessoa comandando todo o país, o poder
foi “quebrado em vários pedaços”.
Organização social
 Camponeses: Antes do feudalismo, eram
divididos em escravos e plebeus; Representavam
grande parte da sociedade e viviam sobre regime
de servidão, trabalhavam muito e pagavam
impostos altísssimos, eram totalmente submissos
às vontades dos senhores feudais e da igreja.
 Cavaleiros: Nobres com treinamento
especializado e com ética de guerra; Tinham a
função de defender as terras dos seus senhores,
também eram submissos ao senhor feudal e
igreja.
 Igreja Católica: Clérigos; Administravam as
terras da igreja e estabeleciam controle
psicológico sobre a sociedade.
Ex – Eles convenciam os camponeses que os reis
eram escolhidos de Deus, por isso, não podiam
questioná-los.
 Nobres: Detinham as terras e tinham
total autoridade sobre elas.
Naquela época, terra era sinônimo de
riqueza e poder.
As terras eram dividas em:
Manso senhorial – Área explorada pelos
servos em benefício de senhor feudal,
dentro da qual erguia-se o castelo.
Manso servil – Área destinada aos servos,
usufruíam dela, mas pagavam taxas tanto
sobre as terras, quanto sobre as
ferramentas.
Manso comunal – De uso comum, pastos
e bosques.
Relações sociais
 Verticais: (Entre classes) Sujeição dos camponeses aos nobres e
clérigos.
Pagamento de impostos para a igreja e doação da parte da produção
para os nobres.
 Horizontais: (Mesma classe) Suserania e Vassalagem
Trato entre a nobreza guerreira; Doação de terras aos cavaleiros em
troca de fidelidade, com a promessa de auxílio mútuo (um ajuda o
outro).
Igreja Medieval
O cristianismo passou de uma religião perseguida para oficial.
O clero era divido em: Secular – Conviviam com a sociedade.
Regular – Monges que viviam em mosteiros.
Os mosteiros tiveram grande importância cultural, pois os monges
mantiveram as escolas de pé, catalogaram livros e fizeram
experimentos agrícolas.
O cristianismo naquela época foi muito útil para a conversão dos
povos bárbaros, que antes eram muito violentos e adeptos da
libertinagem, serviu como unificador de povos e estava muito
presente no cotidiano. Ex – Casamento, dízimo.
Por outro lado, o clero explorava comercialmente os camponeses, por
exemplo, vendiam “relíquias sagradas” que na verdade, não haviam
valor algum.
Tudo que não fosse parte dos dogmas católicos (verdades
inquestionáveis) era dito como heresia.
Ex – A igreja acreditava que a terra era quadrada e que depois do
horizonte havia um grande abismo, cientistas da época questionavam
a ideia, pois acreditavam que a terra seria redonda. Esse pensamento
era herege.
 Tribunal da Inquisição: “Armas” contra as heresias.
Pessoas que questionavam dogmas, espalhavam ideias que a igreja
não gostava ou seguiam outras religiões, eram interrogadas e quase
sempre torturadas pelo tribunal.
Baixa Idade média
A Europa passou por grandes transformações.
Devido à essas mudanças, a taxa de mortalidade
diminui e foram desenvolvidas novas técnicas
agrícolas que proporcionavam mais rentabilidade
em menos tempo e requeria menos trabalho
braçal.
Ex – Rotação de culturas, uso do arado e
ferradura.
A rotação de culturas consiste em alternar o
plantio de vários vegetais numa mesma área
agrícola, visando diminuir a exaustão do solo. Isto
é feito trocando as culturas a cada novo plantio de
forma que as necessidades de adubação sejam
diferentes a cada ciclo.
Esse avanço agrícola gerou excedente, ou seja, a agricultura que antes era apenas
para o consumo (subsistência), agora despertava a possibilidade de troca ou venda
das sobras entre feudos; Esse comércio propiciou o renascimento comercial, que
levou à criação de mercados, feiras e rotas.
O conjunto dessas fatores levou ao renascimento urbano, os lugares onde
aconteciam as feiras começaram a se popularizar e viraram cidades.
Renascimento Urbano
Decadência dos feudos
Renascimento Comercial
Trocas Mercados
Renascimento agrícola
Excedente Técnicas
Porém, o aglomerado de pessoas nas cidades colaborou para uma enorme
acumulação de lixo e propagação de epidemias. (Os dejetos eram jogados pelas
janelas e se acumulavam pelas ruas.)
O renascentismo urbano aflorou nas pessoas
um sentimento de racionalismo e novos
valores foram surgindo, com isso, o
renascentismo cultural foi, aos poucos,
concretizado. As pessoas já não
“acreditavam cegamente” nos dogmas
católicos e procuravam respostas científicas
para dúvidas como: De onde eu vim?, Como
o mundo foi criado?, etc.
• Corporações de Ofício – Formadas por
artesãos para o controle da produção,
preço e qualidade dos produtos.
Ex – Todos os produtores de sapatos se
reuniriam e produziriam juntos sapatos
padrões, a fim de não haver competição
entre eles.
Cruzadas
A nobreza guerreira combatia os turcos do oriente, pois eles ocupavam
locais sagrados do cristianismo e maltratavam cristãos.
A igreja pregava que quem participasse dessas “guerras santas”, teria todos
seus pecados perdoados; Mas na verdade, isso era uma desculpa para enviar
pessoas e obter terras no Oriente, expandindo assim o feudalismo e tendo
contato com os produtos orientais de luxo.
• Consequências – Desastre bélico (muitas pessoas mortas),
desorganização feudal e troca de culturas (passaram a ver as religiões
orientais de forma pejorativa).
Fase de expansão
Como eles ainda não tinham controle total
sobre a agricultura, perturbações climáticas
como secas e invernos rigorosos causavam
colapso no abastecimento, fazendo a grande
massa passar fome.
• Peste negra/bubônica: Pandemia trazida
do Oriente, causada pela pulga dos ratos. A
doença provocava grandes manchas negras
na pele, seguidas de inchaços em regiões
de grande concentração de gânglios do
sistema linfático, como a virilha e as
axilas. Esses inchaços também eram
conhecidos como “bubões. A morte pela
peste era dolorosa e terrível, além de
rápida, pois variava de dois a cinco dias
após a infecção.
Revoltas camponesas
Os camponeses protestaram por causa do alto custo de vida e em
contrapartida, a vida miserável que levavam por causa dos baixos salários;
Estavam sendo superexplorados, por causa da pouca mão de obra
decorrente da peste.
Essas revoltas ameaçavam a continuação do sistema feudal (que era muito
rentável pra nova burguesia que crescia nas cidades).
Guerra dos Cem anos
O trono francês não havia sucessor, então o rei da Inglaterra entrou em uma
guerra para a posse do mesmo, pois havia grande interesse pela região de
Flanders.
Houve um grande fortalecimento do ideal nacionalista francês,
principalmente por causa da liderança popular de Joana D’arc e a vitória da
França.
Estados Nacionais
• Causas:
O feudalismo entrava em
decadência e o capitalismo
aflorava.
A Europa passava por várias
convulsões sociais.
Cisma do oriente – Divisão
da igreja católica em
Ortodoxa e Apostólica.
Então, a solução encontrada
pelo rei foi a centralização do
poder, para combater de
forma eficaz as revoltas. Os
pesos e medidas foram
unificados, simplificando o
comércio.
Cultura Medieval
Erudita Popular
Alfabetizada Festas
Forte influência católica: Controle da
sexualidade dos fiéis – Virgindade,
castidade, homossexualidade e celibato.
Casamento monogâmico e sem divórcio,
sexo apenas para procriação, proibição dos
métodos abortivos e contraceptivos.
Alimentação: Basicamente legumes, leite e
queijo. Os camponeses comiam coisas
cozidas e os nobres esbanjavam uma dieta
carnívora de assados. Bebiam muito vinho
devido à baixa qualidade da água.
Universidades: Necessidade de educação
formal. No início eram apenas mestres que
recebiam dinheiro dos estudantes; Evolui
para as faculdades de Direito, Teologia e
Medicina.
Arquitetura
Românico Gótico
Alta Idade Média
Horizontalidade
Paredes grossas
Pouca luminosidade
Baixa Idade Média
Verticalidade
Torres altas
Vidraçaria/ Luminosidade

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Revolução Americana
Revolução AmericanaRevolução Americana
Revolução Americana
Claudenilson da Silva
 
América portuguesa a colonização do brasil
América portuguesa a colonização do brasilAmérica portuguesa a colonização do brasil
América portuguesa a colonização do brasil
Douglas Barraqui
 
Segundo reinado slide
Segundo reinado slideSegundo reinado slide
Segundo reinado slide
professordehistoria
 
Idade Média
Idade MédiaIdade Média
Idade Média
Douglas Barraqui
 
Brasil Colônia - economia
Brasil Colônia - economiaBrasil Colônia - economia
Brasil Colônia - economia
Portal do Vestibulando
 
13 colônias inglesas
13 colônias inglesas13 colônias inglesas
13 colônias inglesas
harlissoncarvalho
 
Crise do império e proclamação da república
Crise do império e proclamação da repúblicaCrise do império e proclamação da república
Crise do império e proclamação da república
Rodrigo Luiz
 
Período regencial
Período regencialPeríodo regencial
Período regencial
Fabiana Tonsis
 
1° ano - E.M. - Primeiras civilizações
1° ano - E.M. - Primeiras civilizações1° ano - E.M. - Primeiras civilizações
1° ano - E.M. - Primeiras civilizações
Daniel Alves Bronstrup
 
Colonização do Brasil
Colonização do BrasilColonização do Brasil
Colonização do Brasil
Paulo Alexandre
 
1° ano E.M. - Antigo Egito
1° ano E.M. -  Antigo Egito1° ano E.M. -  Antigo Egito
1° ano E.M. - Antigo Egito
Daniel Alves Bronstrup
 
Primeira Revolução Industrial - Inglaterra - Século XVIII - Prof. Medeiros
Primeira Revolução Industrial - Inglaterra - Século XVIII - Prof. MedeirosPrimeira Revolução Industrial - Inglaterra - Século XVIII - Prof. Medeiros
Primeira Revolução Industrial - Inglaterra - Século XVIII - Prof. Medeiros
João Medeiros
 
Imperialismo
ImperialismoImperialismo
Imperialismo
eiprofessor
 
Civilização Romana
Civilização RomanaCivilização Romana
Civilização Romana
Lucio Oliveira
 
Regimes totalitários
Regimes totalitáriosRegimes totalitários
Regimes totalitários
Isaquel Silva
 
3ºano - Primeira Guerra Mundial - 1914 a 1918
3ºano - Primeira Guerra Mundial - 1914 a 19183ºano - Primeira Guerra Mundial - 1914 a 1918
3ºano - Primeira Guerra Mundial - 1914 a 1918
Daniel Alves Bronstrup
 
Crise do Feudalismo - Séc. XIV
Crise do Feudalismo - Séc. XIVCrise do Feudalismo - Séc. XIV
Crise do Feudalismo - Séc. XIV
seixasmarianas
 
Aula cfgv - A vinda da família real para o Brasil
Aula cfgv - A vinda da família real para o Brasil Aula cfgv - A vinda da família real para o Brasil
Aula cfgv - A vinda da família real para o Brasil
Isabela Espíndola
 
Conjuração Mineira e Baiana
Conjuração Mineira e BaianaConjuração Mineira e Baiana
Conjuração Mineira e Baiana
Aulas de História
 
Formação e desenvolvimento dos EUA
Formação e desenvolvimento dos EUAFormação e desenvolvimento dos EUA
Formação e desenvolvimento dos EUA
Paulo Alexandre
 

Mais procurados (20)

Revolução Americana
Revolução AmericanaRevolução Americana
Revolução Americana
 
América portuguesa a colonização do brasil
América portuguesa a colonização do brasilAmérica portuguesa a colonização do brasil
América portuguesa a colonização do brasil
 
Segundo reinado slide
Segundo reinado slideSegundo reinado slide
Segundo reinado slide
 
Idade Média
Idade MédiaIdade Média
Idade Média
 
Brasil Colônia - economia
Brasil Colônia - economiaBrasil Colônia - economia
Brasil Colônia - economia
 
13 colônias inglesas
13 colônias inglesas13 colônias inglesas
13 colônias inglesas
 
Crise do império e proclamação da república
Crise do império e proclamação da repúblicaCrise do império e proclamação da república
Crise do império e proclamação da república
 
Período regencial
Período regencialPeríodo regencial
Período regencial
 
1° ano - E.M. - Primeiras civilizações
1° ano - E.M. - Primeiras civilizações1° ano - E.M. - Primeiras civilizações
1° ano - E.M. - Primeiras civilizações
 
Colonização do Brasil
Colonização do BrasilColonização do Brasil
Colonização do Brasil
 
1° ano E.M. - Antigo Egito
1° ano E.M. -  Antigo Egito1° ano E.M. -  Antigo Egito
1° ano E.M. - Antigo Egito
 
Primeira Revolução Industrial - Inglaterra - Século XVIII - Prof. Medeiros
Primeira Revolução Industrial - Inglaterra - Século XVIII - Prof. MedeirosPrimeira Revolução Industrial - Inglaterra - Século XVIII - Prof. Medeiros
Primeira Revolução Industrial - Inglaterra - Século XVIII - Prof. Medeiros
 
Imperialismo
ImperialismoImperialismo
Imperialismo
 
Civilização Romana
Civilização RomanaCivilização Romana
Civilização Romana
 
Regimes totalitários
Regimes totalitáriosRegimes totalitários
Regimes totalitários
 
3ºano - Primeira Guerra Mundial - 1914 a 1918
3ºano - Primeira Guerra Mundial - 1914 a 19183ºano - Primeira Guerra Mundial - 1914 a 1918
3ºano - Primeira Guerra Mundial - 1914 a 1918
 
Crise do Feudalismo - Séc. XIV
Crise do Feudalismo - Séc. XIVCrise do Feudalismo - Séc. XIV
Crise do Feudalismo - Séc. XIV
 
Aula cfgv - A vinda da família real para o Brasil
Aula cfgv - A vinda da família real para o Brasil Aula cfgv - A vinda da família real para o Brasil
Aula cfgv - A vinda da família real para o Brasil
 
Conjuração Mineira e Baiana
Conjuração Mineira e BaianaConjuração Mineira e Baiana
Conjuração Mineira e Baiana
 
Formação e desenvolvimento dos EUA
Formação e desenvolvimento dos EUAFormação e desenvolvimento dos EUA
Formação e desenvolvimento dos EUA
 

Destaque

Figuras de Linguagem.
Figuras de Linguagem.Figuras de Linguagem.
Figuras de Linguagem.
Lara Lídia
 
Arte na idade média
Arte na idade médiaArte na idade média
Arte na idade média
CEF16
 
MÓDULO II- 10º ANO- Idade média: reconquista
MÓDULO II- 10º ANO-  Idade média: reconquistaMÓDULO II- 10º ANO-  Idade média: reconquista
MÓDULO II- 10º ANO- Idade média: reconquista
Carina Vale
 
A sociedade medieval
A sociedade medievalA sociedade medieval
A sociedade medieval
Susana Simões
 
Atividade palavras cruzadas idade média 6a
Atividade palavras cruzadas idade média 6aAtividade palavras cruzadas idade média 6a
Atividade palavras cruzadas idade média 6a
Atividades Diversas Cláudia
 
Invasões bárbaras e formação do feudalismo
Invasões bárbaras e formação do feudalismoInvasões bárbaras e formação do feudalismo
Invasões bárbaras e formação do feudalismo
Renata Telha
 
estrutura familiar e dinamica social
estrutura familiar e dinamica socialestrutura familiar e dinamica social
estrutura familiar e dinamica social
João Marrocano
 
Igreja na idade media
Igreja na idade mediaIgreja na idade media
Igreja na idade media
Marcela Marangon Ribeiro
 
A Idade Média
A Idade MédiaA Idade Média
A Idade Média
Gisele Finatti Baraglio
 
Sociedade Medieval
Sociedade MedievalSociedade Medieval
Sociedade Medieval
Nelson Faustino
 

Destaque (10)

Figuras de Linguagem.
Figuras de Linguagem.Figuras de Linguagem.
Figuras de Linguagem.
 
Arte na idade média
Arte na idade médiaArte na idade média
Arte na idade média
 
MÓDULO II- 10º ANO- Idade média: reconquista
MÓDULO II- 10º ANO-  Idade média: reconquistaMÓDULO II- 10º ANO-  Idade média: reconquista
MÓDULO II- 10º ANO- Idade média: reconquista
 
A sociedade medieval
A sociedade medievalA sociedade medieval
A sociedade medieval
 
Atividade palavras cruzadas idade média 6a
Atividade palavras cruzadas idade média 6aAtividade palavras cruzadas idade média 6a
Atividade palavras cruzadas idade média 6a
 
Invasões bárbaras e formação do feudalismo
Invasões bárbaras e formação do feudalismoInvasões bárbaras e formação do feudalismo
Invasões bárbaras e formação do feudalismo
 
estrutura familiar e dinamica social
estrutura familiar e dinamica socialestrutura familiar e dinamica social
estrutura familiar e dinamica social
 
Igreja na idade media
Igreja na idade mediaIgreja na idade media
Igreja na idade media
 
A Idade Média
A Idade MédiaA Idade Média
A Idade Média
 
Sociedade Medieval
Sociedade MedievalSociedade Medieval
Sociedade Medieval
 

Semelhante a Feudalismo e idade média.

Idade média – sistema feudal
Idade média – sistema feudalIdade média – sistema feudal
Idade média – sistema feudal
Vitor Santos
 
1° ano aula slide - feudalismo
1° ano   aula slide - feudalismo1° ano   aula slide - feudalismo
1° ano aula slide - feudalismo
Daniel Alves Bronstrup
 
1° ano - Idade Média Ocidental
1° ano  - Idade Média Ocidental1° ano  - Idade Média Ocidental
1° ano - Idade Média Ocidental
Daniel Alves Bronstrup
 
[Resumo] Sociedade Feudal: Características Sociais, Econômicas, Políticas e ...
[Resumo]  Sociedade Feudal: Características Sociais, Econômicas, Políticas e ...[Resumo]  Sociedade Feudal: Características Sociais, Econômicas, Políticas e ...
[Resumo] Sociedade Feudal: Características Sociais, Econômicas, Políticas e ...
Bruno Camargo
 
Aula de historia
Aula de historiaAula de historia
Aula de historia
Rose chaves
 
Feudalimo Baixa Idade Média
Feudalimo Baixa Idade MédiaFeudalimo Baixa Idade Média
Feudalimo Baixa Idade Média
Edenilson Morais
 
Alta Idade Média
Alta Idade Média Alta Idade Média
Alta Idade Média
Janayna Lira
 
7º ano-históri afeudalismo
7º ano-históri afeudalismo7º ano-históri afeudalismo
7º ano-históri afeudalismo
Nivea Neves
 
7º ano-históri afeudalismo
7º ano-históri afeudalismo7º ano-históri afeudalismo
7º ano-históri afeudalismo
Nivea Neves
 
14450 povos barbaros-e-inicio-do-feudalismo
14450 povos barbaros-e-inicio-do-feudalismo14450 povos barbaros-e-inicio-do-feudalismo
14450 povos barbaros-e-inicio-do-feudalismo
Bruno-machado Bruno
 
povos barbaros e inicio do feudalismo
 povos barbaros e inicio do feudalismo povos barbaros e inicio do feudalismo
povos barbaros e inicio do feudalismo
Bruno-machado Bruno
 
Os Povos Bárbaros e inicio do Feudalismo
Os Povos Bárbaros e inicio do FeudalismoOs Povos Bárbaros e inicio do Feudalismo
Os Povos Bárbaros e inicio do Feudalismo
Edenilson Morais
 
Renascimento, reforma, e pre colombiana
Renascimento, reforma, e pre colombianaRenascimento, reforma, e pre colombiana
Renascimento, reforma, e pre colombiana
daviprofessor
 
A sociedade europeia
A sociedade europeiaA sociedade europeia
A sociedade europeia
NTTL98
 
Feudalismo
FeudalismoFeudalismo
Feudalismo
Luciana Soares
 
Feudalismo_ o que foi, origem, economia, resumo - PrePara ENEM.pdf
Feudalismo_ o que foi, origem, economia, resumo - PrePara ENEM.pdfFeudalismo_ o que foi, origem, economia, resumo - PrePara ENEM.pdf
Feudalismo_ o que foi, origem, economia, resumo - PrePara ENEM.pdf
ROSANEAPARECIDAANTUN1
 
Atividades feudalismo na idade média
Atividades   feudalismo na idade médiaAtividades   feudalismo na idade média
Atividades feudalismo na idade média
Atividades Diversas Cláudia
 
Feudalismo ens médio
Feudalismo ens médioFeudalismo ens médio
Feudalismo ens médio
Elisângela Martins Rodrigues
 
A Idade Média
A Idade MédiaA Idade Média
A Idade Média
Ramiro Bicca
 
Resumão - Feudalismo, Crise do Feudalismo , Cruzadas, Inquisição e Renascimen...
Resumão - Feudalismo, Crise do Feudalismo , Cruzadas, Inquisição e Renascimen...Resumão - Feudalismo, Crise do Feudalismo , Cruzadas, Inquisição e Renascimen...
Resumão - Feudalismo, Crise do Feudalismo , Cruzadas, Inquisição e Renascimen...
Rivea Leal
 

Semelhante a Feudalismo e idade média. (20)

Idade média – sistema feudal
Idade média – sistema feudalIdade média – sistema feudal
Idade média – sistema feudal
 
1° ano aula slide - feudalismo
1° ano   aula slide - feudalismo1° ano   aula slide - feudalismo
1° ano aula slide - feudalismo
 
1° ano - Idade Média Ocidental
1° ano  - Idade Média Ocidental1° ano  - Idade Média Ocidental
1° ano - Idade Média Ocidental
 
[Resumo] Sociedade Feudal: Características Sociais, Econômicas, Políticas e ...
[Resumo]  Sociedade Feudal: Características Sociais, Econômicas, Políticas e ...[Resumo]  Sociedade Feudal: Características Sociais, Econômicas, Políticas e ...
[Resumo] Sociedade Feudal: Características Sociais, Econômicas, Políticas e ...
 
Aula de historia
Aula de historiaAula de historia
Aula de historia
 
Feudalimo Baixa Idade Média
Feudalimo Baixa Idade MédiaFeudalimo Baixa Idade Média
Feudalimo Baixa Idade Média
 
Alta Idade Média
Alta Idade Média Alta Idade Média
Alta Idade Média
 
7º ano-históri afeudalismo
7º ano-históri afeudalismo7º ano-históri afeudalismo
7º ano-históri afeudalismo
 
7º ano-históri afeudalismo
7º ano-históri afeudalismo7º ano-históri afeudalismo
7º ano-históri afeudalismo
 
14450 povos barbaros-e-inicio-do-feudalismo
14450 povos barbaros-e-inicio-do-feudalismo14450 povos barbaros-e-inicio-do-feudalismo
14450 povos barbaros-e-inicio-do-feudalismo
 
povos barbaros e inicio do feudalismo
 povos barbaros e inicio do feudalismo povos barbaros e inicio do feudalismo
povos barbaros e inicio do feudalismo
 
Os Povos Bárbaros e inicio do Feudalismo
Os Povos Bárbaros e inicio do FeudalismoOs Povos Bárbaros e inicio do Feudalismo
Os Povos Bárbaros e inicio do Feudalismo
 
Renascimento, reforma, e pre colombiana
Renascimento, reforma, e pre colombianaRenascimento, reforma, e pre colombiana
Renascimento, reforma, e pre colombiana
 
A sociedade europeia
A sociedade europeiaA sociedade europeia
A sociedade europeia
 
Feudalismo
FeudalismoFeudalismo
Feudalismo
 
Feudalismo_ o que foi, origem, economia, resumo - PrePara ENEM.pdf
Feudalismo_ o que foi, origem, economia, resumo - PrePara ENEM.pdfFeudalismo_ o que foi, origem, economia, resumo - PrePara ENEM.pdf
Feudalismo_ o que foi, origem, economia, resumo - PrePara ENEM.pdf
 
Atividades feudalismo na idade média
Atividades   feudalismo na idade médiaAtividades   feudalismo na idade média
Atividades feudalismo na idade média
 
Feudalismo ens médio
Feudalismo ens médioFeudalismo ens médio
Feudalismo ens médio
 
A Idade Média
A Idade MédiaA Idade Média
A Idade Média
 
Resumão - Feudalismo, Crise do Feudalismo , Cruzadas, Inquisição e Renascimen...
Resumão - Feudalismo, Crise do Feudalismo , Cruzadas, Inquisição e Renascimen...Resumão - Feudalismo, Crise do Feudalismo , Cruzadas, Inquisição e Renascimen...
Resumão - Feudalismo, Crise do Feudalismo , Cruzadas, Inquisição e Renascimen...
 

Mais de Lara Lídia

Lipídios
LipídiosLipídios
Lipídios
Lara Lídia
 
Nox - Número de Oxidação.
Nox - Número de Oxidação.Nox - Número de Oxidação.
Nox - Número de Oxidação.
Lara Lídia
 
Glicídios.
Glicídios.Glicídios.
Glicídios.
Lara Lídia
 
Grécia antiga.
Grécia antiga.Grécia antiga.
Grécia antiga.
Lara Lídia
 
Separação de misturas.
Separação de misturas.Separação de misturas.
Separação de misturas.
Lara Lídia
 
Introdução à evolução
Introdução à evoluçãoIntrodução à evolução
Introdução à evolução
Lara Lídia
 
Cartografia.
Cartografia.Cartografia.
Cartografia.
Lara Lídia
 
A mineração no período colonial e as atividades subsidiárias.
A mineração no período colonial e as atividades subsidiárias.A mineração no período colonial e as atividades subsidiárias.
A mineração no período colonial e as atividades subsidiárias.
Lara Lídia
 
Substâncias puras, misturas e sistemas.
Substâncias puras, misturas e sistemas.Substâncias puras, misturas e sistemas.
Substâncias puras, misturas e sistemas.
Lara Lídia
 
Campo elétrico.
Campo elétrico.Campo elétrico.
Campo elétrico.
Lara Lídia
 
Força elétrica
Força elétricaForça elétrica
Força elétrica
Lara Lídia
 
Complexos geoeconômicos.
Complexos geoeconômicos.Complexos geoeconômicos.
Complexos geoeconômicos.
Lara Lídia
 
Romantismo.
Romantismo.Romantismo.
Romantismo.
Lara Lídia
 
Números quânticos.
Números quânticos.Números quânticos.
Números quânticos.
Lara Lídia
 
Fenícios e persas
Fenícios e persasFenícios e persas
Fenícios e persas
Lara Lídia
 
Hebreus
HebreusHebreus
Hebreus
Lara Lídia
 
Introdução a Eletrostática e Processos de eletrização.
Introdução a Eletrostática e Processos de eletrização.Introdução a Eletrostática e Processos de eletrização.
Introdução a Eletrostática e Processos de eletrização.
Lara Lídia
 
Funções de linguagem.
Funções de linguagem.Funções de linguagem.
Funções de linguagem.
Lara Lídia
 
Complexo açucareiro brasileiro.
Complexo açucareiro brasileiro.Complexo açucareiro brasileiro.
Complexo açucareiro brasileiro.
Lara Lídia
 
Modelos atômicos
Modelos atômicosModelos atômicos
Modelos atômicos
Lara Lídia
 

Mais de Lara Lídia (20)

Lipídios
LipídiosLipídios
Lipídios
 
Nox - Número de Oxidação.
Nox - Número de Oxidação.Nox - Número de Oxidação.
Nox - Número de Oxidação.
 
Glicídios.
Glicídios.Glicídios.
Glicídios.
 
Grécia antiga.
Grécia antiga.Grécia antiga.
Grécia antiga.
 
Separação de misturas.
Separação de misturas.Separação de misturas.
Separação de misturas.
 
Introdução à evolução
Introdução à evoluçãoIntrodução à evolução
Introdução à evolução
 
Cartografia.
Cartografia.Cartografia.
Cartografia.
 
A mineração no período colonial e as atividades subsidiárias.
A mineração no período colonial e as atividades subsidiárias.A mineração no período colonial e as atividades subsidiárias.
A mineração no período colonial e as atividades subsidiárias.
 
Substâncias puras, misturas e sistemas.
Substâncias puras, misturas e sistemas.Substâncias puras, misturas e sistemas.
Substâncias puras, misturas e sistemas.
 
Campo elétrico.
Campo elétrico.Campo elétrico.
Campo elétrico.
 
Força elétrica
Força elétricaForça elétrica
Força elétrica
 
Complexos geoeconômicos.
Complexos geoeconômicos.Complexos geoeconômicos.
Complexos geoeconômicos.
 
Romantismo.
Romantismo.Romantismo.
Romantismo.
 
Números quânticos.
Números quânticos.Números quânticos.
Números quânticos.
 
Fenícios e persas
Fenícios e persasFenícios e persas
Fenícios e persas
 
Hebreus
HebreusHebreus
Hebreus
 
Introdução a Eletrostática e Processos de eletrização.
Introdução a Eletrostática e Processos de eletrização.Introdução a Eletrostática e Processos de eletrização.
Introdução a Eletrostática e Processos de eletrização.
 
Funções de linguagem.
Funções de linguagem.Funções de linguagem.
Funções de linguagem.
 
Complexo açucareiro brasileiro.
Complexo açucareiro brasileiro.Complexo açucareiro brasileiro.
Complexo açucareiro brasileiro.
 
Modelos atômicos
Modelos atômicosModelos atômicos
Modelos atômicos
 

Último

Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTAEstudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
deboracorrea21
 
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
Sandra Pratas
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
shirleisousa9166
 
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptxSlides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Falcão Brasil
 
apresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacionalapresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacional
shirleisousa9166
 
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Desafio matemático -  multiplicação e divisão.Desafio matemático -  multiplicação e divisão.
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Mary Alvarenga
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Luzia Gabriele
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
valdeci17
 
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdfUFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
Manuais Formação
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Luzia Gabriele
 
quadro de rotina semanal da coord.docx.pdf
quadro de rotina semanal da coord.docx.pdfquadro de rotina semanal da coord.docx.pdf
quadro de rotina semanal da coord.docx.pdf
marcos oliveira
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Colaborar Educacional
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
Mary Alvarenga
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Falcão Brasil
 
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdfHistória das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
LeideLauraCenturionL
 
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Falcão Brasil
 
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdfGeotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Falcão Brasil
 

Último (20)

TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
 
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTAEstudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
 
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
 
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptxSlides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
 
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
 
apresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacionalapresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacional
 
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Desafio matemático -  multiplicação e divisão.Desafio matemático -  multiplicação e divisão.
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
 
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdfUFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
 
quadro de rotina semanal da coord.docx.pdf
quadro de rotina semanal da coord.docx.pdfquadro de rotina semanal da coord.docx.pdf
quadro de rotina semanal da coord.docx.pdf
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
 
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
 
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdfHistória das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
 
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
 
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdfGeotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
 

Feudalismo e idade média.

  • 1. Feudalismo e Idade média Resumo e Exercícios
  • 2. Feudalismo – Alta Idade Média Sistema econômico, social e político que prevaleceu na idade média. Contexto – Declínio do Império Romano do Ocidente e Invasões bárbaras.  Ruralização – Recuo da vida urbana, as atividades comerciais foram retraídas, a moeda perdeu o valor e a agricultura ganhou caráter de subsistência, ou seja, apenas para o consumo.  Descentralização – O poder saiu da mão dos reis (poder centralizado) e foi para a mão dos senhores feudais. Senhor feudal era um dono de terras e que dentro delas, moravam camponeses submissos às suas ordens; Dentro dos muros de cada feudo, o senhor poderia estabelecer suas regras e os reis não tinham autoridade sobre terras de outras pessoas. Ou seja, ao invés de apenas uma pessoa comandando todo o país, o poder foi “quebrado em vários pedaços”.
  • 3. Organização social  Camponeses: Antes do feudalismo, eram divididos em escravos e plebeus; Representavam grande parte da sociedade e viviam sobre regime de servidão, trabalhavam muito e pagavam impostos altísssimos, eram totalmente submissos às vontades dos senhores feudais e da igreja.  Cavaleiros: Nobres com treinamento especializado e com ética de guerra; Tinham a função de defender as terras dos seus senhores, também eram submissos ao senhor feudal e igreja.  Igreja Católica: Clérigos; Administravam as terras da igreja e estabeleciam controle psicológico sobre a sociedade. Ex – Eles convenciam os camponeses que os reis eram escolhidos de Deus, por isso, não podiam questioná-los.
  • 4.  Nobres: Detinham as terras e tinham total autoridade sobre elas. Naquela época, terra era sinônimo de riqueza e poder. As terras eram dividas em: Manso senhorial – Área explorada pelos servos em benefício de senhor feudal, dentro da qual erguia-se o castelo. Manso servil – Área destinada aos servos, usufruíam dela, mas pagavam taxas tanto sobre as terras, quanto sobre as ferramentas. Manso comunal – De uso comum, pastos e bosques.
  • 5. Relações sociais  Verticais: (Entre classes) Sujeição dos camponeses aos nobres e clérigos. Pagamento de impostos para a igreja e doação da parte da produção para os nobres.  Horizontais: (Mesma classe) Suserania e Vassalagem Trato entre a nobreza guerreira; Doação de terras aos cavaleiros em troca de fidelidade, com a promessa de auxílio mútuo (um ajuda o outro).
  • 6. Igreja Medieval O cristianismo passou de uma religião perseguida para oficial. O clero era divido em: Secular – Conviviam com a sociedade. Regular – Monges que viviam em mosteiros. Os mosteiros tiveram grande importância cultural, pois os monges mantiveram as escolas de pé, catalogaram livros e fizeram experimentos agrícolas. O cristianismo naquela época foi muito útil para a conversão dos povos bárbaros, que antes eram muito violentos e adeptos da libertinagem, serviu como unificador de povos e estava muito presente no cotidiano. Ex – Casamento, dízimo. Por outro lado, o clero explorava comercialmente os camponeses, por exemplo, vendiam “relíquias sagradas” que na verdade, não haviam valor algum.
  • 7. Tudo que não fosse parte dos dogmas católicos (verdades inquestionáveis) era dito como heresia. Ex – A igreja acreditava que a terra era quadrada e que depois do horizonte havia um grande abismo, cientistas da época questionavam a ideia, pois acreditavam que a terra seria redonda. Esse pensamento era herege.  Tribunal da Inquisição: “Armas” contra as heresias. Pessoas que questionavam dogmas, espalhavam ideias que a igreja não gostava ou seguiam outras religiões, eram interrogadas e quase sempre torturadas pelo tribunal.
  • 8. Baixa Idade média A Europa passou por grandes transformações. Devido à essas mudanças, a taxa de mortalidade diminui e foram desenvolvidas novas técnicas agrícolas que proporcionavam mais rentabilidade em menos tempo e requeria menos trabalho braçal. Ex – Rotação de culturas, uso do arado e ferradura. A rotação de culturas consiste em alternar o plantio de vários vegetais numa mesma área agrícola, visando diminuir a exaustão do solo. Isto é feito trocando as culturas a cada novo plantio de forma que as necessidades de adubação sejam diferentes a cada ciclo.
  • 9. Esse avanço agrícola gerou excedente, ou seja, a agricultura que antes era apenas para o consumo (subsistência), agora despertava a possibilidade de troca ou venda das sobras entre feudos; Esse comércio propiciou o renascimento comercial, que levou à criação de mercados, feiras e rotas. O conjunto dessas fatores levou ao renascimento urbano, os lugares onde aconteciam as feiras começaram a se popularizar e viraram cidades. Renascimento Urbano Decadência dos feudos Renascimento Comercial Trocas Mercados Renascimento agrícola Excedente Técnicas Porém, o aglomerado de pessoas nas cidades colaborou para uma enorme acumulação de lixo e propagação de epidemias. (Os dejetos eram jogados pelas janelas e se acumulavam pelas ruas.)
  • 10. O renascentismo urbano aflorou nas pessoas um sentimento de racionalismo e novos valores foram surgindo, com isso, o renascentismo cultural foi, aos poucos, concretizado. As pessoas já não “acreditavam cegamente” nos dogmas católicos e procuravam respostas científicas para dúvidas como: De onde eu vim?, Como o mundo foi criado?, etc. • Corporações de Ofício – Formadas por artesãos para o controle da produção, preço e qualidade dos produtos. Ex – Todos os produtores de sapatos se reuniriam e produziriam juntos sapatos padrões, a fim de não haver competição entre eles.
  • 11. Cruzadas A nobreza guerreira combatia os turcos do oriente, pois eles ocupavam locais sagrados do cristianismo e maltratavam cristãos. A igreja pregava que quem participasse dessas “guerras santas”, teria todos seus pecados perdoados; Mas na verdade, isso era uma desculpa para enviar pessoas e obter terras no Oriente, expandindo assim o feudalismo e tendo contato com os produtos orientais de luxo. • Consequências – Desastre bélico (muitas pessoas mortas), desorganização feudal e troca de culturas (passaram a ver as religiões orientais de forma pejorativa).
  • 12. Fase de expansão Como eles ainda não tinham controle total sobre a agricultura, perturbações climáticas como secas e invernos rigorosos causavam colapso no abastecimento, fazendo a grande massa passar fome. • Peste negra/bubônica: Pandemia trazida do Oriente, causada pela pulga dos ratos. A doença provocava grandes manchas negras na pele, seguidas de inchaços em regiões de grande concentração de gânglios do sistema linfático, como a virilha e as axilas. Esses inchaços também eram conhecidos como “bubões. A morte pela peste era dolorosa e terrível, além de rápida, pois variava de dois a cinco dias após a infecção.
  • 13. Revoltas camponesas Os camponeses protestaram por causa do alto custo de vida e em contrapartida, a vida miserável que levavam por causa dos baixos salários; Estavam sendo superexplorados, por causa da pouca mão de obra decorrente da peste. Essas revoltas ameaçavam a continuação do sistema feudal (que era muito rentável pra nova burguesia que crescia nas cidades). Guerra dos Cem anos O trono francês não havia sucessor, então o rei da Inglaterra entrou em uma guerra para a posse do mesmo, pois havia grande interesse pela região de Flanders. Houve um grande fortalecimento do ideal nacionalista francês, principalmente por causa da liderança popular de Joana D’arc e a vitória da França.
  • 14. Estados Nacionais • Causas: O feudalismo entrava em decadência e o capitalismo aflorava. A Europa passava por várias convulsões sociais. Cisma do oriente – Divisão da igreja católica em Ortodoxa e Apostólica. Então, a solução encontrada pelo rei foi a centralização do poder, para combater de forma eficaz as revoltas. Os pesos e medidas foram unificados, simplificando o comércio.
  • 15. Cultura Medieval Erudita Popular Alfabetizada Festas Forte influência católica: Controle da sexualidade dos fiéis – Virgindade, castidade, homossexualidade e celibato. Casamento monogâmico e sem divórcio, sexo apenas para procriação, proibição dos métodos abortivos e contraceptivos. Alimentação: Basicamente legumes, leite e queijo. Os camponeses comiam coisas cozidas e os nobres esbanjavam uma dieta carnívora de assados. Bebiam muito vinho devido à baixa qualidade da água. Universidades: Necessidade de educação formal. No início eram apenas mestres que recebiam dinheiro dos estudantes; Evolui para as faculdades de Direito, Teologia e Medicina.
  • 16. Arquitetura Românico Gótico Alta Idade Média Horizontalidade Paredes grossas Pouca luminosidade Baixa Idade Média Verticalidade Torres altas Vidraçaria/ Luminosidade