O documento discute como a demarcação de reservas indígenas e quilombolas no Brasil está sendo realizada de forma oportunista, com critérios frouxos e influencia de ONGs, prejudicando o desenvolvimento econômico de regiões. O antropólogo Eduardo Viveiros de Castro contesta as afirmações da revista Veja sobre suas declarações, denunciando a manipulação de suas palavras e questionando a legitimidade do processo de autodeclaração de identidade indígena e quilombola. O texto evidencia uma 'indústria' da demarcação que, em busca de recursos, distorce a identidade e a história dos povos indígena e negro no Brasil.