EugéniodeAndradeTrabalho realizado por:Cátia nº11 10ºD
Biografia do AutorEugénio de Andrade é um Poeta Português.Pseudónimo de José Fontinhas.Nasceu a 12 de Janeiro de 1923, no 	Fundão no seio de uma família de camponeses.Passou toda a sua infância com a mãe,na aldeia natal. Pensou em entrar num curso de Filosofia, mas logo abandonou essa ideia para se dedicar à escrita, actividade que mostrou profundo interesse desde cedo.Foi poeta, escritor, tradutor, ...Foi galardoado com vários Prémios.2Português 10ºano | Poetas do séc. XX
Obras Literárias3Português 10ºano | Poetas do séc. XXAdolescente (1942);                       As Mãos e os Frutos(1948); As Palavras Interditas (1951);                  Até Amanhã (1956);Conhecimento da Poesia (1958);     O Coração do Dia(1958);Os Afluentes do Silêncio (1968);    Obscuro Domínio (1971); Limiar dos Pássaros (1972);             Véspera da Água (1973);Memória de Outro Rio (1978);               Matéria Solar (1980);O Peso da Sombra (1982);                   O Sal da Língua (1995);Alentejo (1998);                           Os Lugares do Lume (1998);Antologia Pessoal de Poesia Portuguesa (1999).É um dos poetas portugueses mais traduzidos para outras línguas.
Obras LiteráriasPortuguês 10ºano | Poetas do séc. XX4
As palavrasPortuguês 10ºano | Poetas do séc. XX5São como um cristal,	      Desamparadas, inocentes,as palavras.			      leves.Algumas, um punhal,	       Tecidas são de luzum incêndio.	       e são a noite.Outras,		       E mesmo pálidasorvalho, apenas.		       verdes paraísos lembram ainda.Secretas vêm, cheias de memória.   Quem as escuta? Quem Inseguras navegam:		     as recolhe, assim,Barcos ou beijos,			     cruéis, desfeitas,As águas estremecem.		     Nas suas conchas puras?
As palavrasPortuguês 10ºano | Poetas do séc. XX6São como um cristal,	    		Desamparadas, inocentes,as palavras.			      	leves.Algumas, um punhal,	      		Tecidas são de luzum incêndio.	      		 e são a noite.Outras,		      	E mesmo pálidasorvalho, apenas.		       	verdes paraísos lembram ainda.Secretas vêm, cheias de memória.   		Quem as escuta? Quem Inseguras navegam:		    		as recolhe, assim,Barcos ou beijos,			 	 cruéis, desfeitas,As águas estremecem.		    		 Nas suas conchas puras?comparaçãoenumeraçãoMetáforaenumeração
É urgente o amorPortuguês 10ºano | Poetas do séc. XX7É urgente o amor.É urgente destruir certas palavras,É urgente um barco ódio, solidão e crueldade,no mar.   alguns lamentos,	   muitas espadas.É urgente inventar alegria,Cai o silêncio nos ombros multiplicar os beijos, as searas, e a luzé urgente descobrir rosas e rios      impura, até doer.E manhas claras.É urgente o amor, é urgente					    permanecer.
Português 10ºano | Poetas do séc. XX8
Bibliografiahttp://www.astormentas.com/andrade.htmhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Eug%C3%A9nio_de_Andradehttp://users.isr.ist.utl.pt/~cfb/VdS/eugenio.andrade.htmlhttp://boticelli.no.sapo.pt/eugenio_de_andrade.htm9Português 10ºano | Poetas do séc. XX

Eugénio de Andrade

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    Biografia do AutorEugéniode Andrade é um Poeta Português.Pseudónimo de José Fontinhas.Nasceu a 12 de Janeiro de 1923, no Fundão no seio de uma família de camponeses.Passou toda a sua infância com a mãe,na aldeia natal. Pensou em entrar num curso de Filosofia, mas logo abandonou essa ideia para se dedicar à escrita, actividade que mostrou profundo interesse desde cedo.Foi poeta, escritor, tradutor, ...Foi galardoado com vários Prémios.2Português 10ºano | Poetas do séc. XX
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    Obras Literárias3Português 10ºano| Poetas do séc. XXAdolescente (1942); As Mãos e os Frutos(1948); As Palavras Interditas (1951); Até Amanhã (1956);Conhecimento da Poesia (1958); O Coração do Dia(1958);Os Afluentes do Silêncio (1968); Obscuro Domínio (1971); Limiar dos Pássaros (1972); Véspera da Água (1973);Memória de Outro Rio (1978); Matéria Solar (1980);O Peso da Sombra (1982); O Sal da Língua (1995);Alentejo (1998); Os Lugares do Lume (1998);Antologia Pessoal de Poesia Portuguesa (1999).É um dos poetas portugueses mais traduzidos para outras línguas.
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    As palavrasPortuguês 10ºano| Poetas do séc. XX5São como um cristal, Desamparadas, inocentes,as palavras. leves.Algumas, um punhal, Tecidas são de luzum incêndio. e são a noite.Outras, E mesmo pálidasorvalho, apenas. verdes paraísos lembram ainda.Secretas vêm, cheias de memória. Quem as escuta? Quem Inseguras navegam: as recolhe, assim,Barcos ou beijos, cruéis, desfeitas,As águas estremecem. Nas suas conchas puras?
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    As palavrasPortuguês 10ºano| Poetas do séc. XX6São como um cristal, Desamparadas, inocentes,as palavras. leves.Algumas, um punhal, Tecidas são de luzum incêndio. e são a noite.Outras, E mesmo pálidasorvalho, apenas. verdes paraísos lembram ainda.Secretas vêm, cheias de memória. Quem as escuta? Quem Inseguras navegam: as recolhe, assim,Barcos ou beijos, cruéis, desfeitas,As águas estremecem. Nas suas conchas puras?comparaçãoenumeraçãoMetáforaenumeração
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    É urgente oamorPortuguês 10ºano | Poetas do séc. XX7É urgente o amor.É urgente destruir certas palavras,É urgente um barco ódio, solidão e crueldade,no mar. alguns lamentos, muitas espadas.É urgente inventar alegria,Cai o silêncio nos ombros multiplicar os beijos, as searas, e a luzé urgente descobrir rosas e rios impura, até doer.E manhas claras.É urgente o amor, é urgente permanecer.
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