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Porque os outros se mascaram mas tu não Porque os outros se mascaram mas tu nãoPorque os outros usam a virtude Para comprar o que não tem perdão. Porque os outros têm medo mas tu não.  Porque os outros são os túmulos caiadosOnde germina calada a podridão.Porque os outros se calam mas tu não.Porque os outros se compram e se vendemE os seus gestos dão sempre dividendo.Porque os outros são hábeis mas tu não. Porque os outros vão à sombra dos abrigosE tu vais de mãos dadas com os perigos. Porque os outros calculam mas tu não. Rita Bornes  2010/11
Porque os outros se mascaram mas tu não Porque os outros se mascaram mas tu nãoPorque os outros usam a virtude Para comprar o que não tem perdão. Porque os outros têm medo mas tu não.  Porque os outros são os túmulos caiadosOnde germina calada a podridão.Porque os outros se calam mas tu não.Porque os outros se compram e se vendemE os seus gestos dão sempre dividendo.Porque os outros são hábeis mas tu não. Porque os outros vão à sombra dos abrigosE tu vais de mãos dadas com os perigos. Porque os outros calculam mas tu não. “O poema Porque sintetiza admiravelmente a solidão e a marginalidade em que  se encontra aquele que luta coerentemente pela justiça com as armas da justiça, dizendo a verdade e não utilizando a contra-violência.” Helena Santos Rita Bornes  2010/11 Espaço mais vasto do poema: - Comportamento da maioria (“os outros”), sendo a minoria (“tu”) a dizer não ao culto da aparência, à falsa virtude, ao medo, à podridão moral disfarçada, à submissão injusta, ao aviltamento de se comprar e de se vender, ao artifício hábil, à excessiva autoprotecção, ao abuso dos cálculos dos actos. Oposição entre o comportamento colectivo e o comportamento raro de quem procura coerência entre palavras e actos.
Em todos os jardins Em todos os jardins hei-de florir Em todos beberei a lua cheia Quando enfim no meu fim eu possuir Todas as praias onde o mar ondeia. Um dia serei eu o mar e a areia A tudo quanto existe me hei-de unir E o meu sangue arrasta em cada veia Esse abraço que um dia se há-de abrir. Então receberei no meu desejo Todo o fogo que habita na floresta Conhecido por mim como num beijo. Então serei o ritmo das paisagens A secreta abundância dessa festa Que eu via prometida nas imagens. Rita Bornes  2010/11
Em todos os Jardins Em todos os jardins Desejo de união total sujeito/Natureza Uso de formas verbais que nos remetem para um tempo futuro  Em todos os jardinshei-de florir Em todos beberei a luacheia Quando enfim no meu fim eu possuir Todas as praias onde omarondeia. Um dia serei eu o mar e aareia A tudo quanto existe me hei-de unir E o meu sangue arrasta em cada veia Esse abraço que um dia se há-de abrir. Então receberei no meu desejo Todo o fogo que habita na floresta Conhecido por mim como num beijo. Então serei o ritmo das paisagens A secreta abundância dessa festa Que eu via prometida nas imagens. Em todos os jardins hei-de florir Em todosbeberei a lua cheia Quando enfim no meu fim eu possuir Todas as praias onde o mar ondeia. Um dia serei eu o mar e a areia A tudo quanto existe me hei-de unir E o meu sangue arrasta em cada veia Esse abraço que um dia se há-de abrir. Então receberei no meu desejo Todo o fogo que habita na floresta Conhecido por mim como num beijo. Então serei o ritmo das paisagens A secreta abundância dessa festa Que eu via prometida nas imagens. Remete para o momento da morte do sujeito, pensada num tempo futuro Uso de indefinidos Referência a sensações: visuais, auditivas, gustativas e tácteis. Utilização  de nomes com grande carga semântica e simbólica: ,[object Object]
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Sophia de Mello Breyner

  • 1. Poetas do século XX Sophia de Mello Breyner Andresen Rita Bornes 2010/11
  • 2. Biografia Porto e Lisboa Porto 1919 Filologia Clássica Casa-se com o advogado e jornalista Francisco Sousa Tavares Sócia fundadora da “Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos” Deputada à Assembleia Constituinte pelo Partido Socialista Rita Bornes 2010/11
  • 3. Universo Poético Jogo dos quatro elementos primordiais: Terra- Fauna e Flora Água- Mar, praia e espuma Ar- vento, brisa e sopro Fogo- sol, luz e lume Procura da justiça: Verdade Igualdade das classes sociais Tomada de consciência do comportamento humano Rita Bornes 2010/11
  • 4. Temáticas Natureza associada à ideia de harmonia e pureza; Evocação de imagens da infância e adolescência; Valorização da Antiguidade Clássica; Desigualdades e injustiças sociais; Poesia e criação poética. Rita Bornes 2010/11
  • 5. Estilo/linguagem Captação do real através das sensações; Discurso figurado com recurso a símbolos e a alegorias; Uso de certas palavras dotadas de grande simbolismo e magia; Rima ao serviço da beleza fónica; Quase inexistência de pontuação; Uso frequente de figuras de estilo, como a metáfora, a comparação, a anáfora e a ironia. Rita Bornes 2010/11
  • 6. ? Rita Bornes 2010/11
  • 7. Rita Bornes 2010/11
  • 8. Porque os outros se mascaram mas tu não Porque os outros se mascaram mas tu nãoPorque os outros usam a virtude Para comprar o que não tem perdão. Porque os outros têm medo mas tu não. Porque os outros são os túmulos caiadosOnde germina calada a podridão.Porque os outros se calam mas tu não.Porque os outros se compram e se vendemE os seus gestos dão sempre dividendo.Porque os outros são hábeis mas tu não. Porque os outros vão à sombra dos abrigosE tu vais de mãos dadas com os perigos. Porque os outros calculam mas tu não. Rita Bornes 2010/11
  • 9. Porque os outros se mascaram mas tu não Porque os outros se mascaram mas tu nãoPorque os outros usam a virtude Para comprar o que não tem perdão. Porque os outros têm medo mas tu não. Porque os outros são os túmulos caiadosOnde germina calada a podridão.Porque os outros se calam mas tu não.Porque os outros se compram e se vendemE os seus gestos dão sempre dividendo.Porque os outros são hábeis mas tu não. Porque os outros vão à sombra dos abrigosE tu vais de mãos dadas com os perigos. Porque os outros calculam mas tu não. “O poema Porque sintetiza admiravelmente a solidão e a marginalidade em que se encontra aquele que luta coerentemente pela justiça com as armas da justiça, dizendo a verdade e não utilizando a contra-violência.” Helena Santos Rita Bornes 2010/11 Espaço mais vasto do poema: - Comportamento da maioria (“os outros”), sendo a minoria (“tu”) a dizer não ao culto da aparência, à falsa virtude, ao medo, à podridão moral disfarçada, à submissão injusta, ao aviltamento de se comprar e de se vender, ao artifício hábil, à excessiva autoprotecção, ao abuso dos cálculos dos actos. Oposição entre o comportamento colectivo e o comportamento raro de quem procura coerência entre palavras e actos.
  • 10. Em todos os jardins Em todos os jardins hei-de florir Em todos beberei a lua cheia Quando enfim no meu fim eu possuir Todas as praias onde o mar ondeia. Um dia serei eu o mar e a areia A tudo quanto existe me hei-de unir E o meu sangue arrasta em cada veia Esse abraço que um dia se há-de abrir. Então receberei no meu desejo Todo o fogo que habita na floresta Conhecido por mim como num beijo. Então serei o ritmo das paisagens A secreta abundância dessa festa Que eu via prometida nas imagens. Rita Bornes 2010/11
  • 11.
  • 15. Desejo.VIDA Referência ao modo como o sujeito encara o momento da sua união plena com a Natureza, como se de uma festa se tratasse. UNIÃO URGÊNCIA DESSA UNIÃO Esquema Rimático: abab/baba/cdc/ede Rita Bornes 2010/11
  • 16. A forma Justa Sei que seria possível construir o mundo justoAs cidades poderiam ser claras e lavadasPelo canto dos espaços e das fontesO céu o mar e a terra estão prontosA saciar a nossa fome do terrestreA terra onde estamos - se ninguém atraiçoasse - proporiaCada dia a cada um a liberdade e o reino- Na concha na flor no homem e no frutoSe nada adoecer a própria forma é justaE no todo se integra como palavra em versoSei que seria possível construir a forma justaDe uma cidade humana que fosseFiel à perfeição do universoPor isso recomeço sem cessar a partir da página em brancoE este é meu ofício de poeta para a reconstrução do mundo. Rita Bornes 2010/11
  • 17. Trabalho realizado por: Rita Bornes Nº21 10ºD Rita Bornes 2010/11
  • 18. Fontes Consultadas Bibliográficas: ANDRESEN, Sophia de M. B..Obra Poética I. Caminho, Lisboa, 1999 (5ª ed.) ANDRESEN, Sophia de M. B..Obra Poética II. Caminho, Lisboa, 1999 (4ª ed.) ANDRESEN, Sophia de M. B..Obra Poética III. Caminho, Lisboa, 1999 (3ª ed.) PEDRO, Lúcia Vaz. Fundamental. Euro Impala, Sintra, 2009 (1ª ed.) Netográficas: http://www.prof2000.pt/users/jsafonso/Port/sophia.htm http://www.scribd.com/doc/6131699/Porque-Sophia-de-Mello-Breyner-Andresen http://biblioteca_vania.blogs.sapo.pt/4620.html Rita Bornes 2010/11