SlideShare uma empresa Scribd logo
ESTUDO PARA A APLICAÇÃO DE PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS
NA MOBILIDADE URBANA DO MUNICÍPIO DE FELIZ - RS
Elias Galvan de Lima
UFRGS, PPGEC
Elias.gl@hotmail.com
Vinícius Ioppi
UFRGS, PPGEC
vioppi@gmail.com
Miguel Aloysio Sattler
UFRGS, PPGEC
masattler@gmail.com
Resumo
O tema mobilidade urbana tem sido pauta de inúmeros debates
nos fóruns municipais brasileiros. Diversos problemas
relacionados ao atendimento à população e preservação do
ambiente têm sido gerados, principalmente pela falta de
planejamento das cidades em relação à mobilidade urbana.
Com o objetivo de corroborar no desenvolvimento de boas
práticas relacionadas à mobilidade sustentável, o presente
estudo faz um diagnóstico da situação de mobilidade urbana do
município de Feliz - RS e propõe algumas sugestões para
melhoria da mobilidade urbana atual e futura. A mobilidade
urbana será analisada neste estudo de forma conjunta com as
diretrizes da sustentabilidade e de preservação do meio
ambiente. Isto por que, apesar de muitos municípios brasileiros
possuírem um nível de mobilidade urbana satisfatória, muitos
apresentam tecnologias e soluções para o transporte que não
são autossustentáveis e que não priorizam a eliminação de
deslocamentos desnecessários, quando se analisa a logística
de abastecimentos das cidades em relação aos mais diversos
produtos e serviços.
Palavras-chave: Mobilidade urbana, sustentabilidade,
transporte, Feliz-RS.
Abstract
The theme of urban mobility has been the agenda of numerous
discussions in Brazilian municipalities. Several problems related
to the needs of a population and to the preservation of the
environment have been generated mainly by the lack of city
planning in relation to urban mobility. In order to corroborate the
IV Simpósio de Pós-Graduação em Engenharia Urbana / I Encontro Nacional de Tecnologia Urbana
development of best practices related to sustainable mobility,
this study makes a diagnosis of the situation of urban mobility in
the city of Feliz - RS and proposes some suggestions for
improving the current and future trends in relation to urban
mobility. Urban mobility will be analyzed in this study jointly with
some guidelines of sustainability and preservation of the
environment. Although many municipalities possess a level of
urban mobility satisfactory, many present technologies and
solutions for the transportation that are not self-sustaining and
do not prioritize the elimination of unnecessary travel when
analyzing the logistics of supplies of cities in relation to various
products and services.
Keywords: Urban Mobility, sustainability, transport, Feliz – RS.
Introdução
O Ministério das Cidades (MC) desenvolveu dentro do Estatuto da Cidade, um plano
de mobilidade urbana, denominado de PlanMobi, o qual define que o transporte deve
estar inserido em um contexto maior, que relaciona qualidade de vida, inclusão social
e acesso às oportunidades. Esta ação deve ser implementada, obrigatoriamente, em
cidades com mais de 500 mil habitantes, elas devem elaborar um plano de transporte
e trânsito, visando essencialmente o conceito de mobilidade urbana, ou seja, prover às
cidades uma infraestrutura que permita o deslocamento de pessoas e bens no espaço
urbano através de veículos. O mesmo estatuto complementa que os sistemas de
transportes devem promover a inclusão social, a sustentabilidade ambiental, a gestão
participativa e a democratização do espaço público.
O avanço estratégico do MC estipula também que esse plano deva ser
desenvolvido para cidades com mais de 100 mil habitantes, regiões metropolitanas e
de desenvolvimento integrado. Neste contexto o presente trabalho visa apresentar
estratégias sustentáveis para a mobilidade urbana no município de Feliz – RS visando
adaptar as estratégias, independentemente de seu contingente populacional, às
diretrizes propostas pelo MC.
Contextualização
Município de Feliz
O município de Feliz está situado no Vale do Caí, na encosta inferior da região
nordeste do Rio Grande do Sul. Situa-se a 80km de Porto Alegre. Possui ligações com
as rodovias estaduais RS 122 e RS 240 e com a rodovia federal BR 116.
Sua criação ocorreu em 22 de Dezembro de 1888. Conforme o Censo do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE (2011) 76,18% da população reside em
área urbana e os outros 23,81% na zona rural. No total, são 12.439 habitantes. A
população, quanto à origem étnica, é constituída de 70% alemã, 15% italiana e 15%
de outras origens (como polonesa, portuguesa, suíça e austríaca) (FELIZ, 2013).
Mobilidade e Acessibilidade Urbana Sustentável
O transporte de cargas e de pessoas é fundamental para fomentar o crescimento
econômico e social das cidades. Entretanto, ao longo do desenvolvimento de muitas
metrópoles não foi dada a atenção devida aos aspectos de mobilidade e
IV Simpósio de Pós-Graduação em Engenharia Urbana / I Encontro Nacional de Tecnologia Urbana
sustentabilidade, o que resultou em uma série de problemas, tanto à população,
quanto ao meio ambiente. Planejadores deveriam encontrar soluções de atrelar
desenvolvimento econômico e social com mobilidade urbana e sustentabilidade dentro
do contexto de seus munícipios, identificando parâmetros e alternativas que
considerem alternativas de transporte que sejam mais sustentáveis.
Meios de transporte mais sustentáveis, devem ser oferecidos com custos
aceitáveis, funcionar eficientemente contribuindo para o bem estar econômico e social
além de compreender um leque de alternativas, contribuindo com a preservação do
meio ambiente através de técnicas que utilizem recursos renováveis e permitam a
redução de emissões de gases poluentes, lixo e ruídos.
O tema de mobilidade urbana sustentável representa um grande desafio para as
cidades, sejam elas de grande ou pequeno porte. Sabe-se que é nas cidades de
grande porte que os problemas de mobilidade urbana são mais acentuados, e também
onde se torna ainda mais difícil associar o tópico sustentabilidade na busca de solução
para os seus problemas de transporte. Já, nas cidades de pequeno porte, como é o
caso de Feliz, as dificuldades relacionas à questão de mobilidade urbana podem ser
mais facialmente equacionadas através de investimentos que se direcionem mais para
a prevenção, do que para a remediação. E é nessa direção que os autores do
presente trabalho buscam alternativas e propõem sugestões para a elaboração de
planos que venham a tornar o transporte mais sustentável na cidade de Feliz.
Diagnóstico
Planejamento Urbano
O Plano Diretor é o principal instrumento com que os municípios podem contar como
orientador de uma política de desenvolvimento e de ordenamento de sua expansão
urbana. A elaboração de planos diretores municipais é uma exigência federal para
municípios com mais de 20 mil habitantes, dentro deles deve constar um plano de
mobilidade urbana que permita atualizações a cada 10 anos. Mesmo não sendo
exigida a dispor de um Plano Diretor, por não possuir mais de 20 mil habitantes, Feliz
teve seu primeiro planejamento municipal aprovado em 1964 e atualmente um novo
código diretor encontra-se em desenvolvimento, desta forma é importante que se
considere a estruturação de um plano de mobilidade urbana em seu plano diretor, para
que se aproxime, então, de um desenvolvimento urbano mais sustentável.
Frota
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2010) a frota
predominante na cidade é constituída por automóveis, que correspondem a
aproximadamente 56% do total de veículos, uma média de 3,02 hab./automóvel e
representa uma densidade de automóveis em relação ao número de habitantes,
consideravelmente mais elevada que a média nacional que, segundo Silva (2012), é
de 5 hab./automóvel. Sugere-se que esta elevada densidade certamente está
associada ao fato de a cidade não dispor de um sistema coletivo de transporte público
e de possuir uma baixa densificação urbana.
Estrutura viária e transporte público
O município de Feliz possui diretrizes urbanas expressas na Lei nº 2.194/08 (FELIZ,
2013). Estas diretrizes contemplam o sistema viário do município, sendo que, dentre
os itens abordados pela lei, destacam-se as exigências relacionadas à acessibilidade
universal e espaços destinados à circulação de pedestres nas vias públicas. No
IV Simpósio de Pós-Graduação em Engenharia Urbana / I Encontro Nacional de Tecnologia Urbana
entanto, é um instrumento que inclui providências relativamente superficiais e não cita
outros aspectos importantes para a mobilidade urbana, principalmente no que
concerne à sustentabilidade. Tal como se apresenta, não contém itens relacionados à
circulação de bicicletas (ciclovias), reserva de espaço para corredores de transporte
coletivo futuro, dispositivos para orientação de deficientes visuais, etc.
É importante destacar que a cidade é dividida por um rio (Rio Caí) e possui
apenas duas pontes as quais fazem a ligação entre as duas regiões. O município
também não conta com transporte público coletivo, desta forma, o deslocamento é
realizado com o uso do meio de transporte disponível a cada morador.
Sugestões para melhoria da mobilidade urbana no município de Feliz
Considerando-se as limitações da Lei Municipal n° 2.194/08, já apontadas, são
sugeridas as seguintes diretrizes, em adição àquelas já existentes:
Desenvolvimento do inventário do sistema viário, tráfego, estacionamento e de
equipamentos urbanos associados aos serviços de transporte público.
Sugere-se que sejam elaborados quatro inventários físicos, contendo levantamentos
das condições da infraestrutura urbana destinada à circulação. São eles:
a) Inventário do sistema viário: Incluindo a representação da estrutura de vias
públicas destinadas à circulação de veículos e pedestres, inclusive para modalidades
de transporte que usam infraestrutura especial (serviços sobre trilhos e trólebus),
indicando: Classificação e hierarquia viária; sentidos de tráfego e movimentos de
tráfego em intersecções, descrição das características físicas das vias, descrição das
condições de tráfego, benfeitorias públicas.
b) Inventário de sistemas de controle de tráfego: Abordando as principais
informações relativas ao controle do tráfego. Sugere-se que contenha: Localização e
características da sinalização horizontal e vertical de tráfego, incluindo sinalização
semafórica, equipamentos eletrônicos de apoio à fiscalização.
c) Inventário de estacionamentos: Neste inventário deverão ser abordadas
informações referentes aos estacionamentos disponíveis na cidade, incluindo vagas
na via pública e estacionamentos privados.
d) Inventário de equipamentos urbanos associados aos serviços de transporte
público: Rotas de transportes coletivos, rodoviárias, pontos de taxi entre outros.
Redução de deslocamento dos moradores: logística interna do
município
Através da criação dos inventários físicos será possível desenvolver uma revisão da
localização dos principais polos geradores de tráfego (PGT), sejam públicos ou
privados, resultando numa racionalização dos deslocamentos. Desta forma poderá ser
estabelecido um plano para garantir a acessibilidade a estes locais e em situações
mais críticas, deverá ser prevista a realocação destas instalações a longo ou a médio
prazo, visando garantir um bom escoamento do tráfego e fácil acesso através de
meios de transporte públicos e não motorizados.
Sugere-se, também, a descentralização do comércio da cidade e dos serviços
essenciais oferecidos à população, buscando-se oferecer atendimento às suas
necessidades em seus próprios bairros, reduzindo a necessidade de deslocamentos.
Os autores também propõem que seja verificada a possibilidade de estimular a
dispersão do parque industrial não poluente de modo a facilitar a acessibilidade por
parte dos operários e concentrando apenas os núcleos mais impactantes em locais
adequadamente afastados e seguros, de modo a reduzir a exposição dos habitantes
às emissões atmosféricas e ruídos, ao mesmo tempo que limitando os impactos sobre
o ambiente. Desta forma, o transporte até este local poderia ser planejado, para que,
IV Simpósio de Pós-Graduação em Engenharia Urbana / I Encontro Nacional de Tecnologia Urbana
dependendo do caso, viesse a ser realizado por meio de diversos modais de
transportes, incluindo: veículo coletivo oferecido pelas indústrias, ônibus urbano,
bicicletas, barcos ou deslocamentos à pé.
Desenvolvimento de espaços destinados ao uso exclusivo de bicicletas, assim
como de um sistema de transporte público cicloviário.
Dentro do contexto do município de Feliz, os autores julgam necessária a
implementação de vias de circulação destinadas especificamente à utilização de
bicicletas, dentro dos limites urbanos. A preferência deverá ser dada à implementação
de ciclofaixas que segundo Moore (1975) configura a opção mais segura para os
ciclistas. Uma alternativa possível seria a de transformar as faixas de estacionamento,
de um lado das vias, em ciclofaixas, em períodos do dia em que o tráfego é mais
intenso, gerando mais segurança aos ciclistas. Também devem ser criados estímulos
à utilização de bicicleta, também por parte da população rural, assim como ao turismo
rural cicloviário particularmente devido ao fato do município ser naturalmente dotado
de áreas de rara beleza.
Desenvolver mapa de pontos de inundação e de rotas alternativas para o
trânsito em casos especiais
Os autores sugerem que a prefeitura desenvolva um mapeamento das zonas
passíveis de inundações. Com base nesse mapeamento será possível criar rotas
alternativas em casos de precipitação intensa, evitando maiores transtornos.
Melhorias no sistema viário
O plano diretor deverá prever áreas para alargamento futuro das vias principais,
contemplando a utilização de sistemas de transporte coletivo em vias exclusivas, em
adição às ciclovias. Também deverá ser buscada uma solução para o problema do
congestionamento sobre a ponte do Rio Caí localizada na área central da cidade,
através do estudo da construção de uma nova ponte ou de alternativas de desvio de
fluxo para a outra ponte a montante da principal. Por fim, deve ser verificada a
possibilidade da utilização do Rio Caí como meio de transporte fluvial, tanto de
pessoas, quanto de cargas.
Meios de transporte coletivos
Sugere-se, ainda, que a circulação de veículos de carga pesada ocorra somente em
períodos de menor movimento nas vias. Conforme proposto por Sattler et al (2012),
seria desejável a implementação de um sistema de transporte coletivo que atingisse a
maior parte da área urbana e que conectasse os pontos naturais e culturais relevantes
(TUBINO, 2012). Os autores cogitam, ainda, a possibilidade da construção de uma
linha férrea intermunicipal ao lado da rodovia federal BR 116.
Sugere-se a avaliação da possibilidade de implementação de transporte fluvial
que conecte alguns pontos da cidade e outros municípios localizados às margens do
Rio Caí. Os autores propõem também que a prefeitura se responsabilize pela criação
de linhas de transporte rural através do estudo de demanda juntamente à população.
É importante que durante o desenvolvimento do plano de mobilidade seja dada
atenção à qualidade do transporte oferecido à população e que também seja
defendida a oferta de transporte intermodal, de modo a ampliar as formas com que a
população possa se locomover dentro dos limites da municipalidade, oferecendo a
possibilidade de escolha frente a duas ou mais opções.
5.7 Políticas públicas para conscientização da população
IV Simpósio de Pós-Graduação em Engenharia Urbana / I Encontro Nacional de Tecnologia Urbana
Deve-se envolver a comunidade na definição das prioridades do município,
principalmente, para o levantamento das deficiências em mobilidade urbana na
municipalidade. Além disso, políticas públicas de conscientização da população em
relação aos itens de sustentabilidade ambiental devem ser defendidas e difundidas,
assim como campanhas como o dia mundial sem carros, e desenvolvimento de um
sistema digital de acesso às informações sobre o transporte público.
A criação de espaços para as pessoas e não para veículos deve ser seriamente
encarada através da delimitação de espaços específicos de circulação de pedestres e
de arborização do município.
6 Conclusão
As sugestões expressas neste estudo visam despertar nos planejadores e
administradores do município uma visão crítica quanto ao tema de mobilidade urbana
sustentável, com base na realidade local. Apesar de o município de Feliz possuir uma
área física muito menor que as grandes metrópoles, isto não significa ausência de
problemas. Eles apenas se manifestam ou tendem a se manifestar em menor escala.
Nesse sentido, ressalta-se a importância de um planejamento para a sustentabilidade,
para que este acompanhe o crescimento do município e estas diretrizes permeiem a
sua história. Entende-se, que a os princípios de mobilidade urbana mais sustentável
são aplicáveis a qualquer escala urbana e se tornarão cada vez mais imprescindíveis,
em um futuro não muito distante, em face ao esgotamento de recursos energéticos
fósseis.
Referências
COSTA, M. S. (2003). Mobilidade urbana sustentável: um estudo comparativo e
as bases de um sistema de gestão para Brasil e Portugal. Dissertação (Mestrado)
– Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo, São Carlos, 2003.
IBGE – FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA.
Estimativas populacionais para os municípios brasileiros. IBGE, 2011. Disponível
em: <http://www.ibge.gov.br>. Acesso em: 10 Jan. 2013.
_______. Censo Demográfico 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2010. Disponível em:
<http://www.ibge.gov.br>. Acesso em: 10 jan. 2013.
SATTLER, M. NERBAS, P., TUBINO, D. Sustentabilidade no vale da felicidade.
Notas de Aula. NORIE. 2012
SEMOB - SECRETARIA NACIONAL DE TRANSPORTE E DA MOBILIDADE
URBANA. PlanMob. Ministério das Cidades. Brasília, 2007.
TUBINO, D. Corredores Verdes: Uma Abordagem para o seu Planejamento em
Municípios Brasileiros de Pequeno Porte. 2012.165 p. Dissertação (Mestrado em
Engenharia Civil. Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil. Universidade
Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2009.
SILVA, C. País tem 1 carro para cada 5 habitantes. O Estado de São Paulo. São
Paulo. 14 abr. 2012.
IV Simpósio de Pós-Graduação em Engenharia Urbana / I Encontro Nacional de Tecnologia Urbana
Deve-se envolver a comunidade na definição das prioridades do município,
principalmente, para o levantamento das deficiências em mobilidade urbana na
municipalidade. Além disso, políticas públicas de conscientização da população em
relação aos itens de sustentabilidade ambiental devem ser defendidas e difundidas,
assim como campanhas como o dia mundial sem carros, e desenvolvimento de um
sistema digital de acesso às informações sobre o transporte público.
A criação de espaços para as pessoas e não para veículos deve ser seriamente
encarada através da delimitação de espaços específicos de circulação de pedestres e
de arborização do município.
6 Conclusão
As sugestões expressas neste estudo visam despertar nos planejadores e
administradores do município uma visão crítica quanto ao tema de mobilidade urbana
sustentável, com base na realidade local. Apesar de o município de Feliz possuir uma
área física muito menor que as grandes metrópoles, isto não significa ausência de
problemas. Eles apenas se manifestam ou tendem a se manifestar em menor escala.
Nesse sentido, ressalta-se a importância de um planejamento para a sustentabilidade,
para que este acompanhe o crescimento do município e estas diretrizes permeiem a
sua história. Entende-se, que a os princípios de mobilidade urbana mais sustentável
são aplicáveis a qualquer escala urbana e se tornarão cada vez mais imprescindíveis,
em um futuro não muito distante, em face ao esgotamento de recursos energéticos
fósseis.
Referências
COSTA, M. S. (2003). Mobilidade urbana sustentável: um estudo comparativo e
as bases de um sistema de gestão para Brasil e Portugal. Dissertação (Mestrado)
– Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo, São Carlos, 2003.
IBGE – FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA.
Estimativas populacionais para os municípios brasileiros. IBGE, 2011. Disponível
em: <http://www.ibge.gov.br>. Acesso em: 10 Jan. 2013.
_______. Censo Demográfico 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2010. Disponível em:
<http://www.ibge.gov.br>. Acesso em: 10 jan. 2013.
SATTLER, M. NERBAS, P., TUBINO, D. Sustentabilidade no vale da felicidade.
Notas de Aula. NORIE. 2012
SEMOB - SECRETARIA NACIONAL DE TRANSPORTE E DA MOBILIDADE
URBANA. PlanMob. Ministério das Cidades. Brasília, 2007.
TUBINO, D. Corredores Verdes: Uma Abordagem para o seu Planejamento em
Municípios Brasileiros de Pequeno Porte. 2012.165 p. Dissertação (Mestrado em
Engenharia Civil. Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil. Universidade
Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2009.
SILVA, C. País tem 1 carro para cada 5 habitantes. O Estado de São Paulo. São
Paulo. 14 abr. 2012.
IV Simpósio de Pós-Graduação em Engenharia Urbana / I Encontro Nacional de Tecnologia Urbana

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Lições sobre Mobilidade - O que é Mobilidade Urbana?
Lições sobre Mobilidade - O que é Mobilidade Urbana?Lições sobre Mobilidade - O que é Mobilidade Urbana?
Lições sobre Mobilidade - O que é Mobilidade Urbana?
Universidade Corporativa do Transporte
 
Mobilidade Urbana no Brasil
Mobilidade Urbana no BrasilMobilidade Urbana no Brasil
Mobilidade Urbana no Brasil
saulonilson
 
Sistemas Inteligentes de Transporte (ITS) no transporte público urbano
Sistemas Inteligentes de Transporte (ITS) no transporte público urbanoSistemas Inteligentes de Transporte (ITS) no transporte público urbano
Sistemas Inteligentes de Transporte (ITS) no transporte público urbano
Andre Dantas
 
PMUS - Documento 2 - Diagnóstico e Análise integrada
PMUS - Documento 2 - Diagnóstico e Análise integradaPMUS - Documento 2 - Diagnóstico e Análise integrada
PMUS - Documento 2 - Diagnóstico e Análise integrada
Pedro Geaquinto
 
Mobilidade urbana e transporte
Mobilidade urbana e transporte Mobilidade urbana e transporte
Mobilidade urbana e transporte
Kugera_tatsuki
 
Apresentação do processo de elaboração do Plano de Mobilidade de Olinda (PLAM...
Apresentação do processo de elaboração do Plano de Mobilidade de Olinda (PLAM...Apresentação do processo de elaboração do Plano de Mobilidade de Olinda (PLAM...
Apresentação do processo de elaboração do Plano de Mobilidade de Olinda (PLAM...
Prefeitura de Olinda
 
PMUS - Documento 1 - Os Planos de Mobilidade Urbana Sustentável
PMUS - Documento 1 - Os Planos de Mobilidade Urbana SustentávelPMUS - Documento 1 - Os Planos de Mobilidade Urbana Sustentável
PMUS - Documento 1 - Os Planos de Mobilidade Urbana Sustentável
Pedro Geaquinto
 
Política Nacional de Mobilidade Urbana - Desafios e Oportunidades
Política Nacional de Mobilidade Urbana - Desafios e OportunidadesPolítica Nacional de Mobilidade Urbana - Desafios e Oportunidades
Política Nacional de Mobilidade Urbana - Desafios e Oportunidades
Universidade Corporativa do Transporte
 
Plano de Mobilidade Urbana
Plano de Mobilidade UrbanaPlano de Mobilidade Urbana
Plano de Mobilidade Urbana
Prefeitura de Porto Alegre
 
PLANO DE MOBILIDADE URBANA - Potisystems
PLANO DE MOBILIDADE URBANA - PotisystemsPLANO DE MOBILIDADE URBANA - Potisystems
PLANO DE MOBILIDADE URBANA - Potisystems
pbjunior
 
Mobilidade Urbana por Meio de Vias Inteligentes
Mobilidade Urbana por Meio de Vias InteligentesMobilidade Urbana por Meio de Vias Inteligentes
Mobilidade Urbana por Meio de Vias Inteligentes
Jaguaraci Silva
 
Viral mobilidade urbana
Viral mobilidade urbana Viral mobilidade urbana
Viral mobilidade urbana
Frantunes
 
Apresentação mobilidade urbana e o planejamento das cidades vitória - 2011 ...
Apresentação mobilidade urbana e o planejamento das cidades   vitória - 2011 ...Apresentação mobilidade urbana e o planejamento das cidades   vitória - 2011 ...
Apresentação mobilidade urbana e o planejamento das cidades vitória - 2011 ...
LCA promo
 
Mobilidade  Urbana Sustentável - Unipalmares
Mobilidade  Urbana Sustentável - UnipalmaresMobilidade  Urbana Sustentável - Unipalmares
Mobilidade  Urbana Sustentável - Unipalmares
Chico Macena
 
Lições sobre Mobilidade Urbana – O que é Mobilidade Urbana Sustentável?
Lições sobre Mobilidade Urbana – O que é Mobilidade Urbana Sustentável?Lições sobre Mobilidade Urbana – O que é Mobilidade Urbana Sustentável?
Lições sobre Mobilidade Urbana – O que é Mobilidade Urbana Sustentável?
Universidade Corporativa do Transporte
 
Mobilidade Urbana Sustentável Semana Acadêmica Engenharia Civil 2014
Mobilidade Urbana Sustentável Semana Acadêmica Engenharia Civil 2014Mobilidade Urbana Sustentável Semana Acadêmica Engenharia Civil 2014
Mobilidade Urbana Sustentável Semana Acadêmica Engenharia Civil 2014
Roger Lange
 
PolíTica Nacional De Mobilidade Urbana
PolíTica Nacional De Mobilidade UrbanaPolíTica Nacional De Mobilidade Urbana
PolíTica Nacional De Mobilidade Urbana
Chico Macena
 
METRÔ: AGENTE DE TRANSFORMAÇÕES URBANAS NA FREGUESIA DA AMEIXOEIRA, EM LISBOA
METRÔ: AGENTE DE TRANSFORMAÇÕES URBANAS NA FREGUESIA DA AMEIXOEIRA, EM LISBOAMETRÔ: AGENTE DE TRANSFORMAÇÕES URBANAS NA FREGUESIA DA AMEIXOEIRA, EM LISBOA
METRÔ: AGENTE DE TRANSFORMAÇÕES URBANAS NA FREGUESIA DA AMEIXOEIRA, EM LISBOA
Diamantino Augusto Sardinha Neto
 
Mobilidade Urbana e Informação Pública - intersecções e desafios
Mobilidade Urbana e Informação Pública - intersecções e desafiosMobilidade Urbana e Informação Pública - intersecções e desafios
Mobilidade Urbana e Informação Pública - intersecções e desafios
Haydee Svab
 
Guia de orientação para adequação dos municípios à política nacional de resíd...
Guia de orientação para adequação dos municípios à política nacional de resíd...Guia de orientação para adequação dos municípios à política nacional de resíd...
Guia de orientação para adequação dos municípios à política nacional de resíd...
Campos Advocacia
 

Mais procurados (20)

Lições sobre Mobilidade - O que é Mobilidade Urbana?
Lições sobre Mobilidade - O que é Mobilidade Urbana?Lições sobre Mobilidade - O que é Mobilidade Urbana?
Lições sobre Mobilidade - O que é Mobilidade Urbana?
 
Mobilidade Urbana no Brasil
Mobilidade Urbana no BrasilMobilidade Urbana no Brasil
Mobilidade Urbana no Brasil
 
Sistemas Inteligentes de Transporte (ITS) no transporte público urbano
Sistemas Inteligentes de Transporte (ITS) no transporte público urbanoSistemas Inteligentes de Transporte (ITS) no transporte público urbano
Sistemas Inteligentes de Transporte (ITS) no transporte público urbano
 
PMUS - Documento 2 - Diagnóstico e Análise integrada
PMUS - Documento 2 - Diagnóstico e Análise integradaPMUS - Documento 2 - Diagnóstico e Análise integrada
PMUS - Documento 2 - Diagnóstico e Análise integrada
 
Mobilidade urbana e transporte
Mobilidade urbana e transporte Mobilidade urbana e transporte
Mobilidade urbana e transporte
 
Apresentação do processo de elaboração do Plano de Mobilidade de Olinda (PLAM...
Apresentação do processo de elaboração do Plano de Mobilidade de Olinda (PLAM...Apresentação do processo de elaboração do Plano de Mobilidade de Olinda (PLAM...
Apresentação do processo de elaboração do Plano de Mobilidade de Olinda (PLAM...
 
PMUS - Documento 1 - Os Planos de Mobilidade Urbana Sustentável
PMUS - Documento 1 - Os Planos de Mobilidade Urbana SustentávelPMUS - Documento 1 - Os Planos de Mobilidade Urbana Sustentável
PMUS - Documento 1 - Os Planos de Mobilidade Urbana Sustentável
 
Política Nacional de Mobilidade Urbana - Desafios e Oportunidades
Política Nacional de Mobilidade Urbana - Desafios e OportunidadesPolítica Nacional de Mobilidade Urbana - Desafios e Oportunidades
Política Nacional de Mobilidade Urbana - Desafios e Oportunidades
 
Plano de Mobilidade Urbana
Plano de Mobilidade UrbanaPlano de Mobilidade Urbana
Plano de Mobilidade Urbana
 
PLANO DE MOBILIDADE URBANA - Potisystems
PLANO DE MOBILIDADE URBANA - PotisystemsPLANO DE MOBILIDADE URBANA - Potisystems
PLANO DE MOBILIDADE URBANA - Potisystems
 
Mobilidade Urbana por Meio de Vias Inteligentes
Mobilidade Urbana por Meio de Vias InteligentesMobilidade Urbana por Meio de Vias Inteligentes
Mobilidade Urbana por Meio de Vias Inteligentes
 
Viral mobilidade urbana
Viral mobilidade urbana Viral mobilidade urbana
Viral mobilidade urbana
 
Apresentação mobilidade urbana e o planejamento das cidades vitória - 2011 ...
Apresentação mobilidade urbana e o planejamento das cidades   vitória - 2011 ...Apresentação mobilidade urbana e o planejamento das cidades   vitória - 2011 ...
Apresentação mobilidade urbana e o planejamento das cidades vitória - 2011 ...
 
Mobilidade  Urbana Sustentável - Unipalmares
Mobilidade  Urbana Sustentável - UnipalmaresMobilidade  Urbana Sustentável - Unipalmares
Mobilidade  Urbana Sustentável - Unipalmares
 
Lições sobre Mobilidade Urbana – O que é Mobilidade Urbana Sustentável?
Lições sobre Mobilidade Urbana – O que é Mobilidade Urbana Sustentável?Lições sobre Mobilidade Urbana – O que é Mobilidade Urbana Sustentável?
Lições sobre Mobilidade Urbana – O que é Mobilidade Urbana Sustentável?
 
Mobilidade Urbana Sustentável Semana Acadêmica Engenharia Civil 2014
Mobilidade Urbana Sustentável Semana Acadêmica Engenharia Civil 2014Mobilidade Urbana Sustentável Semana Acadêmica Engenharia Civil 2014
Mobilidade Urbana Sustentável Semana Acadêmica Engenharia Civil 2014
 
PolíTica Nacional De Mobilidade Urbana
PolíTica Nacional De Mobilidade UrbanaPolíTica Nacional De Mobilidade Urbana
PolíTica Nacional De Mobilidade Urbana
 
METRÔ: AGENTE DE TRANSFORMAÇÕES URBANAS NA FREGUESIA DA AMEIXOEIRA, EM LISBOA
METRÔ: AGENTE DE TRANSFORMAÇÕES URBANAS NA FREGUESIA DA AMEIXOEIRA, EM LISBOAMETRÔ: AGENTE DE TRANSFORMAÇÕES URBANAS NA FREGUESIA DA AMEIXOEIRA, EM LISBOA
METRÔ: AGENTE DE TRANSFORMAÇÕES URBANAS NA FREGUESIA DA AMEIXOEIRA, EM LISBOA
 
Mobilidade Urbana e Informação Pública - intersecções e desafios
Mobilidade Urbana e Informação Pública - intersecções e desafiosMobilidade Urbana e Informação Pública - intersecções e desafios
Mobilidade Urbana e Informação Pública - intersecções e desafios
 
Guia de orientação para adequação dos municípios à política nacional de resíd...
Guia de orientação para adequação dos municípios à política nacional de resíd...Guia de orientação para adequação dos municípios à política nacional de resíd...
Guia de orientação para adequação dos municípios à política nacional de resíd...
 

Destaque

Aprendizaje cooperativo y significativo
Aprendizaje cooperativo y significativoAprendizaje cooperativo y significativo
Aprendizaje cooperativo y significativo
María Jose Rojas
 
Double page spread analysis
Double page spread analysisDouble page spread analysis
Double page spread analysis
davidcampbell1997
 
Level 2 Biology Assignment
Level 2 Biology AssignmentLevel 2 Biology Assignment
Level 2 Biology Assignment
Christopher Brown
 
Tercera, Cuarta y Quinta Parte Práctica: Teoría de Redes
Tercera, Cuarta y Quinta Parte Práctica: Teoría de RedesTercera, Cuarta y Quinta Parte Práctica: Teoría de Redes
Tercera, Cuarta y Quinta Parte Práctica: Teoría de Redes
Metodos Cuantitativos II
 
Presentación1
Presentación1Presentación1
Presentación1
JUAN GOMEZ
 
Proyecto de quimica yogurt cochinilla
Proyecto de quimica yogurt cochinillaProyecto de quimica yogurt cochinilla
Proyecto de quimica yogurt cochinilla
michelle rojas
 
Consumo recreativo de marihuana impacta la integridad de la sustancia blanca ...
Consumo recreativo de marihuana impacta la integridad de la sustancia blanca ...Consumo recreativo de marihuana impacta la integridad de la sustancia blanca ...
Consumo recreativo de marihuana impacta la integridad de la sustancia blanca ...
Consultorio Privado para el tratamiento de Adicciones
 
No limit llc.
No limit llc. No limit llc.

Destaque (8)

Aprendizaje cooperativo y significativo
Aprendizaje cooperativo y significativoAprendizaje cooperativo y significativo
Aprendizaje cooperativo y significativo
 
Double page spread analysis
Double page spread analysisDouble page spread analysis
Double page spread analysis
 
Level 2 Biology Assignment
Level 2 Biology AssignmentLevel 2 Biology Assignment
Level 2 Biology Assignment
 
Tercera, Cuarta y Quinta Parte Práctica: Teoría de Redes
Tercera, Cuarta y Quinta Parte Práctica: Teoría de RedesTercera, Cuarta y Quinta Parte Práctica: Teoría de Redes
Tercera, Cuarta y Quinta Parte Práctica: Teoría de Redes
 
Presentación1
Presentación1Presentación1
Presentación1
 
Proyecto de quimica yogurt cochinilla
Proyecto de quimica yogurt cochinillaProyecto de quimica yogurt cochinilla
Proyecto de quimica yogurt cochinilla
 
Consumo recreativo de marihuana impacta la integridad de la sustancia blanca ...
Consumo recreativo de marihuana impacta la integridad de la sustancia blanca ...Consumo recreativo de marihuana impacta la integridad de la sustancia blanca ...
Consumo recreativo de marihuana impacta la integridad de la sustancia blanca ...
 
No limit llc.
No limit llc. No limit llc.
No limit llc.
 

Semelhante a Estudo para a Aplicação de Práticas Sustentáveis na Mobilidade Urbana do Município de Feliz - RS

Programa sobre Cidades Sustentaveisreduzida.pdf
Programa sobre Cidades Sustentaveisreduzida.pdfPrograma sobre Cidades Sustentaveisreduzida.pdf
Programa sobre Cidades Sustentaveisreduzida.pdf
MarcusViniciusAlmeid15
 
Mobilidade urbana [reparado]
Mobilidade urbana [reparado]Mobilidade urbana [reparado]
Mobilidade urbana [reparado]
Blendon Mendonça
 
A mobilidade urbana no planejamento da cidade
A mobilidade urbana no planejamento da cidadeA mobilidade urbana no planejamento da cidade
A mobilidade urbana no planejamento da cidade
Sérgio P. Cabral
 
Avaliação das condições de uso e qualidade do transporte coletivo
Avaliação das condições de uso e qualidade do transporte coletivoAvaliação das condições de uso e qualidade do transporte coletivo
Avaliação das condições de uso e qualidade do transporte coletivo
UNAERP
 
Unidade 04
Unidade 04Unidade 04
Unidade 04
Raimunda Sampaio
 
Livro planomobilidade
Livro planomobilidadeLivro planomobilidade
Livro planomobilidade
Ana Paula Cestari
 
Plano de Mobilidade --construindo-a-cidade-sustentavel
Plano de Mobilidade  --construindo-a-cidade-sustentavelPlano de Mobilidade  --construindo-a-cidade-sustentavel
Plano de Mobilidade --construindo-a-cidade-sustentavel
Marcelo Felipozzi
 
(Amparo) rt03 propostas
(Amparo) rt03 propostas(Amparo) rt03 propostas
(Amparo) rt03 propostas
Rogerio Catanese
 
propostaderedao-mobilidadeurbananobrasil-171026040951.pptx
propostaderedao-mobilidadeurbananobrasil-171026040951.pptxpropostaderedao-mobilidadeurbananobrasil-171026040951.pptx
propostaderedao-mobilidadeurbananobrasil-171026040951.pptx
ChristianBarbosa26
 
Plataforma Cidades Sustentáveis
Plataforma Cidades SustentáveisPlataforma Cidades Sustentáveis
Plataforma Cidades Sustentáveis
RedCiudadesLA
 
(Amparo) rt02 diretrizes
(Amparo) rt02 diretrizes(Amparo) rt02 diretrizes
(Amparo) rt02 diretrizes
Rogerio Catanese
 
Banco Mundial e Mobilidade Urbana
Banco Mundial e Mobilidade UrbanaBanco Mundial e Mobilidade Urbana
Banco Mundial e Mobilidade Urbana
Gabriella Ribeiro
 
Mobilidade: uma visão metropolitana
Mobilidade: uma visão metropolitanaMobilidade: uma visão metropolitana
Mobilidade: uma visão metropolitana
JSD Distrital de Lisboa
 
Caderno 03 planejamento territorialurbanopolíticafundiaria
Caderno 03   planejamento territorialurbanopolíticafundiariaCaderno 03   planejamento territorialurbanopolíticafundiaria
Caderno 03 planejamento territorialurbanopolíticafundiaria
ErikaZan
 
12. Imtt Isabel Seabra V2
12. Imtt Isabel Seabra V212. Imtt Isabel Seabra V2
12. Imtt Isabel Seabra V2
Projecto CicloRia
 
Trabalho paulinho
Trabalho paulinhoTrabalho paulinho
Trabalho paulinho
Karen Guimaraes
 
PlanMob Alvorada - Apresentação do Plano de Trabalho
PlanMob Alvorada - Apresentação do Plano de TrabalhoPlanMob Alvorada - Apresentação do Plano de Trabalho
PlanMob Alvorada - Apresentação do Plano de Trabalho
3C Arquitetura e Urbanismo
 
Mobilidade urbana é primeiro tema de encontro para pessoas com deficiência
Mobilidade urbana é primeiro tema de encontro para pessoas com deficiênciaMobilidade urbana é primeiro tema de encontro para pessoas com deficiência
Mobilidade urbana é primeiro tema de encontro para pessoas com deficiência
Carolina Maciel
 
Mobilidade urbana - Colégio Mlobato
Mobilidade urbana - Colégio MlobatoMobilidade urbana - Colégio Mlobato
Mobilidade urbana - Colégio Mlobato
Isabel Cabral
 
Viabilizando a bicicleta (Use: Pg Up/Pg Dn)
Viabilizando a bicicleta (Use: Pg Up/Pg Dn)Viabilizando a bicicleta (Use: Pg Up/Pg Dn)
Viabilizando a bicicleta (Use: Pg Up/Pg Dn)
cloterm
 

Semelhante a Estudo para a Aplicação de Práticas Sustentáveis na Mobilidade Urbana do Município de Feliz - RS (20)

Programa sobre Cidades Sustentaveisreduzida.pdf
Programa sobre Cidades Sustentaveisreduzida.pdfPrograma sobre Cidades Sustentaveisreduzida.pdf
Programa sobre Cidades Sustentaveisreduzida.pdf
 
Mobilidade urbana [reparado]
Mobilidade urbana [reparado]Mobilidade urbana [reparado]
Mobilidade urbana [reparado]
 
A mobilidade urbana no planejamento da cidade
A mobilidade urbana no planejamento da cidadeA mobilidade urbana no planejamento da cidade
A mobilidade urbana no planejamento da cidade
 
Avaliação das condições de uso e qualidade do transporte coletivo
Avaliação das condições de uso e qualidade do transporte coletivoAvaliação das condições de uso e qualidade do transporte coletivo
Avaliação das condições de uso e qualidade do transporte coletivo
 
Unidade 04
Unidade 04Unidade 04
Unidade 04
 
Livro planomobilidade
Livro planomobilidadeLivro planomobilidade
Livro planomobilidade
 
Plano de Mobilidade --construindo-a-cidade-sustentavel
Plano de Mobilidade  --construindo-a-cidade-sustentavelPlano de Mobilidade  --construindo-a-cidade-sustentavel
Plano de Mobilidade --construindo-a-cidade-sustentavel
 
(Amparo) rt03 propostas
(Amparo) rt03 propostas(Amparo) rt03 propostas
(Amparo) rt03 propostas
 
propostaderedao-mobilidadeurbananobrasil-171026040951.pptx
propostaderedao-mobilidadeurbananobrasil-171026040951.pptxpropostaderedao-mobilidadeurbananobrasil-171026040951.pptx
propostaderedao-mobilidadeurbananobrasil-171026040951.pptx
 
Plataforma Cidades Sustentáveis
Plataforma Cidades SustentáveisPlataforma Cidades Sustentáveis
Plataforma Cidades Sustentáveis
 
(Amparo) rt02 diretrizes
(Amparo) rt02 diretrizes(Amparo) rt02 diretrizes
(Amparo) rt02 diretrizes
 
Banco Mundial e Mobilidade Urbana
Banco Mundial e Mobilidade UrbanaBanco Mundial e Mobilidade Urbana
Banco Mundial e Mobilidade Urbana
 
Mobilidade: uma visão metropolitana
Mobilidade: uma visão metropolitanaMobilidade: uma visão metropolitana
Mobilidade: uma visão metropolitana
 
Caderno 03 planejamento territorialurbanopolíticafundiaria
Caderno 03   planejamento territorialurbanopolíticafundiariaCaderno 03   planejamento territorialurbanopolíticafundiaria
Caderno 03 planejamento territorialurbanopolíticafundiaria
 
12. Imtt Isabel Seabra V2
12. Imtt Isabel Seabra V212. Imtt Isabel Seabra V2
12. Imtt Isabel Seabra V2
 
Trabalho paulinho
Trabalho paulinhoTrabalho paulinho
Trabalho paulinho
 
PlanMob Alvorada - Apresentação do Plano de Trabalho
PlanMob Alvorada - Apresentação do Plano de TrabalhoPlanMob Alvorada - Apresentação do Plano de Trabalho
PlanMob Alvorada - Apresentação do Plano de Trabalho
 
Mobilidade urbana é primeiro tema de encontro para pessoas com deficiência
Mobilidade urbana é primeiro tema de encontro para pessoas com deficiênciaMobilidade urbana é primeiro tema de encontro para pessoas com deficiência
Mobilidade urbana é primeiro tema de encontro para pessoas com deficiência
 
Mobilidade urbana - Colégio Mlobato
Mobilidade urbana - Colégio MlobatoMobilidade urbana - Colégio Mlobato
Mobilidade urbana - Colégio Mlobato
 
Viabilizando a bicicleta (Use: Pg Up/Pg Dn)
Viabilizando a bicicleta (Use: Pg Up/Pg Dn)Viabilizando a bicicleta (Use: Pg Up/Pg Dn)
Viabilizando a bicicleta (Use: Pg Up/Pg Dn)
 

Mais de Elias Galvan

Happy Children Project
Happy Children Project Happy Children Project
Happy Children Project
Elias Galvan
 
Comparative Study of Wind Tunnel Tests and Full-Scale Damages Caused by a Dow...
Comparative Study of Wind Tunnel Tests and Full-Scale Damages Caused by a Dow...Comparative Study of Wind Tunnel Tests and Full-Scale Damages Caused by a Dow...
Comparative Study of Wind Tunnel Tests and Full-Scale Damages Caused by a Dow...
Elias Galvan
 
Full-scale downburst damage versus boundary layer wind tunnel pressures: a su...
Full-scale downburst damage versus boundary layer wind tunnel pressures: a su...Full-scale downburst damage versus boundary layer wind tunnel pressures: a su...
Full-scale downburst damage versus boundary layer wind tunnel pressures: a su...
Elias Galvan
 
Analysis of Downburst Occurrences in Brazil
Analysis of Downburst Occurrences in BrazilAnalysis of Downburst Occurrences in Brazil
Analysis of Downburst Occurrences in Brazil
Elias Galvan
 
Downburst Occurence in Brazil
Downburst Occurence in BrazilDownburst Occurence in Brazil
Downburst Occurence in Brazil
Elias Galvan
 
Análise da ocorrência de downbursts no Brasil
Análise da ocorrência de downbursts no BrasilAnálise da ocorrência de downbursts no Brasil
Análise da ocorrência de downbursts no Brasil
Elias Galvan
 
Poster - Estudo da Simulação Física de Downbursts e Análise da Ocorrência do ...
Poster - Estudo da Simulação Física de Downbursts e Análise da Ocorrência do ...Poster - Estudo da Simulação Física de Downbursts e Análise da Ocorrência do ...
Poster - Estudo da Simulação Física de Downbursts e Análise da Ocorrência do ...
Elias Galvan
 
Analysis of an environment favorable to the occurrence of Downburst
Analysis of an environment favorable to the occurrence of Downburst Analysis of an environment favorable to the occurrence of Downburst
Analysis of an environment favorable to the occurrence of Downburst
Elias Galvan
 
Análise de um Ambiente Favorável à Ocorrência de Downbursts
Análise de um Ambiente Favorável à Ocorrência de DownburstsAnálise de um Ambiente Favorável à Ocorrência de Downbursts
Análise de um Ambiente Favorável à Ocorrência de Downbursts
Elias Galvan
 
Estudo de um caso de dispersão de poluentes a partir de uma fonte pontual na...
Estudo de um caso de dispersão de poluentes a partir de uma fonte pontual na...Estudo de um caso de dispersão de poluentes a partir de uma fonte pontual na...
Estudo de um caso de dispersão de poluentes a partir de uma fonte pontual na...
Elias Galvan
 
Comparação entre a análise objetiva e subjetiva dos dados gerados pelo Mod...
Comparação entre a análise objetiva e subjetiva dos dados gerados pelo Mod...Comparação entre a análise objetiva e subjetiva dos dados gerados pelo Mod...
Comparação entre a análise objetiva e subjetiva dos dados gerados pelo Mod...
Elias Galvan
 
Verificação das Variáveis Reais e Contínuas de Superfície Geradas Pelo M...
Verificação das Variáveis Reais e Contínuas de Superfície Geradas Pelo M...Verificação das Variáveis Reais e Contínuas de Superfície Geradas Pelo M...
Verificação das Variáveis Reais e Contínuas de Superfície Geradas Pelo M...
Elias Galvan
 
Resultados Preliminares sobre a Verificacão das Previsões do Modelo WRF Ins...
Resultados Preliminares sobre a Verificacão das Previsões do Modelo WRF Ins...Resultados Preliminares sobre a Verificacão das Previsões do Modelo WRF Ins...
Resultados Preliminares sobre a Verificacão das Previsões do Modelo WRF Ins...
Elias Galvan
 
Verificação da Pressão Atmosférica ao Nível Médio do Mar na Região Sul do Bra...
Verificação da Pressão Atmosférica ao Nível Médio do Mar na Região Sul do Bra...Verificação da Pressão Atmosférica ao Nível Médio do Mar na Região Sul do Bra...
Verificação da Pressão Atmosférica ao Nível Médio do Mar na Região Sul do Bra...
Elias Galvan
 
Verificação da Temperatura de Superfície na Região Sul do Brasil Estimada pel...
Verificação da Temperatura de Superfície na Região Sul do Brasil Estimada pel...Verificação da Temperatura de Superfície na Região Sul do Brasil Estimada pel...
Verificação da Temperatura de Superfície na Região Sul do Brasil Estimada pel...
Elias Galvan
 
Fenômeno la niña de maio de 2007 a abril de 2008 e a precipitação no rio ...
Fenômeno la niña de maio de 2007 a abril de 2008 e a precipitação no rio ...Fenômeno la niña de maio de 2007 a abril de 2008 e a precipitação no rio ...
Fenômeno la niña de maio de 2007 a abril de 2008 e a precipitação no rio ...
Elias Galvan
 
Verificação do Modelo WRF para a Temperatura em 2 metros da Primavera de 2009
Verificação do Modelo WRF para a Temperatura em 2 metros da Primavera de 2009Verificação do Modelo WRF para a Temperatura em 2 metros da Primavera de 2009
Verificação do Modelo WRF para a Temperatura em 2 metros da Primavera de 2009
Elias Galvan
 
Verificação do Modelo WRF para a Temperatura em 2 metros do Inverno de 2009
Verificação do Modelo WRF para a Temperatura em 2 metros do Inverno de 2009Verificação do Modelo WRF para a Temperatura em 2 metros do Inverno de 2009
Verificação do Modelo WRF para a Temperatura em 2 metros do Inverno de 2009
Elias Galvan
 

Mais de Elias Galvan (18)

Happy Children Project
Happy Children Project Happy Children Project
Happy Children Project
 
Comparative Study of Wind Tunnel Tests and Full-Scale Damages Caused by a Dow...
Comparative Study of Wind Tunnel Tests and Full-Scale Damages Caused by a Dow...Comparative Study of Wind Tunnel Tests and Full-Scale Damages Caused by a Dow...
Comparative Study of Wind Tunnel Tests and Full-Scale Damages Caused by a Dow...
 
Full-scale downburst damage versus boundary layer wind tunnel pressures: a su...
Full-scale downburst damage versus boundary layer wind tunnel pressures: a su...Full-scale downburst damage versus boundary layer wind tunnel pressures: a su...
Full-scale downburst damage versus boundary layer wind tunnel pressures: a su...
 
Analysis of Downburst Occurrences in Brazil
Analysis of Downburst Occurrences in BrazilAnalysis of Downburst Occurrences in Brazil
Analysis of Downburst Occurrences in Brazil
 
Downburst Occurence in Brazil
Downburst Occurence in BrazilDownburst Occurence in Brazil
Downburst Occurence in Brazil
 
Análise da ocorrência de downbursts no Brasil
Análise da ocorrência de downbursts no BrasilAnálise da ocorrência de downbursts no Brasil
Análise da ocorrência de downbursts no Brasil
 
Poster - Estudo da Simulação Física de Downbursts e Análise da Ocorrência do ...
Poster - Estudo da Simulação Física de Downbursts e Análise da Ocorrência do ...Poster - Estudo da Simulação Física de Downbursts e Análise da Ocorrência do ...
Poster - Estudo da Simulação Física de Downbursts e Análise da Ocorrência do ...
 
Analysis of an environment favorable to the occurrence of Downburst
Analysis of an environment favorable to the occurrence of Downburst Analysis of an environment favorable to the occurrence of Downburst
Analysis of an environment favorable to the occurrence of Downburst
 
Análise de um Ambiente Favorável à Ocorrência de Downbursts
Análise de um Ambiente Favorável à Ocorrência de DownburstsAnálise de um Ambiente Favorável à Ocorrência de Downbursts
Análise de um Ambiente Favorável à Ocorrência de Downbursts
 
Estudo de um caso de dispersão de poluentes a partir de uma fonte pontual na...
Estudo de um caso de dispersão de poluentes a partir de uma fonte pontual na...Estudo de um caso de dispersão de poluentes a partir de uma fonte pontual na...
Estudo de um caso de dispersão de poluentes a partir de uma fonte pontual na...
 
Comparação entre a análise objetiva e subjetiva dos dados gerados pelo Mod...
Comparação entre a análise objetiva e subjetiva dos dados gerados pelo Mod...Comparação entre a análise objetiva e subjetiva dos dados gerados pelo Mod...
Comparação entre a análise objetiva e subjetiva dos dados gerados pelo Mod...
 
Verificação das Variáveis Reais e Contínuas de Superfície Geradas Pelo M...
Verificação das Variáveis Reais e Contínuas de Superfície Geradas Pelo M...Verificação das Variáveis Reais e Contínuas de Superfície Geradas Pelo M...
Verificação das Variáveis Reais e Contínuas de Superfície Geradas Pelo M...
 
Resultados Preliminares sobre a Verificacão das Previsões do Modelo WRF Ins...
Resultados Preliminares sobre a Verificacão das Previsões do Modelo WRF Ins...Resultados Preliminares sobre a Verificacão das Previsões do Modelo WRF Ins...
Resultados Preliminares sobre a Verificacão das Previsões do Modelo WRF Ins...
 
Verificação da Pressão Atmosférica ao Nível Médio do Mar na Região Sul do Bra...
Verificação da Pressão Atmosférica ao Nível Médio do Mar na Região Sul do Bra...Verificação da Pressão Atmosférica ao Nível Médio do Mar na Região Sul do Bra...
Verificação da Pressão Atmosférica ao Nível Médio do Mar na Região Sul do Bra...
 
Verificação da Temperatura de Superfície na Região Sul do Brasil Estimada pel...
Verificação da Temperatura de Superfície na Região Sul do Brasil Estimada pel...Verificação da Temperatura de Superfície na Região Sul do Brasil Estimada pel...
Verificação da Temperatura de Superfície na Região Sul do Brasil Estimada pel...
 
Fenômeno la niña de maio de 2007 a abril de 2008 e a precipitação no rio ...
Fenômeno la niña de maio de 2007 a abril de 2008 e a precipitação no rio ...Fenômeno la niña de maio de 2007 a abril de 2008 e a precipitação no rio ...
Fenômeno la niña de maio de 2007 a abril de 2008 e a precipitação no rio ...
 
Verificação do Modelo WRF para a Temperatura em 2 metros da Primavera de 2009
Verificação do Modelo WRF para a Temperatura em 2 metros da Primavera de 2009Verificação do Modelo WRF para a Temperatura em 2 metros da Primavera de 2009
Verificação do Modelo WRF para a Temperatura em 2 metros da Primavera de 2009
 
Verificação do Modelo WRF para a Temperatura em 2 metros do Inverno de 2009
Verificação do Modelo WRF para a Temperatura em 2 metros do Inverno de 2009Verificação do Modelo WRF para a Temperatura em 2 metros do Inverno de 2009
Verificação do Modelo WRF para a Temperatura em 2 metros do Inverno de 2009
 

Estudo para a Aplicação de Práticas Sustentáveis na Mobilidade Urbana do Município de Feliz - RS

  • 1. ESTUDO PARA A APLICAÇÃO DE PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS NA MOBILIDADE URBANA DO MUNICÍPIO DE FELIZ - RS Elias Galvan de Lima UFRGS, PPGEC Elias.gl@hotmail.com Vinícius Ioppi UFRGS, PPGEC vioppi@gmail.com Miguel Aloysio Sattler UFRGS, PPGEC masattler@gmail.com Resumo O tema mobilidade urbana tem sido pauta de inúmeros debates nos fóruns municipais brasileiros. Diversos problemas relacionados ao atendimento à população e preservação do ambiente têm sido gerados, principalmente pela falta de planejamento das cidades em relação à mobilidade urbana. Com o objetivo de corroborar no desenvolvimento de boas práticas relacionadas à mobilidade sustentável, o presente estudo faz um diagnóstico da situação de mobilidade urbana do município de Feliz - RS e propõe algumas sugestões para melhoria da mobilidade urbana atual e futura. A mobilidade urbana será analisada neste estudo de forma conjunta com as diretrizes da sustentabilidade e de preservação do meio ambiente. Isto por que, apesar de muitos municípios brasileiros possuírem um nível de mobilidade urbana satisfatória, muitos apresentam tecnologias e soluções para o transporte que não são autossustentáveis e que não priorizam a eliminação de deslocamentos desnecessários, quando se analisa a logística de abastecimentos das cidades em relação aos mais diversos produtos e serviços. Palavras-chave: Mobilidade urbana, sustentabilidade, transporte, Feliz-RS. Abstract The theme of urban mobility has been the agenda of numerous discussions in Brazilian municipalities. Several problems related to the needs of a population and to the preservation of the environment have been generated mainly by the lack of city planning in relation to urban mobility. In order to corroborate the IV Simpósio de Pós-Graduação em Engenharia Urbana / I Encontro Nacional de Tecnologia Urbana
  • 2. development of best practices related to sustainable mobility, this study makes a diagnosis of the situation of urban mobility in the city of Feliz - RS and proposes some suggestions for improving the current and future trends in relation to urban mobility. Urban mobility will be analyzed in this study jointly with some guidelines of sustainability and preservation of the environment. Although many municipalities possess a level of urban mobility satisfactory, many present technologies and solutions for the transportation that are not self-sustaining and do not prioritize the elimination of unnecessary travel when analyzing the logistics of supplies of cities in relation to various products and services. Keywords: Urban Mobility, sustainability, transport, Feliz – RS. Introdução O Ministério das Cidades (MC) desenvolveu dentro do Estatuto da Cidade, um plano de mobilidade urbana, denominado de PlanMobi, o qual define que o transporte deve estar inserido em um contexto maior, que relaciona qualidade de vida, inclusão social e acesso às oportunidades. Esta ação deve ser implementada, obrigatoriamente, em cidades com mais de 500 mil habitantes, elas devem elaborar um plano de transporte e trânsito, visando essencialmente o conceito de mobilidade urbana, ou seja, prover às cidades uma infraestrutura que permita o deslocamento de pessoas e bens no espaço urbano através de veículos. O mesmo estatuto complementa que os sistemas de transportes devem promover a inclusão social, a sustentabilidade ambiental, a gestão participativa e a democratização do espaço público. O avanço estratégico do MC estipula também que esse plano deva ser desenvolvido para cidades com mais de 100 mil habitantes, regiões metropolitanas e de desenvolvimento integrado. Neste contexto o presente trabalho visa apresentar estratégias sustentáveis para a mobilidade urbana no município de Feliz – RS visando adaptar as estratégias, independentemente de seu contingente populacional, às diretrizes propostas pelo MC. Contextualização Município de Feliz O município de Feliz está situado no Vale do Caí, na encosta inferior da região nordeste do Rio Grande do Sul. Situa-se a 80km de Porto Alegre. Possui ligações com as rodovias estaduais RS 122 e RS 240 e com a rodovia federal BR 116. Sua criação ocorreu em 22 de Dezembro de 1888. Conforme o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE (2011) 76,18% da população reside em área urbana e os outros 23,81% na zona rural. No total, são 12.439 habitantes. A população, quanto à origem étnica, é constituída de 70% alemã, 15% italiana e 15% de outras origens (como polonesa, portuguesa, suíça e austríaca) (FELIZ, 2013). Mobilidade e Acessibilidade Urbana Sustentável O transporte de cargas e de pessoas é fundamental para fomentar o crescimento econômico e social das cidades. Entretanto, ao longo do desenvolvimento de muitas metrópoles não foi dada a atenção devida aos aspectos de mobilidade e IV Simpósio de Pós-Graduação em Engenharia Urbana / I Encontro Nacional de Tecnologia Urbana
  • 3. sustentabilidade, o que resultou em uma série de problemas, tanto à população, quanto ao meio ambiente. Planejadores deveriam encontrar soluções de atrelar desenvolvimento econômico e social com mobilidade urbana e sustentabilidade dentro do contexto de seus munícipios, identificando parâmetros e alternativas que considerem alternativas de transporte que sejam mais sustentáveis. Meios de transporte mais sustentáveis, devem ser oferecidos com custos aceitáveis, funcionar eficientemente contribuindo para o bem estar econômico e social além de compreender um leque de alternativas, contribuindo com a preservação do meio ambiente através de técnicas que utilizem recursos renováveis e permitam a redução de emissões de gases poluentes, lixo e ruídos. O tema de mobilidade urbana sustentável representa um grande desafio para as cidades, sejam elas de grande ou pequeno porte. Sabe-se que é nas cidades de grande porte que os problemas de mobilidade urbana são mais acentuados, e também onde se torna ainda mais difícil associar o tópico sustentabilidade na busca de solução para os seus problemas de transporte. Já, nas cidades de pequeno porte, como é o caso de Feliz, as dificuldades relacionas à questão de mobilidade urbana podem ser mais facialmente equacionadas através de investimentos que se direcionem mais para a prevenção, do que para a remediação. E é nessa direção que os autores do presente trabalho buscam alternativas e propõem sugestões para a elaboração de planos que venham a tornar o transporte mais sustentável na cidade de Feliz. Diagnóstico Planejamento Urbano O Plano Diretor é o principal instrumento com que os municípios podem contar como orientador de uma política de desenvolvimento e de ordenamento de sua expansão urbana. A elaboração de planos diretores municipais é uma exigência federal para municípios com mais de 20 mil habitantes, dentro deles deve constar um plano de mobilidade urbana que permita atualizações a cada 10 anos. Mesmo não sendo exigida a dispor de um Plano Diretor, por não possuir mais de 20 mil habitantes, Feliz teve seu primeiro planejamento municipal aprovado em 1964 e atualmente um novo código diretor encontra-se em desenvolvimento, desta forma é importante que se considere a estruturação de um plano de mobilidade urbana em seu plano diretor, para que se aproxime, então, de um desenvolvimento urbano mais sustentável. Frota Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2010) a frota predominante na cidade é constituída por automóveis, que correspondem a aproximadamente 56% do total de veículos, uma média de 3,02 hab./automóvel e representa uma densidade de automóveis em relação ao número de habitantes, consideravelmente mais elevada que a média nacional que, segundo Silva (2012), é de 5 hab./automóvel. Sugere-se que esta elevada densidade certamente está associada ao fato de a cidade não dispor de um sistema coletivo de transporte público e de possuir uma baixa densificação urbana. Estrutura viária e transporte público O município de Feliz possui diretrizes urbanas expressas na Lei nº 2.194/08 (FELIZ, 2013). Estas diretrizes contemplam o sistema viário do município, sendo que, dentre os itens abordados pela lei, destacam-se as exigências relacionadas à acessibilidade universal e espaços destinados à circulação de pedestres nas vias públicas. No IV Simpósio de Pós-Graduação em Engenharia Urbana / I Encontro Nacional de Tecnologia Urbana
  • 4. entanto, é um instrumento que inclui providências relativamente superficiais e não cita outros aspectos importantes para a mobilidade urbana, principalmente no que concerne à sustentabilidade. Tal como se apresenta, não contém itens relacionados à circulação de bicicletas (ciclovias), reserva de espaço para corredores de transporte coletivo futuro, dispositivos para orientação de deficientes visuais, etc. É importante destacar que a cidade é dividida por um rio (Rio Caí) e possui apenas duas pontes as quais fazem a ligação entre as duas regiões. O município também não conta com transporte público coletivo, desta forma, o deslocamento é realizado com o uso do meio de transporte disponível a cada morador. Sugestões para melhoria da mobilidade urbana no município de Feliz Considerando-se as limitações da Lei Municipal n° 2.194/08, já apontadas, são sugeridas as seguintes diretrizes, em adição àquelas já existentes: Desenvolvimento do inventário do sistema viário, tráfego, estacionamento e de equipamentos urbanos associados aos serviços de transporte público. Sugere-se que sejam elaborados quatro inventários físicos, contendo levantamentos das condições da infraestrutura urbana destinada à circulação. São eles: a) Inventário do sistema viário: Incluindo a representação da estrutura de vias públicas destinadas à circulação de veículos e pedestres, inclusive para modalidades de transporte que usam infraestrutura especial (serviços sobre trilhos e trólebus), indicando: Classificação e hierarquia viária; sentidos de tráfego e movimentos de tráfego em intersecções, descrição das características físicas das vias, descrição das condições de tráfego, benfeitorias públicas. b) Inventário de sistemas de controle de tráfego: Abordando as principais informações relativas ao controle do tráfego. Sugere-se que contenha: Localização e características da sinalização horizontal e vertical de tráfego, incluindo sinalização semafórica, equipamentos eletrônicos de apoio à fiscalização. c) Inventário de estacionamentos: Neste inventário deverão ser abordadas informações referentes aos estacionamentos disponíveis na cidade, incluindo vagas na via pública e estacionamentos privados. d) Inventário de equipamentos urbanos associados aos serviços de transporte público: Rotas de transportes coletivos, rodoviárias, pontos de taxi entre outros. Redução de deslocamento dos moradores: logística interna do município Através da criação dos inventários físicos será possível desenvolver uma revisão da localização dos principais polos geradores de tráfego (PGT), sejam públicos ou privados, resultando numa racionalização dos deslocamentos. Desta forma poderá ser estabelecido um plano para garantir a acessibilidade a estes locais e em situações mais críticas, deverá ser prevista a realocação destas instalações a longo ou a médio prazo, visando garantir um bom escoamento do tráfego e fácil acesso através de meios de transporte públicos e não motorizados. Sugere-se, também, a descentralização do comércio da cidade e dos serviços essenciais oferecidos à população, buscando-se oferecer atendimento às suas necessidades em seus próprios bairros, reduzindo a necessidade de deslocamentos. Os autores também propõem que seja verificada a possibilidade de estimular a dispersão do parque industrial não poluente de modo a facilitar a acessibilidade por parte dos operários e concentrando apenas os núcleos mais impactantes em locais adequadamente afastados e seguros, de modo a reduzir a exposição dos habitantes às emissões atmosféricas e ruídos, ao mesmo tempo que limitando os impactos sobre o ambiente. Desta forma, o transporte até este local poderia ser planejado, para que, IV Simpósio de Pós-Graduação em Engenharia Urbana / I Encontro Nacional de Tecnologia Urbana
  • 5. dependendo do caso, viesse a ser realizado por meio de diversos modais de transportes, incluindo: veículo coletivo oferecido pelas indústrias, ônibus urbano, bicicletas, barcos ou deslocamentos à pé. Desenvolvimento de espaços destinados ao uso exclusivo de bicicletas, assim como de um sistema de transporte público cicloviário. Dentro do contexto do município de Feliz, os autores julgam necessária a implementação de vias de circulação destinadas especificamente à utilização de bicicletas, dentro dos limites urbanos. A preferência deverá ser dada à implementação de ciclofaixas que segundo Moore (1975) configura a opção mais segura para os ciclistas. Uma alternativa possível seria a de transformar as faixas de estacionamento, de um lado das vias, em ciclofaixas, em períodos do dia em que o tráfego é mais intenso, gerando mais segurança aos ciclistas. Também devem ser criados estímulos à utilização de bicicleta, também por parte da população rural, assim como ao turismo rural cicloviário particularmente devido ao fato do município ser naturalmente dotado de áreas de rara beleza. Desenvolver mapa de pontos de inundação e de rotas alternativas para o trânsito em casos especiais Os autores sugerem que a prefeitura desenvolva um mapeamento das zonas passíveis de inundações. Com base nesse mapeamento será possível criar rotas alternativas em casos de precipitação intensa, evitando maiores transtornos. Melhorias no sistema viário O plano diretor deverá prever áreas para alargamento futuro das vias principais, contemplando a utilização de sistemas de transporte coletivo em vias exclusivas, em adição às ciclovias. Também deverá ser buscada uma solução para o problema do congestionamento sobre a ponte do Rio Caí localizada na área central da cidade, através do estudo da construção de uma nova ponte ou de alternativas de desvio de fluxo para a outra ponte a montante da principal. Por fim, deve ser verificada a possibilidade da utilização do Rio Caí como meio de transporte fluvial, tanto de pessoas, quanto de cargas. Meios de transporte coletivos Sugere-se, ainda, que a circulação de veículos de carga pesada ocorra somente em períodos de menor movimento nas vias. Conforme proposto por Sattler et al (2012), seria desejável a implementação de um sistema de transporte coletivo que atingisse a maior parte da área urbana e que conectasse os pontos naturais e culturais relevantes (TUBINO, 2012). Os autores cogitam, ainda, a possibilidade da construção de uma linha férrea intermunicipal ao lado da rodovia federal BR 116. Sugere-se a avaliação da possibilidade de implementação de transporte fluvial que conecte alguns pontos da cidade e outros municípios localizados às margens do Rio Caí. Os autores propõem também que a prefeitura se responsabilize pela criação de linhas de transporte rural através do estudo de demanda juntamente à população. É importante que durante o desenvolvimento do plano de mobilidade seja dada atenção à qualidade do transporte oferecido à população e que também seja defendida a oferta de transporte intermodal, de modo a ampliar as formas com que a população possa se locomover dentro dos limites da municipalidade, oferecendo a possibilidade de escolha frente a duas ou mais opções. 5.7 Políticas públicas para conscientização da população IV Simpósio de Pós-Graduação em Engenharia Urbana / I Encontro Nacional de Tecnologia Urbana
  • 6. Deve-se envolver a comunidade na definição das prioridades do município, principalmente, para o levantamento das deficiências em mobilidade urbana na municipalidade. Além disso, políticas públicas de conscientização da população em relação aos itens de sustentabilidade ambiental devem ser defendidas e difundidas, assim como campanhas como o dia mundial sem carros, e desenvolvimento de um sistema digital de acesso às informações sobre o transporte público. A criação de espaços para as pessoas e não para veículos deve ser seriamente encarada através da delimitação de espaços específicos de circulação de pedestres e de arborização do município. 6 Conclusão As sugestões expressas neste estudo visam despertar nos planejadores e administradores do município uma visão crítica quanto ao tema de mobilidade urbana sustentável, com base na realidade local. Apesar de o município de Feliz possuir uma área física muito menor que as grandes metrópoles, isto não significa ausência de problemas. Eles apenas se manifestam ou tendem a se manifestar em menor escala. Nesse sentido, ressalta-se a importância de um planejamento para a sustentabilidade, para que este acompanhe o crescimento do município e estas diretrizes permeiem a sua história. Entende-se, que a os princípios de mobilidade urbana mais sustentável são aplicáveis a qualquer escala urbana e se tornarão cada vez mais imprescindíveis, em um futuro não muito distante, em face ao esgotamento de recursos energéticos fósseis. Referências COSTA, M. S. (2003). Mobilidade urbana sustentável: um estudo comparativo e as bases de um sistema de gestão para Brasil e Portugal. Dissertação (Mestrado) – Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo, São Carlos, 2003. IBGE – FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Estimativas populacionais para os municípios brasileiros. IBGE, 2011. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br>. Acesso em: 10 Jan. 2013. _______. Censo Demográfico 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2010. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br>. Acesso em: 10 jan. 2013. SATTLER, M. NERBAS, P., TUBINO, D. Sustentabilidade no vale da felicidade. Notas de Aula. NORIE. 2012 SEMOB - SECRETARIA NACIONAL DE TRANSPORTE E DA MOBILIDADE URBANA. PlanMob. Ministério das Cidades. Brasília, 2007. TUBINO, D. Corredores Verdes: Uma Abordagem para o seu Planejamento em Municípios Brasileiros de Pequeno Porte. 2012.165 p. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil. Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2009. SILVA, C. País tem 1 carro para cada 5 habitantes. O Estado de São Paulo. São Paulo. 14 abr. 2012. IV Simpósio de Pós-Graduação em Engenharia Urbana / I Encontro Nacional de Tecnologia Urbana
  • 7. Deve-se envolver a comunidade na definição das prioridades do município, principalmente, para o levantamento das deficiências em mobilidade urbana na municipalidade. Além disso, políticas públicas de conscientização da população em relação aos itens de sustentabilidade ambiental devem ser defendidas e difundidas, assim como campanhas como o dia mundial sem carros, e desenvolvimento de um sistema digital de acesso às informações sobre o transporte público. A criação de espaços para as pessoas e não para veículos deve ser seriamente encarada através da delimitação de espaços específicos de circulação de pedestres e de arborização do município. 6 Conclusão As sugestões expressas neste estudo visam despertar nos planejadores e administradores do município uma visão crítica quanto ao tema de mobilidade urbana sustentável, com base na realidade local. Apesar de o município de Feliz possuir uma área física muito menor que as grandes metrópoles, isto não significa ausência de problemas. Eles apenas se manifestam ou tendem a se manifestar em menor escala. Nesse sentido, ressalta-se a importância de um planejamento para a sustentabilidade, para que este acompanhe o crescimento do município e estas diretrizes permeiem a sua história. Entende-se, que a os princípios de mobilidade urbana mais sustentável são aplicáveis a qualquer escala urbana e se tornarão cada vez mais imprescindíveis, em um futuro não muito distante, em face ao esgotamento de recursos energéticos fósseis. Referências COSTA, M. S. (2003). Mobilidade urbana sustentável: um estudo comparativo e as bases de um sistema de gestão para Brasil e Portugal. Dissertação (Mestrado) – Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo, São Carlos, 2003. IBGE – FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Estimativas populacionais para os municípios brasileiros. IBGE, 2011. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br>. Acesso em: 10 Jan. 2013. _______. Censo Demográfico 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2010. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br>. Acesso em: 10 jan. 2013. SATTLER, M. NERBAS, P., TUBINO, D. Sustentabilidade no vale da felicidade. Notas de Aula. NORIE. 2012 SEMOB - SECRETARIA NACIONAL DE TRANSPORTE E DA MOBILIDADE URBANA. PlanMob. Ministério das Cidades. Brasília, 2007. TUBINO, D. Corredores Verdes: Uma Abordagem para o seu Planejamento em Municípios Brasileiros de Pequeno Porte. 2012.165 p. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil. Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2009. SILVA, C. País tem 1 carro para cada 5 habitantes. O Estado de São Paulo. São Paulo. 14 abr. 2012. IV Simpósio de Pós-Graduação em Engenharia Urbana / I Encontro Nacional de Tecnologia Urbana