Cursos de Educação e Formação de Adultos Nível Secundário Cursos EFA-NS
Cursos EFA NS – uma nova resposta Estrutura Curricular O Referencial de Competências-chave Organização do curso A construção curricular A avaliação
Uma nova resposta...
No que diz respeito às qualificações da população adulta com o ensino secundário, Portugal revela uma situação ímpar, no contexto da União Europeia: são cerca de  3.500.000  os indivíduos activos portugueses com um nível de escolaridade  inferior ao secundário , dos quais cerca de  2.600.000   não detêm ainda o ensino básico.  Cursos EFA NS – uma nova resposta A Iniciativa Novas Oportunidades consagra como objectivo prioritário a elevação dos níveis de qualificação da população adulta portuguesa, definindo como  patamar mínimo o nível secundário de educação  (12º ano de escolaridade) e, preferencialmente, com a obtenção de uma dupla certificação (escolar e profissional).
Um modelo inovador As experiências de vida dos adultos são o ponto de partida para os percursos formativos Referencial de Competências-Chave para a Educação e Formação de Adultos – Nível Secundário, Área de Portefólio Reflexivo de Aprendizagens
A Estrutura Curricular
O REFERENCIAL DE COMPETÊNCIAS-CHAVE NS
ORIENTADO PARA AS EXIGÊNCIAS DAS PESSOAS, DA SOCIEDADE, DO TRABALHO INSTRUMENTO FLEXÍVEL, ABERTO E DINÂMICO REFERENCIAL – CURRÍCULOS ORGANIZADOS EM TORNO DE COMPETÊNCIAS O Refencial de Competências-Chave
Competência como uma "combinatória de capacidades, conhecimentos, aptidões e atitudes apropriadas a situações específicas, requerendo também “a disposição para” e “o saber como aprender”. (Comissão Europeia, 2004) Competências-Chave traduzem-se por "um conjunto articulado, transferível e multifuncional, de conhecimentos, capacidades e atitudes indispensáveis à realização e desenvolvimento individuais, à inclusão social e ao emprego.“ (Comissão Europeia, 2004) Um refencial de COMPETÊNCIAS
Sociedade, Tecnologia e  Ciência Cultura,  Língua e Comunicação Cidadania e Profissionalidade  Cidadania e Profissionalidade Adulto em Situações de Vida
Estrutura e organização Cidadania e Profissionalidade UC1 50 h UC2 50 h UC3 50 h UC4 50 h UC5 50 h UC6 50 h UC7 50 h UC8 50 h Cultura, Língua, Comunicação UC1 50 h UC2 50 h UC3 50 h UC4 50 h UC5 50 h UC6 50 h UC7 50 h Sociedade, Tecnologia e Ciência UC1 50 h UC2 50 h UC3 50 h UC4 50 h UC5 50 h UC6 50 h UC7 50 h
Competência (DR1) Competência (DR2) Competência (DR3) Competência (DR4) Tema Tema Tema Tema Cultura Língua e Comunicação Sociedade Tecnolofia e Ciência ÁREA DE COMPETÊNCIA UC1 UC2 UC3 UC4 UC5 UC6 UC7 NG NG NG NG NG NG NG C. Evidência C. Evidência C. Evidência
Competência (DR1) Competência (DR2) Competência (DR3) Competência (DR4) Tema Tema Tema Tema Cidadania e Profissionalidade C. Evidência C. Evidência C. Evidência ÁREA DE COMPETÊNCIA UC1 UC2 UC3 UC4 UC5 UC6 UC7 NG NG NG NG NG NG NG UC8 NG
Cidadania e Profissionalidade U. Competência U. Competência U. Competência U. Competência U. Competência U. Competência U. Competência U. Competência Direitos e Deveres Complexidade e Mudança Reflexividade e Pensamento Crítico Identidade e Alteridade Convicção e Firmeza Ética Abertura Moral Argumentação e Assertividade Programação Reconhecer constrangimentos e espaços de liberdade pessoal   (DR1) Assumir direitos laborais inalienáveis e responsabilidades exigíveis ao/à trabalhador/a (DR2) Reconhecer o núcleo de direitos fundamentais típico de um Estado democrático contemporâneo (DR3) Elencar direitos e deveres na comunidade global (DR4)
Direitos e Deveres UC1  - Identificar direitos e deveres pessoais, colectivos e globais e compreender da sua emergência e aplicação  como expressões ora de tensão ora de convergência. . Identificar situações de autonomia e responsabilidades partilhadas. . Compreender as dimensões inerentes à construção e manutenção do Bem Comum: Bem individual vs. Bem público na comunidade. . Explicitar situações de liberdade e responsabilidade pessoal. Reconhecer constrangimentos e espaços de liberdade pessoal  (DR1) Assumir direitos laborais inalienáveis e responsabilidades exigíveis ao/à trabalhador/a (DR2) Reconhecer o núcleo de d os  fundamentais típico de um Estado democrático contemporâneo (DR3) Elencar direitos e deveres na comunidade global (DR4) Liberdade e Responsabilidade Pessoal (DR1) Direitos e Deveres Laborais (DR2) Democracia Representativa e Participativa (DR3) Direitos, Deveres e Contextos Globais (DR4)
Cultura Língua e Comunicação Sociedade, Tecnologia e Ciência Cidadania e Profissionalidade Ligação entre os elementos estruturantes do referencial Cultura Língua Comunicação Critério de Evidência Critério de Evidência Critério de Evidência Competência UC NG Tema DR1 Sociedade Tecnologia Ciência Critério de Evidência Critério de Evidência Critério de Evidência Ética Cognitiva Social Critério de Evidência Critério de Evidência Critério de Evidência Competência UC NG Tema DR1 Competência UC NG Tema DR1
Uma síntese... Níveis de complexidade Critério de evidência 1 Identificação – Tipo I Compreensão – Tipo II Intervenção – Tipo III C C C C Tema Tema Tema Tema Unidade de Competência Núcleo Gerador Critério de evidência 2 Critério de evidência 3 Identificação – Tipo I Compreensão – Tipo II Intervenção – Tipo III Identificação – Tipo I Compreensão – Tipo II Intervenção – Tipo III
CONSTRUÇÃO CURRICULAR
Autonomia INTEGRAÇÃO PERTINÊNCIA Coerência DIFERENCIAÇÃO Reflexividade Criação de ambientes propícios de reflexão e formação Cruzamento entre aprendizagens formais, não formais e informais Adequação aos contextos de vida dos formandos Abordagem  integrada de saberes e aprendizagens Clarificação do conceito de competência
Actividades Integradoras “ Torna-se, assim, desejável, tanto no reconhecimento de competências como na formação, o recurso a "actividades integradoras", em que o adulto possa mobilizar diferentes competências na definição, análise, pesquisa e resolução de problemas, gradualmente mais complexos, propostos em cada actividade.” REFERENCIAL DE COMPETÊNCIAS-CHAVE para a educação e formação de adultos _ nível secundário, p. 20 Portefólio Reflexivo de  Aprendizagem Núcleo Gerador Temas Domínio Referência Temas Domínio Referência Temas Domínio Referência Temas Domínio Referência
Área, que pelo seu carácter transversal, permite uma gestão flexível das competências Actividades Integradoras Cidadania e Profissionalidade UC UC UC UC UC UC UC UC Cultura, Língua, Comunicação UC1 UC2 UC3 UC4 UC5 UC6 UC7 Sociedade, Tecnologia e Ciência UC1 UC2 UC3 UC4 UC5 UC6 UC7
PLANIFICAR O TRABALHO
Desenho Global Área de Competência Núcleo Gerador Unidade de Competência Tema Competência Critérios de evidência Tempo STC 50H CLC 50H CP 50H
Área de Competência Núcleo Gerador Unidade de Competência Tema Competência Critérios de evidência Tempo STC Equipamentos e Sistemas Técnicos (EST) 50H CLC 50H CP Direitos e Deveres 50H Reconhecer constrangimentos e espaços de liberdade Pessoal  DR1 Reconhecer direitos (…) de um Estado democrático (…)   DR3 Elencar direitos e deveres na comunidade global   DR4 Operar com equipamentos em contextos domésticos (…) DR1 Operar com equipamentos em contextos profissionais (…) DR2 Interagir com instituições (…) DR3 Mobilizar conhecimentos e práticas …) DR4 1) Equipamentos Domésticos 2) Equipamentos Profissionais 3) Utilizadores, Consumidores e Reclamações 4) Transformações e Evoluções Técnicas Lidar com equipamentos em contexto privado (…) DR1 Agir perante  equipamentos em contexto profissional (…) DR2 Utilizar conhecimentos sobre equipamentos contexto profissional em contextos institucionais (…) DR3 Relacionar  transformações e evoluções (…) DR4 Intervir em situações de relacionamento com equipamentos e sistemas técnicos tendo como base a identificação e compreensão dos seus princípios e o conhecimento das normas de boa utilização, conducentes ao reforço de eficiência e de capacidade de entendimento das relações sociais. Identificar e explorar as diversas funcionalidades dos equipamentos e sistemas técnicos, mobilizando competências linguísticas e culturais, com vista ao seu máximo aproveitamento e a obtenção de desempenhos mais eficazes e participativos. 1) Liberdade e Responsabilidade Pessoal 2) Direitos e Deveres Laborais 3) Democracia Representativa e Participativa 4) Direitos, Deveres e Contextos Globais Assumir direitos laborais (...) e responsabilidades  DR2 Identificar direitos e deveres pessoais, colectivos e globais e compreender da sua emergência e aplicação como expressões ora de tensão ora de convergência. a) Identificar situações (…). b) Compreender as dimensões inerentes à construção (…). c) Explicitar situações de liberdade e responsabilidades (…). a) Actuar nos modos de utilização (…) no contexto doméstico (…). b) Actuar com equipamentos na vida doméstica (…). c) Actuar tendo em conta os princípios científicos (…). a) Actuar face aos equipamentos, identificando o seu potencial criativo … b) Actuar com os equipamentos, interpretando instruções em L portuguesa/LE …. c) Actuar com equipamentos, compreendendo o seu papel e as suas funções …). (…) 3 CE X 4 C (…) 3 CE X 4 C (…) 3 CE X 4 C
STC : UC nº __  CLC : UC nº __  CP : UC ___________________________________________ Núcleo(s) Gerador(es): Área Temas Competências DR  STC  CLC Actividade integradora Avaliação de processo Tempo STC CLC 100H (50H STC + 50H CLC) CP 50H Portefólio Reflexivo de Aprendizagens
“ Manual do Consumidor” Equipamentos e Sistemas Técnicos Área Temas Competências DR  STC  CLC Actividade integradora Avaliação de processo Tempo STC CLC 100H (50H STC + 50H CLC) CP 50H Portefólio Reflexivo de Aprendizagens Operar com equipamentos em contextos domésticos (…)   DR1 Operar com equipamentos em contextos profissionais (…)   DR2 Interagir com instituições (…)  DR3 Mobilizar conhecimentos e práticas (…)  DR4 1)  Equipamentos Domésticos 2)  Equipamentos Profissionais 3)  Utilizadores, Consumidores e Reclamações 4)  Transformações e  Evoluções Técnicas 1)  Liberdade e Responsabilidade Pessoal 2)  Direitos e Deveres Laborais 3)  Democracia Representativa e Participativa 4)  Direitos, Deveres e Contextos Globais Reconhecer constrangimentos e espaços de liberdade Pessoal (…)  DR1 Reconhecer direitos (…) de um Estado democrático (…)  DR3 Elencar direitos e deveres na comunidade global (…)  DR4 Assumir direitos laborais (...) e responsabilidades  DR2 Lidar com equipamentos em contexto privado (…)  DR1 Agir perante  equipamentos em contexto profissional (…)  DR2 Utilizar conhecimentos sobre equipamentos em contextos institucionais (…)  DR3 Relacionar  transformações e evoluções (…)  DR4 Núcleo(s) Gerador(es): Equipamentos e Sistemas Técnicos (EST) Direitos e Deveres STC : UC nº 1  CLC : UC nº   1  CP : UC nº 1 Identificar direitos e deveres pessoais, (…).
    Utilização do princípio da diferenciação pedagógica Descrição exaustiva, clara e precisa. Indicação das etapas (sequencialidade) Tarefas colectivas Tarefas individuais NG:________________________  Tema: ______________________ Actividade integradora: _________________ Descrição Intervenientes Tarefas Áreas de Formação Tempo Áreas de Competências-Chave F. TECN. UFCD Form/Prof Adultos STC/ C. ev. CLC C. ev. CP C. ev. Recursos Avaliação Avaliação pedagógica/PRA
Modalidades de avaliação RVC num Centro Novas Oportunidades Diagnóstico inicial avaliativo na Entidade Formadora Avaliação formativa pela Equipa Pedagógica Avaliação sumativa pela Equipa Pedagógica Metodologia de Portefólio (reflexivo de aprendizagens)
A certificação Sistema de créditos São precisos, pelo menos,  44  créditos , dos  88  possíveis, para que o adulto obtenha um certificado através deste sistema. CLC = 14C CP  = 16C 44 Competências STC = 14C 2 áreas x 7UC x 4C = 56 1 áreas x 8UC x 4C = 32 88 Competências
Critério de evidência 1 Identificação – Tipo I Compreensão – Tipo II Intervenção – Tipo III Critério de evidência 2 Critério de evidência 3 Competência 1 crédito Identificação – Tipo I Compreensão – Tipo II Intervenção – Tipo III Identificação – Tipo I Compreensão – Tipo II Intervenção – Tipo III
Para a obtenção de um crédito, o adulto deverá evidenciar, de forma integrada, uma competência, a partir de critérios de evidência e dos três elementos de complexidade:  I - Identificação e Precisão; II - Compreensão, Transformação e Transposição; III - Intervenção, Inovação e Autonomia. Não existe uma necessária hierarquização destes três elementos, já que uma  competência é entendida como um todo. A competência do candidato deverá ser reconhecida sempre que o candidato revele capacidade de acção (ao nível da identificação, compreensão e intervenção ) , utilizando instrumentos conceptuais e materiais.
ORGANIZAÇÃO DO CURSO...
Os grupos de formandos Devem ser constituídos por 10 a 20 formandos Poderá haver um grupo com um percurso formativo constante e comum que “recebe” outros para a concretização de um plano de formação não contínuo (apenas algumas UC) Destinatários
Regime de funcionamento e carga horária Funcionamento em horário laboral (não ultrapassando as 7 horas diárias e as 35 horas semanais) ou pós-laboral (não ultrapassando as 4 horas diárias e as 20 horas semanais) No caso dos Cursos EFA-NS exclusivamente escolar o seu  início não tem de ficar dependente do calendário lectivo Organização e desenvolvimento
Assiduidade Consta do contrato de formação as condições de frequência de um Curso EFA-NS, de acordo com o Regulamento Interno da entidade Não deve ser inferior a 90% da carga horária total definida para cada adulto É também um elemento avaliativo do percurso Organização e desenvolvimento
As Unidades de Competência Para a Formação de Base - As Unidades de Competência são 22 e correspondem às  que constam no RCC-NS, nas 3 Áreas de Competências- Chave Para a Formação Tecnológica - As Unidades de Competência correspondem às unidades de  formação (saberes-fazer), com correspondência às UFCD que  constituem actualmente os referenciais do Catálogo Nacional  de Qualificações Modelo de formação
A Área de PRA O PRA poderá ser desenvolvido em sede de RVC ou poderá ser iniciado com o percurso formativo de um Curso EFA-NS (para o caso dos percursos completos); É uma área transversal à Formação de Base e à Formação Tecnológica; É o documento de avaliação dos Cursos EFA-NS por excelência (a partir do qual se operacionaliza o sistema de créditos do RCC-NS e se podem validar também as competências profissionais adquiridas); Desenvolve-se com uma regularidade quinzenal, em sessões de 3 horas. Modelo de formação
PORTEFÓLIO REFLEXIVO DE APRENDIZAGEM Mediador Formandos Formadores Diagnóstico inicial Conhecimento do sujeito Avaliação: competências, aprendizagens, modos de aprender, evolução 10 sessões de 3H De 80 a 90H Total: de 110 a 120 Horas
Constituição, funções e habilitações académicas Mediador   Figura central do Curso EFA-NS, Diagnóstico avaliativo, Articulação com CNO, Recrutamento e selecção dos formandos, Aconselhamento e Orientação dos formandos; Coordenação da equipa pedagógica, Área de PRA Formadores   Elaboração do plano de formação com a equipa pedagógica, Desenvolvimento da formação na área para que está habilitado, Conceber os materiais pedagógicos e de avaliação mais adequados e necessários Formadores de diferentes grupos de docência em cada área de competência  Equipa pedagógica
Regime de co-docência das UC do RCC-NS “ 2 formadores, no mesmo tempo e no mesmo espaço” Deve ser assegurado um trabalho de co-docência em cada uma das UC do RCC-NS no âmbito da Formação de Base, em pelo menos, 50% da sua carga horária Os formadores da componente tecnológica devem satisfazer os requisitos do regime de acesso e exercício da respectiva profissão Equipa pedagógica
Organização curricular Metodologias de formação Avaliação Elementos Estruturadores O PRA COMO ELEMENTO TRANSVERSAL E INTEGRADOR
PORTEFÓLIO REFLEXIVO DE APRENDIZAGENS
O Portefólio Reflexivo de Aprendizagem (PRA) Um portefólio é “ um conjunto coerente de documentação reflectidamente seleccionada, significativamente comentada e sistematicamente organizada, contextualizada no tempo, reveladora de um percurso”. (Tavares e Alarcão, 2003) coerência, pessoalidade, significado, reflexão experiencial, documentação,  selectividade, continuidade, contextualização no tempo e nas circunstâncias. que é caracterizado por:
Elevar a auto-estima do formando; Desenvolver uma maior autonomia no trabalho do formando; Levar o formando a comprometer-se e a assumir um papel mais activo no seu processo de aprendizagem; Exercitar a capacidade crítica e reflexiva do formando; Desenvolver e observar a capacidade de organização do formando; Compreender e conhecer melhor o formando na sua globalidade; Acompanhar a evolução do percurso do formando. Objectivos
data e fontes/proveniência  Estrutura Conteúdo : recolha de Informação na Comunicação Social, livros, Internet, outras fontes; trabalhos feitos nas aulas ou em casa; experiências realizadas, incidentes críticos; resumos, esquemas, relatórios, notas; fichas de leitura, diários de aprendizagem, narrativas de aprendizagem, fotografias, entrevistas, pareceres (professores, colegas); outros documentos; razões da inclusão dos documentos; reflexões do formando; todos os documentos já avaliados, mesmo se já reformulados Índice/guião : construído e reconstruído Apresentação do Autor Identificação   (instituição, nome, curso, nível) Organização : núcleos, temas, domínios Material :   dossier, separadores Estrutura
Intencionalidade Critérios de construção e avaliação do portefólio Apresentação, criatividade, originalidade Organização: estruturação, sequencialidade Adequada justificação/fundamentação dos documentos Reflexividade, criticidade, problematização Qualidade das reflexões e da (auto)análise desenvolvida  Representatividade, selectividade, diversidade, coerência Datação, indicação das fontes Correcção linguística, adequação ás competências Iniciativa, autonomia, responsabilidade Carácter aberto, flexível e dinâmico  Perseverança, melhoria constante
•  Trabalho “em condensado” (não pode ser feito apressadamente numa tarde, trata-se de um processo ao longo de um período de tempo amplo) •  Processo técnico/mecânico e superficial (normalização, padronização, rotinização) •  Trivialidade (incluir itens e documentos não adequados à aos objectivos e à reflexão) •  Exibição apenas do melhor (critério enviesado de selecção) •  Subverter a metodologia (na procura de conformidade com os critérios e objectivos) Riscos a evitar
Construção do portefólio :   concertação com o mediador e os formadores, partilha de experiências, reflexões, problematizações, reformulações, relação entre as competências antes adquiridas e as novas competências, evolução Acompanhamento contínuo e sistemático na construção do portefólio :   análise, anotações, feedback, aconselhamento, orientações, novas oportunidades de aprendizagem Produto/resultado final do portefólio :  reflexão final,   apreciação global, confronto entre o Referencial de Competências-Chave, as competências adquiridas e os créditos obtidos, validação e certificação ... como instrumento de avaliação Formativa Reguladora Sumativa Avaliação
Etapas de desenvolvimento  de um portefólio Planificação Apresentação aos adultos Organização Colecção Reflexão Avaliação Revisão Divulgação
Portefólio de avaliação Indivíduo Instituição Referente Escolha dos eixos de organização do   PRA   e das evidências de aprendizagem Equipa pedagógica Abordagem Metodologia Planificação e gestão Instrumentos Avaliação Referencial Competências-Chave Áreas de Competências-Chave Unidades Competências Competências Elementos de complexidade Validação? CERTIFICAÇÃO Provas Institucional Macro-estrutural Privado Profissional Núcleos Geradores/Temas

Esquema geral cursos efa

  • 1.
    Cursos de Educaçãoe Formação de Adultos Nível Secundário Cursos EFA-NS
  • 2.
    Cursos EFA NS– uma nova resposta Estrutura Curricular O Referencial de Competências-chave Organização do curso A construção curricular A avaliação
  • 3.
  • 4.
    No que dizrespeito às qualificações da população adulta com o ensino secundário, Portugal revela uma situação ímpar, no contexto da União Europeia: são cerca de 3.500.000 os indivíduos activos portugueses com um nível de escolaridade inferior ao secundário , dos quais cerca de 2.600.000 não detêm ainda o ensino básico. Cursos EFA NS – uma nova resposta A Iniciativa Novas Oportunidades consagra como objectivo prioritário a elevação dos níveis de qualificação da população adulta portuguesa, definindo como patamar mínimo o nível secundário de educação (12º ano de escolaridade) e, preferencialmente, com a obtenção de uma dupla certificação (escolar e profissional).
  • 5.
    Um modelo inovadorAs experiências de vida dos adultos são o ponto de partida para os percursos formativos Referencial de Competências-Chave para a Educação e Formação de Adultos – Nível Secundário, Área de Portefólio Reflexivo de Aprendizagens
  • 6.
  • 7.
    O REFERENCIAL DECOMPETÊNCIAS-CHAVE NS
  • 8.
    ORIENTADO PARA ASEXIGÊNCIAS DAS PESSOAS, DA SOCIEDADE, DO TRABALHO INSTRUMENTO FLEXÍVEL, ABERTO E DINÂMICO REFERENCIAL – CURRÍCULOS ORGANIZADOS EM TORNO DE COMPETÊNCIAS O Refencial de Competências-Chave
  • 9.
    Competência como uma"combinatória de capacidades, conhecimentos, aptidões e atitudes apropriadas a situações específicas, requerendo também “a disposição para” e “o saber como aprender”. (Comissão Europeia, 2004) Competências-Chave traduzem-se por "um conjunto articulado, transferível e multifuncional, de conhecimentos, capacidades e atitudes indispensáveis à realização e desenvolvimento individuais, à inclusão social e ao emprego.“ (Comissão Europeia, 2004) Um refencial de COMPETÊNCIAS
  • 10.
    Sociedade, Tecnologia e Ciência Cultura, Língua e Comunicação Cidadania e Profissionalidade Cidadania e Profissionalidade Adulto em Situações de Vida
  • 11.
    Estrutura e organizaçãoCidadania e Profissionalidade UC1 50 h UC2 50 h UC3 50 h UC4 50 h UC5 50 h UC6 50 h UC7 50 h UC8 50 h Cultura, Língua, Comunicação UC1 50 h UC2 50 h UC3 50 h UC4 50 h UC5 50 h UC6 50 h UC7 50 h Sociedade, Tecnologia e Ciência UC1 50 h UC2 50 h UC3 50 h UC4 50 h UC5 50 h UC6 50 h UC7 50 h
  • 12.
    Competência (DR1) Competência(DR2) Competência (DR3) Competência (DR4) Tema Tema Tema Tema Cultura Língua e Comunicação Sociedade Tecnolofia e Ciência ÁREA DE COMPETÊNCIA UC1 UC2 UC3 UC4 UC5 UC6 UC7 NG NG NG NG NG NG NG C. Evidência C. Evidência C. Evidência
  • 13.
    Competência (DR1) Competência(DR2) Competência (DR3) Competência (DR4) Tema Tema Tema Tema Cidadania e Profissionalidade C. Evidência C. Evidência C. Evidência ÁREA DE COMPETÊNCIA UC1 UC2 UC3 UC4 UC5 UC6 UC7 NG NG NG NG NG NG NG UC8 NG
  • 14.
    Cidadania e ProfissionalidadeU. Competência U. Competência U. Competência U. Competência U. Competência U. Competência U. Competência U. Competência Direitos e Deveres Complexidade e Mudança Reflexividade e Pensamento Crítico Identidade e Alteridade Convicção e Firmeza Ética Abertura Moral Argumentação e Assertividade Programação Reconhecer constrangimentos e espaços de liberdade pessoal (DR1) Assumir direitos laborais inalienáveis e responsabilidades exigíveis ao/à trabalhador/a (DR2) Reconhecer o núcleo de direitos fundamentais típico de um Estado democrático contemporâneo (DR3) Elencar direitos e deveres na comunidade global (DR4)
  • 15.
    Direitos e DeveresUC1 - Identificar direitos e deveres pessoais, colectivos e globais e compreender da sua emergência e aplicação como expressões ora de tensão ora de convergência. . Identificar situações de autonomia e responsabilidades partilhadas. . Compreender as dimensões inerentes à construção e manutenção do Bem Comum: Bem individual vs. Bem público na comunidade. . Explicitar situações de liberdade e responsabilidade pessoal. Reconhecer constrangimentos e espaços de liberdade pessoal (DR1) Assumir direitos laborais inalienáveis e responsabilidades exigíveis ao/à trabalhador/a (DR2) Reconhecer o núcleo de d os fundamentais típico de um Estado democrático contemporâneo (DR3) Elencar direitos e deveres na comunidade global (DR4) Liberdade e Responsabilidade Pessoal (DR1) Direitos e Deveres Laborais (DR2) Democracia Representativa e Participativa (DR3) Direitos, Deveres e Contextos Globais (DR4)
  • 16.
    Cultura Língua eComunicação Sociedade, Tecnologia e Ciência Cidadania e Profissionalidade Ligação entre os elementos estruturantes do referencial Cultura Língua Comunicação Critério de Evidência Critério de Evidência Critério de Evidência Competência UC NG Tema DR1 Sociedade Tecnologia Ciência Critério de Evidência Critério de Evidência Critério de Evidência Ética Cognitiva Social Critério de Evidência Critério de Evidência Critério de Evidência Competência UC NG Tema DR1 Competência UC NG Tema DR1
  • 17.
    Uma síntese... Níveisde complexidade Critério de evidência 1 Identificação – Tipo I Compreensão – Tipo II Intervenção – Tipo III C C C C Tema Tema Tema Tema Unidade de Competência Núcleo Gerador Critério de evidência 2 Critério de evidência 3 Identificação – Tipo I Compreensão – Tipo II Intervenção – Tipo III Identificação – Tipo I Compreensão – Tipo II Intervenção – Tipo III
  • 18.
  • 19.
    Autonomia INTEGRAÇÃO PERTINÊNCIACoerência DIFERENCIAÇÃO Reflexividade Criação de ambientes propícios de reflexão e formação Cruzamento entre aprendizagens formais, não formais e informais Adequação aos contextos de vida dos formandos Abordagem integrada de saberes e aprendizagens Clarificação do conceito de competência
  • 20.
    Actividades Integradoras “Torna-se, assim, desejável, tanto no reconhecimento de competências como na formação, o recurso a "actividades integradoras", em que o adulto possa mobilizar diferentes competências na definição, análise, pesquisa e resolução de problemas, gradualmente mais complexos, propostos em cada actividade.” REFERENCIAL DE COMPETÊNCIAS-CHAVE para a educação e formação de adultos _ nível secundário, p. 20 Portefólio Reflexivo de Aprendizagem Núcleo Gerador Temas Domínio Referência Temas Domínio Referência Temas Domínio Referência Temas Domínio Referência
  • 21.
    Área, que peloseu carácter transversal, permite uma gestão flexível das competências Actividades Integradoras Cidadania e Profissionalidade UC UC UC UC UC UC UC UC Cultura, Língua, Comunicação UC1 UC2 UC3 UC4 UC5 UC6 UC7 Sociedade, Tecnologia e Ciência UC1 UC2 UC3 UC4 UC5 UC6 UC7
  • 22.
  • 23.
    Desenho Global Áreade Competência Núcleo Gerador Unidade de Competência Tema Competência Critérios de evidência Tempo STC 50H CLC 50H CP 50H
  • 24.
    Área de CompetênciaNúcleo Gerador Unidade de Competência Tema Competência Critérios de evidência Tempo STC Equipamentos e Sistemas Técnicos (EST) 50H CLC 50H CP Direitos e Deveres 50H Reconhecer constrangimentos e espaços de liberdade Pessoal DR1 Reconhecer direitos (…) de um Estado democrático (…) DR3 Elencar direitos e deveres na comunidade global DR4 Operar com equipamentos em contextos domésticos (…) DR1 Operar com equipamentos em contextos profissionais (…) DR2 Interagir com instituições (…) DR3 Mobilizar conhecimentos e práticas …) DR4 1) Equipamentos Domésticos 2) Equipamentos Profissionais 3) Utilizadores, Consumidores e Reclamações 4) Transformações e Evoluções Técnicas Lidar com equipamentos em contexto privado (…) DR1 Agir perante equipamentos em contexto profissional (…) DR2 Utilizar conhecimentos sobre equipamentos contexto profissional em contextos institucionais (…) DR3 Relacionar transformações e evoluções (…) DR4 Intervir em situações de relacionamento com equipamentos e sistemas técnicos tendo como base a identificação e compreensão dos seus princípios e o conhecimento das normas de boa utilização, conducentes ao reforço de eficiência e de capacidade de entendimento das relações sociais. Identificar e explorar as diversas funcionalidades dos equipamentos e sistemas técnicos, mobilizando competências linguísticas e culturais, com vista ao seu máximo aproveitamento e a obtenção de desempenhos mais eficazes e participativos. 1) Liberdade e Responsabilidade Pessoal 2) Direitos e Deveres Laborais 3) Democracia Representativa e Participativa 4) Direitos, Deveres e Contextos Globais Assumir direitos laborais (...) e responsabilidades DR2 Identificar direitos e deveres pessoais, colectivos e globais e compreender da sua emergência e aplicação como expressões ora de tensão ora de convergência. a) Identificar situações (…). b) Compreender as dimensões inerentes à construção (…). c) Explicitar situações de liberdade e responsabilidades (…). a) Actuar nos modos de utilização (…) no contexto doméstico (…). b) Actuar com equipamentos na vida doméstica (…). c) Actuar tendo em conta os princípios científicos (…). a) Actuar face aos equipamentos, identificando o seu potencial criativo … b) Actuar com os equipamentos, interpretando instruções em L portuguesa/LE …. c) Actuar com equipamentos, compreendendo o seu papel e as suas funções …). (…) 3 CE X 4 C (…) 3 CE X 4 C (…) 3 CE X 4 C
  • 25.
    STC : UCnº __ CLC : UC nº __ CP : UC ___________________________________________ Núcleo(s) Gerador(es): Área Temas Competências DR STC CLC Actividade integradora Avaliação de processo Tempo STC CLC 100H (50H STC + 50H CLC) CP 50H Portefólio Reflexivo de Aprendizagens
  • 26.
    “ Manual doConsumidor” Equipamentos e Sistemas Técnicos Área Temas Competências DR STC CLC Actividade integradora Avaliação de processo Tempo STC CLC 100H (50H STC + 50H CLC) CP 50H Portefólio Reflexivo de Aprendizagens Operar com equipamentos em contextos domésticos (…) DR1 Operar com equipamentos em contextos profissionais (…) DR2 Interagir com instituições (…) DR3 Mobilizar conhecimentos e práticas (…) DR4 1) Equipamentos Domésticos 2) Equipamentos Profissionais 3) Utilizadores, Consumidores e Reclamações 4) Transformações e Evoluções Técnicas 1) Liberdade e Responsabilidade Pessoal 2) Direitos e Deveres Laborais 3) Democracia Representativa e Participativa 4) Direitos, Deveres e Contextos Globais Reconhecer constrangimentos e espaços de liberdade Pessoal (…) DR1 Reconhecer direitos (…) de um Estado democrático (…) DR3 Elencar direitos e deveres na comunidade global (…) DR4 Assumir direitos laborais (...) e responsabilidades DR2 Lidar com equipamentos em contexto privado (…) DR1 Agir perante equipamentos em contexto profissional (…) DR2 Utilizar conhecimentos sobre equipamentos em contextos institucionais (…) DR3 Relacionar transformações e evoluções (…) DR4 Núcleo(s) Gerador(es): Equipamentos e Sistemas Técnicos (EST) Direitos e Deveres STC : UC nº 1 CLC : UC nº 1 CP : UC nº 1 Identificar direitos e deveres pessoais, (…).
  • 27.
        Utilizaçãodo princípio da diferenciação pedagógica Descrição exaustiva, clara e precisa. Indicação das etapas (sequencialidade) Tarefas colectivas Tarefas individuais NG:________________________ Tema: ______________________ Actividade integradora: _________________ Descrição Intervenientes Tarefas Áreas de Formação Tempo Áreas de Competências-Chave F. TECN. UFCD Form/Prof Adultos STC/ C. ev. CLC C. ev. CP C. ev. Recursos Avaliação Avaliação pedagógica/PRA
  • 28.
    Modalidades de avaliaçãoRVC num Centro Novas Oportunidades Diagnóstico inicial avaliativo na Entidade Formadora Avaliação formativa pela Equipa Pedagógica Avaliação sumativa pela Equipa Pedagógica Metodologia de Portefólio (reflexivo de aprendizagens)
  • 29.
    A certificação Sistemade créditos São precisos, pelo menos, 44 créditos , dos 88 possíveis, para que o adulto obtenha um certificado através deste sistema. CLC = 14C CP = 16C 44 Competências STC = 14C 2 áreas x 7UC x 4C = 56 1 áreas x 8UC x 4C = 32 88 Competências
  • 30.
    Critério de evidência1 Identificação – Tipo I Compreensão – Tipo II Intervenção – Tipo III Critério de evidência 2 Critério de evidência 3 Competência 1 crédito Identificação – Tipo I Compreensão – Tipo II Intervenção – Tipo III Identificação – Tipo I Compreensão – Tipo II Intervenção – Tipo III
  • 31.
    Para a obtençãode um crédito, o adulto deverá evidenciar, de forma integrada, uma competência, a partir de critérios de evidência e dos três elementos de complexidade: I - Identificação e Precisão; II - Compreensão, Transformação e Transposição; III - Intervenção, Inovação e Autonomia. Não existe uma necessária hierarquização destes três elementos, já que uma competência é entendida como um todo. A competência do candidato deverá ser reconhecida sempre que o candidato revele capacidade de acção (ao nível da identificação, compreensão e intervenção ) , utilizando instrumentos conceptuais e materiais.
  • 32.
  • 33.
    Os grupos deformandos Devem ser constituídos por 10 a 20 formandos Poderá haver um grupo com um percurso formativo constante e comum que “recebe” outros para a concretização de um plano de formação não contínuo (apenas algumas UC) Destinatários
  • 34.
    Regime de funcionamentoe carga horária Funcionamento em horário laboral (não ultrapassando as 7 horas diárias e as 35 horas semanais) ou pós-laboral (não ultrapassando as 4 horas diárias e as 20 horas semanais) No caso dos Cursos EFA-NS exclusivamente escolar o seu início não tem de ficar dependente do calendário lectivo Organização e desenvolvimento
  • 35.
    Assiduidade Consta docontrato de formação as condições de frequência de um Curso EFA-NS, de acordo com o Regulamento Interno da entidade Não deve ser inferior a 90% da carga horária total definida para cada adulto É também um elemento avaliativo do percurso Organização e desenvolvimento
  • 36.
    As Unidades deCompetência Para a Formação de Base - As Unidades de Competência são 22 e correspondem às que constam no RCC-NS, nas 3 Áreas de Competências- Chave Para a Formação Tecnológica - As Unidades de Competência correspondem às unidades de formação (saberes-fazer), com correspondência às UFCD que constituem actualmente os referenciais do Catálogo Nacional de Qualificações Modelo de formação
  • 37.
    A Área dePRA O PRA poderá ser desenvolvido em sede de RVC ou poderá ser iniciado com o percurso formativo de um Curso EFA-NS (para o caso dos percursos completos); É uma área transversal à Formação de Base e à Formação Tecnológica; É o documento de avaliação dos Cursos EFA-NS por excelência (a partir do qual se operacionaliza o sistema de créditos do RCC-NS e se podem validar também as competências profissionais adquiridas); Desenvolve-se com uma regularidade quinzenal, em sessões de 3 horas. Modelo de formação
  • 38.
    PORTEFÓLIO REFLEXIVO DEAPRENDIZAGEM Mediador Formandos Formadores Diagnóstico inicial Conhecimento do sujeito Avaliação: competências, aprendizagens, modos de aprender, evolução 10 sessões de 3H De 80 a 90H Total: de 110 a 120 Horas
  • 39.
    Constituição, funções ehabilitações académicas Mediador Figura central do Curso EFA-NS, Diagnóstico avaliativo, Articulação com CNO, Recrutamento e selecção dos formandos, Aconselhamento e Orientação dos formandos; Coordenação da equipa pedagógica, Área de PRA Formadores Elaboração do plano de formação com a equipa pedagógica, Desenvolvimento da formação na área para que está habilitado, Conceber os materiais pedagógicos e de avaliação mais adequados e necessários Formadores de diferentes grupos de docência em cada área de competência Equipa pedagógica
  • 40.
    Regime de co-docênciadas UC do RCC-NS “ 2 formadores, no mesmo tempo e no mesmo espaço” Deve ser assegurado um trabalho de co-docência em cada uma das UC do RCC-NS no âmbito da Formação de Base, em pelo menos, 50% da sua carga horária Os formadores da componente tecnológica devem satisfazer os requisitos do regime de acesso e exercício da respectiva profissão Equipa pedagógica
  • 41.
    Organização curricular Metodologiasde formação Avaliação Elementos Estruturadores O PRA COMO ELEMENTO TRANSVERSAL E INTEGRADOR
  • 42.
  • 43.
    O Portefólio Reflexivode Aprendizagem (PRA) Um portefólio é “ um conjunto coerente de documentação reflectidamente seleccionada, significativamente comentada e sistematicamente organizada, contextualizada no tempo, reveladora de um percurso”. (Tavares e Alarcão, 2003) coerência, pessoalidade, significado, reflexão experiencial, documentação, selectividade, continuidade, contextualização no tempo e nas circunstâncias. que é caracterizado por:
  • 44.
    Elevar a auto-estimado formando; Desenvolver uma maior autonomia no trabalho do formando; Levar o formando a comprometer-se e a assumir um papel mais activo no seu processo de aprendizagem; Exercitar a capacidade crítica e reflexiva do formando; Desenvolver e observar a capacidade de organização do formando; Compreender e conhecer melhor o formando na sua globalidade; Acompanhar a evolução do percurso do formando. Objectivos
  • 45.
    data e fontes/proveniência Estrutura Conteúdo : recolha de Informação na Comunicação Social, livros, Internet, outras fontes; trabalhos feitos nas aulas ou em casa; experiências realizadas, incidentes críticos; resumos, esquemas, relatórios, notas; fichas de leitura, diários de aprendizagem, narrativas de aprendizagem, fotografias, entrevistas, pareceres (professores, colegas); outros documentos; razões da inclusão dos documentos; reflexões do formando; todos os documentos já avaliados, mesmo se já reformulados Índice/guião : construído e reconstruído Apresentação do Autor Identificação (instituição, nome, curso, nível) Organização : núcleos, temas, domínios Material : dossier, separadores Estrutura
  • 46.
    Intencionalidade Critérios deconstrução e avaliação do portefólio Apresentação, criatividade, originalidade Organização: estruturação, sequencialidade Adequada justificação/fundamentação dos documentos Reflexividade, criticidade, problematização Qualidade das reflexões e da (auto)análise desenvolvida Representatividade, selectividade, diversidade, coerência Datação, indicação das fontes Correcção linguística, adequação ás competências Iniciativa, autonomia, responsabilidade Carácter aberto, flexível e dinâmico Perseverança, melhoria constante
  • 47.
    • Trabalho“em condensado” (não pode ser feito apressadamente numa tarde, trata-se de um processo ao longo de um período de tempo amplo) • Processo técnico/mecânico e superficial (normalização, padronização, rotinização) • Trivialidade (incluir itens e documentos não adequados à aos objectivos e à reflexão) • Exibição apenas do melhor (critério enviesado de selecção) • Subverter a metodologia (na procura de conformidade com os critérios e objectivos) Riscos a evitar
  • 48.
    Construção do portefólio: concertação com o mediador e os formadores, partilha de experiências, reflexões, problematizações, reformulações, relação entre as competências antes adquiridas e as novas competências, evolução Acompanhamento contínuo e sistemático na construção do portefólio : análise, anotações, feedback, aconselhamento, orientações, novas oportunidades de aprendizagem Produto/resultado final do portefólio : reflexão final, apreciação global, confronto entre o Referencial de Competências-Chave, as competências adquiridas e os créditos obtidos, validação e certificação ... como instrumento de avaliação Formativa Reguladora Sumativa Avaliação
  • 49.
    Etapas de desenvolvimento de um portefólio Planificação Apresentação aos adultos Organização Colecção Reflexão Avaliação Revisão Divulgação
  • 50.
    Portefólio de avaliaçãoIndivíduo Instituição Referente Escolha dos eixos de organização do PRA e das evidências de aprendizagem Equipa pedagógica Abordagem Metodologia Planificação e gestão Instrumentos Avaliação Referencial Competências-Chave Áreas de Competências-Chave Unidades Competências Competências Elementos de complexidade Validação? CERTIFICAÇÃO Provas Institucional Macro-estrutural Privado Profissional Núcleos Geradores/Temas