Alternativas para alimentação do
rebanho leiteiro na época
seca do ano
Clenderson C. M. Gonçalves
Zootecnista, Dr. Nutrição de Ruminantes
Pesquisador EPAMIG Sul de Minas
“ VACA CIBERNÉTICA ”Júlio César Teixeira
• Estabelecimentos rurais produtores de leite no Brasil:
1.350.809
• Produção anual de: 30,71 bilhões de litros de leite
• 91,5% dos produtores de leite do Brasil produzem até 100
litros/dia (responsáveis por 45% da produção de leite)
• Minas Gerais: 188.786 produtores com volumes
inferiores a 100 litros / dia.
Fonte: Pesquisa Agropecuária Municipal 2010 do IBGE
Mês
Ano
Média2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015
Precipitação mm (Soma Mês)
Jan 324,9 327,7 153,8 150,4 383,9 159,5 59,4 144,5 213,0
Fev 108,8 208,6 118,2 69,4 31,8 54,0 0,4 334,8 115,8
Mar 237,6 174,1 190,9 334,2 203,4 119,1 74,0 181,9 189,4
Abr 88,9 67,7 55,3 15,3 55,3 71,2 73,5 11,1 54,8
Mai 0,0 31,7 46,2 0,9 33,7 56,6 0,4 0,0 24,2
Jun 0,1 1,9 6,3 5,4 14,4 7,5 0,6 0,0 5,2
Jul 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 51,0 0,0 7,3
Ago 12,9 12,4 0,0 0,0 0,7 0,0 0,2 0,0 3,7
Set 39,4 54,9 33,5 0,0 7,8 30,5 5,2 0,0 24,5
Out 85,5 176,5 106,3 119,3 29,1 57,8 51,7 0,0 89,5
Nov 169,8 110,0 265,0 264,9 211,1 121,0 130,6 0,0 181,8
Dez 401,1 364,0 358,3 452,9 96,2 475,5 104,2 0,0 321,7
Total 1469,0 1529,5 1333,8 1412,7 1067,4 1152,7 551,2 672,3 1230,8
PRECIPITAÇÃO MENSAL DA REGIÃO DE SETE LAGOAS NOS
ÚLTIMOS SETE ANOS.
Fonte: INMET, 2015.
51% 60% 74%
Mês
Ano
Média2010 2011 2012 2013 2014 2015
Temperaturas Máximas e Mínimas (ºC)
Jan 33,6 17,2 34,5 17,1 35,4 15,1 35,1 16,3 33,6 15,0 35,4 15,3 34,6 16,0
Fev 35,4 16,5 34,0 17,7 34,3 16,1 33,8 16,1 35,0 16,7 33,9 15,1 34,4 16,4
Mar 33,4 17,6 33,2 17,2 33,7 15,7 35,0 16,9 33,9 15,3 33,4 16,1 33,8 16,5
Abr 32,7 11,6 33,2 15,7 32,6 12,0 32,3 11,2 33,2 10,5 33,3 13,3 32,9 12,4
Mai 30,8 6,7 31,4 10,3 30,8 11,2 30,9 9,9 32,4 8,7 0,0 0,0 31,3 9,4
Jun 30,4 6,1 30,6 9,2 31,1 10,4 31,0 11,3 30,9 9,2 0,0 0,0 30,8 9,2
Jul 31,7 9,2 31,0 8,8 31,6 7,1 32,6 7,1 31,3 9,2 0,0 0,0 31,6 8,3
Ago 32,6 6,6 35,0 10,8 31,8 8,2 33,4 8,1 34,3 6,8 0,0 0,0 33,4 8,1
Set 34,6 11,6 36,4 10,0 36,9 9,7 35,8 10,6 37,7 9,9 0,0 0,0 36,3 10,4
Out 35,4 14,5 36,1 13,4 38,7 10,7 36,0 11,0 38,3 10,2 0,0 0,0 36,9 12,0
Nov 34,8 16,1 33,0 11,7 37,4 15,6 35,2 15,4 34,6 13,4 0,0 0,0 35,0 14,4
Dez 34,3 16,3 33,2 16,2 35,0 16,9 34,2 12,3 34,7 14,2 0,0 0,0 34,3 15,2
Fonte: INMET, 2015.
TEMPERATURAS MÁXIMAS E MÍNIMAS MENSAL DA REGIÃO DE SETE
LAGOAS NOS ÚLTIMOS CINCO ANOS.
Planejamento
Produção de Volumoso
Planejamento
Quantas vacas?
Novilhas?
Qual a área?
Existe algum silo?
E o tamanho do silo?
Qual forrageira a ser usada?
• Quanto de volumoso devemos
armazenar na seca?
– Quantidade de animais e consumo
– Estágio do animal
– Produção de forragem
– Qualidade da forragem
– Tamanho do cocho
Milho
Figuras: Microscopia eletrônica de grânulos de amido no
endosperma de milho farináceo (a) e de milho duro (b)
a b
Grão inteiro de milho nas fezes indica que a silagem não foi
apropriadamente processada , colhida tardiamente ou uso de híbridos
com grãos duros.
________
SORGO
Estádio de
maturação
Grãos da
forragem
ensilada (%)
Grãos nas
fezes (%)
Produção de
grãos
(kg/MS/ha)
Perda de
grãos
kg/MS/ha)
Grãos
digeridos (%)
Leitoso 35,1 2,9 3.878 112 97,1
Pastoso 45,2 9,8 4.381 429 90,2
Farináceo 48,9 13,1 5.696 746 86,9
Farináceo
duro
51,3 14,7 5.691 836 85,3
Duro 47,4 13,3 5.206 692 86,7
Porcentagem de aproveitamento de grãos na silagem de sorgo
Fonte: Adaptado de Demarchi (1993).
Fotos: Adriano de Souza Guimarães
Grãos de sorgo inteiros em fezes de bovinos
Item SM SSG SSC
Produção de leite total (Kg/dia) 28,81a 24,69b 24,14b
Produção leite corrigida (4% de
gordura)
30,65a 25,63b 26,10b
Gordura do leite (%) 4,39b 4,31b 4,56a
Proteína do leite (%) 3,25a 2,97c 3,05b
Peso Vivo médio bruto (kg) 642,81a 609,13c 625,44b
Desempenho de vacas leiteiras alimentadas com silagem de sorgo granífero
(SSG), silagem de sorgo sacarino (SSC) e silagem de milho (SM).
FONTE: Adaptado de Nascimento, et al., 2008.
Silagem de milho rehidratado
Renata Apocalypse N. Pereira
Pesquisadora – EPAMIG - URESM
Silagem de milho rehidratado
• tecnologia inovadora de conservação de milho
grão moído
• rehidratação do grão de milho moído
adequadamente conservado na forma de
silagem
Silagem de milho rehidratado
Silagem de milho rehidratado
Silagem de milho rehidratado
Silagem de milho rehidratado
Silagem de milho rehidratado
Quais as vantagens?
• forma barata de armazenamento - preço do
milho estiver mais baixo
• Como alternativa ao grão úmido – quando não
tem de maquinário ou passou da época
• Aumenta a digestibilidade do milho para o
animal
Silagem de milho rehidratado
Construção do silo
• dimensionamento do silo de acordo com a
necessidade de cada fazenda (retirada diária =
mínimo 10 cm de espessura)
• 1m de alt. x 1m de larg.e densidade de 900
kg/m3 e fatia 10 cm = 90 kg de silagem
• O comprimento do silo = necessidade
Silagem de milho rehidratado
Construção do silo
1 m de altura
1 m de largura
Silo
1 m largura x 1m altura
Camada mínima de corte
de 10 cm
Aprox. 90 kg de silagem
Uso diário mínimo
Silagem de milho rehidratado
Moagem e rehidratação
• a primeira operação é a moagem do milho
• Diversos equipamentos - triturador de grão úmido acoplado a
um sistema de eixo sem fim de alimentação de grãos (chupim)
ambos movido por tratores
• Para rehidratação - mangueira na parte inferior da triturador de
grão, com furos ou aspersores em forma de leque, de modo
que o milho recém moído receba água o mais uniforme
possível
Silagem de milho rehidratado
• Moagem e rehidratação
Silagem de milho rehidratado
Moagem e rehidratação
Silagem de milho rehidratado
Moagem e rehidratação
Silagem de milho rehidratado
Rehidratação
35 litros de água para cada 100 kg de milho
moído (35% de umidade)
O grão seco – 12% de umidade
Silagem de milho rehidratado
Rehidratação
Silagem de milho rehidratado
Distribuirão, compactação e vedação
 constante compactação - retirar o ar da massa
ensilada
 carregamento do silo em camadas inclinadas “do
fundo para a boca do silo” diminuindo a área de
superfície da silagem em contato com o ar
 O tempo de enchimento do silo deve ser o mais rápido
possível (1 a 2 dias). Vedação do silo com lonas
próprias (dupla face)
 Importante : redução e menor exposição ao oxigênio
Silagem de milho rehidratado
Distribuirão, compactação e vedação
Silagem de milho rehidratado
Inoculantes
- específicos para silagem de grão úmido - melhoram o
processo fermentativo e diminui as perdas (Lactobacillus
plantarum);
- aplicação do inoculante – de acordo com o fabricante;
- massa ensilada receba o inoculante uniformemente;
- não utilizar água clorada ou contaminada.
Silagem de milho rehidratado
Desabastecimento e uso
- ideal seria a partir de 3 a 4 meses;
- retirar fatias uniformes de silagem;
- não realizar corte em bancadas;
- camada mínima diária de corte;
- recolocar a lona sobre a boca do silo (painel).
54,3
71,6
64,2
77,5
Degradabilidade efetiva no rúmen (% da matéria seca) de grãos
maduros de milho de textura dura ou farinácea do endosperma,
moído ou rehidratado e ensilado.
Fonte: Pereira, 2014.
CANA-DE-AÇÚCAR
VANTAGENS
Produção por ha;
Não necessita de conservação;
Sacarose;
Animais gostam.
DESVANTAGENS
Baixos teores de PB;
Baixos teores de minerais;
Fibra de baixa qualidade;
Corte diário.
Sugestão de manejo de variedades de cana-de-açúcar
para alimentação de bovinos em Minas Gerais.
Dias de Safra
45 75 75
Precoce Média Tardia
RB76-5418¹ RB85-5536 RB72454
SP80-1842 RB86-7515 RB86-7515
RB83-5486 RB92-8064 RB92579
RB98710 SP79-1011¹
SP80-1816
SP80-3280
SP81-3250¹
IAC86-2480¹
IACSP93-3046¹
¹ Variedades com menor relação FDN/teor de sacarose.
Fonte: Adaptado de Macêdo & Silva, 2013.
TECNOLOGIA
CANA + URÉIA
Sulfato de Uréia
Amônia
TECNOLOGIA
CANA + URÉIA
1a Semana
2a Semana
Uréia na dieta
% da MN % da MS g/dia NNAM g/d Aa1
g/d
Glicose
g/d
Lípides
g/d
AGV2
moles/d
0 0 0 25,6 100,7 340,5 37,0 25,0
0,15 0,50 25 44,0 182,9 148,0 38,8 28,5
0,30 1,00 50 47,2 196,9 136,2 39,1 28,7
0,50 1,67 83,3 47,4 197,8 135,5 39,1 28,7
1,00 3,33 166,7 47,5 198,2 135,2 39,2 28,7
Estimativa de fluxo duodenal de nitrogênio não-amoniacal de origem
microbiana (NNAM) e de nutrientes absorvidos no intestino com suplementação
de uréia em novilhas de 200 kg de peso vivo. Assume consumo diário de
matéria seca (MS) de 5 kg e cana com 30% de MS na matéria natural (MN).
1Aa = Aminoácidos. 2AGV = Ácidos graxos voláteis
Modelo matemático da digestão capaz de prever a absorção de nutrientes em bovinos
alimentados com dietas à base de cana-de-açúcar (Dijkstra et al., 1996)
Foto: Adriano Souza Guimarães
Tamanho de partícula
3 a 8 mm
Foto: Adriano Souza Guimarães
NITROMINERAL EPAMIG Cana
INGREDIENTES QUANTIDADE
URÉIA 55%
FOSFATO BICÁLCIO 14%
SAL MINERAL 20%
SAL COMUM (BRANCO) 5%
SULFATO DE AMÔNIA 6%
TOTAL 100%
DOSAGEM DA MISTURA 14 g/Kg de cana
Fonte: Informe Agropecuário – Cana de Açúcar.
Pesq. José Joaquim Ferreira
Foto: Adriano Souza Guimarães
NITROPROTEICO EPAMIG Cana
INGREDIENTES QUANTIDADE
FARELO DE SOJA 83,0%
URÉIA 5,2%
FOSFATO BICÁLCIO 2,0%
CALCÁRIO 1,2%
SAL MINERAL 6,4%
SAL COMUM (BRANCO) 1,6%
SULFATO DE AMÔNIA 0,6%
TOTAL 100%
DOSAGEM DA MISTURA 50 g/Kg de cana
Fonte: Informe Agropecuário – Cana de Açúcar.
Pesq. José Joaquim Ferreira
Ganho de Peso e Consumo de MS e PB por bezerros alimentados com
cana-de-açúcar suplementada com uréia + sulfato de amônio e sal mineral
no cocho, Nitromineral Epamig e Nitroproteico Epamig.
Ítem Sal Mineral
no cocho
Nitromineral
Epamig
Nitroprotéico
Epamig
Bezerros (n°) 11 12 12
Dias (n°) 140 140 140
Idade (meses) 11,9 11,5 11,8
Peso Vivo Inicial (Kg) 203,2 203,7 203,2
Peso Vivo Final (Kg) 229,5 239,8 278,5
Ganho Médio Diário (Kg)* 0,188 a 0,258 b 0,538 c
Consumo MS (Kg/Cab./dia) 3,29 3,33 4,81
Consumo PB (Kg/Cab./dia) 0,42 0,37 0,52
Fonte: Informe Agropecuário – Cana de Açúcar. * Teste Student Newman Keuls
(P < 0,05). Pesq. José Joaquim Ferreira
SILAGEM DE CANA
Facilita o manejo na propriedade
Acidente: queima do canavial
Fermentação Alcoólica
Perda de qualidade
Baixa consumo
SILAGEM DE CANA
Leveduras
Resistentes a baixo pH – 3,5 a 6,5
Silagem não estabiliza
Perde efeito da cana madura
Silagem de Cana com Casca de Café
T1 = Cana-de-açúcar (CA) + Lactobacillus buchneri (testemunha)
T2 = CA + 10 % de casca de café (CC) + 1% de ureia
T3 = CA + 10 % de CC + 2% de ureia
T4 = CA + 20 % de CC + 1% de ureia
T5 = CA + 20 % de CC + 2% de ureia
T6 = CA + 30 % de CC + 1% de ureia
T7 = CA + 30 % de CC + 2% de ureia
Tratamentos MS
(%)
PB
(% na MS)
DIVMS
(%)
pH N-NH3
(% de N total)
T1 - CA + LB 26,97 d 3,80 c 46,54 d 3,38 f 8,25 a
T2 - CA + 10 CC + 1 U 34,52 c 10,41 d 55,57 c 3,65 d 6,85 b
T3 - CA + 10 CC + 2 U 33,25 c 14,77 b 53,18 d 3,58 e 6,86 b
T4 - CA + 20 CC + 1 U 38,65 b 11,12 d 59,75 a 3,77 b 6,25 b
T5 - CA + 20 CC + 2 U 39,21 b 15,20 a 57,72 b 3,71 c 4,72 c
T6 - CA + 30 CC + 1 U 40,49 b 14,38 b 61,12 a 3,86 a 4,04 c
T7 - CA + 30 CC + 2 U 44,34 a 15,79 a 61,97 a 3,90 a 4,55 c
Valores de matéria seca (MS), de proteína bruta (PB), digestibilidade in vitro
da MS, pH, nitrogênio amoniacal (N-NH3) das silagens de cana-de-açúcar com
diferentes proporçõesde casca de café e ureia
Médias seguidas da mesma letra na coluna não diferem estatisticamente pelo teste de Scott Knott a 5%
ADITIVOS
• COMUNS NO MERCADO ???????????
» Lactobacillus buchneri
• OPÇÕES
» POLPA DE CITRUS
» MDPS
» FUBAS E FARELOS
» URÉIA 0,5 - 1,5%
» ADITIVOS SECOS 4%
Silagem de Capim
VANTAGENS
Produção de MS por ha;
Capineiras são persistentes;
Facilidade de manejo.
DESVANTAGENS
Alta umidade na ensilagem;
Silagem menos nutritiva que a de
milho e sorgo.
Resultado de uma Ração
Impresso em: 17/03/2015
Uso Exclusivo de: Clenderson C. M. Gonçalves
Diretório: DadosBC4-NRC2000
Hora: 21:36
Ração: Taboão Confinamento 2014
Cliente:
CONSUMO(Kg/Dia)
M.Natural
% Concentrado:
M.Seca
Concentrado:
% Volumoso:
Volumoso:
Relação Volumoso/Concentrado
M.Seca M.Natural
CARACTERÍSTICAS DO ANIMAL
Peso Vivo:
Peso Final:
Ganho de Peso:
Condição Corporal: 5
1,50
480 Kg
400 Kg
Peso Referência: 450 Kg Castrado
NRC - 2000
6,0041 19,4559
5,66784,9959
54,58 %
45,42 % 22,56 %
77,44 %
Sexo:
Composição Alimentar - Volumoso Custo
Volumoso(s) Mat. Seca Mat. Natural Mistura Qtde. Min. Qtde. Max. M. Natural Total
Kg Kg % Kg Kg R$/Kg R$
M. Seca
R$/Kg
Milho Silagem Parte 6,004087 19,455889100,0000 6,000000 100,000000 0,100 1,9460,324
Total : 6,004087 19,455889100,0000 R$ 1,946Custo Total do Volumoso (Mat. Nat.) :
Composição Alimentar - Concentrado Custo
Concentrado(s) Mat. Seca Mat. Natural Mistura Qtde. Min. Qtde. Max. M. Natural Total
Kg Kg % Kg Kg R$/Kg R$
M. Seca
R$/Kg
Milho Grão Moído 2,567690 2,929815 51,6923 0,000000 100,000000 0,440 1,2890,502
Milho Des. C/Palha e 1,800000 2,049180 36,1548 0,000000 1,800000 0,200 0,4100,228
Soja Farelo 0,350000 0,395212 6,9729 0,350000 100,000000 1,330 0,5261,502
Núcleo Matsuda 0,139906 0,139906 2,4684 0,000000 100,000000 1,720 0,2411,720
Uréia 0,138317 0,153685 2,7115 0,000000 100,000000 1,390 0,2141,544
Total : 4,995913 5,667799100,0000 R$ 2,680
Custo Total da Ração (Vol. + Conc.) :
Custo Total do Concentrado (Mat. Nat.) :
R$ 4,626
Atendimento das Exigências Nutricionais
Nutrientes Unidade Total Qtde. Mínima Qtde. MáximaVolumoso Concentrado
Cálcio Kg 0,039565 0,039565 0,0989130,0215530,018012
Cinzas Kg 0,504173 0,000000 999999,9999000,2339890,270184
CNF Kg 4,637987 0,000000 999999,9999002,8968011,741185
Extrato Etéreo % 3,050287 0,000000 96317,0526123,1227402,990000
FDN Kg 4,393940 2,595594 5,2000001,0508643,343076
Fósforo Kg 0,029233 0,022109 0,0552720,0178250,011408
NDT Kg 7,428317 7,428317 7,7315133,7111863,717130
PDR Kg 1,039093 1,039093 1,2031600,7088080,330285
Página 1 TD Software Ltda. 1983 - 2007
Resultado de uma Ração
Impresso em: 17/03/2015
Uso Exclusivo de: Clenderson C. M. Gonçalves
Diretório: DadosBC4-NRC2000
Hora: 21:36
Ração: Confinamento Capim Elefante 2014
Cliente:
CONSUMO(Kg/Dia)
M.Natural
% Concentrado:
M.Seca
Concentrado:
% Volumoso:
Volumoso:
Relação Volumoso/Concentrado
M.Seca M.Natural
CARACTERÍSTICAS DO ANIMAL
Peso Vivo:
Peso Final:
Ganho de Peso:
Condição Corporal: 5
1,30
480 Kg
435 Kg
Peso Referência: 450 Kg Castrado
NRC - 2000
3,0500 11,0188
8,11427,1711
29,84 %
70,16 % 42,41 %
57,59 %
Sexo:
Composição Alimentar - Volumoso Custo
Volumoso(s) Mat. Seca Mat. Natural Mistura Qtde. Min. Qtde. Max. M. Natural Total
Kg Kg % Kg Kg R$/Kg R$
M. Seca
R$/Kg
Capim Elefante Silagem 3,050000 11,018786100,0000 0,000000 3,050000 0,030 0,3310,108
Total : 3,050000 11,018786100,0000 R$ 0,331Custo Total do Volumoso (Mat. Nat.) :
Composição Alimentar - Concentrado Custo
Concentrado(s) Mat. Seca Mat. Natural Mistura Qtde. Min. Qtde. Max. M. Natural Total
Kg Kg % Kg Kg R$/Kg R$
M. Seca
R$/Kg
Milho Grão Moído 6,021997 6,871288 84,6827 0,000000 100,000000 0,440 3,0230,502
Soja Farelo 0,588147 0,664122 8,1847 0,000000 100,000000 1,330 0,8831,502
Sal Mineral Phós Recria 0,200970 0,200970 2,4768 0,000000 100,000000 1,200 0,2411,200
Bicarbonato de Sódio 0,200000 0,200000 2,4648 0,200000 100,000000 1,684 0,3371,684
Uréia 0,160000 0,177778 2,1910 0,000000 0,160000 1,390 0,2471,544
Total : 7,171114 8,114159100,0000 R$ 4,731
Custo Total da Ração (Vol. + Conc.) :
Custo Total do Concentrado (Mat. Nat.) :
R$ 5,062
Atendimento das Exigências Nutricionais
Nutrientes Unidade Total Qtde. Mínima Qtde. MáximaVolumoso Concentrado
Cálcio Kg 0,035711 0,035711 0,0892780,0262560,009455
Cinzas Kg 0,377993 0,000000 999999,9999000,1339930,244000
CNF Kg 4,708527 0,000000 999999,9999004,3833970,325130
Extrato Etéreo % 3,017371 0,000000 100,0000003,5011141,880000
FDN Kg 3,060033 2,757309 5,6550000,7862582,273775
Fósforo Kg 0,033180 0,020634 0,0515850,0295200,003660
NDT Kg 7,161305 7,161305 7,4536035,6344751,526830
PDR Kg 1,001742 1,001742 1,1599120,9286950,073048
Página 1 TD Software Ltda. 1983 - 2007
OBRIGADO
clenderson@epamig.ufla.br
URESM - EPAMIG
(35) 3829-1190

Epamig clenderson goncalves

  • 1.
    Alternativas para alimentaçãodo rebanho leiteiro na época seca do ano Clenderson C. M. Gonçalves Zootecnista, Dr. Nutrição de Ruminantes Pesquisador EPAMIG Sul de Minas
  • 2.
    “ VACA CIBERNÉTICA”Júlio César Teixeira
  • 3.
    • Estabelecimentos ruraisprodutores de leite no Brasil: 1.350.809 • Produção anual de: 30,71 bilhões de litros de leite • 91,5% dos produtores de leite do Brasil produzem até 100 litros/dia (responsáveis por 45% da produção de leite) • Minas Gerais: 188.786 produtores com volumes inferiores a 100 litros / dia. Fonte: Pesquisa Agropecuária Municipal 2010 do IBGE
  • 4.
    Mês Ano Média2008 2009 20102011 2012 2013 2014 2015 Precipitação mm (Soma Mês) Jan 324,9 327,7 153,8 150,4 383,9 159,5 59,4 144,5 213,0 Fev 108,8 208,6 118,2 69,4 31,8 54,0 0,4 334,8 115,8 Mar 237,6 174,1 190,9 334,2 203,4 119,1 74,0 181,9 189,4 Abr 88,9 67,7 55,3 15,3 55,3 71,2 73,5 11,1 54,8 Mai 0,0 31,7 46,2 0,9 33,7 56,6 0,4 0,0 24,2 Jun 0,1 1,9 6,3 5,4 14,4 7,5 0,6 0,0 5,2 Jul 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 51,0 0,0 7,3 Ago 12,9 12,4 0,0 0,0 0,7 0,0 0,2 0,0 3,7 Set 39,4 54,9 33,5 0,0 7,8 30,5 5,2 0,0 24,5 Out 85,5 176,5 106,3 119,3 29,1 57,8 51,7 0,0 89,5 Nov 169,8 110,0 265,0 264,9 211,1 121,0 130,6 0,0 181,8 Dez 401,1 364,0 358,3 452,9 96,2 475,5 104,2 0,0 321,7 Total 1469,0 1529,5 1333,8 1412,7 1067,4 1152,7 551,2 672,3 1230,8 PRECIPITAÇÃO MENSAL DA REGIÃO DE SETE LAGOAS NOS ÚLTIMOS SETE ANOS. Fonte: INMET, 2015. 51% 60% 74%
  • 5.
    Mês Ano Média2010 2011 20122013 2014 2015 Temperaturas Máximas e Mínimas (ºC) Jan 33,6 17,2 34,5 17,1 35,4 15,1 35,1 16,3 33,6 15,0 35,4 15,3 34,6 16,0 Fev 35,4 16,5 34,0 17,7 34,3 16,1 33,8 16,1 35,0 16,7 33,9 15,1 34,4 16,4 Mar 33,4 17,6 33,2 17,2 33,7 15,7 35,0 16,9 33,9 15,3 33,4 16,1 33,8 16,5 Abr 32,7 11,6 33,2 15,7 32,6 12,0 32,3 11,2 33,2 10,5 33,3 13,3 32,9 12,4 Mai 30,8 6,7 31,4 10,3 30,8 11,2 30,9 9,9 32,4 8,7 0,0 0,0 31,3 9,4 Jun 30,4 6,1 30,6 9,2 31,1 10,4 31,0 11,3 30,9 9,2 0,0 0,0 30,8 9,2 Jul 31,7 9,2 31,0 8,8 31,6 7,1 32,6 7,1 31,3 9,2 0,0 0,0 31,6 8,3 Ago 32,6 6,6 35,0 10,8 31,8 8,2 33,4 8,1 34,3 6,8 0,0 0,0 33,4 8,1 Set 34,6 11,6 36,4 10,0 36,9 9,7 35,8 10,6 37,7 9,9 0,0 0,0 36,3 10,4 Out 35,4 14,5 36,1 13,4 38,7 10,7 36,0 11,0 38,3 10,2 0,0 0,0 36,9 12,0 Nov 34,8 16,1 33,0 11,7 37,4 15,6 35,2 15,4 34,6 13,4 0,0 0,0 35,0 14,4 Dez 34,3 16,3 33,2 16,2 35,0 16,9 34,2 12,3 34,7 14,2 0,0 0,0 34,3 15,2 Fonte: INMET, 2015. TEMPERATURAS MÁXIMAS E MÍNIMAS MENSAL DA REGIÃO DE SETE LAGOAS NOS ÚLTIMOS CINCO ANOS.
  • 6.
  • 7.
    Produção de Volumoso Planejamento Quantasvacas? Novilhas? Qual a área? Existe algum silo? E o tamanho do silo? Qual forrageira a ser usada?
  • 8.
    • Quanto devolumoso devemos armazenar na seca? – Quantidade de animais e consumo – Estágio do animal – Produção de forragem – Qualidade da forragem – Tamanho do cocho
  • 11.
  • 14.
    Figuras: Microscopia eletrônicade grânulos de amido no endosperma de milho farináceo (a) e de milho duro (b) a b
  • 15.
    Grão inteiro demilho nas fezes indica que a silagem não foi apropriadamente processada , colhida tardiamente ou uso de híbridos com grãos duros.
  • 21.
  • 25.
  • 27.
    Estádio de maturação Grãos da forragem ensilada(%) Grãos nas fezes (%) Produção de grãos (kg/MS/ha) Perda de grãos kg/MS/ha) Grãos digeridos (%) Leitoso 35,1 2,9 3.878 112 97,1 Pastoso 45,2 9,8 4.381 429 90,2 Farináceo 48,9 13,1 5.696 746 86,9 Farináceo duro 51,3 14,7 5.691 836 85,3 Duro 47,4 13,3 5.206 692 86,7 Porcentagem de aproveitamento de grãos na silagem de sorgo Fonte: Adaptado de Demarchi (1993).
  • 28.
    Fotos: Adriano deSouza Guimarães Grãos de sorgo inteiros em fezes de bovinos
  • 29.
    Item SM SSGSSC Produção de leite total (Kg/dia) 28,81a 24,69b 24,14b Produção leite corrigida (4% de gordura) 30,65a 25,63b 26,10b Gordura do leite (%) 4,39b 4,31b 4,56a Proteína do leite (%) 3,25a 2,97c 3,05b Peso Vivo médio bruto (kg) 642,81a 609,13c 625,44b Desempenho de vacas leiteiras alimentadas com silagem de sorgo granífero (SSG), silagem de sorgo sacarino (SSC) e silagem de milho (SM). FONTE: Adaptado de Nascimento, et al., 2008.
  • 30.
    Silagem de milhorehidratado Renata Apocalypse N. Pereira Pesquisadora – EPAMIG - URESM
  • 31.
    Silagem de milhorehidratado • tecnologia inovadora de conservação de milho grão moído • rehidratação do grão de milho moído adequadamente conservado na forma de silagem
  • 32.
    Silagem de milhorehidratado
  • 33.
    Silagem de milhorehidratado
  • 34.
    Silagem de milhorehidratado
  • 35.
    Silagem de milhorehidratado
  • 36.
    Silagem de milhorehidratado Quais as vantagens? • forma barata de armazenamento - preço do milho estiver mais baixo • Como alternativa ao grão úmido – quando não tem de maquinário ou passou da época • Aumenta a digestibilidade do milho para o animal
  • 37.
    Silagem de milhorehidratado Construção do silo • dimensionamento do silo de acordo com a necessidade de cada fazenda (retirada diária = mínimo 10 cm de espessura) • 1m de alt. x 1m de larg.e densidade de 900 kg/m3 e fatia 10 cm = 90 kg de silagem • O comprimento do silo = necessidade
  • 38.
    Silagem de milhorehidratado Construção do silo 1 m de altura 1 m de largura Silo 1 m largura x 1m altura Camada mínima de corte de 10 cm Aprox. 90 kg de silagem Uso diário mínimo
  • 39.
    Silagem de milhorehidratado Moagem e rehidratação • a primeira operação é a moagem do milho • Diversos equipamentos - triturador de grão úmido acoplado a um sistema de eixo sem fim de alimentação de grãos (chupim) ambos movido por tratores • Para rehidratação - mangueira na parte inferior da triturador de grão, com furos ou aspersores em forma de leque, de modo que o milho recém moído receba água o mais uniforme possível
  • 40.
    Silagem de milhorehidratado • Moagem e rehidratação
  • 41.
    Silagem de milhorehidratado Moagem e rehidratação
  • 42.
    Silagem de milhorehidratado Moagem e rehidratação
  • 43.
    Silagem de milhorehidratado Rehidratação 35 litros de água para cada 100 kg de milho moído (35% de umidade) O grão seco – 12% de umidade
  • 44.
    Silagem de milhorehidratado Rehidratação
  • 45.
    Silagem de milhorehidratado Distribuirão, compactação e vedação  constante compactação - retirar o ar da massa ensilada  carregamento do silo em camadas inclinadas “do fundo para a boca do silo” diminuindo a área de superfície da silagem em contato com o ar  O tempo de enchimento do silo deve ser o mais rápido possível (1 a 2 dias). Vedação do silo com lonas próprias (dupla face)  Importante : redução e menor exposição ao oxigênio
  • 46.
    Silagem de milhorehidratado Distribuirão, compactação e vedação
  • 47.
    Silagem de milhorehidratado Inoculantes - específicos para silagem de grão úmido - melhoram o processo fermentativo e diminui as perdas (Lactobacillus plantarum); - aplicação do inoculante – de acordo com o fabricante; - massa ensilada receba o inoculante uniformemente; - não utilizar água clorada ou contaminada.
  • 48.
    Silagem de milhorehidratado Desabastecimento e uso - ideal seria a partir de 3 a 4 meses; - retirar fatias uniformes de silagem; - não realizar corte em bancadas; - camada mínima diária de corte; - recolocar a lona sobre a boca do silo (painel).
  • 49.
    54,3 71,6 64,2 77,5 Degradabilidade efetiva norúmen (% da matéria seca) de grãos maduros de milho de textura dura ou farinácea do endosperma, moído ou rehidratado e ensilado. Fonte: Pereira, 2014.
  • 50.
    CANA-DE-AÇÚCAR VANTAGENS Produção por ha; Nãonecessita de conservação; Sacarose; Animais gostam.
  • 51.
    DESVANTAGENS Baixos teores dePB; Baixos teores de minerais; Fibra de baixa qualidade; Corte diário.
  • 52.
    Sugestão de manejode variedades de cana-de-açúcar para alimentação de bovinos em Minas Gerais. Dias de Safra 45 75 75 Precoce Média Tardia RB76-5418¹ RB85-5536 RB72454 SP80-1842 RB86-7515 RB86-7515 RB83-5486 RB92-8064 RB92579 RB98710 SP79-1011¹ SP80-1816 SP80-3280 SP81-3250¹ IAC86-2480¹ IACSP93-3046¹ ¹ Variedades com menor relação FDN/teor de sacarose. Fonte: Adaptado de Macêdo & Silva, 2013.
  • 53.
  • 54.
  • 55.
    Uréia na dieta %da MN % da MS g/dia NNAM g/d Aa1 g/d Glicose g/d Lípides g/d AGV2 moles/d 0 0 0 25,6 100,7 340,5 37,0 25,0 0,15 0,50 25 44,0 182,9 148,0 38,8 28,5 0,30 1,00 50 47,2 196,9 136,2 39,1 28,7 0,50 1,67 83,3 47,4 197,8 135,5 39,1 28,7 1,00 3,33 166,7 47,5 198,2 135,2 39,2 28,7 Estimativa de fluxo duodenal de nitrogênio não-amoniacal de origem microbiana (NNAM) e de nutrientes absorvidos no intestino com suplementação de uréia em novilhas de 200 kg de peso vivo. Assume consumo diário de matéria seca (MS) de 5 kg e cana com 30% de MS na matéria natural (MN). 1Aa = Aminoácidos. 2AGV = Ácidos graxos voláteis Modelo matemático da digestão capaz de prever a absorção de nutrientes em bovinos alimentados com dietas à base de cana-de-açúcar (Dijkstra et al., 1996)
  • 58.
  • 59.
    Tamanho de partícula 3a 8 mm Foto: Adriano Souza Guimarães
  • 60.
    NITROMINERAL EPAMIG Cana INGREDIENTESQUANTIDADE URÉIA 55% FOSFATO BICÁLCIO 14% SAL MINERAL 20% SAL COMUM (BRANCO) 5% SULFATO DE AMÔNIA 6% TOTAL 100% DOSAGEM DA MISTURA 14 g/Kg de cana Fonte: Informe Agropecuário – Cana de Açúcar. Pesq. José Joaquim Ferreira
  • 61.
  • 62.
    NITROPROTEICO EPAMIG Cana INGREDIENTESQUANTIDADE FARELO DE SOJA 83,0% URÉIA 5,2% FOSFATO BICÁLCIO 2,0% CALCÁRIO 1,2% SAL MINERAL 6,4% SAL COMUM (BRANCO) 1,6% SULFATO DE AMÔNIA 0,6% TOTAL 100% DOSAGEM DA MISTURA 50 g/Kg de cana Fonte: Informe Agropecuário – Cana de Açúcar. Pesq. José Joaquim Ferreira
  • 63.
    Ganho de Pesoe Consumo de MS e PB por bezerros alimentados com cana-de-açúcar suplementada com uréia + sulfato de amônio e sal mineral no cocho, Nitromineral Epamig e Nitroproteico Epamig. Ítem Sal Mineral no cocho Nitromineral Epamig Nitroprotéico Epamig Bezerros (n°) 11 12 12 Dias (n°) 140 140 140 Idade (meses) 11,9 11,5 11,8 Peso Vivo Inicial (Kg) 203,2 203,7 203,2 Peso Vivo Final (Kg) 229,5 239,8 278,5 Ganho Médio Diário (Kg)* 0,188 a 0,258 b 0,538 c Consumo MS (Kg/Cab./dia) 3,29 3,33 4,81 Consumo PB (Kg/Cab./dia) 0,42 0,37 0,52 Fonte: Informe Agropecuário – Cana de Açúcar. * Teste Student Newman Keuls (P < 0,05). Pesq. José Joaquim Ferreira
  • 64.
    SILAGEM DE CANA Facilitao manejo na propriedade Acidente: queima do canavial Fermentação Alcoólica Perda de qualidade Baixa consumo
  • 65.
    SILAGEM DE CANA Leveduras Resistentesa baixo pH – 3,5 a 6,5 Silagem não estabiliza Perde efeito da cana madura
  • 66.
    Silagem de Canacom Casca de Café
  • 67.
    T1 = Cana-de-açúcar(CA) + Lactobacillus buchneri (testemunha) T2 = CA + 10 % de casca de café (CC) + 1% de ureia T3 = CA + 10 % de CC + 2% de ureia T4 = CA + 20 % de CC + 1% de ureia T5 = CA + 20 % de CC + 2% de ureia T6 = CA + 30 % de CC + 1% de ureia T7 = CA + 30 % de CC + 2% de ureia
  • 68.
    Tratamentos MS (%) PB (% naMS) DIVMS (%) pH N-NH3 (% de N total) T1 - CA + LB 26,97 d 3,80 c 46,54 d 3,38 f 8,25 a T2 - CA + 10 CC + 1 U 34,52 c 10,41 d 55,57 c 3,65 d 6,85 b T3 - CA + 10 CC + 2 U 33,25 c 14,77 b 53,18 d 3,58 e 6,86 b T4 - CA + 20 CC + 1 U 38,65 b 11,12 d 59,75 a 3,77 b 6,25 b T5 - CA + 20 CC + 2 U 39,21 b 15,20 a 57,72 b 3,71 c 4,72 c T6 - CA + 30 CC + 1 U 40,49 b 14,38 b 61,12 a 3,86 a 4,04 c T7 - CA + 30 CC + 2 U 44,34 a 15,79 a 61,97 a 3,90 a 4,55 c Valores de matéria seca (MS), de proteína bruta (PB), digestibilidade in vitro da MS, pH, nitrogênio amoniacal (N-NH3) das silagens de cana-de-açúcar com diferentes proporçõesde casca de café e ureia Médias seguidas da mesma letra na coluna não diferem estatisticamente pelo teste de Scott Knott a 5%
  • 69.
    ADITIVOS • COMUNS NOMERCADO ??????????? » Lactobacillus buchneri • OPÇÕES » POLPA DE CITRUS » MDPS » FUBAS E FARELOS » URÉIA 0,5 - 1,5% » ADITIVOS SECOS 4%
  • 70.
  • 71.
    VANTAGENS Produção de MSpor ha; Capineiras são persistentes; Facilidade de manejo.
  • 72.
    DESVANTAGENS Alta umidade naensilagem; Silagem menos nutritiva que a de milho e sorgo.
  • 75.
    Resultado de umaRação Impresso em: 17/03/2015 Uso Exclusivo de: Clenderson C. M. Gonçalves Diretório: DadosBC4-NRC2000 Hora: 21:36 Ração: Taboão Confinamento 2014 Cliente: CONSUMO(Kg/Dia) M.Natural % Concentrado: M.Seca Concentrado: % Volumoso: Volumoso: Relação Volumoso/Concentrado M.Seca M.Natural CARACTERÍSTICAS DO ANIMAL Peso Vivo: Peso Final: Ganho de Peso: Condição Corporal: 5 1,50 480 Kg 400 Kg Peso Referência: 450 Kg Castrado NRC - 2000 6,0041 19,4559 5,66784,9959 54,58 % 45,42 % 22,56 % 77,44 % Sexo: Composição Alimentar - Volumoso Custo Volumoso(s) Mat. Seca Mat. Natural Mistura Qtde. Min. Qtde. Max. M. Natural Total Kg Kg % Kg Kg R$/Kg R$ M. Seca R$/Kg Milho Silagem Parte 6,004087 19,455889100,0000 6,000000 100,000000 0,100 1,9460,324 Total : 6,004087 19,455889100,0000 R$ 1,946Custo Total do Volumoso (Mat. Nat.) : Composição Alimentar - Concentrado Custo Concentrado(s) Mat. Seca Mat. Natural Mistura Qtde. Min. Qtde. Max. M. Natural Total Kg Kg % Kg Kg R$/Kg R$ M. Seca R$/Kg Milho Grão Moído 2,567690 2,929815 51,6923 0,000000 100,000000 0,440 1,2890,502 Milho Des. C/Palha e 1,800000 2,049180 36,1548 0,000000 1,800000 0,200 0,4100,228 Soja Farelo 0,350000 0,395212 6,9729 0,350000 100,000000 1,330 0,5261,502 Núcleo Matsuda 0,139906 0,139906 2,4684 0,000000 100,000000 1,720 0,2411,720 Uréia 0,138317 0,153685 2,7115 0,000000 100,000000 1,390 0,2141,544 Total : 4,995913 5,667799100,0000 R$ 2,680 Custo Total da Ração (Vol. + Conc.) : Custo Total do Concentrado (Mat. Nat.) : R$ 4,626 Atendimento das Exigências Nutricionais Nutrientes Unidade Total Qtde. Mínima Qtde. MáximaVolumoso Concentrado Cálcio Kg 0,039565 0,039565 0,0989130,0215530,018012 Cinzas Kg 0,504173 0,000000 999999,9999000,2339890,270184 CNF Kg 4,637987 0,000000 999999,9999002,8968011,741185 Extrato Etéreo % 3,050287 0,000000 96317,0526123,1227402,990000 FDN Kg 4,393940 2,595594 5,2000001,0508643,343076 Fósforo Kg 0,029233 0,022109 0,0552720,0178250,011408 NDT Kg 7,428317 7,428317 7,7315133,7111863,717130 PDR Kg 1,039093 1,039093 1,2031600,7088080,330285 Página 1 TD Software Ltda. 1983 - 2007 Resultado de uma Ração Impresso em: 17/03/2015 Uso Exclusivo de: Clenderson C. M. Gonçalves Diretório: DadosBC4-NRC2000 Hora: 21:36 Ração: Confinamento Capim Elefante 2014 Cliente: CONSUMO(Kg/Dia) M.Natural % Concentrado: M.Seca Concentrado: % Volumoso: Volumoso: Relação Volumoso/Concentrado M.Seca M.Natural CARACTERÍSTICAS DO ANIMAL Peso Vivo: Peso Final: Ganho de Peso: Condição Corporal: 5 1,30 480 Kg 435 Kg Peso Referência: 450 Kg Castrado NRC - 2000 3,0500 11,0188 8,11427,1711 29,84 % 70,16 % 42,41 % 57,59 % Sexo: Composição Alimentar - Volumoso Custo Volumoso(s) Mat. Seca Mat. Natural Mistura Qtde. Min. Qtde. Max. M. Natural Total Kg Kg % Kg Kg R$/Kg R$ M. Seca R$/Kg Capim Elefante Silagem 3,050000 11,018786100,0000 0,000000 3,050000 0,030 0,3310,108 Total : 3,050000 11,018786100,0000 R$ 0,331Custo Total do Volumoso (Mat. Nat.) : Composição Alimentar - Concentrado Custo Concentrado(s) Mat. Seca Mat. Natural Mistura Qtde. Min. Qtde. Max. M. Natural Total Kg Kg % Kg Kg R$/Kg R$ M. Seca R$/Kg Milho Grão Moído 6,021997 6,871288 84,6827 0,000000 100,000000 0,440 3,0230,502 Soja Farelo 0,588147 0,664122 8,1847 0,000000 100,000000 1,330 0,8831,502 Sal Mineral Phós Recria 0,200970 0,200970 2,4768 0,000000 100,000000 1,200 0,2411,200 Bicarbonato de Sódio 0,200000 0,200000 2,4648 0,200000 100,000000 1,684 0,3371,684 Uréia 0,160000 0,177778 2,1910 0,000000 0,160000 1,390 0,2471,544 Total : 7,171114 8,114159100,0000 R$ 4,731 Custo Total da Ração (Vol. + Conc.) : Custo Total do Concentrado (Mat. Nat.) : R$ 5,062 Atendimento das Exigências Nutricionais Nutrientes Unidade Total Qtde. Mínima Qtde. MáximaVolumoso Concentrado Cálcio Kg 0,035711 0,035711 0,0892780,0262560,009455 Cinzas Kg 0,377993 0,000000 999999,9999000,1339930,244000 CNF Kg 4,708527 0,000000 999999,9999004,3833970,325130 Extrato Etéreo % 3,017371 0,000000 100,0000003,5011141,880000 FDN Kg 3,060033 2,757309 5,6550000,7862582,273775 Fósforo Kg 0,033180 0,020634 0,0515850,0295200,003660 NDT Kg 7,161305 7,161305 7,4536035,6344751,526830 PDR Kg 1,001742 1,001742 1,1599120,9286950,073048 Página 1 TD Software Ltda. 1983 - 2007
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