ENV LVE-TE!
Pela centralidade das Infâncias na
Identidade Profissional
Quem somos?
De onde vimos?
Por onde fomos?
“E agora para onde vamos?”
Revista Digital
O QUE NOS UNE?
- Práticas -
Conceção de criança
- Competente; sujeito de ação; participante; agente social;
Brincar como atividade principal
A escuta das crianças
- Interesses; saberes; dificuldades;
Avaliação participada (crianças e famílias), autêntica,
contínuada, reinvestida na ação
Identificação e respeito pelas diferenças
Negação do currículo “pronto a vestir”;
Ação pedagógica baseada na interação social;
Valorização dos afetos;
Valorização do erro e do conflito como
oportunidades de aprendizagem;
Valorização do trabalho em equipa;
Defesa de práticas reflexivas
– sobre a ação
– sobre as implicações da EI e da ação dos educadores
Reconhecimento da importância da investigação sobre
a prática
Descontentamento com a racionalidade técnica na
atividade docente
Busca da qualidade (procura ativa)
O QUE NOS UNE?
- Preocupações -
Escolarização da EI e outras práticas
desadequadas
Processos de articulação, transições
A falta de reflexão e investigação-ação
A falta de formação e supervisão entre pares
Distância entre a formação inicial e contínua
Falta de uma política de defesa da infância
O impacto das mudanças sociais na infância
Horários das crianças
Desvalorização da EI e consequente
desvalorização dos educadores
BRIGAD
/envolv.te

Envolve-te!

  • 1.
    ENV LVE-TE! Pela centralidadedas Infâncias na Identidade Profissional
  • 2.
  • 3.
  • 5.
    “E agora paraonde vamos?”
  • 15.
  • 17.
    O QUE NOSUNE? - Práticas -
  • 18.
    Conceção de criança -Competente; sujeito de ação; participante; agente social; Brincar como atividade principal A escuta das crianças - Interesses; saberes; dificuldades; Avaliação participada (crianças e famílias), autêntica, contínuada, reinvestida na ação
  • 19.
    Identificação e respeitopelas diferenças Negação do currículo “pronto a vestir”; Ação pedagógica baseada na interação social; Valorização dos afetos; Valorização do erro e do conflito como oportunidades de aprendizagem; Valorização do trabalho em equipa;
  • 20.
    Defesa de práticasreflexivas – sobre a ação – sobre as implicações da EI e da ação dos educadores Reconhecimento da importância da investigação sobre a prática Descontentamento com a racionalidade técnica na atividade docente Busca da qualidade (procura ativa)
  • 21.
    O QUE NOSUNE? - Preocupações -
  • 22.
    Escolarização da EIe outras práticas desadequadas Processos de articulação, transições A falta de reflexão e investigação-ação A falta de formação e supervisão entre pares Distância entre a formação inicial e contínua
  • 23.
    Falta de umapolítica de defesa da infância O impacto das mudanças sociais na infância Horários das crianças Desvalorização da EI e consequente desvalorização dos educadores
  • 24.