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Psicóloga Valéria Maria Barreto concede entrevista ao Folha Jovem onde esclarece dúvidas
apresentadas pelo grupo.
        Exploração sexual infanto-juvenil : causas e consequências.
“Nos últimos anos, um fenômeno tem se perpetuado nas grandes capitais brasileiras, a
chamada prostituição infantil. Além da degradação moral de toda espécie humana, a onda de
pedofilia está contribuindo para criar uma geração precoce de portadores do vírus da AIDS, já
que as crianças, mais frágeis fisicamente, estão propensas a sofrer ferimentos durante o ato,
o que facilita a infecção.”
Folha Jovem: Por que o índice de prostituição aumentou de 2009 para 2011?
Psicóloga Valéria Maria: A auto-estima está muito baixa, o que causa a desvalorização do
corpo jovem da menina, a prostituição aumenta também por falta de conhecimento.
Folha Jovem: Quais as principais causas da prostituição infantil?
Psicóloga Valéria Maria: Falta de informação sobre a sua sexualidade, a geração de dinheiro
mais fácil. A mídia também contribui, pois vincula o ‘tenho que ser magra’, ‘tenho que ter o
cabelo liso’ e etc. a sexualidade. Isso faz com que a menina queira copiar os modelos ditados
e ela acaba se prostituindo pelo dinheiro fácil. A falta de diálogo com os pais, que não estão
sabendo usar as palavras com seus filhos,também é uma causa.
Folha Jovem: O que se passa na mente desses adolescentes?
Psicóloga Valéria Maria: Que eles vão conseguir a tal liberdade, serão livres, eles querem
pegar a liberdade por cima e liberdade se conquista com o tempo, e assim acabam ficando
mais presos a drogas, cafetinas, cafetões, falta uma comunicação.
Folha Jovem: A família tem grande influência nesse caso?
Psicóloga Valéria Maria: Não só a família, mas a política, a escola... eles não deveriam ficar só
ditando regras. A escola, a família e a psicologia tinham que se unir, pois os três têm grandes
influências.
Folha Jovem :Essas pessoas, na maioria das vezes, vão para esse mundo por não ter boas
condições financeiras ou não serem apoiadas, elas não tem nenhuma expectativa de vida.O
que o governo faz ou pode fazer por essas crianças ?
Psicóloga Valéria Maria: O Governo mal ou bem tem as escolas, o que eles podem fazer é ter
consciência do valor das pessoas, aí eu perguntaria ao governador se ele sustentaria sua
família com 500 reais ? Com certeza não! Isso também é um problema para a educação.
Folha Jovem: Quais os riscos que eles correm se expondo dessa maneira?
Psicóloga Valéria Maria: Os ricos são doenças de altas complexidades, como AIDS, gonorréia
e etc. Além de uma gravidez indesejada.
Folha Jovem: Muitas vezes elas tornam-se escravas do sexo para ganharem dinheiro para
comer, se vestir e principalmente para se drogar. Normalmente são aliciadas por cafetinas e
cafetões, que muitas das vezes permanecem por trás de organizações. Você acha que a Lei
deveria ser mais rígida em relação a isso?
Psicóloga Valéria Maria: Sim e não. Sim, porque é preciso ter uma lei que defenda o
adolescente, a lei é rígida, mas tem muitas brechas, a lei deveria ser mais consciente.
Folha Jovem: Existem leis que proíbem aos motéis a entrada de menores de 18 anos. No
entanto, essas leis não são respeitadas. Deveria haver mais fiscalização por parte da polícia
ou do governo nesses ambientes?
Psicóloga Valéria Maria: Pode até haver, mas o brasileiro sempre dá um jeitinho, tinha que
ensinar essas meninas a se respeitarem, unir psicologia, escola e família.
Folha Jovem: Geralmente, quem são esses clientes, que contribuem para a prostituição
infantil?
Psicóloga Valéria Maria: São homens que precisam de algo para se sentirem mais jovens e
com isso buscam meninas novas para se sentirem mais homem.
Folha Jovem: O que deveria ser feito para acabar com a prostituição?
Psicóloga Valéria Maria: As pessoas deveriam amar mais, não estou falando de amor carnal,
pois se ''eu te amo’’ eu vou te respeitar. Envolve a auto-estima, está faltando amor, aquele
amor que constrói, que te faz cuidar e respeitar, não é amor tópico e sim o amor verdadeiro
que aprendemos na nossa família. Vocês não ouvem Roberto Carlos, Exaltassamba, Alexandre
Pires, etc.? Vamos praticar as letras de amor cantadas, positivamente ! Então sim, poderíamos
pensar em ensinar ao adolescente a falar... Seré fundamental e o que é ser? Eis a questão, se
cada um fizer sua parte vamos conseguir diminuir as consequências negativas para o ser
humano.
   Folha Jovem, dia 29 de junho de 2011.
   Por Nathálya Barros Soares, Fernanda Vassoler dos Santos, Patrícia Santos da Conceição,
   Mylena Barros Ramos e Taiana de Oliveira e Silva.
Muitos professores exercem apenas o papel de professor e esquecem o principal o se ser
educador.
Formada em Pedagogia pela Universidade de Nova Iguaçu, aos 29 anos. Professora de
Educação Infantil do município de Queimados, Christiane Pinho Dias Lima está escrevendo um
artigo para ingressar no mestrado, cuja sua defesa é “Professor versos Educador”.
Grupo: Qual a diferença entre professor e educador?
Pedagoga: O professor apenas exerce a função de passar conteúdos, o educador se empenha
em formar o educando consciente dos seus direitos e deveres na sociedade.
Grupo: A senhora se considera um professor ou um educador?
Pedagoga: Considero-me uma educadora, pois estou sempre preocupada em formar um
cidadão crítico e consciente de seus direitos na sociedade.
Grupo: A maioria dos professores acha injusto o salário que recebem para exercer a sua
profissão. E a senhora, qual a sua opinião?
Pedagoga: Sim, eu concordo. Professores e educadores deveriam ser mais valorizados, pois
todos os profissionais dependem de nós para adquirirem a sua formação.
Grupo: A senhora gosta da sua profissão? Por quê?
Pedagoga: Sim, porque me considero uma pessoa importante e valorizada pelos meus alunos,
me sinto a pessoa mais incrível do mundo ao ver meu trabalho reconhecido e valorizado por
eles.
Grupo: Como a senhora avalia seus alunos?
Pedagoga: Avalio seu desenvolvimento, seu relacionamento com os outros, sua capacidade
de criar e de criticar. Realizo minhas avaliações de maneira lúdica, crítica e construtiva através
de relatório bimestral.
Grupo: A senhora acha que só o professor ou educador tem a função de formar cidadãos
críticos?
Pedagoga: Não, os pais ou familiares aos quais o educando convive devem transferir a esses
cidadãos, ética e cidadania para melhor desenvolvimento na sociedade.
Grupo: A senhora acredita que o aluno é um papel em branco? Por quê?
Pedagoga: Não, pois todo aluno tem conhecimento, nós apenas temos que estimular e fazer
com que esse aluno desenvolva o seu melhor através de seus conhecimentos prévios.
Grupo: Como é sua relação com os responsáveis dos seus alunos?
Pedagoga: Sou bastante clara e objetiva nos meus métodos de ensino e aprendizagem
trazendo os responsáveis a participarem ativamente do ensino aprendizagem.
Grupo: O que a senhora faz quando seu aluno não está desempenhando seu papel de
educando?
Pedagoga: Tento diagnosticar o seu problema de ensino e aprendizagem, pedindo aos
responsáveis e orientadores da escola que ajudem para entender e tentar resolver da melhor
maneira, sem prejudicar o educando.
Grupo: Quais são as suas considerações finais em relação ao seu papel de professor e
educador?
Pedagoga: Considero – me uma educadora que faz de tudo para o melhor desempenho e o
desenvolvimento dos educandos na construção do ensino aprendizagem, na formação de um
ser crítico e consciente de seus deveres e direitos na sociedade e que conquistarão seus
espaços profissional e social.
Turma 1002, Junho de 2011.

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Entrevista rosangela

  • 1. Psicóloga Valéria Maria Barreto concede entrevista ao Folha Jovem onde esclarece dúvidas apresentadas pelo grupo. Exploração sexual infanto-juvenil : causas e consequências. “Nos últimos anos, um fenômeno tem se perpetuado nas grandes capitais brasileiras, a chamada prostituição infantil. Além da degradação moral de toda espécie humana, a onda de pedofilia está contribuindo para criar uma geração precoce de portadores do vírus da AIDS, já que as crianças, mais frágeis fisicamente, estão propensas a sofrer ferimentos durante o ato, o que facilita a infecção.” Folha Jovem: Por que o índice de prostituição aumentou de 2009 para 2011? Psicóloga Valéria Maria: A auto-estima está muito baixa, o que causa a desvalorização do corpo jovem da menina, a prostituição aumenta também por falta de conhecimento. Folha Jovem: Quais as principais causas da prostituição infantil? Psicóloga Valéria Maria: Falta de informação sobre a sua sexualidade, a geração de dinheiro mais fácil. A mídia também contribui, pois vincula o ‘tenho que ser magra’, ‘tenho que ter o cabelo liso’ e etc. a sexualidade. Isso faz com que a menina queira copiar os modelos ditados e ela acaba se prostituindo pelo dinheiro fácil. A falta de diálogo com os pais, que não estão sabendo usar as palavras com seus filhos,também é uma causa. Folha Jovem: O que se passa na mente desses adolescentes? Psicóloga Valéria Maria: Que eles vão conseguir a tal liberdade, serão livres, eles querem pegar a liberdade por cima e liberdade se conquista com o tempo, e assim acabam ficando mais presos a drogas, cafetinas, cafetões, falta uma comunicação. Folha Jovem: A família tem grande influência nesse caso? Psicóloga Valéria Maria: Não só a família, mas a política, a escola... eles não deveriam ficar só ditando regras. A escola, a família e a psicologia tinham que se unir, pois os três têm grandes influências. Folha Jovem :Essas pessoas, na maioria das vezes, vão para esse mundo por não ter boas condições financeiras ou não serem apoiadas, elas não tem nenhuma expectativa de vida.O que o governo faz ou pode fazer por essas crianças ? Psicóloga Valéria Maria: O Governo mal ou bem tem as escolas, o que eles podem fazer é ter consciência do valor das pessoas, aí eu perguntaria ao governador se ele sustentaria sua família com 500 reais ? Com certeza não! Isso também é um problema para a educação. Folha Jovem: Quais os riscos que eles correm se expondo dessa maneira? Psicóloga Valéria Maria: Os ricos são doenças de altas complexidades, como AIDS, gonorréia e etc. Além de uma gravidez indesejada. Folha Jovem: Muitas vezes elas tornam-se escravas do sexo para ganharem dinheiro para comer, se vestir e principalmente para se drogar. Normalmente são aliciadas por cafetinas e cafetões, que muitas das vezes permanecem por trás de organizações. Você acha que a Lei deveria ser mais rígida em relação a isso? Psicóloga Valéria Maria: Sim e não. Sim, porque é preciso ter uma lei que defenda o adolescente, a lei é rígida, mas tem muitas brechas, a lei deveria ser mais consciente. Folha Jovem: Existem leis que proíbem aos motéis a entrada de menores de 18 anos. No entanto, essas leis não são respeitadas. Deveria haver mais fiscalização por parte da polícia ou do governo nesses ambientes?
  • 2. Psicóloga Valéria Maria: Pode até haver, mas o brasileiro sempre dá um jeitinho, tinha que ensinar essas meninas a se respeitarem, unir psicologia, escola e família. Folha Jovem: Geralmente, quem são esses clientes, que contribuem para a prostituição infantil? Psicóloga Valéria Maria: São homens que precisam de algo para se sentirem mais jovens e com isso buscam meninas novas para se sentirem mais homem. Folha Jovem: O que deveria ser feito para acabar com a prostituição? Psicóloga Valéria Maria: As pessoas deveriam amar mais, não estou falando de amor carnal, pois se ''eu te amo’’ eu vou te respeitar. Envolve a auto-estima, está faltando amor, aquele amor que constrói, que te faz cuidar e respeitar, não é amor tópico e sim o amor verdadeiro que aprendemos na nossa família. Vocês não ouvem Roberto Carlos, Exaltassamba, Alexandre Pires, etc.? Vamos praticar as letras de amor cantadas, positivamente ! Então sim, poderíamos pensar em ensinar ao adolescente a falar... Seré fundamental e o que é ser? Eis a questão, se cada um fizer sua parte vamos conseguir diminuir as consequências negativas para o ser humano. Folha Jovem, dia 29 de junho de 2011. Por Nathálya Barros Soares, Fernanda Vassoler dos Santos, Patrícia Santos da Conceição, Mylena Barros Ramos e Taiana de Oliveira e Silva. Muitos professores exercem apenas o papel de professor e esquecem o principal o se ser educador. Formada em Pedagogia pela Universidade de Nova Iguaçu, aos 29 anos. Professora de Educação Infantil do município de Queimados, Christiane Pinho Dias Lima está escrevendo um artigo para ingressar no mestrado, cuja sua defesa é “Professor versos Educador”. Grupo: Qual a diferença entre professor e educador? Pedagoga: O professor apenas exerce a função de passar conteúdos, o educador se empenha em formar o educando consciente dos seus direitos e deveres na sociedade. Grupo: A senhora se considera um professor ou um educador? Pedagoga: Considero-me uma educadora, pois estou sempre preocupada em formar um cidadão crítico e consciente de seus direitos na sociedade. Grupo: A maioria dos professores acha injusto o salário que recebem para exercer a sua profissão. E a senhora, qual a sua opinião? Pedagoga: Sim, eu concordo. Professores e educadores deveriam ser mais valorizados, pois todos os profissionais dependem de nós para adquirirem a sua formação. Grupo: A senhora gosta da sua profissão? Por quê? Pedagoga: Sim, porque me considero uma pessoa importante e valorizada pelos meus alunos, me sinto a pessoa mais incrível do mundo ao ver meu trabalho reconhecido e valorizado por eles. Grupo: Como a senhora avalia seus alunos? Pedagoga: Avalio seu desenvolvimento, seu relacionamento com os outros, sua capacidade de criar e de criticar. Realizo minhas avaliações de maneira lúdica, crítica e construtiva através de relatório bimestral. Grupo: A senhora acha que só o professor ou educador tem a função de formar cidadãos críticos?
  • 3. Pedagoga: Não, os pais ou familiares aos quais o educando convive devem transferir a esses cidadãos, ética e cidadania para melhor desenvolvimento na sociedade. Grupo: A senhora acredita que o aluno é um papel em branco? Por quê? Pedagoga: Não, pois todo aluno tem conhecimento, nós apenas temos que estimular e fazer com que esse aluno desenvolva o seu melhor através de seus conhecimentos prévios. Grupo: Como é sua relação com os responsáveis dos seus alunos? Pedagoga: Sou bastante clara e objetiva nos meus métodos de ensino e aprendizagem trazendo os responsáveis a participarem ativamente do ensino aprendizagem. Grupo: O que a senhora faz quando seu aluno não está desempenhando seu papel de educando? Pedagoga: Tento diagnosticar o seu problema de ensino e aprendizagem, pedindo aos responsáveis e orientadores da escola que ajudem para entender e tentar resolver da melhor maneira, sem prejudicar o educando. Grupo: Quais são as suas considerações finais em relação ao seu papel de professor e educador? Pedagoga: Considero – me uma educadora que faz de tudo para o melhor desempenho e o desenvolvimento dos educandos na construção do ensino aprendizagem, na formação de um ser crítico e consciente de seus deveres e direitos na sociedade e que conquistarão seus espaços profissional e social. Turma 1002, Junho de 2011.