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I Seminário do
  Ensino Médio.

Blumenau, Santa
 Catarina
Antônio Diomário de Queiroz
         Professor
1. Educação para o mundo do trabalho
em Santa Catarina
2. Formação profissional na sociedade
contemporânea.
3. Alguns comentários às Novas
Diretrizes Curriculares Nacionais para o
Ensino Médio
1. Educação para o mundo do trabalho
em Santa Catarina
2. Formação profissional na sociedade
contemporânea.
3. Alguns comentários às Novas
Diretrizes Curriculares Nacionais para o
Ensino Médio
Investir     em     educação       reduz
  desigualdades sociais.
Na indústria, promover a educação do
  trabalhador não é só questão social,
  mas iniciativa estratégica para a
  competitividade.
Estudo da Confederação Nacional da
  Indústria (CNI) aponta que quase 70%
  das empresas sentem falta de
  trabalhadores      com      formação
  adequada, seja ela relacionada à
  educação básica ou profissional.



                    Diário Catarinense
                       26/09/2012
Programa de Gestão e Vivência
        Empresarial
A Formação do Trabalhador para o
      Emprego Qualificado
      O exemplo da FABET
O Caminhão Escola foi criado com o
 objetivo de preparar motoristas de
caminhões pesados e semi-pesados,
com a finalidade de enfrentarem com
  maior qualificação as evoluções
    tecnológicas do segmento do
  transporte rodoviário de cargas.
Custos - No transporte, direção econômica, manutenção
preventiva em pneus, gestão de documentos e interpretação de
mapas e guias

Legislação - No trânsito, responsabilidade civil, no transporte,
direção responsável
Laboratórios - Mecânica Básica, refrigeração, informática
básica, rastreamento e gerenciamento de risco
Prática Supervisionada - Avaliação veicular, manobras,
práticas nas rodovias
Desenvolvimento Interpessoal - Construção de
Compromisso; Escolha, compromisso e responsabilidade; Eu, eu e
outro, percepção de si e do outro; Auto-estima a automotivação
permanente; Marketing pessoal e atendimento ao cliente;
Comunicação e Feedback; O gestor de uma unidade móvel; Plano
de desenvolvimento pessoal; Gestão de qualidade no trabalho

Saúde do Motorista - Ergonomia, Drogadicção, DST e Aids,
Meio Ambiente, Alimentação, Primeiros Socorros, Zoossanitarismo
ÍNDICE DO DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA




ÍNDICE 1998: 0,753                                              ÍNDICE 2004: 0,837




                     ÍNDICE DO DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA - IDEB SC 1998
                     PADRÕES                  ÍNDICE               NÍVEL EFICÁCIA

                                           0,950 - 1,000               ALTO
                                           0,900 - 0,949           MÉDIO ALTO
                                           0,800- 0,899               MÉDIO
                                           0,700 - 0,799          MÉDIO BAIXO
                                           0,000 - 0,699              BAIXO
                        FONTE: SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E INOVAÇÃO
                        ELABORAÇÃO: GERÊNCIA DE INFORMAÇÕES EDUCACIONAIS
ATENDIMENTO NO ENSINO FUNDAMENTAL NA FAIXA
        ETÁRIA DE 7 A 14 ANOS DE IDADE




TAXA ATENDIMENTO 1998: 100%                                          TAXA ATENDIMENTO 2004: 97%

                     ÍNDICE DO DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA - IDEB SC 1998
                     PADRÕES                  ÍNDICE               NÍVEL EFICÁCIA

                                           0,950 - 1,000               ALTO
                                           0,900 - 0,949           MÉDIO ALTO
                                           0,800- 0,899               MÉDIO
                                           0,700 - 0,799          MÉDIO BAIXO
                                           0,000 - 0,699              BAIXO
                        FONTE: SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E INOVAÇÃO
                        ELABORAÇÃO: GERÊNCIA DE INFORMAÇÕES EDUCACIONAIS
ATENDIMENTO NO ENSINO MÉDIO NA FAIXA ETÁRIA DE 15
               A 17 ANOS DE IDADE
                   EVOLUÇÃO 1998-2004: 42%




 TAXA ATENDIMENTO 1998: 42%                                           TAXA ATENDIMENTO 2004: 60%

                      ÍNDICE DO DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA - IDEB SC 1998
                      PADRÕES                  ÍNDICE               NÍVEL EFICÁCIA

                                            0,950 - 1,000               ALTO
                                            0,900 - 0,949           MÉDIO ALTO
                                            0,800- 0,899               MÉDIO
                                            0,700 - 0,799          MÉDIO BAIXO
                                            0,000 - 0,699              BAIXO
                         FONTE: SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E INOVAÇÃO
                         ELABORAÇÃO: GERÊNCIA DE INFORMAÇÕES EDUCACIONAIS
EDUCAÇÃO PROFISSIONAL – ARTICULAÇÃO COM
            EDUCAÇÃO SUPERIOR
                                                                                           Joinville
                                                                    Mafra                      
          Campo Erê
                                               Canoinhas
                                                                     

SMO   Maravilha                                                                    
                                          Caçador
                                                                                  Timbó
                                                                                           
                             Água Doce                                              Blumenau       Itajaí
                                          Videira
                                Treze Tílias
                        Concórdia                                  Rio do Sul
              Chapecó                                                                        Brusque
                                Joaçaba              Curitibanos
                                Capinzal
                                   Campos Novos
                                                                                               Florianópolis
                                                                                  Rancho
                                                                                                        
                                               S J Cerrito                       Queimado

                                                         Lages
                                                          (02) 
                                                                                   Orleans
                                                                   São Joaquim                  Laguna

                                                                                     Tubarão
                                                                            Urussanga      

                                                                                   
                                                                                Criciúma
                                                                     Araranguá
EDUCAÇÃO BÁSICA – ARTICULAÇÃO COM
        EDUCAÇÃO SUPERIOR

Ensino Médio – 250 mil alunos matriculados
correspondendo a 60% de atendimento na faixa
etária de 15 a 17 anos.

Educação de Jovens e Adultos – 60 mil alunos
atendidos em nível de Ensino Médio.

Educação Profissional – 15 mil alunos matriculados
correspondendo a 27% (incluindo educação técnica
e qualificação básica), dos quais 30% ingressam no
ensino superior.
Desafios da
                               Educação
                            Superior no Brasil
                                Revista Solidaridad Global da
                              Universidad Nacional de Villa Maria
                                      Córdoba Argentina




 2. Eliminar o descompasso entre a educação superior e
   a educação básica. Somente no ensino fundamental o
   Brasil conseguiu alcançar níveis próximos à
   universalização, com qualidade questionada pela
   sociedade.
Diomário Queiroz
Março/2007
Pnud, UNESCO, OIT, Unicef:

           “O número de professores terá de aumentar
          em 18 milhões na próxima década se o mundo
              quiser universalizar o ensino básico.”

Não há solução viável para os desafios educacionais com a falta de
   professores e de investimento na capacitação contínua e de
   medidas para promover o respeito à profissão e melhorar as
                     condições de trabalho.
Média de Servidores - SED

           66.366                68.433
70.000                                               62.934
                                                                      61.212

60.000                        22.480
         22.099                                   16.825            13.773
50.000



40.000
                               25.064              24.722            24.844
          23.982
30.000



20.000


          20.285               20.889               21.386           21.439
10.000



    0
         2002                 2003                2004              2005


                    INATIVO               ATIVO               ACT              Fonte: IFRH109C
22%                                       11%


                                                                         10%




                                                                         9%
22%

                                                               8%
                     5%          5%                 8%

ALTERAÇÃO C.H.            INÍCIO DE ANO-S/TITULAR   FUNÇÃO GRATIFICADA
LICENÇAS DE SAÚDE         SEMESTRALIDADE            OUTROS
LICENÇA PRÊMIO            CEJA                      DISPENSA
322   438                 1096
 101    254                                              388
      203         480          313                     837
229                                                            502
      148                356                     320
            398                280         336
                   307               238
                                                         403
                               159
                                                  227
                                                             2.312
                                     406
                                             249
                                                        509 399

                                                  886

                                            548
FERNANDO PAIXÃO E MARCELO KNOBEL
 Entre as questões em debate em educação, destaca-se hoje a

  quantidade de profissionais em áreas de ciência e tecnologia.
 Muitos propõem formar mais engenheiros e mais professores de

  química e física criando vagas no ensino superior para essas
  carreiras.
 Essas propostas são importantes, mas não levam em consideração

  limitações dos alunos.
 O que de fato limita a qualidade e o número de formandos nas

  áreas de ciências exatas e tecnológicas? Dados do Pisa (Programa
  Internacional de Avaliação de Estudantes) apontam que a maior
  restrição está no número de jovens com habilidades mínimas em
  matemática.
Os dados mostram que 88,1% dos alunos não chegam ao nível 3 - não sabem,
  portanto, ler gráficos. Além disso, 96,1% não conseguem explicar o que ocorre numa
  troca de moeda se a taxa mudar.
A distribuição limita o percentual dos nossos jovens em áreas que exijam competências
   mínimas em matemática, classificados do nível quatro para melhor. Só 3,8% dos
   participantes brasileiros do Pisa alcançaram esse desempenho.
Brasil
Evasão das Áreas Básicas - %
 80                                                                                75%
 70
 60                             59%
                                                                  52%
 50
               42%
 40                                                  32%
 30
 20
 10
  0




                                                                        Lic.Qui.
                                                           Lic.Qui.
                     C.Exatas




                                                           Bach. e
                                      Bach.Química
      Brasil




                                                                                   diplom ação
                                                                                   retenção
                                                                                   evasão
Brasil
50%
      Evasão - Área Básica
45%

40%

35%   24%             30%                  21%               22%
30%

25%

20%

15%

10%

5%

0%
      Física          Matem ática          Quím ica          Brasil

               2001      2002       2003              2004     2005
Programa MAGISTER
          Estudo do quadro de pessoal do magistério público
                                1995


1) único concurso público onde as vagas não estão
   preenchidas
2) maior defasagem de pessoal habilitado é nas disciplinas
   das ciências exatas
3) diminui oferta de vagas em cursos de licenciatura
4) diminui oferta nas exatas devido ao alto custo com
   laboratórios e ao número de desistência
5) perfil do acadêmico de licenciatura: baixa renda, 50%
   rotativos, origem de escola pública, onde matemática,
   química, física, biologia e arte eram disciplinas com quase
   80% de não habilitados
Programa
                       MAGISTER

   Objetivo: formação de professores das redes
   Objetivo
  Estadual e Municipal de ensino, nas áreas mais
                    deficitárias
Implantação – 1996
Implantados em cursos de licenciatura,
oferecidos pelas IES, através de contratos
firmados com a SED
185 turmas implantadas
18 municípios
 09 cursos
Programa MAGISTER


O professor-aluno do MAGISTER está em efetivo
exercício e não deixa a sala de aula para fazer o
seu curso, possibilitando, desta forma, a
verdadeira dialética do
ensino-aprendizagem e a
aplicação do novo paradigma do
conhecimento: não basta saber é
preciso saber fazer
Apresentação
Professor Estevão Roberto Ribeiro
                        DG/CEAD
   Em 1991 foi criado o Núcleo de Apoio Pedagógico -
    NAPE/FAED, com a missão de capacitar e dar
    assessoria pedagógica para docentes de 14
    municípios da Grande Florianópolis.

   Em 2000, o CEAD/UDESC passou a atender cerca de
    60 municípios, num total aproximado de 3.500
    alunos.
   Em 2001 foi implementado a terceira etapa do
    projeto, atendendo mais 100 municípios e 9.300
    alunos, o que elevou o contingente total para
    aproximadamente 13.000 alunos matriculados.

                                                         
                                                                    
                                                             
                                                            
                                                 
                                                     

                                            
                                                         
                                         SUL




                                            Etapa 1 (Proj. Piloto)
                                             Etapa 2 (Ago. 2000)
                                             Etapa 3 (Ago. 2001)
Praia Grande   São João do Sul
O E S T E




Etapa 2
Etapa 3
Características Metodológicas

Sistema duo-modal (80% distância e 20%
 presencial)
  ◦ Fase Presencial (nos núcleos):
     encontros professor disciplina – tutor (capacitação)
     encontros aluno - professor-tutor (mínimo duas por
      semana)
     encontros aluno – tutor – professor disciplinas (estudo
      Caderno Pedagógico)
     encontros de avaliação aluno – tutor

  ◦ Fase a Distância
17471

               14200   14200            14785
                                                 13705


                                                   9100   Matriculados
                                                          Formados


       3688                               3136

240                               221

1999    2000    2001    2002    2003     2004     2005
Qualificação para a docência dos
professores universitários e do ensino
      médio deve ser repensada



Docência como alternativa profissional
Formar bem os professores não
 basta; é indispensável que suas
capacitações sejam melhoradas
  para acompanhar as mudanças
     do processo educacional na
      sociedade contemporânea.
A utilização didática das
novas tecnologias da
informação e da
comunicação favorece o
processo pedagógico da
proposta curricular no
mundo novo. É, pois,
obrigação ética de uma
política pública de
educação ampliar as
possibilidades de
utilização desse poderoso
meio didático.
  Diomário Queiroz – 2005
  Artigo: Uma nova escola para o novo mundo
1. Educação para o mundo do trabalho
em Santa Catarina
2. Formação profissional na sociedade
contemporânea.
3. Alguns comentários às Novas
Diretrizes Curriculares Nacionais para o
Ensino Médio
O símbolo do novo mundo é a
     NET, isto é, a Rede




A dinâmica de nossa sociedade, e particularmente de
nossa economia, obedece progressivamente à lógica
 das redes. Entender como funcionam as redes é a
  chave para entender como funciona a sociedade.


                                            Kelvin Kelly
A Sociedade em Rede
     Promove a cultura                   Gera uma quantidade
participativa e a integração                  imensa de
                                             oportunidades




                               RED
                                E
Faz                                                                 r
    a   brir                                                v alo
             siste                                      o
                   mas                          p ele
                       fe   ch ad          Im
                                    os
Tecnologias de
             Informação e
          Comunicação - tics




A emergência e difusão de novas tecnologias vinculadas à
      informática e microeletrônica, à telemática, à
biotecnologia, aos novos materiais e à química fina estão
 provocando mudanças fundamentais na organização da
               produção e nos mercados.
                                 Adaptado de Engº Sérgio Roberto Arruda
Conhecimento é fator
     de produção
   determinante da
formação do valor nas
    organizações.
Duas questões importantes
 emergem como
resultado da globalização das
 economias:

1. Mudanças no conteúdo do
 trabalho
2. Mudanças nas formas de
 emprego

            Engº Sérgio Roberto Arruda
Duas questões importantes emergem como
        resultado da globalização:




  1. Mudanças no conteúdo do trabalho
  2. Mudanças nas formas de emprego


                       Adaptado de Engº Sérgio Roberto Arruda
 Uso de inovações tecnológicas
 Uso de inovações tecnológicas
 nos processos produtivos
 nos processos produtivos

 Flexibilização de produtos, de
 Flexibilização de produtos, de
 processos e de pessoas
 processos e de pessoas
 (trabalhadores multifuncionais)
 (trabalhadores multifuncionais)




          Adaptado de Engº Sérgio Roberto Arruda
                Engº Sérgio Roberto Arruda
 Diminuição de ocupações tradicionais
                como:
                       recepcionistas,
                        guarda livros,
                         digitadores,
                         arquivistas,
                   mestres e contramestres,
                supervisores e gerentes médios.



                             Engº Sérgio Roberto Arruda
 Crescimento da prestação de
 serviços.
 Exigência de maior
 qualificação e maior
 compreensão do processo
 produtivo total e uma grande
 disposição para mudanças.




             Engº Sérgio Roberto Arruda
 Competências e conhecimentos alinhados com a
            necessidade das pessoas
                 Flexibilidade
      Motivação para continuar os estudos




                            Adaptado de Engº Sérgio Roberto Arruda
 Competências e
  conhecimentos
  alinhados com a
  necessidade do
  mercado
 Flexibilidade
 Motivação para

  continuar os estudos
            Engº Sérgio Roberto Arruda
    Confiança em si mesmo
    Capacidade de conviver
     com pessoas de
     diferentes meios
    Modo de vida equilibrado
     e saudável
    Conhecimento de outras
     línguas
    Compreensão de outros
     países do mundo




    Adaptado de Engº Sérgio Roberto Arruda
O profissional do mundo novo
         Em todos os campos de
       conhecimento, o ensino de
        qualidade se definirá pela
         formação do profissional
      crítico, agente transformador
        da sociedade, consciente
       de sua cidadania, capaz de
           enfrentar e solucionar
        problemas, a mente aberta
      para um processo contínuo de
                 educação.




Painel: O ensino, a universidade e o mundo novo, 1994
1. Educação para o mundo do trabalho
em Santa Catarina
2. Formação profissional na sociedade
contemporânea.
3. Alguns comentários às Novas
Diretrizes Curriculares Nacionais para o
Ensino Médio
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996.

TÍTULO I
Da Educação
Art. 1º. A educação abrange os processos formativos que se
desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no
trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos
movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas
manifestações culturais.
(...)
§2º. A educação escolar deverá vincular-se ao mundo do
trabalho e à prática social.
Diretrizes Curriculares Nacionais para o EM
            Resolução N° 2, de 30 de janeiro 2012.


                    TÍTULO I, Capítulo I
                           Objeto

Art. 2º - As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino
Médio articulam-se com as Diretrizes Curriculares Nacionais
Gerais para a Educação Básica e reúnem princípios,
fundamentos e procedimentos, definidos pelo Conselho
Nacional de Educação, para orientar as políticas públicas
educacionais da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios na elaboração, planejamento, implementação e
avaliação das propostas curriculares das unidades escolares
públicas e particulares que oferecem o Ensino Médio.
Diretrizes Curriculares Nacionais para o EM
            Resolução N° 2, de 30 de janeiro 2012.


                   TÍTULO I, Capítulo II
               Referencial legal e Conceitual
Art. 3º O Ensino Médio é um direito social de cada pessoa, e
dever do Estado na sua oferta pública e gratuita a todos.

Art. 4º As unidades escolares que ministram esta etapa da
Educação Básica devem estruturar seus projetos político-
pedagógicos considerando as finalidades previstas na Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional:
I - a consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos
adquiridos no Ensino Fundamental,         possibilitando o
prosseguimento de estudos;
Diretrizes Curriculares Nacionais para o EM
             Resolução N° 2, de 30 de janeiro 2012.

                    TÍTULO I, Capítulo II
               Referencial legal e Conceitual
Art. 4º
II - a preparação básica para o trabalho e a cidadania do
educando para continuar aprendendo, de modo a ser capaz de
se adaptar a novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento
posteriores;

III - o aprimoramento do educando como pessoa humana,
incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia
intelectual e do pensamento crítico;

IV - a compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos
processos produtivos, relacionando a teoria com a prática.
Diretrizes Curriculares Nacionais para o EM
             Resolução N° 2, de 30 de janeiro 2012.


                    TÍTULO I, Capítulo II
                 Referencial legal e Conceitual
Art. 5° O EM em todas as suas formas de oferta e
organização, baseia-se em: (...)
II – trabalho e pesquisa como princípios educativos e
pedagógicos (...)
V – indissociabilidade entre educação e prática social (...)
VII – aceitação da diversidade e da realidade concreta ...das
formas de produção, dos processos de trabalho (...)
VIII - integração entre educação e as dimensões do trabalho, da
ciência, da tecnologia e da cultura como base da proposta e do
desenvolvimento curricular.
Diretrizes Curriculares Nacionais para o EM
                   Resolução N° 2, de 30 de janeiro 2012.

                          TÍTULO II, Capítulo I
                   Organização curricular
Art. 9° - Componentes curriculares obrigatórios da LDB:
I - Linguagens:
a) Língua Portuguesa;
b) Língua Materna, para populações indígenas;
c) Língua Estrangeira moderna;
d) Arte, em suas diferentes linguagens: cênicas, plásticas e,
obrigatoriamente, a musical;
e) Educação Física.

II - Matemática.
                                     IV - Ciências Humanas:
III - Ciências da Natureza:          a) História;
a) Biologia;                         b) Geografia;
b) Física;                           c) Filosofia;
c) Química.                          d) Sociologia.
Diretrizes Curriculares Nacionais para o EM
              Resolução N° 2, de 30 de janeiro 2012.

                       TÍTULO II, Capítulo I
                     Organização curricular
Art. 10 - Componentes curriculares obrigatórios pela legislação
específica:
I - Língua Espanhola, de oferta obrigatória pelas unidades
escolares, embora facultativa para o estudante
II - Com tratamento transversal e integradamente, permeando
todo o currículo, no âmbito dos demais componentes
curriculares:
      Educação alimentar e nutricional
      Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso,
      Educação Ambiental
      Educação para o Trânsito
      Educação em Direitos Humanos
Diretrizes Curriculares Nacionais para o EM
              Resolução N° 2, de 30 de janeiro 2012.

                     TÍTULO II, Capítulo I
                   Organização curricular

Componentes curriculares facultativos:

Art. 11. Outros componentes curriculares, a critério dos sistemas
de ensino e das unidades escolares e definidos em seus
projetos político-pedagógicos, podem ser incluídos no currículo,
sendo tratados ou como disciplina ou com outro formato,
preferencialmente, de forma transversal e integradora.
Diretrizes Curriculares Nacionais para o EM
               Resolução N° 2, de 30 de janeiro 2012.
                       TÍTULO II, Capítulo I
                     Organização curricular
Art. 12. O currículo do Ensino Médio deve:
I - garantir ações que promovam:
a)a educação tecnológica básica, (...)
b) o processo histórico de transformação da sociedade e da cultura;
c) a língua portuguesa como instrumento de comunicação, acesso ao
conhecimento e exercício da cidadania;
II - adotar metodologias de ensino e de avaliação de aprendizagem
que estimulem a iniciativa dos estudantes;
III - organizar os conteúdos, as metodologias e as formas de avaliação
de tal forma que ao final do Ensino Médio o estudante demonstre:
a) domínio dos princípios científicos e tecnológicos que presidem a
produção moderna;
b) conhecimento das formas contemporâneas de linguagem.
Diretrizes Curriculares Nacionais para o EM
                 Resolução N° 2, de 30 de janeiro 2012.

                         TÍTULO II, Capítulo II
                  Formas de oferta e organização
Art 14
II - no Ensino Médio regular, a duração mínima é de 3 (três) anos, com carga
horária mínima total de 2.400 (duas mil e quatrocentas) horas, tendo como
referência uma carga horária anual de 800 (oitocentas) horas, distribuídas em
pelo menos 200 (duzentos) dias de efetivo
trabalho escolar;
III - o Ensino Médio regular diurno, quando adequado aos seus estudantes,
pode se organizar em regime de tempo integral com, no mínimo, 7 (sete)
horas diárias;
V - na modalidade de Educação de Jovens e Adultos, observadas suas
Diretrizes específicas, com duração mínima de 1.200 (mil e duzentas) horas,
deve ser especificada uma organização curricular e metodológica
diferenciada para os estudantes trabalhadores(...)
Diretrizes Curriculares Nacionais para o EM
               Resolução N° 2, de 30 de janeiro 2012.



                      TÍTULO II, Capítulo II
                Do projeto político pedagógico
Art 15 (...)

Deve traduzir a proposta educativa construída coletivamente...

Deve considerar os estudantes e os professores como sujeitos
históricos e de direitos, participantes ativos e protagonistas na
sua diversidade e singularidade. (...)
Diretrizes Curriculares Nacionais para o EM
                Resolução N° 2, de 30 de janeiro 2012.

                         TÍTULO II, Capítulo II
                  Do projeto político pedagógico
Art 16
Deve considerar:
I - atividades integradoras artístico-culturais, tecnológicas e de iniciação
científica, vinculadas ao trabalho, ao meio ambiente e à prática social;
II - problematização como instrumento de incentivo à pesquisa, à curiosidade
pelo inusitado e ao desenvolvimento do espírito inventivo;
VII - integração com o mundo do trabalho por meio de estágios de estudantes
do Ensino Médio, conforme legislação específica;
VIII - utilização de diferentes mídias como processo de dinamização dos
ambientes de aprendizagem e construção de novos saberes;
XXII - condições materiais, funcionais e didático-pedagógicas, para que os
profissionais da escola efetivem as proposições do projeto.
Diretrizes Curriculares Nacionais para o EM
                 Resolução N° 2, de 30 de janeiro 2012.

                         TÍTULO II, Capítulo II
                       Dos sistemas de ensino

Art. 17. Os sistemas de ensino (...) na busca da melhor adequação possível
às necessidades dos estudantes e do meio social, devem:
I - criar mecanismos que garantam liberdade, autonomia e responsabilidade
às unidades escolares, fortalecendo sua capacidade de concepção,
formulação e execução de suas propostas político-pedagógicas; (...)
VI - instituir sistemas de avaliação e utilizar os sistemas de avaliação
operados pelo Ministério da Educação, a fim de acompanhar resultados,
tendo como referência as expectativas de aprendizagem dos conhecimentos
e saberes a serem alcançados, a legislação e as normas,
estas Diretrizes, e os projetos político-pedagógicos das unidades escolares.
Diretrizes Curriculares Nacionais para o EM
               Resolução N° 2, de 30 de janeiro 2012.

                         TÍTULO II, Capítulo II
                       Dos sistemas de ensino

Art. 18. Para a implementação destas Diretrizes, cabe aos sistemas de
ensino prover:
I - os recursos financeiros e materiais necessários à ampliação dos tempos e
espaços dedicados ao trabalho educativo nas unidades escolares;
II - aquisição, produção e/ou distribuição de materiais didáticos e escolares
adequados;
III - professores com jornada de trabalho e formação, inclusive continuada,
adequadas para o desenvolvimento do currículo, bem como dos gestores e
demais profissionais das unidades escolares;
IV - instrumentos de incentivo e valorização dos profissionais da educação,
com base em planos de carreira e outros dispositivos voltados para esse fim;
V - acompanhamento e avaliação dos programas e ações educativas nas
respectivas redes e unidades escolares.
Direção estratégica apontada por
            Jacó Anderle:
“A construção de um sistema de
   educação de qualidade para
todos os catarinenses, integrado
     e articulado em todas as
   modalidades de ensino, num
    processo de aprendizagem
  aberto e comprometido com o
   social, no qual, mais do que
   instruir se educa o cidadão,
  estimulando sua criatividade e
 seu espírito crítico, no contexto
    da pesquisa e das relações
comunitárias, para construir uma
   vida e um mundo melhores”.
                             Diomário Queiroz, discurso de Posse
                                             26 de julho de 2005.
Obrigado,
Diomário Queiroz
diomarioq@terra.com.br

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Ensino Médio e o Mundo do Trabalho

  • 1. I Seminário do Ensino Médio. Blumenau, Santa Catarina
  • 2. Antônio Diomário de Queiroz Professor
  • 3. 1. Educação para o mundo do trabalho em Santa Catarina 2. Formação profissional na sociedade contemporânea. 3. Alguns comentários às Novas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio
  • 4. 1. Educação para o mundo do trabalho em Santa Catarina 2. Formação profissional na sociedade contemporânea. 3. Alguns comentários às Novas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio
  • 5. Investir em educação reduz desigualdades sociais. Na indústria, promover a educação do trabalhador não é só questão social, mas iniciativa estratégica para a competitividade. Estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que quase 70% das empresas sentem falta de trabalhadores com formação adequada, seja ela relacionada à educação básica ou profissional. Diário Catarinense 26/09/2012
  • 6.
  • 7.
  • 8. Programa de Gestão e Vivência Empresarial
  • 9. A Formação do Trabalhador para o Emprego Qualificado O exemplo da FABET
  • 10. O Caminhão Escola foi criado com o objetivo de preparar motoristas de caminhões pesados e semi-pesados, com a finalidade de enfrentarem com maior qualificação as evoluções tecnológicas do segmento do transporte rodoviário de cargas.
  • 11. Custos - No transporte, direção econômica, manutenção preventiva em pneus, gestão de documentos e interpretação de mapas e guias Legislação - No trânsito, responsabilidade civil, no transporte, direção responsável Laboratórios - Mecânica Básica, refrigeração, informática básica, rastreamento e gerenciamento de risco Prática Supervisionada - Avaliação veicular, manobras, práticas nas rodovias
  • 12. Desenvolvimento Interpessoal - Construção de Compromisso; Escolha, compromisso e responsabilidade; Eu, eu e outro, percepção de si e do outro; Auto-estima a automotivação permanente; Marketing pessoal e atendimento ao cliente; Comunicação e Feedback; O gestor de uma unidade móvel; Plano de desenvolvimento pessoal; Gestão de qualidade no trabalho Saúde do Motorista - Ergonomia, Drogadicção, DST e Aids, Meio Ambiente, Alimentação, Primeiros Socorros, Zoossanitarismo
  • 13. ÍNDICE DO DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA ÍNDICE 1998: 0,753 ÍNDICE 2004: 0,837 ÍNDICE DO DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA - IDEB SC 1998 PADRÕES ÍNDICE NÍVEL EFICÁCIA 0,950 - 1,000 ALTO 0,900 - 0,949 MÉDIO ALTO 0,800- 0,899 MÉDIO 0,700 - 0,799 MÉDIO BAIXO 0,000 - 0,699 BAIXO FONTE: SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E INOVAÇÃO ELABORAÇÃO: GERÊNCIA DE INFORMAÇÕES EDUCACIONAIS
  • 14. ATENDIMENTO NO ENSINO FUNDAMENTAL NA FAIXA ETÁRIA DE 7 A 14 ANOS DE IDADE TAXA ATENDIMENTO 1998: 100% TAXA ATENDIMENTO 2004: 97% ÍNDICE DO DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA - IDEB SC 1998 PADRÕES ÍNDICE NÍVEL EFICÁCIA 0,950 - 1,000 ALTO 0,900 - 0,949 MÉDIO ALTO 0,800- 0,899 MÉDIO 0,700 - 0,799 MÉDIO BAIXO 0,000 - 0,699 BAIXO FONTE: SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E INOVAÇÃO ELABORAÇÃO: GERÊNCIA DE INFORMAÇÕES EDUCACIONAIS
  • 15. ATENDIMENTO NO ENSINO MÉDIO NA FAIXA ETÁRIA DE 15 A 17 ANOS DE IDADE EVOLUÇÃO 1998-2004: 42% TAXA ATENDIMENTO 1998: 42% TAXA ATENDIMENTO 2004: 60% ÍNDICE DO DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA - IDEB SC 1998 PADRÕES ÍNDICE NÍVEL EFICÁCIA 0,950 - 1,000 ALTO 0,900 - 0,949 MÉDIO ALTO 0,800- 0,899 MÉDIO 0,700 - 0,799 MÉDIO BAIXO 0,000 - 0,699 BAIXO FONTE: SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E INOVAÇÃO ELABORAÇÃO: GERÊNCIA DE INFORMAÇÕES EDUCACIONAIS
  • 16. EDUCAÇÃO PROFISSIONAL – ARTICULAÇÃO COM EDUCAÇÃO SUPERIOR Joinville Mafra  Campo Erê Canoinhas  SMO Maravilha  Caçador Timbó  Água Doce Blumenau Itajaí  Videira Treze Tílias Concórdia Rio do Sul Chapecó Brusque Joaçaba Curitibanos Capinzal Campos Novos Florianópolis Rancho  S J Cerrito Queimado Lages (02)  Orleans São Joaquim Laguna Tubarão Urussanga   Criciúma Araranguá
  • 17. EDUCAÇÃO BÁSICA – ARTICULAÇÃO COM EDUCAÇÃO SUPERIOR Ensino Médio – 250 mil alunos matriculados correspondendo a 60% de atendimento na faixa etária de 15 a 17 anos. Educação de Jovens e Adultos – 60 mil alunos atendidos em nível de Ensino Médio. Educação Profissional – 15 mil alunos matriculados correspondendo a 27% (incluindo educação técnica e qualificação básica), dos quais 30% ingressam no ensino superior.
  • 18.
  • 19. Desafios da Educação Superior no Brasil Revista Solidaridad Global da Universidad Nacional de Villa Maria Córdoba Argentina 2. Eliminar o descompasso entre a educação superior e a educação básica. Somente no ensino fundamental o Brasil conseguiu alcançar níveis próximos à universalização, com qualidade questionada pela sociedade. Diomário Queiroz Março/2007
  • 20. Pnud, UNESCO, OIT, Unicef: “O número de professores terá de aumentar em 18 milhões na próxima década se o mundo quiser universalizar o ensino básico.” Não há solução viável para os desafios educacionais com a falta de professores e de investimento na capacitação contínua e de medidas para promover o respeito à profissão e melhorar as condições de trabalho.
  • 21. Média de Servidores - SED 66.366 68.433 70.000 62.934 61.212 60.000 22.480 22.099 16.825 13.773 50.000 40.000 25.064 24.722 24.844 23.982 30.000 20.000 20.285 20.889 21.386 21.439 10.000 0 2002 2003 2004 2005 INATIVO ATIVO ACT Fonte: IFRH109C
  • 22. 22% 11% 10% 9% 22% 8% 5% 5% 8% ALTERAÇÃO C.H. INÍCIO DE ANO-S/TITULAR FUNÇÃO GRATIFICADA LICENÇAS DE SAÚDE SEMESTRALIDADE OUTROS LICENÇA PRÊMIO CEJA DISPENSA
  • 23.
  • 24. 322 438 1096 101 254 388 203 480 313 837 229 502 148 356 320 398 280 336 307 238 403 159 227 2.312 406 249 509 399 886 548
  • 25.
  • 26. FERNANDO PAIXÃO E MARCELO KNOBEL  Entre as questões em debate em educação, destaca-se hoje a quantidade de profissionais em áreas de ciência e tecnologia.  Muitos propõem formar mais engenheiros e mais professores de química e física criando vagas no ensino superior para essas carreiras.  Essas propostas são importantes, mas não levam em consideração limitações dos alunos.  O que de fato limita a qualidade e o número de formandos nas áreas de ciências exatas e tecnológicas? Dados do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes) apontam que a maior restrição está no número de jovens com habilidades mínimas em matemática.
  • 27. Os dados mostram que 88,1% dos alunos não chegam ao nível 3 - não sabem, portanto, ler gráficos. Além disso, 96,1% não conseguem explicar o que ocorre numa troca de moeda se a taxa mudar. A distribuição limita o percentual dos nossos jovens em áreas que exijam competências mínimas em matemática, classificados do nível quatro para melhor. Só 3,8% dos participantes brasileiros do Pisa alcançaram esse desempenho.
  • 28. Brasil Evasão das Áreas Básicas - % 80 75% 70 60 59% 52% 50 42% 40 32% 30 20 10 0 Lic.Qui. Lic.Qui. C.Exatas Bach. e Bach.Química Brasil diplom ação retenção evasão
  • 29. Brasil 50% Evasão - Área Básica 45% 40% 35% 24% 30% 21% 22% 30% 25% 20% 15% 10% 5% 0% Física Matem ática Quím ica Brasil 2001 2002 2003 2004 2005
  • 30. Programa MAGISTER Estudo do quadro de pessoal do magistério público 1995 1) único concurso público onde as vagas não estão preenchidas 2) maior defasagem de pessoal habilitado é nas disciplinas das ciências exatas 3) diminui oferta de vagas em cursos de licenciatura 4) diminui oferta nas exatas devido ao alto custo com laboratórios e ao número de desistência 5) perfil do acadêmico de licenciatura: baixa renda, 50% rotativos, origem de escola pública, onde matemática, química, física, biologia e arte eram disciplinas com quase 80% de não habilitados
  • 31. Programa MAGISTER Objetivo: formação de professores das redes Objetivo Estadual e Municipal de ensino, nas áreas mais deficitárias Implantação – 1996 Implantados em cursos de licenciatura, oferecidos pelas IES, através de contratos firmados com a SED 185 turmas implantadas 18 municípios 09 cursos
  • 32. Programa MAGISTER O professor-aluno do MAGISTER está em efetivo exercício e não deixa a sala de aula para fazer o seu curso, possibilitando, desta forma, a verdadeira dialética do ensino-aprendizagem e a aplicação do novo paradigma do conhecimento: não basta saber é preciso saber fazer
  • 34. Em 1991 foi criado o Núcleo de Apoio Pedagógico - NAPE/FAED, com a missão de capacitar e dar assessoria pedagógica para docentes de 14 municípios da Grande Florianópolis.  Em 2000, o CEAD/UDESC passou a atender cerca de 60 municípios, num total aproximado de 3.500 alunos.  Em 2001 foi implementado a terceira etapa do projeto, atendendo mais 100 municípios e 9.300 alunos, o que elevou o contingente total para aproximadamente 13.000 alunos matriculados.
  • 35.              SUL  Etapa 1 (Proj. Piloto) Etapa 2 (Ago. 2000) Etapa 3 (Ago. 2001) Praia Grande São João do Sul
  • 36. O E S T E Etapa 2 Etapa 3
  • 37. Características Metodológicas Sistema duo-modal (80% distância e 20% presencial) ◦ Fase Presencial (nos núcleos):  encontros professor disciplina – tutor (capacitação)  encontros aluno - professor-tutor (mínimo duas por semana)  encontros aluno – tutor – professor disciplinas (estudo Caderno Pedagógico)  encontros de avaliação aluno – tutor ◦ Fase a Distância
  • 38. 17471 14200 14200 14785 13705 9100 Matriculados Formados 3688 3136 240 221 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005
  • 39. Qualificação para a docência dos professores universitários e do ensino médio deve ser repensada Docência como alternativa profissional
  • 40. Formar bem os professores não basta; é indispensável que suas capacitações sejam melhoradas para acompanhar as mudanças do processo educacional na sociedade contemporânea.
  • 41. A utilização didática das novas tecnologias da informação e da comunicação favorece o processo pedagógico da proposta curricular no mundo novo. É, pois, obrigação ética de uma política pública de educação ampliar as possibilidades de utilização desse poderoso meio didático. Diomário Queiroz – 2005 Artigo: Uma nova escola para o novo mundo
  • 42. 1. Educação para o mundo do trabalho em Santa Catarina 2. Formação profissional na sociedade contemporânea. 3. Alguns comentários às Novas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio
  • 43. O símbolo do novo mundo é a NET, isto é, a Rede A dinâmica de nossa sociedade, e particularmente de nossa economia, obedece progressivamente à lógica das redes. Entender como funcionam as redes é a chave para entender como funciona a sociedade. Kelvin Kelly
  • 44. A Sociedade em Rede Promove a cultura Gera uma quantidade participativa e a integração imensa de oportunidades RED E Faz r a brir v alo siste o mas p ele fe ch ad Im os
  • 45. Tecnologias de Informação e Comunicação - tics A emergência e difusão de novas tecnologias vinculadas à informática e microeletrônica, à telemática, à biotecnologia, aos novos materiais e à química fina estão provocando mudanças fundamentais na organização da produção e nos mercados. Adaptado de Engº Sérgio Roberto Arruda
  • 46. Conhecimento é fator de produção determinante da formação do valor nas organizações.
  • 47. Duas questões importantes emergem como resultado da globalização das economias: 1. Mudanças no conteúdo do trabalho 2. Mudanças nas formas de emprego Engº Sérgio Roberto Arruda
  • 48. Duas questões importantes emergem como resultado da globalização: 1. Mudanças no conteúdo do trabalho 2. Mudanças nas formas de emprego Adaptado de Engº Sérgio Roberto Arruda
  • 49.  Uso de inovações tecnológicas  Uso de inovações tecnológicas nos processos produtivos nos processos produtivos  Flexibilização de produtos, de  Flexibilização de produtos, de processos e de pessoas processos e de pessoas (trabalhadores multifuncionais) (trabalhadores multifuncionais) Adaptado de Engº Sérgio Roberto Arruda Engº Sérgio Roberto Arruda
  • 50.  Diminuição de ocupações tradicionais como: recepcionistas, guarda livros, digitadores, arquivistas, mestres e contramestres, supervisores e gerentes médios. Engº Sérgio Roberto Arruda
  • 51.  Crescimento da prestação de serviços.  Exigência de maior qualificação e maior compreensão do processo produtivo total e uma grande disposição para mudanças. Engº Sérgio Roberto Arruda
  • 52.  Competências e conhecimentos alinhados com a necessidade das pessoas  Flexibilidade  Motivação para continuar os estudos Adaptado de Engº Sérgio Roberto Arruda
  • 53.  Competências e conhecimentos alinhados com a necessidade do mercado  Flexibilidade  Motivação para continuar os estudos Engº Sérgio Roberto Arruda
  • 54. Confiança em si mesmo  Capacidade de conviver com pessoas de diferentes meios  Modo de vida equilibrado e saudável  Conhecimento de outras línguas  Compreensão de outros países do mundo Adaptado de Engº Sérgio Roberto Arruda
  • 55. O profissional do mundo novo Em todos os campos de conhecimento, o ensino de qualidade se definirá pela formação do profissional crítico, agente transformador da sociedade, consciente de sua cidadania, capaz de enfrentar e solucionar problemas, a mente aberta para um processo contínuo de educação. Painel: O ensino, a universidade e o mundo novo, 1994
  • 56. 1. Educação para o mundo do trabalho em Santa Catarina 2. Formação profissional na sociedade contemporânea. 3. Alguns comentários às Novas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio
  • 57. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. TÍTULO I Da Educação Art. 1º. A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais. (...) §2º. A educação escolar deverá vincular-se ao mundo do trabalho e à prática social.
  • 58. Diretrizes Curriculares Nacionais para o EM Resolução N° 2, de 30 de janeiro 2012. TÍTULO I, Capítulo I Objeto Art. 2º - As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio articulam-se com as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica e reúnem princípios, fundamentos e procedimentos, definidos pelo Conselho Nacional de Educação, para orientar as políticas públicas educacionais da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios na elaboração, planejamento, implementação e avaliação das propostas curriculares das unidades escolares públicas e particulares que oferecem o Ensino Médio.
  • 59. Diretrizes Curriculares Nacionais para o EM Resolução N° 2, de 30 de janeiro 2012. TÍTULO I, Capítulo II Referencial legal e Conceitual Art. 3º O Ensino Médio é um direito social de cada pessoa, e dever do Estado na sua oferta pública e gratuita a todos. Art. 4º As unidades escolares que ministram esta etapa da Educação Básica devem estruturar seus projetos político- pedagógicos considerando as finalidades previstas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional: I - a consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no Ensino Fundamental, possibilitando o prosseguimento de estudos;
  • 60. Diretrizes Curriculares Nacionais para o EM Resolução N° 2, de 30 de janeiro 2012. TÍTULO I, Capítulo II Referencial legal e Conceitual Art. 4º II - a preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando para continuar aprendendo, de modo a ser capaz de se adaptar a novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores; III - o aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico; IV - a compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos, relacionando a teoria com a prática.
  • 61. Diretrizes Curriculares Nacionais para o EM Resolução N° 2, de 30 de janeiro 2012. TÍTULO I, Capítulo II Referencial legal e Conceitual Art. 5° O EM em todas as suas formas de oferta e organização, baseia-se em: (...) II – trabalho e pesquisa como princípios educativos e pedagógicos (...) V – indissociabilidade entre educação e prática social (...) VII – aceitação da diversidade e da realidade concreta ...das formas de produção, dos processos de trabalho (...) VIII - integração entre educação e as dimensões do trabalho, da ciência, da tecnologia e da cultura como base da proposta e do desenvolvimento curricular.
  • 62. Diretrizes Curriculares Nacionais para o EM Resolução N° 2, de 30 de janeiro 2012. TÍTULO II, Capítulo I Organização curricular Art. 9° - Componentes curriculares obrigatórios da LDB: I - Linguagens: a) Língua Portuguesa; b) Língua Materna, para populações indígenas; c) Língua Estrangeira moderna; d) Arte, em suas diferentes linguagens: cênicas, plásticas e, obrigatoriamente, a musical; e) Educação Física. II - Matemática. IV - Ciências Humanas: III - Ciências da Natureza: a) História; a) Biologia; b) Geografia; b) Física; c) Filosofia; c) Química. d) Sociologia.
  • 63. Diretrizes Curriculares Nacionais para o EM Resolução N° 2, de 30 de janeiro 2012. TÍTULO II, Capítulo I Organização curricular Art. 10 - Componentes curriculares obrigatórios pela legislação específica: I - Língua Espanhola, de oferta obrigatória pelas unidades escolares, embora facultativa para o estudante II - Com tratamento transversal e integradamente, permeando todo o currículo, no âmbito dos demais componentes curriculares: Educação alimentar e nutricional Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso, Educação Ambiental Educação para o Trânsito Educação em Direitos Humanos
  • 64. Diretrizes Curriculares Nacionais para o EM Resolução N° 2, de 30 de janeiro 2012. TÍTULO II, Capítulo I Organização curricular Componentes curriculares facultativos: Art. 11. Outros componentes curriculares, a critério dos sistemas de ensino e das unidades escolares e definidos em seus projetos político-pedagógicos, podem ser incluídos no currículo, sendo tratados ou como disciplina ou com outro formato, preferencialmente, de forma transversal e integradora.
  • 65. Diretrizes Curriculares Nacionais para o EM Resolução N° 2, de 30 de janeiro 2012. TÍTULO II, Capítulo I Organização curricular Art. 12. O currículo do Ensino Médio deve: I - garantir ações que promovam: a)a educação tecnológica básica, (...) b) o processo histórico de transformação da sociedade e da cultura; c) a língua portuguesa como instrumento de comunicação, acesso ao conhecimento e exercício da cidadania; II - adotar metodologias de ensino e de avaliação de aprendizagem que estimulem a iniciativa dos estudantes; III - organizar os conteúdos, as metodologias e as formas de avaliação de tal forma que ao final do Ensino Médio o estudante demonstre: a) domínio dos princípios científicos e tecnológicos que presidem a produção moderna; b) conhecimento das formas contemporâneas de linguagem.
  • 66. Diretrizes Curriculares Nacionais para o EM Resolução N° 2, de 30 de janeiro 2012. TÍTULO II, Capítulo II Formas de oferta e organização Art 14 II - no Ensino Médio regular, a duração mínima é de 3 (três) anos, com carga horária mínima total de 2.400 (duas mil e quatrocentas) horas, tendo como referência uma carga horária anual de 800 (oitocentas) horas, distribuídas em pelo menos 200 (duzentos) dias de efetivo trabalho escolar; III - o Ensino Médio regular diurno, quando adequado aos seus estudantes, pode se organizar em regime de tempo integral com, no mínimo, 7 (sete) horas diárias; V - na modalidade de Educação de Jovens e Adultos, observadas suas Diretrizes específicas, com duração mínima de 1.200 (mil e duzentas) horas, deve ser especificada uma organização curricular e metodológica diferenciada para os estudantes trabalhadores(...)
  • 67. Diretrizes Curriculares Nacionais para o EM Resolução N° 2, de 30 de janeiro 2012. TÍTULO II, Capítulo II Do projeto político pedagógico Art 15 (...) Deve traduzir a proposta educativa construída coletivamente... Deve considerar os estudantes e os professores como sujeitos históricos e de direitos, participantes ativos e protagonistas na sua diversidade e singularidade. (...)
  • 68. Diretrizes Curriculares Nacionais para o EM Resolução N° 2, de 30 de janeiro 2012. TÍTULO II, Capítulo II Do projeto político pedagógico Art 16 Deve considerar: I - atividades integradoras artístico-culturais, tecnológicas e de iniciação científica, vinculadas ao trabalho, ao meio ambiente e à prática social; II - problematização como instrumento de incentivo à pesquisa, à curiosidade pelo inusitado e ao desenvolvimento do espírito inventivo; VII - integração com o mundo do trabalho por meio de estágios de estudantes do Ensino Médio, conforme legislação específica; VIII - utilização de diferentes mídias como processo de dinamização dos ambientes de aprendizagem e construção de novos saberes; XXII - condições materiais, funcionais e didático-pedagógicas, para que os profissionais da escola efetivem as proposições do projeto.
  • 69. Diretrizes Curriculares Nacionais para o EM Resolução N° 2, de 30 de janeiro 2012. TÍTULO II, Capítulo II Dos sistemas de ensino Art. 17. Os sistemas de ensino (...) na busca da melhor adequação possível às necessidades dos estudantes e do meio social, devem: I - criar mecanismos que garantam liberdade, autonomia e responsabilidade às unidades escolares, fortalecendo sua capacidade de concepção, formulação e execução de suas propostas político-pedagógicas; (...) VI - instituir sistemas de avaliação e utilizar os sistemas de avaliação operados pelo Ministério da Educação, a fim de acompanhar resultados, tendo como referência as expectativas de aprendizagem dos conhecimentos e saberes a serem alcançados, a legislação e as normas, estas Diretrizes, e os projetos político-pedagógicos das unidades escolares.
  • 70. Diretrizes Curriculares Nacionais para o EM Resolução N° 2, de 30 de janeiro 2012. TÍTULO II, Capítulo II Dos sistemas de ensino Art. 18. Para a implementação destas Diretrizes, cabe aos sistemas de ensino prover: I - os recursos financeiros e materiais necessários à ampliação dos tempos e espaços dedicados ao trabalho educativo nas unidades escolares; II - aquisição, produção e/ou distribuição de materiais didáticos e escolares adequados; III - professores com jornada de trabalho e formação, inclusive continuada, adequadas para o desenvolvimento do currículo, bem como dos gestores e demais profissionais das unidades escolares; IV - instrumentos de incentivo e valorização dos profissionais da educação, com base em planos de carreira e outros dispositivos voltados para esse fim; V - acompanhamento e avaliação dos programas e ações educativas nas respectivas redes e unidades escolares.
  • 71. Direção estratégica apontada por Jacó Anderle: “A construção de um sistema de educação de qualidade para todos os catarinenses, integrado e articulado em todas as modalidades de ensino, num processo de aprendizagem aberto e comprometido com o social, no qual, mais do que instruir se educa o cidadão, estimulando sua criatividade e seu espírito crítico, no contexto da pesquisa e das relações comunitárias, para construir uma vida e um mundo melhores”. Diomário Queiroz, discurso de Posse 26 de julho de 2005.

Notas do Editor

  1. Investir em educação reduz desigualdades sociais. Na indústria, promover a educação do trabalhador não é só questão social, mas iniciativa estratégica para a competitividade. Estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que quase 70% das empresas sentem falta de trabalhadores com formação adequada, seja ela relacionada à educação básica ou profissional.