Sistema de Gerenciamento de Segurança Operacional
EFEITOS DO ESTRESSE E DA FADIGA NAS OPERAÇÕES
Por Lucas Carramenha 1
PALESTRA SEGURANÇA DE VOO
MODULO DE PREVENÇÃO
EFEITOS DO ESTRESSE E DA FADIGA
NAS OPERAÇÕES AÉREAS
OBJETIVO
Apresentar informações técnicas e científicas com vistas
a proporcionar melhor entendimento das
peculiaridades que envolvem os efeitos do estresse e
da fadiga nas operações aéreas; e Integrar o ciclo de
palestras educativas que englobam o programa de
promoção da segurança operacional nas atividades
aéreas conforme previsto no MGSO-ACJ.
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EFEITOS DO ESTRESSE E DA FADIGA NAS OPERAÇÕES
Por Lucas Carramenha
FADIGA X ESTRESSE
Por muito tempo confundiu-se estresse, que é
um distúrbio de ordem psicológica, com fadiga, que é
um esgotamento físico
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EFEITOS DO ESTRESSE E DA FADIGA NAS OPERAÇÕES
Por Lucas Carramenha
Estresse na Aviação
A habilidade de voar não é apenas uma condição física. Ela envolve a
capacidade do piloto de perceber, pensar e agir para a melhor tomada de
decisão durante o voo, sem a interferência de fatores externos que possam
comprometer suas escolhas direta ou indiretamente como a preocupação,
raiva e ansiedade.
Estudos tem demonstrado que os fatores emocionais, transtornos mentais e
psicológicos estão repetidamente presentes em acidentes aéreos. A
capacidade de pensar com clareza e agir de forma decisiva é muito
influenciada pelos sentimentos e emoções.
De fato, cada indivíduo vai entrar em pânico antes do normal, se ele estiver
sofrendo de fadiga, alguma doença, preocupação ou raiva. Mas, mesmo assim,
longe do limiar de pânico, o bom senso é seriamente prejudicado sob
estresse.
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EFEITOS DO ESTRESSE E DA FADIGA NAS OPERAÇÕES
Por Lucas Carramenha
Estresse na Aviação
O estresse é a resposta do organismo a determinados
estímulos que representam circunstâncias súbitas ou
ameaçadoras.
O estresse pode ser classificado em três fases básicas:
- FASE DE ALERTA: ocorre quando existe reação a uma ação externa. Nesta fase podem
surgir problemas fisiológicos como taquicardia (batimento mais rápido e forte do coração),
respiração acelerada e suor frio.
- FASE DE RESISTÊNCIA: é a luta do organismo contra a fase de alerta. O indivíduo pode
controlar-se (neste caso o estresse passa despercebido) ou continuar estressado. Normalmente
nessa fase o corpo responde com mudanças de comportamento, insônia e descontentamento.
- FASE DE EXAUSTÃO: persistindo a situação de estresse, é possível surgir uma série de doenças
crônicas. Neste último estágio podem aparecer problemas emocionais, hipertensão, úlceras,
gastrites, fadiga crônica, diabetes, alterações no sono, dentre outras manifestações.
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Fatores Contribuintes - Estresse
ESTRESSE
FÍSICO
FISIOLÓGICO PSICOLÓGICO
OPERACIONAL
Fatores Contribuintes - Estresse
FÍSICO
•Temperatura / Umidade do Ar
•Ruídos/ Vibrações
•Hipoxia / Disbarismo
•Orientação / Desorientação Espacial
FISIOLÓGICO
• Fadiga / Cansaço
•Fome
•Doença
•Aspectos Comportamentais de Risco
PSICOLÓGICO
•Problemas Emocionais (financeiros / familiares)
•Relações Interpessoais
OPERACIONAL
•Treinamento deficiente
•Inexperiência
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Aspectos Comportamentais de Risco
Sobrecarga auto provocada é todo estímulo
desencadeado pelo tripulante em si mesmo,
sobrecarregando seu organismo e afetando seu
desempenho operacional. Dentre eles:
Automedicação
Álcool
Tabagismo
Dieta
Aptidão Física
Prevenção do Estresse
É importante tentar evitar o estresse. Se isto não for
possível, é necessário interromper sua sequência
mudando alguns de seus hábitos.
O site CarreerCast.com realizou em 2011 uma pesquisa
entre 200 profissões e chegou à conclusão que a
carreira mais estressante é a de piloto de avião.
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Por Lucas Carramenha
Fadiga na Aviação
Qual a diferença entre o cansaço e a fadiga?
Fisiologicamente, "fadiga" descreve a incapacidade de continuar
funcionando ao nível normal da capacidade pessoal devido a uma
percepção ampliada do esforço.
A fadiga pode ser perigosa quando são realizadas tarefas que
demandem concentração constante, tais como pilotar um avião.
Quando uma pessoa está suficientemente fatigada, ele ou ela pode
experimentar períodos de MICROSSONO (perda de concentração).
Estes são involuntários e incontroláveis e principalmente
imperceptíveis e podem durar de 3 a 20 segundos podendo ocorres em
qualquer fase do voo. (video1)
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Fadiga na Aviação
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• Causas e Fatores de Risco
• Sintomas da Fadiga
• O que pode-se fazer como um operador
• Informações para os pilotos
Causas da Fadiga
• Falta de sono
• Estresse
• Ansiedade
• Saúde precária
• Interrupção no ritmo circadiano
NOTA: estes também podem ser sintomas de hipóxia ou desidratação.
RITIMO CIRCADIANO: relógio interno no cérebro que nos
diz que devemos estar acordados e trabalhando quando é
dia e que devemos dormir quando é noite.
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Fatores de Risco
• Trabalho prolongado
• Períodos de trabalho/sono conflitante com o ritmo circadiano
• Mudanças de escalas / horários de trabalho imprevisíveis
• Falta de descanso ou soneca durante períodos de trabalho
• Interrupção do sono
• Falta de oportunidades de exercício
• Alimentação deficiente
• estressores ambientais, questões pessoais, morte na família,
divórcio, estresse financeiro.
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CONTROLED FLIGHT INTO TERRAIN
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Sintomas da Fadiga
• Aumento do tempo de resposta
• Diminuição consciência situacional
• Redução da capacidade de concentração em tarefas,
da capacidade de decisão e julgamento
• Perda de memória de curto prazo
• Distração
• Redução da percepção visual
• Alterações de personalidade
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Sintomas da Fadiga
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Fadiga
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Como um operador ou como um piloto
• Não coloque a sua própria agenda à frente da
segurança
• Estudos têm mostrado que a fadiga é um fator
contribuinte em pelo menos 4 a 8% de acidentes
aéreos
• É imperativo para os operadores e empregados
reconhecer a fadiga e o seu papel e reconhecer os
sintomas a tempo de evitar o acidente
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O que fazer para evitar a fadiga?
• Ter o tempo adequado para o descanso livre de
restricoes ou interrupcoes
• Evitar alteracoes constantes nas escalas
• Estar preparado para contingencias quando
ocorrerem atrasos devido a meteorologia, trafego,
problemas mecanicos, etc.
• Ter habitos saudaveis
• Prover um ambiente de trabalho onde o tema
“fadiga”possa ser discutido.
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Como piloto... cuide de VOCÊ!
• Evite cafeína e nicotina antes de deitar, o que pode retardar
o aparecimento de sono
• Evite o álcool, uma vez que pode levar à ruptura do sono e
também atrasar o início do sono
• O que você comer pode ser um fator determinante na
qualidade do sono e duração
• Exercite-se regularmente, mas complete o seu treino pelo
menos 3 horas antes de dormir
• Crie um ambiente propício ao sono que seja escuro,
silencioso e de preferência fresco e confortável
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Dados Estatísticos - CENIPA
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Referências
• http://www.segurancadevoo.com.br
• http://www.pilotfriend.com
• http://aeromagazine.uol.com.br/
• http://www.infoaviacao.com/
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MODULO DE PREVENÇÃO
EFEITOS DO ESTRESSE E DA FADIGA NAS
OPERAÇÕES AÉREAS
Por Lucas Carramenha
(11) 9 98596-1900
lcarramenha@gmail.com

Efeitos do Estresse e da Fadiga nas Operações Aéreas

  • 1.
    Sistema de Gerenciamentode Segurança Operacional EFEITOS DO ESTRESSE E DA FADIGA NAS OPERAÇÕES Por Lucas Carramenha 1 PALESTRA SEGURANÇA DE VOO MODULO DE PREVENÇÃO EFEITOS DO ESTRESSE E DA FADIGA NAS OPERAÇÕES AÉREAS
  • 2.
    OBJETIVO Apresentar informações técnicase científicas com vistas a proporcionar melhor entendimento das peculiaridades que envolvem os efeitos do estresse e da fadiga nas operações aéreas; e Integrar o ciclo de palestras educativas que englobam o programa de promoção da segurança operacional nas atividades aéreas conforme previsto no MGSO-ACJ. 2 Sistema de Gerenciamento de Segurança Operacional EFEITOS DO ESTRESSE E DA FADIGA NAS OPERAÇÕES Por Lucas Carramenha
  • 3.
    FADIGA X ESTRESSE Pormuito tempo confundiu-se estresse, que é um distúrbio de ordem psicológica, com fadiga, que é um esgotamento físico 3 Sistema de Gerenciamento de Segurança Operacional EFEITOS DO ESTRESSE E DA FADIGA NAS OPERAÇÕES Por Lucas Carramenha
  • 4.
    Estresse na Aviação Ahabilidade de voar não é apenas uma condição física. Ela envolve a capacidade do piloto de perceber, pensar e agir para a melhor tomada de decisão durante o voo, sem a interferência de fatores externos que possam comprometer suas escolhas direta ou indiretamente como a preocupação, raiva e ansiedade. Estudos tem demonstrado que os fatores emocionais, transtornos mentais e psicológicos estão repetidamente presentes em acidentes aéreos. A capacidade de pensar com clareza e agir de forma decisiva é muito influenciada pelos sentimentos e emoções. De fato, cada indivíduo vai entrar em pânico antes do normal, se ele estiver sofrendo de fadiga, alguma doença, preocupação ou raiva. Mas, mesmo assim, longe do limiar de pânico, o bom senso é seriamente prejudicado sob estresse. 4 Sistema de Gerenciamento de Segurança Operacional EFEITOS DO ESTRESSE E DA FADIGA NAS OPERAÇÕES Por Lucas Carramenha
  • 5.
    Estresse na Aviação Oestresse é a resposta do organismo a determinados estímulos que representam circunstâncias súbitas ou ameaçadoras. O estresse pode ser classificado em três fases básicas: - FASE DE ALERTA: ocorre quando existe reação a uma ação externa. Nesta fase podem surgir problemas fisiológicos como taquicardia (batimento mais rápido e forte do coração), respiração acelerada e suor frio. - FASE DE RESISTÊNCIA: é a luta do organismo contra a fase de alerta. O indivíduo pode controlar-se (neste caso o estresse passa despercebido) ou continuar estressado. Normalmente nessa fase o corpo responde com mudanças de comportamento, insônia e descontentamento. - FASE DE EXAUSTÃO: persistindo a situação de estresse, é possível surgir uma série de doenças crônicas. Neste último estágio podem aparecer problemas emocionais, hipertensão, úlceras, gastrites, fadiga crônica, diabetes, alterações no sono, dentre outras manifestações. 5 Sistema de Gerenciamento de Segurança Operacional EFEITOS DO ESTRESSE E DA FADIGA NAS OPERAÇÕES Por Lucas Carramenha
  • 6.
    6 Fatores Contribuintes -Estresse ESTRESSE FÍSICO FISIOLÓGICO PSICOLÓGICO OPERACIONAL
  • 7.
    Fatores Contribuintes -Estresse FÍSICO •Temperatura / Umidade do Ar •Ruídos/ Vibrações •Hipoxia / Disbarismo •Orientação / Desorientação Espacial FISIOLÓGICO • Fadiga / Cansaço •Fome •Doença •Aspectos Comportamentais de Risco PSICOLÓGICO •Problemas Emocionais (financeiros / familiares) •Relações Interpessoais OPERACIONAL •Treinamento deficiente •Inexperiência 7
  • 8.
    8 Sistema de Gerenciamentode Segurança Operacional EFEITOS DO ESTRESSE E DA FADIGA NAS OPERAÇÕES Por Lucas Carramenha Aspectos Comportamentais de Risco Sobrecarga auto provocada é todo estímulo desencadeado pelo tripulante em si mesmo, sobrecarregando seu organismo e afetando seu desempenho operacional. Dentre eles: Automedicação Álcool Tabagismo Dieta Aptidão Física
  • 9.
    Prevenção do Estresse Éimportante tentar evitar o estresse. Se isto não for possível, é necessário interromper sua sequência mudando alguns de seus hábitos. O site CarreerCast.com realizou em 2011 uma pesquisa entre 200 profissões e chegou à conclusão que a carreira mais estressante é a de piloto de avião. 9 Sistema de Gerenciamento de Segurança Operacional EFEITOS DO ESTRESSE E DA FADIGA NAS OPERAÇÕES Por Lucas Carramenha
  • 10.
    Fadiga na Aviação Quala diferença entre o cansaço e a fadiga? Fisiologicamente, "fadiga" descreve a incapacidade de continuar funcionando ao nível normal da capacidade pessoal devido a uma percepção ampliada do esforço. A fadiga pode ser perigosa quando são realizadas tarefas que demandem concentração constante, tais como pilotar um avião. Quando uma pessoa está suficientemente fatigada, ele ou ela pode experimentar períodos de MICROSSONO (perda de concentração). Estes são involuntários e incontroláveis e principalmente imperceptíveis e podem durar de 3 a 20 segundos podendo ocorres em qualquer fase do voo. (video1) 10 Sistema de Gerenciamento de Segurança Operacional EFEITOS DO ESTRESSE E DA FADIGA NAS OPERAÇÕES Por Lucas Carramenha
  • 11.
  • 12.
    Fadiga na Aviação 12 Sistemade Gerenciamento de Segurança Operacional EFEITOS DO ESTRESSE E DA FADIGA NAS OPERAÇÕES Por Lucas Carramenha • Causas e Fatores de Risco • Sintomas da Fadiga • O que pode-se fazer como um operador • Informações para os pilotos
  • 13.
    Causas da Fadiga •Falta de sono • Estresse • Ansiedade • Saúde precária • Interrupção no ritmo circadiano NOTA: estes também podem ser sintomas de hipóxia ou desidratação. RITIMO CIRCADIANO: relógio interno no cérebro que nos diz que devemos estar acordados e trabalhando quando é dia e que devemos dormir quando é noite. Sistema de Gerenciamento de Segurança Operacional EFEITOS DO ESTRESSE E DA FADIGA NAS OPERAÇÕES Por Lucas Carramenha 13
  • 14.
    14 Sistema de Gerenciamentode Segurança Operacional EFEITOS DO ESTRESSE E DA FADIGA NAS OPERAÇÕES Por Lucas Carramenha Fatores de Risco • Trabalho prolongado • Períodos de trabalho/sono conflitante com o ritmo circadiano • Mudanças de escalas / horários de trabalho imprevisíveis • Falta de descanso ou soneca durante períodos de trabalho • Interrupção do sono • Falta de oportunidades de exercício • Alimentação deficiente • estressores ambientais, questões pessoais, morte na família, divórcio, estresse financeiro.
  • 15.
    15 Sistema de Gerenciamentode Segurança Operacional CONTROLED FLIGHT INTO TERRAIN Por Lucas Carramenha
  • 16.
    16 Sistema de Gerenciamentode Segurança Operacional EFEITOS DO ESTRESSE E DA FADIGA NAS OPERAÇÕES Por Lucas Carramenha Sintomas da Fadiga • Aumento do tempo de resposta • Diminuição consciência situacional • Redução da capacidade de concentração em tarefas, da capacidade de decisão e julgamento • Perda de memória de curto prazo • Distração • Redução da percepção visual • Alterações de personalidade
  • 17.
    17 Sistema de Gerenciamentode Segurança Operacional EFEITOS DO ESTRESSE E DA FADIGA NAS OPERAÇÕES Por Lucas Carramenha Sintomas da Fadiga
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    18 Sistema de Gerenciamentode Segurança Operacional EFEITOS DO ESTRESSE E DA FADIGA NAS OPERAÇÕES Por Lucas Carramenha Fadiga
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    19 Sistema de Gerenciamentode Segurança Operacional EFEITOS DO ESTRESSE E DA FADIGA NAS OPERAÇÕES Por Lucas Carramenha Como um operador ou como um piloto • Não coloque a sua própria agenda à frente da segurança • Estudos têm mostrado que a fadiga é um fator contribuinte em pelo menos 4 a 8% de acidentes aéreos • É imperativo para os operadores e empregados reconhecer a fadiga e o seu papel e reconhecer os sintomas a tempo de evitar o acidente
  • 20.
    20 Sistema de Gerenciamentode Segurança Operacional EFEITOS DO ESTRESSE E DA FADIGA NAS OPERAÇÕES Por Lucas Carramenha O que fazer para evitar a fadiga? • Ter o tempo adequado para o descanso livre de restricoes ou interrupcoes • Evitar alteracoes constantes nas escalas • Estar preparado para contingencias quando ocorrerem atrasos devido a meteorologia, trafego, problemas mecanicos, etc. • Ter habitos saudaveis • Prover um ambiente de trabalho onde o tema “fadiga”possa ser discutido.
  • 21.
    21 Sistema de Gerenciamentode Segurança Operacional EFEITOS DO ESTRESSE E DA FADIGA NAS OPERAÇÕES Por Lucas Carramenha Como piloto... cuide de VOCÊ! • Evite cafeína e nicotina antes de deitar, o que pode retardar o aparecimento de sono • Evite o álcool, uma vez que pode levar à ruptura do sono e também atrasar o início do sono • O que você comer pode ser um fator determinante na qualidade do sono e duração • Exercite-se regularmente, mas complete o seu treino pelo menos 3 horas antes de dormir • Crie um ambiente propício ao sono que seja escuro, silencioso e de preferência fresco e confortável
  • 22.
    22 Sistema de Gerenciamentode Segurança Operacional EFEITOS DO ESTRESSE E DA FADIGA NAS OPERAÇÕES Por Lucas Carramenha Dados Estatísticos - CENIPA
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    23 Sistema de Gerenciamentode Segurança Operacional EFEITOS DO ESTRESSE E DA FADIGA NAS OPERAÇÕES Por Lucas Carramenha Referências • http://www.segurancadevoo.com.br • http://www.pilotfriend.com • http://aeromagazine.uol.com.br/ • http://www.infoaviacao.com/
  • 24.
    24 PALESTRA SEGURANÇA DEVOO MODULO DE PREVENÇÃO EFEITOS DO ESTRESSE E DA FADIGA NAS OPERAÇÕES AÉREAS Por Lucas Carramenha (11) 9 98596-1900 lcarramenha@gmail.com