SlideShare uma empresa Scribd logo
Modulo III
SEGURANÇA DO TRABALHO
 Ao tentar ventilar, o socorrista pode deparar com uma
resistência.
 Isso significa que, por qualquer problema, o ar não está
conseguindo chegar aos pulmões da vítima.
 Torna-se de suma importância eliminar está obstrução, antes
de continuar a análise primária.
 Esta obstrução pode ser causada: pela língua ou por corpos
estranhos.
CAUSADOS PELA LÍNGUA
 Comum nas vítimas inconscientes devido à queda da base da língua.
 Acontece quando a vítima se encontra com a cabeça flexionada para
frente, com ou sem objeto sob a nuca e nesse caso, a simples retirada do
mesmo libera as vias aéreas.
 Caso continue obstruído ou caso não haja objeto sob a nuca, o simples
reposicionamento da cabeça pode liberar as vias aéreas.
POR CORPOS ESTRANHOS (OVACE)
 Obstrução por substâncias líquidas, sólidas ou pastosas; dentes ou
próteses quebradas, etc.
 Constatado o corpo estranho deveremos utilizar algumas manobras para
retira-lo.
 Em vitimas conscientes tenta-se o Método de Tapotagem e se isto não for
eficaz use a seguir a Manobra de Heimlich (abraço da vida).
 Em vitimas sem consciência utilizamos a Manobra de Heimlich ou
Compressão Torácica.
MÉTODO DA TAPOTAGEM (UTILIZADO EM VÍTIMAS ACIMA DE 1 ANO)
 Observe se a vítima pode respirar, tossir, falara ou chorar, se não;
 Coloque o paciente sentado ou em pé;
 Flexione o corpo do paciente à frente;
 Abaixe a cabeça abaixo do quadril com hiperextensão do pescoço;
 Com a mão em forma de concha, de tapas nas costas na altura das
escápulas, pausadamente até que o objeto seja expelido, se obter êxito
executar manobra de Heimlich.
◦ Para constatar essa obstrução o socorrista perguntará a
vítima:
- “Você está engasgado?”
- “Você consegue respirar?”
◦ Se a vítima confirmar através de movimentos afirmativos
(como balançar a cabeça, por exemplo), imediatamente
inicie a Manobra de Heimlich:
MANOBRA DE HEIMLICH
 Em adulto consciente:
◦ Quando o adulto está engasgado e encontra-se consciente, ele fica muito
nervoso e agitado, segurando no pescoço, abrindo amplamente a boca;
MANOBRA DE HEIMLICH
 Posicione-se atrás da vítima;
 Posicione sua mão fechada com a face do polegar
encostada na parede abdominal, entre o apêndice
xifóide e a cicatriz umbilical;
 Com a outra mão espalmada sobre a primeira
comprima o abdome num movimento rápido
direcionado para trás e para cima;
 Repetir a compressão até a desobstrução ou a vítima
tornar-se inconsciente, quando então será executada
a manobra correspondente.
MANOBRA DE HEIMLICH
 Em gestante ou obeso:
 Se a vítima for excessivamente obesa ou gestante, realize as
compressões no terço inferior do osso esterno.
MANOBRA DE HEIMLICH
 Em adulto inconsciente:
 Posicione a vítima deitada com as costas em superfície rígida;
 Faça a abertura da vias aéreas com a manobra mais adequada e
inspecione a boca, se houver corpo estranho visível remove-lo com os
dedos;
 Ajoelhe-se colocando seu joelho esquerdo do lado da coxa direita da vítima
e joelho direito do lado da coxa esquerda da vítima;
 Coloque a palma de uma das mãos no ponto médio entre a cicatriz
umbilical e a ponta do osso esterno (apêndice xifóide) da vítima;
 Apoie a outra mão por sobre a primeira e posicione os ombros de modo a
coincidir com o abdômen da vítima;
MANOBRA DE HEIMLICH
 Em adulto inconsciente:
 Comprimir o abdome num movimento rápido, direcionando para baixo e para frente;
 Efetue 5 compressões abdominais;
 Tente visualizar na boca e remover o corpo estranho com o dedo;
 Cheque o pulso carotídeo e, se ainda presente, continue nas manobras de
compressões abdominais ou torácicas;
 Cheque o pulso carotídeo a cada ciclo de manobras e, quando ausente, inicie a
reanimação cardiopulmonar;
MANOBRA DE HEIMLICH – COMPRESSÃO TORÁCICA
 Em gestante ou obeso inconsciente:
◦ Posicione a vítima deitada com as costas numa superfície rígida;
◦ Posicione-se lateralmente à vítima na altura dos seus ombros;
◦ Apoie suas mãos sobrepostas, com os dedos entrelaçados no local
correspondente ao da reanimação cardiopulmonar;
◦ Comprima o tórax da vítima em movimento rápido, direcionado para
baixo;
◦ Efetue 5 (cinco) compressões.
MANOBRA DE HEIMLICH
Importante:
 Caso não obtenha êxito na desobstrução, transporte à vítima ao hospital
rapidamente, sem interromper a manobra correspondente de desobstrução
das vias aéreas;
 Se a vítima em questão for vítima de trauma, manter a imobilização
manual da cabeça e coluna cervical, mantendo-a em posição neutra
durante as tentativas de desobstrução das vias aéreas.
 Utilize a manobra de elevação da mandíbula e mantenha a vítima
deitada com as costas em superfície plana.
 Obs.: No caso de pacientes com engasgamento parcial, tossindo, debruce-
o sobre o espaldar de uma cadeira forçando o abdômen e encoraje-o a
tossir, auxiliado com tapotagens na altura das escápulas.
 Caso a pessoa esteja engasgada com espinha de peixe ou qualquer outro
corpo estranho, que provoque obstrução parcial, onde a vítima continua
respirando, procure a manter calma e aquecida, encaminhe-a para o
hospital, sem no entanto retirar o corpo estranho, ou forçá-lo para dentro,
deixando tal manobra para o médico a nível hospitalar.
 Uma vez constatada a parada respiratória, após a análise primária, inicie
compressões torácicas na vitima.
 Mantenha as vias aéreas da vítima liberadas,
utilizando-se para tal, manobras adequadas (atenção
especial com a coluna cervical);
 Uma vez constatada a inconsciência, ausência de respiração e ausência
de pulso, deve-se iniciar imediatamente a RCP (Reanimação
Cardiopulmonar)
◦ É um procedimento de emergência onde através da compressões
torácicas, poderemos manter artificialmente a circulação e a respiração
da vítima até que haja um socorro médico adequado.
 Para possibilitar a eficiente compressão torácica é imprescindível aplicar a
técnica adequada.
◦ Isto inclui o correto posicionamento da vítima e do socorrista,
◦ A localização dos pontos de compressão e avaliação,
◦ A permeabilidade das vias aéreas através da manobra mais indicada,
◦ E a adequada intensidade dos movimentos.
 RCP em vítimas acima adultas:
 Confirmar a parada cardiorrespiratória, ao constatar:
◦ Ausência de movimento respiratório e ausência de pulso.
 Execute o seguinte procedimento:
◦ Peça auxílio;
◦ Posicionar a vítima deitada em uma superfície rígida;
◦ Posicione-se lateralmente à vítima, na altura de seu tórax;
◦ Localize o apêndice xifoide com o dedo de uma das mãos,
se houver dificuldade em localizá-lo, palpe a última costela
e siga dedilhando a borda das costelas até o centro do
tórax onde encontrará o apêndice xifoide;
◦ Coloque uma mão, apoiando a região tênar e hipotênar no centro do
esterno e a outra sobre a primeira entrelaçando e estendendo os dedos,
uma distância de dois dedos acima do apêndice xifoide;
TenarHipotenar
◦ Mantenha os braços estendidos, num ângulo de 90º com o corpo da
vítima;
◦ Comprima o esterno com o peso do seu corpo (e não com a força de
seus braços), cerca de 3 a 5 cm;
◦ Após cada compressão, alivie totalmente o peso para que o tórax
retorne à posição normal e permita o enchimento sanguíneo das
cavidades cardíacas, mas não perca o contato entre a base da mão e o
tórax da vítima;
◦ Efetue compressões torácicas, no ritmo de 100 compressões por minuto;
◦ Verifique o pulso central a cada 1 min.;
◦ Se não houver pulso, a RCP deve ser reiniciada pelas compressões
torácicas;
◦ Quando em dois socorrista, só efetuar a técnica um de cada vez,
devendo o socorrista que não estiver atuando ficar responsável por
avaliar a eficácia da compressão, controle do tempo e verificação do
pulso central e ser houver necessidade de trocar de posição entre
socorristas, deverá ser feita durante a verificação do pulso central, não
devendo exceder a 5 seg.
RCP:
 Posicione a vítima deitada em uma superfície rígida;
 Efetue compressões torácicas, no ritmo de 100 compressões por min.;
 Verifique o pulso central e respiração a cada 1minutos;
 Se não houver pulso, reinicie a RCP pelas compressões torácicas;
Após iniciada a RCP, o socorrista só poderá interrompê-la se:
 A vítima recuperar e manter o pulso espontaneamente;
 Durante a substituição ou troca de posição de socorristas;
 Durante a verificação do pulso e respiração (entre os ciclos a cada 01 minuto);
 Vítima entregue aos cuidados da equipe médica;
 Determinação de interrupção da RCP por Médico identificado.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Assistência ao Paciente Grande Queimado
Assistência ao Paciente Grande QueimadoAssistência ao Paciente Grande Queimado
Assistência ao Paciente Grande Queimado
Janaína Lassala
 
Ovace
OvaceOvace
Ovace
Gitomazi
 
Novas diretrizes na pcr
Novas diretrizes na pcrNovas diretrizes na pcr
Novas diretrizes na pcr
Barbara Oliveira
 
Aula anotação de enfermagem
Aula anotação de enfermagem Aula anotação de enfermagem
Aula anotação de enfermagem
Rafaela Amanso
 
Urgência e Emergência
Urgência e EmergênciaUrgência e Emergência
Urgência e Emergência
Rosemeire Moreira Souza
 
Aula 1 - Urgência e emergência
Aula 1 - Urgência e emergênciaAula 1 - Urgência e emergência
Aula 1 - Urgência e emergência
Ricardo Augusto
 
Carro de Emergência
Carro de EmergênciaCarro de Emergência
Carro de Emergência
resenfe2013
 
Imobilização
ImobilizaçãoImobilização
Imobilização
elisangela messias
 
Palestra Primeiros Socorros Básicos
Palestra Primeiros Socorros BásicosPalestra Primeiros Socorros Básicos
Palestra Primeiros Socorros Básicos
Ana Hollanders
 
Curativos
CurativosCurativos
Curativos
Rodrigo Abreu
 
Hemorragias e ferimentos
Hemorragias e ferimentosHemorragias e ferimentos
Hemorragias e ferimentos
DiegoAugusto86
 
Estratégia Multimodal da OMS para Higienização das mãos e Degermação cirúrgica
 Estratégia Multimodal da OMS para Higienização das mãos e Degermação cirúrgica Estratégia Multimodal da OMS para Higienização das mãos e Degermação cirúrgica
Estratégia Multimodal da OMS para Higienização das mãos e Degermação cirúrgica
resenfe2013
 
Teste de glicemia capilar slide
Teste de glicemia capilar   slideTeste de glicemia capilar   slide
Teste de glicemia capilar slide
Renata Nobre
 
Úlcera por Pressão: Prevenção
Úlcera por Pressão: PrevençãoÚlcera por Pressão: Prevenção
Úlcera por Pressão: Prevenção
Proqualis
 
Slides Primeiros Socorros
Slides Primeiros SocorrosSlides Primeiros Socorros
Slides Primeiros Socorros
Oberlania Alves
 
Semiologia e Semiotécnica em Enfermagem
Semiologia e Semiotécnica em EnfermagemSemiologia e Semiotécnica em Enfermagem
Semiologia e Semiotécnica em Enfermagem
Marco Antonio
 
Segurança do paciente em unidades de urgência
Segurança do paciente em unidades de urgênciaSegurança do paciente em unidades de urgência
Segurança do paciente em unidades de urgência
Aroldo Gavioli
 
Úlcera Por Pressão
Úlcera Por PressãoÚlcera Por Pressão
Úlcera Por Pressão
Cíntia Costa
 
Roteiro de Admissão, Evolução, Transferência e Alta hospitalar.
Roteiro de Admissão, Evolução, Transferência e Alta hospitalar.Roteiro de Admissão, Evolução, Transferência e Alta hospitalar.
Roteiro de Admissão, Evolução, Transferência e Alta hospitalar.
Ravenny Caminha
 
Aula prevenção de lesão por pressão (LP)
Aula prevenção de lesão por pressão (LP)Aula prevenção de lesão por pressão (LP)
Aula prevenção de lesão por pressão (LP)
Proqualis
 

Mais procurados (20)

Assistência ao Paciente Grande Queimado
Assistência ao Paciente Grande QueimadoAssistência ao Paciente Grande Queimado
Assistência ao Paciente Grande Queimado
 
Ovace
OvaceOvace
Ovace
 
Novas diretrizes na pcr
Novas diretrizes na pcrNovas diretrizes na pcr
Novas diretrizes na pcr
 
Aula anotação de enfermagem
Aula anotação de enfermagem Aula anotação de enfermagem
Aula anotação de enfermagem
 
Urgência e Emergência
Urgência e EmergênciaUrgência e Emergência
Urgência e Emergência
 
Aula 1 - Urgência e emergência
Aula 1 - Urgência e emergênciaAula 1 - Urgência e emergência
Aula 1 - Urgência e emergência
 
Carro de Emergência
Carro de EmergênciaCarro de Emergência
Carro de Emergência
 
Imobilização
ImobilizaçãoImobilização
Imobilização
 
Palestra Primeiros Socorros Básicos
Palestra Primeiros Socorros BásicosPalestra Primeiros Socorros Básicos
Palestra Primeiros Socorros Básicos
 
Curativos
CurativosCurativos
Curativos
 
Hemorragias e ferimentos
Hemorragias e ferimentosHemorragias e ferimentos
Hemorragias e ferimentos
 
Estratégia Multimodal da OMS para Higienização das mãos e Degermação cirúrgica
 Estratégia Multimodal da OMS para Higienização das mãos e Degermação cirúrgica Estratégia Multimodal da OMS para Higienização das mãos e Degermação cirúrgica
Estratégia Multimodal da OMS para Higienização das mãos e Degermação cirúrgica
 
Teste de glicemia capilar slide
Teste de glicemia capilar   slideTeste de glicemia capilar   slide
Teste de glicemia capilar slide
 
Úlcera por Pressão: Prevenção
Úlcera por Pressão: PrevençãoÚlcera por Pressão: Prevenção
Úlcera por Pressão: Prevenção
 
Slides Primeiros Socorros
Slides Primeiros SocorrosSlides Primeiros Socorros
Slides Primeiros Socorros
 
Semiologia e Semiotécnica em Enfermagem
Semiologia e Semiotécnica em EnfermagemSemiologia e Semiotécnica em Enfermagem
Semiologia e Semiotécnica em Enfermagem
 
Segurança do paciente em unidades de urgência
Segurança do paciente em unidades de urgênciaSegurança do paciente em unidades de urgência
Segurança do paciente em unidades de urgência
 
Úlcera Por Pressão
Úlcera Por PressãoÚlcera Por Pressão
Úlcera Por Pressão
 
Roteiro de Admissão, Evolução, Transferência e Alta hospitalar.
Roteiro de Admissão, Evolução, Transferência e Alta hospitalar.Roteiro de Admissão, Evolução, Transferência e Alta hospitalar.
Roteiro de Admissão, Evolução, Transferência e Alta hospitalar.
 
Aula prevenção de lesão por pressão (LP)
Aula prevenção de lesão por pressão (LP)Aula prevenção de lesão por pressão (LP)
Aula prevenção de lesão por pressão (LP)
 

Destaque

Primeiros Socorros Modulo V
Primeiros Socorros Modulo VPrimeiros Socorros Modulo V
Primeiros Socorros Modulo V
emanueltstegeon
 
Primeiros Socorros Modulo VI
Primeiros Socorros Modulo VIPrimeiros Socorros Modulo VI
Primeiros Socorros Modulo VI
emanueltstegeon
 
Primeiros Socorros Modulo II
Primeiros Socorros Modulo IIPrimeiros Socorros Modulo II
Primeiros Socorros Modulo II
emanueltstegeon
 
Primeiros Socorros Modulo I
Primeiros Socorros Modulo IPrimeiros Socorros Modulo I
Primeiros Socorros Modulo I
emanueltstegeon
 
Primeiros Socorros Modulo IV
Primeiros Socorros Modulo IVPrimeiros Socorros Modulo IV
Primeiros Socorros Modulo IV
emanueltstegeon
 
Manual de Suporte Básico de Vida (SBV) - INEM
Manual de Suporte Básico de Vida (SBV) - INEMManual de Suporte Básico de Vida (SBV) - INEM
Manual de Suporte Básico de Vida (SBV) - INEM
Emergência Médica
 
Project 1 -- Social Media Strategy
Project 1 -- Social Media Strategy Project 1 -- Social Media Strategy
Project 1 -- Social Media Strategy
Edward Hiraldo
 
WilliamCRehfeldResume
WilliamCRehfeldResumeWilliamCRehfeldResume
WilliamCRehfeldResume
William Rehfeld
 
Comunicação rs485 modbus entre vision e inversor che 10855
Comunicação rs485 modbus entre vision e inversor che 10855Comunicação rs485 modbus entre vision e inversor che 10855
Comunicação rs485 modbus entre vision e inversor che 10855
jose costa
 
McQwin Company Profile 2016
McQwin Company Profile 2016McQwin Company Profile 2016
McQwin Company Profile 2016
Inn Win Ng
 
A porta estreita lucas 13.22-30
A porta estreita lucas 13.22-30A porta estreita lucas 13.22-30
A porta estreita lucas 13.22-30
Hugo Machado
 
CV_Nádio_C_Dimande_EN 2017
CV_Nádio_C_Dimande_EN 2017CV_Nádio_C_Dimande_EN 2017
CV_Nádio_C_Dimande_EN 2017
nadio-dimandeII
 
20 CARACTERISTICAS DE LA ARQUITECTURA GRIEGA
20 CARACTERISTICAS DE LA ARQUITECTURA GRIEGA20 CARACTERISTICAS DE LA ARQUITECTURA GRIEGA
20 CARACTERISTICAS DE LA ARQUITECTURA GRIEGA
Mafer Hernandez
 
групи смерті
групи смертігрупи смерті
групи смерті
Rebbit2015
 
ATR - ESPAÇO CONFINADO
ATR - ESPAÇO CONFINADOATR - ESPAÇO CONFINADO
ATR - ESPAÇO CONFINADO
IZAIAS DE SOUZA AGUIAR
 
Nr.33 Segurança nos Serviços em Espaços confinados/Transparncia
Nr.33 Segurança nos Serviços em Espaços confinados/TransparnciaNr.33 Segurança nos Serviços em Espaços confinados/Transparncia
Nr.33 Segurança nos Serviços em Espaços confinados/Transparncia
Ana Paula Santos de Jesus Souza
 
Resgate em espaços confinados
Resgate em espaços confinadosResgate em espaços confinados
Resgate em espaços confinados
Robson Peixoto
 
Atr espaço confinado 2013 (caldeira)
Atr   espaço confinado 2013 (caldeira)Atr   espaço confinado 2013 (caldeira)
Atr espaço confinado 2013 (caldeira)
Marco Faria
 
Primeros auxilios IEB Para profesores
Primeros auxilios IEB Para profesoresPrimeros auxilios IEB Para profesores
Primeros auxilios IEB Para profesores
Javier Blanquer
 

Destaque (20)

Primeiros Socorros Modulo V
Primeiros Socorros Modulo VPrimeiros Socorros Modulo V
Primeiros Socorros Modulo V
 
Primeiros Socorros Modulo VI
Primeiros Socorros Modulo VIPrimeiros Socorros Modulo VI
Primeiros Socorros Modulo VI
 
Primeiros Socorros Modulo II
Primeiros Socorros Modulo IIPrimeiros Socorros Modulo II
Primeiros Socorros Modulo II
 
Primeiros Socorros Modulo I
Primeiros Socorros Modulo IPrimeiros Socorros Modulo I
Primeiros Socorros Modulo I
 
Primeiros Socorros Modulo IV
Primeiros Socorros Modulo IVPrimeiros Socorros Modulo IV
Primeiros Socorros Modulo IV
 
Manual de Suporte Básico de Vida (SBV) - INEM
Manual de Suporte Básico de Vida (SBV) - INEMManual de Suporte Básico de Vida (SBV) - INEM
Manual de Suporte Básico de Vida (SBV) - INEM
 
Project 1 -- Social Media Strategy
Project 1 -- Social Media Strategy Project 1 -- Social Media Strategy
Project 1 -- Social Media Strategy
 
WilliamCRehfeldResume
WilliamCRehfeldResumeWilliamCRehfeldResume
WilliamCRehfeldResume
 
A.F. Vandevorst2602
A.F. Vandevorst2602A.F. Vandevorst2602
A.F. Vandevorst2602
 
Comunicação rs485 modbus entre vision e inversor che 10855
Comunicação rs485 modbus entre vision e inversor che 10855Comunicação rs485 modbus entre vision e inversor che 10855
Comunicação rs485 modbus entre vision e inversor che 10855
 
McQwin Company Profile 2016
McQwin Company Profile 2016McQwin Company Profile 2016
McQwin Company Profile 2016
 
A porta estreita lucas 13.22-30
A porta estreita lucas 13.22-30A porta estreita lucas 13.22-30
A porta estreita lucas 13.22-30
 
CV_Nádio_C_Dimande_EN 2017
CV_Nádio_C_Dimande_EN 2017CV_Nádio_C_Dimande_EN 2017
CV_Nádio_C_Dimande_EN 2017
 
20 CARACTERISTICAS DE LA ARQUITECTURA GRIEGA
20 CARACTERISTICAS DE LA ARQUITECTURA GRIEGA20 CARACTERISTICAS DE LA ARQUITECTURA GRIEGA
20 CARACTERISTICAS DE LA ARQUITECTURA GRIEGA
 
групи смерті
групи смертігрупи смерті
групи смерті
 
ATR - ESPAÇO CONFINADO
ATR - ESPAÇO CONFINADOATR - ESPAÇO CONFINADO
ATR - ESPAÇO CONFINADO
 
Nr.33 Segurança nos Serviços em Espaços confinados/Transparncia
Nr.33 Segurança nos Serviços em Espaços confinados/TransparnciaNr.33 Segurança nos Serviços em Espaços confinados/Transparncia
Nr.33 Segurança nos Serviços em Espaços confinados/Transparncia
 
Resgate em espaços confinados
Resgate em espaços confinadosResgate em espaços confinados
Resgate em espaços confinados
 
Atr espaço confinado 2013 (caldeira)
Atr   espaço confinado 2013 (caldeira)Atr   espaço confinado 2013 (caldeira)
Atr espaço confinado 2013 (caldeira)
 
Primeros auxilios IEB Para profesores
Primeros auxilios IEB Para profesoresPrimeros auxilios IEB Para profesores
Primeros auxilios IEB Para profesores
 

Semelhante a Primeiros Socorros Modulo III

10_mch9_sbv.pptx
10_mch9_sbv.pptx10_mch9_sbv.pptx
10_mch9_sbv.pptx
mariagrave
 
Primeiros socorros em casos de dificuldade respiratória
Primeiros socorros em casos de dificuldade respiratóriaPrimeiros socorros em casos de dificuldade respiratória
Primeiros socorros em casos de dificuldade respiratória
mendes1964
 
M10 Suporte Basico de Vida.pptx
M10 Suporte Basico de Vida.pptxM10 Suporte Basico de Vida.pptx
M10 Suporte Basico de Vida.pptx
soniaalmeida38
 
M10 Suporte Basico de Vida.pptx
M10 Suporte Basico de Vida.pptxM10 Suporte Basico de Vida.pptx
M10 Suporte Basico de Vida.pptx
soniaalmeida38
 
0507 Obstrução de vias aéreas - Marion
0507 Obstrução de vias aéreas - Marion0507 Obstrução de vias aéreas - Marion
0507 Obstrução de vias aéreas - Marion
laiscarlini
 
Algoritmo dos primeiros socorros / Algorithm First Aid
Algoritmo dos primeiros socorros / Algorithm First AidAlgoritmo dos primeiros socorros / Algorithm First Aid
Algoritmo dos primeiros socorros / Algorithm First Aid
Pedro Ferrer
 
Rcr pediatrica.escola
Rcr pediatrica.escolaRcr pediatrica.escola
Rcr pediatrica.escola
CatiaDuarte_1
 
Rcr pediatrica.escola
Rcr pediatrica.escolaRcr pediatrica.escola
Rcr pediatrica.escola
MiriamSantos123
 
Recomendacoes vitima-de-engasgamento
Recomendacoes vitima-de-engasgamentoRecomendacoes vitima-de-engasgamento
Recomendacoes vitima-de-engasgamento
Cleidiani Franceschetto Meurer
 
aph socorrista técnico de enfermagem, aph
aph socorrista técnico de enfermagem, aphaph socorrista técnico de enfermagem, aph
aph socorrista técnico de enfermagem, aph
DevidBruce
 
Slide Primeiro Socorrros. aph técnico de segurança
Slide Primeiro Socorrros. aph técnico de segurançaSlide Primeiro Socorrros. aph técnico de segurança
Slide Primeiro Socorrros. aph técnico de segurança
DevidBruce
 
PRIMEIROS SOCORROS TEORICO
PRIMEIROS SOCORROS TEORICOPRIMEIROS SOCORROS TEORICO
PRIMEIROS SOCORROS TEORICO
Marco Lamim
 
Treinamento--Primeiros-Socorros-
Treinamento--Primeiros-Socorros-Treinamento--Primeiros-Socorros-
Treinamento--Primeiros-Socorros-
MILLE19
 
Primeiros socorros
Primeiros socorrosPrimeiros socorros
Primeiros socorros
DANIELANUNESDEARAJO
 
Abordagem Primeiros Socorros.pdf
Abordagem Primeiros Socorros.pdfAbordagem Primeiros Socorros.pdf
Abordagem Primeiros Socorros.pdf
HernandesAbinoFrana
 
PRIMEIROS SOCORROS (2).ppt....................................
PRIMEIROS SOCORROS (2).ppt....................................PRIMEIROS SOCORROS (2).ppt....................................
PRIMEIROS SOCORROS (2).ppt....................................
LUMendes14
 
Treinamento de Primeiros Socorros - RT 14 CBM/RS
Treinamento de Primeiros Socorros - RT 14 CBM/RSTreinamento de Primeiros Socorros - RT 14 CBM/RS
Treinamento de Primeiros Socorros - RT 14 CBM/RS
Marcelo Gravana
 
Primeiros socorros manobra de heimlich
Primeiros socorros   manobra de heimlichPrimeiros socorros   manobra de heimlich
Primeiros socorros manobra de heimlich
Marco Faria
 
Suporte avançado de vida em cardiologia
Suporte avançado de vida em cardiologiaSuporte avançado de vida em cardiologia
Suporte avançado de vida em cardiologia
Daniel Valente
 
M10 Suporte Basico de Vida.pptx
M10 Suporte Basico de Vida.pptxM10 Suporte Basico de Vida.pptx
M10 Suporte Basico de Vida.pptx
soniaalmeida38
 

Semelhante a Primeiros Socorros Modulo III (20)

10_mch9_sbv.pptx
10_mch9_sbv.pptx10_mch9_sbv.pptx
10_mch9_sbv.pptx
 
Primeiros socorros em casos de dificuldade respiratória
Primeiros socorros em casos de dificuldade respiratóriaPrimeiros socorros em casos de dificuldade respiratória
Primeiros socorros em casos de dificuldade respiratória
 
M10 Suporte Basico de Vida.pptx
M10 Suporte Basico de Vida.pptxM10 Suporte Basico de Vida.pptx
M10 Suporte Basico de Vida.pptx
 
M10 Suporte Basico de Vida.pptx
M10 Suporte Basico de Vida.pptxM10 Suporte Basico de Vida.pptx
M10 Suporte Basico de Vida.pptx
 
0507 Obstrução de vias aéreas - Marion
0507 Obstrução de vias aéreas - Marion0507 Obstrução de vias aéreas - Marion
0507 Obstrução de vias aéreas - Marion
 
Algoritmo dos primeiros socorros / Algorithm First Aid
Algoritmo dos primeiros socorros / Algorithm First AidAlgoritmo dos primeiros socorros / Algorithm First Aid
Algoritmo dos primeiros socorros / Algorithm First Aid
 
Rcr pediatrica.escola
Rcr pediatrica.escolaRcr pediatrica.escola
Rcr pediatrica.escola
 
Rcr pediatrica.escola
Rcr pediatrica.escolaRcr pediatrica.escola
Rcr pediatrica.escola
 
Recomendacoes vitima-de-engasgamento
Recomendacoes vitima-de-engasgamentoRecomendacoes vitima-de-engasgamento
Recomendacoes vitima-de-engasgamento
 
aph socorrista técnico de enfermagem, aph
aph socorrista técnico de enfermagem, aphaph socorrista técnico de enfermagem, aph
aph socorrista técnico de enfermagem, aph
 
Slide Primeiro Socorrros. aph técnico de segurança
Slide Primeiro Socorrros. aph técnico de segurançaSlide Primeiro Socorrros. aph técnico de segurança
Slide Primeiro Socorrros. aph técnico de segurança
 
PRIMEIROS SOCORROS TEORICO
PRIMEIROS SOCORROS TEORICOPRIMEIROS SOCORROS TEORICO
PRIMEIROS SOCORROS TEORICO
 
Treinamento--Primeiros-Socorros-
Treinamento--Primeiros-Socorros-Treinamento--Primeiros-Socorros-
Treinamento--Primeiros-Socorros-
 
Primeiros socorros
Primeiros socorrosPrimeiros socorros
Primeiros socorros
 
Abordagem Primeiros Socorros.pdf
Abordagem Primeiros Socorros.pdfAbordagem Primeiros Socorros.pdf
Abordagem Primeiros Socorros.pdf
 
PRIMEIROS SOCORROS (2).ppt....................................
PRIMEIROS SOCORROS (2).ppt....................................PRIMEIROS SOCORROS (2).ppt....................................
PRIMEIROS SOCORROS (2).ppt....................................
 
Treinamento de Primeiros Socorros - RT 14 CBM/RS
Treinamento de Primeiros Socorros - RT 14 CBM/RSTreinamento de Primeiros Socorros - RT 14 CBM/RS
Treinamento de Primeiros Socorros - RT 14 CBM/RS
 
Primeiros socorros manobra de heimlich
Primeiros socorros   manobra de heimlichPrimeiros socorros   manobra de heimlich
Primeiros socorros manobra de heimlich
 
Suporte avançado de vida em cardiologia
Suporte avançado de vida em cardiologiaSuporte avançado de vida em cardiologia
Suporte avançado de vida em cardiologia
 
M10 Suporte Basico de Vida.pptx
M10 Suporte Basico de Vida.pptxM10 Suporte Basico de Vida.pptx
M10 Suporte Basico de Vida.pptx
 

Mais de emanueltstegeon

Trabalho a quente modulo II
Trabalho a quente   modulo IITrabalho a quente   modulo II
Trabalho a quente modulo II
emanueltstegeon
 
Trabalho a Quente Modulo I
Trabalho a Quente   Modulo ITrabalho a Quente   Modulo I
Trabalho a Quente Modulo I
emanueltstegeon
 
NR-33 - Espaço Confinado - Modulo III
NR-33 - Espaço Confinado - Modulo IIINR-33 - Espaço Confinado - Modulo III
NR-33 - Espaço Confinado - Modulo III
emanueltstegeon
 
NR-33 - Espaço Confinado - Modulo II
NR-33 - Espaço Confinado - Modulo IINR-33 - Espaço Confinado - Modulo II
NR-33 - Espaço Confinado - Modulo II
emanueltstegeon
 
NR-33 Espaço Confinado - Modulo I
NR-33   Espaço Confinado - Modulo INR-33   Espaço Confinado - Modulo I
NR-33 Espaço Confinado - Modulo I
emanueltstegeon
 
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual
NR 6 - Equipamento de Proteção IndividualNR 6 - Equipamento de Proteção Individual
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual
emanueltstegeon
 
Treinamento de CIPA modulo IV - Prevenção e Combate a Incêndio
Treinamento de CIPA   modulo IV - Prevenção e Combate a IncêndioTreinamento de CIPA   modulo IV - Prevenção e Combate a Incêndio
Treinamento de CIPA modulo IV - Prevenção e Combate a Incêndio
emanueltstegeon
 
Treinamento de CIPA modulo III - NR 6 - Equipamento de Proteção Individual
Treinamento de CIPA   modulo III - NR 6 - Equipamento de Proteção IndividualTreinamento de CIPA   modulo III - NR 6 - Equipamento de Proteção Individual
Treinamento de CIPA modulo III - NR 6 - Equipamento de Proteção Individual
emanueltstegeon
 
Treinamento de CIPA modulo II - Segurança do Trabalho
Treinamento de CIPA   modulo II - Segurança do TrabalhoTreinamento de CIPA   modulo II - Segurança do Trabalho
Treinamento de CIPA modulo II - Segurança do Trabalho
emanueltstegeon
 
Treinamento de CIPA modulo I - NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes
Treinamento de CIPA modulo I - NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de AcidentesTreinamento de CIPA modulo I - NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes
Treinamento de CIPA modulo I - NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes
emanueltstegeon
 

Mais de emanueltstegeon (10)

Trabalho a quente modulo II
Trabalho a quente   modulo IITrabalho a quente   modulo II
Trabalho a quente modulo II
 
Trabalho a Quente Modulo I
Trabalho a Quente   Modulo ITrabalho a Quente   Modulo I
Trabalho a Quente Modulo I
 
NR-33 - Espaço Confinado - Modulo III
NR-33 - Espaço Confinado - Modulo IIINR-33 - Espaço Confinado - Modulo III
NR-33 - Espaço Confinado - Modulo III
 
NR-33 - Espaço Confinado - Modulo II
NR-33 - Espaço Confinado - Modulo IINR-33 - Espaço Confinado - Modulo II
NR-33 - Espaço Confinado - Modulo II
 
NR-33 Espaço Confinado - Modulo I
NR-33   Espaço Confinado - Modulo INR-33   Espaço Confinado - Modulo I
NR-33 Espaço Confinado - Modulo I
 
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual
NR 6 - Equipamento de Proteção IndividualNR 6 - Equipamento de Proteção Individual
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual
 
Treinamento de CIPA modulo IV - Prevenção e Combate a Incêndio
Treinamento de CIPA   modulo IV - Prevenção e Combate a IncêndioTreinamento de CIPA   modulo IV - Prevenção e Combate a Incêndio
Treinamento de CIPA modulo IV - Prevenção e Combate a Incêndio
 
Treinamento de CIPA modulo III - NR 6 - Equipamento de Proteção Individual
Treinamento de CIPA   modulo III - NR 6 - Equipamento de Proteção IndividualTreinamento de CIPA   modulo III - NR 6 - Equipamento de Proteção Individual
Treinamento de CIPA modulo III - NR 6 - Equipamento de Proteção Individual
 
Treinamento de CIPA modulo II - Segurança do Trabalho
Treinamento de CIPA   modulo II - Segurança do TrabalhoTreinamento de CIPA   modulo II - Segurança do Trabalho
Treinamento de CIPA modulo II - Segurança do Trabalho
 
Treinamento de CIPA modulo I - NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes
Treinamento de CIPA modulo I - NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de AcidentesTreinamento de CIPA modulo I - NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes
Treinamento de CIPA modulo I - NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes
 

Primeiros Socorros Modulo III

  • 2.  Ao tentar ventilar, o socorrista pode deparar com uma resistência.  Isso significa que, por qualquer problema, o ar não está conseguindo chegar aos pulmões da vítima.  Torna-se de suma importância eliminar está obstrução, antes de continuar a análise primária.  Esta obstrução pode ser causada: pela língua ou por corpos estranhos.
  • 3. CAUSADOS PELA LÍNGUA  Comum nas vítimas inconscientes devido à queda da base da língua.  Acontece quando a vítima se encontra com a cabeça flexionada para frente, com ou sem objeto sob a nuca e nesse caso, a simples retirada do mesmo libera as vias aéreas.  Caso continue obstruído ou caso não haja objeto sob a nuca, o simples reposicionamento da cabeça pode liberar as vias aéreas.
  • 4. POR CORPOS ESTRANHOS (OVACE)  Obstrução por substâncias líquidas, sólidas ou pastosas; dentes ou próteses quebradas, etc.  Constatado o corpo estranho deveremos utilizar algumas manobras para retira-lo.  Em vitimas conscientes tenta-se o Método de Tapotagem e se isto não for eficaz use a seguir a Manobra de Heimlich (abraço da vida).  Em vitimas sem consciência utilizamos a Manobra de Heimlich ou Compressão Torácica.
  • 5. MÉTODO DA TAPOTAGEM (UTILIZADO EM VÍTIMAS ACIMA DE 1 ANO)  Observe se a vítima pode respirar, tossir, falara ou chorar, se não;  Coloque o paciente sentado ou em pé;  Flexione o corpo do paciente à frente;  Abaixe a cabeça abaixo do quadril com hiperextensão do pescoço;  Com a mão em forma de concha, de tapas nas costas na altura das escápulas, pausadamente até que o objeto seja expelido, se obter êxito executar manobra de Heimlich.
  • 6. ◦ Para constatar essa obstrução o socorrista perguntará a vítima: - “Você está engasgado?” - “Você consegue respirar?” ◦ Se a vítima confirmar através de movimentos afirmativos (como balançar a cabeça, por exemplo), imediatamente inicie a Manobra de Heimlich: MANOBRA DE HEIMLICH  Em adulto consciente: ◦ Quando o adulto está engasgado e encontra-se consciente, ele fica muito nervoso e agitado, segurando no pescoço, abrindo amplamente a boca;
  • 7. MANOBRA DE HEIMLICH  Posicione-se atrás da vítima;  Posicione sua mão fechada com a face do polegar encostada na parede abdominal, entre o apêndice xifóide e a cicatriz umbilical;  Com a outra mão espalmada sobre a primeira comprima o abdome num movimento rápido direcionado para trás e para cima;  Repetir a compressão até a desobstrução ou a vítima tornar-se inconsciente, quando então será executada a manobra correspondente.
  • 8. MANOBRA DE HEIMLICH  Em gestante ou obeso:  Se a vítima for excessivamente obesa ou gestante, realize as compressões no terço inferior do osso esterno.
  • 9. MANOBRA DE HEIMLICH  Em adulto inconsciente:  Posicione a vítima deitada com as costas em superfície rígida;  Faça a abertura da vias aéreas com a manobra mais adequada e inspecione a boca, se houver corpo estranho visível remove-lo com os dedos;  Ajoelhe-se colocando seu joelho esquerdo do lado da coxa direita da vítima e joelho direito do lado da coxa esquerda da vítima;  Coloque a palma de uma das mãos no ponto médio entre a cicatriz umbilical e a ponta do osso esterno (apêndice xifóide) da vítima;  Apoie a outra mão por sobre a primeira e posicione os ombros de modo a coincidir com o abdômen da vítima;
  • 10. MANOBRA DE HEIMLICH  Em adulto inconsciente:  Comprimir o abdome num movimento rápido, direcionando para baixo e para frente;  Efetue 5 compressões abdominais;  Tente visualizar na boca e remover o corpo estranho com o dedo;  Cheque o pulso carotídeo e, se ainda presente, continue nas manobras de compressões abdominais ou torácicas;  Cheque o pulso carotídeo a cada ciclo de manobras e, quando ausente, inicie a reanimação cardiopulmonar;
  • 11. MANOBRA DE HEIMLICH – COMPRESSÃO TORÁCICA  Em gestante ou obeso inconsciente: ◦ Posicione a vítima deitada com as costas numa superfície rígida; ◦ Posicione-se lateralmente à vítima na altura dos seus ombros; ◦ Apoie suas mãos sobrepostas, com os dedos entrelaçados no local correspondente ao da reanimação cardiopulmonar; ◦ Comprima o tórax da vítima em movimento rápido, direcionado para baixo; ◦ Efetue 5 (cinco) compressões.
  • 12. MANOBRA DE HEIMLICH Importante:  Caso não obtenha êxito na desobstrução, transporte à vítima ao hospital rapidamente, sem interromper a manobra correspondente de desobstrução das vias aéreas;  Se a vítima em questão for vítima de trauma, manter a imobilização manual da cabeça e coluna cervical, mantendo-a em posição neutra durante as tentativas de desobstrução das vias aéreas.  Utilize a manobra de elevação da mandíbula e mantenha a vítima deitada com as costas em superfície plana.
  • 13.  Obs.: No caso de pacientes com engasgamento parcial, tossindo, debruce- o sobre o espaldar de uma cadeira forçando o abdômen e encoraje-o a tossir, auxiliado com tapotagens na altura das escápulas.  Caso a pessoa esteja engasgada com espinha de peixe ou qualquer outro corpo estranho, que provoque obstrução parcial, onde a vítima continua respirando, procure a manter calma e aquecida, encaminhe-a para o hospital, sem no entanto retirar o corpo estranho, ou forçá-lo para dentro, deixando tal manobra para o médico a nível hospitalar.
  • 14.  Uma vez constatada a parada respiratória, após a análise primária, inicie compressões torácicas na vitima.  Mantenha as vias aéreas da vítima liberadas, utilizando-se para tal, manobras adequadas (atenção especial com a coluna cervical);
  • 15.  Uma vez constatada a inconsciência, ausência de respiração e ausência de pulso, deve-se iniciar imediatamente a RCP (Reanimação Cardiopulmonar) ◦ É um procedimento de emergência onde através da compressões torácicas, poderemos manter artificialmente a circulação e a respiração da vítima até que haja um socorro médico adequado.  Para possibilitar a eficiente compressão torácica é imprescindível aplicar a técnica adequada. ◦ Isto inclui o correto posicionamento da vítima e do socorrista, ◦ A localização dos pontos de compressão e avaliação, ◦ A permeabilidade das vias aéreas através da manobra mais indicada, ◦ E a adequada intensidade dos movimentos.
  • 16.  RCP em vítimas acima adultas:  Confirmar a parada cardiorrespiratória, ao constatar: ◦ Ausência de movimento respiratório e ausência de pulso.  Execute o seguinte procedimento: ◦ Peça auxílio; ◦ Posicionar a vítima deitada em uma superfície rígida; ◦ Posicione-se lateralmente à vítima, na altura de seu tórax; ◦ Localize o apêndice xifoide com o dedo de uma das mãos, se houver dificuldade em localizá-lo, palpe a última costela e siga dedilhando a borda das costelas até o centro do tórax onde encontrará o apêndice xifoide;
  • 17. ◦ Coloque uma mão, apoiando a região tênar e hipotênar no centro do esterno e a outra sobre a primeira entrelaçando e estendendo os dedos, uma distância de dois dedos acima do apêndice xifoide; TenarHipotenar
  • 18. ◦ Mantenha os braços estendidos, num ângulo de 90º com o corpo da vítima; ◦ Comprima o esterno com o peso do seu corpo (e não com a força de seus braços), cerca de 3 a 5 cm; ◦ Após cada compressão, alivie totalmente o peso para que o tórax retorne à posição normal e permita o enchimento sanguíneo das cavidades cardíacas, mas não perca o contato entre a base da mão e o tórax da vítima;
  • 19. ◦ Efetue compressões torácicas, no ritmo de 100 compressões por minuto; ◦ Verifique o pulso central a cada 1 min.; ◦ Se não houver pulso, a RCP deve ser reiniciada pelas compressões torácicas; ◦ Quando em dois socorrista, só efetuar a técnica um de cada vez, devendo o socorrista que não estiver atuando ficar responsável por avaliar a eficácia da compressão, controle do tempo e verificação do pulso central e ser houver necessidade de trocar de posição entre socorristas, deverá ser feita durante a verificação do pulso central, não devendo exceder a 5 seg.
  • 20. RCP:  Posicione a vítima deitada em uma superfície rígida;  Efetue compressões torácicas, no ritmo de 100 compressões por min.;  Verifique o pulso central e respiração a cada 1minutos;  Se não houver pulso, reinicie a RCP pelas compressões torácicas; Após iniciada a RCP, o socorrista só poderá interrompê-la se:  A vítima recuperar e manter o pulso espontaneamente;  Durante a substituição ou troca de posição de socorristas;  Durante a verificação do pulso e respiração (entre os ciclos a cada 01 minuto);  Vítima entregue aos cuidados da equipe médica;  Determinação de interrupção da RCP por Médico identificado.