A cura de um lunático
” Ninguém ignora 
que quando o 
Cristo encarnou-se 
na Judéia, 
aquela região 
havia sido 
invadida por 
legiões de 
Espíritos 
malévolos”, 
Erasto
Mateus XVII 14-20, 
Marcos IX 15 a 29 e 
Lucas IX 37-43 
A cura de um lunático
14 Quando chegaram aonde estavam os discípulos, viram ao redor deles uma grande 
multidão, e alguns escribas a discutirem com eles. 
15 E logo toda a multidão, vendo a Jesus, ficou grandemente surpreendida; e correndo 
todos para ele, o saudavam. 
16 Perguntou ele aos escribas: Que é que discutis com eles? 
17 Respondeu-lhe um dentre a multidão: Mestre, eu te trouxe meu filho, que tem um 
espírito mudo; 
18 e este, onde quer que o apanha, convulsiona-o, de modo que ele espuma, range os 
dentes, e vai definhando; e eu pedi aos teus discípulos que o expulsassem, e não 
puderam. 
19 Ao que Jesus lhes respondeu: Ó geração incrédula! até quando estarei convosco? até 
quando vos hei de suportar? Trazei-mo. 
20 Então lho trouxeram; e quando ele viu a Jesus, o espírito imediatamente o 
convulsionou; e o endemoninhado, caindo por terra, revolvia-se espumando. 
21 E perguntou Jesus ao pai dele: Há quanto tempo sucede-lhe isto? Respondeu ele: 
Desde a infância;
22 e muitas vezes o tem lançado no fogo, e na água, para o destruir; mas se podes fazer 
alguma coisa, tem compaixão de nós e ajuda-nos. 
23 Ao que lhe disse Jesus: Se podes! - tudo é possível ao que crê. 
24 Imediatamente o pai do menino, clamando, [com lágrimas] disse: Creio! Ajuda a minha 
incredulidade. 
25 E Jesus, vendo que a multidão, correndo, se aglomerava, repreendeu o espírito imundo, 
dizendo: Espírito mudo e surdo, eu te ordeno: Sai dele, e nunca mais entres nele. 
26 E ele, gritando, e agitando-o muito, saiu; e ficou o menino como morto, de modo que a 
maior parte dizia: Morreu. 
27 Mas Jesus, tomando-o pela mão, o ergueu; e ele ficou em pé. 
28 E quando entrou em casa, seus discípulos lhe perguntaram à parte: Por que não pudemos 
nós expulsá-lo? 
29 Respondeu-lhes: Esta casta não sai de modo algum, salvo à força de oração [e jejum.]
Obsessão 
É uma espécie de enfermidade de ordem psíquica e emocional, que 
consiste num constrangimento das atividades de um Espírito pela 
ação de um outro.
Tipos de obsessão 
• Obsessão simples 
É um tipo de influência 
que, de forma sutil, que 
constrange a pessoa a praticar 
atos ou ter pensamentos 
diferentes do que geralmente 
possui. O obsedado, às vezes, 
nem percebe o que lhe está 
ocorrendo. Em outras, têm 
consciência da influência 
daninha, mas não consegue se 
livrar dela. Pode agravar-se, 
dependendo da natureza do 
Espírito atrasado envolvido e das 
disposições morais do paciente 
• Fascinação 
Trata-se de uma ilusão 
provocada por um Espírito 
hipócrita que domina a mente do 
paciente, distorcendo seu senso 
de realidade. O Espírito obsessor 
planeja muito bem seu intento 
destrutivo e busca envolver o 
indivíduo em artimanhas mentais 
bem preparadas.
Tipos de obsessão 
• Subjugação 
É quando um Espírito obsessor adquire forte domínio sobre o 
psiquismo do indivíduo, levando-o a tomar decisões contrárias ao 
seu desejo. 
Na fascinação há uma ilusão. 
Na subjugação, o paciente tem consciência do que lhe acontece. 
Em certos casos, além de exercer o domínio psíquico, o obsessor 
domina o corpo físico do obsedado e, às vezes, numa crise 
semelhante à epilepsia, atira-o ao chão. 
Como o obsedado fica quase sempre sem as energias necessárias 
para dominar ou repelir o mau Espírito, carece da intervenção de 
uma terceira pessoa com ascendência moral sobre ele, para 
auxiliá-lo a sair da difícil situação.
Como ocorre: 
Quando um Espírito quer 
agir sobre uma pessoa, 
dela se aproxima e a 
envolve, por assim dizer, 
com o seu perispírito, 
como num manto; os 
fluidos se interpenetram, 
os dois pensamentos e as 
duas vontades se 
confundem e, então, o 
Espírito pode servir-se 
daquele corpo como se 
fora o seu próprio, fazê-lo 
agir à sua vontade, falar, 
escrever, desenhar, etc. 
(Revista Espírita 1862)
Estudo sobre os possessos 
de Morzine. 
(Causas da obsessão e meios de 
combatê-la)
A medida que elas falam, sempre com a mesma veemência, suas fisionomias tem um 
só aspecto: o do furor. Por vezes o pescoço incha e a face se injeta; noutras, 
empalidece, como nas pessoas normais, num violento acesso de cólera; os lábios 
estão sempre úmidos de saliva, o que leva a dizer que as doentes espumam. 
"Limitados inicialmente às partes superiores, os movimentos vão ganhando o tronco 
e os membros inferiores; a respiração torna-se ofegante; as doentes redobram o 
furor, tornam-se agressivas, deslocam os móveis, atiram as cadeiras, os tamboretes, 
tudo quanto lhes cai às mãos, sobre os assistentes; precipitam-se sobre estes para 
lhes bater, tanto nos parentes quanto nos estranhos; jogam-se por terra, sempre com 
os mesmos gritos; rolam-se, batem as mãos no solo ou no peito, no ventre, na 
garganta e procuram arrancar algo que parece incomodar nesses pontos. Viram-se e 
reviram-se de um salto; vi duas que, levantando-se como que por uma mola, 
voltavam-se para trás de tal modo que a cabeça tocava o solo ao mesmo tempo que 
os pés. 
Esta crise dura, mais ou menos, dez, vinte minutos, meia hora, conforme a causa que 
a provocou. Se em presença de um estranho, sobretudo um padre, é raro que 
termine antes que a pessoa se afaste. Neste caso os movimentos convulsivos não são 
contínuos: depois de terem sido violentos, enfraquecem e param para recomeçar 
imediatamente, como se a força nervosa esgotada repousasse um momento para se 
refazer”. 
Revista Espírita
ESCOLA DO CEARÁ É ASSOMBRADA POR ESPÍRITO DE EX-ALUNO
Qual a semelhança nos 2 casos ? 
• “A ignorância, a fraqueza das faculdades, a 
falta de cultura intelectual, lhes dá 
naturalmente mais ação; por isso maltratam, 
de preferência, certas classes, embora as 
pessoas inteligentes e instruídas deles não 
estejam isentas” .
19 Ó geração incrédula! até quando 
estarei convosco?
Recursos utilizados nos casos de 
obsessão 
Todos os socorros da medicina e da religião falharam nestes casos, apesar dos exorcismos , dos tratamentos médicos e 
dos internamentos nos hospitais, os casos não cessaram. 
• “O cura, querendo exorcizar 
esses infelizes, na maioria 
crianças, os fizera levar à 
igreja, conduzidos por homens 
vigorosos. Apenas pronunciara 
as primeiras palavras latinas, e 
uma cena assustadora se 
produziu: gritos, pulos 
furiosos, convulsões, etc., a tal 
ponto que mandaram buscar a 
polícia e uma companhia de 
infantaria, para colocar a boa 
ordem”. 
• Não são os médicos, mas 
magnetizadores, 
espiritualistas ou espíritas 
que seria preciso enviar 
para dissipar a legião dos 
maus Espíritos, perdidos em 
vosso planeta
Fé 
A fé alavanca poderosa capaz por si só de levantar o mundo constitui o meio único 
de que podemos lançar eficazmente para afastar os Espíritos atrasados e 
sofredores. 
• Da fé nasce a prece, 
acompanhada do jejum espiritual • Versículos 
• 23 Ao que lhe disse Jesus: 
Se podes! - tudo é possível 
ao que crê. 
• 24 Imediatamente o pai do 
menino, clamando, [com 
lágrimas] disse: Creio! Ajuda 
a minha incredulidade.
A fé se alia a esperança e ambas se desdobram em caridade 
Não tendo ainda os nossos corações bastante abertos para agasalharmos essas virtudes 
esforcemo-nos pelo estudo pela meditação dos ensinos e exemplos do nosso Salvador, 
aprendendo a pedir somente o que possa ser de justiça aos olhos de Deus.
Os demônios desta casta não podem ser expulsos 
senão pela prece e pelo jejum.
Oração e Jejum 
O que é orar? O que é jejuar?
A verdadeira prece 
São os atos da vida 
praticados com o 
pensamento em Deus e 
sempre a Deus 
reportados. É um arroubo 
contínuo do pensamento, 
uma aspiração 
incessantemente dirigida 
ao Criador e a guiar-nos 
na prática da verdade da 
caridade e do amor a bem 
do nosso progresso moral 
e intelectual .
O Jejum que Jesus 
recomendou 
Consiste em nos abstermos de 
pensamentos culposos, inúteis, 
frívolos mesmo em sermos 
sóbrios na satisfação das nossas 
necessidades matérias 
reservando do supérfluo para o 
repartirmos com os nossos 
irmãos, em sermos sinceros na 
modéstia da regularidade dos 
costumes na austeridade do 
proceder. Estes são o jejum e a 
prece que expelem os 
demônios da pior espécie que 
nos tronam surdos mudos e 
cegos ocasionando a nossa 
queda hora no fogo hora na 
agua.
Meios de combater a 
obsessão 
Certas pessoas preferem, uma receita 
mais fácil para afastar os maus 
Espíritos: algumas palavras a dizer ou 
alguns sinais afazer, o que seria mais 
cômodo ,mas não conhecemos 
nenhum outro procedimento mais 
eficaz para vencer um inimigo do que 
ser mais forte do que ele. 
É preciso, pois, se persuadir de que 
não há, para alcançar esse objetivo, 
nem palavras sacramentais, nem 
fórmulas, nem talismãs, nem 
quaisquer sinais materiais, os maus 
Espíritos disso se riem e se alegram . 
Antes de esperar domar os maus 
Espíritos, é preciso domar a si mesmo. 
De todos os meios de adquirir a força 
para a isso chegar, o mais eficaz é a 
vontade secundada pela prece, a 
prece de coração se entende, e não 
de/ palavras às quais a boca tem mais 
parte que o pensamento.

A cura de um lunático

  • 1.
    A cura deum lunático
  • 2.
    ” Ninguém ignora que quando o Cristo encarnou-se na Judéia, aquela região havia sido invadida por legiões de Espíritos malévolos”, Erasto
  • 3.
    Mateus XVII 14-20, Marcos IX 15 a 29 e Lucas IX 37-43 A cura de um lunático
  • 4.
    14 Quando chegaramaonde estavam os discípulos, viram ao redor deles uma grande multidão, e alguns escribas a discutirem com eles. 15 E logo toda a multidão, vendo a Jesus, ficou grandemente surpreendida; e correndo todos para ele, o saudavam. 16 Perguntou ele aos escribas: Que é que discutis com eles? 17 Respondeu-lhe um dentre a multidão: Mestre, eu te trouxe meu filho, que tem um espírito mudo; 18 e este, onde quer que o apanha, convulsiona-o, de modo que ele espuma, range os dentes, e vai definhando; e eu pedi aos teus discípulos que o expulsassem, e não puderam. 19 Ao que Jesus lhes respondeu: Ó geração incrédula! até quando estarei convosco? até quando vos hei de suportar? Trazei-mo. 20 Então lho trouxeram; e quando ele viu a Jesus, o espírito imediatamente o convulsionou; e o endemoninhado, caindo por terra, revolvia-se espumando. 21 E perguntou Jesus ao pai dele: Há quanto tempo sucede-lhe isto? Respondeu ele: Desde a infância;
  • 5.
    22 e muitasvezes o tem lançado no fogo, e na água, para o destruir; mas se podes fazer alguma coisa, tem compaixão de nós e ajuda-nos. 23 Ao que lhe disse Jesus: Se podes! - tudo é possível ao que crê. 24 Imediatamente o pai do menino, clamando, [com lágrimas] disse: Creio! Ajuda a minha incredulidade. 25 E Jesus, vendo que a multidão, correndo, se aglomerava, repreendeu o espírito imundo, dizendo: Espírito mudo e surdo, eu te ordeno: Sai dele, e nunca mais entres nele. 26 E ele, gritando, e agitando-o muito, saiu; e ficou o menino como morto, de modo que a maior parte dizia: Morreu. 27 Mas Jesus, tomando-o pela mão, o ergueu; e ele ficou em pé. 28 E quando entrou em casa, seus discípulos lhe perguntaram à parte: Por que não pudemos nós expulsá-lo? 29 Respondeu-lhes: Esta casta não sai de modo algum, salvo à força de oração [e jejum.]
  • 6.
    Obsessão É umaespécie de enfermidade de ordem psíquica e emocional, que consiste num constrangimento das atividades de um Espírito pela ação de um outro.
  • 7.
    Tipos de obsessão • Obsessão simples É um tipo de influência que, de forma sutil, que constrange a pessoa a praticar atos ou ter pensamentos diferentes do que geralmente possui. O obsedado, às vezes, nem percebe o que lhe está ocorrendo. Em outras, têm consciência da influência daninha, mas não consegue se livrar dela. Pode agravar-se, dependendo da natureza do Espírito atrasado envolvido e das disposições morais do paciente • Fascinação Trata-se de uma ilusão provocada por um Espírito hipócrita que domina a mente do paciente, distorcendo seu senso de realidade. O Espírito obsessor planeja muito bem seu intento destrutivo e busca envolver o indivíduo em artimanhas mentais bem preparadas.
  • 8.
    Tipos de obsessão • Subjugação É quando um Espírito obsessor adquire forte domínio sobre o psiquismo do indivíduo, levando-o a tomar decisões contrárias ao seu desejo. Na fascinação há uma ilusão. Na subjugação, o paciente tem consciência do que lhe acontece. Em certos casos, além de exercer o domínio psíquico, o obsessor domina o corpo físico do obsedado e, às vezes, numa crise semelhante à epilepsia, atira-o ao chão. Como o obsedado fica quase sempre sem as energias necessárias para dominar ou repelir o mau Espírito, carece da intervenção de uma terceira pessoa com ascendência moral sobre ele, para auxiliá-lo a sair da difícil situação.
  • 9.
    Como ocorre: Quandoum Espírito quer agir sobre uma pessoa, dela se aproxima e a envolve, por assim dizer, com o seu perispírito, como num manto; os fluidos se interpenetram, os dois pensamentos e as duas vontades se confundem e, então, o Espírito pode servir-se daquele corpo como se fora o seu próprio, fazê-lo agir à sua vontade, falar, escrever, desenhar, etc. (Revista Espírita 1862)
  • 10.
    Estudo sobre ospossessos de Morzine. (Causas da obsessão e meios de combatê-la)
  • 11.
    A medida queelas falam, sempre com a mesma veemência, suas fisionomias tem um só aspecto: o do furor. Por vezes o pescoço incha e a face se injeta; noutras, empalidece, como nas pessoas normais, num violento acesso de cólera; os lábios estão sempre úmidos de saliva, o que leva a dizer que as doentes espumam. "Limitados inicialmente às partes superiores, os movimentos vão ganhando o tronco e os membros inferiores; a respiração torna-se ofegante; as doentes redobram o furor, tornam-se agressivas, deslocam os móveis, atiram as cadeiras, os tamboretes, tudo quanto lhes cai às mãos, sobre os assistentes; precipitam-se sobre estes para lhes bater, tanto nos parentes quanto nos estranhos; jogam-se por terra, sempre com os mesmos gritos; rolam-se, batem as mãos no solo ou no peito, no ventre, na garganta e procuram arrancar algo que parece incomodar nesses pontos. Viram-se e reviram-se de um salto; vi duas que, levantando-se como que por uma mola, voltavam-se para trás de tal modo que a cabeça tocava o solo ao mesmo tempo que os pés. Esta crise dura, mais ou menos, dez, vinte minutos, meia hora, conforme a causa que a provocou. Se em presença de um estranho, sobretudo um padre, é raro que termine antes que a pessoa se afaste. Neste caso os movimentos convulsivos não são contínuos: depois de terem sido violentos, enfraquecem e param para recomeçar imediatamente, como se a força nervosa esgotada repousasse um momento para se refazer”. Revista Espírita
  • 12.
    ESCOLA DO CEARÁÉ ASSOMBRADA POR ESPÍRITO DE EX-ALUNO
  • 13.
    Qual a semelhançanos 2 casos ? • “A ignorância, a fraqueza das faculdades, a falta de cultura intelectual, lhes dá naturalmente mais ação; por isso maltratam, de preferência, certas classes, embora as pessoas inteligentes e instruídas deles não estejam isentas” .
  • 14.
    19 Ó geraçãoincrédula! até quando estarei convosco?
  • 15.
    Recursos utilizados noscasos de obsessão Todos os socorros da medicina e da religião falharam nestes casos, apesar dos exorcismos , dos tratamentos médicos e dos internamentos nos hospitais, os casos não cessaram. • “O cura, querendo exorcizar esses infelizes, na maioria crianças, os fizera levar à igreja, conduzidos por homens vigorosos. Apenas pronunciara as primeiras palavras latinas, e uma cena assustadora se produziu: gritos, pulos furiosos, convulsões, etc., a tal ponto que mandaram buscar a polícia e uma companhia de infantaria, para colocar a boa ordem”. • Não são os médicos, mas magnetizadores, espiritualistas ou espíritas que seria preciso enviar para dissipar a legião dos maus Espíritos, perdidos em vosso planeta
  • 16.
    Fé A féalavanca poderosa capaz por si só de levantar o mundo constitui o meio único de que podemos lançar eficazmente para afastar os Espíritos atrasados e sofredores. • Da fé nasce a prece, acompanhada do jejum espiritual • Versículos • 23 Ao que lhe disse Jesus: Se podes! - tudo é possível ao que crê. • 24 Imediatamente o pai do menino, clamando, [com lágrimas] disse: Creio! Ajuda a minha incredulidade.
  • 17.
    A fé sealia a esperança e ambas se desdobram em caridade Não tendo ainda os nossos corações bastante abertos para agasalharmos essas virtudes esforcemo-nos pelo estudo pela meditação dos ensinos e exemplos do nosso Salvador, aprendendo a pedir somente o que possa ser de justiça aos olhos de Deus.
  • 18.
    Os demônios destacasta não podem ser expulsos senão pela prece e pelo jejum.
  • 19.
    Oração e Jejum O que é orar? O que é jejuar?
  • 20.
    A verdadeira prece São os atos da vida praticados com o pensamento em Deus e sempre a Deus reportados. É um arroubo contínuo do pensamento, uma aspiração incessantemente dirigida ao Criador e a guiar-nos na prática da verdade da caridade e do amor a bem do nosso progresso moral e intelectual .
  • 21.
    O Jejum queJesus recomendou Consiste em nos abstermos de pensamentos culposos, inúteis, frívolos mesmo em sermos sóbrios na satisfação das nossas necessidades matérias reservando do supérfluo para o repartirmos com os nossos irmãos, em sermos sinceros na modéstia da regularidade dos costumes na austeridade do proceder. Estes são o jejum e a prece que expelem os demônios da pior espécie que nos tronam surdos mudos e cegos ocasionando a nossa queda hora no fogo hora na agua.
  • 22.
    Meios de combatera obsessão Certas pessoas preferem, uma receita mais fácil para afastar os maus Espíritos: algumas palavras a dizer ou alguns sinais afazer, o que seria mais cômodo ,mas não conhecemos nenhum outro procedimento mais eficaz para vencer um inimigo do que ser mais forte do que ele. É preciso, pois, se persuadir de que não há, para alcançar esse objetivo, nem palavras sacramentais, nem fórmulas, nem talismãs, nem quaisquer sinais materiais, os maus Espíritos disso se riem e se alegram . Antes de esperar domar os maus Espíritos, é preciso domar a si mesmo. De todos os meios de adquirir a força para a isso chegar, o mais eficaz é a vontade secundada pela prece, a prece de coração se entende, e não de/ palavras às quais a boca tem mais parte que o pensamento.