Setembro Amarelo:
V
amos falar sobre suicídio?
PMMB
Supervisor: Dr. Humberto Barreto
Supervisionado: Carlos Bezerra
O que é suicídio?
“Ato deliberado, intencional, de causar morte a si mesmo; iniciado e executado por
uma pessoa que tem clara noção ou forte expectativa de que o desfecho seja fatal e
resulte em sua própria morte.”
É um transtorno multidimensional, que resulta de uma interação complexa entre
fatores ambientais, sociais, fisiológicos, genéticos e biológicos.
(BERTOLOTE, 2012; OMS, 2000)
Classificação do comportamento suicida
Três categorias:
• Ideação suicida
• Tentativa de suicídio
• Suicídio consumado
MAIS DE 800 MIL
tiram a própria vida por
ano
SEGUNDA MAIOR CAUSA
de morte entre jovens de 15 a 29 anos
11 MIL
tiram a própria vida, em
média, por ano
QUARTA MAIOR CAUSA
de morte entre jovens de 15 a 29 anos
HOMENS
Terceira maior causa
entre 15 a 29 anos
MULHERES
Oitava maior causa
entre 15 a 29 anos
Eu queria morrer.
Pensei nessa palavra muitas
vezes. É algo difícil de dizer em
voz alta.
É ainda mais assustador quando
você sente que pode estar falando
sério.
13 Reasons Why
Dados sobre suicídio no
mundo
• A cada 40 segundos uma pessoa comete suicídio;
• Para cada suicídio que ocorre, outras quarenta pessoas
realizam uma tentativa (Mello-Santos et al, 2005).
• Em 2012, cerca de 804 mil pessoas morreram por
suicídio;
• A taxa de suicídio mundial ajustada para idade é de 11,4 a
cada 100 mil habitantes por ano (OMS, 2014):
• 15 para homens;
• 8 para mulheres;
Dados sobre suicídio no
mundo
• Aproximadamente 1,5 milhões morrerão por essa causa em
2020.
• Cada suicídio gera um sério impacto na vida de pelo menos
outras seis pessoas;
• A idade média das pessoas que cometem suicídio está cada
vez menor;
• A cada ano, o número de suicídios é maior que soma (!) das
mortes causadas por homicídios, acidentes de transporte,
guerras e conflitos civis (Värnik, 2012; WHO, 2014).
Dados sobre suicídio no Brasil
• A média de suicídios é de 5 a cada 100 mil habitantes;
• O país é o oitavo em número absoluto de suicídios;
• Em 2012 registrou-se média de 30 mortes por suicídio por
dia;
•Entre 2000 e 2012, houve um aumento de 10,4%, sendo
observada uma alta de mais de 30% em jovens;
• Os números devem ser analisados com cautela:
• Subnotificação – Estima-se que para cada tentativa
documentada existam outras quatro que não são
registradas (Vidal et al, 2013).
• Grande variabilidade regional nas taxas.
Dados sobre suicídio no Brasil
• 17% pensaram, em algum momento, em tirar a própria vida. Mas a
grande maioria não comete o ato e encontra meios adequados de
lidar com os problemas.
O que leva alguém ao suicídio?
Normalmente, a pessoa tem necessidade de aliviar pressões externas como
cobranças sociais, culpa, remorso, depressão, ansiedade, medo, fracasso,
humilhação etc.
O comportamento suicida tem sido frequentemente associado a quadros de
transtornos psiquiátricos, como depressão e esquizofrenia, ou ao abuso de
álcool e outras drogas (ABP, 2014).
(CVV, 2013; ABP, 2014)
“Quando uma pessoa pensa em suicídio, ela quer matar a dor, mas nunca a vida.” Augusto Cury
Fatores de risco
Tentativa prévia de suicídio:
Estima-se que 50% daqueles que se suicidaram já
haviam tentado previamente. Pacientes que
passaram por tentativa previamente tem de cinco a
seis vezes mais chances de tentar novamente.
Doença mental:
Suponham que muitas vezes as pessoas tenham uma
doença mental não diagnosticada, frequentemente
não tratada ou não tratada de forma adequada.
Se destacam:
• depressão;
• transtorno bipolar;
• alcoolismo e abuso/dependência de outras drogas;
• transtornos de personalidade e esquizofrenia.
Outros fatores de risco
• Desesperança, desespero, desamparo e
impulsividade;
• Gênero;
• Idade;
• Doenças clínicas não psiquiátricas;
• Eventos adversos na infância e na
adolescência;
• História familiar e genética;
• Fatores sociais;
• Fatores protetores.
12
Fatores de risco
Sintomas depressivos mais associados ao suicídio: prejuízo da
autoestima
, e
resolver
sentimentos de desesperança e incapacidade de enfrentar
problemas.
Esses sintomas podem não estar presentes no início do quadro, mas à medida
que a depressão vai se tornando mais grave, a baixa da autoestima vai piorando,
vão surgindo sentimentos de inutilidade e, progressivamente, o indivíduo vai
ficando mais desesperado.
Ballone (2003)
Depressão e suicídio
Fatores de Proteção
• Autoestima elevada;
• Bom suporte familiar e laços sociais bem estabelecidos;
• Religiosidade e razão para viver;
• Ausência de doença mental;
• Estar empregado;
• Ter crianças em casa e senso de responsabilidade com a
família;
• Gravidez desejada e planejada;
• Resiliência.
•Ambivalência: o desejo de viver e o desejo de morrer batalham
numa gangorra nos indivíduos suicidas. Há uma urgência de sair da dor de viver
e um desejo de viver.
•Impulsividade: o impulso para cometer suicídio é transitório e dura
alguns minutos ou horas. É usualmente desencadeado por eventos negativos do
dia-a- dia.
•Rigidez: pessoas suicidas pensam rígida e drasticamente.
(OMS, 2000)
Características psicopatológicas comuns no
estado mental do suicida
(OMS, 2000)
Sentimentos Pensamentos
Tristeza, depressão “Eu preferia estar morto”
Solidão “Eu não posso fazer nada”
Desamparo “Eu não agüento mais”
Desesperança “Eu sou um perdedor e um peso
pros outros.”
Auto-desvalorização “Os outros vão ser mais felizes sem
mim.”
Ombro baixo
encolhido/
braço cruzado
Cabeça
curvada para
baixo/
movimentos
negativos
Chorar Franzir a testa
Boca curvada
para
baixo/apertado
e achatado
Ficar em
silêncio
Comportamentos sugestivos de desinteresse social,
isolamento, afetos negativos
José Tadeu, Fapesp 2016
Como reconhecer indivíduos suscetíveis?
• Portador de doença psiquiátrica (durante todo o curso da
doença);
• História pessoal e familiar de comportamento suicida;
• Presença de outros comportamentos auto lesivos e
sentimento de desespero, desesperança e desamparo;
• Personalidade impulsiva, agressiva ou de humor
instável;
• Respostas anteriores a situações estressoras;
• Presença de vários fatores de risco e poucos fatores de
proteção.
Como reconhecer indivíduos suscetíveis?
• Pacientes com doenças físicas graves, ameaça de vida,
pessoa desfigurada, dor intensa e incapacitação;
• Situações agudas de crise;
• Mudança súbita na apresentação clínica do paciente,
melhora ou piora dos seus sintomas, apesar do tratamento;
• Situações de perda real ou imaginada;
• Exposição a estressor psicossocial, vergonha ou
humilhação.
Situações de
alerta
(Risco iminente de suicídio)
21
Uma proporção substancial de pessoas que cometem o suicídio morrem sem
nunca terem visto um profissional de saúde mental.
Sabemos hoje que praticamente 100% dos suicidas tinham uma doença mental,
muitas vezes não diagnosticada e não tratada. De fato, dos que morrem por
suicídio, cerca de 50% a 60% nunca se consultaram com um profissional de saúde
mental ao longo da vida.
ABP, 2014
Atendimento profissional
Pesquisas sobre prevenção apontam para o fato que o desfecho
nefasto pode ser evitado, na maioria das vezes, caso haja o devido
acolhimento ao sofrimento, e acompanhamento da situação.
BRASIL, 2013
Acolhimento do
indivíduo
Fontes de Apoio
OMS, 2000
Família
Amigos
Colegas
Clérigo
CAPS
Profissionais
de saúde
24
Setembro Amarelo
É uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio, com o
objetivo direto de alertar a população a respeito da realidade do suicídio no Brasil
e no mundo e suas formas de prevenção. Ocorre no mês de setembro, desde
2015, por meio de identificação de locais públicos e particulares com a cor
amarela e ampla divulgação de informações.
CVV
25
SETEMBRO AMARELO
• Campanha de Prevenção ao Suicídio;
• Desconstruir o tabu diante do tema e orientar que prevenir é
possível;
• Desmistificar o tratamento psiquiátrico e combater a
psicofobia;
• Estimular programas educativos para formação de médicos
e profissionais da saúde;
• Usar estrategicamente a mídia para campanhas
preventivas;
• Incentivar espaços de promoção de saúde na comunidade
(grupos de autoajuda nas igrejas e escolas, associações
e ONGs).
26
SETEMBRO AMARELO
• Orientar o controle/regulação do acesso aos métodos mais
utilizados, como: carbamato (chumbinho); pesticidas;
raticidas e outros; e restrição às armas de fogo;
• Estimular construções inteligentes e planejamento da cidade
com medidas de segurança (campanha SELO AMARELO).
“Todas as pessoas que você conhece estão enfrentando batalhas que
você não sabe nada a respeito. Seja gentil. Sempre.”
Obrigado!
Referências
• BERTOLOTE, J. M. O suicídio e sua prevenção. São Paulo: Unesp, 2012.
• ABP – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSIQUIATRIA. Suicídio: informando para prevenir, Brasília, DF: CFM: ABP,
2014.
• CVV – CENTRO DE VALORIZAÇÃO DA VIDA. Falando abertamente sobre suicídio. São Paulo, 2013.
• Organização Mundial da Saúde. Prevenção do suicídio: um manual para profissionais da saúde em atenção
primária. Genebra, 2000.
• CVV – CENTRO DE VALORIZAÇÃO DA VIDA. Suicídio – Saber, Agir e Prevenir. São Paulo, 2017.
• BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde Mental. Brasília, DF, 2013. (Cadernos de atenção básica, n. 34).
• SUS. Suicídio. Saber, agir e prevenir. Acesso em:
http://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2017/setembro/20/Folheto-jornalistas-15x21cm.pdf.
Folheto Jornalistas. 2017
• José Tadeu Arantes. Expressão não verbal ajuda a diagnosticar a depressão. Agência FAPESP. 22. Fevereiro.
2016.

SETEMBRO AMARELO.pptxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

  • 1.
    Setembro Amarelo: V amos falarsobre suicídio? PMMB Supervisor: Dr. Humberto Barreto Supervisionado: Carlos Bezerra
  • 2.
    O que ésuicídio? “Ato deliberado, intencional, de causar morte a si mesmo; iniciado e executado por uma pessoa que tem clara noção ou forte expectativa de que o desfecho seja fatal e resulte em sua própria morte.” É um transtorno multidimensional, que resulta de uma interação complexa entre fatores ambientais, sociais, fisiológicos, genéticos e biológicos. (BERTOLOTE, 2012; OMS, 2000)
  • 3.
    Classificação do comportamentosuicida Três categorias: • Ideação suicida • Tentativa de suicídio • Suicídio consumado
  • 4.
    MAIS DE 800MIL tiram a própria vida por ano SEGUNDA MAIOR CAUSA de morte entre jovens de 15 a 29 anos 11 MIL tiram a própria vida, em média, por ano QUARTA MAIOR CAUSA de morte entre jovens de 15 a 29 anos HOMENS Terceira maior causa entre 15 a 29 anos MULHERES Oitava maior causa entre 15 a 29 anos
  • 5.
    Eu queria morrer. Penseinessa palavra muitas vezes. É algo difícil de dizer em voz alta. É ainda mais assustador quando você sente que pode estar falando sério. 13 Reasons Why
  • 6.
    Dados sobre suicídiono mundo • A cada 40 segundos uma pessoa comete suicídio; • Para cada suicídio que ocorre, outras quarenta pessoas realizam uma tentativa (Mello-Santos et al, 2005). • Em 2012, cerca de 804 mil pessoas morreram por suicídio; • A taxa de suicídio mundial ajustada para idade é de 11,4 a cada 100 mil habitantes por ano (OMS, 2014): • 15 para homens; • 8 para mulheres;
  • 7.
    Dados sobre suicídiono mundo • Aproximadamente 1,5 milhões morrerão por essa causa em 2020. • Cada suicídio gera um sério impacto na vida de pelo menos outras seis pessoas; • A idade média das pessoas que cometem suicídio está cada vez menor; • A cada ano, o número de suicídios é maior que soma (!) das mortes causadas por homicídios, acidentes de transporte, guerras e conflitos civis (Värnik, 2012; WHO, 2014).
  • 8.
    Dados sobre suicídiono Brasil • A média de suicídios é de 5 a cada 100 mil habitantes; • O país é o oitavo em número absoluto de suicídios; • Em 2012 registrou-se média de 30 mortes por suicídio por dia; •Entre 2000 e 2012, houve um aumento de 10,4%, sendo observada uma alta de mais de 30% em jovens; • Os números devem ser analisados com cautela: • Subnotificação – Estima-se que para cada tentativa documentada existam outras quatro que não são registradas (Vidal et al, 2013). • Grande variabilidade regional nas taxas.
  • 9.
    Dados sobre suicídiono Brasil • 17% pensaram, em algum momento, em tirar a própria vida. Mas a grande maioria não comete o ato e encontra meios adequados de lidar com os problemas.
  • 10.
    O que levaalguém ao suicídio? Normalmente, a pessoa tem necessidade de aliviar pressões externas como cobranças sociais, culpa, remorso, depressão, ansiedade, medo, fracasso, humilhação etc. O comportamento suicida tem sido frequentemente associado a quadros de transtornos psiquiátricos, como depressão e esquizofrenia, ou ao abuso de álcool e outras drogas (ABP, 2014). (CVV, 2013; ABP, 2014) “Quando uma pessoa pensa em suicídio, ela quer matar a dor, mas nunca a vida.” Augusto Cury
  • 11.
    Fatores de risco Tentativaprévia de suicídio: Estima-se que 50% daqueles que se suicidaram já haviam tentado previamente. Pacientes que passaram por tentativa previamente tem de cinco a seis vezes mais chances de tentar novamente. Doença mental: Suponham que muitas vezes as pessoas tenham uma doença mental não diagnosticada, frequentemente não tratada ou não tratada de forma adequada. Se destacam: • depressão; • transtorno bipolar; • alcoolismo e abuso/dependência de outras drogas; • transtornos de personalidade e esquizofrenia. Outros fatores de risco • Desesperança, desespero, desamparo e impulsividade; • Gênero; • Idade; • Doenças clínicas não psiquiátricas; • Eventos adversos na infância e na adolescência; • História familiar e genética; • Fatores sociais; • Fatores protetores.
  • 12.
  • 13.
    Sintomas depressivos maisassociados ao suicídio: prejuízo da autoestima , e resolver sentimentos de desesperança e incapacidade de enfrentar problemas. Esses sintomas podem não estar presentes no início do quadro, mas à medida que a depressão vai se tornando mais grave, a baixa da autoestima vai piorando, vão surgindo sentimentos de inutilidade e, progressivamente, o indivíduo vai ficando mais desesperado. Ballone (2003) Depressão e suicídio
  • 14.
    Fatores de Proteção •Autoestima elevada; • Bom suporte familiar e laços sociais bem estabelecidos; • Religiosidade e razão para viver; • Ausência de doença mental; • Estar empregado; • Ter crianças em casa e senso de responsabilidade com a família; • Gravidez desejada e planejada; • Resiliência.
  • 15.
    •Ambivalência: o desejode viver e o desejo de morrer batalham numa gangorra nos indivíduos suicidas. Há uma urgência de sair da dor de viver e um desejo de viver. •Impulsividade: o impulso para cometer suicídio é transitório e dura alguns minutos ou horas. É usualmente desencadeado por eventos negativos do dia-a- dia. •Rigidez: pessoas suicidas pensam rígida e drasticamente. (OMS, 2000) Características psicopatológicas comuns no estado mental do suicida
  • 16.
    (OMS, 2000) Sentimentos Pensamentos Tristeza,depressão “Eu preferia estar morto” Solidão “Eu não posso fazer nada” Desamparo “Eu não agüento mais” Desesperança “Eu sou um perdedor e um peso pros outros.” Auto-desvalorização “Os outros vão ser mais felizes sem mim.”
  • 17.
    Ombro baixo encolhido/ braço cruzado Cabeça curvadapara baixo/ movimentos negativos Chorar Franzir a testa Boca curvada para baixo/apertado e achatado Ficar em silêncio Comportamentos sugestivos de desinteresse social, isolamento, afetos negativos José Tadeu, Fapesp 2016
  • 18.
    Como reconhecer indivíduossuscetíveis? • Portador de doença psiquiátrica (durante todo o curso da doença); • História pessoal e familiar de comportamento suicida; • Presença de outros comportamentos auto lesivos e sentimento de desespero, desesperança e desamparo; • Personalidade impulsiva, agressiva ou de humor instável; • Respostas anteriores a situações estressoras; • Presença de vários fatores de risco e poucos fatores de proteção.
  • 19.
    Como reconhecer indivíduossuscetíveis? • Pacientes com doenças físicas graves, ameaça de vida, pessoa desfigurada, dor intensa e incapacitação; • Situações agudas de crise; • Mudança súbita na apresentação clínica do paciente, melhora ou piora dos seus sintomas, apesar do tratamento; • Situações de perda real ou imaginada; • Exposição a estressor psicossocial, vergonha ou humilhação.
  • 20.
  • 21.
    21 Uma proporção substancialde pessoas que cometem o suicídio morrem sem nunca terem visto um profissional de saúde mental. Sabemos hoje que praticamente 100% dos suicidas tinham uma doença mental, muitas vezes não diagnosticada e não tratada. De fato, dos que morrem por suicídio, cerca de 50% a 60% nunca se consultaram com um profissional de saúde mental ao longo da vida. ABP, 2014 Atendimento profissional
  • 22.
    Pesquisas sobre prevençãoapontam para o fato que o desfecho nefasto pode ser evitado, na maioria das vezes, caso haja o devido acolhimento ao sofrimento, e acompanhamento da situação. BRASIL, 2013 Acolhimento do indivíduo
  • 23.
    Fontes de Apoio OMS,2000 Família Amigos Colegas Clérigo CAPS Profissionais de saúde
  • 24.
    24 Setembro Amarelo É umacampanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio, com o objetivo direto de alertar a população a respeito da realidade do suicídio no Brasil e no mundo e suas formas de prevenção. Ocorre no mês de setembro, desde 2015, por meio de identificação de locais públicos e particulares com a cor amarela e ampla divulgação de informações. CVV
  • 25.
    25 SETEMBRO AMARELO • Campanhade Prevenção ao Suicídio; • Desconstruir o tabu diante do tema e orientar que prevenir é possível; • Desmistificar o tratamento psiquiátrico e combater a psicofobia; • Estimular programas educativos para formação de médicos e profissionais da saúde; • Usar estrategicamente a mídia para campanhas preventivas; • Incentivar espaços de promoção de saúde na comunidade (grupos de autoajuda nas igrejas e escolas, associações e ONGs).
  • 26.
    26 SETEMBRO AMARELO • Orientaro controle/regulação do acesso aos métodos mais utilizados, como: carbamato (chumbinho); pesticidas; raticidas e outros; e restrição às armas de fogo; • Estimular construções inteligentes e planejamento da cidade com medidas de segurança (campanha SELO AMARELO).
  • 28.
    “Todas as pessoasque você conhece estão enfrentando batalhas que você não sabe nada a respeito. Seja gentil. Sempre.” Obrigado!
  • 29.
    Referências • BERTOLOTE, J.M. O suicídio e sua prevenção. São Paulo: Unesp, 2012. • ABP – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSIQUIATRIA. Suicídio: informando para prevenir, Brasília, DF: CFM: ABP, 2014. • CVV – CENTRO DE VALORIZAÇÃO DA VIDA. Falando abertamente sobre suicídio. São Paulo, 2013. • Organização Mundial da Saúde. Prevenção do suicídio: um manual para profissionais da saúde em atenção primária. Genebra, 2000. • CVV – CENTRO DE VALORIZAÇÃO DA VIDA. Suicídio – Saber, Agir e Prevenir. São Paulo, 2017. • BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde Mental. Brasília, DF, 2013. (Cadernos de atenção básica, n. 34). • SUS. Suicídio. Saber, agir e prevenir. Acesso em: http://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2017/setembro/20/Folheto-jornalistas-15x21cm.pdf. Folheto Jornalistas. 2017 • José Tadeu Arantes. Expressão não verbal ajuda a diagnosticar a depressão. Agência FAPESP. 22. Fevereiro. 2016.