CRIPTOCOCOSE
Micose Sistêmica
COMPONENTES:
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ
CAMPUS MINISTRO REIS VELLOSO
MICOLOGIA
Prof. Dr. Gustavo Portela Ferreira
Abrahão Lincoln
Alice Mendes
Ana Camila
Dakson Douglas
Janyere Alexandrino
Jessica Rodrigues
Laiane Veras
Maria da Conceição
Michelly Kelliny
CRIPTOCOCOSE
Taxonomia
INTRODUÇÃO
Reino Fungi
Filo Basidiomycota
Classe Agaricomycetes
Ordem Filobasidiales
Família Filobasidiaceae
Género Cryptococcus
CRIPTOCOCOSE
HISTÓRICO
INTRODUÇÃO
 1894 – Otto Bussen e Abrahan Buschke primeira descrisão
da criptococse (observou corpúsculos arredondados
encapsulados em lesão sarcoma-símile)
 1894 – Francesco Sanfelice demontrou a patogenicidade do
fungo - Saccharomyces neoformans
 1901 - Vuillemin - Transfere-os para o gênero Cryptococcus
 1941 e 1944 – Carlos da Silva Lacaz e Floriano de
Almeida primeira descrição da Criptococose no Brasil
Otto Bussen
Fonte: wwalchetron.com.br
Carlos da Sila Lacaz
Fonte:www.museudapessoa.net
CRIPTOCOCOSE
INTRODUÇÃO
 Conhecida também Torulose, Blastomicose europeia ou Doença de Busse-
Buschke;
 É uma micose de natureza sistêmica;
Porta de Entrada
Cryptococcus neoformans
(Sorotipo A, D, AD)
Cryptococcus gattii
(Sorotipo B, C)
Var.
neoformans
Var.
grubii
CARACTERISTICAS GERAIS
CRIPTOCOCOSE
CARACTERISTICAS GERAIS
INTRODUÇÃO
 Oportunista, cosmopolita, associada a condições de imunodepressão
celular;
 Fungo isolado: solo contaminado por fezes de aves, pombos em particular,
além de madeira em decomposição, frutos, vegetais e ocos de árvores
(saprófitos);
 Infecção ocorre por inalação de esporos.
C. gattii
C. neoformans Imunossuprimidos
Imunocompetentes
CRIPTOCOCOSE
CARACTERISTICAS GERAIS
INTRODUÇÃO
Tropismo Pelo Sistema Nervoso Central
(SNC)
Provoca Doenças Pulmonar e Meníngea
Mais frequente em adultos
CRIPTOCOCOSE
EPIDEMIOLOGIA
INTRODUÇÃO
 Acomete cães e gatos
 A transmissão entre animais e o homem não foi comprovada
 doença oportunista com maior morbidade e mortalidade entre os pacientes
soropositivos (Moreira et al., 2006).
C. gattii
Tropicais
Subtropicais
Meio campestre
Isolado de diferente espécies de árvores: Oiti, Cássia gigante, Cássia-rosa,
mangueira, fiqueira e gameleira
Mangueira
Fonte: Google imagens
C. neoformans Cosmopolita
CRIPTOCOCOSE
CARACTERISTICA MACRÓSCOPICA
INTRODUÇÃO
Cryptococcus spp. Ágar Sabouroud Dextrosa
Colônias mucoides brilhantes
Limitada
Margem lisa e inteira
Cor branca ou creme
Crescimento: 3 - 7 dias
Incubação: 25° a 37°
CRIPTOCOCOSE
INTRODUÇÃO
 Leveduras esféricas e ovais
 Tamanho 4 a 10um;
 Pseudohifas ocasionais;
 Intracelular facultativo;
 Não fermentam carboidrato.
Único brotamento
CARACTERISTICA MICRÓSCOPICA
CRIPTOCOCOSE
INTRODUÇÃO
CARACTERISTICA MICRÓSCOPICA
Estado Anamórfico: comuns
Estado Telemórfico: diferentes
Basidiósporos de C. neoformans
 Esféricos
 Alongados ou cilíndricos
 Parede ligeiramente rugosa
Basidiósporos de C. gattii
 Baciliformes
 Parede lisa
CRIPTOCOCOSE
REPRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
Fase Sexuada:
 Não é observada na natureza
 Demonstrada em condições de
laboratório (in vitro)
 Hifas dicarióticas
 Uma compatibilidade bipolar
Fase Assexuada:
 Células haplóides
 Cápsula polissacarídea
 Formato arredondados ou ovalados
 Sem presença hifas ou pseudo-hifas
 Brotamentos singulares ou múltiplos
 Diâmetros de aproximadamente 2-8 µm
 Cápsula Polissacaridica
 Parede Celular - Síntese de Melanina
 Termotolerantes; Imagem 2 - Uma descrição idealizada de uma célula de C. neoformans. Observe
que a melanina é encontrada na parede celular.
Glucuronoxilomanana – GXM
Galactoxilomanana – GalXM
Manoproteínas - MP
Impede a Produção de TNFα de Macrófagos
CRIPTOCOCOSE
FATOR DE VIRULÊNCIA
INTRODUÇÃO
• Associado as vias bioquímicas
• Produção de enzimas
Síntese de Poliol D-manitol
Protease
Urease
Fosfolipase
CRIPTOCOCOSE
INTRODUÇÃO
FATOR DE VIRULÊNCIA
Fonte: Google imagens - Microscopia eletrônica vs colorações.
CRIPTOCOCOSE
INTRODUÇÃO
Excretas Secas
Árvores como: Eucalipto
Disseminação
CRIPTOCOCOSE
TRANSMISSÃO
Inalação de basidiósporos
Infecção primária do sistema respiratório
Via hematógena
ou linfática
Infecção
secundária do
SNC
A disseminação da infecção e
a apresentação do quadro
clínico estão intimamente
relacionadas ao grau de
imunidade do hospedeiro
CRIPTOCOCOSE
PATOGENICIDADE
Células de Titã
Travessia paracelular
Transcitose
Através de monócitos
ou macrófagos
CRIPTOCOCOSE
MANIFESTAÇÕES CLINICAS
Criptococose Pulmonar
Criptococose Disseminada
Pulmonar regressiva
Pulmonar Progressiva
Forma meningo-encefálica
Forma Cutânea
Forma Óssea
CRIPTOCOCOSE
CRIPTOCOCOSE PULMONAR
MANIFESTAÇÕES CLINICAS
Relação parasita-hospedeiro
Assintomática
Infecção primária
Pulmonar Regressiva
CRIPTOCOCOSE
MANIFESTAÇÕES CLINICAS
RadiologiaSintomas
 Tosse
 Escarro mucoide
 Dor torácica pleurítica
CRIPTOCOCOSE PULMONAR
Pulmonar Progressiva
CRIPTOCOCOSE
MANIFESTAÇÕES CLINICAS
Fonte:www.anatpat.unicamp.br
CRIPTOCOCOSE PULMONAR
Pulmonar Progressiva
CRIPTOCOCOSE
MANIFESTAÇÕES CLINICAS
CRIPTOCOCOSE PULMONAR
Pulmonar Progressiva
CRIPTOCOCOSE
DISSEMINADA
MANIFESTAÇÕES CLINICAS
Forma meningoencefálica
Sintomas
 Cefaléia occipital intermitente
 Febre alta (rara), tremores e calafrios
Similar a uma bacteremiaAssintomática
Aumento da pressão do líquor
90% dos casos diagnosticados
Disseminação hematogênica
CRIPTOCOCOSE
DISSEMINADA
MANIFESTAÇÕES CLINICAS
Forma Cutânea
Primeira forma observada
Adenopatias regionais
Aspectos dermatológicos das lesões
Nódulos
Pápulas
Pústulas
Úlceras isoladas ou múltiplas.
CRIPTOCOCOSE
DISSEMINADA
MANIFESTAÇÕES CLINICAS
Forma Óssea
Manifestação
Parasita
Exame direto
Dor
Inflamação
Pus viscoso
Caso de Busse - Buschke
CRIPTOCOCOSE
ESPÉCIMES CLÍNICAS
Escarro
Lavado Bronco alveolar
LCR - Líquor Raspados de lesões cutâneas
TRI
Fragmentos de tecidos
 Exame direto
 Cultura
 Histopatológico
 Testes sorológicos
 Técnicas moleculares
LCR
• Amostra mais utilizada
• Três tubos
• Médico – termo de consentimento
CRIPTOCOCOSE
DIAGNÓSTICO
TIPOS DE TECNICAS
Leveduras
Cap. polissacarídica
Tinta da china
Nigrosina
 Amostras purulentas KOH a 10% eliminar células.
 O líquor e urina deve ser centrifugado sedimento
https://pt.wikipedia.org
CRIPTOCOCOSE
DIAGNÓSTICO
EXAME DIRETO
Ágar semente de Niger
Ágar Sabouraud
Ágar Semente de
girassol
Ágar dopamina
Àgar L-dopa
Ágar batata cenoura
Melanina
Não devem conter mais que
0,1% de glicose
http://path.upmc.edu
CRIPTOCOCOSE
DIAGNÓSTICO
Cultura
A enzima fenol-oxidase
produzida pelo fungo age sobre
os substratos ácido caféico ou
compostos de ou polifenólicos
As amostras comuns (escarro, raspados, pus etc)
Inoculadas em meios contendo antimicrobianos
X
Pois a maioria dos isolados de C. neoformans é sensível
CRIPTOCOCOSE
DIAGNÓSTICO
Cultura
CICLOHEXIMIDA
Ágar Semente de Ninger
Ágar Sabouraud Dextrose
 Colônias cremosas, viscosas,
úmidas, cor creme
 Verso – aspecto mucoide
branco, úmido e viscoso
 Reverso – claro
http://crescendoemcultura.blogspot.com.br
http://crescendoemcultura.blogspot.com.b
r
CRIPTOCOCOSE
DIAGNÓSTICO
Cultura
Ágar Canavanina Glicina-Azul de Bromotimol (CGB)
Fonte:www.slideshare.net
CRIPTOCOCOSE
DIAGNÓSTICO
Cultura
C. gattii
C. neoformans
Resistente a L-canavanina
Inibido pela L-canavanina
Histopatológico
• Gelatinoso
• Granulomatoso
Caracteriza-se por pouco ou nenhuma reação inflamatória e
grande quantidade de fungos
Caracteriza-se pela presença de granulomas epitelióides, células
gigantes, linfócitos e proliferação linfoblástica. O infiltrado
inflamatório é fundamentalmente constituído por macrófagos
CRIPTOCOCOSE
DIAGNÓSTICO
HISTOPATOLÓGICO
 Hematoxilina e eosina (HE)
 Mucicarmim cora as células de vermelho.
 PAS (periodic acid-Schiff)
 Alcian blue
 Gomori-Grocott
 Fontana Masson cora a melanina fungica de marrom
avermelhado.
Fonte:www.scielo.br
CRIPTOCOCOSE
DIAGNÓSTICO
TIPOS DE COLORAÇÃO
http://www.scielo.br
CRIPTOCOCOSE
DIAGNÓSTICO
TIPOS DE COLORAÇÃO
Aglutinação de látex ELISA
- Detecta antígenos ou anticorpos
- Detecta o antígeno mesmo em pequenas
quantidades
- Desvantagem apenas no tempo de
liberação do resultado.
- A detecção do antígeno do polissacarídeo
capsular de Cryptococcus spp
- Um dos principais testes sorológicos
realizados na rotina micológico
- Testes utilizam partículas de látex
revestidas com anticorpos policlonais para
a cápsula criptocócica
- Sensibilidade 93-100%
- Especificidade 93-98%
CRIPTOCOCOSE
DIAGNÓSTICO
TESTES SOROLÓGICOS
CRIPTOCOCOSE
DIAGNÓSTICO
TESTES BIOQUÍMICOS
Teste de Urease
- Fácil, Rápido e de Baixo custo
- Teste diferencial
- A urease é uma enzima que degrada a
uréia em duas moléculas de amônia e uma
de anidrido carbônico
- Diferencia Criptococose de uma infecção
por cândida
- Diferenciação do gênero
- Cryptococcus neoformans é urease +
Recente Estudos epidemiológicos Variação (sorotipo)
Sensibilidade e Especificidade
superiores à cultura e ao exame direto
Mais preciso e mais rápido
PCR multiplex que permite a
diferenciação entre C. neoformans var.
neoformans e var. gatti
CRIPTOCOCOSE
DIAGNÓSTICO
Técnica de PCR
TESTES MOLECULARES
CRIPTOCOCOSE
DIAGNÓSTICO
IMAGEM
Suspeição Clínica
Raio - X
Aspectos Clínicos
epidemiológicos
 A escolha da droga vai depender da forma clínica
Criptococose Pulmonar
Fluconazol
Dose de 200 mg/dia, por 6 meses a 12 meses
Itraconazol
Dose de 200 mg/dia, durante 6 a 12 meses
CRIPTOCOCOSE
TRATAMENTO
Anfotericina B
Na dose de 1 mg/kg/dose, não ultrapassar 50 mg/dia,
durante 6 semanas.
CRIPTOCOCOSE
TRATAMENTO
 A escolha da droga vai depender da forma clínica
Criptococose Disseminada
Fluconazol
Na dose de 200 a 400 mg/dia por aproximadamente 6
semanas.
CRIPTOCOCOSE
TRATAMENTO
 A escolha da droga vai depender da forma clínica
Criptococose Disseminada
Consenso em Criptococose: 2008. Rev. Soc. Bras. Med. Trop., Uberaba , v. 41, n. 5, p. 524-544, Oct. 2008.
Available from Disponível em>www.scielo.com.br< Visitado em 09 de Novembro de 2017.
CRIPTOCOCOSE. In: SIDRIM, José Júlio Costa; ROCHA, Marcos Fábio Gadelha. Micologia Médica à Luz
de Autores Contemporâneos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. Cap. 24. p. 252-264.
Diagnostico Laboratorial da Criptococose. Disponível em >www.researchgate.net.com.br< Acessado em 24
de Novembro de 2017.
Criptococose Pulmonar. Disponível em >http://www.scielo.com.br< Acessado me 24 de Novembro de 2017.
ALMEIDA, Sandro Rogério. Ciências Farmacêuticas – Micologia. Guanabara Koogan, 2008.
LACAZ, C. da S. et al. Tratado de micologia médica. 2002.
MURRAY, Patrick; ROSENTHAL, Ken S.; PFALLER, Michael A. Microbiología médica. Elsevier Brasil,
2009.
The dissemination model of Cryptococcus-neoformans from-the-environment to the. Disponivel em
>www.researchgate.net.com.br< Acessado em 20 de Novembro de 2017.
The intrinsic virulence of clinical isolates of Cryptococcus neoformans was. Disponivel em
>www.researchgate.net.com.br< Acessado em 20 de Novembro de 2017.
CRIPTOCOCOSE
REFERÊNCIAS

Criptococose patogenicidade

  • 1.
    CRIPTOCOCOSE Micose Sistêmica COMPONENTES: UNIVERSIDADE FEDERALDO PIAUÍ CAMPUS MINISTRO REIS VELLOSO MICOLOGIA Prof. Dr. Gustavo Portela Ferreira Abrahão Lincoln Alice Mendes Ana Camila Dakson Douglas Janyere Alexandrino Jessica Rodrigues Laiane Veras Maria da Conceição Michelly Kelliny
  • 2.
    CRIPTOCOCOSE Taxonomia INTRODUÇÃO Reino Fungi Filo Basidiomycota ClasseAgaricomycetes Ordem Filobasidiales Família Filobasidiaceae Género Cryptococcus
  • 3.
    CRIPTOCOCOSE HISTÓRICO INTRODUÇÃO  1894 –Otto Bussen e Abrahan Buschke primeira descrisão da criptococse (observou corpúsculos arredondados encapsulados em lesão sarcoma-símile)  1894 – Francesco Sanfelice demontrou a patogenicidade do fungo - Saccharomyces neoformans  1901 - Vuillemin - Transfere-os para o gênero Cryptococcus  1941 e 1944 – Carlos da Silva Lacaz e Floriano de Almeida primeira descrição da Criptococose no Brasil Otto Bussen Fonte: wwalchetron.com.br Carlos da Sila Lacaz Fonte:www.museudapessoa.net
  • 4.
    CRIPTOCOCOSE INTRODUÇÃO  Conhecida tambémTorulose, Blastomicose europeia ou Doença de Busse- Buschke;  É uma micose de natureza sistêmica; Porta de Entrada Cryptococcus neoformans (Sorotipo A, D, AD) Cryptococcus gattii (Sorotipo B, C) Var. neoformans Var. grubii CARACTERISTICAS GERAIS
  • 5.
    CRIPTOCOCOSE CARACTERISTICAS GERAIS INTRODUÇÃO  Oportunista,cosmopolita, associada a condições de imunodepressão celular;  Fungo isolado: solo contaminado por fezes de aves, pombos em particular, além de madeira em decomposição, frutos, vegetais e ocos de árvores (saprófitos);  Infecção ocorre por inalação de esporos. C. gattii C. neoformans Imunossuprimidos Imunocompetentes
  • 6.
    CRIPTOCOCOSE CARACTERISTICAS GERAIS INTRODUÇÃO Tropismo PeloSistema Nervoso Central (SNC) Provoca Doenças Pulmonar e Meníngea Mais frequente em adultos
  • 7.
    CRIPTOCOCOSE EPIDEMIOLOGIA INTRODUÇÃO  Acomete cãese gatos  A transmissão entre animais e o homem não foi comprovada  doença oportunista com maior morbidade e mortalidade entre os pacientes soropositivos (Moreira et al., 2006). C. gattii Tropicais Subtropicais Meio campestre Isolado de diferente espécies de árvores: Oiti, Cássia gigante, Cássia-rosa, mangueira, fiqueira e gameleira Mangueira Fonte: Google imagens C. neoformans Cosmopolita
  • 8.
    CRIPTOCOCOSE CARACTERISTICA MACRÓSCOPICA INTRODUÇÃO Cryptococcus spp.Ágar Sabouroud Dextrosa Colônias mucoides brilhantes Limitada Margem lisa e inteira Cor branca ou creme Crescimento: 3 - 7 dias Incubação: 25° a 37°
  • 9.
    CRIPTOCOCOSE INTRODUÇÃO  Leveduras esféricase ovais  Tamanho 4 a 10um;  Pseudohifas ocasionais;  Intracelular facultativo;  Não fermentam carboidrato. Único brotamento CARACTERISTICA MICRÓSCOPICA
  • 10.
    CRIPTOCOCOSE INTRODUÇÃO CARACTERISTICA MICRÓSCOPICA Estado Anamórfico:comuns Estado Telemórfico: diferentes Basidiósporos de C. neoformans  Esféricos  Alongados ou cilíndricos  Parede ligeiramente rugosa Basidiósporos de C. gattii  Baciliformes  Parede lisa
  • 11.
    CRIPTOCOCOSE REPRODUÇÃO INTRODUÇÃO Fase Sexuada:  Nãoé observada na natureza  Demonstrada em condições de laboratório (in vitro)  Hifas dicarióticas  Uma compatibilidade bipolar Fase Assexuada:  Células haplóides  Cápsula polissacarídea  Formato arredondados ou ovalados  Sem presença hifas ou pseudo-hifas  Brotamentos singulares ou múltiplos  Diâmetros de aproximadamente 2-8 µm
  • 12.
     Cápsula Polissacaridica Parede Celular - Síntese de Melanina  Termotolerantes; Imagem 2 - Uma descrição idealizada de uma célula de C. neoformans. Observe que a melanina é encontrada na parede celular. Glucuronoxilomanana – GXM Galactoxilomanana – GalXM Manoproteínas - MP Impede a Produção de TNFα de Macrófagos CRIPTOCOCOSE FATOR DE VIRULÊNCIA INTRODUÇÃO
  • 13.
    • Associado asvias bioquímicas • Produção de enzimas Síntese de Poliol D-manitol Protease Urease Fosfolipase CRIPTOCOCOSE INTRODUÇÃO FATOR DE VIRULÊNCIA
  • 14.
    Fonte: Google imagens- Microscopia eletrônica vs colorações. CRIPTOCOCOSE INTRODUÇÃO
  • 15.
    Excretas Secas Árvores como:Eucalipto Disseminação CRIPTOCOCOSE TRANSMISSÃO Inalação de basidiósporos Infecção primária do sistema respiratório Via hematógena ou linfática Infecção secundária do SNC A disseminação da infecção e a apresentação do quadro clínico estão intimamente relacionadas ao grau de imunidade do hospedeiro
  • 16.
    CRIPTOCOCOSE PATOGENICIDADE Células de Titã Travessiaparacelular Transcitose Através de monócitos ou macrófagos
  • 17.
    CRIPTOCOCOSE MANIFESTAÇÕES CLINICAS Criptococose Pulmonar CriptococoseDisseminada Pulmonar regressiva Pulmonar Progressiva Forma meningo-encefálica Forma Cutânea Forma Óssea
  • 18.
    CRIPTOCOCOSE CRIPTOCOCOSE PULMONAR MANIFESTAÇÕES CLINICAS Relaçãoparasita-hospedeiro Assintomática Infecção primária Pulmonar Regressiva
  • 19.
    CRIPTOCOCOSE MANIFESTAÇÕES CLINICAS RadiologiaSintomas  Tosse Escarro mucoide  Dor torácica pleurítica CRIPTOCOCOSE PULMONAR Pulmonar Progressiva
  • 20.
  • 21.
  • 22.
    CRIPTOCOCOSE DISSEMINADA MANIFESTAÇÕES CLINICAS Forma meningoencefálica Sintomas Cefaléia occipital intermitente  Febre alta (rara), tremores e calafrios Similar a uma bacteremiaAssintomática Aumento da pressão do líquor 90% dos casos diagnosticados Disseminação hematogênica
  • 23.
    CRIPTOCOCOSE DISSEMINADA MANIFESTAÇÕES CLINICAS Forma Cutânea Primeiraforma observada Adenopatias regionais Aspectos dermatológicos das lesões Nódulos Pápulas Pústulas Úlceras isoladas ou múltiplas.
  • 24.
  • 25.
    CRIPTOCOCOSE ESPÉCIMES CLÍNICAS Escarro Lavado Broncoalveolar LCR - Líquor Raspados de lesões cutâneas TRI Fragmentos de tecidos
  • 26.
     Exame direto Cultura  Histopatológico  Testes sorológicos  Técnicas moleculares LCR • Amostra mais utilizada • Três tubos • Médico – termo de consentimento CRIPTOCOCOSE DIAGNÓSTICO TIPOS DE TECNICAS
  • 27.
    Leveduras Cap. polissacarídica Tinta dachina Nigrosina  Amostras purulentas KOH a 10% eliminar células.  O líquor e urina deve ser centrifugado sedimento https://pt.wikipedia.org CRIPTOCOCOSE DIAGNÓSTICO EXAME DIRETO
  • 28.
    Ágar semente deNiger Ágar Sabouraud Ágar Semente de girassol Ágar dopamina Àgar L-dopa Ágar batata cenoura Melanina Não devem conter mais que 0,1% de glicose http://path.upmc.edu CRIPTOCOCOSE DIAGNÓSTICO Cultura A enzima fenol-oxidase produzida pelo fungo age sobre os substratos ácido caféico ou compostos de ou polifenólicos
  • 29.
    As amostras comuns(escarro, raspados, pus etc) Inoculadas em meios contendo antimicrobianos X Pois a maioria dos isolados de C. neoformans é sensível CRIPTOCOCOSE DIAGNÓSTICO Cultura CICLOHEXIMIDA
  • 30.
    Ágar Semente deNinger Ágar Sabouraud Dextrose  Colônias cremosas, viscosas, úmidas, cor creme  Verso – aspecto mucoide branco, úmido e viscoso  Reverso – claro http://crescendoemcultura.blogspot.com.br http://crescendoemcultura.blogspot.com.b r CRIPTOCOCOSE DIAGNÓSTICO Cultura
  • 31.
    Ágar Canavanina Glicina-Azulde Bromotimol (CGB) Fonte:www.slideshare.net CRIPTOCOCOSE DIAGNÓSTICO Cultura C. gattii C. neoformans Resistente a L-canavanina Inibido pela L-canavanina
  • 32.
    Histopatológico • Gelatinoso • Granulomatoso Caracteriza-sepor pouco ou nenhuma reação inflamatória e grande quantidade de fungos Caracteriza-se pela presença de granulomas epitelióides, células gigantes, linfócitos e proliferação linfoblástica. O infiltrado inflamatório é fundamentalmente constituído por macrófagos CRIPTOCOCOSE DIAGNÓSTICO HISTOPATOLÓGICO
  • 33.
     Hematoxilina eeosina (HE)  Mucicarmim cora as células de vermelho.  PAS (periodic acid-Schiff)  Alcian blue  Gomori-Grocott  Fontana Masson cora a melanina fungica de marrom avermelhado. Fonte:www.scielo.br CRIPTOCOCOSE DIAGNÓSTICO TIPOS DE COLORAÇÃO
  • 34.
  • 35.
    Aglutinação de látexELISA - Detecta antígenos ou anticorpos - Detecta o antígeno mesmo em pequenas quantidades - Desvantagem apenas no tempo de liberação do resultado. - A detecção do antígeno do polissacarídeo capsular de Cryptococcus spp - Um dos principais testes sorológicos realizados na rotina micológico - Testes utilizam partículas de látex revestidas com anticorpos policlonais para a cápsula criptocócica - Sensibilidade 93-100% - Especificidade 93-98% CRIPTOCOCOSE DIAGNÓSTICO TESTES SOROLÓGICOS
  • 36.
    CRIPTOCOCOSE DIAGNÓSTICO TESTES BIOQUÍMICOS Teste deUrease - Fácil, Rápido e de Baixo custo - Teste diferencial - A urease é uma enzima que degrada a uréia em duas moléculas de amônia e uma de anidrido carbônico - Diferencia Criptococose de uma infecção por cândida - Diferenciação do gênero - Cryptococcus neoformans é urease +
  • 37.
    Recente Estudos epidemiológicosVariação (sorotipo) Sensibilidade e Especificidade superiores à cultura e ao exame direto Mais preciso e mais rápido PCR multiplex que permite a diferenciação entre C. neoformans var. neoformans e var. gatti CRIPTOCOCOSE DIAGNÓSTICO Técnica de PCR TESTES MOLECULARES
  • 38.
  • 39.
     A escolhada droga vai depender da forma clínica Criptococose Pulmonar Fluconazol Dose de 200 mg/dia, por 6 meses a 12 meses Itraconazol Dose de 200 mg/dia, durante 6 a 12 meses CRIPTOCOCOSE TRATAMENTO
  • 40.
    Anfotericina B Na dosede 1 mg/kg/dose, não ultrapassar 50 mg/dia, durante 6 semanas. CRIPTOCOCOSE TRATAMENTO  A escolha da droga vai depender da forma clínica Criptococose Disseminada
  • 41.
    Fluconazol Na dose de200 a 400 mg/dia por aproximadamente 6 semanas. CRIPTOCOCOSE TRATAMENTO  A escolha da droga vai depender da forma clínica Criptococose Disseminada
  • 42.
    Consenso em Criptococose:2008. Rev. Soc. Bras. Med. Trop., Uberaba , v. 41, n. 5, p. 524-544, Oct. 2008. Available from Disponível em>www.scielo.com.br< Visitado em 09 de Novembro de 2017. CRIPTOCOCOSE. In: SIDRIM, José Júlio Costa; ROCHA, Marcos Fábio Gadelha. Micologia Médica à Luz de Autores Contemporâneos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. Cap. 24. p. 252-264. Diagnostico Laboratorial da Criptococose. Disponível em >www.researchgate.net.com.br< Acessado em 24 de Novembro de 2017. Criptococose Pulmonar. Disponível em >http://www.scielo.com.br< Acessado me 24 de Novembro de 2017. ALMEIDA, Sandro Rogério. Ciências Farmacêuticas – Micologia. Guanabara Koogan, 2008. LACAZ, C. da S. et al. Tratado de micologia médica. 2002. MURRAY, Patrick; ROSENTHAL, Ken S.; PFALLER, Michael A. Microbiología médica. Elsevier Brasil, 2009. The dissemination model of Cryptococcus-neoformans from-the-environment to the. Disponivel em >www.researchgate.net.com.br< Acessado em 20 de Novembro de 2017. The intrinsic virulence of clinical isolates of Cryptococcus neoformans was. Disponivel em >www.researchgate.net.com.br< Acessado em 20 de Novembro de 2017. CRIPTOCOCOSE REFERÊNCIAS

Notas do Editor

  • #9 Em meio de cultura niger maron – enzima lacase ( fenoloxidade) CGB – cavanina glicina azul de bromenol
  • #29 Falar das caracteristicas da colonia... Textura etc