O documento discute os efeitos negativos da publicidade infantil agressiva no desenvolvimento das crianças, como torná-las consumidoras precoces através da manipulação emocional. Ele descreve um comercial do "laptop da Xuxa" que convence crianças de apenas 3 anos que a felicidade depende de possuir o produto e critica a falta de regulamentação no Brasil para proteger as crianças. O texto defende que a prioridade deve ser educar as crianças, não transformá-las em consumidores.